PedroLacerda
March 2nd, 2008, 04:54 AM
O presidente Lula afirmou que o governo federal “quer uma siderúrgica no Maranhão”, ontem, em Aracaju, durante o encontro do VI Fórum dos Governadores do Nordeste, respondendo ao apelo do governador Jackson Lago.
O presidente Lula afirmou que o governo federal “quer uma siderúrgica no Maranhão”, ontem, em Aracaju, durante o encontro do VI Fórum dos Governadores do Nordeste, respondendo ao apelo do governador Jackson Lago, que pediu um esforço da instância federal para viabilizar o empreendimento no Estado. O governador relatou o interesse de grandes empreendedores nacionais e internacionais e disse ao presidente que “o povo do Maranhão não aceita que empreendimentos sejam anunciados em outros estados, desconsiderando a formidável vocação do estado”.
Em seu pronunciamento, ouvido atentamente pelo presidente, que se levantou para se aproximar do governador, Jackson Lago afirmou que “muito se fala em siderurgia no Maranhão, mas até o momento não foi entregue nenhum projeto ao Governo para análise.” Na saída, o governador disse que “sem um projeto não podemos nos debruçar e analisar os impactos sociais e ambientais. Essa análise será feita pela prestigiada Universidade de São Paulo, que nos dará o suporte técnico-científico para nossa tomada de decisão”. O presidente Lula comprometeu-se a discutir o assunto já na próxima segunda-feira, 3, com o presidente da Vale, Roger Agnelli.
O VI Fórum de Governadores do Nordeste reuniu em Aracaju os nove mandatários estaduais e antecipou a discussão sobre a reforma tributária que o Governo Federal acabou de mandar para o Congresso Nacional. Segundo o presidente Lula, “o espírito da reforma é o da justiça distributiva para alcançar a justiça social”. O presidente destacou a necessidade de por fim à guerra fiscal entre os estados para recuperar as bases do que ele chamou de concerto político nordestino. “Chegou a hora do ponto de mutação, que conduza a uma negociação serena visando um pacto para acabar com a lógica das miudezas”, afirmou Lula, assinalando que o PAC - Programa de Aceleração do Crescimento é a expressão desse novo momento em que a bússula do país é a construção de uma agenda de desenvolvimento.
O presidente Lula afirmou que o governo federal “quer uma siderúrgica no Maranhão”, ontem, em Aracaju, durante o encontro do VI Fórum dos Governadores do Nordeste, respondendo ao apelo do governador Jackson Lago, que pediu um esforço da instância federal para viabilizar o empreendimento no Estado. O governador relatou o interesse de grandes empreendedores nacionais e internacionais e disse ao presidente que “o povo do Maranhão não aceita que empreendimentos sejam anunciados em outros estados, desconsiderando a formidável vocação do estado”.
Em seu pronunciamento, ouvido atentamente pelo presidente, que se levantou para se aproximar do governador, Jackson Lago afirmou que “muito se fala em siderurgia no Maranhão, mas até o momento não foi entregue nenhum projeto ao Governo para análise.” Na saída, o governador disse que “sem um projeto não podemos nos debruçar e analisar os impactos sociais e ambientais. Essa análise será feita pela prestigiada Universidade de São Paulo, que nos dará o suporte técnico-científico para nossa tomada de decisão”. O presidente Lula comprometeu-se a discutir o assunto já na próxima segunda-feira, 3, com o presidente da Vale, Roger Agnelli.
O VI Fórum de Governadores do Nordeste reuniu em Aracaju os nove mandatários estaduais e antecipou a discussão sobre a reforma tributária que o Governo Federal acabou de mandar para o Congresso Nacional. Segundo o presidente Lula, “o espírito da reforma é o da justiça distributiva para alcançar a justiça social”. O presidente destacou a necessidade de por fim à guerra fiscal entre os estados para recuperar as bases do que ele chamou de concerto político nordestino. “Chegou a hora do ponto de mutação, que conduza a uma negociação serena visando um pacto para acabar com a lógica das miudezas”, afirmou Lula, assinalando que o PAC - Programa de Aceleração do Crescimento é a expressão desse novo momento em que a bússula do país é a construção de uma agenda de desenvolvimento.