Viva_a_Historia
March 16th, 2009, 01:05 PM
Ligação Alter do Chão-Portalegre
Portalegre: construção do IC13 arranca em Abril
24.02.2006 - 14h09 Lusa
O lanço do Itinerário Principal 13 (IC13) entre Alter do Chão e Portalegre vai começar a ser construído em meados de Abril, num investimento de 34,5 milhões de euros, anunciou hoje a empresa responsável pela obra.
Segundo a OPCA, que ganhou o concurso público para a execução da empreitada, este lanço do IC13 inclui a ligação ao Crato e a Flor da Rosa.
Com um prazo de execução de 720 dias, a obra deverá estar concluída em Abril de 2008.
O novo lanço do IC13 entre Alter do Chão e Portalegre, com início na Estrada Nacional 369 e término na Estrada Nacional 18/IP2, vai ter 29 quilómetros de extensão, contemplando ainda um troço de cinco quilómetros de ligação ao Crato e a Flor da Rosa.
Para ligar o IC13 à localidade de Alter do Chão, a empresa responsável pela obra vai executar outro troço de aproximadamente dois quilómetros.
A empreitada integra também a execução de 41 obras de arte correntes (pontes e viadutos), duas obras de arte especiais, 18 restabelecimentos viários, dez rotundas, quatro nós de ligação e uma rede de caminhos paralelos.
Situada na região do Alto Alentejo, no distrito de Portalegre, a nova estrada vai atravessar os concelhos de Alter do Chão, do Crato e de Portalegre, substituindo as actuais estradas nacionais 119 e 245.
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1248941&idCanal=
Coruche não quer portagens no IC 13
«A Câmara de Coruche não quer que o Itinerário Complementar 13, que vai ligar o concelho a Lisboa, seja transformado numa auto-estrada com portagens.
Uma “situação preocupante” é como o presidente da Câmara de Coruche classifica a possibilidade de inclusão de portagens no Itinerário Complementar (IC) 13, que ligará Alcochete, desde a ponte Vasco da Gama, a Coruche.
Dionísio Mendes (PS) reuniu com elementos da Estradas de Portugal (EP) e da equipa projectista da obra, que solicitaram um parecer da autarquia em relação às alternativas ao traçado que irá ligar a capital ao concelho de Coruche.
Em causa está a possibilidade de a ligação Alcochete-Infantado-Coruche pelo IC13 passar a sul da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, seguindo por Taipadas até Santo Estêvão, no nó da A13, e depois até Coruche entre as freguesias da Branca e do Biscainho, na margem esquerda do rio Sorraia.
“Em termos genéricos não vemos inconveniente no traçado que nos foi apresentado, mas a grande preocupação é a possibilidade de colocação de portagens no traçado entre a ponte Vasco da Gama e Coruche”, refere Dionísio Mendes.
Para o líder da autarquia, a instalação de portagens contribui ainda para que os condutores do concelho que seguem com destino a Lisboa tenham como única alternativa continuar a utilizar a degradada EN 251, para não pagarem portagens.
Dionísio Mendes fala mesmo numa “subversão” do Plano Rodoviário Nacional, lembrando que mesmo os itinerários principais e os complementares são considerados um complemento de qualidade às auto-estradas.
Isidro Catarino, vereador da CDU, mostrou-se favorável ao traçado proposto mas também relutante em relação à criação de portagens no IC13, fazendo questão de recordar a importância de se criar um nó de acesso a nascente da vila. Posição que a CDU entende que, em conjugação com o futuro nó do IC 10, contribuirá para o desenvolvimento da zona industrial, bem como das freguesias de Erra e do Couço.
A assistir à reunião de câmara, Manuel Coelho, vogal da CDU na assembleia municipal, mostrou também alguma preocupação pela consequência da passagem do IC 13 no concelho, especialmente o atravessamento de cerca de uma dezena de herdades da margem esquerda do Sorraia. Por isso, defendeu que há que fazer algo para evitar a divisão das propriedades e a destruição de zonas de regadio, avançando antes, no limite das herdades.
Dionísio Mendes ouviu a sugestão e concordou que pode ser um dos pontos a indicar a projectistas e EP, ficando por esclarecer o tipo de influência que o traçado irá ter ao atravessar zonas de montado de sobro, pinhal e eucalipto, além de zonas de rega.», in O Mirante Online
Aqui vos trago mais um mapa para vos mostrar como eu penso que se deveria fazer na rede rodoviária do Alto Alentejo.
http://img208.imageshack.us/img208/4423/iers1.jpg
A vermelho aquilo que deveria ser o IP6 que existe já entre Peniche e Santarém mas que julgo que deveria ser prolongado até Portalegre. O troço actual do IC13 entre Portalegre e Alter do Chão tornar-se-ia parte desta via.
A azul aquele que deveria ser o troço do IC13 que não iria ligar o Seixal a Portalegre mas antes o Seixal a Estremoz passando por Alcochete, Coruche, Mora e acabando ligado com o IP7-A6.
A preto um outro IC qualquer que deveria ligar Abrantes A Montemor-O-Novo ou Évora passando por Ponte de Sor, Mora e Arraiolos. O troço classificado como IC13 entre Mora e Ponte de Sor passaria a ser apenas a N2. Numa outra thread eu até propus que esta via fosse o IC7 de Norte começasse em Viseu.
Portalegre: construção do IC13 arranca em Abril
24.02.2006 - 14h09 Lusa
O lanço do Itinerário Principal 13 (IC13) entre Alter do Chão e Portalegre vai começar a ser construído em meados de Abril, num investimento de 34,5 milhões de euros, anunciou hoje a empresa responsável pela obra.
Segundo a OPCA, que ganhou o concurso público para a execução da empreitada, este lanço do IC13 inclui a ligação ao Crato e a Flor da Rosa.
Com um prazo de execução de 720 dias, a obra deverá estar concluída em Abril de 2008.
O novo lanço do IC13 entre Alter do Chão e Portalegre, com início na Estrada Nacional 369 e término na Estrada Nacional 18/IP2, vai ter 29 quilómetros de extensão, contemplando ainda um troço de cinco quilómetros de ligação ao Crato e a Flor da Rosa.
Para ligar o IC13 à localidade de Alter do Chão, a empresa responsável pela obra vai executar outro troço de aproximadamente dois quilómetros.
A empreitada integra também a execução de 41 obras de arte correntes (pontes e viadutos), duas obras de arte especiais, 18 restabelecimentos viários, dez rotundas, quatro nós de ligação e uma rede de caminhos paralelos.
Situada na região do Alto Alentejo, no distrito de Portalegre, a nova estrada vai atravessar os concelhos de Alter do Chão, do Crato e de Portalegre, substituindo as actuais estradas nacionais 119 e 245.
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1248941&idCanal=
Coruche não quer portagens no IC 13
«A Câmara de Coruche não quer que o Itinerário Complementar 13, que vai ligar o concelho a Lisboa, seja transformado numa auto-estrada com portagens.
Uma “situação preocupante” é como o presidente da Câmara de Coruche classifica a possibilidade de inclusão de portagens no Itinerário Complementar (IC) 13, que ligará Alcochete, desde a ponte Vasco da Gama, a Coruche.
Dionísio Mendes (PS) reuniu com elementos da Estradas de Portugal (EP) e da equipa projectista da obra, que solicitaram um parecer da autarquia em relação às alternativas ao traçado que irá ligar a capital ao concelho de Coruche.
Em causa está a possibilidade de a ligação Alcochete-Infantado-Coruche pelo IC13 passar a sul da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, seguindo por Taipadas até Santo Estêvão, no nó da A13, e depois até Coruche entre as freguesias da Branca e do Biscainho, na margem esquerda do rio Sorraia.
“Em termos genéricos não vemos inconveniente no traçado que nos foi apresentado, mas a grande preocupação é a possibilidade de colocação de portagens no traçado entre a ponte Vasco da Gama e Coruche”, refere Dionísio Mendes.
Para o líder da autarquia, a instalação de portagens contribui ainda para que os condutores do concelho que seguem com destino a Lisboa tenham como única alternativa continuar a utilizar a degradada EN 251, para não pagarem portagens.
Dionísio Mendes fala mesmo numa “subversão” do Plano Rodoviário Nacional, lembrando que mesmo os itinerários principais e os complementares são considerados um complemento de qualidade às auto-estradas.
Isidro Catarino, vereador da CDU, mostrou-se favorável ao traçado proposto mas também relutante em relação à criação de portagens no IC13, fazendo questão de recordar a importância de se criar um nó de acesso a nascente da vila. Posição que a CDU entende que, em conjugação com o futuro nó do IC 10, contribuirá para o desenvolvimento da zona industrial, bem como das freguesias de Erra e do Couço.
A assistir à reunião de câmara, Manuel Coelho, vogal da CDU na assembleia municipal, mostrou também alguma preocupação pela consequência da passagem do IC 13 no concelho, especialmente o atravessamento de cerca de uma dezena de herdades da margem esquerda do Sorraia. Por isso, defendeu que há que fazer algo para evitar a divisão das propriedades e a destruição de zonas de regadio, avançando antes, no limite das herdades.
Dionísio Mendes ouviu a sugestão e concordou que pode ser um dos pontos a indicar a projectistas e EP, ficando por esclarecer o tipo de influência que o traçado irá ter ao atravessar zonas de montado de sobro, pinhal e eucalipto, além de zonas de rega.», in O Mirante Online
Aqui vos trago mais um mapa para vos mostrar como eu penso que se deveria fazer na rede rodoviária do Alto Alentejo.
http://img208.imageshack.us/img208/4423/iers1.jpg
A vermelho aquilo que deveria ser o IP6 que existe já entre Peniche e Santarém mas que julgo que deveria ser prolongado até Portalegre. O troço actual do IC13 entre Portalegre e Alter do Chão tornar-se-ia parte desta via.
A azul aquele que deveria ser o troço do IC13 que não iria ligar o Seixal a Portalegre mas antes o Seixal a Estremoz passando por Alcochete, Coruche, Mora e acabando ligado com o IP7-A6.
A preto um outro IC qualquer que deveria ligar Abrantes A Montemor-O-Novo ou Évora passando por Ponte de Sor, Mora e Arraiolos. O troço classificado como IC13 entre Mora e Ponte de Sor passaria a ser apenas a N2. Numa outra thread eu até propus que esta via fosse o IC7 de Norte começasse em Viseu.