Vinicius
April 3rd, 2008, 06:25 PM
Da Redação
O orçamento do estado registrou um superávit positivo nos dois primeiros meses deste ano ainda melhor do que no mesmo período do ano passado. Se no primeiro bimestre de 2007 as contas do estado apresentaram um superavit positivo de R$ 805,8 milhões, em 2008 foi de R$ 1,3 bilhão, isto é, 68,9% maior. O resultado é consequência do fato de as receitas terem aumentado mais (20,7%) do que as despesas (13,2%). O estado arrecadou R$ 7,196 bilhões e gastou R$ 5,835 bilhões.
Os dados constam do primeiro Boletim de Transparência Fsical, preparado pela Secretaria de Fazenda, cuja divulgação será feita, a partir de agora, a cada dois meses durante o ano com a finalidade de aperfeiçoar os mecanismos de controle e a transparência na execução do orçamento do estado. Para o secretário de Fazenda, Joaquim Levy, a transparência dos gastos deve colaborar para a melhora do atendimento de alguns serviços do estado.
Uma das inovações do boletim é a divulgação das despesas do governo do estado por área. As principais são saúde, educação e segurança e a maior despesa nesses setores refere-se ao pagamento de pessoal ativo, responsável pelos serviços. Segundo o secretário da Fazenda, na área da saúde, o aumento de R$ 15,3 milhões das despesas no primeiro bimestre em relação ao mesmo período de 2007 foi menor que a economia de R$ 16,6 milhões obtida com o fim do programa Cheque Cidadão, cujos beneficiários migraram para o Bolsa Família, do governo federal. O dinheiro economizado será investido em algum projeto da área da saúde estadual, informou Levy. A despesa com saúde aumentou 6,2% em relação ao bimestre de 2007.
Na educação, o aumento foi de 1,7% e em segurança o aumento do gasto, que chegou a R$ 326,41 milhões, deveu-se à regularização das contribuições para a aposentadoria dos atuais servidores ativos assim como pagamento de serviços essenciais.
As despesas de custeio subiram 16,07% (de R$ 2,35 bilhões em 2007 para R$ 2,72 bilhões em 2008), enquanto os gastos com pessoal e encargos sociais avançaram 8,31% (de R$ 2,46 bilhões em 2007 para R$ 2,67 bilhões em 2008), aumento devido aos reajustes salariais de 4% para profisisonais da educação, saúde e segurança e a regularização de terceirizados, antes computados como despesas de custeio.
O secretário disse que as despesas no primeiro trimestre responderam por 15,8% do orçamento previsto para este ano, o que o faz projetar desembolsos homegêneos ao longo de 2008. Para a receita tributária, Levy manteve a projeção de crescimento anual entre 7% e 8%.
Fonte: http://www.imprensa.rj.gov.br/SCSSiteImprensa/detalhe_noticia.asp?ident=44167
O orçamento do estado registrou um superávit positivo nos dois primeiros meses deste ano ainda melhor do que no mesmo período do ano passado. Se no primeiro bimestre de 2007 as contas do estado apresentaram um superavit positivo de R$ 805,8 milhões, em 2008 foi de R$ 1,3 bilhão, isto é, 68,9% maior. O resultado é consequência do fato de as receitas terem aumentado mais (20,7%) do que as despesas (13,2%). O estado arrecadou R$ 7,196 bilhões e gastou R$ 5,835 bilhões.
Os dados constam do primeiro Boletim de Transparência Fsical, preparado pela Secretaria de Fazenda, cuja divulgação será feita, a partir de agora, a cada dois meses durante o ano com a finalidade de aperfeiçoar os mecanismos de controle e a transparência na execução do orçamento do estado. Para o secretário de Fazenda, Joaquim Levy, a transparência dos gastos deve colaborar para a melhora do atendimento de alguns serviços do estado.
Uma das inovações do boletim é a divulgação das despesas do governo do estado por área. As principais são saúde, educação e segurança e a maior despesa nesses setores refere-se ao pagamento de pessoal ativo, responsável pelos serviços. Segundo o secretário da Fazenda, na área da saúde, o aumento de R$ 15,3 milhões das despesas no primeiro bimestre em relação ao mesmo período de 2007 foi menor que a economia de R$ 16,6 milhões obtida com o fim do programa Cheque Cidadão, cujos beneficiários migraram para o Bolsa Família, do governo federal. O dinheiro economizado será investido em algum projeto da área da saúde estadual, informou Levy. A despesa com saúde aumentou 6,2% em relação ao bimestre de 2007.
Na educação, o aumento foi de 1,7% e em segurança o aumento do gasto, que chegou a R$ 326,41 milhões, deveu-se à regularização das contribuições para a aposentadoria dos atuais servidores ativos assim como pagamento de serviços essenciais.
As despesas de custeio subiram 16,07% (de R$ 2,35 bilhões em 2007 para R$ 2,72 bilhões em 2008), enquanto os gastos com pessoal e encargos sociais avançaram 8,31% (de R$ 2,46 bilhões em 2007 para R$ 2,67 bilhões em 2008), aumento devido aos reajustes salariais de 4% para profisisonais da educação, saúde e segurança e a regularização de terceirizados, antes computados como despesas de custeio.
O secretário disse que as despesas no primeiro trimestre responderam por 15,8% do orçamento previsto para este ano, o que o faz projetar desembolsos homegêneos ao longo de 2008. Para a receita tributária, Levy manteve a projeção de crescimento anual entre 7% e 8%.
Fonte: http://www.imprensa.rj.gov.br/SCSSiteImprensa/detalhe_noticia.asp?ident=44167