View Full Version : Economia de Angola
Matthias Offodile July 29th, 2010, 10:29 AM Angola é porto seguro para construir fábricas
Natacha Roberto| - 27 de Julho, 2010
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Várias empresas que participaram na 27ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) perspectivam a construção de fábricas no país, em função do elevado número de contactos efectuados no certame.
A empresa Argentina Costa Libré está interessada em montar uma fábrica de embalagem de produtos alimentares.
Um dos responsáveis da empresa, Maurício Donia, disse que Angola tem sido um grande parceiro na comercialização dos produtos de primeira necessidade. “Queremos em breve abrir os nossos escritórios em Angola e passar a lidar directamente com os consumidores e empresas angolanas ligadas ao ramo alimentar, numa primeira fase”, disse.
Maurício Donia informou que a empresa já exportou para o país mais de 200 contentores de produtos diversos (farinha de milho, arroz e óleo de soja), apesar de registar nos últimos meses uma redução significativa do volume de exportação.
O responsável aponta a falta de escritório em Angola e a actual concorrência com as empresas portuguesas e brasileiras, como factor que evidenciou a redução no volume de exportação daquele país para Angola. “Acreditamos que a abertura de um escritório numa primeira fase vai facilitar a venda dos produtos aos consumidores”, acrescentou.
Ricardo Mello, da empresa RMMG, procura parcerias com empresas angolanas. Segundo o responsável da empresa, a intenção “é criar parcerias comerciais para a venda e divulgação dos bens alimentares enlatados”.
A empresa de exploração de minério “Damasé” vai investir dez milhões de dólares na construção de uma fábrica no município de Viana. O responsável da empresa angolana “Damasé”, Rui Rodrigues, disse que durante o certame a empresa efectuou vários contactos para a criação de parcerias e a expansão do produto em todo o país.
A empresa, vocacionada para a produção de pedras ornamentais como mármore, calcários e granitos, pretende apostar na produção de pedras angolanas. “Nós importamos pedras do Brasil, de Portugal, Espanha e da Itália e agora vamos trabalhar com pedra nacional, que também é bastante preciosa”, referiu.
Rui Rodrigues informou que o trabalho tem sido bem aceite no mercado, em particular no ramo da caixilharia de alumínio e, por esta razão, está prevista a construção de uma nova fábrica.
A directora de marketing do Centro de Formação Tecnológica (CINFOTEC), Elvira Carvalho, considera a construção de fábricas em Angola um elemento importante para o desenvolvimento do país.
Acrescenta que a componente de formação contínua dos quadros é importante para ajudar a manter as fábricas em perfeito funcionamento, acreditando que caso os quadros angolanos se empenhem na formação, as empresas que surgirem estarão em melhores condições de se desenvolverem e, assim, contribuírem para a economia do país.
Relativamente ao Cinfotec, Elvira Barbosa explicou que foi concebido como um centro de tecnologias aplicadas para a formação e qualificação técnica de profissionais para o mercado de emprego.
A iniciativa, refere, surge no quadro da vontade do Governo em alargar e desenvolver a sua linha de intervenção, aumentando a rede de oferta dentro da estrutura de operadores do sistema nacional.
Good
Matthias Offodile July 29th, 2010, 12:52 PM 28-07-2010 21:54
Benguela
País contará com seis novas fábricas de cimento
Lobitos – Seis fábricas de cimento poderão ser construídas nos próximos três anos no país, com vista a aumentar a oferta do produto no mercado, disse hoje, no Lobito, província de Benguela, o director nacional dos materiais de construção, Manuel Victor.
Em declarações à Angop, à margem da cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção da fábrica de cimento “Palanca Cimentos”, a localizar-se na comuna da Hanha do Norte, município do Lobito, o responsável disse que estas unidades fabris poderão dar resposta às necessidades de consumo, decorrentes do processo de reconstrução do país.
Manuel Victor disse que as unidades fabris de cimento serão erguidas nas províncias do Bengo, Benguela e Luanda.
Disse acreditar que, em função dos projectos em curso no sector dos cimentos, nos próximos 36 meses, Angola terá capacidade para dar resposta à demanda interna e poder exportar para países vizinhos, com qualidade e a baixo preço.
Para o responsável, a construção da fábrica do Lobito representa desenvolvimento, aumento da produtividade e reafirmar de que se está a cumprir com as orientações do Governo, relativamente ao desenvolvimento e relançamento da indústria dos materiais de construção civil.
Disse que dentro de 36 meses o cimento será um factor de estabilidade no domínio da construção civil.
O projecto “Palanca Cimentos”, avaliado em 430 milhões de dólares norte-americanos, é um consórcio constituído pelo Grupo Gema (angolano), com 40 porcento de participação, Escom (portuguesa), com 30 porcento e Camargo Correa (brasileira), com 30 porcento. As obras para construção da unidade fabril arrancam dentro de quatro meses (Novembro próximo) e terão a duração de 36 meses.
Quando entrar em actividade, a fábrica começará com uma produção de 1,2 milhões de toneladas/ano, capacidade que poderá ser aumentada para 1,6 milhões quando estiver a funcionar em pleno.
Pelo menos 550 postos de trabalho directos poderão ser criados quando a fábrica entrar em funcionamento.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção da fábrica de cimento" Palanca Cimentos” contou com a presença dos presidentes da ANIP, Aguinaldo Jaime, da Escom, Hélder Bataglia e do Grupo Gema, José Leitão, vice-governador de Benguela, Agostinho Felizardo e outras individualidades.
Endiama arranca com projecto de exploração diamantífera na Lunda Norte
28 de Julho de 2010, 18:47
http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2010-07-28%20123226_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$4268D465-FC50-4534-B1DD-C86631094022$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg
A empresa nacional de diamantes angolana, Endiama, arranca hoje com um novo projecto de exploração diamantífera na Lunda Norte com um potencial de um milhão de quilates, anunciou o seu presidente, António Sambula.
O lançamento da primeira fase do projecto diamantífero do Luxinge, no município do Nzagi, vai ser assistido pelo ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David.
O presidente do Conselho de Administração da Endiama, António Sumbula, antes da partida para a Lunda Norte, explicou que este projecto compreende uma área pequena, quando comparada com as já existentes nas duas Lundas, Norte e Sul, próximo do milhão de quilates de potencial.
O projecto tem, no entanto, um significado simbólico importante, tendo em conta que a indústria diamantífera angolana só agora começa a sair de uma profunda crise, iniciada em 2008 com a ruptura económica e financeira mundial que levou as pedras a um preço que não sustentava a manutenção da exploração.
Durante a crise as principais explorações, como a Lucapa, na Lunda Sul, foram encerradas, e até o gigante russo Alrosa abandonou a actividade no país.
O projecto do Luxinge vai empregar cerca de 200 trabalhadores e, segundo António Sumbula, para já este abrange apenas a Lunda Norte, mas nos próximos quatro anos chegará a outras províncias.
Good
thaichitsiga July 29th, 2010, 02:29 PM uanda
Angola"s Stock Market to open in 2011
Luanda – The Angolan Stock Market and Derivatives (BVDA) will open in 2011, the Finance minister, Carlos Alberto Lopes, announced Wednesday in Luanda.
Speaking to journalists on the fringes of a meeting on “Insurance and Pension Funds”, the minister said all is being done for the stock market to start its activity in 2011.
“Next year we will do our best for the activity also to enter the financial market,” stressed the minister.
In his turn, the chairman of the Capital Market Installing Commission, António Cruz Lima, told journalists arrangements on BVDA are much advanced, adding a shareholders’ general assembly is currently under preparation to name the society’s managing organs.
According to Cruz Lima, the shareholders have chosen September this year to outline the strategic plan for the implementation of the capital market and the date for the start of the BVDA.
He explained the start of the stock market failed in 2010 as earlier on planned, due to other priorities of Angolan Government concerning the Constitution and other concerned laws.
“There is little left for the BVDA to start, including legislation on investment funds and adjustments of the Capital Market Commission Decree to the new constitutional reality of the country. But I believe now it can be implemented,” he stated.
As he added, from the technical, technological and human point of view, the stock is reasonably prepared.:banana:
thaichitsiga August 16th, 2010, 11:39 AM Luanda — The Angolan Government started clearing its debt to 78 building companies which carried out works of public investiment projects between October 2008 and August 2009, an official source told Angop on Friday.
Most of the contractors are national.
According to the source, the Government has issued, from April to August 12, draft amounting to Usd 6.8 billion to pay off the arrears, but due to technical reasons linked to deadline between the drafts issuing and the effective settlement, the 78 contractors received up to Angust the equivalent to Usd 850 million.
The 2008-2009 arrears differ from the domestic debt of the 1992 period up to 2003 of which claims are still reaching the Finance Ministry, despite the expired deadline.
The source recalled that timely notices were published in the Angolan daily "Jornal de Angola" announcing that the deadline for submission of claims for debts incurred by the state between 1992 and 1997 ended on February 10, 2005, while for debts concerning the period of 1998-2003 was May 30, 2005.
On the debt incurred by the State after 2004, its recognition is subject to strict criteria such as prior allocation of funds, certification of expenditure and the inclusion of amounts of certified debt in the treasure financial planning for the first quarter of the following year of the debt.
The source stated that the government has decided to honour its domestic and foreign covenants, but they lack a rigorous confirmation for the protection of the interests of the society and taxpayers, adding that the Finance ministry is now making the assessment of the domestic and foreign debt with support from the international consulting firm Ernest & Young
angolapress
thaichitsiga August 16th, 2010, 11:40 AM Soyo, Angola, 13 Aug – The chairwoman of the Angolan National Aviation Company (Enana) for the airport management area, Maria Engrácia Paredes said Wednesday that an international airport would be built in Soyo, on the outskirts of the Lumueno area, 20 kilometres to the south of the city, Angolan news agency Angop reported Friday.
The new airport will provide flights to Europe and the Americas, Engrácia Paredes said.
Engrácia Paredes said that whilst studies for construction of the new airport in Soyo were being carried out the Soyo aerodrome would benefit from extension and modernisation work in the departure and arrivals lounges and the check in areas.
The work is the responsibility of Angolan company LNG.
Work is also underway on the aerodrome’s runway, which is 2,000 metres long and 30 metres wide, will focus on resealing the runway and widening the aircraft parking areas by a further 150 metres.
The work also includes resealing and extending the taxi-way by a further 1.75 metres, as well as widening it by 7.5 metres on each side.
The current runway is just 400 metres long and makes it impossible for Soyo to receive medium-sized and large aircraft.
Soyo aerodrome receives around 28 flights per day. (macauhub) :cheers:
thaichitsiga August 16th, 2010, 11:43 AM Luanda, Angola, 13 Aug - The "Build Angola" group, a subsidiary of Brazilian company "Build Brasil" is to launch an agri-livestock project called the Agri-livestock Integrated Production System (SAPI) to set up farmsteads in Angola with areas of between 500 and 1,000 hectares.
Gilson Castro, the coordinator of the initiative, said that SAPI aimed to develop the agri-livestock sector initially in the provinces of Huambo, Malange and Kwanza-Sul.
“We want to develop the meat market as a whole. In order to do that we are going to set up farmsteads, which will be split into lots in order to make them sustainable,” Castro said.
The initiative is aimed at lowering the Angolan market’s food imports.
The company has invested US$3 million in the Cabiri area of Bengo province for fruit and vegetable production.
The Cabiri project employs 300 Angolans, which is expected to rise to 3,000 over the following phases of the project.
Build Angola is also involved in the real estate and restaurant sectors.
The company, which has been working in Angola for six years has just launched a 1,000 home housing project known as “Nosso Lar” (Our Home) doe the mid-lower Angolan segment with prices lower than previous projects called Bem-Morar and Quintas do Rio Bengo. (macauhub)
thaichitsiga August 16th, 2010, 11:45 AM Luanda, Angola, 12 Aug – The Angolan government plans to build a factory to produce ammonia and pesticide derived from the liquid natural gas produced by Angola LNG which will be located in the future Soyo industrial hub in northern Angola, the national director for Agri-Industry said.
Pedro Katendi said that the project was part of a number of other factories planned by the government as part of the creation of the industrial hub and development of Soyo municipality.
Negotiations are currently underway with those responsible for the project and construction companies linked to Angola LNG.
The raw material for the ammonia and pesticide factory is expected to be provided by Japanese companies.
With the aim of analysing the future development of the project the national director for agri-industry led a group of 13 Japanese businesspeople from Sumitomo, Sojitz, Mitsubishi and Toyota who visited the location and analysed the feasibility of the project.
The Angola LNG project, for production of liquid natural gas, is due to start operating in 2012. (macauhub)
thaichitsiga August 16th, 2010, 11:47 AM Lisbon, Portugal, 23 July – Portuguese group EDP and Angola’s Sonangol are to build the first combined cycle power plant in Soyo, Angola, under the terms of a contract signed Thursday in Luanda, the Portuguese group said in a statement issued in Lisbon.
The project, whose financial advisers are Millennium bcp and Banco Privado Atlântico (BPA), is the result of a partnership between EDP and Sonangol signed in July 2009, by setting up stake-holding company EIH, which is owned by EDP, Sonangol and Banco Privado Atlântico with 30 percent each and the remaining 10 percent by FiniCapital.
According to Angolahub news agency the combined cycle power plant will represent an expected investment of 400 million euros, it will take 3 to 4 years to build, and is the first concrete result of the partnership signed by the two groups.
Sonangol is also building the first liquid natural gas (LNG) project in the country, in Soyo, northern Angola. (macauhub)
popa1980 August 16th, 2010, 08:01 PM Luanda, Angola, 13 Aug - The "Build Angola" group, a subsidiary of Brazilian company "Build Brasil" is to launch an agri-livestock project called the Agri-livestock Integrated Production System (SAPI) to set up farmsteads in Angola with areas of between 500 and 1,000 hectares.
Gilson Castro, the coordinator of the initiative, said that SAPI aimed to develop the agri-livestock sector initially in the provinces of Huambo, Malange and Kwanza-Sul.
“We want to develop the meat market as a whole. In order to do that we are going to set up farmsteads, which will be split into lots in order to make them sustainable,” Castro said.
The initiative is aimed at lowering the Angolan market’s food imports.
The company has invested US$3 million in the Cabiri area of Bengo province for fruit and vegetable production.
The Cabiri project employs 300 Angolans, which is expected to rise to 3,000 over the following phases of the project.
Build Angola is also involved in the real estate and restaurant sectors.
The company, which has been working in Angola for six years has just launched a 1,000 home housing project known as “Nosso Lar” (Our Home) doe the mid-lower Angolan segment with prices lower than previous projects called Bem-Morar and Quintas do Rio Bengo. (macauhub)
Thats what I like. I want to see Angola be a food exporting nation again in 10 years. Its possible.
Blue sun August 17th, 2010, 01:55 AM Luanda — The Angolan Government started clearing its debt to 78 building companies which carried out works of public investiment projects between October 2008 and August 2009, an official source told Angop on Friday.
Most of the contractors are national.
According to the source, the Government has issued, from April to August 12, draft amounting to Usd 6.8 billion to pay off the arrears, but due to technical reasons linked to deadline between the drafts issuing and the effective settlement, the 78 contractors received up to Angust the equivalent to Usd 850 million.
The 2008-2009 arrears differ from the domestic debt of the 1992 period up to 2003 of which claims are still reaching the Finance Ministry, despite the expired deadline.
The source recalled that timely notices were published in the Angolan daily "Jornal de Angola" announcing that the deadline for submission of claims for debts incurred by the state between 1992 and 1997 ended on February 10, 2005, while for debts concerning the period of 1998-2003 was May 30, 2005.
On the debt incurred by the State after 2004, its recognition is subject to strict criteria such as prior allocation of funds, certification of expenditure and the inclusion of amounts of certified debt in the treasure financial planning for the first quarter of the following year of the debt.
The source stated that the government has decided to honour its domestic and foreign covenants, but they lack a rigorous confirmation for the protection of the interests of the society and taxpayers, adding that the Finance ministry is now making the assessment of the domestic and foreign debt with support from the international consulting firm Ernest & Young
angolapress
:cheers:
Matthias Offodile August 17th, 2010, 01:09 PM Novicer
http://www.opais.co.ao/resources/images/2009pais/edicao_92/pais%2092_lr_177.jpg
http://www.opais.co.ao/resources/images/2009pais/edicao_92/pais%2092_lr_178.jpg
Localizada na estrada de Kifangondo, no Município do Cacuaco, a 18 quilómetros de Luanda, a Novicer resultou de um investimento de USD 36 milhões.
A nova unidade está apetrechada com o que há de melhor no que se refere à fabricação de tijolos dispondo de uma linha de produção, com máquinas e funcionários qualificados, a cerâmica de grande capacidade de produção, com elevados padrões de qualidade, a custos baixos, de modo a que os seus produtos sejam mais vantajosos para os seus clientes. A nova cerâmica possui a capacidade de produzir cerca de dois milhões de tijolos por mês, e garante noventa e oito postos de trabalho, dos quais sete são estrangeiros. A unidade fabril construída de raiz ocupa uma área de dez hectares e, nesta primeira fase, está especializada no fabrico de tijolos de função horizontal.
Mas a sua administração pretende, à posteriori introduzir a produção de telhas e um produto novo em África, denominado “ tijolo termo acústico”. Este produto apresenta propriedades acústicas térmicas que proporcionam um maior isolamento de som e calor, funcionando como base fundamental para a melhoria da qualidade de vida dos utilizadores.
O empreendimento enquadra-se no programa da Mota Engil de implementar vários projectos do sector industrial.
Good
Matthias Offodile August 17th, 2010, 01:11 PM xx
evany August 17th, 2010, 02:57 PM now with china has number 2 of the world this could be good also for Angola :)
Hammelkar August 17th, 2010, 04:59 PM now with china has number 2 of the world this could be good also for Angola :)
Offcorse Evany. More oil we gona sell to China. :cheers::cheers: As long day keep growing and consuming thats good for us
evany August 18th, 2010, 03:23 AM Offcorse Evany. More oil we gona sell to China. :cheers::cheers: As long day keep growing and consuming thats good for us
yeah we should become number one in africa asap
thaichitsiga August 18th, 2010, 01:11 PM Aug. 18 (Bloomberg) -- Depa Ltd., the Dubai-based interiors contractor, said it won a contract valued at $60 million for fit-out works at Hotel & Casino in Luanda, Angola.
The project is being developed by Sonangol, the Angolan National Oil Co., as part of the government’s plan to build 28 hotels around the country by 2011, Depa said in a statement to Nasdaq Dubai today.
Matthias Offodile August 20th, 2010, 11:16 AM Country's Economic Growth to Double Southern Africa's
18 August 2010
Luanda — The Angolan economy will almost grow double the rhythm of southern African region, between 7 to 12 percent until 2012, ANGOP learnt Tuesday, from the Transport minister, Augusto da Silva Tomás.
According to the minister, who spoke at the seminar dubbed "The transport contract, freight and sea freight" organised by the National Council of Carriers (CNC), this growth will create conditions so that the country reinforces its role in the southern African region and continue to assert itself as a true regional power.
Augusto da Silva Tomás stated that the structures of his sector are crucial for the materialisation of this potential growth and also to boost development and improve the population's quality of life.
Minister Augusto da Silva Tomás said that the Angolan government has made available resources in transport sector, taking into account its weight in general programme of public investment.
The seminar that ended Tuesday discussed among other topics "The legal framework of transport contract", "Angolan law and comparative laws", "Re-foundation of Secil Maritima company as strategy to stabilize maritime freight and the national stock exchange of freight".
http://allafrica.com/stories/201008190281.html
thaichitsiga August 25th, 2010, 01:00 PM Build Angola group to produce cattle for slaughter [ 2010-08-25 ]
Luanda, Angola, 25 Aug – A project to raise, slaughter and butcher cattle known as the Agri-livestock Integrated Production System (SAPI) is this year to be launched in Angola’s Huambo province, by the Build Angola group, the company's press officer, Ana Paula said Tuesday in Luanda.
Speaking to Angolan news agency Angop, Ana Paula said that the project was an investment of at least US$30 million, was self-sustainable, which covers the entire production chain, from breeding the animals to distribution of the final products at retail outlets.
The Build Angola press officer also said that interested parties could apply to manage areas of 400 hectares of grazing land and 200 head of cattle, of which 100 would be for breeding and the remainder for slaughter.
“SAPI has a training and operations centre for neighbouring exploration areas, each with areas of up to 400 hectares, initially across the provinces of Huambo, Kwanza Sul and Malanje," she said.
Paula said that the project’s coordinator, Gilson Costa, through this initiative wanted to develop the national meat market as a whole, which is why the project will set up self-sustainable farms.
The company is currently carrying out soil treatment work in the model farm, which will make it possible to sow appropriate grazing land to produce quality meat.
The Build Angola group, which is Brazilian-owned, also works in the real estate sector. (macauhub)
this is what angola needs agricultural production from the bottom to the top:)
thaichitsiga August 25th, 2010, 01:05 PM Brasilia, Brazil, 25 Aug – Brazilian regional airline Puma Air has been authorised to provide four flights per week between Brazil and Angola, the Brazilian National Civil Aviation Agency (Anac) said Monday in Brasilia.
Puma Air some time ago announced it planned to launch scheduled flights between Brazil and Angola, with links between Sao Paulo, Rio de Janeiro and Luanda currently only provided by Angolan state airline Taag.
According to recent statements from Jorge Vianna, vice-president of Puma Air, the operation to Angola is justified because of the number of Brazilians now living in Luanda - around 50,000 people – and by the increasing presence of Brazilian companies in the Angolan market.
The company, which has its headquarters in Belém, the capital of Pará state, currently operates with a single Boeing aircraft carrying out daily flights between the cities of Belém and Macapá, in northern Brazil, to Sao Paulo, in the southeast of the country. (macauhub)
50 000 brazilians 70 000 chinese thousands of cubans, luanda is a funky place:rofl:
popa1980 August 25th, 2010, 08:18 PM Good. The more competition, the cheaper flights. Maybe you can even get some Brazilian tourists. How far is it? 5 hours? Less?
Karabuy August 25th, 2010, 10:21 PM eu quero muito ver a economia de Angola crescendo cade vez mais e mais.. :)
thaichitsiga August 26th, 2010, 12:26 PM LUANDA (Reuters) - Angolan state-run oil firm Sonangol will start building a long-delayed $8 billion refinery this year in a bid to cut back on imports of refined products, which have weighed on the economy, its oil minister said.
Jose Botelho de Vasconcelos said the new 200,000 barrels-per-day refinery would enable Angola to become self-sufficient in refined products.
The oil-producing nation's sole 37,500 bpd refinery accounts for around 30 percent of domestic needs.
"We consider that the only way Angola will get out of this situation is to build a new refinery," he told Reuters in an interview.
"The conditions are in place for the construction to begin this year."
The new refinery, located in the port city of Lobito, in southern Angola, was originally expected to be ready by 2011. Due to a series of financing delays, the start date is now expected to be in 2014, according to the latest government forecasts.
There are also plans to build a third refinery near the coastal town of Soyo in nothern Angola, which is also the site of the country's first liquefied natural gas plant, Botelho de Vasconcelos added, without providing details.
:nuts:
thaichitsiga August 26th, 2010, 12:26 PM Luanda, Angola, 26 Aug – The Angolan government Wednesday approved financing contracts for projects to refurbish the Matala dam, in Huíla province, and the Cambambe hydroelectric facility, in Kwanza Norte province.
The government also approved contracts for construction of the power transmission line from Gove to Dango, where a sub-station will be built for the regional high and medium voltage grid in Huambo.
The contract for construction of the power transmission line from Viana to the Luanda International Fair (Filda), as well as the contract to supply and install two gas turbines in the Futila region of Cabinda province, were also authorised by the government, according to Angolan news agency Angop. (macauhub)
:banana:
thaichitsiga August 26th, 2010, 12:29 PM Huambo — The South African Shoprite Group is investing USD 13 million in the construction of a supermarket, in Huambo city, whose works started in the first quarter of this year.
Speaking to Angop, on Wednesday, in Huambo, the Project director of the new supermarket, Hein Coetzer, said that this business infrastructure is being built in a 500-square metres zone and will be inaugurated in the first fortnight of next October.
He explained that the establishment comprises four big shops that will trade diverse products at accessible prices, with highlight to home furniture, cloths, food and beverages.
Hein Coetzer affirmed that this supermarket will create 100 new direct jobs and will also avoid people to go to other provinces or overseas to purchase products that they need.
:cheers:
popa1980 August 26th, 2010, 01:55 PM LUANDA (Reuters) - Angolan state-run oil firm Sonangol will start building a long-delayed $8 billion refinery this year in a bid to cut back on imports of refined products, which have weighed on the economy, its oil minister said.
Jose Botelho de Vasconcelos said the new 200,000 barrels-per-day refinery would enable Angola to become self-sufficient in refined products.
The oil-producing nation's sole 37,500 bpd refinery accounts for around 30 percent of domestic needs.
"We consider that the only way Angola will get out of this situation is to build a new refinery," he told Reuters in an interview.
"The conditions are in place for the construction to begin this year."
The new refinery, located in the port city of Lobito, in southern Angola, was originally expected to be ready by 2011. Due to a series of financing delays, the start date is now expected to be in 2014, according to the latest government forecasts.
There are also plans to build a third refinery near the coastal town of Soyo in nothern Angola, which is also the site of the country's first liquefied natural gas plant, Botelho de Vasconcelos added, without providing details.
:nuts:
It was supposed to be READY for 2011 but now will only START in 2014?! This is unacceptable!
Mwatangua August 27th, 2010, 12:32 PM havnt the construction 4 da refinery startd already? Confused!
popa1980 August 27th, 2010, 12:44 PM havnt the construction 4 da refinery startd already? Confused!
Eu tambem! Eu acho q a informacao e errada.
thaichitsiga August 27th, 2010, 05:02 PM Eu tambem! Eu acho q a informacao e errada.
yea it was delayed due to costs, but re-starting this year. all the studies were done and now the building can begin in lobito, contract giving to american company.
dont confuse it with the gas plant in soyo though
Matthias Offodile August 27th, 2010, 10:26 PM Namibe com novas unidades fabris
Na imagem fábrica para corte e tratamento da madeira no Namibe dá corpo à indústria transformadora
Fotografia: Afonso Costa
O parque industrial do Namibe vai ser reforçado nos próximos tempos, graças às potencialidades económicas que a província tem vindo a ganhar nos últimos tempos, anunciou o director provincial da Indústria, Geologia e Minas.
Alcides Cabral, que prestava declarações à governadora da província no âmbito da visita efectuada recentemente àquele sector, disse que as perspectivas para a industrialização e desenvolvimento de negócios (com base na resolução nº 21/09 de 13 de Maio do Conselho de Ministros, inserido no Diário da República nº 47 – primeira série da mesma data) para a província foram aprovadas em oito projectos.
A instalação de uma fábrica de conservas de peixe, de uma gráfica, de fábricas de caixilharia de alumínio, de cabos e fios eléctricos, de embalagem de cartão, de recauchutagem de pneus, de construções metálicas e implantação de uma siderurgia.
Alcides Cabral frisou que o governo da província achou por bem estimular ainda a implementação de algumas indústrias, através da iniciativa privada, não constantes no programa, como a de cimento, cerâmica de barro vermelho, curtumes para produção de calçados e outros derivados de couro e transformação de mármores e granitos em moldes modernos. Estão ainda contempladas uma fábrica para transformar gesso, panificadoras nos municípios do interior, moagem de médio e/ou grande porte, fornos para produção de cal, construção de uma fábrica de artefactos para a pesca, montagem de uma fábrica de lacticínios, uma de charcutaria, outra de engarrafamento de água mineral e ainda uma de processamento de hortofrutícolas.
O director provincial disse que as actividades industriais a nível da província têm um funcionamento regular, “embora não o desejado,” já que se verifica uma certa melhoria em termos quantitativos e qualitativos, bem como na sua diversificação, mas ainda “prevalecem alguns constrangimentos consubstanciados no deficiente abastecimento de energia eléctrica, pouca agressividade de alguns empreendedores do ramo, dificuldades de negociação com os bancos comerciais conducentes à obtenção de créditos a médio prazo, entre outros factores de desequilíbrio”.
Um sector em crescimento
O sector da indústria transformadora no Namibe possui uma força de trabalho estimada em mais de 858 trabalhadores. As principais produções confinam-se à confecção de pão e bolos diversos, transformação de cereais em farináceos, abate de gado (produção de carne) e fabrico de azeite. Serração de madeira, fabrico de diversos mobiliários de madeira e de metal, reparação de móveis, fabrico de tintas, de cal, de colchões de espuma, de material de construção (blocos de cimento e brita), de artesanato de mármore, impressão gráfica, corte e polimento de vidro.
Sendo a actividade industrial um dos pilares básicos para o desenvolvimento económico e social, com vista à redução da fome, da pobreza e do desemprego, onde o aumento dos níveis de produção se reflectem no bem-estar do cidadão, o director da Indústria e Geologia e Minas do Namibe, reconhece haver melhorias no sector, uma vez que já se constata uma diversificação de indústrias, com um quadro actual constituído por 115 empresas das quais 89 se encontram em funcionamento, estruturadas por ramos de especialidades.
Acrescentou que a província do Namibe, apesar dos seus recursos naturais, desde sempre se tem caracterizado pelo fraco desenvolvimento no sector da indústria transformadora, “fruto da ausência de políticas de industrialização”, uma vez que a antiga administração e as grandes companhias que operavam na província se interessavam mais com o desenvolvimento da indústria pesqueira e infra-estruturas complementares para defesa dos seus próprios interesses a médio prazo.
Neste contexto, referiu, o parque industrial da província esteve limitado a pequenas unidades de produção, nomeadamente as moagens, carpintarias, serralharias, gráfica e forno de cal, todas de pequeno porte, bem como padarias com fornos a lenha e a gás.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/namibe_com_novas_unidades_fabris
Matthias Offodile August 29th, 2010, 12:21 PM BAN ON ALL CARS OLDER THAN 3 YEARS ON ANGOLAN SOIL!!!:cheers:
Angola quer proibir entrada de veículos com mais de três anos:cheers::banana:
2010-08-26
As autoridades aduaneiras angolanas querem aplicar, com urgência, o decreto presidencial que proíbe a entrada no país de automóveis ligeiros com mais de três anos.
Segundo noticia hoje, quinta-feira, o "Jornal de Angola", os importadores vão estar sujeitos, nos próximos dias, à interdição da entrada de automóveis "que não obedeçam aos condicionalismos aprovados pelo mais recente diploma presidencial de 13 de Julho".
O decreto agrava também os impostos sobre as viaturas usadas.
No caso da importação de veículos pesados, as autoridades angolanas permitem que tenham, no máximo, cinco anos, "contados a partir da data de fabrico e desde que obedeçam às condições exigidas".
"É obrigatório o veículo ter placas de identificação com o número de série e o ano de fabrico, a apresentação do certificado de inspecção, emitida pela entidade competente do país de origem e válida por um período não inferior a seis meses, anterior à data de embarque, e à entrada no país com a matrícula de origem", indica o jornal.
De acordo com o Decreto Presidencial, os veículos cujas marcas e modelos estejam aprovados, só podem ser matriculados após aprovação em inspecção técnica, a realizar pela Direcção Nacional de Viação e Trânsito ou por uma entidade delegada por essa instituição.
"No caso de viaturas importadas directamente pelos seus proprietários, cujas marcas e modelos já estejam aprovados, pode ser requerida inspecção técnica e matrícula, unidade por unidade, aos serviços competentes, com indicação do número do título de aprovação".
Quem não cumprir estas regras está sujeito a coimas que vão até aos 13 mil euros.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1648727
Excellent news, why should Africa always absorb the old cars that the rest of the world doesn´t need. I waited for this a long time...good to see it happen now, more of such strict measures, please!:cheers:
popa1980 August 29th, 2010, 01:17 PM I think three years is going to far. 10 years is okay. My car was ten years old and it was fine.
Matthias Offodile August 30th, 2010, 10:02 AM I think three years is going to far. 10 years is okay. My car was ten years old and it was fine.
It is not, trash cars on the road makes a country look poor and dirty, hence automatically Third Worldish. I am very joyed that the government takes such drastic measures, this should be extended to more sectors as well.
If you litter you ought to get fined by 150 US dollars!:cheers: Everything has to be clean and have a good look.
There are only two countries in Africa where plastic bags are banned: Rwanda and Gabon...this is a disaster, knowing how people throw those bags around: places looks filthy and shabby. This annoys me profusely.
In Malaysia you risk expropriation by the government if you don´t repaint your house regulary so that it looks presentable.:cheers: I love such measures as things in tropical countries look rotten pretty quickly due to the harsh weather conditions.
Arabian Gulf countries like Kuwait, UAE etc. are super clean, just like Singapore, Malaysia or Japan.:cheers:
Matthias Offodile August 30th, 2010, 11:39 AM Japan - Angola Economic relations:cheers:
Angola e Japão assinam hoje vários acordos de cooperação
O Executivo angolano e do Japão assinam, hoje, em Luanda, vários acordos de cooperação no domínio da promoção do comércio e do investimento público privado. :banana::cheers:
Uma delegação japonesa chefiada pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Osamu Fujimura, está desde ontem em Luanda para assinar entre outros, o acordo de troca de notas referente ao projecto de modernização do centro de formação profissional de construção civil de Viana.
Os dois países assinam ainda o acordo do contrato de aplicação do projecto de modernização do Centro de Formação Profissional de Construção Civil de Viana, entre o INFOP e a empresa japonesa JICA.
A delegação, também composta pelo vice-ministro japonês da Economia, Comércio e Indústria, e mais 50 empresários, tem um encontro ainda hoje com o ministro da Geologia e Minas e Indústria, Joaquim David, e o coordenador da ANIP, Aguinaldo Jaime. Neste âmbito, é assinado um contrato referente ao projecto para a reabilitação da fábrica de têxteis com uma empresa japonesa.
Na agenda está igualmente uma reunião com o ministro de Estado da Coordenação Económica, Manuel Júnior, e o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos. Empresários japoneses e angolanos participam também num fórum sobre oportunidades de negócios e investimento em Angola.
O Japão tem três instrumentos de assistência oficial para o desenvolvimento: a doação (não reembolsável), a cooperação técnica e o empréstimo concessional em ienes (moeda japonesa).
Uma nota da Embaixada japonesa indica que o primeiro projecto integrado no empréstimo concessional em ienes está avaliado em 50 milhões de dólares. No segundo ou terceiro empréstimos o custo do projecto pode ser aproximado aos 100 milhões de dólares.
Em conferência de imprensa, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Osamu Fujimura, disse que o seu país pretende diversificar o investimento em Angola, esperando que depois da visita a presença do Japão em Angola seja maior, sobretudo no estreitamento das parcerias público-privadas.
Acrescentou que Japão tem colaborado com Angola nos aspectos que têm a ver com a manutenção da paz, para atingir objectivos traçados para o desenvolvimento do Milénio, segurança humana e desenvolvimento económico, saúde e educação, desminagem e reabilitação das pontes.
Osamu Fujimura afirmou que o Japão tem interesse em cooperar nas áreas de transferência de tecnologias, criação de empregos e assistência às actividades das suas empresas que operam em Angola.
Ao salientar que o Japão tenciona produzir fertilizantes em Angola, disse que muitas áreas de cooperação vão ser discutidas durante os três dias que a delegação estiver no país. “Angola tem oportunidades de negócios devido à sua taxa de crescimento muito alta e os nossos empresários estão interessados nas áreas da energia, infra-estruturas, agricultura e indústria minerais”, disse Osamu Fujimura.
Matthias Offodile August 30th, 2010, 12:41 PM Nestle builds a factory in Angola
Nestlé constrói fábrica em Angola
África
20/08/10, 10:55
OJE/Lusa
A Nestlé anunciou que vai construir uma fábrica em Luanda, avaliada em 25 milhões de francos suíços (18.652.540 euros), que deverá estar concluída em 2012.
A construção desta fábrica faz parte de um conjunto de investimentos que o grupo suíço pretende realizar na África Equatorial, estimados em 150 milhões de francos suíços (111.915.243 euros), para promover o crescimento económico da região, noticia o Jornal de Angola.
Para o efeito, o presidente do Conselho de Administração da Nestlé, Paul Bulcke, realizou no mês passado um périplo por alguns países da região, tendo visitado a República Democrática do Congo, Moçambique e Quénia.
A Nestlé tem a sua sede regional na zona Equatorial Africana, em Nairobi, que abarca 20 mercados, incluindo Angola, onde já tem representação desde 2006, e comercializa várias marcas, nomeadamente Nido, Nesquik, Nescafé, Cerelac, Nan e Maggi, provenientes do mercado português e brasileiro.
Paul Bulcke considerou Angola um mercado importante para a Nestlé, tendo em conta o nível de desenvolvimento que está a atingir nos últimos anos.
A Nestlé da região Equatorial é uma subsidiária de propriedade total da Nestlé S.A, suíça, uma empresa mundial de referência em matéria de alimentos.
Implantada em Abril de 2008, aquela subsidiária da Nestlé dirige as operações em 20 países, nomeadamente o Quénia, Angola, Burundi, Comores, República Democrática do Congo, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Madagáscar, Ilhas Maurícias, Moçambique, Malawi, Congo, Ruanda, Ilhas Seicheles, Somália, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué.
Em 2009, as vendas da Nestlé fixaram-se nos 99 mil milhões de dólares (77,1 mil milhões de euros).
Matthias Offodile August 30th, 2010, 01:09 PM Standard Chattered Bank authorised to enter Angolan market
Banca
Standard Bank autorizado a operar em Angola
As autoridades angolanas concederam já “luz verde” ao banco sul-africano Standard Bank, considerado o maior banco do continente, para começar a realizar operações nos próximos meses no mercado nacional, elevando para 23 o número de instituições a operar em Angola.
Fonte do Banco Nacional de Angola (BNA) que confirmou a informação a O País, revelou que o Standard Bank cumpriu todos os requisitos conducentes à obtenção da licença que autoriza a instituição a efectuar todo o tipo de operações bancárias.
Questionada sobre as razões da demora da entrega da licença ao Standard Bank três anos depois da abertura de um escritório de representação no país, a fonte disse desconhecê-las, adiantando porém que o processo formal que se segue ao pedido de licença para que um banco esteja em condições de operar no país obedece a vários procedimentos.
“O Standard Bank é uma instituição de grande prestígio a nível internacional e a dinâmica de crescimento que o sector bancário angolano vem registando nos últimos oito anos justifica a presença deste banco no mercado”, sublinhou.
A fonte refere que o Grupo Standard Bank, por ser considerado um dos maiores no mundo, aumentará a competitividade no sector bancário angolano, e tem condições para responder às exigências dos clientes.
Para o presidente do conselho de administração do Standard Bank Group, Jacko Maree, o inicio das operações em Angola é um momento há muito esperado, tendo em conta as oportunidades que o mercado financeiro angolano oferece.
A autorização oficial das autoridades angolanas concedida ao Standard Bank Group para o arranque da sua actividade no nosso mercado é um sinal de aferição das relações existentes entre Angola e África do Sul.
A instituição financeira colocará à disposição do mercado financiamentos corporativos e bancários a grandes clientes empresariais e instituições comerciais mas também serviços a retalho destinados a clientes individuais.
O Standard Bank está presente em 18 países da África subsaariana e em 21 países no resto do mundo, incluindo nos Estados Unidos. Em 2009 arrebatou três prémios de Excelência da prestigiada revista financeira Euromoney, incluindo o de “Melhor Banco de Investimentos de África”.
O sistema financeiro nacional possui 22 bancos comerciais, dois dos quais constituídos por capitais públicos, nomeadamente o Banco de Poupança e Credito (BPC) e o Banco de Comércio e Indústria (BCI) e 20 de capitais privados.
O BPC, que existe há mais de vinte anos, é o que se encontra mais bem representado a nível do país, com agências em 18 províncias, seguindo-se-lhe o Banco Internacional de Crédito (BIC) e o Banco de Fomento Angola (BFA).
António Assunção
30 de Agosto de 2010
popa1980 August 30th, 2010, 03:36 PM It is not, trash cars on the road makes a country look poor and dirty, hence automatically Third Worldish. I am very joyed that the government takes such drastic measures, this should be extended to more sectors as well.
If you litter you ought to get fined by 150 US dollars!:cheers: Everything has to be clean and have a good look.
There are only two countries in Africa where plastic bags are banned: Rwanda and Gabon...this is a disaster, knowing how people throw those bags around: places looks filthy and shabby. This annoys me profusely.
In Malaysia you risk expropriation by the government if you don´t repaint your house regulary so that it looks presentable.:cheers: I love such measures as things in tropical countries look rotten pretty quickly due to the harsh weather conditions.
Arabian Gulf countries like Kuwait, UAE etc. are super clean, just like Singapore, Malaysia or Japan.:cheers:
Matt, thats all you care about. Looks, looks...you focus on this more than poverty reduction. I have been to Malaysia and theres plenty of old banger cars and houses in disrepair there so you clearly havent been there like Im sure you once claimed.. And a car that is 3 years old is NOT trashy- my car looked perfectly fine at 10 years old before I sold it.
Matthias Offodile September 1st, 2010, 11:59 AM Matt, thats all you care about. Looks, looks...you focus on this more than poverty reduction. I have been to Malaysia and theres plenty of old banger cars and houses in disrepair there so you clearly havent been there like Im sure you once claimed.. And a car that is 3 years old is NOT trashy- my car looked perfectly fine at 10 years old before I sold it.
Looks are important, that´s what made America big – at least it played a very important role...big bang projects in all sectors of society and image!!! Hollywood – if we like it or not – is a multi-billion dollar industry that got big by means of looks and bing bang projects.
and how dare you say that I don´t care about poverty reduction? You should know by now that I am feverishly proclaiming to fight poverty , how many times have I said that I hate, detest, deplore poverty..the worst form of human slavery .....it is a sign of weakness and weakness makes you vulnerable, non-empowered and helpless....Asians seem to have embraced it way better than Africans, as a whole, who still clink to lassez faire too much which is annoying.
Sorry, but I have been to Malaysia as well and talked with many Malaysians. The country is just wonderful and on comparing Africa to Malayia one is left groping for words or one could just weep. I don´t say everything is perfect (yes, there are run-down places as well...but those that are run-down still look better than most inner cities on African soil) Malaysia lives in another century when compared to Africa....something that Africa should aspire to.
in Malaysia they don´t just talk but act.
This is what has propelled Asians forward and will make them become NO.1 in the world: never be satisfied with anything, always keep on improving...if you are excellent go to make it brilliant!:cheers:
PS: Popa, if you want to talk the matter over, send me a PM...this thread is dedicated to “Angola´s economy”. I don´t want to see your constant (subtle) provocations in here.
Matthias Offodile September 1st, 2010, 12:04 PM Indústria
Benguela conta com fábrica de farinha de peixe
31-08-2010 17:24
Baía Farta – Uma fábrica de farinha de peixe, com capacidade de produção de uma tonelada por hora, está a funcionar em regime experimental, no município da Baía Farta, província de Benguela, esperando-se que seja inaugurada oficialmente em Setembro.
O empreendimento, cuja implementação está a cargo da empresa Pesca Fresca, que para o efeito investiu mais de cinco milhões de dólares norte-americanos, criou 15 postos de trabalho e deverá empregar, directamente, pelo menos 50 pessoas na fase de exploração produtiva.
Segundo o responsável para a área de Administração e Recursos Humanos da Pesca Fresca, Francisco Gabriel, que confirmou esta informação, a unidade fabril foi construída em dez meses e é uma parceria entre empresários angolanos, com 51 porcento das acções e homólogos namibianos e sul-africanos, que detêm 49.
Explicou que para além da produção de farinha de peixe que serve para ração animal e agricultura, a fábrica vai produzir óleo de peixe, destinado à indústria farmacêutica, cujos potenciais clientes são a China e o Japão.
Assegurou que a fase experimental, que iniciou a semana passada, está a decorrer sem sobressaltos e termina em Setembro, altura em que a fábrica de farinha de peixe será oficialmente inaugurada.
O segundo secretário provincial de Benguela do MPLA, Veríssimo Sapalo, que assistiu ao início do regime experimental do empreendimento, destacou a sua importância para a melhoria do saneamento básico na Baía Farta, onde se regista acumulação de lixo provocada por vísceras de peixe.
Alertou os armadores para a importância de continuarem engajados na actividade para garantirem emprego à juventude e contribuir no programa do Governo destinado a combater a fome e a pobreza.
Ainda na Baía Farta, o político visitou a área de expansão das salinas do município, assim como as pescarias Alva-fishing, Vimar e Filhos, Sede Limitada, Cimex, Congele, Cominder, Lemanjá, Umbertico Lda e o estaleiro da povoação da Caota.
hakz2007 September 6th, 2010, 04:04 AM 2011 STATE BUDGET TO TARGET ONE DIGIT INFLATION
LUANDA, Sept 5 (NNN-ANGOP) -- The drafting of Angola State Budget (OGE) for 2011 will target a one-digit inflation, lower to 9 per cent.
This was said during a press conference given by the State Minister and Head of the Civil House of the Presidency of the Republic, Carlos Maria Feijó.
The meeting was aimed at assessing the 200 days of functioning of the government, which was appointed after the promulgation of the Angolan Constitution on Feb 5, 2010.
According to him, it is also expected that the State Budget for 2011 grow to 8.3% if compared to 6.7% in the current revised budget.
The official said that the revised state budget, which has recently been reviewed by the National Assembly, was already drafted with the support of the consultancy company that is trying to bring together the economic and financial reality to the real country in terms of revenues and expenses.
The State Minister considered the strategy as an example of efficiency in the process of drafting the State Budget and an effort to reorganise public finances.
Carlos Feijó said that a Technical Unit for the Management of Public Debt, both internal and external one, was established in order to monitor the Angolan debt.
The meeting was also attended by the State Minister and Head of the Military Office of the Presidency of Republic, Helder Vieira Dias, and the State Minister for Economic Coordination, Manuel Nunes Junior, the incumbent Minister of Finance, Carlos Alberto Lopes, and Governor of the Angolan National Reserve Bank (BNA), Abraão Gourgel.
Meanwhile, the Angolan minister of State and Economic Coordination, Manuel Nunes Júnior, ruled the possibility of the recent re-adjustment of the fuels price to spur inflation, underlining that this will contribute to redistribution of national wealth and improve the people's living standard.
Manuel Nunes Júnior was answering the reporters during a press conference, while analysing performance of the executive in the past quarter.
He recalled that while conducting the revision of State General Budget for 2010, the National Assembly approved the principle of yearly reduction of 20 percent of subsidies paid related to the fuels, as the gas and diesel.
The Angolan minister of State and Economic Coordination said that this will enable the saving of about an annual AKz 400 billion, that will be applied for the economic and social programmes with the impact on the people's lives.
He informed that by yearend the government will reduce the subsidies till 8 percent foreseeing to reach 20%.
The minister explained by saving the product the State can allocate more resources in redistribution of national income. http://namnewsnetwork.org/v2/read.php?id=132247
Matthias Offodile September 7th, 2010, 11:38 AM Toyota wants to invest US $1 billion in fertiliser factory in Angola
Friday, 30 July 2010
The chief executive of the Toyota Corporation, Takeshi Matsushita said in Luanda that Toyota plans to build a fertiliser factory in Angola, costing some US$1 billion and to import natural gas for sale on the Japanese and European markets, Portugal’s Lusa news agency reported.
The Toyota CEO is part of a Japanese mission led by the Bank of Japan for International Cooperation (JBIC), which is in Luanda to study the possibility of Japanese companies investing in Angola.
Takeshi Matsushita also said that in order to make the investments Toyota had support from the JBIC, which is considered to one of the world’s biggest cooperation banks.
Fumio Hoshi, a JBIC director, who is leading the Japanese mission, said meanwhile that conclusion of the Agreement for Reciprocal Investment Promotion and Protection between Angola and Japan, which has been under negotiation since November 2009, would drive the participation of Japanese companies in Angola’s economic growth.
According to Fumio Hoshi the rehabilitation of the Textang II textile factory and the participation of Japanese companies in agricultural and telecommunications projects were on the schedule of contacts with the Angolan authorities.
Fumio Hoshi also said that the JBIC had approved a financing strategy for Japanese companies in Africa, with amounts starting at US$2.5 million and that Angola was one of the bank's business priorities.
According to Angolahub news agency the delegation includes representatives from companies such as Toyota, Sumitomo Corporation, Mitsubishi, Toyo Engineering Corporation, Sojitz Corporation, Marubeni Corporation and Itochu Corporation.
Angola and Japan established diplomatic relations in 1976 and have cooperated in the transport, public works, health, de-mining and social integration sectors.
Credits: Macauhub
:cheers:
thaichitsiga September 7th, 2010, 01:36 PM ANGOLA: GOVERNMENT PAID 60% OF PUBLIC DEBT
LUANDA, Sept 4 (NNN-ANGOP) -- The Angolan government has already paid 60 percent of the public debt it has pledged to liquidate for the last three months, the minister of state and head of the civil house of the presidency of the republic stated Friday.
Making an assessment of the government's performance for the last quarter, Carlos Feijo said at press conference that the figure was achieved through the redirection of the terms of payment, decreasing the pressure on the government on public debt.
The minister informed about some 900 million sudollars outstanding debt to some companies stressing the payment delay flows at the risk of creditors due to procedural irregularities detected in companies without registering or with more than one taxpayers registration with which a direct work will be made to correct the faults.
"In terms of the payment of the debt, we can say that we achieved our goals, as, from the sgins we have, the pressure has diminished" - stated the minister.
According to the government program and to what had been agreed with creditors, Carlos Feijo explained that the government paid in full the debts under 30 million usdollars, while those from 30 million to 75 million where negotiated with each creditor and over 75 million usdollars were paid 40 per cent of the debt.
On the public finances, the minister said that progress were made in terms of organization, procedure and regulation namely in public spending, information technology and payments, stating that although the desired levels have not yet been reached, deficiencies and deviations have been removed in terms of good practice of the exercise of public finances.
Attending the press conference were the minister of state and head of the military house, Helder Vieira Dias "Kopelipa", the minister of state for economic coordination, Manuel Nunes Jr, the finance minister, Carlos Alberto Lopes, and the governor of the reserve bank, Banco Nacional de Angola, Abrãao Gourgel. -- NNN-ANGOP:)
Yupes September 7th, 2010, 05:51 PM Angola Q1 trade balance reaches $9 bln-stats office
(Reuters) - Angola's trade surplus reached $9.04 billion in the first quarter of the year, the head of the National Statistics Office said on Monday, without providing a figure for the same period last year.
In comments to state-run Radio Nacional de Angola, Lukoki Artur said Angola's exports in the first quarter totalled around $12.8 billion while imports only accounted for around $3.7 billion.
The trade surplus in the first quarter was mostly driven by oil exports, he said.
China was Angola's biggest export market, with 47 percent of the nation's exports destined for the Asian powerhouse in the first quarter, followed by the United States with 18 percent and India with eight percent.
In the same period, Angola imported 17 percent of all its imported goods from Portugal, followed by China and the U.S. -- each accounting for 10 percent of the African nation's total imports, Artur said.
We haven't seen nothing yet, looks like more opportunities to diversify the economy...more project to come :colgate:
Maurice_Ravel September 21st, 2010, 11:20 PM Os donos das maiores fortunas de Angola devido aos serviços e empenho prestado ao país:ohno:, fontes de agências financeiras angolanas e internacionais criaram em 2008 a lista dos homens mais importantes, ricos e influentes de Angola. Segundo fontes a fortuna dessas personalidades é superior a 50 milhões de doláres, sendo eles as seguintes figuras citadas abaixo (a referida lista não está por ordem):
1-José Eduardo dos Santos- Presidente da República
2-Lopo do Nascimento- Deputado
3-José Leitão- Presidente do Grupo Gema
4-Minoru Dondo-Empresario(Grupo MED)
5-João de Matos- EX-General, Presidente do grupo Genius
6-Higino Carneiro- Ministro das Obras Públicas
7-Helder Vieira Dias (Kopelipa)- General e Chefe Da Casa Militar da 8-Presidencia
8-António Mosquito- Empresário(G.A.M)
9-Isabel Dos Santos- Empresaria(Banco BIC)
10-Sebastião Lavrador- Presidente do Banco Sol
11-José Severino- Presidente da associacao industrial de Angola
12-Joaquim David- Ministro da Indústria
13-Manuel Vicente- PCA da Sonangol
14-Abilio Sianga- Vice Ministro Do Ambiente
15-Mário Palhares- PCA do BNI
16-Aguinaldo Jaime- Ministro Adjunto do 1°.Ministro
17-França Ndalu- General da Reserva
18-Amaro Taty- Ex Governador do Bié
19-Noé Baltazar- Ex Director Delegado da ASCORP e Empresario
20-Desidério Costa- Deputado
21-João Lourenço- Vice-presidente da Assembleia Nacional
22-Isaac dos Anjos- Governador
23-Faustino Muteka-Ex Ministro da Administração do Território
24-António Vandúnem- Ex Secretário do Conselho de Ministros
25-Dumilde Rangel- Deputado
26-Salomão Xirimbimbi- Ministro das Pescas
27-Fátima Jardim- Ex-Ministra das Pescas
28-Dino Matross-Membro do Bureau Político do MPLA
29-Álvaro Carneiro- Ex-Director Adjunto da Endiama
30-General Leopodino Fragoso- Chefe da comunicacão da presidência
31-Fernando Miala- Ex-Director dos Servios de Segurança do Estado
32-Armindo César- Empresário
33-Ramos da Cruz- Ex Governador da Huila
34-Lourenco Duarte- Presidente do Grupo Ducard
35-João E. dos Santos- Governador do Moxico
36-Bento Kangamba- Empresario e Presidente do Kabuscorp do Palanca
37-Aníbal Rocha- Governador de Cabinda
38-José Santos -Empresario
39-Paulo Kassoma- 1*Ministro de Angola
40-Frederico Cardoso- Chefe da Casa Civil da Presidência
41-Rui Santos- Empresário(Presidente do conselho de Administraçao da SISTEC)
42-Antonio Burity da Silva-Ministro da Educação
43-Silva Neto- Ex-Administrador da Sonangol Distribuidora
44-Júlio Bessa- Ex-Ministro das Finanças
45-Paixão Franco- Presidente do Banco de Desenvolvimento de Angola46-
46-Mello Xavier-Ex Deputado e Empresário
47-Kundi-Payhama- Ministro da Defesa
48-Ismael Diogo- Presidente da FESA
49-Carlos Alberto Hendrick- General
50-Augusto Tomás- Ministro dos Transportes
51-Generoso de Almeida- PCA DO BCI
52-Luiz Faceira- General
53-Antonio Furtado- Chefe de estado maior das FAA
54-Jose Pedro de Morais-Ex Ministro Das Finanças
55-Gilberto Lutukuta- Ministro da Agricultura
56-Simão Júnior- Empresário (Grupo Chamavo e Gema)
57-Carlos Feijó- Assessor da Presidência da República
58-Armando da Cruz Neto- Governador de Benguela
59-Elisio Figueiredo-Embaixador
60-Fernando Da Piedade Dias Dos Santos-Presidente da Assembleia Nacional
61-Bartolomeu Dias-Empresario(Presidente do Grupo Bartolomeu Dias)
62-Archer Mangueira-Assessor Economico do Presidente da República
63-Fatima Roque-Economista e Ex-Dirigente da UNITA
popa1980 September 22nd, 2010, 10:49 AM Esta lista e uma polemica.
Acha que e bom que o presidente y sua filha sao entre os mais ricos? Que e a sua fonte?
popa1980 September 22nd, 2010, 10:53 AM Eu ja vi a fonte.
Matthias Offodile September 23rd, 2010, 10:43 AM Produção
Kwanza Sul terá fábrica de transformação de ferro
21-09-2010 17:59
Luanda - A província do Kwanza Sul vai nos próximos anos contar com uma fábrica com capacidade para a produção de 500 mil toneladas de barra de aço/ano, revelou hoje (terça-feira) o director nacional de Estudos e Projectos do Ministério da Geologia e Minas e da Indústria, José Gonçalves.
Em declarações à Angop, em Luanda, o responsável referiu tratar-se de uma iniciativa privada enquadrada no plano estratégico para o relançamento da indústria siderúrgica nacional e que se encontra em fase de estudos técnicos e de viabilidade económica.
Segundo José Gonçalves, a vantagem da iniciativa reside na fabricação de produtos essenciais à edificação de infra-estruturas, o que beneficia a grande potência de consumidores existente no país.
Deu a conhecer que a participação dos investidores na exploração mineira evoluirá para a fase de transformação, com destaque para a fabricação da esponja de ferro.
"O Ministério da Geologia e Minas e da Indústria tem levado a cabo acções de promoção e implementação desses projectos, que envolve a participação de negociantes nacionais e estrangeiros que apresentem propostas exequíveis e de modo integrado", esclareceu.
O responsável destacou igualmente a pretensão de criação de uma siderurgia na província do Bengo com capacidade para a fabricação de 100 mil toneladas de varão de aço por ano.
Matthias Offodile September 23rd, 2010, 10:44 AM Produção
Novas fábricas estimulam produção de aço
21-09-2010 16:56
Luanda - O director-geral da empresa MP e Irmãos, ligada à venda de materiais de construção, José Segadães, apontou hoje (terça-feira), em Luanda, a instalação de novas fábricas de exploração e transformação de ferro como indispensável para o aumento da variedade de aço no mercado da construção civil.
Falando à Angop sobre a importância do aço na reconstrução nacional, o gestor disse que este pressuposto contribuiria ainda para a redução do preço e da importação em grandes volumes desta matéria-prima.
"A qualidade do aço fabricado no país é boa, daí a necessidade de aumentar a sua produção interna para diminuir os custos da sua exportação", disse.
Segundo a fonte, a produção nacional de derivados do ferro traria igualmente benefícios para os consumidores particulares.
Em finais de 2003, o governo angolano aprovou um plano estratégico para o relançamento da indústria siderúrgica nacional com capacidade, numa primeira fase, para fabricar 180 mil toneladas de aço, contra as anteriores 100 mil.
A decisão do executivo é de criar condições para a substituição da importação de produtos siderúrgicos pela produção interna, o reforço da formação profissional, criação de novos postos de trabalho e o aumento da taxa de crescimento médio do Produto Interno Bruto (BIP).
O consumo anual médio de aço em Angola ascende a cerca de um milhão de toneladas.
Matthias Offodile September 23rd, 2010, 11:03 AM Expansão
Pastelândia quer facturar USD 1,5 milhão até Dezembro
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A Pastelândia, rede de franquia de pastéis, pretende facturar USD 1,5 milhão até ao final do ano. Segundo Marcos Regina, presidente da empresa, tal facturação será atingida com a inauguração de três lojas a curto prazo, em luanda.
O plano de negócios da empresa prevê a abertura de 14 lojas em algumas provincias do país, bem como uma fábrica de pastéis, pizzas e massas italianas. O serviço de entregas de pizzas e pastéis e outros produtos da linha Pastelândia, será outro método utilizado pela empresa para intensificar o negócio na capital . “ Este serviço constitui uma novidade para os consumidores angolanos”, nota Marcos Regina.
Para o gestor esta será mais uma modalide de serviço, prática e confortável, posta à disposição do cliente, passando este a receber, em casa ou no trabalho, os produtos de forma rápida e segura.
“ Pensamos implementar cada vez mais formas que facilitem os consumidores que não podem deslocar-se aos nossos postos de vendas”, acrescentou.
A Pastelândia encontra-se no mercado angolano desde 2009, com quatro lojas em vários pontos da cidade, nomeadamente no Bairro Nova Vida, duas lojas no centro comercial Bellas Shopping, uma no bairro Maculusso e uma outra, em fase de construção, na rua da Liga Africana.
Os “traileres” e as “torres de chopp”, em formato de tulipa, fazem parte das inovações trazidas pela empresa. A “torre do chopp” é a sensação do momento na Pastelândia”, assinala o gestor. Actualmente a Pastelândia vende mais de mil pastéis por dia, atingindo, mensalmente, uma facturação de USD 750. Com um quadro de 83 funcionários, a empresa de pastéis e massas prevê empregar 500 pessoas nas sua diferentes áreas operacionais.
A Pastelândia é uma das 10 maiores franquias de sector de alimentação do Brasil, com 50 lojas implantadas nos melhores shoppings e hipermercados brasileiros, vendendo, aproximadamente, 3.600.000 pastéis por ano, além de pizzas, massas, grelhados e bebidas.
A chegada da rede de franquias a Angola é intermediada pelo Build Angola, em parceria com a empresa All Here Restaurants.
Rebranding
ATLANTICO, a nova marca do BPA
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ATLANTICO é, desde a última quarta-feira, a nova marca do Banco Privado do Atlântico BPA). O rebranding envolveu uma operação relâmpago, levada a cabo em todas as suas agências durante a noite de quarta para quinta-feira, permitindo que o banco se apresentasse ao público, no dia seguinte ao da apresentação da marca ATLANTICO, com a sua nova imagem. Também o site do BPA já se enquadrava na nova marca às primeiras horas de quarta-feira.
O símbolo matemático PHI, acompanhado pela assinatura “Valores com Futuro”, foi o logotipo escolhido para sintetizar a identidade da marca ATLANTICO, a qual incorpora valores como a perenidade, a solidez, a globalidade, o conhecimento. Como acentuou, o presidente do Grupo e do BPA, Carlos José da Silva, durante a apresentação da nova imagem do banco, que teve lugar no Complexo Hoteleiro da Endiama, em Luanda, “a acumulação de conhecimento é o caminho para materializar os sonhos e as soluções”.
A criação da marca ATLANTICO constitui, na perspectiva do BPA, “uma resposta aos desafios que decorreram da sua vocação multi-geográfica, da nova cultura bancária e financeira introduzida em Angola, do seu crescimento ao longo dos quatro anos e do facto de ter atingido uma dimensão e uma solidez que ultrapassou as melhores expectativas, o que nos fez perceber que o fato que usávamos ficou realmente pequeno para o corpo e já não cabia na imagem pioneira. Foi necessário reflectir e assegurar que a marca representasse não apenas aquilo que o banco já é, mas que também conseguisse espelhar aquilo que ambiciona ser”.
“A marca do BPA já não reflectia com rigor o que queremos ser”, acentuou Telma Pedro Gomes, directora coordenadora da Direcção de Marca e Comunicação do banco, ao introduzir a nova imagem da instituição. Havia pois que mudar e a mudança comportava, acrescentou Telma Gomes, a resposta a três questões primordiais: “Mudar como? Mudar porquê? Mudar para quê?”. A resposta passava, não por “mudar os nossos valores, a nossa identidade” mas “por encontrar uma marca que os reflectisse melhor”. Busca que se traduziu num trabalho conduzido ao longo de 18 meses e que envolveu todos os stakeholders do Grupo e que culminou com a criação de uma “marca global que quer mais mundo em Angola e mais Angola no mundo, uma marca de valores (como a ética, o equilíbrio, a segurança e a verticalidade), uma marca de conhecimento”. A criação da nova marca ATLANTICO contou com a contribuição dos ateliers de design NAD e Albuquerque.
Matthias Offodile September 25th, 2010, 04:48 PM Fábrica em Angola da produtora portuguesa de queijos Saloio deverá ficar na Huíla
2010-09-02 in AngolaHub
Lisboa, Portugal, 2 Set - A Saloio, o terceiro maior produtor português de queijos, vai lançar novos produtos e investir 15 milhões de euros numa fábrica em Angola que, de acordo com a revista Africa Today, ficará localizada na província da Huíla.
O jornal português Sol informou que a empresa vai investir, numa primeira fase, 5 milhões de euros para transformar cerca de 20 mil litros de leite por dia.
Mais tarde, e em função da resposta do mercado, a administração da Saloio pretende investir mais 10 milhões de euros para duplicar a produção.
Após três anos de laboração, a Saloio deverá estar a facturar 15 milhões de euros em Angola, sendo que a prazo essa facturação deverá aumentar para 35 milhões de euros.
Fonte: AngolaHub
Grupo Tintas 2000 investe numa fábrica em Angola
2010-09-23 in Vida Imobiliária
O grupo Tintas 2000 vai apostar no mercado angolano para instalar a sua primeira fábrica fora de Portugal, uma unidade que terá uma capacidade estimada de produzir cerca de cinco toneladas (1/3 da produção actual de todo o grupo), revelou a empresa num comunicado.
Com uma capacidade produtiva instalada superior a 15.000 toneladas/ano e mais de 22.000 m² de área total de fabrico e armazém (três fábricas distribuídas pela Maia e a Paredes), o grupo aponta para um crescimento de 10% este ano.
O grupo, que integra três empresas (Tintas 2000, Tintas Marilina e Ambrósio e Filha Vernizes), alcançou um volume de negócios de 15,8 milhões de euros em 2009, com os lucros a progredirem 512 mil euros face ao ano anterior e um EBITDA de 1,3 M€ (+45% face ao resultado bruto de 2008).
As vendas para o sector da construção civil representam 55%, cabendo ao sector do mobiliário 30% e a metalomecânica 15%, indicam dados do grupo que assume o quinto posto entre as empresas que operam em Portugal.
Fonte: Vida Imobiliária
hakz2007 October 9th, 2010, 05:19 AM Economy Ministry prioritises entrepreneurial boost
Luanda - The economy minister, Abraão Gourgel, said on Wednesday in Luanda that one of the priorities of his management will be the follow-up and implementation of policies linked to the Angolan entrepreneurial boost in public and private sectors.
The minister said so during the inauguration ceremony of new government officials who were recently appointed by the Angolan President, José Eduardo dos Santos.
Regarding the public companies, the Ministry of Economy will work for its management in accordance with the international principles.
To better meet the demands of structural unbalances of the Angolan economy, the minister said that it is necessary to continue to invest in the diversification of the national economy.http://www.portalangop.co.ao/motix/en_us/noticias/economia/2010/9/40/Economy-Ministry-prioritises-entrepreneurial-boost,9e5d33ae-9013-490a-a948-088b6eb094eb.html
Matthias Offodile October 10th, 2010, 07:12 PM Angola’s tourism sector creates almost 32,000 jobs in 2009
Luanda, Angola, 5 Oct – The tourism sector in Angola made it possible to create 31,900 jobs in 2009, raising the sector total to 134,600, according to the Statistical Bulletin of the Angolan Hotel and Tourism Market.
The bulletin, an annual publication from the Ministry for Hotels and Tourism which publishes the results of tourism activities in Angola, said that the restaurant sub-sector created the most jobs, rising to a total of 54,300, followed by guesthouses, hotels and travel agencies.
The country’s capital, Luanda, topped the list of provinces that provide most jobs in the sector, and the provinces of Kuando Kubango, Moxico and Bié created the fewest jobs in the sector in 2009.
In the last three years employment in the hotel and tourism sector totalled, 72,100 in 2007, 102,700 in 2008 and 134,600 in 2009. (macauhub)
Good but I want to see that number multiplied by factor 20!!!:cheers:
Matthias Offodile October 10th, 2010, 07:31 PM Angola is Africa's fastest growing destination
Luanda
afrol News, 8 October - Throughout 2009, Angola saw an increase in tourist arrivals of 55 percent, mostly from Europe. The impact of the booming tourism industry in the country led to the creation of 134,000 new jobs.
According to latest figures provided by the Angolan Ministry of Tourism, a total of 365,000 people travelled to Angola during 2009, including both leisure and business travellers. The figure translates into a vast increase of 55 percent of tourist arrivals compared.
The month of August saw the Angolan tourist season peak, representing 20 percent of total arrivals during 2009.
As for the origin of visitors, Europe leads the list with 161,000 visitors (compared to 129,000 in 2008), followed by America with 76,000 in 2009 (compared to 59,000 in 2008), Asia with 75,000 (63,000 in 2008) and Africa 48,000 (38,000 in 2008).
According to the Ministry of Tourism of Angola, the growing tourism industry already has had a major impact on employment. In 2009, the sector employed 134,000 Angolans, which means that 31,000 new jobs had been created since 2008. The main workforce is concentrated in the capital, Luanda, whith 104,000 jobs in the tourism sector.
Thus, the latest statistics corroborate the positive trend of Angola's potential tourism sector. Angola still is lacking a sufficiently developed infrastructure for tourism, as the country is slowly recovering after a 27-year civil war that ravaged most of its infrastructure.
Authorities in Luanda in recent years however have shown interest in the development of this necessary infrastructure. The oil-driven Angolan economy has registered an average growth of almost 18 percent over the past four years, following a significant increase public and private investment.
Also the European tourist market in recent years has shown an increased interest in the tourism potential of Angola. In addition to the traditional air routes from the former colony, Portugal, in January the carriers Lufthansa and Brussels Airlines announced their expansion of services to Angola.
Since January, Lufthansa offers two weekly flights to the Angolan capital, Luanda on a codeshare basis, in addition to the twice weekly Luanda flights it already offers in its own name from Franfurt.
Even Spain is now to get direct connections with Luanda, as the Spanish airline Iberia announced plans to operate flights from Madrid to the Angolan capital, starting in 2011. There also exist plans for an Angolan connection to Barcelona.
Angola's tourism sector started at about zero in 2002, when peace finally returned to the country. Decades of war had left the entire infrastructure in ruins. With peace, especially Luanda has experienced a boom and rapid reconstruction.
Matthias Offodile October 15th, 2010, 07:18 PM 10/9/10 11:47 AM
Kwanza-Sul
Manioc processing factory set for Kwanza-Sul province
Sumbe - A manioc processing factory will be built in the Zambia locality, coastal Kwanza-Sul province, by the Brazilian Santa Cruz do Sul University (UNISC), ANGOP has learnt.
This was announced on Friday in Sumbe district by the adviser of the UNISC's dean, Silmo Schuler, having added that the project will benefit 1,000 familes in the production of 2,000 hectares of manioc.
The project foresees the construction of a juice firm, manioc processing, mini-hydro and agricultural production plants, as well as construction of schools, hospitals, 1,700 residences, through private partnerships.
"We intend to contribuet to the processing of 100 tonnes of manioc per day, 25 tonnes of starch, as well as 35 tonnes of bagasse", stressed the source.
At least 80 new jobs will be created with this initiative.
Luanda
Number of automatic teller machines rises to 995
Luanda – The number of automatic teller machines (ATM) rose from 717 in 2008 to 995 in 2009, according to a “Banca em Analise/2010” study presented Friday in Luanda by the consulting and audit firm, Deloitte Angola.
According to the study, based on indicators of 2009, the number of ATMs has grown to 7,587 terminals, against the 2,660 that existed in 2008.
The number of credit and debit cards increased by about four percent, as well as the number of valid cards which recorded a growth of 12 percent, the source also said.
Simultaneously, the study adds, the number of transactions grew by about 34 percent compared to 2008, with an increase of 31 percent in transactions effected on ATMs and 94 percent on Automatic Payment Terminals (APT).
This study of the sector, prepared by Deloitte, is a compilation of public information available for 16 of the 19 commercial banks operating in Angola in 2009 and Angola Reserve Bank (BNA), in addition to data collected from other markets, including the Portuguese, Brazilian, South African and American.
/7/10 11:02 AM
Luanda
Luanda's 4 de Fevereiro International Airport with alternative terminal
Luanda – Luanda’s 4 de Fevereiro International Airport will count on an alternative terminal in coming months.
This was said on Tuesday, in Luanda, by the CEO of the National Company of Exploration of Airports and Air Navigation (ENANA), Manuel Ferreira de Ceita.
Speaking to ANGOP, the CEO said that Catumbela airport is being built to function as an alternative terminal to Luanda’s 4 de Fevereiro International Airport.
According to Manuel Ferreira de Ceita, a plane parking and the respective taxi ways are under construction, as well as an external car park.
According to the CEO, ENANA intends to create more international airports, besides the existing alternatives of Cabinda and Lubango cities that are being equipped at this phase.
ENANA is since 2008 under a process of rehabilitation, modernisation and equipping of about 30 big, medium and small airports countrywide.
The funding of the project is estimated at USD 400 million and the state is releasing it by phases, in the ambit of the Public Investments Programme.
hakz2007 October 17th, 2010, 09:57 AM ISRAEL TO COOPERATE WITH ANGOLA IN TOURISM SECTOR
MALANJE (ANGOLA), Oct 17 (NNN-ANGOP) -- The charges d’affaires of Israeli embassy in Angola, Alexander Golilee, said Israeli businessmen wants to invest in tourism sector in Malanje, mainly in Kalandula Falls and Black Stones of Pungo-Andongo and in the other
attractive points of the province.
Speaking at the end of visit he paid to Kalandula tourism point, in the district with the same name and to the Black Stones of Pungo-Andongo (Cacuso district), the diplomat said he is interested to attracting businessmen and holding contacts with his government, in order to motivate investment at these localities, exploring the tourism potentialities of those regions.
Alexander Golilee said that Kalandula Falls and Black Stones of Pungo-Andongo have potentialities to attract businessmen of Israel and from other countries of the world to invest there, aiming at motivating investors.
The diplomat ended a three-day working visit to Malanje that aimed to identify possible cooperation areas.
With the same objective, he paid also a visit to Kwanza Norte province. http://namnewsnetwork.org/v2/read.php?id=136442
Matthias Offodile October 24th, 2010, 04:45 PM Continente hypermarket stores very soon in Angola :cheers::banana:
Internacional
Sonae escolhe marca Continente para entrar em Angola
Elisabete Felismino
22/10/10 00:05
O ‘timing’ da parceria com Isabel dos Santos é o final do ano e a marca eleita é o Continente por ser das mais reconhecidas em Angola.
A entrada da Sonae MC (Modelo Continente), responsável pela área do retalho alimentar do grupo português, em Angola - em parceria com a empresária Isabel dos Santos -, está a criar grande expectativa em Luanda. Contudo, o Diário Económico apurou que a insígnia na qual a Sonae vai apostar já está escolhida: "a marca com que a Sonae vai entrar aqui é o Continente", adiantaram fontes próximas do processo na capital angolana.
As mesmas fontes garantem que os hipermercados Continente são "a marca do grupo mais conhecida pelos angolanos e, portanto, com maior potencial". No entanto, reforçam, ainda "falta perceber se entram criando supermercados de raiz ou se, pelo contrário, optam por adquirir algo que já exista aqui".
Nesse contexto, a cadeia com maior potencial seria a insígnia Nosso Super. Esta cadeia de lojas está nas mãos do governo de Angola mas, segundo fontes no país contactadas pelo Diário Económico, "o governo já percebeu que seria melhor entregar aquilo a privados com ‘know how' no negócio". Este cenário, explicam as mesmas fontes, "poderia ser mais vantajoso para a Sonae uma vez que, caso opte por criar lojas de raiz, terá que esperar entre um ano a um ano e meio antes de ter as lojas operacionais". Há, porém, quem defenda que, "eventualmente, a privatização do Nosso Super seria bom para o grupo Sonae, mas numa fase mais avançada, não no arranque".
Apesar de ter estado agendada para Outubro a assinatura formal da parceria entre Isabel dos Santos e a empresa liderada por Paulo Azevedo, a verdade é que faltam ainda acertar pequenos detalhes, apurou o Diário Económico - tudo indica, por isso, que o ‘timing' terá resvalado para o final do ano.
Contactada, a Sonae não quis fazer comentários, adiantando que, "para já, não há nada a dizer sobre esse ‘dossier'. Já dissemos tudo o que havia a dizer sobre esse tema".
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/sonae-escolhe-marca-continente-para-entrar-em-angola_102329.html
Construção
Mota-Engil Angola nasceu hoje
Elisabete Felismino em Luanda
18/10/10 21:00
Foi assinado hoje o acordo que deu origem à Mota-Engil Angola. A empresa quer liderar o sector da construção no país.
O acordo entre a Mota-Engil e o consórcio liderado pela Sonangol foi assinado hoje, durante a tarde, na sede de Luanda. Para oficializar a empresa falta apenas a autorização da Agência de Investimento angolana.
A Mota-Engil tem uma participação de 51% na estrutura accionista da empresa, ficando o consórcio com os restantes 49%.
Segundo António Mota, o objectivo da construtora formada hoje "é crescer a dois dígitos e liderar o sector da construção em Angola".
popa1980 October 24th, 2010, 10:28 PM I just saw a photo of Isabel dos Santos for the first time. She wasnt at all how I expected.
Matthias Offodile November 21st, 2010, 06:06 PM Empresa de água mineral tem nova linha de produção
20 de Novembro, 2010
A fábrica de água mineral “Chela” lançou em Agosto deste ano uma nova linha de produção e aumentou a sua capacidade para mais de 160 milhões de litros/ano, soube ontem a Angop, na cidade do Lubango.
O director-geral da empresa, Jorge Chaves, em declarações à Angop, a propósito destes novos investimentos disse que com o lançamento da nova linha de garrafas de 1,5 litros e 0,50 litros, a fábrica passou a contar com duas linhas de enchimento.
Jorge Chaves informou que a fábrica tem agora capacidade para produzir quase 165 milhões de litros de água por ano, dos quais mais de 101 milhões são da nova linha, com garrafas de 1,5 L e 0,50 litros e 63 milhões da antiga linha, em garrafas de 1,5 e 0,33 litros, e vai fazer exportações.
Matthias Offodile November 21st, 2010, 06:08 PM Distribuição
Mega Cash vale USD 35 milhões:cheers:
http://www.opais.co.ao/resources/images/2009pais/edicao_103/megacash.jpg
Inaugurado ontem, quinta-feira, 29, o Mega Cash Carry quer assumir-se como o maior centro comercial dedistribuição de produtos alimentares do país. Com cerca de 16 mil metros quadrados, o Mega Cash Carry, um edifício de dois andares, todo climatizado, com restaurante, pastelaria e padaria, vai oferecer aos seus clientes mais de três mil produtos diversos.
Orçado em USD 35 milhões (USD 25 milhões em infra-estruturas e USD 10 milhões em produtos), o centro comercial do bairro Palanca pretende focalizar o seu “core business” na área de perecíveis, dirigindo-se aos profissionais do canal de retalho alimentar, da hotelaria, restauração e cafés (HORECA), instituições e empresas.
De acordo com António Santos, director da empresa, uma sociedade anónima com capitais angolanos e portugueses, o investimento surge pelo facto de os administradores notarem um vazio neste segmento de negócio, o comércio.
“Vamos fazer aquilo que é mais dificil de fazer em Angola, isto é, trabalhar na área de perecíveis, produtos frescos. Queremos ser regulares ou fieis com os nossos produtos e clientes”, explicou.
Segundo o responsável, outro motivo animador e que dá confiança aos administradores é o facto de o Mega possuir 25 marcas próprias em várias categorias, além de possuir também um serviço de venda assistida, composta por jovens dinâmicos que vão garantir a entrega dos produtos Mega encomendados ao domicílio ou empresa, num prazo máximo de 48 horas.
Segundo o responsável, até 2020, a empresa pretende criar uma cadeia de lojas Cash Carry em todo o território nacional.
Dando início ao seu projecto de expansão, o grupo Mega espera inaugurar em 2011 mais duas lojas, uma em Benguela e outra na capital de Luanda.
“Queremos ser a referência da distribuição alimentar grossista em Angola, porque achamos que é um sector em franca expansão”, afirmou.
Por outro lado, acrescentou que um dos aspectos mais críticos na área da distribuição em Angola é a regularidade. É difícil encontrar os produtos habituais de marca com alguma regularidade nos estabelecimentos comerciais.
“Queremos ser pontuais na entrega dos nossos produtos ao domicílio ou às empresas, para tal temos 14 camiões climatizados. Queremos ser competitivos, realizando semanalmente campanhas promocionais”, frisou.
António Santos acrescentou que a prioridade dos produtos a serem comercializados no maior centro comercial de Angola (a placa de vendas tem 4.600 metros quadrados) serão nacional, desde que internamente os agricultores tenham capacidade de fornecimento.
“Andamos um pouco pelas maiores quintas agrícolas nas províncias limitrófes de Luanda para negociarmos o fornecimento de produtos com qualiade. Por exemplo, na área de bebidas predomina a nacional”.
Luís Faria
evany November 21st, 2010, 11:19 PM I just saw a photo of Isabel dos Santos for the first time. She wasnt at all how I expected.
and how do you expect her???fat ass big belly kind of type???
Matthias Offodile November 27th, 2010, 09:34 PM Angola´s Banking sector
Angolanos recorrem cada vez mais à banca
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Apenas 11% da população angolana utiliza serviços bancários. Se tomarmos em linha de conta somente os angolanos “adultos”, ou seja, os que têm idade igual ou superior a 15 anos, a “taxa de bancarização”, que mede o grau de acesso a instituições bancárias, sobe, tendo atingindo, em 2009, 20% da população que se insere nesta faixa etária.
Mas o que mais importará reter é que os angolanos, nas contas das suas vidas, recorrem cada vez mais a entidades bancárias, o que significa que a “taxa de bancarização” vem registando um crescimento muito significativo. Se tomarmos como critério a posse de um cartão Multicaixa a comparação entre os anos 2007 e 2009 é muito expressiva: a referida taxa subiu para o conjunto da população de 6% para 11% e para os adultos (indivíduos com idade igual ou superior a 15 anos) passou de 11% para 20%.
Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela Associação de Bancos Angolanos (ABANC), em colaboração com a EMIS e a Marktest Angola e apresentado no decurso do III Fórum de Economia e Finanças realizado esta semana, que contou com a organização da FACIDE.
O estudo chama a atenção para um eventual “enviezamento” da análise do acesso à banca por parte da população tendo como base a posse de cartões Multicaixa pois, com efeito, haverá seguramente indivíduos que reúnem mais que um cartão e, por outro lado, é natural que a população mais idosa possa ter uma conta aberta sem contudo possuir qualquer cartão dada a sua compreensível resistência às novas tecnologias; haverá ainda que ter em consideração que a população angolana é muito jovem (em 2009 apenas 55% se situava numa faixa etária igual ou superior a 15 anos), pelo que há um larguíssimo contingente populacional que não encaixa no segmento “adulto”.
Para além de mostrar que existe uma tendência crescente para a “bancarização” dos angolanos, tanto no que respeita à procura de serviços bancários como quanto à sua disponibilização, o documento, que foi apresentado por Marinela Amaral, do grupo técnico de trabalhos da ABANC, revela ainda que 2009, o ano em que a crise internacional se repercutiu com maior intensidade sobre a economia nacional, foi claramente atípico quanto a alguns indicadores fundamentais da actividade bancária.
Evidencia ainda um aspecto muito interessante: no que toca a alguns aspectos o sistema bancário angolano detém um bom posicionamento na África subsaariana, superando mesmo, no que respeita ao valor dos depósitos e ao valor do crédito em percentagem do produto interno (ou seja, em termos de “profundidade financeira”), a economia mais desenvolvida do continente, a da África do Sul.
Quanto pesa a banca na economia
O peso da massa monetária, expressão que designa, em sentido amplo, o conjunto dos meios de pagamento, sobre o total da riqueza produzida anualmente no país, o seu produto interno (PIB), vem crescendo significativamente.
O que significa que a “profundidade financeira” (o valor da referida massa monetária em percentagem do PIB) aumenta ano após ano. Se, numa análise mais detalhada, entendermos como massa monetária a soma da moeda em poder do público, dos depósitos à ordem e os depósitos a prazo (um conjunto designado pelos economistas como M2), constatamos que se aquela valia 18% do PIB em 2007, passou a representar 44% do PIB em 2009.
E se juntarmos a M2 outros instrumentos financeiros, como os títulos públicos de curto prazo (Bilhetes do Tesouro e Títulos do Banco Central), transaccionados no chamado “mercado secundário”, verificamos, como o mostra o estudo, que o respectivo peso sobre o PIB, que era apenas de 22% em 2007, passou para 48% em 2009.
Mas, afinal de contas, de que moeda falamos? Kwanzas ou dólares? Ora bem, na análise da evolução dos meios de pagamento nas duas moedas faz-se sentir claramente o factor “crise 2009”. Com efeito, a “desdolarização” da economia, que se vinha verificando a bom ritmo desde 2006, sofreu uma interrupção em 2009: se em 2008 a moeda estrangeira representava 43% do M3, já em 2009 passou a ter no M3 o mesmo peso da moeda nacional.
A análise da evolução do crédito concedido ao longo dos últimos anos corrobora a progressiva “bancarização” da economia angolana. Em 2009, o crédito concedido ao sector não petrolífero atingiu 70% do PIB, num contexto de reduzido crescimento económico.
É ainda curioso notar que, em 2008, o crédito concedido ao Governo se situou próximo do montante dos empréstimos efectuados à economia, facto que resultou da forte expansão que os gastos públicos registaram naquele que foi para o preço do petróleo o ano de todos os recordes.
Liquidez cada vez menos preferida
A “preferência pela liquidez”, conceito que traduz a relação entre a procura de moeda por parte do público e a massa monetária, vem decaindo. E também no que toca a este aspecto 2009 assume-se como um ano de excepção: se, em 2008, a “preferência pela liquidez” decaíra já para 10%, em 2009 dá-se uma inflexão da tendência de recuo, voltando a subir para 13%. A procura de dólares como reserva de valor implicou uma redução das disponibilidades de caixa dos bancos e, em consequência, está na base das restrições que foram colocadas aos levantamentos. E onde encontram os angolanos mais agências bancárias? Sobretudo nas províncias próximas do litoral, com Luanda, como seria de esperar, à cabeça. São as mais atractivas para os bancos: é nelas que encontram melhores infraestruturas e são também elas as que apresentam também maior potencial económico.
Mas, com maior ou menor concentração junto às zonas litorais, a expansão bancária assume-se como um facto. Se, em Dezembro de 2003 apenas 19% dos municípios se encontravam cobertos pela rede bancária, esta já se estendia, em Setembro do corrente ano, a 46% dos municípios do país.
Luanda é a província que apresentava, de longe, em 2009, uma maior disponibilidade de serviços bancários (ATM e agências) por quilómetro quadrado e também a que disponibilizava mais serviços bancários por habitante. Também os habitantes de Cabinda e Benguela são privilegiados em matéria de disponibilidade de serviços bancários.
O Huambo, note-se, beneficia dessa disponibilidade em grau elevado por quilómetro quadrado e o Namibe é bafejado por ela no que respeita à quantidade de serviços oferecidos por habitante.
Cheques ou Multicaixa?
O sistema de pagamentos em tempo real, introduzido em 2005, vem ganhando, a olhos vistos, terreno ao recurso ao cheque, mas o número e o valor médio destes últimos aumentou significativamente, refere o documento da ABANC.
Por outro lado, é cada vez maior o recurso dos angolanos aos cartões Multicaixa para efectuar o pagamento das suas compras (os “POS” registaram um valor médio de Kz 11.300 em 2009), embora também levantem cada vez mais dinheiro em ATMs. Mas as estatísticas indicam que tem cartão recorre cada vez menos ao numerário, ou seja, dinheirinho palpável.
Como estamos na África subsaariana
Se Angola ocupa, no contexto da África subsaariana a 11a posição no que respeita ao número de agências por 1.000 Km2, já que no que respeita ao número de ATMs por 1.000 Km2 inclui-se entre os 10 países de topo, com 0,8 ATMs por 1.000 Km2. A posição do nosso país ainda é melhor quando se adopta o critério “número de agências bancárias por 100.000 adultos”: posicionamo-nos em 4o lugar, com um índice 5,9, logo a seguir às Seychelles, Maurícias (países que se destacam pela sua forte componente turística), África do Sul e Namíbia.
Já quanto ao número de ATMs por 100.000 adultos, ocupamos o 6o lugar, com mais de 10 ATMs por cada 100.000 adultos. Estas posições traduzem claramente a forte expansão bancária verificada desde 2002.
Particularmente interessante é o posicionamento do nosso sistema bancário no que concerne ao critério “profundidade financeira”, o qual, como acima indicámos, expressa o valor dos depósitos e do crédito em percentagem do PIB.
Quanto ao valor dos depósitos em percentagem do PIB ocupamos a 2a posição do ranking subsaariano, logo atrás das Seychelles e à frente dos Camarões, Namíbia, Moçambique, Uganda e África do Sul. Já quanto ao valor do crédito concedido em percentagem do PIB figuramos em 3o lugar, atrás das Seychelles e da Swazilândia.
Quando nos comparamos, em termos de profundidade financeira” com os restantes países da África subsaariana produtores de petróleo, verificamos que é de Angola a primeira posição, alcançada de 2008 para 2009, quando ultrapassámos a Nigéria.
E gosta do seu banco?
Na província de Luanda 18% dos indivíduos de ambos os sexos com 15 ou mais anos e que têm como banco principal uma das cinco instituições com maior penetração confessam-se insatisfeitos ou muito insatisfeitos com o seu banco. Este sentimento resulta sobretudo, alegam, do “mau atendimento ao cliente” e das “falhas técnicas do sistema”.
O “atendimento mau e/ou lento” leva a palma nas razões de queixa avançadas (45%), seguindo-se as “falhas de sistema” (35,7%), o excesso de clientes na agência (27,3%) e a falta de dinheiro no banco (8,1%).
Refira-se que a maioria dos clientes da banca inquiridos diz esperar, em média, uma hora até ser atendido. E se 18,1% diz esperar 15 minutos ou menos, há 12,4% de clientes que declaram esperar mais de duas horas para serem atendidos.
Porque ficam de fora
Entre os indivíduos de ambos os sexos com 15 ou mais anos, residentes na província de Luanda 29% declaram ter conta aberta no banco.
Entre os 71% que não têm conta bancária, 44,2% alegam como motivo para tal o facto de não ter dinheiro, 26,5% não acedem aos serviços bancários por não trabalhar ou estar desempregados, 13,6% não o fazem por não possuírem os documentos necessários à abertura de conta (BI, No de Contribuinte e outros documentos). Dos restantes 4,9% dizem não gostar de ter conta ou não manifestam interesse nisso e 4,8% são menores e os pais ainda não lhes abriram uma conta.
Importa notar que, de acordo com o estudo, apesar de não constituir o principal motivo, a falta de documentos apresenta uma tendência crescente como uma dos principais razões referidas para não ter conta bancária, sendo que, em 2010, adianta o documento, o potencial de aumento da “bancarização” com a regularização dos documentos seria de 9,7 pontos percentuais
Accenture optimista
À semelhança do que acontece nos países emergentes Angola está a fa- zer um grande investimento no sec- tor das Tecnologias de Informação e Comunicações (TIC’s), o que poderá proporcionar um desenvolvimento muito acentuado na economia do país. A afirmação é do director da Accenture Angola, Luis Freire, especialista em TIC’s.
De acordo com o responsável, o investimento que está a ser feito na infra-estrutura de fibra óptica vai po- sicionar Angola num patamar extremamente moderno no que se refere a tecnologia de comunicação. Segundo ele, a partir do momento em que a fibra óptica estiver a funcionar em pleno, as empresas terão acesso à in- ternet e a redes de dados com maior velocidade e largura de banda.
“Nesse momento o desafio das empresas de telecomunicações é conjugar e democratizar o acesso à Internet em condições de largura de banda e velocidade. Esse vai ser um pré-requisito para que as empresas em geral possam despontar do ponto de vista das TIC’S”, disse.
Luís Freire considera que, actual- mente, existe ainda muita dificuldade para automatizar e aumentar a produtividade das empresas com base em sistemas de informação, mas reconhece que a situação da internet em Angola não difere muito do que se passa em outros países africanos e emergentes.
“Chegámos a conclusão que a percentagem de interacção entre clientes, fornecedores e colaboradores e as empresas ainda está entre os 20% e 40%. Isso significa que ainda há mui- to espaço para evoluir ou garantir o aumento e a eficácia das empresas”, disse, para depois acrescentar que Angola passa por um momento em que, enquanto mercado emergente, está a investir em infra-estruturas de base em fibra-óptica para tentar po- sicionar-se do ponto de vista de tec- nologias de Informação, reduzindo assim o défice de automatização das interacções entre as empresas.
Segundo o responsável da Accen- ture, as empresas em Angola têm no- ção da importância das TICs, razão pela qual a Accenture em relação à disponibilização final da infra-estru- tura de fibra óptica. No contacto que tem mantido com responsáveis de al- gumas empresas, com destaque para as de telecomunicações, Luís Freire assegura que depois da expansão da fibra óptica, as empresas têm que se preocupar com a questão dos recur- sos humanos.
“Quanto aos recursos humanos considera que as dificuldades são típicas em mercados emergentes, mas aqui sentimos que já existem quadros bastante bons; só que, naturalmen- te, ainda há muitos a formar e muitas competências a adquirir. O objecti- vo tem de ser a transferência do co- nhecimento consciente, planeada e objectiva, por parte dos expatriados para os nacionais. E é isso que a Ac- centure tem estado a fazer”, sublinhou.
Matthias Offodile December 7th, 2010, 10:55 PM Indústria
Nova fábrica da Efacec envolve investimento de USD 15 milhões
A Efacec vai investir USD 15 milhões numa nova unidade industrial em Catete, destinada à reparação de motores e transformadores, bem como à montagem de quadros de média tensão.
A unidade ocupará um terreno de 8 hectares, situado na saída de Catete para Cabala e criará 100 empregos directos, 85% dos quais preenchidos por angolanos. A empresa compromete-se ainda a dar formação a 20 a 25% dos seus quadros superiores angolanos.
A construção da nova fábrica da Efacec, o maior grupo português do sector eléctrico e electromecânico, presente em 65 países do mundo e que reúne, na totalidade, 4600 colaboradores, registou um atraso devido a um problema de localização, já que o terreno inicialmente escolhido, em Catete, não pode ser utilizado, como explicaram a O País João Oliveira e Sousa, administrador delegado da empresa para a África Austral e Aníbal Antunes, que é o seu director geral em Angola.
A nova unidade vai servir os actuais clientes da Efacec Angola, uma empresa de direito angolano cujo capital é detido, na totalidade, pela empresa-mãe. Angola representa actualmente 3,5% do volume de negócios consolidado da Efacec a nível global, o qual ascende a € 1,015 mil milhões (o correspondente a USD 1,328 mil milhões).
A Efacec encontra-se em Angola desde 1967, onde detém uma unidade de reparação, localizada no Cacuaco. Entre os clientes da empresa figuram a Unitel, a MS Telecom e a Movicel (soluções de telecomunicações), a EDEL (Empresa de Distribuição de Electricidade), a ENE (Empresa Nacional de Electricidade), a Sonangol, assim como a Nova Cimangol, a Refriango e a Vidrul (área da energia) e a Enana Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (logística de aeroportos, a qual engloba todas as operações envolvidas desde a entrega da bagagem pelo passageiro até à sua recuperação).
A Efacec está ainda presente no mercado nacional nas áreas relacionadas com a reparação e manutenção de subestações eléctricas (manutenção), na apresentação de soluções para subestações a sua construção (engenharia), construção de ETARS, estações de bombagem e despoeiramentos (ambiente). No que respeita à futura central de ciclo combinado a instalar no Soyo, João Oliveira e Sousa confirma o interesse da empresa na obra pois “com excepção dos geradores a Efacec tem capacidade para fornecer toda a parte eléctrica.
O responsável da Efacec assegura que a empresa quer duplicar, nos dois próximos anos, a sua facturação consolidada na África Austral, a qual corresponde, de momento, a 7% do volume de negócios global do grupo.
João Oliveira e Sousa prevê que o mercado angolano contribuirá em 75% para o aumento de facturação da Efacec no cone sul do continente africano, sendo de 25% a quota-parte da África do Sul no incremento esperado no volume de negócios da empresa na região.
Registe-se que a Efacec tem em curso em Moçambique o desenvolvimento de um projecto envolvendo um investimento de € 23 milhões (o equivalente a USD 30 milhões), encontrando-se a negociar o lançamento de um novo projecto no valor de € 21 milhões (USD 27 milhões), embora o montante das linhas de crédito disponíveis no país do Índico seja inferior ao destinado ao mercado angolano.
Como se cosem as linhas de crédito
O que se passa então com as linhas de crédito portuguesas, que ascendem a € 1.000 milhões (mais de USD 1.300 milhões), abertas para facilitar a realização de novos investimentos em Angola? De acordo com o administrador delegado da Efacec há algo que emperra o circuito de autorizações: “a EDEL ou a ENE pedem propostas ao mercado, os fornecedores apresentam as soluções técnicas e o preço, o processo segue para o ministério da tutela e daí para o das Finanças que, por seu turno, fala com o Ministério das Finanças português, que encaminha então o assunto para a Caixa Geral de Depósitos...há algo neste circuito que não funciona, possivelmente ao nível das próprias utilities”.
Clique para ampliar a imagemOs responsáveis da empresa defendem a celebração de acordos-programa com as utilities nacionais, à semelhança dos que realizaram com a portuguesa EDP, a nortea-mericana Nevada Power de Las Vegas ou a espanhola Endesa.
Consideram que tais acordos “constituem uma garantia adicional, pois a Efacec assegura a ocupação da respectiva produção pelo período de tempo da sua vigência, normalmente um ano, sendo que, ao mesmo tempo, garantem um preço preferencial ao cliente”.
Luís Faria
3 de Dezembro de 2010
10:59
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Matthias Offodile December 10th, 2010, 01:39 PM Telecomunicações
Movicel investe USD 100 milhões e passa a operar em GSM
A companhia telefónica móvel “Movicel” vai investir cerca de USD 100 milhões este ano, na abertura e melhoria de infra – estruturas de rede de telecomunicações, lojas e alteração tecnológica.
Até agora, a operadora, que utilizava a tecnologia CDMA, migrou agora para a tecnologia GSM, usada também pela sua concorrente directa, a Unitel. Os telemóveis da Movicel passarão doravante a suportar um “Cartão Sim”. A alteração tecnológica obrigou à substituição dos equipamentos da marca.
Carlos de Brito, administrador da empresa de telecomunicações, precisou que o lançamento da nova rede permitirá aos utilizadores que tenham um telefone GSM optar pelo operador que prefiram, em função do serviço e do preço, o que facilita a possibilidade de escolha e aumentando a concorrência.
Carlos Brito explicou que a operadora introduzirá também inovações a nível dos equipamentos de voz e de dados. “Como todos sabem, até aqui, os equipamentos limitavam-nos em termos de oferta. São tempos passados. Os novos equipamentos são mais atraentes e apresentam mais funcionalidades”, referiu.
Para o administrador da operadora a Movicel está, definitivamente, ligada à história das comunicações em Angola: foi ela a lançar a primeira operação móvel no País, através de uma rede CDMA. “Mas agora, sublinhou, comemoramos a modernização da nossa rede, enriquecendo-a com as tecnologias GSM, UMTS e HSPA”.
A tecnologia GSM apresenta importantes vantagens no plano da padronização tecnológica e interoperacionalidade entre os diferentes fornecedores, permitindo a redução dos custos operacionais e abrindo o leque de escolha de fornecedores. A redução dos custos em infra estruturas, graças à geração de economias de escala, a possibilidade de criação de novos serviços, como é o caso do roaming, o potencial de alargamento da base de clientes e o acréscimo de rentabilidade são outras tantas vantagens associadas à adopção da tecnologia GSM, a qual é utilizada pela esmagadora maioria dos operadores à escala global.
Carlos de Brito garantiu que a transição para nova tecnologia será feita sem anomalias, não trazendo quaisquer transtornos aos utilizadores: “vamos efectuar uma transição tranquila. Os clientes poderão manter os actuais números. Só haverá necessidade de substituir o aparelho em condições de troca interessantes”.
Até o final do ano, a operadora deverá inaugurar um total de 12 novas lojas em várias províncias de Angola, nomeadamente Benguela, Cabinda, Huambo e Lubango, com o propósito de levar os seus serviços aos cidadãos.
Registe-se que Angola é um dos países que maior taxa de crescimento apresenta no domínio das telecomunicações e, também, na utilização da Internet. Nas comunicações móveis, de 2003 a 2008 o país cresceu a uma taxa de 80% ao ano, isto é, cerca de 2 vezes mais do que a média da África Subsariana e 4 vezes mais que a média mundial.
No que respeita à tecnologia GSM, África detém hoje já mais de 10% do total de utilizadores existentes no Mundo, um número superior ao da Europa Ocidental, sendo que, tudo indica que Angola irá ter um peso cada vez mais expressivo na utilização destas redes.
Privatização
A Movicel foi inteiramente privatizada o ano passado, como O País noticiou em primeira mão, na sua edição de 31 de Julho de 2009, ficando o capital da operadora de comunicações móveis distribuído pela PORTMIL – Investimentos (40%), MODUS COMUNICARE (19%), IPANG – Indústria de papel e derivados (10%), LAMBDA – Investment (6%) e NOVATEL (4%). As empresas estatais Angola Telecom e ENCTA (Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola) ficarão a deter 18% e 2% respectivamente da Movicel.
O Estado angolano encaixou USD 200 milhões com a operação de venda, tendo o preço base da operadora sido fixado com o recurso a pareceres de consultores internacionais. Os recursos financeiros de que a empresa carecia com vista à sua reconversão tecnológica e expansão num contexto de crise mundial generalizada foram levados em conta na fixação do valor da operadora. Por outro lado, a capacidade financeira para levar a cabo estes objectivos teve, de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros que configurou a operação de privatização, um peso decisivo na selecção da nova estrutura accionista. É preciso recuar a Abril de 2008
para identificar o início do processo de privatização da Movicel. Na altura o Governo decidiu abrir ao sector privado nacional 80% do capital que o Estado detinha na operadora. De acordo com o Diário da República, No 77, de 28 de Abril, 49% das participações sociais da empresa eram destinadas a investidores privados de nacionalidade angolana ou a empresas de direito angolano, directa ou indirectamente detidas por aqueles. O diploma previa ainda a transferência de titularidade de 31% da operadora para uma sociedade de direito angolano, detida maioritariamente por um parceiro estratégico internacional.
Posteriormente, a meio de 2008, foi assinado um contrato de gestão com a ZTE, a maior empresa de telecomunicações da China, o parceiro estratégico internacional considerado mais adequado aos objectivos do processo de privatização. A ZTE adquiriu então 31% da operadora, após proposta favorável nesse sentido emitida pela Comissão de Negociação da Movicel (CNM), nomeada no início de 2007 pelo Governo para estudar o cenário de privatização da operadora, determinar o seu valor de mercado e escolher um parceiro estratégico para conduzir o processo. Uma das razões que terão levado o Governo a enveredar pela privatização total assentou na constatação de que a gestão partilhada pela ZTE com o seu parceiro angolano, de acordo com o figurino fixado pelas autoridades com vista à privatização da operadora, não obtivera os resultados esperados, nomeadamente no que respeita a questões vitais para o relançamento da empresa no quadro dos objectivos estratégicos que haviam sido fixados.
A empresa de telecomunicações confrontava-se, recorde-se, com a necessidade de realizar investimentos urgentes, entre os quais se salientam os relacionados com a necessidade de dar cumprimento às orientações da UIT – União Internacional das Telecomunicações, as quais estabelecem que os serviços de radiodifusão digital terrestre serão implantados na mesma faixa (800MHZ) em que a Movicel operava.
A Movicel foi criada em 2003 e iniciou a sua actividade com a prestação de serviços de telecomunicações móveis na condição de subsidiária da Angola Telecom.
Hamilton Viage
3 de Dezembro de 2010
Matthias Offodile December 15th, 2010, 11:26 AM Investec eyeing Angola stock exchange launch
Angola, Capital Markets | Jaco Maritz | November 15, 2010 at 15:57
Investec Asset Management would be interested to invest in Angola once the country’s stock exchange launches.
“We have been waiting for the launch of the stock exchange for the last few years,” says Roelof Horne, portfolio manager of Investec’s Pan Africa Fund. The fund invests mainly in equities listed on stock exchanges across Africa.
“Three years ago I was actually in the stock exchange building. I met the manager of the stock exchange; I met their IT people. They have trading systems; they have stock brokers. Everyone was sitting waiting for the president to sign but for some reason they have decided not to press the button,” says Horne.
Some stakeholders expect the Angolan bourse – the Bolsa de Valores e Derivativos de Angola – to open later this year or in early 2011.
“Angola came out of their civil war less than a decade ago. The country is tightly controlled by a political elite who are dictating the time table for economic reform. But economic reform is underway and gathering pace. We believe Angola will move into the mainstream,” says Horne.
According to the IMF, Angola’s real GDP growth from 2004 to 2008 was consistently above 10%, recording a high of 20.6% in 2005. In 2009 the country was, however, hard-hit by the global economic crisis and only managed to squeeze out an estimated growth of 0.7%. The government recently projected growth of between 5% and 6% for 2010.
Horne says that Angola holds significant investment potential. “GDP growth was bad last year because of what happened to the oil price as a result of the global financial crisis. But in the few years before that, you had GDP growth measuring in the twenties. When you have fast growth coming off a low base, opportunities for businesses abound.”
“Angola has a huge deficit of development. Luanda’s population has mushroomed but with no infrastructure, so there the opportunities are obvious.
“You also have a fertile country, where there’s just about no agriculture. You have a country that has got huge mining potential but is very underexplored. Angola is relatively well-off because of its oil wealth yet they import everything. Just about nothing gets manufactured in Angola. With the right policies the development in the country is going to be astronomical over the next few years,” he explains.
http://www.howwemadeitinafrica.com/investec-eyeing-angola-stock-exchange-launch/5473/
Matthias Offodile December 17th, 2010, 02:57 PM Luanda
WTO reference centre opened in Luanda
12/14/10 11:16 AM
Luanda - A reference centre aimed at providing summary of the current state of negotiations at the World Trade Organisation (WTO) was opened Monday, in Luanda, by experts from that international institution at the request of Angola.
The opening of the institution, which will operate in the facilities of the Ministry of Commerce, aims at enabling the exchange of information between Angola and the WTO regarding events and negotiations that take place in that UN specialized agency.
Moreover, the centre will enable Angola to have access to updated information and data from its partners.
According to the WTO’s expert, Matthew Baker, who currently addresses a seminar to staff of the Ministry of Commerce, the opening of the centre will help Angola to be more aware of the organisation’s affairs.
Matthias Offodile December 17th, 2010, 05:00 PM Obras
Progest investe 700 milhões na formação e aquisição de equipamentos:cheers:
http://www.opais.net/resources/images/2009pais/edicao_100/pais%20100_lr_132.jpg
A “Progest, empresa angolana de fiscalização de obras, investiu USD 700 milhões na formação dos seus quadros e na aquisição de equipamentos para fiscalização e consultoria de obras, nomeadamente escolas públicas, pontes, projectos diamantíferos e agências bancárias.
De acordo com Paulo Nóbrega, administrador da empresa, a Progest tem cerca de 50 obras em curso, entre as quais o edifício da “Escom” do Grupo Espírito Santo, o edifício “Maravilha”, o edifício da Fortaleza, o projecto diamantífero “Luó”, na província da Lunda-Norte, o Centro Logístico em Talatona e o edifico da Direcção Nacional das Alfandegas, em Ondjiva, Segundo o responsável, a Progest pretende desenvolver-se de forma sustentada, apostando na formação contínua dos seus funcionários.
“Apostamos num serviço de excelência, no valor moral e na ética do nosso pessoal, porque temos uma grande preocupação na vertente humana, o que faz da Progest uma grande empresa”, garante.
Paulo Nóbrega adianta que, para além da prestação de serviços, a sua companhia preocupa-se em analisar as diversas áreas de mercado. Para ele, um dos grandes problemas de Angola é que “as pessoas importam projectos pré-acabados sem conhecimento prévio do mercado, como por exemplo, a capacidade dos terrenos e as águas pluviais”.
Para além das infra-estruturas, a Progest está ligada também à construção de vias de comunicação, marcando presença nas províncias de Cabinda e Malanje.
Outros projectos Para corresponder às necessidades do mercado, a Progest criou quatro subsidiárias, nomeadamente a “Progest Fiscalização”, “Progest Estudos e Projectos”, “Prongila” que realiza actividades inerentes a projectos e fiscalização de vias de comunicação e outras que surgem actualmente, tais como gestão e auscultação externos e internos e a “Proprime Imobiliária”.
O gestor avançou que a necessidade de “up-grade” nacional, no que respeita ao carácter científico que as vias de comunicação devem ter como objectivo de salvaguardar a coisa pública, permite maior controlo de qualidade no investimento de infra-estruturas, construindo estradas dentro dos parâmetros internacionais bem dimensionadas e duráveis. A Prongila está equipada com material próprio para fazer face a estes desafios, tendo adquirido um deflectometro pesado imprescindível para estudo da capacidade de suporte de pavimentos de estradas e aeroportos. A empresa adquiriu também uma máquina designada “greep – tester” para avaliação do atrito, um perfilo metro-laser para irregularidade e deformações, um laboratório completo para e estático equipado com a mais moderna gama de equipamentos. “Os outros investimentos seguem-se sempre com objectivo principal de adoptar Angola, com uma empresa nacional capaz de aplicar as novas tecnologias de ponta nesta área”, acrescentou.
“De forma a não adulterar a anterior estratégia acima referida, que em nosso entender tem justificado a confiança que os clientes e colaboradores depositam na Progest, criamos diferenciadas áreas de actuação que permite manter a proximidade e a qualidade no serviço mesmo em período de grande crescimento externo e interno”, garante Paulo Nóbrega.
Desde a sua constituição e ao longo dos 18 anos de actividade, a empresa serve clientes das mais variadas áreas, nomeadamente ministérios, institutos, empresas públicas, bancos, entidades financeiras, escolas e universidades, empresas de construção e imobiliárias.
A PROGEST é uma empresa angolana fundada em 1989, em Luanda, actuando na área de projectos, fiscalização, consultoria (avaliação imobiliária) e gestão.
Hamilton Viage
8 de Outubro de 2010
Matthias Offodile December 18th, 2010, 04:27 PM TV CABO: Inovação em crescimento
23 de Abril de 2010, 09:25
http://imgs.sapo.pt/gfx/496787.gif
Foi realizado um jantar nesta segunda-feira 19 de Abril alusivo ao 18.º Fórum da AICEP, pelas 19h 30min, no Restaurante Bay Art situado no inicio da Ilha de Luanda.
http://imgs.sapo.pt/gfx/496789.gif
Na liderança do desenvolvimento tecnológico em Angola, a TV CABO, marca com forte implantação no continente africano, tem em Angola igual participação de capital do Grupo Visabeira, reconhecido especialista na área das comunicações nomeadamente a Telecom.
Usufruindo do know-how destas duas entidades é o único operador de conteúdos e dados por cabo do país e disponibiliza simultaneamente televisão e internet com sinal inteiramente digital.
http://imgs.sapo.pt/gfx/496794.gif
Tendo começado a operação em 2006 já foram investidos mais de 40 milhões de dólares em equipamento e expansão da rede, a qual continua em curso não só na zona de Luanda mas igualmente noutras cidades do país. Neste contexto brevemente arrancarão as novas operações no Lobito e em Benguela com redes totalmente construídas em fibra óptica. A tecnologia utilizada garante uma óptima qualidade de som e imagem, sendo disponibilizados cerca de 150 canais de televisão e acessos de internet com velocidades de referência vocacionados para o mercado residencial e corporativo.
Na 18ª reunião do Fórum foi “feito um balanço da actividade, perspectivando o futuro”. Diversos representantes de países de língua portuguesa aproveitaram o jantar para definirem estratégias futuras de cooperação no âmbito do Fórum para o ampliação e melhoramento da TV CABO em todo parte do mundo.
Participaram neste evento, representantes da TV CABO Angola, TV CABO Moçambique, Portugal Telecom, ANACOM, Correios de Portugal, Correios da Guiné-Bissau, Correios do Brasil, Correios de Cabo-Verde, Cabo-Verde Telecom, Cabo Verde Móvel, Estudo de Comunicação da Guiné-Bissau.
Para esta ocasião o maior atractivo foi a banda “The Kings” que interpretou várias músicas internacionais que fascinaram os presentes.
Um buffet recheado de tudo o que os convidados mereciam, desde as inúmeras entradas, aos pratos nacionais e internacionais, passando pelas mais diversas iguarias, acabando nas sobremesas de fazer crescer água na boca, esteve durante toda a noite à disposição de quem quisesse saborear essas deliciosas.
Arrojada, criativa, dinâmica e universal a TV Cabo pretende posicionar-se como uma referência na transmissão de dados e disponibilização de conteúdos a nível residencial e empresarial.
Por: Akanda
Fotos: Shayne
Matthias Offodile December 28th, 2010, 03:25 PM Barbot Angola reforça estratégia de expansão
17 de Novembro de 2010 às 11:19:10 por Ana Rita Sevilha
O forte crescimento da Barbot Angola, na ordem dos 55% e a maior proximidade junto dos clientes impõem a abertura de mais duas lojas e de uma nova fábrica, anunciou a empresa.
“Reforçando a sua imagem como empresa de referência no sector, a aposta passa pela entrada em novos mercados em Angola”. Nesse sentido, “a empresa conta já com um total de cinco lojas próprias, tendo aberto recentemente duas delas, uma situada em Luanda Sul (Morro Bento) e outra em Viana (a 30 km do centro da cidade)”.
João Carlos Barbot, Administrador Delegado da Barbot em Angola justifica a abertura de uma nova loja em Viana por ser “uma zona industrial onde irão nascer muitas empresas e onde futuramente vão nascer muitas obras. Optámos por Viana porque para além de ser um ponto de desenvolvimento, é um local estratégico. A adicionar a isso temos também a nova fábrica que se situa em Viana e que se prevê que esteja pronta no final do ano. Por outro lado, abrimos esta loja porque considerámos que é importante termos um ponto de venda perto da fábrica.”
“A abertura destas novas lojas irá repercutir-se no volume de facturação da empresa, estando previsto um aumento na ordem dos 15 a 20%”, assegura.
De acordo com a empresa, “a Barbot continuará com a sua estratégia de expansão de sucesso e de reforço do compromisso assumido no mercado Angolano, levando a cabo uma renovação da imagem da empresa e uma dinamização das acções de marketing junto dos consumidores. A estratégia passa pelo lançamento de um novo catálogo de cores com novo layout e a utilização de mais cores nas lojas, utilizando os tons da Barbot”.
A entrada no mercado de Benguela e do Lobito, no sul de Angola, através de dois agentes localizados nessas cidades, representa mais uma aposta da Barbot. O administrador Delegado da Barbot em Angola, fundamenta esta decisão “porque era muito complicado enviar as encomendas para o Sul. Para resolver esta questão neste momento estamos a criar um armazém de distribuição em Benguela que irá fornecer os dois agentes (revendedores) e as empresas de construção civil a quem fornecemos directamente.”
A abertura destas novas lojas em Angola e todas as estratégias de expansão a implementar, neste território, reforçam o compromisso assumido pela marca em consolidar a sua operação neste país, ao mesmo tempo que contribui para um incremento dos resultados da economia angolana.
Matthias Offodile December 30th, 2010, 10:59 PM check this out
http://www.jornaldeeconomia.com/index.php?t=Modulo&action=view&modulo_id=9&id=192&j=popUp
evany December 31st, 2010, 09:57 AM looks like that Dundo city is really getting built YESSSSSSSSSSSSSSSSSSS :banana:
Matthias Offodile December 31st, 2010, 04:27 PM looks like that Dundo city is really getting built YESSSSSSSSSSSSSSSSSSS :banana:
YEAP; THE CONSTRUCTION PICS IN THE MAGAZINE ARE PRROF!
Happy new year , Evany:)
evany December 31st, 2010, 04:46 PM YEAP; THE CONSTRUCTION PICS IN THE MAGAZINE ARE PRROF!
Happy new year , Evany:)
HAPPY NEW YEAR MATTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTT PARTY HARD BRO:banana: :banana2:
Matthias Offodile January 21st, 2011, 02:00 PM Angola abre portas à multinacional Emmar dos Emirados Árabes Unidos
http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2011-01-19%20183540_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$2EE4B5C7-8222-4F96-BEE4-D90FF515B250$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg
África
19/01/11, 18:25
OJE/Lusa
O presidente angolano recebeu hoje, em Luanda, garantias do presidente da Emmar Africa Resources, com sede nos Emirados Árabes Unidos, de que esta multinacional está disposta a contribuir para a reconstrução nacional e desenvolvimento de Angola, noticiou a Angop.
O xeque Mohammed Alabbaz, presidente da multinacional Emmar Africa Resources e membro do conselho executivo da monarquia do Dubai, foi recebido por José Eduardo dos Santos no Palácio Presidencial, na capital angolana.
"Todo o mundo está com os olhos postos em Angola, pelo facto de nos últimos anos este país ter tido um desenvolvimento fabuloso nas mais variadas áreas", disse Alabbaz, citado pela agência angolana Angop.
No encontro com o chefe de Estado angolano, adiantou o xeque Mohammed Alabbaz, foi discutida a forma como a multinacional pode contribuir para o processo de desenvolvimento de Angola, no quadro das actividades que abrangem os sectores imobiliário, mineiro, bancário, construção, entre outros.
"A Emmar Africa Resources, implantada em mais de 27 países, recebeu da parte do presidente angolano a confiança e o apoio de que pode investir no país", explicou Mohammed Alabbaz, que é detentor de mais de cem hotéis no Dubai, da rede de metro deste emirado e vários outros empreendimentos em todo o mundo.
http://www.oje.pt/noticias/africa/angola-abre-portas-a-multinacional-emmar-dos-emirados-arabes-unidos
:banana:
evany January 21st, 2011, 10:19 PM WOW ISSO É FANTASTICO :banana:
skytrax January 22nd, 2011, 11:06 PM Angola com maior crescimento mundial da década
Angola foi o país do mundo que mais cresceu economicamente na última década, revela um estudo da conceituada revista britânica Economist, citado pela Voz da América
O estudo diz ainda que outro país lusófono, Moçambique, está na lista das 10 economias mundiais que mais cresceram nesse mesmo período.
Com efeito, se muito se fala do acordar dos gigantes que são a China, o Brasil, Índia e Rússia, o estudo da Economist é surpreendente não só pelo facto de Angola estar no topo da tabela mas também pelo facto de na lista das 10 economias de maior crescimento na ultima década seis serem países africanos.
Angola aparece no topo da tabela com um crescimento entre 2001 e 2010 de 11,1 por cento, superior à China que registou no mesmo período um crescimento de 10,5 por cento.
Moçambique surge no oitavo lugar com um crescimento de 7,9 por cento o mesmo que o registado no Chad que está em sétimo.
O notável nessa lista é que ao contrário do que se possa pensar não são países asiáticos que dominam a lista
mas sim africanos. Da lista das 10 economias de maior crescimento seis são de países africanos, algo que é mais notável se tiver em conta que na década anterior apenas um país africano (Uganda) fazia parte da lista.
Na ultima década o crescimento real do PIB de África foi de 5,7 por cento, superior ao da América Latina com 3,3 por cento.
Em termos globais há que perspectivar que a economia de África é minúscula representando apenas dois por cento da produção mundial.
O estudo do Economist faz no entanto notar que devido a esse atraso o crescimento de África não é de surpreender, tendo o que diz ser “mais potencial de crescimento”. O estudo faz salientar a melhor administração das economias em muitos países africanos que beneficiaram também de grandes investimentos da China e do aumento dos preços das matérias primas.
Mas, diz o Economist, em vez de esbanjarem o dinheiro como aconteceu no passado governos como os de Moçambique e Tanzânia pouparam dinheiro o que amorteceu o efeito da crise nas suas economias.
O País (http://www.opais.net/pt/opais/?id=1551&det=18589&mid=)
skytrax January 22nd, 2011, 11:26 PM Sonangol às compras
Esta semana foi um frenesim quanto a anúncios, alguns ainda não confirmados, de aquisições pela Sonangol: Escom, Opway, Coba. Entretanto a petrolífera nacional foi formalmente autorizada a reforçar a posição no Millennium BCP. Além da venda da Escom, notícia que, a confirmar-se (e tudo leva a crer que o será), constituirá o negócio da semana, senão mesmo do ano, a Rioforte, holding para as participações não financeiras, sobretudo no estrangeiro, liderada por Manuel Fernando Espírito Santo, terá vendido ainda a Opway Angola, também à petrolífera nacional.
No caso desta construtora criada em conjunto pela Rio Forte e pela Opway Engenharia (que é detida pela Mota-Engil e pelo GES), em Abril de 2009, para actuar no mercado da construção e obras públicas da África subsariana – o jornal Diário Económico adianta que o controlo da empresa foi vendido aos novos accionistas da Escom, ficando a Opway Engenharia com os restantes 25% do capital da empresa angolana.
Entretanto um dos administradores da Coba, uma das principais empresas portuguesas de engenharia e projecto no domínio da construção, Alexandre Portugal, afirmou ontem ao jornal português i que uma empresa da Sonangol assinara da parte da manhã, em Luanda, um acordo para a compra da empresa Lusa.
A Coba era detida por cerca de 70 quadros depois da realização de um MBO (management buy out) em 2007. Estes quadros vão manter-se no capital e na gestão da empresa onde irão também entrar representantes do novo accionista. O valor do negócio não foi revelado.
O mercado internacional representa 40% da facturação da Coba que é uma empresa especializada em projecto e fiscalização de obras. Angola é já o principal mercado onde a Coba está presente no sector das infraestruturas eléctricas com destaque para barragens, água e saneamento e infra-estruturas rodoviárias.
Esta transacção foi anunciada poucas horas após a divulgação da alienação pelo Grupo Espírito Santo da sua posição na Escom (ver Caderno Economia).
De referir ainda que a Sonangol acaba de ser autorizada pela entidade de regulação financeira portuguesa, o Banco de Portugal, a reforçar a sua posição no Banco Millennium BCP até uma posição qualificada de 20%. Prevê-se que o maior banco do mundo, o ICBC, o Industrial and Commercial Bank of China entre no capital do BCP.
O País (http://www.opais.net/pt/opais/?id=1551&det=18588&mid=)
evany January 22nd, 2011, 11:34 PM esperemos que continua a crescer assim...vi um estudo até 2015 das economias africanas Angola não ta la presente no crescimento...e o crescimento era a base dos 7% para cima...bom é que isso sempre muda...esperemos então por um futuro mas risonho :)
Boyshow January 23rd, 2011, 01:33 PM Epa eu ja nao comprendo mas nada, dizem que a economia do pais esta crescendo mas o povo angolano esta cada vez mais pobre, até ja podemos qualificar isto a miseria; a vida nao esta facile em Angola, todos dizem a mesma, onde é que vai o dinheiro do Pais meu Deus dos céus?
evany January 23rd, 2011, 06:19 PM Epa eu ja nao comprendo mas nada, dizem que a economia do pais esta crescendo mas o povo angolano esta cada vez mais pobre, até ja podemos qualificar isto a miseria; a vida nao esta facile em Angola, todos dizem a mesma, onde é que vai o dinheiro do Pais meu Deus dos céus?
que pergunta boyshow...até parece que não sabes onde vai a guita :|
lil sky January 23rd, 2011, 08:25 PM que pergunta boyshow...até parece que não sabes onde vai a guita :|
hey gentes estou de volta!!! A pergunta de boyshow mostra mesmo a ignorancia dos nossos quotas angolanos, o dinheiro està com as pessoas que compram empresas, bancos e tudo na europa e em particular em portugal... Depois jà nao ha nada para construir hospitais e escolas...
evany January 23rd, 2011, 09:12 PM se eles fizessem como o kuwait...eles poderiam morrer no poder que não saiam...darem, casas, pagarem a escola dos miúdos...enfim ja sabem como é...mas não fazem cototos...as casas é so para vos enganar ;) :lol:
Boyshow January 24th, 2011, 02:15 PM Neste caso o povo angolano temos que abrirmos bem os olhos e correr este governo numa forma democratica, ai vem as eleçoes, sabendo que tudo ja esta dito (corroperam ja os eleitores e a comissao electoral) se o MPLA ganharem entao inspiremos no caso Tunisia, todos que trabalham com Zé du no tribunal, bando de gatunos.
evany January 24th, 2011, 11:06 PM ^^ eu acho que as eleições vão ser adiadas :lol: segundo o que li :ohno: o zedu se fizer isso é um ganda discarado e sem puta de vergonha na cara
Matthias Offodile January 26th, 2011, 10:56 PM Ranking
Angola com maior crescimento mundial da década:cheers:
Angola foi o país do mundo que mais cresceu economicamente na última década, revela um estudo da conceituada revista britânica Economist, citado pela Voz da América
O estudo diz ainda que outro país lusófono, Moçambique, está na lista das 10 economias mundiais que mais cresceram nesse mesmo período.
Com efeito, se muito se fala do acordar dos gigantes que são a China, o Brasil, Índia e Rússia, o estudo da Economist é surpreendente não só pelo facto de Angola estar no topo da tabela mas também pelo facto de na lista das 10 economias de maior crescimento na ultima década seis serem países africanos.
Angola aparece no topo da tabela com um crescimento entre 2001 e 2010 de 11,1 por cento, superior à China que registou no mesmo período um crescimento de 10,5 por cento.
Moçambique surge no oitavo lugar com um crescimento de 7,9 por cento o mesmo que o registado no Chad que está em sétimo.
O notável nessa lista é que ao contrário do que se possa pensar não são países asiáticos que dominam a lista
mas sim africanos. Da lista das 10 economias de maior crescimento seis são de países africanos, algo que é mais notável se tiver em conta que na década anterior apenas um país africano (Uganda) fazia parte da lista.
Na ultima década o crescimento real do PIB de África foi de 5,7 por cento, superior ao da América Latina com 3,3 por cento.
Em termos globais há que perspectivar que a economia de África é minúscula representando apenas dois por cento da produção mundial.
O estudo do Economist faz no entanto notar que devido a esse atraso o crescimento de África não é de surpreender, tendo o que diz ser “mais potencial de crescimento”. O estudo faz salientar a melhor administração das economias em muitos países africanos que beneficiaram também de grandes investimentos da China e do aumento dos preços das matérias primas.
Mas, diz o Economist, em vez de esbanjarem o dinheiro como aconteceu no passado governos como os de Moçambique e Tanzânia pouparam dinheiro o que amorteceu o efeito da crise nas suas economias.
evany January 26th, 2011, 11:05 PM this is year angola only will grow 7% :(
evany February 18th, 2011, 10:06 AM Lubango - O ministro da Economia, Abraão Gourgel, anunciou hoje, quinta-feira, na província da Huíla, que a previsão da aceleração do crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) será de sete porcento para 2011 e 15 porcento para 2012, com maior recuperação dos demais sectores produtivos.
Ao discursar na abertura do Primeiro Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Geologia e Minas e Indústria, o governante apontou como premissas para o alcance desta meta a diversificação da economia por meio de uma estratégia virada para o mercado interno, executada na perspectiva de substituição de importações.
Em seu entender, a estratégia de diversificação virada para o mercado interno é executada através de uma política racional de substituição de importações, tendo em conta a elevada dependência das importações no consumo final, no intermediário e nos investimentos.
De acordo com o ministro, a via das exportações, além de produzir as divisas necessárias para as importações de bens e serviços e para o lançamento da produção interna, cria rendimentos e empregos à economia nacional, enquanto se estabelece políticas de fortalecimento empresarial através do seu fomento e valorização da mão-de-obra nacional.
O Governo angolano, afirmou, continuará a canalizar recursos para o relançamento da agricultura e fomento da agro-indústria e da indústria transformadora, no intuito de potenciar e consolidar o processo de diversificação da economia nacional.
O executivo pretende também dignificar o sector da agricultura, onde se emprega 60 porcento da população angolana, como fonte de rendimento para as famílias de baixa renda, e cuja contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional é apenas de oito porcento, considerados ainda insuficientes.
No domínio da agro-indústria, avançou, existem vários projectos como o Agro-Industrial de Kibala, os já iniciados programas de construção e reablitação de perímetro irrigados com grandes investimentos, cujo objectivo é elevar os níveis de produção agrícola, pecuária e florestal.
Em seu entender, estes projectos deverão facilitar a implementação da estratégia de substituição das importações, promoção de exportações, criação de oportunidades para o surgimento de novas indústrias fornecedores de equipamentos, materiais e utensílios agrícolas, bem como industriais.
No corrente ano, referiu, o cronograma do Governo prevê a promoção industrial e apoio a pequenas e médias empresas industriais, com actualização de seus cadastros, arrolamento de empresas competitivas passíveis de recuperação e a maximização e alargamento de infra-estruturas de apoio industrial
O arranque do Programa Nacional Alargado de Prospecção Mineira, com desenvolvimento da cartografia geológica nacional na óptica da diversificação, para tornar possível o inventário e o cadastro do potencial de recursos minerais, conhecer as reservas reais do país e o seu valor económico, foram também apontados.
O Executivo perspectiva também a criação de novas oportunidades para a indústria extractiva e o fortalecimento de cadeias de suporte para a indústria transformadora, através do fortalecimento da cadeia de valores, bem como considerar a possibilidade de exploração de minerais satélites do diamante.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2011/1/7/Produto-Interno-Bruto-devera-crescer-sete-porcento-este-ano,b8563a1f-5aac-4a4b-944a-01ee169b87fc.html
Matthias Offodile March 4th, 2011, 09:07 PM Dyrup inaugura fábrica em Angola e abre loja em São Tomé
África
02/03/11, 13:51
OJE/Lusa
A Dyrup Ibéria abriu uma loja em São Tomé, para venda de tintas e materiais de pintura diversos, uma operação enquadrada no plano de investimentos de 3,6 milhões de euros nos PALOP, disse o seu representante em São Tomé, Carlos Gomes.
No quadro dessa expansão, a Dyrup inaugura uma nova fábrica em Angola, em Abril. "Será o próximo grande evento, à qual se junta a actual presença em cinco ilhas de Cabo Verde, na Guiné e em Moçambique", explicou Eduardo Cevasco, presidente executivo da Dyrup Ibéria.
"A estratégica nos PALOP da Dyrup Ibéria revela agora uma nova aposta com a abertura desta unidade de retalho, que vem dar resposta à crescente necessidade de produtos e serviços de qualidade nesta região, proporcionando uma experiência única em excelência técnica e de serviço à comunidade de São Tomé", disse Eduardo Cevasco.
Nesta fase inicial, a abertura desta loja garante a criação de dez postos de trabalho, entre direcção comercial, logística, empregados de balcão, entregas e vendedores locais.
Angola poderá deixar grupo de Países Menos Avançados em 1 a 2 anos, diz Governo:cheers:
África
01/03/11, 12:03
OJE/Lusa
Angola poderá deixar de integrar o grupo de Países Menos Avançados (PMA) dentro de um a dois anos, "devido aos grandes investimentos do Executivo nos sectores da Saúde e Educação", noticiou a agência ANGOP, que cita Georges Chikoty, chefe da diplomacia angolana.
Georges Chikoty fez a previsão na sequência da sua participação na Conferência Ministerial dos Países Menos Avançados (PMA), realizada recentemente em Nova Deli, na Índia.
Nesta reunião, promovida pelas Nações Unidas, foi ainda preparada a cimeira dos chefes de Estado dos PMA, a realizar em Istambul, na Turquia, em Maio.
Segundo o governante angolano, o país ainda faz parte dos PMA, mas comprometeu-se a cumprir a met
evany March 4th, 2011, 09:39 PM bom saber :applause:
Matthias Offodile March 5th, 2011, 07:14 PM Small and medium sized Italina companies ...I am a great fan of small and medium-sized companies, they have a more human face that the multinationals:cheers:
Pequenas e médias empresas italianas pretendem investir na área industrial
Simest italia negocio Giancarlo Lanna - 04 de Março, 2011
O sector empresarial italiano está a estudar, com as autoridades nacionais, as oportunidades de negócio no país, sendo esta uma das razões da vinda a Angola do presidente da Simest, Giancarlo Lanna. Em entrevista à Angop dada na capital angolana, o responsável da sociedade italiana que apoia, do ponto de vista financeiro, as empresas deste país no exterior (Simest), referiu que estão especialmente atentos aos sectores das infra-estruturas agro-industriais e imobiliário, assim como no processo de gestão ambiental.
Acrescentou que, ao lado da presença de grandes grupos italianos, esta entidade financeira estuda a possibilidade de fazer participar as pequenas e médias empresas italianas no processo de desenvolvimento do país. Referiu que o interesse da participação das pequenas e médias empresas se prende com o facto de estas poderem dar um grande contributo a todo este processo que o país atravessa, realizando trabalhos associados às grandes empresas.
Disse que com as autoridades e outras entidades nacionais estão a ser estudados planos de financiamento para o fornecimento de máquinas ao serviço da indústria, isto pelo facto do seu país, tal como a Alemanha, ser dos maiores na produção de máquinas industriais.
“Pensamos que Angola tem necessidade de transformar as matérias-primas para criar uma indústria forte, daí a necessidade de tecnologia como a italiana para a realização de processos produtivos”, disse.
A Simest está a avaliar a possibilidade de financiar a aquisição de máquinas para o sector agrícola, agro-industrial, extracção mineira, gestão das actividades no sector ambiental, com todos os processos produtivos conexos, e as ligadas ao sector têxtil, explicou.
Giancarlo Lanna acrescentou que existem programas financeiros específicos para fazer com que, onde for solicitado por empresas angolanas, haja a intervenção de empresas italianas, incluindo a formação profissional.
Indústria
Nova Cimangola vai produzir um milhão e 800 mil toneladas de cimento a partir de Abril
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2011/2/9/0,fe301c78-36ff-47cc-803c-a97a4de98a48.jpg
Luanda - O secretário de Estado da Indústria, Kiala Ngone Gabriel, afirmou hoje, em Luanda, que a Nova Cimangola vai produzir, a partir de Abril próximo, um milhão e 800 mil toneladas de cimento, contra um milhão e 200 mil produzidas actualmente.
"Há um novo moinho em fase de conclusão, que permitirá a fábrica aumentar a sua capacidade de um milhão e 200 toneladas de cimento, para um milhão e 800 mil toneladas," afirmou Kiala Gabriel no final da visita que efectuou a Nova Cimangola a convite da empresa.
Além disso, frisou, durante o encontro com os responsáveis da fábrica foram também constatadas questões ligadas ao mercado, a situação da ocupação das áreas de exploração das matérias-primas (calcário e argila).
"Viemos constatar e registar, e vamos levar estas questões à Comissão Inter-Ministerial para o relançamento do sector produtivo", salientou.
O governante adiantou que a Nova Cimangola solicitou o apoio do Estado no sentido deste tudo fazer para que o mercado nacional seja aberto para todos.
Segundo explicou, existem produtos provenientes de outros países que chegam ao mercado nacional a preços demasiadamente baixos, fazendo com que a produção nacional não consiga competir com estes produtos importados.
"O que se quer é que a produção nacional sirva de fonte de abastecimento em termos de matéria-prima, produtos acabados e de programas que o Executivo vai implementando.
O mercado existe, mas há produtos neste mercado que fazem com que o nosso produto não consiga competir, porque é importado em condições anormais", disse.
Em relação à ocupação das áreas de exploração de matérias-primas da empresa por populares, referiu que a Nova Cimangola construiu cerca de 400 casas para alojar estas populações ao mesmo tempo que o assunto está a ser resolvido a seu nível com as estruturas competentes e tudo indica que terá a sua solução.
Segundo frisou, as áreas ocupadas estão situadas à volta da empresa o que impossibilita o abastecimento e o aprovisionamento da matéria-prima.
A nova Cimangola é uma empresa de capitais mistos, possui 800 funcionários e actualmente tem uma produção de um milhão e 200 mil toneladas de cimento/ano.
Construction of 40,000 homes to enhance social inclusion
Luanda - The construction project of 40,000 houses in six provinces of the country, presented this month, covers the social inclusion of people from targeted zones, through the creation of more than 5,000 jobs, hospitals, schools, nursing schools and communitarian markets.
The information is contained in note from Kora Angola constructor, delivered Thursday to Angop.
The project also comprises the construction of drinking water, energy, sewages networks as well as the asphalt of roads, public lightning and recreational areas.
Kora Angola presented early this month the model-houses in the provinces of Bié, Huambo, Uíge, Moxico and Kwanza Sul, while in Luanda the project is to be presented yet.
The implementation of the plan ends on December 2012, with the delivery of residences.
Luanda
Country exhibits for fifth time at Tourism Fair in Spain
1/13/11 11:33 AM
Luanda – The tourism potential and culture of Angola will be exhibited from 19 to 23 January for the fifth time, at Ifema Hall, in the city of Madrid, Spain, during the 31st edition of Tourism International Fair (Fitur2011).
The presentation includes, as highlights, the tourism zone or natural landscapes like Fendas de Tundavala and Serra da Leba, in Huíla Province, Calandula Falls, Mussequele and Pedras de Pungu Andongo (Malanje Province), Mupa Falls (Huambo), as well as Cachoeiras do Binga Falls (Kwanza Sul).
According to the national director of the Institute of Tourism Development (Infotur), Rosa Cruz, various tourism sites of Luanda with emphasis to Cabo and Mussulo Island, the Slavery Museum and Armed Forces, besides some residential hotels will be also presented.
Besides these typical elements of the culture, fauna and flora of Angola, some natural resources and historic monuments, such as the figure of the Thinker (symbol from Tchokwé ethnic group), the Giant Sable Antelope, Baobab tree and others, will be displayed at the event.
In an interview to ANGOP and Jornal de Angola newspaper, Rosa Cruz informed that the country is preparing itself to organise a “luxurious” event, better than the previous edition, involving 32 operators of the sector, connected to hotel sector and travel agents, which will use the event to sign partnership agreements.
Angola
Angolan delegation at Tourism Conference in Brussels
2/27/11 5:38 PM
Brussels - Angola attended last week a conference on investment in Tourism in Southern Africa Development Community (SADC) held in Brussels, organised by the Committee of Ambassadors from the regional organisation’s member countries accredited to Belgium.
The activity also had sponsorship from European Union cooperation agencies, ProInvest, and the Business Development Centre.
Angola was represented at the event by the director of the National Institute of Foment of Tourism (Infotur), Rosa Cruz, together with the head of Office of International Cooperation of the Ministry of Hotels and Tourism, Lutete Nzinga.
The main purpose of the event was to publicise the tourist potential of the SADC region, establishment of contacts and search of investment partners, cooperation and development.
This includes parallel meetings between entities and tourism operators from SADC and European Union.
The conference was presided over by the coordinator of SADC group of ambassadors, Hanno Rumpf, who is the diplomat representing Namibia.
On the occasion, the Namibian ambassador highlighted the role played by the European Union as an important partner in the cooperation and development of the Africa, Caribbean and Pacific (ACP) countries in general and of SADC in particula
Angola
Deputy minister attends tourism fair in Lisbon
3/1/11 5:17 PM
Luanda – The deputy minister of Hotels and Tourism, Paulino Baptista,
considered as positive the participation of Angola in Lisbon Tourism Market
2011-International Tourism Fair, held in partnership with Tourism Central Portugal from 23 to
27 February at the Park of Nations in Lisbon.
Paulino Baptista, who was accompanied by the ambassador of Angola to Portugal, José
Marcos Barrica and senior officials of his ministry, said that tourism is essential for the
continued growth of the country economy urging the importance of its promotion.
During five-day event, Angola was represented by more than 30 operators in the hotel
industry and travel agencies allowing establishment of partnership of investments and financing
options that can increase the economic importance of tourism.
At the event, Angola presented the tourism areas such as Fissures of Tundavala and Serra da
Leba in the province of Huíla, the falls of Calandula and Mussequele, the Stones of Pungo
Andongo (Malanje), the falls of Mupa (Huambo) and the waterfalls of Binga (Kwanza Sul).
Besides these typical elements of cultural fauna and flora of Angola some natural resource and
historical monuments such as the figure of Pensador (symbol of Tchokwe culture), the
black sable antelope the Embondeiro (baobab a tree) and other symbols were evident in the
tourist event through posters, postcards, photos and travel guides.
On the sidelines of the International Fair of Tourism, the deputy minister also visited several
tourist developments of Troia.
Da floresta luso-angolanos levam casas pré-fabricadas para Angola
05 de Março de 2011, 10:53
Kinshasa, 05 mar (Lusa) -- É de luso-angolanos o maior grupo de exploração florestal na República Democrática do Congo, que decidiu agora fabricar casas em madeira que vão servir bairros sociais em Angola.
Alberto Pedro Trindade, 46 anos, é o mais novo dos três irmãos proprietários que gerem juntos a Sodefor, Sociéte de Developpement Forestier, com uma área de concessão na RD Congo de cinco milhões de hectares, área equivalente a mais de metade da superfície de Portugal.:crazy2::eek:
Com uma experiência de 22 anos no país, Pedro Trindade recomenda "prudência em cada passo" aos portugueses que queiram iniciar projetos no Congo, mas não equaciona sequer a hipótese de algum dia deixar o país.
"O país está cheio de oportunidades e os portugueses são bem vindos, mas há que dar atenção aos hábitos e culturas diferentes e ser prudente, a cada passo", aconselha o empresário e gestor.
Traçando o seu percurso e da empresa, numa entrevista em Kinshasa à agência Lusa, Pedro Trindade diz que começar, "com uma pequena estrutura e com fundos próprios", foi uma grande "aventura" que agora "continua todos os dias".
Hoje, além da exploração florestal, a Sodefor tem seis fábricas na RD Congo, frotas de camiões e barcos para transporte das madeiras e derivados, emprega 4.000 congoleses e 60 pessoas de outras nacionalidades.
Depois do Congo, os três gestores da Sodefor começaram a pensar em negócios em Angola, onde Pedro Trindade nasceu, "não na exploração florestal, mas no comércio de casas de madeira, pré-fabricadas, de baixo custo".
A fábrica vai situar-se no Congo e "o objetivo é conseguir produzir cinco casas por dia" já este ano, que terão como destino os bairros de habitação social que estão a nascer em diversas cidades angolanas.
Quando fala das dificuldades em operar num país com a dimensão territorial do Congo [26 vezes o tamanho de Portugal] e os problemas de segurança, o empresário diz que a quase inexistência de infraestruturas essenciais, como estradas e outras vias de comunicação, era e ainda é uma das maiores dificuldades.
Mas a nível empresarial "o mais difícil neste país é que as regras do jogo mudam com tanta frequência que é muito complicado fazer planos de negócios", queixa-se Pedro Trindade.
É preciso ainda lidar com as populações que vivem "num estado de pobreza extrema" nas aldeias na vasta e remota área da concessão, "onde o Estado é ausente" e por isso é exigido às empresas que se lhe substitua, garantindo a construção de escolas, de hospitais, o transporte de pessoas e mercadorias e outros serviços.
O sector da exploração florestal é "muito exposto e mal visto por razões ecológicas" em todo o lado, mas "aqui há para além disso permanentes conflitos com a população local".
A Sodefor e outras empresas do sector no Congo foram acusadas em 2007 pelo Greenpeace pela forma como obtém as concessões. A empresa tem a certificação FSC, evidenciando que a madeira não é explorada ilegalmente ou em violação de direitos civis, mas falta-lhe a certificação total, que envolve uma série de objetivos a atingir em termos sociais e de proteção ambiental.
"Exige estudos sociais, ações várias sobre a zona de floresta a proteger e compromissos com a população que são muito exigentes", justifica Pedro Trindade, garantindo que a empresa vai respondendo às reivindicações, mas estas nunca param.
ANP.
Cerâmica do Huambo aumenta produção
cerâmica Huambo fabril montagem - 04 de Março, 2011
A cerâmica da província do Huambo vai aumentar a sua capacidade de produção de 20 mil para 35 mil tijolos/dia, para dar resposta às necessidades do mercado, segundo anunciou ontem, na cidade do Huambo, o chefe de departamento de Administração e Finanças da unidade fabril, Manuel Ferreira Domingos.
Salientou que neste momento decorrem trabalhos de montagem de uma nova linha de produção, reconhecendo que a produção actual não satisfaz os clientes, uma vez que os tijolos fabricados pela unidade fabril abastecem não apenas o mercado do Huambo, mas também as províncias do Bié e Kuando-Kubango.
Manuel Domingos anunciou também a entrada em funcionamento, ainda este ano, da linha de fabrico de telhas, cujos trabalhos de montagem decorrem a ritmo acelerado.
Localizada a quase 13 quilómetros da cidade do Huambo, a unidade fabril é propriedade da Unicerâmicas de Angola. O empreendimento emprega 130 trabalhadores, na sua maioria jovens locais. :cheers:
evany March 5th, 2011, 11:09 PM this tree houses will go with the wind...just look at US homes...north dakota and :blahblah:
Matthias Offodile March 8th, 2011, 03:35 PM Fábrica de cimento aumenta produção
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20110307083028cimangola2.jpg
Os secretários de Estado da Indústria e da Geologia e Minas visitaram a Cimangola
Fotografia: Paulo Mulaza
A fábrica de cimento de Angola (Cimangola) vai aumentar ainda este ano a sua produção com a instalação de uma nova linha. Com esta, a fábrica vai produzir mais de 50 por cento daquilo que é a produção actual instalada.
Numa visita de constatação às instalações, na sexta-feira, o secretário de Estado da Indústria, Kiala Ngone Gabriel afirmou que o novo moinho, já em fase de conclusão, vai levar ao aumento da capacidade da fábrica, passando dos actuais um milhão e 200 para um milhão e 800 toneladas.
Kiala Gabriel acredita que a capacidade que se pretende atingir com a nova instalação vai ser conseguida antes do final do ano, numa altura em que a montagem do equipamento está a correr conforme o desejado.
"Em breve, vai começar a produzir-se já com a capacidade instalada. Tudo indica que vamos atingir esta capacidade ainda este ano", disse.
A visita permitiu constatar e analisar algumas questões ligadas ao mercado e à questão da ocupação das áreas de exploração de inertes (burgau, areia, pedras). "Vamos levar todas as questões analisadas para a Comissão Ministerial para o Relançamento Produtivo", referiu. Relativamente à produção nacional, o secretário de Estado da Indústria reconheceu que os empresários nacionais precisam de apoio para que se torne o mercado interno mais competitivo e aberto a todos. "O que acontece é que há produtos vindos de outros mercados a preços baixos. Isso impede que a produção local concorra de igual para igual com os produtos importados, mesmo em face das medidas que foram tomadas anteriormente, que também apoiam o sector produtivo nacional", sublinhou.
Em face disso, Kiala Gabriel acredita que vai chegar o momento em que a produção nacional vai servir de fonte de abastecimento de matéria-prima e de produtos acabados.
A produção anual da fábrica anda à volta dos quatro milhões e 200 toneladas, uma quantidade que tem tendência de crescimento com a instalação dos novos equipamentos, num momento em que a oferta nacional de cimento satisfaz metade da procura, sendo o resto com a importação. "A resposta nacional ainda é de metade mas com os projectos em curso no Bom Jesus e Kwanza-Sul, a perspectiva é de incremento da produção para lá do nível actual".
Até 2017, o secretário de Estado da Indústria prevê uma produção de 12 milhões de toneladas, uma capacidade acima da actual procura, o que vai proporcionar excedentes, levando à exportação do cimento "made in Angola" para outros mercados.
Instado a falar da limitação da quota de importação de cimento, o governante disse existir uma comissão interministerial para o sector produtivo, que por sua vez, conduziu os resultados para uma comissão do cimento, que já está a trabalhar nessa base, visando a fixação de quotas de importação.
O administrador delegado da Cimangola, Mário Medina, está optimista com a nova fase que a fábrica vai atravessar, já que a capacidade adicional representa mais 50 por cento da capacidade existente.
Com uma quota de 25 por cento no mercado, dividida com os demais importadores, a Cimangola vai produzir mais 600 mil toneladas e o novo moinho está orçado em 22 milhões de dólares. O equipamento é austríaco e alemão.
Ontem, o secretário de Estado da Indústria visitou também a fábrica Valinho, que produz enchidos de carne. A fábrica está a avançar para a segunda fase, disse o seu administrador, Nuno Espírito Santo. "Embora estejamos com algumas dificuldades com a concorrência dos produtos importados, estamos a caminhar muito bem, sendo a primeira unidade de enchidos no país", afirmou.
A segunda fase, disse, arranca também com a área de embalagem de carne fresca para que haja no mercado mais carne nacional.
Matthias Offodile March 8th, 2011, 08:31 PM Angola - Vietnamese cooperation
Cooperação
Angola acolhe V Sessão da Comissão Bilateral Angola Vietname
07-03-2011 9:34
ANGOP/arquivo
Vista frontal do Centro de Convenções de Talatona, Luanda Sul
Vista frontal do Centro de Convenções de Talatona, Luanda Sul
Luanda – A capital angolana, Luanda, acolhe de 28 de Março a 2 de Abril, a V Sessão da Comissão Bilateral Angola Vietname, com o objectivo de analisar os compromissos assumidos e perspectivar a cooperação para os próximos anos, soube a Angop de fonte oficial.
De igual modo pretende-se reforçar a cooperação entre os dois países e estendê-la a outros níveis, uma vez que a cooperação de Angola com o Vietname privilegia essencialmente os sectores da saúde, com a vinda de técnicos, da educação, com professores de distintos níveis, assim como da agricultura.
De acordo com a fonte, o que se pretende agora é alargar a cooperação para outras áreas, como a indústria, geologia e minas, telecomunicações, urbanismo e construção, entre outros.
Explicou que na área do urbanismo e construção existem entendimentos já alcançado, uma vez que em 2009, na altura o ministro José Ferreira, havia rubricado com o seu homólogo do Vietname um Memorando de entendimento que agora é preciso implementar.
A delegação angolana será chefiada pela ministra do Ensino Superior Ciência e Tecnologia, na qualidade de co-presidente pela parte angolana, enquanto a vietnamita será conduzida pelo responsável da pasta da Educação e Formação.
A última sessão da Comissão Bilateral com o Vietname foi em Abril de 2008, na capital do Vietname (Hanoi), durante a qual foram rubricados alguns instrumentos jurídicos como o Acordo de Cooperação no domínio da Educação e Formação, no domínio do Ensino Superior e Formação de Quadros.
Durante este período (2008-2011) houve o intercâmbio de missões técnicas com a finalidade de criar as condições para a implementação dos mesmos, o que será igualmente analisado durante a V sessão da Comissão Bilateral em Luanda.
As relações de cooperação entre Angola e o Vietname tiveram início em Outubro de 1978, tendo-se assinado na altura um Acordo Geral de Cooperaçã
Matthias Offodile March 8th, 2011, 08:37 PM Huíla
Lubango conta com fábrica de produção de casas pré-fabricadas
08-03-2011 19:13
Lubango - Uma fábrica de produção de casas pré-fabricadas com uma capacidade instalada de 100 residências do tipo T3 e T4/mês, foi inaugurada hoje (terça-feira), na província do Lubango, bairro da Eywa, pelo governador provincial, Isaac dos Anjos.
Orçada em euros oito milhões e 690 mil, a fábrica possui uma linha de produção de materiais como painéis e alumínio (portas, vidros, janelas, aros e entre outros), e outra de malhasol cuja capacidade é de mil e 200 metros quadrados/dia e bloco de esferovite.
Pertencente a empresa, Cassaforma, a fábrica comporta um laboratório químico para inspeccionar a qualidade dos produtos e uma área de armazenamento cujo material tecnológico e matéria-prima tem origem italiana.
Numa primeira fase a fábrica vai empregar 20 técnicos nacionais, esperando até ao final do ano enquadrar mais de 500 funcionários entre técnicos médios e superiores na sua maioria com residência fixa na província da Huíla.
A construção da unidade fabril iniciada em Março de 2009 foi financiada pelo Banco Angolano de Investimento (BAI).
Na cerimónia de inauguração o Presidente do Conselho da Administração da Empresa Cassaforma, João Pereira Massano, disse que a tecnologia de produção dos materiais oferecem vantagens que serão transferidas em formas de benefícios para os clientes.
Segundo disse, a criação da fábrica vai permitir apoiar o programa habitacional do governo angolano que pretende construir em todo o território nacional mais de um milhão de fogos habitacionais.
"A parceria público privada, não é uma escolha, mas sim um caminho único e seguro para que se possa aumentar de forma exponencial a produção imobiliária tendo em conta a componente da responsabilidade social da empresa" referiu.
Presenciaram o acto, o secretário de Estado para o Urbanismo e Habitação, Joaquim Silvestre, membros de partidos políticos, autoridades tradicionais, religiosas e convidados.
Matthias Offodile March 12th, 2011, 07:42 PM Angola
Microsoft considers Angola strategic
3/11/11 11:51 AM
Luanda – The regional general manager for the Microsoft subsidiary covering West, East, Central Africa and the Indian Ocean Islands (WECA and IOI), Hennie Loubser, Thursday in Luanda, considered the Angolan market as strategic for the growth and expansion of the company’s trademark in Africa.
Hennie Loubser said so at a conference sponsored by the company and its Menshen and SMS.
He said Angola is important for the strategy of expansion of Microsoft trademark in Africa, in view of the rapid growth of the country’s Gross Domestic Product over the last few years.
According to him, Angola represents an attractive market, with an environment appropriate to foreign investment, this being a reason why Microsoft is investing in great projects in the country.
He announced that Microsoft will increase its investment in Angola, turning the country into its major market, only second to South Africa and Nigeria.
Hennie Loubser, who would not mention the amount to be invested in Angola, said the company will prioritise the construction of infrastructures, support for education, training of technicians and more job opportunity to Angolan personnel.
Redmond is a city in King County, Washington, United States, located 16 26 km east of Seattle.
Matthias Offodile March 19th, 2011, 01:33 PM Intensification of international trade/exchange between Germany and Angola
Angola e Alemanha estreitam relações
Por Redacção
Walter Leadner, responsável pela África do ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, chegou a Angola para o aprofundamento da cooperação bilateral.
«Neste momento estamos a trabalhar num memorando de entendimento entre os dois países, que servirá de base política para as nossas relações económicas e comerciais. Angola é um país muito rico e não se deve falar num pacote de ajuda», referiu o alemão.
Walter Leadner vai manter contactos com as autoridades angolanas e a sociedade civil nos próximos dias.
«Quero falar com os políticos, a sociedade civil e outros embaixadores para ouvi-los sobre a situação no País. Queremos reforçar as relações bilaterais, sabemos que vocês tem relações estreitas com outros países, por isso estamos a trabalhar na diversificação de contextos. Alemanha tem muito para oferecer a Angola, assim como Angola tem muito para nos oferecer», concluiu.
13:16 - 12-03-2011
http://www.abola.pt/angola/ver.aspx?id=252017
As always it takes AGES for Germans to realize anything...too fearful & CAUTIOUS people! But good to see that they are awakening AT LAST!
evany March 20th, 2011, 07:27 AM good news :applause:
Humkwy March 20th, 2011, 03:00 PM Huíla
Lubango conta com fábrica de produção de casas pré-fabricadas
Exelente noticia .......:banana::banana: deveria surgir mais indústrias deste tipo em outras provincias e com maior capacidade de produção :)
Humkwy March 20th, 2011, 03:07 PM this is year angola only will grow 7% :(
^^sinceramente Angola tem capacidade para um crescimento de dois digitos para os próximos tempos se fôr combatido o desperdicio orçamental em angola:)
evany March 20th, 2011, 07:21 PM :smug:
Matthias Offodile April 3rd, 2011, 08:47 PM Técnicos de manutenção industrial aumentam capacidade profissional
Natacha Roberto - 01 de Abril, 2011
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20110401145846salsicha.jpg
Os técnicos de manuntenção industrial devem estar preparados com os conhecimentos necessários para o desempenho da profissão
Fotografia: Jornal de Angola
O Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) em parceria com a Coca-Cola Bottling de Luanda está a capacitar técnicos angolanos, para os ramos de manutenção industrial nas áreas de mecânica e electricidade.
O director do CINFOTEC, José Lourenço, que discursava ontem, em Luanda, na abertura da acção de formação, afirmou que a mesma se concretiza num momento em que o país necessita de quadros para contribuir para o crescimento do país. “Trata-se de uma nova fase de actividade e podemos contar com o apadrinhamento e forte parceria da Coca-Cola, uma empresa que aposta na mão-de-obra nacional e esperamos obter resultados positivos”, referiu.
José Lourenço informou que dos 200 inscritos, apenas 40 jovens foram seleccionados para cursar o ramo de mecânica e electricidade industrial. Na sua opinião, o número de inscritos demonstra o grau de interesse de muitos jovens em concluir uma formação técnica.
O director do CINFOTEC apelou aos jovens bolseiros maior dedicação e disciplina, com vista à criação de quadros de referência para o mercado nacional, contribuindo de maneira significativa, atendendo ao nível de crescimento do país. O responsável da instituição de formação afirmou que a Coca-Cola é uma forte parceria, que vai ajudar os jovens a entrar no mercado de trabalho. O curso tem a duração de cinco meses.
A directora dos recursos humanos da Coca-Cola Bottling de Luanda, Neide Teixeira, disse que a empresa tem encontrado dificuldades no recrutamento de técnicos angolanos para os referidos ramos.
“Temos quatro fábricas que vão precisar de técnicos angolanos capacitados para ajudar na produção da linha de bebidas”, ressaltou Neide Teixeira.
good
Humkwy April 3rd, 2011, 10:09 PM humm :)
Matthias Offodile April 15th, 2011, 09:45 PM Empresários espanhóis querem investir em Angola
07/04/2011
Vários empresários espanhóis pretendem investir em Malanje, em vários domínios, visando contribuir no seu desenvolvimento socioeconómico, indica uma nota de imprensa do executivo da província distribuída à Angop.
Depois de uma visita do Governador de Malanje, Boaventura Cardoso, à região autónoma de Castilha-la-Mancha (Espanha), os empresários mostraram-se dispostos em investirem em Malanje, devido à similitude de algumas características geopolíticas e administrativas entre a região de Castilha-la-Mancha e a província de Malanje.
Face a essas semelhanças, as partes abordaram vários assuntos de interesse bilateral, que permitiram uma troca de experiências entre a delegação e empresários de Malanje e os espanhóis, tendo-se traçado metas para a criação de parcerias empresariais entre as duas regiões.
A visita à Espanha teve como objetivo conhecer de perto as potencialidades económicas de Castilha-la-Mancha, particularmente nas áreas agroindustrial, turística, bem como as políticas de desenvolvimento rural da região. O governador de Malanje visitou uma central de energia solar, bem como informou às entidades de Toledo e Cuenca, as potencialidades económicas da província, sobretudo as do domínio agropecuário e turístico.
http://www.vidaimobiliariaangola.com/content/empresarios-espanhois-querem-investir-em-angola
Matthias Offodile April 18th, 2011, 08:47 PM Angola to return to two-digit growth in 2012, IMF says
April 14th, 2011 News
Luanda, Angola, 14 April – The Angolan economy is expected to return to two-digit growth in 2012, reaching 10.5 percent growth, which is much higher than the economic growth projected for the region, according to the latest forecasts from the International Monetary Fund (IMF).
Angola’s economic growth is expected to rise from 1.6 percent in 2010, to 7.8 percent in 2011 and is then projected to speed up in 2012, posting the second-highest level of growth in sub-Saharan Africa, after Niger.
“The slowdown in economic growth in Europe affects some countries in the region that export manufactured products, such as South Africa,” and the rise in oil prices penalises importers, said the report that was published this week.
According to the IMF Angola’s difficulties in 2011 will be related to controlling inflation as consumer prices are expected to rise 14.6 percent (14.5 percent in 2010), but there will be some correction in 2012, when inflation is expected to slow to 12.4 percent. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2011/04/14/angola-to-return-to-two-digit-growth-in-2012-imf-says/
:banana:
Matthias Offodile April 18th, 2011, 08:52 PM Diversification of Angola’s mining industry reduces dependence on diamonds
April 18th, 2011 Features
Luanda, Angola, 18 April – The diversification of Angola’s mining industry, which has moved into mining metals and phosphates, is increasing the sector’s production levels and reducing dependence on diamonds, according to the latest Angola Mining Report.
“To minimise the impact of future price fluctuations Angola is moving ahead with measures to diversify its mining base beyond its primary dependence on diamonds,” said the second quarter report published by Business Monitor International.
Some new projects are linked to copper, which is the case of the de-activated Mavoio mine, others to iron and manganese and, in Lubango, Ferrangol plans to open a mine with private partners.
Iron ore is due to be mined at Chipindo over the next two years, whilst in the south of Huila gold reserves were recently discovered.
The start of production of several projects since 2010 is expected to be seen in a rise in production in 2011.
According to BMI, average production growth between 2011 and 2015 is expected to be around 6.8 percent per year.
At the end of that period the Angolan mining sector is expected to be worth some US$7.5 billion.
Diamonds will continue to be the main product, but Angola, “has great potential for base metals and gold.”
The downturn in the diamond market in 2009, which led to a drop in production to US$1.18 billion, brought to light Angola’s dependence on the industry, despite the availability of other minerals.
This year, BMI said, the mining sector is expected to see “string growth” and the four new projects recently approved by the government will have an impact on the country’s production.
As well as this, “relatively low operating costs, together with the current relative political stability in Angola, continue to attract foreign operators to the market, often as an alternative to neighbouring countries,” it said.
An example of this is South Africa’s Trans Hex Mining, which launched pilot production at its mine in Luana in 2010, and which is expected t achieve production of 31,000 carats of diamonds by the end of this year, whilst it is reducing its operations in South Africa.
The sector is still awaiting a mining code, which would implement stricter regulations on how producers can distribute the revenue generated by projects in the country.
An official from Angola’s diamond company, Endiama, cited by BMI said that the new law was expected to require producers to use 50 percent of their revenues to cover operating costs and the other 50 percent for taxes as well as development projects for the local community.
The law currently only requires that companies pay tax on profits to Endiama, the state concession holder, of 35 percent.
The new code may also make it obligatory to carry out government approved environmental impact studies.
Angola is currently the world’s 5th largest diamond producer by value, accounting for 7 to 9 percent of global production.
The main reserves are in the province of Lunda Norte and Lunda Sul and most of the diamonds are found in alluvial deposits.
Endiama has said it believes that there are still large rock diamond deposits across the country. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2011/04/18/diversification-of-angola%E2%80%99s-mining-industry-reduces-dependence-on-diamonds/
evany April 20th, 2011, 04:30 PM :applause:
Matthias Offodile May 1st, 2011, 07:11 PM Emprego no país em crescimento:cheers:
Carlos Albertob - Hoje
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Sindicalista fala do Dia do Trabalhador e recorda que a taxa de desemprego ainda é alta
Fotografia: Santos Pedro
Jornal de Angola - O salário mínimo ajusta-se à realidade económica actual?
Manuel Viagem - A União Nacional dos Trabalhadores Angolanos defende um salário mínimo equivalente a 300 dólares que segundo os nossos cálculos é o valor da cesta básica alimentar. No ponto de vista da UNTA-CS o actual salário mínimo nacional tem apenas um valor nominal
JA - O Executivo e os empregadores estão de acordo com a vossa proposta?
MV - O Executivo quando legisla, harmoniza todos os interesses. Nós defendemos um salário mínimo como indicador sobre o qual nenhum empregador deve pagar abaixo dele. O salário mínimo actual está aquém da cesta alimentar básica.
JA - Como avalia o índice de preços ao consumidor?
MV - O índice de preços ao Consumidor é alto e está a corroer o poder de compra dos trabalhadores. A taxa de inflação, em 2009, atingiu 13, 75 por cento e, este ano, vamos ter uma taxa de inflação de 12 por cento. Este ano, só houve um ajustamento salarial de cinco por cento. O índice de preços ao consumidor continua a ser um dos principais factores na redução do poder de compra dos salários.
JA - Até que ponto a crise económica mundial afectou os trabalhadores angolanos?
MV - A crise económica mundial afectou os trabalhadores profundamente. Por exemplo, em 2009, a crise provocou a perda de mais de 60 mil postos de trabalho, e afectou muito os sectores da construção, minas e dos serviços.
JA - Para a UNTA-CS, qual é a perspectiva de emprego em Angola?
MV - A perspectiva é boa. Temos registado algumas iniciativas empresariais no sector público e privado que indiciam que, nos próximos tempos, vamos muitas oportunidades de emprego. A política do Estado está orientada para a criação de pólos industriais nas provinciais e revela que o parque industrial está em franco desenvolvimento. As políticas para criação das pequenas e médias empresas dão a prova de que o emprego vai crescer.
JA - Qual é a taxa de desemprego?
MV - Os últimos dados que o Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social revelou sobre a taxa de desemprego apontavam para 20 por cento.
JA - Há políticas em execução para reduzir o desemprego?
MV – Existem muitas medidas positivas. Nós defendemos que o Estado deve adoptar políticas que visem fazer com que os empreendedores criem mais empresas e oportunidades de emprego.
JA - Trabalho igual, salário igual ainda é utopia em Angola?
MV - É, pelo simples facto dos salários não estarem ajustados ao índice dos preços ao consumidor. Se os bens e serviços crescem acima dos dois por cento anualmente e os rendimentos não crescem na mesma proporção, quer dizer que não há igualdade entre o trabalho e o salário.
JA – Continua a discrepância salarial entre angolanos e estrangeiros, exercendo a mesma função?
MV - Nós exigimos a aplicação da lei. Esta matéria, durante muito tempo não estava regulamentada. Não havia os qualificadores de ocupação para se aferirem os requisitos técnico-profissionais para o exercício de um determinado posto de trabalho. Com a criação dos qualificadores pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, os empregadores colocam o trabalhador angolano e estrangeiro ao mesmo nível.
JA - Há cumprimento rigoroso dos acordos colectivos de trabalho?
MV - Relativamente a esta questão, posso dizer que há falta de cultura de contratação colectiva. O mercado de emprego não tem cultura de celebração de acordos colectivos de trabalho. Por essa razão, as negociações que se desenvolvem não culminam em celebração de acordos. A estratégia da UNTA-CS defende a celebração de acordos específicos sobre determinados conteúdos que decorrem da negociação do caderno reivindicativo.
JA - A legislação permite essa falta de cultura?
MV - A legislação considera que um acordo celebrado entre trabalhadores e empregadores sobre determinadas matérias não tem que estar de acordo com as normas previstas na Lei Geral do Trabalho. Basta que o contrato esteja depositado no MAPESS para se transformar num acordo colectivo.
JA – Continuam os despedimentos ilegais e o não pagamento do 13º mês e subsídio de férias?
MV - A UNTA-CS tem estado a adoptar a valorização o princípio da solidariedade. Quando situações desta natureza surgem, denunciamos os factos. Mas defendemos que a Inspecção-Geral do Trabalho e o Tribunal de Trabalho devem actuar na punição dos prevaricadores. Lamento a falta de acutilância destes órgãos, razão pela qual há empregadores reincidentes nesta prática.
JA - Há concertação entre a UNTA-CS e a Inspecção Geral do Trabalho?
MV - Não há nenhuma concertação. Todas as situações anómalas que acontecem, A UNTA-CS denuncia à Inspecção-Geral do Trabalho e a ela compete realizar a inspecção localmente.
JA - Como se efectiva a cooperação com outras centrais sindicais?
MV - Tem havido alguma cooperação. Vamos organizar conjuntamente as manifestações do 1º de Maio. E até Junho deste ano, vamos criar o Fórum da Concertação Sindical,
JA - A UNTA-CS é acutilante na defesa dos trabalhadores?
MV - A prática tem demonstrado que a organização sindical que presta serviço aos trabalhadores é a UNTA-CS. Agora, há uma leitura errada do exercício sindical. Muita gente pensa que o sindicalismo se realiza a partir de um caderno reivindicativo dirigido ao governo. A UNTA-CS defende a concertação de vários intervenientes no exercício da reivindicação. A central sindical tem dado aos sindicatos as estratégias gerais que devem ser aplicadas. O sindicalismo não se resume aos cadernos reivindicativos. Todos os dias as comissões sindicais, que são estruturas permanentes existentes nas empresas, exercem actividade sindical.
JA - A UNTA-CS perdeu nas manifestações do 1º de Maio o fulgor dos outros tempos?
MV - Os tempos são novos. Antigamente as manifestações do 1º de Maio eram realizados no quadro de um Estado Providência, num estado em que as organizações sociais eram correias de transmissão e tinham muito dinheiro. Hoje realizamos a nossa actividade com fundos próprios e, actualmente, não há recursos financeiros.
JA - Em que moldes se vai realizar hoje o 1º de Maio?
MV - Há uma concentração, um desfile de trabalhadores e a realização de uma declaração em defesa dos trabalhadores, no Largo da Família.
JA - Quantos filiados tem a UNTA-CS?
MV - A UNTA-CS, actualmente, tem 230 mil filiados e 120 sindicatos.
Matthias Offodile May 21st, 2011, 08:31 PM GMS Consulting com novo escritório em Luanda
http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2010-11-09%20181252_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$AA849DFF-444E-47D2-AC9B-022DD938BD3A$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg
09/11/10, 18:11
O crescimento da GMS no mercado angolano tem sido rápido e o novo escritório em Luanda vem consolidar a presença.
António Lagartixo, managing partner da GMS, afirma que "o crescimento da actividade da GMS neste mercado tem sido relevante e o seu acelerar é o passo lógico seguinte, assente naquelas que são as diversas valências da empresa nos serviços que oferece".
Estando presente em Angola desde 2007, a GMS tem vindo a prestar serviços de consultoria estratégica, organizacional e de sistemas de informação a clientes dos mais diversos sectores de actividade.
A GMS Consulting foi criada em 2003 com o objectivo de prestar serviços de consultoria estratégica e de negócio, de sistemas de informação e de engenharia/redes de comunicações, apostando nos mais elevados níveis de rigor, profissionalismo, inovação e qualidade. Com uma crescente presença internacional, desenvolve hoje projectos nos diversos continentes do globo, centrando a sua actividade na prestação de serviços de consultoria em quatro grandes áreas: estratégia empresarial e de negócio; organização, processos e análises económico-financeiras; sistemas e tecnologias de informação; engenharia e redes de comunicações.
Matthias Offodile May 24th, 2011, 09:52 PM Belgian businesspeople plan to contribute to development of rail sector in Angola
May 24th, 2011 News
Luanda, Angola, 24 May – Belgian businesspeople, on a three-day economic and trade mission to Angola, are interested in investing in the country, particularly in the rail sector, which is still lacking in some auxiliary services, the head of the business delegation said in Luanda Monday.
Speaking to Angolan news agency Angop, on the sidelines of a meeting between Belgian businesspeople and Angolan officials, the chairman of the Belgium-Luxembourg-Africa-Caribbean-Pacific Chamber of Commerce (CBL-ACP), Michel Van der Voort, said that the companies from his country that operate in the rail sector wanted to help the Angolan government to open up new railway lines and with professional training.
“We want to bring new technologies, locomotives and provide training to help Angola to develop. Most of the companies here are from the construction sector, and have capacity to build railways, roads, dams and ports along with other facilities,” he said.
The mission from the CBL-ACP has been in Angola since Sunday and is made up of 17 representatives of companies in the railway, ship and port management, machinery, aviation, export of metallurgical products and construction sectors.
Relations between Angola and Belgium go back to 1928, when Belgium opened up its first consulate in Angola and Belgian oil company Fina started drilling for Angolan oil, and built the Luanda refinery.
Matthias Offodile May 28th, 2011, 05:41 PM nauguração
Presidente da República enaltece abertura da Zona Económica Especial:cheers:
27-05-2011 13:05
Luanda - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enalteceu hoje, sexta-feira, a abertura da Zona Económica Especial, considerando que "representa um passo em frente no longo caminho da reindustrialização do nosso país".
"Deve ser assinalado com satisfação", afirmou o Chefe de Estado na abertura da Zona Económica Especial, localizada no município de Viana, em Luanda.
"É um marco histórico para o desenvolvimento da economia nacional e para o relançamento da produção interna de bens e serviços", acrescentou, assinalando que não é um acto isolado. "Outras iniciativas semelhantes estão em curso nos polos industriais de Futila (Cabinda), Soyo (Zaire), Catumbela (Benguela), da Matala (Huíla), na zona mineiro industrial de Cassinga (Huíla) e no perímetro agro-industrial de Pungo a Dongo (Malanje)", realçou.
"Temos razões para acreditar que é possível aplicar o programa do Governo para a substituição ou redução das importações, para o fomento da produção interna e o aumento da riqueza nacional e do emprego", ressaltou.
Na Zona Económica Especial foram construídas de raiz fábricas de tintas, fibra óptica, tubos PVC, arames de vedação, entre outras.
A cerimónia foi testemunhada por membros do Executivo, deputados da Assembleia Nacional e outras individualidades.
27-05-2011 18:17
Luanda
Dezassete novas indústrias entram em funcionamento em 2012
Luanda – Além das oito indústrias inauguradas hoje, na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, dezassete novas unidades fabris diversas, em fase de conclusão, entrarão em funcionamento em finais do próximo ano, anunciou o PCA da Sonangol, Manuel Vicente.
“Hoje são inauguradas oito unidades concluídas e até final de 2012 prevê-se que sejam postas em marcha mais 17 unidades que estão em fase de conclusão”, sublinhou o gestor da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola – Sonangol, ao intervir na cerimónia de lançamento da ZEE.
Na ocasião, Manuel Vicente salientou que existem actualmente 53 empresas agro-industriais, industriais e de serviços, para além de 20 contratos negociados e a aguardar assinatura e consequente início de execução, e três contratos com negociação suspensa.
As 73 unidades fabris da ZEE, segundo o PCA da Sonangol, prevêem produzir bens avícolas, agrícolas, alimentares, confecções e calçado, produtos de higiene e limpeza, pivôs de irrigação agrícola, torres de transmissão de energia eléctrica e telecomunicações, cabos de fibra óptica, material e equipamentos eléctricos, plásticos, material de construção civil e ferragens.
Prevê-se, ainda, o fabrico de bens siderúrgicos, metalomecânicos, caixilharia de alumínios, vidros biopraguicidas, resinas acrílicas, painéis solares, redes e artefactos de pesca, pneus e câmara-de-ar, mobiliário de madeira, carruagens e vagões.
27-05-2011 19:15
Indústria
País conta com cinco novas fábricas de materiais de construção civil
Angop
Luanda - Cinco novas fábricas de materiais de construção civil entraram em funcionamento oficialmente hoje (sexta-feira), na Zona Económica Especial de Viana (ZEE), em Luanda, aberta pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
Trata-se das fábricas de tintas e vernizes, com uma produção anual de 24 milhões e 960 litros de tintas de água e de óleo e um milhão e 248 litros de vernizes, de material eléctrico (37.400 peças/dias), de torres metálicas (444 unidades/ano), de tubos PVC (17 quilómetros de tubos) enquanto que de vedações de arames farpado vai produzir 41.340 metros de vedação/dia.
"Esta obra dá corpo e estrutura a um dos principais objectivos estratégicos do Executivo que consiste na diversificação das fontes de rendimento da economia do país e a criação de grupos económicos nacionais fortes e competitivos em vários domínios da economia".
Criada em 2005, a Zona Económica Especial Luanda/Bengo, a primeira do género no país,segundo dados do projecto, está destinada a promover uma base económico-social sustentável e a criar, deste modo, um eixo regional gerador de desenvolvimento num quadro de interdependência com o resto do país.
Ocupando uma área total de oito mil e 300 hectares, a ZEE está em desenvolvimento com a construção de infra-estruturas de outras unidades fabris de materiais e bens alimentares.
Ao intervir no acto de abertura do empreendimento, o Chefe de Estado Angolano disse ser importante começar a trabalhar em duas direcções no sentido de aproveitar o potencial das indústrias instaladas na ZEE e tornar viável, do ponto de vista económico e financeiro, as unidades fabris.
Matthias Offodile July 19th, 2011, 11:57 AM 18-07-2011 19:21
Exposição
Inicia terça-feira 28ª edição da Feira Internacional de Luanda
Luanda - A 28ª edição da Feira Internacional de Luanda inicia, terça-feira, com disponibilização de um pavilhão exclusivo à exposição de produtos e serviços ligados ao sector turístico, com vista à promoção das potencialidades nacionais.
A Filda, maior bolsa de negócios Angola, a ideia resulta de uma solicitação do Ministério da Hotelaria e Turismo, que encara o evento como uma porta inquestionável para apresentar à comunidade estrangeira os encantos turísticos e a realidade cultural de Angola.
O objectivo é permitir que os operadores inscritos no Instituto Nacional de Fomento Turístico (Infotur) exponham os seus produtos e serviços, assim como firmem parcerias de negócios com os estrangeiros presentes no certame.
“Para este ano, a organização também reforçou a participação das empresas do ramo das tecnologias que terá um espaço reservado denominado Planeta Internet, onde estarão representados todos os servidores e provedores de serviços de Internet.
O Brasil será o convidado de honra dessa 28ª edição, a julgar pelo estreitamento das relações económicas entre este país sul-americano e Angola. Ainda este ano, países como a África do Sul e o Brasil voltam a participar da Filda, depois de cerca de três anos ausentes.
A Feira Internacional de Luanda terá como tema central, este ano, “Os desafios da atracção de investimentos”, contará com a participação de aproximadamente 750 expositores de vários ramos da actividade económica, entre angolanos e estrangeiros.
A Filda é um evento de negócios que junta anualmente desde 1983 empreendedores nacionais e de países de África, América, Europa e Ásia para expor produtos e serviços, assim como estabelecer contactos de negócios. Este ano a Indonésia e o Quénia iniciam a sua participação oficial ao certame.
15-07-2011 12:44
Economia
Resultado do trabalho das mulheres empreendedoras é notório
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2011/6/28/0,6a4776d8-7ff7-459b-a7b5-dd5681bd56b2.jpg
Mulheres empreendedoras na assinatura de um acordo com o banco Sol
Luanda – A directora para o Desenvolvimento Empresarial da Liga dos Jovens Empresários de Angola “Prestígio”, Berta Tomé, considerou hoje, sexta-feira, em Luanda, que o trabalho desenvolvido até ao momento pelas mulheres empreendedoras no país é satisfatório, abrangente e notório, porque tem estado a contribuir para o crescimento da economia nacional.
“No estudo sobre empreendedorismo, feito em 2008, ficou demonstrado que a taxa de empreendedorismo feminino neste ano era superior (a volta de cinco porcento) a dos homens”, disse Berta Tomé em declarações à Angop.
Adiantou que, apesar de em 2010 a taxa de empreendedorismo ter baixado, ainda é visível que em todos os sectores da economia, principalmente em termos de pequenas e médias empresas, a representatividade feminina é considerável.
Berta Tomé explicou que neste momento as mulheres desenvolvem os seus negócios por necessidade, pois não existem ainda programas e projectos que ajudem a elevar o seu nível educacional, de modo a permitir a obtenção de conhecimentos básicos de mercado.
"Se as mulheres com poucos recursos financeiros e poucas oportunidades no mercado de trabalho e falta de conhecimento de mercado conseguiram mudar o quadro, com certeza que com mais conhecimentos a contribuição delas na produção de riqueza do país seria mais forte do que agora", disse.
Sublinhou que a Associação das Mulheres Empresárias (Assomel) tem feito um grande trabalho, apesar de enfrentar os mesmos problemas à semelhança de outras associações, como a falta de contribuições e de ajuda de doadores que permitam a criação de projectos.
"Se nós que temos o poder de decisão económica e política nos preocuparmos em promover programas e projectos para elevar o nível educacional da mulher, vamos dar um contributo singular para o desenvolvimento da sociedade angolana" sublinhou, Berta Tomé.
Segundo a responsável, se for aumentado o nível de escolaridade das mulheres e a formação profissional em áreas diversificadas, as empreendedoras angolanas poderão fazer muito.
good
Matthias Offodile July 19th, 2011, 11:58 AM 11-07-2011 17:09
Telecomunicações
Sistema VSAT vai permitir comunicações a preços mais acessíveis
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2011/6/28/0,231f0b7c-e0ef-4669-b84a-6dfd50daa392.jpg
Pedro Mendes de Carvalho, presidente do Conselho de Administração do INACOM
Luanda – O presidente do Conselho de Administração do Instituto Angolano de Comunicações (Inacom), Pedro Mendes de Carvalho, afirmou, hoje (segunda-feira), em Luanda, que o sistema Vsat, com tecnologia semalhante às antenas parabólicas, vai permitir fornecer serviços de comunicações com qualidade e a preços acessíveis a todos os pontos do país.
De acordo com Pedro Mendes de Carvalho, que falava na abertura de uma formação sobre os Sistemas Vsat, para que esta intenção se torne realidade e se supere as actuais dificuldades de comunicações em algumas zonas do país, estão em curso vários projectos de recuperação das infra-estruturas da rede básica.
“Entre essas infra-estruturas estão o de feixes hertzianos (rádio) e o infraSat que vai levar comunicações via satélite para os pontos mais recônditos do país, afirmou, tendo realçado não ser segredo que os sistemas Vsat são mais versáteis, baratos e adequados para cobrir o país.
No ponto de vista do órgão regulador (Inacom), garantiu que o mercado vai se desenvolver de forma harmoniosa e que não vão existir situações prejudiciais aos investidores ao mesmo tempo que a nova regulamentação não interferirá no desenvolvimento e aplicação das novas tecnologias nesse campo.
A acção de formação, que se destina a engenheiros, gestores e funcionários de agências reguladoras e de empresas de telecomunicações, visa potencializar os participantes sobre os “Sistemas Vsat”e fornecer introdução detalhadas sobre os sistemas de comunicação por satélite.
O curso que vai até ao dia 15 deste mês (Julho) tem o apoio do Inacom, da Organização Intenacional de Telecomunicações por Satélite (Itso) e da União Internacional de Telecomunicações.
Good
Matthias Offodile July 22nd, 2011, 09:41 PM "Sistema de vistos e exportação para Angola são prioridade", ministro português Paulo Portas
22 de Julho de 2011, 09:09
Paulo Portas, ministro dos Negócios Estrangeiros português, anunciou hoje, 21, que Angola e Portugal vão criar um novo sistema de vistos que vai agilizar os processos e facilitar a vida dos empresários e quadros portugueses em Angola, garantindo que se trata de um sistema de reciprocidade.
Portas, que falava na FILDA 2011, salientou o facto de estar "muito feliz" por esta ser a primeira viagem oficial como ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE): "O meu primeiro shake hand depois de assumir a pasta foi com o Sr. Presidente da República de Angola e com o Sr. Ministro da Economia, o que me deixa muito satisfeito".
Segundo o MNE português reforçar as relações com Angola "não depende deste ou daquele governo, mas é um compromisso do Estado português, que olha para a mesma como mutuamente vantajosa".
"Angola representa oportunidade conjectural e investimento estrutural", disse Portas, acrescentando que o nosso País pode também ser uma porta para outros mercados africanos.
A crise na Europa e em especial em Portugal acresce a importância da FILDA, onde os investidores portugueses procuram parcerias tanto com angolanos como com empresários de outras nacionalidades.
Segundo o Secretário de Estado da Economia português, António Henriques, este é o tempo de consolidar as relações e sendo Angola o quinto maior mercado para Portugal e o primeiro fora da União Europeia é tempo também da economia angolana olhar para terras lusas.
"A nossa presença na FILDA está representada por cerca de cem expositores, o que significa que Portugal aposta vivamente nas relações económicas e comerciais que não implicam apenas a entrada de Portugal em Angola, mas também de Angola em Portugal. A vinda do MNE reforça essa vontade do governo português. Dinamizar a economia passa pelos bens e serviços transacionáveis e pelas exportações", explicou António Henriques.
"Estou aqui para resolver problemas"
Sem querer levantar muito o véu, Paulo Portas revelou que será mais fácil adquirir visto para Angola: "O sistema de vistos vai deixar de ser uma inquietação para todos. É importante obter resultados e é por isso que cá estou, para resolver problemas. Este dossier tem que ser tratado com muito acompanhamento e já foram trocados documentos de ambas as partes com propostas".
Embora não tenha adiantado muito mais, o ministro português garante que o tema não se vai arrastar e já em Agosto haverá uma reunião em Lisboa para que se chegue a um acordo.
Sobre a crise que se vive em Portugal e aos portugueses que vivem em Angola, Portas deixou uma mensagem de incentivo: "Portugal vai sair da crise porque tem portugueses como nós que ajudam a desenvolver o País".
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Matthias Offodile July 29th, 2011, 08:13 PM 27-07-2011 17:47
Economia
Reservas internacionais do país atingem 21,4 biliões de dólares
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Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano
Luanda – As reservas internacionais líquidas do país passaram de 17,3 biliões de dólares em Dezembro de 2010, para USD 21,4 biliões em 30 de Junho, representando uma variação acumulada desde o início do ano de 23,6% e uma variação trimestral de 19,71%, anunciou hoje o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano.
Ao falar à imprensa, no habitual balanço trimestral do Executivo, acerca das prioridades em termos de política monetária e cambial, o governador do Banco Central informou que o BNA vendeu aos bancos comerciais, desde o início do ano, divisas avaliadas em cerca de sete biliões de dólares.
José de Lima Massano disse constituir prioridade absoluta do Executivo, no âmbito da política monetária, o combate à inflação, a concessão de credito à economia e a redução dos encargos aduaneiros associados à cesta básica, para redução dos preços dos bens alimentares.
:cheers:
Matthias Offodile September 3rd, 2011, 08:36 PM Angola - Investir e Seguro
iz9uLXIV8Eg
Kizaca September 6th, 2011, 01:05 PM Good to see University of Namibia...it should be a good alternative to send Angolans students study instead of sending them in other places. :cheers:
NuncaPior October 20th, 2011, 08:41 AM Boas notícias para a "nossa" terra...
Orçamento Geral do Estado de Angola para 2012 sem défice
Luanda, Angola, 19 Out – O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2012 de Angola prevê receitas de 3,5 biliões de kwanzas e despesas de igual montante não havendo, por isso, lugar a défice orçamental, afirmou terça-feira, em Luanda, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
Na abertura do ano legislativo, quando falava sobre o Estado da Nação na Assembleia Nacional, Eduardo dos Santos adiantou que o OGE assenta num cenário macro-económico que contempla uma taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto de 12%, sendo 13,4% do sector petrolífero e 12,5% do sector não-petrolífero e uma taxa de inflação de 10%.
O Presidente angolano disse ainda que a dívida pública global continua dentro dos coeficientes de segurança internacionalmente aceites, quer quanto ao seu volume e custos, quer no tocante ao seu perfil de vencimentos.
Segundo José Eduardo dos Santos, o baixo custo do endividamento externo, combinado com a recuperação dos preços de exportação do petróleo, reflectiu-se na melhoria do saldo da balança correntes, que evoluiu de um défice de 7 572 milhões de dólares em 2009 para um défice de apenas 348 milhões de dólares em 2010.
Citado pela agência noticiosa angolana Angop, Eduardo dos Santos salientou que Angola continua a receber da comunidade internacional o reconhecimento da sua crescente solidez macroeconómica, certificada nos relatórios emitidos em 2010 pelo Fundo Monetário Internacional e pelas três principais agências internacionais de classificação do risco de dívidas soberanas.
Relativamente ao ano em curso, disse que se estima um crescimento do Produto Interno Bruto na ordem de 3,7%, abaixo do previsto no Orçamento Geral do Estado, devido à redução da produção petrolífera pela empresa BP, por razões técnicas, que, no entanto, foi compensada em parte pelo aumento do preço médio anual do barril de petróleo bruto e por um crescimento mais acelerado do sector não-petrolífero.
(macauhub)
Matthias Offodile November 25th, 2011, 09:18 PM Poland launches an investment forum: Investing in Angola & Brazil 24.11.2011
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Boyshow November 25th, 2011, 11:29 PM é sempre bom saber que um Pais vai investir no nosso Pais
S.city November 28th, 2011, 07:11 PM Luanda — The Angolan government foresees for 2012 a growth rate of the country's Gross Domestic Product (GDP) estimated at 12.8 per cent, said Sunday in Luanda the Finance minister, Carlos Lopes.
According to Carlos Lopes, the growth of the GDP will be balanced both in the oil sector and outside of it.
The minister was speaking at the public television (TPA)'s debate programme entitled “Espaço Público” (Public Space), having added that the economy of Angola has been progressing since 2002, becoming fairly stable in 2005.
The minister also revealed that 2006 and 2007 are the years in which were registered a strong growth of the country's economy, reaching about 25.7 per cent.
Although in 2008 there was a reduction to 15 per cent, the economy continued to present good indicators in 2009, 2010 and 2011.
"(...) As a result of the strong growth in the two sectors (oil and non oil sectors), we hope to record in 2012 two-digit growth", he stressed.
He also revealed that there will be contribution to the growth of the economic sector from the gas sub-sector. On the other hand, as a result of the execution of the Public Investment Programme (PIP), the non oil sector will record good growth rates.
Carlos Lopes also explained that in regard to the benefits for the population, he said the GDP has really to growth in this manner, so that the government can improve services like health, education and housing.
LADEN November 28th, 2011, 07:19 PM Damn!
NuncaPior November 29th, 2011, 06:18 AM Convém sempre lembrar ...
Dívida pública de Angola ascende a 31,4 mil milhões de dólares
Luanda, Angola, 29 Nov – A dívida pública de Angola, interna e externa, ascende actualmente a 31,4 mil milhões de dólares, afirmou domingo em Luanda o ministro das Finanças de Angola, Carlos Alberto Lopes, que precisou ser a componente externa de 17,8 mil milhões de dólares.
Relativamente à componente externa, o ministro precisou que os maiores credores são a China, com 5,6 mil milhões de dólares, o Brasil, com 1,8 mil milhões de dólares, Portugal com 1,4 mil milhões de dólares e Espanha com 1,2 mil milhões de dólares.
A dívida interna, que ronda 13,6 mil milhões de dólares, decorre das emissões de obrigações e dos bilhetes de tesouro, instrumentos que servem para financiar o Programa de Investimento Público em curso e antecipar as receitas em função dos planos mensais de caixa, respectivamente.
No decurso de um programa na estatal Televisão Popular de Angola, o ministro das Finanças recordou que o governo prevê para 2012 uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de 12,8% nos dois sectores da economia – petrolífero e não-petrolífero, sendo que a previsão para a taxa de inflação é de 10%. (macauhub)
Matthias Offodile December 6th, 2011, 06:58 PM Competitividade passa por boas finanças
João Dias | - 25 de Novembro, 2011
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A necessidade de abraçar as novas práticas de gestão começa a ser uma ambição das empresas pois os tempos são outros
A competitividade das empresas passa pela sua sustentabilidade financeira, o que deve ser visto como um factor primordial, juntamente com a necessidade de se alicerçar em boas práticas de gestão, uma exigência dos tempos actuais. Esta é a visão de Paulo Dinis, presidente do Centro de Negócios da Accenture Angola, em entrevista ao Jornal de Angola. A competitividade das empresas angolanas face ao mercado doméstico e global, a dinâmica assumida por elas face aos novos desafios, bem como a adaptação das mesmas à nova realidade, foram assuntos abordados nesta entrevista.
JA – Qual é a maior preocupação das empresas actualmente?
PD – Hoje há a preocupação das empresas abraçarem novas ferramentas e novos métodos de actuação. Até há pouco tempo, os sectores eram estanques. Agora estão a aparecer empresas com forte tendência para a internacionalização, o que exige que tenham de adaptar novas ferramentas à realidade local. É preciso que as empresas criem novas competências e capacidades. Também é preciso que respondam à realidade local e às exigências dos clientes. Se antes o mercado era Luanda, hoje a situação não é a mesma, pois já se pensa em cadeias de distribuição e transportes nacionais eficazes.
JA – O que devem fazer?
PD – É preciso que as empresas despertem para os desafios da competitividade e se esforcem por atingir um bom desempenho. Por isso, devem esforçar-se em adoptar boas práticas de gestão, sendo também importante que ao posicionarem-se no mercado saibam o valor que têm.
JA – Os clientes o que procuram mais?
PD – Há uma clara preocupação das empresas em reforçarem a questão do capital humano. Nesse sentido, a Accenture tem dado o seu melhor. Essa continua a ser uma preocupação das empresas angolanas, por ser um ponto essencial do desenvolvimento de competências. Agora, a preocupação reside no modo como se processa a passagem de conhecimento. Temos um capital que traz toda essa dimensão, que é a partilha de conhecimento mundial, tornando fácil a busca de conhecimentos noutras realidades.
JA – Os resultados da formação de quadros têm sido bons?
PD – Têm sido excelentes. O que nos pedem com mais frequência é a passagem de conhecimento. Mas há também a questão da prestação de serviços na área da estratégia, que é uma das valências. Quando o cliente procura um aconselhamento mais técnico do caminho a seguir, podemos sempre orientá-lo na perspectiva da internacionalização da empresa, mas antes é preciso orientá-lo para que mercado deve ir. Os mercados emergentes são propícios a novos investimentos.
JA – Já se pode falar em internacionalização em Angola?
PD – Há muitas empresas angolanas no exterior e há também empresas que já estão num patamar de desenvolvimento que lhes permite pensar nesse âmbito. Fazer investimentos no exterior é sempre um desafio e, neste sentido, aconselhamos a adopção de práticas e ferramentas empresariais mais avançadas. É preciso ajudar estas empresas que se estão a internacionalizar a adaptarem-se sempre, a expandir e a sair para novas realidades.
JA – Existem muitas oportunidades de negócios no mercado angolano?
PD – O mercado angolano está a desenvolver-se nas suas múltiplas formas, o que abre perspectivas para novos negócios. Mais uma vez, é preciso que as empresas consigam sustentar os próprios modelos de negócios e a própria formação dos recursos. Hoje em dia, não basta operar num ou outro local. É preciso saber quais devem ser os resultados e ajustá-los à realidade. O fundamental é também fazer a análise da rentabilidade dos próprios negócios e dos próprios investimentos.
JA - Os empresários angolanos devem abraçar a inovação?
PD – A necessidade de abraçar as novas práticas de gestão começa a ser uma ambição das empresas, pois os tempos são outros e as exigências dos mercados também. Essa vai ser claramente a tendência das empresas angolanas. Parte delas começa a olhar para essa situação com mais seriedade e até como investimento. O crescimento de Angola tem de ser sustentado com a existência de um tecido empresarial forte. Se há crescimento da economia angolana, é preciso que também os empresários consigam responder e adaptar-se às mutações do mercado, cujas exigências são cada vez mais agressivas.
JA – E se não o conseguirem, o que acontece?
PD – Com a concorrência a que se vai assistindo actualmente, se as empresas não se adaptarem aos novos tempos acabarão por ficar ultrapassadas. As pessoas não podem estar agarradas aos modelos tradicionais. Sabemos que existem realidades de mercados que se distinguem pelas mutações e dinâmicas. São exemplos a seguir e temos acompanhado as novas tecnologias nos estágios mais avançados de desenvolvimento.
JA – As nossas empresas estão a adoptar boas práticas de gestão nestes tempos de incerteza?
PD – É o que vejo no dia-a-dia. Há essa preocupação por parte das empresas que são clientes da nossa consultora. É uma necessidade que as próprias empresas vão tendo com o tempo, fruto da troca de experiências e da própria necessidade de atingir a excelência e alto desempenho, o que é um desafio.
JA – Que avaliação é que faz da banca nacional?
PD – A banca angolana é um dos sectores que tem de reagir mais rapidamente a estes aspectos, pois a concorrência exige que a adopção de novas práticas se evidencie. A banca tem desafios grandes relacionados com a economia e o país. A necessidade de concessão de crédito, expansão e fidelização da população são desafios deste sector, que vai crescer muito, pois tem espaço para evoluir. Tem desafios para responder e garantir os rácios de gestão e contabilidade.
JA – A situação portuguesa cria algum receio na banca angolana?
PD – Acho que não há nada a recear nesse sector, porque o capital dos bancos angolanos é nacional e todos eles têm uma implantação nacional. Acho que a crise em Portugal não deve ser motivo de receio para as empresas e a banca no país. Angola tem a vantagem de ter grandes perspectivas de crescimento.
JA – O investimento de Portugal em Angola, ou o inverso, não cessa por isso?
PD – Claro que não. Apesar da situação, o investimento não vai cessar. Antes pelo contrário, vai crescer. As empresas vão continuar a operar. Aliás, estas situações fazem com que se canalize todo o investimento para os países emergentes. Temos um estudo de alto desempenho que diz que as empresas que investem em tempos de “down time” são as que conseguem ter uma maior desenvoltura e expandir-se. Aquelas empresas que se preparam para tempos difíceis são as que conseguem estar sempre em melhores condições. Angola é um mercado que está a crescer e que deve adequar-se à nova realidade do século XXI. A tendência das empresas portuguesas é a de procurarem novos investimentos em países emergentes.
JA – Quais são as áreas em que a Accenture trabalha?
PD – A Accenture tem um escritório em Angola desde 2006 e tem estado a trabalhar nos sectores da energia, recursos naturais e ambiente, telecomunicações. Estamos organizados em áreas de especialidade e por áreas de conhecimento, como finanças, estratégias e operações, recursos humanos e comércio. Usamos essas valências para responder aos desafios do próprio mercado.
JA - O que vos diferencia das outras empresas do ramo?
PD - O conhecimento que temos da tendência dos mercados e a experiência que absorvemos através do contacto que estabelecemos com profissionais de outros países, fazem com que tenhamos este valências diferenciadas. Absorvemos realidades de outros pontos e reaproveitamo-las e adaptamo-las à realidade local. Existem soluções inovadoras disponíveis, mas sempre entendemos que não basta importá-las, é preciso saber como adaptá-las localmente e as empresas nacionais e internacionais procuram o modo como funcionam os mercados. Há um outro aspecto fundamental para as empresas, que é a questão da estratégia e do capital humano. Mas, só um plano estratégico não basta, é também fundamental que se desenvolva uma cadeia logística, capaz de suportar os planos estratégicos.
JA - As empresas angolanas pensam na fidelização do cliente aos seus serviços?
PD - As empresas devem oferecer produtos e serviços com qualidade a ponto de provocarem a fidelização do cliente aos seus serviços. A fidelização dos clientes é fundamental para o sucesso e crescimento das empresas, pois significa aceitação dos produtos da empresa. Há uma confiança entre empresa e cliente.
E isto só é possível quando se dá a atenção merecida ao cliente. Desenvolvemos uma estratégia de crescimento e recrutamento local, numa altura em que temos 40 colaboradores nacionais. Em Angola, numa perspectiva de longo prazo, vamos fazer mais investimento na capacidade do capital humano.
JA - Qual é a abordagem do vosso estudo “Imperativos de negócios num contexto de incerteza económica”?
PD - A abordagem deste estudo está voltada para a necessidade de dotar as empresas com ferramentas que lhes permitam atravessar situações de incerteza. No presente momento, há empresas que lutam por sobreviver e outras que aproveitam a sua posição no mercado para aumentar as vantagens competitivas e saírem reforçadas. A globalização tem acentuado o risco para as empresas. Paradoxalmente, um maior compromisso com o mundo multipolar oferece às organizações os elementos fundamentais para adaptarem a sua resposta à contracção económica e, ao mesmo tempo, posicionarem-se para o futuro.
JA - Quais são os imperativos de negócios?
PD - Hoje muitas empresas enfrentam esta situação numa posição mais forte do que enfrentaram situações anteriores semelhantes. Contudo, as circunstâncias são agora mais complexas. A turbulência financeira e uma menor flexibilidade para a mudança representam um risco acrescido. No contacto que temos com os nossos clientes, identificamos os imperativos de negócio à volta dos quais se estão a centrar os esforços de transformação das empresas no contexto actual, que passam pela excelência e agilidade operativa, gestão de custos rápida e sustentada, aquisição e retenção de clientes, execução eficaz de fusões e aquisições e a gestão estratégica do talento.
JA - Os tempos actuais favorecem as aquisições e fusões?
PD – A turbulência económica abriu caminho a uma nova onda de fusões e aquisições, tanto domésticas como transfronteiriças.
Períodos económicos com características semelhantes ao que vivemos mostraram ser um excelente trampolim para muitas das actuais empresas líderes globais de diversos sectores de actividade, graças em grande medida a bem sucedidos processos de aquisição ou de investimento. Ao analisar um potencial processo de fusões e aquisições, as empresas devem avaliar detalhadamente as várias vertentes de sinergias e de obstáculos associados à operação.
Oh yes!
NuncaPior December 13th, 2011, 04:01 AM E por falar em Boas finanças... há que pagar as dívidas...
Angola deve 5,6 mil milhões de dólares dos empréstimos contraídos em instituições financeiras da China
Luanda, Angola, 12 Dez – Angola ainda deve 5,6 mil milhões de dólares dos 9 mil milhões de dólares em quatro empréstimos contraídos junto de instituições financeiras da China, informou quinta-feira em Luanda o ministro das Finanças, Carlos Lopes.
Respondendo a perguntas colocadas pelos deputados no decurso da sessão plenária destinada à discussão do Orçamento Geral de Estado para 2012, o ministro adiantou que os empréstimos foram contraídos junto dos bancos de Exportações e Importações (ExIm) e de Desenvolvimento da China.
No que respeita ao Banco Exim foram assinados três acordos, o primeiro de 2,5 mil milhões de dólares, o segundo de 2 mil milhões e o terceiro de 3 mil milhões de dólares.
O primeiro e o terceiro empréstimos têm um prazo de amortização de 15 anos e o segundo de 18 anos, prevendo os três um período de carência de três anos sendo a taxa de juro de 1,25% ao ano.
Relativamente ao Banco de Desenvolvimento da China, prosseguiu o ministro, foi assinado um acordo de empréstimo de 1,5 mil milhões de dólares, amortizável num período de nove anos, com taxas de juros similares.
(in macauhub)
Matthias Offodile December 13th, 2011, 02:37 PM Nunca pior, what´s your problem? is is some sort of envy because Portugal is virtually bankrupt with dim prospects for the future...if the two European powerhouses Germany and France weren´t around, most of Europe´s periphery would have gone down the drains entirely (in case that you have forgotten that)! (I have nothing against Portugal or Portuguese people, so don´t even try to categorize me in there) Or do you have a problem to see a former AFRICAN colony rise out of the ashes??...every single thread that I open, I only see you shed light on shit news or leave embittered comments or simply both of that! Get to terms with what bothers you and please engage in a meaningful way or just vanish into thin air, period.
Matthias Offodile December 13th, 2011, 07:00 PM Fundo Monetário Internacional dá boa nota à economia angolana
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20111213064652relat1.jpg
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reconhece num relatório divulgado ontem em conferência de imprensa, em Luanda, que Angola continua a fazer progressos rumo à estabilidade macroeconómica.
Entre os indicadores, além da estabilidade da taxa de câmbio, o FMI refere a redução das taxas de juro e a restauração das reservas internacionais num ritmo mais acelerado do que o esperado.
De acordo com o relatório, apresentado em conferência de imprensa pelo representante residente do FMI em Angola, Nicholas Staines, os progressos foram sustentados por uma forte consolidação fiscal nos dois últimos anos.
"A estabilização continua incompleta", sublinha o documento, cuja elaboração resultou da quinta avaliação feita, no quadro do Acordo Stand-By assinado entre o Executivo e aquela instituição monetária internacional.
Em relação às reformas fiscais e a transparência, o relatório do Fundo monetário Internacional congratula-se com as medidas tomadas para melhorar o controlo das operações financeiras da Sonangol com o orçamento, considerado uma peça central para melhorar a tesouraria e gestão de caixa, a contínua disseminação de informações relacionadas às operações da Sonangol, incluindo o relatório de demonstrações financeiras auditadas de 2010. O FMI também saúda as medidas tomadas para enfrentar o grande e inexplicável residual nas contas fiscais, o que compromete a qualidade das estatísticas das finanças públicas para os programas e formulação de políticas.
Este trabalho, sublinha o documento, tem de ser sustentado de forma substancial. O FMI saúda igualmente a decisão das autoridades angolanas em basearem o Orçamento Geral do Estado em preços "conservadores" do petróleo, o seu compromisso para melhorar as transferências dos rendimentos do petróleo e continuar a trabalhar para a definição do quadro de um fundo de estabilização. Quanto à situação fiscal, o documento refere que tem estado em grande parte sob controlo. A inércia da inflação e a deterioração da qualidade dos activos bancários, devido ao impacto de atrasados internos, sugerem que os esforços de reforma precisam de ser sustentados, para estabelecer as bases para uma economia competitiva, de crescimento rápido e diversificada, segundo o documento.
Angola precisa também de uma posição mais forte das reservas internacionais para melhorar a capacidade de resistência aos choques externos, segundo aquela instituição de Bretton Woods.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/fundo_monetario_internacional_da_boa_nota_a_economia_angolana
11/11/11 11:41 AM
WASHINGTON
IMF praises Angola reforms
WASHINGTON - The International Monetary Fund on Thursday praised Angola for its economic and fiscal reforms, but said more work is needed to ensure better transparency and management of oil revenues.
This week the southern African nation received a $134.8 million loan tranche under a 27-month IMF programme. Luanda has so far received $1.2 billion under the programme extended in 2009 to help plug the liquidity gaps following the fall in the price of oil, Angola's main export.
"The Angolan authorities should be commended for strong performance under the Fund-supported stabilization and reform program," IMF Deputy Managing Director Naoyuki Shinohara said.
"Spending has been contained, and budget execution enhanced. The sustained fiscal adjustment, helped by higher oil prices, has fostered reserve accumulation, a stable exchange rate, and declining inflation."
Although Shinohara noted that public financial management and transparency continued to be "key priorities going forward", he welcomed the government's commitment to addressing the "quasi-fiscal operations" by the state oil company Sonangol.
Sometimes described as a parallel structure of government, Sonangol is the concession holder for Angola's vast oil blocks, is in charge of downstream distribution and has an extensive overseas and domestic investment portfolios.
It also runs its own airline, manages government housing and industrial programmes, and through joint ventures with Chinese companies is understood to be involved in negotiating oil-backed loans for the government.
Exploração de diamantes
Diamantes produzidos na Lunda-Norte
Fotografia: Jornal de Angola
Dois contratos para prospecção e exploração de diamantes foram assinados na semana passada, em Luanda, entre a Empresa Nacional de Diamantes (Endiama), a Kassypal e a Sociedade Geral de Minas (SGM).
Trata-se do contrato entre a Endiama e a Kassypal, empresa do Grupo António Mosquito, ligado ao projecto Uári, aluvionar, (actividade desenvolvida no rio), que vai ser implementado na província da Lunda-Norte. Outro contrato de prospecção e depósito secundário de diamantes foi igualmente assinado entre a Endiama e a Sociedade Geral de Diamantes (SGM), para desenvolver o projecto Luege, também aluvionar.
Em cada um dos projectos, a Endiama terá uma participação de 51 por cento, enquanto à SGM cabe 49 por cento e igual valor à Kassypal. Na cerimónia de assinatura, o presidente do Conselho de Administração da Endiama, António Carlos Sumbula, referiu que o país necessita de pessoas empreendedoras nos projectos mineiros.
Segundo afirmou, constitui actividade da Endiama empenhar-se na prospecção para identificar novas reservas e procurar reactivar as minas que ficaram paralisadas durante a crise financeira mundial.
No primeiro contrato, explicou, trata-se de uma mina que já existia e que paralisou devido à crise, enquanto o segundo se refere a um projecto em fase de prospecção onde se procuram novas reservas. Os desafios da empresa que dirige estão focados na produção, prospecção e na procura de compreensão do mercado de diamantes.
O responsável da Sociedade Mineira-Kassypal, António Mosquito, que não avançou o valor do investimento, disse que a sua empresa vai aplicar o necessário ao longo do tempo, sublinhando que o mais importante é trabalhar para que Angola seja um grande país.
Por seu lado, Adalberto da Costa Júnior, da SGM, disse que a empresa que dirige está a iniciar a fase de prospecção, esperando que tenha êxito, com o encontro de viabilidade económica para poder passar para uma fase de exploração.
Relativamente ao valor a ser investido, disse que o contrato impõe algumas obrigações que vão para um mínimo de cerca de cinco milhões de dólares, tendo a sua empresa encontrado uma parceria estrangeira especializada para trabalhar. Em ambos os projectos a prioridade vai para a mão-de-obra nacional.
Matthias Offodile December 28th, 2011, 05:26 PM Volume de mercadorias manuseado regista aumento no Porto do Lobito
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20111228103730port_lobi2.jpg
O Porto do Lobito absorve investimentos que o preparam para corresponder aos desafios e aumentam a sua capacidade de produção
O Porto Comercial do Lobito manuseou, entre Janeiro e 24 de Dezembro, mais de 2,7 milhões de toneladas, contra 2,3 em 2010, revelou ontem, naquela cidade, o presidente do Conselho de Administração da empresa pública, Anapaz de Jesus Neto.
De acordo com o responsável, que falava na cerimónia de comprimentos de fim de ano, no período em referência foram manuseados igualmente 87.538 contentores, mais 9.638 do que em 2010.
O porto, de acordo com o gestor, registou a atracagem de 699 navios, menos um do que em 2010. No mesmo período, foram descarregadas 1.264 viaturas, menos 4.751 que no ano anterior.
A dinâmica e empenho dos trabalhadores, de acordo com Anapaz de Jesus Neto, permitiram que cada navio que atracasse permanecesse apenas dois dias em trabalho de descarga nas instalações portuárias.
O presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito adiantou que este ano foi dado um avanço aos projectos de construção do porto seco e do terminal para a descarga e carga. A ampliação da ponte cais e a pavimentação do recinto portuário são, segundo explicou, outros trabalhos desenvolvidos ao longo de 2011. Anapaz Neto Garantiu que vários projectos, como a pavimentação do recinto portuário e a construção do porto seco, ficam concluídos em Setembro de 2012.
No Porto do Lobito, de acordo com o gestor, estão em curso projectos orçados em mais de 1.195 milhões de dólares. Em termos de recursos humanos, Anapaz de Jesus Neto esclareceu que a sua direcção continua a apostar na política de renovação da força de trabalho, tendo formado, este ano, 285 novos trabalhadores. Os novos equipamentos, associados à formação permanente dos trabalhadores, vão tornar mais célere a actividade portuária e habilita o porto a corresponder aos futuros desafios
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/volume_de_mercadorias_manuseado_regista_aumento_no_porto_do_lobito
Matthias Offodile January 1st, 2012, 05:35 PM Desafios 2012
Angola (re)entra no quadro de honra do crescimento mundial em 2012
http://www.opais.net/resources/images/2009pais/edicao_164/econ164_lr_13.jpg
Angola deverá regressar no próximo ano ao crescimento dos dois dígitos. Segundo as previsões do Governo, em 2012, o produto interno bruto do país deverá dar um pulo de 12,8% em termos reais face a 2011. As projecções do Fundo Monetário Internacional (FMI) são um pouco menos optimistas apontando para um crescimento de 10,8%. Menos optimista ainda é a The Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de investigação económica da revista The Economist, que antecipa uma variação do PIB de apenas 9,9%, ainda assim a roçar os dois dígitos.
O tempo dirá quem tem razão, mas mais do que as percentagens em concreto interessa a tendência e todas as previsões apontam para uma forte aceleração da economia angolana em 2012, depois de 3 anos a marcar passo na ressaca da crise financeira internacional de 2008. Nos três anos que agora terminam a economia angolana cresceu a uns “míseros” 2,4% anuais, considerando a média simples, o que significa que os angolanos empobreceram em termos reais, pois a população cresce 3% ano.
Esta taxa faz do triénio 2009-2011 um triénio de lata, por oposição aos triénios 2004-2006 e 2005-2007, em que o país foi vice campeão mundial de crescimento, com taxas de 17,1% e 21,3%, pela mesma ordem. A confirmarem-se as projecções do governo, FMI e EIU para 2012, o país volta ao quadro de honra do crescimento mundial. A título de exemplo, a taxa de varia real do PIB de 10,8% avançada pelo FMI para Angola o próximo ano é a quinta mais elevada entre os 184 países para os quais a instituição de Washington apresentou projecções em Setembro passado. Melhor só a Serra Leoa, com uns impressionantes 51,4%, Iraque (12,6%), Níger (12,5%) e Mongólia (11,8%).
Se as previsões económicas não passam disso mesmo de previsões, que o tempo se encarrega de confirmar ou infirmar, a incerteza que paira sobre a economia mundial nos últimos anos ainda torna mais difícil o exercício de adivinhar a marcha do PIB. Veja-se o que se passou no triénio 2009-2011.
Em 2009, o Governo começou por prever um crescimento do PIB de 11,8% mas a economia acabou por crescer apenas 2,4%. No ano seguinte as primeiras projecções oficiais apontavam para 8,4% mas a realidade não ultrapassou os 3,4%. Para este ano, as previsões iniciais antecipavam um salto do PIB de 7,6%, mas agora não dão mais do que 1,3%.
E 2012 ainda não começou e o Governo já reviu em baixa a sua primeira projecção, dos 15,5% avançados no OGE 2011 para os 12,8% que constam da cenário macroeconómico do ODE 2012. Apesar dos riscos negativos que pairam sobre a economia mundial — em particular os relacionados com a crise da dívida europeia — que podem afectar o preço do petróleo e por tabela a economia angolana, há factores suficientemente robustos que suportam as previsões de forte aceleração do crescimento angolano. Refiro-me em concreto ao aumento da produção de petróleo que, ultrapassados os problemas técnicos em alguns campos operados pela BP e com a entrada em produção de um campo operado pela Total, deverá dar um salto de 15% em 2012 face a 2011 para mais de 1,8 milhões de barris por dia. O arranque do projecto de gás natural conhecido como LNG é outro factor que deverá ajudar à aceleração da economia em 2012.
As previsões do governo apontam para um crescimento real de 13,4% do sector petrolífero que deverá funcionar como o motor da aceleração ao gerar recursos para alavancar o crescimento de 12,5% do sector não petrolífero. Como referido, pelas contas oficiais, o conjunto da economia deverá acelerar de 1,3% em 2011 para 12,8% em 2012.
Os recursos disponíveis para alavancar o crescimento do sector não petrolífero deverão ser maiores do que o previsto na proposta de OGE 2012 já que esta se baseia num preço do crude de 77 dólares o barril quando as previsões internacionais apontam para 100 dólares o barril.
Por último mas não menos importante, a aceleração da economia angolana deverá assentar em bases mais sólidas. Os progressos registados ao nível da estabilidade macroeconómica, nomeadamente a melhoria das contas externas e públicas, o aumento das reservas de divisas, a estabilidade cambial e a descida da inflação, podem ajudar a tornar o crescimento mais sustentável. Mas não tenhamos ilusões. A estabilidade macro é condição necessária mas não suficiente para um crescimento sustentado.
Todos os diagnósticos apontam no mesmo sentido: a principal maka da economia angolana é a (falta de) competitividade. E nessa matéria as coisas estão praticamente na mesma ou até piores.
No relatório 2010/2011 do Fórum Mundial para a Competitividade que revelamos nesta edição, Angola ocupa uma modestíssima 139a posição entre 142 países, tendo caído uma posição relativamente ao ranking anterior.
Força de trabalho com formação inadequada, burocracia do Estado, oferta insuficiente de infra-estruturas, corrupção e dificuldades no acesso ao financiamento, são os cinco “bilos” mais problemáticos para os negócios em Angola identificados no relatório. É nestes factores de competitividade que os nossos governantes devem concentrar todas as suas energias se quiserem evitar o stop and go do passado recente.
Carlos Rosado de Carvalho
1 de Janeiro de 2012
01-01-2012 6:02
Retrospectiva 2011
Indústria angolana aposta na Zona Económica Especial
Luanda - A abertura no ano findo da Zona Económica Especial (ZEE), Luanda/Bengo, com o objectivo de criar uma base económico-social sustentável e um eixo regional de desenvolvimento constituiu um marco significativo para a reindustrialização do país e o relançamento da produção interna de bens e serviços.
Nesta senda, oito unidades fabris foram inauguradas pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que vão contribuir para a diversificação da economia nacional e para uma maior competitividade no mercado de bens e serviços.
Assim, foram inauguradas as fábricas da Angolacabos, Lda, que se dedica ao fabrico de cabos de fibra óptica, a Inedu Plastic, Lda, na área de plásticos, a Indutize, que opera na fabricação de tintas e vernizes, a Mateletrica, vocacionada ao fabrico de material eléctrico, a Mangoeal, construtora de torres metálicas, a Pivangola que vai confeccionar pivot de irrigação agrícola assim como a Pipelaine Angola e a Vedatela, que se dedicam na produção de tubos e fabricação de vedações e arames.
Com uma área de 8.500 hectares, a zona económica estende-se pelos municípios de Viana, Cacuaco e Icolo e Bengo na província de Luanda, e Dande, Ambriz e Nambuangongo na provincia do Bengo, visa incentivar o desenvolvimento da região e está voltada para o mercado interno e comércio franco.
A obra que dá corpo e estrutura a um dos principais objectivos estratégicos do Executivo que consiste na diversificação das fontes de rendimento da economia do país e a criação de grupos económicos nacionais fortes e competitivos em vários domínios da economia , prevê criar mais de dez mil postos de trabalho directos.
Para além das unidades inauguradas, o projecto prevê a construção de 73 fábricas e tem a missão de oferecer e gerir espaços infra-estruturados e de serviços, de modo a que, até em 2015 o país seja reconhecido como a primeira escolha na instalação de indústrias e outros negócios.
Entretanto, a par das oito unidades fabris, outras 14 foram concluídas na ZEE, enquanto a nível de todo o país mais de 53 estabelecimentos industriais entraram em funcionamento durante o ano.
Importa também referir que este mega projecto não aconteceu de forma isolada, pois outras iniciativas semelhantes estiveram em curso nos pólos industriais de Fútila, do Soyo, da Catumbela e da Matala, na zona mineiro-industrial de Cassinga e no perímetro agro-industrial de Pungo-Andongo.
Através do sector dos têxteis, vestuário e calçado, a indústria angolana deu os primeiros passos com o relançamento da cultura e da fileira do algodão, a reabilitação e desenvolvimento da produção têxtil, prevendo-se que , com estas iniciativas, entrem em funcionamento em 2012 as fábricas de tecidos da Textang II, em Luanda, a África Têxtil, em Benguela, e a SATEC, no Kwanza Norte e Dondo paralisadas a mais de 20 anos.
Para uniformizar os procedimentos de concessão de títulos de prospecção e exploração dos recursos naturais, este sector realizou o seu primeiro encontro metodológico, onde recomendou a padronização de marcação dos croquis de localização das áreas mineiras do país face a necessidade de se actualizar as respectivas zonas, o alargamento das actividades de metrologia legal em todo o território e o aligeiramento dos procedimentos para a tomada de decisões de pedidos de concessões mineiras.
O sector industrial conheceu em 2011 a visita de várias delegações empresariais estrangeiras ligadas aos diversos ramos da economia que se deslocaram ao país em busca de oportunidades de negócio e de formação de parcerias.
Para regular as actividades geológicas e mineiras, foi provado o Novo Código Mineiro, um instrumento que vai permitir entre outros benefícios, aumentar as
garantias contratuais dos investidores, a obtenção de uma divisão mais equitativa e consensual das receitas entre os investidores e o estado assim como
o aumento das receitas fiscais, emprego, conhecimento e o incremento do índice de desenvolvimento humano.
Em 2011 foi anunciado também o projecto de construção de uma nova siderurgia a ser erguida na província do Kwanza Sul. Para a sua concretização, o sector industrial iniciou discussões sobre o seu financiamento ao mesmo tempo que existem já acordos no domínio comercial.
Organizado pelo Governo de Angola, em cooperação com as organizações Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e Regional Africana da PI (ARIPO), foi realizado um fórum nacional sobre propriedade intelectual para decisores políticos.
O encontro procurou dar a conhecer a realidade nacional sobre a forma, meios, mecanismos, instituições e instrumentos existentes para a protecção efectiva dos direitos da PI, bem como as iniciativas para o fortalecimento do Sistema Nacional, que visam o desenvolvimento das matérias do sector.
Para a troca de experiências entre investidores do ramo, divulgar as perspectivas da área para o próximos anos e buscar financiamentos, a industria angolana marcou a sua presença na Conferência Internacional Sobre de Diamantes, em Tianjin, leste da República da China, na XVI edição da Feira Internacional de Negócios e Investimentos.
Com os mesmos objectivos, troca de experiências entre investidores no sector industrial, Angola fez-se representar em Washington D.C., na Cimeira 2011 de Negócios entre os EUA e África.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/0/52/Industria-angolana-aposta-Zona-Economica-Especial,06699e17-fdf7-4148-8b40-f4ba662a6bc9.html
Matthias Offodile January 5th, 2012, 01:22 AM 04-01-2012 21:54
Geologia e Minas
Construção do Centro de Tecnologia Industrial inicia este ano
Luanda – O ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David, garantiu hoje, quarta-feira, em Luanda, que o país contará este ano com um Centro Avançado de Tecnologia Industrial a ser construído em Viana.
Falando na cerimónia de cumprimentos de ano novo do seu pelouro, o ministro informou que encontra-se já agendado para a aprovação do Conselho de Ministros o financiamento para a construção em Viana da referida unidade.
A construção do mesmo contará com a colaboração da Republica da Coreia do Sul.
Entretanto, o governante adiantou que estão em curso trabalhos de melhoramento aos centros de formação profissional afectos ao Ministério da Geologia e Minas e da Indústria.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/0/1/Construcao-Centro-Tecnologia-Industrial-inicia-este-ano,df08f574-bdf5-4028-a465-281b4ae2703c.html
04-01-2012 21:32
Geologia e Minas
País ganha 210 estabelecimentos industriais em 2011
Luanda- Duzentos e dez novos estabelecimentos industriais privados foram instalados em 2011 no país, como resultado de investimentos de mais de 800 milhões de dólares, disse hoje, em Luanda, o ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David.
Como consequência destes investimento foram criados mais de oito mil novos postos de trabalho e acredita-se que o crescimento da indústria transformadora se tenha situado em 2011 entre os 12,9 e os 17,8 porcento, prosseguiu Joaquim David, quando recebia cumprimentos de ano novo dos quadros do sector.
O governante referiu que contribuíram para esta evolução as indústrias alimentar, de bebidas, química e de madeira.
No domínio das indústrias estruturantes, adiantou, existem actividades em curso que levarão ao relançamento da indústria têxtil com a reabilitação e reequipamento da Textang II e o inicio, para breve, de acções idênticas na África Têxtil (província de Benguela), Satec no Kwanza Norte.
Apontou ainda a instalação de uma unidade de descaroçamento e fiação de algodão em Malanje.
Referiu que uma atenção especial será prestada às indústrias de material de construção.
Por este facto, adiantou que se espera, com a construção de mais uma unidade da Nova Cimangola, Secil Lobito e outras, que o país atinja, em breve, a auto-suficiência material no domínio da construção civil.
Deu a conhecer que outras acções estão em curso, esperando-se que este ano sejam instaladas 13 novas cerâmicas e sete fábricas de tinta e vernizes.
O ministro afirmou que encontram-se igualmente em fase adiantada de preparação projectos estruturantes no domínio siderúrgico para a fabricação de varões de aço para a construção civil, produção de açúcar e moageiras que tornarão Angola auto-suficiente neste domínio.
Em relação ao apoio às pequenas e médias empresas, disse que foram criados 18 grupos de trabalho em todas as províncias do país que vão preparar 492 novos projectos industriais e respectivos estudos de viabilidade técnica económica e de mercado.
Destes, adiantou, 105 já se foram analisados pela banca comercial, aguardando apenas o termino de formalidades legais para o inicio da sua implementação.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/especiais/reconstrucao-nacional/index.html
S.city January 16th, 2012, 08:05 PM Seul — The deputy chairman of South Korean car manufacturer, Kia Motors, Il-Seop Lee, Wednesday in Seul, expressed the wish of his company to increase investments in Angola where it has been operating for the last ten years.
The businessman was speaking during a meeting with Angolan ambassador to South Korea, Albino Malungo.
The ambassador welcomed the wish expressed by Kia Motors official and offered the country's readiness to assist the South Korean firm with the purpose.
Albino Malungo invited the South Korean car manufacturer to participate at Luanda International Fair (FIL).
Il-Seop Lee said his company will hold contacts to attend the FIL.
The audience was witnessed by the head of Kia Motors Export Division, Steven Lee.
S.city January 16th, 2012, 08:08 PM Luanda — The Catoca Kimberlite Diamond Exploration Project has recorded a net turn-over of U.S.$116 million in 2011 from the sale of 6.7 million carat, Angop learned Friday in Luanda.
The information was released by José Manuel Ganga Júnior, at the end of Technical Events celebrating the 31st anniversary of the State-run National Diamond Company (ENDIAMA).
According to the manager, the Project had operating costs estimated at Usd 300 million, operating profits of Usd 250 million and net profits of U.S.$145 million, against U.S$115 in 2010.
He explained the rise recorded in the project's revenues resulted from a three percent rise in production, owed to a diamond price hiking in the world market.
Ganga Junior said Catoca has reached the top of its installed capacity and is working to increase the kimberlite reserves of its and other concessions.
He said bigger Diamond reserves will lead to a bigger diamond exploration capacity.
According to the manager, Catoca has an estimated useful life of 30 years, which he considered a balance period for creation of conditions of sustainability for when reserves run out.
As he explained "from our point of view, we must not increase Catoca's production, in view of the reserve levels we have at the moment (about 217 million tonnes of ore which correspond to 140 million carat to explore)."
The Catoca Kimberlite Exploration Project has a production capacity of 10 million tonnes per year, being India and China its main markets
Matthias Offodile January 22nd, 2012, 11:30 PM MUNICÍPIO DO EBO
Kwanza Sul ganha fábrica de açúcar
Projecto começa a ser executado a partir deste ano na comuna do Condé, município do Ebo.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-01-11 14:55:00
O grupo Refriango tem em carteira a implementação de um projecto de produção da cana-de-açúcar e de instalação de uma fábrica de açúcar na comuna do Condé, município do Ebo, província do Kwanza Sul.
As obras devem arrancar ainda este ano, num investimento de 82 milhões e 300 mil USD.
http://expansao.sapo.ao/noticias/nacional/detalhe/kwanza_sul_ganha_fabrica_de_acucar
Matthias Offodile January 22nd, 2012, 11:30 PM Seul — The deputy chairman of South Korean car manufacturer, Kia Motors, Il-Seop Lee, Wednesday in Seul, expressed the wish of his company to increase investments in Angola where it has been operating for the last ten years.
The businessman was speaking during a meeting with Angolan ambassador to South Korea, Albino Malungo.
The ambassador welcomed the wish expressed by Kia Motors official and offered the country's readiness to assist the South Korean firm with the purpose.
Albino Malungo invited the South Korean car manufacturer to participate at Luanda International Fair (FIL).
Il-Seop Lee said his company will hold contacts to attend the FIL.
The audience was witnessed by the head of Kia Motors Export Division, Steven Lee.
Excellent news...Korean companies are cool. Personally, I like their goods:)
Matthias Offodile January 27th, 2012, 07:35 PM 26-01-2012 20:42
Investimento
Empresariado nacional conta com linha de crédito no valor de USD 1,6 biliões
Luanda - Uma linha de crédito bonificado para o apoio aos empresários nacionais, avaliado em USD 1,6 biliões e um fundo de garantia para empréstimos no valor de 1,2 biliões de dólares vão ser lançados ainda este ano, visando incentivar as iniciativas do empresariado angolano.
De acordo com um comunicado produzido no final do encontro entre o Bureau Político do MPLA e representantes do empresariado nacional, no qual foi abordado o programa de fomento empresarial, realizado hoje, em Luanda, neste período prevê-se também a revitalização do Instituto Nacional de apoio às pequenas e média e medias empresas – INAPEM e a criação de um sistema de incubação de empresas.
O comunicado, lido pelo Secretário do Bureau Político para a política Económica e Social do MPLA, Manuel Nunes Júnior, os participantes em encorajaram o Executivo a prosseguir com a aplicação do programa de bonificação das taxas de juro e de concessão de subsídios à agricultura, criar infra-estruturas de preparação e processamento de produtos agrícolas.
Os participantes, do encontro orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, julgam oportuno potenciar e apoiar o surgimento de associações empresariais provinciais, capacitando-as e dotando-as de competência técnica de modo a servirem de elemento aglutinador e organizador da classe empresarial em todo o país.
Defenderam igualmente a criação de mecanismos de concertação permanente entre o executivo e sector privado, no âmbito da implementação do programa do fomento empresarial, a nível central, provincial e local, e definir uma estratégia de internacionalização da economia angolana nos países vizinhos.
Encorajaram o Executivo a reforçar as acções no domínio do ensino técnico profissional com vista ao aumento da capacidade técnica e tecnológica da força de trabalho angolana, sobretudo os jovens e mulheres, permitindo com isso o aumento do emprego.
Por outro lado, exortaram o Executivo a continuar a dar um tratamento equitativo às empresas na regularização dos atrasados da divida pública dos nacionais interna, de modo a capacitar cada vez mais do ponto de vista financeiro as empresas nacionais.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/0/4/Empresariado-nacional-conta-com-linha-credito-valor-USD-bilioes,ca1b1815-919e-4a0f-b389-48ad1cd1c29f.html
Matthias Offodile February 16th, 2012, 10:33 AM Empresários argentinos visitam Angola:cheers:
Uma delegação política e comercial da Argentina, chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto, Hector Timerman, chega a Luanda no início do mês de Março, com 130 empresários de diversas áreas, com destaque para a indústria, agricultura, prestação de serviços e formação de quadros.
O chefe da diplomacia argentina é acompanhado do secretário do Comércio Interior e de responsáveis de duas instituições estatais, com destaque para o Banco Nacional daquele país.
Na ocasião, Angola e a Argentina assinaram vários acordos, com destaque para a supressão de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço.
Ainda entre os acordos assinados, destaca-se o que deve ser rubricado entre o Instituto de Relações Internacionais de Angola e a Academia de Diplomacia da Argentina, e outros entre os ministérios da Saúde dos dois países.
Trata-se da primeira grande delegação de empresários argentinos que se desloca ao continente africano, em especial a Angola, que vem apoiada pelo governo de Buenos Aires, através de um fundo de apoio aos investidores. A delegação pretende efectuar parcerias com o empresariado angolano.
A delegação faz-se acompanhar de alguns produtos argentinos para a promoção junto dos possíveis parceiros angolanos.
Ainda este ano está prevista a realização de uma feira exclusiva de produtos da Argentina e o início de projectos para a montagem de uma rede de supermercados. O evento é realizado em parceria com a FILDA.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/empresarios_argentinos_visitam_angola
Matthias Offodile February 18th, 2012, 06:57 PM 17-02-2012 18:31
Economia
Angola tem condições para abrir bolsa de valores
Luanda – O economista angolano Afonso Chipepe considerou hoje, em Luanda, estarem criadas as condições para que o país abrace o importante desafio de dinamizar o mercado de capitais e a consequente abertura da bolsa de valores.
Em entrevista à Angop, Afonso Chipepe afirmou que, sendo Angola um país em franco crescimento, estão criadas as condições para se abraçar este importante desafio que é o epicentro para as negociações de valores mobiliários em mercado livre e aberto, organizado e fiscalizado pelos correctores e pelas autoridades vulgarmente conhecidas como bolsa de valores.
“As empresas não têm como fugir a este desiderato”, disse.
O economista referiu que a dinamização do mercado de capitais vai ser uma arma importante para as empresas nacionais, já que é um sistema aberto, livre e organizado pela própria bolsa, que vai permitir que as poupanças das empresas nacionais possam permitir a realização de outras operações de compra e venda de títulos ou valores imobiliários.
Interrogado sobre alguns factores que poderão dificultar o êxito da bolsa, o economista disse existirem ingredientes importantes que devem ser acautelados para a dinâmica da própria bolsa.
Ao exemplificar, apontou o factor energético como sendo um dos meios pelos quais esta estrutura deverá ter para que haja um funcionamento de 24/24 horas.
Em relação aos benefícios que a mesma poderá trazer para o país, referiu que as empresas terão de trilhar dentro de um conjunto de normas modernas do mercado internacional, que vai permitir concorrer com outras economias fortes, a começar pelo mercado regional da SADC.
A Comissão de Mercado de Capitais existe em Angola desde 2005.
Fonte: Angop
Matthias Offodile February 18th, 2012, 06:58 PM 18-02-2012 13:25
Huíla
Empresa angolana edifica pólo industrial no Cuvango
Cuvango - Seis fábricas de transformação de diversas matérias serão erguidas no futuro pólo industrial do município do Cuvango, a 317 quilómetros a leste da cidade do Lubango, província da Huíla, pela empresa angolana Ali-Terra - revelou hoje (sábado) o presidente do Conselho de Administração da instituição, José Arsénio Salvaterra.
Em declarações à Angop, a propósito da implementação do projecto, o interlocutor disse tratar-se de unidades industriais de produção de rações, cerâmica, de óleo vegetal, sabão, água mineral, de animais (aves e suínos), bem como um hotel com 24 quartos.
De acordo com o responsável, o município do Cuvango oferece condições necessárias para a execução do projecto, mercê das suas potencialidades agrícolas, pecuárias e hídricas, passíveis de serem transformadas em benefício da população local, e da região.
Sem revelar valores e as capacidades de cada fábrica, a fonte informou estarem em curso estudos preliminares para a implementação do projecto, assim como prevê plantar mais de sete mil e 500 fruteiras.
Disse que a sua empresa pretende também intervir na construção civil, agricultura e pecuária.
O município do Cuvango tem uma população estimada em 66 mil e 910 habitantes, distribuídos pelas comunas Sede, Galangue e Vicungo, situa-se numa zona de clima temperado (húmido e seco) e é rico em minerais como diamante, ouro, prata, quartzo, ferro e manganés.
Fonte: Angop
Matthias Offodile February 27th, 2012, 10:00 PM Economia
24 de Fevereiro de 2012
Microsoft abre representante em Angola
http://imgs.sapo.pt/tpa/content/img/microsoft.jpg
Microsoft abre representante em Angola microsoft
A Stylus, uma sociedade comercial e distribuidora de produtos informáticos foi apresentada ontem (quinta –feira) como fornecedora oficial em Angola dos produtos da Microsoft.
A TPA soube que a Stylus,uma empresa angolana dirigida por Fernando Matias, existe há mais de três anos no mercado das tecnologias de informação.
Empresários de vários sectores, convidados e outros interessados participaram na cerimónia de apresentação.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/microsoft-abre-representante-em-angola
Economia
7 de Fevereiro de 2012
Cunene vai ter fábrica de açucar e etanol
Angola vai contar com uma fábrica de produção de açucar na província do cunene. O ministério da Geologia e Minas e Indústria e a empresa japonesa Marubeni, rubricaram ontem (segunda-feira), um acordo para a construção da referida fábrica que para além do açucar vai produzir também etanol.
Orçada em mais de seicentos milhões de dólares a fábrica de prudução de açucar e etanol, vai ser instalada na zona do Humbi, província do cunene, numa área de 66 mil hectáres.
Para além de revitalizar e incentivar o desenvolvimento da agricultura em Angola, o empreendimento vai contribuir para reduzir a dependência na exportação de açucar.
O projecto será executado a médio prazo. Quando estiver concluído estarão disponíveis quinze mil postos de trabalho.
Quatro anos é o período calculado para a maturação da cana de açucar e desta forma tornar a produção dinâmica. A partcipação da associação de camponeses na zona também será contemplada no cultivo e produção do açucar.
A fábrica vai ter uma capacidade de produção de vinte mil toneladas de açucar branco ao dia.
2015 é a data estimada para o arraque da empreitada.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/cunene-vai-ter-fabrica-de-acucar-e-etanol
Matthias Offodile March 5th, 2012, 09:53 PM Angola set to award contracts for geological survey
Thu Feb 9, 2012 9:02am GMT
CAPE TOWN Feb 9 (Reuters) - Angola, one of Africa's potential mining giants, is expected within a month to award contracts for a long-awaited comprehensive geological survey of the country, which will map its resources in a move to boost mining investment.
Geology, Mines and Industry Minister Joaquim Duarte da Costa David - a former boss of state oil firm Sonangol appointed to boost revenue from mining and help diversify the economy - said the survey itself, seen by the country as the necessary base for its mining strategy, would take three to five years.
"We will have a better understanding of the country's geological potential, which should allow us to have a better dialogue with companies," he told Reuters, on the sidelines of an industry conference in South Africa.
Neighbouring Democratic Republic of Congo, whose potential has been a repeated topic of conversation at the week-long Cape Town conference, had its geology mapped and studied under Belgian colonial rule, but Angola, focused on oil in recent decades, has a far more limited understanding of its mining promise beyond diamonds.
The government, which is receiving outside advice on the tender process, said it had received four or five offers from companies hoping to work on the survey and planned to divide the country into four with the hope of speeding up the work. (Reporting by Clara Ferreira-Marques, editing by Ed Stoddard)
© Thomson Reuters 2012 All rights reserved
http://af.reuters.com/article/angolaNews/idAFL5E8D91VQ20120209
Matthias Offodile March 6th, 2012, 07:11 PM Angola tem 600 M€ para as micro, pequenas e médias empresas:banana::cheers:
06/03/2012
O Governo angolano destinou mais de 800 milhões de dólares (607 milhões de euros) em créditos para as micro, pequenas e médias empresas.
De acordo com a agência Angop e o «Jornal de Angola», os créditos, que deverão ser solicitados para já em 500 agências bancárias distribuídas pelo país, fazem parte do programa de incentivo às empresas privadas, segundo o Programa de Desenvolvimento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (PDMPME).
O acesso ao crédito varia em função da dimensão das empresas e está aberto a empresários angolanos e estrangeiros.
Assim, os micro empresários poderão candidatar-se a créditos até ao máximo de 6 mil dólares (4,5 mil dólares), com período de carência que varia entre os três e os nove meses, e o reembolso deve ser feito no prazo de 24 meses.
Os restantes empresários terão acesso a créditos de até 8 milhões de dólares (6 milhões de euros), com um ano de período de carência e sete anos de reembolso.
Dos cerca de 800 milhões de dólares disponibilizados, a distribuição desta verba prevê que 200 milhões de dólares (152 milhões de euros) são atribuídos ao Fundo de Garantias do Programa, 155 milhões (118 milhões de euros) dizem respeito ao Fundo de Bonificação das taxas de juros e 220 milhões (152 milhões de euros) asseguram o Micro Fomento, onde se inserem os chamados micro empresários.
A restante verba está distribuída pelo Fundo de Capital de Risco (100 milhões de dólares, ou 76 milhões de euros), Formação, Consultoria e Incubadora de Empresas (50 milhões de dólares, ou 38 milhões de euros), Projetos Específicos de Luanda (39 milhões, ou 30 milhões de euros) e Diversos (43 milhões, ou 33 milhões de euros).
http://www.vidaimobiliariaangola.com/content/angola-tem-600-m-para-micro-pequenas-e-medias-empresas
Matthias Offodile March 6th, 2012, 09:08 PM Angola: Reservas atingem USD 26,5 mil milhões:cheers:
As reservas internacionais nacionais terão ascendido a USD 26.46 mil milhões, de acordo com dados do Banco Nacional de Angola reportados na Bloomberg. Este número compara com os USD 25.9 mil milhões registados em Dezembro (valor revisto em alta face ao USD 24.95 mil milhões reportados inicialmente) e com os USD 17.3 mil milhões registados em igual período do ano passado. Estes resultados confirmam a consolidação da tendência positiva observada na acumulação de divisas, que se vem desenhando desde 2011 e que constitui instrumento importante na gestão de potenciais choques externos, sendo um veículo importante na política de promoção da estabilidade cambial.
As perspectivas apontam para que se mantenha o ritmo de expansão das reservas internacionais, que estão fortemente correlacionadas com o desempenho das exportações de petróleo angolanas. O valor das exportações de petróleo depende de duas dimensões: preço da mercadoria exportada e quantidade exportada. No que respeita ao preço, as perspectivas apontam para uma valorização no mercado internacional. De facto, a oferta mantém-se pressionada pelas dúvidas geradas pelo conflito entre o Irão e Ocidente, que nos últimos dias conheceram novos desenvolvimentos. No passado fim-de-semana, o Irão antecipou-se e interrompeu o fluxo de exportações de petróleo para o Reino Unido e para França. Esta medida justifica-se como retaliação às anunciadas sanções decididas pela União Europeia, que comunicou que a partir de 1 de Julho deixará de comprar petróleo ao Irão e neste momento já procura alternativas de fornecimento. Desta forma, a União Europeia pretende pressionar o Irão a voltar à mesa de negociações no que respeita ao seu programa nuclear. Entretanto, surgem notícias de que outros países, como a China, a Índia e o Japão, que conjuntamente representam 45% do valor exportado pelo Irão, estarão igualmente a ponderar fornecedores alternativos. Neste contexto, o preço do petróleo apresenta uma dinâmica de valorização, a que não são alheios os ataques especulativos dos investidores que apostam num agravamento das tensões geopolíticas. No seguimento disso, o preço do West Texas Intermediate (WTI) subiu para patamares acima de USD 105/barril (vs patamares abaixo de USD 100 de há uma semana atrás). Por outro lado, as notícias que surgem do lado da procura também permitem antecipar uma sustentação do preço. Neste momento, as atenções estão centradas no acordo firmado entre a União Europeia e a Grécia no que respeita a um novo programa de ajuda à República Helénica, no valor de USD 130 mil milhões, e no perdão de 53.5% da dívida grega por parte dos privados. Os mercados ponderam que esta solução possa contribuir de forma definitiva para a resolução grega.
Assim, tudo aponta para que o preço do petróleo se mantenha suportado, contribuindo de forma positiva para evolução das reservas internacionais.
http://www.opais.net/pt/opais/?det=25764&id=1551&mid=229
Matthias Offodile March 9th, 2012, 07:42 PM Abertura de banco este ano
Hoje
Sonangol abre banco de desenvolvimento
Fotografia: Eduardo Pedro
O banco de investimento da Sonangol e da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai abrir este ano, de acordo com declarações do presidente do Conselho de Administração do banco público português, Faria de Oliveira, divulgadas ontem em Portugal.
Faria de Oliveira justificou o atraso na abertura do banco, anunciada em 2007, com “toda a dinâmica de instalação do banco, desde física ao recrutamento de pessoas”, além do “momento adequado para a realização do investimento”.
Considerando que “o ritmo e a dinâmica do banco depende obviamente dos objectivos que se visem”, Faria de Oliveira afirmou que “os objectivos têm de ser adequados às possibilidades, mas é sem dúvida do interesse do Estado angolano – mais precisamente da Sonangol – e da Caixa Geral de Depósitos que o banco possa começar a funcionar e a cumprir os seus objectivos”.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/abertura_de_banco_este_ano
Matthias Offodile March 13th, 2012, 08:57 PM http://www.blurtit.com/var/question/q/q7/q72/q722/q7228/q7228203_3326921_684_310131162_5f8978d0bf.jpghttp://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/184822/184822,1284502755,3/stock-photo-angolan-flag-in-front-of-vivid-sunny-cloudy-sky-61007224.jpg
La Argentina y Angola establecieron un puente comercial
Califican de exitosa la gira internacional.:cheers:
LUANDA, Angola.- El secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno, calificó ayer de "exitosa" la misión comercial llevada adelante en Angola, de la que tomaron parte cerca de 400 representantes de empresas argentinas.
Moreno destacó además el encuentro que junto co0n el canciller Héctor Timerman mantuvieron con el presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, quien manifestó su respaldo a la posición argentina sobre la soberanía en las Islas Malvinas e invitó a la presidenta Cristina Fernández a visitar este año el país africano.
Moreno destacó el "acuerdo sobre los temas estratégicos en la vinculación entre dos pueblos hermanos" y afirmó: "analizamos la mejor manera de vincular las empresas de los dos países".
"Las firmas argentinas están en condiciones de iniciar un proceso de globalización y de expandirse más allá de sus fronteras y Angola es un mercado importante para que nuestras empresas se vinculen con angoleñas en función de objetivos comunes", enfatizó el funcionario.
Durante las dos últimas jornadas, cerca de cuatro centenares de empresas argentinas concretaron negocios o avanzaron tratativas con pares de Angola, durante la Misión Comercial Multisectorial que encabezaron el canciller Timerman y el secretario Moreno. El encuentro concluyó ayer con nuevas tratativas privadas y oficiales tendientes a concretar inversiones conjuntas en el país africano, particularmente en el sector agroindustrial.
Por su parte, Timerman dijo que en la próxima reunión de cancilleres del Atlántico Sur, a realizarse en Montevideo, la Argentina denunciará "la militarización en la zona por parte de una potencia extraregional, que tiene en Malvinas una base militar que excede las necesidades específicas del conflicto".
"Hemos podido ratificar la alianza tanto política como económica que se está desarrollando en el Atlántico Sur, y especialmente entre Argentina y Angola", dijo Timerman, tras la reunión en el Palacio Presidencial de Angola. Y añadió: "expresamos al presidente Dos Santos nuestra actitud favorable para promover la cooperación y el comercio, de modo que ambos países se beneficien y los pueblos puedan desarrollarse en paz e igualdad". Según Timerman, el mandatario angoleño "comparte la visión de la presidenta Cristina Fernández sobre la necesidad de un desarrollo con equidad social, y también muy determinante en su apoyo a la Argentina con el diferendo con Inglaterra sobre la soberanía en las Islas Malvinas".
"Ambos países coincidimos en que si los pueblos poderosos no respetan las decisiones de Naciones Unidas, es muy difícil que los países emergentes seamos los únicos que tengamos que responder ante el organismo, y esto debilita la paz mundial", sostuvo.
El ministro recordó que Angola es un país del Atlántico sur que ha peleado contra el colonialismo, que lo ha derrotado y sabe los efectos del colonialismo; y también es un país que tiene un gran potencial con sus recursos naturales y sabe que la Argentina está sufriendo la explotación de los recursos renovables y no renovables que pertenecen al pueblo argentino, por parte de una potencia extraregional.
La misión retornará a la Argentina en las próximas horas, a bordo de avión Jumbo fletado a Aerolíneas Argentinas. (Télam)
http://www.lagaceta.com.ar/nota/480311/Economia/La-Argentina-Angola-establecieron-puente-comercial.html
400 Argentinian companies that came to Angola, this is really not small fry.....that´s a huge business delegation and shows the importance attached to Angola! :cheers:
Matthias Offodile March 25th, 2012, 11:18 PM Hipogest investe 38 milhões em rede de frio em Angola:cheers:
África
22/03/12, 09:53
OJE/Lusa
A portuguesa Hipogest vai assegurar a montagem de uma rede de frio a nível nacional em Angola, em parceria com empresários angolanos, num investimento de cerca de 38 milhões de euros, disse à agência Lusa fonte ligada ao projeto.
O investimento é da Hipogest e vai ao encontro das necessidades da garantia de escoamento e distribuição de produtos alimentares, com a criação de cinco pólos em Angola.
O anúncio do investimento foi feito à margem da visita oficial que a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, de Portugal, Assunção Cristas, está a efetuar a Angola.
Em declarações à Lusa, Assunção Cristas destacou a importância deste investimento, sobretudo por partir de uma companhia nacional. "A presença de empresas portuguesas em Angola é conhecida em várias áreas. Do ambiente ao tratamento de águas, passando pelo saneamento e gestão de resíduos, construção e também na agricultura, há presença de empresas portuguesas. É muito crítico Angola dar este passo para ter uma rede de frio que permita que a produção, aumentando, possa também chegar em boas condições ao seu destino", sublinhou.
Segundo Assunção Cristas, "um dos maiores problemas, aliás identificados pela FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura] a nível mundial é fazer chegar os produtos em boas condições ao consumidor, ao seu destinatário. Por isso é tão importante este passo que foi dado por uma empresa portuguesa em parceria com uma empresa angolana", acentuou.
Terça-feira, na deslocação que fez à província da Huíla, sudoeste de Angola, Assunção Cristas destacou a importância do desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria com a criação de uma rede de frio. Portugal tem uma grande experiência na área da logística, na área do frio, da refrigeração, acrescentou.
O contrato para este investimento já foi validado pelo Conselho de Ministros angolano.
http://www.oje.pt/noticias/africa/hipogest-investe-38-milhoes-em-rede-de-frio-em-angola
Matthias Offodile March 25th, 2012, 11:43 PM Empresa portuguesa Sociedade Central de Cervejas deverá abrir fábrica em Angola em 2014
2012/03/22 Notícias
A empresa portuguesa Sociedade Central de Cervejas, produtora da marca Sagres, mantém o objectivo de abrir uma fábrica em Angola, em 2014, afirmou o administrador-delegado da empresa, Alberto da Ponte, em declarações ao jornal Diário Económico.
O administrador-delegado afirmou ainda que fica adiada igualmente para 2014 a conquista da liderança do segmento das cervejas importadas em Angola, um objectivo que já esteve programado para 2012.
Alberto da Ponte disse também ao jornal que “houve muita coisa que se modificou no mercado interno”, devido à “repartição de recursos em resultado da crise económica em Portugal”, acreditando que a marca Sagres tem potencial para crescer no mercado angolano, onde ocupa o segundo lugar das cervejas importadas mais vendidas a seguir à Cristal, detida pela concorrente portuguesa Unicer.
Numa altura em que o mercado de cervejas em Portugal deverá cair 10%, de acordo com dados da associação do sector, o administrador-delegado da Sociedade Central de Cervejas adiantou que a aposta na exportação é para continuar, nomeadamente para países como Angola, Suíça, França, Luxemburgo, Reino Unido e o continente norte-americano. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/03/22/empresa-portuguesa-sociedade-central-de-cervejas-devera-abrir-fabrica-em-angola-em-2014/
Matthias Offodile March 27th, 2012, 11:00 PM http://www.proudtobebritish.co.uk/Product_Images/XLarge/Angola.jpghttp://www.funbumperstickers.com/images/spain_flag_wave2.jpg
26-03-2012 14:34
Cooperação
Trocas comerciais Angola /Espanha avaliadas em mil milhões de euros
Luanda - O volume de negócios entre a República de Angola e o Reino de Espanha, em 2011, cifraram-se em mil milhões de euros, cerca de um bilião e 300 milhões de dólares norte-americanos, disse hoje, em Luanda, o embaixador de Espanha em Angola, José Maria Castroviejo Bolibar.
Em declarações à Angop, à margem de um encontro entre empresários angolanos e espanhóis promovido pela Associação Industrial de Angola (AIA), o diplomata disse esperar, em 2012, um aumento considerável nas trocas comerciais porque o potencial de investidores é grande e a estabilidade de Angola favorece o ambiente de negócios.
As relações comerciais entre os dois países, segundo o embaixador, baseiam-se na exportação de petróleo para a Espanha. Angola, por sua vez, importa produtos manufacturados, máquinas, ferramentas e bens agro-pecuários.
De acordo com o embaixador, Angola é o segundo maior fornecedor de petróleo para a Espanha em África depois da Nigéria.
Por outro lado, informou que a Espanha tem contribuído no desenvolvimento de Angola através de acções no sector da educação, nomeadamente na formação e capacitação de quadros.
Referindo-se à missão empresarial, disse que constitui um passo no sentido de os empresários espanhóis explorarem as possibilidades de investimentos e de desenvolvimento de Angola para contribuir no aumento da riqueza do país e na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
Disse ainda que o sector eléctrico é uma das áreas que interessa os empresários espanhóis, porque no seu entender sem energia não há educação, saúde e nem indústria.
Deu a conhecer que a Espanha tem a maior base instalada de moinho de ventos do mundo para a produção de energia eólica, que sustenta o país em 20 porcento, campos de fontes voltaicas (maiores da Europa), mas que precisam ainda de alguma maturação, e produzem também energia a partir de fontes hidroeléctricas.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/2/13/Trocas-comerciais-Angola-Espanha-avaliadas-mil-milhoes-euros,a746810d-f21e-4974-acf5-9fea015798bf.html
27-03-2012 10:03
Cooperação
Espanha disponibiliza 500 milhões de euros para investimentos em Angola
Luanda – O Reino de Espanha tem disponíveis 500 milhões de euros para empresários interessados em investir em Angola, anunciou, segunda-feira, o conselheiro económico e comercial da embaixada espanhola em Luanda, Manuel Sánchez Melero.
Os valores, segundo declarações de Manuel Melero à Angop, à margem de um encontro entre empresários angolanos e espanhóis, que decorre desde segunda-feira na capital angolana, foram disponibilizados por instituições públicas e privadas ligadas ao sector financeiro.
A par da informação sobre os valores disponibilizados para investimento em Angola, o interlocutor referiu que as relações económicas entre Angola e Espanha são boas, embora tenham registado um abrandamento por várias razões, uma das quais a crise económica e financeira mundial que influenciou as trocas comerciais no ano transacto.
Disse ainda que, em 2011, o volume de negócios cifrou-se entre os 800 a mil milhões de euros, contra os 750 milhões de euros atingidos em 2010.
Já em 2009, as trocas comerciais entre Angola e Espanha atingiram 936 milhões de euros, cerca de um bilião, 211 milhões e 720 mil dólares norte-americanos.
Em 2008 Angola alcançou o maior volume de exportações para Espanha cifradas em um bilião e 221 milhões de euros, equivalentes a um bilião e 818 milhões de dólares norte-americanos, convertendo-se no terceiro maior fornecedor africano, a sul do Sahara, depois da África do Sul e Nigéria.
Angola importa da Espanha bens diversos como produtos manufacturados, máquinas, ferramentas e bens agro-pecuários e industriais.
Actualmente, Angola é o segundo maior exportador africano de petróleo para a Espanha depois da Nígéria.
Relativamente ao fórum entre empresários angolanos e espanhóis, uma inicitaiva da Associação Industrial de Angola (AIA), Manuel Melero disse que estão em Angola 40 empresários ibéricos, que permenacerão até ao dia 29, data do término da reunião.
O encontro reúne representantes de empresas dos ramos da agricultura, agro-indústria, conservas, agro-pecuária, florestas, materiais de construção, engenharia civil, energia e águas, transporte, equipamentos industriais e minas.
O fórum de négócios insere-se numa estratégia do Executivo Angolano de diversificação da economia nacional e da substituição de importações, razão pela qual a comitiva espanhola integra responsáveis das mais fortes empresas daquele país ibérico.
O certame está reservado ao empresariado público e privado angolano. Os angolanos poderão negociar directamente ou assinar acordos de parceria com os espanhóis, que estabelecem um valor de mil milhões de dólares, como suporte de garantia a investimentos e fornecimentos para o mercado nacional.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/2/13/Espanha-disponibiliza-500-milhoes-euros-para-investimentos-Angola,1a37c0b3-d591-41e3-a423-9a55dc4da945.html
Matthias Offodile April 8th, 2012, 04:18 PM 30-03-2012 5:49
Conferência
Certificação da empresa é sinónimo do seu engrandecimento
Luanda- A presidente da Comissão Executiva da Sonangol Distribuidora, Filomena Rosa, considerou, nesta quinta-feira, em Luanda, a certificação das empresas como o único caminho para profissionalizar e garantir o seu engrandecimento no mercado nacional.
De acordo com Filomena Rosa, que falava no acto de encerramento da primeira conferência sobre certificação de empresas em Angola, a competência e a competitividade só são possíveis com mecanismos de certificação eficazes e exigentes.
A executiva aclarou, porém, que, apesar da preocupação da Sonangol sobre a certificação das empresas em Angola, é o Instituto Angolano de Normalização e Qualidade (Ianoq) que tem a maior responsabilidade de concretizar este objectivo no país.
“Precisamos de trabalhar para conseguir-mos que as empresas certificadas em Angola possam participar no prémio nacional e da SADC sobre a qualidade”, instou a responsável da Sonangol Distribuidora.
Segundo Filomena Rosa, os temas ligados à acreditação, metrologia industrial e à certificação das empresas, abordadas durante três dias, constituem provas inequívocas do interesse e determinação da Sonangol em implementar e monitorar em todos os níveis os sistemas de gestão e da qualidade, segurança e saúde no trabalho.
A presidente da Comissão Executiva da Sonangol, subliou que firma reconhece que a aderência aos processos de certificação, com base nos padrões recomendados, deve ser uma preocupação voluntária das empresas.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/2/13/Certificacao-empresa-sinonimo-seu-engrandecimento,a4a066a3-0fe0-4ce7-82e3-39d40f2e3059.html
Matthias Offodile April 8th, 2012, 09:05 PM http://www.flags.net/images/largeflags/AGLA0001.GIFhttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Animated-Flag-Italy.gif
Luanda e Roma reforçam laços
Hoje
O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, visita proximamente a Itália, para o relançamento da cooperação entre os dois países, anunciou em Roma o embaixador de Angola naquele país, Florêncio de Almeida.
Ao discursar no acto que assinalou o décimo aniversário da paz em Angola, o embaixador agradeceu ao povo e governo italianos pelo seu contínuo apoio, mesmo nos momentos mais difíceis, recordando que a Itália sempre esteve na primeira linha de apoio aos nacionalistas angolanos, sendo o primeiro país da Europa Ocidental a reconhecer a independência nacional.
Em relação ao 4 de Abril, Dia da Paz e Reconciliação Nacional, o diplomata angolano, que representa também o país junto das agências das Nações Unidas, em Roma, garantiu que a data revela a maturidade do povo angolano, abrindo caminho à convivência na tolerância e no respeito pela diferença.
Há dez anos, frisou, o povo angolano renunciou à guerra e enveredou pela reconciliação nacional. “Passados dez anos deste momento histórico, a par do 11 de Novembro de 1975, Angola inscreve agora o 4 de Abril entre as efemérides que vinculam a sua identidade e o seu ideal de liberdade”, acrescentou.
O diplomata angolano disse que, com o fim do conflito militar, uma nova e decisiva página se abriu na história de Angola, que prima pela consolidação da unidade, reconstrução e desenvolvimento nacional.
Depois de alcançada a paz, o objectivo principal do governo tem sido a constante busca pela melhoria das condições de vida do povo e, para esse efeito, vem sendo conduzido desde 2008 um ambicioso programa de reconstrução para repor as infra-estruturas destruídas pela guerra e reorganizar a economia.
Por outro lado, o diplomata informou que graças à normalização da vida política, Angola vai realizar novas eleições gerais no terceiro trimestre do presente ano e autárquicas em 2014, antecedidas do censo geral da população em 2013.
O embaixador Florêncio de Almeida afirmou que Angola é um país estável, em que vale a pena investir.
Por seu lado, o director-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Itália, Giandomenico Magliano, que representou o titular da pasta, Giulio Terzi di Sant’Agata, reiterou a amizade entre Angola e a Itália, demonstrada pelo convite que o seu país endereçou ao Presidente José Eduardo dos Santos para participar na cimeira do G8, que decorreu na localidade de Aquila, em 2008.
Na cerimónia, foi apresentado o vídeo “Angola faz-se em Paz”, produzido pelo GRECIA (Grupo de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional da Administração), que retrata os benefícios da paz na área económica e social. Durante as comemorações dos dez anos de paz foi celebrada uma missa de acção de graças, por iniciativa das embaixadas de Angola junto da Santa Sé e do Estado italiano.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/luanda_e_roma_reforcam_lacos
Matthias Offodile April 30th, 2012, 09:04 PM removed
Matthias Offodile April 30th, 2012, 09:05 PM Inaugurada unidade fabril no município da Catumbela
Hoje
Uma nova fábrica de bebidas espirituosas, propriedade da empresa Rosa Ouro, foi inaugurada no Pólo Industrial da Catumbela (PDIC), em cerimónia presidida pela administradora local, Alice Pascoal.
Com apenas uma linha de enchimento, a fábrica vai produzir Dry Gin Special em garrafas de 75 centilitros.
Construída no quadro do programa de desenvolvimento da zona industrial daquele município, a fábrica criou 20 postos de trabalho para empregados angolanos e três estrangeiros, sendo um projecto de investimento privado.
Na ocasião, a direcção da Rosa Ouro garantiu o empenho no engrandecimento do país, por via da produção industrial e da criação de emprego.
Nesse sentido, poderá aumentar a curto e médio prazo o número de postos de trabalho, quando a segunda fase do projecto for executada.O Pólo Industrial da Catumbela compreende já um vasto número de fábricas, com realce para a cerâmica Portobello, a cimenteira Cimenfort, a empresa de betume e brita Monte Adriano, entre outras.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/inaugurada_unidade_fabril_no_municipio_da_catumbela
Matthias Offodile May 6th, 2012, 10:59 PM Massive Iron ore deposit found in Lubango, Angola
May 3rd, 2012 News
An iron ore deposit with estimated reserves of 400 million tons has been found in an area that is part of the Cassinga Norte project, the deputy director of Angolan mining company Sociedade Angolana de Exploração de Recursos Minerais (Aemr) said in Lubango.
In a talk on mining in Huíla province held as part of Miners’ Day, Henriques Tiago Simão said that prospecting work were expected to end this year and that the company hoped to identify other areas with considerable reserves.
Cited by Angolan news agency Angop, Tiago Simão said that the company expected to increase the number of probes in the area of the Cassinga Norte project in order to establish which minerals can be found there. In the area of the Cassinga Sul project nine prospecting probes have been set up.
Tiago Simão said that Aemr initially expects to mine 4.2 million tons of iron ore in the two prospecting areas.
In order to export the ore, Aemr will be using the Moçâmedes Railroad (CFM), which has capacity to carry 6 million tons of cargo per year, which will then be packed at the Sacomar dry port, in Namibe province.
Aemr has set out an investment programme worth US$1.227 billion for the first stage of prospecting in the Cassinga Norte and Cassinga Sul areas, which began in 2010.
Fonte: Macauhub
http://www.flags.net/images/largeflags/AGLA0001.GIFhttp://avideditor.files.wordpress.com/2010/04/israel_flag.jpg
Subsidiary of Israeli group may go into phosphate mining in Angola
May 2nd, 2012 News
Vale Fértil, Lda, the Angolan subsidiary of Israeli group LR, may invest US$1 billion in a project to mine and process phosphates in the Lucunga basin, in Angola’s Zaire province, a company official told Angolan news agency Angop.
Victor Amorim Guerra, who is responsible for the project at the company, said that the prospecting work that was underway pointed to the existence of minimum reserves of 180 million tons of phosphates, which is an economically viable quantity for the project to move ahead.
Amorim Guerra said that the minimum amount mentioned would be split into US$60 million for phosphate exploration and US$940 million for construction of the factories to process the phosphates into ammonia and construction of a sea port specifically to transport inert materials.
He noted that benefits could be gained from mining phosphates and that could boost national and foreign investment in the region, were manufacturing toothpaste, non-alcoholic drinks, vitamins supplements, and animal feed.
Vale Fértil was established in Angola in 1991, where it has large investment in the real estate, construction, telecommunications, and natural resources sectors. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2012/05/02/subsidiary-of-israeli-group-may-go-into-phosphate-mining-in-angola/
Matthias Offodile May 8th, 2012, 10:01 PM Huge international Fair for Benguela and the province
http://eventosarena.co.ao/upload/17a_FIB%202012%20Homepage.jpg
FIB 2012 - Feira Internacional de Benguela
Data: 16-05-2012 a 20-05-2012
Local do evento: Estádio Nacional de Ombaka, Benguela
Com o Alto Patrocínio do Governo Provincial de Benguela, a 2ª Edição da Feira Internacional de Benguela, enquadra-se nas actividades comemorativas dos 395 anos da cidade de Benguela.
Com uma abrangência multi-sectorial, a FIB 2012 define como principal objectivo dar a conhecer as potencialidades económicas e industriais da região de Benguela e Lobito, assim como das áreas envolventes e seus circuitos comerciais, de forma a atrair investimentos nacionais e internacionais capazes de apoiar o desenvolvimento da região e contribuir para o seu crescimento.
A FIB 2012 é um espaço de eleição para profissionais dos mais diversos sectores, funcionando como uma oportunidade de excelência para a comunicação da sua empresa e o estabelecimento de parcerias que visem um maior crescimento do seu negócio.
Potenciar novos contactos e promover melhores negócios é uma das premissas da organização da Feira Internacional de Benguela.
Arrancaram já as montagens da 2ª Edição da Feira Internacional da Benguela
04-05-2012
Começaram já os preparativos para a abertura da 2ª Edição da FIB 2012. Uma iniciativa da Eventos Arena, com o Alto Patrocínio do Governo Provincial de Benguela.
A organização investe nesta iniciativa mais 25% do investimento realizado na edição de 2011. O certame contará com 4 pavilhões de exposição com climatização e acesso à internet gratuito, assim como, a realização do II Fórum Empresarial, sob a temática “Benguela – Vencer os Desafios do Desenvolvimento Regional” e uma agenda cultural completa, com a participação de artistas locais. A aposta numa área de restauração é outro dos desafios lançados pela organização.
Enquadrada nas actividades comemorativas do 395º aniversário da Cidade de Benguela, conta já com a confirmação de cerca de 196 empresas expositoras. As expectativas são elevadas!
Source: eventosarena.co.ao
Matthias Offodile May 17th, 2012, 03:52 PM Argentinian president in Angola for a two day state visit:cheers:
http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2012/01/cristina1.jpg
17-05-2012 12:16
Angola/Argentina
Presidente Cristina Kirchner está em Luanda
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/4/20/0,8bec6156-1d30-4213-9bbd-149e67ce2e9d.jpg
Presidente Cristina Fernández Kirchner já em Luanda
Luanda - A Presidente da Argentina, Cristina Fernández Kirchner, chegou ao principio da tarde de hoje, quinta-feira, a Luanda, para uma visita de Estado de 48h00 horas a Angola, a convite do seu homólogo José Eduardo dos Santos.
No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, a estadista argentina recebeu cumprimentos de boas-vindas do ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, tendo ainda merecido saudação militar e cumprimentos dos demais membros do comité de recepção.
Segundo o programa de visita, Cristina Kirchner vai manter um encontro com o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e estão previstas conversações oficiais entre delegações governamentais de ambos os países, que deverão passar em revista o quadro dos memorandos assinados nos domínios económicos, científicos, tecnológicos, agro-industrial e outros instrumentos jurídicos.
Nesta sexta-feira (18), a estadista vai deslocar-se à Assembleia Nacional, estando previsto um encontro em privado com o presidente do parlamento angolano, António Paulo Kassoma, acto que vai anteceder a sessão solene extraordinária da “casa das leis”. Tanto Cristina Kirchner como Paulo Kassoma devem discursar durante a referida sessão.
A anteceder a deslocação ao parlamento angolano, de acordo com o programa oficial, a estadista argentina vai depositar uma cora de flores junto ao monumento do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.
Entretanto, na noite desta quinta-feira (17), Kichner deverá inaugurar uma feira de produtos argentinos, a realizar-se na Feira Internacional de Luanda (Filda), com a participação de 400 empresários do país latino-americano.
A feira terá duração de uma semana e estará aberta a todos os interessados, com a finalidade de promover as potencialidades do mercado económico argentino, criação de uma plataforma de diálogo e parcerias entre agentes comerciais de ambos países.
A cultura consta igualmente do programa, com a vinda de um agrupamento musical de tango e especialistas em gastronomia.
A Argentina reconheceu a independência de Angola a dois de Setembro de 1977 e desde essa data, os dois países têm trocado delegações oficiais para o estreitamento e dinamização das relações político-diplomáticas e económicas.
O ponto mais alto nestas relações foi marcado pela visita oficial que o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, efectuou à Argentina em Maio de 2005, a convite do falecido presidente daquela nação sul-americana, Nestor Kirchner.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/politica/2012/4/20/Presidente-Cristina-Kirchner-esta-Luanda,cedcdfbd-dda4-4fdc-80d0-20861ac0dbb7.html
Matthias Offodile May 19th, 2012, 09:45 PM Angola e Argentina unidos pela História
Kumuênho da Rosa | - Hoje
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120519090242puxa.jpg
Cristina Kirchner e José Eduardo dos Santos deram um impulso às relações de amizade e cooperação entre Angola e a Argentina
O Presidente da República afirmou, ontem, que o desenvolvimeno das relações entre Angola e a Argentina “têm tudo para dar certo”, e que a visita de Cristina Kirchner representa a confirmação do “grande interesse” dos dois países em concretizar esse objectivo.
José Eduardo dos Santos, que falava na abertura das conversações oficiais entre as delegações dos dois países, na sala de reuniões do Conselho de Ministros, disse que o facto de a Argentina ser considerada uma economia emergente e Angola um país em fase de reconstrução, com uma economia dinâmica, faz com que os dois países tenham “pela frente desafios e oportunidades que podem ser aproveitados para benefício mútuo”.
“Os nossos países devem aproveitar esse oceano, não como elemento de afastamento, mas sim como via para uma cada vez maior aproximação, que possibilita promover e ampliar o comércio e o investimento, e aprofundar o conhecimento recíproco”, sublinhou.
Para o Presidente angolano, a Argentina é um “parceiro de cooperação internacional” que interessa a Angola. A experiência acumulada pelo país sul-americano em áreas como a indústria alimentar, química, petroquímica, têxtil, metalúrgica, coloca-o numa “posição privilegiada” para identificar e realizar investimentos directos ou em parceria com empresas públicas e privadas angolanas.
José Eduardo dos Santos acrescentou que Angola também pode beneficiar da experiência da Argentina para formar quadros, transferência de tecnologia e para a criação ou capacitação de instituições de investigação científica. A ideia de Angola é conseguir elevar o conhecimento técnico e científico e modernizar processos, métodos e infra-estruturas, permitindo assim acelerar o crescimento e o desenvolvimento do país.
Ao referir-se ao vasto território angolano e ao conflito armado, salientou que, “após longos anos de conflito que levaram à quase total destruição das suas infra-estruturas, ainda muito resta por fazer para satisfazer plenamente as necessidades das populações”.
O momento é de acelerar a concretização dos vários acordos entre os dois Estados, acrescentou. Para o Presidente angolano é também tempo para explorar outras “áreas de igual interesse” para cooperar, como a promoção e protecção recíproca de investimentos, do sector financeiro e da indústria, do petróleo e gás.
“Depois de dez anos de paz”, sublinhou, “queremos que o nosso país recupere e desenvolva o seu tecido produtivo e que o nosso povo se dedique à reconstrução e ao desenvolvimento nacional, através do trabalho honesto e justamente remunerado, para a edificação de uma nação mais próspera, inclusiva e com iguais oportunidades para todos os seus cidadãos”.
Após as conversações oficiais, José Eduardo dos Santos e Cristina Kirchner tiveram outro encontro privado, antes do almoço oficial no Salão Nobre do Palácio Presidencial, no qual os dois chefes de Estado voltaram a discursar. O anfitrião destacou, então, a proximidade entre os dois povos do ponto de vista linguístico, como resultado da influência dos dois países da Península Ibérica, Portugal e Espanha, com os quais Angola e Argentina mantêm laços de estima e cooperação, “uma vez resgatada a nossa identidade própria e a nossa liberdade”.
Sublinhou que, nos últimos anos, estudiosos têm vindo, gradualmente, a constatar que as afinidades culturais entre Angola e a Argentina são maiores do que podíamos pensar, uma vez que importantes núcleos de populações africanas, levadas à força para o continente latino-americano, se uniram às forças locais, criando novos espaços de resistência, de liberdade e de solidariedade activa.
Por isso, considerou salutar que exista, por parte de sectores intelectuais e culturais argentinos, um movimento no sentido de aprofundar os estudos sobre o contributo africano para a história do país, resgatando assim uma memória que corria o risco de ficar diluída e esquecida entre tantas outras influências idas do exterior.
A concluir, recordou o facto da Primeira-Dama, Ana Paula dos Santos, ter representado Angola no I Congresso de Afro-descendentes, realizado em Julho de 2007, em Buenos Aires, onde “pôde constatar como são profundos os elos que nos aproximam e que estão patentes, não apenas na dança e na música, mas também ao nível da língua e da própria gastronomia”, frisou.
A escolha de Angola como o primeiro país que visita na África subsaariana foi propositada, declarou a Presidente da Argentina, na abertura das conversações oficiais, depois de chamar a atenção para o conceito utilizado na política externa do seu país, que privilegia a promoção de parcerias, em vez das meras trocas comerciais. “Nas nossas visitas temos procurado promover sociedades, em que os dois países saiem a ganhar”, salientou.
“Falou de uma Argentina emergente e de Angola em reconstrução, mas somos ainda mais complementares no campo das nossas necessidades políticas”, disse Kirchner dirigindo-se a José Eduardo dos Santos, que se referiu às oportunidades dos dois países.
“Vocês foram sacrificados durante a luta de libertação e mais tarde na guerra civil, com os derradeiros vestígios da Guerra-fria. Com as ditaduras militares, nós também sofremos os vestígios dessa guerra encoberta entre as duas potências mundiais, que na sua retirada deixaram a nossa terra arrasada”, recordou, sublinhando que Angola e a Argentina têm a oportunidade de reescrever juntos o seu próprio futuro.
Falando de improviso, referiu-se ao encontro que manteve, no primeiro dia de visita, com uma delegação da Organização da Mulher Angolana (OMA) e recordou Agostinho Neto. “No encontro com as companheiras da OMA senti algo como um reencontro com a minha juventude, pois nos anos 70 em que era uma jovem estudante universitária, para nós, Agostinho Neto era, entre outros líderes, um símbolo da luta pela libertação nacional e autonomia dos povos oprimidos”, realçou.
Naquela época, prosseguiu Kirchner, era impensável a possibilidade de algum dia visitar Angola como Presidente da Argentina. “Hoje estou aqui. A história costuma dar-nos essas oportunidades. Costuma ser generosa com aqueles que crêem nos seus povos e na luta pela libertação”, sublinhou.
A Presidente da Argentina fez ainda questão de aproveitar a sua presença em Luanda para agradecer directamente ao Presidente angolano, pelo apoio que tem dado nas várias frentes internacionais pela recuperação dos territórios argentinos que estão em posse de potências coloniais. “Agradecemos o seu apoio em todas as frentes internacionais, porque sabemos o compromisso histórico que está no ‘ADN’ do povo angolano na luta contra todas as formas de colonialismo”, afirmou
Ao debruçar-se sobre as relações comerciais, salientou que as economias de Angola e da Argentina se complementam. “Angola tem riquezas no seu subsolo e a Argentina é uma potência em várias áreas, em particular na de produção alimentar, em que estamos entre os dez primeiros”, salientou.
Cristina Kirchner considerou, ainda, Angola uma “excelente plataforma” para a internacionalização dos empresários argentinos. “Queremos que venham e estabeleçam parcerias com empresas públicas e privadas angolanas, para daqui se expandirem para outras partes do continente”, frisou a Presidente da Argentina, para quem o oceano Atlântico é uma via de ligação e comunicação, que pode ser a porta para a diversificação da economia angolana e a expansão da economia argentina.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/angola_e_argentina_unidos_pela_historia
Matthias Offodile May 19th, 2012, 10:33 PM Primeira fábrica de equipamentos de energia solar inaugurada em Angola
2012/05/17 Notícias
A primeira fábrica de equipamentos de energia solar, um investimento de 6 milhões de dólares, foi inaugurada na localidade de Viana, arredores de Luanda, pelo grupo empresarial angolano Opala, noticiou o angolano Novo Jornal.
De acordo com o director-geral da Green Power, Carlos Igrejas, a fábrica irá contar com uma força laboral inicial de 30 pessoas e deverá facturar até ao final do ano 11,5 milhões de dólares.
Carlos Igrejas disse ainda que a empresa está a realizar algumas experiências-piloto nas província de Namibe e Cuanza Norte, num projecto subsidiado pelo governo central.
Dizendo que Angola é dos países com maior número de horas de sol, o director-geral da Green Power salientou que a expansão da rede de energia solar vai reduzir a necessidade de utilização de geradores, libertando o combustível para outras utilizações.
A Green Power, além de montar equipamentos solares, vai proceder igualmente à sua comercialização e correspondente manutenção. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/05/17/primeira-fabrica-de-equipamentos-de-energia-solar-inaugurada-em-angola/
Programa “Feito em Angola” com lançamento oficial sexta-feira em Luanda
2012/05/17 Notícias
O logótipo da programa “Feito em Angola” será divulgado sexta-feira, em Luanda, pelo Ministério da Economia, com o objectivo de desenvolver uma imagem de marca para os produtos e serviços angolanos, de acordo com a agência noticiosa angolana Angop.
O logótipo será colocado nas embalagens dos bens de consumo e na comunicação externa das empresas que vierem a aderir ao programa.
O consultor do ministro da Economia, Licínio Contreiras, disse à Angop que de um total de 70 empresas convidadas a participar na primeira fase desta campanha 45 responderam positivamente, entre as quais se incluem a Indústria Angolana de Óleos Vegetais (Induve), Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) e bancos do Comércio e Indústria (BCI) e Angolano de Investimento (BAI).
Contreiras disse ainda que o programa “Feito em Angola” pretende incentivar o consumo de produtos nacionais em detrimento dos importados, levando as empresas nacionais “a produzir cada vez mais e melhor.”
A apresentação de candidaturas de adesão ao programa deverá respeitar critérios que abrangem os objectivos de excelência bem como a solidez da empresa, que deverá ter a sua situação com o fisco e a segurança social regularizada.
Nos termos do programa, os associados têm de pagar uma quota anual, que começa em 250 dólares para as micro empresas que facturem até 250 mil dólares por ano e tem um valor máximo de 2 500 dólares para as grandes empresas com uma facturação superior a 10 milhões de dólares. (macauhub)
Grupo norte-americano General Electric pretende construir fábrica em Angola
2012/05/16 Notícias
O grupo norte-americano General Electric está em negociações avançadas com um grupo empresarial angolano para a constituição de uma parceria e construção de uma fábrica na Zona Económica Especial Luanda-Bengo, informou o angolano Novo Jornal.
O jornal cita um “alto responsável” daquela ZEE que, no entanto, não revelou que bens irão ser produzidos na fábrica a construir nem qual o grupo angolano envolvido no negócio.
“Todos os dias recebemos a visita de representantes de empresas que pretendem entrar na ZEE, devido não só às infra-estruturas existentes mas também devido aos níveis de crescimento que tem vindo a registar”, disse ainda a fonte citada pelo Novo Jornal.
A fonte adiantou estarem a decorrer os trabalhos para a definição dos incentivos fiscais, aduaneiros e cambiais que irão ser aplicados aos investidores na Zona Económica Especial Luanda-Bengo.
Actualmente, a ZEE dispõe de núcleos de produção em Viana, Bom Jesus, Catete e Cacuaco, onde já se encontram em funcionamento oito unidades fabris. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/05/16/grupo-norte-americano-general-electric-pretende-construir-fabrica-em-angola/
Matthias Offodile May 26th, 2012, 04:57 PM Prospecção do cobre com bons resultados
José Bule |Uíge - 19 de Maio, 2012
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120519081400obras19.jpg
A área mineira de Mavoio já foi no passado um local onde se exploravam grandes quantidades de cobre e que possuía várias estruturas
Fotografia: José Bule | Uíge
Localizada nas imediações das aldeias Mavoio e Mbanza Quinzau, na comuna de Quibocolo, município de Maquela do Zombo, província do Uíge, a área mineira de Mavoio já foi, no passado, um local onde se exploravam grandes quantidades de cobre. Além de várias estruturas de apoio e suporte à exploração mineira, nas minas de Mavoio também havia hospitais, complexos residenciais, uma central térmica e outras estruturas que permitiam o armazenamento do cobre.
Mas, destas estruturas, hoje só restam escombros. As antigas máquinas, também, não foram poupadas pelos saqueadores durante a guerra. O túnel que dava acesso à jazida ficou soterrado.
Os trabalhos de exploração nas minas de Mavoio paralisaram em 1972. Nessa altura, o projecto envolvia mais de três mil funcionários e a produção era estimada em mais de 30 mil toneladas de cobre por ano. Hoje, depois do início dos trabalhos de prospecção, em 2009, a região mineira de Mavoio apresenta um novo cenário. Observam-se no local novas sondas que perfuraram os solos do jazigo e muitos homens afectos às empresas angolanas de exploração mineira trabalham afincadamente em busca de valiosos minérios que possam ser colocados no mercado internacional. Além da confirmação da existência de grandes quantidades de cobre nativo, estão também asseguradas a existência da calcite, sulfato de ferro, calcocite, pirite, malaquite e quartzitos. A área mineralizada compreende cerca de 150 quilómetros, desde a fronteira com a República Democrática do Congo (RDC) até ao Sul do município do Bembe.
Acesso fácil
As dificuldades que se registavam para chegar até às minas de Mavoio fazem parte do passado. As estradas que ligam a cidade do Uíge à vila de Maquela do Zombo, através dos troços rodoviários Uíge-Mucaba-Damba-Maquela do Zombo e Uíje-Negage-Bungo-Damba-Maquela, cujas distâncias são superiores a 300 quilómetros, estão a receber obras de reabilitação e ampliação. A partir da entrada que dá acesso às antigas aldeias Mavoio e Mbanza Quinzau, até à área que compreende o jazigo mineral, onde decorrem, neste momento, os trabalhos de prospecção, são cerca de três quilómetros de terra batida percorridos com alguma dificuldade pelos automobilistas.
O terreno apresenta alguns buracos e ameaça de ravinas. Mas, ainda assim, chega-se facilmente à antiga zona residencial mineira e aos novos marcos da prospecção, cujos trabalhos decorrem sem sobressaltos.
“As condições da estrada, as comunicações móveis e a instalação da energia eléctrica de Capanda estão a viabilizar as acções de prospecção em Mavoio. Também temos água em abundância ao longo de toda a bacia hidrográfica do rio Mbridge e, em particular, próximo da mina”, disse o director do projecto.
Pedro de Carvalho acrescentou que a zona carece ainda de infra-estruturas básicas de apoio, captações, mini-estações de barragem e todos os outros aspectos que, a seu tempo, fruto dos estudos de engenharia que já decorrem, vão ser levados a cabo. Depois de concluído o estudo de viabilidade do projecto, vão ser construídas várias infra-estruturas sociais nas localidades circunvizinhas. Segundo o geólogo, logo no início do processo de exploração, algumas estruturas antigas podem ser recuperadas e outras construídas de raiz. O objectivo é oferecer melhores condições de trabalho e de instalação aos mineiros.
As amostras
O ministro da Indústria e Geologia e Minas, Joaquim David, tomou contacto directo, com as amostras retiradas do solo de Mavoio. O governante manifestou-se satisfeito com a quantidade de amostras que resultaram das perfurações efectuadas, desde 2009 até à data.
“Tivemos a oportunidade de visitar o projecto de prospecção do minério de cobre nestas minas de Mavoio e ficámos satisfeitos com o volume de trabalho já feito, se tivermos em conta a tecnologia que está a ser empregue e as sondagens em curso”, disse o ministro. Os resultados já apresentados têm a ver com o trabalho árduo e apurado realizado pelos técnicos envolvidos no projecto, comprovando assim as interpretações geológicas efectuadas. “Estamos numa fase que, eventualmente, mais cedo ou mais tarde, nos vai conduzir à descoberta de reservas suficientes para a transformação do projecto numa actividade de exploração do minério de cobre”, disse. Os trabalhos de prospecção vão estender-se até 2015, com a aquisição de dados que servirão de base para a exploração. Joaquim David disse estar optimista com os resultados obtidos pelos técnicos que trabalham no projecto. Por isso, está convencido que, no próximo ano, já se podem tomar decisões sérias em termos de exploração mineira.
Milhares de toneladas
Joaquim David avançou que, até 2015, o Executivo vai investir pelo menos 60 milhões de dólares, para assegurar os trabalhos de prospecção. Desde o início da empreitada, mais de 16 milhões de toneladas de cobre foram descobertas nas minas de Mavoio e Tetelo.Uma campanha intensiva de sondagem vai ser levada a cabo até ao final deste ano, para confirmar as investigações geológicas que foram feitas até agora. “Espera-se que pelo menos 30 a 35 milhões de toneladas adicionais sejam descobertas ainda este ano. A ser assim, isso vai constituir uma base suficiente em termos de exploração de minérios”, perspectivou.
O geólogo Pedro de Carvalho, director do projecto, afirmou que o cobre é o minério que mais abunda naquela região do Uíge, mas também podem ser encontrados minérios como a prata, na condição de valorizante, e o arsénio como penalizante.
Mavoio e Tetelo
Até agora, já foi feita muita coisa. Hoje, falar de Mavoio é descodificar um projecto que tem o nome de “Mavoio e Tetelo”, porque o antigo jazigo explorado até à década de 70 permitiu que, no poço 50, muito próximo do antigo local de exploração, fosse descoberto um jazigo de depósitos de minas de Tetelo, situado um pouco mais para
Norte da antiga mina subterrânea.Portanto, a área de prospecção e pesquisa envolve, no município de Maquela do Zombo, a antiga área de Mavoio e a nova de Tetelo, cuja sua extensão, a Sul, segue a antiga linha de exploração mineira do Bembe.
“O cobre é o elemento essencial que foge do paradigma tradicional angolano do petróleo, diamantes e ferro. Este é um activo novo, também de risco associado, porque são mineralizações que estão muito na oferta e procura internacional. Portanto, todos esses projectos exigem muito cuidado e atenção”, disse o geólogo.
A área onde estão a ser realizados trabalhos de prospecção, para posterior exploração, também é subterrânea e a profundidade varia entre os 230 e os 500 metros, possuindo características muito próprias e específicas.O projecto é longo, porque as acções são feitas num depósito com particularidades técnicas e económicas, que obrigam a seguir cada passo para que não sejam cometidos erros no momento da tomada de decisões.
As mineralizações se apresentam em várias posições, em termos de sub-superfícies e em várias profundidades.
A situação representa uma das principais complexidades que os técnicos enfrentam no terreno, tendo em conta que os obriga a fazerem uma avaliação minuciosa antes de tomarem uma decisão. “São trabalhos demorados em que cada sondagem é muito cara.
Mas, mesmo assim, já fazemos muitos furos com mais de 600 metros de profundidade”, sublinhou.
Sondagens
Até agora foram feitos mais de 7.500 metros de sondagens e pelo menos dez estudos laboratoriais para definir se os minerais têm alguma rentabilidade.
Pedro de Carvalho afirmou que o jazigo é de média dimensão em termos internacionais, e requer muitos cuidados, de acordo com os parâmetros de decisão técnica e económica.
“É muito bonito ter um jazigo. Todos dizemos que temos minério. Mas se ele não for tratado, se não houver um concentrado mineralógico que no mercado internacional seja aceite, então de nada vale, porque o que nós procuramos é pôr nas mãos do investidor o resultado de uma decisão mais adequada, justa e certa”, explicou o geólogo.Este ano, vão ser concluídas mais de oito mil metros de sondagens, três das quais já foram feitas e duas estão em curso.
Os trabalhos devem cingir-se, também, à continuidade do processo de procura de informação cartográfica sobre as minas de Mavoio para o seu devido tratamento. “Estamos sempre à procura de informações sobre as antigas operações feitas em Mavoio. Além das sondagens, o nosso trabalho situa-se ao nível da geo-referenciação da nossa base de dados. Corremos desde a fronteira com a RDC até ao Sul da Damba para encontrar três marcos geodésicos”, disse, acrescentando que, essa é uma situação que vai custar milhões ao Estado para recuperar a rede geodésica do país.
“Toda a gente andou à procura de mercúrio, a pensar que o iam encontrar nesses marcos. Não o façam. Isso é fruto de imaginação e de um ditado que não existe. Não há mercúrio nestes marcos. Protejam-nos, porque é um acto de cidadania e de interesse nacional. Tivemos muitas dificuldades para encontrar os poucos que identificámos”, concluiu o director do projecto.
http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/prospeccao_do_cobre_com_bons_resultados
Matthias Offodile May 26th, 2012, 04:59 PM Nasce no Lobito uma nova fábrica
Jesus Silva | Lobito - Hoje
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Por enquanto a quantidade de cimento produzida é insuficiente para o potencial de desenvolvimento urbanístico de Angola
Fotografia: Jesus Silva | Lobito
Os accionistas da Secil Lobito, o Estado angolano e a Secil de Portugal, decidiram construir uma fábrica de cimento com capacidade para a produção de 1,2 milhões de toneladas por ano e de cobrir parte considerável da procura do mercado nacional, anunciou o administrador-delegado da cimenteira angolana.
Manuel Pereira Miragaia, que falava ao Jornal de Angola, disse que ambas partes continuam a encetar contactos para a materialização do projecto, num processo que afirmou decorrer a bom ritmo e sobre o qual haverá novidades já dentro de dois meses.
A fábrica a instalar é justificada pela necessidade de dar resposta à crescente procura de cimento, um produto indispensável para o desenvolvimento económico em curso, onde a construção assume um papel decisivo.
“Angola tem tido nos últimos anos um crescimento notável, associado a um elevado investimento em infra-estruturas e na recuperação das zonas urbanas e suburbanas, o que tem dado origem a uma evolução sem precedentes da procura de materiais de construção”, declarou Manuel Pereira Miragaia.
O gestor referiu que, actualmente, o consumo de cimento em Angola é estimado em 1,5 milhões de toneladas por ano, sendo que, a curto prazo, se prevê uma demanda superior.
Manuel Pereira Miragaia afirmou que o “triângulo geográfico” do centro e sul de Angola onde a Secil Lobito está a actuar possui um potencial de desenvolvimento urbano muito elevado, assim como condições naturais apropriadas para a concretização de projectos agro-industriais e petrolíferos.
Cimento de alto padrão
Nos termos do projecto, a nova fábrica produzirá clinquer e cimento portland, devendo ocupar uma área de cerca de 40 hectares, numa faixa situada entre a estrada da Hanha do Norte e a Pedreira de calcário margoso do Comengo. Adicionalmente ocupará ainda duas áreas na Pedreira do Comengo e na Quileva, para instalação dos britadores.
A unidade fabril produzirá cimento portland em duas linhas de produção paralelas e de capacidades equivalentes, cujo funcionamento Manuel Pereira Miragaia estima que pode dar lugar à redução das importações, do preço do cimento e da habitação. Este potencial de reconstrução, notou Manuel Pereira Miragaia, está ligado à linha dos Caminhos-de-Ferro de Benguela e ao Porto do Lobito com condições que permitem a recepção e expedição de granéis sólidos de grande porte. Beneficia também do processo de reabilitação das principais estradas.
Além das áreas de processamento, a fábrica de clínquer e cimento do Lobito disporá de edifícios auxiliares, postos de transformação, sala de comando, laboratório, armazéns, oficinas, edifícios administrativos, sistema de tratamento e abastecimento de água e de efluentes líquidos.
No fim da segunda fase, a Secil Lobito prevê criar 360 empregos directos e 750 indirectos, envolvendo tarefas como o tráfego rodoviário associado ao transporte de matérias-primas (calcário, gesso, areia, minério de ferro e bauxite), combustível (carvão e gasóleo) e expedição de produto final (cimento ensacado e a granel). A fábrica fica construída ao fim de três anos, respeitando os requisitos inerentes à tecnologia de instalação e observando as exigências ambientais e de segurança, de modo a evitar consequências negativas para a qualidade do meio envolvente, assegurou Manuel Pereira Miragaia.
A Secil Lobito (Companhia de Cimentos do Lobito, SA) é detida pelo Estado angolano em 49 por cento e em 51 por cento pela Secil de Portugal. Possui 280 trabalhadores angolanos, quatro estrangeiros e 40 colaboradores. Actualmente, produz cimento com base na importação de clínquer.
Criada em 1952, com a denominação Campanhia de Cimentos de Angola, a Secil Lobito passou por várias transformações devido a sua antiguidade e à situação de carência que o país viveu até 2002.
Fonte: Jornal de Angola
Matthias Offodile May 27th, 2012, 02:55 PM INAPEM certifica empresas no Lubango
Domingos Mucuta |Lubango - 26 de Maio, 2012
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120526172830vice-governador_do_lubango.jpg
Vice-governador entrega certificado a uma empresa destacada por pagar os impostos:cheers:
O Instituto Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) certificou, esta semana, mais de dez empresas que operam em diversos ramos de actividade na província da Huíla, por cumprirem os requisitos legais exigidos pela instituição.
O acto de certificação das empresas, orientado pelo vice-governador da província da Huíla para a Esfera Económica, Sérgio da Cunha Velho, aconteceu à margem do seminário sobre “Dialogo social”, promovido pela Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA).
O representante do INAPEM, Gabriel Bento, disse que o processo de certificação das organizações é um importante passo para a distinção, incentivo e credenciação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) para o acesso ao financiamento bancário.
Gabriel Bento disse que as MPME certificadas pelos institutos nacionais estão em condições de aceder ao crédito bancário, porque as instituições financeiras nacionais dão prioridade às organizações que cumprem os requisitos técnicos e legais. “Até agora, não existe um critério específico no mercado para as linhas de crédito.
Muitas vezes, as microempresas conseguem montantes de financiamento que eram adequados para as grandes empresas, e estas os que seriam próprios para as de dimensões menores”, argumentou.
Nos termos do processo em curso, as microempresas podem receber financiamentos até 250 mil dólares, as pequenas até 1,5 milhões e as médias um pouco mais.
O acesso ao financiamento está sujeito à avaliação de projectos de negócios e só são habilitados aqueles que forem considerados viáveis do ponto de vista económico.
O responsável disse que o objectivo deste processo é cumprir os princípios estabelecidos por lei e levar os empreendedores a conhecerem a dimensão real da empresa, em função do volume da facturação e do número de trabalhadores. O processo de certificação é periódico, devido à evolução que resulta da dinâmica do mercado.
:cheers:
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/inapem_certifica_empresas_no_lubango
Aumenta movimento no Porto do Namibe
26 de Maio, 2012
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120526172307porto_do_namibe.jpg
Porto do Namibe absorveu investimentos para corresponder às novas exigências públicas
O Porto Comercial do Namibe movimentou, durante o ano transacto, 961.925 toneladas de mercadorias diversas e 18.052 contentores, revelou o presidente do Conselho Administrativo, Joaquim Neto.
Em declarações à imprensa por ocasião do 55º aniversário daquela infra-estrutura, assinalado na quinta-feira, Joaquim Neto disse que, nos últimos meses, regista-se um aumento considerável da entrada e saída de mercadorias e que o porto já precisa de obras de ampliação.
No período 2010/2011 foram aplicados seis milhões de dólares na aquisição de equipamentos diversos, material informático, meios de transporte e na elaboração do plano estratégico da empresa.
Joaquim Neto salientou que, brevemente, terá início a segunda fase de modernização do Porto Comercial do Namibe, que consiste na reabilitação do terminal mineiro do Saco-mar, construção de uma ponte-cais para o desembarque de combustível e uma doca de 240 metros para carga contentorizada.
O vice-governador para a esfera económica, Alcides Gomes Cabral, elogiou o trabalho que a administração do porto tem realizado em prol do desenvolvimento da infra-estrutura e da melhoria das condições sociais dos trabalhadores. O Porto Comercial do Namibe foi inaugurado a 24 de Maio de 1957. Na primeira fase tinha um cais de 380 metros contra os 750 actuais.
Naquela época, as trocas comerciais eram pouco representativas, tendo em conta o nível de interesses e do desenvolvimento económico, razão pela qual o porto havia sido dimensionado para movimentar anualmente 300 mil toneladas de mercadorias diversas.
Com o desenvolvimento multiforme da economia daquela região, o porto foi apetrechado com equipamentos diversos para fazer face a uma crescente demanda de carga importada e exportada.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/69/aumenta_movimento_no_porto_do_namibe
Feira Internacional de Benguela, em Angola excede expectativas
2012/05/25 Notícias
A segunda edição da Feira Internacional de Benguela (FIB), que decorreu de 16 a 20 de Maio em Benguela, foi para os expositores “um verdadeiro sucesso”, com registo recorde de entradas que rondou as 30 mil pessoas, disse um responsável da entidade organizadora.
Citado pelo Jornal de Angola, Manuel Novais disse que “a FIB 2012 excedeu todas as nossas expectativas em número de empresas participantes, mas também do número de pessoas que passaram pelo recinto, anis do dobro do que esperávamos.”
Considerada como uma das maiores feiras do país, a Feira Internacional de Benguela contou com a presença de 226 expositores, que tiveram a oportunidade de dar a conhecer a sua actividade, os seus serviços e de reforçar as suas redes de contactos e parcerias.
“Investimos na melhoria das condições oferecidas aos expositores, no acesso gratuito à Internet e na climatização do espaço, com 54 novos equipamentos de ar condicionado e reforçámos também a aposta na comunicação e alargámos o seu âmbito e cobertura”, concluiu Manuel Novais. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/05/25/feira-internacional-de-benguela-em-angola-excede-expectativas/
Matthias Offodile June 1st, 2012, 11:14 PM Economia cresce 9,1% este ano e 8,8% no próximo
01 de Junho de 2012, 17:28
Lisboa, 01 jun (Lusa) - A economia angolana deverá crescer 9,1 por cento este ano e 8,8 por cento em 2013, segundo as estimativas do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, num relatório a divulgar na terça-feira.
No "Relatório Económico de Angola", o CEIC, que este ano faz dez anos, considera que o ano em curso "dirá se a retoma do crescimento económico em Angola se fará com a mesma intensidade da verificada durante a 'mini-idade de ouro'", que decorreu entre 2004 e 2008, quando a taxa média anual de crescimento do PIB foi de 17 por cento, "a maior de África e uma das maiores do mundo".
"Não estará a economia angolana a entrar num período de crescimento menos intenso, ainda que bastante positivo?", questiona o CEIC, num resumo do relatório, a que a Lusa teve acesso.
As perspetivas do CEIC para o crescimento do PIB de Angola em 2012 - de 9,1 por cento - são mais otimistas do que as do Banco Mundial (8,1 por cento) e do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD - 8,2 por cento) e mais pessimistas do que as do governo de Luanda (9,8 por cento) e do Fundo Monetário Internacional (FMI - 9,7 por cento).
Já as perspetivas para 2013, de 8,8 por cento, são melhores do que as do FMI (6,8po cento) e do BAD, de 7,1 por cento. Para 2014, o CEIC prevê um crescimento económico de 7,5 por cento do PIB.
A previsão do abrandamento do crescimento económico em 2013 e 2014 tem em conta "o risco de a economia mundial poder entrar novamente em recessão", explica o resumo do relatório, citando "algumas agências e economistas de referência", que temem que "a crise das dívidas soberanas na Europa possa desencadear efeitos sistémicos semelhantes às turbulências verificadas em 2008 e 2009".
Numa análise setorial da economia angolana, o CEIC prevê que a agricultura seja o setor que mais cresce em 2012, com um aumento de 13,2 por cento, o que poderá ser consequência da implementação de projetos agrícolas e da concretização de medidas de apoio à iniciativa privada anunciadas pelo Governo.
Por outro lado, admite o CEIC, "a entrada em funcionamento dos grandes empreendimentos no domínio do gás e dos derivados do petróleo ajudará a diversificar a indústria transformadora", enquanto o investimento público em obras públicas e a construção civil "continuarão a desempenhar um papel positivo na estratégia de crescimento do país".
O relatório destaca ainda que, "pela primeira vez desde que o objetivo de redução da inflação foi eleito como um dos principais da política económica do Governo, o valor do índice de preços no consumidor se situou abaixo da meta".
Ainda assim, "permanece o desafio de situá-la em um dígito", embora a meta oficial para 2012 tenha sido estabelecida ainda em 10 por cento.
O relatório dedica um capítulo à diversificação da economia, que está a ser estudada por uma equipa conjunta do CEIC e do Christian Michelsen Institute de Bergen (Noruega).
Nas palavras do diretor do CEIC, o professor universitário Manuel José Alves da Rocha, os indicadores "apontam para um baixo grau de diversificação", o que significa que "a economia ainda está muito concentrada, tanto em termos setoriais como territoriais".
Mas o especialista sublinhou que a diversificação da economia "é um processo muito longo", que pode demorar 20, 30 ou 40 anos a concretizar-se.
"Não podemos esperar que as transformações estruturais aconteçam da noite para o dia", disse, referindo que os instrumentos que estão a ser utilizados já foram experimentados noutros países e "são medidas acolhidas pela ciência económica".
O "Relatório Económico de Angola" será divulgado na terça-feira em Luanda, numa conferência comemorativa dos 10 anos do CEIC, sob o tema "crescimento económico e crise na última década".
http://noticias.sapo.ao/lusa/artigo/14419234.html
Matthias Offodile June 1st, 2012, 11:17 PM Zona económica especial será criada em Calueque, Angola
2012/05/31 Notícias
O governo provincial do Cunene, no sul de Angola, escolheu a localidade fronteiriça de Calueque, município de Ombadja, para Zona Económica Especial (ZEE) da província, disse na cidade de Ondjiva o governador António Didalelwa, em declarações à agência noticiosa angolana Angop.
No final de uma reunião do governo provincial, o governador disse que a escolha de Calueque deve-se ao potencial ali existente para o fomento da actividade agro-pecuária, devido à existência da bacia hidrográfica do rio Cunene e do aproveitamento hidroeléctrico de Calueque.
A proximidade com a Namíbia, as condições que existem no que respeita ao fornecimento de energia e água, bem como os acessos permitirão a criação de infra-estruturas fundiárias, económicas e administrativas para o fomento intensivo da produção e criação de empregos.
As entidades presentes na reunião do governo provincial concluíram que as condições existentes na nova ZEE vão atrair investimentos e estimular a produção com a instalação de fábricas, comércio e serviços.
(macauhub)
Modernização das alfândegas em Angola custou 315 milhões de dólares
2012/05/31 Notícias
O Programa de Expansão e Modernização das Alfândegas (PEMA) de Angola, iniciado em 2002 e encerrado oficialmente na passada segunda-feira, 21 de Maio, custou 315,5 milhões de dólares, informou o semanário angolano Expansão.
O semanário acrescentou que num período de 10 anos, o PEMA permitiu a entrada nos cofres do Estado de 17,7 mil milhões de dólares, sendo que os custos assumidos com a execução do programa representaram apenas 1,8% das receitas que permitiu angariar.
Durante a cerimonia que assinalou o termo da parceria com a Crown Agents, empresa britânica especializada em modernizar serviços públicos, a directora-geral adjunta do Serviço Nacional das Alfândegas, Maria da Conceição Matos, disse que ao longo da execução do programa observou-se um aumento contínuo e significativo das receitas arrecadadas pela instituição.
Maria da Conceição Matos disse que o Programa de Expansão e Modernização das Alfândegas visou reformar estruturalmente a instituição, em toda a extensão do território nacional, tendo por base as melhores práticas internacionais em matéria aduaneira. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/05/31/modernizacao-das-alfandegas-em-angola-custou-315-milhoes-de-dolares/
Matthias Offodile June 2nd, 2012, 10:25 PM Continente cria 'escola de retalho' em Luanda
2 de Junho, 2012
por Ricardo David Lopes
http://sol.sapo.ao/storage/Sol/2012/big/ng1242798_435x190.jpg?type=big
Condis e Sonae vão criar ‘universidade de retalho’ para formar colaboradores do projecto do Continente em Luanda. O objectivo é ‘angolanizar’ ao máximo a gestão das lojas.
O projecto dos hipermercados Continente em Angola inclui a constituição de uma ‘universidade de retalho’ para formar os colaboradores locais. O objectivo, diz ao SOL fonte oficial do Grupo Sonae – que vai abrir, em parceria com a Condis, da empresária Isabel dos Santos, quatro a seis supermercados e um entreposto comercial em Luanda –, é formar colaboradores em geral, mas também conseguir, a prazo, que todos os gestores de lojas sejam angolanos.
A formação da ‘universidade de retalho’ é uma das componentes do projecto, que foi já aprovado pela Agência Nacional do Investimento Privado (ANIP) e pelo Conselho de Ministros, estando agora em análise no Ministério das Finanças. A primeira loja desta parceria luso-angolana – na qual o grupo português detém uma participação de 49% – deverá abrir em 2013 e as seguintes nos anos subsequentes.
«Queremos muito rapidamente construir competências de gestão próprias no terreno», garante a fonte da Sonae ao SOL, explicando que a chamada Sonae Retail School tem desempenhado «um papel essencial» na formação dos colaboradores da retalhista em Portugal, havendo «boas-expectativas» para o projecto em Angola, onde será dada formação específica, incluindo em gestão e formação de formadores angolanos.
Em Portugal, a ‘escola’ do grupo liderado por Paulo Azevedo tem cerca de 3.900 formadores e, segundo fonte oficial da empresa, «mais alunos do que a maior universidade do país». No último ano, a Sonae Retail School forneceu cerca de 1,5 milhões de horas de formação aos colaboradores do grupo, «cujo espírito crítico e inovador» é incentivado.
A Sonae Retail School tem em funcionamento 22 escolas, incluindo a Escola de Perecíveis, a Escola Worten, a Escola de Liderança e a Escola de Gestão, em que os colaboradores «frequentam escolas de Negócios para estudos pós-graduados, e melhoram conhecimentos e competências para diferentes negócios do retalho».
Produtores também ganham
«Os programas de formação abrangem uma panóplia de áreas, desde a comercial e vendas, vertente técnica da Escola de Perecíveis, aos processos e sistemas, fornecedores, produtos, gestão ambiental e higiene e segurança no trabalho», explica a fonte da Sonae que, juntamente com a Condis, prevê investir mais de 100 milhões de dólares no projecto do Continente para Angola.
A ‘universidade de retalho’ é uma das componentes inovadoras da operação do grupo líder de mercado em Portugal, que vai ser replicada em Angola, «diferenciando o projecto» dos restantes que já existem e dos que estão previstos para o país. A outra é a constituição no país africano de uma estrutura semelhante ao chamado Clube de Produtores português. O objectivo, explica a fonte da Sonae, «é contribuir para estimular, a partir da distribuição, o desenvolvimento do sector produtivo agrícola» angolano.
A inclusão desta componente no projecto, adianta a fonte, foi, aliás, uma «grande preocupação do parceiro angolano». O Clube de Produtores é composto por agricultores e fornecedores de alimentos e outros bens, que assim vêem garantido o escoamento da sua produção, ou de parte dela, reduzindo o risco do negócio e contribuindo para maior incorporação de produtos nacionais nas lojas do projecto.
A introdução da ‘escola de retalho’ e do Clube de Produtores são dois aspectos que introduzem «algumas complexidades» na análise estatal ao projecto, mas o Grupo Sonae mantém a expectativa de que a primeira loja possa arrancar na data prevista (ver texto ao lado).
ricardo.d.lopes@sol.co.ao
http://sol.sapo.ao/Angola/Interior.aspx?content_id=51024
:banana::cheers:
Matthias Offodile June 9th, 2012, 07:59 PM Exploração de ferro cria milhares de empregos
Hoje
O recomeço da exploração de minério de ferro no município da Jamba, província da Huíla, previsto para 2013, vai criar mais de seis mil postos de trabalho directos, anuncia um relatório da Sociedade Angolana de Exploração de Recursos Minerais (AEMR).
No documento, citado pela Angop, a AEMR adianta que tal número de trabalhadores vai obter emprego nas diversas empresas de extracção, armazenamento, transporte e sanidade ambiental.
Alguns dos postos de trabalho vão ser criados pelos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes (CFM), actividade siderúrgica, produção de carvão, exploração das minas de Tchamutete e da Jamba, bem como na AEMR e no porto seco do Sacomar (Namibe).
O relatório indica que o projecto de prospecção já empregou umas 700 pessoas em Chamutete, Cassinga e Cateruca.
A AEMR descobriu recentemente, em Cateruca, afecta ao Projecto Cassinga Norte, uma reserva de minério de ferro estimada em 400 milhões de toneladas
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/exploracao_de_ferro_cria_milhares_de_empregos
07-06-2012 23:12
Exportação
Angola exporta doze mil metros cúbicos de Madeira
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/5/23/0,943e0f80-039b-43a9-a02e-624335c4482c.jpg
Tábuas de madeira
Luanda - Angola exporta anualmente cerca de 12 mil metros cúbicos de madeira em toro principalmente para os países europeus, disse hoje, à Angop, em Luanda, o director geral do Instituto do Desenvolvimento Florestal, Tomás Caetano.
Ao falar em entrevista à Angop, Tomás Caetano afirmou que, há cerca de cinco anos, o país começou timidamente a exportar madeira em toro, chegando mesmo a exportar folha de madeira, tendo atingido a quantidade de 12 mil metros cúbicos/ano.
“O que se pretende é atingir esta quantidade em madeira transformada e evitar a exportação em madeira em toro” disse o responsável do IDF, em alusão à Indústria Transformadora.
Indicou como principais destinatários das exportações angolanas de madeira países europeus apesar de existirem também já exportações para a China, Japão e outros mercados como os Estados Unidos.
Em relação ao actual estado de exploração de madeira, Tomás Caetano referiu que este processo está regulado por lei (Lei Florestal), onde estão clausulados os agentes que devem e podem fazer a exploração, as competências relativas às administrações locais e o que o empresário deve fazer para se habilitar à actividade.
Apontou como principais províncias produtoras Cabinda, Zaire, Uíge, Bengo, Malanje e o corredor de florestas plantadas, (eucaliptos), propriedade dos ministérios da Agricultura Desenvolvimento Rural e das Pescas, Geologia e Minas e da Indústria e dos Caminhos-de- Ferro de Benguela.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/5/23/Angola-exporta-doze-mil-metros-cubicos-Madeira,67cf8275-aacb-4b5e-b166-4151092d8b1f.html
Matthias Offodile July 12th, 2012, 01:37 PM good
Mais de 130 empresas vão estar presentes na Expo Huíla 2012
28/06/2012
Mais de 130 empresas, entre nacionais e estrangeiras, participam de 15 a 19 de Agosto na maior bolsa de negócios do sul de Angola, a Expo-Huíla.
O presidente da Associação Agro-pecuária Comercial e Industrial (AAPCIL) da Huíla, que promove anualmente o evento, António de Lemos, disse à agência noticiosa angolana Angop que estão a ser criadas condições para que as mais de 130 empresas exponham os seus produtos, criem parcerias e proximidades que venham melhorar o seu desempenho.
António de Lemos sublinhou que a preocupação é criar condições para que novos empregos sejam gerados, nem que temporários.
Grupo português inaugurou três fábricas em Angola
28/06/2012
Três unidades industriais especializadas na produção de postes em betão, gases medicinais, alimentares e industriais e de aço laminado a frio foram inauguradas pelo ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David.
As três fábricas representam um investimento de 38 milhões de dólares da empresa Acail Angola, subsidiária do grupo português Acail, e visam manter «uma oferta competitiva, constante e estável em quantidade e variedade no mercado angolano».
Uma das unidades vai produzir postes em betão para os apoios de cabos elétricos de transporte de energia em baixa, média e de alta tensão, incluindo postos de transformação aéreos, alinhamento e amarração de linhas elétricas.
Preparada para produzir postes até 16 mil postes/ano, a administração da fábrica prevê vir a produzir tubos em betão de grandes dimensões para saneamento e transporte de água, prevendo-se uma capacidade produtiva de 12 mil tubos/ano.
No Pólo Industrial de Viana, a Acail Angola vai produzir aço laminado a frio, malha-sol em rolo e painel bem como armaduras para estacas de fundações, devendo, a prazo, vir a dispor de uma linha de produção para corte em alta definição de chapas de aço.
Finalmente, a terceira unidade vai produzir gases medicinais, alimentares e industriais, nomeadamente oxigénio líquido medicinal, até uma capacidade instalada de 25 mil litros por dia.
O grupo Acail iniciou a sua atividade em Angola em Março de 2006, com a comercialização de produtos siderúrgicos, cimento e gás industrial, medicinal e alimentar.
Matthias Offodile July 14th, 2012, 03:03 PM Sociedade de advogados portuguesa apoia entrada da empresa de arquitetura em Angola
26/06/2012
A sociedade de advogados portuguesa liderada por Vítor Marques da Cruz, MC&A, foi contratada pela companhia de arquitetos Paragon Group para prestar apoio jurídico à sua instalação em Angola, com a abertura dos primeiros escritórios da empresa no País.
O atelier de arquitetos sul-africano pretende centrar a sua atividade em Angola, essencialmente no desenvolvimento de projetos comerciais e habitacionais de grande dimensão.
No mercado desde 1997, o Paragon Group tornou-se uma das maiores corporações de arquitetura do mercado sul-africano, com presença alargada ao Brasil, que desenvolve a sua atuação em projetos comerciais, residenciais, arquitetura institucional, design de interiores e planeamento de espaços. No âmbito internacional, o Paragon Group realizou vários projetos no Reino Unido, Namíbia, Uganda, Tanzânia e Angola, onde pretende agora abrir os seus escritórios.
Com especial vocação para o acompanhamento de negócios nos países de língua oficial portuguesa, a MC&A assume-se como um instrumento de apoio para os seus clientes que pretendam desenvolver negócios nestes mercados. Vítor Marques da Cruz, sócio fundador do escritório de advogados, refere que «o potencial destes mercados, em especial o angolano, é extremamente aliciante para grandes empresas de diversos sectores, que pretendem crescer e alargar a sua área de atuação». «No entanto todo o processo de instalação das empresas implica a resolução de determinadas questões jurídicas, é aí que nós entramos para apoiar e aconselhar os nossos clientes», acrescenta o advogado.
Com a assessoria ao Paragon Group, o escritório de advogados português alarga assim a sua carteira de clientes, no âmbito da assessoria jurídica a negócios internacionais, dos quais se destacam a Sonangil, na sua instalação em Moçambique, o China Development Bank, no processo de financiamento da compra de parte da EDP pela Three Gorges; a representação da ONGC Videsh Limited, companhia petrolífera indiana, na aquisição de parte da operação de transporte de gás natural em Moçambique; a representação da Bechtel, uma das maiores empresas do mundo em procurement, engineering e construction, em Angola e Moçambique; e a assessoria do Billion Group, na construção de dois empreendimentos em Angola e um outro em Moçambique, num investimento de 600 milhões de dólares, do promotor imobiliário.
http://www.vidaimobiliariaangola.com/content/sociedade-de-advogados-portuguesa-apoia-entrada-da-empresa-de-arquitetura-em-angola
Matthias Offodile July 14th, 2012, 03:38 PM 33 países participam na Feira Internacional de Luanda 2012
2012/07/11 Notícias
http://www.macauhub.com.mo/pt/wp-content/uploads/2012/07/macauhub.11.7.2012.470.jpg
Trinta e três países confirmaram a sua participação na 29ª edição de Feira Internacional de Luanda (Filda), a decorrer de 17 a 22 de Julho corrente, na capital angolana, informou segunda-feira o presidente da feira, Matos Cardoso.
De acordo com a agência noticiosa angolana Angop, aquele responsável disse que o número de países participantes supera os 23 do ano passado, o que revela o interesse dos investidores em conhecer melhor as oportunidades oferecidas pelo mercado angolano.
Matos Cardoso afirmou que a edição deste ano da maior bolsa de negócios do país vai, entre outros aspectos, procurar abordar com os expositores o aumento, no estrangeiro, das acções de promoção das oportunidades de investimento oferecidas pelo país.
Considerou ser uma feira mista, multissectorial, aberta ao público e a profissionais, que vai decorrer sob o tema “Os Desafios da Atracção de Investimento: Estratégia, Legislação, Instituições, Infra-estruturas e Recursos Humanos”.
Entre os vários países participantes destaca-se a já habitual presença de Portugal, Brasil e da África do Sul, que este ano marcam presença na Filda com o estatuto de países convidados.
Desde o ano de 1983, o certame congrega anualmente empresas de África, Américas, Europa e Ásia para exporem produtos e serviços, bem como para o estabelecimento de parcerias. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/07/11/33-paises-participam-na-feira-internacional-de-luanda-2012/
Reservas internacionais líquidas de Angola atingiram 30,71 mil milhões de dólares em Maio
2012/07/06 Notícias
As reservas internacionais líquidas de Angola situavam-se em 30,71 mil milhões de dólares no final de Maio, um aumento de 7,6% relativamente aos 28,54 mil milhões de dólares registados um mês antes, informou o Banco Nacional de Angola.
No final do primeiro trimestre, as reservas internacionais líquidas angolanas eram de 26,76 mil milhões de dólares, o que corresponde a um aumento de 0,74% em relação ao mês anterior e de 2,62% em relação a Dezembro de 2011.
Comparativamente ao primeiro trimestre de 2011, verificou-se no final de Março passado um crescimento de cerca de 49,63% ou 8,87 mil milhões de dólares.
O banco central angolano justifica este aumento das reservas internacionais líquidas do país com o desempenho positivo dos preços do petróleo. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/07/06/reservas-internacionais-liquidas-de-angola-atingiram-3071-mil-milhoes-de-dolares-em-maio/
Matthias Offodile July 14th, 2012, 03:45 PM and more companies
Acail Angola inaugurada pelo Ministro da Indústria
http://www.verangola.net/webapp/img/artigo/119/inauguracao-acail-angola-580x240.jpg
A Acail Angola inaugurou as suas instalações na presença do ministro da Geologia e Minas e da Indústria.
Integrada no Grupo Acail, com sede em Portugal, a Acail Angola foi fundada em 2005. A empresa dedica-se à indústria de transformação e comercialização de produtos siderúrgicos, extracção de inertes, pré-fabricação em betão de postes para a condução de cabos de alta e média tensão e na produção, transformação e distribuição de gases industriais e medicinais.
Unidade de Produção de Gases Medicinais
A Acail Angola, na sua Unidade de Produção de Gases Medicinais de Viana, tem aplicado o seu know-how na produção e desenvolvimento de produtos cuja aplicação se reflecte em mais-valias para o funcionamento e a qualidade de instituições hospitalares, pessoal médico e pacientes.
Esta unidade produz gases medicinais e alimentares de elevada pureza. A sua actividade centra-se no fornecimento de oxigénio líquido medicinal de alta pureza, na remodelação e construção de linhas para fornecimento de fluidos gasosos (oxigénio medicinal, prótoxido de azoto, ar respirável, etc.) e no fornecimento de equipamentos médicos e material hospitalar.
A unidade de produção respeita a norma internacional para os gases medicinais garantindo uma pureza de 99,5 por cento, muito acima da habitualmente utilizada nos hospitais e clínicas a qual rondava os 68 a 78 por cento (este baixo nível de pureza constitui um factor de risco para os pacientes).
A Acail Angola tem no seu currículo a Instalação de Redes de Fluxos e Gases Medicinais e fornecimento de Gases Medicinais em unidades hospitalares das quais se destacam a Clínica Girassol, Clínica Multiperfil, Clínica de Diagnóstico Multiperfil, Hospital Sanatório de Luanda, Hospital Provincial do Benga Caxito, Hospital Provincial de Lugango, Clínica da Sagrada Esperança, Hospital Pediátrico de Luanda, Hospital Américo Boavida, Clínica 29 de Novembro, Maternidade Lucrécia Paim, Hospital do Prenda, entre outros.
Nestas unidades de saúde o departamento medicinal da empresa promove e desenvolve, junto do pessoal médico e de enfermagem, acções de formação frequentes, com o intuito de partilhar know-how e tecnologia de primeira linha, o que se reflectirá numa efectiva melhoria dos serviços prestados aos utentes.
Em breve a Acail colocará à disposição do sector da Saúde Angolana um hospital móvel e consultórios aero-transportáveis (com equipamentos de raio-X, audiometria, observação ginecológica, observação ultrassónica CCG e B, bioquímica e recolha de sangue). Esta inovação permitirá levar os cuidados de saúde às populações mais distantes dos centros, melhorando a prestação de serviços de saúde primários.
http://www.verangola.net/Noticias/Acail-Angola-inaugurada-pelo-Ministro-da-Industria=00119
Matthias Offodile July 23rd, 2012, 05:15 PM Angola: Boom boom
The oil money may start to trickle down
From Marxism to malls and motorboats
Jun 30th 2012 | LUANDA | from the print edition
http://media.economist.com/sites/all/themes/econfinal/images/the-economist-logo.gif
TEAMS of gardeners are putting the finishing touches to manicured lawns, palm trees, tropical shrubs and paved walkways. Soon these will stretch the whole way along the Marginal, the seafront road that is being turned into a grand six-lane highway sweeping around the horseshoe-shaped bay of Luanda, Angola's buzzing capital. Modern offices, hotels and apartment blocks are sprouting up behind, replacing the pretty pink-and-white colonial buildings, drab crumbling flats and teeming shanty-towns. Across the bay, fancy yachts and speed boats crowd the shores of the Ilha, a once almost deserted strip of sand used mainly by poor fishermen, on which smart restaurants and nightclubs for the new elite are now springing up.
In the surrounding suburbs, brand-new dormitory towns are rising from the bush, relieving the city-centre crush. Shiny shopping malls are filled with everything the Angolan heart could desire, from gourmet food to the latest fashions and car models. Prices are wildly inflated. Luanda has been reckoned the world's most expensive capital, though Tokyo recently overtook it.
It is also becoming a bit more efficient. A few years ago, a hundred or so ships could usually be counted outside the harbour, waiting their turn to dock. But with the deepening of Luanda's port and the opening of others down the coast, only half a dozen ships are now in the queue, helping to cut Angola's astronomical costs.
Generally deemed wretched after 27 years of civil war that only ended in 2002, Angola is now one of Africa's economic successes—thanks almost entirely to oil. With a population of 20m, it has Africa's fifth-biggest and fastest-growing economy. Between 2004 and 2008 its GDP surged by an average of 17% a year, topping 22% in 2007. It is the continent's second-biggest oil producer after Nigeria. Foreign investment is pouring in at a rate of more than $10 billion a year. In the past decade GDP per person is said to have tripled.
Yet most of its people are still very poor. Two-fifths are undernourished. One in three adults is illiterate. Infant and maternal mortality rates are among the highest in the world, life-expectancy among the lowest. Corruption is rampant. Angola's human-rights record is poor, the police brutal, the courts and the press both still hobbled. In an array of league tables, Angola comes near the bottom.
The People's Movement for the Liberation of Angola (MPLA) has run the show for 37 years. Small wonder that Angola's young, especially in the emerging middle class, have begun to take to the streets. They have described José Eduardo Dos Santos, who has been president for 33 years, as a “plundering monster” who cares nothing for his people. In the past year, Luanda has been the scene of unprecedented demonstrations calling for more freedom, a fairer distribution of wealth, and Mr Dos Santos's removal. But though this has shocked the government out of its complacency, the largely leaderless movement has failed to build up a head of steam. After decades of strife, many Angolans prefer stability to freedom.
In any case, progress is being made. Some people mock Luanda's manicured lawns, but the government is pouring money into much-needed infrastructure in other parts of the country. Slums are being cleared, roads tarred, electricity extended, houses, clinics and universities built. Red tape is beginning to be cut. Foreigners can get visas faster than a year ago.
The MPLA is slowly loosening up, the government becoming a bit more open, and Mr Dos Santos slightly less aloof. He is still widely respected for bringing peace without revenge. A fall in oil prices has slowed the annual rate of growth to around 3% in the past three years, but it may hit double digits again this year.
On August 31st Angolans will go to the polls to elect a new parliament for only the second time in 20 years. A separate poll was to have been held to elect the president directly, but under a controversial new constitution imposed in 2010 whoever leads the winning party on a national list automatically becomes president. Mr Dos Santos, 70 in August, recently ended months of speculation by announcing that he would head his party in the poll. Manuel Vicente, a 56-year-old wheeler-dealer who for 12 years ran Sonangol, the state-owned oil giant until his appointment this year as economics minister, was named as the number two and likely heir.
Last time, in 2008, the MPLA won 82% of the vote. The National Union for the Total Independence of Angola (UNITA), the main opposition party and civil-war foe, got only 10%. A lively new party, the Broad Convergence of Angolan Salvation (CASA), led by Abel Chivukuvuku, a former UNITA man, has fired up young activists. But Mr Dos Santos's followers are almost sure to sweep the board again.
http://www.economist.com/node/21557811
Matthias Offodile July 24th, 2012, 05:41 PM Primeira feira internacional do turismo de Angola realiza-se em Outubro em Luanda
2012/07/24 Notícias
A primeira edição da Bolsa Internacional do Turismo de Angola (Bitur Angola) vai ter lugar em Luanda, de 11 a 14 de Outubro próximo, numa organização conjunta do Ministério da Hotelaria e Turismo e da Feira Internacional de Luanda (FIL), informou este último organismo em comunicado segunda-feira divulgado em Luanda.
Dizendo que a realização do certame decorre do êxito alcançado com um pavilhão dedicado ao turismo na Feira Internacional de Luanda (Filda) 2011, a FIL informou ainda que o evento decorrerá sob o lema “A promoção do património turístico de Angola dissemina as suas atractividade turísticas”.
A parceria entre o sector do Turismo e a FIL visa a divulgação de aspectos culturais, históricos, gastronómicos, naturais e paisagísticos e dar a conhecer Angola e as suas riquezas, além de se pretender criar um espaço para uma reflexão sobre o sector turístico e para debater as estratégias necessárias para o seu desenvolvimento e profissionalização.
O evento conta com a participação de entidades e empresas nacionais e estrangeiras como companhias aéreas, agências de viagens e turismo, hotéis, Serviços de Migração e Estrangeiros, Direcção das Alfândegas, seguradoras e instituições financeiras, estando previstos para a primeira edição 200 expositores em dois pavilhões.
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/07/24/primeira-feira-internacional-do-turismo-de-angola-realiza-se-em-outubro-em-luanda/
Boyshow July 24th, 2012, 06:54 PM _lW3XvUI8D4
Matthias Offodile July 25th, 2012, 11:55 AM ANTÓNIO PEDRO
Economia de Angola pode superar a da África do Sul até 2016?
ANTÓNIO PEDRO, 2012-07-25
O Economist Intelligence Unit publicou um estudo apontando que o crescimento económico de Angola e Nigéria pode ultrapassar o da África do Sul até 2016. O Expansão apresenta o que pensam os especialistas sobre o assunto, bem como as suas perspectivas.O estudo do Economist Intelligence Unit ( EIU)"Para dentro de África: Oportunidades Emergentes para Negócios" atesta que as economias de Angola e da Nigéria poderão registar um crescimento económico capaz de ultrapassar o da África do Sul, que actualmente é considerada a porta de investimentos para o continente. Alguns parâmetros foram tidos em conta para a realização do estudo, que comporta quatro categorias, nomeadamente, países com o menor risco político, com reformas económicas aceleradas, com maior interesse de investidores externos e de dimensão geográfica face aos aspectos atrás focados. <p>OEIU justifica que tal crescimento está atrelado ao volume de investimentos estrangeiros que serão direccionados para Angola e para a Nigéria, coma previsão de que fortes investidores externos mostrarão interesse pelas duas economias, que na prática são grandes produtores de crude filiados na Organização dos Países Produtores e Exportadores de Petróleo( OPEP). Os indicadores do Economist revelam também que as taxas de crescimento de Angola e da Nigéria vão situar-se entre 5 e 7,5 por cento, no período que vai de2012 a 2016. Neste caso, quando calculada a taxa média dos indicadores de crescimento previsto pelo Economist, tem-se 6,25 por cento para Angola e igual valor para o maior produtor de crude do continente africano, o que se aproxima, sobremaneira, da taxa média de crescimento do FMI para o mesmo período, que é 6,3 por cento. Contrariamente ao estudo em destaque, a abordagem analítica do FMI, publicada recentemente, é diferente.</p><p>Para a instituição de Bretton Woods, em2016 Angola nem sequer vai aproximar-se da África do Sul em termos de crescimento económico taxativo. Enquanto o estudo diz que Angola e a Nigéria vão ultrapassar o crescimento da África do Sul até 2016, o FMI avalia tal cenário através do PIB absoluto ou do PIB por habitante em dólares. Uma vez que o PIB é o maior medidor para avaliar o crescimento entre várias economias, na análise do FMI até 2016 o PIB absoluto de Angola será de 154 mil milhões USD, o da Nigéria 353 mil milhões USD, ao passo a África do Sul vai apresentar-se com505 mil milhões USD. Se o cenário do Economist for analisado pelo PIB por habitante, em dólares, segundo a análise do FMI, que é anterior à publicação doestudo do EIU, até 2016 cada habitante em Angola "recebe" da distribuição da riqueza nacional 6801 USD, a Nigéria 1920 USD e a África do Sul 9420 USD. Face às divergências entre as análises numéricas do FMI e o facto anunciado pelo EIU, de que Angola e a Nigéria vão crescer mais que a África do Sul até 2016, o Expansão abordou diferentes especialistas, que convergem na lguns pontos e divergem noutros.
http://expansao.sapo.ao/noticias/economia_e_financas/detalhe/economia_de_angola_pode_superar_a_da_africa_do_sul_ate_2016_
Matthias Offodile August 13th, 2012, 11:45 PM Nestlé opens first factory in Angola
August 7, 2012
http://www.marblicksweg.de/wp-content/uploads/2011/07/Nestle_Logo.jpg
Nestlé continues its commitment to Africa with the opening of a CHF 16 million factory in Luanda, Angola.
It is the second factory site the company has inaugurated on the continent this week, following the opening of two new manufacturing units in South Africa.
The factory in Angola is Nestlé’s first in the country. Located in Luanda, it is a ‘finishing centre’ for packing products such as Nido milk powder.
It will create 50 new jobs by the end of its first year of operations, with local people being recruited for the majority of positions.
Fast-growing economy
“Angola is important for us,” said Paul Bulcke, Nestlé’s Chief Executive Officer. “We see many opportunities to be part of the country’s growth by offering consumers high-quality, affordable nutrition.
“Angola is not only one of the fastest-growing economies in Africa, but one of the fastest-growing in the world, with a rising middle class.
“By opening our first factory here, we will be closer to our consumers and can better adapt our products to their needs and preferences.”
Mr Bulcke attended the opening ceremony in Luanda with Nandu Nandkishore, Nestlé Executive Vice President and Head of Zone Asia, Oceania and Africa and the Middle East, and Roger Stettler, Nestlé Senior Vice President and Head of Africa.
They were joined by local government representatives and members of Nestlé Angola’s management team.
Local production
Nestlé announced it would build the factory in Angola as part of a three-year CHF 150 million investment programme it launched in Equatorial Africa in 2010.
The company now plans to build new production lines on the same site in Angola to manufacture beverage products such as Nescafé.
Nestlé in Angola
Nestlé has a long history in Angola that dates back to 1955 when its products were first sold in the country.
Since then the company has steadily increased its product portfolio in Angola. It currently sells brands such as Cerelac, Nido, Nesquik, Nescafé, Maggi and Ricoffy.
Angola is one of 21 countries covered by Nestlé’s Equatorial African Region, a subsidiary of Nestlé S.A. with headquarters in Nairobi, Kenya.
http://www.nestle.com/Media/NewsAndFeatures/Pages/Angola-factory-inauguration.aspx
Matthias Offodile August 14th, 2012, 08:04 PM Auto Sueco exibe-se na Expo Huíla
http://i.s.sl.pt/91f9f9dc0e6a6ac29b0a5cdf21c2780d.jpg
13 de Agosto, 2012
A concessionária de automóveis, camiões e autocarros, Auto Sueco Angola, vai expor a sua gama de produtos na Expo Huíla, de 15 a 19 Agosto do mês em curso, segundo um comunicado endereçado ao SOL.
A referida empresa tem em curso, um plano de expansão das unidades pós-venda pelo território nacional, no sentido de proporcionar mais valor aos clientes através de uma aproximação dos seus serviços aos clientes de outras províncias, de modo a elevar nível de serviço e a consolidação da assistência aos seus produtos.
rubio.praia@sol.co.ao
por Rúbio Praia
Matthias Offodile August 19th, 2012, 06:52 PM Produção de granito negro aumenta no Lubango
Arão Martins |Lubango - Hoje
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120819115159negro.jpg
Exposição da Huíla leva empresários a apostar na qualidade e diversificação dos materiais de construção para o mercado nacional
Fotografia: Arão Martins
A empresa de transformação de granito negro da Huíla Emanha registou, durante o primeiro semestre do ano em curso, um aumento de 15 por cento na sua produção, em relação a igual período do ano anterior.
A informação foi prestada no Lubango pelo sócio-gerente da empresa, Henriques Carriço, ao apresentar um novo produto na Feira Internacional de Negócios (Expo Huíla 2012), aberta na quarta-feira por ocasião das festas da Nossa Senhora do Monte.
Henriques Carriço informou que o aumento da produção deve-se a solicitações resultantes do crescimento de obras de impacto social em curso, como escolas, hospitais, postos de saúde e mediatecas projectadas pelo Executivo em diversas províncias.
“Neste momento há um ligeiro crescimento em relação ao ano passado. Esperamos chegar, no fim do ano, com um ganho de 20 a 25 por cento em relação ao ano passado”, adiantou.
Henriques Carriço salientou que a “exigência do Executivo angolano na valorização do empresariado nacional já tem efeitos aceitáveis, pois muitas obras que estão a ser executadas, não só na província da Huíla, têm recorrido ao produto nacional, o que obriga a primar por mais qualidade do material”.
O sócio gerente da Emanha explicou ao Jornal de Angola que actualmente a empresa de transformação de granito negro da Huíla produz 70 mil metros cúbicos por ano. A empresa vai dispor, no decorrer deste ano, de novos equipamentos para fazer face às necessidades do mercado e atingir uma produção de 80 mil metros cúbicos. “Durante o primeiro semestre do ano em curso já produzimos 60 por cento de facturação, em relação ao ano passado”, acrescentou.
Novo calcário de Benguela
Um novo produto de calcário de Benguela está a ser exibido na Expo Huíla pela Emanha. O sócio-gerente Henriques Carriço disse que o novo produto calcário de Benguela surge em função das solicitações. Até ao final do primeiro semestre, a Emanha apenas fornecia granito negro. Com a apresentação do novo produto, a empresa começa brevemente a fornecer calcário de Benguela. O calcário de Benguela é um produto destinado a calçadas e edifícios.
Empresa de calcários precisa de empréstimo
A empresa de calcários da Huíla necessita de dez milhões de dólares para aumentar a produção actual de cal hidráulica e de outros derivados, informou na comuna de Tchivinguiro, município do Lubango, o sócio-gerente da fábrica. João Teixeira referiu que se o valor for disponibilizado pela banca, a fábrica pode adquirir mais duas linhas de enchimento, com capacidade para produzir mil toneladas de cal por dia, contra as actuais cem toneladas.
A empresa está neste momento a produzir calcário dolomítico para a correcção de solos, cal hidráulica para a construção civil e outros derivados. “A nossa capacidade de produção instalada é de 100 toneladas por dia, mas, neste momento, produzimos entre 70 e 80 toneladas”, disse. A empresa de calcários da Huíla, vocacionada para a extracção, exploração e transformação de rochas, emprega 50 trabalhadores.
Empresas lançam produtos
A Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA) lançou um novo produto na maior bolsa de negócios da região Sul, a Expo Huíla, denominado Seguro Multi-Risco Habitação. O consultor do Departamento de Produtos e Canais, Paulo Kamundongo, explicou que o Seguro Multi-Risco Habitação visa proteger os imóveis e seu conteúdo de danos resultantes de incêndios, roubos, raio ou explosão.
“Ao fazer este seguro, não só se protege a casa com os seus bens, como os danos decorrentes da responsabilidade civil das pessoas que habitam nela. Se eu tiver um animal de estimação e por qualquer razão deixar o portão aberto e esse animal morder alguém, os danos físicos decorrentes dessa agressão, também ficam por conta da asseguradora”, sustentou.
Serviço Blackberry
De igual modo, a operadora de telefone Unitel lançou na Expo Huíla os serviços Blackberry pré-pago e o produto tarifário Plano Boss. O serviço Blackberry pré-pago permite o acesso fácil sem fios ao e-mail, agenda, internet, multimédia e outras aplicações de negócios e lazer no telefone inteligente (Smartphone Blackberry), enquanto o Plano Boss é um produto empresarial novo, sem assinatura, que funciona em regime pré-pago, destinado a micro e médias empresas e permite total controlo e gestão do saldo.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/producao_de_granito_negro_aumenta_no_lubango
16-08-2012 19:50
Indústria
Ministro da Indústria inaugura quatro unidades fabris no Huambo e Caála
Huambo - O ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David, inaugurou hoje, quinta-feira, nos municípios do Huambo e Caála, província do Huambo, quatro unidades fabris que vão proporcionar vários serviços às populações e diminuir as importações para esta região.
Durante algumas horas na província do Huambo, o governante reinaugurou a fábrica Habitec comercial e Industria S.A, que criou 40 postos de trabalho e possui uma capacidade para a produção de 55 metros cúbicos de madeira seca, bem como 250 unidades de mobiliários diversos por dia, entre carteiras escolares, portas e janelas.
O governante reinaugurou igualmente uma cerâmica afecto ao grupo Soconforto, com uma capacidade de produzir 58 toneladas de argila, que corresponde a 30 unidades, entre tijolos e telhas em oito horas de produção diária, empregando mais de 80 trabalhadores angolanos.
O ministro da Geologia e Minas e da Industria, Joaquim David, inaugurou também a fabrica de artigos plásticos e moveis de madeira localizado no bairro de São Pedro, afecta a empresa Lungêmbia trading, lda, que investiu mais de três milhões de dólares norte americanos e criou 50 postos de trabalhos directo para homens e mulheres desta região.
Joaquim David durante a sua estada na província do Huambo, inaugurou ainda a fábrica de colchões de espuma no município da Caála, com uma capacidade de produzir 300 unidades diária e 10 tanques de água, cujo funcionamento está assegurado por 18 funcionários de nacionalidade angolana.
As respectivas unidades fabris ora inaugurados na província do Huambo, juntam-se as já em funcionamento da CUCA, CEFA, Lusocola e outras que estão a contribuir no ressurgimento do sector industrial desta região.
O funcionamento das respectivas unidades fabris inauguradas pelo ministro da Geologia e Minas e da Indústria criaram oportunidade de empregos a mais de 248 empregos directos para os cidadãos angolanos, numa iniciativa que visa diminuir o índice de desemprego no seio da juventude.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/7/33/Ministro-Industria-inaugura-quatro-unidades-fabris-Huambo-Caala,dd3156a7-895e-4921-8d22-153071cc6a8b.html
13-08-2012 21:32
Huíla
Mercado industrial ganha nova unidade de produção
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/7/33/0,76aa7c7b-f2d8-47e8-9f2d-ff89c82cefd3.jpg
Lubango - Infra-estruturas nos domínios da Geologia e Minas serão inauguradas nesta terça e quarta feiras (14 e 15 de Agosto), ao nível da província da Huíla, pelo ministro do sector, Joaquim David, no âmbito de uma visita de constatação a esta região.
De acordo com uma nota do governo provincial da Huíla, o ministro vai inaugurar a unidade de produção Metalosul, para posteriormente deslocar-se às unidades Granisul, Nova Cerâmica Gingeira, à de produção de água "A Preciosa" e a industrial Calcários da Huíla.
O ministro vai também visitar o complexo industrial "A Nossa Terra", bem como participar da abertura da Expo/Huíla.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/7/33/Mercado-industrial-ganha-nova-unidade-producao,e57c54e7-b099-4357-89ab-be1b6e9f2254.html
Matthias Offodile August 31st, 2012, 04:28 PM Huila province is really going somewhere, not a week passes by without the announcements of new factories opening there
Novas fábricas abrem na Huíla
Estanislau Costa | Lubango - 26 de Agosto, 2012
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20120826085640mets.jpg
Muitos jovens encontraram o seu primeiro emprego na fábrica da Metalosul e já perspectivam melhorias nas suas vidas
Fotografia: Arimateia Baptista | Lubango
A extensão do Parque Industrial da Huíla na comuna da Arimba, nova centralidade da Quilemba, Eywa e nos 13 municípios da província, está a estimular o surgimento de várias indústrias de transformação de matéria-prima e de produção de alimentos e bens diversos. O Parque Industrial da Huíla já ocupa um lugar de relevo na criação de empregos directos, absorção dos produtos do campo, redução da importação de materiais para cobrir as necessidades da construção civil, ramo alimentar, refrigerantes, água mineral, bebidas alcoólicas, entre outros.
A movimentação frenética registada diariamente satisfaz principalmente os jovens, ansiosos por obter o primeiro emprego.
Francisco Mulangue, 22 anos, faz parte dos 139.679 indivíduos que, sem medir esforços, asseguram o funcionamento regular de dezenas de indústrias da província.
O jovem, que deseja especializar-se em soldadura, ofício que aprendeu num centro de formação profissional do Lubango, acredita que o seu intento vai ser alcançado na Metalosul, indústria de transformação de matéria-prima metálica do grupo Socolil.
Na fábrica, aperfeiçoa um pouco de tudo, como soldar ferro e alumínio, cortar vários formatos de vidro e produzir painéis sanduíches, um material actual na construção civil. “A nossa actividade tem o cunho de engenheiros portugueses, espanhóis e de outros países europeus”, explica.Na Metalosul, a funcionar oficialmente desde meados de Agosto, os companheiros de Mulangue são na maioria jovens com idades entre os 22 e os 35 anos, entusiasmados por estarem a ganhar mais experiência, a trabalhar com perfeição e a organizar melhor a vida com a construção de casa própria e constituição de família.
António Francisco é exemplo disso. Pai de um menino de dois anos, está à espera do segundo crédito bancário para dar início à construção da sua casa no terreno que lhe foi atribuído pelo Governo, no quadro do incentivo à autoconstrução dirigida. Com os resquícios da má vida estampados no rosto, António Francisco, diz, já não dá tempo a bebedeiras, brigas ou trafulhices.
O trabalho está em primeiro lugar e o repouso e visitas aos familiares reservados para os fins-de-semana. Esta mudança brusca na vida de António Francisco enche de orgulho pais e parentes.
Valorizar a produção
A procura de materiais de construção civil no mercado internacional e a edificação de modernas infra-estruturas na província da Huíla, e noutros pontos do país, motivaram o Grupo Socolil a apostar na criação duma indústria de transformação de matéria-prima metálica e outros equipamentos.
Para o efeito, o grupo empregou mais de 40 milhões de dólares na importação de equipamento, transportes, construção de infra-estruturas, formação de pessoal nacional e contratação de especialistas estrangeiros, entre outras actividades.
O presidente do Conselho de Administração do grupo, Luís da Fonseca Nunes, explica que uma das razões que motivou a criação da fábrica teve a ver com a abertura de novos postos de trabalho para a juventude.
Estão a funcionar no complexo produtor 140 trabalhadores nacionais colocados em diversas áreas.
As maiores e melhores contribuições, diz, que os empresários devem dar ao país são os novos empregos e a diversificação da produção em quantidade e qualidade, para corresponder às diversas necessidades. “Só agindo desta maneira o progresso industrial vai atingir patamares mais elevados”, afirma.
Luís da Fonseca Nunes explica que a produção directa de painéis de sanduíches é um valor acrescentado para o mundo da construção nacional, por ser a única na África Austral, e evita que as construtoras tenham de recorrer com frequência ao mercado estrangeiro e aguardar vários dias para receber as mercadorias.
Além de transformar matéria-prima metálica, a Matalosul produz perfilagem de chapas, revestimentos de tecto e parede, alumínio, cortes de vários formatos e espessura de vidro. A partir de agora, os empreiteiros com obras públicas em curso deixam de recorrer à importação.
As construtoras nacionais e estrangeiras reconhecem as vantagens de adquirir painéis de sanduíches, por ser um tipo de material frágil e importante para a construção civil moderna. Por isso, as empresas Omatapalo, Mota Engil, Teixeira Duarte e outras, já encetaram contactos para o fornecimento.
Indústria em crescimento:cheers:
O ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David, que procedeu à inauguração da fábrica na zona do parque industrial do Lubango, testemunhada pelo vice-governador para a área Económica, Cunha Velho, e vários convidados, percorreu diversos sectores da unidade fabril e constatou o aparato tecnológico instalado e o seu manuseamento a cargo de técnicos nacionais.
Foram ainda visitadas as fábricas Granisul, Nova Cerâmica Gingeira, A Preciosa, Calcários da Huíla, A Nossa Terra e outras. Joquim David considera haver um grande dinamismo por parte dos empresários nacionais na província da Huíla. O trabalho dos empresários, na qualidade de parceiros do Executivo, “está a contribuir para a criação de milhares de empregos e a conter as importações de determinados bens”. O ministro reconhece que a actual dinâmica empresarial se deve aos benefícios da paz alcançada há dez anos e às importantes acções levadas a cabo pelo Executivo, no domínio das estradas, comunicações, sistemas eléctricos, água, entre outros.
O titular da pasta da Geologia e Minas e da Indústria afirma que as condições referenciadas são “acrescidas aos incentivos e estímulos dispostos nos sistemas bancários e outras instituições financeiras, que estão a tornar exequível a materialização dos projectos empresariais”.
Joaquim David garante estar em curso a criação de medidas que visam proteger cada vez mais a produção nacional e o crescimento e desenvolvimento industrial.
“A protecção da produção nacional deve ser feita de modo a não encarecer os produtos no mercado”, afirma o governante.
“Inaugurámos a Matalosul e visitámos a Granisul e a Nova Cerâmica Gingeira, que está neste momento a pôr em funcionamento a segunda linha de produção de tijolos”, afirma.
O titular da pasta da geologia e Minas e da Indústria explica que todas elas são unidades novas que vão trazer riqueza ao país, com o aumento das contribuições fiscais, força de trabalho, capacidade tecnológica e melhoria da capacidade de resposta dos angolanos. Na comuna da Arimba, arredores da cidade do Lubango, está instalado o complexo industrial Granisul com duas linhas de produção de derivados de rochas ornamentais e mármores, abundantes em vários pontos da região sul (Huíla, Namibe e Cunene).
As máquinas são de alta tecnologia e originárias da Itália. O seu funcionamento é assegurado maioritariamente por jovens, vestidos de acordo com as normas de uma unidade fabril que se preze.
O grupo investiu 2.800 milhões de kwanzas com a qualificação do pessoal, entre nacionais e especialistas estrangeiros, preparação do espaço, aquisição de máquinas com tecnologia de ponta, montagem de quatro naves, transportes, sistema alternativo de energia eléctrica, reservatórios de água, fonte de armazenagem e tratamento dos resíduos líquidos e sólidos.
A Granisul, afirma o director do empreendimento, Gonçalo Torres, produz diariamente 560 metros quadrados de ladrilho, na primeira linha, e na segunda 700 metros quadrados de chapa de granito, semanalmente. Os ladrilhos negros, rosa e cinza são as qualidades disponíveis.
http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/novas_fabricas_abrem_na_huila
Kizaca August 31st, 2012, 04:32 PM Isto e muito bom...Angola esta a caminhar bem.
Matthias Offodile September 18th, 2012, 09:57 PM BENGUELA
Parque industrial da Catumbela consome 46 milhões USD
Com uma área demais de 2000 hectares, equivalente a cerca de 2000 campos de futebol, trabalham nas distintas fábricas perto de 1500 pessoas, na sua maioria jovens, dos quais 90% são nacionais.
ESTÊVÃO MARTINS, 2012-09-12 15:40:00
TamanhoT+T-
O Pólo de Desenvolvimento Industrial da Catumbela (PDIC), localizado na província de Benguela, já consumiu 46,6 milhões USD desde a sua implantação em 2005 com a instalação de 21 fábricas no seu perímetro.
De acordo com o director do PDIC, Samuel Amaral, que falou ao Expansão a partir de Benguela, a fábrica de construção de painéis de esferovite, que foi inaugurada recentemente pelo ministro da Indústria e Geologia e Minas, Joaquim David, possui uma capacidade de produzir, por turno de oito horas, 1200 metros quadrados de painéis.
Com o objectivo de contribuir para o fortalecimento do mercado habitacional, a unidade fabril emprega 30 trabalhadores nacionais e, segundo Samuel Amaral, os níveis de produção de infra-estrutura poderão ser ampliados de acordo com as necessidades do mercado.
O PDIC conta ainda com diferentes tipos de indústrias, nomeadamente de cerâmica, artigos plásticos, colchões, transformação de mármore, materiais de construção (betão, blocos, placas de esferovite para construção), de emulsões e betumes e montagem de atrelados e assistência técnica.
No pólo existem também fábricas de tubos de aço soldado, montagem de alfaias, bebidas espirituosas, mistura e ensacamento de fertilizantes, reparação de jantes e recauchutagem de pneus, produtos higiénicos, bolachas e biscoitos, malha-sol, varões e materiais ferrosos para construção, e uma de esferovite.
http://expansao.sapo.ao/noticias/nacional/detalhe/parque_industrial_da_catumbela_consome_46_milhoes_usd
NO SUL DE ANGOLA
Empresa portuguesa encaixa 30 milhões de euros em contrato de pesquisa geológica
Angola pretende relançar o sector mineiro, procurando diversificar as fontes de produção e aumentando as fontes de receita.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-09-10 10:19:00
O Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) de Portugal assinou um contrato com o Executivo angolano avaliado em 30 milhões de euros para realizar trabalhos de levantamento da capacidade geológica do Sul do País.
Desta forma, os técnicos da empresa portuguesa vão avaliar, durante os próximos oito anos, o potencial dos recursos minerais metálicos e rochas industriais naquela zona do território angolano, para além de, no termo do contrato, estar previsto o apoio à reestruturação e à capacitação do Instituto Geológico de Angola (IGEO).
"O know how português nesta área é muito importante", realça o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, ao Diário Económico, explicando que o trabalho de "levantamento do potencial geológico do território de Angola, realizado no âmbito da parceria estratégica entre Portugal e Angola, ganha ainda maior relevo dentro da aposta comum nos recursos geológicos".
Citado ainda pela imprensa portuguesa, o governante explicou que o contrato ganho pelo LNEG, no âmbito de um investimento de 90 milhões de dólares (71,3 milhões de euros), foi discutido durante a última visita do dirigente a Angola, "porque existe uma grande sinergia dos dois governos nesta matéria", defendeu.
Tal como acontece em Portugal, que recentemente apresentou uma estratégia para o sector geológico e mineiro, "Angola pretende relançar o sector mineiro local, procurando diversificar as fontes de produção e aumentando as fontes de receita", acrescentou a fonte do Diário Económico.
http://expansao.sapo.ao/noticias/nacional/detalhe/empresa_portuguesa_encaixa_30_milhoes_de_euros_em_contrato_de_pesquisa_geologica
RISCO DE CRÉDITO
Agência Moody’s admite rever em alta rating de Angola
A agência acredita que a expansão do sector de petróleo e gás ajudará ao crescimento económico e ao reforço das reservas de divisas do País.
CÂNDIDO MENDES, 2012-09-06 11:57:00
TamanhoT+T-
A Moody's Investors Service, uma das três principais agências internacionais de classificação de risco de crédito, elevou na semana passada a perspectiva do rating de Angola de Ba3 "estável" para "positivo", o que significa que admite rever em alta a capacidade de pagamento do País, com base na expectativa de crescimento económico e reforço das reservas de divisas.
"O crescimento é sustentado pela expansão gradual do petróleo angolano e gás, que por sua vez continuarão a apoiar a diversificação da economia do País e o desenvolvimento de infra-estruturas", justifica a Moody's num press release datado de 22 de Agosto.
A Moody's acredita ainda que, com o aumento de vendas do crude, principal commodity de exportação, o Governo continuará a fortalecer as reservas internacionais, que em Junho atingiram 32,5 mil milhões USD e que poderão ser usadas como "tampão" contra choques económicos externos.
O rating soberano de Angola, Ba3, poderá ser revisto e malta "caso seja criado um fundo de estabilização orçamental ou soberano com activos de dimensão suficiente para amortecer o impacto sobre as finanças públicas de um choque externo, considera a Moody's.
Pelo contrário, a restrição principal que impede Angola de atingir ainda melhor classificação é a sua "muito baixa força institucional". Também em 22 de Agosto, a Standard & Poors manteve a classificação de risco de Angola em BB- e B, para créditos de longo prazo e curto prazo, respectivamente, com perspectiva estável.
A agência destaca como pontos fortes do País a riqueza em recursos naturais, as boas perspectivas de crescimento e baixo nível de endividamento interno e externo.
"Fraquezas institucionais, limitações políticas e falta de diversificação económica" são os pontos fracos identificados pela agência. Entre os indicadores que poderiam criar "pressão" para baixar o rating, a Standard & Poors cita a queda do preço do crude no mercado internacional, o que provocaria um declínio das receitas petrolíferas, assim como a eventualidade de a dívida do Governo ou os índices de inflação aumentarem significativamente.
A S&P considera ainda que uma instabilidade política pressionaria também a baixa do rating do País. Pelo contrário, a agência incrementaria o rating angolano caso o País conseguisse "diversificar significativamente a economia, aumentasse substancialmente a capacidade institucional e melhorasse a transparência".
http://expansao.sapo.ao/noticias/economia_e_financas/detalhe/agencia_moodys_admite_rever_em_alta_rating_de_angola
NA HUÍLA
Empresa angolana investe 15 milhões USD em projectos industriais
O grupo empresarial angolano existe há mais de 15 anos instalado na província da Huíla.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-09-12 10:31:00
TamanhoT+T-
O grupo empresarial angolano Savana investiu mais de 15 milhões USD na abertura de nove empreendimentos económicos na província da Huíla.
Citado pela Angop, o presidente do grupo, Norberto Carlos, disse que aquele montante foi aplicado na construção de uma fábrica de tintas, numa unidade de processamento de calcários e na abertura de estabelecimentos comerciais para a venda de materiais de construção civil e produtos alimentares.
O grupo Savana existe há mais de 15 anos na província da Huíla.
http://expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/empresa_angolana_investe_15_milhoes_usd_em_projectos_industriais
Matthias Offodile September 19th, 2012, 12:49 PM http://www.ukstudentlife.com/Ideas/Album/KoreanFestival/KoreanFlag.jpghttp://www.ccd-card.com/filePictures/AngolaFlag.jpg
:banana::cheers:
Set 14th, 2012
Economia / Últimas | Por editor (online)
Korea Eximbank quer aprofundar operações com Angola
O presidente do Banco de Exportação-Importação da Coreia (Korea Eximbank), Kim Yong-hwan, manifestou o interesse de a sua instituição aprofundar a cooperação com a banca angolana e de outros países africanos.
Kim Yong-hwan avançou esta posição durante um seminário económico para os chefes de missões diplomáticas de países africanos e do médio oriente, que contou com a participação do embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola na Coreia do Sul, Albino Malungo.
O bancário expressou a determinação do Korea Eximbank de cooperar com os países de África e do Médio Oriente, que têm recorrido às empresas sul-coreanas para projectos de construção.
Em paralelo ao evento, o embaixador Albino Malungo desenvolveu contactos com Kim Yong-hwan, tendo sido agendado, para os próximos dias, um encontro com o director para África da referida instituição, Tae-yong Lee, visando o fortalecimento dos laços com Angola.
O Banco de Exportação-Importação da Coreia (Korea Eximbank) vai organizar no próximo mês de Outubro a Conferência de Cooperação Económica, Coreia-África, que contará com a presença de altos representantes do Governo sul-coreano e de estados Africanos.
De acordo com as autoridades, a referida conferência visa facilitar e apoiar as empresas sul-coreanas com investimentos em África.
O Banco de Exportação-Importação da Coreia (Korea Eximbank) é uma agência oficial de crédito à exportação e programas de garantia, para apoiar empresas sul-coreanas na realização de negócios no exterior.
Desde a sua criação em 1976, o banco apoiou activamente a economia da Coreia do Sul e facilitou a cooperação económica com os países estrangeiros.
http://www.portaldeangola.com/korea-eximbank-quer-aprofundar-operacoes-com-angola/
S.city September 20th, 2012, 10:52 PM Luanda — The Chinese group CITIC is participating in programme for construction of about 100,000 residences in 10 provinces of the country, on Wednesday here said its CEO, Chang Zhenming, Angop has learnt.
In a first phase will be constructed about 49,000 residences whose works are in various provinces, being that the other 50,000 are awaiting for financing.
He announced that the residences will be constructed in the cities of Cabinda, Soyo, Mbanza Kongo, Benguela, Namibe, Lubango, Luanda, Zango and Belas Municipalities, as well as in Kuando-Kubango, Lunda-Norte and Lunda-Sul.
Matthias Offodile September 21st, 2012, 05:15 PM This is real estate news I will post it in the right thread.
Matthias Offodile September 24th, 2012, 02:23 PM 21-09-2012 18:59
Suíça
Angola poderá sair da lista dos Países Menos Avançados
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/8/38/0,514d39a7-d99a-47b6-aa56-c05351d85f9f.jpg
Apolinário Correia, representante de Angola junto da ONU e organizações internacionais
Genebra – O Comité das Políticas de Desenvolvimento do Conselho Social das Nações Unidas (CNUCED) anunciou hoje, em Genebra, que Angola se tornou candidata ao processo de graduação do Grupo de Países Menos Avançados da lista a ser aprovada em 2015 e integrar os (países) de Rendimento Médio.
Pelo facto, Angola foi recomendada pelo CNUCED para trabalhar no sentido de sair da lista de Países Menos Avançados (PMA), tendo em conta os progressos macro-económicos e sociais alcançados.
Segundo as normas, para que isto aconteça, os PMA deverão cumprir dois dos três critérios de elegibilidade, em valores limites superiores aos estabelecidos para a inclusão, ou ainda, havendo um nível elevado do Produto Nacional Bruto (PNB) per capita duas vezes maior que o valor estipulado para a inclusão, é suficiente para a exclusão da lista, mesmo que o país não tenha alcançado os valores necessários em nenhum dos outros dois critérios.
Estes dados foram avançados em Genebra, Suíça, durante a sessão especial no âmbito do 59º Conselho da CNUCED, sobre a graduação dos PMA.
Em Março último, na reunião do Comité de Políticas de Desenvolvimento da CNUCED, foi pela primeira vez considerado que Angola cumpre os critérios de elegibilidade para ser excluída da lista de Países Menos Avançados, cumprindo-se a primeira etapa de um longo processo, que iniciará em 2015 e poderá estender-se por mais três anos de transição para a sua integração no grupo de Países de Rendimento Médio.
O passo dado hoje consistiu no anúncio de Angola como país candidato ao processo de graduação do Grupo de Países Menos Avançados, da lista de países a ser aprovada em 2015.
Os critérios para que os países sejam candidatos à graduação dos PMA são o Produto Nacional Bruto (PNB) per capita, como indicador da capacidade de geração de rendimentos; Índice de Capital Humano (ICH), como indicador das reservas de capital humano; e Índice de Vulnerabilidade Económica (IVE), como indicador da vulnerabilidade económica a crises exógenas.
Durante a sessão de hoje da CNUCED, o Representante Permanente de Angola junto da ONU e Organizações Internacionais em Genebra, Embaixador Apolinário Correia, realçou o crescimento económico do país desde o alcance da paz em 2002, indicando que no período seguinte o PIB angolano cresceu em média cerca de 12 porcento.
Nas últimas três décadas, apenas três países saíram do grupo dos PMA, designadamente Botswana, Cabo Verde e Maldivas.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/8/38/Angola-podera-sair-lista-dos-Paises-Menos-Avancados,b931e738-a314-4a18-837f-c7691fda00bc.html
Matthias Offodile October 5th, 2012, 10:01 PM 05-10-2012 14:42
Balanço
Indústria transformadora investe cerca de dois biliões de dólares
Luanda - O sector da Indústria Transformadora investiu, no período de 2008 a Agosto de 2012, um bilião 786 milhões 513 mil 825 dólares no licenciamento de vários estabelecimentos industriais no país, que proporcionou 13 mil e 127 postos de trabalho.
Os investimentos foram direccionados para 14 províncias, liderado por Luanda com 74,95% do total dos projectos licenciados, Malanje (11,99 %), Benguela (5,33%) e Bengo (2,67%).
Segundo um relatório da instituição, durante este período 408 funcionários receberam acções de formação em áreas ligadas ao desenvolvimento gerencial e da gestão moderna, técnicas de secretariado, gestão de projectos e secretarial, informática e recursos humanos.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/9/40/Industria-transformadora-investe-cerca-dois-bilioes-dolares,00e410e8-e237-4233-b202-8f8909406455.html
Matthias Offodile October 5th, 2012, 10:09 PM Bolsa do Turismo atrai investidores:cheers:
Hoje
A primeira edição da Bolsa Internacional do Turismo de Angola (Bitur Angola) realiza-se em Luanda, entre os dias 11 e 14 do mês em curso, por iniciativa do Ministério da Hotelaria e Turismo e da Feira Internacional de Luanda (FIL).
Os promotores da iniciativa, que tem como lema “a promoção do património turístico de Angola dissemina as suas atracções turísticas” e a participação de entidades e empresas nacionais e estrangeiras, como companhias aéreas, agências de viagens e turismo, hotéis, seguradoras e instituições financeiras, prevêem a presença 200 expositores em dois pavilhões.
A Bitur Angola tem o objectivo de divulgar aspectos culturais, históricos, gastronómicos, naturais e paisagísticos.
Também pretende ser um espaço de reflexão do sector e de debate das estratégias necessárias para o seu desenvolvimento e profissionalização. Angola estabeleceu a meta de 4,6 milhões de turistas até 2020 e a criação de um milhão de postos de trabalho directos no sector.
Feira Internacional de Minas
A Feira Internacional de Minas de Angola (FIMA) abre dentro de uma semana nas instalações da FILDA, em Luanda, com a participação de 120 empresas nacionais e estrangeiras. A feira, organizada pelo Ministério da Geologia e Minas, em parceria com a FIL (Feira Internacional de Luanda), serve para incentivar os investimentos na produção diamantífera e reactivar o sector mineiro angolano.
De acordo com um documento a que a Angop teve acesso, a maior feira de minas da África Austral serve ainda para promover o potencial do mercado nacional em diamantes, ouro, granitos, rochas ornamentais, areia, burgau, banca, seguradoras, prestadores de serviços e segurança. O objectivo é tornar a FIMA uma das maiores atracções do mercado mineiro do continente africano.
A feira apresenta novos produtos e soluções tecnológicas aplicáveis ao sector e é uma plataforma de partilha de conhecimento e diálogo internacional, envolvendo associações e agentes económicos activos. A decorrer de 11 a 14 de Outubro, sob o lema “Com a Diversificação da Economia, Apostemos no Desenvolvimento em Angola”, a Feira Internacional de Minas de Angola, vai estar aberta ao público das 14h00 às 20h00.
Empresas de Angola, Argentina, Portugal, Dubai, Holanda, Alemanha e Namíbia, ocupando uma área bruta de seis mil metros quadrados, vão expor as novidades na exploração, gestão e desenvolvimento mineiro, gestão de concessões, agregados, componentes, equipamento auxiliar e materiais de substituição. Os processos de perfuração, extracção e de tratamento mineral, sistemas e equipamentos de perfuração, equipamentos e materiais logísticos, serviços, equipamentos de extracção mineral, energia e transmissores, engenharia, construção e mineração e sistemas informáticos e soluções tecnológicas são áreas que os expositores pretendem mostrar na FIMA.
As principais linhas estratégicas de desenvolvimento do sector mineiro, o elevado potencial angolano e contributo directo para o desenvolvimento socioeconómico de Angola contam com espaço próprio.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/bolsa_do_turismo_atrai_investidores
Matthias Offodile October 10th, 2012, 01:14 PM Economia
10 de Outubro de 2012
Parque Industrial do Huambo em estudo de revitalização
O director da Indústria na província do Huambo, Augusto Filipe, anunciou que já está em elaboração um estudo para revitalizar o parque industrial da região.
Disse que a implementação do programa será extensiva a todos os municípios da província, que vai permitir identificar as principais potencialidades industriais de cada circunscrição.
Augusto Filipe assegurou que a implantação de unidades industriais passa essencialmente pela existência de matéria-prima, para sustentabilidade da actividade produtiva, razão pela qual a direcção provincial vai realizar o referido estudo. “O sector da indústria caminha a passos seguros, rumo à industrialização da província do Huambo, mas é necessário imprimir uma nova dinâmica, que consiste na criação de unidades fabris sustentáveis, para combater o desemprego”, realçou.
Realçou que esse estudo permitirá igualmente o surgimento de indústrias de reciclagens, de modo a contribuir para a manutenção de um ambiente mais ecológico.
A propósito, disse ser de carácter imperioso a criação de políticas de gestão de resíduos sólidos para potencializar o sector, mas sem prejudicar o meio ambiente.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/parque-industrial-do-huambo-em-estudo-de-revitalizacao
Economia
10 de Outubro de 2012
Zona Económica Especial com plano para até 2015
http://imgs.sapo.pt/tpa/content/img/zee.jpg
Zona Económica Especial com plano para até 2015
A zona Económica Especial de Viana tem como plano estratégico para 2012/2015 incrementar a arrecadação de receitas por meio de novos negócios e aplicar novos critérios de qualidade e eficiência na gestão.
O presidente do Conselho de Administração, António de Lemos, informou, ontem (terça-feira) que consta igualmente do plano estratégico da Sociedade de Desenvolvimento da ZEE introduzir e aplicar inovações tecnológicas nos processos da empresa, com vista a aumentar o desempenho e melhorar a prestação de serviços aos clientes.
Na perspectiva de ajudar a diversificar a economia angolana e promover o crescimento da ZEE, António de Lemos, disse que os novos projectos foram aprovados.
Disse que na zona foram instalados diversos serviços como de segurança prestado pela Polícia Nacional, de Imigração e Estrangeiros, de bombeiros, bancários, restauração e de recolha de resíduos sólidos.
Na ZEE, que ocupa uma área de oito mil 434 hectares, estão instaladas 55 empresas, das quais 22 estão em funcionamento garantindo cerca de cinco mil empregos directo.
A Sociedade de Desenvolvimento da Zona económica Luanda/Bengo EP é uma empresa pública criada pelo decreto nº57/09 do Conselho de Ministros, cujo objecto social é a gestão e administração da ZEE.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/zona-economica-especial-com-plano-para-ate-2015
Boyshow October 10th, 2012, 01:45 PM Good news!
Thank you Matt
Matthias Offodile October 11th, 2012, 05:16 PM 10-10-2012 18:52
Relatório
Projectos da indústria transformadora aguardam financiamento
Luanda - O sector da Indústria Transformadora possui 24 projectos orçados em USD 155 milhões, 776 mil e 082 que estão em negociação com o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) para financiamento, lê-se num relatório de balanço do Ministério da Indústria sobre o seu desempenho no período 2008/2012.
De acordo com o documento a que a Angop teve acesso, estão igualmente em negociação com o Banco de Poupança e Crédito, (BPC) para o financiamento de projectos avaliados em cerca de 35 milhões, 795 mil e 666 dólares.
O relatório refere que o indústria transformadora prossegue com o processo de reabilitação e apetrechamento dos centros de formação especializada, a implantação de sistemas de gestão do cadastro industrial, a estatística e informação da instituição e o seu alargamento às províncias.
Neste período, o Instituto de Desenvolvimento Industrial (IDIA) desenvolveu actividades ligadas à reabilitação e modernização dos complexos têxteis (Textang II, África Têxtil e Satec), onde as duas primeiras se encontram em execução enquanto a Satec aguarda pelo embarque dos equipamentos.
Promoveu-se o relançamento do sector moageiro com a construção de moagens de trigo nas províncias do Porto Amboim, Catete e Lobito, e a ampliação da moagem de milho no Lubango.
O documento adianta que está em execução na província do Kwanza Sul, a construção de uma fábrica de cimento, e no Pólo Industrial de Viana a criação de um centro avançado de tecnologias para o sector industrial.
Estão igualmente em curso projectos sobre a redinamização da fileira de madeira e produtos afins, indústria de mobiliário, açúcar e etanol, moageira, produção de fertilizantes, cimento, e a construção de metalomecânica pesada.
Estão também em construção os Pólos de Desenvolvimento Industrial de Fútila, (Cabinda), Viana (Luanda), Catumbela (Benguela), e Lucala no (Kwanza Norte).
Com a participação do Ministério do Comércio, está a ser desenvolvido o figurino das cotas de importação de farinha de trigo e milho, bem como os critérios e selecção das empresas para os períodos de ausência de produção nacional de modo a regular a comercialização destes produtos.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/9/41/Projectos-industria-transformadora-aguardam-financiamento,14936a85-a035-41df-9a5d-171f618c9a94.html
Matthias Offodile October 11th, 2012, 05:19 PM Deloitte lança estudo sobre sector bancário angolano
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=DeloitteConvite_Banca01_462609823.jpg
10/10/2012 17:16:00
No próximo dia 17, a empresa de consultoria e auditoria Deloitte lança, no Hotel de Convenções de Talatona, em Luanda, a 7ª edição do estudo “Banca em Análise”, que se debruça sobre o sector bancário angolano.
Para uma melhor compreensão do desempenho e dos desafios futuros do sector bancário em Angola, a Deloitte lança a 7ª edição do estudo "Banca em Análise". O lançamento realiza-se no próximo dia 17, pelas 08h45, no Hotel de Convenções de Talatona, em Luanda.
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/10429-Deloitte-lana-estudo-sobre-sector-bancrio-angolano.html
Executive Center e BA&N unem-se para conquistar mercados lusófonos
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=executive_ban_logos_862072834.jpg
09/10/2012 16:40:00
A Executive Center e a BA&N assinaram um acordo de representação mútua nos mercados angolano e português e em outros que identifiquem como oportunos em matéria de consultoria de comunicação. O próximo passo é criar uma empresa com sede em Luanda.
Em breve, deverá surgir em Luanda a sede de uma empresa especializada na Consultoria de Comunicação e que resulta do acordo assinado recentemente pela Executive Center e pela BA&N, que vida a representação mútua nos mercados angolano e português e em outros que identifiquem como oportunos em matéria de consultoria de comunicação.
A nova empresa agrupará a experiência que a portuguesa BA&N detém em áreas como a Comunicação Financeira e Corporativa, com o facto de a Executive ser uma empresa de comunicação global prestigiada, com 20 anos de experiência no território angolano e parte integrante do Grupo Executive. Este último trabalha com empresas e organizações de referência, como a TAAG-Linhas Aéreas de Angola, Sumol+Compal, UNICER, Toyota, Ministério das Finanças, Ministério da Administração do Território, entre outras. A nível da agência de publicidade e no Outdoo, gere contas como Caixa Totta, BANC, SABMiller, BAI, UNITEL e MOVICEL.
Já a BA&N tem entre os seus clientes, empresas como a Sonae, Caixa Geral de Depósitos, Cofina, Zon, Sonaecom, Swacth, Omega e Caixa Seguros.
Projecto que satisfaz as empresas
Nuno Fernandes, presidente do Grupo Executive, revela-se satisfeito com este projecto conjunto, “na certeza de que as empresas contarão com parceiros com ‘know-how’, não apenas na área da consultoria, mas também de um profundo conhecimento dos próprios mercados, com as suas sensibilidades únicas”. “Desta forma, poderemos oferecer às empresas e instituições angolanas e portuguesas, serviços de elevada qualidade em qualquer um dos dois mercados”, disse ainda o responsável, acrescentando: “A parceria com a BA&N permite responder às necessidades das empresas angolanas também no mercado português, bem como junto das instituições europeias e nos principais centros financeiros internacionais”.
Também o CEO da BA&N congratulou-se pelo início deste projecto com a Executive. “Este acordo é a concretização de um projecto que estávamos a estudar há bastante tempo em conjunto com o Grupo Executive. É por isso uma realidade muito amadurecida e que permitirá às empresas, nomeadamente às portuguesas, dispor de um nível de serviço adequado às suas exigências em mercados relevantes como é o angolano”, declarou Armandino Geraldes.
Esta parceria permitirá, ainda, às empresas e instituições portuguesas e angolanas dispor de um serviço completo na área da comunicação nos principais mercados internacionais. Como parte integrante da rede da Kreab Gavin Anderson, através da BA&N, os clientes contarão com serviços de comunicação financeira, corporativa e public affairs em praças como Nova Iorque, Londres, Washington, S. Paulo, Brasília, Paris, Bruxelas, Estocolmo, Frankfurt, Pequim, Tóquio, Hong Kong, Singapura, Dubai, Abu Dhabi, Riade, Jedda, Sydney, Camberra, Perth, Taipé, Bombaim, Nova Deli, Seul, Xangai, Melbourne, Brisbane, Auckland, Madrid, Barcelona, Milão, Génova, Roma, Helsínquia, Moscovo, Berlim, Munique, Colónia, Oslo e Copenhaga.
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/10412-Executive-Center-BAN-unem--para-conquistar-mercados-lusfonos.htm
Matthias Offodile October 14th, 2012, 10:58 PM Angolan owned brand Kero Hypermarkets opens two more hypermarkets, one in Viana and the other in the city of Lobito
ATÉ JANEIRO DE 2013
Kero inaugura mais dois hipermercados
Um deles será inaugurado na cidade do Lobito, em Benguela, e será a primeira infra-estrutura da rede fora de Luanda.
AYLTON MELO, 2012-10-10 11:34:00
http://imgs.expansao.co.ao/share/2012-10-10113920_0ed8c370-45d2-45c9-ade0-aa56b0fee2c8$$5F8D65CA-4745-4F15-B45A-84A25D5751F6$$D9D8F9C1-1FBC-4743-81A0-4BC64570F2ED$$Image4$$pt$$1.jpg
A maior rede angolana de hipermercados, Kero, tem prevista a inauguração de mais dois híperes, nas províncias de Luanda e Benguela, até Janeiro de 2013.
A informação foi prestada pela directora de marketing da referida rede, Isabel Capacho, precisando para o próximo mês de Dezembro a primeira a ser inaugurada, no caso, a da província de Benguela, que estará localizada na cidade do Lobito e estreará o projecto da rede de investir fora da capital do País.
Enquanto isso, o novo hipermercado de Luanda estará localizado no município de Viana. Sem avançar o valor a ser investido no referido projecto, a responsável estimou que o mesmo permitirá aumentar o número de colaboradores para 2700.
Actualmente, mais de mil colaboradores suportam o funcionamento dos dois híper e de três supermercados da rede, localizados todos em Luanda. Por outro lado, Isabel Capacho falou da aposta da empresa no marketing, salientando que "os clientes receberam muito bem a mensagem do Kero".
O Kero, acrescentou, traçou um plano de marketing que pretende todas as quinzenas surpreender os clientes com uma oferta diferenciada. Continuando, garantiu que desde que lançaram o Cartão Kero, têm registado crescimento nas" vendas e, mais importante, em clientes, todas as semanas", disse.
A primeira unidade com insígnia Kero foi inaugurada em Luanda, na centralidade do Nova Vida, em 2010, ocupa uma área de 7500 m2 e resultou de um investimento de 35 milhões USD. O projecto prevê a expansão da rede em três formatos distintos, o hipermercado, supermercado e lojas de conveniência. Este último ainda não se materializou.
http://www.expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/kero_inaugura_mais_dois_hipermercados
Matthias Offodile October 23rd, 2012, 11:51 PM Fitch: sovereign wealth fund plan positive for Angola
Tue Oct 23, 2012 12:37pm EDT
Oct 23 - Angola's decision to set up a sovereign wealth fund is positive
news, Fitch Ratings says. It reaffirms our view that government policies are
reducing the economy's exposure to movements in the oil price, and laying a
foundation for sustainable growth.
This view was reflected in our revision of the Outlook on Angola's 'BB-' rating
to Positive from Stable in May. We said that setting up a sovereign wealth fund could contribute to an upgrade if it were coupled with a longer track record of prudent fiscal and monetary policy management.
As Africa's second biggest oil producer, Angola's economy and its public and
external finances are highly exposed to oil prices. Nevertheless, expenditure
restraint and faster reserve accumulation have enabled the authorities to
improve government finances, keep the debt stock at 20%-25% of GDP and rebuild buffers (through government cash balances at the central bank) that insulate the economy from oil price falls.
The authorities have introduced a stabilisation account to better protect fiscal revenues. The government's continued efforts to eliminate SONANGOL'squasi-fiscal operations as well as ensure SONANGOL's timely payment of oil revenue to the state are also encouraging.
The launch of the new fund - Fundo Soberano de Angola, or FSDEA, with USD5bn in assets - was announced last week. FSDEA will invest in Angola and internationally in infrastructure including energy, water and transport; in
financial assets; and in industrial, agricultural, hospitality and other
sectors. Its broad objective is to promote social and economic development and generate wealth for future generations.
Creating the new fund could help cement the recent improvements in Angola's credit profile. FSDEA has been modelled on international best practices, which should enhance transparency, and are legally binding. The government has committed to having the new fund's accounts audited by international auditors.
An advisory council, which includes the ministers of finance, economy and
planning and the central bank governor, will make recommendations to the
president, who will approve FSDEA's investment policies. Building a track record of transparency and rules-based operations will be important in securing the
full benefits.
The full impact on Angola's sovereign credit profile will also depend on whether FSDEA spending is fully transparent, ideally through Angola's budget.
FSDEA replaces the existing Oil for Infrastructure Fund. Indeed, given its
development objectives, it is possible that its initial investment focus will be
on local infrastructure. This would be appropriate given Angola's state of
development, but it will be interesting to see how far FSDEA moves beyond this function and builds a portfolio of foreign assets. Press reports Monday indicate that the fund will seek to invest in emerging economies in both Africa and Asia.
The capital for the fund has been built up by setting aside revenues equivalent to the sale of 100,000 barrels of oil per day in recent years. These revenues will continue to be directed towards the fund.
If the FSDEA results in better management and utilisation of windfall oil
revenues, it could boost long-term growth. We forecast real GDP growth in Angola of 8.2% in 2012, and 8% in 2013 and 2014.
The above article originally appeared as a post on the Fitch Wire credit market commentary page. The original article can be accessed at www.fitchratings.com.
.
http://www.reuters.com/article/2012/10/23/idUSWNA820020121023
Matthias Offodile October 24th, 2012, 12:36 PM http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Spain/Flag-Pins-Spain-Angola.jpg
19-10-2012 22:26
Angola/Espanha
Volume de comércio bilateral atinge mais de AKZ 90 biliões
Luanda - O volume de comércio bilateral entre Espanha e Angola atingiu perto de 90 biliões de Kwanzas, em 2011, e até Julho desse ano cifrou-se já em 76,9 biliões de Kwanzas, anunciou hoje, em Luanda, a embaixadora espanhola no país, Julia Romero.
Segundo a diplomata, que falava durante um encontro com a imprensa nacional, no âmbito da celebração este ano dos 35 anos de relações diplomáticas e 25 anos de cooperação com Angola, desde a assinatura do Acordo Geral de Cooperação entre Espanha e Angola, em 1987, a ajuda espanhola ao desenvolvimento do país ascende a 29,5 biliões de Kwanzas.
Julia Romero referiu também que se encontram implantadas em território angolano, de modo permanente, mais de 40 empresas espanholas, que estão comprometidas com o desenvolvimento humano e sustentável do país.
A embaixadora disse ainda que a Espanha participa na execução de 34 projectos, repartidos entre as províncias de Malanje, Huambo e Bié, que supõem um montante global de mais de oito biliões de Kwanzas.
A diplomata espanhola adiantou que o seu país pode contribuir no sector agro-industrial, ajudando Angola a conseguir uma maior auto-suficiência na produção agrícola e desenvolvimento de produtos agro-industriais, importante fonte de criação de empregos e de pequenas e médias empresas.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/9/42/Volume-comercio-bilateral-atinge-mais-AKZ-bilioes,89962eb4-4d13-4512-8e93-e69b5fc792e5.html
Matthias Offodile October 26th, 2012, 10:21 PM EXTRACÇÃO
Huíla produzirá mais de 20 milhões de toneladas de ferro bruto/ano
http://imgs.expansao.co.ao/share/2012-10-26171902_0ed8c370-45d2-45c9-ade0-aa56b0fee2c8$$5F8D65CA-4745-4F15-B45A-84A25D5751F6$$EEF4A591-1B88-44F6-8135-AD5DCBAFF3C1$$Image4$$pt$$1.jpg
Projecto vai servir de âncora para alavancar o projecto de desenvolvimento regional, na perspectiva de uma economia em cadeia.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-10-26 17:17:00
Mais de 20 milhões de toneladas de ferro bruto serão produzidas anualmente nas minas de ferro de Kassinga (1 e 2) no município da Jamba, província da Huíla.
Citado pela agência Angop, o ministro de Geologias e Minas, Francisco Manuel Queiroz, referiu que sete milhões de toneladas deste minério serão produzidas em Kassinga Sul, igual número em Kassinga Norte e os restantes na reserva fundiária de Cateruca.
O governante sublinhou que o produto contribuirá grandemente para a diversificação da economia do País, cujos objectivos vão igualmente assentar-se no programa de combate à fome e redução da pobreza, projectos cujas prospecções estão a ser levados a cabo pela empresa Angola Exploration Mining Resources (AEMR).
http://expansao.sapo.ao/noticias/nacional/detalhe/huila_produzira_mais_de_20_milhoes_de_toneladas_de_ferro_bruto_ano
Matthias Offodile October 26th, 2012, 10:23 PM Huila and Benguela Province are about to transform into the next boom regions in Angola....
Matthias Offodile October 28th, 2012, 12:45 PM Ministro optimista com os resultados da exploração mineira de ouro e ferro
Domingos Mucuta | Jamba - Hoje
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20121027093959cap.jpg
Francisco Queiroz recebeu informações dos trabalhos de prospecção em curso e o nível de organização das empresas mineiras
Fotografia: Domingos Mucuta
O ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, afirmou na quinta-feira, na Jamba, estar optimista com os resultados preliminares dos projectos de prospecção de ouro de Mupopo e de ferro de Cassinga, para a diversificação das receitas e melhoria das condições de vida da população.
Francisco Queiroz, que falava no fim da visita que efectuou à Jamba, disse que os trabalhos de prospecção em curso nas minas de ferro de Cassinga Sul confirmam um potencial em reservas de cerca de 7,2 milhões de toneladas, ao passo que as de Cassinga Norte e Cateruca têm quantidade superior.
O projecto de prospecção das minas de ouro de Mupopo está numa fase em que se tenta fazer o cálculo das reservas. O ministro foi informado que a empresa Somepa aguarda os resultados das amostras de 18 poços enviadas para África do Sul, com o intuito de se conhecer quais as reais reservas existentes, numa extensão de 80 quilómetros quadrados.
Francisco Queiroz constatou, com satisfação, as iniciativas em curso para tornar viáveis projectos como a organização administrativa infra-estrutural e metodológica e afirmou que a realidade aumentou a convicção de que os projectos vão permitir elaborar o programa de desenvolvimento regional.
A exploração mineira vai trazer muitos ganhos para a economia, como a transformação local, exportação, o aumento das receitas fiscais, benefícios sociais com a criação de emprego e contribuir para a diminuição das importações dos materiais que passam a ser fabricados a nível nacional.
“Por aquilo que vimos em termos organizativos e de infra-estruturas públicas e metodologia de trabalhos, podemos sair daqui com o optimismo de que este potencial pode, em breve, traduzir-se em realidade. Acreditamos que dentro de pouco tempo estas reservas vão ser traduzidas em recursos fiscais para o Estado e para a melhoria das condições de vida da população”, adiantou. Os resultados actuais, acrescentou Francisco Queiroz, indicam que a Jamba vai ser uma vila mineira típica, onde as populações locais estão integradas e beneficiam dos resultados dos recursos extraídos na região, através de emprego, assistência médica, formação profissional, educação e outras necessárias para o bem-estar.
“Quando estes projectos estiverem a andar à velocidade de cruzeiro, vão beneficiar as populações locais, além de gerar receitas para os cofres do Estado. A nossa curiosidade era ver em que medida o projecto pode servir para alavancar o projecto de desenvolvimento regional na perspectiva de uma economia em cadeia.”
Uma vez que o ferro é um minério com muita procura nos mercados internacionais, designadamente na Ásia e Europa, Francisco Queiroz informou que o Executivo tem um projecto de o transformar em aço, através de instalação de siderurgias em Cassinga e Cassala Quitungo. “A diversificação da economia é a razão que nos levou a desenvolver o projecto”, esclareceu o ministro, que acrescentou: “a atenção do Ministério vai estar voltada para outros minerais que possam contribuir para a diversidade das receitas do Estado.”
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/ministro_optimista_com_os_resultados_da_exploracao_mineira_de_ouro_e_ferro
27-10-2012 13:07
Mineiro
Ministro da Geologia e Minas apela ao investimento privado no sector
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/9/43/0,696c885e-df5c-4fe9-afb3-697c879b0f40.jpg
O ministro da Geologia e Minas, Francisco Manuel Monteiro de Queiroz
Luanda – O ministro da Geologia e Minas, Francisco Manuel Monteiro de Queiroz, apelou hoje, sábado, aos potenciais investidores do sector mineiro a investirem no ramo, uma vez que o ministério garante a transparência do processo.
Francisco Manuel Monteiro de Queiroz falava à imprensa no final da visita de três dias que efectuou às províncias da Huíla e Namibe para avaliação dos projectos de desenvolvimento regional de exploração mineira.
Segundo o ministro, no passado havia o preconceito de que era necessário recorrer a caminhos menos transparentes para se ter acesso aos direitos mineiros; hoje em dia, com a aprovação do código mineiro, as regras estão muito claras de como se pode ter acesso a esses direitos.
Revelou que para se ter acesso aos direitos mineiros não é preciso nenhum contacto privilegiado, quem quiser pode fazê-lo de forma juridicamente correcta, bastando, para o efeito, identificar uma área que tenha recursos minerais, fazer o requerimento dirigido ao ministro, dar entrada da documentação no ministério e será tratado com toda a transparência e garantidas.
“Portanto, apelo aqui a todos os potenciais investidores do sector mineiro, que o sector precisa muito de investimento de exploração mineira e não há necessidade de esquemas menos claros para ter acesso aos direitos mineiros, o ministério garante que todas as intenções de investimento serão tratadas com toda a transparência e apoiaremos todo o investidor”, concluiu.
Esta foi a primeira deslocação ao interior do país do ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, desde que tomou posse a 1 de Outubro.
Matthias Offodile October 28th, 2012, 02:01 PM Programa “Angola Investe” aposta nas exportações
África
26/10/12, 19:45
O Governo angolano vai apostar a curto prazo na diversificação das exportações através do programa Angola Investe, de apoio às micro, pequenas e médias empresas, disse hoje o ministro da Economia citado pela agência Angop.
O "Angola Investe", criado em 2011, será gerido por uma empresa certificada pelo Instituto Nacional de Apoio às PME (Inapem) e terá 75% de capital social angolano.
O financiamento de projetos a juros bonificados poderá atingir 20 milhões de kwanzas (cerca de 161 mil euros) no caso das micro empresas, 150 milhões de kwanzas (1,2 milhões de euros) para as pequenas e 500 milhões de kwanzas (cerca de quatro milhões de euros) para as médias empresas.
Abraão Gourgel, que falava na abertura do seminário "O programa Angola Investe: Objetivos e Características", dirigido a funcionários de 20 bancos comerciais envolvidos no programa, esclareceu que apenas 2% das empresas angolanas exportam e que são todas dos setores do petróleo, gás e diamantes.
Segundo o ministro, apenas as grandes empresas contribuem de modo significativo para o aumento das receitas fiscais do Estado, enquanto a contribuição das micro e PME ainda é muito reduzida.
Para inverter este cenário, o executivo angolano criou o programa Angola Investe que pretende reduzir a burocracia e os custos do financiamento da atividade empresarial, prevendo o acesso ao crédito com taxas de juros bonificadas pelo Estado, que não deverão ultrapassar os 5%.
A ideia é, segundo o ministro, promover a diversificação da economia através do aumento da produção de bens ligados à indústria de materiais de construção, pescas, agricultura, pecuária, indústria transformadora e minas para reduzir a dependência dos setores do petróleo, gás e diamantes.
http://www.oje.pt/noticias/africa/programa-angola-investe-aposta-nas-exportacoes
Matthias Offodile November 10th, 2012, 03:58 PM 09-11-2012 16:31
Afirmação
País registou crescimento em vários domínios diz ministro
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/9/41/0,29072260-8f60-4e2d-936f-2a0111dbd080.jpg
Francisco Queiroz, ministro da Geologia e Minas
Luanda- O ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, afirmou hoje, em Luanda, que o país conheceu nos últimos anos incrementos substanciais em obras públicas, construção de infra-estruturas e um aumento na construção de habitações de todo o tipo.
"Este facto gerou uma pressão muito forte sobre os inertes e outros minerais, destinados à construção civil", disse Francisco Queiroz durante um encontro de trabalho que manteve com representantes das empresas de exploração dos materiais de construção de origem mineira.
“Esta pressão, por sua vez, deu origem a um aumento de operações de extracção de minerais para a construção civil. Este volume de actividades está a desenrolar-se de um modo que, respondendo às solicitações do mercado", disse o governante.
Segundo o ministro, é necessário ter em conta o interesse público e o privado.
Explicou que o interesse público consiste em garantir que os recursos naturais sejam explorados de acordo a lei e, preservar as condições ambientais de modo que a natureza não sofra males para além daquilo que é economicamente recomendável.
Referiu que a pressão que está ser exercida sobre os materiais podem levar a uma subida inusitada dos preços, e é dever do Estado defender o interesse público.
Entretanto, disse ser possível conciliar os dois interesses, o público e o privado. A carga do interesse público é maior do que a do privado, pois aquela tem um espectro que atinge não só aquilo que é preocupação institucional do Estado, mas cobre também o próprio interesse dos operados privados.
Para o ministro, aí onde houver conflito, o interesse público deve prevalecer.
Participaram no encontro mais de 44 empresas, com o objectivo de discutir e formular a melhor forma de conciliar estes dois interesses.
09-11-2012 12:59
11 de Novembro
Bancos comerciais apostam no interior para dinamizar actividade económica
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/10/45/0,dca46f2d-1129-481a-b592-d1b888d38c18.jpg
Fernando Teles, presidente do Banco BIC
Luanda – Os bancos comerciais angolanos, sobretudo os quatro maiores (BPC, BAI, BFA e BIC), têm actualmente representações nos municípios e comunas do país, fruto da dinâmica económica e da estabilidade que o país vive, afirmou hoje, em Luanda, o presidente do Banco BIC, Fernando Teles.
Ao ser entrevistado pela Angop, no âmbito das celebrações do 37º aniversário da independência nacional a assinalar-se domingo (dia 11), o gestor do segundo maior banco em termos de rede de balcões (183 agências, apenas superadas pelo BPC com mais de 200 balcões), enfatizou a importância da banca se estender para os municípios, por ser uma actividade que ajuda no fomento do investimento, criação de renda e emprego para populações locais.
Na óptica do presidente do BIC, é fundamental que o sector bancário trabalhe para a sua expansão pelo país, de modo a ajudar as pessoas a investir na agricultura, pecuária e na indústria, porquanto o país dispõe de condições para a realização de projectos nestas áreas.
Por outro lado, enalteceu a iniciativa de criação do projecto Angola investe, um projecto apadrinhado pelo Ministério da Economia e com o apoio dos bancos está fazer com que mais pessoas invistam no sector agrícola e industrial, para que o país se desenvolva de modo uniforme.
Ao estabelecer exemplos comparativos da expansão da actividade bancária no tempo colonial e agora, disse que naquela altura a actividade era dinâmica e havia muitos balcões, sobretudo nas regiões produtoras de café, mas hoje há muito mais agências bancárias do que no passado, e também actualmente a concorrência é maior, pois o mercado conta com 21 bancos comerciais.
Noutra vertente da sua abordagem sobre o desenvolvimento actual do sector bancário no país, observou que a banca angolana transformou-se hoje num dos sectores mais modernos da economia angolana e com as melhores práticas de governação, ao contrário do que acontecia passado em que as operações eram feitas manualmente.
Salientou que hoje por hoje as direcções do sistema de informação são mais evoluídas, as operações são realizadas em tempo real, há multicaixas para os clientes realizarem operações em qualquer hora do dia.
“No tempo colonial tudo era mais manual, mais mecânico. A ligação com as sedes dos bancos não era em tempo real, havia muitas agências onde as comunicações eram difíceis e as operações não eram efectuadas em on line. Hoje você realiza uma operação no Chinguar ou Camacupa e logo fica registada no sistema central, com sede em Luanda. E copiado em vários computadores, isso é evolução tecnológica. No tempo colonial não havia nada disso”- recordou, para quem hoje a revolução tecnológica está a ajudar a realizar mais rápido as operações e a servir melhor os clientes.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/10/45/Bancos-comerciais-apostam-interior-para-dinamizar-actividade-economica,6db51ff0-f818-49e8-a18e-25faa2e2de1d.html
Matthias Offodile November 10th, 2012, 06:21 PM Due to Moody´s: Angola´s foreign exchange reserves to hit $50 billion by 2013
http://www.haz.de/var/storage/images/haz/nachrichten/wirtschaft/nachrichtenticker/moody-s-senkt-daumen-ueber-italien/22890313-1-ger-DE/Moody-s-senkt-Daumen-ueber-Italien_ArtikelQuer.jpg
Moody’s prevê RIL de Angola nos 50 mil milhões USD em 2013
O crescimento das Reservas Internacionais Líquidas deverá ser impulsionado pelo aumento da produção petrolífera, que, segundo a Moody’s, em 2013, poderá ultrapassar, pela primeira vez, os 2 milhões de barris/dia.
FRANCISCO DE ANDRADE, 2012-11-08 09:53:00
TamanhoT+T-
A agência de classificação de risco de crédito Moody's antecipa para Angola um nível de reservas em divisas entre 45 mil milhões USD a 50 mil milhões USD, no final de 2013, o que deverá corresponder a mais de 10 meses de importações de bens e de serviços, nível considerado adequado para o amortecimento dos efeitos de choques externos, salvaguardando o financiamento do investimento em conjunturas mais adversas.
No seu relatório dedicado à revisão do rating da dívida pública de Angola e que concluiu por uma melhoria de notação, de Ba3-Estável para Ba3-Positivo, a Moody´s refere que a acumulação de reservas em divisas tem sido um factor compensador do risco económico, podendo funcionar como amortecedor de choques externos. As Reservas Internacionais Líquidas (RIL) do País situavam- se, até Agosto último, nos 32,8 mil milhões USD, cerca de 6 mil milhões USD superiores às do final de 2011, valor suficiente para cobrir mais de 7,5 meses de importações de bens e de serviços, esperando-se uma continuação do andamento ascendente até atingir um nível equivalente a pelo menos 9 a 10 meses.
Este nível é considerado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) como adequado para que as reservas possam funcionar como amortecedor de eventuais choques económicos que afectem a balança de pagamentos, permitindo manter um ritmo de investimento, tanto público como privado, indispensável para cumprir a estratégia de desenvolvimento do País e de diversificação da economia.
http://expansao.sapo.ao/noticias/economia_e_financas/detalhe/moods_preve_ril_de_angola_nos_50_mil_milhoes_usd_em_2013
Matthias Offodile November 10th, 2012, 06:23 PM Very high foreign exchange reserves and a massive sovereign wealth fund will be of utmost importance..(take the UAE with a sovereign wealth fund running into 1 trillion $ for a local population of less than 2 million...nobody will go and piss on their heads, figuratively speaking) .....hence, financial security/independence/discipline must be top priority for any country.
Matthias Offodile November 12th, 2012, 08:25 PM SODIAM quer criar marca para diamantes angolanos
Economia
http://imgs.sapo.pt/tpa/content/img/diamante.jpg
7 de Novembro de 2012
SODIAM quer criar marca para diamantes angolanos
A Empresa de Comercialização de Diamantes (Sodiam) está a trabalhar na criação de uma marca para o diamante angolano que transmita o orgulho e o prestígio de ser processado no país,:cheers: disse ontem (terça-feira), o seu director-geral, Santo António.
"A grande ideia é criar algo que nos identifique e que qualquer um de nós se possa orgulhar", disse.
Em relação à primeira visita do titular da Geologia e Minas à empresa, referiu que a mesma serviu para trazer apoios nas acções de implementação imediata na Sodiam.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/sodiam-quer-criar-marca-para-diamantes-angolanos
Matthias Offodile November 16th, 2012, 07:56 PM Notícias
· 13/11 - 12h52 ·
Inaugurada em Malanje fábrica de tijolos e telhas
A ministra da Indústria, Bernarda Henriques da Silva, inaugurou segunda-feira, em Malanje, uma fábrica de produção de tijolos e telhas, do grupo empresarial Freimar.
A fábrica tem uma área de 32 mil hectares, diariamente tem a capacidade de produção de 120 toneladas de argila para o fabrico de milhares de tijolos e telhas, que serão comercializados ao preço de 90 kwanzas por unidade.
Durante a cerimónia a ministra reconheceu que é necessário mais investimentos, também reforçou o apelo do governador de Malanje, Norberto dos Santos, que pediu ao empresariado local e nacional que os seus negócios do ramo industrial, para aquela parcela do país, seja implementada a estratégia de desenvolvimento industrial definida pelo Executivo para o quinquénio 2013/2017.
Foram criados setenta novos postos de empregos directos, com a entrada em funcionamento da fábrica.
http://www.tvzimbo.co.ao/noticias/exibir/3011-inaugurada-em-malanje-fabrica-de-tijolos-e-telhas/
Matthias Offodile November 24th, 2012, 05:57 PM 21-11-2012 18:41
Bengo
Mais doze fábricas serão construidas
Caxito – Doze fábricas do sector da indústria transformadora serão construídas na província do Bengo, num investimento avaliado em sete milhões de dólares e prevê a criação de 250 postos de trabalho.
Serão construídas indústrias panificadoras, pastelaria, de fabricação de blocos, de placas de tecto falso, materiais de construção e de postes de iluminação pública.
De acordo um relatório do governo do Bengo, os 12 projectos já estão legalizados e registados.
O documento adianta que a Direcção Provincial do Comércio, Indústria e Hotelaria do Bengo licenciou 165 empresas do sector da indústria extractiva (geologia e minas), das quais apenas 35 funcionam, empregando 780 cidadãos nacionais e expatriados.
O relatório informa ainda que no que toca às indústrias transformadoras que operam na província do Bengo destacam-se carpintarias e transformação de madeiras, blocos, panificação e pastelaria, tubos para indústria petrolífera e materiais de construção.
Indica que a Direcção do Comércio vai prestar apoio institucional a empresas que pretendem construir ou promover a instalação de grandes unidades fabris na província do Bengo.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2012/10/47/Mais-doze-fabricas-serao-construidas,0fd37916-16e8-4bec-8d00-b5b8891ea3fe.html
Grupo Neuerth pretende construir em Angola fábrica de reciclagem de sucata de aço
2012/11/22 Notícias
O grupo Neuerth pretende investir 150 milhões de dólares em Angola na construção de uma fábrica de reciclagem de sucata de aço para comercialização no mercado angolano, afirmou o presidente do grupo, Navien Shriram, ao jornal Sol.
Durante uma visita à unidade que o grupo detém em Viana, Luanda – de reciclagem de alumínio e outros elementos – Naviem Shriram adiantou que o grupo está nesta altura a decidir a localização do novo projecto, para o qual a Neuerth admite a entrada de um investidor angolano.
Na unidade de Viana, o grupo recicla alumínio, plásticos e ácido de baterias, além de óleos da indústria automóvel, sendo a recolha efectuada no Lobito, Lubango, Huambo, Namibe e Malanje.
O material reciclado, nomeadamente barras de alumínio, é exportado para países como a Índia, China, Coreia do Sul, Vietname, Argélia, Camarões, Etiópia e Benim a partir do porto de Luanda.
O director financeiro da unidade, Rajendra Karanth, disse que a fábrica, que representou um investimento de 20 milhões de dólares e iniciou a laboração em Abril de 2012, tem capacidade para produzir 1200 toneladas de barras de alumínio por mês.
A fábrica recicla ainda baterias de automóveis, em que o ácido é neutralizado para não poluir e o plástico é reutilizado para produzir granulado que é vendido internamente à indústria de moldes. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/11/22/grupo-neuerth-pretende-construir-em-angola-fabrica-de-reciclagem-de-sucata-de-aco/
2ª Feira dos Transportes e Logística de Angola esta semana em Luanda
2012/11/21 Notícias
A 2ª edição da Expotrans – Feira dos Transportes e Logística de Angola decorre de quinta-feira a domingo, em Luanda, com a participação de empresas de Angola e de países como a África do Sul, Alemanha, Brasil, Espanha, Portugal, China e Zimbabué, foi anunciado na capital angolana.
Uma organização conjunta do Ministério dos Transportes e da Feira Internacional de Luanda (FIL), o certame deverá congregar mais de 80 participantes entre institutos, empresas públicas e privadas e agências de consultoria nacionais e estrangeiras.
De acordo com o comunicado divulgado em Luanda, o evento visa apoiar a criação de uma rede de transporte que cubra eficazmente o território angolano e valorize a posição estratégica de Angola, a ajudar a reestruturação das empresas públicas de transportes a fim de que tenham uma gestão profissional para uma maior eficiência e rentabilidade.
O sector dos transportes de Angola tem registado um considerável aumento de construção de novas infra-estruturas, a recuperação e modernização das existentes, desde as linhas férreas, as estações e apeadeiros dos caminhos-de-ferro, terminais rodoviários e marítimos e aeroportos. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/11/21/2%C2%AA-feira-dos-transportes-e-logistica-de-angola-esta-semana-em-luanda/
Matthias Offodile November 26th, 2012, 10:50 PM [QUOTE]Articles > Special Economic Zone in Viana By John Thompson
Angola edges closer to self sufficiency as five new factories are inaugurated
Five new factories are to be inaugurated in the Special Economic Zone in Viana (ZEE). This marks significant progress in Angola’s development and an important step towards self sufficiency.
The “ZEE” project, which was first conceptualised in 2004, is based on a model that proved successful in Brazil and China. The 8,300 hectares of land are arranged in a circle, the circle is divided into segments each of which houses a particularly industry for example paint, plastic, piping, fencing, fibre optics, wiring, concrete, wood processing and even mattresses and light switches.
Although the project was initially slow to get off the ground- currently two of the roughly quarter sized segments (c.19 factories) are now operational-as new factories are inaugurated they are able to equip each other with the requisite materials to speed up development.
The project, formerly managed by a company called GRN and supported by the office for National Reconstruction, since October 2010 has harnessed the project management expertise and human capital of Sonangol Industrial Investments.
Speaking exclusively to Angola-Today Mr Eugénio P. Bravo da Rosa, president of the Executive Commission of Sonangol Investimentos Industrials, said:
“Reduce imports, create jobs, increase industry these are our objectives. Our first priority is produce for the domestic market but then we can explore export opportunities particularly with our neighbours.”
The factories still have to import certain raw materials but for many of the products these too can be supplied domestically- in particular petrochemical derivatives and increasingly mined ores.
The same requirements also apply to particular skills which the ZEE administrators have sourced from Europe and China with who they have stipulated in contracts that part of the agreement must be to transfer knowledge and skills to native workers.
The ZEE currently employs about three thousand workers in construction works and a thousand in production but estimates are that nearly two million indirect jobs will be created.
When Angola-Today visited the ZEE we witnessed young Angolans eager for work, including disabled workers, who relished the opportunity to learn new skills and earn money:cheers:. We spoke to one young worker at the mattress factory who told us: “These opportunities mean that we can move out of our family home – we can now afford to send our children to school or child care and perhaps have the money to buy nice cars.”
At the time of writing the Economy ministry is exploring the fiscal incentives afforded to certain factories in a bid to establish consistent growth. As Angola looks to diversify its economy and up-skill its human capital, projects like the ZEE in Viana epitomise Angola’s development. This success must then replicated in the other provinces if the country is to realise its potential as one of Africa’s emerging giants.
By John Thompson, Editor, Angola-Today following a visit to ZEE Viana June 2012.
:cheers:
Boyshow November 28th, 2012, 05:40 PM Angola Magazine -PAENAL produção de equipamentos para plataforma petrolífera
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Boyshow November 28th, 2012, 05:43 PM Angola Magazine -Nova lei do câmbio para o sector petrolífero
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Matthias Offodile November 30th, 2012, 11:02 PM CORREIOS E MERCADORIAS
CTT prepara entrada em Angola
http://imgs.expansao.co.ao/share/2012-11-22075805_0ed8c370-45d2-45c9-ade0-aa56b0fee2c8$$5F8D65CA-4745-4F15-B45A-84A25D5751F6$$9A19A747-4A9A-484B-9BD7-5111B8CFE736$$Image4$$pt$$1.jpg
A portuguesa CTT, especializada em serviços de courier, correio urgente e mercadorias, aventou esta semana a possibilidade de se instalar em Angola, por intermédio das suas políticas de expansão.
PEDRO FERNANDES, 2012-11-22 07:56:00
O intento foi manifestado quarta-feira na voz do administrador da empresa, Manuel Castelo Branco, garantindo, em entrevista ao Jornal de Negócios, que o mercado angolano é uma das prioridades da empresa.
"Angola continua a fazer parte das ambições dos CTT porque a empresa acredita no mercado de língua portuguesa", reforçou.
Neste momento a empresa já esta presente em Moçambique e em Espanha e Manuel Castelo Branco garantiu que estão a "ter resultados positivos"
Recentemente, os Correios do Brasil manifestaram interesse em comprar os CTT. A proposta, preparada no âmbito da privatização da empresa portuguesa, que está previsto avançar até ao final deste ano, ficou de chegar às mãos da portuguesa dentro desta semana.
http://expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/ctt_prepara_entrada_em_angola
Sika vai produzir em Angola
29 de Novembro, 2012por Ricardo David Lopes
A Sika Angola, uma subsidiária da empresa portuguesa que opera na área química, com aplicações na construção e indústria, vai apostar na produção própria de materiais no país em 2013, para reforçar a oferta e melhorar a capacidade de serviço, revela ao SOL Walter Tschopp, responsável pela empresa.
Em entrevista, o gestor, que representa em Angola a multinacional suíça, refere ainda que, no próximo ano, a empresa vai «reforçar a presença comercial», quer alargando a equipa, quer as infra-estruturas. «Queremos prestar um serviço mais rápido e ajustado às necessidades locais», afirma Walter Tschopp, que nesta altura gere uma equipa de nove colaboradores, dos quais apenas dois portugueses.
«Damos preferência a profissionais angolanos», garante o responsável, que vai apostar na formação de quadros angolanos recorrendo a profissionais da empresa com experiência em novas áreas tecnológicas, que tragam «mais valências» aos colaboradores locais.
Argamassa é o mais vendido
Actualmente, o produto mais vendido pela empresa em Angola é uma argamassa usada para a selagem estrutural de máquinas, apoios de pontes e gruas, assim como ancoragem de elementos metálicos, postes metálicos e de betão, elementos pré-fabricados, entre outros.
De acordo com Walter Tschopp, a Sika em Angola já é responsável por 10% da facturação da empresa portuguesa – cujos valores não detalha. No mercado nacional a actividade da Sika tem-se centrado sobretudo «na prospecção e apoio técnico aos clientes da área da construção», tendo como principal objectivo «melhorar a qualidade do sector» no país.
Clientes diversos
Em Angola desde 2009, a empresa tem como clientes as principais empresas angolanas de construção civil e obras públicas, assim como grandes empreiteiros portugueses e brasileiros a operar no país. Tem ainda, revela o gestor, uma rede de revendedores/distribuidores «que permitem disponibilizar soluções Sika a todos os clientes angolanos».
Walter Tschopp garante que a empresa «tem sido muito bem recebida pelos profissionais da construção angolana» e adianta que a capacidade de resposta da Sika «está em constante evolução e actualização, para se ajustar o serviço às necessidades de um mercado em expansão e cada vez mais exigente».
Formação é aposta
Para além da actividade core, a empresa, que está instalada na zona industrial no município de Viana, tem apostado na formação dos clientes, de forma a «dotá-los dos conhecimentos necessários a poderem resolver facilmente as situações mais complicadas, maximizando o valor do produto através da sua correcta aplicação».
Walter Tschopp assinala o crescimento do mercado da construção em geral em Angola, mas sublinha o potencial que encontra no sector do revestimento de pavimentos. «Outra área em desenvolvimento é o sector da impermeabilização», onde o gestor garante que a empresa tem soluções «especializadas», com aplicações quer em coberturas, quer fundações ou reservatórios.
ricardo.d.lopes@sol.co.ao
http://sol.sapo.ao/Angola/Interior.aspx?content_id=63856
Matthias Offodile December 1st, 2012, 07:16 PM Sonangol Investimentos Industriais visita a Zils
28/11/2012
A Sonnagol Investimentos Industriais (SIIND) é uma empresa do Grupo Sonangol que está a trabalhar para a dinamização da indústria angolana. Estão previstas a instalação de cerca de 70 fábricas na zona de Luanda até ao final de 2016.
A SIIND será a principal gestora e accionista das unidades industriais, e vai assumir a coordenação em primeira instância de todos os projectos infraestruturais, de suporte às unidades industriais, o apoio no fornecimento das matérias-primas, usando tecnologia industrial moderna na produção de produtos essenciais com qualidade e quantidades suficientes para cobrir parte das necessidades do mercado nacional e regional.
Deste modo, a SIIN escolheu a aicep Global Parques para a realização de um benchmark internacional, com o objetivo de conhecer entidades similares à SIIN para perceber como estão a ser organizados os serviços comuns e serviços específicos prestados às unidades industriais.
Os elementos da comitiva visitaram ontem a Zils, de maneira a conhecerem as suas características físicas e os serviços prestados pela sua entidade gestora, aicep Global Parques, aos clientes instalados desde a fase de negociação, à instalação e acompanhamento diário na fase de pós instalação.
http://www.ao.vidaimobiliaria.com/content/sonangol-investimentos-industriais-visita-zils
Matthias Offodile December 7th, 2012, 08:47 PM Secil investe 140 M€ em nova fábrica em Angola
http://www.ao.vidaimobiliaria.com/sites/default/files/imagecache/eventos_promocao/secil.jpg
05/12/2012
A Secil pretende construir uma segunda fábrica de cimento em Angola, de forma a aumentar a sua produção das atuais 280 mil toneladas anuais para 1.800 mil toneladas.
De acordo com o administrador Augusto Miragaia, o investimento engloba um valor de 180 milhões de dólares (137,5 milhões de euros), e será feito em duas fases, garantindo a criação de pelo menos mais 150 postos de trabalho.
«Neste momento somos dos principais empregadores ao nível do Lobito (cidade do centro litoral de Angola). Temos cerca de 270 colaboradores, dos quais apenas cinco expatriados, e esperamos com a nova unidade criar mais 150 postos de trabalho».
A construção da nova fábrica será próxima da unidade fabril já existente no Lobito, e deverá entrar em funcionamento três anos após o início das obras.
A Secil regressou a Angola após a independência da antiga colónia, em 2000, quando assinou um contrato com o governo angolano para a exploração de uma unidade fabril no Lobito, pela empresa TecnoSecil, da qual a Secil detinha 70 por cento do capital e a empresa Tecnocarro os restantes 30 por cento.
Quatro anos depois, a Secil adquiriu 51% do capital da fábrica de cimento Encime, na baída do Lobito, e em 2006 alterou a esignação da TecnoSecil para SECIL Angola passando a deter 51 por cento da SECIL Lobito. Desta empresa, os restantes 49% são detidos pelo Estado angolano.
Augusto Miragaia acrescentou, ainda, que as necessidades actuais do mercado angolano justificam a construção de mais uma fábrica.
«Esperamos dentro em breve iniciar a construção dessa unidade, que irá suprir grande parte das necessidades de cimento em Angola, uma vez que é um mercado que vive muito da importação de cimento. A produção nacional é algo que o próprio Executivo (angolano) deseja e esperamos ir ao encontro desse desejo com a construção desta nova unidade».
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http://www.ao.vidaimobiliaria.com/content/secil-investe-140-m-em-nova-fabrica-em-angola
Matthias Offodile December 16th, 2012, 12:26 AM Economia
13 de Dezembro de 2012
Angola e Espanha estabelecem consultas bilaterais
http://imgs.sapo.pt/tpa/content/img/angola_espanha.jpg
Os ministros angolano das Relações Exteriores, Georges Chicoti, e espanhol dos Assuntos Exteriores e Cooperação, José Manuel Garcia Margallo Y Marfil, rubricaram ontem, quarta-feira, em Luanda, um Memorando de Estabelecimento de Consultas Bilaterais.
A assinatura do documento, que visa institucionalizar um mecanismo de consultas e avaliação regular da cooperação bilateral entre os dois países, aconteceu no edifício sede do Ministério das Relações Exteriores após conversações oficiais.
O ministro angolano das Relações Exteriores referiu que ele permitirá consultas entre os dois países sempre que necessário e possível, sobre várias matérias no âmbito das relações internacionais.
Este documento vai permitir que os dois países trabalhem de maneira afincada, sempre que necessário e, particularmente, no âmbito das Nações Unidas , onde estão representados, argumentou o ministro angolano.
De igual modo, irá permitir que possam trabalhar para ajudar a campanha da Espanha ao Conselho de Segurança.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/angola-e-espanha-estabelecem-consultas-bilaterais
Matthias Offodile December 25th, 2012, 05:43 PM On Angola´s sovereign wealth fund
Fundo Soberano anuncia desafios para 2013 e 2014
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) foi lançado em Outubro último, em Luanda, pelo Executivo.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-12-20 12:20:00
http://imgs.expansao.co.ao/share/2012-12-20122853_0ed8c370-45d2-45c9-ade0-aa56b0fee2c8$$5F8D65CA-4745-4F15-B45A-84A25D5751F6$$A6328498-FF6A-416C-8301-4434B93D2F1C$$Image4$$pt$$1.jpg
A publicação da Política de Investimento do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) aprovada pelo Governo é um dos desafios do organismo recém-criado pelo Executivo angolano para o primeiro trimestre de 2013.
De acordo com um documento do órgão enviado à redacção do Expansão, no segundo trimestre do próximo ano, o FSDEA vai proceder à publicação da Carta Social do FSDEA, que abordará uma série de grandes desafios sociais enfrentados pelos angolanos.
Ainda no segundo trimestre de 2013, o Fundo Soberano de Angola vai anunciar a "Nomeação de auditores independentes reconhecidos internacionalmente", sendo que no terceiro trimestre estão previstas as actualizações semestrais do FSDEA, "incluindo comentários de membros do Executivo quanto às actividades de investimento", refere a nota.
"Relatório anual auditado do FSDEA" e "Primeira classificação do FSDEA pelo Índice de Transparência Linaburg-Maduell" fazem parte das metas do Fundo Soberano para o primeiro trimestre de 2014.
"Além das metas acima, o FSDEA também assumiu o compromisso de fornecer actualizações regulares aos mercados internacionais e ao público nacional quanto a factos relevantes, tais como grandes investimentos, selecção de consultores externos e todos os desenvolvimentos dignos de menção", acrescenta o documento.
Sobre o Fundo Soberano de Angola
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) é um instrumento de investimento totalmente detido pelo Estado angolano, estabelecido de acordo com os parâmetros internacionais de referência de governação. O Fundo irá diversificar, gradualmente, a sua carteira de investimento, através de um conjunto de indústrias e de classes de activos de acordo com a sua política e directrizes de investimento. Ao procurar investimentos que geram rendimentos financeiros e sociais sustentáveis a longo prazo, o Fundo desempenha um papel importante na promoção do desenvolvimento socioeconómico de Angola e na criação de património para as futuras gerações do País.
http://expansao.sapo.ao/noticias/economia_e_financas/detalhe/fundo_soberano_anuncia_desafios_para_2013_e_2014
Matthias Offodile December 27th, 2012, 10:34 PM 7-12-2012 13:50
Despacho
Presidente da República cria Comissão Multissectorial para relançar actividade turística
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2012/11/52/0,0abb879b-4078-42d8-ad57-652b3a34f05e.jpg
Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
Luanda - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, criou hoje, quinta-feira, por despacho, uma Comissão Multissectorial para relançar a actividade turística e acompanhar, concretamente, a entrada e saída de cruzeiros internacionais que pretendam escalar os portos de Angola, designadamente os do Lobito e do Namibe.
De acordo com uma nota de imprensa distribuída em Luanda, a Comissão tem, entre outras atribuições, a de definir o quadro legal para a recepção, acompanhamento, roteirocultural, assistência médica e de segurança dos integrantes de cruzeiros internacionais, bem como a de garantir a recepção regular de cidadãos que pretendam visitar o país.
A referida Comissão Multissectorial será coordenada pelo ministro da Hotelaria e Turismo e integra os ministros das Relações Exteriores, da Defesa, do Interior, da Saúde, da Cultura, da Administração do Território, o comandante Geral da Polícia Nacional e os directores dos Serviços de Imigração e Estrangeiros e dos Serviços de Informação e Segurança do Estado.
A Comissão ora criada será apoiada por um Grupo Técnico constituído por representantes das entidades citadas.
O coordenador da Comissão tem o prazo de 30 dias, a contar da data da publicação do presente diploma, para submeter ao Presidente da República o Cronograma de Actividades, e de noventa dias para submeter o Relatório final dos trabalhos efectuados.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/politica/2012/11/52/Presidente-Republica-cria-Comissao-Multissectorial-para-relancar-actividade-turistica,f4fa7b0c-ecd2-49eb-8352-f1d13bde0e53.html
Matthias Offodile December 30th, 2012, 08:42 PM COOPERAÇÃO
Millennium e Ordem dos Médicos de Angola celebram acordo
O protocolo é destinado unicamente aos médicos afiliados da Ordem dos Médicos de Angola.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-12-21 13:01:00
http://imgs.expansao.co.ao/share/2012-12-21130612_0ed8c370-45d2-45c9-ade0-aa56b0fee2c8$$5F8D65CA-4745-4F15-B45A-84A25D5751F6$$8DAB3878-6E65-42AB-AF63-AD265081CD7C$$Image4$$pt$$1.jpg
O Banco Millennium Angola e a Ordem dos Médicos de Angola rubricaram, esta semana, em Luanda, um protocolo para a atribuição de benefícios especiais aos afiliados da organização.
"A iniciativa prevê a atribuição de crédito automóvel, para aquisição de viaturas novas, em exclusivo no amplo catálogo de marcas e produtos disponíveis nos concessionários da TODA Comércio e Indústria, a nível nacional", lê-se no comunicado do banco enviado à redacção do Expansão.
A domiciliação de salário, refere ainda o documento, é uma das condições de acesso ao crédito automóvel e este pode ser solicitado em qualquer concessionário da TDA Comércio e Indústria Lda.
"O protocolo estabelece ainda que os afiliados poderão subscrever a Conta Funcionário Público, usufruindo de um pacote de benefícios, como a isenção de comissões na conta à ordem em Kwanzas, crédito pessoal, descobertos autorizados, cartões bancários de aceitação internacional e seguros de assistência em viagem e de acidentes pessoais", conclui a nota.
http://expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/millennium_e_ordem_dos_medicos_de_angola_celebram_acordo
Spanish investment in the city of Lubango
Empresários angolanos e espanhóis investem na indústria de construção
Hoje
Nova fábrica nos arredores da cidade do Lubango tem capacidade para produzir painéis de betão empregues na construção de casas sociais
Fotografia: Francisco Bernardo
Uma nova fábrica de construção de painéis de betão entrou em operação na cidade do Lubango, província da Huíla. A unidade é o resultado de um investimento privado, de empresários nacionais e do grupo espanhol Essentium, totalmente realizado com capitais próprios, avaliados em cerca de seiscentos milhões de kwanzas, e tem uma capacidade instalada para produzir painéis de betão empregues na construção de casas de diferentes tipologias e níveis de acabamentos, edifícios, escolas, hospitais, armazéns e hotéis.
Com uma área coberta de 1.900 metros quadrados e descoberta de 3150 metros quadrados, a fábrica possui tecnologia de ponta de origem europeia e os seus produtos são fabricados com base nos mais exigentes padrões de qualidade nacionais e internacionais. Para além de uma equipa de três técnicos especializados de nacionalidade espanhola, foram criados mais de 25 postos de trabalho para jovens angolanos que, em dois turnos, já estão a executar o primeiro contrato de construção e montagem de 100 casas unipessoais na Nova Urbanização do Weya. A capacidade da fabrica permite a construção de páineis de betão para a momtagem de três casas por dia.
Segundo o empresário Rui Kaposse, accionista da empresa Parede de Betão, proprietária da fábrica, a visão estratégica deste negócio vai para além da maximização do encaixe financeiro resultante da sua actividade. O empresário atribui um particular ênfase ao reforço da posição competitiva, crescimento e eficiência dos serviços da fábrica, em beneficio do sector da construção civil, da economia nacional e dos beneficiários, e da oferta de soluções de construções sustentáveis e de qualidade. Rui Kaposse anunciou que um dos objectivos sociais preconizados pela sua empresa é o estabelecimento de acordos com as universidades nacionais, de modo a garantir inovação e sustentabilidade ao negócio e oferecer estágios profissionais remunerados a engenheiros e técnicos médios, recém-formados, para que conheçam e venham a dominar as tecnologias utilizadas pela empresa Parede de Betão. Os investidores têm como mercado alvo as províncias da região sul de Angola e pretendem conquistar uma carteira de clientes dos sectores público e privado. A meta para o ano de 2013 é a facturação mínima de dois mil milhões de kwanzas.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/empresarios_angolanos_e_espanhois_investem_na_industria_de_construcao
Matthias Offodile January 4th, 2013, 10:12 PM Acordos com Malta na área económica
Uma delegação técnica multisectorial angolana visita entre Fevereiro e Março a República de Malta para definir áreas de cooperação e concertar datas para a reactivação da comissão conjunta bilateral.
A informação foi prestada ontem pelo embaixador de Angola em Malta, Florêncio de Almeida, em Valletta, após a audiência que lhe foi concedida pelo novo ministro dos Negócios Estrangeiros maltês, Francis Zammit Dimech.
Florêncio de Almeida transmitiu uma mensagem de felicitações do ministro Georges Chikoti pela nomeação no cargo. A visita da delegação, acrescentou o diplomata angolano, vai negociar novos instrumentos jurídicos de cooperação, consubstanciados em acordos de consultas políticas entre os ministérios das Relações Exteriores, do Turismo, da Cultura, universidades e as câmaras de comércio dos dois países.
A formação de diplomatas angolanos em língua inglesa e de especialistas em direito marítimo constam igualmente da agenda de trabalho da visita da delegação angolana, segundo o embaixador de Angola em Malta, Florêncio de Almeida.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/acordos_com_malta_na_area_economica
Novas propostas na área turística
Pereira Dinis| - 02 de Janeiro, 2013
Ministro Pedro Mutindi depois da assinatura na cidade de Luanda de um convénio sobre o sector do Turismo e Hotelaria
O sector da Hotelaria e Turismo conta com uma estratégia nacional aprovada pelo Conselho de Ministros, que está vertida no Plano Director do Turismo de Angola 2012-2020. O referido plano, segundo o ministro Pedro Mutindi, tem como base estruturante o desenvolvimento dos pólos turísticos e a área transfronteiriça de conservação Okavango-Zambeze, que representam os pilares da estratégia nacional.
As expectativas relativas ao Plano Director do Turismo Nacional assentam em quatro indicadores. “Temos a captação de receitas, número de turistas nacionais e estrangeiros, criação de emprego e a contribuição para a diversificação da economia, através do desenvolvimento da prática do turismo de forma inclusiva para todos os angolanos”, disse o ministro da Hotelaria e Turismo, na província do Kuando-Kubango, aquando da apresentação do projecto do pólo de desenvolvimento turístico da Bacia do Okavango.
A iniciativa do Governo da província do Kuando-Kubango em realizar actividades sobre o turismo foi realçada por Pedro Mutindi. O governante frisou que face ao potencial de crescimento desta região está-se a cumprir com o programa de estratégia para o turismo para os próximos dez anos.
“O Executivo tem estado a dar o apoio institucional e funcional à área fronteiriça de conservação Okavango-Zambeze, que visa garantir a gestão dos seus ecossistemas e as componentes culturais de modo sustentáveis, gerando benefícios sócio-económicos para a melhoria da subsistência das comunidades a nível da região”, referiu. O pólo de desenvolvimento turístico da bacia do Okavango, cujo objectivo é o seu aproveitamento paisagístico de forma harmoniosa e integrada, adiantou, tem como princípio a preservação das suas características emblemáticas e a diminuição dos efeitos negativos do impacto resultante do inevitável crescimento turístico.
A reportagem do Jornal de Angola soube que o gabinete de gestão, entidade gestora e encarregue de promover e coordenar todas as actividades de ordenamento jurídico e planeamento do perímetro do pólo da bacia do Okavango, tem atribuições como estimular a construção de infra-estruturas de acesso, de hotéis, pousadas, restaurantes e outros serviços de apoio ao turismo sustentado.
“Dentro do desenvolvimento turístico da bacia do Okavango vamos implementar parques de campismo, públicos e de lazer, bem como promover as parcerias público-privadas que se mostrem necessárias do referido plano”, realçou o ministro.
Os objectivos específicos, frisou, são os de identificar as necessidades e propor a implementação de infra-estruturas públicas, nomeadamente de transporte e acessibilidades, produção e distribuição de energia, tratamento e distribuição de energia e tratamento de resíduos sólidos.
Matthias Offodile January 4th, 2013, 10:13 PM Angola’s Endiama begins alluvial diamond mining this year
January 4th, 2013 News
Angolan state diamond company Endiama is due in the first half of this year launch exploration at alluvial mines in Calonda, in Lunda Norte province, and Tchege, in Lunda Sul, the company’s chairman said in Luanda.
Carlos Sumbula also said that exploration at the Maua mine, the first of its kind in Malange province, would begin in the second half of the year at the same time as production is re-launched at the former Sociedade Mineira do Lucapa, now known as the Uari mine.
The chairman of Endiama also announced the inauguration of Hotel Diamante in 2012, in Luanda, conclusion of 200 apartments in Viana and, in Saurimo, the delivery of the first 150 houses to workers at Sociedade Mineira do Catoca.
Sumbula also noted that the company, in partnership with Russian company Alrosa, was carrying out geological and mining surveys to draw up a geophysical and mineral map of the country’s diamond areas.
In 2012, which marked 100 years since the diamonds were first discovered in Angola, Endiama signed ten prospecting contracts for primary and secondary deposits, which increased the number of projects operating in the country to 43. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2013/01/04/angola%E2%80%99s-endiama-begins-alluvial-diamond-mining-this-year/
Matthias Offodile January 8th, 2013, 11:33 PM INDÚSTRIA
Grupo Savana inaugura fábrica de tintas este ano
Depois de desistir na primeira tentativa devido aos incentivos fiscais, o grupo volta a apostar no projecto inspirado por uma das suas fábricas.
AYLTON MELO, 2013-01-08 09:37:00
Contrariamente ao que estava previsto, a fábrica de tintas Tecnotintas do grupo Savana, uma holding angolana com capitais focados em sectores como o da construção civil, mobiliário e indústria deve arrancar apenas este ano.
As previsões iniciais apontavam para finais de 2012 e tal não aconteceu, segundo fonte da empresa, devido a necessidade de formação dos técnicos que está em curso.
O PCA do grupo, Norberto Luís, avançou recentemente que, neste momento, cinco técnicos brasileiros devem estar no País para formar os quadros angolanos, por um período de dois anos, até que estes dominem as técnicas de produção.
O projecto está avaliado em 500 mil USD e resulta de uma parceria entre o grupo e empresários brasileiros. As obras de construção das infra-estruturas foram concluídas em Setembro de 2012, na província da Huíla.
Com a abertura dessa unidade fabril, o grupo empresarial fechou o ano de 2012 com um investimento de mais de 15 milhões USD, aplicados em nove empreendimentos naquela província.
No entanto, o interesse do grupo numa fábrica do género é antigo, aliás, foi um dos primeiros projectos do mesmo. Na altura, entretanto, recuou devido à inviabilidade imposta pelos desincentivos fiscais da importação do carbonato de cálcio, a principal matéria-prima.
Na sequência, virou-se para o sector da construção civil, obras públicas e imobiliário. A crescente necessidade de granito motivou o grupo, alguns anos depois, à criação da Savana Mármore, uma empresa que está, até agora, focada na extracção e corte do granito.
Criou depois a Calcários da Huíla, que é uma das empresas mais fortes do grupo, produzindo calcário para todas as províncias do País. A mesma processa outros produtos, entre os quais o carbonato de cálcio, matéria-prima usada na produção de tintas. Esta situação, de resto, motivou o grupo a retomar o projecto da produção de tintas.
O grupo, entre outros, investiu ainda 1,4 milhões USD na montagem de uma fábrica de transformação de calcário bruto em produto para correcção de solos, recuperação de estradas secundárias e terciárias na província da Huíla.
A imobiliária Nossa Casa é outra empresa do grupo que se dedica à venda, compra e aluguer de imóveis além de criar áreas de urbanização. Esta empresa, segundo Norberto Luís, possui uma área de urbanização de 1 742 lotes, com algumas construções erguidas, outras à venda e alguns proprietários já a erguer as suas moradias.
O referido responsável confessa que, maioritariamente, o sector da construção civil serve de catapulta para vitalizar as recentes empresas do grupo.
E, que há alguns anos, este sector chegou a empregar cerca de 1200 trabalhadores. No entanto, a crise financeira fez cair este número para cerca de 400.
http://expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/grupo_savana_inaugura_fabrica_de_tintas_este_ano
08-01-2013 16:29
Investimento
Angola Investe impulsiona micro e médias empresas:cheers:
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2013/0/2/0,0e499489-010d-463e-99c0-b07fec633259.jpg
Luanda – O programa Angola Investe, uma iniciativa do Executivo angolano que visa criar e fortalecer as Micro, Pequenas e Médias Empresas nacionais, apresenta-se como uma oportunidade para fortalecer e diversificar a economia do país, afirmou o economista Manuel Lourenço.
Em declarações à Angop, hoje (terça-feira), o economista realçou que a porta aberta para fortalecer e diversificar a economia angolana encontra sustentação nos recursos colocados à disposição dos bancos para apoiarem as Micro, Pequenas e Médias Empresas.
Salienta que o memorando de entendimento rubricado em 2012 entre o Ministério da Economia e 20 instituições bancárias estabelecem condições de relacionamento para que os bancos comerciais possam conceder recursos financeiros para o programa.
O programa Angola Investe foi criado para reduzir a carga burocrática na contratação de empréstimos e no custo de acesso ao financiamento da actividade empresarial produtiva, pretendendo-se diversificar a economia através do aumento da produção de bens ligados à indústria de materiais de construção, pescas, agricultura, pecuária, indústria transformadora e minas.
Para ter acesso ao Angola Investe, criado em 2011, a empresa deverá ser certificada pelo Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (Inapem), 75% do capital social ser angolano e apresentar projectos ligados às áreas elegíveis.
Para as micro empresas, o financiamento com juros bonificados vai até 20 milhões de kwanzas, para as pequenas 150 milhões de kwanzas e para as médias 500 milhões de kwanzas.
O prazo de reembolso dos empréstimos é de sete anos, com um período de carência não inferior a seis meses, e a taxa de juro é de até 5%. O programa está a ser operacionalizado por 20 bancos angolanos.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/0/2/Angola-Investe-impulsiona-micro-medias-empresas,1e734aac-0e79-481a-b29e-6edf84daed34.html
Matthias Offodile January 13th, 2013, 09:19 PM Agência estatal negoceia investimentos
Natacha Roberto | - Hoje
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20130113162341agencia_estatal.jpg
Presidente do Conselho de Administração da ANIP Luísa Abrantes durante o acto de assinatura de um contrato de investimento
A Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) assinou na sexta-feira, com diferentes entidades empresariais, oito contratos de investimento avaliados em 1,536 mil milhões de kwanzas.
A Megativa, uma empresa com capitais mistos angolanos, belgas e dos Emiratos Árabes Unidos, especializada no comércio de bens alimentares e industriais a grosso e a retalho, assinou um contrato de 500 milhões de kwanzas. Por esse valor, a empresa vai construir um centro comercial em Luanda, no distrito do Kilamba Kiaxi, onde empregará 45 trabalhadores angolanos, e outro em Benguela.
A companhia portuguesa Acto Especial, vocacionada para a reparação e manutenção de veículos e equipamentos, rubricou um contrato de investimento orçado em 120 milhões de kwanzas, num empreendimento que vai empregar 16 trabalhadores.
A sul-coreana Hanil Angola Engereering, especializada no tratamento e montagem de equipamentos de irrigação de solos assinou um contrato de 110 milhões de kwanzas, que vai permitir o início da produção de algodão na província do Kwanza-Sul. O projecto cria cem postos de trabalho. O responsável da empresa sul coreana, Euisoo Kim, explicou que a empresa tem trabalhado com os Ministérios da Agricultura e da Indústria para a produção da cana-de-açúcar na província do Cunene, num projecto que já beneficia de financiamento do Governo japonês.
“O arranque do projecto está previsto para o segundo trimestre”, sublinhou. Outro contrato, no valor de 101 milhões de kwanzas, foi subscrito pela empresa de capitais maurícios Valverde Investimento e compreende o comércio de fruta e legumes nacionais e estrangeiros, a grosso e a retalho. A companhia portuguesa Urano assinou um contrato de 100 milhões de kwanzas para formar um negócio de comércio e montagem de estruturas metálicas para a construção civil e obras públicas, dando emprego a 90 angolanos.
Construção de mais hospitais
Por esse mesmo valor, e no sector da construção civil e obras públicas, a China Machinery Engeneering também subscreveu um contrato que cria 180 postos de trabalho.
A empresa vai dedicar-se à construção de hospitais, escolas e reabilitação de ramais dos caminhos-de-ferro e tratamento da água, disse ao Jornal de Angola o seu director, Bai Ping. A presidente do Conselho de Administração da ANIP, Maria Luísa Abrantes, disse que o Orçamento Geral do Estado (OGE), que favorece em 33,3 por cento os gastos com o sector social, vai atrair mais investimentos para o país e impulsionar maior concorrência entre investidores nacionais e privados.
Maria Luísa Abrantes declarou que, no ano passado, os sectores mais investidos foram a indústria, construção civil e prestação de serviços, pretendendo-se, este ano, a aquisição de mais investimento no sector da agricultura, energia, telecomunicações, indústria e produção hídrica. “Os contratos assinados representam um valor acrescentado para o sector da indústria. Desde 2010, que os investimentos de nacionais nos sectores da indústria e construção civil representam entre 51 e 52 por cento do total”, disse.
A presidente da ANIP lembrou que os sectores da prestação de serviços e comércio não beneficiam de incentivos fiscais, apontando como principais constrangimentos encarados pela agência, a apresentação de projectos de empresas constituídas no mesmo ano, sem historial ou avaliação internacional.
Luísa Abrantes aconselha os investidores interessados em Angola, a munirem-se de uma carta de recomendação, caso não tenham mais de três anos de actividade.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/agencia_estatal_negoceia_investimentos
Empresa argentina promete 500 mil USD para desenvolver o pólo no país
A empresa argentina La Resolana Polo está interessada em desenvolver o desporto pólo no País, segundo o director da organização, Tomás Echenique Cabanillas, argumentando que o interesse da empresa em investir no País surgiu na sequência da visita da missão empresarial argentina em Maio de 2012 aquando da vinda da presidente daquele País, Cristina Kirchner.
"Angola tem a particularidade e o enorme benefício de ter um clima ameno que permite desenvolver este desporto durante todo o ano", argumentou, estimando em cerca de 500 mil USD o investimento inicial necessário, e a médio prazo seriam investidos cerca de 2 milhões USD.
No entanto, explica, para alcançar tal objectivo, a empresa precisaria de encontrar parceiros locais que estariam interessados em desenvolver a modalidade no País.
Com sede na Argentina, La Resolana Polo, como uma organização que promove o desenvolvimento do pólo em diferentes partes do mundo, surge em 2005.
11-01-2013
http://www.economiaemercado.sapo.ao/Visualiza%C3%A7%C3%A3odeArtigos/tabid/233/ArticleId/940/Empresa-argentina-promete-500-mil-USD-para-desenvolver-o-polo-no-pais.aspx
Boyshow January 17th, 2013, 07:48 PM yIZFUc-GPFk
Matthias Offodile January 27th, 2013, 11:11 PM 25-01-2013 15:53
Angola/China
Perspectivas de cooperação com a China tendem a crescer - jurista da ANIP
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2013/0/4/0,7b49711e-0282-41f0-b8bc-5d50c393ee77.jpg
jurista da ANIP Flávio Inocêncio
Luanda - O jurista da ANIP Flávio Inocêncio considerou, em Beijing, que as relações Angola-China têm potencial para crescer, tendo em conta as sinergias entre os dois países associadas à necessidade ao know how (conhecimento), ao petróleo e o acesso ao capital.
O especialista da Agência Nacional Para o Investimento (ANIP) fez esta antevisão quando apresentava a comunicação Investimento Privado em Angola durante a conferência realizada em Pequim para a celebração dos 30 anos do estabelecimento das relações entre os dois países.
As relações sino-angolanas têm potencial para crescer, considerando as sinergias entre os dois países e ao facto de Angola precisar do know how chinês e o acesso ao capital, enquanto a China necessita de petróleo angolano - disse o jurista, recordando que o seu país está a exportar mais petróleo para o Oriente do que aos Estados Unidos.
Na sua apresentação, o jurista lembrou que a maior parte do investimento chinês em Angola, de 2002 a 2012, foi negociado directamente pelo Governo angolano, o Internacionl Fundo Limited (CIF) e o Banco de Exportação e Importação da China (Eximbank).
Para si, estes acordos abriram linhas de crédito enormes para o país, após o fim da guerra em 2002, colocando a China como uma das razões para a rápida recuperação de Angola da destruição da guerra.
Em sua opinião, pode-se dizer que a reconstrução do país, que começou após o fim da guerra, tem sido possível graças aos investimentos chineses em Angola.
"A cidade do Kilamba Kiaxi, em Luanda, construída e financiada pelos chineses é um exemplo de um projecto de sucesso, que o Governo angolano espera replicar em diferentes províncias do país" - adiantou.
As relações económicas e comerciais entre a China e Angola aumentaram na última década e neste período a ANIP registou investimentos no valor de uns 43 mil milhões 346 milhões 100 mil kwanzas.
A maior parte do investimento chinês em Angola foi focado na construção em um total de 147 projectos, o que representa 75,10 porcento do montante total do investimento em Angola no valor de 32 mil milhões 555 milhões 400 mil kwanzas (conversão em cotação não oficial).
Embora, o investimento chinês na última década, em Angola, tenha sido na construção, actualmente os investimentos de empresas chinesas estão a se diversificar em diferentes sectores de actividade como a indústria, comércio e serviços - aponta a comunicação de Flávio Inocêncio, um dos quatro oradores angolanos na conferência.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/0/4/Perspectivas-cooperacao-com-China-tendem-crescer-jurista-ANIP,9280f56b-783a-4ab5-aa1f-bbc95fe1edfe.html
Excelllent news!
Mbuanza January 30th, 2013, 07:27 PM Fantastic news from the IMF! Angola comeca o ano com grandes razoes para celebrar!
“In 2012 Angola attained robust economic growth, a stronger fiscal position, single digit inflation, a further build-up of international reserves, and a stable exchange rate. Against this backdrop, the authorities moved forward with a program of institutional reforms, strengthening some key areas in fiscal, monetary and financial management.
“Macroeconomic performance in 2012 was bolstered by a recovery in oil production and a continuation of robust non-oil sector growth. Overall real gross domestic product (GDP) growth is estimated to have accelerated to over 8 percent. Inflation declined to 9 percent by year-end, below the authorities’ target, reaching single digits for the first time in a decade. Strong oil revenue propelled the overall fiscal balance to a surplus of 8.5 percent GDP. International reserves continued to rise, to the equivalent of 7.3 months of 2013 imports at end-December.
Really, what is most exciting about all that is the single digit inflation rate! That is great news for everybody. Lower prices for the common man, higher rates of return to the investor!
Damn excited to hear that!
Matthias Offodile February 8th, 2013, 08:11 PM Ecossistema
Angola lança plano estratégico para Zona Maiombe
O Plano Estratégico da Iniciativa para a Zona Transfronteiriça do Maiombe foi lançado hoje (terca-feira), em Doha (Qatar), em cerimónia orientada pela ministra do Ambiente, Fátima Jardim.
A iniciativa ocorreu à margem da XVIII Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP-18) e da VIII Conferência das Partes do Protocolo de Kyoto (CMP-8), testemuhada pelo secretário de Estado angolano da Energia, José Ventura, o reitor da Universidade Agostinho Neto, Orlando da Mata, entre membros das delegações ministeriais do Congo-Brazzaville e da República Democrática do Congo.
O coordenador regional da Zona Maiombe, o angolano Agostinho Chicaia, explicou que o Plano Estratégico propõe a gestão sustentável dos ecossistemas florestais, proporcionando condições para a protecção da bio-diversidade, na perspectiva de se assegurar a cooperacão, desenvolvimento sócio-económico e estabilidade da região.
Esclareceu que a cooperação entre os paises limítrofres é essencial, visando assegurar, de forma conjunta, a protecção e gestão sustentável, o restauro da integridade e da bio-diversidade dos eco-sistemas, bem como a reducção da pobreza.
Alertou para a degradação que se assiste, nos ultimos tempos, do eco-sistema na Zona, devido à fraca proteccão, porquanto as populações têm como fonte de sobrevivência a prática da agriculta, pesca e corte de madeira, entre outras actividades causadoras de sério impacto ambiental.
Criada em Abril de 2009, a Zona Maiombe engloba actualmente a parte meridional da floresta de mesmo nome, entre Angola, Rdcongo e Congo-Brazzaville, tendo, entre outros objectos, definir estudos estratégicos para melhoramento do conhecimento do contexto político, socioeconómico e ambiental da região.
A COP-18 iniciou hoje a reunião do seu alto segmento, composto por Chefes de Estado e de Governos ou seus representantes, cujas intervenções estendem-se até a proxima quinta-feira.
Fontes do magno evento garantem haver forte esperança que se alcance um acordo sobre o segundo compromisso do Protocolo de Kyoto, e os mecanismos para financiamento das politicas de mitigação e adaptação às alterações climáticas nos paises em desenvolvimento.
Os ministros africanos do Ambiente reuniram-se domingo para concertação de uma posição comum do continente sobre as questões do aquecimento global.
Financiamento
Mercados internacionais de olho em Angola
http://www.opais.net/resources/images/2009pais/edicao_220/opais_220_53.jpg
O teste feito o ano passado aos mercados internacionais, em associação com o banco russo VTB, que O País noticiou em primeira mão, e a mais recente criação do fundo soberano de Angola conduziram a um interesse renovado de mercados financeiros em Angola, segundo a EMEA Finance, uma publicação independente dedicada nos mercados emergentes da Europa, Médio Oriente e África.
Em Outubro destacámos que Angola contraíra um empréstimo de USD 1 bilião junto do banco russo VTB Capital, que o repassou para o mercado financeiro secundário através de um veículo listado na Holanda. A operação foi efectuada a meio do ano. Os USD 1 bilião em títulos de angolanos foram sendo negociados nos mercados internacionais em Agosto. O sinal estava dado.
Com a aceleração do crescimento económico, para quase 8% em 2012 e 2013 e com a dívida soberana de Angola a ser avaliada pela Fitch, Moody e Standard % Poor’s, os mercados estão agora na expectativa de que novas Obrigações do Tesouro (OT) venham a ser finalmente emitidas, na sequência de uma série de atrasos, refere a EMEA Finance na análise publicada com o título, ‘Angola: ganhando impulso’ e assinada por Tim Burke.
E, atendendo ao que se encontra inscrito no OGE para 2013, os investidores não deverão acabar o ano decepcionados, pois é quase certo que Angola irá aproveitar a ‘onda positiva’ (estabilidade, crescimento, reformas, credibilidade externa e necessidade de efectuar um esforço de investimento público considerável) para tirar partido da ocasião, assinala a publicação.
‘A notícia da criação do fundo soberano angolano e do lançamento de novas obrigações pelo VTB está a renovar o interesse de investidores pelo país, refere a EMEA Finance, que acrescenta que a esperada operação de emissão de euro-obrigações ainda não se encontrará configurada.
Apesar de não ser ‘a oportunidade por que esperavam que os investidores internacionais’, os títulos emitidos pelo VTB ‘estão a negociar bem e subiram de valor nas semanas que se seguiram à emissão, o que sugere que, ‘quando Angola emite no exterior uma emissão adequada esta é bem acolhida’, diz a EMEA Finance.
O analista da EMEA ressalta a importância do anúncio da criação do fundo soberano de Angola, ao qual caberá investir parte das receitas petrolíferas nacionais, efectuando a gestão de activos estimados em USD 5 mil milhões, o equivalente a 5% do PIB nacional.
O capital será investido em projectos de infraestrutura em Angola e noutros países, activos financeiros e vários sectores de actividade. Recorde-se que o Fundo Soberano precisou a O País que ‘vai receber verbas equivalentes ao valor de 100.000 barris de petróleo por dia. Aos preços correntes este valor materializa-se em aproximadamente 3.5 mil milhões de USD por ano. Este montante é totalmente independente das contribuições fiscais das empresas petrolíferas, operadores e a concessionária do Estado’.
Para Edward George, do Ecobank, a criação do Fundo Soberano representa um passo ‘muito bem-vindo’. George classifica como ‘notável’ a dimensão do Fundo Soberano de Angola, comparando-a com a envergadura de instrumentos idênticos de outros países africanos, como a Guiné Equatorial, que aplicou USD 80 milhões. Em matéria de dimensão, o Fundo Soberano de Angola apenas fica atrás, refere, do fundo do Botswana. ‘Como ponto de partida é uma forte afirmação de intenção e corresponde, em definitivo, ao que Angola tem a fazer com as suas receitas petrolíferas’, adianta Edward George.
Interesse dos Investidores
A EMEA Finance lembra ainda que as agências de notação consideram o fundo como uma medida positiva para o rating de Angola, bem como um sinal de que o governo está a gerir de forma sustentável as receitas petrolíferas do país. ‘O próximo desafio para Angola é capitalizar o crescente interesse de investidores’, considera a EMEA Finance.
‘Os Eurobonds deverão ser emitidos em breve, em conjunto com o lançamento da bolsa angolana, seis anos após o projecto ter sido lançado, esperando-se que os bancos locais venham a estar entre os primeiros a colocar no mercado de capitais as suas acções como forma de financiar a respectiva expansão’, lê-se no artigo da EMEA Finance.
‘Há muitos projectos e uma clara intenção do governo para tornar-se mais sofisticado e desenvolver a economia e o mercado de capitais,’ diz Pedro Pinto Coelho, presidente do banco Standard de Angola, à EMEA Finance. O principal responsável do Standard assinala também a necessidade de superar dificuldades, como a falta de recursos humanos com as qualificações necessárias.
‘A economia está a crescer de forma muito robusta, impulsionada pelos altos preços do petróleo, tornando-se uma força a ser considerada pela comunidade internacional. Tornou-se uma comunidade atraente, competitiva e um centro de investimento internacional,’ considera, por seu lado, António Gaioso Henriques, presidente do Banco Millennium Angola.
Good
Matthias Offodile February 19th, 2013, 09:39 PM Mais moda e fast food em Luanda
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=transferir_617576140.jpg
17/02/2013 16:56:00
Grupo luso-angolano tem planos para alargar cadeia de restaurantes em Angola e quer introduzir novas marcas de retalho especializado nos shoppings da capital:cheers:. Facturar 100 milhões de dólares (74 milhões de euros) e empregar 500 pessoas é o objectivo para os próximos cinco anos do Brands Partner Group
A empresa luso-angolana, com actividade em Angola e Portugal, vai investir nas suas três principais áreas de negócio em Angola: restauração, retalho especializado e distribuição.
Depois de alcançar receitas de 25 milhões de euros em 2012, com destaque para Angola, o grupo – que tem 300 colaboradores – planeia abrir mais restaurantes da rede de fast food American Hot-Dog, que conta já com quatro espaços em Luanda. «Estamos a preparar três novas unidades em Luanda. Uma delas servirá também de ‘escola’. Terá 30 a 40 pessoas a trabalhar, para as preparar para irem abrindo novas unidades», explica o director geral do grupo, Nuno Nunes.
O conceito começou na roulotte de hambúrgueres que o fundador do Brands Partner Group, João de Matos, tinha em Luanda, e que se transferiu em 2007 para uma loja no Belas Shopping. Dois dos futuros pontos de venda deverão abrir ainda em 2013, gerando 20 postos de trabalho cada um.
Preparar novos conceitos
Na área da restauração, que gera cerca de 4,5 milhões de euros por ano, a ideia é também criar novos conceitos. «Estamos a preparar um conceito gourmet e um restaurante de luxo», indica o empresário. Em Talatona esse restaurante, que se chamará Amuse Bouche e terá como mentor o chef português Rui Paula, está pensado sobretudo para empresários.
No início de 2014 Nuno Nunes acredita que também já estará a funcionar o primeiro espaço de hambúrgueres HG (Hamburguer Gourmet), previsto para o Belas Shopping. Optando por operar em shoppings, a filosofia do Brands Partner Group passa por reinvestir o lucro, sem recorrer à banca.
«O mercado angolano está em crescimento, assim como os shoppings»,:cheers: justifica o responsável. Nesta lógica, também no retalho a companhia está em expansão. Detendo a exclusividade do franchising da Salsa, marca portuguesa que inaugurou duas lojas em Luanda no ano passado, a companhia projecta ter mais uma loja em Angola.
O Brands Partner Group dedica-se ainda à distribuição de marcas como Red Bull, Häagen-Dazs, Nestlé, Sumol+Compal, Yammi e Yopin, usando uma frota de 60 viaturas. «No próximo ano e meio o nosso foco está em cimentar a estrutura de Angola», resume Nuno Nunes, avançando que há projectos para Portugal. Em território luso, o grupo tem a Logibrands, especializada em gestão logística e coordenação de compras, mas há a intenção de começar a representar marcas estrangeiras. «Estamos a tentar negociar com uma rede americana de fast food, que tem cerca de 6 mil lojas nos Estados Unidos», que também poderá ‘importar’ para Angola e Espanha.
http://www.africatoday.co.ao/pt/sociedade/11227-Mais-moda-fast-food-Luanda.html
Matthias Offodile February 25th, 2013, 08:26 PM US group General Electric plans to build factory in Angola
May 16th, 2012 News
US group General Electric is at an advanced stage of negotiations with an Angolan business group to set up a partnership and build a factory in the Luanda-Bengo Special Economic Zone (ZEE), Angolan newspaper Novo Jornal reported.
The newspaper cited a “senior official,” of the ZEE who did not say what would be produced at the factory or which Angolan group was involved in the deal.
“Every day we are visited by representatives of companies that want to be part of the ZEE not only because of the facilities there, but also because of its levels of growth,” he said cited by Novo Jornal.
The official said that work was underway to establish tax, customs, and exchange rate incentives to be offered to investors in the Luanda-Bengo Special Economic Zone.
Currently the ZEE has production hubs in Viana, Bom Jesus, Catete, and Cacuaco.
(macauhub)
Turkey will be present with more than 100 companies on Filda 2013
FOMENTO DE NEGÓCIOS
Turquia projecta trazer mais de 100 empresas à FILDA 2013
Apesar de a Turquia observar um crescimento positivo em termos de participação na feira, as empresas turcas continuam a encontrar dificuldades para investirem no nosso País.
EUNICE SEBASTIÃO, 2013-02-25 09:32:00
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A Turquia prevê participar com mais de 100 empresas na 30.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA2013), a decorrer em Julho próximo, avançou ao Expansão o conselheiro comercial da embaixada da Turquia em Angola, Faruk Comert.
Na FILDA 2012, a Turquia superou Portugal ao participar na maior bolsa de negócios de Angola, realizada em Julho passado, com cerca de 96 empresas, mais seis que o país lusófono.
Segundo o diplomata, algumas das empresas previstas para este ano participaram na edição passada e almejam entrar para o mercado nacional e operar nos sectores de mineração, agro-indústria, electricidade, água e até no sector de petróleo e gás.
Faruk Comert afirmou que o aumento de empresas turcas para participar na edição da FILDA do ano corrente se deve ao facto de se considerar importante o elevado crescimento económico verificado pelo nosso País nos últimos anos, o que leva investidores e empresários turcos a apostarem muito no mercado nacional.
"Vamos aumentar o número de empresas este ano, porque a economia angolana tem crescido muito, e nós não queremos ficar de fora deste crescimento", salientou o diplomata turco. Para este ano está previsto um plano de negociação entre as empresas turcas e a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP), com vista à abertura de algumas empresas no País.
Para tal, a embaixada da Turquia em Angola em parceria com a ANIP, vão promover um seminário com o tema "Oportunidades de Investimentos em Angola", que será realizado na capital turca, Istambul, em Fevereiro corrente, e outro em Luanda, previsto para Maio próximo.
Questionado sobre o volume de investimentos previstos para este ano, pelas 95 empresas que participaram na FILDA 2012, o conselheiro comercial disse que os valores não se encontram ainda quantificados pelo facto de estarem até ao momento a negociar com a ANIP.
"Tão cedo se alcance esta negociação, teremos a oportunidade de saber quanto vamos investir para a abertura de algumas empresas", perspectivou.
De recordar que, para o investimento estrangeiro em Angola com a possibilidade de repatriamento decapitais ao exterior, a ANIP exige um capital inicial de um milhão USD
http://expansao.sapo.ao/noticias/empresas/detalhe/turquia_projecta_trazer_mais_de_100_empresas_a_filda_2013
Matthias Offodile February 26th, 2013, 02:16 PM Angolan-Italian joint-venture builds $175 million factory
http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Angola/Flag-Pins-Angola-Italy.jpg
Capitais angolanos e europeus: General Electric com fábrica no Soyo
http://www.portaldeangola.com/wp-content/uploads/2013/01/General-electric-angola1-300x207.jpg
Publicado em: Sex, Jan 11th, 2013
A empresa americana é uma das maiores do mundo, sobretudo ligada à engenharia, e prepara-se para reforçar a sua presença em Angola. O negócio está fechado (foi concluído no último dia do ano passado) e envolve uma empresa angolana, a GLS Holding S.A., e a Nuovo Pignone, uma companhia com sede em Itália.
A três partes vão investir numa unidade fabril na província do Zaire. A fábrica está orçada em 175 milhões de dólares. Os fundos serão aplicados na construção de raiz de uma fábrica no Soyo – capital da província do Zaire para a produção e manufacturação de equipamentos subaquáticos ligados ao sector petrolífero e prestação de serviços à exploração de petróleo e gás em Angola.
A Nuovo Pignone é uma parceria entre a General Electric (GE) e capitais italianos e abarca um conjunto de oito empresas especializadas no fabrico de material técnico para o sector de Petróleo & Gás – turbinas, tubos, válvulas, compressors e restantes componentes para o transporte e produção daquelas matérias-primas. A parte angolana tem como rosto principal o empresário Eugénio Neto, com interesses em diversos sectores de actividade.
A Nuovo Pignone, entretanto, criou uma sociedade de direito angolano.
“No dia 31 de Dezembro de 2012 foi concluído o processo notarial que, por um lado, formalizou a entrada da General Electric Oil & Gas por via da sua empresa Nuovo Pignone Angola SRL com sede na Itália, na estrutura societária da GE-GLS Oil & Gas Angola, Limitada e, por outro lado, na base da comprovação da capitalização efectuada pelo grupo angolano GLS Holding, S.A. e pela Nuovo Pignone, registou o aumento de 50 milhões de dólares no capital social da sociedade joint-venture GE-GLS Oil & Gas Angola, Limitada”, explica um comunicado a que o Novo Jornal teve acesso.
Este facto que selou legalmente o casamento entre a General Electric Oil & Gas e a GLS Holding,S.A. em Angola é o resultado de um longo período negocial que conduziu à constituição da referida parceria.
Numa primeira fase, a quota ora adquirida pela Nuovo Pignone esteve temporariamente titulada, em nome da GE, pela Generalan, empresa angolana dos seus advogados locais.
A “escritura notarial acima referida representa o passo necessário, subsequente e final, no sentido da formatação da estrutura societária da joint-venture à luz dos compromissos assumidos pelas partes junto da ANIP – Agência Nacional para o Investimento Privado”, frisa o comunicado.
Questionado sobre o futuro do projecto, Eugénio Neto, Chief Executive Officer (CEO) do grupo GLS, explicou que “a fábrica deverá iniciar a sua laboração dentro de dois anos e a sua produção será, antes de mais, para suprir a demanda nacional”.
“Mas somos pragmáticos na análise das necessidades da região e por isso estamos a trabalhar tendo também em vista a exportação dos nossos equipamentos para outros mercados”, acrescentou.
GE em Angola
A GE Oil & Gas é uma empresa líder mundial em tecnologias avançadas e serviços no âmbito do petróleo e gás.
Está presente em mais de100 países num vasto leque de actividades diversas, com um quadro de pessoal de 35 mil trabalhadores, apoiando os seus clientes em toda a linha da cadeia industrial – desde a extração até ao transporte para uso final.
A companhia americana está em Angola desde os anos cinquenta, sobretudo na prestação de serviços à actividade petrolífera nacional.
No início de 2012, assinou um contrato de prestação de serviços técnicos com a Angola LNG (também no Soyo), operadora de uma das mais modernas instalações para o processamento de gás natural liquefeito (LNG), para além de ser um dos principais fornecedores de turbinas a gás e compressores para o offshore nacional.
O General Manager da GE Oil & Gas para a África Subsariana, Marco Caccavale, abordado pela imprensa sobre a importância do projecto, disse que “pode ser o catalisador de várias parcerias industriais entre corporações americanas e parceiros angolanos”.
Miguel Gomes (Novo Jornal)
http://www.portaldeangola.com/2013/01/capitais-angolanos-e-europeus-general-electric-com-fabrica-no-soyo/
Matthias Offodile February 26th, 2013, 02:38 PM Huge mining revival underway
Geologia e Minas quer investidores
Hoje
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20130225151302minas.jpg
Ministério da Geologia e Minas anunciou a aplicação de um plano destinado a expandir a produção mineral para além dos diamanates
Fotografia: Francisco Bernardo
Mais de 60 projectos para a exploração de Ouro, Cobre, Salgema, sodalite, urânio, platina, niquel e barite encontram-se em promoção no Ministério da Geologia e Minas, com o objectivo estratégico de diversificar a produção angolana de minerais, aumentar as receitas fiscais e patrimoniais e melhorar as condições de vida da população.
De acordo com um documento da instituição, o Ministério tem também em promoção projectos para a exploração de metais básicos, pedras semi-preciosas, ferro, magnésio, molibénio e mica.
Neste momento, as acções do sector da Geologia e Minas estão viradas para a normalização da exploração de inertes, revitalização do subsector de rochas ornamentais e abertura das minas de ferro, ouro, fosfatos e cobre.
Constituem também acções do momento, a regulamentação do Código Mineiro, regulação do mercado de minerais estratégicos e a disciplina jurídica do mercado de exploraão de inertes.
O sector desenvolve acções no sentido da criação de um instrumento de fomento e financiamento de projectos mineiros de empresários nacionais, assim como trabalha na garantia do cumprimento das normas de segurança mineira e ambiental e na protecção dos locais de interesse geológico. O Executivo trabalha, ainda, na revitalização de toda a cadeia de diamantes (concessão de novas áreas, prospecção, exploração, lapidação, comercialização, de diamantes brutos e lapidados,) e no incentivo ao surgimento da indústria nacional de joalharia.
Para a concretização dos objectivos do Executivo, o Ministério da Geologia e Minas vai aplicar o Plano Nacional de Geologia, um instrumento que vai ajudar a ampliar o conhecimento geológico do território nacional e aferir o real potencial mineiro do país.
O Código Mineiro angolano, em vigor desde Dezembro de 2011, prevê a intervenção pública na comercialização de minerais considerados estratégicos, por via da definição de regras do mercado, garantia da estabilidade e a emissão de certificados de origem. O novo código define como minerais estratégicos os diamantes e os minerais radioactivos, os quais diferem dos não estratégicos pelo grau de raridade, impacto na balança de pagamentos e na economia em geral, bem como pelo acesso e o regime de comercialização.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/geologia_e_minas_quer_investidores
Matthias Offodile February 26th, 2013, 07:42 PM Inflação em Angola continua a cair
26/02/2013 11:24:00
A taxa de inflação em Angola continua a descer, mantendo a tendência de desaceleração, tendo-se fixado nos últimos 12 meses nos 8,9%, anunciou em Luanda o Banco Nacional de Angola (BNA)
Esta tendência de desaceleração mantém-se desde setembro de 2012, quando a inflação quebrou os dois dígitos, facto que aconteceu pela primeira vez desde o fim da guerra civil, em 2002.
O anúncio surge na sequência da reunião do Comité de Política Monetária (CPM), em que foram adotadas medidas de política monetária e analisada a evolução da inflação, da economia real, das contas fiscais e monetárias, bem como a informação recente sobre a conjuntura económica regional e internacional.
Assim, segundo a análise feita com base em informação relativa a janeiro, neste mês a taxa de inflação mensal situou-se em 0,61%, registando-se uma desaceleração relativamente ao mês anterior e ao período homólogo de 2012, que foram de 0,99% e 0,73%, respetivamente.
As classes de "Alimentação e Bebidas Não-Alcoólicas", "Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção" e "Hotéis, Cafés e Restaurantes", foram as que registaram maior variação em janeiro de 2013, com 0,75%, 0,72% e 0,71%, respetivamente.
A taxa LUIBOR Overnight fixou-se em 6,2% ao ano, enquanto nas maturidades de 3 e 12 meses, a LUIBOR se situou respetivamente em 8,7% e 10,39% ao ano.
No mesmo período o crédito à economia diminuiu 2,62%, invertendo a tendência verificada ao longo dos meses anteriores.
O CPM decidiu manter a Taxa Básica de Juro, a chamada Taxa BNA, nos 10% ao ano. A próxima reunião do CPM realiza-se a 25 de março.
Fonte: OJE
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/11295-Inflao-Angola-continua-cair.html
Angola Approves $69 Billion Budget With $4.1 Billion Deficit
By Colin McClelland - Feb 14, 2013 5:00 PM GMT+0100
Angola, Africa’s second-biggest oil producer, approved a state budget that forecasts a deficit while doubling social spending from two years ago.
The government plans to spend $49.9 billion and collect revenue of $45.8 billion, resulting in a $4.1 billion deficit, according to budget documents. It expects to receive about $19 billion in loans and foreign aid, the documents show.
Angola is boosting social spending as it rebuilds from a 27-year civil war that ended in 2002. Oil dominates the economy, accounting for more than 60 percent of domestic output and 97 percent of export earnings. Offshore fields operated by companies including Exxon Mobil Corp., Chevron Corp., BP Plc and Total SA pump about 1.8 million barrels of oil a day, second only to Nigeria in Africa.
“The problem with increasing social spending is about the institutional capacity to spend, in a correct and rational way, all the money the government wants to put in these sectors,” Manuel Alves de Rocha, an economist at the Catholic University in Luanda, said by e-mail today. “It means nothing to increase this part of the budget if the money goes to the pockets of government officials.”
Social Spending
The budget is based on forecasts of a 7.1 percent growth in the economy this year, inflation of 9 percent, an exchange rate of 96.3 kwanzas to the dollar, and oil sales of 673 million barrels at $96 each.
Angola’s economy expanded 7.4 percent last year and has grown at an average pace of 9.2 percent over the past five years, with non-oil output growing faster at 12 percent, according to the budget.
About 34 percent of this year’s spending will be directed at social sectors with education getting 8.9 percent, health 5.3 percent and social security 11 percent, according to government documents. Oil taxes are due to contribute 3.3 trillion kwanzas ($34.4 billion) to revenue.
Reserve Cover
The government will tap foreign reserves, which reached $31 billion at the end of 2012, to help cover a budget deficit if necessary, Central Bank Governor Jose de Lima Massano, said yesterday in an interview. Reserves doubled in the last three years and now cover eight months of imports, he said.
The opposition parties of the former rebel Union for the Total Independence of Angola, or Unita, and its offshoot Convergencia Ampla de Salvacao de Angola or Casa-CE, voted against the budget. It passed with 155 in favor to 38 opposed, with five abstentions from two smaller groups. The ruling Popular Movement for the Liberation of Angola, or MPLA, controls 175 seats in the 220-member parliament.
“The state budget approval is of capital importance for party members, especially after voters in the Aug. 31 national elections supported the party governance program,” Diogenes de Oliveira, an MPLA lawmaker, said today in parliament.
To contact the reporter on this story: Colin McClelland in Luanda at
http://www.bloomberg.com/news/2013-02-14/angola-approves-69-billion-budget-with-4-1-billion-deficit.html
More than a third of this year´s budget goes into social sector. That´s a sharp rise from previous years...very good! That amount should be sustained for at least ten years....considering the comparatively low population of Angola, one should see a considerable change in 10 years time.
popa1980 February 27th, 2013, 11:55 AM How much went to agriculture?
Matthias Offodile February 28th, 2013, 01:21 PM http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Angola/Flag-Pins-Angola-Great-Britain.jpg
Economia
28 de Fevereiro de 2013
Chefe da diplomacia britânica enaltece investimento privado em Angola
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico para África, Mark Simonds, disse, em Londres, a empresários ingleses, que Angola está "plena de negócios para oferecer", pelo que os aconselhou a investir neste país.
Na abertura, terça-feira, na sede do Banco de América “Merril Lynch”, de um fórum económico para encorajar a exploração das possibilidades de parcerias comerciais triangulares entre Angola, Reino Unido e Portugal, o responsável pela diplomacia britânica para África deu garantias aos empresários do seu país da estabilidade política, pacificação e desenvolvimento que se vive em Angola, depois de longos anos de conflito.
Para o diplomata, Angola tem grandes potencialidades económicas e recursos naturais suficientes para tornar-se num importante parceiro perante à comunidade internacional e com o Reino Unido em particular.
Ante a falta de conhecimento do sistema legal e administrativo de Angola, assim como a língua portuguesa, como veículo de comunicação, como grande empecilho do empresariado britânico, adiantou que o Reino Unido está a trabalhar em estreita colaboração com empresas portuguesas de renome que conhecem e operam no mercado angolano para suprir estas insuficiências.
O governo britânico quer que os empresários ingleses sejam mais agressivos na aplicação de seus negócios em Angola, explorando todas as áreas de investimento postas à disposição pelas autoridades desse país, sobretudo no que tange as da educação e formação profissional, serviços financeiros e desenvolvimento de infra-estruturas.
Dados da Agência Nacional para o Investimento Privado apontam que de 2008 a 2012 aprovou 35 projectos de investimento do Reino Unido, número igual ao da África do Sul, num gráfico onde os maiores investidores foram Portugal com 739, seguido da China com 181 (A ANIP aprova financiamentos estrangeiros privados até aproximadamente 10 mil milhões de kwanzas)
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/chefe-da-diplomacia-britanica-enaltece-investimento-privado-em-angola
http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Uruguay/Flag-Pins-Uruguay-Angola.jpg
Economia
28 de Fevereiro de 2013
Angola e Uruguai vão criar bolsa de negócios:banana::cheers:
O Uruguai quer aumentar a importação de petróleo angolano para 4 carregamentos de crude por ano. Esta intenção foi manifestada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Uruguai durante o encontro que manteve com o ministro angolano dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.
Anualmente aquele país sul-americano recebe petróleo angolano avaliado em mais de 200 milhões de dólares.
Também a perspectiva de crescimento económico do sector não petrolífero atrai investidores do Uruguai. As potencialidades dos países e as oportunidades de negócios foram abordadas num fórum que reuniu instituições governamentais e empresários. Os sectores das pescas e agricultura mereceram destaque, provocando primeiros contactos para uma bolsa de negócios entre ambos.
A secretária de Estado da Economia, Laura Monteiro, considerou hoje, em Luanda, a Bolsa de Negócios Angola/Uruguai uma excelente oportunidade para o estreitamento de contactos entre as empresas dos dois países que possam concorrer para o incremento das relações comerciais e de investimentos bilaterais, estimando que o crescimento de Angola nos próximos cinco anos permaneça robusto, em média dos 7.1 porcento ao ano, tendo como base a estratégia do executivo de promover a diversificação da economia nacional, pelo facto de a economia não petrolífera crescer a uma taxa média anual de cerca de 9.5%.
O ministro das Relações Exteriores da Republica Oriental do Uruguai destacou o reforço da cooperação bilateral nos domínios da agro-indústria, pobreza rural, agro-negócios, produção de carne e a formação de quadros
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia/angola-e-uruguai-vao-criar-bolsa-de-negocios
‘Empresas têm de financiar-se no mercado de capitais’, defende Álvaro Sobrinho
2013-02-22
http://imgs.cmjornal.xl.pt/2012-12/2012-12-28225556_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$d297b4b9-f931-45a8-ae24-1473eadc0cf6$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg
O presidende do conselho de administração do Banco Espirito Santo Angola (BESA), Álvaro Madaleno Sobrinho, defendeu, em Luanda, a necessidade de o pais se dotar de uma Bolsa de Valores para que as empresas deixem de se financiar exclusivamente na banca como acontece actualmente.:master:
O PCA do BESA que falava no seminário sobre ‘Os Mercados de Capitais Londrino e Angolano’, uma iniciativa conjunta da instituicao que dirige, a Embaixada Britânica em Angola e a London Stock Exchange (LSE), com o apoio das prestigiadas Norton Rose e da Ernest & Young, considerou que ‘em termos mundiais uma das grandes preocupações tem sido o mercado de capitais e os problemas quase recorrentes das crises, sendo que a mais violenta foi a crise do subprime em 2008’, defendendo que ‘o nosso país necessita de uma Bolsa de Valores. Hoje as empresas financiam-se totalmente na banca a custos muitas vezes elevados, as empresas com bom rating, ou seja, com bom desempenho, devem financiar-se no mercado de capitais a preços muito mais baixos e a prazos muito melhores’.
Álvaro Sobrinho sublinhou que ‘as bolsas são extremamente importantes, não só para financiar como também para realizar as grandes operações do Estado para o desenvolvimento da economia e que tem muito respaldo na emissão da dívida publica com maturidades muito baixas, em paises mais desenvolvidos estamos a falar em hipotecas’. Referindo-se à London Stock Exchange (LSE) considerou ‘fundamental falar-se de um mercado de que nunca se falou em Angola e que é extremamente importante’, lembrando que a experiência da London Stock Exchange no que respeita às commodities e defendendo que ‘nós aqui em Angola deveriamos ter um mercado de commodities’.
‘ O BESA está aqui para apoiar iniciativas dessa natureza , isto faz parte do nosso ADN e, com os nossos parceiros, temos feito tudo para que o mercado financeiro em Angola se desenvolva a um ritmo maior e é com grande orgulho que o conselho de administração deste banco apoia este evento’, adiantou.
O mercado de capitais como alternativa de financiamento
O presidente da Comissão de Mercados de Capitais (CMC), Archer Mangueira, que falou do desenvolvimento de mercados de capitais angolano, destacou as potencialidades de Angola no domínio económico e as iniciativas que se se encontram em curso com vista ao desenvolvimento do país. O presidente da CMC, referiu ainda que o plano estratégico e de acção da Comissão de Mercados de Capitais de Angola tem subjacente o principio orientador do Governo e expresso pelo Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, no discurso de tomada de posse onde referiu ‘o papel fundamental do mercado de capitais como forma alternativa de financiamento da economia’. As prioridades estabelecidas para o início do mandato para a institucionalização da CMC, em Fevereiro de 2012, adiantou, consistiram na criação de condições essenciais para o desenvolvimento do mercado secundário de dívida publica e, subsequentemente, da dívida corporativa e da gestão dos organismos de investimentos colectivos.
Archer Mangueira referiu igualmente que ‘a CMC é a principal autoridade reguladora no mercado de valores mobiliários e que pauta a sua acção pelos princípios gerais de protecção dos investidores, garantindo a seguranca jurídica e a legítima confiança em que os mercados sejam eficientes, justos e transparentes e prevenindo o risco sistemico’. ‘Parece razoável admitir, excepção feita à divida pública, que a economia angolana nestes primeiros tempos não vai gerar tantas emissões de valores mobiliários que satisfaçam os seguintes dois critérios: proporcionarem uma visão clara dos riscos a que ficam expostos quem nele investir e, nessa medida, serem atractivos para os investidores em geral, e serem em número suficiente para permitirem que os investidores interessados possam formar carteiras diversificadas’ , salientou.
Para Archer Mangueira vai demorar algum tempo até que na economia angolana possam surgir um número significativo de emitentes e de emissões capazes de satisfazer as exigências das generalidades dos investidores, sejam eles investidores institucionais ou simples particulares. Também não é de crer que surjam investidores particulares que proporcionem valores no mercado, movimento, liquidez e profundidade bastante. ‘A construção da curva de mercados secundários é essencial para o desenvolvimento dos restantes segmentos, quer em instrumentos de dívida coporativa, quer em instrumentos de capital próprio’, defendeu.
Indicou ainda que foi dada prioridade à regulação do mercado secundário da dívida pública, estando já concluído o projecto de diploma jurídico específico para os mercados regulamentados, juntando no mesmo conceito não só a Bolsa mas também os mercados de balcão organizados e o mercado especial de dívida pública, que será composto por um mercado primário e de acesso reservado a operadores especializados que assumem a obrigação de manter a liquidez e o respectivo mercado secundário.
Acesso aos mercados internacionais
O acesso das empresas angolanas ao mercado de capitais internacional através da LSE, foi apresentado por Jorge Ramos, managing Director-Investiment Bank do BESA, por Bayo Odubeko, partner da Norton Rose e por Markus Bailey, Executive Director da Ernest & Young.
Para Jorge Ramos, do BESA, Angola está a recuperar da crise de 2009. ‘A balança de pagamentos de Angola está relativamente saudável. Há uma acumulação de reservas com uma relativa estabilidade cambial’, disse, indicando que, segundo dados da Delloite-Angola, o país regista um crescimento em activos, nos créditos concedidos, verificando-se uma evolução de depósitos a ritmo sustentável. Só em Dezembro de 2012 foram registados 1050 balcões.
Para o responsável do BESA grande parte do sistema bancário apresenta níveis muitos altos de liquidez. ‘A banca angolana é diversificada em termos de activos e passivos em comparação com o sistema sul-africano. É uma banca bem fundada e bem diversificada’, indicou.
Bayo Odubeko da Norton Rose apresentou os serviços que a Norton Rose presta e salientou o interesse que a mesma tem em África, muito particularmente o de se estabelecer em Angola. A sua abordagem foi centrada no funcionamento do mercados de capitais e no modo como ele está estruturado. ‘ Temos trabalhado nos últimos trinta anos em África, temos cerca de 200 advogados em África e mais do que cem advogados em África; em todo o mundo temos cerca de 50 escritórios’, realçou.
Mais capital é preciso
Jose Severino, presidente da Associacao Industrial de Angola (AIA) destacou na sua intervenção que os constrangimentos que ainda caracterizam a nossa economia não devem ser factores inibidores para aqueles que se queiram instalar em Angola e, concomitantemente, investir no pais. ‘Precisamos de mais capital, precisamos de fazer mudanças para que a nossa economia se desenvolva. O índice de capital ainda é muito baixo. Temos a lei de investimentos privados, que é muito redutora, com custos excessivos nos bens não transaccionáveis. Estamos no bom caminho, o país cresce mas temos que ter mais iniciativas como esta’, referiu.
Marcos Oliveira, engenheiro de telecomunicações, disse a O País que o evento constituiu o primeiro passo para a apresentação da Bolsa ou do que pode a vir a ser a Bolsa no país. ‘E, com os players que estiveram presentes, acho que que foi um primeiro passo muito produtivo e que haverão mais seminários destes, estamos no bom caminho’. ‘ Falta ainda regulamentação. Falta algum trabalho do Governo neste sentido, para que possamos ter os investidores internacionais no nosso país de uma maneira mais segura e com uma perspectiva de futuro melhor’, salientou.
O que é a London Stock Exchange...
A LSE e uma das principais Bolsas do mundo. Iniciou a sua actividade em 1995 tendo, até à data, atraido muitas empresas africanas para admissão à cotação no seu mercado principal e no mercado alternativo (AIM), sendo, neste momento, o mercado com maior crescimento mundial e uma porta de entrada para as empresas africanas no mercado de capitais internacional.
.... e o BESA
O Banco Espirito Santo Angola, S.A, foi formalmente constituido em Angola em Agosto de 2001, e detém actualmente um capital social de USD 170 milhões (realizados em Kwanzas). O banco iniciou a sua operação em 24 de Janeiro de 2002, em Luanda, tendo, desde a sua fundação, assumido como objectivos estratégicos da sua actuação a participação no desenvolvimento socio-económico de Angola, o apoio à bancarização de cidadãos e empresas, a expansão da rede de balcões pelo território nacional, a promomoção da rendibilidae da instituição e o aporte de valor para os accionistas. Tem 660 colaboradores e conta na sua galeria com cerca de 23 prémios, como o ‘Best Bank in Angola’ e ‘ Best Trade Finance Bank’, entre outros.
One automicatically knows when an economist talks!:applause: One simply speaks the same language!:cheers:
Apart from that, it is high high high time for a stock market, every modern country needs one big and strong stock/financial market without that a country will go nowhere and remain poor and backward!!! So full force ahead!
Matthias Offodile February 28th, 2013, 01:33 PM Concessionário da Volvo entra na cidade de Malange
23 de Fevereiro, 2013
Fotografia: AFP
O concessionário automóvel da marca Volvo anunciou ontem ao Jornal de Angola ter iniciado operações em Malange no início de Fevereiro, no âmbito do plano de expansão do grupo.
Nesta fase, a Auto Sueco criou 16 postos de trabalho directos concedidos, maioritariamente, a jovens que prestam serviços de assistência pós-venda e comercialização de peças e acessórios
No começo do ano, a empresa anunciou o arranque de um processo de expansão da sua rede pós-venda de peças e acessórios para camiões e veículos ligeiros nas cidades do Lobito, Luanda e Lubango.
No quadro desse processo, está prevista a abertura de mais postos de venda nas províncias de Malange, Uíge, Cabinda, Huambo e Luanda. Este investimento, refere Aníbal Barbosa, administrador do grupo, vai “proporcionar mais valor aos clientes, através de uma cobertura geográfica alargada, elevado nível de serviço, consolidação da capacidade de resposta na assistência e peças para camiões, automóveis, autocarros, grupos geradores e motores marítimos”.
“A rede pós-venda tem capital importância para a Auto-Sueco Angola. Apenas com uma política de qualidade permanente sobre os nossos produtos, associada a um serviço de proximidade, asseguramos a fidelização e a satisfação dos nossos clientes, que ao longo dos anos nos têm depositado a sua confiança”, sublinhou Aníbal Barbosa.
After having opened showroom in Luanda, Lobito and Luanda....Volva brand expands firther ...Malanje has come onboard, too!
Matthias Offodile February 28th, 2013, 01:37 PM Angola Chik Chik hotel brand expands with another hotel to be opened in Lunda Sul..city of Saurimo...it is u/c
Grupo Chik-Chik constrói um hotel na Lunda-Sul
João Salvo | Saurimo - 27 de Fevereiro, 2013
Um hotel de cinco estrelas da cadeia Chik-chik, detida pelo grupo Chicoil, em construção na cidade de Saurimo, Lunda-Sul, fica parcialmente concluído e começa a funcionar no mês de Dezembro deste ano.
O facto foi anunciado NA segunda-feira pelo director da obra, João Neves, quando apresentava o projecto do empreendimento a representantes do Governo Provincial da Lunda-Sul.
João Neves salientou que a obra decorre a ritmo acelerado e dentro dos prazos contratuais. O edifício, localizado no centro da cidade, possui 120 quartos, restaurantes, piscinas, ginásio, sala de conferências, esplanada e outras áreas.
Depois de constatar o estado da evolução das obras, a governadora da Lunda-Sul, Cândida Narciso, considerou a obra “imponente”, realçando a sua qualidade de poder gerar postos de trabalho para os jovens. Cândida Narciso afirmou que as autoridades locais apoiam e contam com aquele empreendimento
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/grupo_chik-chik_constroi_um_hotel_na_lunda-sul
Matthias Offodile March 5th, 2013, 08:19 PM Among ALL Southern Africa countries Angola leads in the fight against poverty due to United Nations
http://jamesjpn.net/wp-content/uploads/2012/07/un-logo1.jpg
Angola lidera na SADC batalha contra a pobreza
01/03/2013 18:51:00
Angola está entre os países da região austral do continente africano com mais conquistas registadas no combate à fome e à pobreza, revelou, dia 28 de Fevereiro, em Luanda, o conselheiro económico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)
Domingos Mazivila, que falava aos deputados à Assembleia Nacional durante o seminário de informação sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, afirmou que os resultados do “Inquérito integrado sobre o bem-estar da população” revelam que a proporção de pessoas com rendimento inferior a um dólar diminuiu de 68 por cento em 2001, para menos de 36,6 por cento em 2009.
O conselheiro económico do PUND disse que, de acordo com os níveis de redução, Angola deve alcançar a meta de diminuição para metade dos índices de pessoas que estão abaixo da linha de pobreza.
Domingos Mazivila reconheceu que a incidência da pobreza no meio rural é três vezes superior à do meio urbano. Por isso, sugeriu que, para assegurar o alcance das metas no meio urbano e rural, as políticas e programas públicos apresentem acções de combate à pobreza, com maior realce para as famílias vulneráveis no meio rural.
O responsável do PUND garantiu, ainda, que a taxa de má nutrição tem estado a descer significativamente a nível nacional e realçou que há uma redução de 45 por cento para 29 por cento, esperando que o país atinja a meta de 22 por cento em 2015. O chefe de políticas sociais do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Stefano Visani, que falou sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio referentes ao ensino primário universal, afirmou que, em 2001, o número de alunos matriculados no ensino primário era de 1,3 milhões de crianças e, em 2009, cresceu para quatro milhões. De acordo com o relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio apresentado aos deputados, a meta do ensino primário universal estão “muito além do esperado”.
O documento apresentado por Stefano Visani refere que a relação entre o número de alunos por sala de aulas registou uma redução de 119, em 2007, para 99 em 2009, embora seja ainda muito elevado. Para assegurar o cumprimento desta meta traçada, o relatório sobre os Objectivos do Milénio sugere ao Ministério da Educação a revisão do sistema de avaliação e adopção de acções concretas para mudar o quadro.
Inclusão de mulheres
Relativamente à participação das mulheres na vida pública, o relatório refere que Angola foi um dos países que registaram progressos na região da África Austral.
Até 2010, as mulheres ocupavam 85 lugares na Assembleia Nacional. Quanto à composição do Executivo, o documento refere que até 2010 as mulheres tinham uma representação geral de 26 por cento, entre ministras, vice-ministras e secretárias de Estado.
Desafios
O primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional, João Lourenço, que fez a abertura do semanário, sublinhou que os progressos registados por Angola nos últimos dez anos permitiram a aprovação do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017.
João Lourenço reconheceu que o Executivo adoptou medidas para inverter o quadro de pessoas que vivem com um rendimento inferior a um dólar e destacou a estratégia nacional de combate à pobreza para reduzir o número de pessoas que vivem em condições de pobreza extrema.
O deputado referiu que foram alcançados progressos nos vários domínios da redução da má nutrição, acesso ao ensino primário, promoção da igualdade de género e combate à malária. Além disso, realçou que o Executivo, como prova da sua preocupação com o sector social, lhe atribui grande parte do Orçamento Geral do Estado.
Angola integra a lista dos 50 países seleccionados pelas Nações Unidas para o processo de consultas nacionais sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, que vai produzir um relatório de alto nível.
http://www.africatoday.co.ao/pt/politica/11338-Angola-lidera-SADC-batalha-contra-pobreza.html
6ª edição do GMC em Angola
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=images_831522460.jpg
08/02/2013 09:58:00
Equipa de estudantes patrocinada pela Accenture vence final nacional do Global Management Challenge. A Accenture Angola foi ainda considerada o Patrocinador do Ano desta competição de gestão.
A vencedora da final nacional do Global Management Challenge deste ano foi uma equipa de estudantes da Universidade Metodista, que teve como patrocinador a consultora Accenture.
Esta iniciativa, que já vai na sua 6ª edição em Angola, pretende recriar, num contexto virtual, a realidade empresarial. As equipas a concurso têm de demonstrar que são capazes de gerir uma empresa, tendo a possibilidade de conhecer de forma próxima as realidades associadas ao mundo empresarial e de apreender uma série de conceitos de estratégia e gestão, imprescindíveis para futuros profissionais.
Os estudantes da ACCENTURE-UMA-LIGHT, equipa vencedora a nível nacional, irão representar Angola na Final Internacional do Global Management Challenge que este ano vai decorrer em Bucareste, na Roménia, e que vai reunir equipas de mais de 40 nacionalidades.
“Foi com grande orgulho e satisfação que vimos uma equipa patrocinada pela Accenture vencer esta competição. A Accenture apoia o Global Management Challenge desde a primeira edição em Angola, pois acreditamos que é um instrumento importante de aproximação do mundo empresarial ao académico, tendo em vista a formação e captação de novos talentos. Este simulador de gestão garante uma experiência única a estudantes e jovens profissionais que têm aqui a oportunidade de assimilar novos conceitos num ambiente privilegiado”, refere Carlos Moutinho, Director-Geral da Accenture Angola.
Além de patrocinar diversas equipas de estudantes universitários, a Accenture promove também esta competição a nível interno, nomeadamente junto dos quadros mais jovens da empresa. Esta é uma forma interessante de estimular o trabalho em equipa e colaboração, permitindo aos participantes pensar numa perspectiva mais estratégica que fomente a inovação.
O GMC está actualmente em mais de 40 países dos cinco continentes, abrangendo mais de 500.000 participantes.
http://www.africatoday.co.ao/pt/eventos_sociais/11167-edio-GMC-Angola.html
Sharp decline in child mortality in just three years due to Unicef
http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/12/unicef2.jpg
Angola regista progressos na redução da mortalidade infantil
01/03/2013 18:57:00
Angola continua a fazer progressos na redução da mortalidade infantil, que passou em três anos de 22% para 14%, disse no dia 28 de Fevereiro, o representante da UNICEF, em Luanda
Koen Vanormelingen, que falava à margem do Seminário Nacional de Validação do Roteiro para a Melhoria da Saúde da Mãe e da Criança, que termina na sexta-feira em Luanda, considerou que ainda se trata de um "valor alto".
Segundo aquele funcionário das Nações Unidas, o inquérito Integrado sobre o Bem-Estar da População (IBEP), realizado pelo Estado angolano, demonstrou que de 22 por cento, em 2002, a mortalidade infantil baixou para 19 por cento em 2008/2009.
"Agora pensamos que estamos quase em 14 por cento. Então, está a melhorar de maneira acelerada. Passou de 22 por cento para 14 por cento. Mas 14 por cento ainda é um valor alto, quer dizer que 15 em cada 100 crianças não sobrevivem até aos cinco anos, então é um peso altíssimo", acentuou.
Problemas neonatais, infecções ou asfixia neonatal, malária, diarreias, infecções respiratórias e a má nutrição são ainda a combinação que representam 85 por cento das causas da mortalidade infantil em Angola, acrescentou Koen Vanormelingen.
Os "passos fundamentais" para alterar o actual quadro são a melhoria e disponibilidade dos serviços para a população, como partos acompanhados, o controlo da malária, a prevenção com o uso de mosquiteiros, o tratamento de infecções respiratórias, das diarreias e da má nutrição.
"Estamos a tomar medidas com o Governo para que cada município tenha capacidade para fazer isso. Dou como exemplo que no ano passado acelerou-se o tratamento da má nutrição com base comunitária e que, neste momento, estamos juntamente com a sociedade civil e o Ministério (da Saúde) a tratar de 10 mil crianças a cada mês para a mal nutrição", referiu.
Outro exemplo que apontou é a campanha de distribuição de mosquiteiros impregnados com insecticidas, que ultrapassará os cinco milhões este ano.
"Tudo isso são passos que se estão a dar no contexto dos serviços municipais de saúde, no sentido de reforçar a capacidade de se prestar esses serviços nas comunidades", adiantou.
Ao mesmo tempo, a UNICEF trabalha com as igrejas e com o Ministério da Família e Promoção da Mulher para reforçar as competências das famílias, porque, sublinhou: "muitas coisas podem ser feitas nos lares".
http://www.africatoday.co.ao/pt/sociedade/11340-Angola-regista-progressos-reduo-mortalidade-infantil.html
Considering the massive rise of 35% of the country´s annual budget which will go to the social sector this year alone, things will even get better....If those efforts continue for another 10-15 years, Angola will be a different country then - all thanks to PEACE!!!:cheers:
Matthias Offodile March 7th, 2013, 11:01 AM JP Morgan and Merill Lnych look to open offices in Angola
http://finanznews-blog.de/wp-content/uploads/2011/03/jp-morgan.jpg
http://dohapress.com/portal/images/stories/06July2011/merrill_lynch.jpg
OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS
JP Morgan e Merrill Lynch dos EUA atraídos pelo mercado angolano
A recomporem-se da crise, os bancos norte-americanos retomam o seu processo de internacionalização e, em África, Angola está entre os mercados de eleição, segundo o embaixador dos Estados Unidos acreditado no País.
FRANCISCO DE ANDRADE, 2013-03-06 13:26:00
O JP Morgan e o Bank of Amnerica Merril Lynch, dois dos maiores bancos do mundo, manifestaram recentemente, durante o fórum "Doing Business em Angola" realizado na África do Sul, o interesse em operarem no mercado angolano.
Falando à imprensa à margem do evento promovido conjuntamente pela embaixada norte-americana no País e as Câmaras de Comércio Estados Unidos da América-Angola e Estados Unidos da América- África do Sul, o embaixador dos EUA em Angola, Christopher J. McMullen, afirmou que, a se recomporem da crise, os bancos norte-americanos "estão mais aptos" para prosseguirem com os seus processos de internacionalização.
"Alguns bancos americanos começam a refazer-se da crise, cinco anos depois da recessão económica nosEUA, com grande impacto no sector financeiro e procuram mais oportunidades no mercado internacional e, em África, Angola é um mercado de eleição", referiu.
Os dois bancos dos Estados Unidos da América estiveram presentes no fórum "Doing Business em Angola", que teve como propósito explicar aos empresários norte-americanos que actuam na África do Sul as vias para se investir em Angola, tendo em vista o incremento das relações comerciais entre os dois países.
Tudo indica que o interesse manifestado por instituições bancárias norte-americanas em operar no País está ligado à implementação do novo regime cambial aplicável ao sector petrolífero, dadas algumas inquietações que vêm sendo manifestadas pelos operadores da área, que questionam a capacidade dos bancos locais em dar resposta às suas solicitações, por um lado.
Por outro, demostra também a confiança na economia do País que continua em crescimento. A eventual entrada destas instituições americanas virá ainda diversificar a matriz de investimentos do sector bancário nacional que, neste momento, é maioritariamente portuguesa.
O Banco do Brasil é outro do continente americano que, desde há muito, vem manifestando o interesse de começar a operar no País. De acordo com Christopher McMullen, os bancos não são as únicas empresas americanas interessadas em operar em Angola, fora do sector petrolífero.
"Falei com companhias americanas fora do sector de petróleo e gás, e manifestaram muito interesse em Angola", disse o diplomata, que reconhece ser um mercado novo para a maioria delas.
http://expansao.sapo.ao/noticias/economia_e_financas/detalhe/jp_morgan_e_merrill_lynch_dos_eua_atraidos_pelo_mercado_angolano
The US should simply do business and shut up on anything else which is not their cup of tea....(Just like what they do in Asia, Europe and other parts of the world)....Hence, I very much like the Chinese. For them it is strictly business & money and they don´t make such a big fuss about that! ....But this piece of news sounds rather promising coming form the US - so far!
Matthias Offodile March 9th, 2013, 07:06 PM Angola’s Sonangol considered to be Africa’s second-largest company
March 5th, 2013 News
Angolan oil company Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) has been considered to be the second-largest company in Africa by results in a study published last week in Paris by Jeune Afrique magazine.
The study looked at around 500 African companies or companies with African headquarters and, for the second year in a row, Sonangol was ranked second behind Sonatrach, a fuel company from Algeria.
According to the study these two companies posted robust results, which have led to them being ranked amongst the world’s top 500 companies and they are only not getting bigger because they are unlisted.
As well as Sonangol other Angolan companies or companies operating in Angola were ranked in the study, including Total E&P Angola in 50th place, diamond company Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama) in 128th place – rising 22 places against the 2012 ranking – and mining company Catoca Sociedade Mineira in 227th place. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2013/03/05/angola%E2%80%99s-sonangol-considered-to-be-africa%E2%80%99s-second-largest-company/
Matthias Offodile March 9th, 2013, 10:32 PM New challenges for Angolan booming banks
29th June 2012
http://www.angola-today.com/wp-content/uploads/2012/06/rJorge-Ramos-300x247.jpg
Jorge Ramos
Jorge Pereira Ramos, Managing Director of Espírito Santo Investment Bank explains what the new FX laws will mean for the Angolan Financial services industry.
Angolan banks have benefited from a decade-long oil boom (Angola is the 2nd largest African crude producer, after Nigeria) that supported an accelerated growth (the 5th worldwide, during 2000-10, at an average rate of 11%, that outpaced China’s 10.5%) in a general environment of peace, political stability and strong rebuilding effort promoted by the Government.
With only US$ 3bn of assets in 2003 (and less than US$ 1bn of loans) the Angolan banking sector achieved remarkable numbers in less than a decade with total assets amounting to US$ 45bn and total deposits of US$ 37bn, at the end of 2011. It is now the 5th biggest African banking industry, only behind those in South Africa, Egypt, Morocco and Nigeria.
Profits were also impressive: at end of 2011, the top six Angolan banks (which represent nearly 80% of the sector) achieved a total banking income of about US$ 2.5bn and US$ 1.1bn in earnings. The aggregate return on average equity (ROAE) was around 30% (with some banks posting levels near 40%) and the average return on assets (ROAA) around 3%, one of the highest levels on the continent. At the same time, banks managed to firmly control their costs (the aggregate cost to income stood at 31%) despite the investment effort made in IT, network expansion and new recruitments.
The rise of Angolan banks is unlikely to slow down in the near future.The Economist Intelligence Unit (EIU) forecasts that Angola’s banking sector will grow faster than any other in sub-Saharan Africa, in the fore coming decade. It stated that banking assets in the country could grow to between US$ 128bn and US$ 263bn by 2020. At the high-end of this scenario, by that time Angola banking sector would be almost the same size as Nigeria’s (US$ 289bn) – which is currently 3x bigger – and only 50% of South Africa’s – which is now 12x bigger.
Recently (May) a structural reform occurred as Angola’s new foreign exchange (FX) law for the oil sector was enforced. :cheers:This will strongly contribute to this dream-scenario, flooding billions of dollars into the country’s banking system. The new law requires that oil & gas operators will pay their taxes and contracted services, through Angolan banks instead of international ones. In fact, due to strict capital controls, foreign oil companies were allowed to hold revenue from their Angolan operations in overseas banks and payments to service providers were made off-shore, bypassing domestic banks. Until now, oil operators transferred foreign currency (mostly US$) to the central bank (BNA) to pay the Government taxes and processed only some limited transactions, via Angolan banks.
The new law recognizes the particularity and the urgency of the oil industry needs, establishing the principle of “registration and information” within the central bank for these payments, instead of the “previous authorization” regime still needed for capital investments. BNA maintains its supervision role on the foreign exchange market and all the operators are obliged to present a full report of all contracts made with foreign entities and a provisional payments’ budget, on an annual basis.
It’s hard to measure the full impact of this change but it will be huge. Last year tax figures could be a proxy as the Government collected a total US$ 12.8bn in taxes from foreign oil companies. Joining this with the full amount of non-tax payments made by the oil industry, we can imagine a scenario where Angolan banking system could easily double its current amount of deposits. That means an extra US$30bn in liquidity into the system.
But this golden opportunity comes along with a harsh test as new challenges are poised to Angolan banking industry. Banks will have to process far bigger transactions, at an unprecedented scale, than they are used to. This poses questions about technical readiness and concerns about the capacity of the local banks and the integrity of their internal systems. Since 2009 – when Angolan banks have been hardly impacted by the international financial crisis – they have heavily invested in IT systems, internal reorganization and human resources, preparing themselves to this structural change.
Most of them will allocate their most skilled people, organised in dedicated teams (oil & gas desks) to this new transactional banking activity, seen as strategic and a source of gains and commissions that will support their future income growth, in a domestic environment of fierce competition. It is expected that the local subsidiaries of overseas financial groups (such as Portuguese banks and Standard Bank), will take advantage of their correspondent banking network, international experience and credit ratings recognition. But other local players have been also preparing themselves and must be considered.
We have to keep in mind that the Government brought in the new regulation in accordance with the central bank, the sector regulator and its ultimate warrantor. It is also a major step for BNA which will maintain a central role in the new regime, monitoring the possible monetary risk of this “flood of money”, particularly, the possible AKZ appreciation and its impact on growth.
However, the impact of this regulation has been buffered with a multiphase implementation, decided by BNA to earn time to adjust the monetary policy, if necessary.
The major milestones are as follows:
- Post October 1, oil companies will start paying local providers in foreign or local currency through accounts opened in Angolan banks
- From May 13, 2013, tax payments to the Government shall be also done through these accounts but in US$ (the central bank will assume the conversion to AKZ which is a major setback to the commercial banks’ initial expectations)
- From July 1, 2013, all payments must be done solely in AKZ
- And finally, from October 1, 2013, oil firms will have to pay their international suppliers through Angolan banks. So, the goal is to achieve the law’s full implementation in 18 months-time.
We understand that the major political goal pursued by the new law is to reinforce the Angolan banking system by flowing into it, the money generated by the country’s most relevant sector – the oil & gas industry. The other is to help shore up the country’s FX reserves (which have been recovering from the 2009 crisis but at a sluggish pace) and its positive impact on Angola’s external position and currency stability.
But that happens because the Authorities also felt that local banks had grown and are sophisticated enough to cope with this challenge. With this move, the Government is signalling to the international markets that Angolan banking system is sound, well regulated and prepared enough to accommodate the bulk of transactions required by the most sophisticated, exigent and timely clients, such as the oil & gas industry players. If they succeed on it, they will take a huge step into their international recognition and maturity.
Jorge Pereira Ramos is Managing Director of Espírito Santo Investment Bank in Luanda.
http://www.angola-today.com/articles/new-challenges-for-angolan-booming-banks/
09-03-2013 14:12
Huíla
Indústrias empregam mais de mil funcionários
Lubango - Mil e 670 jovens da província da Huíla ganharam, em 2012, emprego em diversas unidades fabris, informou hoje a directora provincial da Indústria, Geologia e Minas, Paula Baptista Joaquim.
Em entrevista à Angop, para falar da contribuição do sector no que tange ao combate ao desemprego, a responsável afirmou que da cifra, 179 são mulheres.
Segundo ela, os funcionários foram enquadrados nas indústrias de extracção e transformação de granitos, agro-alimentar, de tabaco, calçados e vestuários, construção civil, unidades de produção de bebidas espirituosas e água mineral.
Paula Joaquim referiu que as indústrias que mais enquadram a força de trabalho são as de produção de bebidas espirituosas, seguidas de produção de matérias de construção civil e de extracção e transformação de rochas ornamentais.
Adiantou que o número de cidadãos a serem enquadrados no ramo da indústria e geologia e minas, vai aumentar, uma vez estarem em curso o licenciamento de mais empresas.
Acrescentou igualmente que os pólos indústrias da Jamba e Matala que brevemente começam a funcionar, poderão empregar mais cidadãos principalmente jovens.
O projecto de prospecção do Ferro e do Ouro na Jamba Mineira, a leste da província da Huíla, 356 quilómetros da cidade do Lubango, já empregou cerca de 500 cidadãos quer nacionais.
A direcção da Industria e Geologia e Minas controla 56 industrias e 30 empresas de extracção e transformação de rochas ornamentais.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/2/10/Industrias-empregam-mais-mil-funcionarios,22dfaafd-49ad-42d5-b597-022654e37841.html
Matthias Offodile March 9th, 2013, 11:36 PM Seminário
Mercado de capitais em debate
Pca do Besa: “Falta mercado de commodities”
O Banco Espírito Santo Angola (BESA), em parceria com a Embaixada Britânica em Angola e a London Stock Exchange (LSE) debateram o futuro mercado de capitais angolano e as oportunidades de financiamento internacionais através da referida bolsa londrina. Durante o evento, Álvaro Sobrinho, presidente do conselho de administração (PCA) do BESA, defendeu que “Angola necessita de uma Bolsa de Valores. Hoje, as empresas financiam-se totalmente na banca a custos elevados. As empresas com bom rating, ou seja, com um bom desempenho, devem financiar-se no mercado de capitais a preços muito mais baixos e a prazos muito melhores”. Recordou a experiência da LSE em relação às commodities (matérias-primas) “um mercado que também deveríamos ter em Angola”.
Na sua intervenção Archer Mangueira, presidente da Comissão de Mercados de Capitais (CMC) reafirmou (veja tema de capa da EXAME n.º 29) que “foi dada prioridade ao mercado secundário da dívida pública e, subsequentemente, da dívida corporativa e da gestão dos organismos de investimentos colectivos”. O responsável acrescentou que “vai demorar algum tempo até que na economia angolana possa surgir um número significativo de emitentes e de emissões capazes de satisfazer as exigências das generalidades dos investidores”.
Presidente da CMC: “Dívida pública é prioridade”
De referir que no mês passado também foi notícia a possibilidade de o país realizar uma emissão de dívida pública na Europa ainda este ano, estando por definir o valor, o prazo e o país de colocação. Jorge Ramos, director da área de investimento do BESA, concorda com a iniciativa. “Angola precisa de diversificar as fontes de financiamento, porque as poupanças domésticas não serão suficientes para cobrir as necessidades de investimento futuras. Deveria criar-se um programa regular de emissão de dívida pública, com maturidades mais elevadas e cotação internacional, tal como fizeram recentemente Marrocos ou a Zâmbia.
http://www.exameangola.com/pt/?det=31574&id=1847&mid=382
Matthias Offodile March 11th, 2013, 08:59 PM Governo provincial constroi fábricas nos municípios
09 de Março, 2013
http://imgs.sapo.pt/jornaldeangola/img/thumb2/20130309165841fabrica.jpg
Projecto visa incentivar a livre iniciativa
A província do Huambo prevê a criação de pequenas indústrias em todos os municípios, numa altura em que decorre o processo de identificação das áreas onde são implantadas as infra-estruturas.
O anúncio foi feito pelo director provincial da Indústria, Geologia e Minas, Augusto Filipe, para quem o cumprimento desse objectivo passa necessariamente pelo ordenamento e desenvolvimento do sector industrial. Nos últimos tempos, segundo o responsável, têm surgido pequenas e micro-indústrias que não obedecem ao ordenamento do governo da província.
Augusto Filipe disse que essas unidades são retiradas das zonas urbanas e encaminhadas para os parques municipais, numa acção do governo que visa fomentar o empreendedorismo no seio das comunidades. O projecto de desenvolvimento económico consta do programa do governo da província do Huambo e vai permitir fomentar o empreendedorismo com a criação de pequenas e médias indústrias, de forma a aproveitar-se a produção agrícola nos 11 municípios que compõem a região.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/governo_provincial_constroi_fabricas_nos_municipios
Pólo TDA Viana inaugurado a 13 de Março
8 de Março de 2013
É já no dia 13 de Março que vai ter lugar a inauguração do Pólo TDA de Viana que para além de vários serviços vai contar ainda com uma loja TDA. A inauguração está marcada para as 17h00.
A nova unidade da TDA conta com serviços de venda e assistência técnica de viaturas ligeiras, pesados e esquipamentos.
As instalações dispõem ainda de uma loja TDA. A população de Viana terá mais perto, a partir de agora, todos estes serviços.
http://www.verangola.net/Artigos/Polo-TDA-Viana-inaugurado-a-13-de-Marco=001211
Matthias Offodile March 11th, 2013, 11:46 PM 11-03-2013 19:40
Huíla
Fábrica de cervejas investe em nova linha de enchimento
Lubango - A fábrica de cervejas N'gola, na cidade do Lubango, vai investir, este ano, sete biliões 725 milhões e 245 mil kwanzas, na montagem de uma nova linha de enchimento com capacidade para 50 mil garrafas horas, informou hoje, segunda-feira, a directora provincial da Indústria da Huíla, Paula Joaquim.
Em declarações à Angop, a responsável afirmou que a instalação desta linha de enchimento enquadra-se no programa de modernização da fábrica.
Paula Joaquim informou que a fábrica prevê, igualmente, investir mais de nove biliões de kwanzas na criação de uma nova sala de xarope, para o fabrico de refringentes e uma estação de tratamento de águas residuais.
De acordo com Paula Joaquim, a unidade fabril pretende também instalar uma unidade de fabrico de embalagens, com capacidade para 12 mil grades por semana.
Reconheceu que, apesar dos investimentos efectuados, a procura ainda é maior do que a oferta, uma vez que a fábrica abastece na totalidade a região sul do país, facto que obriga que novos investimentos sejam feitos para aumentar a capacidade de produção.
A fábrica de cervejas N'gola conta com três linhas de enchimento que produzem um milhão de hectolitros/dia, suportado por 300 trabalhadores.
Desde 2000, após um concurso público realizado pelo governo da Huíla, a fábrica passou à gestão da empresa sul-africana S.A.B Miller.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/2/11/Fabrica-cervejas-investe-nova-linha-enchimento,acc05fa0-965c-4671-bc7c-e573da90388e.html
Angola to have new Treasury bond market
March 11th, 2013 News
A new Treasury bond market in Angola that can be accessed by financial intermediaries, as well as banks, to buy and sell the bonds, is due to start operating before the end of the year, Angolan newspaper O País reported.
Citing sources close to the process, the newspaper said that work was underway to establish a secondary market in which financial intermediaries – banks, brokers and other authorised institutions – can operate and give orders to buy and sell state debt on investors’ behalf.
The National Bank of Angola is expected to be responsible for clearing although no firm decision has been made and the market will be supervised by the Capital Markets Commission.
It is likely, given the outline of the project, that the new market may eventually become the new Angolan Stock Exchange, as the secondary market, where stocks are negotiated on a continuous basis, usually includes the Stock Market.
Speaking to financial news agency Bloomberg in February, the governor of the National Bank of Angola admitted that Angola’s first bond market could be set up “in the next few months.”
The trading “floor”, through which the intermediaries have access to the bond market, will have an electronic system, the terminals of which will carry out the transactions.
Initially the new market will involve only Angolan intermediaries and investors, as the legal framework of the transactions needs to be altered and approved. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2013/03/11/angola-to-have-new-treasury-bond-market/
Angolan government projects economic growth of 7.1 pct in 2013
March 11th, 2013 News
The Angolan economy will post growth of 7.1 percent in 2013 and the expansionist fiscal policy underway will lead to an increase in means of payment and a rise in expenditure in the first quarter, the Angolan government said last week.
The projections were included in a statement issued after a meeting of the Economic Commission of the Council of Ministers, which was used to present the macroeconomic programme for 2013 based on annual inflation of 9 percent and gross domestic product (GDP) growth rate of 7.1 percent.
The meeting was also used to present the Treasury’s financial execution in the fourth quarter of 2012, which was 100 percent, and that non-oil revenues accounted for 94 percent of the projection.
The statement also said that as of January Angola’s international reserves totalled US$33.15 billion, according to the National Bank of Angola. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2013/03/11/angolan-government-projects-economic-growth-of-7-1-pct-in-2013/
Matthias Offodile March 15th, 2013, 01:34 PM http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Canada/Flag-Pins-Canada-Angola.jpg
:cheers::cheers::cheers:
12-03-2013 16:27
Cooperação
Angola e Canadá vão reforçar relações comerciais
Luanda - Angola e o Canadá vão reforçar as relações bilaterais na área da indústria de mineração e exploração petrolífera, visando apoiar o desenvolvimento do país, informou, hoje (terça-feira), em Luanda, a diplomata canadiana, Lisa Stadelbaur.
“O Canadá pretende trazer para Angola o seu conhecimento a nível de tecnologias em vários sectores, principalmente, para a área petrolífera e de mineração”, sublinhou a embaixadora não residente do Canadá em Angola, num encontro de negócios.
A diplomata informou que depois da Nigéria, Angola é dos maiores países da África Subsariana com relações comerciais com o Canadá.
De acordo com a embaixadora, estas relações têm como principal domínio as indústrias de mineração e de petróleo.
Considerou que as relações políticas, diplomáticas e comerciais entre os dois países estão bem encaminhadas.
O embaixador de Angola no Canadá, Agostinho Tavares, destacou que as relações entre os dois países são boas, mas o Canada precisa ter no país um embaixador residente para facilitar o intercâmbio e aprofundar as relações bilaterais.
Segundo o diplomata, Angola pretende cooperar com o Canadá no sector de infra-estruturas, tecnológico, hidroeléctrico (energia e água) e em outras áreas que poderão ser exploradas como oportunidade de negócios.
Participaram no encontro as empresas canadianas Black Berry, de telecomunicações, Bombardier, do sector da aviação e Hatch especializada em serviços técnicos.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/2/11/Angola-Canada-vao-reforcar-relacoes-comerciais,aaa7e66a-df91-484c-95c7-d170d9496270.html
12-03-2013 16:54
Cooperação
Técnico canadiano perspectiva aumento de investimento para Angola
Luanda – O representante da Sociedade Canadiana de Advogados (Fasken Martineau), Nuno Frota, disse hoje (terça-feira), em Luanda, que espera, num curto espaço de tempo, que Angola tenha mais investimentos consolidados de empresas canadianas.
Nuno Frota, que falava à Angop durante um encontro de negócios entre o Canadá e Angola, que visou a prospecção de novas áreas de cooperação, no âmbito das relações bilaterais, considerou que o investimento canadiano poderá servir tanto para as médias como para as grandes empresas.
Avançou que a presença dessas empresas em Angola será uma mais-valia para os jovens, principalmente, para quem busca o primeiro emprego.
Entretanto, Maria Isabel Resende, directora para América das Relações Exteriores, frisou que o Canadá sabe que Angola é um país emergente e que necessita de crescer mais, um crescimento que requer cidadãos formados, pois para o país crescer precisa de investimentos.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/2/11/Tecnico-canadiano-perspectiva-aumento-investimento-para-Angola,4c895afc-c026-4f21-bbde-298d259b05fc.html
Matthias Offodile March 15th, 2013, 01:37 PM 14-03-2013 19:12
Huíla
Governo investe AKZ 800 milhões na construção de fábrica de água mineral
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2013/2/11/0,e19c7496-db1b-46bf-8e42-d6292e532290.jpg
Fábrica de água mineral denominada `Tandavala´ na Huíla
Lubango - O governo da Huíla investiu 800 milhões de Kwanzas na edificação de uma fábrica de água mineral denominada "Tundavala", cujo contrato de concessão e exploração foi entregue, hoje, quinta-feira, à empresa angolana Interserviços, pelo governador provincial João Marcelino Tyipinge.
Edificada na Zona turística da Tundavala, a fábrica possui três linhas de enchimento, uma para recipientes de 20 litros, outra para vasilhas de um litro e a terceira de 0,5. As duas primeiras têm uma capacidade para 50 mil litros de 8/8 horas e a última quatro mil garrafas/hora.
Construída no âmbito do Programa Integrado e de Desenvolvimento Rural e de Combate à Pobreza, a unidade fabril tem um laboratório para controlo de qualidade, uma estação de bombeamento de água, proveniente da central da Tundavala e uma área de enchimento.
A unidade fabril conta ainda com uma secção de lavagem, secagem e engarrafamento, um armazém e área de transportação e empregou 20 cidadãos.
Em entrevista à imprensa depois da assinatura do contrato de concessão e exploração da fábrica, o governador João Marcelino Tyipinge considerou que a fábrica vai permitir que as empresas e os habitantes deixem de importar água mineral.
O interlocutor disse ser uma aposta do governo, pois pretende-se satisfazer o mercado, uma vez que a província da Huíla possui um lençol freático que deve ser explorado e contribuir para o aumento das receitas para o Estado.
A administradora do grupo Interserviços, Rosa Rodrigues, informou que a fábrica já iniciou a sua produção, aguardava-se apenas pela sua entrega oficial. Numa primeira fase vai privilegiar o mercado interno e depois poderá abastecer outras províncias.
Explicou que a Interserviços já subcontratou uma empresa que vai se encarregar da venda dos produtos, assim como do marketing.
Com esta fábrica, a província da Huíla passa a contar com três unidades de produção de água mineral.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2013/2/11/Governo-investe-AKZ-800-milhoes-construcao-fabrica-agua-mineral,ea7e77db-9932-4ebf-926b-2bf14722f44a.html
Matthias Offodile March 16th, 2013, 03:45 PM Ernst & Young inaugura com novo escritório em Angola
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=IMG_4014_914838169.jpg
15/03/2013 11:50:00
A Ernst & Young tem, desde ontem, dia 14 de Março, novas instalações em Luanda. A empresa cresceu com Angola porque sempre ajudou as empresas angolanas a crescer. E precisa, por isso, de uma nova morada, mais ampla e moderna. Os embaixadores dos Estados Unidos e do Brasil em Angola foram, personalidades presentes no evento.
A Ernst & Young é um líder global em auditoria, impostos, transações e serviços de consultoria. Em todo o mundo, os cerca de 167 mil colaboradores da empresa partilham os mesmos valores e compromisso com a qualidade.
E Angola não é excepção. A empresa está no nosso país desde 1957, tendo desenvolvido uma vasta experiência e profundo conhecimento da legislação e regulamentação do mercado, o que lhes permitiu estabelecer uma base de clientes constituída por empresas angolanas e multinacionais.
Sendo um dos países em todo o mundo com índices mais rápidos de crescimento económico, Angola é, nós últimos anos um desafio constante para os agentes económicos e potenciais investidores.
Embora o sector de petróleo e gás constitua a principal actividade económica no país, existem em Angola oportunidades significativas de investimento em áreas como as cadeias de abastecimento; nos serviços ao sector petrolífero, nos transportes, na saúde e segurança, para além de actividades focadas na formação em diferentes níveis.
O governo angolano está a desenvolver um esforço de diversificação da economia, oferecendo incentivos financeiros para incrementar o investimento externo de petróleo e gás. O resultado é um cenário em que se verifica a existência de grandes investimentos, que estão actualmente em curso para criar no país uma moderna rede de infraestruturas, tais como estradas, escolas, hospitais, aeroportos e comunicações, entre outros.
O esforço de diversificação passa também pelo fomento da criação de indústria primária e desenvolvimento da agricultura. Todas estas actividades fazem de Angola um excelente destino para o investimento estrangeiro.
Como em todas as decisões de investimento, o conhecimento local é um fator-chave de sucesso, particularmente porque muitas iniciativas precisam ser desenvolvidos com parceiros locais. E a aposta da Ernst & Young em Angola reside neste factor. A empresa tem uma presença contínua no nosso país que remonta a 1954 e desenvolveu uma equipa local multidisciplinar para prestar aos seus clientes serviços de aconselhamento de forma objectiva e abrangente. A empresa é um parceiro de referência para os investidores, que ajuda a aumentar a sua eficiência, a controlar os custos, a avaliar as oportunidades de negócio e melhorar os resultados de transações, contribuindo para o sucesso do negócio e o incentivo ao empreendedorismo em Angola.
Por outro lado, a conta com uma vasta rede global de especialistas em diversos sectores de actividade, constituídos por equipas multidisciplinares que podem prestar apoio a partir dos diversos centros de competências espalhados por todo o mundo. Como exemplo, o grupo de trabalho especializado em petróleo e gás conta com mais de 8.300 profissionais com larga experiência no sector, dando apoio aos diferentes tipos de empresas que operam no ramo, incluindo empresas independentes de exploração e produção, empresas de serviços que operam nos campos petrolíferos, os grandes consórcios e empresas petrolíferas de âmbito nacional. Os centros de competências internacionais da Ernst & Young neste sector estão localizados em áreas do planeta que lhes permitem prestar um serviço de forma eficiente. Para além de Houston, Londres, Moscovo e Bahrain, existem centros de especialistas em petróleo e gás em sítios como Aberdeen, Calgary, Cidade do Cabo, Pequim, Perth, Rio de Janeiro, Singapura e Stavanger.
A Ernst & Young também realiza e divulga diversos estudos a nível global. Com periodicidade anual, “Atractividade em África” é uma ferramenta importante para avaliar o significativo crescimento económico da região na última década. “África, petróleo e gás – Um continente em crescimento” fornece uma visão sobre um sector que continua a desempenhar um importante papel no desenvolvimento de muitos países africanos, como Angola.
Em Angola, o escritório é liderado por Luís Marques, de 40 anos, que desempenha as funções de Office Managing Partner da Ernst & Young em Luanda. Luís Marques tem uma vasta experiência profissional, sólidos conhecimentos nas áreas de fusões e aquisições, gestão das transações transfronteiriças, reestruturação societária e da dívida em grandes multinacionais, em sectores como: energia, farmacêutico, media/imprensa, indústria automóvel e turismo.
http://www.africatoday.co.ao/pt/empresas/11440-Ernst-Young-inaugura-com-novo-escritrio-Angola.html
I didn´t know that Ernst & Young have been in Angola since 1954!
Matthias Offodile March 16th, 2013, 10:10 PM Industria grafica em Angola (13.03.2013)
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Matthias Offodile March 19th, 2013, 09:25 PM 19-03-2013 15:00
Audiência
Chefe de Estado aborda cooperação com Emirados Árabe Unidos
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2013/2/12/0,1b6ed717-80da-4605-b4f4-28180011fdbf.jpg
Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos (à dir.) aborda cooperação com ministro Abdallah Bin Zayed Al Nahya
Luanda - As perspectivas de cooperação económica, financeira e política entre Angola e os Emirados Árabes Unidos foram discutidas hoje, terça-feira, em Luanda, entre o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, e o ministro dos negócios estrangeiros daquela confederação, Abdallah Bin Zayed Al Nahya.
À saída de uma audiência no Palácio Presidencial, o diplomata dos emirados declarou que “foi um encontro excelente. O Presidente deu a sua opinião sobre como pretende ver a cooperação económica, financeira e política entre os dois povos”.
Adiantou que o estadista angolano sugeriu que se mantenha viva a vontade de cooperação entre os dois países.
Informou que conta discutir com o seu homólogo angolano, Georges Chikoti, que espécie de cooperação poderão os dois países manter perante a situação na Somália e no Mali.
Para Abdallah Bin Zayed Al Nahya, é sempre preocupante a situação de instabilidade em regiões que tenham a ver com a segurança marítima como na Somália, principalmente para membros da organização de países produtores de petróleo (OPEP), como Angola e os Emirados Árabes Unidos.
O ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos iniciou nesta terça-feira uma visita oficial a Angola, no âmbito do reforço das relações de cooperação existente entre os países.
A deslocação visa explorar as oportunidades de colaboração em questões de interesse global e regional, tal como a segurança no Corno de África e as mudanças climáticas, e ajudar na promoção do comércio e investimentos com os Emirados Árabes Unidos.
Os Emirados Árabes Unidos são uma confederação de estados de grande autonomia, situada no sudeste da península Arábica, no Sudoeste Asiático no Golfo Pérsico.
Os Emirados Árabes Unidos fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah.
A capital e segunda maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é Abu Dhabi. A cidade também é o centro de actividades políticas, industriais e culturais.
O Islão é a religião oficial e o idioma árabe, a língua oficial.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/politica/2013/2/12/Chefe-Estado-aborda-cooperacao-com-Emirados-Arabe-Unidos,c8798d16-0e98-4081-abd9-241cf397c2ae.html
Matthias Offodile March 29th, 2013, 08:43 PM Angola draws up a programme to lure more investors especially from Portugal, Spain and Italy
Angola prepara programa de incentivos para estrangeiros
28/03/2013 11:41:00
O governo de Angola está a preparar um programa de incentivos para empresários estrangeiros que deverá estar pronto até ao final do ano.
Um «programa de incentivos» e de «parcerias público-privadas» para atrair empresas «de Portugal, Espanha e Itália» para um país onde «há muito por fazer».
A garantia foi dada pela ministra da Indústria da República de Angola, Bernarda Henriques da Silva, no encerramento da conferência sobre «Oportunidades de Negócios e Parcerias Luso-Espanholas com Angola», que decorreu no Centro Cultural de Belém.
Entretanto, são cada vez mais os empresários espanhóis que se aliam a Portugal para tentar novas oportunidades de negócio em conjunto.:cheers:
«Joint-ventures» que merecem o aplauso do presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola que, à TVI, explicou que «juntos, os dois países ficam mais preparados para fazer frente a países como a China e os Estados Unidos que já são muito fortes em Angola».
Na conferência desta manhã foram discutidas as vantagens - ser um país com uma economia em crescimento, onde há muito por fazer e com bons recursos naturais - e as desvantagens - burocracia em excesso, exigir tempo e recursos financeiros das empresas - daquele país do continente africano.
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/11539-Angola-prepara-programa-incentivos-para-estrangeiros.html
Matthias Offodile April 3rd, 2013, 01:11 PM 02-04-2013 19:42
Huambo
Longonjo ganha fábrica de adubos no dia da paz
Longonjo – Uma fábrica de fertilizantes, edificada nos arredores da vila municipal do Longonjo, a 64 quilómetros da cidade do Huambo, será inaugurada no dia 4 de Abril, no âmbito das festividades do 11º aniversário da paz e reconciliação nacional.
A informação foi avançada hoje à Angop, pelo presidente do Conselho de Administração daquela unidade fabril, Sousa Domingos.
Disse que o funcionamento da fábrica será assegurado 430 funcionários, numa iniciativa que visa diminuir o desemprego no daquela circunscrição.
De acordo com o gestor, a unidade fabril, denominada Soyadubos, terá uma capacidade de produção diária de 80 toneladas de fertilizantes orgânicos em um turno, podendo duplicar a sua capacidade em função das necessidades dos camponeses.
Por sua vez, o administrador municipal do Longonjo, António Caviendi, a nova unidade fabril vai proporcionar o aumento e diversificação da produção agrícola nacircunscrição.
“É bem vinda esta fábrica porque os nossos camponeses vão diversificar as suas culturas e aumentar a produção”, disse.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/3/14/Longonjo-ganha-fabrica-adubos-dia-paz,76690f33-8641-4c8d-94d6-890c06e6c64d.html
02-04-2013 13:20
Huíla
Grupo empresarial investe Akz 10 biliões em fábrica de água mineral
Lubango - As organizações Ribeiro e Amaral investiram, nos últimos três anos, mais de 10 biliões de Kwanzas na edificação, nos arredores da cidade do Lubango, de uma fabrica para processamento de água mineral, denominada "Água preciosa", cuja abertura está prevista para Setembro próximo.
Em entrevista à imprensa, no final de uma visita que o governador provincial da Huíla, João Marcelino Tyipinge, efectuou às obras da fabrica, o sócio-gerente da organização, Walter Ribeiro, disse que numa primeira fase a unidade contará com um linha de produção com capacidade de engarrafar oito mil litros/ hora.
Financiado pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), a aábrica comporta um armazém, uma área de fabrico de garrafas de um e um litro meio, laboratórios, um tanque reservatório de água, refeitório, assim como áreas administrativas.
Walter Ribeiro afirmou que tão longo comece a funcionar, o grupo pretende instalar uma outra linha de enchimento com capacidade para engarrafar 12 mil litros hora. A unidade empregará 40 funcionários.
Relativamente à comercialização do produto, Walter Ribeiro disse que a intenção é conquistar o mercado e competir com as restantes marcas de renome que existem no país e em particular na província da Huíla.
O gestor referiu que o grupo vai trabalhar no sentido de conseguir o selo de qualidade internacional, para poder exportar "Água preciosa" para os países da região da SADC.
Por sua vez, o vice-governador para o sector económico, Sérgio da Cunha Velho, disse ser uma valência para o desenvolvimento da província, pois trará maior concorrência com as restantes existentes no país.
"A nossa província é bastante rica em termos de recursos hídricos, por isso os empresários angolanos devem deixar de importar água, uma vez que Angola tem capacidade de exportar".
Cunha Velho avançou que o governo vai continuar a prestar ajuda institucional, na perspectiva de que negócios do género possam surgir e se expandir para outras localidades da província.
Com esta fábrica a província da Huíla passa a contar com quatro unidades de produção de água mineral- Água da Chela, Cristo Rei, Tandavala e Água Preciosa.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/3/14/Grupo-empresarial-investe-Akz-bilioes-fabrica-agua-mineral,325168d1-b983-46c5-8727-537d12b8b041.html
Governador da Huila visita Fábrica de Água Preciosa
O governador da Huila, Marcelino Tyipinge, ladeado pelo sócio - gerente da instituição, Valdemar Ribeiro, percorrem a instalação da Fábrica de Água Preciosa, no Lubango-Ango
http://www.jaimagens.com/banco_thumb/748801844.JPG
http://www.jaimagens.com/banco_thumb/45705528.JPG
O vice - governador para a esfera Económica, Sérgio da Cunha Velho, fala á imprensa, após a visita do governador da Huila, Marcelino Tyipinge, no Lubango-Angola.
http://www.jaimagens.com/banco_thumb/327345718.JPG
O sócio - gerente da Fábrica de Água Preciosa, Valdemar Ribeiro, fala á imprensa, após a visita do governador da Huila, Marcelino Tyipinge, no Lubango-Angola.
Matthias Offodile April 7th, 2013, 10:04 PM Due to the Economist Intelligence Unit, Angola is considered top among African countries for foreign companies to expand their business. There will be a rush of companies that plan to open new offices in Angola.
http://zambiareports.com/wp-content/uploads/2012/05/en_gphoto_442.jpg
Luanda no topo de África
01/04/2013 16:00:00
Angola é um dos países que devem merecer maior atenção por parte das empresas nos próximos anos, indica um relatório da Economist Intelligence Unit (EIU), o gabinete de estudos da conhecida revista de economia. E Luanda será um grande chamariz de investimento.
Segundo a EIU, a região da África Subsaariana – excluindo a África do Sul – vai ser a zona de maior crescimento do mundo este ano, tal como tem sido desde 2011. E oito países africanos vão estar entre as 20 economias mais prósperas do globo, também em 2013.
Num inquérito feito a 217 empresas de dimensão mundial pela EIU, cerca de 55% dessas companhias ainda não estão presentes nessa região, mas grande parte pretende entrar e expandir-se na África Subsaariana nos próximos três a cinco anos. Quanto à África do Sul, há actualmente mais empresas a actuar no país do que nos Estados vizinhos, mas o investimento previsto para os próximos anos deverá ser inferior.
A EIU explica esta vontade de investir nas economias africanas – em crescimento, mas ainda com um desenvolvimento incipiente – com vários factores: reforço da paz nos países do continente, elevada urbanização e mobilização dos jovens para as cidades, melhor governação, mais parceiros comerciais, tecnologia a evoluir e novas infra-estruturas existentes ou a serem construídas.
Importância das cidades
Muitos países de África apresentam ainda economias pouco diversificadas e um PIB per capita baixo. Mas segundo o relatório Africa Cities Rising (Cidades Africanas a Crescer) as empresas devem olhar também para as capitais e outras grandes cidades de um país, cuja economia local, desenvolvimento e consumo privado estão bastante acima da média do país em causa.
A EIU aponta o dedo a 25 cidades, entre as quais Luanda e Maputo, onde o consumo por pessoa é quase o dobro (+94,4%) do que no respectivo país em geral.
No entanto, o documento alerta para as discrepâncias de custo de vida. Usando Joanesburgo como referência da região, viver em Luanda é 31,8% mais caro, em média – o custo mais elevado das 25 cidades, distribuídas por toda a África.
Em casos específicos, como bebidas, tabaco e outros vícios, Luanda é 25,6% mais barata do que Joanesburgo, e mais ainda do que Cartum, Casablanca ou Trípoli. Já os transportes da capital angolana custam 44,6% mais do que em Joanesburgo, sendo mais caros apenas em Abidjan e em Lusaka.
Fonte: Semanário SOL
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/11559-Luanda-topo-frica.html
Matthias Offodile April 8th, 2013, 12:06 PM Angola goes full steam ahead in attracting investment in its minerals
April 8 2013 at 08:00am
By Bloomberg
http://thumbs.sapo.pt/?pic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fjornaldeangola%2Fimg%2Fthumb1%2F20130317084656min.jpg&W=300&H=216
Geology and Mines Minister Francisco Queiroz
Angola, the world’s fifth-largest diamond producer, had cut mine taxes and would spend billions of dollars to attract investment into mineral deposits, Geology and Mines Minister Francisco Queiroz said.
The projects included the $900 million (R8.2 billion) Cassinga iron-ore mine, fertiliser output of 400 000 tons a year and a $400m manganese development, Queiroz said last week in Luanda. A mining law enacted last November that cut tax to 25 percent from 35 percent was followed by investment from companies such as diamond producer De Beers and Sumitomo, which was developing an ammonia and urea plant, he said.
“The new law is very clear with lots of security for investors, which gives them certainty, transparency and guaranteed mining rights,” said Queiroz, who drafted the new code. “It has flexibility for companies to join with partners based on negotiation with the government, not imposition, which is a break from the past.”
Angola wanted to diversify its earnings away from the crude oil and diamonds that made up almost all its exports, more than 40 percent of economic output and over 70 percent of government revenue, he said. Production of gems, Angola’s chief mineral export, might increase to about 9 million carats this year from 8.3 million carats last year as four new mines started, he said.
The country is rebuilding its economy after a civil war that lasted from independence from Portugal in 1975 until 2002. It pumped 1.78 million barrels a day of oil last month, second only to Nigeria in Africa, mainly from offshore fields run by companies including Total, Exxon Mobil and BP.
The rehabilitation of the colonial-era Cassinga iron-ore mine near Jamba would be funded about equally by the state and Angola Exploration Mining Resources (AEMR). The latter is a partnership between closely held Luanda-based DT Group and Empresa Nacional de Ferro de Angola, the state iron-ore company known as Ferrangol, he said.
It was too early to determine exact production levels as reserves were still being assessed, while indications were the mine could operate for more than 40 years after a start in 2015. Last October, Queiroz said the mine would produce 20 million tons of ore a year.
Reserves are estimated at 400 million tons, according to the state-run Jornal de Angola.
Ferrangol would build new roads and airports for the project and expand the port at Namibe, Queiroz said. The rebuilding of the Moçâmedes railway line heading inland was completed last year.
AEMR and Ferrangol were also involved in the re-opening of the Kassala-Kitungo iron-ore and manganese mines in Kwanza North province, Queiroz said. They are estimated to hold 300 million tons of iron ore and 5 million tons of manganese, says Jornal.
Gold exploration at Mpopo in Huila and Chipindo in Cabinda was being undertaken, Queiroz said.
And companies with ties to Israel’s LR Group had projects to mine Angola’s estimated 400 million tons of phosphorus and make fertiliser. Australian-listed Minbos Resources had an equal share of the Cabinda Phosphate Project with Petril Projects, a subsidiary of LR Group, and planned to start production in 2015. Vale Fertil, an Angolan division of LR Group, would begin output by the end of next year from a project in the northern province of Zaire, he added.
The projects would supply 200 000 tons a year to the domestic market and export the same amount, mostly to the US and China, and to Europe and India, he said. Angola wanted to double annual output to 400 000 tons within five years.
“Our study of the international market has shown there is a phosphorus production deficit of about 25 percent to 30 percent and we hope to supply 10 percent to 15 percent of world demand in 10 to 15 years,” Queiroz said.
The Cabinda project contained the advanced exploration sites Mongo Tando, Chibuete, Ueca and Chivovo, and Cacata, a site in development, said a March 15 regulatory filing by Minbos. The area’s exploration target, confirmed by Coffey Mining, was 333 million tons to 538 million tons with grades of 10 percent to 20 percent phosphate, Minbos said.
The company was negotiating to bring on a strategic partner by the end of last month to help develop the project, according to a March 27 note by Independent Investment Research. Annual output was forecast at 1.2 million tons and Minbos could upgrade the phosphate to 32 percent with little extra processing, the analyst said.
The Zaire project is estimated to cost $1bn to construct a power plant, sea port and factories to process phosphate into ammonia, state news agency Angop reported in August, citing Ehud Levy, Vale Fertil project manager. Reserves were estimated at 130 million tons.
The Mavoyo manganese project in Uige province targeted a 2016 restart of a mine that operated before independence, Queiroz said. The area, near the border with Democratic Republic of the Congo, was known for its copper deposits.
The state wanted to increase domestic production of granite and marble supplies to 40 percent of the market from 10 percent at present over the next five years, Queiroz said.
Talks with Alcoa were ongoing to build an aluminum smelter to produce 750 000 tons of the metal a year, he said. It required the construction of a hydroelectric power dam, and the state would repay the cost of the plant to Alcoa. In October 2011, Alcoa said it was targeting first production in 2020 and had signed a deal for a 12-month exclusivity period to negotiate a power contract and co-operation agreement with the government. – Bloomberg
Fonte: Bloomberg
Projects over projects:nuts::cheers:...and it is good that not everything will be grabbed by foreigners but also by local companies, something that is very rare in Africa, apart from Botswana and South Africa.
Matthias Offodile April 14th, 2013, 02:07 PM Accenture lança Angola High Performance Academy
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=logoAccenture_436749261.jpg
08/04/2013 11:37:00
A Accenture, líder mundial em consultoria de gestão e tecnologia, acaba de lançar a Angola High Performance Academy, um programa de formação de quadros nacionais destinado a recém-licenciados das áreas de Gestão, Economia e Engenharia.
A nova Academia da Accenture tem como objectivos dotar os candidatos com as competências necessárias para o seu futuro profissional, através de uma formação ímpar nas diferentes áreas de conhecimento, e facilitar a aproximação dos melhores estudantes universitários ao mundo empresarial.
Com esta iniciativa anual, a Accenture pretende desafiar os recém-licenciados a consolidarem os seus conhecimentos sobre gestão, tecnologia, o mercado angolano e internacional através de formação técnica e comportamental que será ministrada por executivos da Accenture e por parceiros especializados na área educativa e de formação. Parte deste programa será realizado em sala e a outra em ambiente empresarial, conferindo-lhe um carácter essencialmente prático.
“Na Accenture, o talento assume especial importância, sendo um componente crítico do nosso sucesso. Foi com base no nosso compromisso com o desenvolvimento do capital humano angolano que lançamos hoje esta academia, na expectativa de contribuir para o desenvolvimento do país”, afirma Carlos Moutinho, Director Geral da Accenture Angola.
A Angola High Performance Academy tem a duração de seis meses, a tempo inteiro, e os participantes têm acesso a uma bolsa de estudo. A conclusão da formação com aproveitamento poderá garantir aos formandos a integração nos quadros da empresa.
“Estamos muito confiantes que os conteúdos únicos que preparámos para esta academia permitirão apoiar a consolidação dos conhecimentos académicos e conceder a estes futuros colaboradores as ferramentas necessárias, técnicas e funcionais, para
ajudarem os nossos clientes a atingirem ou a manterem um alto desempenho”, conclui Carlos Moutinho.
http://www.africatoday.co.ao/pt/empresas/11607-Accenture-lana-Angola-High-Performance-Academy.html
Matthias Offodile April 14th, 2013, 08:50 PM 12-04-2013 19:08
Cooperação
Fórum económico Angola-Espanha realiza-se este mês em Madrid
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/files/highlight/2013/3/15/0,5d516852-0bcf-4c31-896c-6a84489e89cc.jpg
Fórum Económico Angola -Espanha junta empresários de ambos países
Fórum Económico Angola -Espanha junta empresários de ambos países
Luanda – O Fórum Económico Angola-Espanha (FEAE), que junta vários empresários de Angola e da Espanha, realiza-se 25 deste mês em Madrid, com quatro painéis de temas diversificados.
A sessão plenária do fórum será co-presidida pelo ministro angolano da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Afonso Pedro Canga, e pela ministra de Fomento de Espanha, Ana Pastor.
Assuntos relacionados com a “Segurança Jurídica dos Investimentos” e “Fiscalização e Financiamento para as Empresas” vão ser proferidos pela presidente da Agência Nacional para os Investimentos Privados (ANIP), Maria Luía Abrantes, e pelo presidente da Associação Angolana de Bancos, Amílcar Silva, respectivamente.
Segundo o programa do fórum fornecido hoje, sexta-feira, pela Embaixada de Angola no Reino de Espanha, o primeiro painel a ser tratado é sobre “A Política Energética, Os Investimentos no Sector e a Gestão da Água Destinada ao Consumo” cujo prelector é o secretário de Estado da Energia e Águas, Joaquim Ventura, e moderado pela assessora de relações internacionais do Conselho Superior de Câmaras de Comércio de Espanha, Carmen Perez Otaola.
“Oportunidades de Investimentos de Transportes e a Interligação de Sistemas em Angola” com a moderação do director Ubglobally, Jesus Used, será o tema seguinte a ser apresentado pelo secretário de Estado dos Transportes, José João Kuvíngua.
O ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Afonso Pedro Canga, vai abordar no terceiro painel “A Auto-Suficiência Alimentar, a Política de Investimento Agro-Industrial e a Capacitação dos Recursos Humanos” sob moderação do professor da Universidade Católica de Angola Alves da Rocha.
Seguidamente, o presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Francisco de Lemos José Maria, vai falar sobre a “Internacionalização e Diversificação de Negócios da Sonangol”, moderado pelo representante comercial de Angola no Reino da Espanha, António Joaquim da Cruz Lima.
A cerimónia de encerramento está sob responsabilidade do ministro da Economia de Angola, Abraão Pio dos Santos Gourgel, e do ministro da Indústria, Energia e Turismo da Espanha, José Manuel Sória López, enquanto vão co-presidir a sessão de abertura o embaixador de Angola no Reino da Espanha, Vítor Lima, e o presidente da Confederação Espanhola de Organizações Empresariais Internacional (CEOEI), Jesus Banegas.
Estão igualmente previstos discursos, na abertura do fórum, do ministro da Economia de Angola, Abraão Pio Gourgel, por Angola, e do ministro das Relações Exteriores e da Cooperação espanhola, José Manuel Garcia-Margallo.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/3/15/Forum-economico-Angola-Espanha-realiza-este-mes-Madrid,4884e28d-a204-4f94-a38a-46e1f3c9c01d.html
Steadily growing ties between Namibia and Angola
Comércio em alta
14 de Abril, 2013
Fotografia: Arão Martins | Lubango
http://thumbs.sapo.pt/?pic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fjornaldeangola%2Fimg%2Fthumb1%2F201304140935411_a-mota_ambrosio.jpg&W=300&H=216
O fluxo das trocas comerciais entre Angola e a Namíbia ganhou, nos últimos tempos, uma nova dinâmica com a abertura, em Março de 2012, do Consulado Honorário da Embaixada da Namíbia, no Lubango.
O reconhecimento é do Cônsul-geral da Embaixada da Namíbia em Angola, em Ondjiva, junto das províncias da Huíla, Cunene e Namibe, Egidius Hakwenye, que efectuou uma visita de trabalho de dois dias ao Lubango.
Egidius Hakwenye, que falava à imprensa no final do encontro com o governador da Huíla, João Marcelino Tyipinge, disse que, com a abertura do Consulado Honorário da Namíbia naquela cidade, foram abertas novas oportunidades de circulação para os dois povos.
O diplomata referiu que este Consulado tem por objectivo facilitar o intercâmbio comercial entre os empresários namibianos e angolanos, um fim que está a ser atingido com sucesso.
Muitos empresários, turistas e outras pessoas de ambos os países têm-se deslocado à Namíbia e vice-versa, com objectivos diversificados, o que demonstra a dinamização do fluxo comercial.
Para o cônsul, as relações entre os dois países são cada vez mais excelentes e existem acordos assinados na área do comércio, agricultura, água e até defesa.Egidius Hakwenye sublinhou a importância de os empresários dos dois países continuarem a tirar o melhor proveito das potencialidades e facilidades existentes entre os dois países. Na área do turismo e comércio, salientou o diplomata, há várias oportunidades e possibilidades de investimentos.
Segundo o cônsul, tanto na Namíbia como em Angola, as autoridades competentes dão facilidades e os investidores devem tomar decisões para identificar essas áreas e aplicar o seu capital.Ao referir-se aos assuntos abordados com o governador da Huíla, disse que os aspectos sociais e económicos da província estiveram no centro das conversações.
“Discutimos as relações bilaterais, que são excelentes, e realçámos também a necessidade de investimentos de ambos os países”, esclareceu.Na província da Huíla, existem vários projectos financiados pelo Governo namibiano, no quadro dos laços existentes entre os dois governos, mas, na óptica do diplomata, precisam de ser alargados com a colaboração das autoridades locais.
Egidius Hakwenye referiu a escola do ensino primário e secundário do Luyovo e o cemitério onde repousam os heróis da Namíbia, como exemplos vivos da atenção especial dada à província da Huíla.
O reconhecimento é do Cônsul-geral da Embaixada da Namíbia em Angola, em Ondjiva, junto das províncias da Huíla, Cunene e Namibe, Egidius Hakwenye, que efectuou uma visita de trabalho de dois dias ao Lubango.
Egidius Hakwenye, que falava à imprensa no final do encontro com o governador da Huíla, João Marcelino Tyipinge, disse que, com a abertura do Consulado Honorário da Namíbia naquela cidade, foram abertas novas oportunidades de circulação para os dois povos.
O diplomata referiu que este Consulado tem por objectivo facilitar o intercâmbio comercial entre os empresários namibianos e angolanos, um fim que está a ser atingido com sucesso.
Muitos empresários, turistas e outras pessoas de ambos os países têm-se deslocado à Namíbia e vice-versa, com objectivos diversificados, o que demonstra a dinamização do fluxo comercial.
Para o cônsul, as relações entre os dois países são cada vez mais excelentes e existem acordos assinados na área do comércio, agricultura, água e até defesa.Egidius Hakwenye sublinhou a importância de os empresários dos dois países continuarem a tirar o melhor proveito das potencialidades e facilidades existentes entre os dois países. Na área do turismo e comércio, salientou o diplomata, há várias oportunidades e possibilidades de investimentos.
Segundo o cônsul, tanto na Namíbia como em Angola, as autoridades competentes dão facilidades e os investidores devem tomar decisões para identificar essas áreas e aplicar o seu capital.Ao referir-se aos assuntos abordados com o governador da Huíla, disse que os aspectos sociais e económicos da província estiveram no centro das conversações.
“Discutimos as relações bilaterais, que são excelentes, e realçámos também a necessidade de investimentos de ambos os países”, esclareceu.Na província da Huíla, existem vários projectos financiados pelo Governo namibiano, no quadro dos laços existentes entre os dois governos, mas, na óptica do diplomata, precisam de ser alargados com a colaboração das autoridades locais.
Egidius Hakwenye referiu a escola do ensino primário e secundário do Luyovo e o cemitério onde repousam
http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/comercio_em_alta
Matthias Offodile April 15th, 2013, 08:40 PM Mercado turístico de Angola tem boas prespectivas de crescimento
11/04/2013
http://www.ao.vidaimobiliaria.com/sites/default/files/imagecache/eventos_promocao/angola_turismo_-_logo_31fa7.jpg
De acordo com o anuário “O Turismo em 2013” do IPDT – Instituto do Turismo, Angola é um mercado turístico com potencial e com grandes prespectivas de crescimento nos próximos anos.
Este relatório projecta as tendências do sector do turismo a nível nacional e internacional, tendo em conta os desafios atuais do sector, nomeadamente as influências da conjuntura económica, bem como o perfil do turista.
O país tem vários atrativos turísticos como a sua paisagem natural e 1.650km de costa, e procura, agora, promover-se como um destino não só exótico, mas também cultural. Angola tem já um Plano Director do Turismo, com coordenadas até 2020.
http://www.ao.vidaimobiliaria.com/content/mercado-turistico-de-angola-tem-boas-prespectivas-de-crescimento
Good but Angola needs a more aggressive expansion of lodges and hotels...although a lot has changed for the better , the country is still a far cry from what one finds in countries such as Namibia, Kenya, not to mention South Africa. Good to see that this sector is taken seriously and it is not just lip-service!
Matthias Offodile April 16th, 2013, 12:15 AM http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Italy/Flag-Pins-Italy-Angola.jpg
15-04-2013 15:08
Itália
Angola prepara fórum empresarial de cooperação em Turim
Roma (Dos enviados especiais) – Angola vai organizar em Outubro deste ano, em Turim (Itália), um fórum de cooperação económica, em estreita coordenação com as associações empresariais dos dois países, informou o embaixador angolano na Itália.
Florêncio Mariano de Almeida afirmou que o objectivo da realização do fórum é dar a conhecer as oportunidades de negócio existentes em Angola e atrair investidores estrangeiros.
Disse que será dada primazia à divulgação da legislação sobre os investimentos em Angola, que considera moderna.
Realçou que a lei de investimentos no país permite aos investidores repatriarem os seus lucros, e concede incentivos aos empreendedores nacionais e estrangeiros.
A ideia da realização do fórum havia sido avançada pelo vice-presidente da República, Manuel Vicente, no seu discurso na III bienal sobre democracia de Turim, que decorreu de 10 a 14 deste mês.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/3/16/Angola-prepara-forum-empresarial-cooperacao-Turim,f40a2d00-2252-4682-a23d-691a6fee4a9a.html
Matthias Offodile April 26th, 2013, 05:44 PM 23-04-2013 17:33
Benguela
Empresas portuguesas pretendem investir
Benguela – Dez empresas portuguesas do ramo da construção civil e da indústria, que desenvolvem actividade em Luanda, pretendem investir na província de Benguela, informou, segunda-feira, o embaixador de Portugal em Angola, João da Câmara.
O diplomata que falava à imprensa à saída de uma audiência com o governador em exercício da província de Benguela, Agostinho Estêvão Felizardo, sublinhou que a visita de três dias que efectuou nesta localidade vai permitir a um total de dez empresas portuguesas realizarem contactos com as autoridades locais, abrindo assim portas para se instalarem num mercado em franco crescimento.
As empresas, segundo o embaixador, que têm investimentos em Luanda, estão neste momento à procura de novas oportunidades de colaboração em Benguela.
João da Câmara espera que a missão empresarial portuguesa estabeleça contactos proveitosos e faça parcerias com o empresariado local para desenvolver a actividade na província de Benguela.
O embaixador acredita que os contactos que estabeleceu durante a visita serão proveitosos para as relações, quer entre Portugal e Angola, quer entre
Portugal e Benguela, em particular, no domínio político e económico.
“Com a minha presença em Angola, espero fortalecer as relações entre os dois países”, destacou, salientando que a embaixada portuguesa pretende acompanhar e contribuir para o processo de descentralização de Angola.:cheers:
Fonte: Angop
Matthias Offodile April 27th, 2013, 12:27 AM Secil Lobito constrói nova fábrica
26/04/2013
http://www.ao.vidaimobiliaria.com/sites/default/files/imagecache/eventos_promocao/secil%20lobito.jpg
A empresa Secil Lobito – Companhia de Cimento do Lobito vai investir 18 mil milhões de kwanzas numa nova fábrica de cimento no Lobito.
De acordo com as declarações à imprensa de Augusto Manuel Miragaia, administrador-delegado da empresa, a nova unidade fabril terá capacidade para produzir 1,2 milhões de toneladas por ano. Este projecto será erguido a 200 metros da actual cimenteira da empresa.
O responsável afirmou, ainda, que a indústria nacional de cimento está a desperdiçar cerca de 30 a 40% da sua capacidade produtiva devido à forte concorrência do produto importado, após as administrações das cimenteiras em actividade em Angola terem concluído que a taxa de utilização dos equipamentos ronda actualmente entre 60 e 70%.
De acordo com Miragaia, «o cimento importado chega a preços muito competitivos e está a obrigar a indústria nacional a reduzir os preços, o que acontece praticamente de dois em dois meses». Deste modo, a Secil Lobito «sofre com a situação, além da forte concorrência do cimento importado, com a quebra de mercado que se tem verificado desde o início de 2013».
Conclui que «estou convencido que se não forem tomadas medidas drásticas, a indústria cimenteira de Angola vai confrontar-se com problemas». O responsável defende uma revisão da pauta aduaneira e das taxas aplicadas aos produtos importados para evitar que as fábricas nacionais sejam obrigadas a parar.
[QUOTE]
Good
Matthias Offodile April 28th, 2013, 11:36 PM http://www.crossed-flag-pins.com/Friendship-Pins/Great-Britain/Flag-Pins-Great-Britain-Angola.jpg
28-04-2013 14:33
Visita
Delegação empresarial do Reino Unido está no país
Luanda - Uma comitiva empresarial inglesa, encabeçada pelo Lord Maior de Londres, Roger Gifford, chegou na tarde deste domingo ao país, onde durante 72 horas vai manter encontros com governantes angolanos, com vista ao reforço da parceria entre os dois países no sector financeiro e nas áreas de infra-estruturas e educação.
A agenda de trabalho da delegação prevê, dentre outros, encontros com o presidente da Comissão de Mercados Capitais (CMC), Archer Mangueira, com a secretária de Estado da Economia, Laura Alcântara Monteiro, com o presidente do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), Armando Manuel, e com o grupo britânico de negócios no país.
“O Reino Unido e Angola já têm uma grande parceria: o Reino Unido é o maior investidor em Angola, com investimentos anuais de mais de três biliões de dólares (300 biliões de Kwanzas) e vamos fortalecer ainda mais esta parceria” – sublinhou recentemente Roger Gifford, num documento enviado à Angop.
Como se sabe, prosseguiu o Lord de Londres, “infra-estrutura e serviços financeiros podem transformar comunidades e cidades, pelo que o Reino Unido quer partilhar os seus conhecimentos nestas áreas para permitir que Angola atinja realmente o seu imenso potencial (….)”.
A oferta de educação de ponta e serviços de treinamento no Reino Unido têm sido fundamental para a construção do status global de Londres hoje, e é a chave para atrair os talentos de que as empresas precisarão para sustentar o crescimento no futuro, razão pela qual a Inglaterra também quer partilhar esta experiência com Angola.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2013/3/17/Delegacao-empresarial-Reino-Unido-esta-pais,026ff712-e293-46c6-90e2-0256a160835f.html
Matthias Offodile May 1st, 2013, 12:14 AM Feira Internacional de Benguela
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=FIB_549653936.jpg
30/04/2013 11:46:00
O Programa Oficial da 3ª Edição da Feira Internacional de Benguela conta já com um conjunto de iniciativas desde Mostras Culturais à organização de Conferências e Workshops promovidos pela organização e alguns dos expositores participantes. Irá decorrer de 15 a 19 de Maio de 2013, no Estádio Nacional de Ombaka.
Este ano destacamos a realização do Festival Cultural, organizado em parceria com o Governo Provincial de Benguela e que inclui as actuações dos grupos teatrais Bismas, Tweya, Ombaka e N’Gola, para além da actuação de diversos artistas nacionais.
O programa da Feira Internacional de Benguela conta ainda com a participação dos artistas Puto Português, Yola Araújo, Big Nelo, Yola Semedo, Paulo Matomina e Kueno Aionda, naquele que é já uma iniciativa conhecida de todos nós, o Festival Unitel e que terá lugar nos dias 16, 17 e 18 de Maio, às 21h30.
Teremos ainda a organização do III Fórum Empresarial de Benguela, no dia 16 de Maio e que abordará como tema central “O Potencial Turístico da Região Sul de Angola e Benguela”.
Entre outras iniciativas contamos com a organização de um desfile de moda, apresentado pelo conceituado estilista internacional - António Augustus. O desfile de apresentação da Colecção Primavera/Verão 2013/2014 terá lugar no dia 19 de Maio, no âmbito da Cerimónia de Entrega de Prémios.
http://www.africatoday.co.ao/pt/eventos_sociais/11808-Feira-Internacional-Benguela.html
Matthias Offodile May 5th, 2013, 08:48 PM IWF corrects the growth rate of Angola. The country grew even faster than initially calculated. The economy expanded by 8.4%
http://www.tyo.ch/de/images/stories/Juli09/iwf.gif
FMI revê em alta crescimento de Angola
Em 2012, o PIB angolano terá crescido 8,4 por cento, a 13.ª taxa mais elevada do mundo, e não os 6,8 por cento projectados no Outono. Para 2013, as previsões apontam para 6,2 pontos percentuais, a 36.ª maior, acima dos 5,5 por cento avançados anteriormente.
CÂNDIDO MENDES, 2013-04-26 08:53:00
A economia angolana deverá crescer 6,2 por cento em 2012, de acordo com as mais recentes projecções do Fundo Monetário inscritas no World Economic Outlook (WEO), divulgado na semana passada em Washington, no âmbito das reuniões de Primavera da instituição.
No Outono, a organização apontava para um crescimento de apenas 5,5 por cento. A nova previsão do FMI é, ainda assim, menos optimista do que a do Governo, que no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2013-2017 indica uma taxa de 7,4 por cento. A confirmarem-se as estimativas do FMI, Angola registará neste ano a 36.ª taxa de crescimento mais elevada entre os 188 países analisados pela instituição.
A tabela é liderada pelo Sudão do Sul, com 32 por cento. O país com pior desempenho será a Grécia, com uma quebra do PIB da ordem dos 4,2 por cento. Em média, o mundo crescerá 3,3 por cento, puxado pelos países emergentes e em desenvolvimento, com 5,3 por cento. As economias avançadas não crescerão mais do que 1,2 por cento. Por regiões, a África subsariana lidera, com 5,6 por cento. O FMI reviu em baixa as previsões que tinha apresentado há três meses para a economia mundial, mas continua a acreditar que, apesar da existência de riscos, uma retoma da actividade é possível ainda no decorrer deste ano.
Os 3,3 por cento previstos para este ano ficam abaixo dos 3,5 por cento estimados em Janeiro, quando o FMI apresentou previsões intercalares. A instituição reviu também em alta as estimativas de crescimento de Angola para 2012, colocando-as em 8,4 por cento, contra os 6,8 por cento avançados anteriormente. O Governo, no PND, antecipava uma taxa de 7,4 por cento. A confirmarem-se as estimativas do FMI, Angola terá registado no ano passado a 13.ª taxa de crescimento mais elevada entre os 188 países analisados, numa tabela liderada pela Líbia, com 104,5 por cento.
O país com pior desempenho foi o Sudão do Sul, com uma quebra do PIB da ordem dos 53 por cento. Em média, o mundo terá crescido 3,2 por cento, estimulado pelos países emergentes e em desenvolvimento, com 5 por cento. As economias avançadas não terão avançado mais do que 1,2 por cento. A África subsaariana ficou ligeiramente abaixo, com 4,8 por cento. Devido às "três velocidades" em que se encontra a economia global, a directora do FMI, Christine Lagarde, aconselhou os países emergentes e em desenvolvimento, "que estão a dar-se bem", com a actividade económica a erguer-se, a recalibrar as suas políticas económicas para reconstruírem os "tampões" e se protegerem contra vulnerabilidades financeiras.
Em relação aos países de baixa renda, categoria onde Angola ainda se encontra, o crescimento robusto continuado oferece espaço para reforçar as políticas de tampões, ao mesmo tempo que se resolvem questões infra-estruturais e outras necessidades sociais prementes, considerou Lagarde, na mais recente reunião de Primavera da instituição que dirige.
Angola receives praise from the Worldbank ....
Angola recebeu elogios do Banco Mundial
03/05/2013 16:05:00
Angola é um dos países lusófonos que está a fazer progressos no que toca ao alcance de pelo menos uma das oito metas do desenvolvimento do milénio.
A constatação é do banco mundial, durante uma análise divulgada na passada quarta-feira.
Segundo ainda o banco mundial, Angola está no caminho para conseguir reduzir o índice de mortalidade materna.
É que o banco mundial tornou pública na quarta-feira, 01/05, uma análise que aponta para o alcance pelo menos uma das oito metas do desenvolvimento do milénio por um grupo de vinte nações consideradas frágeis e afectadas por conflitos.
Apesar dos desafios políticos e económicos, a Guiné-Bissau, deve conseguir alcançar a meta da melhoria do acesso a água potável até 2015, fim do prazo dos objectivos do milénio.
Por outro, Angola e Timor Leste, poderão reduzir o índice de mortalidade materna.
De acordo com o órgão, os dados apresentam um contraste com o levantamento feito há dois anos, quando foi identificado que nenhuma nação do grupo, tinha atingido qualquer dos objectivos.
O estudo, indica que Timor Leste está entre os oito países que conseguiram diminuir pela metade o número de pessoas a viver na pobreza ou com menos de 1,25 dólares por dia.
A nação do sudoeste da Ásia também mencionada pelos progressos para o alcance da igualdade do género, da educação ao lado de Myanmar, Burundi e Tchade, ao equilibrarem a proporção de alunos e alunas.
Além dos três países, de língua portuguesa, a análise do banco mundial, cita também nações do Afeganistão, Iaque, Líbia, Nepal, Síria, Togo e os territórios da Cisjordânia e da faixa de Gaza.
http://www.africatoday.co.ao/pt/sociedade/11832-Angola-recebeu-elogios-Banco-Mundial.html
Franceses vêem Angola como um parceiro importante:ohno:
http://www.africatoday.co.ao/files.php?file=bandeira_da_franca_152378107.jpg
03/05/2013 10:45:00
A França vê Angola no Continente Africano como um parceiro importante, pelo que se torna imperativo o desenvolvimento das relações nos mais variados domínios.
“Houve um caso judicial que ensombrou as relações entre ambos os países, mas isso já faz parte do passado”, reconheceu um funcionário sénior do Ministério das Relações Exteriores Francês.
Nas declarações da fonte do MNE francês ficou o entendimento de que, a par deste assunto, Angola e a França também viveram razões para outros desentendimentos.
Foi o caso do conflito pós-eleitoral na Costa do Marfim, em que os dois países defendiam pontos de vista divergentes para a solução dos problemas internos daquele país.
As autoridades gaulesas querem pôr uma pedra sobre os desacertos anteriores e manifestam, para já, o interesse dos seus empresários em investir em Angola, particularmente nos sectores da água, ambiente, hotelaria e prestação de serviços, segundo o interlocutor deste jornal.
A fonte manifestou-se esperançada numa visita a Paris de uma delegação angolana “de alto nível”, para retribuir a viagem oficial a Angola realizada pelo anterior presidente, Nicolas Sarkozy.
MEDEF
Dificuldades na interpretação da Lei de Investimentos Públicos angolana criam problemas a homens de negócios franceses desejosos de investir em Angola, soube O PAÍS na passada segunda-feira de fonte empresarial em Paris.
A fonte, da confederação empresarial francesa (MEDEF), preferiu trocar o termo “dificuldade” por “desafio“, mas, ainda assim, deixou escapar que “constitui um obstáculo, por exemplo, a imposição de 1 milhão de dólares como valor mínimo para qualquer investimento”.
Tal limite, segundo declarou, pode ser um obstáculo às médias e pequenas empresas, com destaque para o sector dos serviços”.
Outras dificuldades apontadas têm a ver com o que a fonte descreveu de “lentidão na facilitação do comércio” por falta de infra-estruturas que concorrem para o desembaraço das mercadorias nas alfândegas.
Os empresários franceses dizem ter constatado que a não convertibilidade do Kwanza contribui para a existência de um circuito paralelo “o que implica que os investidores sejam obrigados a trabalhar com outra moeda, no caso o dólar americano”.
Do conjunto de dificuldades encontradas pelos homens de negócios gauleses em Angola destaca-se ainda a falta de centros para a formação de mão-de-obra qualificada.
A fonte precisou que é uma das razões que faz com que a operadora TOTAL tenha dificuldades de montar plataformas localmente.
Considera, entretanto, que Angola é um parceiro importante em África “embora ainda não suficientemente conhecido” que tem os maiores níveis de segurança (estabilidade política).
Afirmou que numa recente deslocação a Luanda de empresários franceses, com contratos em Angola, foi possível reafirmar a disponibilidade de aumentar o volume de negócios deste país, particularmente nos sectores de logística portuária, água e saneamento e agricultura.
Uma forte aposta do empresariado francês está voltada para este último, onde o enfoque vai para a criação de uma cadeia de produção e criação de aves. Os homens de negócios, integrantes da MEDEF, tencionam enviar a Angola, este ano, mais uma missão, visando explorar outras áreas.
A MEDEF é uma confederação de empresas e associações implantadas em todo o território francês, incluindo no ultramar. Esta rede é integrada por 800 mil empresas representando interesses económicos e sociais no conjunto.
Em Angola tem contactos com a Associação Industrial Angolana (AIA) e, segundo a fonte de OPAÍS, “existem fortes relações com o governo angolano, com o qual tem analisado a possibilidade de aumentar investimentos no país, nas áreas de infra-estruturas, desenvolvimento urbano e no sector privado”.
TOTAL
A operadora francesa (TOTAL) considera que razões de caris burocrático estão na base do desinteresse do grupo em desenvolver o projecto de biomassa que facilitaria a instalação de estações de serviço de venda de combustíveis em Angola.
“É uma questão histórica a Sonangol deter o monopólio no sector”, disse a OPAÍS uma fonte da multinacional.
Outro factor que terá desencorajado a empresa de apostar no sector tem a ver com as subvenções do Estado aos combustíveis que “não ajudam na rentabilidade das companhias estrangeiras no seu negócio”.
Entretanto, a fonte da operadora francesa atribuiu a “um incidente e outros problemas” os atrasos na efectivação do projecto LNG em Angola, cuja inauguração deveria acontecer em 2012.
“Houve atrasos no arranque dos projectos”, reconheceu a fonte da empresa que não admite ter-se tratado de uma falha técnica de fundo.
A TOTAL entende ser normal o atraso latente na efectivação do projecto, por se tratar da primeira experiência em Angola. “É um processo complexo porque compreende a presença do gás, associado à óleo, que em geral é queimado”, justificou.
Nas declarações da fonte, a partir de Paris, ficou-se a saber que a TOTAL não tem novos projectos para refinação de petróleo em Angola, depois de ter vendido a sua anterior participação na refinaria da Petrangol em 2008.
A TOTAL é uma sociedade anónima cotada na bolsa de Paris e Nova York e 50 por cento dos seus accionistas são estrangeiros. É a quinta operadora no mundo depois da ExxsonMobil e BP. O grupo Total está presente em mais de 130 países, onde desenvolve e aplica tecnologias de ponta.
A Total E-P Angola é hoje uma das suas filiais mais importantes e o primeiro produtor de petróleo em Angola, com uma vasta carteira de projectos pela frente.
É operadora dos blocos 17, 17/06, 32, 33 e nos Blocos 25 e 40, no pré-sal, da Bacia do Kuanza. É ainda parceira da Sonangol nos blocos 0, 14, 15/06, 3/91 e 39 e participa com cerca de 13% no projecto Angola LNG.
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/11830-Franceses-vem-Angola-como-parceiro-importante.html
This is soooo crazy, France alongside USA fueled the civil war for DECADES...now it considers Angola to be a "strategic parther" in Africa in which it wants to engage itself to a considerable degree.
Weird how people suffer from memory loss when it comes to serve their interests.
I just say ANGOLA, BEWARE OF FRANCE. France´s "politics" is/can be extremly dirty & unpredictable! Although I am firmly convinced that countries should be open for business but given France´s dark & bloody recent history in Angola, one has to be on the alert more than with other partners.
Kizaca May 5th, 2013, 10:14 PM IWF corrects the growth rate of Angola. The country grew even faster than initially calculated. The economy expanded by 8.4%
http://www.tyo.ch/de/images/stories/Juli09/iwf.gif
Angola receives praise from the Worldbank ....
http://www.africatoday.co.ao/pt/sociedade/11832-Angola-recebeu-elogios-Banco-Mundial.html
http://www.africatoday.co.ao/pt/economia/11830-Franceses-vem-Angola-como-parceiro-importante.html
This is soooo crazy, France alongside USA fueled the civil war for DECADES...now it considers Angola to be a "strategic parther" in Africa in which it wants to engage itself to a considerable degree.
Weird how people suffer from memory loss when it comes to serve their interests.
I just say ANGOLA, BEWARE OF FRANCE. France´s "politics" is/can be extremly dirty & unpredictable! Although I am firmly convinced that countries should be open for business but given France´s dark & bloody recent history in Angola, one has to be on the alert more than with other partners.
Matt, we have been dealing with the French for awhile now. I think by now angolan politicians, the elite ones, know how to deal with them. I really don't like the French interventionist and paternalistic policies it choose to implement in Africa. They keep housing rebels who act as destabilizing agents in many countries. Aside from this, I also celebrate win-win economic relations.
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