View Full Version : Triângulo Mineiro e Zona da Mata perdem investimentos para estados vizinhos devido as altas tarifas fiscais praticadas por Minas Gerais!


guzzz
July 19th, 2008, 03:26 AM
Sem incentivos, JF perde mais investimentos para o Rio

Flávia Lopes
Tribuna de Minas

A falta de benefícios fiscais e de políticas de incentivo às indústrias instaladas em Juiz de Fora, além da agressividade das cidades do interior do Rio de Janeiro na oferta dessas vantagens, têm levado para fora investimentos que poderiam ser feitos por aqui. Atraídas por alíquotas de ICMS que chegam a 2%, isenção de IPTU, ISS, cessão de terrenos e financiamentos a juros baixos, empresas locais têm optado pela transferência ou implantação de novas unidades na Região Centro Sul fluminense.

O movimento de migração de empresas não é novo, mas vem crescendo, o que preocupa as entidades que representam as indústrias na região e os sindicatos de trabalhadores, que temem pela perda de postos. Depois da ida de uma unidade da Paraibuna Embalagens para Sapucaia, no Rio, a cidade perderá agora investimentos da Módulo Metais, tradicional no ramo metalúrgico, que transferirá, até o final do ano, cerca de 40% de sua produção para Três Rios. Outra empresa que irá levar 75% de sua produção para a mesma cidade, ainda este ano, é a AG Plast, que fabrica frascos plásticos para bebidas, hoje instalada no Distrito Industrial do Milho Branco. No início deste mês, foi a vez de a Pró-Vida inaugurar uma nova fábrica em Quiçamã, também no estado do Rio.

Segundo diretora da Módulo Metais, Ana Lúcia Machado Sabino, os benefícios fiscais, sobretudo a alíquota de ICMS cobrada em Três Rios - de 2%, contra os 12% pagos em Minas -, foram os principais fatores que contribuíram pela escolha da cidade fluminense. “Só a redução de impostos já foi suficiente para nos atrair. Com isso, teremos condições de ter preços mais competitivos no mercado, já que somos um empresa pequena dentro do nosso segmento.” A Módulo Metais tem hoje cerca de cem funcionários, e a intenção, segundo Ana Lúcia, é de manter cerca de 40 na nova planta da empresa. “A idéia é aproveitar o pessoal que já trabalha aqui, pois (Três Rios) é muito próximo, e a mão-de-obra já está treinada.”

Apoio de prefeitura
Para o proprietário da AG Plast, Anderson Cardoso, além do ICMS de 2%, também contaram pontos para a escolha de Três Rios o apoio da prefeitura do município, como a isenção de IPTU por 25 anos, subsídio na aquisição do terreno, agilidade na emissão de licença ambiental, além de isenção de taxa para o alvará de construção. “Já concluímos a terraplanagem no terreno, e a previsão é de que as obras tenham início este mês.” A empresa possui hoje 128 funcionários em Juiz de Fora e, segundo Cardoso, a previsão é de que sejam mantidos apenas 25% deles na cidade e contratados novos em Três Rios.

O empresário afirma que falta iniciativa por parte da administração local. “A gente quer investir, mas não encontra apoio. A Prefeitura fez uma lei que dá incentivo às empresas que se instalarem em distritos industriais até o fim deste ano, mas não dá vantagens para quem já está produzindo aqui. Porque não dar os mesmos benefícios para todos?”, questiona. Ele calcula que apenas com o IPTU que paga nos cinco galpões que ocupa no Milho Branco, a economia será de R$ 12 mil anuais em Três Rios.

Com sua nova fábrica no município de Quiçamã, a Pró-Vida passou a produzir açúcar mascavo, ficando próximo de seus fornecedores de cana-de-açúcar. Mas não foi esse o fator que motivou a ida da empresa, segundo o gestor de negócios Paulo Sérgio Araújo. Além de oferecer ICMS de 7% - bem abaixo dos 18% pagos na planta de Juiz de Fora -, a prefeitura da cidade cedeu o terreno e concedeu isenção de IPTU. A planta começa suas atividades com 20 funcionários, mas a previsão é de expandir para 50 com o incremento do negócio. “A intenção era continuar em Juiz de Fora, mas fizemos várias tentativas de redução de impostos, sem êxito. A cidade só possui políticas de incentivo para quem vem de fora”, queixa-se.

Emprego de má qualidade e reforma tributária
Para o presidente da Fiemg Regional Zona da Mata, Francisco Campolina, mais grave que a perda de investimentos é a incapacidade de Juiz de Fora de atrair novas indústrias. [/B]Ele destaca a falta de um política industrial e cobra iniciativas do Estado e do Município. “Nossa alternativa é entrar na guerra fiscal. O empresário vai para onde consegue maior lucratividade e, com isso, estamos perdendo muitas empresas.”

Campolina não menciona o número de indústrias que deixaram a cidade, mas afirma que a situação é preocupante. Segundo ele, a Fiemg tem feito contatos para a atração de empresas, mas o argumento tem sido fraco. “Medidas como isenção de IPTU são necessárias, mas não adianta ofertar isso se a cidade não tem áreas para serem doadas.”

Em Além Paraíba, a Associação Comercial realizou audiência pública com deputados da Assembléia e reuniu-se, na semana passada, com o governador Aécio Neves (PSDB), para apresentar projeto de redução de ICMS. Segundo o presidente da associação, Fernando Junqueira, cerca de 60 indústrias saíram da cidade nos últimos anos, e hoje restam 14 ou 15.

Sindicatos de trabalhadores também temem o avanço da evasão de empresas e, conseqüentemente, de empregos. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Geraldo Werneck, ressalta que, mesmo continuando próximas a Juiz de Fora, a manutenção de postos nessas indústrias é remota. “Ao fechar com governos, é exigida uma contrapartida, como a geração de empregos.” O presidente da CUT Regional Zona da Mata, Péricles Lima, critica a política de guerra fiscal. “Grandes empresas estão migrando para regiões com baixos salários e sem sindicatos fortes. Quem mais perde é o trabalhador.”

Para o professor de finanças da FEA/UFJF Marcus David, a guerra fiscal, sob a avaliação econômica, é sempre nociva para a estrutura do estado. "É uma renúncia de recursos públicos para transferência particular, que amplia o processo de concentração de renda." Segundo ele, uma alternativa a isso seria a reforma tributária. "A essência dela é superar esta guerra, mas esbarra em conflitos políticos."

Política agressiva de atração de indústrias
A Prefeitura de Três Rios, destino da maioria das empresas ouvidas pela Tribuna, criou um órgão especialmente para os investidores, a Companhia de Desenvolvimento Trirriense. A meta é minimizar o processo burocrático. Segundo o prefeito da cidade, Celso Jacob (PMDB), é oferecida consultoria às empresas interessadas, fornecendo, com agilidade, todas as informações e documentos necessários - como alvarás e licenciamentos ambientais. “O retorno não vem rápido, apenas em longo prazo, mas, a partir de 2010, conseguiremos colher benefícios.”

Outro órgão que tem trabalhado na atração desses investimentos é a Investe Rio, responsável pela ida da Paraibuna Embalagens para Sapucaia. Segundo o diretor-presidente, Maurício Chacur, as alíquotas de ICMS são os grandes atrativos. “Há dez anos, o interior do Rio respondia por 32% do total do PIB do estado. Hoje, a capital já está atrás, com 49%.”

O secretário de Indústria, Comércio e Turismo da PJF, Paulo César Machado, rebate as críticas sobre a falta de incentivos da Prefeitura. Segundo ele, o maior problema hoje é o ICMS, de responsabilidade do estado. “Não temos conhecimento de empresas que estejam saindo por conta de falta de incentivo da Prefeitura. Desde que o José Eduardo (Araújo, PR) assumiu (a PJF), a ordem é negociar com todas elas.” A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico foi procurada pela Tribuna desde quarta-feira, mas não retornou as ligações

www.tribunademinas.com.br

Uberlândia perde de fato, entreposto da Zona Franca de Manaus para Goiás
Data:18/07/2008

Alcides concretiza entreposto em Goiás

O governador Alcides Rodrigues (PP) deu ontem o passo decisivo que faltava para retribuir o presente que recebeu da população de Anápolis, em sua eleição de governador, em 2006: a assinatura de um protocolo de intenções com governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), para a implantação de um entreposto da Zona Franca de Manaus no Distrito Agroindustrial da cidade.

O entreposto, que nada mais é do que um posto avançado da Zona Franca, terá a finalidade de receber ali os produtos fabricados em Manaus, só tendo que pagar os impostos na hora da comercialização com os estabelecimentos varejistas.

O depósito terá grande impacto na economia goiana pela geração de emprego e movimentação de mercadorias e cargas. Ele vai ter capacidade de abastecer 126 milhões de consumidores em todo o País, o que representa dois terços da população brasileira, em apenas 24 horas, que hoje é de 20 dias. O entreposto vai funcionar em uma área de 500 mil metros quadrados e deve gerar dez mil empregos.

Alcides admitiu a existência de uma relação de amor e de carinho entre ele e o povo anapolino. Na eleição para o governo do Estado, em 2006, ele recebeu nada menos que 67% dos votos no primeiro turno, contra 20% do segundo colocado e 77% contra 23% contra o segundo colocado no segundo turno. Antes, ele também foi nomeado interventor na prefeitura local, quando teve a oportunidade de sanar as finanças e pôr ordem a desorganização administrativa ocorrida na administração do então prefeito afastado, Ernani de Paula, como, por exemplo, o atraso no pagamento de várias folhas dos servidores municipais.

“Está provado que nós queremos o bem de Anápolis, o governo e especialmente o governador Alcides, que tem uma relação muito grande com aquela cidade, onde tenho grandes amizades, fui interventor e agora levamos a ela esse grande benefício que toda cidade gostaria de receber”, declarou Alcides, a uma emissora de rádio da “Manchester” goiana. Em seu discurso lido durante a solenidade de assinatura do protocolo, Alcides agradeceu a boa vontade do governador Eduardo Braga, para que Anápolis fosse a cidade escolhida para a implantação do Entreposto. O governador ressaltou ainda o empenho e a dedicação dos secretários Jorcelino Braga (Fazenda) e Oton Nascimento Júnior (Planejamento) para que Anápolis fosse a escolhida para receber o benefício.

MAIS EMPREGOS
Eduardo Braga parabenizou Goiás e Anápolis, nas pessoas do governador Alcides Rodrigues e do prefeito interino, Atair Pio (PP), pela luta na busca do Entreposto e previu que centenas de novos empregos serão gerados no município, com a instalação daquela unidade. Destacou a localização geográfica da cidade e sua boa infra-estrutura no setor de transporte, principalmente, com fatores que contribuíram na escolha de Anápolis para a instalação do Entreposto.

Segundo o diretor superintendente do Porto Seco de Anápolis, Edson Tavares, a expectativa é de que o Entreposto já funcione no final deste ano.

A definição por Anápolis para a implantação do entreposto é um fato que dará grande contribuição ao longo do tempo, para o processo de desenvolvimento do Estado. A avaliação é do secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, para quem, à medida que novas empresas venham se instalar em Anápolis, mais geram empregos e riquezas no Estado.
Braga teve papel relevante, como Oton Nascimento (Seplan), na condução das negociações com o governo amazonense.
Política
‘PMDB se pauta por nossas propostas’
Alcides concretiza entreposto em Goiás
Aliados serão contemplados
Marlúcio critica venda de usina
Comitê de Maguito movimenta jovens
TV vira trunfo para candidatos

http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=18029


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Isso que é desenvolvimento!
:banana::banana::banana::banana:

quid
July 19th, 2008, 03:39 AM
Guerra fiscal burra, reforma tributária urgente.

Que baita diferença também, assim não dá para competir, de 12% para 2%.

Valter
July 19th, 2008, 07:55 AM
Cara olha o tanto que a política nesse país é ridícula! Uberlândia já tem toda a estrutura pronta pra esse entreposto e sem dúvida nenhuma é a melhor escolha! Foi uma decisão puramente política onde qualquer argumento técnico foi deixado de lado :ohno:

Gabriel Brasil
July 19th, 2008, 02:06 PM
Uberlândia tem muita capacidade...
É uma pena...
E cadê?
Cadê o Aécio?
O que ele diz agora do seu "Milagre Fiscal"?
Se não me engano o IMCS geral é de 18%...
Em Goiás acho eu,é de 6%...
Dá pra competir?
Não bastasse isso,ainda tem a substituição tributária,que é um imposto para produtos de outros estados...
Na RM de BH deu certo,agora o abastecimento com produção mineira aumentou...
Mas e quanto regiões que ependiam e dependem de outros estado?
Triângulo depende de muito de SP e Zona da Mata de RJ...
Apenas ganhamos um imposto...
Protecionismo só ajuda nas regiões com muita indústria,na Região Central por exemplo...
E nas grandes regiões de divisa?
E o Triângulo,que ao norte,tem um estado com baixos impostos que está no embalo do desenvolvimento...
Ao sul tem simplismente o estado com a maior economia do país...
Se não tivermos a Reforma Fiscal já,o Triângulo e a Zona da Mata só tendem a perder mas e mais investimentos...

Gabriel Brasil
July 19th, 2008, 02:08 PM
Bom...
Agora lá vamos nós né...
Quando defendia a emancipação política do Triâgulo,diziam:
"Não,agora com esses investimentos pro Triângulo,principalmente o entreposto,você ainda quer separar?"
E agora?
Minha sede emancipacionista só aumentou...
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

Emancipação já...

DanielHemerson
July 19th, 2008, 03:29 PM
o Entreposto da ZFM num vai vim pra udia nao?

lucasluzmg
July 19th, 2008, 03:39 PM
a proporçao de perda de investimento realmente é muito alta, e vem a anos afio...exemplo as proprias montadoras da Mitsubishi em Catalão...utilizam toda a infra-estrutura logistica (ate aeroporto) de Uberlândia, que esta apenas a 100km de distancia, mas o investimento ta do lado de Goias. Passou d´hora de Minas ao menos abaixar essa aliquota e deixar de ser a MAIOR do Brasil. O poder de desenvolvimento do Estado é GIGANTESCO, mas, parece que ta ficando para tras com essa politica de "nao querer entrar na Guerra".
Imagina, Minas, com toda a estrutura que possuí, com uma aliquota de ICMS semelhante aos Estados circunvizinhos...aposto com quem quizer, que o investimento fixaria era aqui!

Romulo BHZ
July 19th, 2008, 04:29 PM
Bom...
Agora lá vamos nós né...
Quando defendia a emancipação política do Triâgulo,diziam:
"Não,agora com esses investimentos pro Triângulo,principalmente o entreposto,você ainda quer separar?"
E agora?
Minha sede emancipacionista só aumentou...
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

Emancipação já...

:lol::lol::lol::cheers::nuts:

Romulo BHZ
July 19th, 2008, 04:35 PM
ICMS de 2% é suicídio!

Guera fiscal burra onde o estado e apopulação só perdem, empresas assim eu não quero para o meu estado!

Engraçado é que cidades como Valadares, Sete Lagoas, Ipatinga, Betim, etc. Continuam atrainda gigantes como Aracruz, Ambev, Iveco, Fiat, Usiminas...

Roupa suja se lava em casa. Ja está na hora das cidades fazerem sua parte e pararem de por a culpa de tudo de ruim que acontece no governo do estado.

E quanto a essa balela de emancipação e quetales... Vão em frente, se emancipem e baixem o ICMS de vocês a 2% e vamos vêr por quanto tempo o estado resiste...:cheers:

guzzz
July 19th, 2008, 05:38 PM
O Aécio fez todos de bobo, a população e o Prefeito daqui, porque foi o Aécio quem anunciou!

ESMAwar
July 19th, 2008, 05:54 PM
Oque vcs não entendem é que isso é
um problema nacional!
Aécio não iria baixa o ICMS se isso ferrasse
o seu o CHOQUE DE GESTÂO dão elogiado mundialmente!

O BRASIL(Não Minas!) nessecita de uma reforma tributaria
e a regularização da guerra fiscal se não acontece nós viramos
como pode!E pode ter certeza que não é ficando com Déficits
nos finais de ano!

Inconfidente
July 19th, 2008, 06:01 PM
O que a reportagem não fala é que a economia de Minas cresce acima da média nacional. :|
Nossa, tem cada notícia tosca! :nuts:

Inconfidente
July 19th, 2008, 06:16 PM
Minas Gerais fechou o primeiro semestre como o segundo Estado na criação absoluta de empregos e o terceiro no ranking dos que mais criaram proporcionalmente ao número de vagas existentes no fim de 2007. Segundo levantamento mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de janeiro a junho, foram criadas 218.490 vagas de trabalho nas 100 cidades pesquisadas no Estado, crescimento de 7,01%, contra a média nacional de 4,7% no período. Nenhum setor da economia mineira teve saldo negativo no semestre. Entre as cidades, os destaques foram Monte Carmelo, no Alto Paranaíba, Três Pontas, no Sul de Minas, e Nanuque, no Vale do Jequitinhonha.

“Tivemos um crescimento generalizado nos setores econômicos e nas diferentes regiões de Minas. O crescimento do número de empregos formais é sempre um fator animador para quem trabalha pelo desenvolvimento do Estado, já que esses novos postos significam mais dinheiro em circulação e melhores condições de vida para milhares de mineiros”, disse o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Raphael Guimarães Andrade.

Proporcionalmente, o setor que mais empregos criou foi a agricultura, com crescimento de 28,34%, em relação ao número de postos existentes no setor no final de 2007. Outros setores que registraram expansão de duas casas decimais foram a construção civil (13,82%), e as indústrias de calçados (11,77%) e de alimentos e bebidas (11,6%).

Outros setores como a administração pública (9%), a indústria de material de transporte (7,36%) e ensino (7,10%), tiveram desempenho melhor do que a média mineira do semestre. Apenas o comércio varejista teve resultado abaixo de 1% de crescimento, registrando 0,95% no semestre.

Em números absolutos, os destaques foram as atividades agrícolas, com 78,7 mil empregos, seguido do setor de serviços (49,3 mil), da indústria de transformação (42,9 mil) e da construção civil (31,3 mil).

Cidades

A Região Metropolitana de Belo Horizonte é a que registrou melhor desempenho no País. O crescimento no semestre foi de 4,85%, resultado bem acima da média das nove capitais avaliadas, que ficou em 3,68%. Na região foram criados, ao todo, 57,1 mil empregos. Três cidades da RMBH aparecem entre as dez que mais criaram empregos no período. Belo Horizonte ocupa o primeiro posto, com 36,5 mil vagas. Contagem (6,2 mil) e Betim (5 mil) ocupam o terceiro e quarto lugares.

Das cidades do interior, Uberlândia é o destaque, já que ficou atrás apenas da capital (essa é pros chorões de plantão) no número absoluto de empregos criados, com 6,6 mil. Completam a lista das dez mais: Juiz de Fora (3,5 mil), Nova Serrana (2,9 mil), Três Pontas (2,88 mil), Patrocínio (2,87 mil), Ipatinga e Sete Lagoas (2,85 mil cada).

Proporcionalmente, no entanto, a cidade campeã de crescimento foi Monte Carmelo que chegou à variação de 39,63% em relação ao número de empregos formais registrados em 2007. O principal alavancador desse resultado foi a agropecuária, com expansão de 169,47%, o corresponde a 2.537 vagas, ou 93,3% de todos os empregos no período.

Outro destaque foi a cidade de Três Pontas, que também contou com a agropecuária para crescer, na média geral, 33,59%. O setor registrou taxa de expansão de 68,11%, com criação de 2,5 mil postos. A cidade também contou com bom desempenho da indústria (18,34%) e do setor de serviços (11,02%).

A cidade do Sul de Minas foi seguida de perto por um município do Vale do Jequitinhonha. Nanuque teve crescimento médio de 33,43%, puxado em especial pela indústria da transformação (93,42%), o correspondente a quase 1,4 mil empregos, e pela construção civil, com 30,22% de expansão.

As outras cidades que aparecem na lista de maiores criadoras de emprego são Boa Esperança (28,98%) e Machado (24,37%), ambas do Sul de Minas, Patrocínio (20,83%), no Alto Paranaíba, João Pinheiro (19,95%), no Noroeste, Alfenas (17,9%), também no Sul de Minas, Brasília de Minas (17,34%), localizada no Noroeste do Estado, e Nova Serrana (16,38%), cidade do Centro-Oeste.

Veja quadro sobre crescimento proporcional e absoluto por município
http://img210.imageshack.us/img210/5753/quadro1nc5.jpg

Fonte: Minas On-line (https://www.mg.gov.br/portalmg/do/noticias?op=estruturaConteudo&opMenu=hoje&coConteudo=55762&coSeqOrigemAcesso=7&coSeqPagina=13)

Rafael_BH
July 19th, 2008, 06:42 PM
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..


A-DO-REI!!!!!!!!!!!!!
Vilão de novela mexicana!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Inconfidente
July 19th, 2008, 06:45 PM
B
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

:nuts:

:lol:

:hilarious

:rofl:

sbarbosa
July 19th, 2008, 06:52 PM
POis´é... se Minas com esse imposto e com esse governo ainda consegue crescer, imagina se tivermos um governo decente de verdade, menos mídia e mais ação, que saiba usar a diversidade de recursos que tem nesse estado, o que seríamos...

sbarbosa
July 19th, 2008, 06:53 PM
Nossa iniciativa privada faz milagres! (os que ainda estão no estado)

banzo
July 19th, 2008, 07:38 PM
Patos de Minas talvez tenha sido a cidade que mais tenha sofrida com a guerra fiscal e os benefícios oferecidos por Estados como Goiás.Chegou a hora de uma reforma tributária,ou o Estado entrar pra valer,os dados econômicos como pib per capita do Estado são ridículos,assim como a renda média do mineiro.

quid
July 19th, 2008, 07:48 PM
Por isso que o Aécio é o governador que mais quer a reforma tributária, mas interessante que isso não impede que novos investimentos vão para Minas como a nova fábrica da Aracruz.

MasterPE
July 19th, 2008, 07:59 PM
INCENTIVO FISCAL agressivo é tirar do povo e dá para as empresas e em troca conseguir emprego.

Lógica macabra.

Marcelo Victor
July 19th, 2008, 08:32 PM
o Aécio ta preocupado com a Copa do Mundo....em papar Modelo. e é claro na eleições:lol:

Rcrd
July 19th, 2008, 08:58 PM
Bom...
Agora lá vamos nós né...
Quando defendia a emancipação política do Triâgulo,diziam:
"Não,agora com esses investimentos pro Triângulo,principalmente o entreposto,você ainda quer separar?"
E agora?
Minha sede emancipacionista só aumentou...
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

Emancipação já...

Ui... Ui...
Ameaça no forum...


:nuts::lol:

Inconfidente
July 19th, 2008, 09:42 PM
^^ :rofl:

Marcelo Victor
July 19th, 2008, 09:51 PM
vamo parar q isso vai dar briga:ohno:

Rcrd
July 19th, 2008, 09:57 PM
Parar nada... Tem continuar ate o dia que alguem tomar uma providencia com ele... Depois disso o que vem? O que esta sendo esperado pra tomarem providencias?

Lucianors
July 19th, 2008, 10:57 PM
Bom...
Agora lá vamos nós né...
Quando defendia a emancipação política do Triâgulo,diziam:
"Não,agora com esses investimentos pro Triângulo,principalmente o entreposto,você ainda quer separar?"
E agora?
Minha sede emancipacionista só aumentou...
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

Emancipação já...


Nossa senhora !!!!! :lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol:

DanielHemerson
July 20th, 2008, 12:38 AM
é impressao minha, ou os cara de BH vieram aki nesse thread para zoar da cara dos foristas do interior pelas cidades deles terem perdido investimentos. :bash::bash:

guzzz
July 20th, 2008, 01:07 AM
Novos empregos é um fenômeno nacional e não se restringe a Minas Gerais!

Inconfidente
July 20th, 2008, 02:29 AM
^^ Mas em Minas está acima da média nacional.

é impressao minha, ou os cara de BH vieram aki nesse thread para zoar da cara dos foristas do interior pelas cidades deles terem perdido investimentos. :bash::bash:

Haja complexo de inferioridade, hein!
A gente tá zuando um forista de Uberlândia por causa do comentário digamos "efusivo" da parte dele! :lol:

guzzz
July 20th, 2008, 02:46 AM
é impressao minha, ou os cara de BH vieram aki nesse thread para zoar da cara dos foristas do interior pelas cidades deles terem perdido investimentos. :bash::bash:

Concordo com vc...
zoar porque contra fatos não há argumentos:ohno:
são prepotentes, e não aceitam a verdade
a verdade é essa, em alto e bom tom:

Minas Gerais só tem "papo", propagandas na Globo para iludir:
"É assim que Minas avança, caminhando para frente sem deixar ninguém para trás",
será mesmo?????
O estado deve bilhões
Não briga por investimentos, matém nas alturas suas tarifas
e o pouco que tem vai para região central
vcs querem que nós ficamos calados????????

É brincadeira! Em dois anos de gestão agente só perde!:ohno:

Cadu-BH
July 20th, 2008, 02:55 AM
Bom...
Agora lá vamos nós né...
Quando defendia a emancipação política do Triâgulo,diziam:
"Não,agora com esses investimentos pro Triângulo,principalmente o entreposto,você ainda quer separar?"
E agora?
Minha sede emancipacionista só aumentou...
E se preparem povo de BH,lá vem um golpe que vocês sentirão por muito tempo..

Emancipação já...

se cada descontentamento se resolvesse com separação..., colega, cada bairro desse mundo seria um país. problema permanente em política de governo se resolve com mudança de governo e não com emancipação. às ruas, urbelandenses!

:]

afonso_bh
July 20th, 2008, 03:34 AM
O Aécio governa mais BH junto com o Pimentel e esquece do restante do estado.

nando02
July 20th, 2008, 01:15 PM
nao foi o aecio que levou asfalto e sinal de celular para todas as cidades do interior?
bom realmente o governo de minas poderia ser mais agressivo e atrair mais investimentos, nao so os investimentos multi milhonarios mais tbm criar um ambiente que proporcione o investimento de pequenas e medias empresas...
mas dai falar que ele so governa BH e brincadeira!

Lucianors
July 20th, 2008, 03:58 PM
Esse é o thread mais tosco e sem propósito da história do SSC !!!

Inconfidente
July 20th, 2008, 05:50 PM
Sinceramente, tem gente que não sai do próprio mundinho pra conhecer a realidade e sai ofendendo todo mundo. Acha que a vida é fácil em outras regiões, que o governo "rouba" de cá pra investir acolá por algum motivo misterioso e injusto.

O pior é que quem vai ser prejudicado é a própria pessoa, que está ficando com o filme cada vez mais queimado no fórum (na moderação também) e fazendo com que os foristas do Triângulo fiquem com uma má fama no fórum.

Quem não se lembra daqueles threads de separatismo que volta e meia eram postados e todos eram trancados...

Tem gente que não aprende, a hora que vier moderador metendo um banimento na cabeça vai ficar fazendo fake por aí e se humilhando pra voltar ao fórum como um forista do Triângulo já fez...

Driano MG
July 20th, 2008, 06:35 PM
Essa política fiscal é injusta, covarde e desumana, mas infelizmente é a realidade no Brasil, por isso é urgente a reforma tributária.

Detalhe, não sou contra diferenças de valor entre estados, acho até viável, só não sou de acordo com essas descrepâncias de valores entre estados vizinhos, um cobra 30 o outro 4, isso tem que ser revisto.

Agora não podemos culpar exclusivamnete só o governo estadual, apesar do Aécio ter deixado a Zona da Mata completamente abandonada ele trouxe bons investimentos pro estado, faz um governo relativamente bom eu acho.

O gde problema é que algumas cidades aqui da região dependem exclusivamente de algumas indústrias para se sustentarem, e elas estão saindo.

Juiz de Fora está numa situação até privilegiada em relação a Zona da Mata, não depende só de 1 ou 2 indústrias, o problema maior é com cidades como Além Paraíba, Visconde do Rio Branco, que estão perdendo sua única fonte de renda e empregos, isso é mto sério, e o governo estadual continua fazendo pouco caso com a nossa região. Reconheço que alguns prefeitos (Bejani e cia) são uma praga que se alastraram pela Zona da Mata, porém sem o apoio mais efetivo do estado não tem mesmo como competir com uma taxa tão mais baixa de impostos praticada pelo Rio por exemplo.

Infelizmente a Zona da Mata que vinha se recuperando economicamente pode voltar novamente a fase de estagnação e pobreza. :ohno:

Outro detalhe que queria falar, o Triângulo é uma região mto mais bem estruturada, tanto política como econômicamente, o impacto dessa debandada de empresas é bem menor do que na Zona da Mata.

E outra, já falei isso uma vez e vou falar novamente, essa região conseguiu um grau de desenvolvimento e independência econômica que as vezes é inviável ela depender de ações que só podem vir de BH, acaba atrapalhando o próprio desenvolvimento da região, que aliás pertencia a Goiás antes de tudo.

Sou a favor do Triângulo se tornar um estado sim, acho que seria melhor para a região e a longo prazo para o estado tb e outras regiões mais pobres de Minas.

Desculpem o desabafo mas é isso que eu acho.... :)

Inconfidente
July 20th, 2008, 06:54 PM
^^ Seu comentário tem boas intencões, Driano. Mas já vi que isso vai dar m*rda. A hora que algum forista de Uberlândia ler isso vai começar a confusão. :runaway:

ahas
July 20th, 2008, 07:44 PM
Acho toda essa discussão de emancipação e teorias conspiratórias chata e burra, mas uma coisa é fato: esse ICMS, e outras tarifas que são muito altas em Minas, beneficiam (ou prejudicam menos) o centro do Estado. É muito mais difícil pro Triângulo, Zona da Mata e acho que o Sul tb (norte do estado eu não sei) competir com os outros estados. Isso é uma questão de lógica, não adianta tentar defender o governo do Aécio nesse ponto.

Eu acho o governo do Aécio razoável pra bom no âmbito do estado inteiro, e bom pra ótimo pra região central do Estado.

Driano MG
July 20th, 2008, 10:52 PM
^^ Seu comentário tem boas intencões, Driano. Mas já vi que isso vai dar m*rda. A hora que algum forista de Uberlândia ler isso vai começar a confusão. :runaway:

O povo de Uberlândia tá mto radical mesmo.... Pode ficar tranquilo q foi só um comentário e minha opinião, não vou fazer passeata pró separação não, até pq eu não vivo nela nem sei se a maioria da população lá é a favor ou contra, e não vai ser um fórum ou camunidades do orkut que vai mudar a situação. :lol:

Acho toda essa discussão de emancipação e teorias conspiratórias chata e burra, mas uma coisa é fato: esse ICMS, e outras tarifas que são muito altas em Minas, beneficiam (ou prejudicam menos) o centro do Estado. É muito mais difícil pro Triângulo, Zona da Mata e acho que o Sul tb (norte do estado eu não sei) competir com os outros estados. Isso é uma questão de lógica, não adianta tentar defender o governo do Aécio nesse ponto.

Ah tb acho teorias de conspiração coisa mto chata, mas emancipação de uma região que consegue um grau elevado de desenvolvimento, tem gdes laços com outras regiões e tal, um caso a se pensar sim. :)