Patrick-RJ
June 6th, 2008, 12:53 AM
Cabo Frio: aeroporto quer atrair empresas
Jornal do Commercio, 05/jun
O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, operado pela companhia Costa do Sol, quer agregar ao seu território uma série de indústrias e se transformar em um complexo logístico industrial. Com o apoio do secretário de Desenvolvimento Econômico, Petróleo, Indústria e Comércio, Julio Bueno, o administrador geral da companhia, Francisco Pinto, acredita que conseguirá em breve atrair empresas que estejam interessadas em se instalar na região.
Segundo o administrador, o projeto de sua companhia é muito mais ambicioso do que um simples aeroporto de carga e passageiros. "É muito mais do que isso. Queremos viabilizar um complexo logístico industrial em torno do aeroporto. Temos muitas facilidades, como a possibilidade de dois milhões de metros quadrados de área alfandegada e localização estratégica", disse Pinto.
A estrutura do aeroporto e a localização já começaram a fazer efeito positivo. No dia 14 de maio, o aeroporto realizou a sua primeira operação aéreo-cargueira internacional. Mais de 24 toneladas, oriundas de Bruxelas, na Bélgica, desembarcaram em Cabo Frio, com um valor aproximado de US$ 2 milhões. A empresa que utilizou os serviços é do ramo de petróleo e tinha como objetivo transportar equipamentos para Macaé.
"Em menos de 48 horas toda a carga já estava no armazém do cliente. É uma marca para comemorar, já que esta operação normalmente é mais demorada. O representante da empresa gostou muito e pretende continuar trabalhando conosco", disse o administrador geral Francisco Pinto.
Petróleo
A proximidade com a região de Macaé, que comporta uma série de empresas do ramo do petróleo não é a única vantagem de localização exaltada por Pinto. Segundo ele, estar próximo do Porto do Forno, em Arraial do Cabo também pode ser uma vantagem, já que a área terrestre do porto não é muito grande.
"Podemos funcionar como retro área por causa de seu pequeno espaço terrestre. Além disso, não estamos distantes do Rio de Janeiro (cerca de 140 km) e podemos ser uma boa alternativa para determinadas empresas", afirmou.
O presidente do aeroporto, Murilo Junqueira, afirmou que a possibilidade de expandir o recebimento de aviões de carga será muito importante para o desenvolvimento da região. "Demos um importante passo para enfatizar nosso compromisso com o modelo empresarial eficiente", disse.
Jornal do Commercio, 05/jun
O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, operado pela companhia Costa do Sol, quer agregar ao seu território uma série de indústrias e se transformar em um complexo logístico industrial. Com o apoio do secretário de Desenvolvimento Econômico, Petróleo, Indústria e Comércio, Julio Bueno, o administrador geral da companhia, Francisco Pinto, acredita que conseguirá em breve atrair empresas que estejam interessadas em se instalar na região.
Segundo o administrador, o projeto de sua companhia é muito mais ambicioso do que um simples aeroporto de carga e passageiros. "É muito mais do que isso. Queremos viabilizar um complexo logístico industrial em torno do aeroporto. Temos muitas facilidades, como a possibilidade de dois milhões de metros quadrados de área alfandegada e localização estratégica", disse Pinto.
A estrutura do aeroporto e a localização já começaram a fazer efeito positivo. No dia 14 de maio, o aeroporto realizou a sua primeira operação aéreo-cargueira internacional. Mais de 24 toneladas, oriundas de Bruxelas, na Bélgica, desembarcaram em Cabo Frio, com um valor aproximado de US$ 2 milhões. A empresa que utilizou os serviços é do ramo de petróleo e tinha como objetivo transportar equipamentos para Macaé.
"Em menos de 48 horas toda a carga já estava no armazém do cliente. É uma marca para comemorar, já que esta operação normalmente é mais demorada. O representante da empresa gostou muito e pretende continuar trabalhando conosco", disse o administrador geral Francisco Pinto.
Petróleo
A proximidade com a região de Macaé, que comporta uma série de empresas do ramo do petróleo não é a única vantagem de localização exaltada por Pinto. Segundo ele, estar próximo do Porto do Forno, em Arraial do Cabo também pode ser uma vantagem, já que a área terrestre do porto não é muito grande.
"Podemos funcionar como retro área por causa de seu pequeno espaço terrestre. Além disso, não estamos distantes do Rio de Janeiro (cerca de 140 km) e podemos ser uma boa alternativa para determinadas empresas", afirmou.
O presidente do aeroporto, Murilo Junqueira, afirmou que a possibilidade de expandir o recebimento de aviões de carga será muito importante para o desenvolvimento da região. "Demos um importante passo para enfatizar nosso compromisso com o modelo empresarial eficiente", disse.