Pesquisadorbsb
March 10th, 2008, 10:52 AM
Feira Permanente da Candangolândia de cara nova e revitalização da iluminação pública e da praça em frente à Paróquia São José Operário, que ganhou estacionamento novo. Esses foram os presentes para os moradores da cidade que acolheu os candangos, trabalhadores pioneiros que construíram a nova capital. As obras foram inauguradas em solenidade na manhã de hoje pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, acompanhado da primeira dama, Flávia Peres Arruda, do vice-governador Paulo Octávio, do secretário de Governo, José Humberto Pires, e do presidente do partido Democratas, deputado federal pelo Rio de Janeiro, Rodrigo Maia.
A quatro dias de completar 20 anos, a Feira Permanente da Candangolândia, que tem suas origens no começo da nova Capital, quando ainda era uma feira livre, foi reinaugurada de cara nova. O local, antes abandonado, já ganhou ares de ponto cultural da cidade que deu abrigo aos pioneiros de Brasília. “Aqui só temos essa feira, que é onde a comunidade vem buscar lazer”, conta Amphrisio Romeiro, presidente da Associação dos feirantes, que chegou à Brasília em 1961 e desde 1977 mora na Candangolândia.
A reforma da Feira é uma reivindicação antiga da comunidade. O GDF se responsabilizou pelas obras nos espaços comuns do recinto, enquanto os 95 feirantes investiram na padronização do interior dos boxes. Lá, roupas, materiais eletrônicos e artesanato dividem espaço com uma praça de alimentação. “A Feira existe desde 1986 de forma permanente, mas desde antes do começo de Brasília os participantes se reuniam para vender seus produtos”, explica Amphrisio.
Desde a reforma, o número de freqüentadores aumentou e a confiança no local também. “Da forma como estava, as pessoas estavam deixando de vir e muitos feirantes desistiram do negócio. Em 1986 éramos 436, hoje somos menos de cem”, calcula o presidente da Associação. Mesmo com a inauguração, os problemas não terminaram. Segundo Amphrisio, outros R$ 150 mil seriam necessários para resolver problemas de goteiras no telhado da Feira. Conserto que já foi autorizado pelo governador. “Assim que a verba chegar, iniciamos a obra”, prometeu João Hermeto de Oliveira Neto, administrador da cidade.
Segundo o governador Arruda, as obras inauguradas hoje são prova da eficiência maior gerada pela descentralização dos recursos do GDF. “Antes o dinheiro ficava concentrado e agora todo mês as cidades recebem o equivalente a R$ 1 por habitante para usar no que mais precisa. Com isso, conseguimos a revitalização de endereços importantes da Candangolândia”, explicou.
A construção do estacionamento da Paróquia São José Operário e a revitalização da praça em frente à igreja também eram demandas antigas da comunidade. “Antes, quando chovia, era muita lama por aqui”, reconheceu José Wirlian, que ajuda todos os domingos o pároco, padre Avelarque, recebendo a comunidade. Ao todo foram investidos R$ 149 mil nas três obras.
Mais obras
O governador ainda anunciou mais obras para cidade. Com inauguração prevista para dezembro deste ano, o Centro de Ensino Julia Kubitscheck será reinaugurado. Demolida, a escola foi a primeira da capital e recebeu o nome da mãe do então presidente da República, Juscelino Kubitscheck. Para remontar o prédio histórico serão investidos 3,9 milhões que resultarão em um colégio modelo, com dois andares, 18 salas e capacidade para mais de 500 estudantes de ensino médio.
A cidade ainda tem outras obras em andamento:
- Construção da Praça dos Estados;
- Construção de quadra poliesportiva com complexo de lazer , churrasqueiras e chuveiros;
- Recapeamento asfáltico;
- Reforma da Praça Central.
Fonte: http://www.distritofederal.df.gov.br/
A quatro dias de completar 20 anos, a Feira Permanente da Candangolândia, que tem suas origens no começo da nova Capital, quando ainda era uma feira livre, foi reinaugurada de cara nova. O local, antes abandonado, já ganhou ares de ponto cultural da cidade que deu abrigo aos pioneiros de Brasília. “Aqui só temos essa feira, que é onde a comunidade vem buscar lazer”, conta Amphrisio Romeiro, presidente da Associação dos feirantes, que chegou à Brasília em 1961 e desde 1977 mora na Candangolândia.
A reforma da Feira é uma reivindicação antiga da comunidade. O GDF se responsabilizou pelas obras nos espaços comuns do recinto, enquanto os 95 feirantes investiram na padronização do interior dos boxes. Lá, roupas, materiais eletrônicos e artesanato dividem espaço com uma praça de alimentação. “A Feira existe desde 1986 de forma permanente, mas desde antes do começo de Brasília os participantes se reuniam para vender seus produtos”, explica Amphrisio.
Desde a reforma, o número de freqüentadores aumentou e a confiança no local também. “Da forma como estava, as pessoas estavam deixando de vir e muitos feirantes desistiram do negócio. Em 1986 éramos 436, hoje somos menos de cem”, calcula o presidente da Associação. Mesmo com a inauguração, os problemas não terminaram. Segundo Amphrisio, outros R$ 150 mil seriam necessários para resolver problemas de goteiras no telhado da Feira. Conserto que já foi autorizado pelo governador. “Assim que a verba chegar, iniciamos a obra”, prometeu João Hermeto de Oliveira Neto, administrador da cidade.
Segundo o governador Arruda, as obras inauguradas hoje são prova da eficiência maior gerada pela descentralização dos recursos do GDF. “Antes o dinheiro ficava concentrado e agora todo mês as cidades recebem o equivalente a R$ 1 por habitante para usar no que mais precisa. Com isso, conseguimos a revitalização de endereços importantes da Candangolândia”, explicou.
A construção do estacionamento da Paróquia São José Operário e a revitalização da praça em frente à igreja também eram demandas antigas da comunidade. “Antes, quando chovia, era muita lama por aqui”, reconheceu José Wirlian, que ajuda todos os domingos o pároco, padre Avelarque, recebendo a comunidade. Ao todo foram investidos R$ 149 mil nas três obras.
Mais obras
O governador ainda anunciou mais obras para cidade. Com inauguração prevista para dezembro deste ano, o Centro de Ensino Julia Kubitscheck será reinaugurado. Demolida, a escola foi a primeira da capital e recebeu o nome da mãe do então presidente da República, Juscelino Kubitscheck. Para remontar o prédio histórico serão investidos 3,9 milhões que resultarão em um colégio modelo, com dois andares, 18 salas e capacidade para mais de 500 estudantes de ensino médio.
A cidade ainda tem outras obras em andamento:
- Construção da Praça dos Estados;
- Construção de quadra poliesportiva com complexo de lazer , churrasqueiras e chuveiros;
- Recapeamento asfáltico;
- Reforma da Praça Central.
Fonte: http://www.distritofederal.df.gov.br/