Cruvinel
March 7th, 2008, 06:02 PM
http://www.dm.com.br/materias.php?id=30219
Economia
Crescimento de 72,4%
Edilaine Pazini
DA EDITORIA DE ECONOMIA
A balança comercial goiana mais uma vez registra recorde em exportações, com comercialização de US$ 431,7 milhões e crescimento de 72,4% neste bimestre, e em relação a igual período do ano passado, que registrou US$ 250.582 milhões em vendas externas. Goiás superou três vezes a eficiência exportadora do Brasil, que cresceu 23,69% na mesma época. Mesmo com o embargo da carne brasileira pela União Européia (UE), o Estado não perdeu o ritmo das vendas externas e o produto continua líder da pauta exportadora.
No mês de janeiro, Goiás exportou US$ 106 milhões de carnes bovinas, e em fevereiro caiu para US$ 43 milhões. “As vendas só não foram mais volumosas pela queda de US$ 63 milhões na exportação devido às restrições da UE”, afirma o secretário do Comércio Exterior, Ovídio de Ângelis. Esta redução, diz, é um forte alerta às autoridades, entidades de classe, produtores e parlamentares para acentuar, ainda mais os esforços que vêm sendo desenvolvidos para remoção do embargo imposto pela UE às exportações da carne brasileira, que afeta profundamente Goiás.
Segundo Ovídio, 50% da receita, em dólares, provenientes das exportações de carnes goianas, é oriunda da UE, que consome as carnes nobres. “Apesar dessa perda, Goiás ainda alcançou resultados recordes, e mesmo com a redução de carnes, crescemos 48,8% em fevereiro”, ressalta. “Se tivéssemos vendido para a UE, teríamos exportado US$ 260 milhões, o que representaria 100% de crescimento em relação ao mesmo mês de 2007”, calcula. O que, segundo ele, significa que o Estado não depende mais somente de um produto.
A Secretaria de Estado do Comércio Exterior comemora os resultados e prevê superávit de US$ 2 bilhões em 2008. “Isso é um resultado líquido em moeda forte que fortalece a economia do Estado”, diz. “Devemos exportar US$ 4,5 bilhões e importar US$ 2 bilhões neste ano”, estima o secretário. Em 1999, Goiás exportava US$ 325 milhões e em 2008 esse valor subiu para US$ 3,184 bilhões. O saldo comercial em 1999 era de US$ 7 milhões e em 2007 alcançou US$ 1,5 bilhão. “Desde o começo dos nossos trabalhos na secretaria, o crescimento anual é fantástico e o saldo comercial impressiona”, diz.
Ovídio diz que a importação é essencial para a economia goiana, assim como as exportações, pois a indústria moderniza seu parque fabril, aproveitando as taxas cambiais. “As importações refletem a solidez da economia. Estamos importando muito porque a economia está crescendo”. Segundo ele, a curva econômica está ascendente, o que reflete uma economia consolidada.
http://www.dm.com.br/materias.php?id=30220
Economia
800 itens vendidos para fora
Em 2006, Goiás possuía 170 empresas exportadoras, segundo o secretário do Comércio Exterior, Ovídio de Ângelis, hoje esse número chega a 250. O Estado, que em 1999 exportava 300 produtos diferentes, em 2007 já contabilizava 800 itens vendidos internacionalmente. “Esses números são demonstrações claras de que a economia goiana está diversificada e consolidada”, ressalta. A base da economia do Estado é o agronegócio, com participação de 70% nas exportações. O setor mineral também tem forte presença e já participa com 20% no mercado exterior. As outras atividades econômicas são responsáveis pelos 10% restantes.
A carne continua liderando a pauta de exportação, quando em fevereiro teve participação de 38,66%. Em segundo está o sulfeto de cobre com 24,73%, seguido pela soja, ferroligas e milho. “Temos ainda uma lista de produtos com participação menor nas exportações, mas que tem grande espaço para crescer”, afirma o secretário.
Economia
Crescimento de 72,4%
Edilaine Pazini
DA EDITORIA DE ECONOMIA
A balança comercial goiana mais uma vez registra recorde em exportações, com comercialização de US$ 431,7 milhões e crescimento de 72,4% neste bimestre, e em relação a igual período do ano passado, que registrou US$ 250.582 milhões em vendas externas. Goiás superou três vezes a eficiência exportadora do Brasil, que cresceu 23,69% na mesma época. Mesmo com o embargo da carne brasileira pela União Européia (UE), o Estado não perdeu o ritmo das vendas externas e o produto continua líder da pauta exportadora.
No mês de janeiro, Goiás exportou US$ 106 milhões de carnes bovinas, e em fevereiro caiu para US$ 43 milhões. “As vendas só não foram mais volumosas pela queda de US$ 63 milhões na exportação devido às restrições da UE”, afirma o secretário do Comércio Exterior, Ovídio de Ângelis. Esta redução, diz, é um forte alerta às autoridades, entidades de classe, produtores e parlamentares para acentuar, ainda mais os esforços que vêm sendo desenvolvidos para remoção do embargo imposto pela UE às exportações da carne brasileira, que afeta profundamente Goiás.
Segundo Ovídio, 50% da receita, em dólares, provenientes das exportações de carnes goianas, é oriunda da UE, que consome as carnes nobres. “Apesar dessa perda, Goiás ainda alcançou resultados recordes, e mesmo com a redução de carnes, crescemos 48,8% em fevereiro”, ressalta. “Se tivéssemos vendido para a UE, teríamos exportado US$ 260 milhões, o que representaria 100% de crescimento em relação ao mesmo mês de 2007”, calcula. O que, segundo ele, significa que o Estado não depende mais somente de um produto.
A Secretaria de Estado do Comércio Exterior comemora os resultados e prevê superávit de US$ 2 bilhões em 2008. “Isso é um resultado líquido em moeda forte que fortalece a economia do Estado”, diz. “Devemos exportar US$ 4,5 bilhões e importar US$ 2 bilhões neste ano”, estima o secretário. Em 1999, Goiás exportava US$ 325 milhões e em 2008 esse valor subiu para US$ 3,184 bilhões. O saldo comercial em 1999 era de US$ 7 milhões e em 2007 alcançou US$ 1,5 bilhão. “Desde o começo dos nossos trabalhos na secretaria, o crescimento anual é fantástico e o saldo comercial impressiona”, diz.
Ovídio diz que a importação é essencial para a economia goiana, assim como as exportações, pois a indústria moderniza seu parque fabril, aproveitando as taxas cambiais. “As importações refletem a solidez da economia. Estamos importando muito porque a economia está crescendo”. Segundo ele, a curva econômica está ascendente, o que reflete uma economia consolidada.
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Economia
800 itens vendidos para fora
Em 2006, Goiás possuía 170 empresas exportadoras, segundo o secretário do Comércio Exterior, Ovídio de Ângelis, hoje esse número chega a 250. O Estado, que em 1999 exportava 300 produtos diferentes, em 2007 já contabilizava 800 itens vendidos internacionalmente. “Esses números são demonstrações claras de que a economia goiana está diversificada e consolidada”, ressalta. A base da economia do Estado é o agronegócio, com participação de 70% nas exportações. O setor mineral também tem forte presença e já participa com 20% no mercado exterior. As outras atividades econômicas são responsáveis pelos 10% restantes.
A carne continua liderando a pauta de exportação, quando em fevereiro teve participação de 38,66%. Em segundo está o sulfeto de cobre com 24,73%, seguido pela soja, ferroligas e milho. “Temos ainda uma lista de produtos com participação menor nas exportações, mas que tem grande espaço para crescer”, afirma o secretário.