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View Full Version : ES já tem a terceira menor taxa de Pobreza do Brasil


MedCage1
September 26th, 2008, 08:07 PM
Espírito Santo é modelo de desenvolvimento econômico com inclusão social

“Somos um modelo no País de crescimento com inclusão social”. A frase é da diretora-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Ana Paula Vescovi, ao assistir a apresentação do Estudo sobre a Classe Média no Brasil e no Espírito Santo, feita pelo professor e diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri. O estudioso afirmou que o Espírito Santo foi o Estado com maior redução de pobreza entre os anos 2001 e 2007. O evento, realizado no Palácio Anchieta nesta quinta-feira (25), também contou com a participação do vice-governador Ricardo Ferraço, dentre outras autoridades.

De acordo com Marcelo Neri, a pesquisa define e começa a detalhar o protagonismo econômico desta nova classe média nas principais cidades brasileiras. Nos últimos dois anos a pobreza vem caindo substancialmente, uma queda de 10% em dois anos. “Apesar dos bons indícios ainda somos uma economia muito desigual”, afirma ele. A ascensão desta nova classe média é a principal inovação recente nesta década que se confirma com a redução da desigualdade que surge como a mola propulsora do crescimento. E com isto surge a recuperação do mercado de trabalho, em particular da ocupação, disse ele.

Neri apontou ainda que o emprego com carteira assinada foi outro ponto importantíssimo para o brasileiro e no Espírito Santo, onde nos últimos 12 meses foram criados 39.380 novos postos de trabalho.

O professor ressaltou que o Estado vem surgindo no imaginário de todos os brasileiros quando o assunto é gestão e destacou, em vários momentos de sua apresentação, o desenvolvimento socioeconômico do Espírito Santo, que está acima da média nacional.

Outro tema abordado pelo professor Marcelo Neri foi a pesquisa sobre “Jovens, Educação, Trabalho e o Índice de Felicidade Futura”. Essa pesquisa foi motivada pela constatação de que os jovens brasileiros com idade entre 15 e 29 anos apresentaram o nível mais alto de felicidade futura, dentre os jovens dos 132 países pesquisados. A pesquisa buscou investigar os fatores que seriam responsáveis por tal otimismo.

O trabalho norteou-se pelos seguintes eixos: a) Índice de Felicidade Futura, que expressa a positividade do jovem em relação ao futuro; b) Metodologia de Decomposições Trabalhistas, a qual, partindo de variáveis clássicas, como escolaridade, retorno da educação, jornada, ocupação e participação, busca
explicar as mudanças observadas na renda do jovem brasileiro; c) índice de Juventude, Educação e Trabalho (IJET), baseado em informações recentes provenientes dos municípios brasileiros.

De acordo com a pesquisa, o Brasil é o 22º País no ranking de felicidade entre os jovens nos 132 países pesquisados. A pesquisa permitiu a extração de dados relevantes sobre a juventude no Estado do Espírito Santo, examinando as informações relacionadas a renda, taxa de participação na População Economicamente Ativa (PEA) e taxa de participação no mercado de trabalho. Essas variáveis costumam ser utilizadas para medir o desempenho do jovem nesse mercado.

Os resultados do Espírito Santo foram comparados com os obtidos pelos demais Estados da Região Sudeste e do Brasil, a fim de verificar a posição da juventude espírito-santense nos cenários regional e nacional.

Ana Paula Vescovi reforçou em sua apresentação a tese de que o desenvolvimento econômico e o conseqüente aumento na empregabilidade são os fatores que alavancam o crescimento do Estado. “A elevada expansão da classe média é conseqüência do modelo de crescimento implantado no Espírito Santo. Este modelo busca promover um ambiente atrativo para novos investimentos e, assim, fortalecer o mercado de trabalho local. E é por meio do mercado de trabalho formal que o crescimento econômico vem se materializando em inclusão social”.

A conclusão, no que se refere à renda, é de que a média de remuneração recebida pelos jovens do Espírito Santo é maior que a nacional. Em relação aos demais Estados da Região Sudeste, o Espírito Santo foi o segundo melhor no ranking. A taxa de ocupação dos jovens na PEA foi a mais alta dentre a dos demais estados da Região Sudeste, sendo também superior à taxa nacional.

Entre as questões apresentadas pelo professor Neri está a afirmação de que o Brasil passou a integrar o grupo de países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) alto, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Resultados socioeconômicos alcançados pelo ES nos últimos anos

47% foi a queda da taxa de pobreza no Espírito Santo, entre 2003 e 2007. Fonte PNAD/IBGE

O Espírito Santo foi o Estado que mais reduziu pobreza no período entre 2003 e 2007. A taxa de pobreza que era de 25,2% em 2003 caiu para a metade ou 13,3% em 2007. Neste mesmo período, a extrema pobreza saiu de 7,8% para 3,5% e a classe média cresceu 48% no Espírito Santo (35% no Brasil). Em 2007, a classe média já representava mais da metade da população capixaba (50,1%), índice acima da média nacional (47,1%).

Entre 2003 e 2007, a renda domiciliar per capita cresceu 27%, contra 23% na média do país. A desigualdade medida pelo índice de GINI declinou 5,5% no mesmo período, também acima do registrado no País (4,9%). Como conseqüência, no ranking dos estados com menor índice de pobreza, o estado subiu do nono lugar em 2003 para o terceiro lugar em 2007, ficando atrás apenas de Santa Catarina e São Paulo.
R$13.847,00 é o PIB per capita no Espírito Santo. A média nacional foi de R$11.658,00. Fontes: IBGE/IJSN(2005)

38% foi o crescimento do número de empregos formais no Espírito Santo entre 2003 e 2007, o maior entre os estados brasileiros. Fonte PNAD/IBGE

16,1% foi a taxa de crescimento industrial no Espírito Santo no 1º semestre de 2008. A média nacional foi de 6,3%. Fonte: IBGE

100% das escolas da Rede Estadual nas áreas urbanas têm laboratório de informática com internet de alta velocidade. Fonte: Sedu/ES

20 vezes foi quanto cresceu o investimento anual do Governo do Estado, nos últimos 5 anos. O valor investido hoje representa 16% da receita. Fonte: Sefaz/ES

97% dos capixabas estão satisfeitos em viver no Espírito Santo. Fonte: Ibope

http://www.es.gov.br/site/noticias/s...ciaId=99686699

Gabriel Brasil
September 26th, 2008, 09:44 PM
Ótimo índice...Que estado não quer estar bem nessa lista?

juniorzzi
September 27th, 2008, 01:14 AM
Caracaa!!
Que saltooo!!!

Holz
September 27th, 2008, 04:13 AM
3° LUGAR??? Otima noticia! Isso mostra o verdadeiro ES!

BrunoVix
September 27th, 2008, 04:13 AM
Boa notícia, graças a Deus o ES largou o populismo político dos anos 90 que só nos afundava, esse resultado é fruto da boa gestão pública que estamos tendo.

DouG Wq
September 27th, 2008, 04:30 AM
Muito bom!

Raphael_San
September 27th, 2008, 04:37 AM
Mais uns 10 anos e nossos dados sociais serão exemplares...

Fernando_Brasil
September 27th, 2008, 05:30 AM
Paulo Hartung presidente do Brasil!
Eu votaria.

juniorzzi
September 27th, 2008, 05:38 AM
Paulo Hartung presidente do Brasil!
Eu votaria.

Ele recusou uma possível vaga como vice-presidente em uma chapa encabeçada pelo PT...
Ele disse que a prioridade dele será se candidatar como Senador ou Deputado Federal,
pra atrair mais investimentos pro ES...
Até que não será ruim..
Pois somos o 2º estado que menos reebe investimento federal...

Antonioni
September 27th, 2008, 07:37 PM
Parabéns ao ES!!!! Excelentíssimas notícias.. confesso q fiquei surpreso com a posição no raking!!! Que os próximos governos mantenham tudo nos trilhos...

Luiz Bazuca
September 27th, 2008, 10:35 PM
Tomara que o Hartung volte em 2014!
Apesar de acreditar que caso o Coser se candidate ao governo faça uma boa gestão. Pelo menos o Coser quando pensa em obra, pensa grande.

Ricardo Sandre
September 30th, 2008, 06:30 PM
Uma ótima notícia. Parabens ES. Eu acho que isso deverá ser uma tendência nacional nos próximos anos. O Brasil está crescendo.

Marcos Luppi
October 2nd, 2008, 06:42 AM
Um estado que vem crescendo mais que a média a muitos anos, antes mesmo de entrar Paulo Hartung, entre outros... é coisa antiga...
o problema está na nossa colonização, que foi atrasada por motivos banais para hoje... montanhas, indios e azar.

bom... é o que eu estudei... mas posso estar erradíssimo. rs