Danollive
February 1st, 2008, 03:02 AM
Complexo Portuário do Açu
■ Segmento: Infra-Estrutura Logística (Portos).
■ Localização: São João da Barra.
■ Empreendedores: LLX Logística S.A. (LLX), através de suas subsidiárias
LLX Porto do Açu Ltda (LLX Açu) e LLX Minas-Rio Logística Ltda
(LLX Minas Rio).
■ Descrição do projeto: o Complexo Portuário do Açu é um projeto que
prevê a construção de um terminal portuário em São João da Barra, de
uma usina de pelotização, piers off-shore com acesso por meio de um canal com 21 metros de profundidade e capacidade para receber
navios de grande porte com berços de atracação especializados e dedicados para as diferentes famílias de produtos.
O Complexo do Açu é parte integrante de um projeto ainda maior da MMX conhecido como Sistema Minas-Rio. Este compreende
também a construção de uma usina para extração de minério de ferro localizada no município de Alvorada, em Minas Gerais, com
capacidade de produção estimada em 26,5 milhões de toneladas ao ano de finos de pelotização e um mineroduto, de 525 km de
extensão, a ser utilizado para transportar polpa de minério de ferro até o terminal portuário do Açu. O Sistema Minas-Rio é o maior
empreendimento da MMX e irá viabilizar um eficiente corredor de exportação das regiões Centro-Oeste/Sudeste, com forte impacto
no crescimento econômico do Rio de Janeiro.
A partir de 2011, a LLX vai complementar as atividades portuárias de minério, iniciando as operações dos demais piers para
movimentar outros tipos de cargas (non-ore). O Porto do Açu terá capacidade para movimentar 11,5 milhões de toneladas de carvão,
atendendo à demanda de empresas siderúrgicas situadas na sua área de influência, assim como às necessidades de uma planta
termoelétrica que fará parte do complexo portuário. O Porto contará ainda com um terminal de carga geral, que terá capacidade
para movimentar contêineres, granito e produtos siderúrgicos. Foi projetado ainda um terminal de granel líquido, que atenderá
primeiramente as necessidades de movimentação de etanol, derivados de petróleo e Gás Natural Liquefeito (GNL), com capacidade
de 4 milhões de m3 por ano.
Além disso, foram destinados dois berços de atracação para logística offshore, com capacidade para aproximadamente 1,2 mil
atracações e movimentação de 90 mil toneladas de carga por ano, além de área de armazenagem de fluido de perfuração.
O Complexo terá uma retroárea de 6,9 mil hectares projetada para abrigar diferentes segmentos econômicos. Por meio de Lei
Municipal, o Complexo Portuário do Açu foi contemplado com a condição de Distrito Industrial, estabelecendo condições favoráveis
para a instalação e desenvolvimento de indústrias, incluindo plantas de siderurgia, termoelétrica, gaseificação, indústria automotiva,
pólo metal-mecânico, refinaria, armazenagem e logística, entre outros.
■ Mercado potencial: o Sistema MMX Minas-Rio estima que irá produzir até 26,6 milhões de toneladas de minério de ferro por ano,
dos quais 19,0 milhões de toneladas serão pellet feed para exportação e 7,6 milhões de toneladas serão empregadas na produção de 7,0
milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro, beneficiadas na usina de pelotização do porto.
■ Valor do investimento: a primeira fase do sistema MMX Minas-Rio, que consiste na construção da usina de pelotização e do
terminal portuário, demandará investimentos da ordem de R$ 4,9 bilhões, a ser financiado por meio de capital próprio e linhas de
crédito com instituições financeiras.
O mineroduto a ser construído foi
projetado para ter 525 km, partindo de
Minas Gerais e chegando ao Porto do Açu,
no Rio de Janeiro. Será o maior do mundo.
O Complexo terá capacidade para receber
navios cape size (capacidade igual ou
superior a 80 mil toneladas).
■ Cronograma de implantação: o Sistema começará a operar no segundo semestre de 2009, atingindo 8 milhões de toneladas
naquele ano, subindo para 20 milhões em 2010 e 26 milhões de toneladas em 2011.
■ Descrição das oportunidades: durante a fase das obras, fornecimento de serviços de engenharia e construção pesada, bem como
de fornecimento de máquinas e equipamentos dos mais variados. Ainda durante a construção, o grande contingente de trabalhadores
demandará a instalação de comércio e serviços no entorno do empreendimento e na cidade. Também durante a obra haverá aumento
na demanda por moradia na região, o que possibilitará o forte desenvolvimento do setor de construção civil.
O Porto do Açu poderá ser utilizado pela Petrobras para a recepção do petróleo extraído da Bacia de Campos. A proximidade com a
Bacia de Campos também deverá favorecer a atração de diversas empresas prestadoras de serviços da Petrobras para áreas próximas
ao Porto. A imensa retroárea, somada à disponibilidade de energia, matéria-prima e vantagens logísticas, tornarão possível a instalação
de plantas industriais de diversos setores como automobilístico e siderúrgico, dentre outros.
■ Estágio atual: licenças ambientais já obtidas. As obras tiveram início em setembro de 2007. A primeira fase (terraplanagem) tem
término previsto para início de 2008.
Para
Imagens do empreendimento
http://reintufrj.googlegroups.com/web/Porto+do+A%C3%A7u.jpg
http://reintufrj.googlegroups.com/web/Porto+do+A%C3%A7u+2.jpg
Melhor que as imagens, o vídeo.
4VZk8GS-2
Esse video é de propriedade da LLX.
OBS. Quem está per trás deste empreendimento é o intitulado "Novo maior bilionário do Brasil" , Eike Batista.
Para mais detalhes: decisaorio@firjan.org.br
■ Segmento: Infra-Estrutura Logística (Portos).
■ Localização: São João da Barra.
■ Empreendedores: LLX Logística S.A. (LLX), através de suas subsidiárias
LLX Porto do Açu Ltda (LLX Açu) e LLX Minas-Rio Logística Ltda
(LLX Minas Rio).
■ Descrição do projeto: o Complexo Portuário do Açu é um projeto que
prevê a construção de um terminal portuário em São João da Barra, de
uma usina de pelotização, piers off-shore com acesso por meio de um canal com 21 metros de profundidade e capacidade para receber
navios de grande porte com berços de atracação especializados e dedicados para as diferentes famílias de produtos.
O Complexo do Açu é parte integrante de um projeto ainda maior da MMX conhecido como Sistema Minas-Rio. Este compreende
também a construção de uma usina para extração de minério de ferro localizada no município de Alvorada, em Minas Gerais, com
capacidade de produção estimada em 26,5 milhões de toneladas ao ano de finos de pelotização e um mineroduto, de 525 km de
extensão, a ser utilizado para transportar polpa de minério de ferro até o terminal portuário do Açu. O Sistema Minas-Rio é o maior
empreendimento da MMX e irá viabilizar um eficiente corredor de exportação das regiões Centro-Oeste/Sudeste, com forte impacto
no crescimento econômico do Rio de Janeiro.
A partir de 2011, a LLX vai complementar as atividades portuárias de minério, iniciando as operações dos demais piers para
movimentar outros tipos de cargas (non-ore). O Porto do Açu terá capacidade para movimentar 11,5 milhões de toneladas de carvão,
atendendo à demanda de empresas siderúrgicas situadas na sua área de influência, assim como às necessidades de uma planta
termoelétrica que fará parte do complexo portuário. O Porto contará ainda com um terminal de carga geral, que terá capacidade
para movimentar contêineres, granito e produtos siderúrgicos. Foi projetado ainda um terminal de granel líquido, que atenderá
primeiramente as necessidades de movimentação de etanol, derivados de petróleo e Gás Natural Liquefeito (GNL), com capacidade
de 4 milhões de m3 por ano.
Além disso, foram destinados dois berços de atracação para logística offshore, com capacidade para aproximadamente 1,2 mil
atracações e movimentação de 90 mil toneladas de carga por ano, além de área de armazenagem de fluido de perfuração.
O Complexo terá uma retroárea de 6,9 mil hectares projetada para abrigar diferentes segmentos econômicos. Por meio de Lei
Municipal, o Complexo Portuário do Açu foi contemplado com a condição de Distrito Industrial, estabelecendo condições favoráveis
para a instalação e desenvolvimento de indústrias, incluindo plantas de siderurgia, termoelétrica, gaseificação, indústria automotiva,
pólo metal-mecânico, refinaria, armazenagem e logística, entre outros.
■ Mercado potencial: o Sistema MMX Minas-Rio estima que irá produzir até 26,6 milhões de toneladas de minério de ferro por ano,
dos quais 19,0 milhões de toneladas serão pellet feed para exportação e 7,6 milhões de toneladas serão empregadas na produção de 7,0
milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro, beneficiadas na usina de pelotização do porto.
■ Valor do investimento: a primeira fase do sistema MMX Minas-Rio, que consiste na construção da usina de pelotização e do
terminal portuário, demandará investimentos da ordem de R$ 4,9 bilhões, a ser financiado por meio de capital próprio e linhas de
crédito com instituições financeiras.
O mineroduto a ser construído foi
projetado para ter 525 km, partindo de
Minas Gerais e chegando ao Porto do Açu,
no Rio de Janeiro. Será o maior do mundo.
O Complexo terá capacidade para receber
navios cape size (capacidade igual ou
superior a 80 mil toneladas).
■ Cronograma de implantação: o Sistema começará a operar no segundo semestre de 2009, atingindo 8 milhões de toneladas
naquele ano, subindo para 20 milhões em 2010 e 26 milhões de toneladas em 2011.
■ Descrição das oportunidades: durante a fase das obras, fornecimento de serviços de engenharia e construção pesada, bem como
de fornecimento de máquinas e equipamentos dos mais variados. Ainda durante a construção, o grande contingente de trabalhadores
demandará a instalação de comércio e serviços no entorno do empreendimento e na cidade. Também durante a obra haverá aumento
na demanda por moradia na região, o que possibilitará o forte desenvolvimento do setor de construção civil.
O Porto do Açu poderá ser utilizado pela Petrobras para a recepção do petróleo extraído da Bacia de Campos. A proximidade com a
Bacia de Campos também deverá favorecer a atração de diversas empresas prestadoras de serviços da Petrobras para áreas próximas
ao Porto. A imensa retroárea, somada à disponibilidade de energia, matéria-prima e vantagens logísticas, tornarão possível a instalação
de plantas industriais de diversos setores como automobilístico e siderúrgico, dentre outros.
■ Estágio atual: licenças ambientais já obtidas. As obras tiveram início em setembro de 2007. A primeira fase (terraplanagem) tem
término previsto para início de 2008.
Para
Imagens do empreendimento
http://reintufrj.googlegroups.com/web/Porto+do+A%C3%A7u.jpg
http://reintufrj.googlegroups.com/web/Porto+do+A%C3%A7u+2.jpg
Melhor que as imagens, o vídeo.
4VZk8GS-2
Esse video é de propriedade da LLX.
OBS. Quem está per trás deste empreendimento é o intitulado "Novo maior bilionário do Brasil" , Eike Batista.
Para mais detalhes: decisaorio@firjan.org.br