GIM
May 8th, 2008, 08:46 PM
Produção da Mina do Ouro será triplicada
Marinella Castro - Estado de Minas
A Rio Paracatu Mineração (RPM), maior investimento no Brasil da empresa canadense Kinross Gold Corporation, acaba de obter licença ambiental de operação e inicia em julho a primeira etapa do projeto de expansão da Mina do Ouro, no Noroeste de Minas. A produção será triplicada, o que significa que as 5 milhões de toneladas/ano do metal, produzidas hoje, passaram, em setembro, a 15 milhões de toneladas.
Com a expansão, serão investidos US$ 540 milhões. Ontem, a RPM anunciou a transferência de seu escritório administrativo de Brasília para Belo Horizonte. “Uma mudança operacional estratégica, já que nossa maior mina está em Minas Gerais”, justificou Luis Alberto Alves, diretor de Operações da Kinross no Brasil.
As atividades da Rio Paracatu Mineração têm encontrado resistência por parte da população local, que critica a exploração do metal a céu aberto. Em documento encaminhado pela Fundação Acangaú para Conservação e Desenvolvimento Sustentável ao governo do estado algumas reivindicações são estabelecidas, entre elas a composição de um fundo no valor de R$ 2 bilhões, para recomposição de danos, a ser usado no prazo de 30 anos, quando se encerra a operação da mineradora no município.
Ainda ontem, a RPM anunciou investimento de R$ 5,5 milhões para revitalização do Córrego Rico, importante curso d’água de Paracatu. A medida ambiental compensatória foi ajustada com o Ministério Público. O presidente da Fundação Acangaú, Sérgio Ulhoa Dani, também médico geneticista, diz que a maior preocupação é com o futuro. “A atividade mineradora é agressiva.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EBA) mostra que a contaminação de indivíduos pelo arsênio, presente no ar e nas lagoas de rejeito, geram um gasto ao governo de US$ 6 milhões por habitante”. Vitor Hugo Belo, gerente- geral da RPM, ressalta que todas as ações são aprovadas pelos órgãos ambientais.
Nada mais natural. Se a mina é em Minas...
Marinella Castro - Estado de Minas
A Rio Paracatu Mineração (RPM), maior investimento no Brasil da empresa canadense Kinross Gold Corporation, acaba de obter licença ambiental de operação e inicia em julho a primeira etapa do projeto de expansão da Mina do Ouro, no Noroeste de Minas. A produção será triplicada, o que significa que as 5 milhões de toneladas/ano do metal, produzidas hoje, passaram, em setembro, a 15 milhões de toneladas.
Com a expansão, serão investidos US$ 540 milhões. Ontem, a RPM anunciou a transferência de seu escritório administrativo de Brasília para Belo Horizonte. “Uma mudança operacional estratégica, já que nossa maior mina está em Minas Gerais”, justificou Luis Alberto Alves, diretor de Operações da Kinross no Brasil.
As atividades da Rio Paracatu Mineração têm encontrado resistência por parte da população local, que critica a exploração do metal a céu aberto. Em documento encaminhado pela Fundação Acangaú para Conservação e Desenvolvimento Sustentável ao governo do estado algumas reivindicações são estabelecidas, entre elas a composição de um fundo no valor de R$ 2 bilhões, para recomposição de danos, a ser usado no prazo de 30 anos, quando se encerra a operação da mineradora no município.
Ainda ontem, a RPM anunciou investimento de R$ 5,5 milhões para revitalização do Córrego Rico, importante curso d’água de Paracatu. A medida ambiental compensatória foi ajustada com o Ministério Público. O presidente da Fundação Acangaú, Sérgio Ulhoa Dani, também médico geneticista, diz que a maior preocupação é com o futuro. “A atividade mineradora é agressiva.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EBA) mostra que a contaminação de indivíduos pelo arsênio, presente no ar e nas lagoas de rejeito, geram um gasto ao governo de US$ 6 milhões por habitante”. Vitor Hugo Belo, gerente- geral da RPM, ressalta que todas as ações são aprovadas pelos órgãos ambientais.
Nada mais natural. Se a mina é em Minas...