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Inconfidente
February 17th, 2008, 03:38 AM
Estou fazendo este thread a exemplo da bem sucedida iniciativa dos tópicos paulistano e carioca.

Todos podem e devem contribuir com fotos de museus, espaços culturais, teatros, bibliotecas, conservatórios, academias de artes, etc.

Basta enviar-me fotos no formato 800x600 por PM (Private Message) para que possa inserir no primeiro post. Fotos maiores também serão bem-vindas, porém serão redimensionadas.


Academia Mineira de Letras

http://img184.imageshack.us/img184/2430/pa16002393f198fj7.jpg
http://img301.imageshack.us/img301/6392/pa16002294aff7zb7.jpg
http://img186.imageshack.us/img186/7343/pa160024951a3ahh8.jpg
by Astronauta (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=130305)


Casa FIAT de Cultura

http://img511.imageshack.us/img511/6192/p1010263tz4.jpg
http://img175.imageshack.us/img175/3824/p1010265me6.jpg
http://img135.imageshack.us/img135/3645/p1010258fq0.jpg
http://img131.imageshack.us/img131/6430/p1010256fs6.jpg
http://img511.imageshack.us/img511/449/p1010254ae6.jpg
http://img511.imageshack.us/img511/9372/p1010249rj7.jpg
http://img179.imageshack.us/img179/9159/p1010269mc6.jpg
by Frederico Fraga (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=97837)


Escola Guignard

http://img155.imageshack.us/img155/9925/dsc01207ajw2.jpg
http://img337.imageshack.us/img337/4303/aayv7.jpg
http://img147.imageshack.us/img147/1451/dsc01215ama2.jpg
http://img186.imageshack.us/img186/4384/dsc01222ayo0.jpg
http://img442.imageshack.us/img442/1619/dsc01221aon9.jpg
by dfbm (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=66598)


Museu de Artes e Ofícios (MAO)

http://img247.imageshack.us/img247/6418/mkfxvtkw9.jpg
http://img176.imageshack.us/img176/6075/2d2i35dff2.jpg
http://img136.imageshack.us/img136/3097/mao4cz6.jpg
http://img176.imageshack.us/img176/8366/s5e260go7.jpg
http://img254.imageshack.us/img254/8296/14sjmdzac0.jpg
http://img297.imageshack.us/img297/8112/2mra3qcyn3.jpg
http://img207.imageshack.us/img207/1051/maowk7.jpg
http://img524.imageshack.us/img524/9449/mao2cs9.jpg
http://img212.imageshack.us/img212/9333/mao6ff7.jpg
http://img122.imageshack.us/img122/4783/mao7qa9.jpg
http://img514.imageshack.us/img514/6083/mao10rk5.jpg
by Frederico Fraga (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=97837) & Rafael_BH (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=53032)


Museu de Arte da Pampulha (MAP)

http://img63.imageshack.us/img63/2060/dsc01213pr0.jpg
http://img507.imageshack.us/img507/3335/dsc01215qf5.jpg
http://img64.imageshack.us/img64/9813/dsc01224kv4.jpg
http://img64.imageshack.us/img64/7744/dsc01225ci2.jpg
http://img216.imageshack.us/img216/5089/dsc01227yl1.jpg
http://img66.imageshack.us/img66/7425/dsc01229kr2.jpg
http://img216.imageshack.us/img216/8127/dsc01230eu3.jpg
by Bruno BHZ (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=1899)


Museu Histórico Abílio Barreto (MhAB)

http://img442.imageshack.us/img442/6012/p1010208wt5.jpg
http://img258.imageshack.us/img258/6570/p1010211fa9.jpg
http://img232.imageshack.us/img232/2974/p1010209tc9.jpg
http://img516.imageshack.us/img516/2728/p1010210oj5.jpg
http://img516.imageshack.us/img516/1434/p1010247an3.jpg
http://img511.imageshack.us/img511/8526/p1010227ur6.jpg
http://img232.imageshack.us/img232/8919/p1010225ix6.jpg
http://img511.imageshack.us/img511/2935/p1010232un5.jpg
http://img135.imageshack.us/img135/5342/p1010229tr1.jpg
http://img232.imageshack.us/img232/4366/p1010231yb5.jpg
http://img258.imageshack.us/img258/1551/p1010235zg2.jpg
http://img135.imageshack.us/img135/4557/p1010236ak6.jpg
http://img232.imageshack.us/img232/600/p1010239lf0.jpg
by Frederico Fraga (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=97837)


Museu Inimá de Paula

http://img513.imageshack.us/img513/6805/p4300133am9.jpg
http://img168.imageshack.us/img168/2558/p4300105es5.jpg
http://img164.imageshack.us/img164/8483/p4300115rh2.jpg
http://img513.imageshack.us/img513/4104/p4300106yb1.jpg
http://img207.imageshack.us/img207/7254/p4300116ql9.jpg
http://img146.imageshack.us/img146/8462/p4300121jp5.jpg
http://img513.imageshack.us/img513/198/p4300110jq1.jpg
http://img179.imageshack.us/img179/1938/dsc05479gc4.jpg
http://img404.imageshack.us/img404/3586/dsc05478kw0.jpg
http://img526.imageshack.us/img526/8265/dsc05476ii2.jpg
http://img72.imageshack.us/img72/2064/dsc05474dc9.jpg
http://img178.imageshack.us/img178/37/dsc05472kl8.jpg
by Astronauta (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=130305) & Dourado (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=37638)


Serraria Souza Pinto

http://img509.imageshack.us/img509/3413/dsc00727hz1pd5.jpg
by Bruno BHZ (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=1899)


Conjunto de Estátuas ao Ar Livre em Homenagem aos Escritores Mineiros Página 4 (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=583780&page=4)

Astronauta
February 17th, 2008, 03:47 PM
^^ Muito interessante. Em breve, com o Circuito Cultural Praça da Liberdade, todo o conjunto será um grande espaço cultural. Veja se é interessante postar todos ou somente as construções que já são dedicadas à cultura, como o Museu de Mineralogia.
Outra sugestão, que tal um sequência das artes espalhadas em locais públicos, como as esculturas dos grandes escritores na Savassi e Centro, além de esculturas comuns nas praças?

Estava olhando a estrutura do 'Rio Cultural' e acho que não deveria ter postado este reply, mas tudo bem.... :D

Inconfidente
February 17th, 2008, 05:25 PM
^^ :lol:
Tudo bem, o Rio querendo ou não tem uma vida cultural com um volume maior que BH, logo não vou fazer igual lá.

Acho que o nosso pode ser tudo no primeiro post mesmo. Assim que tiver fotos boas, por favor me envie. Que sejam 800x600 e não tenham marca alguma. Não é para roubá-las de você, (:D) é para a estética do tópico mesmo que eu acho importante em um tópico "artístico". Por isso escolhi as fotos do Bruno para retratar o Museu de Arte da Pampulha.

A idéia dos monumentos e estátuas é muito boa também. :okay:

Vargas
February 17th, 2008, 08:12 PM
Acho q esse thread vai ficar excelente depois de finalizado. Depois comento mais aqui.

Vinicius
February 17th, 2008, 08:21 PM
Parabéns pela iniciativa. Lindo esse Museu de Arte da Pampulha.

zeh
February 17th, 2008, 08:35 PM
O Museu de Artes e Oficios possui um interior luxuriante...

RVpoa
February 18th, 2008, 01:34 AM
Muito legal o thread..belissimos estes lugares...o único deles que tive o prazer de conhecer foi o Museu de Arte da Pampulha.Acho bacana as cidades brasileiras exporem seus equipamentos culturais e suas esculturas como fez o Frederico.

Inconfidente
February 18th, 2008, 01:43 AM
Muito legal o thread..belissimos estes lugares...o único deles que tive o prazer de conhecer foi o Museu de Arte da Pampulha.Acho bacana as cidades brasileiras exporem seus equipamentos culturais e suas esculturas como fez o Frederico.

Na verdade, a minha contribuição é bastante humilde neste tópico. :)
A maioria das fotos foram postadas por outros foristas, como o Astronauta e o Bruno.
Estamos esperando o de Porto Alegre. O de Brasília já saiu!
Valeu pelos comentários! :okay:

muckie
February 18th, 2008, 07:27 AM
o Museu de Pampulha eh uma das minhas obras preferidas do mundo!
a expressao mais elegante do modernismo brasileiro

Rcrd
February 18th, 2008, 07:31 PM
Otimo. :okay:
Pode incluir desde os mais conhecidos ate os menos...
Palacio das Artes, Museu Giramundo, Grupo Corpo...

Lucianors
February 18th, 2008, 07:42 PM
o Museu de Pampulha eh uma das minhas obras preferidas do mundo!
a expressao mais elegante do modernismo brasileiro

É impressionante o patrimônio cultural e histórico de BH, ainda mais em se tratando de uma cidade relativamente jovem, com "apenas" 110 anos.

Bruno BHZ
February 18th, 2008, 07:51 PM
Excelente a iniciativa de criar o tópico, ótima idéia.

Mas acho bem mais interessante criar novos posts quando for adicionar fotos de novos espaços. O thread fica bem mais dinâmico e menos travado, rígido, burocrático. Senão acaba desestimulando a participação de todo mundo, eu acho. BH pode não ter o tanto de equipamentos culturais como o Rio, mas tem bastante, o bastante para o primeiro post ficar inviavelmente pesado. Essa coleção de fotos, com apenas 2 espaços, já está pesadinha. Se ainda assim quiser, pode copiar as fotos dos posts novos para o primeiro, ai as fotos ficam nos dois... Porque normalmente as pessoas não ficam revisitando o começo do thread, para ver o que foi editado. As pessoas clicam na última página, por mais que lá tenha um aviso... Se fosse 1 vez, 2 vezes... Mas a cada novo espaço ter que voltar lá, 50 vezes...

E é legal como acontece no do Rio, como cada espaço tem um post próprio, isso estimula as pessoas a o quotarem e comentarem algo. Uma enorme e única compilação de fotos é meio cansativo. Ou então, sei lá, tentar manter no primeiro post apenas fotos "essenciais", as 2 ou 3 que resumem bem aquele espaço, e os posts no resto do thread mais completo.

Astronauta
February 18th, 2008, 10:20 PM
^^ É só 'reservar' o post #20, 40, 60... para novas fotos. Sugiro que temporariamente poste as fotos aleatóreas para depois reorganizá-las por tema/lugar.

Vou tentar dar uma passada no Museu Abílio Barreto, que é perto do meu trabalho :D

ronin(POA)
February 18th, 2008, 10:40 PM
muito bonitos o MAO e o MAP, gostei do espaço preservado em volta do MAO destacando ainda mais a beleza da cosntruçao :okay:

Inconfidente
February 19th, 2008, 12:57 AM
Excelente a iniciativa de criar o tópico, ótima idéia.

Mas acho bem mais interessante criar novos posts quando for adicionar fotos de novos espaços. O thread fica bem mais dinâmico e menos travado, rígido, burocrático. Senão acaba desestimulando a participação de todo mundo, eu acho. BH pode não ter o tanto de equipamentos culturais como o Rio, mas tem bastante, o bastante para o primeiro post ficar inviavelmente pesado. Essa coleção de fotos, com apenas 2 espaços, já está pesadinha. Se ainda assim quiser, pode copiar as fotos dos posts novos para o primeiro, ai as fotos ficam nos dois... Porque normalmente as pessoas não ficam revisitando o começo do thread, para ver o que foi editado. As pessoas clicam na última página, por mais que lá tenha um aviso... Se fosse 1 vez, 2 vezes... Mas a cada novo espaço ter que voltar lá, 50 vezes...

E é legal como acontece no do Rio, como cada espaço tem um post próprio, isso estimula as pessoas a o quotarem e comentarem algo. Uma enorme e única compilação de fotos é meio cansativo. Ou então, sei lá, tentar manter no primeiro post apenas fotos "essenciais", as 2 ou 3 que resumem bem aquele espaço, e os posts no resto do thread mais completo.

Gostei das idéias, o pessoal pode ficar à vontade para postar nas outras páginas. Realmente ficará bem mais dinâmico, Valeu pelas sugestões, Bruno! :okay:

^^ É só 'reservar' o post #20, 40, 60... para novas fotos. Sugiro que temporariamente poste as fotos aleatóreas para depois reorganizá-las por tema/lugar.

Vou tentar dar uma passada no Museu Abílio Barreto, que é perto do meu trabalho :D

Uai, que dia? Também trabalho perto, dependendo posso ir junto. :)

ESMAwar
February 19th, 2008, 01:27 AM
Ainda falta muito aqui
heim???
Falta o Abílio Barreto
Gira Mundo

tem um perto da praça sete
esqueci o nome do trem!

mas tá ficando bom!!!
BH também respira cultura!!!
kkkkkkkkkk

Rcrd
February 19th, 2008, 01:33 AM
Que tal "thumbnails clicaveis" como este aqui?

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/th_531819349_d6e675fd18_b.jpg (http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/531819349_d6e675fd18_b.jpg)

Inconfidente
February 19th, 2008, 01:44 AM
Ainda falta muito aqui
heim???
Falta o Abílio Barreto
Gira Mundo

tem um perto da praça sete
esqueci o nome do trem!

mas tá ficando bom!!!
BH também respira cultura!!!
kkkkkkkkkk

Falta mesmo! Que tal você então tirar umas fotos pra nós! :poke:

ESMAwar
February 19th, 2008, 06:26 PM
Falta mesmo! Que tal você então tirar umas fotos pra nós! :poke:

Até que poderia mas tá dificil
pq geralmente eu não ando por perto
dos museus...
mas garanto q deve ter foristas
com fotos arquivadas no PC...

Astronauta
February 19th, 2008, 06:38 PM
Uai, que dia? Também trabalho perto, dependendo posso ir junto. :)
Geralmente estou no escritório sexta, e também sábado. Nesses dias posso ir lá.

mas garanto q deve ter foristas
com fotos arquivadas no PC...
E também muitas fotos já 'publicadas' no SSC:
-Laces JK,
-Automóvel Clube,
-Espaço Unibanco (Centro),
-Conservatório UFMG,
-Centro Cultural da R. da Bahia,
-Todos da Praça da Liberdade,
-AML: eu tenho mas está fora do formato, mas já vi outras aqui,
-outras do MAO.

Agora não sei quem postou, vamos pesquisar e pedir para copiar as fotos?

Só que tem muuuitos espaços culturais que nunca vi aqui, como o MHAB, o Ciências Naturais da UFMG, o Centro Cultural UFMG.
E se somarmos espaços que não são exclusivamente dedicados, como faculdades, Banco Central...
Que tal "thumbnails clicaveis" como este aqui?

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/th_531819349_d6e675fd18_b.jpg (http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/531819349_d6e675fd18_b.jpg)

Bom. Umas duas fotos em tamanho normal, mais várias em thumb. No imageshack já tem automático. Podemos dividir, igual o pessoal fez com fotos de BH - e que não participei pq fiquei meio neúrótico com o trabalho. :D

Bruno BHZ
February 19th, 2008, 06:43 PM
Tem uns lugares que dá para "quebrar o galho" com fotos de internet, e já colocar na listagem, mas outros mais especiais e/ou simplesmente bonitos merecem uma seção de fotos mais completa... Tipo, como já falaram aqui, o Abílio Barreto, lá é lindo demais! Ninguém merece as fotos minúsculas que se encontram na net. Pena que não estou em BH, senão tiraria algumas fotos tb!

Semana que vem chega um laptop para mim, ai posso buscar na internet - atualmente so uso computador na faculdade, ai nao rola hehe

Bruno BHZ
February 19th, 2008, 06:44 PM
^^ É só 'reservar' o post #20, 40, 60... para novas fotos. Sugiro que temporariamente poste as fotos aleatóreas para depois reorganizá-las por tema/lugar.



Essa idéia é bem legal, mas eu e outros usuários usamos a configuração 25 posts por página! Acho que não tem jeito de aplicá-la...

dfbm
February 19th, 2008, 09:22 PM
Que tal "thumbnails clicaveis" como este aqui?

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/th_531819349_d6e675fd18_b.jpg (http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/531819349_d6e675fd18_b.jpg)

Acho horrível! :D

Ficar clicando em foto por foto, abrindo um monte de janela. Comparado com simplesmente rolar o mouse pra baixo isso é bem desestimulante.

O Bruno mesmo tem um tópico do centrão com fotos de vários lugares (centro de cultura da rua da Bahia, Palácio das Artes, Automóvel Clube, deve ter outros também).

FredBH
February 21st, 2008, 03:22 PM
Mto bom thread..
vou ver se acho alguma coisa pra contribuir..

Inconfidente
February 21st, 2008, 04:17 PM
^^ Por favor. :)

ESMAwar
February 21st, 2008, 11:30 PM
Por favor mesmo...
tá muito defassado
o nosso querido "thread cultural"!!!

observador_bh
February 22nd, 2008, 06:32 AM
o Museu de Pampulha eh uma das minhas obras preferidas do mundo!
a expressao mais elegante do modernismo brasileiro

O projeto feito em uma noite pelo Niemeyer, num quarto de hotel. Foi o prazo dado pelo JK ("preciso do projeto do museu amanhã..."). rsrs

Ao menos foi isto que vi o Niemeyer dizendo numa entrevista...

Inconfidente
February 22nd, 2008, 04:48 PM
Por favor mesmo...
tá muito defassado
o nosso querido "thread cultural"!!!

Estou querendo marcar um Encontro na inauguração do Museu Inimá de Paula. Assim que souber o dia exatamente informo, para que o pessoal possa se planejar. :okay:

ESMAwar
February 23rd, 2008, 01:35 AM
O Inimá de Paula vai
ficar lindo mesmo...

dfbm
February 23rd, 2008, 09:59 PM
Já que ninguém se dispôs, :D

Fotos e comentários do Bruno BHZ

Serraria Souza Pinto

Serraria Sousa Pinto, hoje espaço de eventos e festas. Bem embaixo do viaduto de Santa Tereza. Também está do lado da Estação. Esse lugar "pegou", desde a reforma recebe festas chiquérrimas, mesmo quando esse lugar era suuuuper degradado.
http://img141.imageshack.us/img141/6656/dsc00727hz1.jpg

Instituto Moreira Salles

Instituto Moreira Salles, na Avenida Afonso Pena. Era a antiga sede do Unibanco
http://img59.imageshack.us/img59/9208/dsc09480tj9.jpg

Interior do IMS. Não sei se podia tirar fotos, entao ficaram meio "rapidinhas"
http://img59.imageshack.us/img59/8260/dsc09483xx7.jpg

O lugar é bem lindo, mas com minha câmera e tirando rápido sai ruim hehehe
http://img59.imageshack.us/img59/6182/dsc09485zw3.jpg

http://img59.imageshack.us/img59/1425/dsc09486xn3.jpg

É um prédio pequeno, mas que acho super elegante
http://img59.imageshack.us/img59/4858/dsc09488sq7.jpg

Palácio das Artes (pelo menos esse tem que ser editado lá no primeiro post, é o mais importante de BH :D)

A fachada do Palácio das Artes, principal centro cultural de BH. 4 teatros, sendo 1 o maior da cidade, 4 galerias, 1 cinema, café, livraria, loja de artesanato. Esse prédio da direita, mais um restaurado este ano! É lindo visto no outro ângulo, aí tá meio de costas!
http://img68.imageshack.us/img68/42/dsc09578ay9.jpg

Interior do Palácio das Artes. Bilheteria e atrás do vidro, o foyer do Grande Teatro. Mármore e banco!
http://img68.imageshack.us/img68/5186/dsc09556vn9.jpg

Cafeteria piso inferior
http://img68.imageshack.us/img68/8104/dsc09558pi3.jpg

Os jardins, mta gente fica aqui lendo ou descansando! Acima, a área envidraçada, é o interior que mostrei, foto 89.
http://img68.imageshack.us/img68/9348/dsc09561wz5.jpg

A outra lateral dá para o Parque Municipal, aqui o jardim do palácio mescla com o parque. Aqui, outra coisa legal... AS janelas de onde treina a Orquestra Sinfônica dão para aqui!! O dia inteiro vc ouve violinos, trompetes, tudo... É demais...
http://img68.imageshack.us/img68/1720/dsc09563cd5.jpg

Parque Municipal Américo Renné Gianetti, quem sabe um dia, com uma escolta, tiro fotos lá dentro? hahahahaa É muito lindo, mantém o paisagismo feito na década de 1890. Dessa área se ouve a orquestra :)
http://img68.imageshack.us/img68/2064/dsc09565iy3.jpg

Uma das galerias
http://img68.imageshack.us/img68/1502/dsc09568vf8.jpg

O balcão da cafeteria e a bilheteria do cinema de arte Humberto Mauro, na esquerda.
http://img68.imageshack.us/img68/7278/dsc09570an3.jpg

Uma escada que acho linda e algumas obras de arte expostas atrás
http://img68.imageshack.us/img68/2222/dsc09571fc3.jpg

Escultura suspensa próxima ao foyer do Grande Teatro... Muito elegante!
http://img68.imageshack.us/img68/6126/dsc09572wy6.jpg

A bilheteria/entrada com muito vidro e luz natural, é linda
http://img68.imageshack.us/img68/1227/dsc09573xi2.jpg

A bilheteria propriamente dita
http://img68.imageshack.us/img68/7232/dsc09574na1.jpg

Todas essas fotos foram tiradas sentadas no mesmo banco... Aqui virando mais para a esquerda, a Afonso Pena ao fundo.
http://img68.imageshack.us/img68/760/dsc09575bd6.jpg

O foyer do Grande Teatro, escada super niemeyeriana
http://img68.imageshack.us/img68/1334/dsc09577gi6.jpg

Inconfidente
February 23rd, 2008, 10:04 PM
^^ dfbm, você teria elas no formato 800 x 600? :?

Astronauta
February 24th, 2008, 12:36 AM
Circuito Cultural Praça da Liberdade

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/galeria/img/subtitulo_projeto.gif

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/ccpl/ccpl06pro.jpg

O maior pólo de cultura do Estado e um dos maiores do Brasil. Um conjunto amplo, variado e inovador de centros e atividades culturais, artísticas, educacionais, de lazer e de turismo cultural. Museus, centros de memória, salas de espetáculos e exibições, áreas de exposições, espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos, áreas de serviços, alimentação e comercialização de produtos culturais: tudo junto, tudo ao seu alcance, em uma das regiões mais nobres e representativas da cidade, pelo expressivo valor histórico e arquitetônico: a Praça da Liberdade.

Um exemplo da retomada do espaço público pela população que o torna vivo em consonância com uma série de movimentos iniciados, nas últimas décadas, em cidades européias como Barcelona, Berlim e Paris, na proposição de um cenário natural próprio que possibilita a diversidade e a troca cultural com maior liberdade e fluidez.

Um importante complexo de lazer e convivência, capaz de refletir a riqueza e a diversidade cultural do Estado, dinamizar a produção, o consumo e a fruição culturais e atuar como um poderoso fator de inclusão social, geração de empregos e de renda. Espaço privilegiado de divulgação e apreciação do trabalho dos artistas e produtores culturais de Minas e do Brasil, que oferece ao povo de Belo Horizonte e seus visitantes a oportunidade de conhecer e participar ativamente e, ao mesmo tempo, ter acesso a diferentes aspectos e eventos da cultura produzida em nosso país e no exterior.

Uma iniciativa transformadora e estratégicado Governo Aécio Neves, por meio da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, – viabilizada pela parceria com a iniciativa privada – que, junto à Linha Verde e à transferência das secretarias do Estado para um novo Centro Administrativo, na zona norte da capital, compõe um dos projetos estruturadores do Plano Plurianual de Ação Governamental 2004-2008. E traz mais desenvolvimento para Minas Gerais.

O PROJETO

O Circuito Cultural Praça da Liberdade abrange o quadrilátero definido pelas ruas Tomé de Souza, Guajajaras, Bahia e Sergipe, incluindo todo o conjunto arquitetônico da Praça e vários prédios públicos na avenida João Pinheiro (como, por exemplo, os edifícios do IPSEMG e do Detran, dentre outros). Será implantado em duas fases, sendo que serão contemplados na primeira etapa os prédios da Secretaria de Defesa Social, Secretaria de Fazenda, Secretaria de Educação e Reitoria da UEMG.

A Biblioteca Pública Estadual, o Arquivo Público Mineiro e o Museu Mineiro, equipamentos culturais importantes, já implantados e em pleno funcionamento, também são parte integrante do projeto.
O mesmo acontece com o Palácio da Liberdade, que mantém integralmente suas funções de sede e símbolo do Governo de Minas Gerais.

MAPA

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/ccpl/ccpl08mapa2.jpg
http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/ccpl/ccpl09mapa3.jpg


PRAÇA DA LIBERDADE

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/galeria/img/inicial_praca.jpg

A Praça da Liberdade e seu entorno imediato constituem um espaço multifuncional da maior importância para Belo Horizonte e para Minas Gerais.

Além de suas funções residenciais, culturais, comerciais e de serviços, ela representa, por ser o berço da cidade e a sede do poder executivo, um papel histórico, cívico, político e simbólico sem paralelo em todo o estado de Minas.

Seus belos jardins e lagos são um verdadeiro oásis na paisagem densamente construída e um forte atrativo para a população, que a freqüenta intensamente em busca de lazer, descanso e convívio, além dos
muitos eventos culturais e recreativos que nela são realizados.

Com a implantação do Circuito Cultural todas as suas funções atuais serão preservadas e sua importância será ampliada, pela presença de centros culturais permanentes, diversificados, de alta qualidade, e abertos a toda a população.

O Circuito Cultural irá preservar e dar nova vida ao imponente conjunto arquitetônico e histórico, se constituirá em um forte pólo de atração turística, de geração de emprego e renda, alem, é claro, de oferecer novos e amplos horizontes para a criação e a fruição da cultura e das artes, reforçando ainda mais seu papel como lugar de lazer, encontro e entretenimento na vida da cidade e do estado.

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PALÁCIO DA LIBERDADE


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Por sua história e suas tradições, por sua construção, sua decoração e seu mobiliário, o Palácio da Liberdade é um marco referencial vivo da história republicana de Minas e do Brasil. Como parte integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, ele será aberto à visitação, enquanto continua a exercer integralmente suas funções de sede e símbolo do Governo de Minas Gerais.

Esse foi o primeiro monumento do Circuito a passar pelo projeto de revitalização. O IEPHA-MG, com o patrocínio do Instituto Oi Futuro, realizou uma completa restauração do prédio e de seus anexos – uma intervenção global, incluindo a cobertura, os pisos, as fachadas, além das instalações elétrica, lógica, de telefonia e hidro-sanitária. Foram dois anos e meio de um minucioso processo de recuperação do edifício, de seus bens móveis e integrados e jardins – que culminou com o resgate de um verdadeiro tesouro da história de Minas Gerais.

A restauração revelou verdadeiras obras de arte escondidas pelo tempo, além de estruturas originais da construção do edifício do século XIX. Pinturas de Frederico Steckel foram restauradas, devolvendo a beleza original à cúpula da escadaria principal. A escadaria de ferro e mármore de Carrara, fabricada na Bélgica, em estilo art nouveau, passou por delicado trabalho de recuperação, bem como as paredes – a partir do detalhado trabalho de remoção das várias camadas de tinta que encobriam desenhos artísticos originais.

O Palácio oferece, ainda, um circuito museográfico, a base do “Programa Educativo Restaurando a Liberdade”, com exposição, sala multimídia, Espaço Liberdade e Varanda Educativa.

História

Com mais de cem anos de história, o Palácio da Liberdade domina o conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade. Projetado pelo arquiteto José de Magalhães, reflete, nitidamente, a influência francesa na arquitetura mineira. A obra, em estilo eclético com grande influência neoclássica, foi inaugurada em 1897, pela Comissão Construtora da Nova Capital, tendo à frente os arquitetos Aarão Reis e Francisco Bicalho.

O requinte do projeto exigiu que grande parte dos materiais utilizados em sua construção fosse importada da Europa. Foi o caso das armações de ferro das escadarias e estruturas metálicas da cobertura, procedentes da Bélgica, das telhas de Marselha, do pinho de riga da Letônia, entre outros. Para a pintura e a decoração do edifício, veio do Rio de Janeiro o artista Frederico Antônio Steckel, trazendo com ele uma equipe de decoradores nacionais e estrangeiros, que realizou o trabalho nos tetos, paredes e cimalhas, além de ornamentos com grande aplicação de enfeites em papier mâché pintados.

Em 1920, o Palácio da Liberdade passou por reforma substancial – inclusive nos jardins, projetados, em 1899, por Paul Villon – para receber o Rei da Bélgica, durante visita a Belo Horizonte. Em 1925, foi concluída uma nova ornamentação no salão de honra, executada pelo artista Antônio Parreiras.

O tombamento do Palácio foi efetuado pelo IEPHA – MG, através do Decreto no. 16.956, de 27 de janeiro de 1975, considerando seu grande valor histórico, artístico e arquitetônico. Desde essa época, a edificação já passou por vários trabalhos de consolidação estrutural, de conservação e de restauração de elementos artísticos e arquitetônicos. Em 1980, o governo Francelino Pereira promoveu uma intervenção fundamental para sua preservação estrutural – com a introdução de 700 estacas-raízes de cerca de 20 metros de profundidade, para estabilizar fundações e solo.

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SECRETARIA DA DEFESA SOCIAL


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Áreas para exposições permanentes e temporárias; espaços para cinema e audiovisual, música, dança, teatro, desfiles, lançamentos e vários outros tipos de eventos culturais; auditórios e espaços multiuso para debates, conferências, oficinas, palestras e atividades interativas e educacionais; espaços de convivência, lazer e alimentação, além de loja para comercialização de produtos culturais: você tem um encontro marcado com tudo isso no Centro Cultural Banco do Brasil.

Referência incontestável de qualidade e abrangência cultural em todo o País e no exterior, o CCBB chega a Belo Horizonte em grande estilo – com uma programação voltada para públicos de todas as idades e interesses e o compromisso de formar, informar e transformar platéias novas e tradicionais, aliando cultura e entretenimento. Priorizando a diversidade temática, a multiplicidade de linguagens e, principalmente, a qualidade em sua programação, o CCBB também oferece, além de grandes produções de sua própria iniciativa, um sistema competitivo de seleção de projetos das comunidades, que abrange as áreas de artes cênicas, artes plásticas, cinema e vídeo, música, programas educativos e idéias.

História

Projetado pelo arquiteto Luiz Signorelli, este prédio teve sua construção iniciada em 1926, numa época de grande prosperidade e poderio do Estado de Minas Gerais – o que fica claramente evidenciado por suas proporções monumentais.

Foi inaugurado em 6 de setembro de 1930 e se destinava a sediar a Secretaria de Segurança e Assistência Pública. Esse órgão, entretanto, foi extinto e reanexado à Secretaria do Interior, por lei que data da inauguração do prédio, a mesma que instituiu a Secretaria de Educação e Saúde Pública. Assim, o novo edifício passou a sediar a Secretaria do Interior, que deixou seu antigo prédio, no outro lado da Praça, para a nova Secretaria de Educação e Saúde.

Logo após sua inauguração, foi palco de importantes acontecimentos relacionados com a Revolução de 1930. Foi ali que se instalou o “Comando Geral das Forças Revolucionárias”, que coordenava as ações militares e policiais, alistava voluntários, formava “batalhões patrióticos”, recebia presos, recolhia e distribuía armas e suprimentos.

Em 1956, foi restabelecida a Secretaria de Segurança Pública, que passou a dividir o prédio com a do Interior – cuja denominação foi mudada para Secretaria do Interior e Justiça, em 1963.

Em 2 de junho de 1977, o prédio foi tombado pelo IEPHA – MG, por meio do Decreto n. 18.531.
Até as obras do Circuito Cultural Praça da Liberdade, abrigava a Procuradoria Geral do Estado e a Secretaria da Defesa Social, que resultou da fusão das Secretarias de Justiça e Direitos Humanos e de Segurança Pública.

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RAINHA DA SUCATA


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O turismo é um dos principais vetores de desenvolvimento em Minas Gerais. E não é para menos. Além da Estrada Real e de vários circuitos turísticos que confirmam a expressão consagrada de Guimarães Rosa de que “Minas são muitas”, o Estado conta com uma capital jovem e dinâmica, preparada, desde o seu nascimento, para receber bem.

No Circuito Cultural Praça da Liberdade, o prédio Rainha da Sucata abrigará o Centro de Informação e Apoio Turístico (CIAT), que se destina a oferecer diversos serviços de informação ao turista e a desenvolver atividades de apoio turístico e de promoção do setor em Belo Horizonte e em Minas Gerais.

O edifício abriga, hoje, a Gerência Executiva do Circuito Cultural Praça da Liberdade e o Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães.

História

Este prédio foi construído no final dos anos 80, a partir do projeto, em estilo pós-moderno, dos arquitetos Éolo Maia e Sílvio Podestá, no pequeno terreno triangular na esquina com a Av. Bias Fortes. Desde sua inauguração, em 1990, o estilo ousado da arquitetura suscitou forte polêmica, apesar de respeitar a escala e de dialogar criticamente com as outras edificações do conjunto da Praça da Liberdade.

O projeto incorporou diversos materiais típicos de Minas Gerais, como quartzito, ardósia e pedra sabão, além de chapas de aço corten não pintadas, o que lhe valeu o apelido carinhoso, imediato e definitivo de “Rainha da Sucata”, numa referência a uma novela televisiva de grande popularidade na época.

Sua primeira destinação foi o Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves, recebendo posteriormente a Turminas. Na seqüência, abrigou o Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães, até o advento do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

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REITORIA DA UEMG


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Um prédio totalmente voltado para o conhecimento e capaz de aproximar o saber do cotidiano das pessoas: este é o Espaço TIM/ UFMG do Conhecimento, onde cultura, ciência, diversão e aprendizagem se encontram em experiências curiosas, estimulantes e interativas.

Programado para receber mais de 300 mil visitantes por ano, ele foi idealizado para se tornar um importante instrumento na promoção, divulgação e popularização do conhecimento científico e tecnológico, colocando à disposição da população, principalmente de estudantes, um observatório astronômico e o primeiro planetário do Estado, com recursos tecnológicos de última geração, que o colocam como um dos mais modernos do Brasil.

História

Construído em 1961, a partir de um projeto do arquiteto Galileu Reis, o prédio utiliza uma área ajardinada ao lado da Secretaria da Educação.

Originalmente destinado a ser um anexo dessa Secretaria, em 1993 passou a abrigar a Reitoria da UEMG – Universidade Estadual de Minas Gerais, até as obras de revitalização do Circuito Cultural Praça da Liberdade.
É um dos primeiros prédios construídos em Belo Horizonte com andares limpos ou corridos, permitindo flexibilidade para divisões posteriores.

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Obras:
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SECRETARIA DA EDUCAÇÃO


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(em elaboração)


SECRETARIA DA FAZENDA


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O antigo prédio da Secretaria da Fazenda será a sede da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e abrigará também um Centro de Música Sinfônica e o Espaço Cultural Vale do Rio Doce.
A sala principal de concertos conta com uma platéia de cerca de 600 lugares e tem flexibilidade para outros tipos de apresentações artísticas e culturais – como projeções de filmes, conferências, cortinas líricas e toda a ampla gama de combinações da música sinfônica com outros tipos de música. Há, ainda, uma sala para concertos de câmara, com cerca de 100 lugares, além de espaços destinados à documentação e difusão cultural (biblioteca, videoteca, arquivo vinil, sala de consultas e estudos).
O Espaço Cultural Vale do Rio Doce terá um caráter multifuncional, apresentando exposições de arte contemporânea e desenvolvendo atividades educacionais e culturais.
Para a adaptação do prédio ao seu novo uso foi realizado um concurso nacional de projetos, promovido pelo Governo do Estado, através do IEPHA e organizado pelo IAB – MG. O concurso recebeu inscrições de 103 equipes, de 11 estados e foram entregues 54 propostas, originadas em 9 estados. Seu resultado foi anunciado no dia 7 de junho de 2005, com uma exposição de todas as propostas concorrentes.

História

O prédio da Secretaria de Estado da Fazenda, então denominado Secretaria das Finanças, foi projetado pelo arquiteto da Comissão Construtora da Nova Capital, José de Magalhães. Seu projeto original, no estilo eclético adotado para todos os prédios projetados pela Comissão Construtora, era idêntico ao da então Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, mas o arquiteto recebeu ordens do governo para diferenciá-lo, o que fez introduzindo algumas modificações em suas fachadas.
A construção foi iniciada em 25 de novembro de 1895 e o prédio ainda estava inacabado quando a Nova Capital foi inaugurada, em 12 de dezembro de 1897. Assim como nas demais secretarias e no Palácio, foram empregados na obra muitos materiais importados, sobretudo telhas, vigas de ferro e a escada de ferro forjado no sistema “jolly”.
Ao longo de sua história, o prédio, cuja superfície original era de 730 m2, recebeu diversas modificações e acréscimos, até atingir sua área construída atual de 3.834 m2. O tombamento foi feito pelo IEPHA – MG, por meio do Decreto n. 18.531, de 2 de junho de 1977.

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BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL LUIZ DE BESSA


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300 mil livros e 1.200 títulos de periódicos, entre obras da literatura brasileira e estrangeira, coleções especiais, obras raras e preciosas, patrimoniais. Um acervo bibliográfico vasto e surpreendente, e ainda: teatro com 220 lugares e Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães.
Mais do que um espaço dedicado ao conhecimento, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa é um espaço de interação entre a leitura e outras formas de arte e expressão.

História

A Biblioteca Pública Estadual foi criada por Juscelino Kubitschek de Oliveira, em 1954, mas só teria sua sede própria, em 1961.
A edificação é um projeto do mestre Oscar Niemeyer. Originalmente desenhado com seis andares, teve três deles cortados por questões financeiras. E assim, inconcluso, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico, em 1979.
Em setembro de 2000, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa expandiu suas atividades, com a abertura ao público de um anexo na Rua da Bahia: o Edifício Professor Francisco Iglesias. O projeto arquitetônico recebeu o Prêmio de Gentileza Urbana, em 2001, e integra o conjunto da Praça da Liberdade.

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ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO

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Criado em Ouro Preto em 1895, o Arquivo Público Mineiro é a instituição cultural mais antiga de Minas Gerais. São milhares de documentos de origem pública e privada que remontam aos períodos colonial, imperial e parte do republicano. O acervo abrange desde o século XVIII até o século XX.Além de manuscritos e impressos, reúne mapas, plantas, fotografias, gravuras, filmes, livros, folhetos e periódicos.

História

A casa que hoje abriga o Arquivo Público Mineiro data de 1897 e integra importante conjunto arquitetônico de Belo Horizonte. Construída para servir de residência ao secretário das finanças, a partir de 1910 foi destinada às repartições da Prefeitura Municipal, abandonando sua função residencial de origem. Em 1938, a Prefeitura deixou a casa, que passou a ser ocupada pelo Arquivo Público Mineiro. Hoje, o Circuito Cultural está investindo na recuperação e melhorias do espaço e das condições do ambiente.

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MUSEU MINEIRO

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Quadros e esculturas, peças de arte sacra e de mobiliário, utensílios domésticos e objetos de uso pessoal, instrumentos de trabalho e de castigo, insígnias e armarias, dentre outros: o acervo do Museu Mineiro é constituído por um número expressivo de objetos que documentam, de forma material e simbólica, momentos distintos da formação da cultura mineira.
Atualmente, o espaço reúne 36 coleções vindas de diversas outras instituições e de particulares. Destacam-se: Coleção Arquivo Público Mineiro, Coleção Geraldo Parreiras, Coleção Pinacoteca do Estado de Minas Gerais, Coleção IEPHA-MG, Coleção Jeanne Milde, Coleção Hidelgardo Meirelles, Coleção Rede Manchete e Coleção Servas.

História

A construção do final do século XIX revela a arquitetura que marcou oficialmente a fase inicial da cidade: características ecléticas recuperam as linhas básicas da arquitetura greco-romana e renascentista e apresentam ornamentos de nítida aparência afrancesada.
Inicialmente, o prédio foi a luxuosa residência do Secretário de Estado da Agricultura. No começo do século XX, recebeu o Senado Mineiro. Em 1978/1979, foi restaurado, adaptado e tombado pelo IEPHA-MG através do Decreto nº. 16.595, de 5 de dezembro de 1978 – passando, desde então, a abrigar o Museu Mineiro.
Hoje, graças à parceria estabelecida com a CEMIG, estão sendo realizadas obras para recuperação e melhorias do espaço e das condições dos ambientes.

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Fonte: site oficial do CIRCUITO CULTURAL PRAÇA DA LIBERDADE:
http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/galeria/index.php
(todas imagens retiradas do site oficial, exceto as marcadas com ® tiradas pelo forista 'Astronauta')

Inconfidente
February 24th, 2008, 12:39 AM
^^ Excelente, a galera tá insana!

:dance:

Inconfidente
February 24th, 2008, 12:47 AM
Alguém confirma pra mim se o "Sousa" da Serraria Sousa Pinto é com "s" mesmo?

Astronauta
February 24th, 2008, 12:53 AM
Segundo o Google é com z: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=serrraria+sousa+pinto&meta=

Repare que as três fotos da Praça da Liberdade estão menores na altura, porque não é possível melhorar as medidas. Se quiser tenho as seis imagens que compõem cada foto, para tentar juntar de novo no Autostitch.

Inconfidente
February 24th, 2008, 01:07 AM
^^ Não é necessário. Está ótimo assim Astronauta, valeu!
Vou deixar algumas fora do primeiro post até para não ficar muito pesada a primeira página.
Vai postando que eu vou selecionando algumas! :)

Reparem que tem um tiozinho fazendo pakour na Secretaria de Educação:

Secretaria de Eduação:
http://img295.imageshack.us/img295/8369/panoseceducacaohg1.jpg

Quanto preparo nessa idade! :shocked: :lol:

Astronauta
February 24th, 2008, 02:01 AM
^^ Eu vi e não entendi, achei que fosse defeito na junção das imagens, mas está assim na original... :lol:

Astronauta
February 24th, 2008, 03:38 AM
editado

zeh
February 24th, 2008, 04:42 AM
lindas imagens de BH!

Inconfidente
February 24th, 2008, 08:25 AM
Esse Circuito Cultural vai ficar perfeito!

Rcrd
February 24th, 2008, 08:26 AM
UEMG - ESCOLA GUIGNARD (escola de artes)

http://img444.imageshack.us/img444/1285/arq609ga7.jpg

http://img511.imageshack.us/img511/6084/1955134861e86c818fcbek8.jpg

http://img207.imageshack.us/img207/1872/14906206878288a167aoqd8.jpg

http://img207.imageshack.us/img207/1608/14906206569e7def0f5obp9.jpg

http://img104.imageshack.us/img104/8474/arq610jv6.jpg

FredBH
February 24th, 2008, 08:54 AM
Mto bom Astronauta! vc tem o link de onde vc tirou esse material do Circuito Praça da liberdade?

ESMAwar
February 24th, 2008, 04:25 PM
Aí agora o BH cultural
tah ficando mais proximo da realidade...
vlw por todos que colaboram!!!

Astronauta
February 24th, 2008, 06:08 PM
Mto bom Astronauta! vc tem o link de onde vc tirou esse material do Circuito Praça da liberdade?
É o site oficial, claro que o Governo ia ter um site bem elaborado para um megaprojeto como esse. Tem muitas apresentações em flash, depois podemos postar o printscreen delas também (como o mapa).

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/galeria/index.php

Inconfidente
February 24th, 2008, 06:15 PM
Pessoal vamos dar um booster no nosso tópico cultural. Acessem este link para ter mais informações sobre lugares para tirar fotos:

Belo Horizonte: História e Arte - principais museus, centros de memória e arquivos públicos (http://portal1.pbh.gov.br/pbh/pgEDOCUMENT_VisualizaConteudo_Header.html?query=pp_conteudo.id=3716)

FredBH
February 24th, 2008, 08:18 PM
É o site oficial, claro que o Governo ia ter um site bem elaborado para um megaprojeto como esse. Tem muitas apresentações em flash, depois podemos postar o printscreen delas também (como o mapa).

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/galeria/index.php

eu não conhecia! jah tinha procurado mas não achava nada!
valeu!

Astronauta
February 24th, 2008, 08:24 PM
^^ OK! Só espero que esse site não fique abandonado como o site oficial da Linha Verde. Aposto que o Aécio Team está elaborando um site para o novo Centro Administrativo.

---

^^
^^ Se nos reunirmos no Inimá de Paula, tem vários espaços culturais na região: Teatro da Cidade, Conservatório, Museu Mineiro e Arquivo Público.

A reforma do Museu Inimá de Paula:
http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/PA160052.jpg

---

Me lembrei de outro espaço que precisa aparecer, que também está em obras (o Guto deve ter fotos, esteve na Paça Sete):

V&M Cine Brasil

http://www.vmcinebrasil.com.br/cine/imagens/revitalizacao-cinebrasil.jpg

http://www.vmcinebrasil.com.br/cine/imagens/decada30-cinebrasil2.jpg

Vinicius
February 24th, 2008, 09:24 PM
^^

Esse cinema é bem interessante. Você tem fotos do interior?

Astronauta
February 24th, 2008, 09:34 PM
Não, a Valourec & Mannesmann assumiu o imóvel e está reformando para transformá-lo em um grande espaço cultural. As obras já estão na parte externa e não foi divulgado o andamento no interior.
No site oficial tem um vídeo - muito deprimente por sinal - sobre como estava o edifício, abandonado por mais de uma década:

http://www.vmcinebrasil.com.br/midia/index.php

No mesmo site há várias fotos antigas do auge do cinema de rua.

http://www.vmcinebrasil.com.br/cine/imagens/revitalizacao-escadaria.jpg

Inconfidente
February 24th, 2008, 10:08 PM
Eu assisti Street Fighter nesse cinema. Ele não foi desativado há muito tempo não. Na primeira metade da década de 90 ele ainda funcionava.

Vinicius
February 24th, 2008, 10:10 PM
Obrigado Astronauta.

Inconfidente
February 24th, 2008, 10:14 PM
Tirei fotos do Museu Histórico Abílio Barreto e da Casa FIAT de Cultura. Vou colocar lá no primeiro post!

^^ Pronto! Lá estão! :)

JPBrazil
February 25th, 2008, 01:02 AM
Eu assisti Street Fighter nesse cinema. Ele não foi desativado há muito tempo não. Na primeira metade da década de 90 ele ainda funcionava.

Caramba! acabei de me lembrar que foi ai que assisti "O Rei Leão" aos 5 anos! Foi a primeira vez que eu tinha ido ao cinema :)

Vai ser legal voltar lá quando estiver pronto

Bruno BHZ
February 25th, 2008, 01:26 AM
Museu das Telecomunicações
Teatro Klauss Vianna (352 lug.)
Galeria

Av. Afonso Pena, 4001, Serra

Resumo: No térreo da sede da Oi (ex-Telemig) em BH, o museu das telecomunicações possui acervo relacionado à telefonia e outras formas de comunicação, além de espaços multimídia. Uma pequena área possui livros, revistas e internet à disposição do público, além de um auditório. Ainda parte desse "complexo cultural" da OI está o teatro Klauss Vianna, um dos mais ativos da cidade, com 352 lugares, além de uma galeria que realiza mostras temporárias.


http://img170.imageshack.us/img170/9259/dsc00570xl0.jpg

Entrada.
http://img165.imageshack.us/img165/8049/dsc00567lj9.jpg


http://img165.imageshack.us/img165/4605/dsc00568by6.jpg


O globo.
http://img166.imageshack.us/img166/6620/dsc00545cm6.jpg

http://img170.imageshack.us/img170/700/dsc00565co6.jpg

A caixa de paredes espelhadas, refletindo a tela de plasma.
http://img166.imageshack.us/img166/9259/dsc00553gg6.jpg

http://img165.imageshack.us/img165/3659/dsc00554ou5.jpg

Cartões telefônicos
http://img165.imageshack.us/img165/5396/dsc00560yq6.jpg

Celulares
http://img165.imageshack.us/img165/1723/dsc00562gz4.jpg

Telefones
http://img165.imageshack.us/img165/8704/dsc00564sh6.jpg

+ fotos: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=441134

Astronauta
February 25th, 2008, 01:33 AM
^^ Muito legal, gosto do nome 'Oi Futuro', igual ao do Rio.
Eu assisti Street Fighter nesse cinema. Ele não foi desativado há muito tempo não. Na primeira metade da década de 90 ele ainda funcionava.
Pois é, pouco mais de uma década. Veja no vídeo que deixaram para trás um cartaz de um filme de Jack Chan e a entrada custava 3 reais.

LUKS-BH
February 25th, 2008, 02:20 AM
Esse thread esta ficando fantastico! BH realmente tem muitos espacos culturais e mais estao por vir! Muito bom pra gente que tem mais opcao pra sair e ver coisas das mais diversas formas. So espero que a programacao desses locais seja bem diversidficada e que a cada dia possamos ver mais e mais novidades, nao ficando tao somente no trivial.

dfbm
February 26th, 2008, 03:07 AM
^^ dfbm, você teria elas no formato 800 x 600? :?

Não, e as fotos são do Bruno (lá no primeiro post você colocou como minhas). Não sei se ele tem ainda, só copiei os links de um tópico dele.

E se não tiver, melhor elas do que nada.

Inconfidente
February 26th, 2008, 03:22 AM
^^ Valeu pelo toque, vou retificar e peço desculpas ao Bruno pelo engano. :okay:

Mas você bem que poderia ter me avisado para eu não passar vergonha né! :sly:

Inconfidente
February 26th, 2008, 03:26 AM
A propósito. Passei hoje pelo Inimá de Paula (fica praticamente ao lado da minha facu :D), vai inaugurar em abril em data não estabelecida ainda.

Outra boa notícia:

A Casa de Cultura de Belo Horizonte (no mesmo quarteirão do Museu Inimá de Paula) está passando por processo de revitalização da fachada. Hoje vi tapumes e andaimes no local. :okay:

dfbm
February 26th, 2008, 11:04 PM
^^ Valeu pelo toque, vou retificar e peço desculpas ao Bruno pelo engano. :okay:

Mas você bem que poderia ter me avisado para eu não passar vergonha né! :sly:

Mas eu avisei! :sly::sly::sly::sly: :D

[...]

Fotos e comentários do Bruno BHZ

[...]




E da escola Guignard eu tenho fotos melhores (minhas) :D

Projeto do Gustavo Penna, do começo da década de 90
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01206a.jpg

Escada de acesso ao segundo andar, toda aberta
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01204a.jpg

Apesar de não estar tão detonado, estão reformando/restaurando o prédio
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01205a.jpg

Entrada
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01207a.jpg

Também cheia de vidro, para não interferir muito na vista :D
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01208a.jpg

Andando para a direita, dando a volta no prédio.
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01210a.jpg

Isso marrom são aquelas vigas de ferro enormes usadas naqueles prédios com estruturas metálicas
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01211a.jpg

Continuando a andar para a direita, vendo os ‘fundos’ agora. As janelas dão de frente para a cidade
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01213a.jpg

A escola ocupa o quarteirão inteiro, e na parte mais baixa tem esse anexo, com um auditório e umas outras coisas
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01215a.jpg

Quase terminando a volta. Nesta dá para ver melhor a disposição da escola e do anexo, com o gramado no meio
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01221a.jpg

Sentado em uma das mesas da lanchonete, na escadaria da foto anterior
http://i123.photobucket.com/albums/o309/dfbm/DSC01222a.jpg

Rcrd
February 26th, 2008, 11:26 PM
^^Eu postei o croqui original... :horse:


Mas falando serio. Suas fotos ficaram otimas.

ESMAwar
February 26th, 2008, 11:57 PM
Nossa não sabia
que a Fiat tinha um
centro cultural...
legal!
BH ainda tem muito
a ser explorado...
Otimó trabalho!

Inconfidente
February 27th, 2008, 01:37 AM
Estátuas de Otto Lara Resende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino

http://img120.imageshack.us/img120/5429/cavaleirosnet2red11cdecus4.jpg
by Astronauta (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=130305)


Estátua de Henriqueta Lisboa

http://img169.imageshack.us/img169/5113/p9060044jb2.jpg
http://img247.imageshack.us/img247/557/p9060043bd0.jpg
by Astronauta (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=130305)


Estátua de Roberto Drummond

http://img297.imageshack.us/img297/6545/p9060042155ed3he7.jpg
by Astronauta (http://www.skyscrapercity.com/member.php?u=130305)

Inconfidente
February 27th, 2008, 02:00 AM
^^ Movi para cá as imagens das estátuas. O link para esta página está devidamente inserido no primeiro post. A primeira página já estava pesada com as novas imagens da Escola Guignard.

Lembrando ao Astronauta que falta uma dupla de escritores que ele fotografou na Rua da Bahia mas não me enviou. :okay:

Astronauta
February 27th, 2008, 02:03 PM
^^ Eu não fotografei (na verdade sim, mas estava anoitecendo, ficou escura e apaguei). Vocês que fotografaram no dia do encontro mágico com MT. :D

Coloca também esse link do Circuito Liberdade:

Circuito Cultural Praça da LiberdadePost #32 (http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=18624211&postcount=32)


--------------

Como ainda está faltando muuuuuuuitos espaços culturais, aqui vai um quote com alguns, só a título de amostra. Quando alguém postar fotos em tamanho padrão, eu retiro este:

Laces JK, Automóvel Clube, Tribunal de Justiça, Centro Cultural de Belo Horizonte, Centro Cultural da UFMG (antiga sede da Escola de Engenharia) - fotos da nossa ídola Maria Theresa:

o Ricardo NJ fez a gentileza de reduzir as fotos para mim entao vou coloca-las aqui!!
Valeu mesmo ricardo!
( agora vc tem que comentar né heehe)

São todas do centro !
Comentem viu, pq deu muito trabalho ir lá no centrão, lugar que nunca vou, só para tirar essas fotos para vcs! forista participativa ! :)

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/1.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/2.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/3.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/4.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/5.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/6.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/7.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/8.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/9.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/10.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/11.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/12.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/13.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/14.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/27.jpg

http://i21.photobucket.com/albums/b291/Ricardo_NJ/28.jpg

ESMAwar
February 28th, 2008, 01:12 AM
Legals!

Astronauta
February 29th, 2008, 06:54 PM
Mais um no Centro da cidade - Conservatório UFMG:

http://i2.photobucket.com/albums/y37/gutooo/BH/parte%2011/IMG_0687.jpg

http://i2.photobucket.com/albums/y37/gutooo/BH/parte%2011/IMG_0688.jpg

(fotos do Gutooo)

Rcrd
February 29th, 2008, 08:02 PM
Serraria Souza Pinto

http://i116.photobucket.com/albums/o34/almeidaris/1850184188_4aaff2e694_b.jpg


(Festival Internacional de Quadrinhos)

http://i116.photobucket.com/albums/o34/almeidaris/1644053361f86515f3cabvh9.jpg

http://i116.photobucket.com/albums/o34/almeidaris/1644014717_c27693d500_b.jpg

http://i116.photobucket.com/albums/o34/almeidaris/1644883872_07c5a6bbee_b.jpg

http://farm3.static.flickr.com/2400/1661776938_7ee92efe66_b.jpg

ESMAwar
February 29th, 2008, 10:27 PM
Muito legal essas fotos
da Serrania Souza Pinto!

Eu gosto de lá, porque
é como se fosse um museu
popular.

E essa exposição de quadrinho
foi muito massa!

Inconfidente
March 5th, 2008, 12:08 AM
^^ Gosto muito de lá também. A localização é muito boa.

Astronauta
March 11th, 2008, 07:20 PM
Acabou? Fica parecendo que BH só tem isso de cultura!

ESMAwar
March 12th, 2008, 03:19 AM
Acabou? Fica parecendo que BH só tem isso de cultura!

O pessoal tá desanimado mesmo!^^

Rcrd
March 12th, 2008, 09:10 AM
Detalhes Externos em Construcoes da cidade

Edificio Acaiaca
http://img168.imageshack.us/img168/1559/1404199991d471417930bxb7.jpg

http://img411.imageshack.us/img411/7283/139369827779a82f2ce4ole6.jpg

Prefeitura
http://img212.imageshack.us/img212/633/15304782775cb2b612e4boh9.jpg

http://img403.imageshack.us/img403/6170/1531338322df6df06484bza6.jpg

Museu de Arte e Oficios - MAO
http://img401.imageshack.us/img401/8523/1530824430eba86e6e36bza8.jpg

http://img215.imageshack.us/img215/5403/1529199867deef522231btk3.jpg


Prédio Campus da UFMG
http://img521.imageshack.us/img521/2880/10753611375dd2d02682byu2.jpg

http://img145.imageshack.us/img145/1719/14065493747effb60b2brj4.jpg

Basilica de Lourdes
http://img180.imageshack.us/img180/6349/83021892120c8da36c3bbu4.jpg

http://img405.imageshack.us/img405/8200/2190128948d117ae69d6bwd3.jpg

http://img170.imageshack.us/img170/5439/2850925264aec9bc51obx0.jpg

http://img529.imageshack.us/img529/4577/13907214776055ad5d7ofl1.jpg


(Flick)

ESMAwar
March 15th, 2008, 07:35 PM
Vem coisa boa por ai???^^^^^^

zeh
March 17th, 2008, 10:01 PM
lindo os edifícios que a Têtê postou... merci cherrie ;)

Inconfidente
March 20th, 2008, 11:53 PM
Acabou? Fica parecendo que BH só tem isso de cultura!

O pessoal tá desanimado mesmo!^^

Eu estou fazendo faculdade, informática, estágio e academia tudo ao mesmo tempo. Talvez nesse feriado eu tire algumas fotos, não posso prometer nada por enquanto, desculpa. :(

ESMAwar
March 23rd, 2008, 03:15 AM
Eu estou fazendo faculdade, informática, estágio e academia tudo ao mesmo tempo. Talvez nesse feriado eu tire algumas fotos, não posso prometer nada por enquanto, desculpa. :(

estamos aguardando!:)

Astronauta
March 23rd, 2008, 05:30 PM
Eu não vou contar que estou de folga nesta semana.... :D Talvez eu passo em algum lugar, quem sabe o Museu de Ciências Naturais da UFMG. Eu também vou tentar a FACE na campus (para outro tema), o prédio ficou muito louco!

Inconfidente
March 23rd, 2008, 05:44 PM
estamos aguardando!:)

Eu não vou contar que estou de folga nesta semana.... :D Talvez eu passo em algum lugar, quem sabe o Museu de Ciências Naturais da UFMG. Eu também vou tentar a FACE na campus (para outro tema), o prédio ficou muito louco!

Não deu, passei meu feriado em Brumadinho. Até tirei fotos do Inhotim, mas minha máquina deu pau e acabei perdendo as fotos. :(

ESMAwar
March 24th, 2008, 12:43 AM
Da próxima vez num compra maquina
no Oi....
:):)

Zuera!!!



.

ESMAwar
March 24th, 2008, 12:47 AM
Agora que eu vi
as fotos prometida pelo
RCRD..
Muito show
*Acaica é um ícone...
*Prefeitura também me agrada.Alguem sabe me dizer se é a mesma sede desde
a de que a cidade se formou???
*UFMG-Chama a atenção de qualquer um que passa!
*Mão também é D+!

Astronauta
March 24th, 2008, 12:53 AM
O espírito do 'loosho' e do bom bom gosto está castigando os foristas por causa de umas fotos impublicáveis postadas aqui....
Devemos postar urgentemente fotos de mármores e granitos para que tais fenômenos não mais aconteçam!
Logo agora que eu queria tirar uma fotos lado B de BH..., nem vou mais, vai que um trombadinha (já raros) leva a câmera...


Não deu, passei meu feriado em Brumadinho. Até tirei fotos do Inhotim, mas minha máquina deu pau e acabei perdendo as fotos. :(
Eu ia abastecer aquele thread meu da zona Leste com mais fotos, além de fotos de outras regionais que abasteceriam outros threads... mas meu cartão de memória tá pifado... alguém sabe como consertar? não quero perder essas fotos :(:(:(:(:(:(:(:(

(ah, e dentre essas tem uma visão LINDA do Mangabeiras vista da rua mais alta do Aglomerado da Serra, que tem uma visão sensacional da cidade)

ESMAwar
March 26th, 2008, 12:12 AM
O espírito do 'loosho' e do bom bom gosto está castigando os foristas por causa de umas fotos impublicáveis postadas aqui....
Devemos postar urgentemente fotos de mármores e granitos para que tais fenômenos não mais aconteçam!
Logo agora que eu queria tirar uma fotos lado B de BH..., nem vou mais, vai que um trombadinha (já raros) leva a câmera...

é verdade...
A violência tá um caus mesmo,mas
na região central onde tem o olho vivo
agora tá até seguro, em comparação do que era
antes!

Inconfidente
March 29th, 2008, 04:47 AM
^^ Acho que a violência não está grande assim não, mas a mendicância está alarmante!

Inconfidente
April 4th, 2008, 03:05 AM
Tô querendo marcar um encontro pra gente fazer um roteiro cultural em BH e encher esse thread de uma vez.

Quê que vocês acham?

ambrosio
April 4th, 2008, 03:25 AM
Acho a idéia bacana. Eu animo.

Astronauta
April 4th, 2008, 11:25 PM
OK! Vamos programar uma reunião, preferencialmente no FDS!

Inconfidente
April 5th, 2008, 12:12 AM
^^ Só se for no FDS mesmo. Porque tô quase morrendo de exaustão durante a semana. :lol:

Vítor Dias
April 5th, 2008, 08:36 AM
eu topo, apesar de não ter máquina :(

Inconfidente
April 5th, 2008, 04:00 PM
^^ Não tem problema. Alguém acaba levando. :okay:

Inconfidente
April 6th, 2008, 05:59 PM
http://img237.imageshack.us/img237/4149/imagemjs9.jpg

Fonte: Jornal do Belvedere (http://www.jornaldobelvedere.com.br/images/pag24abr08.pdf)

Inconfidente
April 27th, 2008, 05:13 AM
Erick Araújo
Portal Uai

http://img224.imageshack.us/img224/407/twistredc711f9cu3.jpg

Na próxima quinta-feira (24), o Parque Municipal, em pleno centro de Belo Horizonte, se transforma em palco para as mais de 50 atrações do Projeto Conexão Vivo, iniciativa da operadora de telefonia celular que substitui o saudoso Conexão Telemig Celular.

Conhecido por revelar novos artistas e estimular o intercâmbio de informações entre os novos e os talentos já reconhecidos, o projeto inclui na programação 40 artistas mineiros, alguns consagrados como Fernanda Takai , Renato Teixeira, Anthonio, Gilvan de Oliveira, e nomes populares da nova geração como Falcatrua, Zé da Guiomar e Porcas Borboletas.

As bandas foram escolhidas dentre as seletivas realizadas pelo Conexão em 2007, nas cidades de São João Del Rey, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia. As revelações serão apresentadas também em um CD virtual e em um DVD.

O festival ainda conta com atrações internacionais, como a banda Los Alamos e a cantora chilena Tita Parra, e figurinhas carimbadas da música nacional como Edgard Scandurra, Guinga, BNegão e os Seletores de Freqüência, Móveis Coloniais de Acaju , Toninho Ferraguti, Rebeca Matta e Nação Zumbi.

Dobradinhas

Os dois palcos montados para o Conexão também vão servir de espaço para encontros. O mais curioso dessa edição deve ser a junção da banda mineira The Dead Lover´s Twisted Heart (foto) e o ícone do brega Odair José. A programação ainda reserva colaborações entre Juarez Maciel e o Grupo Muda com o guitar-hero Edgar Scandurra; Berimbrown com Gerson King Combo, e o Falcatrua com os acreanos dos Los Porongas.

Os clientes Vivo podem pegar três pares de ingressos gratuitos nas lojas da operadora na Savassi e no Centro de Belo Horizonte, apresentando um documento de identidade e o número do celular. Para quem não é cliente, os ingressos são vendidos pelo preço de R$ 10,00 e as rádios 98, Inconfidência e Alvorada estão realizando promoções.

Conheça a programação
Shows: de 18h às 1h

24/04 - QUINTA
Mariana Nunes, Bilora, Viola Urbana, Kiko Klaus + Aline Calixto, Leopoldina, Los Alamos (Argentina)

25/04 - SEXTA
Gabriel Guedes, Carlinhos Ferreira, Juarez Moreira Trio convida Toninho Ferraguti (SP), Gilvan de Oliveira convida Renato Teixeira (SP)

26/04 - SÁBADO
Gustavo Figueiredo, The Dead Lover's Twisted Heart convida Odair José (SP), Tattá Spalla, Udora , Móveis Coloniais de Acaju (DF)

27/04 - DOMINGO
DJ Roger Dee, Quebra Pedra, Deco Lima e o Combinado, Juarez Maciel e Grupo Muda convidam Edgard Scandurra (SP), Nação Zumbi (PE)

30/04 - QUARTA
Wilson Dias convida Juraildes da Cruz (GO), Rafael Macedo e Pulando o Vitrô, Elisa Paraiso convida Guinga (RJ), Déa Trancoso convida Tita Parra (Chile)

01/05 - QUINTA
Ragna, Prucutrutá, Cataventoré, Berimbrown convida Gerson King Combo (RJ), Renegado + Ganja Man (SP) + Aline Calixto, BNegão e os Seletores de Frequência (RJ)

02/05 - SEXTA
Cesar Maurício, Fabiana Lima & Bruno Andrade convidam Maurício Tizumba, Anthonio, Enéias Xavier Convida Chico Amaral e Lincon Cheib, Falcatrua convida Los Porongas (AC)

03/05 - SÁBADO
Concreto, Gustavo Maguá, Porcas Borboletas, Rebeca Matta (BA), Zé da Guiomar

04/05 - DOMINGO
Dois do Samba, Babilak Bah, Rosa dos Ventos convida Titane, Celso Moretti convida Fauzi Beydoun (SP), Fernanda Takai

Fonte: Uai (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3435)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:10 AM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Michael Nicassio/Divulgação
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O DJ e produtor Xerxes participa de palestra do Red Bull Music Academy

O que as cidades de Istambul (Turquia), Tirana (Albânia), Kingston (Jamaica), Vladivostok (Rússia), Guayquil (Equador), Berlim (Alemanha) e Valência (Espanha) têm em comum com Belo Horizonte? Bem, durante toda esta semana, até sábado (dia 26), estes lugares receberam (ou vão receber) workshops do Red Bull Music Academy. O projeto, nascido em 1989 na Alemanha, recebe anualmente, em uma grande cidade de qualquer lugar do planeta, 60 jovens que fazem uma imersão de duas semanas em música. Em 2008, a escolhida foi Barcelona – a academia vai ocorrer em duas etapas, de 21 de setembro a 3 de outubro e de 12 a 24 de outubro.

BH já mandou dois nomes para o RBMA. O músico Alexei, hoje um dos coordenadores do Festival BPM – Beats por mineiros (a terceira edição será de 1º a 3 de maio), que participou da edição de 2004 em Roma e a produtora Luciana Amorim, que esteve na versão do ano passado do projeto, em Toronto. Ao lado do também produtor Xerxes (parceiro de Marky, um dos nomes de ponta no Brasil para o drum’n’bass, também conhecido pelo projeto XRS), ela participa sábado (dia 26), no Reciclo, do workshop “Som sem gastar muita nota: como produzir música com equipamentos baratos”. O encontro será somente para as 50 pessoas que se inscreverem no site do evento (http://www.redbullmusicacademy.com/).

Mas o que importa é que os workshops – que já passaram pelo Rio, São Paulo, Porto Alegre, Campinas e terminam terça-feira, no Recife – vieram para divulgar a edição 2008 da academia. As inscrições vão até 5 de maio. Pelo menos 20 brasileiros estiveram nas 11 versões do RBMA – no ano de 2002, o projeto foi realizado em São Paulo.

E qualquer um – desde que tenha 18 anos ou mais – pode participar. Os critérios de seleção são muito subjetivos. Há gente com bastante experiência com música que não passa e outros que sabem somente o beabá que são escolhidos. O mais legal é encontrar cantores, instrumentistas e produtores de todo o mundo, sem exceção – ali, a expressão aldeia global é levada ao pé da letra. O cotidiano durante as duas semanas da academia é preenchido com duas palestras diárias (com gente do primeiro time da música) mais horas e horas nos estúdios (com equipamentos de última geração). Cada um, a sua maneira, experimenta ao máximo toda a estrutura disponível.

RED BULL MUSIC ACADEMY - As inscrições para o workshop de sábado (dia 26) já foram encerradas. Vai até 5 de maio o período de inscrições para a temporada 2008 do RBMA. Informações no Site da Red Bull Academy (http://www.redbullmusicacademy.com/)

Ele está de volta

Eugênio Gurgel/Especial para o EM
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Anderson Noise (foto) chega neste fim de semana a BH para tocar na TV Noise night, que rola amanhã, a partir das 23h, no Deputamadre, Avenida do Contorno, 2.028, Floresta. Parceria do DJ e produtor mineiro com a Toro Produções, a TV Noise (http://www2.uol.com.br/noise/tv/tvnoise_108.htm) começou em setembro de 2005 e já gerou 108 programas. Toda quarta-feira é apresentado um novo programa (para ver edições anteriores é só entrar no site e clicar no Noisecast). Mas a festa de amanhã não pára por aí. Além da gravação, haverá transmissão ao vivo durante toda a noite. Noise vai fazer um long set a partir da 1h. Antes dele, o VJ Cadu vai apresentar imagens que foram exibidas em programas da TV Noise. Os ingressos estão à venda na Chilli Beans do Pátio Savassi. Informações: (31) 3288-3881.

Fonte: Uai (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3448)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:16 AM
Janaina Cunha Melo
EM Cultura

Felipe Rossi/Divulgação
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A mostra Eu gostaria de ouvir vai ser apresentada sábado (dia 26), na Fundação de Educação Artística

Trio de música de câmara integrado por Iura de Rezende (clarineta), Eliseu Barros (viola e violino) e Elisa Galeano (piano) abre domingo a temporada deste ano da série Manhãs Musicais, da Fundação de Educação Artística. Este ano, a programação comemora os 45 da instituição, dedicados ao ensino, fomento e divulgação da música erudita em Belo Horizonte. No repertório, os artistas interpretam obras de Bártok, Stravinsky, Schumann e peça de Kurtág, com execução inédita no Brasil.

Confira Agenda do Fim de Semana (http://www.eunaotenhonome.com.br/primeirapagina/video/playvideo?tv_vid_id=12874)

Pianista do trio, Elisa Galeano conta que o grupo se formou em meados do ano passado, pela vontade dos integrantes de interpretar a obra Contrasts, do compositor húngaro Béla Bartók. “Essa é uma peça muito importante para essa formação, pela dificuldade técnica. É um desafio”, comenta Elisa. Ela lembra que originalmente a música foi composta para três exímios instrumentistas: o clarinetista Benny Goodman, o violinista Joseph Szigeti e o próprio Bartók. A partir dessa motivação, Iura Rezende, Eliseu Barros e Elisa Galeano estudaram outras peças, que integram o repertório do trio mineiro.

Pedro Aspahan/Divulgação
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Iura de Rezende, Eliseu Barros e Elisa Galeano interpretam músicas de Béla Bártok

A pianista, que, assim como os outros componentes do trio, tem experiência internacional, elogia o bom momento da música de câmara na cidade. Ela aponta que a conquista de novos espaços para o gênero tem se tornado realidade no país. “Ainda não temos as mesmas oportunidades oferecidas na Europa, onde há uma cultura voltada para a música erudita, mas o Brasil tem acreditado em projetos de formação que podem, a longo prazo, mudar essa situação”, acredita Elisa. Para ela, essa é uma questão cultural, que não se soluciona apenas com divulgação ou investimento. “A música erudita precisa estar na rotina das pessoas”, diz.

Quatro concertos

Sábado (dia 26), a Fundação de Educação Artística também abre a Mostra de Música Contemporânea com o concerto Eu gostaria de ouvir. Luís Passos (Orbitais), Felipe José (Paleoalquimia ontológica ou ontologia paleoalquímica), Oiliam Lanna (Reflexos de bruma e luzes), Guilherme Nascimento (A cidade dos telhados azuis), Stanley Levi (Três pequenas peças de câmara), Guilherme Antônio (Closed captions) e Felipe Arruda (Silhueta) são os primeiros a se apresentar na série, que divulga obras de autores locais interpretadas por grupos de diferentes formações, preparados pelos regentes Oilliam Lanna e Sérgio Canedo.

A mostra, coordenada pelos músicos Rafael Nassif, Felipe Rossi e Felipe Arruda, será realizada em quatro concertos gratuitos e inclui gravação de CD, com lançamento previsto em outubro. Desde 2004, o evento é promovido anualmente, com apoio da Escola de Música da UFMG e da Fundação de Educação Artística.

O que ver

• EU GOSTARIA DE OUVIR
Sábado (dia 26), às 20h30 – Mostra de música contemporânea. Entrada franca.

• MANHÃS MUSICAIS
Domingo, às 11h – Apresentação de trio de música de câmara. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).

Local: Sala de Música Sergio Magnani, Rua Gonçalves Dias, 320, Funcionários, (31) 3226-6866.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3447)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:19 AM
1,2 na Dança/Divulgação
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Asier Zabaleta, da Espanha, apresenta Ego-Tik

Liberdade de criação, conteúdo e expressão são a tônica do festival 1,2 na Dança – Mostra de Dança Contemporânea, que apresenta solos e duos coreográficos. Voltada para trabalhos de pesquisa, a edição deste ano reúne, neste fim de semana, artistas da Quik Cia de Dança, de Belo Horizonte; Isabel Torres, Rio de Janeiro; e Asier Zabaleta, da Espanha, em performances no Teatro Alterosa.

O festival também oferece oficina de criação com o espanhol Asier Zabatela, dirigida a bailarinos ou atores com formação de nível avançado em dança contemporânea e improvisação. As aulas, que serão realizadas no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes, têm como ponto de partida análise de elementos como espaço, tempo, personagem e uso de objetos para cenas improvisadas.

Coreógrafo e intérprete de Ego-tik, Zabaleta mostra no palco reflexões sobre si mesmo, criando embate entre desejo e realidade, abordando temas como medos, virtudes e fragilidades, no domingo.

1,2 NA DANÇA – MOSTRA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA - Em cartaz no Teatro Alterosa, Av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, (31) 3237-6611. Ingressos para o espetáculos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos).

O que ver

• Sexta (dia 25)
21h – Ressonâncias, com Letícia Carneiro, e Dissoluções, com Rodrigo Quik, da Quik Cia de Dança (BH)

• Sábado (dia 26)
21h – Isabel Torres, com Isabel Torres (RJ) e coreografia de Jérôme Bel

21h40 – Entrevista em cena, com Isabel Torres, por Arnaldo Alvarenga (MG)

• Domingo
19h – EGO-tik, com Asier Zabaleta (Ertza Dantza – Espanha)

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3444)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:22 AM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Marcelo Krasilcic/Divulgação
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O pano de fundo é o teatro. Neste universo onde tudo é possível, Reynaldo Gianecchini e Camila Morgado têm a missão de fazer rir através de um texto encenado originalmente por dois mestres do gênero, Marília Pêra e Marco Nanini. Vinte e sete anos após a montagem original de Doce deleite, espetáculo escrito (e na época dirigido) pelo mineiro Alcione Araújo, a dupla de atores, depois de um ano de intensa preparação, se prepara para estrear a nova versão, agora sob a responsabilidade de Marília Pêra. A estréia oficial será em 2 de maio no Teatro dos Quatro, no Rio. Mas depois de cinco semanas de ensaios abertos em Niterói e pré-estréia em Brasília, o espetáculo ganha duas apresentações em Belo Horizonte, sábado (dia 26) e domingo, no Palácio das Artes.

Tal e qual O mistério de Irma Vap, os atores se desdobram em diferentes personagens em 12 peças curtas que giram em torno do meio teatral. Na comédia também dirigida por Pêra, Nanini e Ney Latorraca faziam 16 papéis e as trocas de figurino eram longe do olhar da platéia. Em Doce deleite Gianecchini faz sete personagens e Morgado, cinco. Mas todas as mudanças são realizadas em pleno palco. “Eu tinha pânico de alguns personagens que acabaram se desenhando rapidamente. Outros, que acreditava serem fáceis, tiveram um processo mais difícil”, comenta Gianecchini. Um dos que provocou pânico no ator foi o cantor de ópera. “Não canto e, além de cantar, tenho que ser engraçado. O último personagem que consegui achar o ponto certo foi a mulher. Não queria fazer um caricatura, queria uma mulher que fosse possível. Hoje em dia é um dos quadros que mais gosto.”

Gianecchini se empolgou tanto com a empreitada que assumiu o papel de co-produtor da peça. “O convite me foi feito no ano passado mas como eu estava fazendo novela, disse que só aceitaria se tivesse um tempão para estudar canto e dança”, relembra. Até novembro, ele e Camila Morgado dedicaram-se exclusivamente às aulas. Só pegaram no texto no final de 2007. No teatro, o ator tem experiência com dois diretores polêmicos, José Celso Martinez Corrêa e Gerald Thomas. Sua até então mais recente participação no teatro foi com uma comédia, Sua excelência, o candidato (2006), que trazia um viés político.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3440)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:25 AM
Confira os 41 bares participantes da edição 2008 do Comida di Buteco

Agosto Butiquim
Rua Esmeralda, nº 298 - Prado – Fone: (31) 3337-6825
Proprietários: Joana e Lucas
PECADO ORIGINAL: conserva de lagarto temperado e desfiado com petisco de maçã condimentada.

Amigos e Antigos
Avenida Sebastião de Brito, n º 33 - Dona Clara - Fone: (31) 3492-7741
Proprietários: Geraldo e Susana
MINEIRINHA TROPICAL: costelinha de porco assada com torresmo e molho de abacaxi com hortelã.

Armazém do Árabe
Rua Luz, nº 230, Serra - Fone: (31) 3223-1410
Proprietários: Vinícius e Miriam
MICHUI DE CORDEIRO À MODA ARMAZÉM: cordeiro assado com molho de hortelã, batata noisette sauté e cebola marroquina.

Bar 222
Rua Francisco Deslandes, nº 222 - Anchieta - Fone: (31) 3287-7712
Proprietários: Dimas e Júnia
OS 3 MOSQUETEIROS E AS DOCES DONZELAS: peito de frango, pernil e filé mignon com molho de gorgonzola e batata doce frita.

Bar da Ana
Rua Joaquim de Figueiredo, n º 430 – Barreiro de Baixo – Fone: (31) 3384-3034
Proprietários: Ana e Gilberto
PORTATA: lombo de panela com molho vermelho de pimenta dedo de moça e batata bolinha em conserva.

Bar do Careca
Rua Simão Tamm, 395 – Cachoeirinha – Fone: (31) 3421-3655
Proprietários: Careca e Simone
SURPRESA DO CARECA: dobradinha à milanesa com mini batatas fritas no bacon e molho especial da casa.

Bar da Cida
Rua Numa Nogueira, nº 287 - Floramar – Fone: (31) 3434-8715
Proprietária: Cida e Chico
ROLA-BOLA NO BAR DA CIDA: almôndegas ao molho da casa com batatas acompanhada de pãezinhos “pra moiá”.

Bar do Antônio (Pé-de-Cana)
Rua Flórida, 15 - Sion – Fone: (31) 3221-2099
Proprietário: Marcinho e Beto
ROLINHO DE LAGARTO: enroladinho de lagarto com presunto de parma ao molho de vinagre balsâmico.

Bar do Careca o Pescador
Av. José Lopes Muradas, nº 310 – Floramar – Fone: (31) 3434-6448
Proprietário: Careca
ARRASTÃO DO PESCADOR: pescados e surpresas.

Bar do Ceará
Avenida Henfil, nº 525 - Serrano - Fone: (31) 3475-5362
Proprietário: Ceará
VACAXEIRA: chãzinha na chapa com mandioca cozida e manteiga de garrafa. Acompanha mini-cebola em conserva e queijinho ralado por cima da mandioca.

Bar do Doca
Rua Américo Macedo, nº 645 - Gutierrez – Fone: (31) 3291-6594
Proprietários: Doca e Cássia
MOQUECA DE CARNE-DE-SOL: medalhão de carne de sol recheado com queijo coalho e banana; mergulhados no molho, com palmito de pupunha e pimenta biquinho. Acompanha farofa de torresmo.

Bar do João
Rua Geralda Marinho, nº 117 - São João Batista - Fone: (31) 3451-2746
Proprietário: João
DOBRADÍSSIMA: dobradinha ao molho da casa com bacon, calabresa, paio e batata bolinha cozida.

Bar do Véio
Rua Itaguaí, nº 406 – Caiçara - Fone: (31) 3415-8455
Proprietários: Marcelo, Wagner, Fábio e Célio
CHICK-EIRINHO: caracol de carne de porco recheado com presunto e queijo coalho, batata corada, molho de ervas com azeite e molho de goiaba.

Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, nº 406 – Barreiro de Baixo – Fone: (31) 3384-2444
Proprietários: Zezé e Bruno
RABO APERTADO: virado de jiló, rabinho de porco e lombo.

Bar Temático
Rua Perite, nº 187 – Santa Tereza – Fone: (31) 3481-4646
Proprietários: Bené e Zelder
COM A MÃO NO RABO DOCE: rabada assada no bafo, servida com batata doce e agrião (para comer com a mão).

Bartiquim
Rua Silvianópolis, nº 74 – Santa Tereza – Fone: (31) 3466-8263
Proprietário: Bolinha
PIREI COM A LÍNGUA: língua ao molho com purê de batata e torresmo.

Café Palhares
Rua Tupinambás, nº 638 - Centro – Fone: (31) 3201-1841
Proprietários: Luis Fernando e João Lúcio
NINHO MINEIRO: crocante ninho de batata, recheado com especialidades da casa (lingüiça de pernil, lâminas de torresmo, pães de queijo e molho).

Casa Cheia
Av. Augusto de Lima, nº 744 – loja 167 – Centro (Mercado Central) – Fone: (31) 3274-9585
Proprietários: Ilmar, Cacá, Elenita e D. Maria
ALMÔNDEGAS EXÓTICAS: almôndegas de carne-de-sol recheadas com queijo ao creme de abóbora com manjericão.

Chamego's Bar
Rua Aimorés, nº 1912 - Lourdes – Fone: (31) 3273-4031
Proprietário: Ricardo
CRÉU: cubinhos de peito de frango, molho especial acompanhado de torresminho com mandioca frita.

Churrascaria do Itamar
Avenida 7 de Abril, nº 874 - Esplanada – Fone: (31) 3463-6585
Proprietários: Itamar e Heloísa
MEDALHÃO OLÍMPICO: medalhão de carne moída com batatas ao molho branco.

Curin Bar
Rua Érico Veríssimo, nº 2722, Santa Mônica – Fone: (31) 3452-7101
Proprietário: Curin
ANÉIS DE LAGARTO: bifinho de boi à rolê recheado com bacon.

Estabelecimento Bar
Rua Monte Alegre, nº 160 - Serra – Fone: (31) 3223-2124/9666-1569
Proprietário: Olivinho
BATATAS DE MALANDRO: batata ao murro assada, coberta com molho branco de leite, cebola, creme de leite, requeijão, estragão e noz moscada, com carne de boi desfiada e pimenta rosa.

Família Paulista
Rua Luther King, nº 242 lj. 09 - Cidade Nova – Fone: (31) 3484-4598
Proprietários: Nicola e Marisa
SASHI MINAS SUSHI GERAIS: Carne serenada com sushis de canjiquinha, galinhada, paçoca de carne de sol e tutu de feijão.

Geraldin da Cida
Rua Contria, nº 1459, Grajaú – Fone: (31) 3334-9355
Proprietários: Cida e Geraldin
VEM NI MIM BEIJALDIN DA CIDA: carne de panela com tempero especial, farofa de abobrinha e queijo.

Köbes
Prof. Raimundo Nonato, nº 31A – Horto - Fone: (31) 3467-6661
Proprietários: Afonso, Nair e Gustavo
MINEIRICE COM SOTAQUE: torresmo estalinho com molho negrito mais bolinho de carne e croquete de cenoura com molho de mostarda.

Patorroco
R. Turquesa, nº 875, Prado – Fone: (31) 3372-6293
Proprietário: Pato (Marcos)
AQUARELA BRASILEIRA: duo de filé mignon e de peito de frango acompanhados de 6 molhos, homenageando a influência de imigrantes que ajudaram a transformar o Brasil nessa grande aquarela de cores e sabores.

Paullo's Bar
Rua Antônio Alves, nº 65 – Barreiro - (31) 9792-7767
Proprietários: Paulo e Marrau
MATULA MINEIRA: costela de boi, carne de porco, torresmo e farinha de milho.

Peixe Frito
Rua Juiz de Fora, nº 1242 - Santo Agostinho – Fone: (31) 3291-1046
Proprietário: Roberto
MEU "SOBRIM" MINEIRO: filé de surubim a dorê ao molho da tia.

Pimenta com Cachaça
Rua Camapuã, nº 420 – Grajaú – Fone: (31) 3087-6822
Proprietários: Tânia e Augusto
SOL DAS GERAIS: contra-filé de sol trinchado coberto com pétalas de cebola flambadas ao vinho acompanhadas de pão de queijo com torresmo e geléia de pimenta biquinho, melão, cachaça e rapadura.

Bar do João (Santa Branca)
Rua Mário de Andrade, 15 – Santa Branca/Pampulha – Fone: (31) 3491-3122
Proprietários: João
DE MOLHO: lagarto recheado ao molho de madeira e champignon acompanhado de batata bolinha.

Chic Tácio
Rua Itamaracá, nº 25, Colégio Batista- Fone: (31) 3421-3363
Proprietários: Tácio e Wagner
O BÃO TAMBÉM DA VOVÓ NENZINHA: bolinho de arroz recheado.

Bar do Caixote
Rua Nogueira da Gama, 189 - João Pinheiro – Fone: (31) 3376-3010
Proprietário: Carlos
SEGREDO DO CAIXOTE: peito de frango e queijo enrolado no bacon acompanhado de dois molhos diferentes mais cebola à milanesa.

Bar do Walter
R. Mármore, nº181, Santa Tereza – Fone: (31) 3463-5650
Proprietário: Ronaldo
BACALHAU DE BICO: salada de bacalhau acompanhada de pãezinhos.

Bar do Lopes
Rua Professor Antônio Aleixo, nº 200 – Lourdes – Fone (31) 3337-7995
Proprietário: Ives
ROJÕES DA BEIRA: bocados de carne (lombo, costelinha, torresmo entremeado e alheiras) acompanhados de batatas e molho especial.

Buteco da Carne
Rua São Romão, nº 56 - São Pedro – Fone: (31) 2555-8480
Proprietário: Leo
COSTELINHA BARBE-CAIPIRA COM BATATA ESPULETA: costela de porco com molho especial, acompanhada de batata picante e tomate cereja.

Cantina do Paco
Rua Padre Rolim, nº 159 – Sta. Efigênia – Fone: (31) 3241-3317
Proprietário: Paco
COCÓ MINEIRO DEFUMADO: frango a passarinho com queijo, alho, orégano e queijo parmesão fresco.

Escritório da Cerveja
Av. General Olímpio Mourão Filho, nº 800 – Planalto – Fone: (31) 3495-6183
Proprietários: Leonardo e Glênia
ATOLADO NO ESCRITÓRIO: fraldinha ao molho de cerveja preta com creme de cebola acompanhada de batata bolinha com pimenta calabresa e torresminho.

Bar do Magal
Rua Alberto Cintra, 322 – União – Fone: (31) 2515-6490
Proprietário: Magal
CACUNDA DE BOI COM BATATA NA GARUPA AO MOLHO SHAKESPEARE: cupim cozido com batata calabresa picante ao molho de ervas.

Local
Rua Viçosa, 250 - São Pedro – Fone: (31) 3223-1987
Proprietários: Rodrigo, Ricardo e Roberto
CASADINHO BOÊMIO: milanesa recheado de carne moída, muçarela, tomate seco, berinjela e especiarias. Acompanhado de tiras de pepino e molho de iogurte desnatado com hortelã.

Bar do Dedinho
Rua Deputado Anuar Menhen, nº 231 - Santa Amélia – Fone: (31) 3047-1012
Proprietários: Dedinho e Thiago Reis
CHAPA DO DEDO: lingüiça cuiabana coberta com queijo minas ralado mais filé acebolado e torresmo carnudo.

Autêntico's Bar
Av. Professor Mário Werneck, nº 895 – Estoril- Fone: (31) 3378-3215
Proprietário: Gustavo
ATOLA-COXA: coxinha de frango invertida acompanhada de dois molhos (mostarda e mango chutney) mais tomates cereja recheados.

Fonte: Descubra Minas (http://www.descubraminas.com.br/Eventos/hpg_evento.asp?id_evento=4128&id_municipio=1)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:11 PM
Carlos Herculano Lopes
EM Cultura

Déa Tomich/Divulgação
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Andréa Jaqueline e Andreia Nestor estão em As vizinhas

Dezenove anos depois de ter sido encenada pela primeira vez pelos alunos do Sesc, com direção de Fernando Penido, a peça As vizinhas, comédia musical de Luciano Luppi, volta ao cartaz, com o mesmo diretor. Apenas os atores são outros, embora todos sejam egressos da mesma escola. Também o texto, que retrata em ritmo de farsa a situação de duas famílias que vão morar lado a lado, mudou um pouco, para se adaptar aos novos tempos, como informa Penido. “Mas continua atual e muito divertido. Só no tocante à situação sócio-econômica do país, foi que fizemos algumas modificações. Na essência, no entanto, nada mudou”, diz.

Ainda segundo o diretor, mineiro de Belo Vale que há muitos anos vive em Belo Horizonte (onde há 28 anos trabalha com teatro), As vizinhas é um espetáculo bem humorado, e o público pode se preparar para dar boas gargalhadas. “Ele enfatiza ainda, com leveza, a inveja e a competição do povo brasileiro. Tudo se passa em casas bem simples, onde vivem pessoas marginalizadas, que fazem intrigas, competem entre si, embora, no fundo também sejam solidárias umas com as outras”, conta o diretor.

Fernando Penido é formado em artes cênicas pela UNE, no Rio de Janeiro, e seu primeiro trabalho de direção foi no espetáculo infantil O campeonato dos pombos, do paraense Raimundo Alberto, em 1983. Sobre seu trabalho em As vizinhas, ele avisa que diferencial também dessa nova montagem é a trilha sonora, “original e muito bem feita”. Segundo ele, “a trilha foi composta especialmente para a peça por Andréa Jaqueline, que também participa como atriz”. A assistência de direção ficou pôr conta de Jurandir Nascimento; preparação corporal, com Eurico Justino; figurinos, com Alexandre Cola. Também no elenco: Athos Reis, Marcello Moreyra, Keilla Jovi, Andreia Nestor, Francis Oliveira e Kátia Assis.

Criador da Escola de Teatro do Sesc em 1985 (onde teve como alunos, entre outros, o ator Maurício Canguçu), Fernando Penido conta que se envolveu muito com o novo espetáculo: “Voltar a encenar a peça quase 20 anos depois é grande satisfação, e tenho a certeza de que o público gostará muito dessa nova montagem”, afirma o diretor, que desde a infância está envolvido com o teatro.

AS VIZINHAS - Sábado (dia 26), às 20h, e domingo, às 19h, no Teatro do Sesc, Rua Tupinambás, 908, Centro. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada para estudantes e idosos). Informações: (31) 3279-1424. Em cartaz até 25 de maio.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3443)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:14 PM
Thiago Pereira

Amir Nadur/Divulgação
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A banda monno desenha seu futuro e lança o disco Agora!

Quem trabalha com música costuma receber muito material para análise. Por material entenda-se CD’s, releases, clipes, e-mails carregados com MP3 e sites oficiais de bandas novas. É um bocado de coisa e, óbvio, difícil conferir tudo. Há uns bons dois anos, recebemos um envelope e, pelo nome, reconheci o conteúdo: era de uma banda local chamada monno (assim mesmo, com minúsculas), nome que, volta e meia, aparecia em rodas de amigos (geralmente, boas fontes) e em cartazes de shows pela cidade. Depois de repetir – meio embasbacado – umas três vezes a música de abertura, percebi o nível do grupo, confirmado em seguida com as outras seis músicas presentes no CD.

Depois de uns dois meses escutando direto o monno, achei melhor contatar a banda e contar para quem pudesse que BH tinha um novo ótimo grupo. Musicalmente, o monno soou como o link perfeito entre o novo rock, por vezes abusado e experimental, de grupos como Bloc Party e Modest Mouse e as melodias amigáveis do pop adolescente presente nas rádios jovens. Melhor ainda: tinha letras diretas e precisas-sinceras. E ainda: vocalista que trabalha com métrica bastante particular, sem rimas, mas respeitando o artífice máximo da grande canção, as melodias. Para completar, o formato curto (sete músicas, pouco menos de 30 minutos), o que sempre me pareceu ideal nesses tempos loucos de downloads e música ao alcance de um ou dois cliques no computador. Tudo certo.

São essas lembranças que me guiam, com muito prazer, a um novo trabalho da monno, ou de qualquer outro grupo que podemos conhecer por conta própria, de alguma forma. É nesta hora que você percebe, aliviado, que esse papo de música independente, muito além de discussões políticas engajadas, de oportunismos descabidos, tem de ter um extrato final indiscutível: a música boa.

Aquele tipo de coisa que faz, passionalmente, você lembrar da namorada; achar que deveria tocar em todos os lugares; cantar sozinho numa mesa de bar; obrigar o porteiro de seu trabalho ou sua prima mais nova a conhecer. Aquele tipo de coisa que faz você sorrir sozinho, cúmplice, quando lembra que o Ímpar prepara uma edição japonesa (!) de seu próximo álbum. Que, há duas semanas, no heróico projeto Flaming Night da gravadora local 53HC, cinco novas bandas levaram um público excelente a uma grande casa de shows em BH, sem o apoio das rádios, dos rabos-presos, da lei de incentivo à cultura. Ou que o Carolina Diz lotou o Teatro Marília no lançamento de seu segundo álbum no fim do mês passado. E que a maioria dos que estavam ali foram para dançar, cantar, se divertir.

É uma sensação incrível poder criar expectativas sobre algo tão novo e, melhor ainda, tão próximo. Viver o “agora”, palavra que dá título ao ótimo trabalho da monno. Que comemoremos este novo tempo com trilhas sonoras adequadas.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3449)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:50 PM
Ana Tunes - Abril de 2008
Data de publicação: 01/04/2008

© Junia Teixeira
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Inimá de Paula foi um dos modernistas mineiros mais influentes. De traços e cores marcantes, há quem o considere o mais autêntico intérprete da chamada “sensibilidade tropical”. Natural da cidade de Itanhomi, no Vale do Rio Doce, faleceu em 1999 em Belo Horizonte.
Deixou importantes contribuições para a arte brasileira e para reconhecimento de sua obra: ele próprio catalogou parte de suas obras e foi o primeiro artista ainda em vida a ter sua própria fundação.
Apesar de sua morte, seu trabalho não parou. Neste mês, a Fundação Inimá de Paula abre as portas do Museu Inimá de Paula, um espaço novo e moderno para receber grandes exposições e abrigar as obras do mestre Inimá. O portal Descubraminas conversou com a diretora de Planejamento da Fundação Inimá de Paula.

Por Janaina Oliveira

Portal Descubraminas - A Fundação Inimá de Paula abre, em abril de 2008, o museu Inimá de Paula. Esse espaço, que foi sede do Clube Belo Horizonte, foi readaptado para a nova função?

Ana Tunes – Começamos com uma reforma completa. Primeiro, pensamos no projeto arquitetônico elaborado pelo Saul Vilela. Na reforma constava as adaptações e os reparos de pisos, janelas, paredes. Foi pensada toda a adaptação necessária para receber um museu, como a iluminação especial para as obras de arte. Teve a parte de segurança que atendeu todas as exigências do Corpo de Bombeiros. Projetamos o cinema, que é um espaço novo. Tem o espaço da cafeteria, que vai convergir com a aura de arte do museu: os uniformes, o menu, os talheres e xícaras serão inspirados em obras de arte de Inimá. Esse espaço, que ficará aberto nas quintas-feiras, receberá apresentações musicais e funcionará num horário até mais tarde.

PD - Quando vocês pensaram na concepção do projeto, como foi aproveitado o espaço? O que de novo foi incluído?

AT – O projetista pensou mais em recuperar e conservar o espaço como ele era antes, o que foi uma exigência do Iphan. Os pisos e as janelas são originais, foram todos restaurados. O elevador, da época em que o prédio pertencia ao Clube Belo Horizonte, está sendo todo restaurado, e vai servir às pessoas idosas e com necessidades especiais. Todos os espaços foram redesenhados. O que há de realmente novo são as escadas, que foram feitas de um modo que permite que seja visto todo o museu, e uma clarabóia que permite a entrada de luz natural, em formato de pirâmide.

PD - O que representa o museu Inimá de Paula para Belo Horizonte?

AT – É a abertura de um novo espaço moderno e exclusivo para receber grandes artistas e artistas iniciantes, além de todo tipo de arte, como esculturas, instalações, performances, pinturas, recebendo grandes exposições.

PD - Inimá está inserido numa fase Modernista da arte brasileira. O museu seguirá esta linha modernista ou estará aberta a outros estilos?

AT – Vamos seguir um perfil híbrido, como é próprio da arte brasileira. Inimá é um mestre moderno, mas aqui o espaço paralelo vai ser uma plataforma para a arte contemporânea. Por ser um museu de Inimá, vamos sempre trazer mestres modernos, mas a arte contemporânea também vai ter seu espaço para instalações, vídeo-arte, todos os tipos de manifestações artísticas que tem hoje no espaço contemporâneo.

PD - A Fundação Inimá de Paula tem por objetivo preservar a memória e a obra de Inimá. Como é composto o acervo que ficará exposto no museu?

AT – Haverá um espaço específico para o acervo de obras do Inimá, que será o espaço ateliê. Lá estarão expostos todos os objetos que ele usava nas pinturas. Todo o acervo pessoal dele estará neste espaço. O acervo da Fundação Inimá de Paula é a documentação e o mobiliário do antigo ateliê do pintor, sua coleção de livros que contém exemplares do mundo inteiro. Esse ateliê será remontado fielmente como era na casa dele. Os objetos desta galeria foram doados pelo próprio Inimá para a Fundação antes dele morrer.

A Fundação foi fundada pelo próprio Inimá. Esta, aliás, é um marco, pois é a única fundação criada com o artista ainda em vida.

A outra parte do acervo são as obras. Vamos ter aproximadamente cem obras que vão ser expostas em programas diferentes. Essas obras ficarão conosco por empréstimo comodato de colecionadores particulares.

Pretendemos também construir um acervo com obras de artistas que vão expor aqui. O foco desse acervo será arte contemporânea mineira.

PD - Outra importante iniciativa da Fundação é a catalogação das obras do artista. Qual a importância desta catalogação ?

AT - É muito importante, porque é isso que preserva, conserva é dá credibilidade às obras do Inimá no mercado, pois a pessoa tem a segurança de que está comprando uma peça verdadeira, sabe que se vender daqui a um ano, dez, cem anos, gerações posteriores, vai poder estar com um certificado de garantia e autenticidade. Todos os colecionadores que tem obras do Inimá de Paula têm a garantia da veracidade.

O processo de catalogação reúne expertises, fotógrafos, o presidente da Fundação, toda uma equipe pronta para avaliar a obra, se ela é realmente verdadeira. Tira-se uma foto, que é colocada no certificado, assinado pelo presidente da Fundação Inimá de Paula. Depois, essa obra vai para o site (www.inima.org.br), que é o maior site da América Latina de um artista e suas obras.

De 1998 a 2008 nós catalogamos aproximadamente 2 mil obras, e estima-se que ele tenha pintado 3 mil. Então, já temos um número muito consistente do que é a obra do Inimá. Esse trabalho de catalogação está reunido em dois volumes de uma publicação da Fundação Inimá de Paula. No volume um, são obras catalogadas pelo próprio Inimá, juntamente com expertises. Já o volume dois, foi publicado após sua morte, só com os expertises.

As obras passam por um processo muito grande antes de entrar para os catálogos. É uma avaliação bem crítica, em que são avaliados o objeto, cores, ano... Todos os detalhes são avaliados pelos expertises, que foram treinados pelo próprio Inimá de Paula.

PD - O próprio Inimá de Paula analisou e autenticou mais de mil obras. Qual a importância da participação do próprio artista nesse processo?

AT – Ele passou uma segurança enorme para os expertises. Foi tudo registrado em cartório. Eles são os únicos que podem avaliar a obra e provar a sua autenticidade, pois foram preparados pelo próprio Inimá, que lhes falava todos os detalhes. Eles foram treinados de uma forma bem prática. Viram, várias vezes, o Inimá quebrar quadros na frente do proprietário, porque era falso, e ele não admitia obras falsificadas. Os expertises são o Murilo de Castro, ex-presidente da Fundação Inimá de Paula, o Romero Pimenta e Eduardo Pacheco, que avaliaram as primeiras mil obras na presença do Inimá.

PD - No site da Fundação, quando vocês se referem ao museu, está escrito: “Museu Inimá – Um sonho se tornando realidade”. Qual é o próximo “sonho” da Fundação?

AT – Era um sonho ter um espaço, poder expor estas obras a todos, de senhores contemporâneos de Inimá a crianças, começando aí uma educação cultural, ter desde já essa visão artística, cultural. O presidente da Fundação, Mauro Tunes, criou uma base de aliados, que inclui o governo estadual, que cedeu o espaço para o museu. Mesmo achando difícil a reforma do local, acreditamos que a cidade merece este lugar.

O próximo sonho da Fundação seria ver isso funcionando de uma maneira que as pessoas aproveitassem da melhor maneira possível, principalmente as crianças, pois o Inimá falava que o sonho dele era vê-las tendo acesso à cultura. Para isso teremos a visita de escolas, aproveitando o espaço não só culturalmente, mas educacionalmente. As crianças de escola pública e privada terão aqui um espaço de convivência com a arte. O sonho é este: concretizar, aqui, na cidade, esse espaço para aprender sobre arte e expor arte de uma forma educacional.

Fonte: Descubra Minas (http://www.descubraminas.com.br/entrevista/det_noticia.asp?id_noticia=1418)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:52 PM
Domingo, dia 27 de abril, às 11 horas, na Praça Duque de Caxias (Praça de Santa Tereza), tem início a edição de 2008 do projeto cultural “Aqui Jazz”, que apresenta o grupo musical “Take Five”. A entrada é franca.

Pelo quarto ano consecutivo, o Parque Renascer Cemitério e Crematório e o Bosque da Esperança Cemitério Parque prossegue com seu projeto de apoio e patrocínio à cultura mineira. Trata-se de um evento que tem como um de seus objetivos divulgar gratuitamente a música de qualidade interpretada por músicos mineiros.

O projeto “Aqui Jazz” iniciou em 2005 e, mensalmente, levou às principais praças de Belo Horizonte espetáculos de música instrumental nos mais variados estilos como MPB, jazz, pop internacional e clássicos. Uma característica diferenciada do “Aqui Jazz” é a presença em todos o espetáculos de um belíssimo Cadilak 1974 que faz parte da frota de veículos do Parque Renascer. As apresentações acontecem sempre aos domingos pela manhã, ao ar livre e de graça.

Para o Parque Renascer é uma prática apoiar as artes mineiras, nas suas mais variadas manifestações. Ele já patrocinou o lançamento do livro “Dizendo Adeus”, de autoria do professor e doutor Evaldo A. D’Assumpção, a exposição de fotografias da jornalista Liliane Rosa, intitulada “Cemitérios”, e a montagem teatral “Andar de Cima – Uma Comédia pra Amigos do Peito”, com o premiado ator e diretor Luiz Arthur. Também realizou a exposição “Anjos de Igreja”, da fotógrafa Izabel Chumbinho. Atualmente o Parque Renascer é um dos apoiadores do espetáculo teatral “Mulheres de Hollanda”.

Fonte: Descubra Minas (http://www.descubraminas.com.br/Eventos/hpg_evento.asp?id_evento=4158&id_municipio=1)

Inconfidente
April 27th, 2008, 06:53 PM
A Bienal do Livro de Minas Gerais é um programa inteligente e divertido para pessoas de todas as idades.

Durante os 11 dias de evento, os visitantes terão a oportunidade de encontrar seus autores preferidos para discutir assuntos que estão na ordem do dia, a partir de questões instigantes sobre o mundo atual, a família, o amor, a ecologia, a espiritualidade, etc.

Para o público infantil, a Bienal também preparou atividades especiais: teatros infantis e contadores de história irão apresentá-las ao fantástico mundo do livro, mostrando o quanto a leitura pode ser divertida e prazerosa.

Nome: Bienal do Livro de Minas - Belo Horizonte
Categoria: Cultural
Freqüência: Variada
Local: Expominas
Endereço: Avenida Amazonas
Número: 6030
Bairro: Gameleira
DDD: 31
Telefone: 3334-5145
Portal: www.expominas.com.br

(x) Aberta ao Público

Âmbito:
(x) Municipal ( ) Regional ( ) Estadual
( ) Nacional ( ) Internacional

Duração:
• De 15 a 25 de maio

Fonte: Descubra Minas (http://www.descubraminas.com.br/Eventos/hpg_evento.asp?id_evento=4169&id_municipio=1)

Inconfidente
April 27th, 2008, 09:29 PM
Fotos: Roberto Rocha
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F-erro, obra de Rodrigo Castro de Jesus que integra a mostra da Copasa. Fonte, outro objeto do artista em exposição em Belo Horizonte

O artista plástico Rodrigo Castro de Jesus se inspirou na mitológica história de Narciso para criar os 12 objetos, a fotografia e as quatro videoperformances da exposição Narcissus, que tem abertura sexta (dia 25), na Galeria de Arte da Copasa. O que está por trás da sua proposta estética não é apenas uma revisitação dos preceitos filosóficos clássicos. Mas reflexões sobre o individualismo, a superioridade e a vaidade. “Não estou exaltando Narciso, mas indo contra”, explica ele, que, além de formação em artes visuais, guarda aspecto curioso em sua biografia. Nos últimos anos, tem dedicado a maior parte do tempo à vida religiosa, sem que isso interfira diretamente na sua pesquisa estética.

Na elaboração das obras, o artista paulista, de 25 anos, deixou-se influenciar pela teoria filosófica e também pela arte pop e conceitual. Realiza trabalho radical, feito com objetos cotidianos, remetendo a aspectos relacionados à sexualidade e à purificação. Sua proposta se materializa em obras como Narcissus, que batiza a mostra. “Uso a luz neon para escrever a palavra ao contrário. Na realidade, ela só aparece quando refletida. O real não oferece a leitura, que é possível apenas pela ilusão”, explica.

Os objetos de Rodrigo Castro caminham em direção contrária ao apego pelas coisas materiais, que norteia a maioria da sociedade. O artista deixa clara essa intenção em peças como F-erro, tábua de passar com ferro congelado por cima. “Vou contra a função original, ressaltando a idéia de desapego. Quase como se existisse um erro da função original”, justifica ele, sobre a subversão da característica do eletrodoméstico.

O raciocínio se estende pelas quatro videoperfomances que apresenta na Copasa. “Apareço manipulando objetos, estendo uma cueca no varal e coloco um ferro quente dentro dela. Ao queimar o tecido, o ferro cai sobre a bacia com água causando uma explosão”, revela. Ele utiliza inclusive de recursos mais polêmicos. Depois de urinar dentro de um regador, Rodrigo corta o bico do objeto e ao jorrar, o líquido vai formando um mapa mundi no chão. (SRR)

NARCISSUS - Exposição de Rodrigo Castro de Jesus na Galeria de Arte Copasa, Rua Mar de Espanha, 525, Santo Antônio, (31) 3250-2232. Diariamente, das 8h às 18h. Até 25 de maio.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3439)

Inconfidente
April 28th, 2008, 12:54 AM
Autor: Liège Sousa

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Nos dias 3 e 4 de maio, sábado e domingo, será realizada em Belo Horizonte a XVII Feira de Cerâmica, no Mercado Distrital do Cruzeiro (Rua: Ouro Fino, 452 ou Rua Opala, s/n), das 9h às 19h. Já consolidada como principal evento do gênero na capital mineira, sempre com duas edições anuais, a feira está em seu oitavo ano de realização e já faz parte da tradição artística e do calendário turístico da capital mineira. Esta XVII edição reúne 60 ceramistas.

A criação da feira partiu da artista plástica, Erli Fantini, curadora do evento, que teve a idéia a partir da constatação de que havia um número significativo de ceramistas atuantes de Belo Horizonte e em outras cidades de Minas. O objetivo da Feira de Cerâmica é proporcionar o intercâmbio entre os artistas e apresentar ao público o trabalho do ceramista mineiro, que concentra em suas mãos o processo de produção, desde a criação até a venda.

Além da comercialização de peças, durante a feira serão realizados workshops das técnicas utilizadas pelos artistas. A organização do evento também estará arrecadando alimentos não perecíveis, agasalhos e cobertores, que serão doados para entidades assistenciais que cuidam de creches e asilos na capital mineira.

A programação
Ao vivo, serão apresentadas as seguintes técnicas:
3 de maio
11h – Pintura sobre cerâmica – Corda Seca – com Edna Campos
13h – Modelagem de Escultura Figurativa – com Carmelita Andrade
15h – Torno – com Ângela Maciel
17h – Pintura sobre cerâmica – Sumi-ê – com Sebastião Pimenta
18h – Queima de Raku – Arte da Terra

4 de maio
11h – Pintura sobre cerâmica – Corda Seca – com Edna Campos
13h – Modelagem de Escultura Figurativa – com Carmelita Andrade
15h – Torno – com Ângela Maciel
17h – Pintura sobre cerâmica – Sumi-ê – com Sebastião Pimenta

A repercussão da feira ajuda na divulgação do trabalho dos artistas que são constantemente convidados a participar e realizar mostras e exposições, como já aconteceu em Ipatinga, Nova Lima e Ouro Preto. Pelo terceiro ano consecutivo, a Feira da Cerâmica teve seu Projeto de Incentivo à Cultura aprovado pelo Estado.

AGENDA: “XVII Feira de Cerâmica”

Dias: 3 e 4 de maio de 2008 (sábado e domingo)

Horário: 9h às 19h

Local: Rua: Ouro Fino, 452 ou Rua Opala, s/n - Cruzeiro

Informações: (31) 3461-2875 - www.feiradeceramica.com.br

ENTRADA FRANCA

Fonte: Eu Não Tenho Nome (http://www.eunaotenhonome.com.br/liegecamargos/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=10805)

Inconfidente
April 28th, 2008, 05:52 PM
O repertório do Quarta Erudita desta semana foi especialmente escolhido para contemplar a harmonia que os sons da flauta, viola e violão juntos fazem. O Trio, já bastante conhecido por inúmeras apresentações em orquestras, é formado por Alexandre Braga na flauta, Carlos Aleixo na viola e Celso Faria no violão. O concerto acontece às 19h30, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes e os ingressos custam R$ 5,00 e R$2,50 (meia entrada conforme a lei).

Quarta Erudita é um projeto da Fundação Clóvis Salgado que privilegia a música de câmara erudita lírica ou instrumental, contemplando variadas formações instrumentais e estilos distintos. Em 2007, o Palácio das Artes recebeu 32 edições do projeto entre os meses de abril e dezembro. Marcado pela diversidade, com destaque para a música brasileira, o projeto traz toda semana grandes nomes da música erudita. Os concertos são realizados às quartas-feiras.

Alexandre Braga é graduado em flauta pela UFMG. Iniciou seus estudos musicais em 1986 no Conservatório Estadual de Varginha-MG e participou de vários cursos e master classes em Vitória, Juiz de Fora, Campos, Rio de Janeiro e Curitiba.

Foi vencedor do “X e XI Concurso Jovens Solistas da UFMG”, menção honrosa no “I Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica da Bahia” e vencedor no “I Concurso Jovens Músicos BDMG” e no “I Concurso Jovens Solistas do Festival de Ouro Branco”. Alexandre é flautista e piccolista da Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, primeiro flautista solista da Orquestra Experimental da Ufop e professor de flauta no Centro de Formação Artística (Cefar) do Palácio das Artes.

Carlos Aleixo dos Reis nasceu em Itabira e é professor de viola da Universidade Federal de Minas Gerais. Bacharel em música pela mesma instituição, Carlos concluiu o Mestrado nos Estados Unidos (1995) com o título “Master of Music in Viola Performance na Shenandoah University. Em maio de 2006, concluiu o Doutorado em Artes Musicais e Performance/Viola (USA).

Como violista convidado já atuou em concertos com a Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo/Osesp. Na área de música popular, Carlos tem atuado em gravações com músicos de renome tais como, Túlio Mourão, Geraldo Viana, Mauro Rodrigues, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Luiza Pozzi, dentre outros.

Celso Faria é graduado em violão pela UFMG. Ingressou no Curso de Formação Musical da UFMG em 1994. Participou de diversos máster classes com importantes professores de violão: Fábio Monteiro; Beto Davezac; Thomas Patherson e Fábio Zanon. Celso foi premiado no “VII Concurso Nacional de Violão Souza Lima” (São Paulo, 1996), vencedor na sua categoria do “IX e XIV Concurso Jovens Solistas da UFMG” (1998 e 2004) e vencedor do “II e III Concurso Jovem Músico BDMG” (2002 e 2003). Já atuou como solista frente a Orquestra de Câmara Sesiminas e à Orquestra Sinfônica da UFMG. Atualmente, Celso é professor de violão na Universidade do Estado de Minas Gerais.

Programa

W. MATIEGKA : Notturno para flauta, viola e violão,op.21; Allegro moderato

F. MOLINO: Trio para flauta, viola e violão,op.45 – Allegro; Romanze; Rondó

O. LANNA: ( Arr. Celso Faria) - Duas melodias

J. KREUTZER : Trio para flauta, viola e violão,op.16 - Allegro risoluto, Adagio, Alla polacca.

Fonte: Minas On-line (https://www.mg.gov.br/portalmg/do/noticias?op=estruturaConteudo&opMenu=hoje&coConteudo=51361&coSeqPagina=18&coSeqOrigemAcesso=7)

Inconfidente
April 28th, 2008, 06:23 PM
Walter Sebastião

Jackson Romanelli/EM
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O arquiteto Saul Vilella e o presidente da Fundação Inimá de Paula, Mauro Tunes Júnior, no interior do museu

Há uma década, um grupo de colecionadores decidiu iniciar projeto de catalogação da obra do pintor mineiro Inimá de Paula (1918-1999). E criaram fundação que catalogou mais de 2 mil trabalhos do artista e editou livro de referência que, ainda hoje, poucos pintores brasileiros têm. Em 2002, o empresário Mauro Tunes Júnior, presidente da Fundação Inimá de Paula, anunciou outro objetivo não menos ambicioso: a criação de um museu do artista. E vieram tempos de batalha para conseguir um local – e, com apoio do governado do estado, surgiu a possibilidade de instalação no antigo Clube Belo Horizonte e Cine Guarani. O projeto do espaço ficou a cargo do arquiteto Saul Vilella e os recursos para a obra – R$ 4 milhões – foram investidos pelo próprio presidente da fundação, sem uso das leis de incentivo.

E houve, recorda Mauro Tunes, o momento da reforma de local que, fechado há tempos, estava muito deteriorado. Só para começar os trabalhos foram retiradas do local 600 caçambas de entulho. Janelas estavam podres, havia poças de água sobre tacos, o espaço tinha várias intervenções, nenhum banheiro funcionava. Passado um ano e dois meses de obras, o que era um imóvel que, devido ao abandono, tinha ares de casa de fantasmas renasce a partir de segunda (dia 28), com jeito de novo cartão-postal de Belo Horizonte. E torna-se sede do Museu Inimá de Paula, que vai estar aberto para o público a partir de 1º de maio. São quatro pavimentos caprichosamente recuperados, que vão abrigar dois espaços de exposições, um cineauditório e cafeteria. “A proposta é ser centro de referência na área de cultura para toda a população”, conta Mauro Tunes.

“O desafio agora é fazer o museu brilhar”, completa o presidente da Fundação Inimá de Paula. A proposta é ser local dinâmico e com perfil de centro cultural, com programação de exposição de jovens artistas, autores nacionais com obra importante e até mostra de criadores internacionais, como Picasso, exemplifica. Não esconde que, em certos momentos, quase desistiu do projeto. Seja pela lentidão dos processos burocráticos ou, seja pela amplitude da reforma que tinha de ser feita. E mesmo pelo fato de às vezes se sentir incompreendido. “Me perguntavam por que estava investindo tanto dinheiro em prédio que não é meu, voltado para artista que mal conhecia, de quem tenho poucas obras e que nem era meu parente”, recorda. “É homenagem a um grande artista e um presente para Belo Horizonte de alguém que nasceu, cresceu e fez sua vida na cidade”, afirma Mauro.

“Uma sociedade que não sabe guardar a sua história tem futuro incerto”, diz Mauro Tunes, explicando que gostaria que a criação do Museu Inimá de Paula fosse exemplo da parceria público-privada na área de cultura. Com relação à mostra Dialeto cromático, que abre a casa, explica que é exposição que privilegia visão panorâmica, com vários momentos da linguagem do artista, mas “trazendo um Inimá diferente do que estamos acostumados”. O que mais gosta na pintura do mineiro: “O traço forte e a cor. É obra alegre, feita por homem simples, com dimensão social. Inimá denunciou as derrubadas de matas, as demolições de casas antigas, o crescimento desordenado das cidades, pintou favelas. Trabalhou com problemas sociais gravíssimos que só estão aflorando hoje”, conta.

Jackson Romanelli/EM
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Sede do Museu Inimá de Paula, na Rua da Bahia com Álvares Cabral

Inimá de Paula

Inimá de Paula (1918- 1999) é um dos pintores mais conhecidos do Brasil. Nasceu em Itanhomi, passou a infância em Mutum e a juventude em Juiz de Fora, onde tem os primeiros contatos com a arte. Mora entre 1944 e 1945 em Fortaleza, convivendo com grupo que reunia artistas como Aldemir Martins e Antônio Bandeira e o crítico Mário Barata. Essa vivência trouxe, como contaria o artista mais tarde, a certeza de que queria se dedicar à pintura. Muda então para o Rio de Janeiro, integra-se ao circuito artístico, participa de salões e ganha proteção de Candido Portinari, que escreve texto para a primeira exposição do mineiro, em 1948, no IAB do Rio de Janeiro. Em 1954 ganha prêmio de viagem ao exterior do Salão de Arte Moderna, viajando então para Paris, onde vive até 1956. Fixa residência em Belo Horizonte a partir de 1965. Em entrevista ao Estado de Minas, em 1997, o artista falou dos fundamentos de sua obra.

• Cor – “Pode ser inventada, não precisa ficar no procedimento acadêmico de reprodução da percepção visual das coisas exteriores. A gente vê muito com o sentimento e nem tanto com a visão. Cada artista tem a sua palheta, mas isso não é importante. A tinta é só um material, o que importa são as modulações, as misturas que a gente faz.”

• Conselho – “Trabalhar seriamente, não levar a arte na brincadeira, não procurar os meios fáceis – o bom é o difícil, o fácil não diz nada. E ser mais recluso para poder pensar. A pintura coloca problemas que cobram uma solução. Não é produto da inspiração súbita, é reflexão.”

• Arte – “Para mim, no âmbito da pintura, é ser honesto em suas concepções, ter noção estética da beleza da forma. É comunicar algum coisa fora do comum, original, de forma inteligente. É preciso saber trabalhar o quadro como criação e não como imitação. Pintura sem criatividade não tem vibração.’’

Endereço histórico

O imóvel que abriga o Museu Inimá de Paula é bem conhecido do público. Está situado bem na esquina de Rua da Bahia com Avenida Álvares Cabral. Foi construído entre os anos 1926 e 1930, com projeto de Luiz Signorelli (1896-1964), um dos fundadores da Escola de Arquitetura da UFMG. É exemplo do estilo art decó, mostrando primórdios do modernismo, quando fachadas suntuosas e decorações rebuscadas são trocadas por edifícios de linhas limpas e decoração que, com graça e elegância, mescla motivos geométricos e inspiração na natureza. É endereço famoso: foi sede do Clube Belo Horizonte e dos cinemas Odeon e Guarani. Locais evocados em crônicas de escritores como Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e Paulo Mendes Campos, entre outros. Funciona no local a 4ª Companhia do 1º Batalhão da Polícia, que teve suas instalações reformadas e ampliadas.

O arquiteto

Saul Vilella, falando da reforma do imóvel, explica que o trabalho realizado foi restauração da parte externa e interna buscando a concepção espacial do projeto original do edifício e remoção de intervenções descaracterizadoras. Foi criada uma interligação entre os quatro pavimentos através de uma escada. Outras preocupações foram melhorias de aeração, iluminação e acessibilidade. Para o arquiteto, a criação do Museu Inimá de Paula insere-se no trabalho de resgate do Centro de Belo Horizonte, o que ele considera importante pois, como explica, é ação “que puxa outros resgates como o social e o comercial”. Mais: “Recuperar o Centro é vital para que o cidadão sinta que a cidade é dele, que é lugar onde pode caminhar com prazer e segurança”.

As exposições

O Museu Inimá de Paula tem acervo de cerca de 100 obras, cedidas por vários colecionadores em regime de comodato, por dois anos. Como explica Júlio Martins, curador-geral, a proposta é apresentá-las, com recortes diferentes, em mostras que vão mudar de seis em seis meses. Para as salas de exposição temporárias estão previstas três ou quatro exposições anuais, intercalando jovens artistas e autores com carreira estabelecida. Uma vez por ano, um grande artista ocupará todo o museu. Com relação à abertura do espaço, explica que o panorama que leva o título de Dialeto cromático mostra a abstração na obra do pintor e aos retratos que ele realizou. “Para além da beleza das cores, Inimá de Paula tem pintura sofisticada, com clima melancólico, que tem lugar de destaque na arte brasileira”, explica.

MUSEU INIMÁ DE PAULA - Rua da Bahia, 1.201. Inauguração segunda (dia 28), às 19h. Aberto ao público a partir de 1º de maio. De quarta a domingo, das 10h às 19h. Ingresso: R$ 3. Informações pelo telefone (31) 3281-2779.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3474)

Inconfidente
April 29th, 2008, 12:52 AM
Carlos Herculano Lopes
EM Cultura

Bel Pedrosa/Divulgação
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Bernardo Carvalho é autor de Magnólia e O sol se põe em São Paulo

Como costuma acontecer com muito escritores, também Bernardo Carvalho começou sua carreira literária publicando uma coletânea de contos, Aberração, em 1993. De lá para cá migrou para o romance e já lançou vários, entre eles os celebrados Nove noites, de 2002, com o qual ganhou o cobiçado Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, e Magnólia, que lhe deu o Prêmio da APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte. Nascido no Rio, em 1960, ele é o convidado de hoje do projeto Ofício da palavra, no Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, por onde já passaram, entre outros, escritores como Marçal Aquino, Cíntia Moscovich e Moacyr Scliar.

Escritor perfeccionista, que confessa ter reescrito um dos seus livros, O sol se põe em São Paulo, “umas 20 vezes”, Bernardo Carvalho diz que a literatura dá sentido para a sua vida. “Assim como tem gente que se apega a uma religião, a um trabalho”. Quanto ao fato de reescrever os seus textos até ficarem na medida certa, ele diz que, em geral, o autor sabe quando ainda não chegou lá e também quando passou do ponto, pois cada livro tem sua economia própria. “A pessoa percebe. Agora, sempre dá para mexer. O difícil é saber a hora de parar, para não estragar o que já estava pronto”, diz.

Atualmente, ele anda às voltas com um novo romance, Amores expressos, que será o resultado de uma viagem feita a São Petersburgo, na Rússia, como participante de uma idéia do cineasta paulista Rodrigo Teixeira. No projeto, 17 escritores visitaram 17 cidades diferentes, com o compromisso de escrever uma história de amor, localizada no local visitado. Bernardo Carvalho confessa que não segue a produção literária brasileira de hoje, mas afirma: “Há muita coisa sendo produzida, não só aqui, como no mundo inteiro. No meu caso, costumo ler o tem mais a ver comigo e com o meu trabalho,” conclui.

OFÍCIO DA PALAVRA - Com o romancista Bernardo Carvalho, terça (dia 29), às 19h30, no Museu de Artes e Ofícios, Praça da Estação. Entrada franca. Informações: (31) 3248-8600.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3476)

Inconfidente
April 29th, 2008, 12:55 AM
Erick Araújo
Portal Uai

http://img136.imageshack.us/img136/7503/gersonking32fa6all6.jpg

O primeiro fim de semana do festival Conexão Vivo agradou em cheio ao público de Belo Horizonte, com um desfile de novos talentos, bandas urgentes do cenário independente e grupos consagrados.

Destaque para os shows da Nação Zumbi, a dobradinha dos mineiros do The Dead Lover's Twisted Heart com Odair José, o rock do Udora e a sempre festiva apresentação dos Móveis Coloniais de Acaju.

Galeria de fotos com Udora e Móveis Coloniais (http://www4.estaminas.com.br/emonline/modulos/galeriadefoto/portlets/galeriafoto?id_galeria=872)

Nesta semana, o Conexão Vivo, que substitui o saudoso Conexão Telemig Celular, reserva mais uma série de shows no Parque Municipal, no centro de Belo Horizonte, já a partir desta quarta-feira (30).

BNegão e os Seletores de Frequência, Falcatrua com os Los Porongas, Fernanda Takai e Berimbrown com Gerson King Combo são algumas das apresentações.

Os clientes Vivo podem pegar três pares de ingressos gratuitos nas lojas da operadora na Savassi e no Centro de Belo Horizonte, apresentando um documento de identidade e o número do celular. Para quem não é cliente, os ingressos são vendidos pelo preço de R$ 10,00.

Conheça a programação
Shows: de 18h às 1h

30/04 - QUARTA
Wilson Dias convida Juraildes da Cruz (GO), Rafael Macedo e Pulando o Vitrô, Elisa Paraiso convida Guinga (RJ), Déa Trancoso convida Tita Parra (Chile)

01/05 - QUINTA
Ragna, Prucutrutá, Cataventoré, Berimbrown convida Gerson King Combo (RJ), Renegado + Ganja Man (SP) + Aline Calixto, BNegão e os Seletores de Frequência (RJ)

02/05 - SEXTA
Cesar Maurício, Fabiana Lima & Bruno Andrade convidam Maurício Tizumba, Anthonio, Enéias Xavier Convida Chico Amaral e Lincon Cheib, Falcatrua convida Los Porongas (AC)

03/05 - SÁBADO
Concreto, Gustavo Maguá, Porcas Borboletas, Rebeca Matta (BA), Zé da Guiomar

04/05 - DOMINGO
Dois do Samba, Babilak Bah, Rosa dos Ventos convida Titane, Celso Moretti convida Fauzi Beydoun (SP), Fernanda Takai

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3483)

Inconfidente
April 29th, 2008, 01:02 AM
A Prefeitura abre nesta terça-feira, dia 29, às 10h, a Exposição "Arte e Cidadania - BH 110 anos", do Projeto Guernica, na Faculdade Estácio de Sá (avenida Francisco Sales, 23, Floresta), região Leste da cidade. A exposição fica aberta até a primeira quinzena de maio. No lançamento, haverá uma apresentação do grupo de mobilização Cidadania em Ato.

A exposição é composta por 24 telas, no formato de 1,80 X 1,20 cada, que interpretam a cidade na visão dos jovens atendidos pelo projeto, a partir de oficina desenvolvida com os monitores sobre a história de Belo Horizonte. A oficina faz parte da Jornada Itinerante 365º de Cidadania que, além de comemorar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, busca refletir sobre as perspectivas de futuro da cidade no que diz respeito ao exercício da cidadania e ao respeito às diferenças. Até o final do ano, o público poderá conferir a exposição em todas as regionais da cidade.

O Guernica é um projeto que envolve crianças, adolescentes e jovens adultos em atividades culturais, artísticas e sociais, sendo um espaço de estudo e pesquisa sobre o grafite/pichação na cidade. O projeto tem o objetivo de desenvolver políticas públicas sobre o tema que levem em consideração a paisagem urbana, o patrimônio e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8439&ver_servico=N)

Inconfidente
April 29th, 2008, 04:49 AM
O Centro de Referência Audiovisual (Crav) da Prefeitura ganhou nova sede, nesta segunda- feira, dia 28, e é, agora, a primeira instituição de Minas Gerais a contar com uma câmara e três depósitos climatizados em temperatura e umidade relativa controladas , seguindo os parâmetros do Índice de Permanência de Imagem (IPI). Localizado na casa amarela da avenida Álvares Cabral, 560, Centro, o espaço foi inaugurado pelo prefeito Fernando Pimentel, com a a presença do secretário Nacional do Audiovisual do Ministério da Cultura, Sílvio Da-Rin, vereadores, cineastas e profissionais do audiovisual.

O salto de qualidade nos trabalhos do centro com as novas instalações foi destacado pelo prefeito. "Pela primeira vez o Centro de Referência Audiovisual tem uma sede definitiva, adequada ao seu funcionamento, com equipamentos de última geração , de primeira qualidade e com um acervo considerável. Eu acho que Belo Horizonte está de parabéns. Foi uma trajetória importante", disse.

Pimentel lembrou que o CRAV foi criado em 1995 e depois a Prefeitura evoluiu para a busca de uma sede própria. "Finalmente fizemos a reforma deste casarão, que está em um local muito adequado. Eu convido a todos que venham à avenida Álvares Cabral conhecer o CRAV", afirmou.

"Com a estrutura da nova sede passamos de 708 rolos de filmes para mais de 25 mil em nosso acervo", considerou o diretor do CRAV, Neander de Oliveira César , definindo, com esta frase, a importância das novas instalações. Durante a inauguração foram assinados termos de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Prefeitura para a implantação do Sistema Brasileiro de Informações Audiovisuais; de doação de documentos fílmicos da Rede Globo para a Prefeitura; de cooperação técnica objetivando a realização, nas instalações do CRAV, da disciplina de Restauração e Conservação de Acervo Fílmico para o curso de bacharelado em cinema do Centro Universitário UNA ; e de cooperação técnica entre a Cinemateca Brasileira e a Prefeitura para a implantação da Cinemateca de Belo Horizonte.

Programação

A programação de inauguração da nova sede do CRAV oferece ao público uma mostra de filmes organizada de forma a traçar um panorama do audiovisual produzido em Minas Gerais desde o início do século XX. A mostra está dividida em três temáticas: "Retrospectiva do CRAV", que traz produções realizadas na instituição, "Clássicos do Dia" , com exibição de filmes raros depositados no acervo do centro, e "Cineastas Contemporâneos", que vai apresentar animações, ficções e documentários dos principais cineastas atuantes no Estado. A programação é gratuita e segue até a próxima quarta -feira, dia 30. Confira no site www.pbh.gov.br/cultura.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8441&ver_servico=N)

Carlosh2
May 4th, 2008, 02:04 PM
Lindas casas de cultura!


Belo Horizonte está de parabéns!

ESMAwar
May 4th, 2008, 05:52 PM
Inimá de Paula
é DEZ mesmo...
convido a todos que não foram
dá um passadinha lá!

Inconfidente
May 5th, 2008, 03:12 AM
Janaina Cunha Melo
EM Cultura

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O violinista Patrick Desrosiers, de 40 anos, nasceu no Haiti, onde viveu até a juventude. Aos 19, radicou-se nos Estados Unidos e integrou por duas décadas a Orquestra Sinfônica da Filadélfia, uma das mais prestigiadas do mundo. Inspirado pela bossa nova de Tom Jobim e estimulado pelos carnavais de Salvador e do Rio de Janeiro, que conheceu em 2004, ele escolheu a Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais (Osemg) e a cidade de Belo Horizonte como novo porto. Para ele e para cerca de 20 instrumentistas estrangeiros que integram o grupo, a nova realidade é tão instigante quanto o projeto artístico de que fazem parte. No Brasil, eles descobriram uma forma diferente de exercer seu ofício, confirmando que a música é arte sem fronteiras.

Desrosiers já estava disposto a deixar os Estados Unidos quando ficou sabendo, por jornais norte-americanos especializados em música erudita, do processo de seleção para a nova orquestra mineira. Casualmente, conheceu o maestro Fábio Mechetti na Filadélfia, e decidiu concorrer à vaga. O violinista, que havia cogitado se mudar para a França, usou critérios subjetivos, mas não menos importantes, para tomar a decisão de trabalhar no Brasil. “Viajei para muitos países nesses anos todos e não conheci lugar onde as pessoas fossem tão calorosas como aqui. Com o violino, quando estou no palco, posso me comunicar em qualquer país. Sem ele, não é tão fácil”, afirma o haitiano, que aposta no sentimento de proximidade cultural. Essa idéia de pertencimento tem sido fundamental para a adaptação em BH. “Não é o mesmo que estar na Europa”, diz.

Quando não ensaia no Palácio das Artes, passa todo o tempo com dicionário a postos, inclusive nos momentos de descontração. Notívago, Patrick Desrosiers gosta de dançar e se identifica com a MPB. Em pouco mais de dois meses em Belo Horizonte, elogia a cidade e se sente acolhido. “Já fiz vários amigos, que me ajudam no dia-a-dia”. Ele acredita no projeto da nova orquestra e observa que o empenho da equipe será determinante para o progresso do grupo: “É só o começo. Precisamos trabalhar duro, com dedicação, para adquirir experiência. Essa é uma formação jovem, que está levando a sério o projeto artístico”.

O chefe de naipes das trompas, Evgueni Gerassimov, de 35, deixou a Bielorússia, na Europa, há 10 anos, para integrar a Orquestra Sinfônica de Manaus. Estranhou o calor, o clima úmido e a distância dos parentes, mas constituiu família no Brasil com a conterrânea Tatiana. O casal tem dois filhos amazonenses. Não foi difícil a adaptação ao cardápio mineiro – ele adora a variedade de legumes e carnes disponível nos restaurantes – e às temperaturas amenas de Belo Horizonte. “É maravilhoso sentir um pouco de frio à noite, depois de acordar de madrugada por causa do calor de 35 graus de Manaus. Sinto falta da minha pátria, do meu povo e da minha família, mas os brasileiros são muito gentis e hospitaleiros”, comenta.

Talento

Ele concorda com Patrick Desrosiers quanto à necessidade de investir no grupo para que a orquestra se consolide com o nível de qualidade esperado. “Isso exige tempo, experiência e profissionalismo. Esse é o tamanho da responsabilidade que temos pela frente. Precisamos reunir nossa energia para obter bom resultado”, reforça. O bielorusso compara a realidade da música erudita no Brasil com a da Europa e avalia que, apesar de tradições diferentes, os instrumentistas brasileiros sinalizam boas expectativas. “Tenho muitos alunos talentosos, esse é um sinal evidente de que o interesse contribui para a consolidação do gênero”. Para Gerassimov, as orquestras, de modo geral, têm o compromisso de favorecer a formação de público crítico, que prefere qualidade à exibição.

“As pessoas podem não entender tanto, mas elas gostam, e isso é o mais importante. Então, precisamos melhorar, cada dia mais, nosso desempenho para educar o gosto da platéia, porque o repertório erudito se renova por muitas vias, inclusive pela música popular”, observa o trompista, elogiando os brasileiros Villa-Lobos, Guerra Peixe, Cláudio Santoro e Emérico Lobo de Mesquita.

O contrabaixista português Vítor Albuquerque, de 30, aposta na nova orquestra como espaço de aprimoramento profissional. Ele optou por caminho inverso – da Europa,veio para a América Latina. “Fiquei atraído pelo projeto mineiro, que tem programa artístico ambicioso. Essa experiência confirma o que já sabia de Fábio Mechetti, conhecido internacionalmente como um maestro sério e dedicado”, diz.

Clima

Da República Sérvia, a harpista Tamara Dobranic e a violoncelista Lina Radovanovic também citam a oportunidade de trabalhar com o maestro como um dos principais estímulos para tocar no Brasil, além da motivação de integrar grupo com instrumentistas de várias nacionalidades e projeto arrojado. “É interessante esse relacionamento, cada um tem um tipo de personalidade”, diz Tamara. Para Lina, a adaptação tem sido fácil, pelo clima ameno da cidade. “Das cidades brasileiras que conheço, essa é a que mais me lembra a Europa. Isso facilita”, comenta.

Gerente da Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, Jussan Fernandes dos Santos se surpreendeu com os instrumentistas, que se adaptaram rapidamente à estrutura mineira e chegaram dispostos a descobrir nova cultura. Jovens, disciplinados e talentosos, nem o idioma tem sido empecilho para os músicos. “A impressão é que eles estão se divertindo e fazendo o melhor possível para que o projeto dê certo e se mantenha, o mais difícil numa estrutura que exige investimento alto”. Este mês, a orquestra realizará concertos no interior do estado, em Lavras, Varginha e Poços de Caldas, além de apresentações regulares no Grande Teatro do Palácio das Artes.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3517)

ESMAwar
May 7th, 2008, 01:26 AM
Concerteza encanta!^^^^
A nova orquestra tá Show
mesmo depois de uma modernizada
ficou muito bom!

Inconfidente
May 7th, 2008, 04:57 AM
Fotos: Divulgação
http://img262.imageshack.us/img262/8189/imagemfz7.jpg
A fachada do Museu

Concretização do sonho de um célebre pintor mineiro. Esta pode ser a melhor definição para o novo cartão postal de Belo Horizonte: o Museu Inimá de Paula, inaugurado no último dia 28 de abril. A partir de um espaço alocado pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, na Rua da Bahia, onde funcionava o antigo Clube Belo Horizonte e o Cine Guarani, o Museu é uma homenagem ao artista plástico Inimá José de Paula, falecido em 1999. Por meio de suas obras, o espaço irá contar a trajetória do pintor e sua inserção no contexto cultural brasileiro, apresentando um panorama histórico do Brasil no século XX. O local também irá abrigar exposições temporárias de artistas emergentes e consagrados, além de uma programação diversificada de acontecimentos culturais e corporativos.

Após o registro de quase duas mil peças e da edição de dois volumes que reproduzem as obras catalogadas, a diretoria da Fundação Inimá de Paula concretizou a viabilização do Museu, que surge como uma proposta diferente. Além de manter um rico acervo permanente, com cerca de 80 obras do artista mineiro, o Museu será um centro cultural completo. “O espaço não somente irá servir para a divulgação da vida e obra de Inimá, mas também para abrigar eventos culturais em geral, caracterizando-se como um local aberto a exposições de novos artistas, seminários, cursos, workshops e eventos corporativos”, afirma o presidente da Fundação, Mauro Tunes. O Museu Inimá de Paula contará também com Cine-auditório, livraria, loja e café-Gourmet, operado pelo café Khalua.

Divulgação de obras - Segundo Tunes, a consolidação do Museu era um sonho que parecia distante de ser alcançado. “Nosso objetivo principal era catalogar, preservar e divulgar as obras de Inimá. O primeiro passo, registrar as peças e editar os livros, já parecia uma tarefa impossível, mas conseguimos realizar. Então, decidimos ir atrás do nosso sonho maior”, ressalta. Mais de cem pessoas trabalharam no desenvolvimento dos seis pavimentos do Museu, cuja área total é de 3000m². Na restauração do prédio, que começou em março de 2007, foram investidos R$ 4 milhões, integralmente doados por Mauro Tunes Júnior. Serviços de demolição, construção, sondagem, fundação, instalação de escadas e acessos especiais, elevador e ar condicionado, pintura, projetos elétrico, hidráulico, anti-incêndio, de imagem e som, câmeras de segurança e de iluminação foram executados. “O prédio foi adaptado a todas as regras de segurança necessárias para um espaço público”, afirma o presidente.

Estrutura - Projetado pelo arquiteto Saul Vilela, o Museu Inimá de Paula mantém todas as características originais do edifício Art Déco que o abriga, conta com espaços, estrutura e equipamentos comparáveis aos melhores Museus do mundo. Além do acervo permanente e o espaço cultural, uma galeria virtual equipada com um telão de 13 x 2,5 m permitirá ao visitante interagir com todo o acervo de quase 2.000 obras catalogadas do artista. “Com a ajuda do computador, o visitante poderá de maneira muito simples montar exposições temáticas das obras do Inimá que serão exibidas neste telão gigante em tamanho natural. Uma viagem virtual a um mundo de imagens e cores de Inimá”, ressalta Mauro Tunes. O antigo Cine Guarani, com capacidade para 150 pessoas, foi totalmente remodelado e modernizado com equipamentos de última geração. O espaço, uma conjugação de auditório, cinema e teatro, irá abrigar apresentação de peças, eventos musicais e encontros corporativos.

O Museu Inimá de Paula traz diversas vantagens a seus patrocinadores. A reconstrução de um antigo patrimônio de Belo Horizonte dá origem a um dos principais pólos culturais de todo o Estado, criando os atrativos necessários para fortalecer parcerias com empresas dedicadas a associar sua marca a um investimento de sucesso. Além disso, as instalações do Museu Inimá de Paula estarão abertas durante todos os meses do ano e totalmente aptas a receber eventos corporativos de naturezas diversas.

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Auto-retrato do pintor mineiro

O Artista - Mineiro de Itanhomi, pequena cidade localizada no Vale do Aço, Minas Gerais, Inimá se dedicou ainda adolescente ao retoque de fotografias. Celebrado como “Mestre das cores” e “Fauve brasileiro”, o artista foi fundamental na difusão e consolidação da arte moderna no Ceará, Rio de Janeiro e, principalmente, em Minas Gerais. Em 1952 recebeu o Prêmio “Viagem ao Estrangeiro” no Salão Nacional de Arte Moderna e, dois anos depois, embarcou para Paris onde estudou com André Lhote e Gino Severini, grandes mestres europeus. De volta a Belo Horizonte, a partir da década de 1960, dedicou-se à sua pintura, marcada pela expressividade e sobretudo pela força das cores.

Inimá foi classificado como ‘fauvista’ por utilizar cores puras, de maneira ‘selvagem’, vibrante, exuberante. Por meio de suas paisagens e retratos comunicava sentimentos, melancolias, afetos, atmosferas, experiências e sentidos. Além de comporem uma obra rica e densa, as pinturas contam, com propriedade inconfundível, uma parte importante da história do Brasil e da Arte brasileira. O Museu que leva seu nome se propõe a consolidar em Belo Horizonte uma plataforma consistente para o convívio com a arte.

O Museu Inimá de Paula estará
aberto para visitação de quarta a
domingo, de 10h às 19h.

Fonte: Jornal do Belvedere (http://www.jornaldobelvedere.com.br/images/pag09mai08.pdf)

GRGM
May 7th, 2008, 12:56 PM
^ Uau, essa é a foto mais bonita que vi dele até agora! Que diferença se compararmos com como estava antes! BH parece estar "desabrochando" de tal modo que será impossível que as pessoas sigam fechando os olhos ao que ela tem de bom, só por, eventualmente, terem uma idéia pré-concebida e errada ;)

Astronauta
May 7th, 2008, 04:02 PM
^^ Detalhe para a cúpula do Centro Cultural atrás. :D Muito bonito. Tiraremos fotos na próxima reunião do SSC-BH. Mesmo que seja o encontro de só de um forista :(

Inconfidente
May 8th, 2008, 01:05 AM
^^ Eu vou com certeza!

Patrick-RJ
May 8th, 2008, 01:38 AM
^^
Belo prédio! Quando estiver em BH, com certeza visitarei esse museu.

dfbm
May 8th, 2008, 03:11 AM
^ Uau, essa é a foto mais bonita que vi dele até agora! Que diferença se compararmos com como estava antes! BH parece estar "desabrochando" de tal modo que será impossível que as pessoas sigam fechando os olhos ao que ela tem de bom, só por, eventualmente, terem uma idéia pré-concebida e errada ;)

É, eu não gostei muito dessa cor bege/cinza/verde dele, mas de noite, com essa iluminação, ficou muito bonito mesmo!

Inconfidente
May 8th, 2008, 03:51 AM
A Missa Afro Brasileira, mais consagrada obra do maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca (1933 – 2006), e que se completa, com instrumentos de percussão genuinamente africanos, teve apresentação inédita no último dia 30 de abril, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e contou com arranjos do renomado percussionista Djalma Corrêa, além da participação dos solistas Sylvia Klein, Luciana Monteiro, Welington Vilaça e José Carlos Leal. Composta em 1971, originalmente para coro misto “a capella”, a Missa Afro Brasileira destaca o sincretismo religioso, um amálgama de doutrinas ou concepções heterogêneas presente nos cultos afro-brasileiros. O interesse do autor pela cultura afro-brasileira talvez seja o que faça de sua principal obra um grande destaque. “Ele, enquanto maestro e compositor, mergulhou nas raízes da sonoridade afro para tentar compreender os detalhes e a influência do povo africano, tudo isso aliado à mistura cultural mineira e portuguesa”, ressalta a maestrina Ângela Pinto Coelho, idealizadora do projeto.

“Como os negros não podiam reverenciar suas entidades, utilizavam projeções católicas para se expressarem. Tais representações reforçaram as influências das culturas portuguesa e africana nas diferentes regiões do País”, destaca Jaques Diogo, diretor de produção do espetáculo.

A Missa - Sobre a obra, o próprio maestro Carlos Alberto disse certa vez “o sincretismo é uma realidade no Brasil. Tentei expressar os sentimentos religiosos dos brasileiros, povo formado pela mistura do europeu, do negro e dos ancestrais indígenas”.

Muitos especialistas ressaltam ainda que a missa tenta abolir as barreiras entre sacro e profano, erudito e popular, sendo composta com alternâncias e, muitas vezes, superposições de textos em latim e em português. O batuque é representado pelos ritmos mais percussivos de origem afro. O acalanto, por sua vez, pelas canções de ninar, as cantigas de roda, além da marcha-rancho, do choro e do sambacanção. A obra, premiada em 1976 pela Associação Paulista de Críticos da Arte, como “Melhor obra vocal do ano”, tem sido apresentada com grande sucesso nos Estados Unidos, Europa e em vários países da América Latina.

Fonte: Jornal do Belvedere (http://www.jornaldobelvedere.com.br/images/pag16mai08.pdf)

Inconfidente
May 8th, 2008, 04:02 AM
Organização espera 130 mil pessoas no evento que começa no dia 15. Proposta é atrair o público distante dos livros

Carlos Herculano Lopes
EM Cultura

Marcos Vieira/EM/D.A Press
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O poeta Affonso Ávila ganha homenagem por seus 80 anos dedicados à cultura

Entusiasmo e vontade para que tudo dê certo não faltam aos organizadores da Bienal do Livro de Minas Gerais, que será aberta no dia 15, às 9h, no Expominas, com mesa-redonda mediada pela professora Melânia Silva Aguiar e pelo escritor Rui Mourão. O evento homenageará o ensaísta e poeta Affonso Ávila, que participará do debate de abertura.

O público terá a oportunidade de percorrer estandes de 130 expositores, além de ter contato com dezenas de autores participantes do Café Literário, organizado pela escritora Guiomar de Grammont. Zuenir Ventura, Affonso Romano de Sant’Anna, Rubem Alves, Ruy Castro e Moacyr Scliar, entre outros, são alguns deles, além de autores residentes em Minas, como Tião Nunes e Esther Maciel.

“Nossa expectativa é atrair as pessoas que não têm oportunidade de adentrar no universo dos livros, nem de ter um contato mais próximo com os escritores”, diz Guiomar. Os adolescentes ganharão um espaço especial, a Arena Jovem.

Para José Alencar Mayrink, presidente da Câmara Mineira do Livro, que promove a bienal em parceria com a Fagga Eventos, as expectativas são boas. “Embora o tempo para organizar o evento tenha sido pouco, tenho certeza de que tudo dará certo, será um marco na história cultural de Minas”, diz.

Andreia Repsold, vice-presidente da Fagga, responsável pelas bienais literárias do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Salvador, lembra que foram fechadas parcerias importantes. “A programação está muito boa e esperamos a visita de 130 mil pessoas. Temos a presença confirmada de 25 mil estudantes, um público que nos interessa muito”, conclui.

BIENAL DO LIVRO DE MINAS - De 15 a 25 deste mês. Expominas, Avenida Amazonas, 6.030, Gameleira. Abertura no dia 15, às 12h. Ingressos: R$6 (inteira) e R$3 (meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos). De segunda a sexta-feira, das 9h às 22h; sábado e domingo, das 10h às 22h. Informações: (31) 2535-5257/ 5258.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3561)

Inconfidente
May 8th, 2008, 04:05 AM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Letícia Abras/EM/D.A Press
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De quinta a sábado, Fernando Cocchiarale fará palestras na Guignard

O título é uma provocação: Quem tem medo de arte contemporânea?. Durante três encontros, o crítico de arte, curador e professor Fernando Cocchiarale, do Rio de Janeiro, vai responder à questão buscando abrir a cabeça do público no segundo workshop da série O pensamento expandido. Iniciativa da d’Cult Marketing Cultural, o workshop será promovido de quinta a sábado na Escola Guignard. “Se você fizer essa pergunta, as pessoas vão estranhar, pois, de maneira geral, o público não entende arte contemporânea como arte”, comenta Cocchiarale, curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ).

A imersão nesse universo terá início na Renascença. “A idéia de que existem pessoas que produzem objetos exclusivamente para serem admirados e contemplados é muito recente. Ela começa a engatinhar no século 16 e se consolida no século 18”, explica. Até aquele momento, afirma Cocchiarale, “mesa era para comer, sapato para calçar e cadeira para sentar”. No século 18, as belas-artes passam a existir. “Até o limiar daquele período, a palavra arte dizia respeito a todo trabalho humano, não havia diferença entre o artesão e o artista.”

Tal conceito seria amplamente usado até a arte moderna. A contemporânea rompe com a idéia da arte somente para contemplação. “Quem for julgar a arte contemporânea utilizando as teorias da arte moderna, pensando somente na beleza, não vai gostar”, afirma Cocchiarale. Isto porque a produção contemporânea vai além. “Ela é outra maneira de conceber o fazer artístico, muito diferente daquela que imperou nos últimos 600 anos. Para falar de arte contemporânea, que tem uma produção fragmentada, você tem que falar não só de arte, mas do mundo atual, que está em rede”, conclui Cocchiarale.

QUEM TEM MEDO DE ARTE CONTEMPORÂNEA? - Workshop com Fernando Cocchiarale. Quinta e sexta, das 19h às 22h e sábado, das 10h às 13h, na Escola Guignard, Rua Ascânio Burlamaque, 540, Mangabeiras. Valor: R$ 300 (há desconto para grupos, professores e alunos). Informações: (31) 3337-7007 e www.dcult.com.br

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3562)

Inconfidente
May 8th, 2008, 04:07 AM
Erick Araújo
Portal Uai

http://img254.imageshack.us/img254/3426/saideira2502f56e5cj3.jpg

O festival mais celebrado pelos botequeiros de Belo Horizonte termina no próximo domingo (11). Mas o Comida di Buteco, que nesta edição reuniu 41 bares na disputa pelo título de melhor tira-gosto da capital, ainda guarda mais duas datas para quem não deseja experimentar os melhores aperitivos.

A tradicional Festa Saideira, em que é revelado o nome do vencedor do festival, acontece nos dias 17 e 18 (sábado e domingo) de maio. Os ingressos para a festança podem ser adquiridos em qualquer um dos bares participantes ou em shoppings da capital. Nesta edição, os botecos ainda recebem uma blitz da produção do festival para a venda de ingressos de mesa em mesa.

Em 2008 a festa está com endereço novo. Desta vez a despedida vai acontecer no Largo da Saideira, localizado em frente ao Hotel Ouro Minas, no bairro Cidade Nova. O evento contará com a presença de 50 bares (os 41 concorrentes e nove convidados) e muito samba.

No dia 17 já estão confirmados shows de Vander Lee e do Trio Mocotó. Na saideira definitiva, no domingo (18), as atrações são a Velha Guarda da Portela com Teresa Cristina, Moaçyr Luz, Monobloco e Brascuba.

Saideira – Comida di Buteco
Local: Largo da Saideira, Av. Cristiano Machado, nº 3450 (em frente ao Hotel Ouro Minas, em BH)
Ingresso (1 dia): R$40,00 (Inteira), R$20,00 (meia)
Passaporte (2 dias): R$70,00 (inteira), R$35,00 (meia)
Venda: Bares participantes, Shopping Cidade, Minas Shopping, Shopping 5ª Avenida ou pelo telefone: (31) 4003-1212

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3540)

JPBrazil
May 8th, 2008, 04:40 AM
oops, postei no lugar errado...

Inconfidente
May 8th, 2008, 11:23 PM
Autor: Liège Sousa

Até o dia 10 de maio, poderá ser visitada na AM Galeria de Arte (Rua Cláudio Manoel, 155/4, Funcionários) a exposição “Paisagens”. A mostra reúne desenhos e pinturas de três artistas plásticos especialistas no assunto: o mineiro Mário Zavagli e os paulistas, Ana Michaelis e Nelson Screnci. A entrada é franca.

A artista plástica paulista, Ana Michaelis, apresenta na exposição a série de pinturas “Repoussoir”. São seis obras na técnica de acrílica sobre tela e produzidas em 2008.

O mineiro Mário Zavagli expõe três aquarelas que têm como tema as paisagens mineiras. Ele retrata regiões de Diamantina, da cadeia do Espinhaço, de Furnas (Serra da Boa Esperança) e da Serra da Mantiqueira.

O paulista Nelson Screnci fecha a exposição coletiva com a série de pinturas “Florestas”, criada a partir da mistura de imagens da memória pessoal, da história da arte e de situações do cotidiano. São quatro obras, todas pintadas em acrílica sobre tela, em 2007 e 2008.

AGENDA: Exposição “Paisagens”

Período: 16/04/2008 a 10/05/2008

Horário: 10h às 19h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, de 10h às 14h

Local: Rua Cláudio Manoel, 155/ loja 4, Funcionários

Informações: (31) 3223-4209

ENTRADA FRANCA

Fonte: Eu Não Tenho Nome (http://www.eunaotenhonome.com.br/liegecamargos/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=11127)

Inconfidente
May 8th, 2008, 11:28 PM
Carlos Herculano Lopes
EM Cultura

Uma das mais felizes publicações literárias do país, que chama a atenção pelo bom gosto, os Cadernos de literatura brasileira, editados pelo Instituto Moreira Salles, estão completando 10 anos. Com impecáveis ensaios fotográficos de Edu Simões, que busca reproduzir o universo ficcional e humano dos autores, as 21 edições enfocam a vida e a obra de alguns dos mais importantes escritores brasileiros do século 20. Para comemorar a data, o IMS lançou recentemente edição especial que será apresentada quinta (dia 08) em Belo Horizonte, na sede do instituto, onde serão expostas as fotografias publicadas.

Ao longo desses 10 anos, a única mudança na publicação foi a inclusão de números sobre autores de clássicos. Até 2001, quando foi lançada a edição sobre Carlos Heitor Cony, todos os números eram dedicados a escritores atuantes no universo literário. Em 2002, para comemorar o centenário de Os sertões, de Euclides da Cunha, o IMS lançou edição dupla dedicada ao registro histórico e contemporâneo de Canudos, principal palco das batalhas entre os seguidores de Antônio Conselheiro e as tropas do governo. Depois vieram números sobre Erico Verissimo, Clarice Lispector e Guimarães Rosa.

Nesses volumes, a tradicional entrevista com o autor deu lugar a depoimentos deles. “Quando escrevo um livro, vou fazendo como se o estivesse ‘traduzindo’ de algum alto original, existente alhures, no mundo astral ou no ‘plano das idéias’, dos arquétipos, por exemplo”, afirmou Rosa. Clarice Lispector confessou: “Na atividade de escrever o homem deve exercer a ação por desnudamento, revelar o mundo, o homem aos outros homens. E ao fazê-lo deverá escolher dizê-lo de um modo determinado, pessoal.”

João Cabral

O número que será lançado quinta (dia 08), com projeto gráfico de Marisa Moreira Salles, começa com João Cabral de Mello Neto, que inaugurou a coleção. Além do poeta pernambucano, de Euclides da Cunha, Cony, Erico Veríssimo, Clarice e Guimarães Rosa, os Cadernos também enfocaram a obra de Raduan Nassar, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Lygia Fagundes Telles, Ferreira Gullar, João Ubaldo Ribeiro, Hilda Hilst, Adélia Prado, Ariano Suassuna, Ignácio de Loyola Brandão, Millôr Fernandes e Márcio de Souza. O próximo número, que será lançado durante a Festa Literária de Paraty (Flip), será dedicado a Machado de Assis.

CADERNOS DE LITERATURA BRASILEIRA - 10 ANOS - Lançamento quinta (dia 08), das 19h às 22h, no Instituto Moreira Salles, Avenida Afonso Pena, 737, Centro. R$ 56 (preço de lançamento). Informações: (31) 3213-7900.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3568)

Inconfidente
May 9th, 2008, 02:14 AM
Eduardo Tristão Girão

Tiago Lima/Divulgação
http://img140.imageshack.us/img140/8994/cultura080504ux8.jpg
O diretor Tuca Pinheiro diz que em Cortiços “tudo é eloqüente e se acumula até virar uma espécie de entulho”

O universo do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo, é matéria-prima de Cortiços, espetáculo da companhia de teatro mineira Luna Lunera que estréia quinta (dia 08), às 21h, no Galpão Cine Horto. Com direção do bailarino e coreógrafo Tuca Pinheiro, a peça tem como característica principal a fusão das linguagens literária e corporal para explorar a riqueza de nuances psicológicas e as possibilidades visuais que derivam do cenário criado pelo escritor maranhense no fim do século 19. A temporada segue até dia 25, de quinta a domingo.

Esse é a sexta montagem da companhia, constituída em 2000 por alunos formados no curso de teatro do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes. O desejo de trabalhar com a obra de Aluísio de Azevedo partiu dos próprios integrantes da Luna Lunera, já em contato com Tuca Pinheiro. Iniciaram o projeto em dezembro. “Eles propuseram que fizéssemos um trabalho mais físico. Não tenho formação de teatro. Sempre fui mais ‘corpo’”, comenta o diretor da peça.

“Não houve nenhuma colocação hierárquica. Foi tudo de igual para igual. A contribuição coletiva foi maravilhosa”, elogia ele. A Luna Lunera ficou com a produção e Tuca com a concepção do espetáculo. No elenco estão Ana Flávia Rennó, Cláudio Dias, Débora Vieira, Marcelo Souza e Silva e Rômulo Braga. Contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2007, o projeto Cortiços contou com consultoria de Juliana Macedo (Mimulus), que também ministrou oficina de samba para a companhia. Helena Mauro fez a preparação vocal.

Da história, ambientada no subúrbio carioca, foram pinçados seis personagens. “João Romão é o português dono do cortiço e representa ambição, relação de poder e ascensão social a qualquer preço. Bertoleza é a escrava que acredita ter sido alforriada por João, representa servidão, falta de atitude. Jerônimo, que trabalha para João, simboliza hombridade, orgulho e relação com a pátria. Piedade, mulher de Jerônimo, é o amor obcecado que leva à loucura. Pombinha tem ligação forte com a palavra e representa ritual de passagem. Já a mulata Rita Baiana é o ideal máximo da mulher brasileira”, explica Tuca.

Garrafas Praticamente toda a ação se passa num tablado de 5m x 6m. “É bem comprimido. Todos ficam ali, exceto Pombinha, que entra e sai”, afirma o diretor. Fazem parte do cenário centenas de garrafas, uma tina, uma escada e uma bica d’água, que goteja incessantemente do início ao fim do espetáculo. “Há momentos em que não há diálogos e esse som de água é o texto. A água está presente de forma muito contundente”, diz. Todas as garrafas que compõem o cenário foram coletadas pelos integrantes da companhia – até ontem eram cerca de 1,2 mil.

“Não me interessa o texto literário em si, mas o que ele me fornece ao ser descontruído para transformar em conceitos e imagens. Quando a gente lê uma obra, inevitavelmente constrói imagens do jeito que quer”, afirma. O espetáculo segue começo, meio e fim, como na obra, mas o público pode esperar por diferenças, como esclarece o diretor: “São as ações individuais de cada personagem que vão levar ao final. É um cortiço de almas”.

CORTIÇOS - Quinta (dia 08), às 21h, estréia da peça da companhia Luna Lunera, no Galpão Cine Horto, Rua Pitangui, 3.613, Horto. De quinta a sábado, às 21h; domingo, às 19h. Até dia 25. Ingressos: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia-entrada). Informações: (31) 3481-5580.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3566)

ESMAwar
May 9th, 2008, 03:05 AM
Eventos culturais estão
pipocando em BH!
Assim que eu gosto!

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:39 AM
De terça-feira a domingo, dos dias 13 a 18 de maio, será comemorada a Semana Nacional de Museus. Com o tema "Museus como Agentes de Mudança Social e Desenvolvimento" , a programação traz exposições, oficinas e cursos nas principais instituições de todo o Brasil. A Prefeitura comemora a data com atividades no Museu Histórico Abílio Barreto, Museu de Arte da Pampulha e Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães , unidades da Fundação Municipal de Cultura. Os museus irão oferecer ao público uma diversificada programação, com entrada gratuita.

Museu de Arte da Pampulha

O Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16585, Pampulha ) traz uma programação com lançamentos e visitas. Dia 13, às 19h30, será lançado o programa educativo "Mãos à obra", seguido da palestra "Subsídios para ações educativo-culturais com deficientes visuais em museus" com Aída Ferrari e Elisa Campos. Nos dias 14 e 15, das 9h às 17h, serão oferecidas visitas orientadas e oficinas para deficientes visuais. Já nos dias 15 e 16, das 9h às 17h, será realizada , por meio do Programa Intercâmbio de Museus, visita técnica ao Museu de Artes e Ofícios , Museu de História Natural da UFMG e Inhotim.

No sábado, dia 17, será lançado o livro-catálogo do Bolsa Pampulha 2005/2006. O Bolsa Pampulha é um projeto que contempla, bienalmente, dez artistas em início de carreira. Serão distribuídos exemplares aos presentes, e, posteriormente, o Museu os enviará a instituições de cultura e museus de todo o Brasil.

Abílio Barreto

O Museu Histórico Abílio Barreto (avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) comemora a Semana Nacional de Museus com exposições, workshop e apresentação musical. A programação começa com o workshop "1999/2008 - 10 anos de ação educativa no Museu Histórico Abílio Barreto", que acontece no dia 12, das 9h às 12h e das 13h às 17h, e no dia 13 , das 9h às 13h. O trabalho reúne uma série de atividades experimentadas pelo setor educativo do museu nos últimos anos, procurando descrever e vivenciar as diversas ações traçadas na busca do desenvolvimento de uma educação para o patrimônio.

No dia 20, às 16h, o MHAB abre a exposição de curta duração "Bis: os 10 anos dos projetos Brincando no Museu e Domingo no MHAB", instalada no foyer do térreo do Museu. Já no dia 16, às 10h, será aberta a exposição "Esquina de História : a construção do espaço urbano". A mostra, a ser instalada na ilha situada na esquina das avenidas Prudente de Morais e do Contorno, trata da transformação do espaço urbano da região e aborda a história de alguns elementos que compõem a paisagem do entorno da ilha.

A atração do dia 18, às 11h30, é o grupo Aruanda , que apresenta o espetáculo "Aruanda canta e dança", uma mostra de seu amplo e diversificado repertório. O show abrange manifestações culturais populares de norte a sul do país, com seus respectivos trajes, adereços e músicas.

Museu de Mineralogia

O Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães (Praça da Liberdade, 50, Funcionários), preparou também uma programação de eventos, como cursos, visitas, exposições e oficinas. Do dia 13 a 31, de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, ao sábado, das 9h às 17h e no domingo, das 10h às 17h, os visitantes podem conferir no hall do museu a Exposição Ciclo do Ouro, com amostras de minérios de ouro de várias minas de Minas Gerais associadas às imagens de jóias e barras de ouro . Na porção posterior do piso térreo, está a mostra de ferramentas e máquinas simples ligadas ao Ciclo do Ouro. No centro desta sala, o visitante encontra água e bateias para ações interativas. O percurso entre as duas salas é realizado dentro de uma mina subterrânea.

Nos dias 15 e 17, às 10h e às 15h30, e no dia 16, às 10h , o museu promove oficinas relacionadas aos processos de fossilização. Dia 17, às 10h serão oferecidas visitas guiadas ao Museu de Ciência e Técnica da UFOP, em Ouro Preto. Entre os dias 19 e 23, das 18h às 20h, e no dia 24, das 8h às 18h, será oferecido o curso de Introdução à Mineralogia. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 .

Para finalizar, nos dias 28, 29 e 30, das 19h às 22h, será ministrado um curso sobre placas tectônicas pelo diretor do Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa do IGC/UFMG, Antônio Carlos Pedrosa. Os interessados devem se inscrever até o dia 23 de maio. As aulas do curso serão no Auditório da Escola de Engenharia da UFMG.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8527&ver_servico=N)

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:42 AM
Edinéia Oliveira/Divulgação
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Júlio Margarida fica em cartaz no Teatro Santa Dorotéia até 29 de junho

Júlio Margarida explora o encanto da mímica no espetáculo Sem palavras, que estréia sexta (dia 09) à noite no Teatro Santa Dorotéia, no Bairro Sion. O personagem principal passeia pelo parque empurrando um carrinho de bebê e leva um balão para divertir o garoto. Quando o brinquedo colorido voa para longe, ele faz mil peripécias para recuperá-lo, com a cumplicidade da platéia, encarregada de cuidar do neném imaginário.

Sem palavras é dirigido pelos jovens artistas Cláudia Casper e Eraldo Fontiny, responsáveis pela montagem de Piquenique, que participou do projeto Cena curta do Galpão Cine Horto em 2007. Eles idealizaram um espetáculo simples e poético, capaz de expressar o lirismo da mímica. Afinal de contas, o gesto fala mais do que mil palavras e a comunicação não-verbal é elo poderoso entre as pessoas. Júlio Margarida e os jovens diretores prometem muitas surpresas para o público. A peça ficará em cartaz até 29 de junho.

SEM PALAVRAS - Mímica. Com Júlio Margarida, direção de Cláudia Casper e Eraldo Fontiny. Teatro Santa Dorotéia, Rua Chicago, 240, Sion. Sexta (dia 09) e sábado (dia 10), 20h; domingo, 19h. R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Informações: (31) 3441-1721.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3543)

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:43 AM
Sérgio Rodrigo Reis
EM Cultura

Cuia Guimarães/Divulgação
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A humorista e atriz Cida Mendes festeja 10 anos de sua personagem

Frase que a humorista Cida Mendes mais ouviu do público nos últimos 10 anos, depois de cada aparição da sua personagem Concessa: “Gostei tanto, que vou trazer minha mãe também”. Para comemorar a primeira década do seu tipo mais conhecido, a artista aproveita o mote e o fim de semana dedicado às mães para retornar aos palcos com uma de suas montagens mais conhecidas, Concessa tecendo prosa. “A peça é cheia de subjetividade, nuances e momentos delicados. Foi o que garantiu sua vida longa”, afirma a atriz, que buscou inspiração nos tipos do interior para criar a personagem.

Todo mundo tem ou já ouviu falar de uma vizinha faladeira dos tempos de infância, amiga de sua mãe, aquelas senhoras fortes, que tomam a rédea da vida e, apesar de todas as dificuldades, conseguem criar os filhos com dignidade. Foi inspirada nesse tipo comum no interior do país que nasceu Concessa. “São mulheres que, em meio à pobreza, têm patrimônio imaterial invejável. E é atrás disso que estou indo”, explica a atriz.

O jeito simples, sincero e sábio da personagem cativa público de todas as idades. “Falo sobre essas histórias de muitos que saíram do interior e vêm tentar a vida na capital.” Ao se inspirar na temática, ela privilegiou o lado bom desse tipo de epopéia. O resultado, segundo Cida, tem agradado em cheio.

CONCESSA TECENDO PROSA - Sábado (dia 10), às 21h, e domingo, às 19h, no Teatro Izabela Hendrix, Rua da Bahia, 2.020, Lourdes. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Informações: (31) 3225-0682.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3542)

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:46 AM
Marcello Castilho Avellar
EM Cultura

Ilmar Lage/Divulgação
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O novo trabalho da Hibridus aborda temas caros à modernidade

Programa Observatório, que traz ao Espaço Ambiente artistas e grupos de dança para apresentações e debates, tem na agenda deste fim de semana a Hibridus Cia. de Dança, de Ipatinga. Para quem não conhece o grupo, é bom avisar que seu nome contém uma dupla mentira. Em primeiro lugar, não é uma “companhia”, mas um coletivo – a palavra “companhia”, historicamente, está ligada aos ajuntamentos de artistas que se submetem, pela lógica do salário, a um produtor. A Hibridus, como boa parte dos grupos de teatro e dança no Brasil, é uma espécie de associação entre iguais, sem hierarquias pré-determinadas, marcada por razoável autonomia de ação por parte de seus integrantes, algo bem próximo de uma comunidade anarquista e anárquica.

A segunda mentira está em “dança”. A Hibridus não faz dança – usa a dança para cometer atentados culturais. A base técnica da atuação de seus integrantes pode ser as aulas de dança, mas inclui outros treinamentos, corporais e intelectuais. Quando investe em espetáculos, as linguagens da dança estão presentes, mas se integram a outros códigos, como os da performance. Quando a Hibridus decide operar por meio de intervenções, é a performance que ocupa o centro do trabalho, expulsando a dança para um plano menor. Completando a polifonia, a moçada do grupo tem verdadeira obsessão por vídeo e fotografia – o que acaba fazendo com que as imagens do que a Hibridus produz, mais do que mero registro dos trabalhos, ganhem autonomia artística e conceitual.

Em Belo Horizonte, a Hibridus apresenta Corpo-cidade: Território de relações. É continuidade da pesquisa que o grupo conduziu há alguns anos dentro do Fórum Internacional de Dança e que resultou na intervenção Travessia. O título da obra remete a algumas das coisas que incomodam a Hibridus e seus integrantes: a relação entre indivíduo e comunidade, ou questões como territorialidade e pertencimento. Não são desconfortos gratuitos – refletem, antes, as contradições de uma cidade como Ipatinga ou, numa esfera ainda mais ampla, as contradições de um país como o Brasil, marcado simultaneamente pelo novo e o velho, a modernidade industrial e as relações sociais arcaicas, a cidade contemporânea e as políticas conservadoras. Mais do que estudar ou falar de corpos, a Hibridus investiga as cicatrizes que o mundo produz neles.

PROGRAMA OBSERVATÓRIO - Sexta (dia 09) e sábado (dia 10), às 20h, apresentação de Corpo-cidade: Território de relações, com a Hibridus Cia. de Dança, de Ipatinga. Espaço Ambiente, Rua Grão-Pará, 185, Santa Efigênia. Ingressos a R$ 2 (sexta) e R$ 5 (sábado).

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3544)

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:48 AM
Walter Sebastião

João Caldas/Divulgação
http://img186.imageshack.us/img186/1458/div0905113c7cbdeg0.jpg

“Meu show mostra canções de dois compositores que amam sua terra e sua gente”, afirma a cantora Clara Becker, que apresenta Dois maior de grande, de sexta (dia 09) a domingo, no Teatro Alterosa. Ela se refere a artistas que todo mundo conhece: Gonzagão (1912-1989) e Gonzaguinha (1945-1991). “É diálogo de pai e filho, homens nascidos em lugares diferentes, de gerações distintas, mas que têm em comum o amor pelo Brasil rico de alegria, de sons, de dignidade”, explica. No repertório estão canções que emocionam. Assum preto e Sangrando são exemplos disso: fortes, belas e telúricas.

“Meu show é homenagem sincera a compositores que admiro, cuja obra gera empatia, tem verdade e autenticidade, aspectos com os quais me identifico muito”, afirma Clara Becker. Ela se vale da luz e do cenário para criar uma atmosfera. Já a sonoridade vem de quinteto que explora a importância do violão e do acordeom em arranjos sofisticados, “vestindo Gonzagão e Gonzaguinha para festa”.

O ponto de partida para a empreitada foi o desejo de fazer trabalho a partir das composições do filho do rei do baião. “Houve um tempo em que Gonzaguinha era tido como autor maldito, ácido. Mas há um outro lado do trabalho dele: as canções amorosas, com mensagens de esperança, afirmando que a vida é bonita, apesar de tudo. Eu acredito nisso”, completa a artista.

Para Clara, Luiz Gonzaga é um dos inventores da música popular brasileira. “Um autor tão importante quanto Tom Jobim. As canções dele têm simplicidade, são diretas e muito sofisticadas. Clássicas, batem direto no inconsciente”, explica, citando Asa branca. A intérprete lamenta que haja poucos discos de Gonzagão no mercado – quando eles existem, observa, são compilações basicamente com as mesmas músicas. “Credito esse fato ao proverbial maltrato às coisas do Brasil”, desabafa.

Em relação a Gonzaguinha, lembra que, neste momento, vem sendo reconhecida a importância da obra dele e o bom compositor que ele era. “Está sendo descoberto que o lado mais doce, pop talvez, da obra dele”. Clara é filha dos atores Walmor Chagas e Cacilda Becker. Desde pequena, ouvia dizerem que ela era afinada e musical. Assim, a carreira de cantora foi ganhando corpo. Em 2003, lançou Pétalas, o primeiro disco, que lhe trouxe o convite do diretor Luiz Fernando Carvalho para a trilha sonora da novela Esperança.

Ela conta que Dois maior de grande “já é disco” e será transformado em DVD. De sexta (dia 09) a domingo, Clara canta para os belo-horizontinos acompanhada de banda formada por Leandro Braga (arranjos e teclado), Kiko Horta (acordeom), Jamil Joanes (contrabaixo) Felipe Poli (violão e guitarra) e Thiago da Serrinha (percussão).

DOIS MAIOR DE GRANDE - Show de Clara Becker. Sexta (dia 09) e sábado (dia 10), às 21h; domingo, às 19h. Teatro Alterosa, Avenida Assis Chateaubriand, 499, Floresta, (31)3237-6611. R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 devidamente identificados).

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3546)

Inconfidente
May 10th, 2008, 02:52 AM
http://img168.imageshack.us/img168/9195/pizza223eeff0jk7.jpg

OS CAMARÕES, CICLUS, CARPAS E MARISCOS, LIRITY E HANNA
Casa Cultural Matriz, Rua Guajajaras, 1.353, Centro, (31) 3212-6122.
Sexta, 20h. Rock. R$ 8. Festa Eletrônica Flash House, Sábado, 22h. Com Leandro Maestri, Kaio Santana e Vinicius Amaral. R$ 15. Envydust, Diluvio, The Fake, Hormonio, Vertente, Lost Insight e Ornitorrinco, domingo, 16h. Rock. R$ 15.

COPO LAGOINHA E ZUMBERÊ
Quadra do Minas 2, Av. Bandeirantes, 2.323, Mangabeiras, (31) 3516-2066. Sábado, das 15h às 19h. R$ 20 (fem) e R$ 30 (masc).

HOT SPOT BLUES BAND
Vinnil Cultura Bar, Rua dos Inconfidentes, 1.068, Savassi, (31) 3261-7057. Sexta, 22h. Pré-lançamento do CD Feeling alright.

JOHN PIZZARELLI (foto)
Freegells Music, Av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia, (31) 3461-4000. Sábado, 22h. Pista: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada).

RUFUS WAINWRIGHT
Freegells Music, Av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia, (31) 3461-4000. Domingo, 22h30. Pista: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada).

UNIDOS DA VIRADOURO
Lapa Multshow, Rua Álvares Maciel, 312, Santa Efigênia, (31) 3241-2074. Sábado, 16h. Com Tôca na Janela, Circular 01 e Brasilidade. R$ 20 (1º lote) e R$ 25 (2º lote).

No bar

ANDREA AMENDOEIRA
Estudio B, Av. do Contorno, 3.849, São Lucas, (31) 3283-2393. Sexta, 23h. Samba. R$ 11. Nem Secos, sábado, 23h. MPB. R$ 15.

CLÉBER ALVES
Usiminas Belas Artes, Rua Gonçalves Dias, 1.581, Lourdes, (31) 3222-8960. Sexta, 22h. Instrumental. R$ 5.

CREEDENCE COVER
Espaço Cultural No Fundo do Baú, Av. Raja Gabaglia, 4.767, Santa Lúcia, (31) 3297-3414. Sexta, 23h. R$ 12 (fem) e R$ 15 (masc). Boca de Sino, sábado, 23h30. Anos 60 e Jovem Guarda. R$ 12 (fem) e R$ 15 (masc).

DADO PRATES E CLÓVIS AGUIAR
Abarcateiro, Rua Outono, 523, Cruzeiro, (31) 3221-7825. Sexta, 20h30. Instrumental. R$ 7. Carla Villar e Ces-4, sábado, 20h30. MPB e bossa nova. R$ 7.

LEO RICHARD
Damas & Valetes, Rua Antônio de Albuquerque, 862, Savassi. Sábado, 22h. Black music e MPB. R$ 8. Carla Gomes, domingo, 19h30. R$ 8.

LUREX
Stonehenge Rock Bar, Rua Tupis, 1.448, Barro Preto. Sexta, 22h. Queen cover. R$ 6 (fem) e R$ 9 (masc). Seu Madruga, Avatar e The Doors Cover. Aniversário de 9 anos da casa. Intervenções da Cia Circunstância de Circo-Teatro. R$ 15.

ODILARA
Conservatório Music Bar, Rua Timbiras, 2.041, Centro, (31) 3213-8375. Samba. Sexta, 23h. R$ 10. Jamming Brothers, sábado, 22h. Reggae. R$ 10.

QUARTETO SAVASSI E AEROPLANE
Lord Pub, Rua Viçosa, 263, São Pedro, (31) 3223-5979. Sexta, 23h. Rock. R$ 12 (fem) e R$ 15 (masc).

REGIONAL DA COZINHA
Cozinha de Minas, Rua Gonçalves Dias, 45, Funcionários, (31) 3227-1579. Sexta, 21h. Chorinho, salsa e samba. R$ 5.

RENATO PRATES
Normal, Rua Barão de Cocais, 22, Sagrada Família, (31) 3482-2905. Sexta, 20h30. MPB. R$ 4.

RESENHA DO SAMBA E MARCOS & PAULO
Rancho Fundo, Av. Professor Mário Werneck, 1.160, Estoril,
(31) 3378-7300. Sexta, 22h. Samba e sertanejo. R$ 15.

RODOLFO MENDES
Mezanino da Travessa, Rua Pernambuco, 1.286/2º andar, Savassi, (31) 3223-6316. Sexta, 21h30. R$ 12. Lúdica Música, sábado, 21h30. R$ 12.

SAMBALELÊ COM CORDA BAMBA
Recanto da Seresta, Praça Duque de Caxias, 120, Santa Tereza.
Domingo, 17h. Samba. R$ 8 (fem) e R$ 10 (masc).

TERESA MORALES E GRUPO
Status Café Cultura e Arte, Rua Pernambuco, 1.150, Savassi,
(31) 3261-6045. Sábado, 21h. Especial Dia das Mães, com salsa e ritmos latinos. R$ 12.

TRIO AMADEUS
Status Café Cultura e Arte, Rua Pernambuco, 1.150, Savassi, (31) 3261-6045. Sexta, 21h. Lançamento do CD Sobre todas as coisas. R$ 12 e R$ 20 (com CD). Marcelo Carrato e William Corbo, domingo, 19h30. Internacional anos 60 e 70. R$ 5.

ZÉ-PELIN
Jack Rock Bar, Av. Contorno, 5623, Funcionários, (31) 3227-4510. Rock. Sexta, 23h. R$ 15 (masc) e R$ 12 (fem). Mercedes Band, sábado, 23h. Rock. R$ 12 (fem) e R$ 15 (masc). Jamming Brothers, domingo, 20h30. Reggae. R$ 7 (fem) e R$ 9 (masc).

Concerto

CORAL DO MINAS TÊNIS CLUBE
Igreja do Carmo, Av. Nossa Senhora do Carmo, 463, Carmo. Sexta, 20h. Homenagem Dia das Mães. Entrada franca.

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Parque das Mangabeiras, Rua Caraça, 900, Serra, (31) 3277-9697. Domingo, 10h. Peças de Smetana, Wagner, Villa-Lobos e J. Strauss. Entrada franca.

TADEU DUARTE
Fundação de Educação Artística, Rua Gonçalves Dias, 320, Funcionários, (31) 3226-6866. Domingo, 11h. Recital de piano com obras de Beethoven, Schubert, Chopin, Liszt e Détlefsem. Série Manhãs musicais. R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3573)

Inconfidente
May 10th, 2008, 04:37 AM
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Será realizada entre os dias 15 e 25 de maio de 2008 a primeira edição da Bienal do Livro de Minas. O evento chega para fortalecer o universo cultural de Belo Horizonte, com a realização de debates, exposições e várias opções de entretenimento para os públicos adulto e infanto-juvenil, como apresentações teatrais, oficinas e música. Também serão montados stands das principais editoras do País.

A Bienal do Livro de Minas tem como objetivo o incentivo ao hábito da leitura, a formação de novos leitores e a divulgação da produção literária contemporânea Uma das maiores atrações da programação será o Café Literário. A atração vai oferecer ao público momentos de descontração, propiciados por bate-papos informais entre autores sobre assuntos variados, como humor, preferências culturais, processos criativos e temas do cotidiano. O espaço terá como eixo a relação, tão rica e criativa, entre a literatura e outras formas de linguagem artística, como o cinema, as artes plásticas ou visuais, o teatro e a música.

Mais informações: www.bienaldolivrominas.com.br

REDAÇÃO RAGGA

NA IMAGEM: Café Literário, debates sobre cinema, música e literatura

FOTO POR: Divulgação

Fonte: Revista Ragga (http://www.revistaragga.com.br/new/)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:27 PM
Janaina Cunha Melo
EM Cultura

Leta Ferreira/divulgação
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Cadu de Andrade mostra canções que foram lançadas no exterior

A Sala Juvenal Dias, que geralmente acolhe programas eruditos, oferece dois shows de música popular brasileira neste fim de semana. Sábado (dia 10), o cantor Cadu de Andrade mostra o repertório do álbum Não me acendo só. O trabalho, autoral, foi lançado no Brasil no ano passado e já chegou a Portugal. Domingo, Robson Araújo estréia show com canções sertanejas.

Há 15 anos Cadu de Andrade investe na carreira internacional. “Nosso trabalho é muito apreciado, tem receptividade enorme e esse êxito pode ser entendido como um fenômeno em regiões como o Japão, os Estados Unidos e a Europa”, comenta Andrade. Ele lembra que grandes talentos mundiais frequentemente regravam canções brasileiras, além dos que “importam” instrumentistas do país para suas bandas.

Cristina Horta/EM
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Robson Araújo investe no repertório sertanejo

Cadu acredita que o momento atual é estimulante para as novas gerações. “Quarenta anos depois, há uma espécie de superação de artistas consagrados. Há interesse enorme por novos nomes”, reforça. O músico defende a importância de flertar com outros segmentos de mercado, onde se aprende mais disciplina e menos informalidade do fazer artístico. “Claro que shows de artistas como Bethânia ou Marisa Monte são perfeitos, bem-acabados, mas temos muitos músicos desorganizados, que não ensaiam, que não sabem do que se trata uma estrutura realmente profissional”, critica.

Cadu de Andrade prepara a temporada de divulgação de novo trabalho, o disco Cine Brasil, lançado na China há dois anos. O CD reúne canções de filmes recentes e clássicos brasileiros de Caetano Veloso e Noel Rosa, além da regravação de Conceição, imortalizada por Cauby Peixoto.

NA JUVENAL DIAS - Cadu de Andrade, sábado (dia 10), às 21h. Show Não me acendo só. R$ 20 (inteira). Robson Araújo, domingo, às 19h. Show Pra ser feliz. R$ 20 (inteira). Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3547)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:29 PM
Ailton Magioli
EM Cultura

Myriam Villas Boas/Divulgação
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Os fãs mais próximos conhecem a vertente pouco explorada da carreira do cantor, compositor e violonista. A maioria, no entanto, deverá se surpreender com o show que Sérgio Santos vai fazer domingo, na Praça da Liberdade. A atração integra o projeto Vale na Praça, em que também estará se apresentando o grupo teatral carioca Off-Sina, com o espetáculo Café Pequeno da Silva e Psiu. Acompanhado de André Mehmari (piano), Zeca Assumpção (baixo), Tutty Moreno (bateria), Toninho Ferragutti (acordeom) e Cléber Alves (sax), Sérgio Santos (violão) apresenta repertório integralmente instrumental e inédito, à exceção de A caixa bateu e Iô sô, de seu mais recente disco, que também ganharam versões no gênero.

“O destaque do show são as composições, em choro, valsa, congado, samba, baião e maracatu, entre outros ritmos que representam o grande material que sempre usei em minha carreira”, diz Sérgio Santos. E admite que, na terra dos violonistas, talvez ele se comporte mais como um mestre de cerimônias no show. “Um articulador, uma espécie de meio de campo que passa a bola para os outros fazerem gol, já que não me considero um instrumentista”, explica o violonista autodidata. “Não tenho essa pretensão, sou apenas um compositor que compõe temas instrumentais”, justifica a postura. Na opinião de Sérgio Santos, no novo show, o que muda “é uma certa estética de composição”. “A maneira diferente de compor canções, com ou sem letras”, acrescenta o violonista, que, antes de encontrar poetas como Murilo Antunes e Paulo César Pinheiro, exercitou-se só em seu instrumento preferido.

A ponto de construir repertório instrumental inédito, do qual pescou pérolas como Aos amigos do trio e Choro da Thalia e Steve, gravadas pelo violonista paulistano Paulo Belinatti, e Dando risada, pelo clarinetista norte-americano Harvey Wainapel. Com cinco discos de cantor lançados, Sérgio Santos não descarta a possibilidade de vir a fazer um disco instrumental. “Bem no início, até por não ter muita letra à disposição, eu compunha mais no gênero”, conta o artista, que, mesmo tendo hoje a seu lado grandes poetas, diz nunca ter deixado de compor música instrumental. “Até por exercício”, justifica o violonista, que fez especialmente para o show de domingo, Choro no coreto. “Fechei os olhos e me senti no interior do coreto da praça da Liberdade, que tem um pouco do clima antigo da cidade”, revela Sérgio Santos.

A oportunidade de se apresentar ao ar livre é comemorada por ele, que diz observar comportamento diferente no público. “As pessoas ficam mais soltas, sem aquela restrição psicológica do teatro”, garante. “Principalmente em um espaço bonito como a praça da Liberdade”, acrescenta. Acostumado a fazer shows e a gravar com instrumentistas como Tutty Moreno e André Mehmari, presentes em todos os seus discos, Sérgio Santos vai tocar pela primeira vez com Toninho Ferragutti e Zeca Assumpção. “São todos músicos excepcionais. O Zeca, por exemplo, é uma referência no baixo”, elogia, salientando que o que determinou a escolha da banda foi a sonoridade que buscava para o show. Restritos a dois únicos ensaios, ele diz que os arranjos e as composições foram pré-concebidos de maneira a facilitar a interação.

SÉRGIO SANTOS & BANDA - Praça da Liberdade, Lourdes. Apresentação do grupo teatral Off-Sina, seguido de show instrumental do violonista e banda. Domingo, a partir 16h30. Entrada franca.

Discogradia

Como cantor, Sérgio Santos gravou e lançou os seguintes discos:

Aboio, 1994
Mulato, 1998
Áfrico – Quando o Brasil resolveu cantar, 2001
Sérgio Santos, 2004
Iô Sô, 2007

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3548)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:32 PM
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AS GRANDES LONAS DO CÉU
Montagem da Cia. Candongas. Praça São Francisco, Avenida Otacílio Negrão de Lima, s/nº, Pampulha. Sábado, 20h. Entrada franca.

CORTIÇOS (foto)
Montagem da Cia. Luna Lunera com direção de Tuca Pinheiro. Inspirado no romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1890), o espetáculo traz alguns personagens da obra original. Galpão Cine Horto, Rua Pitangui, 3.613, Horto, (31) 3481-5580. Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 16, R$ 8 (meia) e R$ 10 (para quem tem o passaporte do Galpão).

GERALDO
Montagem do Grupo Tronco com direção de Leonardo Bertholini. Teatro Francisco Nunes, Parque Municipal, Avenida Afonso Pena, s/nº, Centro, (31) 3277-6325. Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 14 e R$ 7 (meia)

MULHERES DE HOLLANDA
Espetáculo de Pedro Paulo Cava sobre a obra de Chico Buarque.
Teatro da Cidade, Rua da Bahia, 1.341, Centro, (31) 3273-1050. Sexta e sábado, 20h30; domingo, 19h. R$ 30 e R$ 15 (meia).

O ENCONTRO
Montagem da Cia. Espírita Laboro. Teatro Santo Agostinho, Rua Aimorés, 2.679, Santo Agostinho, (31) 2125-6810. Sexta e sábado, 21h. R$ 10.

OS SEM VERGONHAS
Texto de Daniel Botti com direção
de Guilherme Leme. Numa oficina mecânica, seis desempregados resolvem tirar a roupa como forma de ganhar dinheiro. Teatro Dom Silvério, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, (31) 3209-8989. Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 30, R$15 (meia) e R$ 12 (Sinparc).

NA VIRADA DO SEXO
Texto de Wesley Marchiori e direção de Carlos Gradim. Comédia que retrata várias situações do cotidiano de um casal quase normal às voltas com as tentativas de ter um bebê. Teatro Icbeu, Rua da Bahia, 1.723, Lourdes, (31) 3224-5605. Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 24, R$ 12 (meia) e R$ 10 (Sinparc).

DO TEMPO E DA PAIXÃO – FRAGMENTOS DESCONTÍNUOS
DE FRIDA KAHLO
Texto de Juarez Dias com direção de Dayse Belico. Reflexão sobre as relações humanas e a morte a partir do universo da pintora mexicana Frida Kahlo. Teatro Marília, Avenida Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, (31) 3277-6319. De sexta a domingo, 20h. R$ 18 e R$ 9 (meia).

AS VIZINHAS
Texto de Luciano Luppi e direção de Fernando Penido. Comédia sobre duas famílias que vão morar lado a lado no morro, gerando muita confusão. Teatro do Sesc, Rua Tupinambás, 908, Centro, (31) 3279-1468. Sábado, 20h; domingo, 19h. R$ 10 e R$ 5 (meia).

Para crianças

BONECAS
Teatro Marília, Avenida Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, (31) 3277-6319. Sábado e domingo, 16h30. R$ 20 e R$ 10 (meia).

BRANCA DE NEVE
Adaptação e direção de Roberto Freitas. Teatro da Maçonaria, Avenida Brasil, 478, Santa Efigênia, (31) 3213-4959. Domingo, 11h. R$ 20 e R$ 10 (meia e posto Sinparc).

101 DÁLMATAS
Teatro Santa Dorotéia, Rua Chicago, 240, Sion, (31) 3285-1687. Sábado e domingo, 17h. R$ 20, R$ 10 (meia) e R$ 9 (Sinparc).

JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO
Espaço Recreio, Avenida Barão Homem de Melo, 3.535, Bairro Estoril, (31) 3319-9000. Domingo, 10h30. Entrada franca.

OS SALTIMBANCOS
Teatro Dom Silvério, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Carmo,
(31) 3209-8989. Sábado e domingo, 16h30. R$ 24, R$ 12 (meia) e R$ 10 (Sinparc).

OS TRÊS PORQUINHOS
Adaptação e direção de Carl Schumacher. Teatro da Maçonaria, Avenida Brasil, 478, Santa Efigênia, (31) 3213-4959. De sexta a domingo, 17h. R$ 20 e R$ 10 (meia e Sinparc).

VAMOS FAZER MÚSICA
O músico e professor Paulo Lobão explora a magia dos sons e ensina
as crianças a conhecerem o universo das melodias. Teatro Izabela Hendrix, Rua da Bahia, 2.020, Funcionários, (31) 3244-7200. Sábado, 16h30. Entrada franca (os ingressos deverão ser trocados por 1kg de alimento).

Dança

THE CIRCUS FLAMENCO
Espetáculo de dança flamenca. Soleá, Rua Sergipe, 1.199, Savassi, (31) 3282-2444. Sexta e sábado, 22h. R$ 52 (mesa para quatro pessoas).

GLOBAL WARMING
Dança contemporânea com o bailarino Sungwa Kim. Espaço Zikzira, Rua Laplace, 18, Santa Lúcia. Sexta e sábado, 21h. Entrada franca.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3574)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:34 PM
Ailton Magioli
EM Cultura

Flávio Colker/Divulgação
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Cruel traz embutidas várias histórias para serem apreendidas como preferir o espectador

A narrativa e a dramaturgia caminham cada vez mais próximas na dança de Deborah Colker, que traz sua mais recente criação a Belo Horizonte este fim de semana. “Talvez eu esteja caminhando para contar realmente uma história, ter um libreto”, justifica Deborah, que, depois de enfrentar os desafios de uma parede (Mix), uma casa (Casa) e desatar nós (Nó), volta-se para o que ela mesmo chama de “olhar cruel sobre o amor”. “Em meus espetáculos, a dança nunca foi uma coisa abstrata, solta. A minha dança começa no corpo, ela produz movimento. Só que tenho necessidade de relacionar esse corpo, esse movimento, com as idéias”, explica.

Atração do Grande Teatro do Palácio das Artes, Cruel traz embutidas várias histórias que, segundo ela, são aprendidas à maneira de cada um. “Não há da minha parte ou do próprio espetáculo nenhuma determinação”, salienta Deborah Colker, lembrando que os elementos narrativos da trama são os próprios bailarinos, que conduzem o espetáculo. “Em algum momento, pensei em colocar texto e numa história que me conduzisse”, revela a bailarina-coreógrafa, que sugeriu ao amigo Fausto Fawcett escrever algo em que pudesse se inspirar. “Tentei, mas vi que não era por aí”, conclui, lembrando que Cruel foi surgindo da experimentação, do relacionamento das idéias e dos movimentos.

“Fomos processando tudo por meio do corpo, do movimento, da construção das histórias que a gente mesmo levava”, acrescenta Deborah Colker, que sempre gostou de eleger um tema para cada um de seus espetáculos, sempre uma surpresa. “Quem viu Nó vai perceber que Cruel é um seguimento dele”, anuncia. “Apesar de não ser uma coisa totalmente consciente de minha parte, olhando para trás hoje, em 15 anos de companhia, percebo que fiz uma investigação muito forte na relação do movimento com o espaço. Isso é muito marcante em meu trabalho e continua sendo”, orgulha-se Deborah que, além de uma mesa, usa muitos espelhos em Cruel.

Espelhos Depois de investigar os movimentos, inicialmente na vertical (na parede), a coreógrafa trabalhou essa mesma vertical em movimento, até chegar na superposição do plano (vertical) dentro de uma casa. Esgotada a posição, ela se voltou para o horizontal, começando a buscar o que classifica de sentido para o espaço. “Em Nó isso aparece muito forte, porque as cordas e a caixa transparente deixam de ser um espaço físico e passam a ser metafórico, cujo sentido e significado são muito importantes para o desejo que está sendo tratado ali”, explica.

De acordo com Deborah, a mesma situação se dá em Cruel. “Não há coisa mais cruel na vida do que você se olhar”, provoca, lembrando que depois do baile, depois do encontro do amor, em que vão ocorrendo os desajustes e as desarmonias que levarão à família, representada pela mesa em cena, o segundo ato do espetáculo é todo feito com espelhos. “Eles são um pouco a confusão de tudo aquilo que ocorreu no primeiro ato. O tempo não existe mais, é meio surreal. É aquela confusão característica de quando a gente se olha no espelho e a memória está confusa, o tempo está confuso, as decisões estão confusas”.

CRUEL, DA CIA. DE DANÇA DEBORAH COLKER - Sábado (dia 10), às 21h; domingo, às 19h, no Grande Teatro do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro. Ingressos: platéia 1, R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia); platéia 2, R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia); e platéia superior, R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Classificação etária: livre. Informações: (31) 3236-7400.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3554)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:46 PM
Enredo traz reflexão sobre as relações humanas e o tempo, a partir do imaginário da artista mexicana

Está em cartaz em Belo Horizonte o espetáculo “Do Tempo e da Paixão – Descontínuos de Frida Kahlo”. Baseada na história de vida de uma das maiores pintoras de todos os tempos, a peça não se propõe a ser biográfica. O enredo traz uma reflexão sobre as relações humanas e o tempo, a partir do imaginário da artista mexicana.

No palco, os atores Zeca Santos, Gabriela Chiari e Beatriz França vivem 11 personagens que ganham vida sob a perspectiva da morte. Com uma linguagem dinâmica e fragmentada, a montagem explora fatos marcantes na trajetória de Frida Kahlo, como a contração de poliomelite e um acidente de ônibus, que resultou em 32 cirurgias.

O espetáculo pode ser visto até o dia 25 de maio, de quinta a domingo, sempre às 20h, no Teatro Marília, que fica na Avenida Alfredo Balena, 586, na região hospitalar da capital. Os ingressos custam R$ 18. A meia-entrada custa R$ 9. Mais informações pelo telefone (31) 3277 6319.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL464660-9147-755,00.html)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:47 PM
No repertório estão composições consagradas de Strauss, Smetana e Wagner

A Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais (OSEMG) apresenta, neste domingo, em Belo Horizonte, um concerto em homenagem ao dia das mães. No repertório estão as obras “O Morcego”, “Contos nos Bosques de Viena”, “Danúbio Azul”, de Strauss, “O Maldávia”, de Smetana e “A Viagem de Stiegfried pelo Reno”, de Wagner.

O público poderá conferir a atuação de diversos músicos nacionais e internacionais, sob regência do maestro Fábio Costa, a partir das 10h, no Parque das Mangabeiras. A entrada é gratuita. O evento tem o apoio da TV Globo Minas.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL463589-9147-18696,00.html)

Inconfidente
May 10th, 2008, 05:48 PM
Espetáculo “Cruel” traz ao público histórias do cotidiano, que envolvem amores, família e relacionamentos

A Cia. de Dança Débora Colcker se apresenta, neste fim de semana no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, com o espetáculo “Cruel”. O grupo, que é um dos mais reconhecidos no cenário nacional, foi fundado em 1994 e possui nove montagens.

“Cruel” traz ao público histórias do cotidiano, que envolvem assuntos, como a vivência das pessoas, amores, amantes, família e relacionamentos. A cultura teatral, que já havia sido utilizada pela coreógrafa Débora Colker, reaparece nessa apresentação.

O espetáculo está em cartaz no Grande Teatro do Palácio das Artes, neste sábado, às 21h, e, no domingo, às 19h. Os ingressos custam a partir de R$ 60, com meia-entrada para maiores de 60 anos e estudantes. Mais informações pelo telefone (31) 3236-7400 ou no site da Fundação Clóvis Salgado. (http://www.palaciodasartes.com.br/Home/Default.aspx)

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL463328-9147-1345,00.html)

Inconfidente
May 11th, 2008, 12:14 AM
Programação cultural vai do dia 9 ao dia 11 de maio

A Prefeitura comemora os 26 anos do Parque das Mangabeiras (avenida José do Patrocínio Pontes, 580 - Mangabeiras) com uma programação de 9 a 11 de maio com diversas atividades culturais. A programação de aniversário do parque começa na sexta-feira, dia 9, às 21h, com edição especial da Seresta ao Pé da Serra, que traz apresentação do grupo musical Em Cantos de Minas - Suíte Seresteira, na Praça das Águas.
No sábado, dia 10, às 11h, haverá show da artista Doris e Banda, trazendo no repertório o melhor do samba, no Palco da Seresta. Durante todo o dia, até o final da programação , haverá exposição de trabalhos artísticos dos servidores do próprio parque, no hall do Pavilhão Central.
À noite, às 19h, o projeto Jornada nas Estrelas, promovido pela Prefeitura em parceria com o Grupo Gaia da PUC Minas, oferece observação astronômica com telescópio e explicações sobre fenômenos celestes.
Encerrando as atividades, no domingo, dia 11, às 10h, será oferecida ao público apresentação da Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, no Teatro de Gramado . No mesmo dia, haverá, também, lançamento do projeto Leitura no Parque, com recolhimento de doações de livros para o acervo do projeto.

História

Projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx, o Parque das Mangabeiras foi inaugurado em 13 de maio de 1987. Em uma área de 2,8 milhões de metros quadrados. O local recebe , mensalmente, cerca de 30 mil pessoas, que procuram as diversas opções de lazer e descanso que o espaço oferece. O Parque das Mangabeiras funciona de terça-feira a domingo, das 8h às 17h30.

Fonte: Parque das Mangabeiras (http://www.belotur.com.br/por/noticia.php?chave=notVk8N87)

Inconfidente
May 11th, 2008, 04:05 AM
Fotos André Burian/Divulgação
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João Maciel explora o diálogo de linguagens

Som, cheiro, desenho, pintura, filme, objeto. Tem quase de tudo na mostra que João Maciel está apresentando até dia 31 na Belizário Galeria de Arte. “É a maior e mais complexa exposição que já realizei. Estão descobrindo que faço várias coisas. Sou filho da nossa época, nasci nos anos 1980”, afirma o artista, satisfeito com ampla liberdade de pesquisa que, como explica, é muito dele. Tema comum a todos os trabalhos é a questão da transcendência. Como sempre em registro que mescla poesia, cultura de rua, experimentação, evocação a culturas arcaicas, ficção científica etc. Ele define a linguagem que usa e a si mesmo como futurista primitivo ou vice-versa.

“É uma exposição fortemente espiritual e indiretamente social”, observa João Maciel, falando de dois álbuns que somam desenho e poesia (Zum zum baba e Meins=trím). Um evoca o candomblé, o outro traz “análises de um mundo futuro em que a humanidade sobrevive”. As pinturas, por sua vez, são “projeções de um lugar onde gostaria de estar”, isto é, “um local calmo, amplo, onde o sexo e a tecnologia sejam brinquedos”. São peças que exploram cores básicas além das fluorescentes, “indicações do pós-depois-pré-pré”, diz, valendo-se de conhecido gosto por jogos de palavras e ironias. “São as cores do mundo e imagens que trazem vida muito viva mas artificial”, completa.

As fotos são registros de intervenções gráficas e poéticas, com desenhos por cima. O motivo aqui é, segundo o artista, a palavra e a cor da palavra. “São provocações para o pensamento”, explica, dizendo que se conseguir fazer com que as pessoas pensem em coisas boas, vai se sentir realizado. Além desses trabalhos estão sendo apresentadas três ex-culturas, objetos construídos com cerâmica, plástico, metais, madeira etc. Trata-se de torres “de transdeslocação”, frágeis e delirantes, construções com movimento ascensional (“mas não no sentido do sagrado”). E que detalham interesse pela questão da instabilidade e da estabilidade até, como explica João Maciel, movido pelo encanto com a obra de Calder.

João Maciel conta, ainda, que todos os trabalhos são criados com materiais rejeitados. Seja no que se refere a situações representadas ou peças construídas com material achado nas ruas, que ele “colhe e acolhe”, a partir de interesse “por cores, texturas, elasticidade e potência de existir”. Até agora, o artista tinha realizado, basicamente, exposições em que apresentava apenas uma de suas pesquisas (o que, como ele observa, não o incomoda em nada). Está satisfeito em reunir várias delas: “Traz mais liberdade, posso fingir em mais de uma linguagem”, brinca. “Usar um meio só deixa as coisas muito direcionadas e você sem chances de escapar”, garante. Não nega que gostaria de unidade a partir da exploração de diferentes meios. Mas, por enquanto, joga com o uno e o múltiplo.

Sobre as relações entre observação da realidade e amplos espaços para o delirante, João Maciel, é curto e direto: “Viajo na maionese e algo que imagino acaba falando sobre esse lugar que vivemos”, conta. Ele já mostrou suas obra na galeria Gesto Gráfico, na Leo Bahia Arte Contemporânea e já participou de diversas coletivas.

JOÃO MACIEL - Álbuns, fotos, pinturas e objetos. Belizário Galeria de Arte, Rua Ceará, 999, Funcionários, (31) 3224-5634. Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 9h às 13h. Até dia 31.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3541)

Inconfidente
May 11th, 2008, 04:07 AM
(Estado de Minas)

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O que ocorre quando um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata decidem ir cantar na cidade? A resposta está na versão do clássico "Os saltimbancos", em cartaz no Teatro Dom Silvério.

Vencedor dos prêmios de melhor espetáculo e melhor atuação no 1º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora, o espetáculo tem trilha sonora adaptada por Leri Faria, que transformou o estilo musical europeu da partitura original em ritmo característico das danças folclóricas brasileiras. Outro ponto forte foram as coreografias de sapateado criadas por Eurico Justino.

Tudo começa quando quatro animais se rebelam contra obrigações impostas pelos patrões: o jumento não agüenta mais carregar peso nas costas e ser chamado de burro; o cachorro está cansado de ser cão-de-guarda; a galinha não bota mais ovos e, com medo de virar canja, foge de sua patroa; e uma gata de madame deseja liberdade para cantar com a gataria da rua e virar superstar. Os quatro animais se encontram, unem forças e decidem se tornar artistas na cidade. No caminho encontram uma casa habitada por barões e decidem ficar por lá. E têm problemas para expulsá-los do lugar.

Com elenco formado por Marcus Vinicius, Paulo Victor, Daniela Cassimiro e Fernanda Duarte, a peça está com promoção para assinantes do Estado de Minas, que terão direito a preço especial nos ingressos: R$ 9, válidos para compra de um par por cartão (para todas as categorias). O desconto vale durante a temporada do espetáculo para compras de ingressos na bilheteria do teatro.

Os Saltimbancos
Data: Sábado e domingo, às 16h30 (até 1º junho)
Local: Teatro Dom Silvério (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, BH). Ingressos: R$ 24 (inteira) e R$ 10 (posto do Sinparc).

Informações:
(31) 3209-8989.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3572)

Astronauta
May 11th, 2008, 04:16 AM
Estou upando as fotos do Inimá. Mas perdi as da fachada :( O Danilo deve ter conseguido fotos boas.

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300133.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300105.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300115.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300106.jpg

Inconfidente
May 11th, 2008, 04:50 AM
^^ Astronauta, valeu pelas fotos. Já coloquei na primeira página com os devidos créditos. Quando o Dourado postar coloco as dele também. :okay:

Astronauta
May 11th, 2008, 05:11 AM
Tenho outras, acabou que eu nem tirei foto de nóis... :D só do museu... Depois escolhe se alguma serve para a página inicial (é bom ter poucas para não pesar).

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300112.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300116.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300104.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300120.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300121.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300122.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300123.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300110.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300114.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300128.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300132-1.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300125.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300126.jpg

http://i189.photobucket.com/albums/z18/astronautabh/sscbh/P4300101.jpg

ESMAwar
May 11th, 2008, 05:21 AM
Lindas fotos do museu!

Adorei a frase!^^

Inconfidente
May 11th, 2008, 05:32 AM
Selecionei algumas fotos do Astronauta. Ao todo, a primeira página tem 54 fotos em formato 800x600. Acho que não está muito pesado não. Quem quiser ver mais fotos é só entrar na página correspondente mesmo.

Dourado
May 12th, 2008, 05:24 AM
Minhas fotos do Museu Inimá de Paula (incluindo Rancho do Boi, do Encontro SSC-BH)

http://img364.imageshack.us/img364/1162/dsc05494wk4.jpg (http://img364.imageshack.us/my.php?image=dsc05494wk4.jpg)

http://img246.imageshack.us/img246/4013/dsc05493xy4.jpg (http://img246.imageshack.us/my.php?image=dsc05493xy4.jpg)

http://img129.imageshack.us/img129/5028/dsc05492ov1.jpg (http://img129.imageshack.us/my.php?image=dsc05492ov1.jpg)

http://img206.imageshack.us/img206/4356/dsc05491en9.jpg (http://img206.imageshack.us/my.php?image=dsc05491en9.jpg)

http://img168.imageshack.us/img168/288/dsc05490ps1.jpg (http://img168.imageshack.us/my.php?image=dsc05490ps1.jpg)

http://img440.imageshack.us/img440/4994/dsc05488nt4.jpg (http://img440.imageshack.us/my.php?image=dsc05488nt4.jpg)

http://img227.imageshack.us/img227/4773/dsc05487eh0.jpg (http://img227.imageshack.us/my.php?image=dsc05487eh0.jpg)

http://img145.imageshack.us/img145/860/dsc05485tc0.jpg (http://img145.imageshack.us/my.php?image=dsc05485tc0.jpg)

http://img337.imageshack.us/img337/4686/dsc05481sy9.jpg (http://img337.imageshack.us/my.php?image=dsc05481sy9.jpg)

http://img179.imageshack.us/img179/1938/dsc05479gc4.jpg (http://img179.imageshack.us/my.php?image=dsc05479gc4.jpg)

http://img404.imageshack.us/img404/3586/dsc05478kw0.jpg (http://img404.imageshack.us/my.php?image=dsc05478kw0.jpg)

http://img526.imageshack.us/img526/8265/dsc05476ii2.jpg (http://img526.imageshack.us/my.php?image=dsc05476ii2.jpg)

http://img178.imageshack.us/img178/3424/dsc05475ua3.jpg (http://img178.imageshack.us/my.php?image=dsc05475ua3.jpg)

http://img72.imageshack.us/img72/2064/dsc05474dc9.jpg (http://img72.imageshack.us/my.php?image=dsc05474dc9.jpg)

http://img502.imageshack.us/img502/6033/dsc05473be4.jpg (http://img502.imageshack.us/my.php?image=dsc05473be4.jpg)

http://img178.imageshack.us/img178/37/dsc05472kl8.jpg (http://img178.imageshack.us/my.php?image=dsc05472kl8.jpg)

FredBH
May 12th, 2008, 05:35 AM
Mto boas as fotos!

observador_bh
May 12th, 2008, 05:39 AM
Ficou legal esse museu.
Vou ver se o conheço esta semana, já que tô sempre batento ponto ali no Café kahlua, logo ao lado.
Na verdade, até cheguei na porta do museu na terça-feira passada, mas me informaram que o mesmo só funciona de quarta em diante. Nos outros dias, só o café.

Inconfidente
May 14th, 2008, 12:44 AM
Valeu aí Dourado! Já postei algumas das suas fotos lá na primeira página.

Inconfidente
May 14th, 2008, 12:48 AM
Sérgio Rodrigo Reis
EM Cultura

Ricardo Crepaldi/divulgação
http://img520.imageshack.us/img520/6324/cultura130504354f27jv9.jpg
A África influenciou a vida e a obra do português Acácio Videira

A cultura africana influenciou boa parte da vida do artista plástico português Acácio Videira. Desde 1974 morando em BH, até este ano, quando morreu, ele buscava no além-mar as expressões visuais, espirituais e culturais para criar pinturas e esculturas. O resultado desse legado poderá ser conferido a partir de terça (dia 13), na Galeria de Arte do BDMG. Esta não é a única vernissage do dia. No Espaço Cultural do Fórum Lafayette, quem ganha a oportunidade de apresentar suas telas, depois de dois anos e meio longe do circuito, é a pintora Glória Amaral.

A ligação de Acácio Videira com a África começou em 1946, quando ele se mudou para lá para trabalhar como fotógrafo. A carreira como etnógrafo começou pouco depois, quando atuou no Museu de Dundo, em Angola. Pouco a pouco, ele se tornou um dos maiores conhecedores das manifestações culturais da região. Paralelamente, Acácio manteve atividade artística inspirada nas cores africanas. Ao voltar para o Brasil, trouxe consigo o imaginário africano em suas pinturas e esculturas.

Por sua vez, Glória Amaral foi buscar inspiração nos aspectos mais íntimos da alma para criar telas e objetos. Diversos tipos de colagens, o uso de pigmentos variados e a tinta acrílica serviram de base para as pinturas que surgem com a intenção de construir naves, torres e até de recriar o nada. O mundo imaginário da artista também ganha forma em série de caixas. Em cada uma delas, Glória materializa o presente, o passado, o futuro, as ruralidades e até uma homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. “Sem querer, o olhar da gente encontra as coisas e elas nos encontram”, conclui.

Acácio Videira – Abertura terça (dia 13), às 20h, no BDMG Cultural, Rua da Bahia, 1.600, Lourdes. Em cartaz até dia 30, de segunda a sexta, das 10h às 18h.

Glória Amaral – Abertura terça (dia 13), às 19h, no Fórum Lafayette, Avenida Augusto de Lima, 1.549, Barro Preto. Em cartaz até 26 de junho, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3592)

Inconfidente
May 14th, 2008, 11:45 PM
Ailton Magioli
EM Cultura

André Porto/divulgação
http://img179.imageshack.us/img179/2330/cultura140502ue1.jpg
Norma Bengell é um dos destaques do elenco de Vestido de noiva, em cartaz de sexta a domingo

Mais de três décadas depois da montagem que inaugurou o Teatro Nélson Rodrigues, no Rio de Janeiro, Norma Bengell, de 73 anos, volta a viver a Madame Clessi de Vestido de noiva. A nova versão do clássico, criada pela Cia. de Teatro Os Satyros, de São Paulo, faz temporada no fim de semana no Grande Teatro do Palácio das Artes, antecedida de uma série de eventos do projeto Teatroencontro.com 2008. Além de três sessões da peça, estão previstos debates, oficinas e exposições. Norma, que se prepara para voltar à TV, em participação especial no humorístico Toma lá, dá cá, da Rede Globo, afirma que sua Clessi não tem nada a ver com a da antológica montagem de 1943, dirigida por Ziembinski.

Apesar de o diretor Rodolfo García Vásquez não trair o texto de Nélson, faço outra Clessi”, afirma a veterana atriz, ressaltando o fato de trabalhar mais o subtexto da personagem. No espetáculo, ela tem a oportunidade de resgatar um sucesso de sua carreira musical interrompida. Norma Bengell aproveita para pôr a cara a tapa novamente, depois de ser perseguida pela ditadura militar e protagonizar polêmica em torno da prestação de contas do longa-metragem O guarani, de 1996, dirigido por ela. Personalidade com passagem marcante por várias áreas, a atriz, cantora e diretora promete despertar atenções ao interpretar uma caminhoneira em Toma lá, dá cá, provavelmente no episódio exibido no dia 20.

Além de planejar o retorno em talk show televisivo, em que teria a oportunidade de interpretar, cantar e fazer entrevistas, Norma trabalha no projeto de documentário sobre o cartunista J. Carlos, que ela vai dirigir. “Já cansei desse assunto, pelo amor de Deus. Isso me estressou demais!”, afirma, ao ser perguntada sobre a polêmica prestação de contas de O guarani. Depois de produzir uma trilogia sobre as pianistas brasileiras Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro e Antonietta Rudge, a diretora volta ao documentário porque, além de gostar da linguagem, vê mais facilidade de levantar recursos para o gênero.

“Fosse a Clessi que fiz na década de 1970, não faria a personagem de novo”, declara Norma, que se diz encantada com o trabalho da companhia paulistana. “Nélson Rodrigues era uma pessoa do bem”, garante a atriz, que teve a oportunidade de conviver com o autor de Vestido de noiva durante toda a temporada de 1975. “Ele era muito solícito conosco e jamais fazia crítica desconstrutiva”, elogia.

Brincadeira

Da feminilidade de Clessi para a masculinidade de Deise, que viverá no humorístico Toma lá, dá cá, Norma comemora a oportunidade de se exercitar como atriz. “A Deise, além da voz grave, se veste de homem”, informa, afastando a possibilidade de sua personagem vir a ter um caso com a Copélia, vivida por Arlete Salles. “Eles são maravilhosos”, diz a respeito da equipe do programa, dirigido por Mauro Mendonça Filho. O convite para a participação no episódio veio de Miguel Falabella.

“Não houve censura em relação a Deise”, garante, admitindo que a Globo pediu para que fosse mudado o foco homossexual da caminhoneira. “O programa é uma brincadeira, além de ter algo interessante, a platéia”, elogia, ansiosa para ver o resultado no ar.

A última aparição de Norma na TV foi na novelinha Alta estação, na Record, no ano passado. O talk show que ela planeja fazer foi batizado de Livro aberto. “Vou contar as minhas histórias, chamar as pessoas que participaram da minha vida, além de cantar”, antecipa. Avessa à idéia de uma biografia, a atriz diz que prefere ela mesma abordar as passagens de sua vida, muitas delas intrinsecamente ligadas à história contemporânea do país.

TELENCONTRO.COM 2008 - Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Oficinas, encontros, exposições, exibição de vídeo e bate-papo estão na programação. Informações: www.palaciodasartes.com.br. Até domingo. A peça Vestido de noiva, da Cia. de Teatro Os Satyros, será apresentada na sexta-feira e no sábado, às 21h; e no domingo, às 19h. R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3611)

Inconfidente
May 14th, 2008, 11:47 PM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Jackson Romanelli/EM/D.A Press
http://img150.imageshack.us/img150/6797/cultura1405063a383cpc8.jpg
Além de criar um selo, Xerxes assumiu as picapes no Deputamadre

No começo desta década, as pistas de dança eram dominadas por uma batida irresistível. Um dos hits daquele período levava o nome de LK, também conhecida como Carolina Carol Bela, por trazer samples da canção de Jorge Ben e Toquinho. Não deu outra. O remix estourou aqui e na Europa (chegou ao 17º lugar da parada inglesa), levou o nome dos produtores Marky e Xerxes às alturas e foi um dos responsáveis pela explosão do drum’n’bass. O tempo passou, outras batidas vieram e o gênero voltou ao underground de onde havia surgido. “De 2005 para cá, o estilo gerou uma nova leva de produtores, que romperam com a velha fórmula”, avalia Xerxes.

Pois é neste grupo que ele está interessado. Há dois meses, o produtor deixou a São Paulo natal e mudou-se para Belo Horizonte. Busca de tranqüilidade? Que nada. Desde que chegou aqui, Xerxes não parou. Abriu neste mês uma residência semanal no Deputamadre (sempre aos domingos), criou, com a produtora Luciana Amorim (que participou da edição 2007 do Red Bull Music Academy, no Canadá) o selo digital Tupy (www.tupybrasil.com) e começou a produzir o segundo álbum do Digitaria, que deixou de ser um quarteto e virou uma dupla, formada por Daniel Albinati e Daniela Queiroz.

“O drum’n’bass é meio que um liqüidificador de estilos, pois ele pode passar pelo tecno, jazz, house. Com isto, surgiram no Brasil muitos DJs produtores”, comenta Xerxes. De BH, ele destaca dois nomes que estão na batalha há algum tempo: Daniel Maia e Flávio Marques. Com o Tupy, a intenção é justamente abrir o leque. “A idéia é baixar barreiras. Nosso critério é lançar música boa.” O primeiro lançamento foi do projeto Drumagick, duo formado por Jr. Deep e Guilherme Lopes. O segundo, em junho, será o do mineiro Menorah. “Não queremos ficar focados em nomes. Independentemente se o artista é veterano ou novato, o enfoque está na música.” Mesmo conceito é o da noite Cool Bass, que já teve duas edições no Deputamadre.

É no estúdio que Xerxes montou em sua casa, no Horto, que o segundo disco do Digitaria está sendo produzido. “Foi uma baita surpresa o convite dos meninos, pois o estilo do primeiro disco (produzido pelo DJ Hell) é bem diferente do meu. Está sendo um desafio e com a nova formação, está ficando bem mais eletrônico, voltado para clube mesmo.” Em meio a estes projetos, Xerxes ainda arruma tempo para conduzir sua própria carreira. Na semana que vem embarca para a Áustria, onde vai apresentar um live P.A. com o Drumagick num festival na cidade de Graz. Na volta, também continua trabalhando em seu próximo álbum, que será lançado pelo selo Tupy.

DOMINGUEIRA - O projeto Cool Bass é realizado todo domingo, das 17h às 22h, no Deputamadre (Avenida do Contorno, 2.028, Floresta). Domingo, o convidado de Xerxes é Daniel Maia. Ingressos a R$ 10 (com flyer) e R$ 15. Informações: www.xrsland.com/coolbass

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3615)

Inconfidente
May 16th, 2008, 02:18 AM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Bianca Aun/Divulgação
http://img80.imageshack.us/img80/9894/cultura1505011ae2eftg7.jpg
Em clima de tragicomédia, Cynthia Falabella interpreta uma secretária desiludida no amor, que sonha em se casar

Filmes de mercado. É esse o objetivo da produtora mineira Camisa Listrada, que lança amanhã, nos cines Belas Artes e Cidade, o primeiro projeto de peso, 5 frações de uma quase história. Coletivo, o longa marca a estréia de Armando Mendz, Cristiano Abud, Cris Azzi, Guilherme Fiúza, Lucas Gontijo e Thales Bahia na direção de longas-metragens de ficção. “Acho que em Minas as pessoas têm um pouco de medo de falar isso, mas o que realmente queremos é fazer público, criar aqui filmes que tenham repercussão nacional. O que tem se destacado muito é a produção autoral, que é maravilhosa, tem o seu espaço. Mas nossa verve é outra”, afirma o produtor André Carrera.

Além de 5 frações, que estréia na sexta-feira também no Rio (semana passada entrou em cartaz em São Paulo e Brasília), a Camisa Listrada finalizou recentemente outras produções: Fronteira (filme de época dirigido por Rafael Conde), Descaminhos (documentário coletivo) e Sumidouro (documentário assinado por Cris Azzi), todos inéditos no circuito comercial. Agora, prepara-se para outra ficção, desta vez voltada para o público infanto-juvenil: a adaptação do romance O menino no espelho, de Fernando Sabino.

Novidades do cinema no Cine & Série

“Quando comecei no cinema, em 1997, ou você trabalhava com o Helvécio Ratton ou ia para outra cidade”, relembra Carrera. Ele trabalhou alguns anos no Rio sempre com a idéia de voltar e implementar aqui o que havia aprendido lá. “Nos últimos cinco anos, houve um boom de produções mineiras. O mercado se movimentou e não só conosco, mas para vários profissionais da área. Por exemplo: a maquiadora (Tayce Vale) nunca tinha feito um longa até chegar a 5 frações. E isso vale para várias pessoas da equipe. O filme, dessa maneira, se tornou divisor para muita gente.”

Levando-se em conta a morosidade com que a produção nacional independente leva para sair do papel até chegar à sala de cinema, 5 frações, que custou R$ 1,5 milhão, teve trajetória relativamente rápida. O roteiro, assinado por Cristiano Abud, foi feito em 2005; as filmagens ocorreram em Belo Horizonte, no primeiro semestre de 2006; o lançamento no circuito de festivais no ano passado. As frações de que fala o título se referem aos seguintes personagens: um fotógrafo obcecado por pés femininos (Leonardo Medeiros); um homem que se projeta em situações vistas na TV (Luiz Arthur); um apático funcionário público (Cláudio Jaborandy) que recebe uma proposta de um juiz corrupto (Jece Valadão, em sua última atuação no cinema); um trabalhador de um matadouro com o casamento em crise (Gero Camilo); e uma secretária desiludida no amor que sonha em se casar (Cynthia Falabella). Todos acabam, de alguma maneira, se interligando e tendo suas vidas modificadas a partir de um fim de semana na capital mineira.

O risco de realizar um filme de episódios dirigidos por estreantes era grande. Há algumas quebras de ritmo, ainda mais levando-se em consideração que há histórias dramáticas e outras que recaem no riso fácil. Mas no todo a trama se fecha, com uma montagem bem feita e um final amarrado. “Durante todo o processo nos demos a liberdade de poder opinar na história do outro, o que foi muito enriquecedor. Foram sete pessoas se questionando o tempo todo e cada um teve de ter humildade para ouvir”, afirma Guilherme Fiúza. Para Cristiano Abud, que criou uma história completa a partir de sugestões mandadas pelos parceiros, o processo de roteirizar 5 frações foi bem desgastante. “De uma só história, cheguei a fazer 10 versões”, relembra.

Todos concordam que o projeto coletivo, apesar das dificuldades, conseguiu ser bem realizado graças à relação que todos os principais envolvidos têm. Alguns são amigos do curso de comunicação da UFMG, outros começaram a trabalhar juntos seja no cinema ou na publicidade. “Estamos crescendo profissionalmente”, afirma Carrera. O lançamento do filme, na opinião do produtor, está do tamanho que ele tem. “Nossa realidade é difícil, estamos entrando em cartaz no meio de um tiroteio de blockbusters (Homem de ferro, Speed racer e, na próxima semana, Indiana Jones). Guardadas as devidas proporções, Meu nome não é

Johnny começou menor e, depois, teve o número de salas expandido. Então nosso grande desafio é conseguir manter 5 frações em cartaz”, finaliza Carrera.

Atrás das câmeras

• André Carrera - 33 anos, participou da equipe de produção dos filmes Amor & cia e Uma onda no ar (Helvécio Ratton), A partilha (Daniel Filho) e Lavoura arcaica (Luís Fernando Carvalho), entre outros. Com a Camisa Listrada, fez a produção executiva de um dos episódios do longa O cobrador (Paul Leduc) e a produção dos longas Descaminhos (projeto coletivo), Fronteira (Rafael Conde) e Sumidouro (Cris Azzi). Sua próxima produção será o longa O menino no espelho.

• Armando Mendz - 33 anos, foi um dos fundadores da Natora Produções, onde dirigiu documentários como Água benta, fé ardente e Secos & molhados. Com o fim da produtora, criou, com André Carrera, a Camisa Listrada. Recentemente, montou o curta O crime da atriz (Elza Cataldo). Dirigiu um dos episódios e fez a coordenação geral do documentário Descaminhos.

• Cris Azzi - 29 anos, fez assistência de direção para Tata Amaral (Antônia), Paul Leduc (O cobrador), Sérgio Rezende (Zuzu Angel) e Karim Ainouz (Alice). Dirigiu o recém-lançado documentário Sumidouro, que também teve versão em curta com o mesmo nome. Seu próximo projeto é a ficção O sexo, baseado no livro homônimo de André Sant’Anna.

• Cristiano Abud - 32 anos, dirigiu um dos episódios do projeto coletivo Descaminhos (2008). Estreou na direção no documentário O amanuense e os grafômanos. Outros trabalhos assinados por ele são Bandeira 2 e Minha vida é esta. Atualmente, desenvolve o roteiro de O menino no espelho. Supervisionou o roteiro de Sumidouro, documentário de Cris Azzi.

• Guilherme Fiúza - 39 anos, foi assistente de direção de Helvécio Ratton, Renato Aragão, Sylvio Back, Tizuka Yamazaki, entre outros. Fez a produção executiva de Batismo de sangue (Ratton) e Depois daquele baile (Roberto Bontempo). Com Cristiano Abud e Cris Azzi, fundou a produtora Abuzza. Vai dirigir o longa O menino no espelho, do livro homônimo de Fernando Sabino. É o atual presidente da Associação Curta Minas.

• Lucas Gontijo - 33 anos, foi assistente de Helvécio Ratton e Éder Santos. Dirigiu o curta A aposta (2006). É diretor de publicidade em parceria com Thales Bahia, com quem também assinou clipes das bandas Berimbrown e Radar Tantã.

• Thales Bahia - 33 anos, trabalhou em produções de Pedro Bial, Rafael Conde e Érica Bauer. Atualmente, desenvolve projeto de ficção sobre a volta dos imigrantes mineiros que foram tentar a vida nos Estados Unidos. É diretor de publicidade.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/cinema/interna_noticias.asp?codigo=2951)

Inconfidente
May 16th, 2008, 02:22 AM
Sérgio Rodrigo Reis
EM Cultura

Maria Teresa (:sly:)Correia/EM/D.A Press
http://img338.imageshack.us/img338/5359/cultura1505031ef73fgk7.jpg
Joaquim Nogueira nasceu em Sete Lagoas e, depois de passagem pela Europa, vive em Arraial d’Ajuda

O estilista Joaquim Nogueira conseguiu imprimir na moda marca pessoal inconfundível, ao apostar na simplicidade e na velha máxima de que menos pode significar mais. “Sempre fiz algo sofisticado sendo, ao mesmo tempo, simples”, diz ele, que procurava não seguir tendências nas roupas. Natural de Sete Lagoas, formado em desenho industrial, mudou-se ainda nos anos 1970 para Paris, onde descobriu que a moda poderia ser boa profissão. Depois de circular pelo meio, na Europa, retornou, nos anos 1980, para Minas, onde consolidou sua marca. Pouca gente sabe que, paralelamente à carreira, no ambiente mais íntimo, ele dedicou esses anos também a outro ofício: as artes plásticas. O resultado dessa faceta pouco conhecida poderá ser conferido na Galeria Celma Alvim, na exposição O mergulho, aberta quinta (dia 15) para convidados, e sexta (dia 16) para o público em geral.

As paisagens, os materiais e as cores que encontra em Arraial d’Ajuda, onde mora atualmente, são usados na recriação da atmosfera abstrata presente nas 11 telas. “Não tenho pudor quando faço arte. Já para moda, o limite é o lado comercial. Moda só é moda quando sai da arara e vai para o guarda-roupa”, afirma. O lado efêmero do mundo fashion com o qual o estilista conviveu a vida toda é bem diferente do aspecto atemporal dos quadros. Nas pinturas, conta que tenta criar técnica própria, baseada em inúmeras camadas de tintas. Primeiro, espalha camadas de tinta na tela, depois pinta sobre um plástico e o imprime no quadro. Com sucessivas intervenções pictóricas, consegue chegar ao resultado final da obra. “Lido o tempo todo com o controle do inesperado. Minha arte é explosiva e, ao mesmo tempo, calma. Talvez, retrato do momento que vivo”, reconhece.

O lado menos conhecido de Joaquim Nogueira veio a público por acaso. Em janeiro deste ano, a crítica de arte Celma Alvim passava férias em Arraial da Ajuda e foi ao encontro do velho amigo. Ao chegar em sua casa, deparou-se com os quadros e decidiu formalizar o convite: “Essa linha me interessa. Topa fazer uma exposição?”. Depois de aceito o convite, os dois começaram a conversa e, desde aquele momento, imaginaram o conceito da mostra. “As obras dele são como bandeiras lançadas ao mar. Como pinta em lonas, ficam soltas ao vento, balançando as cores entre os azuis e os verdes, e multiplicando tons e subtons”, conclui Celma.

O MERGULHO - Exposição de pinturas de Joaquim Nogueira. Abertura para convidados quinta (dia 15), às 19h, e para o público, a partir de sexta (dia 16), às 10h. Aberta até 1º de junho, na Galeria Celma Alvim, Rua Alagoas, 989, loja 13, Savassi. Informações: (31) 3261-5214.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3617)

Rafael_BH
May 16th, 2008, 02:37 AM
Mas como o Inimá ficou bom! Me surpreendeu positivamente. Tirando o MAO deve ser o mais moderno de BH. O thread tá muito show tb, bem cultural como se propôs.

Inconfidente
May 17th, 2008, 04:26 PM
Mariana Peixoto
EM Cultura

Emmanuel Pinheiro/EM
http://img513.imageshack.us/img513/2347/div140523dt8.jpg
Mesa de fazer queijos, um dos ambientes do Museu de Artes e Ofícios

Neste domingo comemora-se o Dia Internacional dos Museus. Em 2003, o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Associação Brasileira de Museologia (ABM), criou, para celebrar o 18 de maio e buscar integração maior entre as instituições, a Semana Nacional de Museus. Em sua sexta edição, a semana contará com 1.420 eventos em 447 museus de todas as regiões do país. A programação teve início no começo da semana, mas será nos próximos três dias que ela se intensificará, com a realização de atividades voltadas para o público – na maior parte dos casos, com entrada franca.

Os museus de Minas estão com programação extensa (veja nas próximas páginas). O Museu de Artes e Ofícios escolheu a data para a abertura de grande exposição e a inauguração de espaço inédito na cidade. Será aberta sexta (dia 16) para o público a mostra Família Ferrez – Novas revelações, que apresenta fotografias de Júlio, Luciano e Gilberto Ferrez, respectivamente filhos e neto do pioneiro fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923). A data não poderia ser mais adequada, pois ontem foi completado o centenário de Gilberto Ferrez (1908-2000). Também sexta (dia 16) será inaugurado o Espaço BNDES, anexo ao prédio do MAO que vai abrigar a reserva técnica, um laboratório de restauro e um ponto de cultura do MinC para capacitar jovens de baixa renda em conservação de patrimônio material.

A exposição que chega a BH ficou em cartaz até abril no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio. A curadoria é assinada por Júlia Peregrino e Pedro Karp Vasquez. Serão apresentadas 230 imagens, do início do século 20 até 1980, divididas em quatro grandes temas, conforme explica Júlia: “Em Nossa terra estão fotos do Brasil, pois todos eles viajaram muito pelo país. Dentro dessa série, há material inédito e especial, que é do desmonte do Morro do Castelo, no Rio de Janeiro. Até este momento, não se conhecia fotos de amadores sobre a derrubada, que ocorreu em 1921. As únicas fotos conhecidas eram as de Augusto Malta, na época fotógrafo da Prefeitura do Rio.”

Pedro David/Especial para o EM
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Adriano Ramos, conservador e restaurador, na nova sala do MAO

Comentário social reúne fotografias da família Ferrez, além de pessoas que os cercavam. “Os Ferrez eram pessoas mais abastadas e, no início do século passado, era raro você ver fotos de pessoas fora de estúdio de fotógrafos. Por outro lado, eles também estavam interessados em outras classes sociais, tanto que registraram vários tipos de trabalhadores. Isto é raríssimo de encontrar”, comenta Pedro Karp Vasquez.

Outras terras apresenta a visão dos fotógrafos – nenhum dos três se profissionalizou no ofício de Marc Ferrez – de vários lugares do mundo. Por fim, há uma sala dedicada à memória, com os álbuns originais, diários de viagens e cartas. Para realizar a seleção, os curadores trabalharam em cima de um acervo de 8 mil negativos dos três fotógrafos, material entregue ano passado pelas herdeiras de Gilberto Ferrez ao Arquivo Nacional. “O Gilberto inaugurou dois ofícios no Brasil: do pesquisador e do historiador da fotografia. Com isso, ele tinha consciência muito clara da preservação dos materiais, o que facilitou bastante o nosso trabalho”, acrescenta Vasquez.

Conservação

Dois anos e meio depois da abertura do Museu de Artes e Ofícios, será inaugurado anexo previsto desde a concepção da instituição. O Espaço BNDES terá 500 metros quadrados dedicados à reserva técnica, oficina de restauro e ao projeto social para capacitar jovens na conservação. “Sessenta por cento do patrimônio brasileiro tombado está em Minas, que também tem uma boa indústria moveleira. Então, a abertura desse espaço é muito importante”, afirma Ângela Gutierrez, presidente do Instituto Cultural Flávio Gutierrez. De acordo com ela, o projeto social vai formar, durante oito meses, mão-de-obra para a área de conservação. Está aberto a jovens que tenham ou não segundo grau. “Estou apostando que teremos boa chance de inseri-los no mercado de trabalho.” As pessoas sairão do curso como conservadores, aptos a fazerem assistência de restauração.

Ângela Gutierrez se impressiona até hoje com a reação que o MAO provoca nas pessoas. “É um museu que mexe muito com a emoção, pois fala de nossas raízes, lembra o interior, mostra o começo de alguma coisa.” O espaço foi inaugurado em dezembro de 2005, com 2.317 peças. De lá o número cresceu e está próximo das 2,5 mil. Incansável, a colecionadora agora planeja um terceiro museu – há nove anos ela inaugurou em Ouro Preto o Museu do Oratório. A próxima empreitada do Instituto Cultural Flávio Gutierrez será em Tiradentes. Na cadeia da cidade histórica será criado o Museu de Sant’Ana, com peças que Ângela coleciona desde a infância – atualmente tem 270 imagens. “Não quero que o Museu de Sant’Ana chegue pronto para a população da cidade. Quero justamente que seja um trabalho aberto para as pessoas”, conclui.

MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS - Praça Rui Barbosa, s/nº, Centro, (31) 3248-8600. Sexta (dia 16), às 10h, será lançado o ponto de Cultura MAO – Qualificação de jovens em conservação. Às 12h, será aberta a exposição Família Ferrez – Novas revelações, que fica em cartaz até 27 de julho. Às 19h30, apresentação do grupo Zé da Guiomar. Sábado (dia 17) e domingo, das 15h às 19h, oficina de fotografia Do pinhole ao celular – A evolução do fazer fotográfico. No domingo, das 11h às 17h, o museu terá entrada franca com visita orientada para todos.

SEMANA DE MUSEUS 2008

A programação completa está disponível no site www.museus.gov.br. Informações: (61) 3414-6167.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3609)

Inconfidente
May 17th, 2008, 04:29 PM
Ailton Magioli
EM Cultura

Márcia Vieira/Divulgação
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O Monobloco toca das nove da noite à uma da madrugada de segunda

Até 30 mil pessoas poderão passar, a cada noite, pelo Largo da Saideira, no Bairro União, na regional Nordeste da capital, onde será realizada este fim de semana a festa de encerramento do 9º Comida di Buteco. O festival gastronômico tem, nos dois últimos dias de realização, a música como atração principal, depois, claro, de tira-gostos e goles. A área da festa tem 36 mil metros quadrados, em plena Avenida Cristiano Machado, com direito a cinco platôs de onde se tem visão integral do evento. No local, onde foram instalados espaço de fruição, boate, bares e palcos (dois), estarão artistas e DJs.

Responsável pela cenografia do Comida di Buteco, o professor e cenógrafo Tarcísio Ribeiro este ano resolveu homenagear o centenário de nascimento Oscar Niemeyer, ao criar uma pirâmide triangular recorrente nos pilares de sustentação dos prédios criados pelo mestre da arquitetura brasileira. Além de cada um dos bares – 41 concorrentes e nove convidados – os 22 espaços de venda de cerveja e as entradas do Largo da Saideira foram decorados com o objeto tridimensional, coberto de lona de algodão pintada à mão. Árvores e plantas de espécies variadas completam o cenário, ideal para a festa caracteristicamente mineira que já vem sendo exportada para todo o país.

“Há pelo menos dois anos vínhamos namorando o novo espaço da festa, que, pelo fato de nunca ter abrigado um evento, exigiu planejamento hidráulico e elétrico, além de limpeza”, conta Maria Eulália Araújo, sócia-proprietária da CDB Produção Gastronômica, responsável pelo festival. Antiga sede de uma construtora, o local, que abriga galpão de 2,3 mil metros quadrados logo na entrada, o lugar exigiu atenção especial também no que diz respeito ao acesso, pela proximidade da obra de um viaduto da Linha Verde, em frente ao Minas Shopping. Além de um processo de sinalização especial na Avenida Cristiano Machado, a BHTrans e a Polícia Militar atuarão na região, em frente ao shopping e ao Ouro Minas Hotel, para que não haja sobrefluxo.

Daryan Dornelles/Divulgação
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Tereza Cristina se apresenta domingo com a Velha-Guarda da Portela

Para incentivar as pessoas a usarem um meio de transporte seguro em uma festa em que o consumo de bebida é liberado, a empresa municipal de trânsito legalizou três pontos de táxi na cidade – Savassi (Av. Getúlio Vargas esquina de Av. Cristóvão Colombo), Funcionários (Av. Afonso Pena esquina de Praça Tiradentes) e Centro (Av. Afonso Pena, 4001) – para atendimento aos que estarão indo e voltando do festival. Além de estacionamento em ruas da região, o hipermercado Extra disponibilizou mil vagas cobertas para o evento.

SAIDEIRA – COMIDA DI BUTECO 2008 - Sábado (dia 17), das 12h às 3h; domingo, das 12h à 1h, no Largo da Saideira, Av. Cristiano Machado, 3.450, Bairro União. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); passaporte: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia), à venda em todos os bares participantes, no Minas Shopping, no Shopping Cidade e no Shopping 5ª Avenida, nas lojas TIM da Savassi, Centro e BH Shopping; pelo fone (31) 4003-1212 ou no site www.ingressorapido.com.br.

O que ver

• Sábado (dia 17)

- DJ Raffa, 12h às 14h
- Grupo Purarmonia, 14h às 15h30
- 3 DJ Gel Victor, 15h30 às 17h30
- Grupo Pedacinhos do Céu, 17h30 às 19h
- Vander Lee, 19h às 20h30
- Grupo Copo Lagoinha, 20h30 às 22h
- Trio Mocotó, 22h à 0h30
- DJ Marcos Dias, 0h30 às 3h

• Domingo

- DJ Maurinho, 12h30 às 13h30
- Moacyr Luz & Samba do Trabalhador, 13h30 às 15h
- Grupo Brascuba, 15h às 16h30
- DJ Maurinho, 16h30 às 17h
- Grupo Flor de Abacate, 17h às 18h30
- Velha-Guarda da Portela & Teresa Cristina, 18h30 às 20h
- Grupo Monobloco, 21h à 1h
- DJ Paco Pigale, 1h

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/culinaria/interna_noticias.asp?codigo=466)

Inconfidente
May 17th, 2008, 04:32 PM
A Prefeitura promove coletiva nesta segunda-feira, dia 19, na sala de reunião da Secretaria Municipal de Saúde (avenida Afonso Pena, 2.336, Funcionários, 13º andar ), para apresentação da proposta e programação da Mostra de Arte Insensata. A mostra irá discutir, pelo viés da arte, o lugar da loucura na cidade, entre os dias 28 e 31 de maio, no Espaço Funarte / Casa do Conde (rua Januária, 68, Floresta).

Participam da coletiva a secretária-adjunta de Saúde, Maria do Carmo, a presidente da Fundação Municipal de Cultura, Maria Antonieta Cunha, a coordenadora de Saúde Mental da Prefeitura , Rosemeire Silva, as organizadoras do evento, Maria Betânia Guimarães e Luciana Veloso , além dos artistas e curadores da exposição de artes visuais, Wesley Simões e Rogério Blach.

O evento vai abordar a produção artística e cultural dos portadores de sofrimento mental da cidade, com o objetivo de estabelecer um diálogo com a população e outros grupos que produzem arte e cultura fora dos circuitos oficiais. Além da apresentação de cerca de 600 obras produzidas por portadores de sofrimento mental , haverá exposição, seminário, palestras, oficinas, sessões comentadas de filmes, feira de artesanato e uma série de atividades culturais, com shows de artistas como Tom Zé e Dona Jandira.

A exposição e a feira de artesanato, chamada "Mercado Maluco", estarão abertos à visitação, gratuitamente, a partir do dia 29, de 9h às 21h. O seminário, oficinas e palestras também são de graça, mas os interessados devem se inscrever pelo e-mail mostradearteinsensata@yahoo.com.br, ou pelos telefones 3277-6333 e 3277-7482. Para os shows noturnos, deve-se retirar o ingresso no local , mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.

Uma exposição de quadros, desenhos, peças em cerâmica, fotografias, poesias e vídeos estará em cartaz durante os dias do evento, revelando a capacidade criadora dos portadores de sofrimento mental que, por mais de 300 anos, foram excluídos da vida social, sendo confinados em manicômios. O acervo foi produzido por usuários dos serviços de Saúde Mental do Sistema Único de Saúde de Belo Horizonte, em oficinas de artes plásticas, música , dança, teatro e artesanato promovidas nos nove Centros de Convivência da capital .

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8585&ver_servico=N)

Inconfidente
May 17th, 2008, 04:35 PM
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O prefeito Fernando Pimentel participou da inauguração do Espaço BNDES no Museu de Artes e Ofícios , onde foi instalado o Ponto de Cultura "MAO - Qualificação de Jovens em Conservação" . Serão capacitados cerca de 30 estudantes da rede pública de ensino, de 16 a 24 anos de idade, em habilidades técnicas e conceituais na área de conservação, o que os irá habilitar para atuar como assistentes de restauradores.

O Espaço BNDES foi viabilizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES ), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e abrigará as novas instalações do setor educativo, laboratório de restauração e reserva técnica. O espaço, que está equipado para receber as atividades programadas pelo setor educativo do Museu, ampliou a oferta de visitas e a melhoria da comodidade, segurança e qualidade do atendimento.

Durante o evento, foi lançado o Passe Livre do Educador. Ele permite ao professor ou educador encaminhar sua turma em visitas orientadas ao Museu, durante um ano e gratuitamente. A professora Maria Mercês Vieira, da Escola Municipal Vinícius de Morais, representando todos os professores da rede municipal de ensino, recebeu do setor educativo do MAO o Passe Livre do Educador.

Outra novidade foi a rua - ainda sem nome - viabilizada por meio de um parceria com a Prefeitura. O novo acesso tem entrada exclusiva para ônibus escolares e grupos especiais, que desembarcarão diretamente no novo espaço onde são desenvolvidas as atividades educativas.

O prefeito demonstrou satisfação em celebrar mais uma etapa do trabalho do MAO. "Há três anos o Museu de Artes e Ofícios vem crescendo e tornando-se parte indispensável da paisagem urbana, cultural e social da cidade. Graças ao talento e ao compromisso da equipe, a capital mineira é presenteada com mais este exemplar", disse. Pimentel também destacou a importância da rua viabilizada pela Prefeitura. "A cidade foi beneficiada com um trecho em que o acesso ficaria subutilizado e, com isso, nós estamos incorporando um pedaço importante do Hipercentro à função educativa, cultural e sociológica do Museu de Artes e Ofícios". Pimentel disse ainda que assim como o Museu oferece oportunidades iguais para todos, seu intuito é continuar trabalhando em busca de uma cidade fraterna, solidária e com boa qualidade de vida.

A diretora-presidente do Museu de Artes e Ofícios, Ângela Gutierrez, avaliou o resultado dessa parceria entre o museu, o BNDES e a Prefeitura como positivo e disse que todas as instalações feitas no MAO são realizadas com muito carinho e motivação. "O prefeito Fernando Pimentel, mais uma vez, entendeu e acreditou no nosso trabalho , dando crédito e complementando esta iniciativa com uma parceria de trabalho com colaboração mútua", afirmou.

Após o descerramento da placa, os convidados visitaram as dependências do Espaço, que inclui reserva técnica, laboratório de restauro , salas multifuncionais de monitoria e serviço educativo, um mini auditório, centro de formação e capacitação profissional voltado aos jovens em situação de risco e a rua de acesso exclusivo para grupos escolares.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8590&ver_servico=N)

Inconfidente
May 17th, 2008, 04:40 PM
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Com o espetáculo "Aruanda canta e dança", o premiado grupo de danças folclóricas Aruanda abre, no próximo dia 18 de maio, às 11h30, a 10ª edição da temporada dos eventos realizados nas manhãs de domingo no palco ao ar livre do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB). O espetáculo tem entrada franca e integra a programação do projeto "Domingo no MHAB", promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura.

O show é uma mostra do amplo e diversificado repertório do Aruanda, abrangendo manifestações culturais populares de norte a sul do país, com seus respectivos trajes, adereços e músicas. Ao longo de seus 47 anos de existência, o grupo catalogou mais de cem danças, acumulando cerca de cinco toneladas de trajes e adereços, o que torna seu guarda-roupa um dos maiores do Brasil e o transforma em referência nacional em manifestações populares.

Formado por jovens estudantes, professores, bailarinos e profissionais liberais, o Aruanda vem se apresentando em teatros, ginásios, praças, escolas e festivais nacionais e internacionais de folclore, sendo considerado um dos maiores representantes da cultura folclórica do país. Hoje, dedica-se também à pesquisa, preservação e divulgação de danças e cantos folclóricos nacionais.

Para festejar a 10ª temporada dos eventos de domingo, o MHAB preparou uma programação especial, que acontecerá de 18 de maio a 14 de setembro, englobando 17 espetáculos. São dois projetos realizados alternadamente: "Domingo no MHAB", com atrações musicais e de dança para o público adulto, e "Brincando no Museu", destinado às crianças, com apresentações que resgatam o universo da cultura infantil. A proposta é afirmar o Museu como referência cultural e opção de lazer da cidade.

O Museu Histórico Abílio Barreto fica na Av. Prudente de Morais, 202,
Bairro Cidade Jardim. Telefone: (31) 3277-8573.

Fonte: Museu Histórico Abílio Barreto (www.amigosdomhab.org.br)

Inconfidente
May 18th, 2008, 05:31 PM
Gustavo Werneck - Estado de Minas

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Os apreciadores de um bom tira-gosto, cerveja gelada e bate-papo agradável conferem neste domingo o resultado do 9º Comida di Buteco, festival gastronômico que reúne os talentos feitos nas cozinhas de 41 bares da capital. Nesse sábado, as atrações da festa de encerramento reuniram um público de cerca de 20 mil pessoas, no Largo da Saideira, na Avenida Cristiano Machado, no Bairro União, Região Nordeste de Belo Horizonte. A comemoração recebeu caravanas do interior de Minas, além de turistas de outros estados. Shows de samba, MPB e bossa nova animaram o ambiente, recheado de gente bonita e muitos aperitivos.

São 80 opções de tira-gosto e, para não deixar a garganta seca, 22 espaços de vendas de cerveja e outros goles. O festival começou no dia 11 de abril, quando os clientes votaram no melhor prato, totalizando 120 mil votos. “O resultado é um segredo só revelado na premiação. Sempre erro nas minhas apostas”, conta o sócio-produtor do evento, Eduardo Maya.

Os participantes da Saideira podem também aproveitar os shows e apresentações de DJs, e se divertir em uma tenda, onde foi montada uma boate. Neste domingo, o público confere a velha Guarda da Portela, com participação de Tereza Cristina, de 18h30 até o horário da premiação, às 20h. Depois que os vencedores receberem seus troféus, mais música com o grupo Monobloco.

A advogada Maria Fernanda Pereira, de 28 anos, conferiu alguns tira-gostos, ao lado do namorado Gustavo Henrique de Souza. “Nossa praia são os bares e talvez por isso a comida feita aqui seja uma referência nacional”, garante Maria Fernanda. Tornar a Saideira cada vez mais uma festa nacional é a intenção do sócio-fundador, Eduardo Maya que já prepara novidades para a décima edição do evento, que deverá reunir maior número de bares. Terminada a festa em Belo Horizonte, o festival gastronômico segue seu circuito em outras cidades: em junho, será em Ipatinga, na Região do Vale do Aço, agosto no Rio, e,em outubro, na capital da Bahia. “Minas exporta sua arte de butecar”, define Eduardo Maya.

A cozinheira e proprietária do Bar da Cida, Maria Aparecida Silva, se diverte enquanto vende seu prato de almôndegas, com mussarela, ovo de codorna e batata, o Rola Bola. “É a segunda vez que participo e sinto uma energia muito boa nesse evento”, disse.

Fonte: Uai (http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2008/05/18/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=63486/em_noticia_interna.shtml)

Inconfidente
May 18th, 2008, 05:35 PM
Ailton Magioli
EM Cultura

André Porto/Divulgação
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Sob o argumento de que era preciso quebrar uma visão antiga – mitológica quase, segundo o diretor Rodolfo Garcia Vázquez – da montagem original da década de 1940 e, ao mesmo tempo, propor novos elementos e horizontes para a mesma, a companhia de teatro Os Satyros, de São Paulo, chega a Belo Horizonte para mostrar a versão multimídia que fez do clássico Vestido de noiva, de Nelson Rodrigues, em ritmo de videoclipe, com 15 atores em cena.

Atração do Grande Teatro do Palácio das Artes, a montagem – com direito a muita tecnologia em cena, além de trilha sonora pra lá de contemporânea, com canções de Björk, David Bowie e Radiohead – será apresentada na cidade, de sexta a domingo. Em cena, além das inovações citadas, a presença da veterana Norma Bengell, que volta a viver Madame Clessi, depois da também histórica remontagem da década de 1970, que inaugurou o teatro batizado com o nome de Nelson Rodrigues, então ainda vivo, no Rio.

“Faço uma Clessi completamente diferente ”, adverte Norma, lembrando que a atual montagem não tem nada a ver com a primeira que ela fez. “Se naquela eu explorava o texto em si, agora trabalhei muito no subtexto”, compara a intérprete, que canta inclusive em cena um dos sucessos de sua carreira de cantora.

Uma série de contingências levou Os Satyros à peça Vestido de Noiva. “Primeiro foi o convite do Itaú Cultural, para uma leitura dramática de algumas cenas do espetáculo”, recorda Rodolfo Garcia. A mesma instituição, de acordo com o diretor, havia providenciado maquetes virtuais, a partir de fotos da montagem original, de 1943, que entrou para a história do teatro brasileiro.

“Com o sucesso da leitura, surgiu o convite para a montagem, que ficaria apenas 10 dias em cartaz”, acrescenta Rodolfo. Depois da passagem pelo Festival de Teatro de Curitiba, Vestido de Noiva está em turnê nacional, com previsão de nova temporada em São Paulo, seguida de outra no Rio. De acordo com o diretor, a presença de Norma Bengell no elenco faz parte da idéia original, por se tratar não apenas de uma homenagem ao clássico das artes cênicas brasileiras, mas também à Enciclopédia virtual de teatro, mantida pelo instituto patrocinador do espetáculo.

“A idéia era um grupo contemporâneo, com um ator ou atriz que já fosse da enciclopédia mas não fosse do grupo – para promover o contato entre duas gerações de artistas –, trabalhando o texto e as maquetes virtuais”, esclarece o diretor. Além da trilha sonora contemporânea, que dá agilidade de videoclipe ao espetáculo, o novo Vestido de Noiva usa microfones e projetores em cena, abolindo os três planos (memória, alucinação e realidade) da primeira e antológica montagem, que teve direção de Ziembinski e cenário de Tomás Santa Rosa. O original de Nelson Rodrigues também foi responsável pela introdução do recurso do flashback na cena brasileira.

Freud explica

Em síntese, a peça conta a história de Alaíde, moça atropelada por um automóvel que, enquanto passa por uma cirurgia no hospital, lembra do conflito com a irmã Lúcia, de quem tomou o namorado Pedro, ao mesmo tempo em que imagina o seu encontro com Madame Clessi, a cafetina assassinada pelo namorado de 17 anos. De assumidas influências freudianas, a peça era originalmente narrada em três planos, que Os Satyros agora transformaram em um único.

“Misturamos tudo, como se assim fosse assim na cabeça de Alaíde”, conta Rodolfo, que também utiliza filmagens feitas em tempo real, sem deixar claro para o espectador se elas pertencem ao passado, presente ou à memória. “Não há uma regra para isso”, esclarece o diretor, acrescentando que a idéia é de que a personagem esteve o tempo todo delirando. “O que tem mais a ver com David Lynch do que com o realismo, propriamente”, cita o cineasta norte-americano, lembrando que não só a nova montagem, mas toda obra de Nelson Rodrigues é de assumida influência cinematográfica. “Não por acaso, em uma das cenas do espetáculo, Madame Clessi se imagina Scarlet Ohara”, destaca o diretor. Anteriormente, a companhia havia feito do mesmo autor a Valsa nº 6, em Portugal.

VESTIDO DE NOIVA - Sexta (dia 16) e sábado, às 21h; domingo, às 19h, no Grande Teatro do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Classificação etária: 12 anos.

Fotos e vestidos

Atração da programação do Teatroencontro.com 2008, Vestido de noiva vem acompanhado de uma série de eventos que agitaram a capital durante a semana. Durante as apresentações, o público terá a oportunidade de conferir uma exposição de vestidos de noiva no foyer do teatro. Produto de campanha de recolhimento promovida pela Fundação Clóvis Salgado, a mostra reúne mais de 50 vestidos, de estilos diversos. Paralelamente, estarão expostas no local fotografias da montagem da companhia teatral Os Satyros.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3597)

Inconfidente
May 19th, 2008, 12:40 AM
Sérgio Rodrigo Reis
EM Cultura

Filosofia ganha espaço na TV em programas especiais, com presença de especialistas interessados em levar reflexão ao público. Grupo de Bonecos Giramundo vai participar de quadro sobre mitologia

Giramundo/Divulgação
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O grupo Giramundo leva seus bonecos para série que será apresentada no Fantástico, tratando de temas da mitologia clássica

A filósofa e escritora Viviane Mosé se surpreendeu quando escutou a frase do porteiro do seu prédio: “Ser ou não ser, eis a questão?”. Mesmo já tendo sido responsável por um quadro no programa Fantástico, que saía às ruas para identificar como a filosofia estava inserida no dia-a-dia, ela se impressiona ao observar as alternativas usadas pelas pessoas para refletir sobre a vida e a existência humana. Ainda tida como hermética e restrita aos meios acadêmicos, a filosofia tem sido assunto cada vez mais recorrente nos diversos setores da sociedade. A televisão descobriu o filão e, pouco a pouco, tem encontrado fórmulas para aproximar a temática do público.

A próxima investida vai contar com participação do Grupo de Teatro de Bonecos Giramundo. Gravada nos últimos meses na oficina da trupe, em Belo Horizonte, a nova série que vai ao ar até o final do ano, também no Fantástico, vai tratar de mitologia. Além das cenas com os bonecos, haverá externas gravadas na Grécia, que juntas terão a missão de recuperar o universo e o pensamento por trás dos seres mitológicos do Olimpo. A proposta inicial era usar os bonecos apenas para ilustrar algumas passagens. No instante em que a equipe de filmagens se aproximou do Giramundo, a situação se inverteu. “Eles fizeram um trabalho tão lindo que mudou nossa concepção. Trouxeram o encantamento que foi definitivo”, conta Eugênia Moreyra, editora-executiva do projeto.

Apresentado pelo ator baiano Zeu Brito (da mesma turma de Lázaro Ramos e Wagner Moura), o quadro sobre mitologia quer mostrar como essas narrativas estão presentes no cotidiano. “Vamos contando um pouco a história do homem e dos deuses e como a humanidade lida com esses valores”, adianta Eugênia. O trabalho contará ainda com recursos de animação, música e ficção. A proposta, mesmo com o formato especial, já tem história na telinha.

O próprio Fantástico utilizou no passado recursos parecidos para o quadro O valor do amanhã, inspirado em livro do filósofo Eduardo Giannetti. As possibilidades, armadilhas e escolhas sobre o uso do tempo foram os temas apresentados dessa vez pelo ator Matheus Nachtergaele. “Não queremos fazer debate nem dar aulas, e sim aguçar a curiosidade do público. O retorno foi gratificante”, conclui o diretor do programa, Luiz Nascimento.

Pioneira na utilização dos preceitos filosóficos na televisão, a carioca Viviane Mosé, em menor escala, já havia testado com seus alunos no Rio de Janeiro algumas formas de inserção da temática a um público mais eclético. “A universidade se construiu como um castelo longe da cidade. A responsabilidade por afastar algumas formas do conhecimento do povo é da própria academia”, sugere. Apesar de participar ativamente do meio acadêmico, ela sempre foi contra essa postura. Mosé cita o filósofo alemão Nietzsche para ilustrar seu pensamento: “Turvam as águas para parecerem profundas”. Para ela, a linguagem rebuscada, na maioria das vezes, expõe a fragilidade e insegurança acadêmica.

Giramundo/Divulgação
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Viviane Mosé estava preparada para receber críticas do meio acusando-a de simplista. “Ninguém teve coragem. As pessoas têm vergonha de assumir que estão agindo de maneira hermética”, alfineta. Sua intenção ao tornar o assunto mais palatável sempre foi fazer política do pensamento. “Pensamos de uma maneira rasteira. É preciso tornar isso um pouco mais complexo, porque o mundo não é simples. Na sociedade atual, do conhecimento, para se defender da exploração do poder é preciso interpretar melhor o conhecimento e ler a realidade sob diversos aspectos”, analisa. Nesse sentido, ele diz que cada filósofo tem uma contribuição a dar. “A arma da cidadania é o pensamento”, sugere a especialista, que deve voltar à TV em breve, numa série sobre filosofia e educação.

Questão de tempo

Outro especialista que conseguiu se apropriar da linguagem televisiva para ajudar a massa a filosofar foi o mineiro Eduardo Giannetti. Após a bem-sucedida estréia do quadro Os brasileiros, em torno das comemorações dos 500 anos, ele aceitou o desafio de realizar algo parecido com sua especialidade. Em O valor do amanhã, que deverá se tornar programa em DVD, a intenção foi mostrar como o tempo é interpretado. “Todo ser humano toma decisões em relação ao tempo. Se vai investir no presente e esquecer o futuro, ou vice-versa. Tanto em relação às escolhas profissionais, relações afetivas, financeiras e religiosas”, explica. A preocupação não foi dar receitas prontas, mas sim tentar fornecer instrumentos e ferramentas para que os indivíduos possam refletir.

Giannetti também é a favor de uma postura mais aberta em relação à filosofia e não tem receio em usar os meios de comunicação disponíveis para ampliar o alcance da reflexão. Pelo contrário. “É uma vida confortável ficar dando tapinhas nas costas uns dos outros na academia e não se abrir ao mundo. Tenho alergia ao jargão, que, muitas vezes, nem os acadêmicos entendem”, critica. “Os jovens têm pouca posição contemplativa. As dificuldades aumentam sempre quando se cobra concentração dos alunos em determinados textos. Eles ficam ciscando. Há uma fragmentação da atenção e isso tem gerado pessoas superficiais e incapazes de se aprofundar”, aponta.

A queixa do especialista encontra proximidade com a visão da filósofa Márcia Tuburi, uma das apresentadoras do Saia-justa, do canal pago GNT. “Filosofia para mim é uma postura do pensamento que se orienta ao diálogo e ao debate de idéias. A TV é um fórum interessante. Mas, sobretudo considerando o programa do qual participo, penso que é um fórum enriquecedor.” Márcia não acredita em fórmulas próprias que devam ser aplicadas à televisão para melhor compreensão do tema. Ela acredita na pluralidade dos modos de lidar com conteúdos da vida, vendo-os por uma dimensão reflexiva. “Entendo filosofia como uma maneira de pensar e de expressar opiniões, de modo cuidadoso e corajoso ao mesmo tempo. Em resumo, filosofia é uma forma de crítica, é um cuidado do pensamento com as coisas e com o modo como são ditas”, conclui.

ONDE VER - Ser ou não ser?, apresentado por Viviane Mosé, está sendo reprisada em episódios de 30 minutos pelo canal GNT. Vai ao ar às terças, às 21h30, com reprises aos sábados, às 18h. A especialista acaba de concluir outra série, sobre filosofia e educação, que será exibida em breve, no Fantástico, da Rede Globo. O mesmo programa estréia até o final do ano um quadro sobre mitologia, com participação do Grupo Giramundo.

“Pensamos de maneira rasteira. É preciso tornar isso um pouco mais complexo, porque o mundo não é simples” - Viviane Mosé

“É uma vida confortável ficar dando tapinhas nas costas uns dos outros na academia e não se abrir ao mundo” - Eduardo Gianetti

“Filosofia é uma postura do pensamento que se orienta ao diálogo e ao debate de idéias. A TV é um fórum interessante” - Márcia Tiburi

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/mexerico/comportamento.asp?codigo=858)

Inconfidente
May 20th, 2008, 05:22 AM
Janaina Cunha Melo
EM Cultura

Vicente de Paulo/Divulgação
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"É desse material que se faz toda arte, do interior das pessoas" - Maitê Proença, atriz


A atriz e escritora Maitê Proença não é afeita aos melodramas. Autora de Uma vida inventada – Memórias trocadas e outras histórias (Editora Agir, 214 páginas, R$ 29,90), ela revela neste livro momentos marcantes desde a infância, quando sua rotina familiar foi profundamente modificada pela morte da mãe – assassinada pelo pai de Maitê, durante uma crise de ciúmes. Mas a artista não quer condescendência, apesar do dilema em que esteve imersa desde os 12 anos. Nome destacado de uma geração que revelou grandes talentos da teledramaturgia brasileira, ela apresenta na narrativa a mesma verdade que atribui a seus personagens na TV. Viver, para ela, é um ato de coragem e atitude.

Terça (dia 20), Maitê Proença participa da Bienal do Livro de Minas, conversando com o público sobre o tema “Escrever sobre o outro é falar de si próprio?”. Para a mesma mesa, no Café Literário, confirmaram presença os escritores Luiz Vilela e Olavo Romano. Ela aproveita a oportunidade para lançar Uma vida inventada, esgotado em várias livrarias do país e que já desperta interesse no exterior, com propostas para lançamento em Portugal, França e Espanha, entre outros países. A trama também pode ser levada ao cinema, mas a autora ainda estuda o convite. “Tem muita coisa acontecendo e estou avaliando cada proposta. No caso do filme, só me interessa o que resguarde a forma que dei à história”, afirma.

Simultaneamente aos convites, Maitê se prepara para novo trabalho na TV. Ela integra o elenco de Três irmãs, próxima novela das 19h, da Rede Globo, em que vai interpretar uma personagem que descreve como “pérfida, chique e tão arrogante que resultará engraçada”. Para Maitê, o papel é uma espécie de versão de Meryl Streep em O diabo veste Prada. Bem-humorada e satisfeita com o novo impulso profissional, ela explica que Uma vida inventada conta as histórias de duas (ou várias) mulheres. Esse foi o recurso encontrado para falar de si mesma, dando pistas que confundem o leitor. “As vidas delas correm paralelas e se trançam uma na outra, a ponto de se imaginar, em alguns momentos, que sejam a mesma pessoa e, em outros, vem a certeza de que não são.” Esse jogo de sinais falsos, que esconde e revela, é o cerne do livro, continua a autora. Uma das histórias é contada em primeira pessoa, com estilo mais irreverente, enquanto a outra usa a terceira pessoa e um tom mais literário e poético.

Intimidade

Apesar das revelações do livro, Maitê Proença reclama da falta de mesuras de parte da mídia para tratar do assunto. Antes mesmo da intenção de lançar o relato, ela passou por uma situação desgastante no programa Domingão do Faustão. “Sempre guardei certas histórias para a intimidade, e o Faustão foi lá escancará-las. No dia seguinte, toda a imprensa achou que também podia meter a mão. A vida mudou por causa disso, da intimidade devassada.” Mas o episódio não desgastou sua relação com o apresentador. Recentemente, ela chamou a atenção dele publicamente, durante o programa, e recebeu as devidas desculpas. “Ele é um homem bom. Todo mundo sabe disso, e eu também.”

Para Maitê Proença, a arte continua sendo o veículo mais apropriado para a exposição do que lhe parece mais íntimo e particular. “Se soubesse, teria pintado um quadro ou composto uma música. É desse material que se faz toda arte, do interior das pessoas”, diz. Com o livro, ela espera transportar os leitores a um lugar onde não existam culpados, nem certo ou errado. E pondera que a narrativa não trata de fatos, mas da forma como as pessoas reagem aos acontecimentos. Esse foi o desafio a que se propôs com a decisão de revisar sua própria história, com o amparo de situações ficcionais.

Maitê não considera Uma vida inventada uma biografia. Prefere não entrar no mérito da classificação. Tanto faz se for lido como romance, diário de viagem, coletânea de pequenas crônicas ou algo do gênero. “O importante é que escrevi com delicadeza e cuidado. Não há uma palavra ali que não tenha sido escolhida”, argumenta. Embora sua literatura em nada se assemelhe à auto-ajuda, ao longo do texto ela também revela lições preciosas, que ensinam a lidar com adversidades, por mais brutais que pareçam. “O negócio é aceitar as perdas. Quando se faz isso, tudo o que sobra é ótimo.”

Antes de se dedicar ao personagem da nova novela, Maitê se envolve ainda com a produção da peça As meninas (título provisório), que acaba de ser escrita a quatro mãos com Luiz Carlos Goes. Com previsão de estréia ainda este ano, o espetáculo terá direção de Amir Haddad, contando a história de duas meninas que estão no velório da mãe de uma delas. Quase todos os personagens são femininos e os mortos, adianta, estão tão vivos quanto os que circulam pelo ritual fúnebre. Apesar do contexto, a direção aponta para uma montagem que trate o drama com comicidade, em ambiente de realismo fantástico.

ESCREVER SOBRE O OUTRO É FALAR DE SI PRÓPRIO? - Terça (dia 20), às 19h, no Café Literário da Bienal do Livro de Minas, no Expominas (Av. Amazonas, 6.030, Gameleira). Ingressos a R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3625)

Inconfidente
May 20th, 2008, 05:29 AM
Erick Araújo
Portal Uai

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Uma receita de almôndegas ao molho acompanhadas de batatas e pãezinhos "pra moiá" levou o título de melhor tira-gosto de Belo Horizonte. O bar da Cida, no bairro Floramar, na Região Norte da capital, foi o ganhador da 9ª edição do festival gastronômico Comida di Buteco, encerrado neste domingo (18).

O anúncio do vencedor foi feito ao final da festa Saideira, que reuniu os 41 bares participantes, muito samba e 33 mil pessoas durante o final de semana. De acordo com a organização do evento, mais de 120 mil pessoas, entre jurados e ‘botequeiros’, participaram da votação, que elegeu o tira-gosto "Rola-bola" como o melhor entre os bares da capital. Além do melhor tira-gosto, o bar da Cida também levou o prêmio especial de melhor torresmo.

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Os cinco primeiros lugares foram completados com o Bar do Zezé, em 2º lugar; o Agosto Butiquim, em 3º; a Casa Cheia, em 4º; e, o bar do Véio, em 5º. Além do sabor dos pratos, os bares foram avaliados quanto à higiene, atendimento e temperatura da cerveja.

Endereço novo

A novidade desta edição da festa de despedida do festival foi o endereço. O encerramento da 9ª edição aconteceu no Largo da Saideira, na Avenida Cristiano Machado, no Bairro União, Região Nordeste. “Há dois anos vínhamos namorando esse espaço, que era de uma antiga construtora. Para um evento do porte que a Saideira alcançou, creio que seja o ideal", diz o idealizador do festival, o chef Eduardo Maya.

Com os 'botequeiros', o novo espaço dividiu opiniões. A estudante Marina Ávila, já na sua segunda festa Saideira, aprovou. ‘‘Ficou mais fácil ter acesso às bebidas e aos tira-gostos’’. Já a publicitária Ana Cecília Aun se queixou da divisão do público. "Não gostei da mudança. Fica difícil ver tudo com tantos ambientes".

Caravanas de turistas do interior do estado e do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná também compareceram à festa da comida típica mineira. Shows de samba, MPB e bossa nova, com o Monobloco (foto), a Velha-Guarda da Portela e o grupo cubano Brascuba animaram os vários ambientes criados para a festa.

Além das barracas de cada um dos participantes, a festa ganhou reforço de outros nove bares especialmente convidados, como tradicional, O Original do Brás, do Rio de Janeiro, com seu inimitável bolinho de bacalhau. Outros 22 espaços de vendas de cerveja aguçaram o paladar dos visitantes.

10 anos

Nem havia acabado a festa de 2008 e o fundador do Comida di Buteco, o chef Eduardo Maya, já preparava novidades para a décima edição do evento, em 2009. “Desde o início do festival, queríamos transformá-lo em um evento nacional. Pretendemos fazer, em Belo Horizonte, o mesmo que Blumenal (SC) conseguiu com a Oktoberfest, mas de gastronomia típica mineira”, afirma Maya.

Para quem acha que o Comida di Buteco está perdendo o fôlego, Maya assegura que o evento pode crescer ainda mais nas próximas edições. “Se fizéssemos em dois finais de semana, certamente chegaríamos a 100 mil pessoas, já que a Saideira atrai gente de todo o país”. O evento também acaba de criar um clube de fidelidade. Com o pagamento de uma anuidade, o “Botequeiro de Carterinha” tem descontos em bares e até recebe tratamento vip nos botecos participantes. Outro projeto é a ‘Rua do Boteco’, um espaço cultural para manter o pique do festival durante todo o ano, com bares, oficinas e shows.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/culinaria/interna_noticias.asp?codigo=468)

Inconfidente
May 21st, 2008, 02:58 AM
Erick Araújo
Portal Uai

O cantor Milton Nascimento se junta ao Jobim Trio para apresentar ao vivo, pela primeira vez em Belo Horizonte, o repertório do disco Novas Bossas, lançado no início deste ano.

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O cantor Milton Nascimento se junta ao Jobim Trio para apresentar ao vivo, pela primeira vez em Belo Horizonte, o repertório do disco Novas Bossas, lançado no início deste ano.

O disco é uma homenagem aos 50 anos de bossa nova e traz repertório baseado em composições de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e músicas que marcaram o movimento, como “Brigas Nunca Mais” e “Inútil Paisagem”, além da mais do que clássica “Chega de Saudade”. O show acontece nesta sexta e sábado (23 e 24), às 21h, e no domingo (25), às 19h, no Grande Teatro do Palácio das Artes.

Novas Bossas foi o primeiro lançamento do selo fundado por Milton, a Nascimento Música. O projeto começou em 2007, quando das celebrações dos 80 anos de Tom Jobim. Milton Nascimento e o Jobim Trio se apresentaram juntos no Jardim Botânico, em um concerto em homenagem ao maestro.

O repertório do show traz ainda canções do Clube da Esquina (“Cais” e “Tarde”) e Dorival Caymmi (“O vento”), incluídas no novo disco, além de clássicos da carreira de Milton como “Fé cega, faca amolada”, “Coração de estudante”, “Maria Maria”, “Para Lennon e MacCartney” e “Cravo e Canela”. “Ainda estamos fechando o roteiro final, mas temos repertório para uns cinco shows diferentes”, revela Daniel Jobim.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3634)

Inconfidente
May 21st, 2008, 03:00 AM
Carlos Herculano Lopes
EM Cultura

Maria Tereza Correia/EM/D.A.Press
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Alunos da Escola Municipal José Maria Mares Guia, de Barão de Cocais, visitaram a bienal

A manhã de segunda (dia 19), em comparação com o fim de semana, quando milhares de pessoas passaram pelo local, foi de pouco movimento na Bienal do Livro de Minas, que continua até domingo, no Expominas. A relativa calma, no entanto, teve lá as suas vantagens, pois centenas de crianças, de diversas escolas da capital e de algumas cidades do interior, foram alvo de todas as atenções por parte dos expositores e de professores. Que o diga Rafaela Fernandes da Silva Saraiva, de 10 anos, da Escola Municipal José Maria dos Mares Guia, de Barão de Cocais, na região central de Minas. “Estou achando tudo muito legal. Já olhei muitos livros e estou aprendendo a saber a importância que eles têm na nossa vida. Quero ler muitos”, disse a garota, que estava acompanhada, além das coleguinhas, pela professora Aretuza Soares. “A diversidade de opções é grande. Também o espaço é bastante tranqüilo, os estandes amplos, e estamos podendo acompanhar tudo com os alunos, que estão adorando a oportunidade de estar aqui, nesse contato direto com a literatura”, disse Aretuza.

Já na Arena Jovem, onde terça (dia 20), às 17h, haverá a palestra “Estar na moda ficou fora de moda?”, com a participação de Érika Mares Guia, Tereza Santos e Marília Carneiro, quem fazia a festa na manhã de segunda (dia 19) era o empolgado palhaço Biru, que entusiasmou a meninada com suas histórias, piruetas e brincadeiras. Também fez sucesso o elefante Corisco, que o ajudou nas suas “palhaçadas” e jogou água no público. Convidada por Biru a acompanhá-lo nas suas estripulias, quem deitou e rolou foi Alexia Cota Gomes, de 7 anos, do Colégio e Faculdade Kennedy, de João Monlevade, no Vale do Aço. “Achei legal demais, porque o palhaço me mandava fazer uma coisa e eu não fazia, e todo mundo gostava”, disse a garota, que, depois, foi visitar os estandes com os colegas. A professora dela, Alessandra Fonseca Martins da Costa, também estava animada. “Uma bienal como esta estimula as crianças. Elas estão gostando muito, e outras turmas da nossa escola também já têm visitas agendadas”, contou Alessandra, que dá aulas de português e inglês.

Entre as várias atrações que os visitantes podem encontrar na bienal, onde são oferecidos livros para todos os gostos, no estande da Fumec está sendo apresentada uma idéia no mínimo original: o projeto Livro aberto. Em um computador, à disposição do público, está sendo escrito um livro a centenas de mãos. A pessoa chega, se assenta frente ao monitor e prossegue a história iniciada por outro. “Está atraindo a atenção, e muita gente tem participado. No fim da bienal pretendemos coletar o material e editar um livro”, diz André Menezes, um dos coordenadores do projeto.

Entre as centenas de livros expostos, e à disposição do público, no estande da Boa Viagem uma nova edição de Moby Dick, clássico de Melville, que está sendo relançado pela Cosac & Naife, de São Paulo. Em outro estande, da Editora Pontes de Campinas, estão sendo oferecidas centenas de livros sobre futebol, com a história de todas as copas do mundo, dos times brasileiros e estrangeiros etc. “A procura é muito boa, tanto que vamos repor o estoque”, diz entusiasmado o vendedor Tiago Bonfá.

Quarta

Entre as atrações de quarta (dia 21) , no Café Literário, às 19h, “Escrever sobre o outro é falar de si próprio?”, com Maitê Proença, Olavo Romano e Rui Tavares. Entre os lançamentos programados, às 20h, no Estande da Fumec, Na rua: pós-grafite, moda e vestígios, de Cássia Macieira e Juliana Pontes. No estande da leitura, às 10h, Marcelo Lacerda autografa Veyenor; às 19h, Olavo Romano lança Eta mineiro… jeito de ser, e às 20h será a vez de Luis Vilela autografar Contos eróticos. No estande da Petrobras, às 11h, lançamento de 100 chás e seus benefícios medicinais, e às 14h30, no estande da FTD, Léo Cunha conversa com os leitores. Quarta (dia 21), às 19h, no Café Literário, Rubem Alves fala sobre se “É possível viver o presente como se não houvesse outro dia?”, com mediação da professora Camila Diniz, diretora do Suplemento Literário de Minas Gerais, e no Arena Jovem, às 17h, Cláudia Tajes, Imaculada Kangussu e Cissa Guimarães discutem o tema “A iniciativa, agora, é delas?”. De acordo com a organização do evento, até segunda (dia 19) a Bienal do Livro de Minas tinha sido visitada por 50 mil pessoas, e a expectativa é que, até o dia 25, esse número seja triplicado.

BIENAL DO LIVRO DE MINAS - Até domingo, na Expominas, Avenida Amazonas, 6.030, Gameleira. Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos).De segunda a sexta, das 9h, às 22h, sábado e domingo, das 10 às 22h. Informações: www.bienaldolivrominas.com.br e (31)2535-5257.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3633)

Inconfidente
May 21st, 2008, 11:45 PM
(Estado de Minas)

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Experimentação, investigação e debate. Com essa proposta, a Mostra Rede Teia invadirá palcos, espaços alternativos e ruas de Belo Horizonte, desta quarta-feira (21) a 1º de junho. Os grupos Zap 18, Trama, Cia Acômica, Atrás do Pano, Farroupilha, Cia 3 meia 9 e Paulatino, entre outros, encenarão 11 espetáculos em 24 sessões gratuitas. Depois das apresentações haverá debates sobre o tema das peças.

O projeto Teia é desenvolvido no Vale do Aço, Montes Claros e Ipatinga com o objetivo de divulgar as artes cênicas e estimular a formação de público e de profissionais ligados ao setor. Onze cidades, inclusive a capital, participam do Teia, que mantém núcleos de investigação voltados para o teatro. “Além do público comum, convidamos escolas e universitários para assistirem aos espetáculos. A partir de discussões nos debates, os professores podem desenvolver trabalhos nas salas de aula”, explica Nelson Bam Bam, coordenador do evento.

Nesta quarta-feira (21), às 14h, no Teatro Marília, será apresentada a peça A ilha desconhecida, com o grupo sabarense Kabana. Às 19h30, Ronaldo de Noronha debaterá o tema “O homem e o desconhecido”. O teatro fica na Avenida Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia. Ao meio-dia, no Parque Municipal, o Grupo Trama apresenta O pastelão, com reprise na quinta (22), às 10h30, no Centro Cultural Lagoa do Nado (Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã), e às 16h, no Parque Municipal.

Sexta-feira (23), às 19h30, no Galpão da Zap 18 (Rua João Donada, 18, Serrano), a diretora Cida Falabella conversará com o público sobre os desafios que cercam o homem contemporâneo, tema da peça Eu, instantes, montagem da Avesso Companhia de Teatro, de Contagem. Sábado, às 19h30, a montagem será reapresentada no local. Confira a programação no site www.redeteia.blogspot.com.

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3651)

Inconfidente
May 22nd, 2008, 12:13 AM
A produção audiovisual, em Minas Gerais, vem recebendo cada vez mais impulso, desde a criação do ‘Filme em Minas – Programa de Estímulo ao Audiovisual’, pela Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com a Cemig, em 2004. A partir de segunda-feira, 26 de maio, o resultado dos dois primeiros editais poderá ser conferido na “Mostra Filme em Minas”, que será realizada no Cine Humberto Mauro, do Palácio das Artes, até 2 de junho. A entrada é franca, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões.

A mostra reunirá filmes premiados, como Andarilho, de Cao Guimarães, (Melhor Filme do 9º Festival Internacional de Cine Las Palmas de Gran Canaria) e Mutum, de Sandra Kogut, (Prêmio de Melhor filme do Festival do Rio 2007) e lançará produções ainda inéditas em Belo Horizonte. Algumas exibições serão seguidas de bate-papo com a equipe realizadora e a programação inclui, ainda, programas especiais sobre roteiro e novos formatos.

Para a secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais, Eleonora Santa Rosa, os mecanismos que fomentam o audiovisual precisam acompanhar o mesmo desenvolvimento observado neste segmento cultural, que encontra-se numa fase de grande efervescência. “Temos aprimorado esse mecanismo a cada edição, ampliando seu raio de atuação e abarcando novos formatos. Por meio da Mostra Filme em Minas temos, agora, a oportunidade não apenas de mostrar à sociedade os resultados efetivos do programa, já na sua terceira edição, mas também de analisar os processos qualitativo e quantitativo pelos quais passam toda a cadeia produtiva do audiovisual, cada vez mais diversificada e instigante”, ressalta.

Programação

Todos os filmes que serão exibidos durante a mostra foram contemplados pelos dois primeiros editais do ‘Filme em Minas’, que está em sua terceira edição. Ao todo são 19 produções, sendo cinco longas-metragens - Andarilho, de Cao Guimarães, Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, Mutum, de Sandra Kogut, O quadrado de Joana, de Tiago Mata Machado e Nos Olhos de Mariquinha, de Cláudia Mesquita e Júnia Torres - e 14 curtas e médias-metragens, contemplados nas categorias Curtas-metragens, Documentários em Vídeo e Novos Formatos.

Outro destaque da Mostra são os Programas Especiais – ‘O início do filme – o roteiro’ e ‘Novos formatos – o processo em questão’ - mediados por Ana Flávia Salles, Diretora do Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, e André Brasil, curador, ensaísta e professor da PUC Minas. Na quinta-feira (29), às 21h, haverá apresentação dos quatro trabalhos premiados na categoria “Desenvolvimento de Projetos”, na 2ª edição do ‘Filme em Minas’. Os artistas apresentarão seus projetos de longa-metragem e conversarão com o público sobre o processo de desenvolvimento do roteiro. Já na segunda-feira, 2 de junho, também às 21h, o tema do debate será a categoria “Novos formatos”, que se destina à realização de projetos artísticos que investiguem o potencial expressivo das mídias digitais em suas especificidades e convergências de linguagem.

“O cenário do audiovisual vem se alterando positivamente no Estado. Muitos filmes estão sendo realizados, principalmente curtas-metragens e documentários, o circuito de festivais tem se consolidado, além do desenvolvimento de diversos trabalhos na área acadêmica. Nos últimos anos, percebe-se que os cinemas mineiros têm oferecido uma programação plural”, comenta Daniel Queiroz, assessor da Diretoria de Fomento à Produção Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura, explicando que, com a realização da Mostra, além de fomentar a produção nessa área, a Secretaria oferece ao público a oportunidade de conhecer os filmes que vêm sendo produzidos pelo programa ‘Filme em Minas’.

A programação completa da Mostra pode ser conferida no site da Secretaria de Estado de Cultura (www.cultura.mg.gov.br) ou da Fundação Clóvis Salgado (www.palaciodasartes.com.br).

Filme em Minas

A primeira edição do ‘Filme em Minas’ aconteceu em 2004. Para o biênio 2005/2006, o programa foi reorientado, a partir do estudo de tendências dos principais programas públicos de estímulo ao audiovisual no país, buscando atender às demandas diversificadas do setor, em Minas Gerais, dialogando com sua multiplicidade e seu perfil experimental e reflexivo.

O programa de estímulo ao audiovisual destinou, em sua última edição (biênio 2007/2008), R$ 4 milhões a 34 projetos, divididos em sete categorias: Longas-Metragem; Curtas-Metragem; Documentários em Vídeo; Desenvolvimento de Projetos; Novos Formatos (vídeo experimental, arte interativa e vídeo-instalação); Publicações, Digitalização de Acervos e Copiagem e Incentivo Especial do Governo de Minas ao Cinema Nacional, totalizando, nas três edições, investimento de R$ 9 milhões, em 78 projetos, por parte da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

Fonte: Minas On-line (https://www.mg.gov.br/portalmg/do/noticias?op=estruturaConteudo&opMenu=hoje&coConteudo=52467&coSeqPagina=18&coSeqOrigemAcesso=7)

Inconfidente
May 22nd, 2008, 03:54 PM
Latino-americanos são destaque do evento, que começa em 26 de junho, na Praça da Estação

Sérgio Rodrigo Reis
EM Cultura

A mistura de algumas das melhores canções dos espetáculos do multiartista pernambucano Antônio Nóbrega, abre com sua arte brincante, em 26 de junho, na Praça da Estação, aquela que deverá ser a maior edição do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua (FIT-BH). “Vou priorizar para esta comunhão com o público as canções mais festeiras, a vertente mais teatral do meu trabalho”, anuncia Nóbrega. No mesmo dia, montagens russas, tchecas e japonesas ocuparão os teatros da cidade com diversidade de propostas estéticas. Antes dos 17 grupos internacionais e dos seis nacionais entrarem em cena na capital e em cidades do interior (que serão anunciadas em breve), o público poderá conferir, a partir de 7 de junho, na Casa do Baile, exposição de fotos, vídeos e reconstituições cenográficas, que se estenderá pelas regionais da prefeitura, sobre o impacto das intervenções urbanas nas oito versões anteriores. “Este é o FIT dos meus sonhos”, anuncia um feliz Eid Ribeiro, que, desta vez, divide a curadoria com o venezuelano Richard Santana.

Com 11 dias de duração, o FIT receberá 34 espetáculos (entre eles 18 de palco, nove em espaços alternativos e sete na rua) e ainda seis intervenções de teatro de bonecos em sacadas de prédios do Centro da capital. Diferentemente dos outros festivais do gênero, a programação do evento mineiro foi pensada de forma intercalada. “Montamos a grade para dar oportunidade até para os malucos que queiram conferir tudo”, brinca Carlos Rocha, o Carlão, diretor-geral do FIT. Segundo ele, continua a prevalecer o conceito que norteou os trabalhos até esta nona edição. “Tentamos aliar qualidade com diversidade de linguagem.” Depois de viagens por várias partes do mundo à procura de espetáculos, prevaleceu a dificuldade de encontrar peças de rua. “A produção está pequena. Basta ver quanto tempo o nosso principal grupo, o Galpão, não faz algo desse tipo”, avalia o diretor. Por outro lado, houve facilidade em reunir espetáculos em gêneros como teatro-dança, com música ao vivo e peças de países da América Latina.

Eid Ribeiro justifica o maior destaque para a produção latino-americana como forma de integração com a desconhecida produção cultural dos países vizinhos. “O Brasil está de costas para a América Latina. Somos muito isolados.” A aproximação proposta pelo FIT acontecerá com apresentação dos trabalhos de alguns dos grupos de maior destaque na Argentina, Bolívia, Colômbia, Cuba, Equador e Peru. Além dos espetáculos, haverá um fórum com a presença de diretores, atores, jornalistas e críticos para debater a produção do continente. O foco nos países próximos não impediu – por mérito, é bom que se diga – uma atenção especial à produção local. A maior representação mineira de todos os tempos comparece com 10 peças. “É um espelho do momento especial do nosso teatro”, reforça Carlão, citando a estréia da montagem do Grupo Espanca! Congresso internacional do medo, único escolhido por unanimidade pelo Núcleo dos Festivais Internacionais para participar do FIT.

Multimídia
Há outros destaques na programação. Nos moldes dos espetáculos de rua, a companhia francesa Les Commandos Percu promete duas apresentações marcantes (dias 1º e 3 de julho), na Praça do Papa, com seu Concerto de fogo. No clima das comemorações do centenário da imigração japonesa, o evento recebe do Oriente Rei Yebi (Shinjyuku-Ryozanpaku) e Teatro Noh (Teatro Noh da Escola Hosho). Merecem atenção ainda as produções da República Tcheca e de Israel, que pela primeira vez participam, e ainda a presença do alemão Johannes Birringer, um dos grandes criadores do teatro multimídia. Entre os nacionais, está o aguardado Salmo 91, com direção de Gabriel Villela, que conta com Rodolfo Vaz, do Galpão, no elenco, cuja atuação foi reconhecida ano passado com o Prêmio Shell. Destaque ainda para duas adaptações do texto Mãe coragem e seus filhos, de Brecht, feitas pelos mineiros da Zap 18 e pelos cariocas da Cia Armazém de Teatro.

Preocupada com o futuro do FIT, que a partir deste ano, por lei, passa a integrar o calendário obrigatório da capital, a diretora da Fundação Municipal de Cultura, Maria Antonieta Cunha, disse esperar que o próximo prefeito entenda a importância do festival. Ao ser questionada sobre se a “condição ideal” ressaltada pelos curadores do evento desta vez ter sido motivada pelo ano eleitoral, foi enfática: “Não tem nada a ver”. Carlão emenda dizendo que, por ser um evento público, a administração tem preferência pela data, mas a proximidade com eventos típicos de anos pares, como eleições, Copa do Mundo e Olimpíadas, até prejudica. “Já tentamos mudar”, avisa. Polêmica à parte, desta vez, o FIT terá o maior orçamento da história: cerca de R$ 4 milhões, mais da metade do valor do orçamento da PBH e o restante por meio de patrocínios. A organização estima que se atinja um público de 150 mil pessoas, cerca de 10 % de turistas. “Há um público que se forma a partir dessas referências. Por isso a opção por não realizar mostras temáticas”, completa Carlão.

No Palco
Estrangeiros – Quixote (Colômbia); Feito no Peru: vitrines para um museu da memória (Peru); Em um sol amarelo, memórias de um terremoto (Bolívia); Delírio em Havana (Cuba); Nossa Senhora das nuvens e A moça dos livros usados (Equador); Tangentes (França); Once (Rússia); A canção de um Emigrante (República Tcheca); Corpo, carne e espírito (Alemanha); O poder do amor humano (Israel); Rei Yebi e Teatro Noh (Japão); Concerto de fogo (França); Moleque Costrini (Argentina); Andrógena de Minas (Suíça/Espanha) e Uma mulher atirada (Reino Unido).

Do Brasil – Salmo 91 (SP); Volta ao dia (PR); Mãe coragem (RJ); Aconteceu no Brasil (PR); Enquanto o ônibus não vem (PR); Antônio Nóbrega (SP); Barbosinha Futebó Crubi, uma estória de Adonirans (SP).

De Minas – Servidão; Atrás dos olhos das meninas sérias; Esta noite mãe coragem; Aqueles dois; O último vôo do flamingo; Amores surdos; Pequenos milagres; Vilarejo do peixe; Congresso internacional do medo e Baú da memória.

Ingressos

Vendas antecipadas no Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal, S/nº, Centro) vão de 14 a 22 de junho; inclusive dos pacotes. A partir do dia 25 retomam as vendas nos locais de apresentação. Ingressos custarão R$ 20 (inteira). Informações: www.fitbh2008.blogspot.com

Em números

34 - espetáculos

6 - intervenções de teatro de bonecos

17 - grupos internacionais

8 - grupos de Minas Gerais

6 - companhias nacionais

11 - dias de festival

R$4 milhões de orçamento

10 - montagens mineiras

150 - mil pessoas é o público previsto

Fonte: Divirta-se (http://www.divirta-se2.uai.com.br/agitos/interna_noticias.asp?codigo=3657)

Inconfidente
May 22nd, 2008, 04:00 PM
A praça Professor Engenheiro Iron Marra, no bairro Santa Amélia, região da Pampulha , será palco de atrações culturais no próximo domingo, dia 25. As atividades começam às 12h, com ações de cidadania promovidas pela Prefeitura, com atendimentos nas áreas de saúde, esporte, lazer e cultura. O Sesc-MG também vai instalar uma rua de lazer no local.

A partir das 13h, o público poderá assistir a diversas atrações culturais, como dança do ventre, grupo Tambores da Pampulha, Senhores e Senhoras do Tempo, banda Nino Ballas, apresentação de grupos juninos e banda da Guarda Municipal.

Das 18 às 22h, o artista Saulo Laranjeira comandará o Caravana Arrumação na carreta que serve de cenário para o programa exibido na Rede Minas. Vários artistas vão se apresentar para um público de cerca de 250 pessoas. A entrada é franca, mas a organização do evento pede a doação de um quilo de alimento não perecível ou um agasalho.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=8617&ver_servico=N)

Inconfidente
May 22nd, 2008, 04:13 PM
http://img156.imageshack.us/img156/8230/semttuloxq7.jpg
Foto: Joaquim Pimenta

O Grupo Aldeia de teatro de bonecos abre no próximo domingo, dia 25 de maio, às 11h30, a temporada 2008 do projeto "Brincando no Museu". O espetáculo "Bonecas" convida o espectador a viajar pelo mágico mundo dos bonecos e se deliciar com suas divertidas histórias. O evento é gratuito e acontece no palco ao ar livre do Museu Histórico Abílio Barreto.

"Bonecas" é um espetáculo leve e descontraído, cheio de humor e poesia. A peça conta a história de quatro personagens oriundas de diferentes culturas: Sherazade, a charmosa dançarina de dança do ventre que brinca com véus e encanta o público; Papelina, uma divertida boneca feita de jornal; Conchita, uma cantora cubana melodramática; e Zezé, a brasileira, mulher do povo, que samba e canta de modo irreverente e engraçado. São bonecas confeccionadas em diferentes materiais, mãos que viram personagens e tecem histórias sem palavras, utilizando apenas a música.

O Grupo Aldeia foi criado em 1998 pelas primas Débora Mazochi, atriz-bonequeira, e Suzana Louzada, bonequeira e designer gráfico. Surgiu a partir da proposta de resgatar a magia do folclore, seus mitos e lendas, trazendo à tona toda a poesia da tradição oral. Artistas de variadas formações dedicam-se à pesquisa e à experimentação do teatro de formas animadas e criam um universo que abrange desde espetáculos a produtos culturais diferenciados: CDs, livros e oficinas destinados a públicos de todas as idades.

O Museu Histórico Abílio Barreto fica na Av. Prudente de Morais, 202,
Bairro Cidade Jardim. Telefone: (31) 3277-8573.
Consulte o nosso site: www.amigosdomhab.org.br

KASchramm
May 22nd, 2008, 05:11 PM
Adorei o thread.

O Museu Inimá ficou bem bonito.

Parabéns Frederico e foristas mineiros, estão fazendo um ótimo trabalho.

Inconfidente
May 22nd, 2008, 05:14 PM
^^ Valeu! :okay:

GIM
May 23rd, 2008, 04:22 AM
http://www.skyscrapercity.com/images/smilies/club.gif
Viva a efervencência cultural de BH

GIM
May 31st, 2008, 08:51 PM
Vozes do Morro mobiliza artistas de vilas, favelas e aglomerados

Gustavo Werneck - Estado de Minas

Paulo Filgueiras/EM/D.A Press - 11/4/08
http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20080526072220707.jpg

O concurso atraiu a atenção de centenas de músicos da periferia, que fizeram filas para garantir a participação no evento


Muita expectativa, até sexta-feira, para as centenas de artistas de vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte e região metropolitana inscritos no projeto Vozes do morro. Nesse dia, serão divulgados os 10 nomes (cantores ou bandas), que vão ter as suas músicas apresentadas ao público e a oportunidade de ver o seu trabalho reconhecido e veiculado nas emissoras de rádio e televisão.

Criado pelo governo estadual, via Secretaria de Cultura, em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão, o projeto quer identificar e promover a produção musical tanto de artistas da capital, como dos municípios de Ibirité, Santa Luzia e Ribeirão das Neves. Segundo os organizadores, a iniciativa privilegia o ineditismo e a diversidade cultural.

Cada um dos artistas selecionados receberá 100 cópias de um CD e 100 cópias de um DVD com gravação das canções divulgadas pelo Vozes do morro. Além disso, vai participar de um curso de formação gerencial oferecido pelo Sebrae-MG, parceiro do projeto. Até 11 de abril, houve 479 inscritos.

“Desenvolvemos um projeto que é uma grande janela aberta para que todos possam participar. Na primeira etapa, contamos com a presença de quatro bandas que fazem a apresentação da fase piloto e, a partir de meados de junho, começaremos a apresentar as bandas selecionadas, que vão ser conhecidas até o fim de dezembro”, explica a presidente do Servas, Andrea Neves.

Para o coordenador do projeto, o representante da comunidade da Barragem Santa Lúcia, na Região Sul da cidade, Cristiano da Silva, conhecido como Cris do Morro, o Vozes do morro é uma chance para que os artistas de favelas e aglomerados vejam a sua música divulgada. “A arte também está dentro da favela. Acho que os artistas do morro estão ganhando um presente que deve ser bem aproveitado”, disse.

Durante a fase de inscrições, muitos artistas mostraram a sua realidade e as dificuldades de realizar o sonho de levar sua arte adiante. Morador do Bairro Novo Aarão Reis, na Região Norte, o cantor de rap Cleidson de Paula Silva, de 27 anos, destacou a importância da ação cultural, já que é difícil ser reconhecido fazendo música em favela. “Tenho um grupo musical há quase 10 anos e acho que ainda há muito preconceito com o rap, o hip hop e, principalmente, com quem mora em lugares pobres. Temos grandes talentos na periferia e o projeto é a chance de fazê-los aparecer”, disse.

Junto com cinco amigos, o também cantor de rap Emerson Paulino da Silva, de 23, morador do Morro das Pedras, na Região Oeste de BH, se apresenta com uma banda em eventos de rap e hip hop. O grupo nunca conseguiu gravar um CD por falta de patrocínio e incentivo, embora mantenha a esperança de obter um bom resultado. Para Emerson, a iniciativa é essencial para valorizar os músicos e artistas e mantê-los afastados da criminalidade.

Valorizar talentos desconhecidos é a proposta...

FredBH
July 6th, 2008, 02:26 AM
postado no MG Notícias

Na quinta-feira fui à Praça do Papa, em uma apresentação do FIT.. foi a primeira apresentação desse grupo no Brasil (acho que na América Latina)
algumas informações:

Concerto de Fogo (Le Concert de Feu)
Criada em 1996, a performance é um diálogo frenético entre percussão e fogo, elementos que se transformam a serviço da expressão artística e musical. O grupo surge do meio da platéia e sobe ao palco num cenário vulcânico, onde som, imagens e tempo constroem uma química criativa. Um tambor gigante conduz a cena que tem final impressionante.

Les Commandos Percu (França)
Há mais de uma década, os franceses do Les Commandos Percu têm viajado o mundo com sua percussão inovadora e seu conhecimento específico em pirotecnia. A fusão entre música e fogos de artifício é seu principal mecanismo. Uma linguagem que é, ao mesmo tempo, nova e ancestral, passeia por diversas culturas e gêneros. A essa dualidade, um terceiro elemento é adicionado: a mobilidade, ou a arte da surpresa, que leva os músicos/pirotécnicos a desafios maiores - daí, o nome da companhia. Os espetáculos, sempre apresentados na rua, já foram assistidos por milhares de pessoas.

Elenco: Gabriel Raymond, Graell Bernard, Augier Stéphane, Pujol Guillaume, Macaux Laurent, Mounot Yann

Informação
Gênero Pirotecnia e percussão
Duração 45min
Direção Gabriel Raymond


- Filmei com meu celular, não ficou muito bom mas dá pra ver como foi:

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- algumas fotos minhas, do celular:

http://i162.photobucket.com/albums/t268/fredbh/Imagem062.jpg

http://i162.photobucket.com/albums/t268/fredbh/Imagem063.jpg

http://i162.photobucket.com/albums/t268/fredbh/Imagem064.jpg


- Fotos do site do FIT

http://www.fitbh.com.br/2008/imgs/up/Concerto_de_Fogo__1_credito_A.Jaffre.jpg

http://www.fitbh.com.br/2008/imgs/up/Concerto_de_Fogo__3_credito_A.Jaffre.jpg

http://www.fitbh.com.br/2008/imgs/up/Concerto_de_Fogo__3_credito_E.Dell_Erba.JPG

http://www.fitbh.com.br/2008/imgs/up/Concerto_de_Fogo_credito_W.Naijd.jpg

http://www.fitbh.com.br/2008/

GIM
July 7th, 2008, 01:32 AM
PUC Minas

Museu de Ciências Naturais completa 25 anos com novidades

Junia Oliveira - Estado de Minas
Cristina Horta/EM/D.A Press
http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20080702075647440.jpg
Tudy Câmara, coordenadora do Museu de Ciências Naturais, mostra novos dinos da América do Sul


Num cenário de réplicas e imitações, estão estampadas várias verdades sobre a evolução da natureza. Em meio a um acervo especial, fósseis gigantes de mamíferos e animais da fauna brasileira atual contam histórias milenares. São 25 anos de estudos e investimentos nas áreas de paleontologia, zoologia e conservação do meio ambiente. O Museu de Ciências Naturais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) comemora nesta quarta-feira bodas de prata em grande estilo, com a abertura de duas exposições e a inauguração de uma loja. Haverá solenidade, às 10h, com a presença do arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, e do reitor da universidade, dom Joaquim Giovani Mol Guimarães.

A mostra permanente Dinossauros Sul-americanos vai apresentar quatro novos exemplares adquiridos no Museo Argentino de Ciencias Naturales. O Amargasaurus tem 12 metros de comprimento, espinhas dorsais duplicadas, é quadrúpede e herbívoro. O Kritosaurus tem 7 metros e pertence ao grupo ornitisquia, muito raro no continente: herbívoros e semibípedes. Já o Guaibasaurus é um pequeno carnívoro brasileiro de 2 metros de comprimento e foi encontrado em Santa Maria (RS). O Patagosaurus é o maior deles: com 16 metros, também tem quatro patas e se alimentava de plantas. A exposição terá um mural pintado a óleo pelo artista Walter Lara, representando uma paisagem do passado. Com as novas aquisições, o conjunto de informações dessa fauna da PUC vai se tornar o principal do país.

Já a exposição temporária – Museu PUC Minas: 25 anos conservando o passado, o presente e o futuro da gente – vai relatar, por meio de fotografias, recortes de jornais e textos, um resumo da trajetória do espaço nas duas últimas décadas. A loja só começará a funcionar no segundo semestre e terá produtos voltados, principalmente, para o público infantil, como camisetas, broches, chaveiros e o lápis com a figura do mascote: o tatuzinho Lineu.

O centro de ciências foi criado em 1983 e, desde então, desenvolve atividades científicas, artísticas e culturais. Durante quatro anos, funcionou em um galpão do curso de ciências biológicas, que não suportou o aumento na quantidade do acervo e de freqüentadores, até ser fechado para visitação. A partir de 1995, empresas privadas e outros parceiros começaram a investir nos novos projetos e na montagem de exposições, o que permitiu a inauguração do prédio atual, no câmpus Coração Eucarístico da PUC, na Região Noroeste de Belo Horizonte, em 2002.

De acordo com a coordenadora do museu, Tudy Câmara, a coleção de fósseis, como tatus e preguiças-gigantes, que viveram há mais de 10 mil anos, é o carro-chefe da unidade, com cerca de 60 mil peças. A coleção científica da fauna atual, com destaque para as espécies do cerrado, tem 10 mil exemplares. “Esses números não se referem ao material exposto. Quase tudo que está à mostra são cópias porque o material é muito frágil. As réplicas são muito bem-feitas e, por isso, nos tornamos referência internacional”, afirma.

Tudy trabalha no centro de memórias desde o início e se orgulha de contar a evolução da unidade nesses 25 anos. “É um pedacinho de cada um que trabalha aqui. Em termos de exposição, a área dele é maior que a do museu nacional. Estamos também acompanhando a modernidade. Se antes tínhamos um monte de ossos montados, hoje estamos voltados para a interatividade e conseguimos tornar as exposições mais atrativas”, ressalta.

Serviço

Museu de Ciências Naturais da PUC
Terça, quarta e sexta-feira – das 8h30 às 17h
Quinta-feira – das 13h às 21h
Sábados e feriados – das 9h às 17h
Ingresso: R$ 4
Av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico
Telefones: recepção: (31) 3319-4152 / marcação de visitas: (31) 3319-4520

Inconfidente
July 12th, 2008, 04:58 PM
Walter Sebastião - EM Cultura

http://img210.imageshack.us/img210/3478/2008071017283122025af27kx6.jpg

É procissão festiva em homenagem à Nossa Senhora do Rocio, padroeira da região Andaluzia, com carroças enfeitadas, banda e pessoas com trajes típicos da Espanha. Que começa amanhã, às 9h, saindo da Praça Floriano Peixoto, segue pela Avenida Brasil, chega à Praça da Liberdade, onde vai ser dada bênção aos presentes. O cortejo continua pelas avenidas Cristóvão Colombo e Getúlio Vargas e termina, por volta das 13h, em quarteirão fechado na Rua Antônio de Albuquerque, Savassi. Começa, então, festa com barraquinhas, comidas típicas, bailes, dança, shows, quadrilha, samba e seresta. Trata-se de evento religioso-festivo, para o qual todos estão convidados. Com entrada frança, mas pede-se a doação de agasalhos ou alimentos que serão encaminhados à Santa Casa de Misericórdia. Essa é a programação da 17ª Romeria da Virgem de Los Rocio, promovida mais uma vez em BH.

“É celebração da Virgem del Rocio. Festa para rezar, brincar, pedir e agradecer as graças”, explica a bailarina Noemi Gelape. Ela hospeda, durante o ano, a imagem da santa que, agora, é levada pelas ruas da cidade, na mais conhecida festa espanhola da capital mineira. “É uma santa chique, que pinta as unhas, usa anéis e tem roupas bordadas”, observa, contando que devotos agradecidos levam pedras para serem colocadas no manto e a vestimenta vai ficando cada vez mais bonita. “É tudo lindo. O cortejo de carroças, a banda toca música espanhola, as pessoas tomam vinho na rua, tudo isso faz com que a gente sinta como se estivesse na Espanha”, garante, explicando que novidades deste ano são as guardas de motos e cavaleiros, os últimos vindos de Santa Luzia para a comemoração.

O evento foi trazido para Belo Horizonte pelo casal Fátima e Carlos Carretero e é promovido sempre entre a última semana de junho e a segunda de julho. Além dos temas religiosos, como explica Noemi Gelape, é celebração do fato de Belo Horizonte e Granada serem cidades irmãs (parte, inclusive, do calendário oficial da capital de Minas) e da cultura espanhola. Por isso mesmo, vários grupos (como as companhias de dança Garcia y Lorca, Olearte, Los del Rocio) ligados ao tema participam. Eles estarão ao lado dos brasileiros Diamantina em Seresta, que encerra o evento, Quadrilha Sabugo Duro e Bacharéis do Samba. “A Romeria da Virgem Del Rocío tem um pouco o espírito do flamenco, que é comemorar a vida e a solidariedade”, conta a bailarina, explicando que um dia ainda vai construir uma capela para a santa.

ROMERIA DA VIRGEM DEL ROCÍO - Sábado, concentração às 9h na Praça Floriano Peixoto, em Santa Efigênia. Caminhada a partir das 11h, partindo da Avenida Brasil. Às 12h, a imagem da santa é recebida pela banda da PMMG, na Praça da Liberdade. E, a partir das 14h, tem festa no quarteirão em frente à Escuela Flamenca Los del Rocío, Rua Antonio de Albuquerque 290, esquina com Rua Rio Grande do Norte, Savasi. Haverá apresentações de música, dança, solos ou em grupo. O evento termina com show do grupo Diamantina em Seresta.

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/07/11/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=776/ficha_agitos.shtml)

GIM
July 15th, 2008, 06:34 AM
Conjunto JK se redem ao arrasta-pé julino

Luciane Evans - Estado de Minas
Sidney Lopes/EM/D.A Press
http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20080714075004526.peg

Em sua 10ª edição, o arraial reuniu centenas de pessoas nas quadras do condomínio, que tem 5 mil habitantes e foi construído na década de 1950


Um burburinho tomou conta de Belo Horizonte nos anos 1950. Pelas ruas e esquinas só se falava sobre a tal cidade vertical, que anunciava uma nova era, um novo espírito, uma forma diferente de habitação para a então pacata capital mineira. O motivo eram os traços de Oscar Niemeyer, que projetou o Conjunto JK, no Bairro Barro Preto, na Região Centro-Sul, com um conceito inovador e ousado para a época: 5 mil moradores aglutinados em um complexo de pequenas moradias. Dizia-se que era uma “cidade dentro de uma cidade”. Mas os riscos eram proporcionais às imprevisibilidades do desfecho da idéia, e aqueles que moram na capital conhecem o final desse ímã arquitetônico: um edifício que representa toda a ingenuidade, otimismo, polêmicas e exagero do seu tempo. Hoje, os 1.067 apartamentos do JK abrigam quase 5 mil moradores, orgulhosos em viver ali, principalmente, nas noites de festa.

Confira a galeria de imagens da festa no JK

É em julho que essa cidade dentro de BH se entrega aos prazeres do arrasta-pé. Sexta-feira e sábado foram dias de celebrar os 10 anos do Arraial do JK e não houve quem resistisse aos balancês e danças. No centro dos dois blocos que dividem o conjunto, a área de lazer foi invadida pelas cores e sons das quadrilhas de destaque do Arraial de Belô. Além delas, o grupo criado pelos moradores do edifício ganhou os olhares e sorrisos de quem assistiu ou participou. A aposentada Maria Amélia de Oliveira, de 63 anos, que o diga. Há um ano morando ali, ela confessa que sempre sonhou em se vestir de jeca só para cair na dança. “A minha maior frustração era nunca ter dançado uma quadrilha, nem quando menina. Quando vim morar aqui, prometi a mim mesma que realizaria esse sonho”, contou. Não deu outra. Maria se ofereceu para entrar no grupo de moradores e é a integrante mais idosa. “Para festejar não há idade certa, mas somente o JK pôde realizar esse meu desejo antigo. Morar aqui é se sentir mais viva. Daqui eu não arrasto mais o pé.”

Esse prazer de Maria Amélia em morar no JK era uma dúvida que a empresária Silvania Miranda, de 47, tinha em relação aos habitantes do conjunto. “Sempre pensei que os moradores estavam aqui por falta de opção”, disse. Moradora do Bairro Gutierrez, na Região Oeste de BH, Silvania foi convidada pelo marido, que trabalha na região, para o arraial do condomínio. “Quando cheguei, me surpreendi. Está tudo muito organizado, uma festa animada, um espaço de lazer incrível. Também moro em prédio e nunca tinha participado de evento tão gostoso como este. Meus conceitos mudaram”, revelou.

Já a paixão da aposentada Nadir de Almeida, de 84, pelo edifício não tem preço. Moradora da Rua da Bahia, no Centro da capital, Nadir comprou um apartamento no JK há cinco anos e não o aluga para ninguém. “Eu o comprei só por causa das festas que são promovidas no condomínio. Não alugo, porque quando venho para os eventos acabo dormindo lá e matando a saudade”, explicou. A empolgação dela com o arraial é tão grande que comprou uma roupa especial só para cair na folia. “Adoro me fantasiar e dançar, e o JK nos permite tudo isso. Uns amigos vieram de Portugal para me visitar, mas não quiseram vir. Como não podia deixar de comparecer à festa, os deixei em casa”, divertiu-se, enquanto experimentava um dos vários caldos à venda. “Está divino”, garantiu.

Jaqueline de Oliveira de Araújo, de 11 anos, ficou encantada com o Arraial do JK. Ela saiu de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), só para dançar na quadrilha dos moradores. Sua mãe trabalha como faxineira no edifício e a chamou para participar. “Meu sonho é morar aqui. Além de eventos como estse, tem um espaço de lazer muito legal, onde dá para brincar a vontade”, disse. Seu parceiro na dança, Chistopher Pereira Vitor, de 10, mora no condomínio e concordou que diversão é o que não falta. “Nunca tinha dançado forró. Quando soube que poderia participar, nem pensei duas vezes, me fantasiei e me dediquei à quadrilha. Depois de fazer bonito na dança, eles se esbaldaram com as guloseimas. “Quando acabarmos de comer e dançar, vamos brincar a noite inteira”, disse Jaqueline.

Para a representante comercial Márcia Reis, de 29, o Arraial do JK é um evento cultural importantíssimo para as crianças. “Meu filho e minha sobrinha estão encantados com tudo isso. Eles sentaram para assistir às quadrilhas e ficaram vidrados”, contou. Há uma semana morando no edifício, ela confessa que se surpreendeu com o lugar. “Sou do Sul de Minas, demorei um ano para morar aqui e sei que fiz uma boa escolha. Os vizinhos são gentis e há muito carinho com o lugar. Nunca imaginei que existisse esse convívio social, isso faz muito bem para a nossa alma e mente.”

Música eletrônica

Quem acha que o Arraial do JK se limita às quadrilhas e barraquinhas está enganado. É depois das apresentações dos grupos que a animação da música eletrônica invade e vara madrugadas. Diversão que Flaviana Pereira da Cruz, de 16 anos, não quis perder. Moradora do Bairro Goiânia, na Região Nordeste, ela foi para o JK para curtir a noite de sábado de duas formas. “Primeiro quis assistir às apresentações, para depois, dançar ao som do DJ”, disse. Segundo ela, a animação do local é contagiante. “Deu até vontade de morar aqui”, confessou.

http://www.uai.com.br/UAI/imgs/bancofoto/12160353906785960197.jpg

Festão de arromba, sô! (sem pré conceitos)

Astronauta
July 15th, 2008, 10:38 PM
^^ Eu gosto do JK. Tanto que estou quase indo morar lá :D

Inconfidente
July 15th, 2008, 10:42 PM
^^ Eu moraria no JK. Mas nunca me candidataria a síndico! :runaway:

nattevagten
July 16th, 2008, 08:13 PM
^^ Eu gosto do JK. Tanto que estou quase indo morar lá :D

Será que é muito barulhento lá?

Inconfidente
July 16th, 2008, 09:21 PM
Será que é muito barulhento lá?

Eu já entrei lá. No 22º era normal.

Inconfidente
July 19th, 2008, 07:08 PM
Elaine Pereira - Portal Uai

http://img261.imageshack.us/img261/4568/20080719111220876mw5.jpg
Festa popular da França movimenta a Savassi todos os anos.

Os apreciadores da cultura francesa terão bons motivos para sair de casa e se sentir num pedacinho da França neste sábado. Pela 11ª vez consecutiva, em Belo Horizonte, será realizado o festival em comemoração à Queda da Bastilha, com muita música, teatro, dança: o 14 de Julho 'C´est Si Bon'.

O festival foi idealizado para celebrar a presença da cultura francesa no Brasil e promover a troca de experiências entre franceses e brasileiros. O evento acontecerá, como todo ano, na rua Pernambuco - entre as ruas Cláudio Manoel e Santa Rita Durão - a partir das 14h e será um ensaio para 2009 - o Ano da França no Brasil.

Programação

O evento terá músicas francesas incorporadas a ritmos brasileiros, animando o famoso Baile 'Guinguette' do 14 de julho. Haverá também shows de dança: o cancan, dançarinos de Zouk e a apresentação da Quadrilha São Gererê, uma das participantes do Arraiá de Belô.

Os amantes da gastronomia também terão vez. Serão instaladas barracas de comidas típicas, preparadas por restaurantes tradicionais da capital e barracas de crepes, pâtisserie e vinhos.

O 'C´est Si Bom', há sete anos, já faz parte do calendário cultural de São Paulo e do Rio de Janeiro, sempre com sucesso de público. Na capital paulista, no ano passado, cerca de 15 mil pessoas prestigiaram esse encontro da cultura franco-brasileira. No Rio de Janeiro, foram 12 mil pessoas este ano.

O evento tem patrocínio do Consulado Geral da França em Belo Horizonte, Arcelor, Valourec e Câmara de Comércio Franco-Brasileira.

Veja a programação completa
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Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/07/19/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=1063/ficha_agitos.shtml)

ESMAwar
July 19th, 2008, 07:26 PM
Muito legal isso!
Pena que não pude ir
até fiquei sabendo mas não deu!

GIM
July 23rd, 2008, 07:09 PM
Parada gay reúne 25 mil nas ruas de BH

Márcia Maria Cruz - Estado de Minas
Beto Novaes/EM/D.A Press
http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20080721075214767.peg

Concentração foi na Praça da Estação, no Centro, com show e muita agitação, e a festiva multidão só se dispersou na região da Savassi


Irreverência e um pedido de criminalização de atos de homofobia deram o tom da 11ª Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) de Belo Horizonte. De acordo com a organização do evento, a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil por causa de sua orientação sexual. “Acreditamos que as mortes estejam subnotificadas, porque em muitos casos a família não divulga para não se indispor”, afirmou um dos coordenadores da parada, Carlos Magno. A concentração começou às 13h, na Praça da Estação, e o cortejo saiu por volta das 16h30. Passou pela Rua da Bahia e Avenida Afonso Pena, em direção à Savassi, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde a multidão se dispersou.

Veja as imagens da festa

A parada foi marcada por momentos de protestos. Os militantes soltaram cerca de 3 mil balões brancos simbolizando homens e mulheres assassinados por causa da homofobia. Depois de bandeiras como o beijo gay e a parceria civil, o movimento em todo o Brasil elegeu a criminalização como prioridade. Com a aprovação no Congresso Nacional do Projeto de Lei Complementar 122/2006, atos de violência ou barbaridade motivados por desrespeito à orientação sexual do indivíduo serão tipificados como crime.

Leia também: Movimento busca visibilidade

Cinco trios elétricos animaram as cerca de 25 mil pessoas – segundo a estimativa da Polícia Militar – que participaram do evento. Com muita festa e alegria, transformistas, lésbicas, gays e transexuais, com apoio de muitos heterossexuais, reivindicaram direitos iguais e respeito à orientação sexual. A organização do evento contou com oito ambulâncias e 100 brigadistas (bombeiros civis). Mas, de acordo com o tenente-coronel Aryone, não houve incidente grave, apenas alguns casos isolados de furtos.

Durante a parada, homenagens a algumas celebridades da TV, entre as quais a ex-modelo e atriz Monique Evans e a apresentadora Kayete. Perto da prefeitura, os participantes reverenciaram o ex-prefeito Célio de Castro, que morreu na manhã de domingo.

É BH se incluindo no ciclo mundial das paradas gays.Dizem que o número de participantes dobra analmente, digo anualmentehttp://www.skyscrapercity.com/images/smilies/lol.gif

Ps.: não participei, pois apesar de nada contra, não é minha praia. Sou simpatizante longinquo da causa GLBTS

Inconfidente
July 25th, 2008, 05:10 AM
^^ Sei... :lol:

Inconfidente
July 29th, 2008, 01:43 AM
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A inglesa Eileina é um dos destaques da programação

A sexta edição do Savassi Festival 2008: Jazz & Lounge acontece entre os dias 31 de julho a 4 de agosto e traz a Belo Horizonte artistas brasileiros e internacionais em 32 shows ao vivo, 20 apresentações com DJs e 2 workshops.

Entre as atrações estão a inglesa Eileina, o grupo alemão Engstfeld Weiss Quartet, os norte-americanos Scott Feiner e Vana, ao lado de artistas mineiros como Toninho Horta e Maria Bragança.

Realizado desde 2003 pelo Café com Letras e a Artbhz, o evento reuniu no ano passado cerca de 22 mil pessoas. A proposta do idealizador do festival Bruno Golgher é promover um encontro do público mineiro com o melhor da música instrumental e transformar a cidade numa referência para o jazz. “O Savassi Festival desponta como maior festival de jazz do Brasil em termos de público e vem ganhando cada vez mais espaço”, afirma.

A entrada para o Savassi Festival no próximo domingo é gratuita, mediante a doação de 1 Kg de alimento não-perecível. No ano passado, foram doados 15 toneladas de alimentos para entidades indicadas pelo AMAS.

PROGRAMAÇÃO

Jazz Clube
Café com Letras, Café Vitrola, Vinnil, Livraria Travessa, Status, Usiminas Belas Artes e Marquês Bar Cultural – 31/7, 1, 2 de agosto

Fotografe o Jazz
Durante o Festival - 3 agosto - e exposição dos 10 melhores fotógrados no
Café com Letras, em outubro

Savassi Festival
3 de agosto a partir das 13 horas.
Rua Antônio de Albuquerque entre a Rua Sergipe e Av. Cristóvão Colombo.
Entrada mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível

Workshops do Jazz
Pró Music – 4 agosto

Mais Informações: Savassi Festival (http://www.savassifestival.com.br/Savassi_Festival/home.html)

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/07/28/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1340/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
July 29th, 2008, 01:46 AM
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

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Porque um homem é humano, do alemão Stephen Hilpert, é destaque do programa Primeiro olhar

O interesse da maioria dos espectadores do 10º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte se volta para as mostras competitivas, principalmente as primeiras sessões de cada um de seus programas. Ocorrem sempre no “espaço nobre” do evento, o Cine Humberto Mauro, e em seu horário nobre, as sessões noturnas, cujos ingressos desaparecem quase no instante em que são colocados à disposição do público. Mas fatos significativos da cinematografia contemporânea ocorrem fora dali, em mostras menos disputadas. A proximidade de horários evidencia, hoje, uma dessas tendências: no Teatro João Ceschiatti, às 15h30, será apresentada a mostra infantil, com filmes do Brasil, Alemanha, Suíça e Rússia. Logo depois, às 17h, será a vez do programa “Primeiro olhar”, que integra a Mostra Especial Internacional e constitui uma seleção de filmes sobre a adolescência e para ela.

Confira a programação completa do 10º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte
(http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/24/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1228/ficha_cinema.shtml)

Em todo o mundo, os festivais aumentam o espaço para filmes para a infância e a adolescência. A explicação é simples. Mesmo mantendo boas relações com o núcleo da indústria cinematográfica, os festivais se legitimam na busca de uma universalidade do cinema, representada pela variedade de origens, temas, estilos e linguagens que se opõe à padronização do cinema industrial. Essa legitimação não é apenas bom-mocismo, mas estratégia na guerra pelo público: atualmente, mais de 90% dos ingressos vendidos no planeta beneficiam a produção mais industrial e padronizada. O esforço para mudar esse perfil freqüentemente esbarra num traço dos cinemas independentes: seu caráter autoral faz com que eles se dediquem quase totalmente a públicos adultos. Qualquer estratégia que pretenda mudar o gosto das platéias depende, portanto, da capacidade de criar nas crianças e nos jovens o hábito de ir ao cinema, e de instrumentalizar estes públicos para outras linguagens, diferentes dos padrões do tal núcleo industrial do cinema e da TV.

As duas mostras trazem abordagens variadas do universo que interessa ao público infanto-juvenil. Cedo ou tarde, de Jadwiga Krystyna Kowalska (Suíça), por exemplo, na Mostra Infantil, é um desenho animado sobre a possibilidade do encontro entre seres de mundos completamente distintos – um esquilo e um morcego. Porque um homem é humano (Primeiro olhar), do alemão Stephen Hilpert, traz para a tela questões como poder, representação, democracia e autonomia, não como discursos, mas como elementos da trama do filme, ambientado num acampamento de verão. É como se não houvesse limites: com a linguagem adequada e a compreensão das dúvidas que marcam a infância e a adolescência, todos os filmes são possíveis para estas faixas etárias.

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O burburinho no Cine Humberto Mauro mostra o sucesso do festival

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/28/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1330/ficha_cinema.shtml)

Inconfidente
July 29th, 2008, 01:48 AM
Agência Estado

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O homem que transformou o cinema em uma alucinante mistura de tempo, espaço, sexo e morte chega ao Brasil no domingo. O cineasta David Lynch, criador de Twin Peaks, desembarca neste dia no Rio de Janeiro, iniciando um périplo em que, até o dia 9, vai passar também por São Paulo e Belo Horizonte para divulgar seu livro 'Em Águas Profundas - Criatividade e Meditação' (tradução de Márcia Frazão, 204 páginas, R$ 29,90) que a editora Gryphus lança nos próximos dias. Trata-se de uma série de capítulos curtos em que o criador de Veludo Azul e Império dos Sonhos revela as influências da prática da meditação transcendental em sua vida e obra.

Lynch tornou-se adepto da prática na década de 1970, antes mesmo de estrear no cinema com Eraserhead. O filme, aliás, era um dos preferidos do diretor Stanley Kubrick (O Iluminado, De Olhos Bem Fechados), como Lynch revela, com orgulho, no livro. A aproximação veio com o interesse pelo movimento espiritual criado pelo guru indiano Maharishi Mahesh Yogi, que seduziu outros simpatizantes como os Beatles.

Inicialmente cético, Lynch cedeu à experimentação em 1973, convencido pela irmã. Ao lado de uma orientadora que se parecia com Doris Day, ele tomou conhecimento de um mantra, que deveria ser repetido em duas sessões diárias de 20 minutos para atingir um estado de “alerta descansado”. “Foi como se estivesse em um elevador cujo cabo se rompesse de repente”, escreve, no livro. “Caí direto na mais pura felicidade.

Aos 62 anos e ainda fiel ao cabelo aparado dos lados e crescido no topo, Lynch não acredita no futuro do cinema - para o homem que criou imagens alarmantes, com mudança de identidades e erotismo que transgride normas, o caminho é a internet. "A TV que hoje conhecemos está condenada, assim como filmes realizados para salas de cinema e DVDs. Hoje temos de pensar no formato de internet e é o que pretendo fazer com meu trabalho".

Belo Horizonte
Dia 6 de agosto, às 10h45, o cineasta norte-americano David Lynch estará no auditório da reitoria da UFMG (Avenida Antônio Carlos, 6627 - Pampulha)

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/28/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1338/ficha_cinema.shtml)

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:02 AM
Espetáculo da Cia. de Comédia os Melhores do Mundo está com ingressos praticamente esgotados, mas haverá sessão extra na quarta-feira. É bom não deixar para a última hora

Walter Sebastião - EM Cultura

Nicolau El Moor/Divulgação
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Fenômeno, mesmo, é a Cia. de Comédia os Melhores do Mundo. Nos dois últimos anos, o grupo tem conseguido proezas dignas de nota. Suas peças ocupam algumas das mais importantes casas de espetáculos do Brasil, com recordes de público e venda de ingressos em locais onde reinava a música popular. Em Belo Horizonte, onde a troupe apresenta Hermanoteu na terra de Godah, depois de esgotados os ingressos, com uma semana de antecedência, para três apresentações, sendo uma delas já extra, haverá mais uma sessão extra, quarta-feira, às 22h30. O espetáculo traz tudo que faz a fama do grupo: histórias amalucadas, ritmo frenético e humor ácido, reunindo no palco seis craques da arte de fazer rir. A trama mistura alegorias históricas, motivos bíblicos, filmes épicos, tudo isso em torno das desventuras de homem a quem é dado, por um anjo, a missão de levar o seu povo à terra prometida.

Hermanoteu é um pastor, camarada e obediente. No caminho dele estão profetisas, deuses pagãos, Cleópatra e César, gladiadores, senadores da república romana. “É história de autoconhecimento com final surpreendente”, conta o ator Victor Leal. No papel de Deus, por meio de gravações, está um ídolo do grupo: Chico Anysio. “Ele é um dos maiores atores de todos os tempos que é ainda humorista”, afirma Leal, elogiando a criatividade e o trânsito entre várias mídias do “homem que, de cara limpa, fez, durante décadas, a crônica da sociedade brasileira”. Mesmo tendo gravado sua participação em 2000, só há três meses Chico viu a peça, durante temporada no Canecão. “Um grupo que saiu de Brasília, apresentando peça em casa importante no Rio de Janeiro, tendo na platéia Fernanda Montenegro e Chico Anysio, é motivo de orgulho”, comemora Leal. “Agora minha mãe pára de perguntar o que eu vou ser quando crescer.”

Coletivo

Nicolau El Moor/Divulgação
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A Cia. de Comédia Melhores do Mundo nasceu em Brasília, há 18 anos, e há 14 deles está com o mesmo elenco: Adriana Nunes, Adriano Siri, Jovane Nunes, Ricardo Pipo, Welder Rodrigues e Victor Leal. Produto de movimentação de jovens atores, conquistou público da mesma faixa, com montagens apresentadas em todos os lugares da capital federal, dos mais luxuosos até barzinhos. Quase duas décadas depois da estréia de A culpa é da mãe, o grupo tem, no repertório, cerca de 30 montagens. Atua encenando várias delas ao mesmo tempo, em lugares diferentes. O nome Melhores do Mundo é ironia: “É como o PFL se chamar Democratas”, provoca Victor Leal. Pelas contas do grupo, suas montagens foram vistas por mais de um milhão de espectadores nos últimos cinco anos.

Vem da Companhia a dupla Jajá & Juju, do Zorra total, cuja dança foi imitada por jogadores de futebol. Mais: é o único grupo de teatro contratado por gravadora (Warner), que lançou DVD da peça Notícias populares, com mais de 20 mil cópias vendidas e versões pirateadas no mercado informal. O acordo prevê mais dois filmes. “A tecnologia sempre foi para nós meio para levar as pessoas ao teatro. Nosso maior orgulho é ter conseguido reconhecimento, respeito, para uma atividade malvista, tida como menor, feita por um grupo que mora longe dos grandes centros”, afirma Leal. E aqui sobram elogios para mineiros (Corpo, Giramundo, Skank, Galpão), que mostraram ser possível trabalhar em escola nacional e internacional sem sair da cidade onde moram.

“Temos, modestamente, um certo talento para o humor”, admite Victor Leal, com alguma timidez, apontando o que, na opinião dele, faz a força do grupo, ao lado da amizade que une os integrantes. Além da preparação para trabalhar com todas as variantes do gênero, acrescentaram o cuidado com o andamento da montagem, para que todo espetáculo funcione com eficiência. Inclusive, é de praxe mudar cenas, textos, quadros, quando eles não funcionam. “O compromisso é com uma hora e 20 de diversão”, afirma. Tudo, em todos os espetáculos, é criação coletiva. O projeto, conta o ator, sempre foi caprichar nos detalhes, da interpretação à programação visual. Para o curta À espera da morte, breve incursão no cinema, com história que se passa num submarino soviético, estudaram russo – “assim as piadas ficavam mais engraçadas”, jura.

Besteirol, não

Nicolau El Moor/Divulgação
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“Desmistificamos a idéia de que teatro tem de ser algo denso, difícil. Já teve quem dissesse que fazemos besteirol comercial. Discordo. Os espetáculos têm uma crítica social fortíssima e não há forma melhor de fazer isso que por meio do humor. Falamos do cotidiano, é tudo muito próximo do público, que se torna nosso cúmplice”, defende Victor Leal. “O trabalho do humorista é ser a válvula de escape da sociedade, é ser o torpe, o errado, o que faz o que as pessoas não têm coragem de fazer.” Qual o poder do humor? “O que difere os inteligentes dos não inteligentes é a capacidade de rir de si mesmo”, responde. “As pessoas não riem da gente, mas de si mesmo, da realidade.” Outro motivo de orgulho: “Estamos formando público. Teatro, há 15 anos, em Brasília, nem programa era, e hoje já tem uma cena”.

“Teatro pode mudar o mundo mesmo. Fomos beneficiados pela tecnologia; quem lançou a gente foi a internet, mas nada substitui a experiência do ao vivo, do único, o todo dia diferente que o teatro tem. Não importa se drama ou piada, traz sempre reflexão, é diversão, cultura, nos melhora como ser humano. Se 1% daqueles milhões de espectadores que vão ver Batman fossem ao teatro, a vida deles seria melhor”, garante Victor Leal. O que tem visto em suas viagens pelo Brasil? “O mais legal é mesmo o povo”, diz. “É carinhoso, respeitoso, inteligente, trabalhador, gosta de artistas – ou de humoristas, não sei. Às vezes é muito passivo, acomodado. Se revolta se o time perde, se a vilã da novela faz alguma coisa, se alguém é eliminado do Big Brother, e não com coisas que afetam a vida dele.” Está dando para ganhar dinheiro? “Não fazemos por dinheiro, mas não podemos reclamar. O que é bom para atividade que sempre foi mal paga”, conclui.

Na rede

Nicolau El Moor/Divulgação
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A carreira do grupo engrenou há dois anos, a partir da captura e veiculação, pelo YouTube, do personagem Joseph Klimber, que alcançou 20 milhões de acessos na internet.

Hermanoteu na terra de Godah - Espetáculo da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo. Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro). As apresentações de quarta, às 20h, e as duas de quinta-feira estão esgotados, mas ainda há entradas para a sessão de quarta-feira, às 22h30. Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia) no setor I; R$ 60 e R$ 30 (meia) no setor II; R$ 50 e R$ 25. (meia) no balcão.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/07/28/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1324/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:07 AM
Silvia Dalben - Portal UAI

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Nos dias 1, 2 e 3 de agosto, Ney Matogrosso estará em BH com seu mais novo espetáculo Inclassificáveis, considerado pela crítica como um dos mais marcantes de sua carreira.

“Inclassificáveis” é um espetáculo de música popular brasileira com uma roupagem pop que tem direção musical de Emílio Carrera, ex-integrante do grupo Secos e Molhados. O cantor mesclará composições novas com clássicos da MPB.

O nome do show faz referência a uma canção presente no repertório, que reúne compositores como Cazuza, Frejat, Caetano Veloso e Arnaldo Antunes. O Tempo não pára (Cazuza), Divino e Maravilhoso (Caetano Veloso), Um Pouco de Calor (Dan Nakanawa), Ouça-me (Itamar Assunção) e Inclassificáveis (Arnaldo Antunes) estão entre as músicas.

Ney Matogrosso – Inclassificáveis
Dias 1, 2 e 3 de agosto no Palácio das Artes
Ingressos: Platéia I e II – R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia). Platéia III R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia).
Informações: (31) 3236 7400

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/07/28/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1341/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:13 AM
Termina amanhã o prazo para inscrições dos projetos artístico-culturais cujos autores pretendem obter os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. As matrículas podem ser feitas das 10h às 17h, na Assessoria da Lei, que funciona na sede da Fundação Municipal de Cultura (rua Sapucaí, 571, 1º andar, Floresta).

Os interessados podem se inscrever tanto para o Fundo de Projetos Culturais, que trabalha com recursos provenientes da Prefeitura, quanto para o Incentivo Fiscal - nesta modalidade é permitida a captação junto à iniciativa privada. Cada empreendedor poderá inscrever no máximo dois projetos, devendo optar por uma das formas. Do total de recursos disponibilizados, 60% serão destinados ao Fundo e 40% ao Incentivo Fiscal , totalizando R$ 5 milhões.

Serão analisados pela Comissão Municipal de Incentivo à Cultura apenas os projetos apresentados conforme o edital. A comissão observará o enquadramento, a documentação e o preenchimento do formulário: a falta de documentação ou quaisquer irregularidades inabilitarão os inscritos.

A comissão terá 90 dias para analisar os projetos e emitir seu parecer. Caso haja necessidade, esse prazo pode ser estendido por até 30 dias. A previsão é que a lista dos projetos beneficiados seja conhecida até o final de novembro.

O edital , publicado no Diário Oficial do Município (DOM) do dia 28 de junho, o decreto e o formulário para a apresentação de projetos serão fornecidos pela Assessoria da Lei , por meio de permuta de disquete, e estão disponíveis no endereço eletrônico www .pbh.gov.br/cultura. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3277-4640 .

No ano passado, foram inscritos 799 projetos, dos quais 107 foram aprovados pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Teatro Marília

Também estão abertas até amanhã as inscrições para a seleção de propostas de projetos em artes cênicas tendo por objetivo a ocupação do Teatro Marília na temporada do segundo semestre de 2008. As inscrições podem ser feitas das 14h às 18h, no próprio teatro (avenida Professor Alfredo Balena, 586, Centro). Não serão aceitas inscrições enviadas pelos Correios ou quaisquer outros serviços de entrega expressa, fax, e-mail ou outro meio eletrônico.

Os interessados concorrem a períodos de ocupação, datas e horários previstos no edital. Estão disponíveis os períodos de 25 de setembro a 19 de outubro e 6 a 30 de novembro, destinados a espetáculos adultos, e de 27 de setembro a 19 de outubro e 8 a 30 de novembro, para peças infantis. O Teatro Marília possui 185 lugares.

O edital, publicado no DOM do dia 28 de junho, está disponível no teatro ou no site www.pbh.gov.br/cultura. Os candidatos devem apresentar suas propostas em dois envelopes lacrados e identificados, um contendo a documentação necessária e o outro o projeto.

A Comissão de Seleção dos Projetos Teatrais, constituída por cinco membros titulares e seus respectivos suplentes, será formada por pessoas ligadas à área artística, que não poderão participar da ficha técnica dos espetáculos concorrentes.

O resultado dos projetos vencedores, na ordem de classificação, será afixado na portaria do Marília a partir das 10h do dia 15 de agosto e publicado no DOM. Outras informações pelo telefone 3277-6319.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=9045&ver_servico=N)

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:26 AM
O Governo de Minas Gerais, o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão (Sert-MG), o Sebrae-MG e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), apresentam, nesta sexta-feira (30/05), os 10 finalistas do Projeto Vozes do Morro. Lançado em 13 de março deste ano, o projeto teve 499 inscrições de novos talentos artísticos de comunidades que buscaram uma oportunidade de ter seu trabalho conhecido no Estado. A primeira edição do projeto buscou novos artistas em vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte, Ibirité, Ribeirão das Neves e Santa Luzia.

Grupos


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Blast Girls – Grupo de dança formado com objetivo de realizar um sonho que era cantar e dançar. Com estilo moderno e despojado, apresenta composições próprias. Hoje, o grupo Blast Girls se apresenta em casas noturnas da região.
Estilo musical – Hip Hop
Proponente – Juliana dos Santos Simão
Bairro – Novo Horizonte - Ibirité


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Cirandeiros – O grupo foi criado ano passado com a proposta de mesclar sambas clássicos, atuais e composições próprias. A formação original se desfez em 2007, mas a formação atual ainda conta com três integrantes da primeira formação. A banda fez única apresentação na Faculdade de Filosofia, no bairro Planalto.
Estilo musical – Samba
Proponente – Daniel Teixeira do Carmo
Bairro - Duquesa - Santa Luzia


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Instinto Coletivo – Grupo formado em 2002 com a proposta de mostrar a situação sócio-cultural da região. Com estilo próprio de influências do Maracatu ao Reggae e ao Rock'n Roll, teve como fatos marcantes ter participado de eventos pela cidade, por Belo Horizonte e outras cidades do interior.
Estilo musical - Maraca/Soul/Rock/Reggae
Proponente - Cláudio Alves dos Santos
Bairro – Botafogo - Ribeirão das Neves


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Kayajhama - Em 1999 foi formado o grupo que adotou estilo eclético misturando reggae, soul e rap maracatu e samba. Alguns integrantes desenvolvem trabalhos na área social dentro da comunidade e se prepara para gravar o primeiro álbum.
Estilo musical - Reggae / Soul
Proponente – Wilton Vieira Santos
Bairro – Aglomerado da Serra - Belo Horizonte


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Maria Pretinha – Formada em 2000, o grupo tem influência do tropicalismo e mistura o rock'n'roll em suas mais diversas formas, a ritmos brasileiros e elementos do cancioneiro de matriz africana. É formado pelas irmãs Cínara e Cinthia Motta e outros quatro músicos.
Estilo musical – Pop Rock
Proponente – Silene Ribeiro Mota
Bairro – Vila São Tomaz - Belo Horizonte


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Verdade Seja Dita – Reconhecida junto ao público e à cultura HipHop, foi formado em 2003. Procura abordar temas diferenciados dos demais grupos existentes, por não fazer uso de “palavrões”. Tem influência do rap nacional e da musica popular brasileira.
Estilo musical – Black music
Proponente – Cláudio Rodrigues de Carvalho
Bairro – Vila Biquinha – Belo Horizonte


Artistas Individuais


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Ivo do Pandeiro – Há 20 anos, dedica-se ao samba, na comunidade onde vive. Teve influência de familiares e da saudosa Velha Guarda do Morro, campeã do Carnaval de Belo Horizonte.
Estilo musical – Samba
Bairro – Vila Estrela – Belo Horizonte


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Rafael Dias – Cantor de música brasileira apresentou-se em diversos eventos com diversos artistas conceituados no cenário mineiro como Nuc, Meninas de Sinhá e Matriarcado. No ano passado, lançou-se com trabalho próprio.
Estilo musical – MPB
Bairro – Alto Vera Cruz - Belo Horizonte


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Sebastião Martins – Iniciou sua carreira nos anos 90 influenciado pelo trabalho do pai e do irmão mais velho, que tocavam cavaquinho. Participou de shows de calouros e de apresentações teatrais na escola e na igreja de sua comunidade, o que o estimulou a seguir em busca de seu sonho. Gravou sua primeira música em 2005.
Estilo musical - Sertanejo
Bairro - Jardim Taquaril - Belo Horizonte


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Tom Nascimento – Cantor, compositor, intérprete, transita pelo universo da música brasileira com influências de soul, reggae e funk anos 70.
Estilo musical – MPB / Black Music
Bairro – Conjunto Cristina C - Santa Luzia

Fonte: Vozes do Morro (http://www.vozesdomorro.mg.gov.br/noticias.htm)

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:40 AM
^^ :rofl:

Astronauta
July 29th, 2008, 02:41 AM
http://img244.imageshack.us/img244/2289/200807281654396871f2552fv6.jpg

Então cancela minha presença no Outback....
(encontro SSC dia 2)



























:nuts:

Lucianors
July 29th, 2008, 02:28 PM
Agência Estado

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O homem que transformou o cinema em uma alucinante mistura de tempo, espaço, sexo e morte chega ao Brasil no domingo. O cineasta David Lynch, criador de Twin Peaks, desembarca neste dia no Rio de Janeiro, iniciando um périplo em que, até o dia 9, vai passar também por São Paulo e Belo Horizonte para divulgar seu livro 'Em Águas Profundas - Criatividade e Meditação' (tradução de Márcia Frazão, 204 páginas, R$ 29,90) que a editora Gryphus lança nos próximos dias. Trata-se de uma série de capítulos curtos em que o criador de Veludo Azul e Império dos Sonhos revela as influências da prática da meditação transcendental em sua vida e obra.

Lynch tornou-se adepto da prática na década de 1970, antes mesmo de estrear no cinema com Eraserhead. O filme, aliás, era um dos preferidos do diretor Stanley Kubrick (O Iluminado, De Olhos Bem Fechados), como Lynch revela, com orgulho, no livro. A aproximação veio com o interesse pelo movimento espiritual criado pelo guru indiano Maharishi Mahesh Yogi, que seduziu outros simpatizantes como os Beatles.

Inicialmente cético, Lynch cedeu à experimentação em 1973, convencido pela irmã. Ao lado de uma orientadora que se parecia com Doris Day, ele tomou conhecimento de um mantra, que deveria ser repetido em duas sessões diárias de 20 minutos para atingir um estado de “alerta descansado”. “Foi como se estivesse em um elevador cujo cabo se rompesse de repente”, escreve, no livro. “Caí direto na mais pura felicidade.

Aos 62 anos e ainda fiel ao cabelo aparado dos lados e crescido no topo, Lynch não acredita no futuro do cinema - para o homem que criou imagens alarmantes, com mudança de identidades e erotismo que transgride normas, o caminho é a internet. "A TV que hoje conhecemos está condenada, assim como filmes realizados para salas de cinema e DVDs. Hoje temos de pensar no formato de internet e é o que pretendo fazer com meu trabalho".

Belo Horizonte
Dia 6 de agosto, às 10h45, o cineasta norte-americano David Lynch estará no auditório da reitoria da UFMG (Avenida Antônio Carlos, 6627 - Pampulha)

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/28/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1338/ficha_cinema.shtml)

Sou fã desse cara desde Twin Peaks, pra mim o melhor seriado de todos os tempos.

Inconfidente
July 29th, 2008, 02:31 PM
^^ Aproveita e vai lá ver ele então! :)

Lucianors
July 29th, 2008, 07:38 PM
^^ Aproveita e vai lá ver ele então! :)

Legal, mas ficaria mais satisfeito ganhando o box completo da série, que custa mais de R$ 200,00. Mas sério, curto bastante os trabalhos do David Lynch, principalmente O Homem Elefante, Veludo Azul e Cidade dos Sonhos, acho os filmes dele instigantes e inovadores. Acho que vou nesse negócio.

Inconfidente
July 30th, 2008, 02:42 AM
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

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Fábio Carvalho orientou a criação de Fio Condutor, em Cataguases. E Chico de Paula foi responsável pelo registro audiovisual

Em todo o mundo, festivais de artes precisam enfrentar um dilema: ser apenas eventos, que funcionam como vitrines para aquelas artes e se esgotam em si mesmos, ou ser movimentos que se expandem para além da exibição de obras e interferem diretamente na produção cultural. O dilema é radicalizado no Brasil, onde a maior parte da produção artística é financiada com recursos públicos, ou seja, é mantida com dinheiro dos impostos até mesmo de quem não tem acesso a ela – o que, no caso dos festivais, significa a quase obrigação de melhorar a relação entre o custo dos eventos e o benefício à comunidade. Uma das mostras do 10º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Um olhar particular, é conseqüência do fato de que a nona versão do festival decidiu ser um movimento.

O programa Um olhar particular é integrado por apenas três curtas. Têm em comum sua origem conceitual: os três foram resultado de oficinas que o 9º festival realizou pelo interior de Minas nos últimos meses, como parte de programa de itinerância que leva às cidades mostras de filmes e realiza atividades com a população local. Para coordenar essas atividades são convidados profissionais de destaque no cinema no estado: os cineastas Marcos Pimentel, Fábio Carvalho e Geraldo Veloso assinam, respectivamente, Travessia, Fio condutor e Pra onde vim, de onde vou, os três filmes que integram a mostra; Chico de Paula foi o responsável pelo registro audiovisual das três obras. Mas o importante em todo o processo é que foram os alunos das oficinas os verdadeiros criadores das três películas.

Os três filmes têm outro elemento em comum. O projeto partiu do pressuposto de que os artistas falam, antes de tudo, daquilo que conhecem. A cidade de Miraí, por exemplo, não foi apenas o espaço de uma das oficinas da itinerância, ou o local onde vivem os alunos que realizaram Travessia – é, também, tema e cenário do filme. O mesmo ocorre com Fio condutor e Cataguases, ou Pra onde vim, de onde vou e Varginha. É que Um olhar particular é projeto ousado: pretende ser uma série de 12 filmes, em formato adequado à veiculação em TV, que retrate a diversidade da vida pelo interior de Minas, o “olhar particular” de cada local, que batizou a mostra.

O pioneirismo de Um olhar particular fez com que seus participantes praticamente inventassem as metodologias que usaram nos processos de treinamento e criação durante as oficinas. Tais processos, evidentemente, podem ser aperfeiçoados – uma das entidades envolvidas no projeto, o Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais, já anda exercitando a autocrítica a respeito do assunto. Independentemente das transformações que o projeto venha a sofrer, ou de suas conseqüências para o formato final de Um olhar particular, contudo, seus fundamentos devem permanecer: a idéia de oficinas práticas e integradas com experiência intensa de cinema em cada comunidade; o princípio de que a produção cultural brasileira deve se expandir rumo às cidades do interior; e o compromisso com aquela idéia apresentada no início desse texto, de que festivais, para se legitimar junto às comunidades que os sustentam, precisam caminhar em direção a elas, estender tentáculos artísticos que democratizem o acesso aos bens culturais.

Um olhar particular - Teatro João Ceschiatti, Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, hoje, às 20h. Entrada franca, com ingressos distribuídos a partir das 19h30.

Fonte: Divirta-se (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/29/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1362/ficha_cinema.shtml)

Inconfidente
July 31st, 2008, 12:38 AM
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

http://img177.imageshack.us/img177/3921/20080730131354595a68fd4ln7.jpg
Un chien andalou, do espanhol Luis Buñuel: imagens agressivas legitimam festival de curtas

Como em todas as suas versões anteriores, o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte tem, este ano, sessões lotadas. De uma hora para outra, todo mundo descobre que adora curtas-metragens, acha o Cine Humberto Mauro o lugar mais charmoso do mundo para encontrar os amigos, ama o cinema como arte desde criancinha. Fica, então, uma pergunta: Onde é que aquele povo todo vai o resto do ano? Todas as segundas-feiras, a Associação Curta Minas apresenta curtas no Cine Humberto Mauro, em geral para uns poucos gatos pingados.

Todos os dias há programação de qualidade no Cine Humberto Mauro para uns poucos gatos pingados. Há, em Belo Horizonte, oito outros espaços dedicados exclusivamente ao cinema mais “artístico”, e sua freqüência não chega aos pés das salas dos grandes shopping centers. Nada contra Batman – O cavaleiro das trevas e seu sucesso, muito antes pelo contrário, é cinema de primeira, e deve ser visto pelo máximo possível de pessoas. Mas seria bom se também assistissem a curtas-metragens. E a filmes de cineastas como Luis Buñuel.

Fenômeno O fato não ocorre apenas no cinema. É fácil verificá-lo, também, em festivais de teatro, dança, música: o público de um festival não é, necessariamente, o público com que a linguagem apresentada nele pode contar no cotidiano. Há um mercado para festivais que não corresponde ao mercado específico de cada arte. Nossa primeira tendência ao verificar tal fenômeno é culpar o público, que freqüentemente gosta mais do oba-oba representado pelo festival que dos filmes ou espetáculos de teatro. É hora, contudo, de os agentes responsáveis pela produção cultural refletirem sobre sua responsabilidade no fenômeno. Hora de descobrir por que somos mais eficientes na realização de eventos que na produção cotidiana, por que nossas estratégias estimulam o público a comparecer a festivais e não são capazes de tirá-lo de casa, ou da mesa de bar, para ver nossos melhores filmes o resto do tempo.

A solução do paradoxo passa, necessariamente, por melhor compreensão da dinâmica de espaços como o Cine Humberto Mauro. O festival de curtas nasceu como parte de sua política de dar visibilidade a segmentos da produção que eram desconhecidos do grande público. Em 1994, quando ocorreu, a programação da sala estava a cargo de um crítico de cinema formado no Centro de Estudos Cinematográficos (CEC) e nas páginas deste jornal, José Zuba Júnior. Zuba não era nenhum visionário, mas tinha um bocado de clareza a respeito da função do festival e da sala de cinema do Palácio das Artes. Depois de sua morte, em meados dos anos 1990, a impressão que se tem é que o festival hipertrofiou-se, não em termos absolutos, mas num sentido relativo: passou a ser visto pelo público como algo maior e mais importante que o próprio Cine Humberto Mauro. E, no momento, um dos debates internos do CEC, co-realizador do evento, é se o cachorro não estaria sendo abanado pelo rabo, isto é, se o festival, apenas um dos muitos projetos do mais antigo cineclube do Brasil, não estaria determinando todos os rumos da instituição.

É um bom momento para conduzir esta reflexão. Em outubro, o Cine Humberto Mauro completa 30 anos. O 10º Festival, em certo sentido, abre as comemorações. Quinta, às 19h, na Sala Juvenal Dias, um debate vai reunir a atual responsável pela sala, Ana Siqueira, e três de seus mais importantes gerentes anteriores: Mônica Cerqueira, Waleska Falci e Daniel Queiroz.

PROGRAMAÇÃO Quarta, a programação do festival será aberta às 13h30, com a mostra que pretende homenagear o aniversário do Cine Humberto Mauro. Há algumas semanas, fui intimado pela coordenação do evento e o conselho curador do CEC (do qual, é bom advertir o leitor, este crítico é integrante) a formatá-la. A tarefa parecia impossível: como sintetizar, em quatro ou cinco filmes, uma trajetória de três décadas? Decidimos não fazê-lo. Em vez disso, tomou-se a decisão de reunir alguns exemplos de filmes que, provavelmente, nunca teriam chegado ao público de BH, pelo menos não antes da ascensão do DVD, se não existisse por aqui um espaço como o Cine Humberto Mauro. O primeiro que veio à cabeça foi o curta mais importante de todos os tempos, Un chien andalou, de Luis Buñuel e Salvador Dali.

Nele pode estar a chave da questão. Um festival existe para que, de vez em quando, a gente seja esbofeteado por imagens como as de Un chien andalou, que continua quarta tão radical e insuportável quanto era em sua estréia, há quase oito décadas. Um espaço como o Cine Humberto Mauro existe pelo mesmo motivo, e é por isso que o festival gira em torno dele. Que bom que milhares de pessoas, pelo menos uma vez por ano, se interessam por esse ritual de masoquismo explícito que é assistir a algo como Um chien andalou. Ou, em versões anteriores do exemplo, mostras de cineastas como o americano Stan Brakhage ou o brasileiro Elyseu Visconti, que continuam insuportáveis, intragáveis para a maioria dos mortais, que insistem em nos lembrar que o cinema não é exatamente a coisinha certinha que pensamos que é, que o mundo talvez não seja exatamente a coisinha certinha que gostaríamos que fosse. Se queremos unificar os públicos do Cine Humberto Mauro e do festival, precisamos descobrir como fazer com que mais pessoas desejem, mais vezes, se oferecer voluntariamente a este saudável ritual de autoflagelação que é o contato com o desconhecido, com linguagens sobre as quais não temos controle, com filmes que não são previsíveis.

Pois é. Buñuel é o prato mais nobre do cardápio de quarta. Mas não o único. Na reprise da Competitiva Brasileira 5 (15h), temos Dreznica, de Ana Azevedo, e Trópico das cabras, dois filmes bem estranhos. A retrospectiva Karim Aïnouz (16h30) é um igualmente incomum, com seu olhar entre irônico e violento sobre relações sociais e sexuais. Para onde quer que nos voltemos, algo estranho pode estar ocorrendo – é só aprender a desviar o olhar para onde a indústria cinematográfica não quer que a gente olhe.

Fonte: Divirta-se Notícias (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/30/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1393/ficha_cinema.shtml)

Inconfidente
July 31st, 2008, 12:40 AM
Sérgio Rodrigues Reis - EM Cultura

http://img402.imageshack.us/img402/1487/20080730132337123b4fb6bjt0.jpg
A inspiração veio nas histórias A Zeropéia, A centopéia que pensava e A centopéia que sonhava, de Herbert de Souza, o Betinho.

No início veio a inspiração nas histórias A Zeropéia, A centopéia que pensava e A centopéia que sonhava, de Herbert de Souza, o Betinho. Depois, a diretora e cineasta Carla Camurati comprou a idéia e atuou na primeira fase do trabalho. Na etapa atual, já com o aval da produtora e atriz Paula Manata (do grupo Armatrux), o espetáculo A Zeropéia volta de hoje a domingo ao palco do Teatro Alterosa pelo Peça Bis, renovado. Não será a única participação da Cia Burlantis no projeto. A partir de amanhã, a trupe também apresenta a opereta O homem que sabia português.

Num formato de show, o infantil A Zeropéia tem trilha especialmente composta pelos músicos Vander Lee, Flávio Henrique, Chico Amaral, Affonsinho, John Ulhoa e Mauricio Tizumba. O repertório de 14 canções é inspirado na simpática protagonista, a centopéia Zeropéia, que encontra pela frente vários bichos – a barata, boi, macaco e a cobra –, e pergunta para que tem de andar com tanta pata? “A idéia de Betinho é genial: quis mostrar que cada um deve seguir com as patas e as idéias que possui”, explica Regina Souza sobre a montagem, que marca a estréia da Cia. Burlantins no universo infantil.

A Zeropéia
Espetáculo da Cia. Burlantins, de quinta a domingo, às 16h30, no Peça Bis do Teatro Alterosa (Avenida Assis Chateaubriand, 499, Floresta). Classificação: livre. A trupe faz, no mesmo local, de quinta a sábado, 21h, domingo, às 20h, a opereta O homem que sabia português. Ingressos: R$ 10 (preço promocional). Informações: (31) 3237-6611.

EM CARTAZ TAMBÉM
“Opereta - O Homem que Sabia Português” - Cia. Burlantins
31 de julho a 03 de agosto
Quinta a sábado, às 21:00. Domingo, às 19:00

Fonte: Divirta-se Notícias (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/07/30/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1396/ficha_teatro.shtml)

GIM
July 31st, 2008, 01:34 AM
Usicultura celebra15 anos de apoio às artes

Luciane Evans - Estado de Minas

José Luiz Pederneiras/Grupo Corpo/Divulgação
http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20080728082502440.peg
Grupo Corpo se exibe hoje na festa do Instituto Cultural Usiminas


A delicadeza e a beleza das almas dançantes do consagrado Grupo Corpo são a dose certa para uma boa festa, principalmente quando se comemora mais de uma década de incentivo à cultura em Minas Gerais. O aniversário de 15 anos do Instituto Cultural Usiminas (Usicultura), celebrado nesta segunda-feira no Palácio das Artes, no Centro de Belo Horizonte, constata que boas medidas fazem os ares da Gerais ainda melhores. Nessa longa história, o que não faltam são motivos para festejar. Desde a criação, o Usicultura contemplou 1,2 mil projetos culturais em 50 municípios, no valor total de R$ 150 milhões em iniciativas que tornam o cenário artístico mineiro ainda mais rico.

Fundado em 1993, o Usicultura vem fazendo história no estado. Quando foi criado, dois anos depois da Lei Rouanet, os investimentos na área eram feitos, em grande parte, por empresas públicas. “A Usiminas passou a concentrar todos os seus investimentos no setor, pautada por uma política de permanente diálogo com a comunidade e de democratização do acesso à produção cultural”, conta a gerente do Usicultura, Eliane Parreiras.

Consagrada no grupo das 10 empresas privadas que mais investem em cultura no Brasil, a Usiminas, segundo Eliane, tem a política de investir em projetos, criar e administrar infra-estruturas, como ocorreu em 1998 com a construção de uma nova edificação do Museu Histórico Abílio Barreto (MhAB), na capital. “Ali projetamos o anexo do museu, com restaurante e salas de exposição. O espaço abriga e preserva hoje parte do extenso acervo histórico da cidade”, ressalta.

Outro exemplo são os dois teatros do Centro Cultural Usiminas e Zélia Olguin, em Ipatinga, no Vale do Aço. Desde que foram fundados, já receberam cerca de 1,5 milhão de pessoas. Segundo Eliane, calcula-se que, em todos os projetos contemplados pelo Usicultura, a cada ano cerca de 6 milhões de pessoas no estado são beneficiadas. “Os investimentos permitem o acesso de crianças, jovens, adultos e idosos à cultura”, garante.

Nesses 15 anos, já foram criados mais de 20 espaços, entre teatros e museus. O mais novo investimento da empresa é a sede do Grupo Corpo em Nova Lima. Terminada a fase de detalhamento, em que a Usiminas investiu R$ 700 mil, começam as obras que devem durar no mínimo dois anos. “É um megaempreendimento de altíssimo impacto para Minas, que irá inserir BH no contexto internacional de cultura, com estruturas de primeiro mundo”, diz Eliane. Quando foi criado o Usicultura, o Corpo foi o convidado para se apresentar em Ipatinga. “Nesse aniversário de 15 anos, essa presença é indispensável”.

Além disso, a ousadia e a criatividade do estilista mineiro Ronaldo Fraga fará a festa que reunirá representantes da classe artística mineira, autoridades e empresários. O Grupo Corpo fará a apresentação do espetáculo 21, enquanto Ronaldo irá expor a coleção criada exclusivamente para a ocasião

Parabéns ao Usicultura e aos seus patrocinadores. Que essa idéia se expraie...

Inconfidente
July 31st, 2008, 03:52 AM
A programação de agosto da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte (rua Carangola, 288, térreo, Santo Antônio) oferece várias atrações como exposições , cursos, oficinas e atividades de literatura. Toda as atividades são gratuitas.

De 11 a 29 de agosto, o hall de entrada da biblioteca irá receber a exposição "Decomposição" , que tem por objetivo mostrar, por meio dos olhares dos artistas, uma panorâmica sobre a atual situação ambiental do país. A mostra, que tem a participação da Asmare , faz um convite poético para o público pensar sobre seu papel no planeta, como ser humano dominador da natureza, consumidor e gerador de lixo.

Na área interna da biblioteca, será apresentada a exposição "Os cem anos de Machado de Assis" , a partir do dia 7. A mostra fica aberta até o dia 29, sendo resultado da produção da oficina literária realizada com os contadores de histórias do projeto Contando Histórias. O grupo estudou Machado de Assis pelos caminhos dos contos "Um Apólogo" e "A Linha e a agulha", temperado com a profunda reflexão sobre seus personagens . As mostras podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30, e no sábado e domingo, dias 23 e 24, das 9h30 às 12h15.

Na sexta-feira, dia 1º, das 9h30 às 11h30, será oferecida a oficina "O pião entrou na roda", destinado ao público adulto. Serão trabalhadas histórias e cantigas, além da construção de brinquedos com material reciclado. Os participantes devem levar cinco palitos de picolé, papel crepom, três gominhas, um metro de barbante, tampa de detergente, cola, tesoura. São oferecidas 30 vagas.

Nos dias 11, 18 e 25, das 14h às 17h, será realizado o curso "Português em destaque", com a especialista em literatura Graça Rios. O curso é direcionado a jovens e adultos e irá oferecer dicas de Português e produção de texto. Também são oferecidas 30 vagas.

Outra atividade do mês é o "Atelier de artes: dobrar e redobrar é só começar", no dia 23, das 9h30 às 12h, que irá ensinar a criação e confecção de origamis. Podem participar da atividade jovens a partir de 13 anos e adultos. São oferecidas 20 vagas e o participante deve levar um bastão de cola quente, 20 folhas de papel multiuso nas cores desejadas e tesoura. As inscrições para as atividades podem ser feitas na biblioteca ou por telefone.

Atividades de literatura serão contempladas nos encontros "Era uma vez...", com leitura e narração de contos, que serão realizados no dia 24 , às 10h30, e no dia 29, às 14h. Além disso, nos dias 8 e 22, e equipe da biblioteca vai ao Hospital Muncipal Odilon Behrens para o "Era uma vez... no hospital" , atividade de extensão cultural que oferece leitura e narração de contos e atividades de arte-educação para as crianças internadas no setor de Pediatria do hospital.

Outras atividades da programação são o encontro dos participantes do Concurso "A arte de ler e contar histórias", no dia 23, às 10h, e as reuniões semanais de contadores e leitores de histórias, nas sextas-feiras, dias 1º, 8, 22 e 29, às 10h. As reuniões têm como objetivo a formação de contadores e são abertas a novos participantes interessados na arte de ler e contar histórias.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=9051&ver_servico=N)

Inconfidente
July 31st, 2008, 03:55 AM
Nesta sexta-feira, dia 1º, às 17h, o hall principal do Terminal Rodoviário se torna palco de um espetáculo de dança folclórica com o grupo Aruanda. A iniciativa faz parte do projeto Plataforma da Arte, desenvolvido pela Prefeitura em parceria com o Sesc Laces JK com o objetivo de proporcionar momentos de descontração aos passageiros que acabaram de chegar ou aguardam a partida dos ônibus, transformando a Rodoviária em um palco para manifestações artísticas e culturais.

A Cia de Danças Folclóricas Aruanda, fundada em 1960 pelo professor Paulo César Valle, é uma entidade de caráter cultural e que tem por objetivo a pesquisa e a divulgação das danças, músicas e folguedos populares em suas mais diversas formas de manifestação, através do aproveitamento dos elementos e fatos folclóricos.

Fonte: Clipping Diário (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=9050&ver_servico=N)

Inconfidente
July 31st, 2008, 10:11 PM
Redação EM Cultura

http://img246.imageshack.us/img246/2695/20080731111738877153a72ai4.jpg

Uma verdadeira troca de culturas. Assim Bo Hilbert define a All Stars Jazz Band, atração de abertura do 3º Savassi Jazz: Festival & Lounge hoje à noite, no Mezzanino da Travessa. Ao lado de Marcelo Magalhães Pinto (Café com Letras), Projeto Brasil (Usiminas Belas Artes), Marcos Rabello & Banda (Status Café Cultura e Artes) e dos irmãos Wilson e Beto Lopes (Marquês Bar Cultural), a banda formada por Hilbert, baterista dinamarquês, pelo saxofonista inglês Nik Payton – em turnê internacional com Judy Carmichael ele será substituído no show por Renato Fabris – e os brasileiros Marcelo Costa (trompete e voz), Danilo Abreu (piano) e Lúcio Gomes (contrabaixo) promete agitar a noite de uma das mais famosas regiões da capital mineira, onde a música instrumental vai reinar de hoje até domingo.

Adepta do jazz tradicional dos anos 1920 e do swing dos anos 1930, a banda, inspirada nos artistas da época – Duke Ellington e Count Basie, entre outros –, aproveita o aspecto multifacetado da formação para criar estilo próprio, que vem cativando fãs do jazz. “A música mais rica que já ouvi é a brasileira, cuja bossa nova possui muitos elementos do jazz”, destaca Bo Hilbert, admitindo que o swing e o ritmo brasileiros estão presentes na performance da banda. Radicado no Brasil há oito anos, a exemplo de Nik Payton, que participou da trilha sonora do filme Olga, de Jayme Monjardim, assinada por Marcos Vianna, o baterista dinamarquês vem incorporando influências brasileiras, que associa sem preconceito à formação européia. Clássicos do jazz como Cornet chop suey, Clarinet marmalade e Davenport blues e do swing como When it’s sleepy time down south, Body and soul e Oh! Lady be good, de George Gershwin, estão no repertório da All Stars Jazz Band.

Além desta, Bo Hilbert, que já integrou a Autêntica Jazz Band, atualmente pertence à Big Band do Palácio das Artes e à Jazz'n'Coffee, que também participa da terceira edição do Savassi Jazz: Festival & Lounge. Em Copenhague, onde nasceu, ele estudou jazz com ênfase no swing. Em Belo Horizonte, além dos shows e gravações, tornou-se professor de bateria da escola Pró-Music. Nik Payton, que no festival está sendo substituído por Renato Fabris, trouxe da Inglaterra a experiência em bandas como Charleston Chasers e Pasadena Roof Orchestra, além do aprendizado em aulas com o lendário Bob Wilber. Gravou 13 CDs e esteve em turnês em vários países da Europa, Estados Unidos e Ásia – uma dessas com a Duke Ellington Orchestra, sob comando do neto de Duke, Paul Mercer Ellington.

Já Marcelo Costa integrou a Autêntica Jazz Band e a BH Jazz Dandies, tendo no jazz tradicional sua grande paixão, com particular interesse por Louis Armstrong e Bix Beiderbecke. Teve participações especiais nas turnês brasileiras das bandas Antigua Jazz Band, Creole Jazz Band, Maria Noel Taranto, Ubaldo Gonzales Lanuza e Tito Martino Jazz band. O pianista Danilo Abreu já acompanhou nomes como Gladston do Nascimento, Alda Resende, Fernando Muzzi e Júlia Ribas. Atualmente, além da All Stars Jazz Band, ele toca com Marcos Vianna e Telmo Lins. E o contrabaixista Lúcio Gomes é professor da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) e também ex-integrante da Autêntica Jazz Band, além de ter participado de outros grupos de jazz na capital mineira.

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"A música mais rica que já ouvi é a brasileira, cuja bossa nova possui muitos elementos do jazz"

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Bo Hilbert, baterista

ALL STARS JAZZ BAND NO 3º SAVASSI FESTIVAL JAZZ & LOUNGE
Hoje, às 21h30, no Mezzanino da Travessa, Rua Pernambuco,
1.286/2º Andar, Savassi, (31) 3223-6316. Ingressos: R$ 12.

O FESTIVAL

O Savassi Festival: Jazz & Lounge, promovido de hoje a domingo na cidade, tem duas programações, o Jazz Clube, hoje e amanhã, em vários endereços; e o festival propriamente dito, no domingo, em três palcos montados na Rua Antônio de Albuquerque, entre a Rua Sergipe e a Avenida Cristóvão Colombo. Mais de uma centena de artistas, integrantes de mais de duas dezenas de bandas, passarão pelo local.
Informações: www.savassifestival.com.br e Café com Letras: (31) 3225-9973.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/07/31/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1415/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
July 31st, 2008, 10:17 PM
Redação Aqui

http://img176.imageshack.us/img176/7262/200807311244563291b9055zw0.jpg

Quem abre casa nova no sábado, com festa de rua, teatro, cortejo e barraquinhas de comida e bebida, é o Grupo Trama. Tudo para comemorar os 10 anos da companhia, que apresenta à cidade seu Teatro de Garagem, galpão no Bairro Floresta, agora sede da trupe e espaço cultural. A programação começa às 14h, com a peça Pastelão (foto). Às 16h, é a vez do musical A grande viagem do negro, com o grupo Filhos de Zambi. Às 17h, começa o cortejo, que exibirá os resultados da oficina de tambores ministrada por Jorge Antônio dos Santos. “Queremos que as pessoas conheçam o local e as nossas atividades”, afirma Epaminondas Reis, ator, diretor e um dos fundadores da companhia.

O Trama foi criado por atores da Cia. Sonho e Drama, depois que esse grupo interrompeu atividades. Desde então, montou cinco espetáculos: Abracadalivro, O homem da cabeça de papelão, Tabu, Três patéticos e Pastelão. Com relação a importância da sede, Epaminondas Reis é direto: “Trata-se da consolidação de um percurso, com local de trabalho, escritório e ponto de encontro. Sem casa, a gente fica perambulando pelo mundo e corre o risco de desaparecer”, observa.

PROGRAMAÇÃO

Sábado – O pastelão, roteiro de Eid Ribeiro, que assina a direção em parceria com o Grupo Trama. Casal de pasteleiros invade a cidade para oferecer o melhor pastelão, entre malabarismos, nuvens de farinha e ovos quebrados. Trama/Teatro Garagem, Rua Salinas, 642, Floresta. Às 14h. Entrada franca. Às 16h, no mesmo local, apresentação de A grande viagem do negro, com Grupo Filhos de Zambi, formado por integrantes da Comunidade dos Arturos. Às 17h, cortejo com participantes de oficina de construção de tambores. Informações: (31) 2515-1580.

10 de agosto – Às 16h, O pastelão, na Comunidade dos Arturos, em Contagem. Às 19h, Negras memórias, montagem do grupo Filhos de Zambi. Entrada franca.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/07/31/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1427/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 1st, 2008, 02:59 AM
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura
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Sebastião, o homem que bebia querosene, de Carlos Magno, é videoarte, mas vale-se também da realidade

Em meados dos anos 1980, quando o vídeo começou a se tornar ferramenta importante para artistas de vanguarda, boa parte dos festivais decidiu classificar as novas criações em três categorias – documentário, ficção, videoarte (ou vídeo experimental). A última era estratégica para os videomakers que tentavam legitimar o repertório possibilitado pela nova tecnologia como uma nova linguagem, autônoma frente às demais linguagens audiovisuais. Tal estratégia ia na contramão de um discurso forte na teoria do cinema, de que as fronteiras seriam meramente convencionais – qualquer documentário teria algo de ficcional, qualquer filme de ficção seria registro de algo do mundo real. Num curioso paradoxo, vieram das fileiras dos videoartistas mais radicais os ataques mais fortes à tese da especificidade do vídeo: eles demonstraram a impossibilidade de fronteiras precisas entre aqueles três supostos gêneros que tentavam encaixotar a criação quando começaram a fazer videoarte-documentário, videoarte de enredo ficcional e coisas parecidas. Um dos homenageados do 10º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Carlos Magno Rodrigues é um daqueles que, às vezes sem intenção de fazê-lo, explodiram com aquelas fronteiras.

Confira programação do 10º Festival Internacional de Curtas de BH (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/24/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1228/ficha_cinema.shtml)

Vejamos um de seus filmes que serão exibidos hoje no festival, Sebastião, o homem que bebia querosene, que integra o programa Retrospectiva Carlos Magno 3 (Cine Humberto Mauro às 18h, Teatro João Ceschiatti às 20h). O programa do festival afirma que assistiremos a “videoarte”. Para que a personalíssima colagem de Carlos Magno funcionasse, contudo, ele precisou ir atrás de imagens do real. Do choque entre o poema audiovisual e esse registro documental, surge um olhar que, se não chega à ficção, é análogo a ela, no sentido de se afirmar como construção de caráter narrativo das explosivas idéias do diretor sobre o mundo.

A estrutura não é nova. Um dos pioneiros da videoarte no Brasil (e defensor ferrenho de sua autonomia lingüística), Éder Santos, percorrera caminho análogo em criações como Rito e expressão (1989), que juntava imagens da curvilínea Igreja do Rosário, em Ouro Preto, ao texto (em imagens) do poeta Affonso Ávila sobre ela, em montagem alucinada e alucinante. É videoarte da boa, feita para produzir impacto nos sentidos, e não para contar histórias. Mas, para realizá-la, Éder captou e nos ofereceu alguns dos planos que melhor falam das singularidades do templo ouro-pretano. Carlos Magno Rodrigues bebe da mesma fonte: ao buscar nos apresentar seu olhar pessoal e poético sobre o mundo, acaba, por tabela, oferecendo nuances do próprio mundo.

Fonte: Portal Uai (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2008/07/31/ficha_cinema,id_sessao=8&id_noticia=1430/ficha_cinema.shtml)

Inconfidente
August 1st, 2008, 03:02 AM
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

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Em diálogo com o pensamento científico, Kronosmaterial aplica ao universo da dança conceitos criados por Charles Darwin

Por alguns dias, sai de cena a Adriana Banana promotora cultural, que é a cara do evento que organiza, o Fórum Internacional de Dança (FID), e entra a Adriana Banana artista: estréia amanhã, no Espaço Ambiente, o novo espetáculo do grupo que detém o título de nome mais estranho dos palcos brasileiros, o Clube Ur=H0r. Ela assina a coreografia de Kronosmaterial.

A proposta do novo espetáculo tem tudo a ver com o estranho nome do grupo. Ur=H0r é uma das equações decorrentes da teoria do astrofísico Edwin Hubble sobre a expansão do universo. O nome é símbolo da viagem que Adriana Banana e seu grupo freqüentemente propõem: criar dança a partir de debates sobre teorias científicas, construir ou verificar, com o corpo, pensamento análogo ao que constitui o conhecimento científico. Kronosmaterial não foge à proposta.

A peça, que a coreógrafa chama de “coreografia genética”, tenta aplicar à dança conceitos darwinianos. Assim como a vida joga com a permanência de características que auxiliam a sobrevivência dos indivíduos e espécies e, simultaneamente, produz novas características que representam uma espécie de reserva genética a ser testada no confronto com o ambiente, Kronosmaterial trabalha com a superposição de novos elementos a movimentos já estabilizados, transformando-os, aos poucos, em algo completamente diferente. A essa estrutura, em que a coreógrafa identifica uma construção “em camadas”, outras estruturas vão sendo sobrepostas, como a música e a luz, sempre como simultaneidades, e não de maneira a que uma pontue a outra.

A idéia pode parecer complicada. Mas, pelos trechos da coreografia que o Clube Ur=H0r mostrou à imprensa ontem, o que surge dela é simples. E pode ser apropriado sem dificuldade pelos espectadores que têm um mínimo de vivência – ou consciência – da arte contemporânea. A relação entre cena, luz e música, por exemplo, é extensão das investigações de Merce Cunningham e John Cage sobre a possibilidade de construção autônoma das diversas linguagens que compõem o espetáculo. O discurso que propõe uma coreografia que pense à maneira evolucionista resulta em uma construção semelhante ao minimalismo de Philip Glass (que, na dança brasileira, influencia, entre outros, Rodrigo Pederneiras), em que transformações quase imperceptíveis, acumulando-se ao longo do tempo, resultam em grandes mudanças. Kronosmaterial, neste sentido, mais do que inovar a dança, pretende inovar o olhar do espectador sobre ela.

KRONOSMATERIAL - Espaço Ambiente (Rua Grão-Pará, 185, Santa Efigênia), sextas e sábados, às 21h, domingos às 19h, até 17 de agosto. Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/07/31/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1432/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 1st, 2008, 03:42 AM
Belo Horizonte recebe neste fim de semana o espetáculo “Federico García Lorca: Pequeno Poema Infinito”. A peça, que será apresentada pela a primeira vez em Minas Gerais, revela versos, pensamentos e canções inédita do escritor espanhol.

Considerado um dos maiores nomes da literatura moderna, Garcia Lorca foi assassinado, em 1936, por tropas franquistas, durante a guerra civil. Entre as obras produzidas pelo escritor, estão Bodas de Sangue, de 1933, e Yerma, de 1934.

No palco, o ator José Mauro Brant interpreta um roteiro criado a partir de textos do autor e também fragmentos de entrevistas. Poemas e canções foram traduzidos especialmente para o espetáculo pela poetisa Roseana Murray. A direção é assinada por Antônio Gilberto.

“Federico García Lorca: Pequeno Poema Infinito” será apresentado no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes, nesta sexta-feira e sábado, às 21h, e no domingo, às 19h. Os ingressos custam R$ 30, a inteira, e R$ 15, a meia entrada. Mais informações pelo telefone (31) 3236-7400 ou no site da Fundação Clóvis Salgado.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL707959-9147-755,00.html)

Inconfidente
August 1st, 2008, 03:43 AM
“Com que Roupa eu Vou” pode ser vista até o dia 5 de outro na Casa Fiat de Cultura.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL708073-9147-6747,00.html)

Inconfidente
August 1st, 2008, 03:44 AM
O norte-americano Joe Satriani, que é considerado um dos grandes nomes do rock instrumental, tem em seu currículo mais de dez milhões de cópias vendidas e 15 indicações ao Grammy.

No palco, Satriani tocará as músicas do seu mais recente álbum, “Professor Satchafunkilus and the Musterion Of Rock”, lançado em abril deste ano. O público da capital também poderá ouvir sucessos que marcaram a carreira do guitarrista.

Joe Sartriani se apresenta nesta sexta-feira, às 21h, no Chevrolet Hall. O endereço é Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, na Savassi. Os ingressos do primeiro lote custam R$ 120 (inteira) R$ 60 (meia). Mais informações pelo telefone (31) 2191-5700 ou no site da casa de shows.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL703686-9147-86,00.html)

Inconfidente
August 1st, 2008, 03:45 AM
A partir do dia 31 de julho, o “Savassi Festival Jazz e Lounge 2008” irá trazer o melhor do gênero musical para Belo Horizonte. Durante os cinco dias do festival, o público poderá participar de workshops e concurso de fotografia, além de curtir uma boa música nos bares e espaços culturais da região da Savassi. O festival irá apresentar novas bandas e DJs, que participaram de um processo seletivo e foram escolhidos para se apresentarem no dia 3 de agosto.

O “Savassi Festival Jazz e Lounge 2008” será realizado entre os dias 31 de julho e 4 de agosto, em vários bares da Savassi, como o Café com Letras, o Bar Vinnil e a livraria Status Café. Mais informações no site (http://www.savassifestival.com.br/Savassi_Festival/home.html) do festival ou pelo telefone 3225-9973.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL654502-9147-7058,00.html)

nattevagten
August 1st, 2008, 04:35 AM
Vozes do Morro mobiliza artistas de vilas, favelas e aglomerados

Cada um dos artistas selecionados receberá 100 cópias de um CD e 100 cópias de um DVD com gravação das canções divulgadas pelo Vozes do morro. Além disso, vai participar de um curso de formação gerencial oferecido pelo Sebrae-MG, parceiro do projeto. Até 11 de abril, houve 479 inscritos.


Acho muito importante essa idéia. Imagino a perspectiva de futuro e o novo norte que cada um dos grupos selecionados dão pras pessoas de sua região. Mais do que os selecionados, ganham todos que os conhecem em suas regiões e percebem mais uma opção de vida que podem seguir. Acho que saber que existe uma outra possibilidade já muda muita coisa. :horse:

Inconfidente
August 1st, 2008, 05:23 PM
Neste final de semana, a Fundação Clóvis Salgado leva o melhor do jazz para a Savassi. A Big Band Palácio das Artes e o Palácio das Artes Gypsy Jazz fazem apresentações em bar e ao ar livre e completam a programação do Savassi Festival Jazz, que acontece nos próximos dias. As exibições da Big Band serão no dia 01º de agosto, às 18h, e no dia 02, às 12h, ambas no palco montado em frente à loja da TIM, na Praça da Savassi. Já a apresentação do Gypsy Jazz será no Vinnil Cultura Bar, às 23h, nesta sexta, 01º de agosto. Para este concerto, será cobrado um couvert artístico de R$12,00.

Big Band

A Big Band Palácio das Artes remete a uma formação musical expressiva na história e evolução do Jazz, típica dos anos 20 aos 50, nos Estados Unidos. Atualmente, além das diversas linguagens do Jazz, a banda incorpora a música popular através da bossa nova, do samba, do frevo, da salsa, entre outros.

Formada em 2006 por iniciativa de professores do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (Cefar), da coordenação da área de música da escola, a banda tem regência do maestro e arranjador Nestor Lombida, também um de seus mentores. O grupo é composto por 30 integrantes, executando instrumentos típicos de cada estilo como saxofones, trompetes, trombones, bateria, contrabaixo elétrico e acústico, guitarra, percussão e até mesmo flautas, clarinetas e trompas.

O grupo tem se apresentado intensamente desde o segundo semestre de 2007. Em seu último show no Grande Teatro do Palácio das Artes, durante as atividades da Semana do Trabalhador, o grupo reuniu mais de 1400 pessoas. Além do Grande Teatro, a Big Band fez grandes apresentações este ano em outros espaços em Belo Horizonte como praças (da Liberdade, do Papa, Assembléia) e Foyer do Grande Teatro – e no interior de Minas (Poços de Caldas e Ferros).

A Big Band trouxe importantes benefícios ao Cefar, como a criação da disciplina História, Estética e Linguagem do Jazz, ministrada pelo professor Rodolfo Padilha, que trabalha o domínio da linguagem jazzística, através do estudo e análise de seu contexto. Além disso, a repercussão deste novo trabalho também motivou a criação das aulas de guitarra com o professor Felipe Guerzoni, para os alunos de violão.

Segundo o maestro Nestor Lombida, outros benefícios gerados com a criação do grupo foram o reconhecimento da música de uma maneira geral e a troca de experiências entre alunos e professores. "A criação de uma Big Band no Cefar trouxe, em primeiro lugar, a valorização da música sem as fronteiras de popular-erudito, como complemento de uma linguagem que engrandece o universo musical do aluno e permite reunir um público mais abrangente. A presença de professores dentro da Big Band traz a maior comunhão e experiência para os alunos e outras opções pedagógicas para todos”, destaca o maestro.

No repertório, o grupo apresenta obras diversificadas que vão de Count Basie, George Gershwin e Duke Ellington, passando pelos compositores eruditos Debussy e Ravel até os brasileiros Tom Jobim e Radamés Gnattali, com arranjos e adaptações assinados pelo maestro Nestor Lombida. A Big Band está incrementando seu repertório com arranjos cada vez mais elaborados, além de experimentar formações alternativas dentro do próprio grupo.

Gypsy Jazz

O Palácio das Artes Gypsy Jazz é um grupo que busca resgatar o Jazz Cigano de tradição francesa e único do país, inspirado pelo Quintette du Hot Club de France de Django Reinhardt e Stephan Grappelli. Interpretam o melhor do jazz Swing da década de 30 e 40 com o grande violinista uruguaio Rodolfo Padilla, professor de violino do Cefar e integrante da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

Em 1979, Rodolfo Padilla fundou a Autêntica Jazz Band, após um longo período de estudos sobre o gênero musical. A banda se apresentou nos principais palcos de Minas Gerais, como o Grande Teatro do Palácio das Artes, e em outros estados. Participou de programas de televisão e comerciais e ganhou, ainda, o prêmio "Golden Minas" como a melhor banda de jazz de Minas Gerais. Em 1993, Rodolfo Padilla foi para a Europa divulgar um outro trabalho como músico e as atividades da banda ficaram paralisadas. Porém, no segundo semestre de 1998, reuniu um novo grupo de músicos e refez a banda, agregando novas idéias, mas com a mesma proposta.

Desde o início de 2007, o violinista está com o Palácio das Artes Gypsy Jazz, um quinteto que tem Nívea Raf e Geovane Paiva nos violões Ovation, Marcelo Lopes na guitarra semiacústica, Marcella Maranhão no contrabaixo, todos alunos do Cefar, e Rodolfo Padilla, no violino.

No repertório, o Gypsy Jazz apresenta Ojos Negros (Tradicional), Like someone in love (Johnny Burke & Jimmi Van Heusen), Sweet Chorus (Reinhardt & Grappelli), Solitude (Duke Ellington), All of me (Simons & Marks), dentre outras. O grupo vai apresentar, ainda, uma composição de sua própria autoria: Geovane´s Blues.

Serviço

Big Band Palácio das Artes
01/08, às 18h
02/08, às 12h
Palco montado em frente à loja da TIM, na Praça da Savassi
Entrada Franca

Palácio das Artes Gypsy Jazz
01/08, às 23h
Vinnil Cultura Bar
Rua Inconfidentes, 1608. Savassi
Couvert artístico: R$12,00

Assessoria de Imprensa: 3236-7378 / 7312
www.palaciodasartes.com.br

Fonte: Minas On-line (https://www.mg.gov.br/portalmg/do/noticias?op=estruturaConteudo&opMenu=hoje&coConteudo=56220&coSeqPagina=18&coSeqOrigemAcesso=7)

Inconfidente
August 1st, 2008, 05:25 PM
Após o encerramento do 10º Festival Internacional de Curtas Metragens, o Cine Humberto Mauro recebe, neste sábado (02) e domingo (03), uma mostra com três filmes do cineasta norte-americano David Lynch. Aproveitando a passagem de Lynch por Belo Horizonte para lançamento do livro Em Águas Profundas - Criatividade e Meditação, o Palácio das Artes vai exibir, gratuitamente, clássicos realizados em momentos distintos da carreira do cineasta.

Na programação, O Homem Elefante, de 1980, segundo longa de Lynch e filme que o projetou internacionalmente; Coração Selvagem, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 1990, quando Lynch já se consolidava como nome incontornável do cinema de autor americano; e Cidade dos Sonhos, de 2001, que continua a explorar com maestria seu universo cinematográfico particular e perturbador, e com o qual arrebatou prêmios importantes do cinema, como o de melhor diretor no Festival de Cannes.

Os ingressos deverão ser retirados meia hora antes de cada sessão, e a mostra conta com o apoio da Universal Pictures Brasil. Entre os dias 04 e 21 de agosto, a sala exibe a mostra A África se Filma, com um pouco do que os cineastas da África Ocidental têm realizado, levando ao público nomes expressivos da produção desta parcela do continente.

Programação

02 - Sábado
15h Coração Selvagem
17h10 O Homem Elefante
19h30 Cidade dos Sonhos

03 - Domingo
15h00 O Homem Elefante
17h10 Cidade dos Sonhos
19h50 Coração Selvagem

Sinopses

O Homem Elefante | The Elephant Man, David Lynch, Estados Unidos/Reino Unido, 1980, 124’, DVD
John Merrick é um inglês que vive recluso em um circo por ter uma doença que desfigurou seu rosto. Ele é descoberto por um médico, que deseja integrá-lo à sociedade não como um "esquisito", mas como alguém normal e culto. O problema é que as pessoas não estão prontas para isso, e John terá que sofrer muito para ser tratado como ser humano. Com John Hurt, Anne Bancroft e Anthony Hopkins.

Coração Selvagem | Wild at Heart, David Lynch, Estados Unidos, 1990, 124’, 35mm
Dois jovens amantes vivem uma complexa relação amorosa, fugindo da perseguição da mãe dela em uma exótica e perturbadora viagem pelo sul dos Estados Unidos. Com Nicolas Cage, Laura Dern, Willem Dafoe e Isabella Rossellini.

Cidade dos Sonhos | Mulholland Drive, David Lynch, Estados Unidos, 2001, 145’, 35mm
A história tem início com um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, no qual Rita perde a memória. Ela consegue chegar a um edifício residencial onde conhece Betty, uma jovem aspirante à atriz que tenta ajudá-la a descobrir quem é. Com Justin Theroux, Naomi Watts, Laura Harring, Ann Miller.

Serviço

Final de Semana David Lynch
Data: 02 e 03 de agosto
Local: Cine Humberto Mauro (avenida Afonso Pena, 1537, Centro)
Entrada franca (retirada de ingressos 30min antes da sessão)

Informações: (31) 3236-7400
www.palaciodasartes.com.br

Fonte: Minas On-line (https://www.mg.gov.br/portalmg/do/noticias?op=estruturaConteudo&opMenu=hoje&coConteudo=56221&coSeqPagina=18&coSeqOrigemAcesso=7)

Inconfidente
August 1st, 2008, 05:26 PM
Arthur G.Couto Duarte - EM Cultura

O guitarrista Joe Satriani faz sexta, às 21h, no Chevrolet Hall, única apresentação de show do seu 13º álbum solo, Professor Satchafunkilus and the musterion of rock. No programa, as 10 faixas do disco, que tem participação do produtor John Cuniberti, dos músicos Matt Bissonette (baixo) e Jeff Campitelli (bateria), e de seu filho ZZ Satriani (sax tenor). Como os demais títulos da já vasta discografia do guitarrista, o disco recém-lançado parece ter sido feito na medida para quem mal consegue esperar a hora do solo em uma canção “normal”. Sim, este é um trabalho no qual o termo “guitar hero” vem à tona não como mera força de expressão, mas para assinalar o foco de um culto repleto de fiéis em todo o mundo.

E é justamente para celebrar essa peculiaríssima liturgia elétrica que Satriani – com um arsenal de guitarras Ibanez Custom Made em punho – sobe ao palco na noite de sexta. Mesmo que seu estoque de fraseados, timbres e melodias não avance para além dos domínios mapeados pelo Deus Hendrix, nosso sacerdote conseguiu sintetizar em seu estilo o léxico da guitarra nos últimos 40 anos.

Mais: ao contrário de muitos músicos – Yngwie Malmsteen, Vinnie Moore, Greg Howe, John Petrucci, Steve Morse, Tony MacAlpine – mais preocupados com escalas vertiginosas do que propriamente com a emoção passível de ser transmitida pelo instrumento, Satriani passa ao largo da esterilidade mecanicista. Não por acaso, sua influência recaiu sobre vários ases ascendentes do rock – Steve Vai, Charlie Hunter, Kirk Hammet (Metallica), Alex Skolnick (Testament) e Larry Lalonde (Primus) foram todos alunos seus.

Disciplina e perseverança são características marcantes da saga de Satriani. Bem garoto, desistiu de jogar futebol no dia exato da morte de Jimi Hendrix. No afã de se tornar um guitarrista nos moldes daquele que sempre foi o maior ídolo e confessa fonte de inspiração, ele adotou um modelo Hagstrom que ganhara da irmã e passou a estudar teoria musical com afinco. Aos 17 anos, proficiente, já dava aulas em Long Island, no estado de Nova York.

Depois de gravar e produzir praticamente sozinho os discos Joe Satriani (1984) e Not of this earth (1986), Satriani conseguiria um feito único: emplacar na concorrida parada de sucessos da revista Billboard um álbum inteiramente de música instrumental; o antológico Surfin’ with the alien, em 1987.

A gravação em questão deu novo impulso a uma carreira até então rigorosamente independente. E, a reboque, convites para tocar com nomes do porte de Mick Jagger (no álbum Primitive cool), Robert Fripp (um de seus parceiros no projeto G3) e Deep Purple (com quem chegou a excursionar pela Europa e Japão).

No disco que vem divulgar agora, certos riffs e melodias haverão de trazer à memória auditiva dos fãs mais veteranos ecos estilísticos de guitarristas do passado. Mas isso pouco importa, já que aquilo que poderia a princípio ser tomado como falta de originalidade acaba por sucumbir diante do inequívoco talento de Joe Satriani. Um músico que superou eventuais competidores justamente por optar por um estilo limpo e fluido, sem afetação, excessos ou estripulias tecnológicas.

Joe Satriani - Sexta às 21h, Chevrolet Hall, Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi. Ingressos: Primeiro lote: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada). Segundo lote: R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada). Informações: (31) 3209-8989.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1434/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 1st, 2008, 05:29 PM
Opereta mescla música e teatro

Sérgio Rodrigues Reis - EM Cultura

O Peça Bis, do Teatro Alterosa, traz de volta aos palcos dois espetáculos da Companhia Burlantins, este fim de semana: o adulto O homem que sabia português (de hoje a domingo, às 20h) e o infantil A Zeropéia – O show (às 16h30). A peça que há 11 anos encanta platéias de várias partes do país surgiu de uma idéia simples: unir o universo erudito ao popular. Na opereta O homem que sabia português, a confusão começa depois que Barreto (Maurício Tizumba), um dedicado mestre de português, tímido, quarentão e solteirão, finalmente decide se casar. Como não tem pretendente, resolve colocar anúncio num jornal. Por um acaso, Cráudia (Marina Machado), doméstica à procura de emprego, engana-se de endereço e bate à porta do professor, que se encanta por ela. Sem perceber que falam de assuntos diversos, ele se apaixona pela jovem.

A confusão aumenta quando a verdadeira pretendente aparece. Lígia (Regina Souza), moça fina, culta e educada, que atende a todos os pré-requisitos do professor, tinha tudo para ser a escolhida. Mas há um pequeno problema: é desbocada. Para atrapalhar ainda mais a situação, surge o popular Inácio (também interpretado por Tizumba), que confunde Lígia com a empregada e acaba se apaixonando por ela. “É uma peça de personagens comuns: a empregada, o faz-tudo, o professor e a estudante, que as pessoas não cansam de ver. É como a sala e a cozinha”, compara Regina Souza.

Com direção de Chico Pelúcio e música e libreto de Tim Rescala, a opereta mescla música e interpretação, na tentativa de recuperar o caráter popular do gênero operístico. “A aceitação sempre foi excelente. Tanto de público quanto do próprio elenco: sempre adoramos fazer.” Concebida originalmente para as ruas, a montagem se adapta também ao formato de palco. “Unimos dança e música à interpretação”, explica a artista, que foi uma das fundadoras da companhia. Criada em 1996 pelos atores, cantores e compositores Regina Souza, Maurício Tizumba e Marina Machado, desde o início a proposta foi unir música e teatro na rua. O projeto conquistou público e crítica e tornou a Burlantins uma das boas surpresas do teatro nacional na última década.

PEÇA BIS - O homem que sabia português

Espetáculo da Cia Burlantins. Sexta e sábado às 21h, e domingo, às 20h

A Zeropéia – o show.

Até domingo, às 16h30. Espetáculo infantil também com a Companhia Burlantins.

Local: Teatro Alterosa, Avenida Assis Chateaubriand, 499, Floresta.
Ingressos: R$ 10 (preço promocional).
Informações: (31) 3237-6611.

Fonte: Portal Uai (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/08/01/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1442/ficha_teatro.shtml)

Dourado
August 1st, 2008, 05:32 PM
Após o encerramento do 10º Festival Internacional de Curtas Metragens, o Cine Humberto Mauro recebe, neste sábado (02) e domingo (03), uma mostra com três filmes do cineasta norte-americano David Lynch.

Opa! Muito bom! Sempre quis ver O Homem Elefante. Cidade dos Sonhos é um dos filmes mais viajantes que eu já vi, mas é muito bom!

Inconfidente
August 1st, 2008, 05:33 PM
Walter Sebastião - EM Cultura

“A Savassi é festiva”, afirma Bruno Golgher, de 38 anos. E credita tal perfil à conjunção de fatores que, garante, nenhuma outra região de Belo Horizonte tem: gosto por boemia, que aproxima quem mora, trabalha e freqüenta o bairro. Ele é o criador de eventos promovidos na área (uma mostra de design e, para 2009, anuncia feira de livros). Mas o mais famoso deles é o Savassi Festival: Jazz & lounge, que chega à terceira edição neste fim de semana. São duas programações: o Jazz Clube, hoje e amanhã, em vários endereços; e o festival propriamente dito, no domingo, em três palcos montados na Rua Antônio de Albuquerque, entre a Rua Sergipe e a Avenida Cristóvão Colombo. Passarão pelo local mais de uma centena de artistas e integrantes de mais de duas dezenas de bandas, que mostrarão, como ele diz, “um panorama do instrumental contemporâneo”.

Assista ao videochat com Bruno Golgher e Geraldo Vianna (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_18/2008/07/30/ficha_chat,id_sessao=18&id_noticia=1444/ficha_chat.shtml)

O programa inclui jazz tradicional, mas também trabalhos experimentais. Veteranos estarão junto com novos talentos; haverá música ao vivo e DJs, e peças clássicas serão reinventadas por músicos contemporâneos. Novidade é “o início de processo de internacionalização, com a presença da cantora inglesa Eileina, dos alemães Engstfeld Weiss Quartet e dos norte-americanos Scott Feiner (pandeiro e guitarra) e Erner ‘Vana’ Gierig (piano)”, anuncia Bruno . Segundo ele, não faltarão “grandes caras”, que nunca tinham tocado no festival. É caso de Toninho Horta, Celso Moreira (que está com disco novo) ou Chico Amaral. “O festival existe por causa dele”, brinca o realizador, contando que o evento é expansão do Jazz no Café, criado há uma década pelo instrumentista. Entre os convidados “tem ainda gente que faz parte da história do jazz em Belo Horizonte, como Rufo Herrera (que se apresenta com Silvia Klein) ou Geraldo Vianna”, completa.

O programa inclui jazz tradicional, mas também trabalhos experimentais. Veteranos estarão junto com novos talentos; haverá música ao vivo e DJs, e peças clássicas serão reinventadas por músicos contemporâneos. Novidade é “o início de processo de internacionalização, com a presença da cantora inglesa Eileina, dos alemães Engstfeld Weiss Quartet e dos norte-americanos Scott Feiner (pandeiro e guitarra) e Erner ‘Vana’ Gierig (piano)”, anuncia Bruno . Segundo ele, não faltarão “grandes caras”, que nunca tinham tocado no festival. É caso de Toninho Horta, Celso Moreira (que está com disco novo) ou Chico Amaral. “O festival existe por causa dele”, brinca o realizador, contando que o evento é expansão do Jazz no Café, criado há uma década pelo instrumentista. Entre os convidados “tem ainda gente que faz parte da história do jazz em Belo Horizonte, como Rufo Herrera (que se apresenta com Silvia Klein) ou Geraldo Vianna”, completa.

Confira a programação completa do Savassi Festival: Jazz & Lounge
(http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1455/ficha_musica.shtml)

Bruno garante que “o festival está com nível artístico e técnico alto e melhor infra-estrutura”. E conta que, este ano, todos os palcos têm piano. “Também a arquitetura curatorial está mais forte”, acrescenta, explicando que, deliberadamente, foram enfatizadas vertentes diferentes do jazz. A diversidade é também instrumental, “cada um carrega um tipo de emoção, o que é bom em festival que tem várias horas de música”, afirma. Atração à parte, independentemente de estéticas, avisa o organizador, é a presença de ótimos instrumentistas. Outro cuidado, ele explica, foi a busca de melhor dinâmica no andamento dos espetáculos, cuidando para que a música acompanhe o perfil do público, de acordo com os horários: “Ao meio-dia, o festival é mais família, para crianças e para pessoas mais velhas. Aos poucos, os mais jovens vão chegando”, conta. A cenografia é de Paulo Waisberg.

Festival reúne jovens talentos da música instrumental (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1405/ficha_musica.shtml)
Na origem do festival, como explica Bruno, havia os shows no Café com Letras, de sua propriedade. Além é claro do seu encanto pela arte na rua. E da boa repercussão da primeira edição, realizada com R$ 9 mil e em tendas amarradas nas árvores. “Foi uma surpresa ver um evento imaginado para 700 pessoas receber 5 mil visitantes, e perceber uma meninada indo ao delírio com a música de Astor Piazolla”, recorda. A expectativa, para este ano, é de público de 20 mil pessoas no domingo. “Cultura em espaço público é uma característica de cidades com alto nível de crescimento qualificado”, avalia o organizador do festival. Bruno torce, inclusive, para que a experiência da Savassi seja inspiradora para outras regiões da cidade. E comemora o BH Choro, festival previsto para o Bairro Santa Teresa. “Tem tudo a ver com o astral de lá”, afirma, indicando o que isso é essencial para que um evento seja bem-sucedido.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1453/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 1st, 2008, 07:09 PM
A comédia “As Mona Lisas”, que volta aos palcos da capital mineira nesta sexta-feira, promete divertir o público com as confusões de três moradores de um mesmo apartamento. Um estilista, um cabeleireiro e um bancário se envolvem em diversas trapalhadas ao tentar separar Klaus, rapaz criado por eles, de sua noiva, uma vendedora de produtos de beleza.

A peça, de autoria de Wilson Coca, é dirigida pelo Fernando Veríssimo e produzida pela Sala 7 Cia. De Teatro. O espetáculo está em cartaz de sexta a domingo, até o dia 31 de agosto, no Teatro da Biblioteca Pública. Os ingressos custam R$ 24 na portaria o teatro e R$ 12 no Studio Creare, que fica na Rua Pouso Alegre, 1.137, no bairro Floresta. Mais informações pelo telefone 3337-9693.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL708669-9147-755,00.html)

Leléo_BH
August 1st, 2008, 09:12 PM
Eu sei que já passou... É que eu não conhecia esse "thread". Eu sou estudante do último ano do curso técnico de ator do Palácio das Artes (BH-MG). Na semana retrassada rolou o nosso 1º espetáculo de formatura. Se alguém foi, me viu! Hehehe!

http://i306.photobucket.com/albums/nn249/Leleo_BH/album_web.jpg

O do final do ano, eu aviso aqui!

Inconfidente
August 2nd, 2008, 12:03 AM
^^ Beleza, é bom que tenhamos um profissional da área. O thread vai ganhar em qualidade. Poste tudo o que achar adequado. :cheers:

Inconfidente
August 2nd, 2008, 12:26 AM
Entre os dias 8 e 10 de agosto, o público mineiro poderá conferir a volta triunfal de Bibi Ferreira ao teatro, após mais de 50 anos de dedicação exclusiva aos espetáculos musicais. O espetáculo de Juca de Oliveira é um presente à amiga.

Com direção de Jô Soares, a peça conta a história de Lucila que, após 53 anos de casada, descobre a vida paralela de seu marido, o senador Bernardo. Com a ajuda de seu neto, a mulher vive intensamente essa dor e toma rumos inesperados em sua vida. O final dessa história é simplesmente surpreendente.

Além de Bibi Ferreira, o elenco traz nomes de peso como Gracindo Júnior, Bárbara Paz, Neusa Maria Faro e Daniel Warren. A peça estará em cartaz no Teatro Sesiminas, que fica na Rua Padre Marinho, 60, no bairro Santa Efigênia. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do dia 27 de julho nas bilheterias do teatro. Classificação 14 anos.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL708812-9147-755,00.html)

Inconfidente
August 2nd, 2008, 04:28 PM
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura

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Sábado, Belo Horizonte recebe o show do músico norte-americano Christopher Cross, que estourou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos em 1980, quando lançou o primeiro álbum solo, que lhe rendeu nada menos de cinco Grammys, com destaque para as categorias melhor álbum, música (Sailing) e artista revelação. Também se tornaram conhecidas as canções Ride like the wind, Never be the same e Say you’ll be mine.

O segundo trabalho de Christopher, Another page, lançado em 1983, foi marcado pela música Arthur’s theme (Best that you can do), escrita com Burt Bacharach, Carole Bayer Sager e Peter Allen para o personagem de Dudley Moore no longa Arthur, o milionário. Ela rendeu a Cross o Oscar e o Globo de Ouro de melhor canção em 1981. O disco levou duas músicas para as paradas da Billboard: All right e Think of Laura. O artista lançou nove álbuns – oito autorais e um com antigas canções natalinas.

Christopher Cross nasceu em San Antonio, nos Estados Unidos, e estreou na carreira musical nos anos 1970, na banda de rock pesado Flash, especializada em covers. Nessa fase, era considerado praticamente um guitar hero em seu estado (Texas) e chegou a substituir Ritchie Blackmore em concerto do Deep Purple.

Com cerca de 80 apresentações anuais, a agenda de shows do cantor vai bem: depois das apresentações no Brasil (Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, além da capital mineira), ele seguirá para o Paraguai e para uma série de concertos nos Estados Unidos e no Japão.

Planos O músico acaba de finalizar álbum com releituras de 15 sucessos de sua carreira. Detalhe: são arranjos jazzísticos. A gravação do disco, batizado de The Cafe Carlyle sessions, ocorreu em duas noites no lendário Cafe Carlyle, em Nova York. O resultado, é claro, ficou muito diferente do que se ouve nas gravações originais. Cross, que tocou baixo, foi acompanhado por pianista, baterista e saxofonista – formação típica do jazz. O artista já compôs canções para o próximo álbum de inéditas, mas não deverá executá-las nos shows brasileiros.

Christopher Cross
Sábado, às 22h, no Chevrolet Hall (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro)
Ingressos: setor 1 – R$ 140 e R$ 70 (meia-entrada); setor 2 – R$ 120 e R$ 60 (meia-entrada); arquibancada – R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)
Informações: (31) 3209-8989

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1466/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 2nd, 2008, 04:31 PM
Redação Divirta-se - Divirta-se

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pastelão, com roteiro e direção de Eid Ribeiro, é uma das atrações do Cena Minas

O Grupo Trama de Teatro dá prosseguimento às comemorações de 10 anos com mais uma programação gratuita, a Cena Minas, que começa amanhã e vai até o dia 10, em intercâmbio com o grupo Filhos de Zambi, da Comunidade dos Arturos. As sedes dos dois grupos (a do Trama foi criada este ano, no Bairro Floresta) vão abrigar a programação com os espetáculos O pastelão, de Eid Ribeiro e do Trama, e A grande viagem do negro e Negras memórias, do Filhos de Zambi, além de um cortejo. As apresentações têm entrada franca.

Leia mais:
Grupo Trama comemora 10 anos de estrada (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/07/31/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1427/ficha_teatro.shtml)

O pastelão, com roteiro e direção de Eid Ribeiro e Michelle Sá e Rogério Gomes no elenco, conta a história de um casal de pasteleiros que invade a cidade para oferecer o melhor pastelão e, entre malabarismos, nuvens de farinha, ovos quebrados e lágrimas de cortar cebola, eles transformam a arte da culinária num divertido e lúdico espetáculo. O público torna-se assistente dos pasteleiros e também cúmplice de uma historia de amor. A montagem é resultado de parceria entre o Trama e ex-alunos de oficinas ministradas pelo grupo em anos anteriores.

A grande viagem dos negros, com direção de Jorge Antônio dos Santos e interpretação dos Filhos de Zambi, aborda, em narrativa cênico-musical, a trajetória dos negros no Brasil, culminando em divertido samba de roda com a participação do público. Já o espetáculo Negras memórias, com assistência de Rogério Gomes, foi criado a partir da oficina de iniciação teatral, desenvolvida pelo Trama com jovens e adolescentes da comunidade dos Arturos, em Contagem. O espetáculo foi construído tendo como inspiração casos e histórias da própria comunidade. Em cena, fragmentos da memória coletiva e da rica tradição cultural dos Arturos.

O que ver

Sábado
14h – O pastelão
16h –A grande viagem do negro
17h – Cortejo com participação dos participantes da oficina de construção tambores
Local: Rua Salinas, 642, em frente ao espaço Grupo Trama – Teatro Garagem

Dia 10
16h – O pastelão
19h – Negras memórias


Local: Comunidade dos Arturos – Contagem
Informações: (31) 2515-1580

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/08/01/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1440/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 2nd, 2008, 04:33 PM
Ailton Magioli - EM Cultura

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Mesmo sendo autor de obra extremamente dura, permeada pela dor, o dramaturgo e poeta Federico Garcia Lorca (1898-1936) teve relação de alegria com a vida, segundo constatação do ator José Mauro Brant, de 36 anos. Na pele do poeta espanhol, homossexual, morto pela direita fascista aos 38 anos, o ator carioca encena o solo Federico Garcia Lorca: Pequeno poema infinito, cartaz do fim de semana do Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes.

Especialista no gênero teatral, o ator, que trabalha como contador de histórias há 15 anos, diz ter-se habituado à linguagem da narrativa, por meio da qual chegou a Lorca – o consagrado autor de Bodas de sangue – no espetáculo Canções para Lorca, de 1998, que resultou na gravação do CD Cantos, contos e acalantos. “Na época, descobri o Lorca músico e folclorista, superinteressado na cultura popular”, recorda José Mauro Brant que, desde então, passou a estudar o autor, viajando à sua Granada natal, em 2000, onde morou em 2003.

Paralelamente, o diretor Antônio Gilberto, que também já pensava em fazer algo sobre o autor espanhol, juntou-se a José Mauro no solo, que rendeu três temporadas cariocas, com direito à indicação ao Prêmio Shell de melhor ator, em 2007. Já apresentado também nas Ilhas Canárias, Recife, São Paulo e interior e Vitória, Federico Garcia Lorca: Pequeno poema infinito chega a Belo Horizonte antes do lançamento do roteiro do espetáculo em livro da série Aplauso, da Editora Nacional, previsto para outubro. Na oportunidade, Rio e São Paulo vão assistir a novas temporadas do solo.

Inspirado na conferência Como canta uma cidade de novembro a novembro, proferida por Federico Garcia Lorca em 1933, o espetáculo reúne sete canções do folclore espanhol, harmonizadas pelo próprio Lorca, interpretadas ao vivo pelo ator, no piano, além de alguns poemas citados na própria conferência. “É prosa pura, simples e direta”, resume José Mauro Brant, explicando que quem está em cena é o próprio Lorca, falando com o outro, abrindo o verbo, se desvendando.

“O espetáculo começa no outono (infância dele), depois passa pelo inverno (quando ele aborda a pobreza, a relação com a terra, o campo e as matrizes que ecoaram em sua obra), o verão (poesia) e a primavera (teatro). O final é no próprio outono, quando se fecha um ciclo (morte)”. “Ao final, haverá passado um ano de vida em Granada, da relação de Lorca com a sua cidade”, conclui, lembrando que a dramaturgia circular do espetáculo remete a uma colcha de retalhos.

LORCA E SUA OBRA (por José Mauro Brant)

APELO ATUAL
“Ele deixou algumas visões modernistas de mundo que são oportunas em tempos de globalização, quando as fronteiras geográficas estão abertas. Poucas pessoas se dão ao luxo de perceber o mundo ao seu redor. De olhar, por exemplo, outono em sua cidade, a diferença da luz do verão sobre ela”.

O QUE MAIS ADMIRA
“A sintonia que ele tinha com a vida. Autor de uma obra dura, Lorca tinha uma visão de vida extremamente alegre. Apesar da época difícil em que viveu (Guerra Civil Espanhola, que acabou provocando o seu assassinato), ele encontrava espaço para falar de coisas que passavam ao largo. Como nunca acharam o corpo de Lorca, há quem diga que ele se preparou para ser o herói
de Granada”.

OBRA MÁXIMA
“Lorca deixou três obras primas: Yerma, que, ao narrar a história da mulher que não pode ter filhos, se torna Shakespeare puro; A casa de Bernarda Alba, a última que escreveu e não chegou a encenar, além de Bodas de sangue, a mais popular, quando deu nome a ciganos, até então considerados a escória da sociedade”.

UMA LIÇÃO
“Ele costumava dizer que todos nós temos de viver sob um padrão de beleza. Ou seja, ter senso de estética, ver o belo em tudo. Daí a capacidade de ver beleza na vida”.

UM VERSO
“Tam, tam. Quem é? O outono outra vez. O que quer de mim? O frescor da tua face. Não quero te dar. Eu vou te tirar. Tam, tam. Quem é? O outono outra vez”

FEDERICO GARCIA LORCA - Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 19h. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: livre.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/08/01/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1438/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 2nd, 2008, 04:35 PM
Carlos Herculano Lopes - EM Cultura

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Coreografias de Quebranto se inspiram na magia dos orixás

A forte presença da cultura africana no Brasil, cada vez mais reverenciada por meio dos orixás, das lendas, do candomblé, da umbanda e das mães de santo, é o tema de Quebranto, novo espetáculo do Grupo Sarandeiros, em cartaz sábado e domingo no Teatro Sesiminas. Essa investida do grupo, que existe há 28 anos, vem no rastro do sucesso do espetáculo Gerais de Minas.

Para Gustavo Cortês, diretor de Quebranto e professor de cultura brasileira na UFMG, a influência africana sobre o Brasil é extremamente rica, mas pouco divulgada. “Isso se deve ao preconceito. Sempre que falávamos sobre a idéia de fazer um trabalho inspirado na vida dos orixás, sentíamos certa resistência, inclusive dentro do próprio grupo”, revela.

Vencidas as barreiras iniciais, pesquisas foram realizadas na Bahia, no Maranhão e em Minas Gerais. “A mitologia dos orixás é o fundamento deste espetáculo. Mostramos como eles, antes de se tornarem divindades, realizaram grandes feitos na África. Eram reis e rainhas respeitados por seus povos. Muitas dessas tradições vieram para o Brasil trazidas pelos escravos, que se encarregaram de preservá-las em seus rituais”, lembra Gustavo. Quebranto significa amaciar, mas, popularmente, a palavra está ligada a mau-olhado.

O grupo, integrado por 25 bailarinos, usou técnicas de dança contemporânea e elementos do folclore brasileiro. “Tentamos surpreender, por se tratar de um assunto polêmico, com refinamento e pesquisa cuidadosa das lendas e dos movimentos específicos de cada orixá”, conta Gustavo. “Por meio desse espetáculo, buscamos quebrar barreiras entre a arte, a ciência e a religião, além de valorizar a cultura afro, que se tornou única no Brasil e se faz presente na vida de todos nós”, conclui.

Quebranto - Espetáculo do Grupo Sarandeiros. Sábado, às 21h; domingo, às 20h. Teatro Sesiminas, Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, (31) 3241-7181. R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/08/01/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1439/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 3rd, 2008, 07:10 PM
Walter Sebastião - EM Cultura

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“Branco índio preto o quê?/ aqui somos mestiços mulatos/ cafuzos pardos mamelucos sararás/ crilouros guaranisseis e judárabes/ orientupis ameriquítalos luso nipo caboclos/ iberibárbaros indo ciganagôs/ somos o que somos/ inclassificáveis”. Os versos da canção de Arnaldo Antunes, falando sobre os brasileiros, são o mote do show que Ney Matogrosso apresenta no Palácio das Artes. “Gosto da idéia de sermos misturados, isso gerou uma gente interessante”, afirma o cantor. Os ingressos para as três apresentações estão esgotados.

É espetáculo rock na atitude, com som pop puxado por guitarra, baixo, bateria, percussão e teclado. O eixo está nas músicas Ode aos ratos, de Chico Buarque; Divino maravilhoso, de Caetano Veloso e Gilberto Gil; e O tempo não pára, de Cazuza. Todas as canções trazem discurso contundente sobre a situação do mundo.

A opção pelo rock se deve ao fato de Ney vir de banda roqueira. Vez em quando, o cantor sente a necessidade de voltar às raízes. Isso também traduz a identificação dele com a sonoridade direta e o gosto pela rebelião contra a passividade diante das coisas. “Não é show de protesto, mas observação crítica e humanista do Brasil, falando de coisas que nem gostariam que eu falasse”, explica. O artista não esconde a irritação com a corrupção, a violência e a pobreza que vê aumentar nas ruas do Rio de Janeiro e do Brasil. “Então, como dizem que não tem mais miséria?”, questiona.

Não se trata de “show conceito”: além de críticas à situação brasileira e de celebrar a mestiçagem nacional, há muito mais – de canções sobre o envelhecer a músicas sobre o cotidiano. Ney explica que sua identificação com o pensamento expresso na letra é motivo para eleger o que canta. “Isso me permite dizer as coisas verdadeiramente”, resume. Ele diz não ter problemas com gêneros musicais, em passear pelo passado ou gravar novos autores. Em Inclassificáveis, interpreta trabalhos de novos compositores, como Dan Nakanawa e Yara Rennó. “Recebo muita coisa, ouço e, podendo, canto e gravo. Mas não fico esperando, vou atrás de novos autores”.

Motivo recorrente é a lírica amorosa. Se, no passado, as canções românticas eram tristes e só dor-de-cotovelo, a partir da tropicália elas ganharam os mais diversos registros emocionais. A relação amorosa é tema tão presente na produção musical brasileira que Ney já sonhou fazer disco exclusivamente sobre o tema.

CAETANO O cantor revela que Caetano Veloso influenciou sua postura artística. “Vi Caetano vestido de cor de rosa numa época em que homem não usava uma gota dessa cor. Pensei comigo: quero ser algo assim”. Mas o jeito de cantar é só dele, sem influência de ninguém. “Abria a minha boca e saía esta minha voz. Tinha vergonha, achava que era defeito”. Exatamente por causa dela veio o convite para integrar a banda Secos & Molhados, que fez história e transformou Ney Matogrosso em estrela da MPB.

INCLASSIFICÁVEIS - Show de Ney Matogrosso. Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 19h. Ingressos esgotados. Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/01/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1408/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 3rd, 2008, 07:15 PM
Sérgio Rodrigues Reis - EM Cultura

O Peça Bis, do Teatro Alterosa, traz de volta aos palcos dois espetáculos da Companhia Burlantins, este fim de semana: o adulto O homem que sabia português (de hoje a domingo, às 20h) e o infantil A Zeropéia – O show (às 16h30). A peça que há 11 anos encanta platéias de várias partes do país surgiu de uma idéia simples: unir o universo erudito ao popular. Na opereta O homem que sabia português, a confusão começa depois que Barreto (Maurício Tizumba), um dedicado mestre de português, tímido, quarentão e solteirão, finalmente decide se casar. Como não tem pretendente, resolve colocar anúncio num jornal. Por um acaso, Cráudia (Marina Machado), doméstica à procura de emprego, engana-se de endereço e bate à porta do professor, que se encanta por ela. Sem perceber que falam de assuntos diversos, ele se apaixona pela jovem.

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Para crianças, A Zeropéia - O show

A confusão aumenta quando a verdadeira pretendente aparece. Lígia (Regina Souza), moça fina, culta e educada, que atende a todos os pré-requisitos do professor, tinha tudo para ser a escolhida. Mas há um pequeno problema: é desbocada. Para atrapalhar ainda mais a situação, surge o popular Inácio (também interpretado por Tizumba), que confunde Lígia com a empregada e acaba se apaixonando por ela. “É uma peça de personagens comuns: a empregada, o faz-tudo, o professor e a estudante, que as pessoas não cansam de ver. É como a sala e a cozinha”, compara Regina Souza.

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O homem que sabia português vai ser apresentado de hoje no Teatro Alterosa

Com direção de Chico Pelúcio e música e libreto de Tim Rescala, a opereta mescla música e interpretação, na tentativa de recuperar o caráter popular do gênero operístico. “A aceitação sempre foi excelente. Tanto de público quanto do próprio elenco: sempre adoramos fazer.” Concebida originalmente para as ruas, a montagem se adapta também ao formato de palco. “Unimos dança e música à interpretação”, explica a artista, que foi uma das fundadoras da companhia. Criada em 1996 pelos atores, cantores e compositores Regina Souza, Maurício Tizumba e Marina Machado, desde o início a proposta foi unir música e teatro na rua. O projeto conquistou público e crítica e tornou a Burlantins uma das boas surpresas do teatro nacional na última década.

PEÇA BIS - O homem que sabia português

Espetáculo da Cia Burlantins. Sexta e sábado às 21h, e domingo, às 20h

A Zeropéia – o show.

Até domingo, às 16h30. Espetáculo infantil também com a Companhia Burlantins.

Local: Teatro Alterosa, Avenida Assis Chateaubriand, 499, Floresta.
Ingressos: R$ 10 (preço promocional).
Informações: (31) 3237-6611.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/08/01/ficha_teatro,id_sessao=11&id_noticia=1442/ficha_teatro.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 01:34 AM
Sérgio Rodrigues Reis - EM Cultura

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Exposição O livro de Ângela tem abertura hoje e permanece em cartaz até dia 22

Ângela Lago confessa que não saberia mostrar seu trabalho como autora e ilustradora de livros infantis distante do universo para onde é feito. Ao ser convidada pelo projeto Mostra BDMG para expor sua obra, preferiu delegar a amigos a missão. Disponibilizou para o curador Flávio Vignoli 10 desenhos antigos originais, o material digitalizado e concordou em conceder (para o catálogo) extensa entrevista com o jornalista e crítico de arte Walter Sebastião. O resultado do processo, até para ela, foi uma surpresa. “Tenho a impressão de que será muito bacana, pelo cuidado e aproximação curiosa. Estou muito feliz. Mas resolvi não ver antes. Chegarei um pouco mais cedo, na abertura, para conferir tudo. A expectativa é agradável.”

Autora consagrada, Ângela Lago se aproximou do universo infantil no fim dos anos 1970, depois da realização de curso na Escócia. Aos poucos, sua poesia foi virando desenho. “Passei a usar as palavras do ponto de vista mais conceitual e o desejo de desenhar foi se intensificando.” A intenção de publicar as experiências era algo que a acompanhava desde criança. Mas não foi fácil editar a primeira obra. “Queria ter uma carreira bonita e sonhava com isso. Hoje é uma alegria grande sentir que, de alguma maneira, não preciso realizar esforços. Agora, as editoras se interessam pelo meu trabalho”, comemora. A boa fase não a distanciou da essência da sua pesquisa.

“Sempre tentei encontrar uma linguagem que contasse a história.” Quando ela pensa em livro, seu leitor por eleição é a criança. “O que faço é sofisticar as coisas no caminho da simplicidade. “O processo é uma complicação, na realidade. Meu desenho experimenta uma linguagem que funciona como metáfora do texto.” Ao contrário dos puristas, ela não é avessa à tecnologia. “Adoro computador. É um pincel ótimo, dá para experimentar muita coisa. Ainda não conseguimos nada fantástico nele. É um equipamento desafiador. Ao passo que com os pincéis tradicionais tenho a impressão de ter esgotado as possibilidades”, avalia.

Vida e Obra

Ângela Lago começou a publicar livros nos anos 1980 e, desde então, escreveu mais de 40 títulos. Com várias premiações no currículo, inclusive seis jabutis, chama a atenção na obra da artista a combinação dos recursos da literatura com as artes visuais em histórias e livros de imagens. Pelo conjunto das publicações ela foi indicada, em 1990, para o prêmio Hans Christian Andersen Ilustration. No ano seguinte, com o projeto gráfico de O caso da banana, ganhou o Octogonales, Prix Graphique, Centro International d’ Etudes en Littèratures de Jeunessa, de Paris. Recentemente, publicou O livro das horas, pela Sciliano.


O Livro de Ângela

Exposição do universo ficcional de Ângela Lago, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro. Abertura segunda-feira (11/08), às 18h. Pode ser visitada até dia 22, às segundas-feiras, das 18h às 21h;de terça-feira a sábado, das 9h30 às 21h; e, domingo, das 16h às 21h.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/08/11/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=1758/ficha_agitos.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 01:37 AM
Amante do esporte, o músico e ensaísta lança terça-feira (12/08), no projeto Sempre um papo, o livro Veneno remédio - O futebol e o Brasil e participa de conversa com o público

Janaína Cunha Melo - EM Cultura

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"O futebol me formou. Escrever sobre ele foi como perseguir essa experiência profunda, antiga, que é minha e também do país"
José Miguel Wisnik, pesquisador e músico

O músico e ensaísta José Miguel Winisk joga futebol desde os primeiros passos, na infância, e se diz despreparado para “pendurar as chuteiras”, mesmo nos momentos em que o corpo pede descanso. Com essa referência clássica de brasileiro, amante do esporte que traduz a nação na sua complexidade sociológica, política e poética, ele lança o livro Veneno remédio – O futebol e o Brasil, pela Editora Companhia das Letras. Terça, participa do projeto Sempre um papo, e conversa com os leitores sobre um dos fenômenos que mais traduzem o país, suas ambigüidades e contradições.

Para Wisnik, pensar a sociedade de qualquer país a partir do futebol não é o mesmo como no Brasil. “É verdade que esse é um esporte mundial, acompanhado em todos os continentes, mas a centralidade que tem para os brasileiros é algo muito próprio deste país”, afirma o pesquisador. Várias referências foram importantes para as reflexões apresentadas nas 446 páginas. Além da própria vivência como santista, música, arte, literatura, sociologia, psicanálise e inúmeros outros campos do saber o ajudaram a estabelecer nexos entre o futebol e a realidade nacional. Ele lembra que sua primeira motivação para estruturar idéias a respeito do tema ocorreu em Belo Horizonte, depois de convite do poeta mineiro Ricardo Aleixo para participar do seminário O futebol e as outras artes: relação de parentesco, realizado em 1993.

“O futebol me formou. Escrever sobre ele foi como perseguir essa experiência profunda, antiga, que é minha e também do país, como uma tentativa de entender esse fenômeno. Por isso, as referências pessoais contribuíram. Com o convite para o seminário, comecei a dar forma a essa reflexão”, comenta. Winisk explica que são muitos os aspectos envolvidos no trabalho. Afirma que o futebol deu lugar à expressão, a um povo cuja história é escravista e mestiça. O esporte inglês chegou no Brasil no fim do século 19 e se desenvolveu em meio segregado e exclusivista, mas a sua profissionalização conseguiu reverter a situação, e revelou parte escondida e relegada da sociedade brasileira, composta por negros e mestiços. “O esporte branco e elitista, como um apartheid cultural, não pôde resistir à pressão da maneira como o futebol se embrenhou na vida popular brasileira”, afirma. Enquanto a elite lidava com o jogo como entretenimento, negros e mulatos o entenderam como campo de trabalho. “A profissionalização despertou interesse da população marginalizada e reverteu a relação de classe social”, diz.

Já o auto-reconhecimento do país com o futebol se deu na Copa de 1938, quando, pela primeira vez, a Seleção Brasileira teve atuação expressiva no mundial disputado na Itália. O time perdeu o campeonato para os anfitriões, em jogo controvertido, mas provocou comoção, envolveu a torcida e consolidou a sensação de que aquele era, enfim, o esporte nacional. Gilberto Freire também deixou sua contribuição, ao afirmar que o futebol brasileiro era adoçado, curvilíneo e dançante – um contraponto ao inglês, apolíneo, linear e quadrado, segundo Winisk. Essas foram as circunstâncias que fizeram de Orlando Silva, o compositor, e Leônidas Silva, o jogador, heróis nacionais em país tardoescravista, que tentava de todas as formas negar sua condição mestiça. “Essa figura do Brasil mulato recalcado se torna decantada”.

Tudo e Nada

A idéia central, que dá título ao trabalho, passa pela observação de Winisk da relação entre tudo e nada do modo como os brasileiros se avaliam. “O Brasil se olha como remédio ou veneno, e isso se projeta na relação com a Seleção Brasileira, que precisa ser perfeita ou coisa nenhuma”. Ambivalência que tem muito a dizer de uma sociedade que oscila entre extremos. A formação ligada a ciências humanas do pesquisador, voltada para a crítica literária e estética, assume papel determinante nas suas análises. Texto de Pasolini foi para ele fonte de inspiração teórica e poética. Foi o ensaísta e poeta italiano quem apontou diferenciais no futebol brasileiro, e quem fez as primeiras indicações do modo como um jogo tem a linearidade da prosa e não-linearidade da poesia.

José Miguel Wisnik adianta que o livro é um estudo cultural, lida com a forma de expressão não-verbal que diz sem palavras, de modo portanto provisório, como a música. Por isso, não chega a conclusões, mas oferece conhecimento durante a “travessia” das muitas páginas, a partir de vários pontos de vista. “O desafio é falar sobre o futebol não a partir de seu entorno, como a sociologia das torcidas e o interesse que desperta. Meu enfoque está no que ocorre dentro de campo, no que mobiliza as pessoas de forma tão especial”.

Relações Políticas

O livro também se debruça sobre as relações políticas do esporte e redime de qualquer culpa os militantes mais convictos que em 1970 foram vencidos pela euforia da Copa do Mundo. Mesmo quem decidiu, de forma racional e coerente, não torcer pela Seleção Brasileira em protesto contra a ditadura militar e a situação de extrema gravidade por que passava o país em anos de repressão, acabou se redimindo em algum momento do campeonato. “Eles não se tornaram alienados de um momento a outro, e é justamente essa a questão que se coloca. O futebol mobilizou aspectos e conteúdos que estão para além da ditadura, que passou, e ele não. Sem minimizar essa contradição terrível, é preciso dizer que a Seleção estava em campo representando o povo brasileiro, não o governo”, argumenta.

Depois do lançamento em Belo Horizonte, o escritor visita outras capitais, para conversar com o público sobre as questões apontadas no Veneno remédio. O livro faz parte do projeto em que pretende continuar pesquisando sobre a ambivalência da representação no Brasil. Música e literatura são os próximos temas que pretende abordar na série. José Miguel Wisnik também espera se aposentar da docência ano que vem e prepara novo disco de canções.


José Miguel Wisnik

Terça, às 19h30, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Lançamento do livro Veneno Remédio – O futebol e o Brasil, dentro do projeto Sempre um papo. Entrada franca.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/08/11/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=1757/ficha_agitos.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 01:42 AM
O prefeito Fernando Pimentel e o cônsul-geral da França no Rio de Janeiro, Hugues Goisbault, assinam nesta terça-feira, dia 12, o decreto instituindo o Ano de Intercâmbio Belo Horizonte - França 2009, que trará atrações diversificadas para a capital mineira como parte das comemorações do Ano da França no Brasil. O evento será às 15h, na sala de imprensa da Prefeitura (avenida Afonso Pena, 1212, 1º andar), onde o prefeito e o cônsul também concedem entrevista coletiva.

As festividades do Ano da França no Brasil serão promovidas entre os dias 21 de abril e 15 de novembro de 2009 e a Prefeitura já definiu o calendário com as atividades a serem realizadas em Belo Horizonte, em uma vasta programação que vai envolver as nove regionais da cidade , ONGs e universidades.

A programação vai incluir atrações em diversas áreas , como cultura, moda, gastronomia e saúde, como homenagens a estilistas, festivais e concursos gastronômicos, por meio das quais os franceses terão a oportunidade de mostrar, no Brasil, a sua diversidade cultural e o seu atual estágio de desenvolvimento nos variados campos do conhecimento.

Fonte: PBH (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=9091&ver_servico=N)

Inconfidente
August 12th, 2008, 03:23 AM
Primeiro trabalho solo da cantora une a tradição às novas tendências da música brasileira

Cantora mineira reunirá amigos e admiradores no espaço Cultural “No Loft”,no Mangabeiras, no dia 12 de agosto, às 20h, para lançar o álbum Da Maior Importância


Unir tradição e novas tendências da música brasileira. Essa é a proposta do álbum “Da Maior Importância”, primeiro trabalho solo de Elisa Paraíso. Com um vasto currículo, a jovem cantora é considerada um dos destaques da nova cena mineira.

Antes de se lançar em carreira solo, Elisa Paraíso fazia parte do Coral Ars Nova e do grupo Elefante Groove. A cantora também participou do elenco dos musicais “Mulheres de Holanada” e “Anima”.

No repertório do CD, estão canções de grandes nomes, como Caetano Veloso, Paulinho da Viola e Maria Bethânia, além de composições novos músicos, como Kristoff Silva, Makely Ka e Vitor Santana. O lançamento será nesta terça-feira, às 20h, no Espaço Cultural “No Loft”. O endereço é Rua Rua Agripa de Vasconcelos, 170, no bairro Mangabeiras. A entrada é gratuita.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL715771-9147-86,00.html)

Inconfidente
August 12th, 2008, 03:36 AM
Nesta quarta-feira, dia 13, às 20h30, a banda Ímpar é a convidada do Quarta Sônica - rock independente no Teatro Marília, uma vitrine desse estilo em Belo Horizonte . O projeto está em sua terceira edição e os shows são gratuitos. Os ingressos são distribuídos a partir das 19h, na portaria do Teatro (avenida Alfredo Balena, 586 , Santa Efigênia).

Formada por Marcelo Mercedo (vocais), Bruno Faria (bateria ), Yan Vasconcellos (baixo), Marcos Rosa (guitarra) e Flávio Albuquerque (teclado ), a banda Ímpar é e influenciada por clássicos, como Beatles e Beach Boys, e por artistas menos conhecidos como Jason Falkner e Jon Brion. O grupo já se apresentou nos principais espaços da cena alternativa independente no Brasil. O primeiro álbum , EP 2006, recebeu excelentes críticas, que rendeu à Ímpar o convite para ser a primeira banda brasileira a integrar o catálogo do maior selo de Power Pop do mundo, o norte -americano Not-Lame.

A terceira edição do projeto Quarta Sônica mantém a fórmula de sucesso dos anos anteriores - apresentações de grupos de destaque no rock independente de Belo Horizonte. O projeto integra o "Ressonâncias", plano de ação musical dos teatros municipais que tem como objetivo ampliar e democratizar o acesso à música alternativa na cidade. Só podem participar do Quarta Sônica artistas de rock independente com trabalho autoral e sem vinculação a grandes gravadoras.

Fonte: PBH (http://portal2.pbh.gov.br/pbh/index.html?idNv1=12&cod_noticia=9089&ver_servico=N)

Inconfidente
August 12th, 2008, 08:31 PM
Cantora lança o primeiro disco, mas promete retornar em breve para apresentar o trabalho no projeto Música independente

Ailton Magioli - EM Cultura

http://img98.imageshack.us/img98/8958/20080812123327387ds8.jpg
Elisa vai acompanhar o marido aos EUA, aproveitando para aperfeiçoar o inglês, estudar canto e manter contatos profissionais

Em tempos de indefinições do próprio mercado, com gravadoras perdendo força, TV e rádio já nem tão importantes no processo de divulgação, enquanto a internet abre cada dia mais espaço para a música, não basta ter apenas boa estampa, voz e repertório. É preciso correr atrás de outras oportunidades, como vai fazer Elisa Paraíso, que parte para os Estados Unidos, levando na mala o primeiro CD, Da maior importância. Antes, a cantora de timbre apurado e repertório lapidado autografa o disco terça-feira (12/08) à noite, no espaço cultural No Loft, no Mangabeiras.

“Como os músicos com os quais gravei não podem fazer show agora, decidi seguir meu marido, que vai fazer mestrado de música nos Estados Unidos, aproveitando a oportunidade para estudar e fazer novos contatos profissionais”, diz Elisa, que deixa agendado para novembro show no projeto Música independente. Enquanto isso, o público poderá conhecê-la melhor nas faixas disponibilizadas no site oficial (www.elisaparaiso.com.br) e no MySpace.

Além de resgatar o lado B de autores como Caetano Veloso – é dele a canção que batiza o disco –, Elisa Paraíso acerta em cheio ao privilegiar novos autores. “Sempre cantei Kristoff Silva e Makely Ka em meus shows”, explica a artista, que, em busca de uma identidade para o próprio canto, diz ter encontrado nos jovens compositores a assinatura que necessitava para marcar sua estréia fonográfica. Mulher do norte, Em pé no porto, Santo forte e Mar deserto são as canções da dupla que ela registrou no disco de estréia, algumas das quais gravadas pelos próprios autores em seus respectivos discos.

Do mais recente disco de Flávio Henrique, Elisa Paraíso pescou a música-título Pássaro pênsil, pela qual diz ter-se apaixonado desde a primeira audição. “É uma canção de mensagem atual no mundo louco em que vivemos”, justifica. De Vitor Santana e Gilberto Safar escolheu Teixeira, que canta há pelo menos cinco anos. “Adoro músicas que contam histórias”, diz a intérprete, não por acaso oriunda do teatro.

Teatro

Apesar da passagem pelos bares, foi nos musicais que Elisa Paraíso desenvolveu o talento de intérprete – ela estreou no gênero participando da segunda montagem de Mulheres de Hollanda, de Pedro Paulo Cava. “O uso da palavra no palco nos dá uma excelente bagagem para a música. É preciso saber como dizer algo”, acredita a cantora, que também diz adorar a rotina do teatro, que a teria ajudado a se soltar no palco.

Consciente do momento de profundas mudanças no mercado fonográfico, Elisa vê no processo uma abertura democrática, na qual pode disputar espaço de igual para igual com uma Marisa Monte, por exemplo. “Mas se você for fiel ao que faz, com a sua verdade, conquista público fiel também”, garante. “Apesar do demorado processo de produção, a gravação em si foi rápida. Fiz praticamente tudo ao vivo, em estúdio”, comemora, lembrando que algumas faixas ganharam sua voz posteriormente.

A presença dos convidados Guinga e Teresa Cristina, com quem divide, respectivamente, as faixas Mané fogueteiro (de Braguinha) e Imitação (de Batatinha), é garantia de qualidade no disco da estreante, que conta com arranjos inéditos dos produtores Thiago Nunes e Flávio Henrique. “Com Guinga me identifico não apenas como compositor, mas como pessoa também. Já participei de três shows dele”, lembra, orgulhosa.

Elisa admite, no entanto, que teve dificuldade em gravar uma canção de Guinga, por causa do tom. “Como ele queria que eu gravasse no tom original, tive dificuldades de escolha. Mas quando Guinga cantou Mané fogueteiro em um de seus shows, logo me apaixonei”, conta. Já Teresa Cristina ela ficou conhecendo numa apresentação da cantora carioca em Belo Horizonte e fez a ela o convite para participação em um show, além da gravação da faixa do CD.


Elisa Paraíso

Noite de autógrafos do CD
Da maior importância, terça-feira, às 20h, no Espaço Cultural No Loft (Rua Agripa de Vasconcelos, 170, Mangabeiras).
O disco será vendido no local a R$ 20.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/12/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1784/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 08:37 PM
Carlos Herculano Lopes - EM Cultura

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Gilvan de Oliveira é um dos maiores violonistas de sua geração

O músico Gilvan de Oliveira, que completa 52 anos terça-feira (12/08), comemora o aniversário fazendo o que mais gosta: tocando violão. Com participação especial de Ricardo Cheib na percussão, e da filha, Ana Luiza Oliveira, na escaleta, o violonista, arranjador e compositor apresenta terça, no projeto Ofício da música, o show Histórias de tocador, cantando sucessos que marcaram sua carreira, iniciada aos 12 anos.

“Como minha trajetória musical se confunde com minha vida, vou interpretar canções que me marcaram profundamente”, avisa. “Entre elas, Carinhoso, de Pinxinguinha e Braguinha; Trenzinho do caipira, de Villas-Lobos, com letra de Ferreira Gullar; e Correnteza, de Tom Jobim e Luiz Bonfá. Tocarei ainda canções dos Beatles, que influenciaram toda a minha geração, de Chico César e composições minhas, como Amanhecer, em parceria com Fernando Brant, Samba do Neném, Saudades do Led Zeppelin, Xote da Criola, e outras. Também vou contar a história de cada uma dessas músicas.”

Nascido em Itaú de Minas, no Sudoeste do estado, Gilvan está comemorando também 40 anos de convivência com a música. Profissionalmente, começou a tocar na década de 1980 e não parou mais. Estudioso da música popular brasileira, que considera uma das mais belas do mundo, já gravou oito discos e trabalhou com artistas como Milton Nascimento, Belchior, Dominguinhos, Paulinho Pedra Azul e Tavinho Moura, com o Grupo Ponto de Partida, de Barbacena, e muita gente mais.

Ganhador de vários prêmios, Gilvan também já se apresentou nos Estados Unidos, França, Uruguai, Espanha, Alemanha, Itália e Cuba. Seu primeiro disco solo, Cordas e coração, foi lançado em 1989. Em 2003, gravou Viola caipira, o primeiro trabalho dedicado exclusivamente ao gênero, no qual também é especialista. Com agenda cheia, Gilvan conta que já está preparando um novo disco. “Começo a gravar em novembro. Ainda não tem nome definido, mas uma coisa posso adiantar: será todo instrumental.”


Gilvan de Oliveira

Terça, às 19h30, no projeto Ofício da música, no Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação. Entrada franca. Informações: (31) 3225-1888.

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/12/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1785/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 08:38 PM
Redação EM Cultura

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Quarta-feira à noite, o espanhol David Torrico faz show em BH

O violonista espanhol David Torrico começou a atuar na música aos 14 anos, quando formou sua primeira banda. O grupo transitava entre a canção, rock, funk e reggae e até hoje seu trabalho revela a diversidade de influências estéticas. Quarta-feira (13/08), ele se apresenta no Teatro Dom Silvério, com ingressos a preços populares, em show que marca sua primeira turnê solo no Brasil. “Sempre tive enorme interesse pela música brasileira. Essa experiência em Belo Horizonte acentuou ainda mais meu apreço pela riqueza cultural deste país”, comenta o músico.

Ele reúne repertório de seus três discos. O primeiro deles, Canciones de mi cajon, conta com recompilação de suas criações mais significativas até os 18 anos . No hay que naufragar representa o início de suas experiências como artista-solo. O mais recente, Pigmentos, demonstra consolidação das experiências sonoras e criativas. “Essa foi uma produção mais cara, mais bem preparada e feita com mais consciência das exigências de uma produção profissional”, afirma. Ele contou com apoio de vários amigos instrumentistas, parceiros nas 13 faixas do trabalho. “Essas colaborações e opiniões de outros músicos foram fundamentais para a qualidade do CD”, reforça.

David Torrico aposta na diversidade de gêneros. Do funk à bossa nova, todas as variantes musicais o interessam. Suas composições abordam temas variados, como canções de amor, protesto e cotidiano. Para ele, os músicos são cronistas que revelam em suas canções os acontecimentos de uma época. Cromossomas, do disco Pigmentos, tem temática científica, atendendo sugestão de Jorge Drexler, de quem foi aluno em 2003, em seminário sobre canção, realizado em Madri. “Compartilhamos com ele momentos importantes de reflexão sobre a composição”, lembra Torrico sobre o amigo uruguaio, que venceu o Oscar 2005 com a música Al otro lado del rio para o filme Diários de motocicleta, de Walter Salles.

David Torrico

Teatro Dom Silvério, Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, (31) 2191-5700. Quarta-feira, 20h30. R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia-entrada).

Fonte: Divirta-se Notícia (http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/08/12/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=1788/ficha_musica.shtml)

Inconfidente
August 12th, 2008, 11:37 PM
Nesta quinta-feira, o Grande Teatro do Palácio das Artes recebe a renomada companhia de dança canadense

O renomado Ballet Jazz Montreal faz única apresentação nesta semana em Belo Horizonte. Fundada há mais de 35 anos, a companhia canadense integra elementos da dança clássica a tendências contemporâneas inspiradas no jazz moderno.

Os dez bailarinos que fazem parte do grupo vão apresentar duas coreografias ao público mineiro. Na primeira, assinada por Crystal Pite, eles interpretarão 24 peças de um minuto de duração. Já a segunda, da coreógrafa Aszure Barton, traz as maravilhas e estrenhezas da vida cotidiana.

O Grande Teatro do Palácio das Artes recebe o Ballet Jazz Montreal nesta quinta-feira, às 21h. O preço varia entre R$ 60 e R$ 100. Estudantes e maiores de 60 anos têm direito à meia-entrada. Mais informações pelo telefone (31) 3236-7400 ou no site da Fundação Clóvis Salgado.

Fonte: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL721079-9147-1345,00.html)

Inconfidente
August 13th, 2008, 01:13 AM
Janaína Cunha Melo - EM Cultura

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Judy Carmichael, que já se apresentou em Belo Horizonte, é uma das atrações do festival de jazz

Estão confirmadas as atrações do Jazz Festival Brasil, que será realizado em Belo Horizonte de 4 a 6 de setembro e passa por outras seis capitais do país. Os shows reúnem artistas consagrados do gênero, com enfoque no período entre os anos 1920 e 1950. Curador do evento, o músico e pesquisador Marcelo Costa lembra que esse é o maior encontro do jazz tradicional com o público brasileiro. Por isso, a programação está voltada para a diversidade de abordagens, apresentando instrumentistas de várias nacionalidades e estilos. Em comum, os grupos têm a atenção com a qualidade de seus trabalhos.

“O jazz se tornou música mundial. Cada país tem sua particularidade e seu modo de interpretar o gênero. Sempre observamos a necessidade de reunir o máximo dessas variantes para mostrar às pessoas essa riqueza”, comenta Marcelo Costa. Entre os destaques da programação estão o trompetista norte-americano Leroy Jones, Tricia Boutté e Judy Carmichael Septet, entre artistas considerados referência internacional, como a Irakli and the Louis Ambassadors, que preparou tributo especial ao mestre Louis Armstrong.

No Brasil, observa o curador, os grupos começaram a se relacionar com a linguagem jazzística mais tardiamente, sobretudo por causa da força do choro e de outras vertentes da música popular brasileira que dominavam o cotidiano cultural a partir dos anos 1920. “O interesse dos músicos brasileiros começou a se manifestar a partir do jazz moderno. O começo do século passado estava dominado pela gafieira e pelo chorinho, que também revelou grandes gênios como Pixinguinha. Mais tarde, com a bossa nova, é que realmente a influência do jazz norte-americano se manifestou”, explica.

Público

Essa é a sexta edição do Jazz Festival Brasil, que já se consolidou no calendário cultural da cidade. Segundo Marcelo Costa, o interesse do público é o principal motivador da realização. A programação, que inicialmente reunia cerca de 1,2 mil pessoas em três dias, ano passado já contou com cerca de 5 mil espectadores, só em Belo Horizonte. “Muita gente comentava que não conhecia o jazz. Com o festival, tiveram acesso a essa música e isso contribuiu de forma muito significativa para a formação de público”, diz.

O apoio das leis de incentivo à cultura e o interesse dos patrocinadores também favorecem o evento, que, este ano, terá investimento de R$ 2 milhões para percorrer sete capitais brasileiras e algumas cidades do interior. Marcelo Costa conta que as outras realizações voltadas para o jazz favorecem a iniciativa. “Um dos nossos objetivos é ajudar a despertar o público. Isso tem consequências positivas todo o ano, não apenas pontualmente. Hoje, está cada vez mais fácil ter acesso a outros estilos, pela internet”, reforça.

Neste ano, o festival premiará o saxofonista norte-americano Bob Wilber, que completou 80 anos recentemente, cuja trajetória inclui performances com mestres do jazz. “Ele tocou com todas as grandes estrelas imagináveis e vem contribuindo de maneira impressionante com novas idéias. O prêmio é uma forma de agradecer aos músicos pela grande contribuição deles”. Wilber recebeu o prêmio durante o festival Jazz Ascona, na Suíça, onde manifestou interesse em retornar ao Brasil na sétima edição do evento.


Atrações

• Judy Carmichael Septet (EUA)
A pianista norte-americana é considerada a “rainha do stride”, estilo de tocar piano criado no Harlem nas décadas de 1920 e 30. Count Basie reconheceu seu grande domínio nesse estilo, que exige técnica e preparação física.

• Gunhild Carling and Band (Suécia) – Convidado especial: Chris Flory (EUA)
Multiinstrumentista sueca que, desde criança, se apresentava em festivais e programas de TV com a Carling Family, banda de jazz composta por seus pais e seus irmãos, com a qual gravou dois álbuns. Seus principais instrumentos são o trombone e o trompete.

• Leroy Jones Quintet (EUA) – Convidada especial: Tricia Boutté (EUA)
Liderada pelo consagrado artista Leroy Jones. Nascido em Nova Orleans, Leroy começou a estudar trompete aos 10 anos. Aos 13, já se apresentava em casas de show e conduzia a banda da igreja. Nos anos 80, formou o Leroy Jones Quintet e passou a acompanhar Harry Connick Jr. em turnês pelos Estados Unidos, Canadá, América do Sul e Austrália.

• David Braid Sextet (Canadá)
Aclamado pela crítica do seu país, o sexteto é a primeira banda canadense a ser convidada a se apresentar no Jazz Festival Brasil. Seus integrantes são Kevin Turcotte (trompete), Perry White (saxofone), Gene Smith (trombone), Steve Wallace (baixo), Nick Fraser (bateria) e David Braid (pianista), o líder do grupo.

• Irakli and the Louis Ambassadors – França
Vão apresentar o que há de melhor no repertório de Armstrong. No Jazz Festival, Irakli será acompanhado pelos músicos Alain Marquet (clarinete), Jean-Claude Onesta (trombone), Jacques Schneck (piano), Philippe Pletan (contrabaixo) e Sylvain Glevarec (bateria), que, juntos, formam o The Louis Ambassadors.


Jazz Festival Brasil em Belo Horizonte

• 4/9: Judy Carmichael Septet.
Ilustríssimo, Rua Maranhão, 56, Santa Efigênia, (31) 3273-7777. R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
• 5/9: Gunhild Carling Band e Leroy Jones Quintet
• 6/9: David Braid Sextet e Irakli and The Louis Ambassadors
Grande Teatro do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Às 20h30. R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Ingressos já estão à venda.

Inconfidente
August 13th, 2008, 01:39 AM
Em “O Inventado e o Vivido” músico pernambucano homenageia o percussionista Naná Vasconcelos

Nesta semana, o projeto Stereoteca recebe Kiko Klaus, com o lançamento do álbum “O Vivido e o Inventado”. O músico pernambucano, radicado em Belo Horizonte desde 2002, já trabalhou co