fidalgo
October 1st, 2008, 08:15 PM
Gondomar. Deficiência em pavilhão projectado por Siza Vieira
Revestimento cedeu arrastando andaime onde estavam os operários
http://jn.sapo.pt/Storage/ng1042883.jpg
A derrocada de parte do revestimento do pavilhão Multiusos de Gondomar e consequente queda de um andaime provocou ontem, pelas 12.15, dois feridos graves e um ligeiro. Os três trabalhadores caíram de uma altura de 20 metros e tiveram de ser desencarcerados. Aparentemente, quando os trabalhadores já estariam a meio da parede, a restante caiu e fez com que toda a estrutura metálica onde estavam a trabalhar fosse arrastada pela parede. Felizmente que isso aconteceu, que eles foram projectados, e não tiveram um acidente muito mais grave.
Resgatados e estabilizados no local pelas equipas médicas, foram transportados para o Hospital de S. João, no Porto, mas o seu estado é considerado estável. Um técnico de estruturas irá agora avaliar as causas do acidente.
O pavilhão projectado pelo arquitecto Siza Vieira foi inaugurado a Junho de 2007 e muito precocemente foi detectada uma deficiência do revestimento naquela parcela do edifício - essa entrada está há três meses encerrada e com um perímetro de segurança. O consórcio construtor tinha iniciado na segunda-feira os trabalhos de remoção do capeamento exterior em tijolo burro e, ontem, quando o mesmo se desprendeu, aconteceu a derrocada. Manuel Marques, administrador da empresa municipal que gere o pavilhão, disse ao DN que o edifício continua a funcionar normalmente, mantendo-se a programação do multiusos. "Não afecta em nada a segurança do edifício, a estrutura é sólida", garantiu.
No local estiveram três equipas médicas do INEM, os bombeiros de Gondomar e Valbom com cinco viaturas e 24 homens, informou o comandante operacional municipal, José Fernando Alves: "Felizmente não estava mais ninguém no local, senão teríamos mais vítimas", congratulou-se o responsável da Protecção Civil.
O Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Materiais de Construção responsabilizou a autarquia pelo acidente por ter rejeitado, em Dezembro de 2007, um protocolo sobre segurança nos locais de trabalho proposto por esta estrutura.
Revestimento cedeu arrastando andaime onde estavam os operários
http://jn.sapo.pt/Storage/ng1042883.jpg
A derrocada de parte do revestimento do pavilhão Multiusos de Gondomar e consequente queda de um andaime provocou ontem, pelas 12.15, dois feridos graves e um ligeiro. Os três trabalhadores caíram de uma altura de 20 metros e tiveram de ser desencarcerados. Aparentemente, quando os trabalhadores já estariam a meio da parede, a restante caiu e fez com que toda a estrutura metálica onde estavam a trabalhar fosse arrastada pela parede. Felizmente que isso aconteceu, que eles foram projectados, e não tiveram um acidente muito mais grave.
Resgatados e estabilizados no local pelas equipas médicas, foram transportados para o Hospital de S. João, no Porto, mas o seu estado é considerado estável. Um técnico de estruturas irá agora avaliar as causas do acidente.
O pavilhão projectado pelo arquitecto Siza Vieira foi inaugurado a Junho de 2007 e muito precocemente foi detectada uma deficiência do revestimento naquela parcela do edifício - essa entrada está há três meses encerrada e com um perímetro de segurança. O consórcio construtor tinha iniciado na segunda-feira os trabalhos de remoção do capeamento exterior em tijolo burro e, ontem, quando o mesmo se desprendeu, aconteceu a derrocada. Manuel Marques, administrador da empresa municipal que gere o pavilhão, disse ao DN que o edifício continua a funcionar normalmente, mantendo-se a programação do multiusos. "Não afecta em nada a segurança do edifício, a estrutura é sólida", garantiu.
No local estiveram três equipas médicas do INEM, os bombeiros de Gondomar e Valbom com cinco viaturas e 24 homens, informou o comandante operacional municipal, José Fernando Alves: "Felizmente não estava mais ninguém no local, senão teríamos mais vítimas", congratulou-se o responsável da Protecção Civil.
O Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Materiais de Construção responsabilizou a autarquia pelo acidente por ter rejeitado, em Dezembro de 2007, um protocolo sobre segurança nos locais de trabalho proposto por esta estrutura.