WP Gyn
October 24th, 2008, 04:32 PM
Pedro Ludovico encontrou no meio do Cerrado um campo plano aonde alí construíria seu sonho de décadas.
Nascia Goiânia, construída a Leste da antiga cidade de Campinas (Hoje bairro de Gyn),demorou cerca de 9 anos para ficar pronta, com planos modestos projetaram que a cidade chegaria em 2000 com 30 Mil habitantes.
Em 1959 um ano antes de Brasília ser construída, Goiânia já tinha quase 200 Mil habitantes, hoje 75 anos depois num raio de 50 Km da Praça Civica aonde tudo começou moram quase 2.5 Milhões de habitantes.
Dou graças a Deus por ter nascido neste sonho de Pedro Ludovico, aqui tem sim problemas, eu e os outros Milhões de apaixonados por esta cidade vamos tentar resolve-los juntos, mudar de cidade? Não, enfrentar de frente.
E Rumo aos 100 anos de crescimento positivo em todas as áreas desta linda cidade.
Wallace Pinheiro Rodrigues
http://img368.imageshack.us/img368/3286/2008102317231qy2.jpg
Goiânia em plácido olhar
Goiânia, a nova capital do Estado se ergue, tendo como bagagem a herança das tradições históricas e culturais de Vila Boa, mesclando modernismo, conhecimento, cultura e visão desenvolvimentista trazidos pelos construtores que aqui chegaram, oriundos principalmente da antiga capital, para fincarem raízes e contribuir para o surgimento da princesa do Cerrado, a jovem capital do Estado de Goiás. Com apenas sete décadas e meia, Goiânia alcança o patamar de metrópole e o título de cidade de melhor qualidade de vida do País. Os heróis pioneiros que aqui chegaram entre 1933-1938 se depararam com uma capital mergulhada num canteiro de obras. Uma cidade em construção. Eram intelectuais do poder político, profissionais liberais, pessoas da culta ou semi-culta burocracia, que acreditaram num sonho e construíram a realidade: uma capital moderna, pulsando o coração no Cerrado.
A sensibilidade que acompanha o povo goianiense se fez presente desde os primórdios de sua existência. Goiânia não foi inaugurada, teve seu batismo cultural no dia 5 de julho de 1942. A idéia da transferência da capital do Estado, da antiga Vila Boa, hoje cidade de Goiás (reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco), para Goiânia, foi iniciada em 1891 em texto constitucional, sendo ratificada na reforma de 1898. Só muito depois, em decreto de 1932, a idéia foi concretizada por Pedro Ludovico Teixeira. No dia 24 de outubro de 1933, foi realizado o lançamento de sua pedra fundamental.
Goiânia conserva ainda o jeito e a gente amável das urbes interioranas. É a capital das flores, possui o maior número de praças do Brasil, é a 2ª mais arborizada do nosso País, se destaca na música, nas artes plásticas e na poesia. É reconhecida pela amabilidade, cordialidade, simpatia e beleza de seu povo.
Plenamente atuante no processo cultural nacional e internacional, especialmente na literatura, onde o ideário e as tendências do modernismo são alinhavados, com o olhar maestro de quem, na batuta das palavras, metáforas e idéias, traduz o universo e leva seu nome, sua história e sua cultura a vários países da América Latina e a outros tantos da Europa..
Goiânia reflete primavera em qualquer estação. Seu espaço abraça encontros de sensibilidade, criatividade e encantamento. Os poetas cantam, se encantam e se surpreendem com a cidade-musa. Da poetisa Heloisa Helena de C. Borges: “O Vento, a vadiar pela paisagem, / revira a terra, dá frescor ao sol, / redemoinho rubro abre passagem, / correndo pelo ar em caracol...”
Da escritora Alice Spíndola: “Abertas janelas / recebem o perfume e o som / da canção que os pássaros dedilham / nas cordas esticadas nos postes. / Martelos-construtores de acordes / completam a melodia.”
Da poetisa Maria da Glória Mariano: “Tropeiros procuram campos, / traçam trilhas, desbravam cerrados, / no coração do Brasil. / Nasce Goiânia, cidade sol. / Pioneiros em cidades troncos, / migram amores, projetos. / Flores distantes. / Quantos sonhos... Dores.”
A poetisa Therezinha Miranda versa um brinde à cidade: “Bendito é o meu ventre, / que a todos acolhe. / E aquele que vem / experimenta pequi. / Num brinde de versos / aponto o caminho / e ao caro chegante digo: / Seja feliz por aqui.”
A imortal Lêda Selma assim a descreve: “Balzaqueana-menina, / de pele sempre suada, / Goiânia das madrugadas, / da irradiação de amores, / Dos sonhos azuis, viajores, / dos humores de poesia.”
Goiânia vai avançando em seu tempo: “...Hoje vertiginosa metrópole, / capital da beleza e flores. / Artérias entupidas de carros / apressados, resguardando amores. [...] cuidando presente e futuro. / Nem me dei por tamanha mudança! / – Onde perdi minha infância? / – Em que espaço ficou meu ar puro?”
À administração que se consolida em boa gestão, pela reeleição para novo mandato, urge providências, especialmente no que se refere ao direito do cidadão de ir e vir com respeito e dignidade. Goiânia e seu povo merecem, carecem e anseiam.
http://www.dm.com.br/impresso/7657/opiniao/53543,goiania_em_placido_olhar
Nascia Goiânia, construída a Leste da antiga cidade de Campinas (Hoje bairro de Gyn),demorou cerca de 9 anos para ficar pronta, com planos modestos projetaram que a cidade chegaria em 2000 com 30 Mil habitantes.
Em 1959 um ano antes de Brasília ser construída, Goiânia já tinha quase 200 Mil habitantes, hoje 75 anos depois num raio de 50 Km da Praça Civica aonde tudo começou moram quase 2.5 Milhões de habitantes.
Dou graças a Deus por ter nascido neste sonho de Pedro Ludovico, aqui tem sim problemas, eu e os outros Milhões de apaixonados por esta cidade vamos tentar resolve-los juntos, mudar de cidade? Não, enfrentar de frente.
E Rumo aos 100 anos de crescimento positivo em todas as áreas desta linda cidade.
Wallace Pinheiro Rodrigues
http://img368.imageshack.us/img368/3286/2008102317231qy2.jpg
Goiânia em plácido olhar
Goiânia, a nova capital do Estado se ergue, tendo como bagagem a herança das tradições históricas e culturais de Vila Boa, mesclando modernismo, conhecimento, cultura e visão desenvolvimentista trazidos pelos construtores que aqui chegaram, oriundos principalmente da antiga capital, para fincarem raízes e contribuir para o surgimento da princesa do Cerrado, a jovem capital do Estado de Goiás. Com apenas sete décadas e meia, Goiânia alcança o patamar de metrópole e o título de cidade de melhor qualidade de vida do País. Os heróis pioneiros que aqui chegaram entre 1933-1938 se depararam com uma capital mergulhada num canteiro de obras. Uma cidade em construção. Eram intelectuais do poder político, profissionais liberais, pessoas da culta ou semi-culta burocracia, que acreditaram num sonho e construíram a realidade: uma capital moderna, pulsando o coração no Cerrado.
A sensibilidade que acompanha o povo goianiense se fez presente desde os primórdios de sua existência. Goiânia não foi inaugurada, teve seu batismo cultural no dia 5 de julho de 1942. A idéia da transferência da capital do Estado, da antiga Vila Boa, hoje cidade de Goiás (reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco), para Goiânia, foi iniciada em 1891 em texto constitucional, sendo ratificada na reforma de 1898. Só muito depois, em decreto de 1932, a idéia foi concretizada por Pedro Ludovico Teixeira. No dia 24 de outubro de 1933, foi realizado o lançamento de sua pedra fundamental.
Goiânia conserva ainda o jeito e a gente amável das urbes interioranas. É a capital das flores, possui o maior número de praças do Brasil, é a 2ª mais arborizada do nosso País, se destaca na música, nas artes plásticas e na poesia. É reconhecida pela amabilidade, cordialidade, simpatia e beleza de seu povo.
Plenamente atuante no processo cultural nacional e internacional, especialmente na literatura, onde o ideário e as tendências do modernismo são alinhavados, com o olhar maestro de quem, na batuta das palavras, metáforas e idéias, traduz o universo e leva seu nome, sua história e sua cultura a vários países da América Latina e a outros tantos da Europa..
Goiânia reflete primavera em qualquer estação. Seu espaço abraça encontros de sensibilidade, criatividade e encantamento. Os poetas cantam, se encantam e se surpreendem com a cidade-musa. Da poetisa Heloisa Helena de C. Borges: “O Vento, a vadiar pela paisagem, / revira a terra, dá frescor ao sol, / redemoinho rubro abre passagem, / correndo pelo ar em caracol...”
Da escritora Alice Spíndola: “Abertas janelas / recebem o perfume e o som / da canção que os pássaros dedilham / nas cordas esticadas nos postes. / Martelos-construtores de acordes / completam a melodia.”
Da poetisa Maria da Glória Mariano: “Tropeiros procuram campos, / traçam trilhas, desbravam cerrados, / no coração do Brasil. / Nasce Goiânia, cidade sol. / Pioneiros em cidades troncos, / migram amores, projetos. / Flores distantes. / Quantos sonhos... Dores.”
A poetisa Therezinha Miranda versa um brinde à cidade: “Bendito é o meu ventre, / que a todos acolhe. / E aquele que vem / experimenta pequi. / Num brinde de versos / aponto o caminho / e ao caro chegante digo: / Seja feliz por aqui.”
A imortal Lêda Selma assim a descreve: “Balzaqueana-menina, / de pele sempre suada, / Goiânia das madrugadas, / da irradiação de amores, / Dos sonhos azuis, viajores, / dos humores de poesia.”
Goiânia vai avançando em seu tempo: “...Hoje vertiginosa metrópole, / capital da beleza e flores. / Artérias entupidas de carros / apressados, resguardando amores. [...] cuidando presente e futuro. / Nem me dei por tamanha mudança! / – Onde perdi minha infância? / – Em que espaço ficou meu ar puro?”
À administração que se consolida em boa gestão, pela reeleição para novo mandato, urge providências, especialmente no que se refere ao direito do cidadão de ir e vir com respeito e dignidade. Goiânia e seu povo merecem, carecem e anseiam.
http://www.dm.com.br/impresso/7657/opiniao/53543,goiania_em_placido_olhar