View Full Version : "Ridículo" Trabalhadores sem-terra invadem prédio da Vale em Belém
dricobel April 18th, 2008, 03:03 PM Em Belém, cerca de 200 manifestantes ligados ao Movimento dos Sem-Terra, que faziam uma caminhada pelas ruas, na tarde desta quinta-feira (17), forçaram a entrada no prédio da empresa Vale, localizado na avenida Magalhães Barata.
Em seguida, no pátio do prédio, fizeram uma encenação para relembrar a morte de 19 trabalhadores rurais sem-terra em confronto com policiais militares, há doze anos. Na manifestação, 19 velas e 19 cruzes foram utilizadas.
Segundo a coordenadora da Comissão Pastoral da Terra, Jane Silva, a manifestação foi pacífica. 'Apenas retiramos o cadeado e entramos para nos manifestar, não houve confrontos, nem feridos', afirma a coordenadora.
Segundo o coordenador do MST em Belém, Ulisses Manajás, a ação foi em represália às declarações prestadas pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, em coletiva na semana passada.
Em coletiva na Fiepa (Federação das Indústrias do Pará), Agnelli disparou que os militantes são bandidos. 'São bandidos que não respeitam a lei e a democracia, que fazem atos criminosos e ameaças', afirmou Agnelli.
Depois da invasão, os manifestantes se dirigem para a Praça da Leitura.
Eldorado do Carajás - Na Curva do 'S' local que ocorreu a morte dos sem-terras, as manifestações terminaram por volta das 13horas.' Agora os manifestatantes estão voltando para suas áreas. Estamos em clima de despedida. Amanhã ocorrerá uma programação de encerramento, algo cultural e simbólico', informou a coordenadora do MST de Marabá, Ayala Ferreira.
Leia também: Manifestantes desocupam Estrada de Ferro Carajás
PM faz barreiras em Parauapebas e Agnelli critica MST
Fonte: Portal ORM
dricobel April 18th, 2008, 03:04 PM Isso pra mim tem um nome........ VANDALISMO :ohno:
BR 364 April 18th, 2008, 03:34 PM Nos EUA, o MST seria considerado organização terrorista. Na Colômbia, movimento guerrilheiro. No Brasil, movimento de "trabalhadores"... :ohno:
dricobel April 18th, 2008, 03:54 PM ^^
o que mais me revolta é o governo do estado apoiar isso :ohno:
aff...
dricobel April 18th, 2008, 03:57 PM 21h41 - A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), afirmou à Folha nesta terça-feira que estranhou a maneira "inábil" com que a mineradora Vale vem tratando uma possível manifestação em Parauapebas (PA), no próximo dia 17, para marcar os 12 anos do massacre de Eldorado do Carajás --quando 19 sem-terra foram mortos em confronto com a Polícia Militar.
"Vínhamos conversando, dialogando. E então eles [a Vale] subiram o tom. Foi como um surto", afirmou Ana Júlia, em relação a uma ação que a empresa moveu para obrigar o Estado a proteger suas propriedades na região, onde cerca de 600 trabalhadores rurais estão acampados, e à nota que a Vale soltou na último dia 11, na qual diz haver "uma invasão anunciada e iminente à Estrada de Ferro Carajás". Segundo essa nota, a possível ação seria "um desrespeito ao Estado de direito e uma ameaça à segurança pública que afeta não apenas o setor produtivo do Pará, mas toda a população do Estado".
Antes, em fevereiro, a mineradora já havia pedido e conseguido, na Justiça Federal, uma ordem judicial que impedia integrantes de movimentos sociais de invadir ou ameaçar o funcionamento da ferrovia.
"A atitude deles é, no mínimo, inábil", afirmou a governadora petista, que disse já ter colocado 500 policiais militares em Parauapebas.
A imagem usada por ela para ilustrar a atitude da Vale durante esse episódio é a de "um elefante dentro de uma loja de cristais", para indicar que um escorregão no tom do discurso em relação aos movimentos sociais pode gerar graves conseqüências.
Em nota publicada na noite de ontem, a mineradora afirmou que ação movida contra o governo paraense 'não tem caráter pessoal para qualquer governante e seu objetivo é exclusivo de obter do Estado aquilo que é, constitucionalmente, sua obrigação: prover segurança pública para todos'. Segundo a nota, o primeiro requerimento ao governo do Pará para que providenciasse 'a manutenção da garantia da ordem pública no local' é de 31 de março.
Como não houve "qualquer resposta ao seu requerimento", a empresa "ingressou com uma ação de obrigação de fazer no dia 7 de abril". Somente depois de receber a notificação é que o governo adotou "medidas para a manutenção da ordem pública e segurança da população", afirmou a nota.
Fonte: Portal UOL/ Folha Online
Acho que surtada está a senhora governadora :ohno:
Jorge Luís April 18th, 2008, 04:13 PM eu tenho NOJO dessa governadora, quando ela afundar o estado, ADEUS PT no Pará!!!!!!!!!!!
bem feito!
Finnus April 18th, 2008, 05:51 PM eu tenho NOJO dessa governadora, quando ela afundar o estado, ADEUS PT no Pará!!!!!!!!!!!
bem feito!
Isso é um absurdo mesmo. Quanta hipocrisia dessa governadora. O PT mais uma vez se mostra completamente desconectado da realidade.
dricobel April 18th, 2008, 07:21 PM eu tenho NOJO dessa governadora, quando ela afundar o estado, ADEUS PT no Pará!!!!!!!!!!!
bem feito!
Olha como diz Copélia "Prefiro não comentar"
comento sim.......... Essa mulher é doida, isso prejudica o desenvolvimento do Estado!!!
ssc.fernandes April 18th, 2008, 07:41 PM tem que prender essas porras!!
e arrumar uma "casa" na dentro da PRISÃO.
Alexandre Lima April 18th, 2008, 08:07 PM Situação triste!!! Mas infelizmente é como muitas outras áreas difíceis de resolver, mas que se tívessemos o apoio e o bom senso dos nossos políticos já estaria resolvido, como por exemplo a infra-estrutura e o saneamento básico!!!:ohno:
dricobel April 18th, 2008, 09:40 PM Obstrução
MST ocupa ferrovia e mineradora reage acusando o Estado de 'irresponsável'
A Vale disparou ontem críticas ao Governo do Pará, chamando-o de 'omisso', 'irresponsável', 'incompetente' e 'conivente', numa reação à interdição da Estrada de Ferro Carajás (EFC), em Parauapebas, sudeste do Estado. A ação, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), havia sido anunciada. Por meio de nota divulgada à imprensa, a mineradora não poupou críticas à administração estadual, no dia em que se completaram doze anos da maior tragédia do movimento, o massacre de Eldorado de Carajás.
A interdição, parte do programa nacional do MST para o 17 de abril, durou quase oito horas. É a segunda vez, em menos de uma semana, que o governo de Ana Júlia Carepa (PT) é alvo de pesadas críticas. A primeira munição foi disparada por dom Luiz Azcona, bispo da Prelazia do Marajó, que enfatizou o poderio do crime organizado na região à luz da indiferença das autoridades do Estado.
Para a Vale, com a interdição as lideranças do MST desafiaram a Justiça e evidenciaram a fragilidade do sistema de segurança pública do Estado, cumprindo as ameaças anunciadas. Classificando a ação como 'plano criminoso', a nota diz 'manifestar sua indignação pela insuficiência de ação das autoridades competentes'.
A empresa alega que, não poucas vezes e com a mesma antecedência dos ameaçadores, chamou a atenção das autoridades no sentido de que providências fossem tomadas para evitar a concretização da ameaça. 'É inadmissível que os governantes não tenham tomado a tempo as providências necessárias para evitar que, mais uma vez, o MST e seus cúmplices afrontassem o estado de direito (...)', diz a nota.
Em outro ponto do documento, a Vale garante que 'não vai se calar diante das ameaças do MST ou da falta de responsabilidade de governantes, em especial no Estado do Pará, que se omitem diante de um crime há muito anunciado e que por incompetência ou por conivência estão assistindo a esta maré de crimes que nos últimos dias vem aterrorizando o Brasil'.
A interdição da ferrovia, para a empresa, reafirmou o clima de desrespeito ao Estado de Direito, criando um 'péssimo ambiente para a atração de investimentos'. E lembrou, em seguida, que o seu Conselho de Administração já aprovou um plano de investimentos que vai injetar, até 2012, na região, 'cerca de US$ 20 bilhões e gerar mais de 35 mil novos empregos'. A Vale informa ainda que cerca de dez mil trabalhadores que prestam serviços à empresa tiveram que interromper suas atividades por causa da invasão.
REAÇÃO
O governo do Estado não quis comentar as acusações da Vale. Limitou-se a servir a imprensa com uma nota, em que diz que 'vem mobilizando todos os esforços para preservar a paz, a segurança e o direito de trabalhar e de ir e vir de todos os seus habitantes'. Considera 'incabível' a ação judicial feita pela empresa. E garante que não é de sua responsabilidade prestar serviços de segurança pública a uma empresa privada.
Sobre as denúncias feitas pela Vale, a nota apenas diz que 'o Governo do Pará reafirma seu compromisso de garantir a ordem e a justiça social', acrescentando que 'o Pará é uma terra de direitos iguais e, como tal, não permitirá atos que promovam a injustiça e a violência contra quem quer que seja'. Para justificar a propaganda dos direitos iguais, a nota lembra que o governo tem atendido reivindicações não só do MST como também, na mesma linha, mantém diálogo com a Vale, o que viabiliza 'um antigo sonho, que é o de termos no Pará uma grande siderúrgica'.
Para evitar danos às partes - MST e Vale - o Governo do Pará, continua a nota, deslocou para Parauapebas, desde o dia 8 deste mês, um efetivo de 500 homens, além de autoridades da área de segurança pública. Avisa que os direitos serão garantidos, mas sem tolerância de abusos. 'O direito ao trabalho e à produção será garantido com energia, mas sem violência, à base do cumprimento da lei.'
Exército
O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, disse que como medida preventiva o governo federal decidiu mandar tropas do Exértito ao Pará, ao local onde deverá ser instalada a usina Hidrelétrica de Belo Monte, no sudoeste do Pará, que também foi ocupado por intergrandes do MST. 'Já tivemos a desocupação da Vale a o problema de Xingu está sob controle não apenas pela Polícia Militar da região como também do próprio Exército, que está nas proximidades, como ação preventiva', disse.
'Entendo que um patrimônio que é do povo brasileiro tem que ser preservado', continuou o ministro, garantindo que o governo federal está tratando essas questões de ocupações do MST com eficiência, sem que qualquer incidente nessas stiuações. 'O governo federal não deseja um acidente neste percurso. Está agindo com a prudência, mas com firmeza com que deve fazer', asseverou.
Cerca de 1,5 mil integrantes do MST invadiram ontem onze das 27 praças de pedágio em rodovias do Paraná. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, não houve registro de tumulto, mas os sem-terra liberaram as cancelas e os motoristas puderam passar sem pagar o pedágio. No início da noite, apenas quatro dessas praças de pedágio invadidas ainda estavam ocupadas por militantes do MST. A invasão começou pela manhã, em Campo Mourão, seguida da ocupação da praça de pedágio em Mandaguari.
Paralisação dos trens causou demissões e prejuízo de US$ 22 milhões
A promessa, feita há um mês, foi cumprida. Cerca de 1,3 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e garimpeiros de Serra Pelada invadiram e fecharam por oito horas de ontem um trecho da ferrovia de Carajás, em Parauapebas, no sudeste do Pará. A interdição da ferrovia, suspensa por volta das 15 horas, foi para marcar os doze anos do massacre de Eldorado dos Carajás e a morte de 19 sem terra pela Polícia Militar paraense. Serviu também como protesto contra a lentidão da reforma agrária, segundo o MST.
A fazenda São Marcos, em Eldorado dos Carajás, também foi ocupada pelos invasores. Os empregados foram obrigados a retirar seus pertences da propriedade e acamparam na beira da estrada. Três horas depois do fechamento da ferrovia, a PM deslocou 450 homens do Comando de Missões Especiais para o local, levando bombas de efeito moral, spray de pimenta, balas de borracha, cães e cavalaria. O comandante da operação militar, tenente-coronel Mário Solano, recomendou cautela à tropa.
Duas pessoas foram presas depois que a ferrovia foi desocupada. Em nota, o MST negou ser responsável pela interdição, dizendo que o bloqueio foi feito pelos garimpeiros de Serra Pelada. Pela manhã, durante o bloqueio, um trem da Vale carregado com minério de ferro não conseguiu frear, atingindo pedaços de madeira colocados sobre os trilhos. Pelo menos dez manifestantes, segundo o MST, teriam sido atingidos pelos troncos, saindo feridos. A Vale rebate a informação, dizendo que ninguém saiu ferido. A empresa acusa os manifestantes de arrancarem o maquinista à força da locomotiva para agredi-lo, mas ele saiu rapidamente do local.
PREJUÍZO
A Vale paralisou o transporte de minério e dispensou do trabalho em Carajás seus dez mil funcionários. O prejuízo com a paralisação dos trens, de acordo com um diretor da empresa, chega a U$$ 22 milhões diariamente. Este foi o terceiro bloqueio da ferrovia nos últimos cinco meses. Em fevereiro, uma liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou multa de R$ 5 mil ao MST em caso de interdição. 'A decisão não foi respeitada', diz a Vale em nota.
Na quarta-feira, a Justiça Federal de Marabá indeferiu um pedido de tutela antecipada feito pela empresa para que o Estado e a União oferecessem segurança pública à empresa, que alega vir sofrendo ameaças por parte dos integrantes do MST e do Movimento dos Trabalhadores e Garimpeiros da Mineração (MTM). Para a Procuradoria Geral do Estado (PGE), o pedido da Vale era inócuo, porque o governo estadual já havia providenciado 'todas as medidas necessárias para resolver pacificamente a tensão que se formava na região sul e sudeste do Pará, em virtude da concentração e chegada constante de pessoas ao local'.
Manifestantes forçam entrada e invadem escritório em Belém
Os sem-terra também invadiram a sede da Vale em Belém. A ocupação durou apenas 15 minutos. Por volta das 16 horas, cerca de 200 manifestantes entraram no prédio da avenida Magalhães Barata, no bairro Nazaré, tombado pelo patrimônio histórico. Nem mesmo um carro da polícia estacionado em frente à sede da Vale evitou que os sem-terra entrassem no prédio. Trinta funcionários da empresa estavam trabalhando no local.
Os manifestantes faziam uma caminhada pelas ruas e forçaram a entrada no prédio. Em seguida, no pátio, fizeram uma encenação para relembrar a morte de 19 trabalhadores rurais sem-terra em confronto com policiais militares, há doze anos. Na manifestação, 19 velas e 19 cruzes foram utilizadas. Segundo a coordenadora da Comissão Pastoral da Terra, Jane Silva, a manifestação foi pacífica. 'Apenas retiramos o cadeado e entramos para nos manifestar, não houve confrontos, nem feridos', disse a coordenadora.
Depois da invasão, os manifestantes se dirigem para a Praça da Leitura.
Protestos
Manifestações simultâneas em Belém e Marabá marcaram o 17 de abril, no Pará, dia em que os movimentos sociais de defesa da terra lembram os 19 trabalhadores rurais mortos no episódio que ficou conhecido como 'Massacre de Eldorado dos Carajás'. Para marcar os doze anos das mortes do episódio, cerca de 600 pessoas acamparam na Praça da Leitura, em São Brás, desde o último dia 15. Outro acampamento foi montado também na curva do 'S', onde ocorreu o enfrentamento entre sem-terra e policiais militares em 1996.
Ontem, exatamente às 17 horas, horário em que ocorreu o massacre, foram realizados atos ecumênicos nos dois locais, para lembrar a memória dos que foram mortos e pedir reforma agrária no país. As manifestações fizeram parte da Jornada de Luta pela Reforma Agrária, segundo Ulisses Manaçás, representante da coordenação nacional do MST. 'Hoje (ontem), temos atos políticos acontecendo nos 24 Estados brasileiros para lembrar o massacre', disse.
Em Belém, o dia começou com debates sobre a conjuntura no Brasil e as lutas dos movimentos sociais pela reforma agrária. As plenárias ocorreram num clube localizado na avenida Almirante Barroso, com a participação da presidente estadual do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Aracely Lemos, e Luiz Arnaldo Campos, que integra a coordenação do Fórum Social Mundial, que ocorrerá em Belém no próximo ano.
Hoje, às 8 horas, os sem-terra acampados em São Brás marcharão até a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), onde esperam ser recebidos em audiência pelo superintendente do órgão, Cristiano Martins. 'O central para nós nessa audiência é tratar da situação de dez acampamentos que precisamos assentar no Pará. Esse procedimento envolve o cadastro das famílias que estão acampadas e a viabilização de linhas de créditos e de infraestrutura para que os pequenos produtores possam começar a plantar', disse Ulisses sobre as áreas localizadas em Irituia, Capitão Poço, Acará, Santa Bárbara e Mosqueiro.
Ele preferiu não comentar a ocupação da Estrada de Ferro da Companhia Vale do Rio Doce, em Parauapebas, ato político realizado na manhã de ontem por sem-terras.
Fonte: Portal ORM
Sá April 21st, 2008, 05:54 PM Não aguento mais ver esta corja comandada por bandidos e fanáticos e Lula ainda dando apoio.
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