Pelha
July 8th, 2008, 03:41 AM
Bom acho que isto já por aqui andou.. Não passando isto de uma utopia não deixa de ser digno de interesse.. :)
http://i237.photobucket.com/albums/ff84/Pelha/6c09b002.jpg
Em 2005, foi planeado um projecto de criar uma ilha artificial flutuante sustentável no centro do Estuário do Tejo, onde pudesse ser obsvervada uma forma de vida urbana para o século XXI, orientada pelo fim da dependência do petróleo - recurso energético escasso e cada vez mais caro. O autor do projecto deu à ilha o nome de "Amores" em homenagem a Luiz de Camões e inseriu-o numa eventual candidatura de Lisboa à realização dos Jogos Olímpicos de 2020.
http://i237.photobucket.com/albums/ff84/Pelha/06011529.jpg
Sol, água e vento. Estas três fontes de energia tornam independente e ecológica a enorme ilha artificial que flutua no Tejo. A ilha-cidade funciona como se fosse uma gigantesca estrutura modulada, onde cada módulo tem água, luz e tudo o mais obtidos a partir de fontes renováveis. A concepção da Ilha pressupõe a introdução de novas tecnologias e “novos materiais inteligentes”.
"Um edifício flutuante, que pode crescer e diminuir, mover-se de e para qualquer ponto, de superfície irregular, utilizando o movimento das águas e do ar como gerador de energia, e fazendo das flutuações e da diferença de temperatura outro elemento importante. A degradação dos recursos naturais e o crescimento continuo da população mundial, concentrada principalmente nas cidades, tem nos conduzido a um estado de insustentabilidade, onde é crescente a redução de solo fértil. Diante desse quadro é imprescindível a criação de planos de ação para efetivar e consolidar a sustentabilidade, repensando os sistemas construtivos e as relações homem e meio, propondo novas possibilidades de ocupação das superfícies do planeta.
http://i237.photobucket.com/albums/ff84/Pelha/6c09b002.jpg
Em 2005, foi planeado um projecto de criar uma ilha artificial flutuante sustentável no centro do Estuário do Tejo, onde pudesse ser obsvervada uma forma de vida urbana para o século XXI, orientada pelo fim da dependência do petróleo - recurso energético escasso e cada vez mais caro. O autor do projecto deu à ilha o nome de "Amores" em homenagem a Luiz de Camões e inseriu-o numa eventual candidatura de Lisboa à realização dos Jogos Olímpicos de 2020.
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Sol, água e vento. Estas três fontes de energia tornam independente e ecológica a enorme ilha artificial que flutua no Tejo. A ilha-cidade funciona como se fosse uma gigantesca estrutura modulada, onde cada módulo tem água, luz e tudo o mais obtidos a partir de fontes renováveis. A concepção da Ilha pressupõe a introdução de novas tecnologias e “novos materiais inteligentes”.
"Um edifício flutuante, que pode crescer e diminuir, mover-se de e para qualquer ponto, de superfície irregular, utilizando o movimento das águas e do ar como gerador de energia, e fazendo das flutuações e da diferença de temperatura outro elemento importante. A degradação dos recursos naturais e o crescimento continuo da população mundial, concentrada principalmente nas cidades, tem nos conduzido a um estado de insustentabilidade, onde é crescente a redução de solo fértil. Diante desse quadro é imprescindível a criação de planos de ação para efetivar e consolidar a sustentabilidade, repensando os sistemas construtivos e as relações homem e meio, propondo novas possibilidades de ocupação das superfícies do planeta.