Cruvinel
March 19th, 2008, 06:58 PM
Economia
28 novas empresas até 2010
Marcelle Alves
marcelle@dm.com.br
da Editoria de Ecomonia
A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) pretende trazer 28 empresas de médio e grande porte para o Estado até o final de 2010. Entre os projetos estão a ampliação da Perdigão e uma usina hidrelétrica entre os municípios de Caçu e Itarumã.
De acordo com Raul Paulo Costa, presidente executivo da Adial, a diretoria fez o compromisso de trazer empresas para promover o desenvolvimento de Goiás. “Fizemos um compromisso de trazer, até o final deste governo, duas empresas cada um. Pode ser de médio porte, mas o ideal é que seja de grande porte. E nós da diretoria da Adial vamos trabalhar para isso”, disse.
Em visita ao Diário da Manhã, Raul explicou que 14 diretores participaram do acordo. “Quando fizemos o compromisso, eram 14. Hoje, são mais. Então, seriam 28 empresas. Mas não quero aumentar, apesar de termos mais dois diretores. Não posso incluí-los no compromisso.”
Raul já se empenhou na conquista de novos empreendimentos. “Já estou trazendo um. É a usina hidrelétrica Rio Verde Energia, entre Caçu e Itarumã. E arrumei dinheiro para a Perdigão, mas não posso falar o valor”, adiantou. O anúncio oficial sobre os investimentos em uma das maiores companhias de alimentos da América Latina será feito pelo presidente da entidade dia 27. “O que trabalhei nesse investimento da Perdigão, para mim, vale muitas empresas. Estamos convidando os prefeitos da região, como Rio Verde, Jataí e Mineiros, para a solenidade”, disse.
A Adial trabalha há mais de dez anos em defesa dos programas de apoio à industrialização do Estado. “Continuamos lutando para trazer mais projetos. Evidentemente, tentando mostrar que benefício fiscal não é guerra fiscal”, explica Paulo. Mas, segundo ele, o Estado ainda sofre certo preconceito. “Sinto-me à vontade para falar porque sou goiano, mas mudei para São Paulo muito cedo. Vi São Paulo crescendo, e a disputa era para estar perto do porto. Nosso País tem um litoral enorme, mas só escolheram o Porto de Santos. E São Paulo não quer que os outros Estados cresçam.”
http://www.dm.com.br/materias.php?id=31329
28 novas empresas até 2010
Marcelle Alves
marcelle@dm.com.br
da Editoria de Ecomonia
A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) pretende trazer 28 empresas de médio e grande porte para o Estado até o final de 2010. Entre os projetos estão a ampliação da Perdigão e uma usina hidrelétrica entre os municípios de Caçu e Itarumã.
De acordo com Raul Paulo Costa, presidente executivo da Adial, a diretoria fez o compromisso de trazer empresas para promover o desenvolvimento de Goiás. “Fizemos um compromisso de trazer, até o final deste governo, duas empresas cada um. Pode ser de médio porte, mas o ideal é que seja de grande porte. E nós da diretoria da Adial vamos trabalhar para isso”, disse.
Em visita ao Diário da Manhã, Raul explicou que 14 diretores participaram do acordo. “Quando fizemos o compromisso, eram 14. Hoje, são mais. Então, seriam 28 empresas. Mas não quero aumentar, apesar de termos mais dois diretores. Não posso incluí-los no compromisso.”
Raul já se empenhou na conquista de novos empreendimentos. “Já estou trazendo um. É a usina hidrelétrica Rio Verde Energia, entre Caçu e Itarumã. E arrumei dinheiro para a Perdigão, mas não posso falar o valor”, adiantou. O anúncio oficial sobre os investimentos em uma das maiores companhias de alimentos da América Latina será feito pelo presidente da entidade dia 27. “O que trabalhei nesse investimento da Perdigão, para mim, vale muitas empresas. Estamos convidando os prefeitos da região, como Rio Verde, Jataí e Mineiros, para a solenidade”, disse.
A Adial trabalha há mais de dez anos em defesa dos programas de apoio à industrialização do Estado. “Continuamos lutando para trazer mais projetos. Evidentemente, tentando mostrar que benefício fiscal não é guerra fiscal”, explica Paulo. Mas, segundo ele, o Estado ainda sofre certo preconceito. “Sinto-me à vontade para falar porque sou goiano, mas mudei para São Paulo muito cedo. Vi São Paulo crescendo, e a disputa era para estar perto do porto. Nosso País tem um litoral enorme, mas só escolheram o Porto de Santos. E São Paulo não quer que os outros Estados cresçam.”
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