Pesquisadorbsb
January 24th, 2008, 05:17 AM
Com o volume de lançamentos travado em 2007 pela burocracia, a construção civil potiguar deverá ser mais ''conservadora'' em 2008, na hora das previsões. Segundo o presidente do Sinduscon RN, Silvio Bezerra, a expectativa no ano passado era de que os novos empreendimentos somassem R$ 1,1 bilhão, mas só R$ 400 milhões foram concretizados. A barreira no caminho das construtoras foi a dificuldade para aprovar projetos, o que, mesmo com o mercado aquecido, acabou, por exemplo, reduzindo a quantidade de empregos gerada no setor. ''É melhor que sejamos pessimistas para ficarmos mais próximos à realidade'', frisou ele. Os números de 2008 serão divulgados no próximo dia 12.
Ontem, após a primeira reunião do ano entre os diretores da entidade, a orientação que deveria chegar às empresas era de que fossem conservadoras quanto às metas, mesmo estando otimistas em relação ao mercado. ''Tem gente para comprar e dinheiro para financiar. O mercado está bastante aquecido. O que precisamos é ter projetos aprovados, que o setor público, com os cuidados necessários, tenha a estrutura adequada para atender a demanda'', disse Bezerra, acrescentando que o sindicato quer estreitar o diálogo com os órgãos públicos para superar as dificuldades.
Dificuldades que, num ano que tinha tudo para ser de boom, acabaram repercutindo no número de empregos gerados - o saldo, em 2007, foi de 813 vagas com carteira assinada. O desempenho, embora positivo, com crescimento de 3,37%, em relação a 2006, foi considerado ''pífio'' pelo próprio setor. Para se ter uma idéia, em estados como Paraíba, Ceará, Pernambuco e Sergipe, o aumento foi, respectivamente, de 12,12%, 9,98%, 13,27% e 11,06%.
A escassez de mão-de-obra qualificada também tem travado uma ampliação maior nas contratações, segundo Silvio. A expectativa do sindicato é de que o setor privado possa se unir ao governo do estado para estimular a capacitação ainda este ano. ''No ano passado pedimos ao governo que tomasse uma atitude nesse sentido. Ele ficou de estudar'', lembra ainda ele.
O mercado de trabalho em baixa e os lançamentos abaixo do previsto foram pontos negativos do ano, mas o balanço geral foi positivo, na avaliação do presidente da entidade. Os juros em queda e a abertura de novas linhas de financiamento para a classe média foram alguns dos impulsos para aquecer o setor e ampliar o acesso à moradia.
Fonte: http://www.cte.com.br/noticias.asp?id=1666
Ontem, após a primeira reunião do ano entre os diretores da entidade, a orientação que deveria chegar às empresas era de que fossem conservadoras quanto às metas, mesmo estando otimistas em relação ao mercado. ''Tem gente para comprar e dinheiro para financiar. O mercado está bastante aquecido. O que precisamos é ter projetos aprovados, que o setor público, com os cuidados necessários, tenha a estrutura adequada para atender a demanda'', disse Bezerra, acrescentando que o sindicato quer estreitar o diálogo com os órgãos públicos para superar as dificuldades.
Dificuldades que, num ano que tinha tudo para ser de boom, acabaram repercutindo no número de empregos gerados - o saldo, em 2007, foi de 813 vagas com carteira assinada. O desempenho, embora positivo, com crescimento de 3,37%, em relação a 2006, foi considerado ''pífio'' pelo próprio setor. Para se ter uma idéia, em estados como Paraíba, Ceará, Pernambuco e Sergipe, o aumento foi, respectivamente, de 12,12%, 9,98%, 13,27% e 11,06%.
A escassez de mão-de-obra qualificada também tem travado uma ampliação maior nas contratações, segundo Silvio. A expectativa do sindicato é de que o setor privado possa se unir ao governo do estado para estimular a capacitação ainda este ano. ''No ano passado pedimos ao governo que tomasse uma atitude nesse sentido. Ele ficou de estudar'', lembra ainda ele.
O mercado de trabalho em baixa e os lançamentos abaixo do previsto foram pontos negativos do ano, mas o balanço geral foi positivo, na avaliação do presidente da entidade. Os juros em queda e a abertura de novas linhas de financiamento para a classe média foram alguns dos impulsos para aquecer o setor e ampliar o acesso à moradia.
Fonte: http://www.cte.com.br/noticias.asp?id=1666