Fischer
January 24th, 2008, 03:29 AM
O novo projeto do Plano Diretor remetido à Câmara Municipal no início dessa semana pelo prefeito Silvio Félix (PDT) deve incentivar o mercado da construção civil em Limeira através de mudanças que reduzirão o custo com infra-estrutura das áreas.
Essa é a opinião do secretário de Planejamento Ítalo Ponzo Junior. Segundo ele, ao contrário de outros municípios que possuem vários empreendimentos imobiliários em construção, a oferta em Limeira nesse setor tem se tornado cada vez mais escassa. A explicação está na dificuldade que a legislação atual impõe aos investidores o que torna o custo com a infra-estrutura da área muito elevado, inviabilizando assim o empreendimento. “Há muitas construtoras que nos procuram para investir em Limeira e acredita que com essas novas regras, teremos mais ofertas no setor da construção civil”, declarou.
Uma das novidades do Plano Diretor é incentivar o crescimento vertical preenchendo os vazios urbanos. Para isso, entre as medidas adotadas está a redução no recuo lateral, permitindo assim um melhor aproveitamento de áreas pequenas.
Outro ponto positivo do Plano Diretor ressaltado pelo secretário é o aumento da área com potencial industrial de acordo com o porte da empresa. A zona de transição também é uma novidade do projeto que estabelece uma distância de 45 metros entre o fim de uma área industrial e o começo de uma área residencial.
Ponzo ressalta ainda que o novo Plano Diretor dificultará o processo de aprovação dos loteamentos devido à grande oferta de lotes já existentes no município. “Isso torna a cidade cada vez mais espalhada e causa despesas ao município para os novos bairros com energia elétrica, malha viária, linha de ônibus, postos de saúde, escolas, enfim, toda infra-estrutura necessária. Por isso queremos incentivar o crescimento vertical”, afirmou, lembrando que os loteamentos fechados serão limitados a glebas de 50 mil metros quadrados e o tamanho dos lotes dependerá da região onde estiver localizado. O mínimo será de 200 metros quadrados.
O Plano Diretor foi encaminhado pelo prefeito em regime de urgência especial e tem 45 dias para ser apreciado pelos vereadores. No entanto, o presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos (PDT) solicitou ao líder do prefeito, Carlos Ferraresi (PDT) que retirasse o pedido de urgência alegando que não há condições de um projeto tão complexo ser analisado em tão pouco tempo.
Essa é a opinião do secretário de Planejamento Ítalo Ponzo Junior. Segundo ele, ao contrário de outros municípios que possuem vários empreendimentos imobiliários em construção, a oferta em Limeira nesse setor tem se tornado cada vez mais escassa. A explicação está na dificuldade que a legislação atual impõe aos investidores o que torna o custo com a infra-estrutura da área muito elevado, inviabilizando assim o empreendimento. “Há muitas construtoras que nos procuram para investir em Limeira e acredita que com essas novas regras, teremos mais ofertas no setor da construção civil”, declarou.
Uma das novidades do Plano Diretor é incentivar o crescimento vertical preenchendo os vazios urbanos. Para isso, entre as medidas adotadas está a redução no recuo lateral, permitindo assim um melhor aproveitamento de áreas pequenas.
Outro ponto positivo do Plano Diretor ressaltado pelo secretário é o aumento da área com potencial industrial de acordo com o porte da empresa. A zona de transição também é uma novidade do projeto que estabelece uma distância de 45 metros entre o fim de uma área industrial e o começo de uma área residencial.
Ponzo ressalta ainda que o novo Plano Diretor dificultará o processo de aprovação dos loteamentos devido à grande oferta de lotes já existentes no município. “Isso torna a cidade cada vez mais espalhada e causa despesas ao município para os novos bairros com energia elétrica, malha viária, linha de ônibus, postos de saúde, escolas, enfim, toda infra-estrutura necessária. Por isso queremos incentivar o crescimento vertical”, afirmou, lembrando que os loteamentos fechados serão limitados a glebas de 50 mil metros quadrados e o tamanho dos lotes dependerá da região onde estiver localizado. O mínimo será de 200 metros quadrados.
O Plano Diretor foi encaminhado pelo prefeito em regime de urgência especial e tem 45 dias para ser apreciado pelos vereadores. No entanto, o presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos (PDT) solicitou ao líder do prefeito, Carlos Ferraresi (PDT) que retirasse o pedido de urgência alegando que não há condições de um projeto tão complexo ser analisado em tão pouco tempo.