Robin Udi
September 27th, 2008, 05:43 AM
A pesquisa “Síntese de Indicadores Sociais”, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que o Sudeste recebeu mais da metade (50,1%) dos 19,7 milhões de imigrantes registrados no Brasil em 2007. Uberlândia, considerada a segunda maior cidade de Minas Gerais, comprova a tendência. De janeiro a setembro deste ano, o Núcleo de Migrantes realizou 5.973 atendimentos, uma média diária de 663,3, que, se for mantida nos próximos meses, deve superar o total de 7.394 pessoas atendidas em 2007.
De acordo com um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas Econômico-Sociais (Cepes) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em 2001 metade da população era imigrante, sendo 31,27% de outra cidade do Estado, 21,24% naturais de outros municípios brasileiros e 0,17% nascidos no exterior.
Para a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Habitação e Trabalho, Iracema Marques, o fluxo migratório que ocorre na cidade, apesar de forte há muito tempo, hoje está mais controlado. De acordo com a secretária, como resultado de um estudo que diagnosticou a realidade das pessoas que migram para Uberlândia. “Hoje temos um programa voltado exclusivamente para os imigrantes, o que deu agilidade e efetividade aos atendimentos”, disse Barbosa. Sabe-se, por exemplo, que a maioria é composta por adultos do sexo masculino, com faixa etária entre 18 e 30 anos.
Depois de conhecer a história de cada um, os assistentes sociais orientam os migrantes de acordo com sua necessidade. O programa atua também por meio da ronda social, que acolhe os migrantes que estão nas ruas. “Primeiro nós os levamos para um albergue, onde se alimentam, fazem a higiene pessoal e descansam”, afirmou a diretora do setor assistencial da secretaria, Edna Assunção. Até setembro deste ano, a Prefeitura distribuiu 2.983 bilhetes de ônibus. Em 2007 o total foi de 3.759. Segundo Iracema Barbosa, o Município repassa ao setor de imigração R$ 301 mil ao ano.
Fonte: Correio de Uberlândia
De acordo com um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas Econômico-Sociais (Cepes) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em 2001 metade da população era imigrante, sendo 31,27% de outra cidade do Estado, 21,24% naturais de outros municípios brasileiros e 0,17% nascidos no exterior.
Para a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Habitação e Trabalho, Iracema Marques, o fluxo migratório que ocorre na cidade, apesar de forte há muito tempo, hoje está mais controlado. De acordo com a secretária, como resultado de um estudo que diagnosticou a realidade das pessoas que migram para Uberlândia. “Hoje temos um programa voltado exclusivamente para os imigrantes, o que deu agilidade e efetividade aos atendimentos”, disse Barbosa. Sabe-se, por exemplo, que a maioria é composta por adultos do sexo masculino, com faixa etária entre 18 e 30 anos.
Depois de conhecer a história de cada um, os assistentes sociais orientam os migrantes de acordo com sua necessidade. O programa atua também por meio da ronda social, que acolhe os migrantes que estão nas ruas. “Primeiro nós os levamos para um albergue, onde se alimentam, fazem a higiene pessoal e descansam”, afirmou a diretora do setor assistencial da secretaria, Edna Assunção. Até setembro deste ano, a Prefeitura distribuiu 2.983 bilhetes de ônibus. Em 2007 o total foi de 3.759. Segundo Iracema Barbosa, o Município repassa ao setor de imigração R$ 301 mil ao ano.
Fonte: Correio de Uberlândia