Tiago Costa
November 17th, 2008, 06:42 PM
OHL abre Centro de Desenvolvimento para novas tecnologias
Redação Webtranspo - Foto: Divulgação - 17/11/2008 - 11h59
http://www.webtranspo.com.br/imagens/novas_imagens/centro_desenvolvimento_ohr_big.jpg
Laboratório do Centro de Desenvolvimento da OHL em Atibaia
A OHL Brasil colocou em funcionamento na última sexta-feira, 14, um Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Atibaia, litoral paulista, que servirá de apoio para pesquisas de novas tecnologias e materiais que serão utilizados na melhoria do pavimento de rodovias.
O objetivo, segundo Carlos Magno, diretor de obras da empresa, é desenvolver novos materiais e técnicas que proporcionem maior segurança e conforto para os usuários. “Queremos descobrir novas possibilidades e materiais”, afirma Magno.
Além disso, o Centro permitirá centralizar testes rotineiros que, atualmente, são realizados por empresas terceirizadas. Segundo Magno, as pesquisas que exigem deslocamentos terão o apoio de laboratórios de atuação local, que estão distribuídos em Santa Catarina (SC), Joinville (SC) e Pouso Alegre (MG).
Estudos em pauta
Conforme declarou Magno, três projetos entrarão em estudo ainda neste ano. “Vamos começar a trabalhar em três pesquisas importantes para as rodovias Régis Bittencourt, Fernão Dias e para o corredor que liga Curitiba a Florianópolis (BRs 116 / 376 e 101)”, informou.
Em uma delas, na Régis Bittencourt, a premissa será reciclar asfalto nas atividades de refazimento de pista. Já na Fernão Dias, a equipe de desenvolvimento do Centro trabalhará no desenvolvimento de uma capa asfáltica para trechos de pista com trincas.
Carlos Magno,diretor de obras da OHL
Magno explica que nessa rodovia “há trechos em que a base do asfalto está muito boa, mas a superfície está trincada. Queremos desenvolver uma nova mistura asfáltica que tenha a capacidade de penetrar nas trincas e impedir que elas surjam novamente”, detalha o engenheiro.
Para o corredor que liga Curitiba a Florianópolis o objetivo será a criação de uma mistura asfáltica mais resistente para os trechos de fácil formação das “trilhas de rodas” (marcas que ficam nas rodovias dependendo do local por onde passam os veículos).
“Colocaremos diferentes tipos de revestimento nesses locais e, em três meses, faremos simulações que vão antecipar o desgaste do pavimento em cinco ou seis anos de uso”, disse Magno.
Fonte: Webtranspo - Notícias
Link: http://www.webtranspo.com.br/logistica_noticias.asp?Registro=1480
Redação Webtranspo - Foto: Divulgação - 17/11/2008 - 11h59
http://www.webtranspo.com.br/imagens/novas_imagens/centro_desenvolvimento_ohr_big.jpg
Laboratório do Centro de Desenvolvimento da OHL em Atibaia
A OHL Brasil colocou em funcionamento na última sexta-feira, 14, um Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Atibaia, litoral paulista, que servirá de apoio para pesquisas de novas tecnologias e materiais que serão utilizados na melhoria do pavimento de rodovias.
O objetivo, segundo Carlos Magno, diretor de obras da empresa, é desenvolver novos materiais e técnicas que proporcionem maior segurança e conforto para os usuários. “Queremos descobrir novas possibilidades e materiais”, afirma Magno.
Além disso, o Centro permitirá centralizar testes rotineiros que, atualmente, são realizados por empresas terceirizadas. Segundo Magno, as pesquisas que exigem deslocamentos terão o apoio de laboratórios de atuação local, que estão distribuídos em Santa Catarina (SC), Joinville (SC) e Pouso Alegre (MG).
Estudos em pauta
Conforme declarou Magno, três projetos entrarão em estudo ainda neste ano. “Vamos começar a trabalhar em três pesquisas importantes para as rodovias Régis Bittencourt, Fernão Dias e para o corredor que liga Curitiba a Florianópolis (BRs 116 / 376 e 101)”, informou.
Em uma delas, na Régis Bittencourt, a premissa será reciclar asfalto nas atividades de refazimento de pista. Já na Fernão Dias, a equipe de desenvolvimento do Centro trabalhará no desenvolvimento de uma capa asfáltica para trechos de pista com trincas.
Carlos Magno,diretor de obras da OHL
Magno explica que nessa rodovia “há trechos em que a base do asfalto está muito boa, mas a superfície está trincada. Queremos desenvolver uma nova mistura asfáltica que tenha a capacidade de penetrar nas trincas e impedir que elas surjam novamente”, detalha o engenheiro.
Para o corredor que liga Curitiba a Florianópolis o objetivo será a criação de uma mistura asfáltica mais resistente para os trechos de fácil formação das “trilhas de rodas” (marcas que ficam nas rodovias dependendo do local por onde passam os veículos).
“Colocaremos diferentes tipos de revestimento nesses locais e, em três meses, faremos simulações que vão antecipar o desgaste do pavimento em cinco ou seis anos de uso”, disse Magno.
Fonte: Webtranspo - Notícias
Link: http://www.webtranspo.com.br/logistica_noticias.asp?Registro=1480