View Full Version : [RJ] Porto do Açu, um novo conceito de porto


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Porto do Açu
January 12th, 2011, 02:46 AM
Fotos da Audiência Pública da OSX hoje em São João da Barra.

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DouG Wq
January 14th, 2011, 01:36 AM
A OSX e a proposta do ITN


A Audiência Pública às 19 horas no Ginásio do Sesi/Guarus, em Campos, deverá abordar detalhes da proposta do empreendimento do estaleiro do Açu.

A OSX é uma Companhia do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, com atuação em três segmentos: construção naval, afretamento de Unidades de E&P e serviços de O&M. A OSX foi constituída para suprir a demanda da indústria por soluções de serviços integrados aos campos de petróleo e gás natural. Em março de 2010, a empresa captou recursos na ordem de R$ 2,5 bilhões em sua oferta pública de ações, no 7º maior IPO primário da história da BM&F BOVESPA. A OSX é parte do Grupo EBX,

A OSX pretende estruturar o ITN (Instituto Tecnológico Naval – ITN) junto com sua sócia Hyundai num processo de transferência de tecnologia que tem como objetivo principal a educação, treinamento e capacitação de mão de obra dedicada aos postos de trabalho de nossa Unidade de Construção Naval.

Dentro do programa educacional que o ITN irá desenvolver em parceria com instituições de ensino, será dada ênfase às disciplinas necessárias para suprir as demandas operacionais imediatas da Unidade. As aulas têm início previsto para o segundo semestre de 2011, e até 2013 serão formados 7.800 técnicos especialistas de produção, inspeção e supervisão.

Ainda farão parte da atuação do ITN:
1) Implantar e fortalecer a cadeia de fornecedores locais, por meio da estruturação de um cluster para atender a OSX e as demandas da indústria naval brasileira;
2) Associar-se a entidades nacionais e internacionais consideradas referências em Engenharia de Processo, Produto e Tecnologia para o setor naval, com o objetivo de monitorar a evolução tecnológica do setor e garantir a aplicação do “estado da arte” na unidade naval da OSX;
3) Promover pesquisa e desenvolvimento (P&D), com foco na melhoria e automatização dos processos operacionais.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/01/osx-e-proposta-do-itn.html

DouG Wq
January 14th, 2011, 01:39 AM
Hospital em SJB


A possibilidade e as conversações foram citadas, de passagem, ontem na Audiência Pública do estaleiro da OSX, no Sesi em Campos, pelo representante do grupo EBX e seu diretor de Sustentabilidade, Paulo Roberto Monteiro.

A possibilidade é uma das maiores demandas para atender o crescimento populacional previsto para a região. O empreendimento social seria fruto de uma triangulação que envolverá a Fundação Benedito Pereira Nunes, a Prefeitura de São João da Barra e o grupo EBX e seria um novo hospital-escola Álvaro Alvim.

A construção será fruto de uma parceria ampla e a sua manutenção e o seu custeio terão respaldo e viabilização de verbas, da prestação de serviço do SUS, ligadas ao apoio aos hospitais-escola, atualmente já apoiados pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Saúde, além do apoio do município sede do empreendimento.

O projeto da Fundação Benedito Pereira Nunes, uma instituição comunitária com 76 anos de serviços prestados na área de saúde, mantenedora da Faculdade de Medicina de Campos e do Hospital-escola Álvaro Alvim é uma resposta às preocupações com os problemas sociais decorrentes da expansão populacional em São João da Barra, além de Campos.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/01/hospital-em-sjb.html

Porto do Açu
January 17th, 2011, 03:20 PM
Fotos da obra do Superporto do Açu no mês de janeiro.

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Porto do Açu
January 17th, 2011, 04:42 PM
MPX apresenta projeto de linha de transmissão para usina do Superporto do Açu.

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DouG Wq
January 25th, 2011, 12:13 AM
Localização da Cidade X em SJB

Pelas informações divulgadas pelo grupo empresarial, a localização do empreendimento imobiliário do grupo EBX, que visa atender à demada por moradia nomunicípio de São João da Barra, decorrente da instalação do Complexo Logístico-industrial do Açu, estaria sendo alterada.

Por este vídeo (ver aqui) da empresa REX, do setor imobiliário do grupo EBX, é possível ver que, inicialmente a localização da chamada Cidade X seria na orla do mar, distante 18 km do porto, numa área entre o balneário Grussaí e Chapeú de Sol com os fundos se aproximando da BR-356, na entrada da sede do município de São João da Barra, quase vizinho à área do Sesc Mineiro, que o blog já havia comentado em postagem no final de 2009. (vide imagem retirada do vídeo)

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/CidadeX-1.jpg

Já na imagem abaixo, retirada do material mais recente, disponibilizada na página da empresa OSX (Estaleiro do Açu), é possível ver que a localização apontada para o empreendimento imobiliário, seria junto do Complexo Logístico-industrial do Açu.

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/CidadeX-2.jpg

Como pode ser visto na imagem abaixo, na plotagem do planejamento dos diversos empreendimentos do Complexo Industrial, não havia a previsão da Cidade X para junto da área industrial:

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/CidadeX-sem.jpg

No segundo semestre do ano passado o grupo EBX anunciou que o arquiteto e ex-prefeito de Curitiba, Jaime Lerner teria sido contratado para fazer o planejamento urbano e todo o projeto do empreendimento, para o qual a prefeita Carla Machado, já teria se manifestado contra a hipótese do empreendimento ser fechado e isolado do município de São João da Barra.

O arquiteto já teria visitado a área e estaria trabalhando do projeto. Sobre o mesmo, o arquiteto já teria dito que mais que reciclar e procurar novas formas de energia, a concepção planejada de uma cidade teria que considerar que 75% das emissões de carbono se originam na cidade e que para isto seria fundamental trabalhar para a redução dessas emissões com seguintes pontos:

1 – Usar menos o carro;
2 – Separar e coletar o lixo;
3 – Morar mais perto do trabalho ou trazer o trabalho para mais perto;
4 – Entender que sustentabilidade é a equação do que se poupa entre aquilo que se usa e se desperdiça.

Para a região, a decisão sobre a localização influencia numa série de aspectos, o seu desenvolvimento urbano, econômico e social. De acordo com as duas opções, a sede do município poderá se integrar mais ou menos ao Complexo Logístico-industrial. É verdade que ela potencializa especulações de toda a sorte, embora, o grupo, com a iniciativa, já planeje, neste aspecto, ser um dos maiores beneficiários desta demanda de moradia, a partir do crescimento populacional previsto.

Além disso, há que se saber que não se trata de uma outra cidade, apesar da denominação dada ao projeto do condomínio.Também não se sabe se será fechado, como os que se conhece, ou integrado à cidade de São João da Barra, cujos gestores terão o poder de autorizá-lo, segundo o que está previsto no Plano Diretor do Município. Dependendendo do porte e da localização, as construções deverão ter seus projetos submetidos ao licenciamento ambiental com avaliação dos impactos que poderão ser causados com a sua implantação. Resta ainda saber, se os aparatos de atendimento à população serão públicos ou privados, tal qual o empreendimento.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/01/localizacao-da-cidade-x-em-sjb.html

DouG Wq
January 25th, 2011, 12:15 AM
Linha de transmissão Campos-SJB da MPX

A Ascom da MPX informou, ontem, na audiência pública para licenciamento ambiental do projeto da linha de transmissão de energia elétrica que interligará o Porto do Açu ao Sistema Integrado Nacional (SIN), que a rede terá cerca de 51 quilômetros de extensão e ligará a usina até a subestação de Campos.

Os estudos ambientais que estão sendo apresentados e submetidos à análise do Instituto Nacional do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (Inea) informa que o mesmo exigirá a implantação da estrutura, com instalação de 129 torres em tensão de 345 kV e terá um custo de aproximadamente R$ 75 milhões.

A MPX projetou duas usinas termelétricas para a região do Superporto do Açu, somando capacidade total de 5.400 MW. A MPX Açu I, movida a carvão mineral, já possui licença de instalação. A MPX Açu II, a gás natural, apresentou o projeto em audiências públicas em outubro de 2010 e aguarda a conclusão do processo de licenciamento.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/01/linha-de-transmissao-campos-sjb-da-mpx.html

DouG Wq
January 25th, 2011, 12:20 AM
De olho no futuro, Eike lança Instituto Tecnológico Naval


Com o objetivo de educar e capacitar mão de obra dedicada aos postos de trabalho de sua Unidade de Construção Naval do Superporto do Açu, já processo de licenciamento ambiental, a OSX, empresa de equipamentos e serviços offshore para a indústria de petróleo e gás natural do Grupo EBX, anunciou esta semana que já iniciou a estruturação do Instituto Tecnológico Naval (ITN) e a expectativa é a de que, até 2013, sejam formados 7.800 técnicos especialistas em produção, inspeção e supervisão de equipamentos. Dentro do programa educacional que o ITN irá desenvolver, será dada ênfase às disciplinas necessárias para suprir as demandas operacionais imediatas da Unidade.

Segundo o gerente executivo da Unidade de Construção Naval, José Jorge Araújo, a geração de empregos é o impacto mais positivo para a região e o que traz mais desafios para a OSX em termos de buscar e capacitar à mão de obra. De acordo com plano da OSX, o ITN funcionará em parceria com instituições de ensino reconhecidas no Brasil e no exterior, tendo como meta, tornar-se referência de ensino voltado para o ramo de construção naval do País. Araújo explica que, além de gerar mão de obra qualificada para o setor, o Instituto também pretende promover projetos e pesquisas com foco na melhoria e na automatização de processos operacionais da área.

— Primeiro nasceu o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e depois a Embraer. Aqui está nascendo ao mesmo tempo a OSX e o Instituto Tecnológico Naval (ITN). Nosso comandante, Eike Batista, já definiu a criação do ITN, que nesse primeiro momento, é uma gestão de conhecimento em rede cujo conceito é formar mão de obra de excelência. Para isso, vamos buscar a rede de conhecimento já existente nas universidades, os IFF’s e as unidades do SENAI em Campos, São João da Barra , Rio de Janeiro e no Espírito Santo, pois trata-se de um projeto tão grande que requer mão de obra do Brasil inteiro. Em uma segunda etapa, contaremos com uma infra-estrutura apropriada e com os próprios professores para dar forma física a este instituto. Iremos contar com cerca de 50 engenheiros e técnicos coreanos da Hyundai que estarão morando em São João da Barra e em Campos para ajudar na formação desta mão de obra, e também, vamos selecionar técnicos e supervisores daqui para fazer um treinamento de trabalho de longa duração, com duração de seis meses, no estaleiro da Hyundai, em Ulsan, Coréia — conta o gerente executivo da Unidade de Construção Naval, José Jorge Araújo.


Licenciamento ambiental deve sair no final de abril

Segundo o diretor de Sustentabilidade do grupo EBX, Paulo Monteiro, a Unidade de Construção Naval é um projeto com investimento previsto de R$ 3 bilhões e será o maior estaleiro das Américas, gerando cerca de 10 mil empregos diretos e mais 12 mil indiretos. Ele ressalta o “know-how” na construção de estaleiros da coreana Hyundai Heavy Industries na cooperação técnica do projeto. “Optamos pelo Rio de Janeiro para implantar este projeto e pudemos contar com os esforços da prefeita Carla Machado e do governador Sérgio Cabral para trazer este estaleiro para São João da Barra”, conta.

Monteiro reafirma que é importante a participação da população nas audiências públicas nesse processo inicial de implantação do projeto. “Estamos buscando colher junto à população as informações que precisamos para concluirmos o processo de licenciamento do estaleiro. Creio que a licença sairá no final do mês de março para abril e começaremos as obras em meados de maio, iniciando uma contratação intensiva de mão de obra – afirma.


Pico de produção previsto para 2014

O gerente executivo da Unidade de Construção Naval da OSX, José Jorge Araújo, ressaltou que a formação de mão de obra técnica é uma das prioridades da empresa, pois segundo ele, o nível de mão de obra a ser empregado no estaleiro é de um nível técnico muito alto, onde o nível salarial mais baixo está acima do PIB nacional.

— Quando atingirmos o pico de produção em 2014, estaremos contratando, por exemplo, em torno de 270 engenheiros, entre engenheiros mecânicos, elétricos e químicos e a mão de obra administrativa será de 600 pessoas. Esse efetivo de quase 11 mil pessoas para iniciar os trabalhos nos primeiros três anos de operação será uma mão de obra extremamente especializada. Trata-se de um trabalho muito detalhado que requer uma logística bem considerável para que a gente possa ter êxito nessa captação de mão de obra — afirma Araújo, reiterando que o objetivo da empresa não é apenas capacitar e contratar pessoal.

Segundo o gerente executivo da UCN é necessário reter essa mão de obra, por isso a empresa também está trabalhando em programas que irão incentivar o trabalhador a fazer uma carreira conosco, com o horizonte mínimo de dez anos, essa é a nossa intenção ao capacitar um trabalhador. Vamos combinar a experiência dos trabalhadores que já atuam no mercado para ajudar a formar os jovens recém-saídos de seus cursos de formação técnica em um aprendizado constante. É isso que nós queremos, contratar pessoas para trabalhar na OSX, e quiçá, que se aposentem na OSX”, afirmou o gerente executivo da Unidade.

Fonte: Folha da Manhã - Rafael Vargas

http://portodoacu.blogspot.com/2011/01/de-olho-no-futuro-eike-lanca-instituto.html

DouG Wq
January 25th, 2011, 12:25 AM
LLX, de Eike, assina memorandos de entendimentos com Nissan e outras empresas para projeto do Açu


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, do empresário Eike Batista — o homem mais rico do Brasil de acordo com a revista “Forbes” — já assinou 70 memorandos de entendimentos com empresas, de diferentes setores, interessadas em se instalar no Superporto do Açu, localizado no município de São João da Barra, no Norte do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a companhia, são empresas do setor de petróleo, gás e energia, além de metal-mecânico, cimenteiro e automotivo/autopeças. Entre as companhias automotivas está a franco-japonesa Nissan, comandada pelo brasileiro Carlos Ghosn. As conversas estão adiantadas, revela uma fonte envolvida no projeto da montadora.

Nissan quer produzir carros bicombustíveis no Rio

Segundo essa mesma fonte, a ideia é criar a maior unidade produtiva do país, que ficará em Açu. O objetivo é fabricar carros bicombustíveis e não elétricos, como vinha sendo aventado. Sabe-se que todo o alto comando da companhia já se reuniu com o governador Sérgio Cabral, detalhando os planos de expansão para o Rio.

— O projeto vai sair do papel. Será algo grande, mas não do tamanho da Fiat em Minas — disse a fonte.

Procurada, a Nissan se limitou a dizer que está estudando “diversas oportunidade para aumentar a sua produção no país, como suporte para o crescimento”.

O Superporto do Açu, maior projeto de infraestrutura portuária da América Latina, que está recebendo investimentos de US$ 15 bilhões só do Grupo EBX, deve iniciar suas operações em 2012. Entre os acordos já firmados, está o de cooperação com a Wisco, terceira maior siderúrgica da China, para construir e operar uma planta siderúrgica, com capacidade inicial para produção de 5 milhões de toneladas de produtos por ano.

http://extra.globo.com/noticias/economia/llx-de-eike-assina-memorandos-de-entendimentos-com-nissan-outras-empresas-para-projeto-do-acu-914473.html

superkyo
January 27th, 2011, 05:31 PM
Qual a previsão de inauguração ?

Porto do Açu
February 2nd, 2011, 10:03 PM
Vídeo em inglês e em português da contrução e do funcionamento do Estaleiro OSX no Açu.

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superkyo
February 3rd, 2011, 08:42 AM
Cara esse narrador dos videos da EBX é o msm que já vi em varias matérias do discovery channel. kkkk

Inauguração só pra 2012 !? que pena queria que fosse já esse ano, tomara que estejam no prazo pelo menos


EDIT : Nossa descobri que o prazo inicial era pro começo de 2010 !! caramba 2 anos de atraso, nem EIKE BATISTA consegue cumprir os prazos nesse pais.

Porto do Açu
February 4th, 2011, 02:31 AM
SK Group no Porto do Açu
Um grupo de executivos da coreana SK Group, liderado pelo chairman Taewon Chey, visitou ontem o superporto do Açu, em construção no norte fluminense (RJ). A delegação, de 15 coreanos, foi conhecer o investimento em infraestrutura portuária, que está sendo construído pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, em São João da Barra (RJ).

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Farol da Barra
February 4th, 2011, 03:03 AM
Qual a capacidade desse porto? Por que a expressão superporto? Sua capacidade será maior que a do porto de Santos?

DouG Wq
February 4th, 2011, 03:35 AM
Cara esse narrador dos videos da EBX é o msm que já vi em varias matérias do discovery channel. kkkk

Inauguração só pra 2012 !? que pena queria que fosse já esse ano, tomara que estejam no prazo pelo menos


EDIT : Nossa descobri que o prazo inicial era pro começo de 2010 !! caramba 2 anos de atraso, nem EIKE BATISTA consegue cumprir os prazos nesse pais.

As obras foram desaceleradas por causa da crise mundial. De forma planejada, visando o reaquecimento do mercado mundial, ao contrário do que ocorre com as obras do poder público.

Qual a capacidade desse porto? Por que a expressão superporto? Sua capacidade será maior que a do porto de Santos?

Algumas explicações da página da LLX:

Localizado no município de São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Superporto do Açu é um terminal portuário privativo de uso misto que se destaca como o maior investimento em infraestrutura portuária das Américas. Em fase de construção, o empreendimento contará com até 30 berços de movimentação de produtos como produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral. Com uma profundidade inicial de 21 metros, com possível expansão para 26 metros, o superporto terá uma ponte de 2,9 km de extensão (já concluída), que permitirá a atracação dos maiores navios do mundo, como Capesize, VLCCs e Chinamax.
O empreendimento, previsto para começar a operar em 2012, está em construção desde outubro de 2007 e foi projetado com base no moderno e eficiente conceito de porto-indústria. Na retroárea do superporto será construído um Complexo Industrial em uma área de 90 km2.
[...]

Além disso, as indústrias poderão contar com a energia a ser fornecida pela termelétrica da MPX, empresa de energia do Grupo EBX, que atuará em sinergia com a nossa companhia e que instalará usinas térmicas, com a primeira fase a carvão a 2.100 MW e a segunda a gás a 3.300 MW.
Um corredor logístico de 45 km, composto por linhas de transmissão, dutos de água, gás e telecom, ferrovia e rodovia, ligará o Superporto do Açu à cidade de Campos. Ele terá 400 metros de largura e capacidade para receber até 100 mil veículos por dia, o equivalente à circulação de um dia e meio da Ponte Rio-Niterói no sentido Niterói.

http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=162&lng=br

AlanRodrigo
February 4th, 2011, 03:45 PM
Estou terminando o artigo do porto no wikipedia e não tenho imagens para ilustrá-lo. Alguém que tenha tirado boas fotos do porto pode por favor acessar http://commons.wikimedia.org/wiki/Main_Page criar uma conta e enviar algumas fotos. De preferência da ponte, da maquete, das pilastras e da obra em geral. É importante informar no campo "licença" que se trata de material próprio e que pode ser utilizado sem restrições. Eu mesmo tentei fazer isso mas como não fui eu quem tirei as fotos não pude usar este tipo de licença e agora as fotos vão ser apagadas.

Thuin
February 4th, 2011, 06:12 PM
Qual a capacidade desse porto? Por que a expressão superporto? Sua capacidade será maior que a do porto de Santos?
1) A princípio, até 15Mt de carga geral, incluindo contêineres, 15Mt de carvão, e 50Mt de minério de ferro. Tudo podendo eventualmente dobrar.

2) Marketing.

3) Não. Ficará próximo em tonelagem total, e distante em valor movimentado, porque minério de ferro é uma carga barata. Em tonelagem, Santos é apenas o terceiro porto (incluindo terminais portuários privativos como o Açu, bem como portos oficiais) brasileiro, atrás dos terminais de minério de ferro da Vale em Vitória e São Luís. O Açu ficaria, teoricamente, logo atrás de Santos, e à frente dos terminais da Petrobrás em Angra dos Reis e São Sebastião.

Farol da Barra
February 5th, 2011, 03:00 AM
As obras foram desaceleradas por causa da crise mundial. De forma planejada, visando o reaquecimento do mercado mundial, ao contrário do que ocorre com as obras do poder público.



Algumas explicações da página da LLX:

Localizado no município de São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Superporto do Açu é um terminal portuário privativo de uso misto que se destaca como o maior investimento em infraestrutura portuária das Américas. Em fase de construção, o empreendimento contará com até 30 berços de movimentação de produtos como produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral. Com uma profundidade inicial de 21 metros, com possível expansão para 26 metros, o superporto terá uma ponte de 2,9 km de extensão (já concluída), que permitirá a atracação dos maiores navios do mundo, como Capesize, VLCCs e Chinamax.
O empreendimento, previsto para começar a operar em 2012, está em construção desde outubro de 2007 e foi projetado com base no moderno e eficiente conceito de porto-indústria. Na retroárea do superporto será construído um Complexo Industrial em uma área de 90 km2.
[...]

Além disso, as indústrias poderão contar com a energia a ser fornecida pela termelétrica da MPX, empresa de energia do Grupo EBX, que atuará em sinergia com a nossa companhia e que instalará usinas térmicas, com a primeira fase a carvão a 2.100 MW e a segunda a gás a 3.300 MW.
Um corredor logístico de 45 km, composto por linhas de transmissão, dutos de água, gás e telecom, ferrovia e rodovia, ligará o Superporto do Açu à cidade de Campos. Ele terá 400 metros de largura e capacidade para receber até 100 mil veículos por dia, o equivalente à circulação de um dia e meio da Ponte Rio-Niterói no sentido Niterói.

http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=162&lng=br

Hum....realmente os números são expressivos em vários aspectos.

Muito legal ele poder receber os maiores navios do mundo. Será que algum outro porto brasileiro tem esse poder?

Me chamou àtenção essa capacidade de poder receber até 100 mil veículos por dia, essa boa produndidade inicial de 21 m e os 30 berços que terá para movimentação de produtos.Realmente a expressão super porto seguramente lhe cai bem.

Dá gosto ver um porto assim sendo feito no Brasil.:)

O Rio de Janeiro tá com tudo hein? Copa , Olimpíada e esse super porto. Ah, esqueci de citar o pré-sal também.

Sem dúvida alguma, um investimento fantástico pra logística do Rio de Janeiro!

DouG Wq
February 5th, 2011, 04:34 AM
1) A princípio, até 15Mt de carga geral, incluindo contêineres, 15Mt de carvão, e 50Mt de minério de ferro. Tudo podendo eventualmente dobrar.

2) Marketing.

3) Não. Ficará próximo em tonelagem total, e distante em valor movimentado, porque minério de ferro é uma carga barata. Em tonelagem, Santos é apenas o terceiro porto (incluindo terminais portuários privativos como o Açu, bem como portos oficiais) brasileiro, atrás dos terminais de minério de ferro da Vale em Vitória e São Luís. O Açu ficaria, teoricamente, logo atrás de Santos, e à frente dos terminais da Petrobrás em Angra dos Reis e São Sebastião.

Acho que não é tanto marketing assim, trata-se de um complexo. E com a operação das outras fases o minério de ferro não será líder disparado em movimentação. Portanto, haverá um processo crescente na fase inicial, em valor movimentado.

DouG Wq
February 5th, 2011, 04:53 AM
Postado no Notícias do Rio:

3 de fevereiro de 2011

SK Group no Porto do Açu
Um grupo de executivos da coreana SK Group, liderado pelo chairman Taewon Chey, visitou ontem o superporto do Açu, em construção no norte fluminense (RJ). A delegação, de 15 coreanos, foi conhecer o investimento em infraestrutura portuária, que está sendo construído pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, em São João da Barra (RJ).


Fonte: http://avaranda.blogspot.com/2011/02/maria-cristina-frias-mercado-aberto_03.html

SK Group , informações retiradas da Wikipédia
SK Group (Hangul: SK그룹, 에스케이그룹) é o terceiro maior conglomerado (chaebol) da Coreia do Sul. É composto por 56 empresas afiliadas que partilham a marca e a cultura corporativa da SK. Em 2006 teve uma receita bruta de USD 75,8 bilhões. O nome atual foi adotado em 1997 em substituição a Sunkyung Group.

DouG Wq
February 5th, 2011, 04:54 AM
Vídeo com detalhes da contrução e do funcionamento do Estaleiro OSX no Açu


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A UCN do Açu contará com 3 prédios administrativos. O escritório principal, o centro de treinamento e um prédio que será o refeitório e a cozinha industrial. Veja abaixo a perspectiva destes prédios a serem construídos no Complexo Logístico Industrial do Açu:

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/UCNAu.jpg

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/UCNAu-2.jpg

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/02/video-com-detalhes-da-contrucao-e-do.html

DouG Wq
February 5th, 2011, 04:55 AM
Expectativa da população do Açu com a instalação do Porto


O blog já comentou em nota aqui sobre a pesquisa feita com 150 moradores, que há pelo menos 20 anos, habitam a região do Açu, pela concludente do curso de Licenciatura em Geografia do IFF, Beatriz de Oliveira Pires, no seu trabalho de monografia, apresentado na semana passada.

Entre os diversos dados apresentados, por esta amostra representativa de aproximadamente 10% dos moradores do local, antes do início do empreendimento:

As perguntas abertas do questionário sobre o assunto versavam sobre as transformações que aconteceriam na região, em decorrência da construção do Complexo Portuário do Açu. As respostas que prevaleceram foram:

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/ProblemasidentificadopelapopulaodoAucomainstalaodoPorto-Jan2011.jpg

Só 23% identificam pontos positivos como a geração de emprego e renda. 10% não sabe identificar ou não respondeu como será o futuro. O restante, 44%, a maioria, prevê, desapropriações, desemprego e degradação ambiental e, 23% identicam a violência, a perda de tranquilidade e o aumento do custo de vida como as maiores consequências da instalação do Complexo Logístico Industrial do Porto do Açu.

Pelo que se identifica nas respostas, a percepção que a população local tem dos problemas ambientais (vide aqui nota anterior) não é isolada das preocupações com as demais questões.

Sendo assim, é possível identificar que os problemas com as desaropriações de terra e as alocações dos produtores, e alguns moradores da região em áreas (vilas) vizinhas, é apenas uma parte da grande questão, que os gestores públicos (prefeitura, estado e União) e os empreendednores terão que amenizar com ações e intervenções de qualidade, a serem planejadas e executadas com a participação da população desta e demais regiões, da chamada Área de Influência Direta (AID) do empreendimento.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/02/expectativa-da-populacao-do-acu-com.html

Farol da Barra
February 5th, 2011, 06:38 PM
1) A princípio, até 15Mt de carga geral, incluindo contêineres, 15Mt de carvão, e 50Mt de minério de ferro. Tudo podendo eventualmente dobrar.

2) Marketing.

3) Não. Ficará próximo em tonelagem total, e distante em valor movimentado, porque minério de ferro é uma carga barata. Em tonelagem, Santos é apenas o terceiro porto (incluindo terminais portuários privativos como o Açu, bem como portos oficiais) brasileiro, atrás dos terminais de minério de ferro da Vale em Vitória e São Luís. O Açu ficaria, teoricamente, logo atrás de Santos, e à frente dos terminais da Petrobrás em Angra dos Reis e São Sebastião.

Ok valeu pelas informações!:)

Thuin
February 5th, 2011, 08:55 PM
Acho que não é tanto marketing assim, trata-se de um complexo. E com a operação das outras fases o minério de ferro não será líder disparado em movimentação. Portanto, haverá um processo crescente na fase inicial, em valor movimentado.
A palavra "superporto" não tem nenhum significado técnico, por isso tô chamando de marketing. Mais importante é, como você aponta, o fato de que é, como Suape e Pecém, um empreendimento de porto-indústria, nos moldes japoneses e coreanos.

Thuin
February 5th, 2011, 09:00 PM
Muito legal ele poder receber os maiores navios do mundo. Será que algum outro porto brasileiro tem esse poder?
!
Itaqui, no Maranhão (o terminal da Vale, não o porto público), é atualmente o porto não petroleiro mais fundo do mundo, com 26m. O terminal da Vale em Vitória é tão fundo quanto o Açu. Os terminais da Petrobrás, por motivos óbvios, são muito fundos; o TEBAR em S. Sebastião tem 23m de profundidade em seu berço mais fundo, e o do TEBIG em Angra tem 35m.

Manaus durante a cheia tem mais de 50m, mas como a foz do Amazonas só tem 12, o calado máximo dos navios que chegam lá é esse.

André Vasconcellos
February 6th, 2011, 03:15 AM
^^ Acho que com a capacidade que o Porto do Açu deverá suportar deveria ser olhado pelas empresas ferroviárias com certa preferência a possibilidade de instalação de uma fábrica no local, acho teria potencial para produção e exportação para outros países, já que teria próximo dela empresas do ramo da siderurgia e da mineração que forneceriam o material para a construção dos trens.

Quanto a Nissan se instalar no local, será uma boa, passa a ser mais uma empresa automobilísitca instalada no Rio, junto com a PSA Peugeot-Citroen em Porto Real e a VW Caminhões e Ônibus em Resende.

Porto do Açu
February 7th, 2011, 05:17 PM
Fotos da obra do Superporto do Açu no mês de fevereiro.

www.blogportodoacu.com.br

eduardo1970
February 13th, 2011, 02:56 PM
Otima reportagem ontem na Globonews com o Eike Batista explicando o Porto do Açú.

Falou das siderurgicas , das cimenteiras , do estaleiro , da montadora , das termoletricas e da esperada capacidade de produção de 1.4 milhões de barris dia da OGX na região em até dez anos.

Porto do Açu
February 14th, 2011, 11:43 PM
Diretor do Banco Mundial e autoridades visitam nesta 3º f (15/02) o Superporto do Açu. www.blogportodoacu.com.br

Porto do Açu
February 16th, 2011, 07:23 PM
Acompanhamento das obras no Superporto do Açu - Fevereiro/2011. Novas fotos. www.blogportodoacu.com.br

Porto do Açu
February 18th, 2011, 02:30 PM
OSX ganha seu segundo prêmio internacional.

www.blogportodoacu.com.br

Porto do Açu
February 18th, 2011, 02:38 PM
http://www.youtube.com/watch?v=fiBSUCnXqp8

Pra quem quiser ver a reportagem do Eike Batista na Globo News

DouG Wq
February 18th, 2011, 05:01 PM
Vista geral da UTP do Açu

A LLX, empresa delogística do grupo EBX, deu entrada na ANP (Agência Nacional de Petróleo) no processo de licenciamento de sua Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP) que funcionará no Complexo Logístico-industrial do Açu.

Para se ter a dimensão do que o projeto significa, é só observar que a capacidade instalada projetada para a UTP do Açu, de 1,2 milhão de barris por dia, equivale, a quase 70% de tudo que hoje se produz na Bacia de Campos.

Outros detalhes e características do projeto:

Serviço/Objetivo:
- Recebimento, estocagem, desalinização/desague, mistura e transferência.

Caracteristicas Gerais do Projeto:
- Capacidade de Processamento de 1.200.000 bpd;
- Manuseio de óleo cru entre 12° e 30° API, BS&W entre 1 e 30%, and salinidade de 150 to 2,000mg/l;
-Capacidade de Estocagem Total 14.000.000 bbl;
- Capacidade de Tramento 900.000 bpd (desalgação e desague);
-Óleo Tratado de 0,2 a 0,5% BS&W e salinidade máxima de 5mg/l;

Sistema de Tratamento
- Equipamentos: Centrifugas (Alfa Laval, Westfalia), Desalgadoras (Petreco, Natco, Frames, VME, Aker Solutions)
- Capacidade: 300.000 bpd/trem
- Capacidade Total: 900.000 bpd
- BSW inicial: 1-30% - BSW final: 0,5% vol.
- Salinidade inicial: 150 – 2.000 mg/litro – Salinidade final: 5 mg/litro
* Nota: Ambos fornecedores informaram que é possivel atingir a especificação utilizando apenas um equipamento. A LLX realizou estudo comparativo com as duas alternativas e concluiu que a melhor alternativa é a utilizar apenas a desalgadora.

Tubulação
- Diâmetro da tubulação – 48”
- Comprimento da tubulação – 8 km
- Número de tubos – 5 (3 para importação e 2 para exportação).

Veja abaixo três imagens que mostram o que será a vista geral do que será a UTP.

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/UTP-3.jpg


http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/UTPdoAuVistageral.jpg


http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/UTP-2.jpg

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/02/vista-geral-da-utp-do-acu.html

Porto do Açu
February 18th, 2011, 06:32 PM
Começaram as aulas dos Cursos de Qualificação Profissional do Grupo EBX e Prefeitura de São João da Barra/RJ.

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http://twitter.com/portodoacu

Potencial Brasil
February 18th, 2011, 10:25 PM
Exportar óleo cru? :ohno:

E vamos fazendo a felicidade dos chineses...

Refinar pra que? Agregar valor pra que? A boa é vender matérias primas para que outros fabriquem os produtos que iremos comprar no futuro...

Meu sonho seria ver no Açu uma espécie de COMPERJ2 que refinasse pelo menos um terço do óleo da OGX. Ou seja, o mesmo conceito que dizem que será adotado em relação ao minério da MMX nas siderúrgicas do Complexo.

felipe82
February 18th, 2011, 11:42 PM
Exportar óleo cru? :ohno:

E vamos fazendo a felicidade dos chineses...

Refinar pra que? Agregar valor pra que? A boa é vender matérias primas para que outros fabriquem os produtos que iremos comprar no futuro...

Meu sonho seria ver no Açu uma espécie de COMPERJ2 que refinasse pelo menos um terço do óleo da OGX. Ou seja, o mesmo conceito que dizem que será adotado em relação ao minério da MMX nas siderúrgicas do Complexo.

O petróleo extraído em alto mar tem que chegar ao porto para ser refinado, por isso os berços de atracão de óleo cru.

Potencial Brasil
February 18th, 2011, 11:57 PM
O petróleo extraído em alto mar tem que chegar ao porto para ser refinado, por isso os berços de atracão de óleo cru.

Não estou me baseando nos berços e nem diretamente na reportagem acima.
O fato é: uma UTP, ao contrário de uma refinaria, não se destina ao refino do petróleo e à produção de combustíveis. No Açu, teremos apenas a separação da água que vem junto com o óleo dos poços e a posterior exportação do óleo cru. É apenas uma preparação para a venda. :)
A reportagem não comenta isso.

Thuin
February 19th, 2011, 01:30 AM
Exportar óleo cru? :ohno:

E vamos fazendo a felicidade dos chineses...

Refinar pra que? Agregar valor pra que? A boa é vender matérias primas para que outros fabriquem os produtos que iremos comprar no futuro...

Meu sonho seria ver no Açu uma espécie de COMPERJ2 que refinasse pelo menos um terço do óleo da OGX. Ou seja, o mesmo conceito que dizem que será adotado em relação ao minério da MMX nas siderúrgicas do Complexo.
Eh. Uma refinaria para exportação só "agrega valor" em termos contábeis, já que gera muito pouco emprego, nem é necessariamente mais lucrativa, considerando o investimento, do que simplesmente exportar. Se enfiar na conta as externalidades negativas, então, pode muito bem ficar parecendo a CSA, que é uma maneira da ThyssenKrupp exportar poluição.

Potencial Brasil
February 19th, 2011, 01:48 AM
Eh. Uma refinaria para exportação só "agrega valor" em termos contábeis, já que gera muito pouco emprego, nem é necessariamente mais lucrativa, considerando o investimento, do que simplesmente exportar. Se enfiar na conta as externalidades negativas, então, pode muito bem ficar parecendo a CSA, que é uma maneira da ThyssenKrupp exportar poluição.

Entre exportar óleo cru e exportar combustível, eu fico com a segunda opção.
Mas o que eu queria mesmo, conforme dito no post subsequente, é que toda uma cadeia industrial de segunda geração fosse atraída para os arredores do que poderia vir a ser uma refinaria (mas não será!). Exatamente da mesma maneira projetada para o COMPERJ.

Porto do Açu
February 23rd, 2011, 01:30 PM
Inea libera hoje as licenças ambientais para estaleiro da OSX e termelétrica a gás da MPX no Açu.

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Porto do Açu
February 23rd, 2011, 05:41 PM
Governo do Rio exige R$65 mi em condicionantes para Porto do Açu.

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Porto do Açu
March 3rd, 2011, 02:21 AM
Superporto do Açu terá o maior complexo de geração de energia da região Sudeste com 5.400 MW.

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Pablo Itt
March 7th, 2011, 04:41 AM
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=148241

LLX divulga aprovação para Unidade de Construção Naval no Superporto do Açu

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, anunciou no dia 25 de fevereiro (sexta-feira), a aprovação pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (“CECA”) da licença ambiental para a Unidade de Construção Naval no Superporto do Açu.

A Unidade de Construção Naval será construída no TX2, desenvolvido em torno do Canal sobre uma área de cerca de 8 milhões de m2 e oferecerá mais de 8 km de cais com condições operacionais ideais para a movimentação de granéis sólidos, líquidos, carga geral e para atividades de apoio à indústria offshore.

O Superporto é composto também pelo TX1, terminal correspondente aos terminais offshore com uma ponte de acesso de cerca de 3 quilômetros de extensão já concluída. As obras para o TX2 serão iniciadas no primeiro semestre.

O Superporto do Açu, no conjunto TX1 e TX2, movimentará 350 Milhões de toneladas por ano, colocando o Superporto entre os 3 maiores complexos portuários do mundo.

“Os recentes progressos na área ambiental para o TX2 e a avançada execução do TX1 garantem para o Superporto do Açu uma posição de liderança entre os maiores portos do mundo” destacou Otavio Lazcano, Diretor Presidente da LLX.

Perfil-A LLX foi criada em março de 2007 com o propósito de prover o país com infraestrutura e competências logísticas, principalmente no setor portuário. Seus empreendimentos possuem localização estratégica e profundidade adequada aos maiores navios, utilizando moderna tecnologia portuária. Isso resulta em operações eficientes e de baixo custo.

Atualmente a empresa desenvolve o Superporto do Açu, em São João da Barra.

No total serão investidos R$ 3,4 bilhões no Superporto do Açu, sendo R$ 1 bilhão pela LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e R$ 2,4 bilhões pela LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e granito).

A LLX possui cerca de 70 memorandos de entendimento (MOUs) em negociação com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu. Em construção desde outubro de 2007, a previsão é que a operação do Superporto do Açu seja iniciada no final de 2012.

Porto do Açu
March 14th, 2011, 10:46 PM
Açu terá fábrica de caminhões. www.blogportodoacu.com.br

Rafael Oliveira
March 15th, 2011, 06:12 PM
Espero que Eike consiga produzir carros elétricos em série no Porto de Açu. Assim como o mesmo afirmou ter intenção.

eduardo1970
March 15th, 2011, 07:58 PM
O Eike deu uma entrevista ao Valor Economico hoje e disse que a General Electric se instalará no Complexo do Açu para produzir equipamentos para a industria do petroleo.

superkyo
March 16th, 2011, 03:41 AM
É o melhor lugar para uma fabrica de carros eletricos, pois o mercado nacional não irá absorver a produção e a exportação será mto facil por já estar no porto.

GO EIKE !

Enquanto ele investir pesado no pais torcerei por ele.

eduardo1970
March 21st, 2011, 10:07 PM
Estaleiro , termoletrica , duas siderurgicas estrangeiras , duas cimenteiras , porto , Nissan , fábrica de caminhões Iveco para exportação , fábrica da G.E. para produção de equipamentos para o pré-sal...

O Complexo do Açu ganhando musculatura...

E vem muito mais por ai...

E surpresas...

Aguardem...

Porto do Açu
March 25th, 2011, 03:28 PM
Superporto do Açu entre os três maiores complexos portuários do mundo.

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Porto do Açu
March 26th, 2011, 12:19 AM
LLX quer alugar estrutura do porto de Açu para empresas de petróleo. www.blogportodoacu.com.br

Porto do Açu
March 29th, 2011, 05:28 PM
OSX contará com o maior guindaste naval das Américas.

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superkyo
April 1st, 2011, 02:28 AM
E a greve dos trabalhadores do AÇU ? está superada ?

Esse mes com varias greves.

Porto do Açu
April 5th, 2011, 10:37 PM
Linha férrea ligará Porto do Açu ao Rio de Janeiro.

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DouG Wq
April 5th, 2011, 10:59 PM
Linha férrea ligará Porto do Açu ao Rio de Janeiro


Durante a inauguração de um viaduto na Baixada Fluminense, o secretário de Transportes, Julio Lopes, informou que o Governo do Estado, em parceria com o governo federal e com participação de grandes empresas como LLX e Petrobras, está preparando um projeto para a construção de uma nova linha férrea de transporte de cargas, ligando o Porto do Açu ao Rio de Janeiro. A intenção é que esta linha se conecte com a via férrea federal que será construída do Porto do Açu ao litoral do Peru, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico.


– Estamos próximos de acertar um grande projeto de construção de uma linha ferroviária de 350 quilômetros. Será a primeira grande linha brasileira construída nesta nova fase do país – afirmou Lopes.


Será aproveitado um trecho desativado que vem de Minas Gerais, em bitola esteira, contornando a Baía de Guanabara, que sai de Ambaí, em Nova Iguaçu, e vai até Itaboraí, passando por São Bento, Saracuruna e Magé. Em Itaboraí, a Petrobras pretende estender um ramal até o Complexo Petroquimíco de Itaboraí (Comperj). Agora, a idéia é implantar uma linha nova de Itaboraí até Campos e daí até o Porto do Açu, onde se ligaria à ferrovia federal 354, conhecida como Transoceânica.


O projeto ainda está em fase de modelagem econômica-financeira, mas deverá ser iniciado logo após a finalização desta fase.

http://fmanha.com.br/#1219359853/1302034459

C010T3
April 6th, 2011, 02:55 AM
Linha férrea ligará Porto do Açu ao Rio de Janeiro


Durante a inauguração de um viaduto na Baixada Fluminense, o secretário de Transportes, Julio Lopes, informou que o Governo do Estado, em parceria com o governo federal e com participação de grandes empresas como LLX e Petrobras, está preparando um projeto para a construção de uma nova linha férrea de transporte de cargas, ligando o Porto do Açu ao Rio de Janeiro. A intenção é que esta linha se conecte com a via férrea federal que será construída do Porto do Açu ao litoral do Peru, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico.


– Estamos próximos de acertar um grande projeto de construção de uma linha ferroviária de 350 quilômetros. Será a primeira grande linha brasileira construída nesta nova fase do país – afirmou Lopes.


Será aproveitado um trecho desativado que vem de Minas Gerais, em bitola esteira, contornando a Baía de Guanabara, que sai de Ambaí, em Nova Iguaçu, e vai até Itaboraí, passando por São Bento, Saracuruna e Magé. Em Itaboraí, a Petrobras pretende estender um ramal até o Complexo Petroquimíco de Itaboraí (Comperj). Agora, a idéia é implantar uma linha nova de Itaboraí até Campos e daí até o Porto do Açu, onde se ligaria à ferrovia federal 354, conhecida como Transoceânica.


O projeto ainda está em fase de modelagem econômica-financeira, mas deverá ser iniciado logo após a finalização desta fase.

http://fmanha.com.br/#1219359853/1302034459

Como isso anda lentamente...

Porto do Açu
April 6th, 2011, 04:05 AM
"LLX fecha contrato de R$ 1,5 bilhões com Porto Açu".

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morioli
April 6th, 2011, 05:59 PM
O maior molde para concreto do mundo
Fonte: A Tribuna de Niterói. Postado em 06.04.2011, 10:04 am

http://i1197.photobucket.com/albums/aa425/morioli1/moldeAu.jpg

O Governador em exercício, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Transportes, Julio Lopes, visitaram, na tarde de ontem, o maior caixoneiro do mundo, peça fundamental para a construção do Super Porto do Açu, de Eike Baptista. O equipamento, com 54 metros de comprimento, 56 de altura e 49 de largura, chegou da Espanha na semana passada, e está ancorado na Baía de Guanabara. O caixoneiro de aço servirá como molde para blocos gigantes de concreto, que servirão como proteção entre o porto e o mar.
Segundo especialistas da Secretaria Estadual de Transportes, o uso desta tecnologia representa um novo capítulo na história das construções de portos no mundo. Este método, pioneiro em toda a América, além de ser o que há de mais moderno no setor, é ecologicamente muito superior às outras formas de proteção marítima para portos. Os blocos de concreto fabricados pelo caixoneiro substituem as usuais barreiras de rocha empilhada.
“O Porto do Açu vai receber os maiores navios do mundo, o que representa um avanço econômico de máxima importância. Estamos mais do que satisfeitos em termos Eike Baptista como um parceiro, ele é um empresário que realmente aposta e investe no Rio de Janeiro”, afirmou o Governador em exercício, Luiz Fernando Pezão.
Segundo o presidente da LLX, Otávio Lazcano – contratante da empresa espanhola Acciona, responsável pelo caixoneiro – o Porto do Açu será um dois três maiores do mundo, responsável pelo alavancamento do setor logístico do Rio.
“O investimento que está sendo feito no Porto do Açu permitirá ao estado do Rio estar entre as principais cidades em fluxo e movimentação de carga pelo menos nos próximos 50 anos. Uma vez concluído, o porto, com seus dois terminais portuários, vai permitir importações e exportações de 350 milhões de toneladas de granéis líquidos, sólidos, por ano, posicionando o Porto do Açu entre os três maiores do mundo. Os dois terminais e o valor dos dois contratos para a utilização do caixoneiro somam aproximadamente R$1,5 bilhão”, explica Lazcano.
Localizado no município de São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Super Porto do Açu é um terminal portuário privativo de uso misto que se destaca como o maior investimento em infraestrutura portuária das Américas. Em fase de construção, o empreendimento contará com até 30 berços de movimentação de produtos como produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral. Com uma profundidade inicial de 21 metros, com possível expansão para 26 metros, o super-porto terá uma ponte de 2,9 km de extensão (já concluída), que permitirá a atracação dos maiores navios do mundo, como Capesize, VLCCs e Chinamax.
O Super Porto é construído pela empresa LLX, braço logístico do Grupo EBX, que pertence ao bilionário brasileiro Eike Batista.

http://www.atribunarj.com.br/noticia.php?id=6636&titulo=O maior molde para concreto do mundo

Porto do Açu
April 8th, 2011, 04:38 AM
OSX começará obras do maior estaleiro da América Latina em maio.

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Porto do Açu
April 8th, 2011, 04:39 AM
Inauguração da Cidade X, a OSX será a primeira moradora da cidade idealizada por Eike Batista.

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morioli
April 9th, 2011, 12:10 AM
Licença da OSX sai em abril e obras começam em maio
Indústria naval e Offshore
Sex, 08 de Abril de 2011 00:00

RIO DE JANEIRO - A OSX, empresa do grupo EBX dedicada à construção de plataformas de petróleo, recebe em abril a Licença de Instalação para começar a construir o que será o maior estaleiro da América Latina e vai garantir a campanha de exploração e produção da OGX, braço de petróleo do empresário Eike Batista.

De acordo com o diretor financeiro e de Relações com os Investidores, Roberto Monteiro, o projeto de 3 bilhões de reais ficará totalmente pronto no final de 2013. A partir do segundo semestre de 2012, no entanto, já poderá prestar alguns serviços.

Ele informou que no final de abril começam a chegar as propostas dos 11 pacotes de licitações lançados pela empresa entre o final de 2010 e março deste ano. Segundo o executivo, entre 4 e 8 empresas participam de cada licitação e as primeiras propostas a serem abertas referem-se à preparação do terreno e construção do cais e do dique seco.

O estaleiro da OSX terá capacidade para construir até 6 plataformas e 6 jaquetas por ano numa primeira fase e possibilidade de ampliação para 9 unidades na segunda fase.

A capacidade do projeto é para corte de 180 mil toneladas de aço por ano, que podem subir para 220 mil toneladas e numa terceira etapa para 500 mil toneladas, "dependendo da demanda".

"Em equipamentos temos cerca de 600 milhões de reais e o restante é obra civil", informou.

RECEITA EM 2011

Enquanto o estaleiro não fica pronto, a empresa começa a gerar receita este ano com o afretamento da plataforma OSX-1 para a OGX. "Este ano começamos a gerar receita, algo em torno dos 30, 40 milhões de dólares a partir do segundo semestre", informou.

Uma receita que vai ser incrementada ao longo dos próximos anos com encomendas da OGX e terceiros, o que inclui possíveis trabalhos para empresas que atendem a Petrobras.

No momento, Monteiro costura com a OGX mais um contrato de pedidos firmes, depois de já ter garantidas as quatro primeiras plataformas da co-irmã, duas flutuantes (FPSO) e duas fixas.

"Esse novo lote que estamos trabalhado junto com a OGX vai fazer crescer o nosso 'order book' sensivelmente, vai crescer entre 60 e 80 por cento", antecipou o executivo que prevê para breve o anúncio do novo acordo.

A OGX vai divulgar na próxima semana um novo relatório de reservas petrolíferas elaborado pela DeGolyer & MacNaughton. O anúncio do acordo com a OSX deve ocorrer após essa divulgação.

Para atender as futuras encomendas Monteiro já adquiriu dois cascos na Indonésia, que poderão servir de base para as plataformas OSX-3 e OSX-4.

Entre o final de abril e começo de maio Monteiro volta ao mercado de dívida para a construção da OSX-2, unidade de 775 milhões de dólares e que deve ter 80 por cento financiado pelos bancos. A primeira plataforma negociada com a OGX (OSX-1) será entregue no segundo semestre deste ano e a OSX-2 e as duas fixas ficam prontas em 2013, informou.

INAUGURANDO A CIDADE X

Para garantir tranquilidade ao andamento da obra, a OSX será a primeira moradora da cidade idealizada por Eike Batista e que está sendo projetada pelo arquiteto Jaime Lerner, a Cidade X, em São João da Barra, onde está sendo construído o Complexo do Açu (estaleiro, porto, siderúrgicas, térmica).

A Cidade X será um empreendimento do Real Estate X, braço imobiliário da EBX e será projetada para 250 mil habitantes.

Cerca de 2 mil casas e um hotel serão construídos até o final de 2012 para abrigar os funcionários e executivos envolvidos na construção do estaleiro, adiantou Monteiro.

A OSX vai construir também um Instituto Tecnológico Nacional no Complexo do Açu, que vai treinar os cerca de 10 mil trabalhadores previstos para o estaleiro e mais mil nas plataformas que serão afretadas pela companhia.

Chamado para o time da OSX pela sua experiência de 32 anos na Petrobras, Carlos Bellot, diretor de Operações da OSX desde julho do ano passado, informou que a entidade será um centro de treinamento tanto para a operação das plataformas como para o desenvolvimento de tecnologia.

"No final do ano começaremos os treinamentos, na primeira fase vai ser intenso, 3.100 pessoas", explicou Bellot, que não vê difciuldade em arrumar mão-de-obra no país e disse que a indústria brasileira "está começando a se mexer" para fornecer equipamentos não encontrados no país, como turbinas e compressores.

Fonte:Reuters/Brasil Online/ Denise Luna

http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/industria-naval/9076-licenca-da-osx-sai-em-abril-e-obras-comecam-em-maio

superkyo
April 9th, 2011, 03:37 AM
No Brasil só se pode afirmar que uma obra vai começar num mes X quando já se tem as licensas em mãos, não tem essa de "a licensa sai em tal mes", pois sempre pode ter algum "contratempo" burocratico kkkkk

Mas tudo relacionado a esse complexo parece enorme e bem planejado, nem parece Brasil e dizer isso é triste demais, tomara que EIKE desperte o instinto empreendedor do brasileiro e tambem mostrar que é melhor fazer BEM FEITO nada de "puxadinho" como ele mesmo costuma dizer.

Porto do Açu
April 13th, 2011, 03:15 AM
LLX e OSX fecham contrato para a construção de mais um quebra-mar no Porto do Açu. www.blogportodoacu.com.br

Porto do Açu
April 13th, 2011, 03:16 AM
Parque eólico no Açu.

www.blogportodoacu.com.br

DouG Wq
April 14th, 2011, 04:35 AM
Fazenda Pontinhas vendida por R$ 12 milhões para a LLX


A publicação ontem, da Ata da Reunião do Conselho de Administração da LLX, realizada no dia 23 de março, aprovou a compra com a REX Empreendimentos Imobiliários Ltda., junto com a LLX Açu Operações Portuárias S.A., de 4 áreas totalizando 1.141,11 hectares, do imóvel denominado “Pontinhas”, no 5º Distrito de São João da Barra. O valor da transação foi de R$ 12 milhões.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/04/fazenda-pontinhas-vendida-por-r-12.html

DouG Wq
April 14th, 2011, 04:37 AM
LLX e OSX fecham contrato para a construção de mais um quebra-mar no Porto do Açu


O Conselho de Administração da LLX aprovou a construção por R$ 918 milhões do quebra-mar do Terminal Sul, do Porto do Açu pela Acciona Infraestruturas S.A.. O acordo tripartite foi firmado entre a LLX e a OSX.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/04/llx-e-osx-fecham-contrato-para.html

DouG Wq
April 14th, 2011, 04:45 AM
Parque eólico no Açu


O grupo EBX, através da MPX, além de investir em duas termelétricas, uma a carvão e outra gás natural que gerará um total previsto de 5.400 MW, para o Complexo Logístico-industrial do Porto do Açu (CliPa), em São João da Barra (RJ), tem projetado um complexo eólico de aproximadamente 127 MW de potência nominal, para o qual a MPX recebeu em maio de 2009, para a “Ventos do Açu” a Licença de Instalação emitida pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro) para a geração de 213.000 MWh/ano, o correspondente a 72 MW de potência instalada. Os 55 MW restantes aguardam licenciamento.

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/ParqueElicodoAu.jpg

Com a Ventos do Açu, a MPX se inserirá no rol das empresas das 12 empresas que lideram a produção de energia elétrica a partir dos ventos. Vendo gráfico abaixo publicado pelo jornal Valor (edição 8 a 10 de abril) vê-se que o Brasil já possui uma capacidade instalada de 5.584 MW com investimentos que somam R$ 23,7 bilhões.

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/VentosBrasil.jpg

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/04/parque-eolico-no-acu.html

Thuin
April 14th, 2011, 07:01 AM
Fazendo a comparação da potência instalada de carvão (a mais suja das energias) com a eólica, só dá pra chamar de greenwashing da braba.

Porto do Açu
April 15th, 2011, 02:12 AM
Eike garante que traçado do corredor logístico será refeito.

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morioli
April 15th, 2011, 04:04 PM
OSX inicia em maio construção de estaleiro
Carteira de encomendas da empresa de Eike Batista já chega a US$ 4,8 bilhões

Embalada por novas encomendas da "irmã" OGX, que praticamente dobraram sua carteira desde o início do ano, para US$ 4,8 bilhões, a OSX espera para os próximos dias a liberação do licenciamento para a construção de seu estaleiro no Porto do Açu, na região Norte Fluminense.

Com investimentos na casa dos R$ 3 bilhões (US$ 1,7 bilhão), as obras do novo estaleiro - braço na indústria naval do empresário Eike Batista - devem começar em maio, com conclusão prevista para até o fim de 2013. A perspectiva é construir em média seis plataformas e seis jaquetas para exploração de petróleo por ano no local a partir de 2014.

"Estamos trazendo praticamente um estaleiro asiático para o Brasil", diz o diretor financeiro e de Relações com Investimentos da OSX, Roberto Monteiro, salientando a importância da sociedade com a coreana Hyundai, que possui 10% do capital acionário do projeto. "Teremos o que há de mais novo em tecnologia da Coreia", comentou.

O principal desafio, diz o diretor, será a capacitação de mão de obra qualificada para atuar no estaleiro. Serão necessários cerca de 10 mil trabalhadores apenas na primeira fase, que prevê o corte de algo em torno de 180 mil toneladas de aço. Sem previsão definida, a empresa já tem aprovada a ampliação dessa capacidade para uma segunda fase, quando seria possível a construção de nove unidades anuais, ou até uma terceira fase, para atingir 500 mil toneladas de aço.

Disputas. Prioritariamente, o estaleiro vem atendendo à demanda da OGX - a petroleira do grupo de Eike Batista -, mas disputa licitações e não descarta o atendimento a qualquer outra empresa de petróleo no País. "Enxergamos um mercado potencial para até US$ 200 bilhões somente no ramo que atuamos", diz Monteiro.

Por enquanto, sem instalações físicas para construir sua própria unidade, o estaleiro depende de parceiros internacionais para atender à demanda da OGX. Entrega no início do segundo semestre a primeira plataforma, a OSX-1, construída com investimentos de US$ 610 milhões no estaleiro da Keppel, em Cingapura.

A unidade será afretada para a OGX por US$ 263 mil por dia. "Este ano nos tornamos operacionais e começamos a gerar caixa", comemora Monteiro. A expectativa é de gerar em torno de US$ 30 milhões a US$ 40 milhões no segundo semestre. No ano passado, a OSX terminou com um caixa de R$ 2,2 bilhões.

Segundo ele, a primeira plataforma foi uma oportunidade encontrada no exterior. "Compramos o casco de um estaleiro que estava falindo, por isso o bom preço", disse. Já a plataforma OSX-2 está na fase final de contratação por R$ 775 milhões e diária de US$ 290 mil para a OGX.

Além disso, já tem sob contrato duas plataformas fixas, também para OGX, com investimentos em torno de US$ 840 milhões cada uma. Esta semana, entretanto, a companhia recebeu sua melhor encomenda até o momento, de três unidades também para a OGX. "É a melhor notícia", diz Monteiro, salientando que a encomenda elevou a carteira de negócios da empresa de US$ 2,5 bilhões para os atuais US$ 4,8 bilhões. "E com certeza teremos muito mais até o final do ano", diz. Parte das expectativas incide sobre a OGX, que vai divulgar um novo relatório de previsão de reservas, preparado pela auditoria independente DeGolyer & MacNaughton.

PARA LEMBRAR


Plano é tornar o Açu complexo industrial


Anunciado há quatro anos, o projeto do Porto do Açu, no município de São João da Barra, no norte fluminense, será um enorme complexo industrial, na concepção de Eike Batista, o controlador do grupo EBX. Ele prevê, além do seu próprio estaleiro, a instalação de duas siderúrgicas, duas fábricas de cimento, uma montadora de automóveis e toda uma cadeia de fornecedores e pequenas indústrias. O empresário negocia com empresas para investirem no complexo.

O projeto é uma das principais obras de Eike e também a que envolve mais polêmicas. O Ministério Público Federal chegou a pedir a suspensão da obra, iniciada em 2007, sob a alegação de que o porto, por suas dimensões, assemelha-se a um terminal público, o que exigiria uma licitação.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110415/not_imp706583,0.php

lusorod
April 16th, 2011, 11:59 PM
impressionante o tamanho do empreendimento. Esses portos...Acu, Porto Sul na Bahia, Suape em PE, Pecem no Ceara, Ponta da Madeira no MA e o porto privado que construirao em Sp vao mudar o mapa da economia brasileira. Muito bao,

Porto do Açu
April 19th, 2011, 03:53 AM
Grupo EBX expõe demandas por mão-de-obra qualificada.

www.blogportodoacu.com.br

morioli
April 28th, 2011, 06:52 AM
Porto do Açu: produtores rurais e governo do estado fecham acordo para pôr fim a piquetes

Portos e Logística
Qua, 27 de Abril de 2011 06:16
CAMPOS — As obras do Porto do Açu - da empresa de logística do empresário Eike Batista, a LLX - em São João da Barra, no Norte Fluminense, foram retomadas na noite desta terça-feira após a retirada das barricadas que obstruíam as quatro vias de acesso ao porto. Segundo a LLX, os funcionários do turno noturno iniciaram a jornada normalmente. Produtores rurais da região haviam interditado as estradas na segunda-feira em protesto contra a desapropriação de áreas que serão usados para a instalação do Distrito Industrial.

No final da tarde, foi fechado um acordo para pôr fim aos piquetes durante reunião entre a presidente da Codin, órgão do governo do Rio responsável pela desapropriação das terras, Conceição Ribeiro, e o vice-presidente da Associação dos Produtores Rurais e Imóveis de São João da Barra (Asprim), Rodrigo Gomes.
Segundo Gomes, a Codin se recusava a suspender o processo de desapropriação das pequenas propriedades. Mas ele disse que houve avanços nas negociações. Segundo a ata, foram feitos ajustes nos critérios de desapropriação. O governo estadual se comprometeu a pagar uma espécie de bolsa agrícola a cada proprietário rural, com base no faturamento mensal de sua propriedade, até que a indenização seja definida e paga. Falta agora avaliar o faturamento mensal das cerca de 1.500 pequenas propriedades rurais. Ficou acertado que a Codin vai instalar um posto avançado na localidade, estabelecendo um canal permanente de negociação.

Fonte: Extra Online/Aloysio Balbi
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/9315-porto-do-acu-produtores-rurais-e-governo-do-estado-fecham-acordo-para-por-fim-a-piquetes

DouG Wq
May 8th, 2011, 12:13 AM
Descobrindo o Porto do Açu


O Superporto do Açu, empreendimento que já abriu os olhos dos chineses e de empresas de várias partes do mundo, agora está fazendo um grupo de Portugal redescobrir o Brasil. Nesta sexta-feira, representantes do Grupo ISQ, que desenvolve serviços de consultoria e capacitação de mão de obra, estiveram em São João da Barra visitando o empreendimento do Grupo EBX, do empresário Eike Batista. Após a visita, o engenheiro José Oliveira Santos participou do programa Folha no Ar, exibido pela Plena TV, do Grupo Folha.

O engenheiro português José Oliveira, que descobriu o imenso potencial da região Norte Fluminense, falou sobre o investimento do Grupo EBX. “Fiquei impressionado. Trabalhamos em diversos países e posso dizer que este Complexo Logístico no Açu está entre os maiores do mundo”, explicou, ressaltando que a empresa pretende contribuir na capacitação da mão de obra. “Desenvolvemos em várias partes do mundo ações neste sentido. Além da questão da mão de obra, pretendemos atuar na parte de consultoria e execução de inspeção e controle de qualidade de equipamentos industriais e consultoria em segurança e meio ambiente”, explicou.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1304783134

DouG Wq
May 8th, 2011, 12:14 AM
Dilma olha para o Açu e lança Pronatec para qualificar mão de obra


A presidente Dilma Rousseff (PT) está preocupada com a questão da falta de mão de obra qualificada em todo o país, inclusive no Complexo Portuário do Superporto do Açu, em São João da Barra. Para atacar o problema, lançou, no último dia 29, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), que vai unir os ministérios da Educação, da Fazenda e do Trabalho para atender aos jovens que querem fazer um curso técnico e não dispõem de recursos para custear seus estudos. Uma outra frente de ofensiva do governo com o Pronatec é dar uma resposta às críticas da oposição em relação ao programa Bolsa Família, que para muitos “dá o pão sem ensinar a pescar”. Em Campos, no entanto, líderes de partidos governistas e de oposição, torcem pelo projeto.

Em Campos, o professor Etevaldo Pessanha, coordenador do Pólo Avançado da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec) do Norte e Noroeste Fluminense, foi designado pela presidência da instituição para acompanhar o Pronatec.

— Nesse programa está previsto a ampliação da rede federal através da criação de novos institutos, construção de novos centros, reformas dos prédios e laboratórios atuais. Outro ponto muito importante é a contratação de novos profissionais que atuarão como professores. Observamos hoje que o mercado já apresenta um apagão de mão de obra qualificada, assim o Pronatec terá o papel de formar seus próprios professores. Este programa chega em boa hora para nossa região, pois nossa demanda de mão de obra técnica qualificada para atender o Superporto do Açu , o Complexo Logístico de Farol-Barra do Furado e o Pré-Sal atingirá números em torno de 50 mil nos próximos 10 anos — afirma o coordenador do Pólo Avançado da Faetec, Etevaldo Pessaha.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1304794129

Danfla
May 10th, 2011, 05:05 PM
Termoeletricas??? Esperava mais do Eike. Alguem já viu alguma noticia sobre os impactos ambientais do porto? Li que a Companhia Siderurgica do Atlantico ta destruindo Santa Cruz, queria saber se o Porto do Açu é mais ecologicamente correto.

Porto do Açu
May 13th, 2011, 09:10 PM
Hyundai vai construir maior guindaste das Américas no Açu.

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Porto do Açu
May 13th, 2011, 09:10 PM
Complexo Industrial do Superporto do Açu: o maior da América Latina.

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Porto do Açu
May 13th, 2011, 09:11 PM
Projeto de Siderúrgica da Ternium foi apresentado em São João da Barra.

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DouG Wq
May 14th, 2011, 03:03 AM
No Açu, Carla Machado faz às honras da casa à fabricante de produtos de aço


Representantes da Ternium — empresa líder em fabricação de produtos de aço e derivados na América Latina e ligada ao grupo Techint — apresentaram à prefeita de São João da Barra, Carla Machado, o projeto da siderúrgica que será instalada no Complexo Portuário e Industrial do Açu. O evento foi realizado no auditório municipal da prefeitura, na manhã desta sexta-feira e contou com a presença do vice-prefeito Dodozinho, secretários municipais, vereadores, representantes de associações de moradores e a deputada federal Andreia Zito.

O início das obras da siderúrgica está previsto para o final deste ano e o começo da operação, previsto para o ano de 2014. O empreendimento em São João da Barra vislumbra uma siderúrgica integrada com produção de 8,4 milhões de toneladas por ano, com pelotização, fabricação de placas, chapas grossas para a indústria naval, além de laminados quentes para a agroindústria, por exemplo. Além disso, o grupo prevê fabricação de produtos para o setor petrolífero de grande profundidade e também para setores automobilísticos.

Segundo Mário Dell’acqua, diretor de Implantação da siderúrgica no Açu, o cronograma prevê diversas fases para o desenvolvimento das diversas plantas do projeto e mão de obra qualificada será necessária. “Prevemos em todo o projeto siderúrgico, a criação de aproximadamente 11 mil empregos. Inclusive, grande parte da mão de obra existente hoje nas obras do Porto será aproveitada na siderúrgica e que geralmente em nossos projetos fica permanente”, ressalta.

Para a prefeita Carla Machado, este empreendimento é mais uma oportunidade de empregos para a população de São João da Barra. “Nossa preocupação é com o ser humano, a sua inserção neste contexto desenvolvimentista. Estamos construindo uma escola técnica com o intuito de federalizá-la, implantamos uma escola pré-moldada que já aportará cursos técnicos em Metalurgia e Eletromecânica em parceria com o IFF”, adianta a prefeita, que lembra que o curso de Metalurgia não existe na região.

A empresa Ternium está presente em países como México, Argentina, Colômbia, Estados Unidos e Guatemala. Sua capacidade produtiva chega a impressionantes nove milhões de toneladas por ano e possui 14.300 funcionários. Seus embarques de produtos siderúrgicos chegam a 6,4 milhões de toneladas.

A prefeita ainda enumerou outros projetos de seu programa de Qualificação Profissional. “Fizemos parceria com a empresa e o Senai para qualificar a nossa mão de obra na área de construção civil, temos buscado junto ao governo do Estado um Centro Vocacional Tecnológico com curso voltado para Solda. Além disso, implantamos os cursos de Informática Industrial, Segurança do Trabalho e Logística Portuária – este criado para nossa demanda, em parceria também com o IFF”.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1305321257

DouG Wq
May 14th, 2011, 03:04 AM
Hyundai vai construir maior guindaste das Américas no Açu

Dora Paula Paes


Com investimentos de R$ 3 bilhões, a Unidade de Construção Naval (UCN) — o maior estaleiro das Américas — no Complexo Industrial do Superporto do Açu, em São João da Barra, muito antes da sua inauguração prevista para 2013, assinou contrato com a Hyundai Samho para a construção do maior guindaste naval das Américas. A empresa sul-coreana é uma das dez empresas que irá se instalar no Corredor Logístico, com uma montadora. O anúncio foi feito durante a divulgação, ontem, do balanço do fechamento do primeiro trimestre da empresa OSX, que revela outros importantes avanços como o licenciamento ambiental para o início da construção do estaleiro.

A OSX, a qual pertence o estaleiro, já contabiliza sete pedidos firmes em carteira: cinco FPSOs, que são unidades flutuantes de produção de petróleo; e duas WHPs, plataformas ade-quadas para águas rasas. A car-teira de encomendas da empresa praticamente dobrou de valor com as novas unidades demandadas pela OGX, passando a valer US$ 4,8 bilhões.

Para o diretor-presidente da OSX, Luiz Eduardo Carneiro, “os primeiros meses de 2011 foram marcados por eventos de grande importância para a companhia: a emissão da Licença Prévia para a UCN Açu, o pedido da OGX, empresa de óleo e gás do Grupo, para mais três navios-plataforma do tipo FPSO e o recebimento de dois cascos VLCC adquiridos no final de 2010, estão entre alguns deles. A emissão da Licença de Instalação e o inicio da construção de nossa Unidade de Construção Naval estão muito próximos e, por isso, estamos confiantes de que o ano de 2011 será de grandes realizações para a consolidação do modelo de negócio da OSX”, afirmou.

Quanto a UCN Açu, a empresa assinou contrato com a Hyundai Samho para construção do maior guindaste naval das Américas, com capacidade para 1,6 mil toneladas. O equipamento será utilizado na montagem de cascos a na movimentação de cargas na área de dique seco do empreendimento. As obras da UCN Açu, previstas para começar este semestre, deverão ser concluídas até o final de 2013. A UCN representa um investimento da OSX de cerca de R$3 bilhões e irá gerar 3,5 mil empregos diretos durante sua construção e 10 mil outros no inicio da operação.

Três pedidos firmes de contratos

Empresa do setor naval offshore do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, a OSX obteve no período o pedido firme de mais três unidades de produção para atender a campanha exploratória da OGX.

A primeira unidade, o FPSO OSX-1, está com mais de 80% de sua customização concluída. O processo é realizado em Cingapura e a unidade tem previsão de entrada em operação para o segundo semestre do ano, na Bacia de Campos.

Já a construção do FPSO OSX-2 foi assinada com a SBM Offshore e tem previsão de entrada em operação no terceiro trimestre de 2013.

Por outro lado, está em negociação a construção do FPSO OSX-3. Os cascos dos VLCCs já adquiridos pela OSX deverão ser destinados aos FPSOs OSX -4 e OSX-5, que serão integrados no Brasil já na UCN Açu. Essas unidades têm previsão de entrada em operação entre 2013 a 2015.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1305236512

DouG Wq
May 14th, 2011, 04:25 AM
Bradesco empresta dinheiro para o Porto do Açu


No balanço do 1º trimestre de 2011, que a LLX divulgou na quarta-feira, para a Ibovespa e seus sócios, sobre as suas atividades na implantação do porto no Açu, está apontado, um prejuízo de R$ 3,8 milhões (420% maior que o prejuízo do balanço anterior).
Neste relatório consta ainda, a informação da contratação de um empréstimo, em 4 de maio de 2011, junto ao Banco Bradesco da quantia de R$ 470 milhões, com prazo de 2 anos que, segundo a LLX, servirá de ponte até a contratação do financiamento de longo prazo em negociação com o BNDES e outras instituições multilaterais. Também segundo a LLX, estes recursos serão utilizados nas obras da infraestrutura portuária dos seus terminais.

Outros dados e imagens retiradas do relatório do 1º semestre de 2011 da LLX:

1) O superporto do Açu poderá movimentar 350 milhões de toneladas de cargas por ano, com destaque para o petróleo cuja movimentação deverá superar 1,2 milhões de barris por dia.

2) O Superporto do Açu, terá 40 berços e mais de 17 Km de píer. Na sua retroárea com cerca de 130 km2 está sendo implementado o Complexo Industrial do Superporto do Açu (“Complexo”) que já é o maior empreendimento porto-indústria da América Latina. O Complexo irá receber usinas siderúrgicas, pólo metal-mecânico, unidade de armazenamento e tratamento de petróleo, estaleiro, indústrias offshore, plantas de pelotização, cimenteiras e usina termoelétrica. As indústrias instaladas no Complexo também se beneficiarão de e uma alíquota de ICMS reduzida e de energia cerca de 30% mais barata do que em outras localidades.

3) O Superporto do Açu está sendo desenvolvido por duas empresas: LLX Minas-Rio e LLX Açu. Na LLX Minas-Rio, desde o início de 2 2007 até março de 2011, foram investidos, para 100% do projeto, cerca de R$ 1,3 bilhão, sendo R$ 119,2 milhões durante o 1T11. Este montante foi alocado principalmente na construção do píer de minério de ferro que ao final do trimestre já estava 70% concluído e, na dragagem, que apresenta um avanço físico de mais de 90%. É importante destacar que, nas informações trimestrais da LLX Logística, a participação da LLX Minas-Rio é proporcional ao capital detido por sua controladora (5 51%). Na LLX Açu, já foram investidos R$ 44 43,5 milhões entre 2007 e março de 2011. Durante o primeiro trimestre de 2011, o investimento foi de R$ 48 milhões.

Como pode ser visto no cronograma abaixo a previsão de início das operações do porto cuja construção começou no 2º semestre de 2007 (início do projeto no 1º semestre de 2006) de Açu é no segundo semestre de 2012, e para o mineroduto (Minas-Rio) no 2º semestre de 2013.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/05/bradesco-empresta-dinheiro-para-o-porto.html

Porto do Açu
May 15th, 2011, 05:00 PM
'Com obras do Açu, São João da Barra deve receber R$ 70 bi e população pode crescer 7 vezes'

www.blogportodoacu.com.br

muckie
May 16th, 2011, 01:20 AM
^^ Planejem a cidade por favor!!!
Novos bairros, com um mercado fundiário sadio e eficiente...
Não queremos Bangladesh no Rio!!!

DouG Wq
May 19th, 2011, 03:39 PM
Porto do Açu: investimento de R$ 1,7 bi, valor na bolsa de R$ 3,5 bi


No relatório-balanço que a LLX apresentou para os seus acionistas/investidores e Ibovespa, na última sexta-feira, e que o blog teve acesso, a empresa informa que os valores reais e absolutos investidos até agora no projeto Minas-Rio, incluindo o mineroduto e as unidades de beneficiamento no Açu foram de R$ 1,3 bilhão, mais as obras do porto, de R$ 443 milhões no Porto do Açu. Assim, no total o montante investido é da ordem de R$ 1,73 bilhão. Enquanto isto, o valor das ações da LLX na Bolsa de Valores vale um total de R$ 3,5 bilhões, praticamente o dobro, segundo o próprio relatório.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/05/porto-do-acu-investimento-de-r-17-bi.html

RioSampa
May 20th, 2011, 12:09 AM
Porto do Açu: investimento de R$ 1,7 bi, valor na bolsa de R$ 3,5 bi


No relatório-balanço que a LLX apresentou para os seus acionistas/investidores e Ibovespa, na última sexta-feira, e que o blog teve acesso, a empresa informa que os valores reais e absolutos investidos até agora no projeto Minas-Rio, incluindo o mineroduto e as unidades de beneficiamento no Açu foram de R$ 1,3 bilhão, mais as obras do porto, de R$ 443 milhões no Porto do Açu. Assim, no total o montante investido é da ordem de R$ 1,73 bilhão. Enquanto isto, o valor das ações da LLX na Bolsa de Valores vale um total de R$ 3,5 bilhões, praticamente o dobro, segundo o próprio relatório.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/05/porto-do-acu-investimento-de-r-17-bi.html

Tem que adicionar o porto Sudeste em Itaguaí também...

DouG Wq
May 27th, 2011, 05:16 PM
Audiências Públicas de Licenciamento Ambiental da Siderúrgica Ternium: 7 e 8 de junho

A Comissão Estadual de Controle Ambiental – CECA, está convocando Audiência Pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto Ambiental – RIMA, com relação ao requerimento de Licença Prévia da empresa TERNIUM BRASIL S/A para implantação de Usina Siderúrgica para fabricação de pallets, placas de aço e produtos siderúrgicos, localizada na Rodovia SB-26 s/n, Pipeiras, 5º Distrito do Município de São João da Barra.
As audiência estão marcadas para os dias: 07/06/2011, às 19:00 horas, no Centro Integrado de Educação Pública Profª Gladys Teixeira, situado na Rua Barão de Barcelos nº 256, Centro, Município de São João da Barra, e no dia 08/06/2011, às 19:00 horas, no Ginásio Poliesportivo Prof. Fernando Duncan – SESI/SENAI, situado na Avenida Deputado Bartolomeu Lysandro nº 862, Jardim Carioca, Município de Campos dos Goytacazes. Ambas acontecerão sob a presidência Maurício Couto Cesar Junior e serão secretariadas por Aline Peixoto.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/05/audiencias-publicas-de-licenciamento.html

DouG Wq
June 2nd, 2011, 07:45 PM
Carreata marcada para hoje no Açu


Há mais de 48 horas confinados em um pedaço de terra no Açu, em protesto à política de desapropriação para a instalação do Distrito Industrial do Complexo Portuário do Açu, os produtores rurais prometem para hoje uma manifestação, às 15h, com direito a carreata, em frente à Prefeitura de São João da Barra. No local da manifestação, o policiamento também está sendo gradativamente reforçado, com 60 homens da Polícia Militar, sendo 30 do Batalhão de Choque do Rio de Janeiro, sem prazo para deixarem a área.


As críticas dos manifestantes são muitas, desde o processo conduzido pela Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin), além dos governos estadual e municipal e ao próprio empreendedor na área, o empresário Eike Batista. O grupo pretende com mais essa manifestação — a terceira desde o início do ano — sensibilizar também o governo federal.

http://fmanha.com.br/#1219359899/1307029061

DouG Wq
June 6th, 2011, 07:59 PM
ANP concedeu autorização à LLX para construção da UTP do Porto do Açu


No último dia 2 de junho, a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) recebeu da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a autorização para construir uma unidade de tancagem e tratamento de petróleo (“UTP”) no Superporto do Açu, com uma capacidade de armazenamento de 14 milhões de barris e de processamento de 1,2 milhões de barris por dia.

A UTP, que já tinha obtido a Licença de Instalação do INEA (Instituto Estadual do Ambiente do
Rio de Janeiro) desde setembro de 2010, contará com 28 tanques de armazenamento e será, segundo os empreendedores, um dos maiores terminais marítimos dedicados ao petróleo do Brasil.

Ainda segundo a LLX, a localização estratégica em frente à bacia de Campos e o desenvolvimento da UTP, o Superporto do Açu, além de viabilizar o transporte do petróleo nos maiores navios em operação (VLCC e Chinamax) com fretes menores, poderá atender ao crescimento significativo da movimentação de petróleo no Brasil, especialmente nas bacias do pré-sal. Adicionalmente, a UTP realizará atividades de desaguamento, dessalgamento e blendagem com o objetivo de melhorar a qualidade do petróleo cru e reduzir o desconto no preço relativamente ao benchmark internacional.

Para o diretor Presidente da LLX Otávio Lazcano, “esta autorização confirma a vocação do Complexo Industrial do Superporto do Açu para se tornar o novo pólo de Petróleo e Gás para as Bacias de Campos, Santos e Espírito Santo.”

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/06/anp-concedeu-autorizacao-llx-para.html

DouG Wq
June 6th, 2011, 08:00 PM
Cuidado com o Açu!


Na região de Altamira, próximo à usina hidrelétrica, em construção, Belo Monte, segundo matéria recente do jornal Valor, uma quitinete tem o aluguel mensal de R$ 2,7 mil mensais, igual ou superior, aos dos pontos mais valorizados do Rio e São Paulo.

Interessante é observar que, ao contrário do que muitos pensam, as consequências piores de um crescimento desordenado é sempre maior para os menos incluídos socialmente, que são os de maior quantidade na população de qualquer lugar.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/06/cuidado-com-o-acu.html

Patrick-RJ
June 7th, 2011, 05:14 AM
Vem aí Eike, carro popular

O bilionário Eike Batista vai anunciar para setembro o lançamento de uma fábrica de carros populares, com a sua marca - ele pensa em seu próprio nome. De início, vai gerar 3 mil empregos diretos. A planta da montadora será no Norte fluminense, onde ele constroi um porto.

http://tribunadonorte.com.br/noticia/detector-revela-que-palocci-mentiu/184232

Joás Santos
June 7th, 2011, 06:27 AM
^^ Lecau. Tomara que seja verdade.

muckie
June 7th, 2011, 11:25 PM
Seu proprio nome???

Vamos torcer entao..

superkyo
June 10th, 2011, 02:42 AM
Sem "X" !?? Seria uma nova era de nomes para os empreendimentos do nosso novo Barão de Maua ?

Torço que seja sucesso queria ter esse gostinho de ver um veiculo nacional ganhando o pais e o mundo.

DouG Wq
June 10th, 2011, 06:39 PM
Quotado do Notícias do Rio:

Superporto de Açu entra em operação em 2012 no Rio de Janeiro

Portos e Logística
Sex, 10 de Junho de 2011 07:16
Um dos destaques da obra, ponte de 2,9 km para atracação de navios, construída com equipamento especial, servirá de acesso para o transporte de produtos direto para o complexo industrial anexo

Já no próximo ano entra em funcionamento o Superporto de Açu, projeto da LLX, ligada ao Grupo EBX, de Eike Batista, para um dos maiores portos do país. O porto tem uma área total de 9 mil ha, com profundidade inicial de 21 m e capacidade para receber navios de grande porte, como Capesize e Chinamax. Entre área onshore e offshore, o Superporto do Açu contará com até 30 berços para atracação de navios. A obra está sendo realizada pelas construtoras ARG e Civilport.

A construção está em curso na cidade de Campos e São João da Barra, no Estado do Rio de Janeiro, desde outubro de 2007, com investimento de aproximadamente R$ 4,3 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão provenientes LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e R$ 2,4 bilhões vindos da LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, escória, ferro gusa e carga geral).

Um dos destaques da obra foi a ponte de 2,9 km de extensão, executada com um sistema de cravação de estacas, montagem de vigas e emendas concretadas, utilizando um cantitraveller. O equipamento, apoiado sobre as estacas já cravadas por ele, avança sobre a estrutura em construção para executar o cravamento das estacas seguintes.

O equipamento utilizado foi construído no Estado do Rio Grande do Sul, especialmente para esta obra, que demandava um equipamento maior do que os existentes no mercado. Nesse caso, o cantitraveller possui largura de cerca de 27 m e pesa aproximadamente 1.100 t. A construção da ponte foi concluída em março do ano passado. Todo o material, como vigas, estacas e o concreto, foram produzidos dentro do canteiro de obras.

A ponte facilitará o transporte dos produtos descarregados dos navios atracados diretamente para o complexo industrial anexo, composto por duas siderúrgicas, duas cimenteiras, estaleiro, duas termoelétricas, uma unidade para Tratamento de Petróleo, indústria automotiva, indústria metal-mecânica, terminal de minério de ferro, área para supply boat e área para armazenamentos dos produtos que serão movimentados, como granito, escória e ferro gusa.

Já o acesso entre o porto e a cidade de Campos será feito por meio de um corredor logístico que terá 400 m de largura, 43 km de comprimento e contará com quatro faixas rodoviárias, duas linhas ferroviárias e três linhas de transmissão de energia.

Fonte:PINweb/Mauricio Lima
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/10059-superporto-de-acu-entra-em-operacao-em-2012-no-rio-de-janeiro

boooog
June 13th, 2011, 04:01 PM
Saiu no George Vidor, no Globo de Hj:

Há novidades em relação ao futuro complexo industrial do Açu: o governo do Estado do Rio está prestes a bater o martelo com uma montadora de automóveis; correram bem as audiências públicas referentes ao licenciamento ambiental da siderúrgica ítalo-argentina Ternus Techint e estão prontos para entrar no canteiro de obras os tratores e escavadeiras que abrirão um braço de mar que será margeado por um extenso cais (parte dele para atender inicialmente ao estaleiro OSX). Uma draga complementará posteriormente esse serviço, com abertura do canal para circulação dos navios.
Eike Batista espera atrair para o Açu outras empresas em condições de fornecer equipamentos para o pré-sal.

CARIOCAemSSA
June 15th, 2011, 12:16 AM
^^

Qual a montadora?

boooog
June 15th, 2011, 02:31 PM
^^

Qual a montadora?

A coluna do GEorge Vidor nao fala, mas algumas reportagens especulam o Grupo Renault-Nissan...

CARIOCAemSSA
June 16th, 2011, 09:13 AM
^^

Espero que essa notícia seja concretizada!

DouG Wq
June 16th, 2011, 04:24 PM
Saiu no George Vidor, no Globo de Hj:

Há novidades em relação ao futuro complexo industrial do Açu: o governo do Estado do Rio está prestes a bater o martelo com uma montadora de automóveis; correram bem as audiências públicas referentes ao licenciamento ambiental da siderúrgica ítalo-argentina Ternus Techint e estão prontos para entrar no canteiro de obras os tratores e escavadeiras que abrirão um braço de mar que será margeado por um extenso cais (parte dele para atender inicialmente ao estaleiro OSX). Uma draga complementará posteriormente esse serviço, com abertura do canal para circulação dos navios.
Eike Batista espera atrair para o Açu outras empresas em condições de fornecer equipamentos para o pré-sal.

Essa notícia é ótima e espero que as demais industrias, assim como esta, necessitem de outras em série. Assim geramos mais emprego e seletividade em relação ao meio ambiente.

DouG Wq
June 20th, 2011, 11:27 PM
A EBX deveria avaliar melhor suas estratégias para a região onde instala seu maior empreendimento


Ninguém é contra, muito menos este simples blog, os investimentos privados que visam o lucro, que assumem riscos, geram empregos e assumem responsabilidades trabalhistas, sociais, ambientais, etc.

Vivemos numa sociedade capitalista, portanto, algo natural que novos empreendimentos surjam. Numa região, em que a dependência do poder público, por conta dos royalties, representa a quase totalidade de tudo que aqui se faz ou empreende, o fato deveria até ser comemorado.

Pois, é neste cenário que o blog pensa alto e reflete com seus leitores e colaboradores sobre a notícia espalhada na região (carecendo de confirmação), de que o grupo EBX investirá num hospital privado no eixo rodoviário entre Campos e São João da Barra.

O grupo empresarial vem ampliando a cada dia o porte do seu empreendimento na região do Açu. Novas propostas vão surgindo e o empreendimento ganhando outra dimensão. Memorandos de entendimentos são firmados, atualizações e projeções de número de trabalhadores e de população vão sendo constantemente refeitas, embora, nem sempre acompanhadas das preocupações e dos projetos de compensações ambientais e sociais, oriundos da sinergia destes empreendimentos são apresentados à nossa população.

Ninguém pretende que os investidores fiquem a pagar migalhas à população local para compensar os estragos que vão sendo produzidos. O problema na rodovia dos Ceramistas gerado pelo tráfego de caminhões pesados que levam pedras do morro do Itaóca para o empreendimento do Açu, é apenas, e unicamente, um bom exemplo das consequências para toda a população dos impactos da instalação deste mega empreendimento.

Neste contexto, além do porto, das termelétricas, do estaleiro, da unidade de tratamento de petróleo, do corredor logístico, da siderúrgica e provavelmente da montadora de automóveis, das cimenteiras, etc., apareceu, até como “desdobramento natural” a ideia do empreendedor também faturar e ampliar seus lucros, com novos negócios imobiliários no entorno do porto, com a construção de um condomínio com o nome de cidade, para os trabalhadores de seu empreendimento de renda superior a dez salários mínimos.

Porém, daí a imaginar um avanço ainda maior nos seus lucros, com a construção de um hospital particular como mais um negócio da holding, para aqueles que têm condições de pagar, parece um pouco demais, a não ser que se disponha a mitigar os problemas que serão gerados pelo aumento da demanda que os trabalhadores de menor renda e seus familiares, assim como, por aqueles que para aqui migrarão atraídos pelo marketing feito pelo empreendedor a partir da proposta do Complexo do Açu.

O grupo EBX, através do seu diretor de Sustentabilidade, Paulo Monteiro, em entrevista ao blog, no dia 24 de fevereiro (veja aqui (http://robertomoraes.blogspot.com/2011/02/grupo-ebx-atende-entrevista-ao-blog.html)), informou que até o final de março, o grupo empresarial apresentaria ao Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e à população, um novo estudo sobre o impacto ambiental e social englobando toda a infraestrutura necessária para a instalação do Distrito Industrial, assim como a sinergia entre os impactos de cada um dos empreendimentos isoladamente.

Isto até agora não foi feito, ao menos que o blog tenha conhecimento. Nele, imaginava-se que o empreendedor se posicionasse sobre novas compensações sociais que estão segundo a empresa “no DNA dos seus empreendimentos” e que considerasse a explosiva expansão demográfica prevista, especialmente, em Campos e SJB, dentro dos mnicípios considerados como da AID (Área de Influência Direta) do Clipa.

Porém, vai ser muito difícil para o cidadão comum, ele acreditar que este grupo empresarial poderá ser parceiro de algo que não seja o interesse exclusivo no lucro, em toda e qualquer situação, caso esta decisão seja confirmada e levada adiante.

Impossível acreditar e participar de um processo chamado de Gestão Integrada do Território sustentada em promessas falsas de participação e sustentabilidade, quando a estratégia de negócios equivocada, aponta para a ampliação dos lucros a todo e qualquer preço.

Gestão integrada aqui seria na prática a privatização dos lucros e a transferência dos impactos e prejuízos causados aos que habitam o território explorado. Mais do mesmo, já conhecido e questionado, apenas para efeito de marketing.

Todos sabemos, que tanto na educação quanto na saúde, duas áreas ligadas diretamente ao número de habitantes de um território, o espaço para o atendimento privado tende a existir e crescer, no vácuo da baixa qualidade da prestação dos serviços públicos.

Sendo assim, o interesse privado da holding EBX nos lucros nestas áreas, no caso específico de nossa região e no entorno do Complexo do Açu, tende a ser entendida, como uma forma clara e simbólica, de baixo compromisso com a gestão pública e com uma governança a favor do cidadão.

Neste caso o DNA estará definitivamente marcado e sem meios termos, apenas confirmando as desconfianças, apenas sinalizadas quando da greve dos funcionários e dos problemas com as desapropriações de terras dos proprietários rurais.

O blog espera que os responsáveis maiores pelas estratégias da holding EBX se posicionem e expliquem suas estratégias, intenções e ações. É dever do poder público fazer o mesmo. Talvez, as explicações ou negação destas intenções possa gerar um entendimento diferente.

Este espaço, como sempre faz, se coloca à disposição para que o grupo empresarial se expresse e explique aos habitantes deste território, os seus planos e as ações pretendidas, na área da assistência à saúde dos milhares que para aqui já se dirigem, atrás das oportunidades de emprego. A conferir!


http://robertomoraes.blogspot.com/2011/06/ebx-deveria-avaliar-melhor-suas.html

DouG Wq
June 24th, 2011, 11:19 PM
23.06.2011

Estaleiro de Eike pode obter R$ 2,7 bi em crédito público

Alexandre Rodrigues - O Estado de S.Paulo


O conselho diretor do Fundo de Marinha Mercante (FMM) concedeu ontem o status de prioridade ao projeto de construção de um estaleiro no norte fluminense pela OSX, empresa de equipamentos para a indústria naval offshore do Grupo EBX.

A formalidade abre caminho para que o fundo financie a maior parte do projeto, estimado em R$ 3 bilhões. Pelas estimativas da empresa, a linha de crédito pode chegar a R$ 2,7 bilhões.

Para a OSX, o status obtido ontem é a garantia de que haverá verba prevista no fundo para o projeto, com recursos repassados por meio de bancos públicos como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil e Caixa, caso o financiamento seja aprovado. A decisão do conselho foi publicada no Diário Oficial.

A Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu), parceria da OSX Construção Naval e da sul-coreana Hyundai Heavy Industries, promete ser o maior estaleiro das Américas, segundo as previsões dos sócios.

"Vejo nessa decisão do FMM a afirmação do interesse nacional na concretização da Unidade de Construção Naval da OSX, que é um instrumento decisivo para que nós, brasileiros, possamos materializar os benefícios decorrentes do petróleo e gás que temos descoberto nas águas de nosso País", comemorou Eike Batista, presidente do conselho da OSX, em nota.

Favorecimento. Em meio à exposição dos favores pessoais concedidos pelo empresário Eike Batista ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, como o empréstimo de um avião particular na semana passada, é esperada para os próximos dias a liberação da licença ambiental do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para o empreendimento.

No ano passado, a convite do governo fluminense, a OSX transferiu o projeto de Santa Catarina para o litoral do Rio, integrando-o ao complexo industrial do Porto do Açu.

Um canal a ser aberto pelo governo do Rio criará as condições geográficas favoráveis ao estaleiro. Eike nega ligação entre os negócios e sua relação pessoal com o governador Sérgio Cabral.

Se a licença for obtida em breve, a obra deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014.

http://www.newslog.com.br/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=538090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=390634&Titulo=Estaleiro%20de%20Eike%20pode%20obter%20R%24%202%2C7%20bi%20em%20cr%E9dito%20p%FAblico

DouG Wq
June 28th, 2011, 03:14 PM
OSX recebe licença para Unidade de Construção Naval


Sinal verde para o início das obras, em julho, da Unidade de Construção Naval (UCN) — estaleiro — e seu canal de navegação da OSX, empresa de Eike Batista do setor de equipamentos e serviços para a indústria de petróleo e gás natural, que será construída no Complexo Portuário do Açu, em São João da Barra. A empresa recebeu nesta segunda-feira a Licença de Instalação, a última que faltava para a construção do maior estaleiro das Américas.

O canal em torno do qual se desenvolve a UCN Açu e o terminal offshore, TX2, contempla uma área de cerca de 8 milhões de metros quadrados e mais de 8 mil metros de cais, com condições operacionais ideais para a movimentação de granéis sólidos, líquidos, carga geral e para atividades de apoio à indústria offshore. Integrado por ferrovia e rodovia à área que representa 75% do PIB brasileiro, com garantia de acesso a matérias-primas e energia mais barata e eficiências operacionais.

Já o TX2 atende às demandas de carga e descarga das diversas indústrias do Superporto com destaque para produtos siderúrgicos e vai atuar com a tecnologia da líder mundial em construção naval, a sócia Hyundai Heavy Industries.

O estaleiro terá capacidade de gerar cerca de 14 mil empregos diretos, sendo 10 mil na fase de operação e os demais durante a fase de implantação.

LLX e Sebrae — A LLX, do mesmo grupo da OSX, dará início hoje a primeira etapa do Programa de Capacitação de Fornecedores de São João da Barra. A iniciativa visa habilitar micro e pequenos empresários para fornecimento de produtos e serviços nas obras de construção do Superporto. O programa realizado em parceria com o Sebrae e CDL de SJB vai atender mais de 800 micro e pequenas empresas do município.

http://fmanha.com.br/#1219359853/1309206079

CARIOCAemSSA
June 28th, 2011, 03:16 PM
A coluna do GEorge Vidor nao fala, mas algumas reportagens especulam o Grupo Renault-Nissan...

Faz sentido que seja a nissan porque já foi anunciado que a empresa abrirá uma fábrica no país. :banana:

DouG Wq
June 30th, 2011, 10:35 PM
Dragagem & compensações ambientais e sociais no Açu


http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/DragagemqueestsendofeitanoAu.jpg


Abaixo os objetivos e porte da dragagem no Complexo do Açu.


http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/Dragagem-2.jpg


Junto da licença de instalação do estaleiro da OSX liberada na segunda-fira pelo Inea, foi aprovada que uma das contrapartidas da empresa será o investimento de R$ 34 milhões em saneamento no município de São João da Barra. Além disso, também foi determinado a destinação de R$ 37 milhões para implantação e manutenção de unidades de conservação na área, além da obrigação de criar a RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Natural com área de 3.845 hectares de restinga, além de ser obrigada a oferecer capacitação para as comunidades do entorno do empreendimento, e ainda, apoio à pesca e à agricultura daquela região. Bom que se acompanhe e cobre a realização desta medidas de e compensação ambiental e social do empreendimento. A conferir!

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/06/dragagem-compensacoes-ambientais-e.html

DouG Wq
June 30th, 2011, 10:38 PM
Estaleiro da EBX tem demandas de outras empresas


O estaleiro OSX nasceu basicamente para fazer as plataformas fixas e os navios de produção (FPSO) para a OGX, empresa de petróleo da holding EBX.

O planejamento é para seis plataformas tipo FPSO (conversão de navios para produção de petróleo) e oito plataformas fixas que operarão em pequenas profundidades, mais perto o litoral. Além disso, o projeto prevê dois grandes navios petroleiros para transporte de petróleo e também, possivelmente, de duas a quatro sondas de perfuração.

A OSX informou que a possibilidade de atender encomendas de empresas de fora da holding, só deve ser possível a partir em 2015 ou 2016, até lá o trabalho seria exclusivo para a OGX.

O estaleiro da OSX começará a ser construído agora no 2º semestre deste ano e tem previsão de de conclusão de uma parte, no primeiro semestre de 2013 e definitiva em 2014. Inicialmente, a demanda externa por construção é para sondas de perfuração.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/06/estaleiro-da-ebx-tem-demandas-de-outras.html

morioli
July 1st, 2011, 01:40 AM
LLX planeja embarque da Anglo por Açu no fim de 2012
Agência Estado - 30/06/2011

http://i1231.photobucket.com/albums/ee511/morioli/PortoAu.jpg

A LLX planeja fazer o primeiro embarque de minério de ferro da multinacional Anglo American pelo Porto do Açu no último trimestre do ano que vem, informou hoje o gerente comercial da empresa de logística do grupo EBX, Alexandre Pereira. Embora tenha afirmado que gostaria de fazer o embarque de minério já pelotizado até o fim do ano que vem, Pereira disse que há a possibilidade de o produto deixar o porto sem passar pelo processo.

"Vejo a possibilidade de ser embarcado sem estar pelotizado, porém essa não é uma decisão nossa. Mas gostaríamos que, em 2012, já fossem embarcadas pelotas", disse Pereira, na 4.ª Coaltrans Brazil - Da Mina Internacional às Siderúrgicas Brasileiras, evento sobre mercado de carvão, no Rio de Janeiro.


Sobre os projetos siderúrgicos previstos para o complexo industrial do Porto do Açu, o executivo afirmou que a perspectiva é de que a usina que a Ternium pretende construir atinja, em uma primeira fase, uma produção de 2,5 milhões de toneladas de placas de aço até 2015. O projeto, no entanto, ainda precisa obter licenciamento ambiental. Pereira não descartou que esse processo possa levar a empresa a rever o patamar de produção. Ele não deu previsão para a segunda fase.

Sobre o outro projeto siderúrgico que o grupo de Eike quer levar para o Açu, da chinesa Wisco, ainda faltam definições. "Eles (a Wisco) continuam estudando. Nós gostaríamos que o processo andasse rapidamente, mas ainda não terminou", disse o executivo sobre as negociações.

Para Pereira, a capacidade de embarque de 10,2 milhões de toneladas de aço que o Porto do Açu terá não será um limitador para escoamento da produção das siderúrgicas que venham a se instalar no complexo. Segundo ele, há uma área ociosa que poderia ser utilizada para ampliar a capacidade do porto. "Temos uma área de expansão entre o terminal que vai exportar produtos siderúrgicos e a área do offshore que é visível", afirmou. "Ou colocaremos mais indústrias (nesse local) ou expandiremos o cais."

De acordo com ele, a LLX mantém conversas com uma empresa asiática para a instalação de uma fábrica de automóveis no complexo do Açu. Perguntado sobre a nacionalidade da companhia, ele não quis comentar.

http://www.portalnaval.com.br/noticia/32624/llx-planeja-embarque-da-anglo-por-acu-no-fim-de-2012

DouG Wq
July 1st, 2011, 03:14 PM
OSX e Senai assinam convênio para formar 3.100 técnicos para estaleiro


A OSX, empresa do setor naval do grupo EBX, de Eike Batista, assina nesta sexta-feira um convênio com o Senai do Rio de Janeiro para oferecer capacitação técnica a 3.100 pessoas. O objetivo da iniciativa, que terá investimento de R$ 13 milhões, é formar mão de obra para atuar no estaleiro que a companhia vai instalar no Complexo Industrial do Porto do Açu.

A expectativa é de que até 2013 sejam formados 7,8 mil técnicos especializados em produção, inspeção e supervisão de equipamentos. Está prevista a abertura de 185 turmas, divididas em 23 atividades profissionais, como soldadores, montadores de estrutura, montadores de tubulação, mecânicos, eletricistas e instrumentistas.

O empreendimento deverá gerar 3,5 mil empregos na fase de construção e até 10 mil na de operação. As obras do estaleiro da OSX em parceria com a sul-coreana Hyundai Heavy Industries, que tem orçamento estimado em R$ 3 bilhões, devem começar em julho, com conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2014. A unidade, porém, iniciará o corte de chapas em 2012 para atender a integração de plataformas do tipo FPSO e outras atividades previstas para começar em 2013.

http://fmanha.com.br/#1219359808/1309522394

danieldantas
July 22nd, 2011, 12:51 AM
Juridicamente falando, na linguagem do direito administrativo, o Porto Açu nasceu de uma permissão, concessão ou autorização??

Thuin
July 22nd, 2011, 12:54 AM
Permissão. E deveria ter sido concessão de porto organizado, porque permissão é para terminal operando carga própria e apenas eventual ou subsidiariamente carga de terceiros.

CARIOCAemSSA
July 23rd, 2011, 09:20 AM
^^

Essa é uma forma de burlar as leis dos portos que, em minha opinião, precisa ser revista para permitir que a iniciativa privada tenha maior autonomia para construir portos no país.

O estado não permite que a iniciativa privada construa portos modernos e eficientes porque ele não quer que esses portos privados concorram com os seus portos ultrapassados e ineficientes.

Obs.1: Vale lembrar que o porto do açu não será o primeiro porto privativo a movimentar carga própria e de terceiros em tal proporção que a carga própria seja menor que a carga de terceiros.

Thuin
July 25th, 2011, 02:21 PM
Atualmente, como permite terminais privativos que na verdade são portos, o estado não só permite que a iniciativa privada construa seus portos, como dá a ela (Açu, Itapoá, Ilhéus) vantagens indevidas, já que portos organizados têm mais restrições sobre eles do que terminais privativos.

kondde
August 11th, 2011, 06:40 PM
[B][U]
Não é difiícil compreender que quanto menor o crescimento populacional, melhor para a região, pois significará menos pressão sobre o meio ambiente e sobre a qualidade de vida de quem aqui já reside.
http://robertomoraes.blogspot.com/2011/01/crescimento-da-populacao-com-o.html

Nunca vi isso escrito em nenhum lugar...

Donde vossa mercê tiraste isso?

Os países que estão passando por maiores dificuldades financeiras são os países onde as taxas de natalidade decairam exponencilamente, os países que estão recebendo mais e mais financiamentos e investimentos são os que ainda estão em curva positiva nessa taxa, além de que estarem hoje classifivcados como superpopulosos, vide Índia e China. Os habitantes dos países que se acomodaram e pararam de gerar filhos e consequente mão de obra, estão tendo que engolir migrações de culturas distintas, o que tem gerado inúmeros problemas, inclusive agravando o econômico. Só em população ativa economicamente a China tem o número de nossos habitantes, é ou não é difícil competir com um negócio desses?

O próprio Eike batista em uma reportagem disse que até 2020 o Brasil será um país promissor em receber investimentos, e sabe qual o fator ele destacou para isso, repito melhor, o único fator que ele destacou? A curva de natalidade em positividade, falou até em nível ótimo, o que pode ser um pouco de exagero, pois esse ótimo é difícil de ser determinado e a taxa pode variar.

Infelizmente, querem passar a imagem de um planeta superpopuloso, a revista Época e Supertinteressante não se cansam de bater nessa tecla, e o que justamente traz riqueza para um país são suas pessoas. Os globalistas querem reduzir a população para níveis "aceitáveis" bancando deuses para 4 bi de pessoas, veja mais detalhadamente no livro do Nicolas Hagger, A Corporação.

É claro que para "eles" o que mais interessa é o controle de população e natalidade, sem isso, o Brasil com suas dimensões continentais nunca será uma país de primeiro mundo e desenvolvido!

DennysAndrade
August 13th, 2011, 05:52 PM
Nunca vi isso escrito em nenhum lugar...

Donde vossa mercê tiraste isso?

Os países que estão passando por maiores dificuldades financeiras são os países onde as taxas de natalidade decairam exponencilamente, os países que estão recebendo mais e mais financiamentos e investimentos são os que ainda estão em curva positiva nessa taxa, além de que estarem hoje classifivcados como superpopulosos, vide Índia e China. Os habitantes dos países que se acomodaram e pararam de gerar filhos e consequente mão de obra, estão tendo que engolir migrações de culturas distintas, o que tem gerado inúmeros problemas, inclusive agravando o econômico. Só em população ativa economicamente a China tem o número de nossos habitantes, é ou não é difícil competir com um negócio desses?

O próprio Eike batista em uma reportagem disse que até 2020 o Brasil será um país promissor em receber investimentos, e sabe qual o fator ele destacou para isso, repito melhor, o único fator que ele destacou? A curva de natalidade em positividade, falou até em nível ótimo, o que pode ser um pouco de exagero, pois esse ótimo é difícil de ser determinado e a taxa pode variar.

Infelizmente, querem passar a imagem de um planeta superpopuloso, a revista Época e Supertinteressante não se cansam de bater nessa tecla, e o que justamente traz riqueza para um país são suas pessoas. Os globalistas querem reduzir a população para níveis "aceitáveis" bancando deuses para 4 bi de pessoas, veja mais detalhadamente no livro do Nicolas Hagger, A Corporação.

É claro que para "eles" o que mais interessa é o controle de população e natalidade, sem isso, o Brasil com suas dimensões continentais nunca será uma país de primeiro mundo e desenvolvido!

Hahahahahahaha... ganhei o dia! Quanta asneira junta.

Quer dizer que para ser desenvolvido precisa ter população grande e em crescimento constante, é isso??? :nuts:

Ingenuidade de ginásio ainda.

Valderi
September 20th, 2011, 11:54 PM
Hahahahahahaha... ganhei o dia! Quanta asneira junta.

Quer dizer que para ser desenvolvido precisa ter população grande e em crescimento constante, é isso??? :nuts:

Ingenuidade de ginásio ainda.

Tenham certeza absoluta de uma coisa - e algo que já percebi:

Esse pessoal que fala tanta asneira já estão querendo fazer de São João da Barra um lugar cheio de favelas, "comunidades" e guetos, para tornar esses lugares um reduto de seus votos.

Como a prefeitura, acertadamente, está se preocupando em relação às invasões de terras e barracos, os aproveitadores querem, de qualquer maneira, a favelização daquele município.

DouG Wq
November 19th, 2011, 04:53 AM
Comissão da Alerj visita Porto do Açu para fiscalizar obras do complexo


A Comissão Especial da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) que acompanha a construção do Porto do Açu, fiscalizou pessoalmente, nesta sexta-feira (18), as obras no complexo industrial. Os deputados foram recepcionados por diretores do grupo EBX e pela Prefeita de São João da Barra, Carla Machado. Foi apresentado o vídeo institucional do grupo EBX, logo após os parlamentares visitaram o viveiro, que será administrado pela Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), adquirido pela EBX, que terá capacidade de produção de cerca de 100 mil mudas de espécies nativas da região por ano.

Além disso, os deputados fiscalizaram as obras no Porto e ainda sobrevoaram por toda estrutura do Complexo. A maquete do empreendimento foi apresentada pelo Presidente da LLX, Otávio Lazcana, finalizando a visita. De acordo com a presidente da comissão, a deputada Clarissa Garotinho, é importante para a população que o poder público acompanhe de perto as obras do Porto, que vai ser o 3º maior da América Latina.

— Estou impressionada com a grandiosidade do empreendimento. Analisar o projeto de perto é muito diferente de analisar no papel ou slide, tenho outra visão. O poder público vai continuar a acompanhar as obras, já que o Porto vai gerar grande impacto não só na população de São João da Barra, como em municípios vizinhos. A estrutura precisa ser economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta — destacou a vereadora Clarissa Garotinho.


http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1321653742

DouG Wq
November 19th, 2011, 05:01 AM
LLX assina contrato com Technip para unidade no Superporto do Açu


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, assinou, nesta sexta-feira (18/11), contrato com a Technip Brasil para a instalação de uma unidade de produção de tubos flexíveis para apoio à indústria offshore no Porto do Açu, em construção em São João da Barra, no Norte Fluminense.

A previsão é de que sejam investidos R$ 650 milhões na construção da unidade, que deve gerar 600 empregos diretos e cerca de mil indiretos com a cadeia produtiva de suprimentos. Durante a assinatura do contrato, no Palácio Guabanara, o governador do Rio, Sergio Cabral, comemorou a geração de postos de trabalho viabilizada pela instalação de novos empreendimentos na região.

- Um conjunto de investimentos por parcerias público-privadas foi destinado à região para atender às empresas que se instalarem no Porto do Açu, possibilitando o desenvolvimento da região – ressaltou Cabral.

Com inauguração prevista para setembro de 2013, a unidade da Technip será localizada na margem direita do TX2 (terminal onshore do empreendimento) e ocupará uma área de 289.800 m². A previsão é que seja gerada receita para a LLX de aproximadamente R$ 22 milhões por ano em aluguel de área e utilização de infraestrutura.

- Vamos criar, no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, a maior e mais sofisticada indústria de tubos flexíveis do mundo. Vamos atender com qualidade o mercado, no caso, a Petrobras – afirmou o vice-presidente da Technip, Frédéric Delormel.

O presidente do Grupo EBX, Eike Batista, destacou os esforços do Governo do Estado em possibilitar o desenvolvimento e consolidação do Porto do Açu:

- Um projeto desse porte não ficaria em pé sem o apoio do governo estadual.

O diretor-presidente da LLX, Otávio Lazcano, afirmou que a instalação da unidade de produção da Technip vai favorecer a logística de empresas do setor.

- O Superporto do Açu se consolida, cada vez mais, como o principal destino para as indústrias de suporte ao setor de petróleo e gás no Brasil. Além de excelentes condições para instalação de suas unidades, o empreendimento está situado a apenas 150 km da Bacia de Campos e cerca de 250 km das Bacias de Santos e Espírito Santo, o que possibilita maior competitividade e redução de custos logísticos para as empresas que ali se instalarem – disse Lazcano.

Com matriz na França, a Technip Brasil é um dos líderes mundiais em gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de energia. Além disso, também projeta, fabrica e instala dutos submarinos e equipamentos offshore, constrói refinarias e plantas petroquímicas, e atua também em segmentos não petroleiros, como produtos químicos, fertilizantes, cimento e mineração.

Também em 2013, o Porto do Açu deve entrar em operação ocupando uma área de 90 km², sendo comparado aos mais modernos e eficientes portos do mundo, como os da Ásia e Europa.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1321627920

DouG Wq
November 21st, 2011, 11:34 PM
Siderúrgica Ternium pode adiar projeto no Açu

O empreendimento é do braço siderúrgico do grupo ítalo-argentinoTechint e recebeu em outubro passado, a Licença Previa (LP) e aguarda a Licença de Instalação (LI) que cuja previsão da empresa é de que esta sairia no final deste ano, início de 2012.
A informação sobre a possibilidade do adiamento do investimento no Açu veio à tona na última sexta-feira, quando os investidores da Ternium anunciaram o interesse em pagar R$ 5,2 bilhões para entrar na sociedade da siderúrgica mineira Usiminas, que é controlada pela Nippon Steel, nas ações que hoje pertencem à Camargo Corrêa e Votorantim.

Estes R$ 5,2 bilhões é exatamente o preço do investimento inicial para a construção da siderúrgica no Açu, sobre a qual os investidores dizem que “ainda não bateu o martelo”.

A Tecnint tem três siderúrgica na América do Sul, duas no México e uma na Argentina, mais outra nos EUA. A oferta para aquisição de parte da Usiminas feita pela família Rocca, dona do grupo Tecnhint, foi considerada muita elevada.

A siderúrgica da Ternium no Açu foi projetada para as instalações no Distrito Industrial de São João da Barra (DISJB). A LP autorizou a produção de até 8,4 milhões de toneladas de aço bruto por ano. O projeto aprovado contemplou uma pelotizadora e uma planta siderúrgica integrada para produção de aço em placas e laminados.

Para a liberação destas licenças, a Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA) coordenou duas audiências pública nos dias 7 e 8 de junho de 2011 em que foram apresentados e discutidos o EIA/Rima Estudo/Relatório de Impacto Ambiental da siderúrgica.

Todas estas negociações apontam para um interesse imediato do grupo Tecnint, em suprir mais rapidamente, os laminadores de sua usina mexicana, que atualmente está parcialmente ociosa.

A entrada na sociedade da Usiminas, ainda não fechada, poderá adiar a decisão da construção da siderúrgica no Complexo do Açu, que o grupo EBX, já dava como certa, através dos relatórios de prestação de contas, da sua empresa de logística, LLX.

Comentário do blog: Este e outros fatos apontam que dos empreendimentos planejados em memorandos de entendimento para o Complexo do Açu, os que estão andando mais celeremente, são aqueles relacionados à exploração de petróleo. Este são os casos do estaleiro da OSX do próprio grupo EBX que prevê a construção de cerca de 40 plataformas para a sua empresa de exploração de petróleo OGX , dos contratos recém assinados com a dinamarquesa NKT, fabricante de tubos flexíveis e com a francesa Technip também do mesmo setor, ambas previstas para se localizar na área próxima ao Terminal TX2, destinado às empresas de apoio às atividades off-shore. É também possível identificar que o término da construção do porto do Açu e sua retroárea, já foram adiados para 2011, 2012 e agora 2013.

Acompanhemos os desdobramentos que, como se pode ver, por se referir a investimentos globais e de grande massas de capitais, com interesses e pernas em diversos países e continentes, o mesmo pode ser alterado conforme as ondas e marolas do “mercado”.

http://i529.photobucket.com/albums/dd331/Doug_azd/Noticias/Siderrgica-Terniumdetalhes-2.jpg

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/11/siderurgica-ternium-pode-adiar-projeto.html

DouG Wq
November 21st, 2011, 11:36 PM
Conselho de Administração da LLX aprova melhoria para a infraestrutura de São João da Barra

O Conselho de Administração da LLX em sua última reunião ordinária, também deliberou pela aprovação do Termo de Compromisso com o município de São João da Barra, para “melhorias nas condições de infraestrutura urbana do município, considerando a parcela do valor concernente a esta companhia, conforme proposta apresentada nesta data ao colegiado”.

Resta saber quais os serviços de melhoria da infraestrutura urbana de São João da Barra constavam da proposta apresentada e aprovada pelo Conselho. A Assessoria de Imprensa da LLX foi contactada e disse que por enquanto a empresa ainda não divulgará quais são estas ações aprovadas.

Embora, não trate especificamente da área de infraestrutura urbana, a prefeita de São João da Barra voltou a confirmar que terá o apoio do grupo EBX para construir um hospital na localidade de Cajueiro.

http://robertomoraes.blogspot.com/2011/11/conselho-de-administracao-da-llx-aprova.html

Skybord
November 22nd, 2011, 03:13 AM
^^
Legal a noticia.
O pessoal postava fotos das obras direto, o que aconteceu que o thread ficou meio abandonado?

DouG Wq
November 22nd, 2011, 05:43 PM
^^
O pessoal, que creio eu administrava o blog do Açu, costumava postar bastante fotos de atualizações da obra. Mas pararam...

superkyo
November 22nd, 2011, 10:05 PM
Mais uma obra que não vai como o planejado !? e atrasa !?

Thuin
November 22nd, 2011, 10:11 PM
^^
O pessoal, que creio eu administrava o blog do Açu, costumava postar bastante fotos de atualizações da obra. Mas pararam...
Não, era o blog de uma agente imobiliária de São João da Barra.

DouG Wq
November 23rd, 2011, 02:53 AM
Também tinha um blog sobre o Porto do Açu, que era extraído muito material e postavam aqui. Enfim, não postam mais... Mas é só procurar na rede, nos sites das empresas do Eike, que deve ter atualizações. Quem quiser procurar e postar aqui. :)

Skybord
November 23rd, 2011, 11:30 AM
^^
Acompanho os sites da EBX mas eles nao poe muitas mídias sobre o Porto do Açu mas pelo que parece as obras vao muito bem.

DouG Wq
December 8th, 2011, 04:09 AM
LLX assina contrato com Intermoor para instalação de unidade no Superporto do Açu


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, assinou contrato com a InterMoor para a instalação de uma unidade que oferecerá apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gásno Superporto do Açu, em construção em São João da Barra, no norte fluminense.

A unidade da InterMoor, com início de operação previsto para 2013, será localizada na margem direita do TX2 – terminal onshore do empreendimento e irá fornecer um conjunto de serviços para atender às necessidades específicas de seus clientes, entre eles Petrobras, Shell e OGX, assim como demais empresas do setor de óleo e gás que operam no Brasil. A unidade contará com 90 metros de frente de cais e 52.302 m² de área total. A previsão é que seja gerada receita para a LLX de aproximadamente R$ 3,6milhões por ano em aluguel de área e utilização de infraestrutura.


“Este é mais um contrato importante que confirma o Superporto do Açu como destino preferencial para a indústria de apoio offshore. O TX2 oferece às empresas deste segmento condições ideais para instalação de suas plantas, tais como cais próprio e fácil acesso ao mar, através de um canal de águas abrigadas. O Superporto do Açu encontra-se a uma distância de apenas 150 km da Bacia de Campos e 250 km da Bacia do Espírito Santo, que juntas respondem por 90% da produção atual de petróleo no Brasil”, comentou Otávio Lazcano, Diretor Presidente da LLX.


“O desenvolvimento do TX2 proporcionará uma excelente plataforma para aceleração do crescimento contínuo da InterMoor e demais empresas do Grupo Acteon no mercado brasileiro de óleo e gás. Estamos entusiasmados em participar do desenvolvimento do TX2 e empenhados em oferecer serviços de alta eficiência e segurança para os nossos clientes. Estamos muito satisfeitos em fazer parte deste marco do empreendedorismo”, afirmou John Riggs, Diretor da InterMoor do Brasil.


A InterMoor do Brasil é uma subsidiária da InterMoor Inc. (empresa integrante do Grupo Acteon), localizada em Houston, Texas (EUA). Ela é líder global no fornecimento de serviços de ancoragem, fundações e serviços subaquáticos, e oferece soluções inovadoras para plataformas móveis e serviços de instalação offshore. O Grupo Acteon reúne um conjunto de empresas presentes em diversos países ao redor do mundo, que oferecem uma gama de serviços para o desenvolvimento completo de campos offshore.


O TX2 é um terminal onshore composto por um canal de 6,5 km de extensão e 300 metros de largura, com 13 km de cais e profundidade que varia entre 18,5 metros e 10 metros. Com 8 milhões de m2 de área total, o terminal possui 2 milhões de m2 para a instalação de indústrias de apoio offshore, e se consolida como importante pólo de apoio para a indústria de petróleo e gás, capaz de movimentar ainda carvão, produtos siderúrgicos e granéis sólidos e líquidos.

http://fmanha.com.br/#1219359853/1323094631

Skybord
December 19th, 2011, 05:28 PM
Vídeo novo da EBX sobre o porto (sem muitas novidades sobre a obra):

i-jIUoQr50Q

superkyo
December 19th, 2011, 08:17 PM
Parece que não fica pronto nunca essa obra

Skybord
December 20th, 2011, 02:31 AM
Vai ficar pronta sim, estamos em um período de semi-crise os investimentos estao meio parados, mas que sai sai.

Biunil
December 22nd, 2011, 02:22 AM
^^
Qual a previsão pra começar a operar? Se é que ainda há uma.

superkyo
December 22nd, 2011, 06:46 PM
Lá no começo era pra começar nesse final de 2011, mas mais recentemente vi que agora a previsão é final de 2012.

Decepciona muito quando nem a iniciativa privada consegue manter os prazos.

Clovis Padoan Filho
December 29th, 2011, 01:34 PM
Êta mania brasileira de só reclamar ein!

Esqueceu a crise de 2008 e a turbulência desse ano?
Tu acha que todas as empresas que querem/irão se instalar no Complexo não diminuiram a marcha um pouco, assim como a própria operação do porto, esperando um restabelecimento da economia global?

Não é atraso por falta de gerenciamento, investigação do TCU ou coisa que o valha, atrasos planejados são muito bem vindos!!

Passei a última hora lendo todo o tópico, do inicio ao fim, fiquei muito entusiasmado, e como muitos falaram, que bom seria se tivessemos mais empresários desse porte, e o mais importante com cojones nesse Brasilzão, mas melhor tendo um Eike que nenhum!
ehehhe

abraços

Moss@d
January 15th, 2012, 06:29 PM
Não sei vocês, mas eu tenho a impressão que parece que todo projeto importante do país fica pronto somente para a Copa do Mundo ou as Olimpíadas.... hahaha

Aju76
January 22nd, 2012, 04:27 AM
Vídeo novo da EBX sobre o porto (sem muitas novidades sobre a obra):

i-jIUoQr50Q

http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20124_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20111_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20101_gde.jpg

A visão do futuro:
http://1.bp.blogspot.com/_F3BuEePYEQU/ShnBIAKVkRI/AAAAAAAAF34/QXrRdDegonQ/s1600/015.JPG

Fonte: http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=383

Skybord
January 22nd, 2012, 03:58 PM
Muito boas as fotos! Essa obra é gigantesca :cheers:

bsblord
January 29th, 2012, 05:37 PM
Torcendo muito para o sucesso desse empreendimento... até que enfim uma "entrada" descente para o nosso país.

DouG Wq
February 7th, 2012, 07:36 PM
Construção de canal no Superporto do Açu avança em ritmo acelerado



A construção do canal do Superporto do Açu segue a todo vapor. Com obra iniciada em agosto do ano passado, o canal já conta com 1.400 metros de extensão, 8 metros de profundidade e mais de 200 metros de largura. Desenvolvido pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, a obra integra o TX2, terminal onshore do empreendimento em construção em São João da Barra (RJ).

O entorno do canal que integrará o TX2 terá 13 km de cais, 300 metros de largura e profundidade entre 10,5 e 14,5 metros. Nele estarão instalados a Unidade de Construção Naval da OSX (empresa do setor de equipamentos e serviços para a indústria naval offshore de petróleo do Grupo EBX) e o Terminal Multiuso da LLX, além de uma série de empresas para apoio à indústria offshore. A previsão é que a construção do canal seja concluída em 2013.

O TX2 também contará com profundidade de 18,5 metros no acesso ao canal, na altura do quebra-mar. Neste local serão movimentados carvão e supply boat.

Dragagem

A primeira fase da dragagem do canal está sendo realizada pela draga Cyrus II, da empresa holandesa Boskalis. O equipamento, de corte e sucção, retira a areia do local. O material é levado, por tubulação, para um aterro.

Esta foi a primeira vez no mundo que uma draga iniciou a construção de um canal em mar aberto, sem a construção prévia de um quebra-mar.

Outras duas dragas ainda serão usadas durante a construção do canal. Na segunda fase da obra, prevista para fevereiro, será utilizada a draga holandesa Sea Way. Ela realizará o aprofundamento do canal dos atuais 8 metros para 14,5 metros de profundidade. A Sea Way estava sendo utilizada no México e possui 171 metros de comprimento, 22 metros de largura e capacidade de sucção de mais de 30 mil m³ por hora.

Já no mês de abril, ainda para trabalhar na dragagem do canal, chega ao Brasil a terceira draga holandesa Cornelus Zahnen.

TX2

Com uma área total de 8 milhões de m2, o TX2 possui 2 milhões de m2 para a instalação de indústrias de apoio offshore e se consolida como um importante pólo de apoio para a indústria de petróleo e gás, capaz de movimentar ainda carvão, produtos siderúrgicos e granéis sólidos e líquidos.

Entre as empresas que já assinaram contrato para instalação de unidade no TX2 estão a InterMoor, de apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás e as empresas de produção de tubos flexíveis para a indústria offshore, NKTF e Technip Brasil.

Com localização privilegiada na região Sudeste, o TX2 está no ponto mais próximo da costa com relação à Bacia de Campos, em frente a 85% da produção brasileira de petróleo.

Com mais de 30 berços para atracação de navios e profundidade entre 10,5 e 18,5 metros, o desenvolvimento do canal permitirá a movimentação de escória, granito, produtos siderúrgicos, granéis sólidos e líquidos e atividades de apoio à indústria offshore.

http://www.fmanha.com.br/#1219359853/1328010057

raffasoares
February 14th, 2012, 03:11 PM
“O Complexo Industrial Portuário do Açu não representa um verdadeiro desenvolvimento.” Entrevista especial com Arthur Soffiati
Para o pesquisador, a construção da obra portuária em São João da Barra, no Rio de Janeiro, não é necessária para o Brasil.

“Muitas famílias tiveram suas terras desapropriadas para ceder espaço ao distrito industrial, intimamente relacionado ao porto do Açu, em construção por empresas do grupo EBX. Para não valorizar os defensores dessa obra portuária, prefiro considerá-la como porto do Açu, e não superporto, expressão usada pelos seus construtores e defensores entusiastas”, esclarece o pesquisador Arthur Soffiati, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Para ele, as desapropriações são irregulares e se relacionam ao distrito industrial da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (CODIN), que dará suporte ao porto.

Segundo Soffiati, esse tipo de empreendimento é desnecessário para o país, pois irá “beneficiar um empresário que deseja ser o homem mais rico do mundo. Beneficiam um grupo muito pequeno de pessoas, inclusive políticos. Geram divisas para o país, mas os custos socioambientais são muito altos”, afirma. E conclui: “apesar do discurso em defesa do ambiente e da sociedade adotado pelo empreendimento, na prática, ocorre o contrário. Os pequenos produtores rurais de São João da Barra, no início de sua organização, tinham o cuidado de defender seus interesses sempre esclarecendo que não eram contra o progresso e o desenvolvimento. Agora, eles já perceberam com clareza que o complexo industrial-portuário não representa um verdadeiro desenvolvimento.”

Arthur Soffiati é Doutor em História Ambiental e pesquisador do Núcleo de Estudos Socioambientais da Universidade Federal Fluminense/núcleo Campos.

Confira a entrevista.

IHU On-Line - Algumas famílias tiveram seus imóveis desapropriados em função da construção de novos empreendimentos em São João da Barra? Que empreendimentos são esses? Eles estão relacionados ao superporto de Açu?

Arthur Soffiati - Não apenas algumas, mas muitas famílias tiveram suas terras desapropriadas para ceder espaço ao distrito industrial, intimamente relacionado ao porto do Açu, em construção por empresas do grupo EBX. Para não valorizar os defensores dessa obra portuária, prefiro considerá-la como porto do Açu, e não superporto, expressão usada pelos seus construtores e defensores entusiastas. As desapropriações são irregulares e se relacionam ao distrito industrial da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (CODIN), que dará suporte ao porto. Ele foi concebido pela iniciativa privada em seu próprio benefício, mas instituído pelo governo estadual. Basta dizer que a área do distrito industrial previsto pelo Plano Diretor do município de São João da Barra foi praticamente revogada por um decreto do governo estadual para atender aos interesses do grupo X. Quanto aos empreendimentos gulosos de terras em São João da Barra, menciono um mineroduto, um porto em forma de ilha, duas termelétricas, um estaleiro (rejeitado pela população em Santa Catarina), duas siderúrgicas, empresas dos setores metal-mecânico, cimenteiras e outras ainda não conhecidas.

IHU On-Line - Que empreendimentos secundários serão construídos para viabilizar o superporto de Açu? É verdade que a MPX pretende construir duas usinas termoelétricas na região, uma a base de carvão e a outra, de gás natural?

Arthur Soffiati - Inicialmente, o grupo EBX declarou pretender apenas um mineroduto ligando Minas Gerais ao litoral do Estado do Rio de Janeiro para escoar ferro para exportação. Como, na costa entre os Rios Itapemirim, no sul do Espírito Santo, e o Rio Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, não existe nenhuma formação de pedra para abrigar um porto, o grupo EBX resolveu construir uma ilha-porto dentro do mar com rochas retiradas do Morro do Itaoca, nas imediações de Campos. Este morro tem várias espécies vegetais nativas endêmicas restritas, ou seja, que só existem lá em todo o planeta. É verdade que o grupo X vai construir duas termelétricas no complexo. Inicialmente, a primeira, movida a carvão mineral, teria a finalidade de fornecer energia para o empreendimento, mas logo se percebeu que a energia produzida ultrapassava as necessidades do porto. A intenção é vender energia. Em seguida, foi anunciada a construção de outra termelétrica, esta movida a gás natural. O empreendimento deixou de ser um porto exportador de ferro para assumir dimensões maiores. Posteriormente, foram anunciadas duas siderúrgicas e várias outras fábricas, localizadas num distrito industrial, o que mudou o perfil inicial do empreendimento. E tudo com o aval do estado por meio de processos de licenciamento claramente facilitados.

IHU On-Line - Como está sendo feito o acompanhamento ambiental na região, para
evitar irregularidades?

Arthur Soffiati - Li todos os Estudos de Impacto Ambiental dos empreendimentos do que vêm sendo chamado de Complexo Logístico Industrial Portuário do Açu (CLIPA). Todos eles apresentam erros grosseiros de conhecimento dos ecossistemas atingidos, além de falsificações que interessam ao grande empreendimento. O IBAMA só licenciou o mineroduto porque ele atravessa dois estados da federação. Os outros ficaram por conta do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), para o qual a ordem advinda do governo é aprovar tudo sem discussão. Assim, todas as licenças são suspeitas, até porque conheço técnicos honestos no governo a me confirmarem a supremacia econômico-política sobre o técnico-ambiental. Resumindo, a ordem do governo estadual, metaforicamente, é a seguinte: se tartarugas mortas por dragagem forem encontradas, digam que elas morreram por engolir sacos plásticos ou foram dilaceradas por hélices de barcos pesqueiros. Em síntese, o IBAMA lavou as mãos, como Pôncio Pilatos, e transferiu todo o processo de licenciamento ao INEA, cujos técnicos são obrigados a se violentar ao afirmarem que os empreendimentos não causam impactos socioambientais significativos.

IHU On-Line - Esses empreendimentos poderão gerar algum impacto ambiental na
região? Em que aspectos?

Arthur Soffiati - Os impactos socioambientais serão profundos até na percepção de um leigo. O mineroduto cortou lagoas através de aterros que as seccionam. O porto foi construído com pedras retiradas de um morro raro em termos de biodiversidade vegetal e numa zona costeira com forte energia oceânica. O acesso de navios a ele exigirá um canal de 13 quilômetros de comprimento por 18 metros de profundidade e 300 metros de largura porque o fundo do mar é raso. A areia retirada por uma draga de sucção já está provocando a morte de peixes, tartarugas marinhas e cetáceos. Parte dessa areia está sendo depositada no próprio fundo do mar. A outra parte está sendo usada para aterrar as cabeceiras de uma lagoa outrora ligada ao Rio Paraíba do Sul, onde se erguerá o distrito industrial. Vários pequenos produtores rurais já foram retirados sumariamente de suas casas com respaldo da polícia militar e de seguranças do empreendimento. A construção de um estaleiro, rejeitado em Santa Catarina, vai cortar uma lagoa costeira por um canal de 300 metros de largura e 18 de profundidade. Esse canal vai se ligar ao de acesso ao porto. Como as correntes marinhas são fortes, a abertura dos dois canais exigirá dragagem constante. A intensa movimentação de navios de grande calado modificará radicalmente a atividade pesqueira. O distrito industrial será um bairro industrial, impermeabilizando o solo de forma irreversível. A água para o empreendimento será captada no Rio Paraíba do Sul, num ponto em que ele não recebe mais nenhum afluente. Isto pode favorecer o avanço do mar pela foz. A contribuição de gases do efeito estufa na atmosfera ainda não foi mensurada.

IHU On-Line - Quais são os principais equívocos desses empreendimentos?

Arthur Soffiati - O grande equívoco desse empreendimento é trabalhar com recursos minerais, portanto esgotáveis. O ferro para as siderúrgicas e para exportação. O carvão mineral para mover uma termoelétrica. O gás natural para acionar a outra. E petróleo. O grupo EBX vai explorar petróleo na bacia de Campos, que será conduzido por um oleoduto que começa no porto. Outro equívoco é a instalação de um mega-empreendimento numa costa nova, baixa e ainda instável, com forte energia oceânica. Ele vai mudar completamente o perfil do município, que deixará de produzir alimentos por pequenos proprietários para produzir artigos de exportação.

IHU On-Line - Como o governo e os órgãos ambientais se manifestam diante
desses projetos?

Arthur Soffiati - O governo federal apoia o grande empreendimento, embora só tenha participado do licenciamento do mineroduto. O governo estadual facilita tudo para a instalação das unidades que vão formá-lo. Basta dizer que o distrito industrial e o corredor logístico de saída e entrada no complexo foram traçados pelo grupo X e impostos por decreto pelo governador do Estado. Descontente com o traçado do corredor logístico, a prefeita de Campos deveria pedir a mudança dele ao governador, mas foi fazer este pedido ao empresário Eike Batista e foi atendida. Quanto ao governo municipal de São João da Barra, pode-se dizer que a prefeita do município assina embaixo tudo o que o grupo desejar. Eike Batista já ganhou inclusive o título de Barão de São João da Barra. Enfim, não se sabe ao certo quem governa o Estado e o Município, pois a relação entre governos e iniciativa privada é altamente promíscua.

IHU On-Line - Esses empreendimentos são necessários para o país?

Arthur Soffiati - Entendo que não. Eles vão beneficiar um empresário que deseja ser o homem mais rico do mundo. Beneficiam um grupo muito pequeno de pessoas, inclusive políticos. Geram divisas para o país, mas os custos socioambientais são muito altos. Apesar do discurso em defesa do ambiente e da sociedade adotado pelo empreendimento, na prática, ocorre o contrário. Os pequenos produtores rurais de São João da Barra, no início de sua organização, tinham o cuidado de defender seus interesses sempre esclarecendo que não eram contra o progresso e o desenvolvimento. Agora, eles já perceberam com clareza que o complexo industrial-portuário não representa um verdadeiro desenvolvimento.

http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/506233-o-complexo-industrial-portuario-nao-representa-um-verdadeiro-desenvolvimento-entrevista-especial-com-arthur-soffiati

superkyo
February 14th, 2012, 06:25 PM
^^ Nossa o cara quer que um mega empreendimento não altere absolutamente nada, não pode morrer uma alga ou borboleta.

Dudu Lex
February 14th, 2012, 06:51 PM
^^ Nossa o cara quer que um mega empreendimento não altere absolutamente nada, não pode morrer uma alga ou borboleta.

Além disso, esse pesquisador ignorou que megaempreendimentos como esse alavancam a economia, gerando empregos e aumentando a arrecadação de impostos e contribuições, que serão destinados à Educação, Saúde e Previdência...e também para pagar seu salário de pesquisador de universidade pública...

luancarpe
February 14th, 2012, 09:43 PM
“O Complexo Industrial Portuário do Açu não representa um verdadeiro desenvolvimento.” Entrevista especial com Arthur Soffiati
Para o pesquisador, a construção da obra portuária em São João da Barra, no Rio de Janeiro, não é necessária para o Brasil.



Parei de ler aí mesmo, no subtítulo :bash:

Aju76
February 15th, 2012, 12:59 AM
http://www.llx.com.br/media/4-1-12%20322_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/4-1-12%20332_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/4-1-12%20348_gde.jpg

Fonte: http://www.llx.com.br/

Barba
February 15th, 2012, 01:01 AM
O equívoco é parar de produzir agricultura de subsistência para produzir artigos de exportação. Aham, senta lá Cláudia.

Na cabeça de alguns, devíamos voltar à cultura da caça e coleta.

Aju76
February 15th, 2012, 01:02 AM
http://www.llx.com.br/media/01-02-12%20077_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/01-02-12%20069_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/01-02-12%20102_gde.jpg

Fonte: http://www.llx.com.br/

Dez 2011
http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20124_gde.jpg

raffasoares
February 15th, 2012, 01:14 AM
COLOSSAL... :eek2:

Wey
February 15th, 2012, 04:33 AM
Que esse "pesquisador" morra.

/fim

lukguns
February 16th, 2012, 02:54 PM
Que pesquisador ridículo...

É contra por causa do empreendimento ser baseado no extrativismo mineral hahaha

É contra porque os pequenos agricultores da região deixarão de produzir alimentos para consumo local para tornarem operários das indústrias exportadoras rs

A pessoa perde completamente o bom senso em defesa da sua causa...

morioli
February 16th, 2012, 04:29 PM
Hoje o Ricardo Boechat (Band), informou que amanhã sai uma reportagem especial sobre as obras.

O foco deve ser as desapropriações e uso de milícias para intimidar os proprietários, vamos aguardar.

raffasoares
February 17th, 2012, 07:14 PM
Donos de terras ajuízam liminar para embargar obras do Porto do Açu, no RJ
A ação questiona o licenciamento ambiental das empresas EBX, LLX, OSX, OGX e MMX

A Associação dos Proprietários de Imóveis - Asprim, sediada em São João da Barra, RJ, ingressou nessa quarta-feira, dia 8, com pedido liminar de embargo das obras do Distrito Industrial do Açú.

A Asprim, em conjunto com mais três associações demandantes na ação judicial, afirma que o estudo de impacto ambiental (EIA) do empreendimento apresenta problemas técnicos e legais. Dentre eles, que o licenciamento ambiental deve ser conduzido pelo Ibama e não pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente), conforme determina a Resolução 237 do Conama ( Conselho nacional de Meio Ambiente).

Segundo o parecer técnico da Associação dos Geógrafos do Brasil - AGB a forma fragmentada que o estudo desenvolvido pelas empresas “X” foi apresentado viola a Constituição Federal, a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente e legislação ambiental vigente, contrariando também a necessária cautela técnica.

Para a AGB, há sério risco de ultrapassagem da capacidade de suporte, ou seja, o estudo ambiental, na forma que vem sendo conduzido - além de ilegal – omite e não considera os verdadeiros impactos. Os mesmos só seriam auferíveis, com segurança, pela soma de todos os impactos do empreendimento e seus efeitos conjuntos ao meio ambiente e comunidades afetadas.

O impacto atinge área costeira delicada e particularmente instável no aspecto geológico. São previstos inúmeros danos irreversíveis e outros ainda desconhecidos decorrentes da destruição de mangues e restinga, complexo de lagoas e lagunas, assim como áreas de preservação permanente.

O empreendimento, se viabilizado, contará com pelo menos 11 diferentes tipos de impactos ambientais incluindo mineração, termoelétrica, refinaria de petróleo, polo metal-mecânico, cimentaria, processamento de ferro, minerioduto, siderurgia, armazenamento de gás natural, construção e manutenção de plataformas de petróleo, emissário marinho de detritos industriais, dentre outros.

Dentre os pedidos liminares formulados pela Associação, está a solicitação da suspensão imediata das dragagens de abertura de um canal que pretende ligar o mar ao continente possibilitando a entrada de embarcações de grande porte.

O estudo ambiental da empresa também não esclarece os impactos causados pelo aumento da turbidez da água e seus resultados sobre a pesca artesanal e industrial. Da mesma forma, não estão claros os efeitos negativos sobre a estabilidade do solo costeiro marinho e APPs, um dos problemas mais graves.

O EIA relata a presença de tartarugas marinhas que desovam anualmente na região, mas não informa o que será feito para mitigar a situação. Comunidades de cetáceos (golfinhos, toninhas e baleias), protegidos pela Lei Federal de Cetáceos, vivem e migram naquela região.

Da mesma forma, o estudo não apresenta de forma satisfatória as medidas mitigadoras a serem tomadas pelas empresas, especialmente quanto aos efeitos do emissário de detritos industriais sobre esses animais especialmente protegidos.

A Asprim e associações também buscam indenização por eventuais danos ambientais decorrentes do descumprimento da legislação ambiental. O valor da indenização será calculado do transcorrer da ação, mediante parecer técnico ecossistêmico, ou com referência ao valor previsto para a instalação do empreendimento.

“Com base na legislação, o Ibama deve licenciar, não o Inea, muito menos apto e experiente diante de um empreendimento desta magnitude e risco. As associações buscam nada além do que a efetividade da legislação ambiental brasileira. Neste formato de licenciamento que tramita junto ao Inea, não há como conciliar o empreendimento com o ideal de sustentabilidade e muito menos com responsabilidade intergeracional. Em tempos de crise ambiental, o conceito de desenvolvimento econômico precisa evoluir. Atrelar desenvolvimento ao PIB ou contas nacionais soa arcaico, algo que remonta ao início da Revolução Industrial, não mais a este século” pondera Cristiano Pacheco, consultor jurídico ambiental e advogado da Asprim.

Para acessar e acompanhar o processo judicial:

O processo tramita na forma eletrônica na Justiça Federal de Campos dos Goytacazes sob o número 0000149-98.2012.4.02.5103.

Qualquer pessoa interessada pode solicitar a chave de acesso para consulta via internet, bastando contatar a Justiça Federal de Campos dos Goytacazes para instruções pelo telefone 22 3054-3224.

(Instituto Justiça Ambiental / Instituto CarbonoBrasil, 14/02/2012)

http://ambienteja.info/ver_cliente.asp?id=175178

superkyo
February 18th, 2012, 10:59 AM
^^ ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ BRASIL !!!

Torcer que o poder do EIKE + o fato das obras estarem avançadas impeçam a paralisação das obras.

morioli
February 18th, 2012, 04:20 PM
^^ ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ BRASIL !!!

Torcer que o poder do EIKE + o fato das obras estarem avançadas impeçam a paralisação das obras.

Muita calma nesta hora....
Apesar de ser a favor da obra, ela está cercada de vários "mistééérios".
Tem mesmo que ser tudo muito bem apurado.

Recentemente no Rio recebemos a obra da CSA, que o governo abaixou as calças para ser construída e depois que estava funcionando sofreu até ameaças de fechar...
Ainda é um problema ambiental e a Thyssen está vendendo.

Aju76
February 19th, 2012, 01:11 AM
Às vezes, esses obstáculos, lembram o velho esquema de criar dificuldades para vender facilidades.

Thuin
February 19th, 2012, 12:10 PM
^^ ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ BRASIL !!!

Torcer que o poder do EIKE + o fato das obras estarem avançadas impeçam a paralisação das obras.
Na torcida por Eike, Naji Nahas, Fernandinho Beira-Mar e Daniel Dantas, que atropelem sem problema quem quer que esteja em seu caminho!

A sério, você tá torcendo pra que funcione uma situação em que um governante corrupto desapropria terra em prol de uma empresa amiga? Cadê o respeito à propriedade privada aí?

dahaka2
February 26th, 2012, 05:23 PM
^^

Um tempo atrás eu disse neste fórum que o Eike ilude muita gente com o marketing pessoal pesado dele. Foi uma chuva de pedras em cima de mim...

PapaleuPaes
February 26th, 2012, 06:33 PM
Junho 2008.... E pensar que isso é Rio de Janeiro!

http://www.llx.com.br/media/portoacu_junho08_02_maior.jpg

morioli
February 28th, 2012, 09:42 PM
Obstáculos travam porto de Eike no Rio
Folha de São Paulo - 27/02/2012

O município de São João da Barra (RJ), onde será instalado um megacomplexo industrial capitaneado pelo empresário Eike Batista, vai presenciar nos próximos anos um crescimento como poucas vezes se viu no país.

Para isso, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a LLX, empresa de logística de Eike, que lidera o projeto, terão de vencer obstáculos como a resistência de moradores às desapropriações, investigações sobre uso de milícias, críticas de ambientalistas e a vigilância da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.

Além disso, o Ministério Público Federal questiona a legalidade de dar a administração de um porto a uma empresa privada sem que seja realizada licitação. O processo está na Justiça Federal.

O complexo industrial surgiu a partir da decisão de Eike de construir um porto em um terreno seu, com siderúrgicas, montadoras e termelétricas no entorno.

A Secretaria do Ambiente determinou, porém, que metade da área fosse transformada em reserva ambiental. Em contrapartida, o governo do estado se comprometeu a desapropriar áreas próximas ao Porto do Açu para a realização do projeto.

As desapropriações caminharam a passos largos na primeira fase, feitas sob o comando da Secretaria de Desenvolvimento, Energia, Indústria e Serviços, por meio da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), e da LLX.

Agora, na segunda fase, terão também o acompanhamento da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do estado.

A decisão foi tomada após a Comissão de Direitos Humanos, vinculada à secretaria, constatar problemas na retirada das famílias das suas propriedades, a maioria com documentação irregular.

Até o momento, o estado e a LLX só conseguiram desapropriar 23 km² de um total de 70 km² necessários para a construção do complexo. A área fica colada ao terreno de 100 km² de Eike. As indústrias previstas no projeto ocuparão 130 km², uma área do tamanho de Cubatão (SP).

A previsão é que sejam investidos US$ 40 bilhões até 2025 e gerados 50 mil empregos quando os empreendimentos estiverem instalados.

Segundo a Codin, 151 propriedades já foram desapropriadas. Foram pagos R$ 44 milhões dos R$ 128 milhões previstos para todas as desapropriações.


Irregularidade

Para acelerar o processo, a LLX adquiriu, na primeira fase, propriedades em situação irregular. O dinheiro foi depositado em juízo e, quando a documentação for regularizada, a empresa será ressarcida pelo estado.

O procurador Eduardo Oliveira critica a falta de discussão com a sociedade e a forma como as desapropriações estão sendo feitas. Ele abriu procedimento administrativo para investigar o uso de milícias na retirada das famílias, mas até agora nada ficou comprovado.

A presidente do Conselho de Direitos Humanos do Estado, Andréa Sepúlveda, visitou as desapropriações no mês passado e constatou coação a moradores, principalmente idosos. "Estamos conversando com a Secretaria de Desenvolvimento para que a segunda fase seja dentro das conformidades dos direitos humanos", disse ela.

http://www.portalnaval.com.br/noticia/33867/obstaculos-travam-porto-de-eike-no-rio

Aju76
March 25th, 2012, 04:33 PM
MARÇO
http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20061_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20064_gde.jpg


http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20082_gde.jpg


http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20098_gde.jpg

Aju76
March 25th, 2012, 04:35 PM
MARÇO

http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20098_gde.jpg

DEZEMBRO 2011

http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20124_gde.jpg

Vinicius
March 26th, 2012, 10:09 AM
^^

Do que se trata a obra da última foto?

Thuin
March 26th, 2012, 02:09 PM
Além do porto offshore, vai ter uma bacia dragada na área de restinga, com porto de contêineres e estaleiro.

Não, não precisou de nova licença ambiental para a alteraçãozinha.

baga171
April 3rd, 2012, 04:00 PM
Sem nenhuma atualização? to doido para ver o andamento dessa obra grandiosa!

DouG Wq
April 12th, 2012, 11:56 PM
Muita calma nesta hora....
Apesar de ser a favor da obra, ela está cercada de vários "mistééérios".
Tem mesmo que ser tudo muito bem apurado.

Recentemente no Rio recebemos a obra da CSA, que o governo abaixou as calças para ser construída e depois que estava funcionando sofreu até ameaças de fechar...
Ainda é um problema ambiental e a Thyssen está vendendo.

É bem por aí....
Não sou contra as obras, assim como a maioria dos habitantes das localidades próximas não são. Porém, as desapropriações vem ocorrendo de maneira violenta, sem que os proprietários recebam os devidos valores. Em outros casos tem sido enviados para terras que não possuem a mesma produtividade.
E o empreendimento vem tomando áreas que ainda não estão definidas como áreas industriais.
Outro ponto é o novo plano diretor de São João da Barra, tão comentando. Em nada fala sobre a região do Açu, como esta não fosse habitada e toda área pertencesse ao complexo.

Vejo as realidades do município de SJB e Campos e haverá grades avanços na economia e geração de emprego, isso já ocorre! E não quer dizer qualidade de vida para a população. Até o momento não há grandes contrapartidas seja do Eike ou dos poderes públicos. Os governos locais não pensam em seus municípios como um todo, muito menos pensam numa interação nas ações de planejamento, infraestrutura. O Eike poderia ter esse papel de agregar, mas isso é o menos importante para ele.

sharles38
April 13th, 2012, 10:52 PM
MP pede suspensão de licenças ambientais no Porto de Açu, no RJ

MP-RJ entrou com ação civil pública contra implantação de siderúrgica.
Ação aponta lançamento de poluentes cancerígenos na atmosfera.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) entrou com ação civil pública, nesta quinta-feira (12), para suspender as licenças ambientais das obras de implantação da Siderúrgica Ternium S/A no Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense. De acordo com o MP, ao entrar em operação, a siderúrgica lançaria poluentes com propriedades cancerígenas na atmosfera, como o benzeno. O projeto da siderúrgica engloba a construção de uma usina em uma área com mais de 1,3 mil hectares, para a produção de placas, chapas e bobinas de aço.

A ação aponta falhas e irregularidades no processo de licenciamento, principalmente no Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Segundo análise técnica feita por peritos do MP, o EIA possui falhas que descumprem normas legais, apresenta incorreções e omissões que subavaliam os impactos esperados do empreendimento. Segundo o MP, o EIA não garante a viabilidade ambiental do projeto e nem o atendimento aos padrões e limites de emissão de poluentes.

Além da siderúrgica, também são alvos da ação o Estado do Rio de Janeiro, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Siderúrgica Norte Fluminense. O MP pede, além da suspensão das licenças, a proibição do início das obras e o impedimento de que o Inea e a Comissão Estadual de Controle Ambiental (Ceca) possam conceder novas licenças até que sejam solucionadas todas as falhas detectadas.

A ação também afirma que, caso o projeto seja levado adiante, pode haver “destruição de vegetação em área de preservação permanente, em área de Mata Atlântica em estágio de regeneração insuscetível de remoção e afugentamento ou dizimação de espécies endêmicas ou ameaçadas de extinção”.

Em 2009, segundo relatado na ação judicial, a própria responsável pelo Complexo Industrial de Açu, a LLX Operações Portuárias S/A, apresentou Avaliação Ambiental Estratégica de todo o complexo, destacando o gás natural como o principal combustível utilizado para alimentar as unidades industriais. “No entanto, o licenciamento das diferentes unidades, assim como da Siderúrgica Ternium, se afasta dos cenários previstos por aquele estudo estratégico, o que põe em cheque a possibilidade legal de instalação de todas as unidades previstas para o complexo”, relatam os promotores.

O G1 entrou em contato com a LLX e o Inea e aguarda retorno.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/04/mp-pede-suspensao-de-licencas-ambientais-no-porto-de-acu-no-rj.html

Aju76
April 17th, 2012, 02:51 AM
http://www.llx.com.br/media/TX1.jpg
http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=162&lng=br

raffasoares
April 19th, 2012, 05:14 PM
MPRJ requer suspensão de licença ambiental em Porto do Açu
Medida foi tomada devido a falhas e irregularidades encontradas no processo de licenciamento, sobretudo no Estudo de Impacto Ambiental (EIA), requerido para projetos com grande potencial causador de degradação.

http://www.ecoagencia.com.br/fotos_noticias/1334518531_g.jpg

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou Ação Civil Pública (ACP), com pedido de antecipação de tutela, para que sejam suspensas as licenças ambientais que permitem o início das obras para a implantação da Siderúrgica Ternium S/A, no Complexo Industrial do Açu, no Norte Fluminense. Além da empresa, são alvos da ação o Estado do Rio de Janeiro, o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e a Siderúrgica Norte Fluminense S/A. A medida foi tomada devido a falhas e irregularidades encontradas no processo de licenciamento, sobretudo no Estudo de Impacto Ambiental (EIA), requerido para projetos com grande potencial causador de degradação.

A ACP foi subscrita pelos Promotores Vinicius Lameira Bernardo e Êvanes Soares Amaro Júnior da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Campos dos Goytacazes e distribuída à 1ª Vara da Comarca de São João da Barra. O documento narra que o MPRJ instaurou inquérito para fiscalizar a instalação da usina siderúrgica de responsabilidade da Ternium, no Distrito Industrial de São João da Barra, após receber o EIA e o Relatório de Impacto Ambiental (RIA) do empreendimento. O projeto prevê a construção da usina em área com mais de 1.300 hectares, com capacidade para produzir placas, chapas e bobinas de aço. De acordo com os Promotores, um dos resultados da operação da siderúrgica é o lançamento de poluentes atmosféricos como o benzeno, que possui propriedades cancerígenas.

Segundo análise técnica feita por peritos do MPRJ, o EIA possui falhas que descumprem normas legais, apresenta incorreções e omissões que subavaliam os impactos esperados do empreendimento. Além disso, o estudo não garante a viabilidade ambiental do projeto e nem o atendimento aos padrões e limites de emissão de poluentes. Entre os pontos mais críticos destacados pelos Promotores está a autorização para utilização de uma tecnologia para a coqueria (a unidade mais poluente da siderúrgica) que emite benzeno. "Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a existência de alternativa tecnológica mais eficiente impõe a sua utilização, por força do princípio do poluidor-pagador", acrescenta o texto da ação.

Apesar da crítica contida em pareceres técnicos elaborados pelo Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE) do MPRJ e sucessivas reuniões com o INEA e as empresas para que as irregularidades fossem sanadas, as omissões não foram totalmente suprimidas. Em 21 de dezembro de 2011, a Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA) emitiu licença prévia atestando a viabilidade da siderúrgica na forma, local e com a tecnologia que empresa preferisse. A medida foi ratificada por parecer do INEA de 20 de março deste ano, que já autorizava o início das obras e, finalmente, em 27 de março, a CECA expediu a licença de instalação.

Além da suspensão das licenças ambientais concedidas à Ternium S/A, o MPRJ requer decisão liminar que proíba o início das obras e impeça o INEA e a CECA de concederem novas licenças até que sejam solucionadas todas as falhas detectadas.


Promotores questionam licenciamento fracionado


No documento encaminhado à Justiça também é citado o desrespeito à Lei Estadual nº 3.111/98, pois o licenciamento das unidades do Complexo Industrial do Açu vem sendo conduzido pelo INEA de forma fracionada, com EIAs distintos para cada uma das unidades. A referida lei determina que, nessas hipóteses, o órgão ambiental deveria "realizar a análise conjunta dos empreendimentos, para definir a capacidade de suporte do ecossistema, a diluição dos poluentes e os riscos civis, sem prejuízo das análises individuais dos empreendimentos". O MPRJ aponta que os EIAs distintos apresentam dados contraditórios quanto à análise dos impactos cumulativos do todo, outra exigência legal. Um dos pontos mais graves de contradição é a concentração final de benzeno na qualidade do ar da região.

Além disso, foram relatados outros possíveis danos ambientais caso seja dado prosseguimento ao licenciamento ambiental da siderúrgica: destruição de vegetação em área de preservação permanente, em área de Mata Atlântica em estágio de regeneração insuscetível de remoção e afugentamento ou dizimação de espécies endêmicas ou ameaçadas de extinção.


A ação descreve, ainda, que em 2009 a própria responsável pelo Complexo Industrial de Açu, a LLX Operações Portuárias S/A, apresentou Avaliação Ambiental Estratégica de todo o complexo, destacando o gás natural como o principal combustível utilizado para alimentar as unidades industriais. "No entanto, o licenciamento das diferentes unidades, assim como da Siderúrgica Ternium, se afasta dos cenários previstos por aquele estudo estratégico, o que põe em cheque a possibilidade legal de instalação de todas as unidades previstas para o complexo", relatam os Promotores.

MP/RJ - EcoAgência

http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRlVONlUsR2MX1GeWJFbKVVVB1TP

Aju76
April 23rd, 2012, 07:06 PM
MARÇO
http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20061_gde.jpg



Abril:
http://www.llx.com.br/media/6-4-12%20138_gde.jpg

raffasoares
April 26th, 2012, 09:06 PM
DILMA E CABRAL VISITAM OBRAS DO PORTO DO AÇU
Terminal marítimo entrará em operação no fim do segundo semestre

A presidenta Dilma Roussef, acompanhada do governador Sérgio Cabral,visita o Porto do Açu, em São João da Barra, na Região Norte Fluminense, nesta quinta-feira (26/4). A presidenta deverá ser recepcionada pela prefeita Carla Machado e pelo empresário e anfitrião EikeBatista, dono do Grupo EBX, responsável pela construção do terminal marítimo. Na comitiva presidencial, estarão diversas autoridades do governo federal, como os ministros dos Portos, Leônidas Cristino, e de Minas e Energia, Edison Lobão.

A presidenta sobrevoará algumas plataformas de petróleo da Bacia de Campos, entre elas a do megacampo de petróleo que a OGX, empresa petrolífera da EBX, teria descoberto na Região da Costa Verde, próximo ao município de Paraty.

O Porto do Açu tem capacidade para movimentar até 350 milhões de toneladas por ano, o que o coloca entre os três maiores portos do mundo. A comitiva da Presidência conhecerá os dois terminais logísticos em construção: TX1 (offshore, para minério de ferro e petróleo) e TX2 (onshore, para granéis sólidos e líquidos, produtos siderúrgicos, carvão, ferro gusa, escória e granito).

Na ocasião, Ike Batista e Murilo Ferreira, presidente da Vale, assinam o memorando de entendimento entre a LLX, empresa de logística do grupo EBX, e a Ferrovia Centro Atlântica, administrada pela Vale. O documento prevê a continuidade dos estudos de viabilidade, e para obtenção das licenças ambientais necessárias para a construção do trecho ferroviário até o Porto Açu.

A pedra fundamental do Porto do Açu foi lançada no fim de 2006 e sua construção teve início em outubro de 2007, com operação prevista para o fim do segundo semestre deste ano. Somente a retroárea do porto, onde surgirá o complexo logístico e industrial, mede 90 quilômetros quadrados, que representa cerca de 20% de todo o território do município de São João da Barra.


http://download.rj.gov.br/imagens/90/36/903619.jpg

http://download.rj.gov.br/imagens/90/36/903626.jpg
http://www.rj.gov.br/web/imprensa/exibeconteudo?article-id=903553

Aju76
May 24th, 2012, 12:18 AM
DEZEMBRO 2011

http://www.llx.com.br/media/1-12-2011%20124_gde.jpg

MARÇO

http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20098_gde.jpg

MAIO 2012
http://www.llx.com.br/media/2-5-12%20185_gde.jpg

Fonte:http://www.llx.com.br/media/2-5-12%20185_gde.jpg

C010T3
May 24th, 2012, 03:58 AM
^^
Isso foi muito rápido!!!

DouG Wq
May 24th, 2012, 06:55 AM
NKT Flexibles recebe licença para instalação no Superporto do Açu


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou hoje (23) que a NKT Flexibles (NKTF) recebeu Licença de Instalação para fabricação, armazenamento e estocagem de tubos flexíveis no Complexo Industrial do Superporto do Açu, em construção pela companhia em São João da Barra (RJ). A licença, concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), também prevê o manuseio, carregamento e descarregamento de linhas flexíveis.

A unidade da NKTF, com início de produção previsto para 2013, será instalada na margem direita do TX2, terminal onshore do Superporto do Açu. Com 210 metros de frente de cais e 121.905 m² de área total, ela terá capacidade para produção de 250 km de tubos flexíveis por ano, e atenderá às demandas das indústrias offshore de petróleo e química. O investimento para instalação da unidade no Superporto do Açu será de US$ 200 milhões, com geração de 400 empregos diretos.

“A concessão desta licença marca o início da instalação do polo de indústrias de apoio offshore no TX2 e confirma a condição de excelência oferecida pelo Superporto do Açu para as empresas que prestam serviços para a indústria de petróleo e gás. Em operação a partir de 2013 e englobando toda a Bacia de Campos num raio de apenas 150 km, o Superporto do Açu é hoje o quintal do Pré-Sal”, comentou Otávio Lazcano, Diretor Presidente da LLX.

Integrante do grupo National Oilwell Varco, a NKT é a terceira maior fabricante de tubos flexíveis do mundo. No Brasil, a subsidiária assinou em maio de 2011, um contrato com a Petrobras com valor potencial de US$ 1,86 bilhão para o fornecimento de até 694 km de tubos flexíveis.

http://www.fmanha.com.br/economia/nkt-flexibles-recebe-licenca-para-instalacao-no-superporto-do-acu

DouG Wq
May 25th, 2012, 05:52 AM
Inea concede licença a Technip


Um dia após a LLX divulgar que a NKT Flexibles (NKTF) recebeu Licença de Instalação para fabricação, armazenamento e estocagem de tubos flexíveis no Complexo Industrial do Superporto do Açu, outra empresa também conseguiu a licença do Instituto Estadual do Ambiente (“INEA”) para a instalação no Complexo. A Flexibras Tubos Flexíveis Ltda (“Technip Brasil”) realiza a fabricação, armazenamento e estocagem de tubos flexíveis, além do manuseio, carregamento e descarregamento de linhas flexíveis, no Complexo Industrial. A informação foi dada pelo blog na Curva do Rio, da jornalista Suzy Monteiro.

A Technip Brasil inicia imediatamente a construção de sua Unidade de Produção que será instalada na margem direita do TX2, com 500 m de frente de cais e 289.800 m2 de área total. Com início das atividades previsto para o ano de 2013, estima-se que sejam investidos R$ 650 milhões, com geração de 600 empregos diretos.

http://fmanha.com.br/economia/inea-concede-licenca-a-technip

Aju76
May 26th, 2012, 04:03 PM
http://www.llx.com.br/media/imagem_acu_tri_2012.jpg
Vista aérea do terminal de minério de ferro e da ponte do TX1.


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou hoje (10) o resultado do 1º trimestre de 2012. No período foram investidos quase R$ 200 milhões no Superporto do Açu, maior investimento em infraestrutura portuária das Américas, em construção pela companhia em São João da Barra (RJ). Entre 2007 e março de 2012 foram investidos R$ 2,6 bilhões no empreendimento.
O montante foi aplicado principalmente na dragagem do canal onshore e construção do quebra-mar (TX2), implantação da linha de transmissão e aquisição de terrenos. No mesmo período também foram realizados investimentos na montagem da correia transportadora, empilhadeira e recuperadora que serão utilizadas para movimentação de minério de ferro no terminal offshore (TX1).
No período também foram registrados importantes marcos para o desenvolvimento do Superporto do Açu, como a obtenção de Licença de Instalação para construção de linha de transmissão de 345 KV, que irá conectar o empreendimento ao Sistema Interligado Nacional, e a assinatura de memorando de entendimentos com a Ferrovia Centro Atlântica (FCA) para continuidade dos estudos de viabilidade e estudos para a obtenção das licenças ambientais necessárias à construção do trecho ferroviário até o Superporto do Açu.
“Este será um ano de extrema importância para o desenvolvimento do Superporto do Açu. Até o final de 2012 deveremos atingir grandes marcos, como o término da primeira etapa de dragagem do canal do TX2 e a conclusão das obras do quebra-mar também no TX2. Nos primeiros meses deste ano, passos importantes já foram dados”, destacou Otávio Lazcano, diretor-presidente da LLX.
O Superporto do Açu também recebeu, no dia 26 de abril, a visita da presidenta Dilma Rousseff. A presidenta e sua comitiva conheceram as obras do empreendimento, que terá capacidade para movimentar até 350 milhões de toneladas por ano. Na ocasião, Dilma cumprimentou trabalhadores que participam da construção do Superporto e do maior estaleiro das Américas, a Unidade de Construção Naval (UCN Açu), da OSX, empresa do Grupo que atua na indústria naval offshore. Participaram da visita Eike Batista, presidente do Grupo EBX; os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Leônidas Cristino (Secretaria de Portos); o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; e o ex-ministro e conselheiro do Grupo EBX Eliezer Batista, dentre outros empresários e autoridades.
Resultado
Mesmo em fase pré-operacional, o Superporto do Açu apresentou neste trimestre receita líquida proveniente da assinatura de contratos para locação de área no valor de R$ 17,1 milhões, um crescimento de R$ 16,4 milhões em relação ao mesmo período de 2011.
A LLX encerrou o ano com R$ 297 milhões em caixa. Já o ativo imobilizado mais investimentos cresceu de R$ 1,25 bilhão no final de 2011 para R$ 1,41 bilhão para o 1º trimestre de 2012. Este resultado reflete a execução das obras de dragagem do canal e quebra-mar do TX2, obras civis no Complexo Industrial do Superporto do Açu, aquisição de terrenos e ações de sustentabilidade.
No 1º trimestre de 2012, a LLX registrou prejuízo de R$ 9 milhões. Este resultado, característico de qualquer empresa pré-operacional, está associado principalmente às despesas gerais e administrativas de R$ 38,1 milhões.
Superporto do Açu
A LLX desenvolve o Superporto do Açu, um Complexo Portuário Privativo de Uso Misto, com dois terminais, em construção em São João da Barra, no norte fluminense. Com construção iniciada em outubro de 2007 e início de operação previsto para 2013, o Superporto do Açu contará com 17 km de píeres, que poderão receber até 47 embarcações, incluindo de grande porte. Ele poderá movimentar até 350 milhões de toneladas por ano, o que o coloca entre os três maiores portos do mundo.
O Superporto do Açu contará com 2 terminais: o TX1, um terminal offshore com uma ponte de acesso com 3 quilômetros de extensão, píer de rebocadores, píer de minério de ferro, canal de acesso e bacia de evolução – todos já concluídos. O TX1 contará com 9 berços, incluindo 4 para movimentação de minério de ferro. O terminal terá profundidade inicial de 21 metros (com expansão para 26 metros), e poderá movimentar até 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
O outro terminal, o TX2, será instalado no entorno de um canal para navegação, com 6,5 km de extensão e 300 metros de largura. O TX2 contará com mais de 13 quilômetros de cais, onde serão movimentados produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, ferro gusa, escória e granito, além de granéis líquidos e sólidos.
Projetado com base no moderno conceito porto-indústria, o Superporto do Açu contará com um Distrito Industrial em área contígua, onde serão instaladas siderúrgicas, cimenteiras, base de estocagem para granéis líquidos, polo metalmecânico, Unidade de Construção Naval, complexo termelétrico, plantas de pelotização de minério de ferro, Unidade para Tratamento de Petróleo, indústrias offshore, indústrias de tecnologia da informação que constituirão o futuro vale do silício brasileiro e pátio logístico, entre outros.
A LLX possui mais de 70 memorandos de entendimento em negociação com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu. Entre eles está o acordo de cooperação assinado com a Wisco (Wuhan Iron and Steel Co.), terceira maior siderúrgica da China, e contrato com a Ternium para a instalação de parque siderúrgico no Superporto do Açu, com capacidade inicial de produção de 8,4 milhões de toneladas de aço bruto por ano. Além disso, a LLX também possui protocolos de intenção assinados com a General Electric Energy do Brasil (GE) para produção de equipamentos para os segmentos de energia e óleo e gás.
Em 2011, a companhia também assinou contratos com a NKT Flexibles (NKTF) e com a Technip Brasil para a instalação de unidades para produção de tubos flexíveis para apoio a indústria offshore no Superporto do Açu. Somente estas duas unidades irão gerar cerca de mil empregos diretos. A InterMoor também assinou contrato com a LLX para a instalação de uma unidade que oferecerá apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás no Superporto do Açu.
A previsão é que o Complexo Industrial que será instalado na retroárea do empreendimento seja responsável pela atração de cerca de US$ 40 bilhões em investimentos para a região.

Fonte:http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1456&lng=br&sid=14&tpl=view_ultimas_noticias

Wey
May 26th, 2012, 06:31 PM
Nada disso tá saindo não, tá gente? É tudo fruto das nossas cabecinhas... :lol:

Aju76
June 20th, 2012, 05:19 PM
MARÇO

http://www.llx.com.br/media/29-2-12%20098_gde.jpg

MAIO 2012
http://www.llx.com.br/media/2-5-12%20185_gde.jpg

Fonte:http://www.llx.com.br/media/2-5-12%20185_gde.jpg

JUNHO 2012
http://www.llx.com.br/media/05-06-12%20028_gde.jpg
Fonte: http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=402

Cobucci
July 3rd, 2012, 07:56 PM
A Wuhan Iron & Steel Co. não vai mais construir a siderúrgica no porto devido à avaliação de alto risco do projeto.

Acho que a Ternium vai pelo mesmo caminho.

Barba
July 3rd, 2012, 09:50 PM
Os custos logísticos mataram a instalação da siderúrgica, e em épocas de vacas magras, não dá pra arriscar muito.

O porto já fica no meio do nada, tinha que no mínimo já ter uma ferrovia pra lá (ou estar em construção)

Rodrjgw
July 3rd, 2012, 09:55 PM
Ferrovias dão calafrios e pesadelos no GERJ ^^

Valderi
July 23rd, 2012, 11:35 PM
Os custos logísticos mataram a instalação da siderúrgica, e em épocas de vacas magras, não dá pra arriscar muito.

O porto já fica no meio do nada, tinha que no mínimo já ter uma ferrovia pra lá (ou estar em construção)

Uma pena.

Pelo mapa dá para ver que poderiam construir uma ferrovia até Campos dos Goitacases, que fica a uns 20 quilômetros em linha reta.

Valderi
July 23rd, 2012, 11:41 PM
Notícias NOVAS!!

A Wuhan Iron & Steel Co. diz que não cancelou projeto e irá construir a tão sonhada siderúrgica.

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/wuhan-diz-que-nao-cancelou-projeto-de-siderurgica

Thuin
July 24th, 2012, 02:53 PM
Uma pena.

Pelo mapa dá para ver que poderiam construir uma ferrovia até Campos dos Goitacases, que fica a uns 20 quilômetros em linha reta.
...e se conectar ao nada. A rede métrica da FCA que chega a Campos não serve para muita coisa; seria necessária uma ligação com a rede da MRS. O ponto mais próximo desta é Três Rios.

Barba
July 24th, 2012, 03:00 PM
...e se conectar ao nada. A rede métrica da FCA que chega a Campos não serve para muita coisa; seria necessária uma ligação com a rede da MRS. O ponto mais próximo desta é Três Rios.

Porque?

Thuin
July 24th, 2012, 03:11 PM
Porque está em mau estado de conservação e tem geometria ruim (para além da própria bitola métrica). Tanto é que Eike resolveu fazer o mineroduto para o Açu; se houvesse uma ferrovia que prestasse a 20km do porto, sairia mais barato fazer esses 20km.

lukguns
July 24th, 2012, 03:32 PM
O governo deveria bancar essa ferrovia.

Barba
July 24th, 2012, 10:47 PM
Porque está em mau estado de conservação e tem geometria ruim (para além da própria bitola métrica). Tanto é que Eike resolveu fazer o mineroduto para o Açu; se houvesse uma ferrovia que prestasse a 20km do porto, sairia mais barato fazer esses 20km.

Valeu pela resposta.

Segue uma outra notícia, de maio desse ano:
http://www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=164244

http://www.petroegas.com.br/admPor/Noticias/img/107PEQ.jpg

Tem que ver como está a faixa de domínio dessa parte existente (que no RJ é uma bagunça), e também se a estruturas (infra e super) e as ODA são compatíveis com esse aumento de carga (o que provavelmente não são também).

Valderi
July 24th, 2012, 11:05 PM
Valeu pela resposta.

Segue uma outra notícia, de maio desse ano:
http://www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=164244

http://www.petroegas.com.br/admPor/Noticias/img/107PEQ.jpg

Tem que ver como está a faixa de domínio dessa parte existente (que no RJ é uma bagunça), e também se a estruturas (infra e super) e as ODA são compatíveis com esse aumento de carga (o que provavelmente não são também).

Pois bem, está aí que eu disse.
É mais fácil construir um ferrovia até Campos.

Mas de qualquer jeito, a Siderúrgica não será esquecida.

Barba
July 25th, 2012, 12:07 AM
Pois bem, está aí que eu disse.
É mais fácil construir um ferrovia até Campos.

Mas de qualquer jeito, a Siderúrgica não será esquecida.

Não adianta construir o ramal até Campos. Tem que refazer toda a via até Itaboraí e fazer o anel ferroviário no Rio, quando ele se liga com a MRS.

Por isso custa 1,2 bilhão de reais, o que eu não sei se é suficiente na verdade...

bsblord
August 15th, 2012, 04:23 PM
Torço muito para que esse projeto termine!!

É bem difícil achar fotos atuais da construção... alguem sabe pq?

Vinicius
August 15th, 2012, 06:18 PM
^^

Não é nada difícil, rs. No site oficial do empreendimento tem as fotos de agosto:

http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=406

É atualizado mensalmente. Infelizmente, como a maioria das obras do Eike no Rio, ela anda muito devagar.

bsblord
August 16th, 2012, 12:33 AM
Heeehe. Obrigado.

Mas me referia a fotos de outros veiculos de imprensa, blogs, uol, g1 etc..

E tudo parece muito devagar.

fedemvd
September 4th, 2012, 10:11 PM
Intento mirar ejemplos de puertos gigantes o de aguas profundas, ya que quizás se construya uno en nuestro país (Uruguay-Rocha, El Palenque) y este tiene mucho de parecido en que no solo es un puerto es un gran polo de industrias.

Pero saben una cosa en nuestro país el tren va 5 km/h y eso no sirve (lógicamente).

Saludos.

Thuin
September 5th, 2012, 02:18 PM
Pero la construcción de una ferrovía más rápida em Uruguay (hasta el sur de Brasil y hasta Rosario) no es demasiado custosa, el país es llano.

Donde se va a localizar el proyecto de El Palenque?

fedemvd
September 5th, 2012, 10:46 PM
Pero la construcción de una ferrovía más rápida em Uruguay (hasta el sur de Brasil y hasta Rosario) no es demasiado custosa, el país es llano.

Donde se va a localizar el proyecto de El Palenque?

en el km. 240 de la ruta 10, en el dpto de Rocha. Es un gran terreno que ya estan expropiando (comprando por el Estado) las tierras para su construcción.
Se habla mucho por la minera Aratirí quién es el principal interesado.

No quiero comentar mucho más porque esa no era mi intención, además este sitio es sobre otro puerto y de otro país.
pero puedes ingresar a la página uruguaya, infraestructura y buscar el topic del puerto de aguas profundas.

Saludos.

Wey
September 6th, 2012, 07:39 PM
Novidades sobre o Açu gente? =P

bsblord
September 6th, 2012, 11:24 PM
en el km. 240 de la ruta 10, en el dpto de Rocha. Es un gran terreno que ya estan expropiando (comprando por el Estado) las tierras para su construcción.
Se habla mucho por la minera Aratirí quién es el principal interesado.

No quiero comentar mucho más porque esa no era mi intención, además este sitio es sobre otro puerto y de otro país.
pero puedes ingresar a la página uruguaya, infraestructura y buscar el topic del puerto de aguas profundas.

Saludos.

E esse Thread é em Português... creio eu.

C010T3
September 7th, 2012, 02:42 AM
E esse Thread é em Português... creio eu.

Deixe o coitado...

fedemvd
September 7th, 2012, 03:36 AM
peço desculpas
por sorte existem os tradutores em internet
e eu vou seguir opinando com muito respeito.
¿posso?
:):):)

C010T3
September 7th, 2012, 06:28 AM
¿posso?
:):):)

Deve! Não se deixe pressionar pelos xenófobos de plantão. Só não vale dar uma de Jim856796 e sair perguntando como se fôssemos máquinas de respostas.

bsblord
September 10th, 2012, 04:17 AM
Deve! Não se deixe pressionar pelos xenófobos de plantão. Só não vale dar uma de Jim856796 e sair perguntando como se fôssemos máquinas de respostas.

Quem você pensa que é para chamar alguem de xenófobo? se liga!

Falei algo errado?

Você acha de bom grado ir no fórum argentino e ficar conversando em português?? Imagino que não.

C010T3
September 10th, 2012, 05:08 AM
Você acha de bom grado ir no fórum argentino e ficar conversando em português?? Imagino que não.

Não vejo qualquer problema.

Cobucci
September 10th, 2012, 05:58 AM
peço desculpas
por sorte existem os tradutores em internet
e eu vou seguir opinando com muito respeito.
¿posso?
:):):)

Tu puedes, incluso, seguir con el español. No hay nada que vá a impedirte, ni a mi. Ese board es internacional y el español es una lengua muy cerca de portugués. Tenemos 7 países de frontera que hablan esa lengua y no vamos a negarse de eso.

Ojalá construyan un gran puerto en Uruguay. Tu país tiene potencial logístico muy grande y es bueno que tengamos competencia para el puerto de Rio Grande. La solución para el Mercosur no son tarifas y impuestos de importación. Tenemos que buscar la eficiencia a través de la competencia.

Aju76
October 4th, 2012, 03:13 PM
JUNHO 2012
http://www.llx.com.br/media/05-06-12%20028_gde.jpg
Fonte: http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=402

http://www.llx.com.br/media/5-9-12%20104_gde.jpg

fonte:http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=408

C010T3
October 4th, 2012, 07:55 PM
^^
Sensacional!

lukguns
October 16th, 2012, 05:27 PM
16/10/2012 - 05h00
Estaleiro de R$ 4,8 bilhões de Eike tem 88% de crédito público

LUCAS VETTORAZZO
DO RIO

A OSX, empresa de construção naval de Eike Batista, obteve R$ 1,5 bilhão de financiamento do FMM (Fundo de Marinha Mercante).

O valor é complementar a outro financiamento do fundo, de R$ 2,7 bilhões, e será usado na construção da UCN (Unidade de Construção Naval) Açu, estaleiro no porto do Açu, em São João da Barra, no norte do Estado do Rio.

A conclusão do estaleiro está prevista para o segundo semestre de 2014.

A soma dos dois financiamentos -R$ 4,2 bilhões- representa 87,5% do valor total do projeto, orçado em R$ 4,8 bilhões. As regras do FMM permitem que até 90% do empreendimento seja financiado com dinheiro do fundo.

O FMM foi criado no fim da década de 1950 para fomentar o desenvolvimento do setor naval no Brasil. Sua principal fonte de recursos sempre foi o AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante), pago por toda embarcação que trafega em águas brasileiras.

No governo Lula, porém, o Tesouro Nacional passou a ser a maior fonte de recursos do fundo.

O empréstimo ocorre no momento em que circulam rumores de que a OSX estaria sendo vendida para a Sete Brasil, empresa criada pela Petrobras e outros sete sócios para construir sondas de perfuração de poços de petróleo que serão depois alugadas pela própria Petrobras. As empresas negam.

http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/1229035.jpeg

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1169724-estaleiro-de-r-48-bilhoes-de-eike-tem-88-de-credito-publico.shtml

superkyo
October 17th, 2012, 04:34 AM
Prazo para conclusão só aumenta, bora acelerar ai.

henriquett
October 22nd, 2012, 01:36 AM
EIKE BATISTA, O MEGALÔMANO, AGORA QUER QUE FAÇAM ESTÁTUA PARA ELE

A matéria abaixo, publicada pelo site da Revista Exame, é muito reveladora em muitos aspectos. O primeiro é que Eike Batista, cujo mega-empreendimento conhecido como Complexo Industrial-Portuário do Açu está causando uma catástrofe ambiental no litoral norte do Rio de Janeiro, está com uma crise de nervos. Como isto aparece? No fato de que ele agora diz ser merecedor de uma estátua. Bom, tomando o Açu como exemplo, Eike Batista merece mesmo uma estátua de sal.

Mas a matéria vai além e nos oferece uma fala de Eike Batista de que ele estaria gastando R$ 100 milhões no Complexo do Açu. O que Eike esqueceu de dizer é que boa parte desse dinheiro vem do governo do BNDES ou do Fundo da Marinha Mercante. Ou seja, o dinheiro que Eike diz estar investindo vem dos cofres públicos.

Por outro lado a matéria também traz dados objetivos para mostrar que o Complexo do Açu não está apenas salinizando a região do V Distrito de São João da Barra, mas está ele próprio fazendo água. Afora a decisão da Anglo American de adiar em um ano a construção de um terminal de ferro no porto, a fabricante japonesa de carros, Nissan, decidiu se retirar do empreendimento. Em suma, agora não são mais apenas as siderúrgicas que foram para o espaço, mas também uma das fábricas de carro.

Do jeito que essa coisa vai, apesar de Eike Batista não querer, em tese, vender a OS (X), não lhe restará outra alternativa, sob pena de ver toda a sua operação afundar no Porto do Açu.

O trágico disto tudo é que apesar das fartas evidências de que o projeto de Eike Batista no Complexo do Açu está retroagindo, a remoção das famílias continua, e aquelas que ainda estão na região agora tem que conviver com a salinização das águas.

http://pedlowski.blogspot.com.br/

procede a informação q o porto da ruim das pernas ou é só outra especulação??

Aju76
October 23rd, 2012, 03:33 PM
http://www.llx.com.br/media/5-9-12%20079_gde.jpg

Marcos6010Vinicius
October 23rd, 2012, 04:56 PM
Porque está demorando tanto para construírem esse porto ????

lukguns
October 31st, 2012, 11:01 PM
O Roberto Civita mandar malhar o porto do Eike, significa que o projeto é bom para o país haha

Vida dura do Eike, coitado, vai ter que lidar com o lobby que transformar o Brasil em exportador de bananas...

Vamos torcer para governo dar ainda mais ajuda para esse projeto!

VirDiligo
November 1st, 2012, 12:37 AM
http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/1229035.jpeg

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1169724-estaleiro-de-r-48-bilhoes-de-eike-tem-88-de-credito-publico.shtml

Sei que o que importa no fim das contas é que o porto seja funcional, mas bem que poderiam ter se preocupado um pouco com a estética e feito um "plano piloto" decente para ele, não? Os caras pegam um terreno plano, capaz de receber qualquer configuração e em vez de criar um desenho ousado para o complexo, fazem isso.

Thuin
November 1st, 2012, 01:27 AM
Se nem em edifício histórico o Eike se preocupa com estética, vai se preocupar num complexo industrial?

Barba
November 1st, 2012, 04:12 AM
Pra mim parece como outro superporto chinês ou até um europeu.

dahaka2
November 6th, 2012, 09:40 PM
^^

Trabalhei numa empresa de oil & gas até 1 ano atrás e te garanto que TODAS têm interesse nesse porto pela localização estratégica dele...

Cobucci
November 12th, 2012, 01:36 PM
http://www.reuters.com/article/2012/11/08/us-llx-wuhan-mill-idUSBRE8A71FA20121108

Wuhan talks to build Brazil steel mill "dormant": LLX

---------

Não teremos mais siderúrgicas no Porto do Açu. Mais uma baixa pro Eike.

Aju76
November 12th, 2012, 01:53 PM
http://www.llx.com.br/media/5-9-12%20104_gde.jpg

fonte:http://www.llx.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=408

Outubro
http://www.llx.com.br/media/03-10-12%20112_gde.jpg

Barba
November 12th, 2012, 02:05 PM
http://www.reuters.com/article/2012/11/08/us-llx-wuhan-mill-idUSBRE8A71FA20121108

Wuhan talks to build Brazil steel mill "dormant": LLX

---------

Não teremos mais siderúrgicas no Porto do Açu. Mais uma baixa pro Eike.

Ué, ficaram se enrolando para fazer a ferrovia lá pro Açu. Deu nisso.
Ninguém acredita mais em protocolo de intenções, nego quer ação.

Cobucci
November 12th, 2012, 04:34 PM
Ué, ficaram se enrolando para fazer a ferrovia lá pro Açu. Deu nisso.
Ninguém acredita mais em protocolo de intenções, nego quer ação.

Enrolação é algo constante em qualquer projeto do Eike Batista.

Vinicius
November 14th, 2012, 11:32 AM
Postado por Marcus Mendell, no Notícias do Rio V:

Chineses suspendem siderúrgica no porto do Açu, de Eike, por falta de infraestrutura

Sócia de Eike Batista na mineradora MMX, a siderúrgica estatal chinesa Wuhan Iron and Steel Corporation (Wisco) arquivou sua participação no complexo siderúrgico de porto do Açu, alegando que o lado brasileiro não construiu a infraestrutura necessária para o projeto.

"Ferrovias, terminais portuários --eles não construíram nada. O mercado também não está lá, portanto, nós paramos as conversas neste momento e não estamos pensando nisso", disse neste domingo o presidente da Wuhan, Deng Qilin, à agência de notícias Reuters.

Em 2010, a Wisco, quarta maior produtora de aço da China, começou a negociar o complexo siderúrgico com a LLX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista. O projeto foi orçado na época em US$ 5 bilhões.

No final do ano anterior, a estatal chinesa havia comprado 21,52% da mineradora MMX por US$ 400 milhões.

O setor siderúrgico chinês enfrenta um ano turbulento devido à desaceleração da economia no mundo e na China, provocando um excesso de produção, dívidas crescentes e preços em queda.

"Este é o ano mais difícil para o setor de aço chinês porque toda a economia mundial enfraqueceu, e o crescimento chinês desacelerou e atravessa uma reestruturação", disse Deng.

Ele afirmou que a empresa não planeja construir nenhuma siderúrgica no exterior, mas continua interessada na compra de minas de minério de ferro e de carvão fora da China para abastecer suas siderúrgicas.

"DANE-SE A SIDERÚRGICA"

A assessoria da LLX, braço de logística do grupo EBX, de Eike Batista, e responsável pela construção do porto do Açu, informou que a empresa não se pronunciaria sobre as declarações do presidente da Wuhan, Deng Qilin.

Mas em entrevista exclusiva à Folha, em 19 de outubro, o empresário disse que o perfil do porto tinha mudado e que o empreendimento estava se transformando em um polo para a indústria offshore.

Inicialmente, o porto do Açu teria duas siderúrgicas: a da Wisco e outra da Térnium, uma das âncoras iniciais do projeto. Assim como a chinesa, a da Térnium ainda não saiu do papel. Em vez das siderúrgicas, segundo Eike, empresas ligadas à exploração de petróleo vêm se instalando na região do porto.

Já assinaram contratos para se instalar no porto do Açu as empresas NOV (National Oilwell Varco), Intermoor, Technip e Subsea7, todas do setor petroleiro. Segundo Eike, a Technip está investindo R$ 600 milhões na construção de uma fábrica no Açu; a NOV, mais R$ 400 milhões.

"Dane-se a siderúrgica. Meu shopping mudou. Não existe um complexo nessa escala para servir a indústria do petróleo. Então, caramba, foi desenhado como um porto para minério de ferro e olha o que virou. Tenho agora uma clientela que me paga três vezes mais pelo metro quadrado. Só esse pessoal já paga R$ 100 milhões de aluguel, antes do porto funcionar. Ficou um negócio mais nobre e isso ninguém fala", afirmou o empresário.


http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=14833

Aju76
November 23rd, 2012, 07:12 PM
Outubro
http://www.llx.com.br/media/03-10-12%20112_gde.jpg

http://www.llx.com.br/media/03-10-12%20090_gde.jpg

Naipesky
November 25th, 2012, 04:59 AM
^^

Trabalhei numa empresa de oil & gas até 1 ano atrás e te garanto que TODAS têm interesse nesse porto pela localização estratégica dele...


Que é estratégica a localização, ela é, mas sem uma boa ligação com o resto do Brasil (vias e ferrovias), só vai servir para exportar areia da praia e importar coqueiros para substituir a restinga eliminada. :tongue3:

Luiz Fernando XD
November 25th, 2012, 04:12 PM
Que é estratégica a localização, ela é, mas sem uma boa ligação com o resto do Brasil (vias e ferrovias), só vai servir para exportar areia da praia e importar coqueiros para substituir a restinga eliminada. :tongue3:

Fala como se o Açu ficasse a milhares de Km's de uma via ou ferrovia. Agora é claro, que será necessário a melhoria das ligações ferroviárias e extensão até o porto, o investimento já está previsto pelo governo federal e receberá também aporte privado. Melhorias viárias também terão que ser feitas, mas estas nem são tão complicadas quanto a questão ferroviária, que me parece até aqui, bem encaminhada.

Barba
November 25th, 2012, 04:14 PM
Fala como se o Açu ficasse a milhares de Km's de uma via ou ferrovia. Agora é claro, que será necessário a melhoria das ligações ferroviárias e extensão até o porto, o investimento já está previsto pelo governo federal e receberá também aporte privado. Melhorias viárias também terão que ser feitas, mas estas nem são tão complicadas quanto a questão ferroviária, que me parece até aqui, bem encaminhada.

A questão ferroviária só estará "bem encaminhada" o dia que fizerem a licitação do trecho, e para isso deverá existir um projeto, que não existe até o momento.
Ninguém vai investir 5 bilhões de reais baseado em carta de intenções.

Luiz Fernando XD
November 25th, 2012, 04:23 PM
A questão ferroviária só estará "bem encaminhada" o dia que fizerem a licitação do trecho, e para isso deverá existir um projeto, que não existe até o momento.
Ninguém vai investir 5 bilhões de reais baseado em carta de intenções.

Uma hora vai ter que sair, o projeto é prioritário como tantos outros país a fora, ou sai, ou país vai ter sérios problemas econômicos, uma vez que este está incluído, como tantos outros, num pacote de investimentos. No qual tem como objetivo, fazer o país crescer de forma estável. Eu sei que é difícil entender, quando se torce contra...

dahaka2
November 28th, 2012, 02:50 AM
Que é estratégica a localização, ela é, mas sem uma boa ligação com o resto do Brasil (vias e ferrovias), só vai servir para exportar areia da praia e importar coqueiros para substituir a restinga eliminada. :tongue3:

O problema é: não há muitas alternativas. É justamente pela falta de alternativas que vem o grande interesse.

pietro-rj
November 29th, 2012, 11:17 PM
GE confirmada em Açu:

LLX e GE assinam contrato para instalação de unidade no Complexo Industrial do Superporto do Açu

Rio de Janeiro, 28 de novembro de 2012 - A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a GE do Brasil (GE), assinaram hoje contrato para instalação de unidade na retroárea do Superporto do Açu, em construção em São João da Barra (RJ).

A unidade industrial será instalada no Polo Metalmecânico, em área de 322.498 m², com o foco nas áreas de Petróleo&Gás e geração de energia. O contrato terá a duração de 30 anos, renováveis por um período de até 30 anos. A instalação da unidade de produção ainda está sujeita às licenças e autorizações usuais para este tipo de empreendimento.

(...)

Fonte: LLX (http://www.llx.com.br/pt/imprensa/Paginas/LLX-e-GE-assinam-contrato-para-instalação-de-unidade-no-Complexo-Industrial-do-Superporto-do-Açu.aspx)

A carta de intenções que levou a este contrato foi assinada há um ano:

LLX e GE assinam protocolo de intenções para instalação de unidade no Superporto do Açu
Redação - 29/11/2011

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a General Electric Energy do Brasil (GE), assinaram ontem (28) um protocolo de intenções para a instalação de unidade na retroárea do Superporto do Açu. A nova unidade poderá, dentre outras atividades, contribuir com o atendimento de exigências de conteúdo nacional.

“A GE já estuda, em conjunto com a LLX, a instalação de uma nova unidade no Superporto do Açu. Nosso foco é aumentar, cada vez mais, a presença da companhia no país. A nova unidade ajudará a oferecer soluções ainda melhores e mais rápidas a todos os nossos clientes no Brasil e na região”, afirma Marcelo Soares, CEO da GE Energy para América Latina.

“A instalação de uma unidade da GE no Complexo Industrial, reforça as vantagens competitivas do Superporto do Açu. Com localização estratégica na região sudeste do país, acesso as principais ferrovias e rodovias e a apenas 150 km de distância da Bacia de Campos e a 250 km da Bacia do Espírito Santo, responsável por 90% da produção de petróleo no Brasil, o Superporto do Açu é a melhor alternativa para a instalação de empresas no Brasil”, comentou Otávio Lazcano, Diretor Presidente da LLX.

(...)

Fonte: Portal Naval (http://www.portalnaval.com.br/noticia/33509/llx-e-ge-assinam-protocolo-de-intencoes-para-instalacao-de-unidade-no-superporto-do-acu)

Barba
November 30th, 2012, 02:31 AM
Só por causa dessa assinatura com a GE a ação da LLX na Bovespa cresceu "só" 27,5% hoje.

DouG Wq
November 30th, 2012, 06:45 PM
sábado, 3 de novembro de 2012

Eike negocia contrato com a Petrobras


Eike Batista está negociando com a Petrobras um contrato para que a estatal utilize o Porto do Açú, que, numa mudança de rota, está se tornando mais e mais um porto off shore.

Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-...m-a-petrobras/

A Petrobras já está com escritório no Açu...

DouG Wq
November 30th, 2012, 06:55 PM
Petrobras no Açu?


Está cada vez mais próximo o anúncio do uso de aluguel de área junto ao TX-2, ainda em construção, para servir de base de apoio às atividades offshore de exploração na Bacia de Campos pela Petrobras.

O Porto (terminal) de Imbetiba da Petrobras é hoje um gargalo enorme. A estatal está perdendo muito dinheiro com embarcações levando dias para movimentar (embarcar e desembarcar) equipamentos e contêineres.

Em 2010, a Petrobras tinha 287 embarcações contratadas como barcos de apoio. Em 2020 a previsão é de 568 embarcações operando na área de perfuração e produção. Um número expressivo que aumentará a demanda de portos (e pieres) para suas movimentações.

O aluguel de alguns barcos que fazem este serviço é caro. Alguns custam muitas dezenas de milhares de dólares por dia.

A Maersk, uma empresa de logística dinamarquesa, que atua no segmento de petróleo offshore no mundo, está no Brasil com 15 navios. As suas embarcações têm taxas de afretamento entre US$ 65 mil e US$ 70 mil por dia.

Segundo as informações do blog há dia que a fila para embarque/desembarque em Imbetiba chega 30 barcos de apoio.

A necessidade de transporte aumentou na mesma proporção da entrada em manutenção das mais antigas plataformas da Bacia de Campos.

A inteligência de planejamento em logística desta área que antes concentrava sua atuação, quase que exclusiva em Macaé, agora, tem base em Vitória, no Rio e uma grande base de apoio sendo montada em Santos.

Tudo isto contribui para que os gargalos de Macaé se ampliem e demandem uma nova base. A alternativa estudada antes, de instalação de uma base em Anchieta, no Espírito Santo, não decolou por diversos motivos.

Daí que é quase natural, um acordo da Petrobras com a LLX para a utilização do Porto do Açu.

O problema maior é que a logística rodoviária para transportar carga até o Açu não será resolvida no curto prazo, porque depende do corredor logístico que passará por Campos e usaria a BR-101. A alternativa do transporte ferroviário sofre o mesmo problema.

Por outro lado, o uso da rodovia RJ-196 que passa por Quissamã, Barra do Furado, Farol e será ligada à nova ponte SJB-SFI, cortando a BR-356, ainda está sendo articulada pelo governo estadual através do DER-RJ.

A hipótese do uso do Porto do Açu, já estaria sendo estudada por técnicos da estatal com grandes chances de ser fechada em 2013. O fato confirmaria o que o blog levantou neste espaço sobre as atividades do Complexo do Açu cada vez mais ligada à cadeia do óleo e gás.

O mais interessante disto tupo é lembrar que a estatal, em 1999. quando do lançamento da ideia do Terminal Oceânico do Açu seria um dos três grandes investidores do empreendimento. Nesta época Eike Batista ainda morava no exterior.

Seis anos depois, em 2005, sem interesse da Petrobras e da Vale, o projeto inicial foi entregue gratuitamente ao Eike Batista que, em pouco mais de duas semanas, fechou a compra das duas fazendas, base do desenho inicial do que se chama hoje de Complexo do Açu.

Enfim, continuaremos acompanhando e conferindo os desdobramentos.

PS.: Atualizado às 12:08: O blog recebeu mais uma confirmação do que está informado acima: "A Petrobrás já tem uma sala montada no Porto do Açu, além do mais, já faz parte do planejamento da Petrobrás o uso do Porto Açu para atender suas demandas de logística".

http://www.robertomoraes.com.br/2012/11/petrobras-no-acu.html

Aju76
December 18th, 2012, 02:38 PM
Dezembro
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/6-12-12%20053.jpg
Fonte: http://www.llx.com.br/pt/galeria-multimidia/Paginas/acompanhamento-obras-todos.aspx?AnoObra=2012

Aju76
December 18th, 2012, 02:39 PM
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/6-12-12%20063.jpg

Fonte: LLX

Aju76
December 18th, 2012, 02:41 PM
http://www.llx.com.br/SiteCollectionImages/alta_pt_acesso2.jpg

Fonte: http://www.llx.com.br/pt/superporto-do-acu/Paginas/mapa-de-acesso-logistico.aspx

Thuin
December 18th, 2012, 03:14 PM
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1202918-estudo-diz-que-porto-de-eike-salgou-regiao-no-rio.shtml

A construção do porto do Açu, da empresa LLX, de Eike Batista, provocou a salinização da água doce usada no trabalho de agricultores e de pescadores de São João da Barra (RJ), de acordo com estudo da Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense).

Gilberto Dimenstein: Pobre Eike Batista
Eike perde US$ 7 bilhões em um dia e passa a ser o 3º brasileiro mais rico
Porto de Açu, de Eike Batista, inicia operação no 1º semestre

A principal suspeita é de que a areia dragada do mar e depositada às margens da lagoa de Iquiparí tenha provocado o aumento da salinização das águas.

Segundo pesquisadores da universidade, se nada for feito, um processo de desertificação da região poderá ser iniciado.

Essa é a primeira consequência ambiental direta detectada após o início das obras no empreendimento. Os Ministérios Públicos federal e estadual instauraram inquérito para apurar o caso.

DouG Wq
December 19th, 2012, 06:17 PM
^^
Thuin, essa questão demorou a chegar na grande mídia. Provavelmente por envolver grandes intere$$es. Há tempos os produtores rurais e a mídia alternativa da região vem abordando essa questão. Além dos produtores próximos ao Açu essa consequência ambiental deve atingir parte da Baixada Campista, ligada por lagoas e rios. A Prefeitura de São João da Barra nada disse, muito menos fez até o momento. Deveria haver um planejamento conjunto social, econômico e ambiental entre os gestores de Campos e SJB com apoio do GERJ... Preferem se alfinetar por representar diferentes grupos políticos (Garotinho x Cabral).

DouG Wq
December 20th, 2012, 06:03 AM
LLX e V & M assinam contrato para instalação de base logística no Superporto do Açu


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou hoje a assinatura de contrato com a V & M do Brasil S.A para instalação de uma base logística no Superporto do Açu, em construção em São João da Barra.

A unidade, que estará localizada no Polo Metalmecânico, terá área de 150 mil m² e será destinada ao atendimento das companhias de petróleo que atuam na Bacia de Campos, através da armazenagem e fornecimento “Just in Time” de tubos e serviços especializados. O contrato terá duração de 20 anos, renováveis por mais 20 anos. A instalação da base se dará a partir da instalação de uma base de apoio offshore no canal do TX2.

“A assinatura de mais um contrato para instalação de unidade industrial no Polo Metalmecânico confirma a condição de excelência oferecida pelo Superporto do Açu para as empresas fornecedoras de bens e serviços para a indústria de Petróleo & Gás e Energia. Através de sua localização estratégica na região sudeste, acesso às principais ferrovias e rodovias e a apenas 150 km de distância da Bacia de Campos e a 250 km da Bacia do Espírito Santo - responsáveis por 90% da produção de petróleo no país - o Superporto do Açu é um centro de convergência, um site com características únicas que representa um diferencial para as empresas que lá decidirem se instalar”, comentou Marcus Berto, Diretor Presidente e de Relações com Investidores da LLX.

Para o Diretor-Geral da V & M do BRASIL, Alexandre Lyra, “a base logística será muito importante para otimizar o atendimento aos nossos clientes com tubos OCTG (oil country tubular goods) para exploração e produção de petróleo. A nova base nos permitirá ampliar o oferecimento de serviços e soluções a esses clientes, incluindo, por exemplo, a OGX”.

A V & M do BRASIL faz parte do grupo internacional Vallourec, líder mundial em soluções tubulares Premium fornecendo principalmente para o mercado de Energia (Óleo e Gás, Powergen). Sua expertise estende-se também ao setor industrial (mecânico, automotivo, construção). Com 22.200 funcionários, 5,3 bilhões de euros em vendas, em 2011 – 73% dos quais fora da Europa, plantas industriais em mais de 20 países e um avançado setor de Pesquisa e Desenvolvimento, a Vallourec oferece aos seus clientes soluções inovadoras em todo o mundo, a fim de responder aos desafios do século 21.

Fonte: Assessoria da LLX

http://fmanha.com.br/economia/llx-e-v-m-assinam-contrato-para-instalacao-de-base-logistica-no-superporto-do-acu

Thuin
December 20th, 2012, 12:43 PM
^^
Thuin, essa questão demorou a chegar na grande mídia. Provavelmente por envolver grandes intere$$es. Há tempos os produtores rurais e a mídia alternativa da região vem abordando essa questão. Além dos produtores próximos ao Açu essa consequência ambiental deve atingir parte da Baixada Campista, ligada por lagoas e rios. A Prefeitura de São João da Barra nada disse, muito menos fez até o momento. Deveria haver um planejamento conjunto social, econômico e ambiental entre os gestores de Campos e SJB com apoio do GERJ... Preferem se alfinetar por representar diferentes grupos políticos (Garotinho x Cabral).
Bem, o Eike que não vai reclamar... aliás, tem matéria sobre o Norte Fluminense, inclusive a Lagoa do Açu, na Ciência Hoje deste mês.

Aju76
January 31st, 2013, 04:06 PM
Dezembro
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/6-12-12%20053.jpg
Fonte: http://www.llx.com.br/pt/galeria-multimidia/Paginas/acompanhamento-obras-todos.aspx?AnoObra=2012

Janeiro 2013
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/8-1-13%20070.jpg

Loro.
February 1st, 2013, 02:30 AM
Bela imagem, grandioso empreendimento! :cheers:

raffasoares
February 1st, 2013, 10:26 AM
PCDT

MPF quer fim de obras de porto de Eike no RJ por contaminação da água
Do UOL, em São Paulo 31/01/201316h19 > Atualizada 31/01/2013 - 17h51

Fred Prouser/Reuters

O Ministério Público Federal (MPF) em Campos dos Goytacazes (RJ) anunciou nesta quinta-feira (31) que moveu ação civil pública com pedido de liminar contra as empresas EBX, OSX e LLX, do bilionário Eike Batista, pedindo o fim das obras de instalação do Complexo Logístico Industrial Portuário do Açu, em São João da Barra (RJ), sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Segundo a ação, há indícios de que as obras para construção do Porto do Açu, no norte fluminense, causaram a salinização em áreas do solo, de águas doces em canais e lagoas e de água tratada para o consumo humano.

O MPF já havia enviado uma recomendação ao grupo EBX sugerindo que não realize obras de transposição do rio Paraíba do Sul que modifiquem sua vazão.

A LLX, braço de logística do grupo EBX, de Eike Batista, já havia informado em comunicado que não encontrou indicação de alterações nos níveis de sal da água no entorno do Superporto do Açu.

Ibama também é réu
Segundo o MPF, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) também são réus na ação.

De acordo com o processo, movido pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, a salinização causou danos ambientais evidentes em relação à fauna e flora, assim como a diminuição da fertilidade do solo, o aumento da erosão e o início de processo de desertificação na região.

MPF pede adiamento de início das operações
O MPF pede ainda liminarmente o adiamento do início da operação do Porto do Açu, enquanto não forem comprovadas a restauração ambiental e a ausência de ameaças ao equilíbrio ambiental da área, e que o Inea suspenda as licenças de operação emitidas ou por emitir relacionadas às obras, enquanto a recuperação do meio ambiente não for comprovada.

Na ação, o MPF pede que as empresas EBX, OSX e LLX sejam condenadas a apresentar um projeto de recuperação do solo e dos recursos hídricos afetados no prazo máximo de 60 dias, que o Inea seja condenado a realizar uma auditoria ambiental na área e que o Ibama elabora uma análise ambiental, apresentando relatório com as medidas para reparação do dano.

Pesquisas detectaram salinidade sete vezes maior que permitida
Pesquisas realizadas pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) detectaram um índice de salinidade sete vezes maior do que o permitido para o consumo humano na água disponibilizada à população local pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).

Conforme apurado no inquérito civil instaurado em novembro de 2012 pelo MPF em Campos, o aumento da salinidade no solo e em águas doces implica destruição de vegetação nativa e de restinga, inutilização do solo para plantio, além de tornar mananciais de água impróprios para o consumo humano e animal.

O grupo quer utilizar a água do rio para abastecer as empresas em instalação e operação no Complexo Portuário de Açu, que está sendo construído pela controlada LLX. O projeto do grupo EBX prevê a transposição do equivalente a 20 metros cúbicos por segundo, o que equivale a 16% da vazão média no ponto previsto para a captação.

Empresa é acusada de contaminar água no entorno do Superporto
A Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro informou, no dia 16, que a LLX, braço de logística do grupo EBX, seria punida com medidas corretivas, uma vez que pesquisas feitas pelo governo detectaram um aumento de salinidade na água ao redor da construção do Superporto do Açu.

A companhia alegou que a área de influência do porto, em São João da Barra (RJ), é monitorada em mais de 40 pontos para avaliação dos níveis de salinidade, de acordo com as exigências de licenciamento ambiental.

"A LLX possui convênios desde 2010 com universidades do Rio de Janeiro para monitoramento dos canais utilizados para irrigação sem qualquer indicação de alteração da atividade agrícola", disse em nota a companhia.

(Com agências)

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/01/31/mpf-quer-fim-de-obras-de-porto-de-eike-no-rj-por-contaminacao-da-agua.htm

morioli
February 1st, 2013, 11:35 PM
OSX terá que pagar R$ 1,3 milhão por salinização no Porto do Açu
Valor Online - 01/02/2013

O secretário Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, afirmou nesta sexta-feira (1º) que a secretaria vai multar em R$ 1,3 milhão a OSX - empresa do Grupo EBX, do empresário Eike Batista - por eventos causados a partir da salinização de águas doces em canais e lagoas durante a construção do Porto do Açu, no Norte Fluminense (RJ).

Segundo Minc, a companhia cometeu três infrações: a salinização das águas, a ausência de notificação da companhia para a secretaria sobre a salinização e a realização de uma obra para atenuar o problema, novamente sem comunicar a secretaria. Segundo o secretário, a realização de obras para atenuar o problema sem notificar a secretaria “dá impressão de que estava querendo esconder o problema”, disse Minc.

Além da multa de R$ 1,3 milhão, a secretaria também impôs outras três determinações à OSX: a realização de obras de dragagem para escoamento da água salinizada para o mar, que deve custar cerca de R$ 1 milhão à companhia; o investimento de cerca de R$ 2 milhões em florestas da região, como compensação aos danos ambientais causados; e o pagamento de um valor ainda não definido aos produtores rurais locais impactados pela salinização.

Minc afirmou que a secretaria considerou como atenuante o fato de que as obras realizadas para atenuar o problema foram corretas, segundo o secretário. Minc explicou que as águas contaminadas geralmente apresentam média de 0,5 grama de sal por quilo de água. Por causa das obras realizadas no local pela empresa do Grupo EBX, segundo o secretário, essa média subiu para 2,2 grama/quilo.

http://www.portalnaval.com.br/noticia/35879/osx-tera-que-pagar-r-13-milhao-por-salinizacao-no-porto-do-acu

raffasoares
March 21st, 2013, 02:50 AM
postado no Notícias do Interior do RJ

Grupo EBX:UCN Açu: O maior estaleiro das Américas construído pela OSX

G8e2lscJXCg

Publicado em 18/12/2012

Conheça os diferenciais da Unidade de Construção Naval do Açu, empreendimento da OSX localizado no Complexo Industrial do Superporto do Açu, que será o maior estaleiro das Américas. Em parceria com a Hyundai Heavy Industries, líder mundial em construção naval, a OSX investe em tecnologia de quinta geração e produtividade para iniciar a operação do estaleiro no primeiro semestre de 2013. Com a UCN Açu em atividade, a OSX será capaz de elevar a indústria naval e offshore brasileira a um novo patamar de competitividade, estimulando o desenvolvimento do conteúdo local.

Porto do Açu - Visão EBX/OSX

hWioRvZwGAY

Publicado em 06/02/2013

Visão empreendedora de Eike Batista, formação do maior porto das américas.

Aju76
March 21st, 2013, 03:45 PM
Janeiro 2013
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/8-1-13%20070.jpg

http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/8-3-13%20(107).jpg

lusorod
March 21st, 2013, 04:43 PM
aco que o porto tem que ser o que eles querem que seja, extremamente bem localizado, super eficiente e agregador. Fantastico....acho que qdo tiver pronto ficará incrivel, será o primeiro porto brasileiro no mesmo nivel de eficiencia de portos europeus e chineses! Um espetaculo! Torço muito pra que o Eike se recupere e pra que esses projetos deem fruto pois serão otimos pro Brasil. Tem muita gente ae nas sombras trabalhando pra derrubar o cara.

Aju76
March 22nd, 2013, 06:41 PM
A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou, nesta quinta-feira (21), requerimento do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), para que o embaixador do Brasil em Cingapura, Luís Fernando Serra, preste depoimento sobre o episódio do Estaleiro Jurong Aracruz.

Conforme divulgado pela imprensa, o embaixador teria usado os nomes dos ministros do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e da Fazenda, Guido Mantega, em contatos com empresários para transferir o projeto do estaleiro do Espírito Santo para o Porto do Açu, em São João da Barra, município do estado do Rio de Janeiro, atendendo a interesses do empresário Eike Batista.

Ricardo Ferraço, que preside a Comissão de Relações Exteriores, quer esclarecimentos sobre a participação do embaixador no caso. A data para que o embaixador Luís Fernando Serra compareça à CRE ainda não foi marcada.

morioli
March 25th, 2013, 02:04 PM
Complexo industrial do Porto do Açu começa a operar no próximo mês

A Unidade de Construção Naval da OSX, no Porto do Açu, iniciará suas operações em abril, marcando o começo das atividades no complexo e industrial e portuário, em São João da Barra (RJ). O primeiro trabalho previsto será construir um PLSV para a Sapura, cuja entrega está prevista para dezembro de 2014, data em que as obras do estaleiro serão concluídas.

De acordo com informações da LLX, mais de 40% das obras da UCN já foram executadas. Com área total de 3,2 milhões de m², o estaleiro terá cais com 2.300 m de extensão (extensíveis para 3.525 m) e capacidade para processar 180 mil t de aço/ano, podendo chegar a 400 mil t/ano.

A UCN terá um dique seco, onde poderão ser construídos dois FPSOs e uma plataforma menor, como uma TLP, ao mesmo tempo, ou até seis navios-tanque simultaneamente, por exemplo. O estaleiro terá ainda capacidade para montar cerca de 100 módulos e oito jaquetas e integrar até 11 FPSOs e oito WHPs em paralelo.

Segundo o gerente executivo da UCN Açu, Ivo Dworschak, o projeto da OSX é uma resposta às demandas da Petrobras para os próximos anos. “Nossa intenção é ser a oficina do pré-sal”, afirma.

O executivo destaca que a UCN, projetada em parceria com a Hyundai Heavy Industries, será um dos mais modernos estaleiros do mundo, com capacidade para instalar módulos a contrabordo de um FPSO acostado com auxílio do Goliath, um guindaste com 125 metros de altura que poderá içar até 1,6 mil toneladas. “Temos de competir com a mão de obra asiática usando novas tecnologias”, observa.

A UCN está localizada na área do terminal onshore TX2, que está sendo instalado no entorno de um canal de navegação com 6,5 km de extensão, 12 m de profundidade (extensíveis para 16 m) e 300 m de largura. A expectativa é que o primeiro atracamento no terminal ocorra entre maio e junho, quando uma embarcação que trará equipamentos para a UCN deverá chegar ao local.

Fornecedores

Nas proximidades do estaleiro estão sendo construídas fábricas e bases de apoio para o setor petrolífero. A dinamarquesa National Oilwell Varco (NOV) planeja iniciar a fabricação de risers flexíveis no local em julho. Instalada em um terreno de cerca de 120 mil m², a fábrica da empresa poderá produzir a partir do final do ano 200 km de linhas/ano. Em 2014, a expectativa é que a produção suba para 250 km de tubos flexíveis por ano.

Já a francesa Technip pretende inaugurar até o final do ano no local uma fábrica de linhas flexíveis, que será vizinha à primeira fábrica da finlandesa Wärtsilä no Brasil, focada em soluções e serviços nas áreas de energia e propulsão marítima.

A área do TX2 receberá ainda duas bases de apoio logístico – uma da Intermoor e uma da Asco Brasil –, além de uma base da MFX, joint venture formada entre a EBX e a BP para comercialização de combustíveis marítimos. A fabricante francesa de dutos sem costura V&M do Brasil e a norte-americana GE também estão se instalando no local.

Exportação/ importação

Enquanto que o TX2 dará apoio às atividades da UCN e às bases das fornecedoras instaladas na área, o TX1 será responsável pela movimentação de petróleo e exportação de minério de ferro. O terminal offshore terá 21 m de profundidade (extensíveis para 26 m), o que permitirá o atracamento de embarcações do porte de um Panamax e até mesmo de VLOCs/Chinamax.

Próximo ao TX1 será construída a Unidade de Tratamento de Petróleo do Porto do Açu (UTP), que poderá movimentar até 1,8 milhão de b/d – a unidade já possui licença para movimentar 1,2 milhão de b/d - e fazer o dessalgamento do óleo.

De acordo com o gerente comercial da LLX, Rodrigo Maciel, a UTP permitirá a operadoras instaladas no complexo economizar até US$ 5 por barril de óleo movimentado. Além do tratamento, as empresas poderão fazer o blending do petróleo na unidade, adequando o produto às especificidades do cliente.

O executivo sublinha ainda que as operadoras terão a possibilidade de estocar o combustível a ser exportado na UTP e, ao consolidar a carga, fazer o uploading em um VLCC para exportá-lo para a Ásia, evitando o uso de navios DP, cujo custo de frete é maior.

http://www.guiaoilegas.com.br/pt/site_extras_detalhes.asp?titulo_link=Not?cias&id_tb_extras=493264&id_parent=1399&classificacao=&tipo_extra=1

Aju76
March 25th, 2013, 07:02 PM
^^
Além de tudo isso, com a MP 595 ( MP dos Portos) o porto do Açu poderá transportar cargas de terceiros, o que era vedado até então. Abrindo uma possibilidade de escoamento até de grãos e conteiners no local.

Barba
March 26th, 2013, 01:50 AM
^^
Além de tudo isso, com a MP 595 ( MP dos Portos) o porto do Açu poderá transportar cargas de terceiros, o que era vedado até então. Abrindo uma possibilidade de escoamento até de grãos e conteiners no local.

É só aquela ferrovia Uruaçu-Corinto-Campos ficar pronta em menos de 25 anos, que pode :D

CARIOCAemSSA
March 26th, 2013, 03:12 PM
^^
Além de tudo isso, com a MP 595 ( MP dos Portos) o porto do Açu poderá transportar cargas de terceiros, o que era vedado até então. Abrindo uma possibilidade de escoamento até de grãos e conteiners no local.

Exatamente! A MP dos portos é muito bem vinda!

Aju76
April 10th, 2013, 02:18 PM
A presidente da Petrobrás anunciou interesse em investir no Porto do Açu. As ações da LLXL3 subiram 7% só por causa disso.

Barba
April 10th, 2013, 03:48 PM
A presidente da Petrobrás anunciou interesse em investir no Porto do Açu. As ações da LLXL3 subiram 7% só por causa disso.

"Investir"?

Tá ajudando a EBX pra ela não quebrar, isso sim. Ou seja, tá socializando o prejuízo das besteiras do Eike com toda a nação. E eu espero que faça isso mesmo, que use a Petrobrás da forma mais política possível, que os investidores sumam, aumente a insegurança jurídica, e vejam de uma vez por todas como o governo Dilma é uma porcaria e não sabe nada do que está fazendo!

Samir7
April 10th, 2013, 04:59 PM
Notícia de capa do Valor de Hoje:

LLX aposta na Petrobras no Açu

Por Francisco Góes | De São João da Barra (RJ)

http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/13/04/foto10emp-101-acu-b9.jpg
Leo Pinheiro/Valor / Leo Pinheiro/Valor Berto, presidente da LLX, diz que porto terá "várias âncoras": de petróleo ao aço

A Petrobras está mais próxima do Açu, o grande projeto portuário em construção pelo empresário Eike Batista no litoral norte do Rio de Janeiro. Ontem, a presidente da estatal, Graça Foster, e o presidente da LLX, Marcus Berto, confirmaram negociações que devem levar a estatal a se instalar no Açu para utilizar o porto. As tratativas estão avançadas e a tendência é a Petrobras usar o porto como base de apoio offshore para as atividades das plataformas de petróleo. Esse é o primeiro passo dentro de um acordo que poderia ser ampliado no futuro, incluindo, por exemplo, operações de transbordo e de estocagem de petróleo.

"Estamos em negociações com a Petrobras e seria uma vantagem estratégica, tanto para ela [Petrobras] quanto para nós [LLX], a sua instalação no Superporto do Açu", disse Berto. As discussões são técnicas e se desenvolvem há três meses. Ontem, a ação da LLX fechou a R$ 2,06 e subiu 6,73%, a maior alta do Ibovespa. Nos 12 meses encerrados ontem, porém, a ação da empresa acumulou perda de 39,23%.

O grupo EBX, do qual a LLX faz parte, vem enfrentando uma crise de confiança entre investidores que tem derrubado o valor das ações. Ontem, o Valor visitou o Açu, projeto da LLX que se tornou alvo de rumores segundo os quais estaria enfrentando problemas nas obras. A construção, em curso há seis anos, está avançada e, segundo Berto, seguem normalmente envolvendo grandes empresas de engenharia.

"O Açu é o porto para o Brasil", disse Berto. Ele afirmou que não está descartada a instalação de uma siderúrgica da Ternium no porto. Diferentes atividades combinadas, incluindo petróleo e minério, levam o executivo a afirmar que o Açu tem várias âncoras. Uma parte do Açu, onde se concentram os prestadores de serviço para a indústria de petróleo, vai começar a operar este ano. Três empresas ligadas à indústria de petróleo - National Oil Varco (NOV), Technip e Intermoor - vão iniciar as operações este ano no porto.


http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/13/04/foto10emp-102-acu-b9.jpg
Leo Pinheiro/Valor / Leo Pinheiro/Valor. Grupo EBX, controlador da LLX, conta com presença da Petrobras para viabilizar projeto do Açu no norte do Rio de Janeiro

A NOV vai começar a operação comercial em julho produzindo tubos flexíveis para produção de petróleo. Uma das razões que levou a NOV a se instalar no Açu foi a falta de áreas portuárias no Brasil, disse Antonio Klaus, responsáveis pelas obras civis da fábrica. A OSX, estaleiro ligado ao grupo EBX, também prevê começar as atividades no Açu em 2013.

Há 8 mil trabalhadores envolvidos nos projetos do Açu, entre operários contratados pela LLX e por outras empresas que se instalaram no local. O Açu está situado em área de 90 quilômetros quadrados, uma vez e meia a ilha de Manhattan. Para desenvolver o porto, a LLX assinou memorandos de entendimentos com mais de 70 empresas, mas até agora pouco mais de uma dezena fecharam contratos de aluguel de áreas em acordos de longo prazo.

Esses aluguéis garantem à LLX receita anual de R$ 100 milhões. É pouco para uma empresa pré-operacional que precisa investir bilhões em infraestrutura, mas a aposta é que a curto prazo os contratos se intensifiquem.

Desde 2007, foram investidos R$ 4 bilhões no Açu. Para 2013, está previsto R$ 1,1 bilhão. Berto disse que a empresa está capitalizada para fazer frente aos investimentos em 2013 e em 2014, considerando novos contratos. Conta com financiamentos de Caixa, Bradesco, em fase de renovação, e BNDES. O banco estatal analisa empréstimo de R$ 720 milhões para a LLX Minas-Rio, parceria no minério em que a LLX tem 51% e a Anglo American, 49%.

http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/13/04/foto10emp-103-acu-b9.jpg
Leo Pinheiro/Valor / Leo Pinheiro/Valor Esteira transportadora de minério de ferro instalada na ponte do terminal offshore TX1 para operação da Anglo American

O executivo disse que 2013 marca o ano em que o Açu sai da fase de implantação para a operação. O argumento da LLX, compartilhado por especialistas do setor, é de que o aumento da produção de petróleo no Brasil - a previsão da Petrobras é de que a produção duplique até 2020 - vai exigir novos portos para evitar que os gargalos logísticos aumentem. O porto do Açu fica a 150 quilômetros da Bacia de Campos, principal polo de produção de petróleo do Brasil, mas está mais distante da Bacia de Santos, onde estão concentrados os campos do pré-sal.

"Estamos preparados hoje para receber empresas que queiram se instalar no Açu para fazer operações de apoio offshore, tancagem e transbordo de petróleo", afirmou o executivo. Uma área no terminal onshore do Açu, chamado pela LLX de TX2, foi reservada para as empresas de petróleo. É ali que estão a NOV, a Technip e a Intermoor. Ali também está a Asco, parceria da LLX com o Asco Group para atuar na prestação de serviços logísticos offshore. Nessa área a finlandesa Wärtsila também irá se instalar.

No TX2 ainda há áreas disponíveis e em uma delas a Petrobras poderá se instalar se a estatal selar o acordo com a LLX. Um dos terrenos disponíveis tem 580 metros de fundo e saída direta para o mar com um cais de tamanho variável, dependendo da necessidade da companhia. Hoje, a Petrobras tem o porto de Macaé, também no norte fluminense, como principal base de apoio offshore, mas o local não tem grande capacidade e está saturado. Ontem, em sobrevoo, era possível ver a fila de embarcações esperando para atracar em Macaé.

Essa situação tem levado ao surgimento de diversos projetos de portos de apoio offshore que se apresentam como alternativas para a Petrobras. A estatal tem sido cautelosa sobre o tema. Entre as vantagens do Açu, estão a existência de grandes áreas para arrendamento e a disponibilidade de terrenos com ligação direta para o mar, disse Berto. Para instalar o TX2, a LLX está construindo um canal que entra do mar em direção à terra e que, quando estiver concluído, terá 6,5 quilômetros de extensão e 13 quilômetros de cais.

A outra parte do Açu, que deu origem ao porto, é o terminal voltado para a exportação de minério de ferro da Anglo American, cujos primeiros embarques devem ocorrer só no fim de 2014, se não houver novos atrasos no projeto. Esse terminal, chamado de TX1, é acessado por uma ponte de cerca de três km que está pronta. O terminal de minério começará operando com dois berços, mas está prevista expansão para quatro berços, podendo movimentar 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Do TX1, sai um braço, ainda não concluído, que vai levar até um quebra-mar a ser construído a cerca de 400 metros de distância. Esse quebra-mar vai proteger o berço de minério e servirá como local de atracação de navios petroleiros.

O plano é construir cinco berços para operações de petróleo nesse quebra-mar. O terminal de minério foi construído pela LLX Minas-Rio. Ficou acertado entre as empresas que os investimentos adicionais para a operação de petróleo no quebra-mar serão feitos pela LLX - um montante estimado em R$ 400 milhões.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3080364/llx-aposta-na-petrobras-no-acu#ixzz2Q4YvLCNr

Samir7
April 11th, 2013, 05:34 PM
Petrobras não discute viabilidade do porto do Açu, afirma Graça Foster

Por Ana Fernandes | Valor

SÃO PAULO - Atualizado às 15h04 A Petrobras não tem preocupação quanto à viabilidade de projetos de negócios que não sejam o da companhia, segundo Graça Foster, presidente da empresa. "Não há nenhuma discussão para viabilizar porto do Açu nos escritórios da Petrobras", disse ao ser questionada por jornalistas, durante evento na sede da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp).

Uma reportagem publicada ontem no Valor e antecipada na tarde de ontem pelo Valor PRO, o serviço de informações em tempo real do Valor, afirmava que a Petrobras foi acionada para iniciar negociações com o grupo EBX e poderia estar entre os clientes potenciais do Porto de Açu, da LLX. A estatal estaria avaliando quais os ganhos que poderia ter com a operação. No governo, acredita-se que os poços de petróleo controlados pela OGX poderiam servir como moeda de troca.

Em teleconferência sobre o plano de negócios 2013-2017 realizadao ontem, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, confirmou que a estatal está em negociações com a empresa de logística de Eike Batista.

Leia mais: Negócio com Petrobras pode envolver mais empresas do grupo X, diz analista

Hoje, em São Paulo, Graça Foster disse que existem conversas frequentes sobre a possibilidade de negócios. A executiva explica que, a depender de possíveis licitações de energia, é possível que a Petrobras precise de um quarto terminal de regaseificação até 2020 e que um terminal com serviço terceirizado no Rio de Janeiro pode ser uma solução interessante.

Outros dois ou três lugares para um provável quarto terminal são avaliados, afirmou a presidente sem, contudo, detalhar os possíveis locais. Segundo ela, as possibilidades serão estudadas levando em conta a confiabilidade de projetos e de tarifa, podendo até haver um processo licitatório para a escolha.

Graça, no entanto, negou haver qualquer solicitação do governo federal para favorecer empresas do grupo do empresário Eike Batista. "Não tem pedido do governo para ajudar o grupo X", enfatizou. A executiva mencionou que, atualmente, a Petrobras tem contratos com empresas do Grupo EBX, feitos por meio de licitação.

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http://www.valor.com.br/empresas/3081596/petrobras-nao-discute-viabilidade-do-porto-do-acu-afirma-graca#ixzz2QAYe7Qjh

na reportagem tem um slideshow com mais fotos.

Aju76
April 12th, 2013, 07:20 PM
A presidente da Petrobrás anunciou interesse em investir no Porto do Açu. As ações da LLXL3 subiram 7% só por causa disso.

Agora o porto do Açu está negociando com Armadores o uso do porto para transporte de carga geral por meio de conteiners, o que era vedado antes da MP 595. Com a mudança legislativa o Porto do Açu poderá transportar cargas de terceiros livremente.

TX1
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/8-3-13%20(29).jpg

O transporte de carga geral se daria no TX2
http://www.llx.com.br/AcompanhamentoObraPT/8-3-13%20(78).jpg

Fonte das imagens: http://www.llx.com.br/pt/galeria-multimidia/Paginas/acompanhamento-obras-todos.aspx?&AnoObra=2013&MesObra=03.Mar%C3%A7o