PedroGabriel
December 15th, 2008, 01:35 AM
Governo aprova investimentos de 2,18 mil milhões de euros
Reforço do investimento público na educação, energia e redes tecnológicas de nova geração; apoio às empresas e actividade económica; e apoio ao emprego e reforço da protecção social, foram as medidas anunciadas hoje pelo Governo no final do Conselho de Ministros extraordinário onde foi aprovado o plano de combate à crise.
Governo aprova investimentos de 2,18 mil milhões de euros
Reforço do investimento público na educação, energia e redes tecnológicas de nova geração; apoio às empresas e actividade económica; e apoio ao emprego e reforço da protecção social, foram as medidas anunciadas hoje pelo Governo no final do Conselho de Ministros extraordinário onde foi aprovado o plano de combate à crise.
Diário Económico Online
Na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros, o primeiro ministro, José sócrates anunciou que este conjunto de medidas visam o reforço do investimento em áreas como a Educação, "requalificando e modernizando mais de 100 escolas públicas por forma a garantir mais emprego"; a Energia, "com estímulos fiscais e orçamentais que permitam um grande incentivo no domínio da efiência energética e de requalificação energética do parque habitacional"; e a Tecnologia, "modernizando as infra-estruturas tecnológicas, em particular, as redes de nova geração de banda larga de alta velocidade."
Um outro outro domínio a destacar é o apoio às empresas e à actividade económica em que as medidas fiscais e de apoio à exportação "configuram desta vez e neste momento uma nova ambição para ajudarmos as empresas a enfrentar as dificuldades que vão surgir inevitavelmente em 2009", disse José Sócrates.
O apoio ao emprego e à protecção social também fazem parte desta iniciativa - "decidimos medidas de apoio à manutenção do emprego, à criação de emprego, à formação e também ao reforço da protecção social", explicou Sócrates, acrescentando que "o emprego é a prioridade das prioridades no domínio social e das políticas públicas."
Segundo o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos santos, "os recursos públicos envolvidos pelo conjunto das iniciativas anunciadas representam 1,25% do PIB, que correspondem a 2180 milhões de euros". Deste total, acrescentou, "1300 milhões de euros correspondem a financiamento através do Orçamento do estado, representando 0,8% do PIB."
O plano do Executivo português surge na sequência da aprovação sexta-feira, em Bruxelas, do plano de relançamento económico e financeiro apresentado pelo presidente da Comissão Europeia em que os 27 líderes da União Europeia se comprometeram a investir 1,2% do Produto Interno Nacional em planos de recuperação económica.
Antecipar investimentos
Investimento público já e em força. Este é a grande força motriz do Governo para evitar a recessão no próximo ano ou, pelo menos, minorar as consequências na economia da contracção do produto.
O Executivo vai tentar lançar múltiplas obras públicas em todas as áreas possíveis em 2009.
Sem que grandes obras como o novo aeroporto de Lisboa assegurem a dinamização da economia no próximo ano - que é apontado como o centro da crise -, Sócrates optou por antecipar obras previstas para mais tarde, como a recuperação de escolas (serão quatro vezes mais do que se previa, com ajuda de dinheiro comunitário), mas também de hospitais, algumas barragens, recuperação de infra-estruturas portuárias e concessões rodoviárias (as seis previstas para os próximos anos poderão ser lançadas já no início do ano).
Para além de antecipação de projectos, estão previstos outros novos, também em várias áreas. Um exemplo disso será um programa de investimento na eficiência energética dos edifícios da administração pública.
A ideia é lançar pequenos e médios projectos, espalhados por todo o território nacional, mais do que do que nas grandes obras que têm gerado mais polémica. Até porque são estes que têm efeitos mais imediatos na economia, explicou ao Semanário Económico outra fonte ministerial.
Reforço do investimento público na educação, energia e redes tecnológicas de nova geração; apoio às empresas e actividade económica; e apoio ao emprego e reforço da protecção social, foram as medidas anunciadas hoje pelo Governo no final do Conselho de Ministros extraordinário onde foi aprovado o plano de combate à crise.
Governo aprova investimentos de 2,18 mil milhões de euros
Reforço do investimento público na educação, energia e redes tecnológicas de nova geração; apoio às empresas e actividade económica; e apoio ao emprego e reforço da protecção social, foram as medidas anunciadas hoje pelo Governo no final do Conselho de Ministros extraordinário onde foi aprovado o plano de combate à crise.
Diário Económico Online
Na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros, o primeiro ministro, José sócrates anunciou que este conjunto de medidas visam o reforço do investimento em áreas como a Educação, "requalificando e modernizando mais de 100 escolas públicas por forma a garantir mais emprego"; a Energia, "com estímulos fiscais e orçamentais que permitam um grande incentivo no domínio da efiência energética e de requalificação energética do parque habitacional"; e a Tecnologia, "modernizando as infra-estruturas tecnológicas, em particular, as redes de nova geração de banda larga de alta velocidade."
Um outro outro domínio a destacar é o apoio às empresas e à actividade económica em que as medidas fiscais e de apoio à exportação "configuram desta vez e neste momento uma nova ambição para ajudarmos as empresas a enfrentar as dificuldades que vão surgir inevitavelmente em 2009", disse José Sócrates.
O apoio ao emprego e à protecção social também fazem parte desta iniciativa - "decidimos medidas de apoio à manutenção do emprego, à criação de emprego, à formação e também ao reforço da protecção social", explicou Sócrates, acrescentando que "o emprego é a prioridade das prioridades no domínio social e das políticas públicas."
Segundo o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos santos, "os recursos públicos envolvidos pelo conjunto das iniciativas anunciadas representam 1,25% do PIB, que correspondem a 2180 milhões de euros". Deste total, acrescentou, "1300 milhões de euros correspondem a financiamento através do Orçamento do estado, representando 0,8% do PIB."
O plano do Executivo português surge na sequência da aprovação sexta-feira, em Bruxelas, do plano de relançamento económico e financeiro apresentado pelo presidente da Comissão Europeia em que os 27 líderes da União Europeia se comprometeram a investir 1,2% do Produto Interno Nacional em planos de recuperação económica.
Antecipar investimentos
Investimento público já e em força. Este é a grande força motriz do Governo para evitar a recessão no próximo ano ou, pelo menos, minorar as consequências na economia da contracção do produto.
O Executivo vai tentar lançar múltiplas obras públicas em todas as áreas possíveis em 2009.
Sem que grandes obras como o novo aeroporto de Lisboa assegurem a dinamização da economia no próximo ano - que é apontado como o centro da crise -, Sócrates optou por antecipar obras previstas para mais tarde, como a recuperação de escolas (serão quatro vezes mais do que se previa, com ajuda de dinheiro comunitário), mas também de hospitais, algumas barragens, recuperação de infra-estruturas portuárias e concessões rodoviárias (as seis previstas para os próximos anos poderão ser lançadas já no início do ano).
Para além de antecipação de projectos, estão previstos outros novos, também em várias áreas. Um exemplo disso será um programa de investimento na eficiência energética dos edifícios da administração pública.
A ideia é lançar pequenos e médios projectos, espalhados por todo o território nacional, mais do que do que nas grandes obras que têm gerado mais polémica. Até porque são estes que têm efeitos mais imediatos na economia, explicou ao Semanário Económico outra fonte ministerial.