Cidade Sol
April 6th, 2009, 03:08 AM
----- Segue mais um dos poucos Threads da Cidade Sol, são fotos garimpadas, mas são de qualidade e de angulos nunca vistos aqui SSC. Espero que Gostem. -----
00. Bandeira
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e0/Bandeira_de_Jequi%C3%A9.JPG
Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por possuir um clima comparável ao verão carioca. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão a temperatura pode chegar a 45°C. Jequié é rico em minério de Ferro, por isso é muito quente durante o dia e frio durante a noite.
História
A cidade se desenvolveu a partir de movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio das Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio das Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.
O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.
Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e dele se desmembrou em 1897, tendo como primeiro intendente (prefeito) Urbano Gondim.
A partir de 1910 é que se torna cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos.
Pelo curso navegável do Rio das Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.
Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão de José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, comerciantes e líderes da comunidade italiana, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores. Depois da terrível enchente de 1914, que destruiu quase tudo em Jequié, a feira, o comércio e a cidade passaram a desenvolver-se em direção às partes mais altas. Após a enchente, Jequié ficou conhecida como a "Chicago Baiana", pois essa cidade norte-americana também foi destruída, em 1871, e teve que recomeçar quase do zero. A diferença é que Jequié acabou em água e Chicago em fogo.
Apesar das ações de desmatamento que acabaram por assorear o Rio das Contas, impossibilitando a navegação, a cidade seguiu firme em direção ao progresso e, em 1927, festejou a chegada da "Estrada de Ferro de Nazareth", . Nesse tempo, Jequié era a quarta cidade mais importante da Bahia e teve no comerciante Vicente Grillo seu grande benfeitor. Três anos depois, Jequié sente o impacto da Revolução de 1930, quando é deposto o então intendente (prefeito) Geminiano Saback. Com a reforma ortográfica de 1943, um grupo de intelectuais propôs a mudança da grafia do nome da cidade para "Jiquié", idéia que não vingou.
Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então Presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié - ocasionando imediata reação do governo federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia do infeliz político que adotara a medida.
Jamais tendo se constituído de fato, o gesto entretanto marcou a História da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo por ter o bombardeio da capital provocado o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.
Imigração italiana
Jequié é a cidade baiana, depois de Itiruçu, que mais recebeu imigrantes italianos no estado da Bahia. Eles vieram principalmente de Trecchina (pronuncia-se Tréquina), na região da Basilicata. O pioneiro foi o já citado José Rotondano (nome de origem: Giuseppe), que viu em Jequié um grande potencial econômico, na época arraial de passagem para tropeiros. Com o tempo vieram mais conterrâneos seus, que foram de significativa importância para o crescimento da cidade. Tanto, que na década de 1930 o italiano Vicente Grillo era um dos homens mais ricos da Bahia, e Jequié era a quarta cidade do estado em economia. Entre as mais de 150 famílias italianas que se estabeleceram em Jequié, destaca-se: Grillo, Lomanto, Rotondano, Schettini, Scaldaferri, Marotta, Biondi, Grisi, Bartilotti, Tolomei, Lamberti, Michelli, Penza, Caricchio, Orrico, Limongi, Maimone, Pignataro etc.
Italianos de destaque durante a primeira metade do século XX
José Rotondano : pioneiro da colônia italiana em Jequié
Vicente Grillo: capitalista, grande filantropo e benemérito
Toti Lomanto: agricultor, fazendeiro e pai do ex-governador Lomanto Júnior
Padre Spínola: educador, fundou o "Gymnasio de Jequié" (CEMS)
Fernando e Alberico Biondi: irmãos e donos da "Grande Padaria Baiana", a maior em Jequié na época
Miguel Ferraro: dono do "Bar e Pastellaria Fascista", que fechou em 1942 por ordem do governo brasileiro, durante período da Segunda Guerra Mundial
Outros imigrantes
Além dos italianos, Jequié acolheu imigrantes de outras nacionalidades, principalmente sírios, libaneses, judeus e espanhóis. A maioria foram atraídos pelo sucesso que a colônia italiana vinha obtendo na época. Embora em menor número, esses imigrantes também foram de grande importância para o crescimento da cidade, onde boa parte se dedicaram ao comércio. Entre os espanhóis destaca-se o engenheiro Apolinário Peleteiro, que hostentava grande prestígio durante a primeira metade do século XX. Dos judeus e sírio-libaneses, é possível mencionar as famílias: Saback, Cohim, Salomão, Morbeck, dentre outras.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/35/Bahia_Municip_Jequie.svg/572px-Bahia_Municip_Jequie.svg.png
Características geográficas
Área 3.035,423 km²
População 150.351 hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 49,1 hab./km²
Altitude 215 metros
Clima Semi-árido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,694 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 1.056.408 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 7.103,00 IBGE/2005 [4]
01.
http://img12.imageshack.us/img12/3/18821277.jpg
02.
http://img5.imageshack.us/img5/497/59340918.jpg
03.
http://img9.imageshack.us/img9/7713/75939242.jpg
04.
http://img17.imageshack.us/img17/4551/79117341.jpg
05.
http://img5.imageshack.us/img5/1306/61954821.jpg
06.
http://img5.imageshack.us/img5/7206/56415275.jpg
07.
http://img5.imageshack.us/img5/3899/72895563.jpg
08.
http://img5.imageshack.us/img5/7834/33144917.jpg
09.
http://img12.imageshack.us/img12/2803/39981094.jpg
10.
http://img5.imageshack.us/img5/932/15909937.jpg
11.
http://img5.imageshack.us/img5/9712/45187622.jpg
12.
http://img12.imageshack.us/img12/5259/29955610.jpg
13.
http://img10.imageshack.us/img10/6030/60387251.jpg
14.
http://img10.imageshack.us/img10/2933/64818233.jpg
15.
http://img5.imageshack.us/img5/2062/47070395.jpg
16.
http://img11.imageshack.us/img11/6161/70449151.jpg
17. Centro de Cultura ACM
http://img5.imageshack.us/img5/6196/7350008.jpg - http://img10.imageshack.us/img10/9545/centrodeculturaacm.png
18. A Casa da Itália
http://img5.imageshack.us/img5/2891/casadeitalia.jpg
19.
http://img5.imageshack.us/img5/8164/hpv.jpg
20.
http://img5.imageshack.us/img5/1677/68117876.jpg
21.
http://img10.imageshack.us/img10/8210/71054700.jpg
22.
http://img5.imageshack.us/img5/8599/margarida.jpg
23.
http://img9.imageshack.us/img9/7820/corridadalua.jpg
24. Vista Panorâmica
http://img5.imageshack.us/img5/9296/pordosoli.jpg
25. Praça da Bíblia
http://img10.imageshack.us/img10/5070/praadabblia.jpg
26.
http://img14.imageshack.us/img14/6919/1221006826.jpg
27. Avenida Rio Branco
http://img25.imageshack.us/img25/447/avenivariobranco.jpg
28. Av César Borges
http://img24.imageshack.us/img24/3682/35827989.jpg
29. HiperMercado
http://i108.photobucket.com/albums/n15/lukasbaiano/cardoso1.jpg - http://img22.imageshack.us/img22/5340/hiperi.png
30.
http://img21.imageshack.us/img21/4523/73799853.png - http://img22.imageshack.us/img22/7369/sescjeqnews.jpg
31. Pôr do Sol - Rio das Contas.
http://img16.imageshack.us/img16/9918/solriodascontas.jpg
Espero que tenham gostado. Essa é a Cidade Sol, cidade Calorosa, do São Jõao danado de Bom. Até a Próxima.:banana:
00. Bandeira
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e0/Bandeira_de_Jequi%C3%A9.JPG
Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por possuir um clima comparável ao verão carioca. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão a temperatura pode chegar a 45°C. Jequié é rico em minério de Ferro, por isso é muito quente durante o dia e frio durante a noite.
História
A cidade se desenvolveu a partir de movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio das Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio das Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.
O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.
Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e dele se desmembrou em 1897, tendo como primeiro intendente (prefeito) Urbano Gondim.
A partir de 1910 é que se torna cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos.
Pelo curso navegável do Rio das Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.
Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão de José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, comerciantes e líderes da comunidade italiana, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores. Depois da terrível enchente de 1914, que destruiu quase tudo em Jequié, a feira, o comércio e a cidade passaram a desenvolver-se em direção às partes mais altas. Após a enchente, Jequié ficou conhecida como a "Chicago Baiana", pois essa cidade norte-americana também foi destruída, em 1871, e teve que recomeçar quase do zero. A diferença é que Jequié acabou em água e Chicago em fogo.
Apesar das ações de desmatamento que acabaram por assorear o Rio das Contas, impossibilitando a navegação, a cidade seguiu firme em direção ao progresso e, em 1927, festejou a chegada da "Estrada de Ferro de Nazareth", . Nesse tempo, Jequié era a quarta cidade mais importante da Bahia e teve no comerciante Vicente Grillo seu grande benfeitor. Três anos depois, Jequié sente o impacto da Revolução de 1930, quando é deposto o então intendente (prefeito) Geminiano Saback. Com a reforma ortográfica de 1943, um grupo de intelectuais propôs a mudança da grafia do nome da cidade para "Jiquié", idéia que não vingou.
Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então Presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié - ocasionando imediata reação do governo federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia do infeliz político que adotara a medida.
Jamais tendo se constituído de fato, o gesto entretanto marcou a História da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo por ter o bombardeio da capital provocado o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.
Imigração italiana
Jequié é a cidade baiana, depois de Itiruçu, que mais recebeu imigrantes italianos no estado da Bahia. Eles vieram principalmente de Trecchina (pronuncia-se Tréquina), na região da Basilicata. O pioneiro foi o já citado José Rotondano (nome de origem: Giuseppe), que viu em Jequié um grande potencial econômico, na época arraial de passagem para tropeiros. Com o tempo vieram mais conterrâneos seus, que foram de significativa importância para o crescimento da cidade. Tanto, que na década de 1930 o italiano Vicente Grillo era um dos homens mais ricos da Bahia, e Jequié era a quarta cidade do estado em economia. Entre as mais de 150 famílias italianas que se estabeleceram em Jequié, destaca-se: Grillo, Lomanto, Rotondano, Schettini, Scaldaferri, Marotta, Biondi, Grisi, Bartilotti, Tolomei, Lamberti, Michelli, Penza, Caricchio, Orrico, Limongi, Maimone, Pignataro etc.
Italianos de destaque durante a primeira metade do século XX
José Rotondano : pioneiro da colônia italiana em Jequié
Vicente Grillo: capitalista, grande filantropo e benemérito
Toti Lomanto: agricultor, fazendeiro e pai do ex-governador Lomanto Júnior
Padre Spínola: educador, fundou o "Gymnasio de Jequié" (CEMS)
Fernando e Alberico Biondi: irmãos e donos da "Grande Padaria Baiana", a maior em Jequié na época
Miguel Ferraro: dono do "Bar e Pastellaria Fascista", que fechou em 1942 por ordem do governo brasileiro, durante período da Segunda Guerra Mundial
Outros imigrantes
Além dos italianos, Jequié acolheu imigrantes de outras nacionalidades, principalmente sírios, libaneses, judeus e espanhóis. A maioria foram atraídos pelo sucesso que a colônia italiana vinha obtendo na época. Embora em menor número, esses imigrantes também foram de grande importância para o crescimento da cidade, onde boa parte se dedicaram ao comércio. Entre os espanhóis destaca-se o engenheiro Apolinário Peleteiro, que hostentava grande prestígio durante a primeira metade do século XX. Dos judeus e sírio-libaneses, é possível mencionar as famílias: Saback, Cohim, Salomão, Morbeck, dentre outras.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/35/Bahia_Municip_Jequie.svg/572px-Bahia_Municip_Jequie.svg.png
Características geográficas
Área 3.035,423 km²
População 150.351 hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 49,1 hab./km²
Altitude 215 metros
Clima Semi-árido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,694 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 1.056.408 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 7.103,00 IBGE/2005 [4]
01.
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02.
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03.
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04.
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05.
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06.
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07.
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08.
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09.
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10.
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11.
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12.
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13.
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14.
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15.
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16.
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17. Centro de Cultura ACM
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18. A Casa da Itália
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20.
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23.
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24. Vista Panorâmica
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25. Praça da Bíblia
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27. Avenida Rio Branco
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28. Av César Borges
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29. HiperMercado
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30.
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31. Pôr do Sol - Rio das Contas.
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Espero que tenham gostado. Essa é a Cidade Sol, cidade Calorosa, do São Jõao danado de Bom. Até a Próxima.:banana: