View Full Version : Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio (3.150 MW) e Jirau (3.750 MW) - Fotos e Informações das obras!
BR 364 April 16th, 2009, 11:57 PM http://s05.flagcounter.com/count/3De/bg=090361/txt=E3ED58/border=3BE610/columns=2/maxflags=12/viewers=0/labels=1/pageviews=1/ (http://s05.flagcounter.com/more/3De)
Fotos da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira das duas usinas hidrelétricas a serem construídas no Rio Madeira. Esta usina será localizada a 7 km de Porto Velho. A outra usina do complexo do Madeira (UHE de Jirau) ficará a 136 km da cidade de Porto Velho, mas ainda dentro do município. Juntas, as duas usinas terão capacidade instalada de 6.450 MW, tornando-se o 3º maior pólo de geração de energia hidrelelétrica do Brasil, atrás apenas de Itaipu (14.000 MW) e Tucuruí (8.340 MW), porém com índice de eficiência energética (MW por km2 de área inundada) superior a estas.
Foto de sbarilari
http://static.panoramio.com/photos/original/18058822.jpg
Fotos de Darwin Zanata
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Fotos de Waldicarlos
http://i2.photobucket.com/albums/y41/Diego1985/u1.jpg
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VÍDEOS
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gustavo.sces April 17th, 2009, 12:18 AM Ótimo!
As obras estão bastante avançadas!
Terra Nova April 17th, 2009, 01:15 AM Vão ter que fazer desvio no curso do rio?
BR 364 April 17th, 2009, 01:21 AM ^^ Não sei dizer. Mas no dia 25 deste mês (se tudo der certo) eu devo fazer uma visita às obras e posso perguntar. :D
Terra Nova April 17th, 2009, 03:18 AM ^^ Não sei dizer. Mas no dia 25 deste mês (se tudo der certo) eu devo fazer uma visita às obras e posso perguntar. :D
Por favor, e mantenha-nos informados sobre essa obra de enormes proporções.
Mágno Lopes April 17th, 2009, 03:21 AM Últimas lembranças do que um dia foi a imponente Cachoeira de Santo Antônio e que futuramente será apenas o reservatório de uma barragem
http://www.rondonia.ro.gov.br/imagens-noticias-comunicados/%7BF3F46E42-C8F7-46D2-B6AB-D1F9A3CFBAFD%7D_CACHOEIRA%20(1).JPG
http://img13.imageshack.us/img13/9804/ogaaal7nguvxbi6rqqn4aka.jpg
http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2007/06/06/1735WD7258.image_pequena_horizontal.JPG
http://img177.imageshack.us/img177/6168/ogaaal9pkap5udirgpc9kny.jpg
http://img99.imageshack.us/img99/6097/29072006250im4.jpg
http://img177.imageshack.us/img177/6837/ogaaaogv3iu9vjrzow3ekth.jpg
Não levem pra um lado negativo...
Isso me dava alegria!
Se existe alegria mesmo assim, tem gente que ainda chora! ^^
Belcity April 17th, 2009, 03:39 AM Bom saber que as obras estão a todo vapor.
Valter April 17th, 2009, 03:42 AM Valeu pelas fotos!!! Já estava procurando há um tempo e não tinha encontrado, mantenha-nos informados :okay:
Belcity April 17th, 2009, 03:43 AM Fotos da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira das duas usinas hidrelétricas a serem construídas no Rio Madeira. Esta usina será localizada a 7 km de Porto Velho. A outra usina do complexo do Madeira (UHE de Jirau) ficará a 136 km da cidade de Porto Velho, mas ainda dentro do município.
Caramba!
Não sabia que a extensão territorial do municipio era tão grande.
BR 364 April 17th, 2009, 04:17 AM ^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.
IcaroSP April 17th, 2009, 05:45 AM Nossa,Já está em obras... Muito bom! Vai trazer muito desenvolvimento para Rondônia...
Kléston April 17th, 2009, 05:50 AM Acredito que a construção será aterrar metade do rio, construir meia barragem e depois completar a outra metade.. Desviar um rio desse tamanho não deve ser viável..
TêAgá April 17th, 2009, 11:21 AM Impressionante a movimentação de terra!
A EFMM passa aí perto?
BR 364 April 17th, 2009, 03:09 PM ^^ Passa bem pertinho. Só não dá pra ver os trilhos em algumas fotos por causa da distância e da vegetação.
Belcity April 17th, 2009, 09:14 PM ^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.
impressionante mesmo. nem imaginava isso.
TêAgá April 17th, 2009, 10:59 PM ^^ Passa bem pertinho. Só não dá pra ver os trilhos em algumas fotos por causa da distância e da vegetação.
Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(
Rondon April 17th, 2009, 11:02 PM Vão ter que fazer desvio no curso do rio?
Não sou o BR 364, mas vou responder: não vai haver desvio do rio.
Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(
Não. Vão ficar relativamente distantes
BR 364 April 18th, 2009, 05:25 AM Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(
Não. Vão ficar relativamente distantes
Eu tenho um material de divulgação da obra, impresso em 2006 por Furnas e Odebrecht (antes das audiências públicas) que diz que um dos impactos possíveis das usinas seria a inundação de alguns trechos da EFMM (que foi a única coisa que me deixou triste na época).
Só que em julho de 2007, o Ibama relacionou uma série de condicionantes (33 ao todo) para a liberação da licença prévia para as obras (esse documento pode ser acessado aqui (http://www.ibama.gov.br/novo_ibama/paginas/materia.php?id_arq=5401)).
Entre essas 33 condicionantes, estão essas duas que me tranquilizaram um pouco:
2.30. Contemplar no Programa de Preservação do Patrimônio Pré-histórico e Histórico as recomendações apresentadas pelo IPHAN.
2.31. Adotar providências para a desafetação da área tombada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Não sei se essa "área tombada" da EFMM inclui toda a extensão de seus trilhos. Espero que sim.
De qualquer forma, acredito que pelo menos no trecho próximo a PVH, a EFMM não será afetada.
Rondon April 18th, 2009, 05:43 AM Não. A área tombada da EFMM pelo Iphan, publicada no DOU de 13 de julho de 2007, define que a área é da região da EFMM na cidade de Porto Velho (Pátio Ferroviário) e os 8 km que ligam Porto Velho a Santo Antônio
http://www.datadez.com.br/content/legislacao.asp?id=42661
______________________
Vale lembrar também que nas condicionantes, o Consórcio empreendedor também é responsável por toda a catalogação de peças e instrumentos coletados na região, com intuito de preservação, sendo que isto já está sendo cumprido.
Grande Manaus April 18th, 2009, 05:59 AM É uma Mega obra de grande magnitude ....
Sr. Jirau April 18th, 2009, 12:31 PM @ Magno Lopes: Legais tuas fotos com a turma de geografia da UFRO, ehehehhe! Graaaaaaaande Professor Maniesi!! Esse cara é um gênio da geologia e um ser humano fora de série!! :D
Abraços!
Manauense April 18th, 2009, 04:31 PM Alguém saberia informar quais os eventuais impactos ambientais causados por uma obra da magnitude da UE Santo Antônio? No Amazonas, a UE Balbina, promoveu um dos maiores desastres ambientais registrados na história da Amazônia.
Há medidas compensatórias, por exemplo, de reflorestamento do entorno quando a obra ficar pronta?
A obra é realmente gigantesca. Creio que seja uma das maiores obras de engenharia já realizadas no Norte.
Rondon April 18th, 2009, 04:39 PM ^^ Toda em qualquer obra cursa com impactos, que podem ser devidamente mitigados. As medidas compensatórias estão no licenciamento da obra e nas 33 condicionantes, dentre elas investimentos na polícia ambiental estadual, investimentos para as comunidades locais (por exemplo, construção de agrovilas e de frigorífico de abate de jacarés, etc etc), e por aí vai (são várias coisas :D).
Manauense April 18th, 2009, 04:44 PM ^^ Toda em qualquer obra cursa com impactos, que podem ser devidamente mitigados. As medidas compensatórias estão no licenciamento da obra e nas 33 condicionantes, dentre elas investimentos na polícia ambiental estadual, investimentos para as comunidades locais (por exemplo, construção de agrovilas e de frigorífico de abate de jacarés, etc etc), e por aí vai (são várias coisas :D).
Eu sei que medidas compensatórias são condição para o licenciamemento de uma obra do porte da UE S. Antônio, mas é que eu tinha curiosidade de saber quais delas serão realizadas no entorno da Usina, entendeste?!
As agrovilas serão criadas na área rural do município de PVH? Há algum projeto de reflorestamento?
Rondon April 18th, 2009, 05:17 PM ^^ Pois é, são várias. As agrovilas, por exemplo, são para as pessoas que estão estão na área de influência direta da Usina. Num dos comentários lá atrás do BR 364 há as condicionantes para a expedição da Licença, não sei se é o que vc está procurando (dá uma lida lá).
Posso te adiantar também que existe o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório e o PBA (Plano Básico Ambiental), que contemplam o manejo da flora local.
TêAgá April 18th, 2009, 05:36 PM Não. A área tombada da EFMM pelo Iphan, publicada no DOU de 13 de julho de 2007, define que a área é da região da EFMM na cidade de Porto Velho (Pátio Ferroviário) e os 8 km que ligam Porto Velho a Santo Antônio
http://www.datadez.com.br/content/legislacao.asp?id=42661
______________________
Vale lembrar também que nas condicionantes, o Consórcio empreendedor também é responsável por toda a catalogação de peças e instrumentos coletados na região, com intuito de preservação, sendo que isto já está sendo cumprido.
Eu tenho um material de divulgação da obra, impresso em 2006 por Furnas e Odebrecht (antes das audiências públicas) que diz que um dos impactos possíveis das usinas seria a inundação de alguns trechos da EFMM (que foi a única coisa que me deixou triste na época).
Só que em julho de 2007, o Ibama relacionou uma série de condicionantes (33 ao todo) para a liberação da licença prévia para as obras (esse documento pode ser acessado aqui (http://www.ibama.gov.br/novo_ibama/paginas/materia.php?id_arq=5401)).
Entre essas 33 condicionantes, estão essas duas que me tranquilizaram um pouco:
2.30. Contemplar no Programa de Preservação do Patrimônio Pré-histórico e Histórico as recomendações apresentadas pelo IPHAN.
2.31. Adotar providências para a desafetação da área tombada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Não sei se essa "área tombada" da EFMM inclui toda a extensão de seus trilhos. Espero que sim.
De qualquer forma, acredito que pelo menos no trecho próximo a PVH, a EFMM não será afetada.
Fico mais feliz! Afinal a EFMM é um dos principais símbolos de Rondônia, não poderia simplesmente ser alagada. Espero que o trajeto dela consiga se livrar da inundação em sua totalidade, é difícil, mas ainda sonho em ver o trem trafegando entre PVH e Guajará-Mirim.
Manauense April 18th, 2009, 06:06 PM ^^ Pois é, são várias. As agrovilas, por exemplo, são para as pessoas que estão estão na área de influência direta da Usina. Num dos comentários lá atrás do BR 364 há as condicionantes para a expedição da Licença, não sei se é o que vc está procurando (dá uma lida lá).
Posso te adiantar também que existe o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório e o PBA (Plano Básico Ambiental), que contemplam o manejo da flora local.
Maravilha! :cheers:
BR 364 April 18th, 2009, 08:39 PM Fico mais feliz! Afinal a EFMM é um dos principais símbolos de Rondônia, não poderia simplesmente ser alagada. Espero que o trajeto dela consiga se livrar da inundação em sua totalidade, é difícil, mas ainda sonho em ver o trem trafegando entre PVH e Guajará-Mirim.
Também tenho essa opinião e compartilho desse sonho. :)
Quando eu estive em PVH pela primeira vez, aos 9 anos (nessa época, minha família ainda morava em Ariquemes), o que mais me encantou na cidade foi a EFMM, sua história e seu patrimônio. Na época, cheguei a sonhar que a EFMM passava por Ariquemes... :D
caco April 21st, 2009, 05:14 PM Bela coletânea.
Vai ser uma obra e tanto.
Não sabia que ficari tão perto do centro de Porto Velho.
Valter April 21st, 2009, 05:53 PM Pessoal gostaria de saber se é aqui nesse thread que vão se concentrar as discussões sobre a Hidrelétrica, pois como Eng. Eletricista tenho muito interesse em acompanhar as notícias e discussões a respeito.
Consórcio Enersus encomendou 28 turbinas para Jirau
SANDRA MANFRINI
O consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus), responsável pela obra da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), informou hoje que assinou contrato no valor de R$ 1,95 bilhão para aquisição de parte das turbinas para a usina em construção. O presidente do consórcio, Victor Paranhos, disse à Agência Estado que foram encomendadas 28 turbinas, que deverão estar entregues e em operação em fevereiro de 2012. "As obras estão dentro do cronograma e achamos que vamos conseguir manter a previsão para geração de energia no início de 2012", disse Paranhos. As 28 turbinas, encomendadas a um consórcio formado pelas empresas Alstom, Voith Siemens e Andritz, terão capacidade de 75 megawatts (MW). Ao todo, serão instaladas em Jirau 46 turbinas.
Para o presidente do Enersus, a contratação dos equipamentos em prazo adequado é "fundamental para cumprir o cronograma". A usina de Jirau terá capacidade de 3.300 MW de capacidade instalada e deverá receber investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, segundo previsão do consórcio.
Com relação às obras iniciais para construção da usina, Paranhos disse que, apesar da demora na emissão da licença provisória do Ibama, que autorizou a instalação do canteiro de obras de Jirau, o cronograma não está atrasado. "Íamos trabalhar 12 horas por dia, estamos trabalhando 24 horas por dia para recuperar o tempo perdido", disse. Segundo ele, o nível do rio está mais baixo do que normalmente estaria nessa época do ano, mas, por outro lado, as chuvas estão maiores, o que dificulta o tráfego de equipamentos. Mesmo assim, a previsão é de que tudo seja feito a tempo. "O planejamento é que consiga fazer as ensecadeiras a tempo", disse. As ensecadeiras são espécies de barramento feito no rio que secam parte do leito para construção de outras etapas da obra.
Fonte: AE Investimentos (http://aeinvestimentos.limao.com.br/empresas/emp21774.shtm)
Vi algumas pessoas comentando sobre os impactos ambientais da obra, gostaria de salientar que serão usadas turbinas do tipo Bulbo, modelo que permite que a barragem seja mais baixa, pois o gerador fica imerso no fluxo de água. Pra quem tiver interesse, um pdf com informações mais detalhadas. Atualmente existem 3 usinas no Brasil que operam com esse tipo de Turbina, sendo a maior da Cemig, na UHE de Igarapava.
http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/jirau1.jpg
http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/jirau2.jpg
BR 364 April 21st, 2009, 08:55 PM ^^ Acho que seria interessante concentrar as discussões (e fotos) sobre as usinas aqui neste thread mesmo. ;)
Essa ilustração é muito boa pra explicar o funcionamento das usinas pras pessoas que acham que elas serão iguais às UHEs convencionais e mostrar porque a área inundada será bem pequena em relação à energia gerada.
O Manauense até citou a UHE de Balbina, mas a diferença é muito grande:
Balbina
Área alagada: 2.360 km²
Potência: 250 MW
Relação MW/km²: 0,11
Santo Antônio
Área alagada: 271 km² (dos quais 164 km² correspondem à calha natural do rio)
Potência: 3.150 MW
Relação MW/km²: 11,62
Jirau
Área alagada: 258 km² (dos quais 122 km² correspondem à calha natural do rio)
Potência: 3.300 MW
Relação MW/km²: 12,79
Até mesmo a UHE de Itaipu, que é considerada um exemplo de eficiência energética, possui um coeficiente de aproveitamento inferior ao das usinas do Madeira:
Itaipu
Área alagada: 1.350 km²
Potência: 14.000 MW
Relação MW/km²: 10,37
caco April 22nd, 2009, 04:49 AM ^^ as UHEs de Balbina (AM) e Porto Primavera (SP-MS) estão entre as menos eficientes do mundo na proporção área alagada/potência.
Tiago Costa April 22nd, 2009, 05:45 AM Já vi muitas vezes a UHE Balbina ser mostrada como um contra exemplo, e para mim, ela foi um desastre ambiental, pelo tamanho da área alagada, e porque muitas árvores foram submersas, gerando gases tóxicos e atrapalhando o funcionamento das turbinas, por causa dos detritos (isso é verdade mesmo? Faz tempo que não leio a respeito).
Manauense April 25th, 2009, 02:11 AM Já vi muitas vezes a UHE Balbina ser mostrada como um contra exemplo, e para mim, ela foi um desastre ambiental, pelo tamanho da área alagada, e porque muitas árvores foram submersas, gerando gases tóxicos e atrapalhando o funcionamento das turbinas, por causa dos detritos (isso é verdade mesmo? Faz tempo que não leio a respeito).
É uma triste verdade.
Gui_p April 25th, 2009, 03:15 PM Tomara que fique pronto logo estas usinas, assim ficará muito mais difícil e muito menos provável um novo apagão no Brasil.
Valter April 26th, 2009, 06:01 PM A ONS já planejou a expansão do sistema Norte, porém ainda nenhuma informação sobre como se dará a interligação com o sudeste.
http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond1.jpg
http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond2.jpg
http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond3.jpg
Romano Ximenes April 26th, 2009, 06:04 PM Responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, a Santo Antônio Energia conta com investimentos da ordem de R$ 13 bilhões para realização da obra. No pacote do financiamento para viabilização da usina, o BNDES tem um aporte de R$ 6,2 bilhões; o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), de R$ 503 milhões, e o Fundo de Investimento em Projetos de Infra-estrutura (FI-FGTS), de R$ 1,5 bilhão. O restante do investimento – cerca de R$ 3 bilhões – é aporte direto dos acionistas e R$ 1,8 bilhão é oriundo da geração operacional das primeiras turbinas até o termino do período de investimento.
A Madeira Energia S/A – MESA, empresa controladora da Santo Antonio Energia, emitiu em abril seis series de debêntures totalizando R$1,5 bilhão, subscritas e integralizadas pelo (FI) do FGTS. Os prazos de vencimento destas séries variam entre 3 a 4 anos. A operação faz parte do pacote de financiamento da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio.
Alem disso, o FI-FGTS adquiriu 24,9% de participação do Fundo de Investimento e Participação Amazônia Energia (FIP), sendo os outros cotistas do FIP os bancos Banif (50,1%) e Santander (25%). O FIP Amazonia Energia detém 20% das ações da MESA, controladora da Santo Antônio Energia, que possui, além deste, as seguintes participações acionárias – Grupo Odebrecht 18,6%, Andrade Gutierrez Participações 12,4%, Furnas Centrais Elétricas 39% e Cemig Geração e Transmissão 10%.
Dos R$ 6,2 bilhões do BNDES, R$ 3,150 bilhões representam investimentos diretos e R$ 3,050 milhões, repasse. Oito instituições financeiras conduzirão o repasse: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste do Brasil, Bradesco, Santander, Unibanco e Banco do Espírito Santo (BES). “A construção da Usina está completamente garantida pelo pacote de financiamento – uma operação saudável tanto para os acionistas quanto para as instituições financeiras”, diz Roberto Simões, diretor presidente da Santo Antônio Energia.
Fonte: Portalfator
Mágno Lopes May 3rd, 2009, 09:43 PM @ Magno Lopes: Legais tuas fotos com a turma de geografia da UFRO, ehehehhe! Graaaaaaaande Professor Maniesi!! Esse cara é um gênio da geologia e um ser humano fora de série!! :D
Abraços!
O melhor Professor... DISPARADO! :lol:
Farol da Barra May 4th, 2009, 05:31 AM As fotos mostrando as obras de construção estão excelentes. Parabéns.
Espero que essa obra ajude muito no desenvolvimento de Porto Velho:)
EricoWilliams May 5th, 2009, 03:09 PM Nao vejo a hora de ficarem prontas e aumentarem consideravelmente a capacidade brasileira de gerar energia!
Futuropólis May 11th, 2009, 04:12 PM Que bom ver essas obras a andar a todo o vapor! Um país não se pode desenvolver sem um abastecimento assegurado em energia, nem atrair investimentos produtivos.
Uma sugestão aos administradores desta parte do forum: talvez fosse oportuno agrupar todas as noticias sobre empreendimentos energeticos num sub-forum só como já tem sobre infra-estruturas rodoviarias, etc.., teria um sobre infra-estruturas de energia. Deixo à consideração esta ideia.
calmon.neto May 12th, 2009, 06:52 PM ^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.
Viuje!
muckie May 14th, 2009, 05:36 AM buaaa
BR 364 May 28th, 2009, 12:56 AM Como eu havia prometido...
Novas fotos das obras da UHE Santo Antônio - 23/05/2009
1.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0181024.jpg
2.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0261024.jpg
3.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0161024.jpg
4.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0371024.jpg
5.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0281024.jpg
6.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0241024.jpg
7.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0191024.jpg
8.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0211024.jpg
9.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0231024.jpg
10. O velho casarão remanescente da antiga Vila de Santo Antônio não só foi preservado, como está sendo utilizado como escritório.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0201024.jpg
11. Parte do skyline de Porto Velho
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0011024.jpg
12. Zoom no skyline do centro da cidade
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0031024.jpg
13.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0291024.jpg
Rafael_Rosato May 28th, 2009, 01:07 AM ^^ O skyline de Pvh visto do madeirão ta ficando lindoo :drool:
Enzo May 28th, 2009, 01:12 AM ^^
^^
Suas fotos ficaram muito massa!
Olha Pvh la no fundo comecando a formar um skyline com edificios altos, muito legas essas imagens (nem parece que foram tiradas por um Capiau, brincadeira viu :) ), obrigado por compartilhar. :lol: :okay:
Valter May 28th, 2009, 02:19 AM Valeu mesmo pelas fotos :master:
BR 364 May 28th, 2009, 02:39 PM ^^ O skyline de Pvh visto do madeirão ta ficando lindoo :drool:
Uma pena que as duas áreas mais densas (Olaria e N Sra das Graças) ficaram escondidas atrás da vegetação. Mas essa visão do skyline visto da usina é muito legal mesmo.
^^
^^
Suas fotos ficaram muito massa!
Olha Pvh la no fundo comecando a formar um skyline com edificios altos, muito legas essas imagens (nem parece que foram tiradas por um Capiau, brincadeira viu :) ), obrigado por compartilhar. :lol: :okay:
:lol: :lol: :lol:
Valeu, Enzo! :D
Valeu mesmo pelas fotos :master:
Opa! Valeu Valter! Eu sabia que vc ia gostar. :D
Sempre que eu tiver oportunidade, estarei postando novas fotos e informações sobre as usinas aqui. ;)
Sr. Jirau May 28th, 2009, 09:57 PM Massa as fotos, BR!! :D
Valew por postar! :okay:
Kléston May 28th, 2009, 10:24 PM Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?
Rafael_Rosato May 29th, 2009, 12:46 AM Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?
As turbinas destas hidrelétricas serão "deitadas" e não verticais como normalmente eh... vão aproveitar a força natural do rio!! \õ)
BR 364 May 29th, 2009, 01:10 AM Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?
As turbinas destas hidrelétricas serão "deitadas" e não verticais como normalmente eh... vão aproveitar a força natural do rio!! \õ)
Exatamente, as turbinas serão acionadas pelo fluxo natural da água, não haverá queda d'água.
Valter May 29th, 2009, 01:18 AM Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?
Não é só devido a grande vazão, Itaipu tem um grande vazão porém se aproveita de uma grande queda para se ter uma energia potencial maior e gerar mais energia. Existe sim uma queda entre o nível montante e o jusante, porém ela é bem pequena e os geradores estão imersos no rio, juntamente com as turbinas do tipo bulbo.
Mais informações no post #30 desse mesmo tópico
Valter May 29th, 2009, 03:28 PM Uma foto com um corte transversal em uma maquete de uma turbina tipo bulbo e uma imagem detalhando o equipamento.
http://www.daviddarling.info/images/bulb_turbine.jpg
http://meusite.mackenzie.com.br/mellojr/Turbinas%20Hidr%E1ulicas/Image34.jpg
willkenrock June 2nd, 2009, 06:56 AM Na revista Exame dessa quinzena saiu sobre as maiores obras de infraestrutura do Brasil , deram destaque as UHE de Santo Antônio e Jirau como 2 das maiores obras de infraestrutura do mundo.
Mágno Lopes June 3rd, 2009, 01:45 AM mto massa as fotos!
:)
caco June 3rd, 2009, 05:30 AM Impressionante o ritmo em que estão as obras.
willkenrock June 5th, 2009, 04:35 AM Licença para usina de Jirau prevê investimentos de R$ 45 mi em Porto Velho
Folha Online
A licença de instalação para a usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), concedida na noite de ontem pelo Ibama, prevê investimentos de R$ 45 milhões em saúde, educação, segurança pública e urbanismo no município de Porto Velho.
O documento que libera a construção exige investimento em saúde pública "de média e alta complexidade" e educação em área de influência direta da usina.
Na terça-feira, o governador de Rondônia, Ivo Cassol, disse que os investimentos totais que o Estado receberá da empresa Energia Sustentável, responsável pela obra, chegam a R$ 90 milhões.
A licença, que tem ao todo 54 condicionantes, exige ainda a apresentação, em dois meses, de um projeto para aterro sanitário e tratamento de esgoto na região da usina, monitoramento da fauna e da flora da área, solucionar a questão dos troncos que são retirados para a formação do reservatório e implantar programas de gestão ambiental.
A empresa terá ainda que apresentar, em dois meses, uma proposta para a criação de uma área de preservação permanente.
Em novembro do ano passado, o Ibama deu uma licença preliminar para que o consórcio pudesse construir o canteiro de obras da usina. Já naquela licença havia uma série de condicionantes, como a determinação que o consórcio invista R$ 36 milhões em habitação e saneamento em Porto Velho. Além disso, a Energia Sustentável terá que adotar, em caráter permanente no Estado, duas reservas ambientais e investir na pesquisa e recuperação de espécies ameaçadas de extinção.
A usina de Jirau terá capacidade para 3.300 MW (megawatts) e custará R$ 9 bilhões. A previsão é que comece a funcionar em 2012.
BR 364 June 5th, 2009, 06:05 AM ^^ Esses investimentos serão muito bem-vindos. Porto Velho é uma cidade muito dinâmica, mas carece de uma infra-estrutura compatível com o porte da cidade, resultado do abandono ao qual ela sempre esteve submetida por parte dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal). Mas parece que a cidade está sabendo aproveitar as oportunidades trazidas pelas obras das usinas, de resolver seus velhos problemas de uma vez por todas. Tô muito confiante de que daqui a 5 anos, Porto Velho estará irreconhecivelmente melhor (aliás, já tá ficando).
R.J.P June 10th, 2009, 08:41 PM Valeu Br pelas fotos. :D
Visitei recentemente os arredores da obra e fiquei impressionado com a mudança do local.Fui agraciado,pois presenciei(escutei) uma explosão de rocha.Os guardas riram de minha empolgação quando eu soube que explodiriam uma rocha naquele momento.:lol::lol::lol::lol:
Nosso Skyline promete.:banana::banana::banana::banana:
Thilindha July 18th, 2009, 05:39 AM Iniciada concretagem da Usina de Santo Antônio
A concessionária Santo Antônio Energia, responsável pelas obras da usina que leva o mesmo nome deu início nesta sexta-feira a primeira fase de concretagem da obra, considerado o primeiro ato físico da barragem, o que antecipa o prazo de conclusão da hidrelétrica.
Segundo o presidente da concessionária, Roberto Simões a antecipação de oito meses das obras poderá garantir a geração de energia a partir de 2011. “Podemos considerar essa data um marco para Rondônia”, afirma.
Para o diretor de implantação da obra, José Bonifácio Sobrinho, considerando a qualidade da mão de obra e o respeito aos prazos do cronograma, o adiantamento das obras já era esperado. “Respeitamos o cronograma e temos excelentes profissionais empenhados nessa mega construção, sendo assim, tudo caminha como realmente foi planejado e estudado desde o início”, explica.
Presente na cerimônia, o senador Valdir Raupp (PMDB) informou que no canteiro de obras de Santo Antônio já existem seis mil trabalhadores diretos. Segundo o parlamentar, o objetivo da concessionária é alcançar, diretamente, um número de 12 mil operários e até a conclusão das obras chegar a 30 mil empregos indiretos. “Desde o tempo em que estive a frente do Governo de Rondônia implantei essa idéia de geração de empregos através da construção da usina e depois de muito estudo e dedicação é gratificante participar desse grande passo para a transformação econômica do Estado”, diz.
O prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), acredita que os benefícios oferecidos pela instalação da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, atingem diretamente a economia do município. Segundo Sobrinho, quanto mais rápido se antecipar a conclusão da usina, mais rápido Porto Velho arrecada os royalty da distribuição de energia, que poderão atingir R$ 50 milhões por ano.
Para ele, a Capital terá a oportunidade de viver um grande salto no desenvolvimento sócio-econômico da cidade. “Todos os setores serão beneficiados, saúde,educação, tratamento de água e esgoto, enfim, neste momento temos apenas o que comemorar”, conclui o prefeito.
http://www.oobservador.com.br/UserFiles/obras.jpg
Foto: http://www.oobservador.com.br/nacional/not_nac6125,0.html
http://www.rondoniagora.com/noticias/image/st_antonio/USI5.jpg
Fonte: http://www.rondoniagora.com/noticias/iniciada-concretagem-da-usina-de-santo-antonio.htm
Farol da Barra July 19th, 2009, 08:06 PM Essa usina vai ajudar muito a economia de Rondônia!
Marcos-BH July 26th, 2009, 12:10 AM Pessoal, tenho uma dúvida, a correnteza dos rios da amazônia é baixa pelo fato de ser rios de planíce, e se essa úsina vai usar a força das águas do rio o potêncial energético não vai ser baixo não?
BR 364 July 26th, 2009, 03:53 AM ^^ Marcos, leia o thread e suas dúvidas desaparecerão. :okay:
Marcos-BH July 30th, 2009, 07:24 PM ^^ opa valeu hehe eu li, mas não prestei muita atenção que já tinha minha pergunta.
Thilindha August 3rd, 2009, 08:16 AM Concretagem da Usina de Santo Antôniohttp://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/construcao.gif
U4bj8C0ZWGE
Valter August 4th, 2009, 02:41 AM ^^
Valeu pelo vídeo, esse outro mostrando a engenharia da usina é bem interessante também
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
Thilindha August 4th, 2009, 04:38 PM Esse é mto bacana mesmo. http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/yesf.gif
Agora que vi seu post, se soubesse que já tinha esse vídeo no youtube, não tinha feito o upload dele, rs.
BR 364 August 5th, 2009, 07:12 AM Mais um vídeo. Este é anterior ao início das obras, mas é muito bom também.
Vou postar este e os dois anteriores no primeiro post.
JItnnNdz3RM
Thilindha August 18th, 2009, 10:45 PM Vídeo de uma série de reportagens que a globo está passando sobre as Usinas do Madeira.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
-A3LQhoSqvQ
Terra Nova August 19th, 2009, 01:43 AM Vi no jornal da globo a primeira parte do documentário sobre as usinas. Obra grandiosa, atraindo milhares de trabalhadores dos mais diversos recantos do brasil e também, como nao poderia deixar de ser, em se tratando de Amazônia, muita polêmica.
Fizeram uma comparação com o desastre ambiental chamado UHE de Balbina, ressaltando que a obra terá um custo ambiental, mas que não seja tão grande quanto o da usina amazonense.
Thilindha August 19th, 2009, 03:29 PM Segunda reportagem sobre as Usinas.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
nig52xywaj4
Valter August 20th, 2009, 04:12 AM Thilindha valeu pelos vídeos :okay:
BR 364 August 20th, 2009, 06:31 PM O que eu acho engraçado quando a TV fala sobre Rondônia é que eu tenho a impressão de que eles estão falando de um lugar bem distante, e totalmente diferente do lugar onde eu moro. Nessa segunda reportagem das usinas, por exemplo, fica parecendo que aqui todo mundo pega malária e todo mundo come bagre. Eu e minha família moramos em RO há 25 anos e ninguém lá em casa nunca pegou malária e eu devo ter comido bagre (sem saber) umas três ou quatro vezes, no máximo. Aquelas pizzas da Sadia e da Perdigão que a gente compra no supermercado são muito mais importantes na minha alimentação... :lol:
Thilindha August 20th, 2009, 06:32 PM Terceira reportagem sobre as Usinas.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
1YxGxXiogWs
Por nada Valter http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/nudge-girl-big.gif
@BR - O meu caso é quase mesmo. O único que pegou malária, foi meu pai, mas isso quando ele ia reabastecer os comércios do garimpo (Bom futuro), normalmente ele ficava uns 2 dias lá.
Thilindha August 21st, 2009, 07:33 AM Última reportagem sobre as Usinas.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
Od94KE4Q8YQ
Aqui seguem algumas observações que coloquei no meu canal do youtube tb, pois o pobre do repórter é um pouco desinformado. Tadinho! http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_parting.gif
A série estava indo bem até agora, mas o repórter teve a infelicidade de falar algumas coisas bem absurdas, uma delas é dizer que Porto Velho é uma cidade POBRE da Amazônia, me poupe, vá se informar cidadão. Vem dizer que saneamento básico tem a ver com pobreza, isso tem a ver com infra-estrutura, mais uma vez, vá se informar cidadão. Vem com estória que as concessionárias de carros se instalaram na cidade devido as Usinas, fala sério, as concessionárias já existiam há muito tempo, mais uma vez, vá se informar cidadão.
Ah! sem contar que só entrevistaram pessoas de baixa renda, não que isso seja problema, porém dá a entender que só tem pessoas assim em Porto Velho, e quem conhece e SE INFORMOU sobre a cidade, sabe que não é assim, no mais ficou bacana a reportagem.
Para quem quiser se informar (é uma pena que o cidadão que fez a reportagem, não verá esse link) segue o link http://www.ibge.gov.br/cidadesat/comparamun/compara.php?coduf=31&tema=mpobreza2003&codv=v01&order=dado&dir=&lista=capitais&custom= do ranking do IBGE dizendo que Porto Velho é a QUARTA CAPITAL brasileira com menor índice de pobreza, e olha que isso foi em 2003, bem antes das Usinas.
R.J.P August 21st, 2009, 06:55 PM Eita,a cada thread que entro ja tem um post da Thilindha.:lol::lol::lol:
Mas isso é muito bom, pois prova que temos uma forista empenhada em contribuir com o SSC.O mais importante disso tudo é que, quem ganha somos nós.Mais informação=conhecimento. :banana::banana::banana:
________________________
Gostei das reportagens feitas sobre as Usinas...pena que se fixaram em esteriótipos cliches deles mesmo.Enfim, conhecimento distorcido e meias verdades.
Rondon September 6th, 2009, 03:26 AM UHE Santo Antônio, canteiro industrial
http://static2.bareka.com/photos/medium/26075681.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26075681
UHE Jirau, canteiro industrial em obras
http://static2.bareka.com/photos/medium/26306325.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26306325
Nova Mutum e o Pólo Industrial Porto Velho
http://static4.bareka.com/photos/medium/26306283.jpg
UHE Jirau, refeitório e acampamento
http://static1.bareka.com/photos/medium/26306248.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26306248
CUIABA2014 September 6th, 2009, 07:31 AM ^^ parabens porto velho esta feita,investimentos atrai mais investimentos!
Farol da Barra September 7th, 2009, 04:04 AM Alguém sabe dizer qual o tamanho de uma pá(hélice) do rotor?
BR 364 September 7th, 2009, 08:37 AM ^^ Ih... também queria saber... :D
Grande Manaus September 8th, 2009, 08:13 AM Vi no jornal da globo a primeira parte do documentário sobre as usinas. Obra grandiosa, atraindo milhares de trabalhadores dos mais diversos recantos do brasil e também, como nao poderia deixar de ser, em se tratando de Amazônia, muita polêmica.
Fizeram uma comparação com o desastre ambiental chamado UHE de Balbina, ressaltando que a obra terá um custo ambiental, mas que não seja tão grande quanto o da usina amazonense.
Esperamos que esse impacto ambiental não seja tão grande quanto o que foi o de Balbina ! ..
Thilindha September 17th, 2009, 03:25 AM Referência ambiental http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_butterfly.gif
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) desenvolvido para a construção da Usina Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, é um dos mais completos e avançados já realizados para um projeto hidrelétrico. No Brasil, tornou-se referência.
http://www.odebrechtonline.com.br/imagens/banco/03501-03600/3537.jpg
O Rio Madeira: a partir de seu aproveitamento para a geração de energia, novas perspectivas de desenvolvimento em Porto Velho e Rondônia
O estudo resultou de um trabalho que mobilizou equipes de todos os programas da Construtora Norberto Odebrecht (CNO). Teve a participação de Furnas Centrais Elétricas, empresa com a qual a CNO lidera a Sociedade de
Propósito Específico (SPE) Madeira Energia S.A. (Mesa), responsável pela concessão da usina, e de pesquisadores e especialistas convidados. A CNO, em consórcio com a Andrade Gutierrez, também é encarregada de executar a obra.
O estudo foi um dos principais instrumentos para que a sociedade brasileira, em geral, e a comunidade de Porto Velho e Rondônia, em especial, compreendessem o projeto e passassem a apoiá-lo. Nesta entrevista, Sergio Leão, Responsável por Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente na Construtora Norberto Odebrecht, e líder na elaboração do EIA da Usina Santo Antônio, explica por que esse trabalho contribui para a certeza de que o projeto atende e atenderá às melhores expectativas de qualidade socioambiental.
"Os estudos indicaram a necessidade de reforço
da infra-estrutura pública de serviços de Porto Velho"
Odebrecht Informa – Reiteradamente, afirma-se que o Estudo de Impacto Ambiental da Usina Hidrelétrica Santo Antônio foi o mais completo já realizado para esse tipo de empreendimento. Mas por quê, exatamente? Que fatores o colocaram nessa condição?
Sergio Leão – O Estudo de Impacto Ambiental contou com a participação de um conjunto de especialistas e pesquisadores da região Amazônica que trabalharam exclusivamente no projeto. Disso resultaram informações e levantamentos detalhados da região do Rio Madeira, como os estudos sobre a ictiofauna (conjunto de espécies de peixes). Esse aprofundamento de temas dentro do EIA foi inovador e deu ao trabalho solidez e qualidade que o marcaram como um dos mais completos já realizados para projetos de hidrelétricas no Brasil e no mundo. Os resultados alcançados permitiram em vários tópicos o avanço do conhecimento sobre o meio ambiente na bacia do Rio Madeira e a indicação das medidas de controle e monitoramento ambiental adequadas.
OI – De que maneira os estudos ambientais de Santo Antônio ajudaram (e continuam ajudando) na concepção de programas de apoio social às comunidades afetadas pela obra e de reforço da infra-estrutura pública de serviços?
Sergio Leão – Os estudos ambientais incluíram um amplo diagnóstico socioeconômico das diversas comunidades de Porto Velho. É importante salientar que o município abrange uma grande extensão territorial e avança por mais de 300 km ao longo do Rio Madeira. Esse diagnóstico, somado aos resultados das diversas reuniões participativas, permitiram conceber programas sociais e econômicos para cada comunidade em particular. Além disso, os estudos indicaram a necessidade de reforço da infra-estrutura pública de serviços para fazer frente à demanda que se espera com a chegada de pessoas para trabalhar na implantação da usina. Apesar de a maioria dos trabalhadores da obra serem locais, haverá uma parcela (o objetivo é de que não supere 30%) vinda de outras partes de Rondônia e de outros estados. Assim, estão previstos reforços nas áreas de saúde, educação, segurança pública e saneamento básico.
OI – Como foi tomada a decisão de usar as turbinas Bulbo?
Sergio Leão – A escolha das turbinas Bulbo resultou da decisão inicial de conceber o projeto com os menores impactos ambientais quando comparados a outros projetos hidrelétricos no Brasil. Relevante neste caso foi a escolha de uma solução que levasse à menor área inundada e contemplasse barragens de baixa altura. A característica natural do Rio Madeira de ter grande volume de água na maior parte do ano possibilitou a solução do uso das turbinas Bulbo, hoje reconhecidamente a mais adequada.
OI – Essa escolha foi resultado da interação da equipe do programa pelo qual você é responsável com outras equipes da Odebrecht. Como se deu esse processo?
Sergio Leão – Nossa atuação através do programa de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente na Odebrecht permitiu planejar a execução das obras com impactos reduzidos. Trabalhamos para diminuir as áreas de canteiro de obras, limitar as interferências com a população do entorno de Santo Antônio e propor um programa de controle ambiental de canteiro que será compatível com a Norma ISO 14001 de Gestão Ambiental. A comunicação entre nosso programa e a equipe de execução do projeto foi um dos pontos fortes de todo o trabalho. A harmonia de conceitos e a constante concentração em otimizar soluções do ponto de vista ambiental resultou em um projeto que considero modelo para nossa empresa e para o país.
OI – Que aprendizados a experiência de Santo Antônio lhe trouxe (e continua trazendo) como indivíduo? E para a Odebrecht?
Sergio Leão – A experiência de Santo Antonio nos demonstra que o planejamento antecipado e a decisão de fazer todos os estudos necessários levam a soluções inovadoras em uma situação de ganha-ganha para o meio ambiente, para as comunidades e para nossa equipe, que aprendeu muito com o projeto. Tivemos sempre uma equipe coesa, disposta a criar alternativas de melhoria para o projeto e uma postura de firmeza diante dos desafios e de humildade para enxergar em cada comunidade e em cada ribeirinho uma situação particular a ser considerada. Podemos dizer que fizemos o melhor possível para viabilizar o projeto, dando-lhe consistência e capacidade para se ajustar às diferentes situações. Contamos com o apoio de um grande número de pessoas, desde especialistas de renome mundial a pessoas que vestiram a camisa e foram incansáveis em procurar entender e conhecer cada local, cada comunidade e seus habitantes. A Odebrecht, juntamente com Furnas, logrou firmar alianças, levar a prática de nossa filosofia empresarial a novos parceiros e demonstrar um caminho para os futuros projetos hidrelétricos no Brasil. É uma experiência que certamente poderemos levar a outros países.
OI – É difícil para uma empresa de Engenharia e Construção provar – para as comunidades, para os formadores de opinião e o poder público – seu propósito de proteger o meio ambiente ao mesmo tempo em que executa uma obra do porte e do valor de Santo Antônio. De que forma a sociedade de Porto Velho e de Rondônia foi sensibilizada? Que tipo de mensagem foi transmitida? Quais as resistências iniciais e como foram superadas?
Sergio Leão – Desde o início dos trabalhos para Santo Antônio, nos concentramos em manter um amplo programa de comunicação e discussão do projeto. Para isso contamos com a participação de diferentes segmentos da sociedade de Rondônia. Por exemplo, tivemos uma série de discussões com a comunidade universitária, com os jovens de movimentos de inclusão social, com empresários e associações de moradores. Destaco o programa de reuniões participativas que realizamos com todos os núcleos ribeirinhos, por quase dois anos, com o apoio da ONG CPPT-Cuniã, que atua nas comunidades tradicionais da região do Madeira. Essa atuação nos permitiu entender a história e a realidade de todos e, assim, pensar como o projeto deveria tratar as diferenças e os anseios. Ao mesmo tempo, nos permitiu esclarecer e demonstrar de forma transparente todos os detalhes e características do projeto. Podemos dizer que foi o exercício da verdade que nos levou a esse conhecimento e a esses resultados. A prática da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO), que tem como princípio estabelecer a confiança e demonstrar pelo exemplo, foi a base sobre a qual construímos alianças e vencemos as resistências que quase sempre se deviam a desconhecimento da proposta do projeto.
OI – O aproveitamento do potencial hídrico da Amazônia é um tema sensível. Nesse sentido, os estudos ambientais de Santo Antônio podem se tornar referência para os futuros projetos? Esses estudos criaram um novo paradigma?
Sergio Leão – Sem dúvida os estudos da Usina Santo Antônio estabeleceram um novo patamar de referência para os futuros projetos. Sabemos que eles estarão majoritariamente na Amazônia, região de grande sensibilidade ambiental e objeto de atenção mundial. Ter sucesso com esses projetos dependerá de nossa capacidade de aprender a cada passo e demonstrar que a nova geração de projetos inclui os mais rigorosos conceitos de adequação ambiental e de atenção às populações, suas tradições e sua cultura, além de uma ampla compreensão das questões sociais de cada região.
Fonte: http://www.odebrechtonline.com.br/materias/01701-01800/1753/
Texto: Cláudio Lovato Filho
Fotos: Edu Simões
Thilindha September 17th, 2009, 06:51 AM Pessoal achei 2 sites relacionados a Usina Hidrelétrica de Jirau, tem o vídeo da campanha "Sou mais Rondônia" e umas informações bem interessante sobre o estado.
http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/
http://www.soumaisrondonia.com.br/index.html
OJnItIYy6Ro
Thilindha September 17th, 2009, 07:32 AM Alguns vídeos referente a Usina Hidrelétrica de Jirau
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Rafael_Rosato September 18th, 2009, 03:10 AM Referência ambiental http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_butterfly.gif
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) desenvolvido para a construção da Usina Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, é um dos mais completos e avançados já realizados para um projeto hidrelétrico. No Brasil, tornou-se referência.
http://www.odebrechtonline.com.br/imagens/banco/03501-03600/3537.jpg
O Rio Madeira: a partir de seu aproveitamento para a geração de energia, novas perspectivas de desenvolvimento em Porto Velho e Rondônia
(O melhor emoticon do ano!!!!!!)
A imagem esta linda tbm!!
Thilindha October 7th, 2009, 12:27 AM Achei um site interessante onde pode-se ver fotos de Rondônia (tem outros estados tb) em 360 gaus e dentre as opções constam algumas das usinas, como é preciso clicar no botãozinho para vc visualizá-las, postarei somente o link delas:
Obras da usina de Santo Antônio
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio1.html
Ilha do Piquenique
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio4.html
Margens do Rio Madeira
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio3.html
Thilindha October 14th, 2009, 01:37 AM Usina Hidrelétrica Jirau terá modelo reduzido na França http://vadrouilles.moto.free.fr/smileys/quasimodo.gif
Terça-Feira , 13 de Outubro de 2009 - 15:47
http://www.rondoniaovivo.com.br/imagens/image/modeloreduzido2.jpg
O Instituto Sogreah, em Grenoble na França, construirá o modelo reduzido da Usina Hidrelétrica Jirau, que terá o objetivo de analisar o transporte de sedimentos, material flutuante e submerso, além da movimentação de ovos, larvas e juvenis de peixes ao longo do rio Madeira. A construção terá início ainda em outubro, com duração prevista de três meses.
Este modelo reduzido de Jirau terá grande importância para a implantação da Usina em Porto Velho, uma vez que simulará, dentre outros, a movimentação de material flutuante e submerso no rio, como os troncos, um dos principais materiais orgânicos que se movimentam no Madeira.
O modelo terá dimensão de 40x5 metros e abrangerá um trecho de aproximadamente 30 quilômetros do rio, 20 quilômetros acima (a montante) e 10 quilômetros abaixo (a jusante) da barragem. Todo o trabalho de desenvolvimento do modelo reduzido de Jirau será acompanhado pelo especialista em sedimentos Sultan Alam, consultor da Energia Sustentável do Brasil, concessionária da Usina Jirau.
De acordo com Antônio Luiz Abreu Jorge, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Usina Hidrelétrica Jirau, o objetivo da construção do modelo reduzido no Laboratório Sogreah - que é referência mundial na construção de modelos semelhantes, é otimizar os fluxos físicos e bióticos ao longo das estruturas do empreendimento. “O modelo reduzido vai simular as condições do rio Madeira antes e depois da implantação da Usina Jirau”, explica.
Segundo o diretor, outros estudos estão sendo desenvolvidos para aperfeiçoar o modelo reduzido de Jirau, como análise de sedimentos coletados no rio, para que o projeto corresponda às características reais da Usina.
Contratação
Entre os dias 15 e 19 de setembro, uma equipe formada por integrantes das diretorias de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Engenharia, da Energia Sustentável do Brasil, realizaram diversas reuniões no Instituto Sogreah para fechar os últimos detalhes para a construção do modelo reduzido de Jirau, culminado com a assinatura do contrato entre a Energia Sustentável e o Instituto Sogreah. O grupo foi recepcionado por Olivier Cazaillet, Diretor de Água, Meio Ambiente e Energia do Instituto. Participaram da visita Antonio Luiz Abreu Jorge, Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade; Thais Soares, Analista de Meio Ambiente e Juliana Machado, Gerente de Contratos da Energia Sustentável. A comitiva conheceu o local onde será construído o modelo e realizou reuniões com os responsáveis pela execução do projeto.
Laboratório Sogreah
O renomado Laboratório de Hidráulica Sogreah foi o escolhido pela Energia Sustentável do Brasil para produzir o modelo reduzido de Jirau porque possui mais de 60 anos de experiência especializada e know-how reconhecido na área fluvial, transporte de sedimentos e modelos reduzidos, sendo um dos mais respeitados institutos no mundo.
Fonte: http://www.rondoniaovivo.com.br/news.php?news=55846
Rondon October 27th, 2009, 02:28 PM UHE Santo Antônio
Créditos: Giuliana Miranda
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BR 364 October 27th, 2009, 02:34 PM ^^ Legal ver as primeiras imagens do concreto emergindo. :)
Espartano_bsb October 27th, 2009, 03:30 PM Tenhos duas perguntas sobre as Usinas... São as seguintes:
1) Qual seria a projeção de impostos (ou seria royalties?) que deverão ser recolhidos aos cofres municipais/estaduais após o início das operações?
2) Existe algum núcleo populacional (ex. distrito, vilarejo, etc) próximo às Usinas que pode pleitear futuramente a emanciapção de PHV (quando a tal Lei Complementar for editada) de olho nesses recursos?
E.T. Belas imagens!
Espartano_bsb October 27th, 2009, 03:34 PM post duplicado
santista10 October 27th, 2009, 10:27 PM Muito bom, essas usinas são fundamentais para a segurança energética do país!
vitor.carvalho2 October 27th, 2009, 10:58 PM Pessoal...queria somente fazer um desabafo...
É incrível o tanto de obstáculos que colocam na construção das hidrelétricas do Madeira, desculpem estar levantando essa bandeira novamente, mas é que parece que tem gente que não quer o desenvolvimento da nossa região...
Sempre aparece junto com algum projeto que vá tornar em ebulição a nossa economia um cidadão ou um grupo de cidadãos querendo freiar essa idéia...
Sempre tem algum radical que vem levantando uma bandeira de ''esquerda'' tentando freiar o desenvolvimento...
Algumas pessoas do centro-sul do nosso país (não generalizando, obviamente) reclamam que os impostos deveriam ser melhor distribuídos...que eles produzem mais e nós (Norte) produzimos menos e ficamos com uma grande fatia da arrecadação de impostos e blá blá blá....mas quando vem um investimento desses como as Usinas do Madeira são os primeiros a dar ''pitaco'' no assunto...ora pois!!! afinal...querem ou não que contribuamos para a economia do país?? Reclamam que vai devastar, que vai dizimar a floresta mas ao mesmo tempo reclamam que não temos participação ativa na economia brasileira, que ficamos com seus impostos...
Venho aqui dar um exemplo de não muito impacto ambiental, mas que se fosse feito na Amazônia daria o q falar...
Na cidade em que moro, Caxias do Sul - RS estão construindo uma ampliação do sistema de água tratada para o município...vai haver uma área alagada de 2,112 Km², o que equivale cerca de 200 hectares e quase não se ouviu reclamações sobre impacto ambiental, sendo que naquela área existe parte de mata nativa, com fauna e flora originais...e flora incluindo uma planta SUPER protegida por lei que é a Araucária....e como disse anteriormente, se isso fosse na Amazônia demoraria 10 anos para o início das obras...
bem...é isso aí pessoal...abraços
BR 364 October 28th, 2009, 02:40 AM ^^ Realmente há um tratamento diferenciado em relação à Amazônia. E o pior é que quem não mora na região acha super normal isso, como se a Amazônia fosse um mundo à parte. Não entro no mérito se é ou não justo e correto que se tome tanto cuidado e se imponham tantas barreiras e restrições a tudo que se faz na Amazônia. A questão é que se todo esse cuidado e restrições são justas e corretas aqui, também são justas e corretas e qualquer outro lugar. Mas não é isso que se vê, há sempre dois pesos e duas medidas. Basicamente, quando se trata da Amazônia o meio ambiente é prioridade e o desenvolvimento é secundário. Já nas outras regiões ocorre o contrário, a preocupação com o meio ambiente só se manifesta quando ela não interfere nos interesses econômicos.
Tenhos duas perguntas sobre as Usinas... São as seguintes:
1) Qual seria a projeção de impostos (ou seria royalties?) que deverão ser recolhidos aos cofres municipais/estaduais após o início das operações?
2) Existe algum núcleo populacional (ex. distrito, vilarejo, etc) próximo às Usinas que pode pleitear futuramente a emanciapção de PHV (quando a tal Lei Complementar for editada) de olho nesses recursos?
E.T. Belas imagens!
1) Com relação a valores, não sei te informar. Também queria saber. O que eu sei é que de acordo com a legislação tributária vigente, o ICMS referente à energia produzida vai 100% para o estado consumidor. Não fica 1 centavo sequer de ICMS para os estados produtores. Ou seja, se o estado de SP consome 30% da energia produzida em RO e o próprio estado de RO consome apenas 0,5%, o estado de SP vai receber 30% do ICMS da energia gerada em RO e o próprio estado gerador fica com apenas 0,5% do ICMS.
Esse é só mais um dos muitos mecanismos legais e tributários que favorecem os estados mais populosos, mas que a turma do "nós carregamos o Brasil nas costas" nunca fica sabendo...
Alguns deputados de estados produtores de energia (entre eles RO) estão tentando mudar isso, mas nós sabemos que se os estados grandes não quiserem essa mudança, ela não acontece, que aliás é como as coisas funcionam na nossa maravilhosa "federação", as decisões sempre são tomadas de acordo com os interesses dos estados maiores.
2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.
Espartano_bsb October 28th, 2009, 04:36 AM 1) Com relação a valores, não sei te informar. Também queria saber. O que eu sei é que de acordo com a legislação tributária vigente, o ICMS referente à energia produzida vai 100% para o estado consumidor. Não fica 1 centavo sequer de ICMS para os estados produtores. Ou seja, se o estado de SP consome 30% da energia produzida em RO e o próprio estado de RO consome apenas 0,5%, o estado de SP vai receber 30% do ICMS da energia gerada em RO e o próprio estado gerador fica com apenas 0,5% do ICMS.
Esse é só mais um dos muitos mecanismos legais e tributários que favorecem os estados mais populosos, mas que a turma do "nós carregamos o Brasil nas costas" nunca fica sabendo...
Alguns deputados de estados produtores de energia (entre eles RO) estão tentando mudar isso, mas nós sabemos que se os estados grandes não quiserem essa mudança, ela não acontece, que aliás é como as coisas funcionam na nossa maravilhosa "federação", as decisões sempre são tomadas de acordo com os interesses dos estados maiores.
2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.
^^ Obrigado pelos esclarecimentos! :)
BR 364 November 9th, 2009, 07:15 PM Matéria do Financial Times destaca UHE Santo Antônio
06/11/2009
http://www.santoantonioenergia.com.br/upload/portal_mesa/pt/noticias/ultimas_noticias/interna_0511_noticiafinancial.jpg
A construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio ganhou a atenção da imprensa inglesa. Em sua edição de 5 de novembro, o jornal Financial Times publicou uma matéria sobre a geração de energia elétrica no Brasil, com destaque para o projeto, investimento e construção da UHE.
O texto menciona as grandes proporções da obra, tanto em estrutura e capacidade de geração, como também em relação às medidas adotadas pela Santo Antônio Energia para redução dos impactos sociais e ambientais gerados pelo empreendimento.
Para acessar a versão original (em inglês) da matéria publicada no site do jornal, clique aqui (http://www.ft.com/cms/s/0/d8b8f78a-c8d9-11de-8f9d-00144feabdc0.html?nclick_check=1).
Fonte: http://www.santoantonioenergia.com.br/site/portal_mesa/pt/noticias/ultimas_noticias/ultimas_noticias.aspx?utm_source=home_portal_SA_PT&utm_medium=Noticia&utm_content=Link&utm_campaign=06/11/2009%2015:21#1748
BR 364 November 10th, 2009, 04:05 AM A Matéria do Financial Times na versão impressa do jornal:
http://img145.imageshack.us/img145/8117/financialtimesf.jpg
RoBruschi November 13th, 2009, 10:55 PM Não sei se alguém já postou antes, mas de qq forma segue link para uma apresentação bastante interessante sobre o projeto da UHE Santo Antonio:
http://www.ie.org.br/site/ieadm/arquivos/arqnot2500.pdf
Um abraço
Rondon December 18th, 2009, 07:06 PM Concretagem do vertedouro de Jirau
http://www.diariodaamazonia.com.br/diariodaamazonia/materias/f5803ca02a3a05322087081d1714cf45-g.jpg
pardal December 28th, 2009, 06:55 PM ^^ Realmente há um tratamento diferenciado em relação à Amazônia. E o pior é que quem não mora na região acha super normal isso, como se a Amazônia fosse um mundo à parte. Não entro no mérito se é ou não justo e correto que se tome tanto cuidado e se imponham tantas barreiras e restrições a tudo que se faz na Amazônia. A questão é que se todo esse cuidado e restrições são justas e corretas aqui, também são justas e corretas e qualquer outro lugar. Mas não é isso que se vê, há sempre dois pesos e duas medidas. Basicamente, quando se trata da Amazônia o meio ambiente é prioridade e o desenvolvimento é secundário. Já nas outras regiões ocorre o contrário, a preocupação com o meio ambiente só se manifesta quando ela não interfere nos interesses econômicos.
1) Com relação a valores, não sei te informar. Também queria saber. O que eu sei é que de acordo com a legislação tributária vigente, o ICMS referente à energia produzida vai 100% para o estado consumidor. Não fica 1 centavo sequer de ICMS para os estados produtores. Ou seja, se o estado de SP consome 30% da energia produzida em RO e o próprio estado de RO consome apenas 0,5%, o estado de SP vai receber 30% do ICMS da energia gerada em RO e o próprio estado gerador fica com apenas 0,5% do ICMS.
Esse é só mais um dos muitos mecanismos legais e tributários que favorecem os estados mais populosos, mas que a turma do "nós carregamos o Brasil nas costas" nunca fica sabendo...
Alguns deputados de estados produtores de energia (entre eles RO) estão tentando mudar isso, mas nós sabemos que se os estados grandes não quiserem essa mudança, ela não acontece, que aliás é como as coisas funcionam na nossa maravilhosa "federação", as decisões sempre são tomadas de acordo com os interesses dos estados maiores.
2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.
Sobre o ICMS os beneficiados: São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste, no caso o Paraná é o grande "otário" da nação, o Pará e Rondônia deverão se juntar ao estado do sul.
Lembro ainda que o Rio também paga o pato no que se refere ao consumo de petróleo. No final das contas o grande privilegiado é o estado de São Paulo, que dificulta a reforma tributária, pois será o grande perdedor.
Valter January 9th, 2010, 11:52 PM Já consta no mapa geolétrico da ONS a interligação de Santo Antônio e Girau com o SIN. A Energia virá em dois circuitos, 600KV, Corrente Contínua sem escalas até uma unidade conversora em Araraquara - SP.
Jab's January 10th, 2010, 01:04 AM Pretendo ir trabalhar em Jirau ainda esse ano, so daqui da minha cidade tenho uns 25 amigos que foram para trabalhar aí. Realmente uma grande obra e trará riqueza à todos, já que está nas mãos da iniciativa privada (diferentemente daqui, que Porto Primavera levou 20 anos e mais de 10 bilhões de doláres em dinheiro).
Valter January 10th, 2010, 01:10 AM ^
Que legal. O que você faz aí em Porto Primavera?
Jab's January 10th, 2010, 02:02 AM ^
Que legal. O que você faz aí em Porto Primavera?
em OFF, vim com meus pais em 1988, tinha uns 4 anos. Meu pai veio de Agua Vermelha/Ilha Solteira trabalhar aqui em Rosana e depois Porto Primavera. Ae casei e ainda moro por aqui.
Vo criar um topico aqui depois sobre as duas usinas aqui do município.
Valter January 10th, 2010, 02:23 AM ^
Interessante! Se puder me avise quando criar tópico. :)
danieldantas January 12th, 2010, 01:58 AM Tenhos duas perguntas sobre as Usinas... São as seguintes:
1) Qual seria a projeção de impostos (ou seria royalties?) que deverão ser recolhidos aos cofres municipais/estaduais após o início das operações?
2) Existe algum núcleo populacional (ex. distrito, vilarejo, etc) próximo às Usinas que pode pleitear futuramente a emanciapção de PHV (quando a tal Lei Complementar for editada) de olho nesses recursos?
E.T. Belas imagens!
^^
1) Diferentemente do que foi colocado, os estados produtores de energia elétrica ganham sim royalties... pra pegar o exemplo do petróleo, o RN não ganha no ICMS do que produz, mas ganha royalties na exploração, de acordo com o volume produzido, e o petróleo quando vira gasolina(por ex.) gera ICMS para o estado que a consome.
Sr. Gatti January 20th, 2010, 02:07 PM :cheers:
BR 364 January 27th, 2010, 07:24 PM ^^
1) Diferentemente do que foi colocado, os estados produtores de energia elétrica ganham sim royalties... pra pegar o exemplo do petróleo, o RN não ganha no ICMS do que produz, mas ganha royalties na exploração, de acordo com o volume produzido, e o petróleo quando vira gasolina(por ex.) gera ICMS para o estado que a consome.
Mas ninguém disse que os estados produtores não recebem royalties. O que foi dito (e é verdade) é que o ICMS vai para os estados consumidores, ou seja, é cobrado no destino e não na origem, diferente da maioria dos outros produtos.
Suburbanist January 27th, 2010, 10:38 PM Isso não é exclusivo de energia elétrica. Petróleo não paga ICMS na origem, por exemplo. Combustível também não. As arrecadações gigantescas de Paulínia - SP ocorrem exatamente pela tributação do valor agregado ao petróelo transformado em gasolina, nafta, diesel, GLP, coque, asfalto etc.
Valter January 30th, 2010, 06:50 PM De São Paulo – A Camargo Corrêa começou a fechar a primeira parte do rio em abril do ano passado para iniciar as escavações
A concessionária Energia Sustentável do Brasil (ESBR) anunciou ontem que a partir de novembro de 2012 a usina de Jirau, no rio Madeira, estará gerando à plena capacidade. Isso significa que 2 mil megawatts (MW) de energia vão entrar no sistema elétrico brasileiro três anos antes do prazo previsto no edital de licitação. O objetivo de antecipar a construção da usina é tentar fazer com que ela dê retorno a seus acionistas, que estavam estudando alternativas para evitar prejuízos.
Antecipando a geração, a empresa pode vender livremente a energia por preços mais altos do que os vendidos no leilão em 2008. A vitória para os sócios Suez, Eletrosul, Chesf e Camargo Corrêa foi obtida com um lance agressivo em que 70% da energia da usina precisa ser entregue por R$ 71,40 o MWh. Esse valor não retorna nem os investimentos previstos em R$ 11 bilhões, por isso a composição com a venda no mercado livre é fundamental, segundo contam algumas fontes próximas às empresas sócias do empreendimento.
O grande problema para os sócios de Jirau se deu por causa da queda nos preços do mercado livre de energia, em função da crise econômica. Em meados de 2008, quando o leilão foi realizado, era fácil vender a energia por até R$ 150 o MWh. Hoje é difícil vendê-la mesmo que por R$ 130, a ponto de a Suez ter tentado convencer o governo a deixá-la vender os megawatts no leilão de energia nova do governo, ou seja, para o mercado cativo.
A retração e a sobra de energia se deu em função dos grandes consumidores que cortaram produção e consequentemente o consumo de energia, fazendo com que haja uma sobra estrutural até 2014. Essa sobra só tende a aumentar com o anúncio feito ontem pelos presidente da ESBR, Victor Paranhos. De qualquer forma, mesmo que venda a energia mais barata no mercado livre, a usina pode melhorar o retorno sobre o investimento.
Basicamente, a ideia é construir ao mesmo tempo as duas casas de força da usina, nas duas margens do rio Madeira, em Porto Velho. O diretor institucional da concessionária, José Lúcio Arruda, diz que mesmo com o desvio do rio é possível construir simultaneamente as duas casas de força e também o vertedouro. Além disso, foi fechado um acordo com os chineses da Dongfang para que entreguem as turbinas antecipadamente. A previsão era de que essas turbinas só chegassem ao Brasil a partir de 2014. Mas o outro consórcio de fornecimento liderado pela Alstom também precisa antecipar as entregas.
A primeira das 46 turbinas vai entrar em operação em março de 2012 e até novembro todas elas estarão operando. De acordo com Arruda, o pedido de antecipação do cronograma da obra foi entregue à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mas o anúncio foi feito ontem em Porto Velho depois que a concessionária acertou a antecipação com a Camargo Corrêa, que é a construtora contratada para a empreitada das obras civis.
Com o anúncio Jirau se adianta em relação à usina de Santo Antônio, que apesar de ter antecipado o cronograma para início da operação em dezembro de 2011 não irá ter a energia total assegurada sendo produzida nesse período. Um dos entraves que foi enfrentado para a antecipação de Santo Antônio era a questão da transmissão da energia. Isso porque as linhas de transmissão que vão ligar as usinas do Madeira ao Sudeste do país têm um cronograma montado em torno dos prazos previstos anteriormente para a entrada em operação das duas usinas.
De qualquer forma, é possível escoar a energia para o Norte do país até que os linhões fiquem prontos. No comunicado divulgado pela ESBR, a empresa diz que a antecipação só foi possível em função do apoio do governo federal e do BNDES. O banco vai emprestar mais de R$ 7 bilhões para a construção da usina.
A usina está sendo construída desde o ano passado e na margem direita do rio acontecem os trabalhos de escavação na Casa de Força I. Também está sendo feita, neste momento, a concretagem do vertedouro, que deve utilizar até o final de sua construção um total de 473 mil m3 de concreto. Já na margem esquerda, a concessionária informou que por enquanto as atividades se resumem a oferecer infraestrutura e preparar a área onde será implantada a Casa de Força II, que terá 18 unidades geradoras da Dongfang.(Fonte: Valor Econômico/JG)
http://www.power.inf.br/pt/?paged=5
Valter March 2nd, 2010, 05:46 PM O Ibama concedeu a licença de instalação para a linha de transmissão coletora Porto Velho–Porto Velho (230 kV), que possui 22 km de extensão e faz parte do Complexo do Madeira, em Rondônia. O projeto inclui ainda a subestação Coletora Porto Velho (500 kV) e deverá custar R$ 461,72 milhões.
A expectativa do consórcio responsável pelo empreendimento – o Porto Velho Transmissora de Energia, que possui como acionistas a Eletronorte (24%), a Eletrosul (24%), Abengoa (25,5%) e Andrade Gutierrez (25,5%) – é iniciar a construção ainda neste semestre para que a linha seja entregue em 2012. Ao longo de sua construção deverão ser gerados 1,3 mil empregos diretos.
O circuito é o primeiro trecho do linhão do Madeira. Neste ponto, as linhas de transmissão das usinas de Santo Antonio e Jirau desembocam na estação coletora, onde se inicia o circuito em corrente contínua que termina na SE Araraquara, em SP.
De acordo com o órgão ambiental, o empreendimento cruza seis cursos d´água no Rio das Garças e precisará de uma compensação ambiental de R$ 10,6 milhões.
A linha foi arrematada no leilão de linhas de transmissão do Complexo Madeira, realizado em novembro de 2008, com uma RAP de R$ 44.751.600,00. (E.M.)
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=405135
BR 364 March 2nd, 2010, 09:59 PM Eu nunca lembro qual tipo de corrente permite a distribuição de energia nas cidades ao longo do linhão, se é a contínua ou a alternada...
Valter March 3rd, 2010, 03:40 AM ^
Eu não sei se entendi bem sua pergunta, mas não haverá nenhuma subestação abaixadora para subtransmissão dessa energia entre Porto Velho e Araraquara. Somente nessa cidade ela será convertida para corrente alternada e assim distribuída.
Suburbanist March 3rd, 2010, 12:04 PM Mesmo assim, se não me engano, a maioria das linhas de transmissão de longa distância é de corrente alternada. Apenas a linha Itaipu-Ibiúna é CC.
BR 364 March 3rd, 2010, 02:08 PM ^
Eu não sei se entendi bem sua pergunta, mas não haverá nenhuma subestação abaixadora para subtransmissão dessa energia entre Porto Velho e Araraquara. Somente nessa cidade ela será convertida para corrente alternada e assim distribuída.
Na verdade, o que eu quero saber (e que ainda não ficou muito claro pra mim) é se a energia gerada nas usinas vai ser distribuída em Rondônia ou vai direto pro Sudeste. Porque antes no início das obras, dizia-se que as usinas atenderiam prioritariamente RO e AC e o excedente iria pro restante do país.
Valter March 3rd, 2010, 10:23 PM Na verdade, o que eu quero saber (e que ainda não ficou muito claro pra mim) é se a energia gerada nas usinas vai ser distribuída em Rondônia ou vai direto pro Sudeste. Porque antes no início das obras, dizia-se que as usinas atenderiam prioritariamente RO e AC e o excedente iria pro restante do país.
Acho muito difícil uma situação em que a energia dessas usinas seja direcionada exclusivamente pra região sudeste e o antigo sistema Acre-Rondônia receba energia da região Norte, por exemplo, apesar que o sistema é interligado, então são muitas as configuranções que podem ser adotadas em situação de emergência. Vou tentar explicar a forma como acredito que o sistema irá funcionar baseado nos mapas e dados disponibilizados pela ONS.
Em primeiro lugar o antigo sistema isolado Acre-Rondônia foi interligado ao SIN no final de outubro de 2009 e de acordo com a ONS representou uma demanda a mais de 400MW médios para o SIN. Considerando a média geral de geração da UHE Samuel no ano passado foi de 100 MW, podemos dizer que a demanda desse sistema foi em média de 500MW. Dá pra ver o último trecho que faltava pra essa interligação nesse mapa, onde existe uma linha pontilhada entre Vilhena e Jauru e entre parênteses "09" que corresponde a data prevista para conclusão.
http://i50.tinypic.com/ev53jq.jpg
Nesse momento, boa parte da energia que abastece a região de vocês está vindo de outros lugares do país. Porém com a inauguração das hidrelétricas, essa lógica deve inverter. No mapa abaixo você pode observar sobre PV um círculo preto que representa uma subestação já existente pra onde é direcionada a energia gerada por UHE Samuel e pelas térmicas e de lá é distribuída.
http://i50.tinypic.com/30m718m.jpg
Agora observe que existe um círculo branco que representa a nova subestação que vai ser construída que irá coletar a energia proveniente das novas usinas e a transmitir. Dando um zoom no mapa.
http://i46.tinypic.com/29ppykk.jpg
Pode-se observar que existe um pequeno traço verde entre as duas, indicando uma conexão entre as mesmas, com um indicador apontando um número "2" que significa dois circuitos. Ou seja, todas as cidades do antigo sistema Acre-Rondônia podem (e provavelmente vão ser) alimentadas pela energia gerada pelas duas hidrelétricas utilizando o sistema já existente.
Se você observer no mapa abaixo irá ver que consta pra 2011 uma nova linha (traçado verde) saindo de Porto Velho seguindo o circuito já existe indo até Jauru (MT), como consta no primeiro mapa.
http://i48.tinypic.com/fktrn5.jpg
Essas linhas que hoje levam energia até Rondônia, no futuro provavelmente levarão energia até os consumidores do Centro-Oeste. Óbvio que estou fazendo suposições para ilustrar o fluxo de carga, existem muitas variáveis que determinam pra onde vai ocorrer o despacho de energia.
Considerando que a demanda do sistema Acre-Rondônia tenha sido de 500MW em média, e imagino que o que vai percorrer as atuais linhas em direção ao Mato Grosso não será um valor muito alto, dá pra perceber que a maior parte da energia gerada pelas novas usinas será despachada por uma linha de Corrente Contínua, representada pelo traço amarelo com tracejado de preto, que vai até Araraquara.
O pdf que usei é esse:
http://www.ons.org.br/download/mapas_sin/pdf/brasil4.zip
Tabela:
http://i49.tinypic.com/qqes1w.jpg
Não sei se consegui explicar direito, mas qualquer coisa pergunta aí que eu tento. :lol:
BR 364 March 4th, 2010, 01:32 AM ^^ Caramba, obrigado pela aula! :D
Pelo que eu entendi, o fato de ser construída uma linha de transmissão de corrente contínua não impede que parte da energia das UHEs do Madeira seja distribuída pela região RO/AC através da estrutura de distribuição já existente na região (do antigo sistema isolado). É isso?
Uma coisa eu já sabia, que a demanda de RO e AC é muito pequena em comparação ao que as usinas vão produzir (algo em torno de 10%).
Ah, baixei o PDF, muito interessante. ;)
Valter March 4th, 2010, 02:50 AM ^^ Caramba, obrigado pela aula! :D
Pelo que eu entendi, o fato de ser construída uma linha de transmissão de corrente contínua não impede que parte da energia das UHEs do Madeira seja distribuída pela região RO/AC através da estrutura de distribuição já existente na região (do antigo sistema isolado). É isso?
Uma coisa eu já sabia, que a demanda de RO e AC é muito pequena em comparação ao que as usinas vão produzir (algo em torno de 10%).
Ah, baixei o PDF, muito interessante. ;)
Sim, é isso. Na verdade eu imagino que ela irá sim ser distribuída por aí, já que atualmente o SIN está "mandando" pro antigo sistema isolado 400MW. :)
Valter March 5th, 2010, 05:13 AM A Santo Antônio Energia iniciou a concretagem dos 16 pilares do vertedouro principal da UHE Santo Antônio (3.150 MW), no rio Madeira, em Porto Velho (RO). Serão 450 mil m3 de concreto na estrutura, o equivalente a seis vezes o volume de concreto utilizado no estádio do Maracanã.
O prazo para implantação da estrutura é de 24 meses, sendo que o desvio do rio Madeira está marcado para maio de 2011. “Trata-se de um prazo desafiador. Escolhemos uma metodologia de mecanização que utiliza formas deslizantes, com capacidade de concretagem de 20 cm/h”, esclarece o gerente de engenharia da Santo Antônio Energia, Welson Correa.
A UHE está orçada em R$ 13,5 bilhões e tem como sócias em sua construção Furnas, Odebrecht, Cemig e o Fundo de Investimentos e Participações Amazônia Energia (FIP).
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=405401
paulo lima March 5th, 2010, 08:01 AM Que daora!!!
Legal as fotos!!!
Parabens!!!
Essa Usina, tem previsao pra quando ficar pronto??
Daki uns proximos anos, ou nao sei se vai dar tempo ainda pra ficar pronto no Governo Lula, se nao der tempo, vai ser legal ver os outros Futuros Presidentes Dilma ou o Serra, na inauguraçao dessa Usina. :)
MaoCity March 5th, 2010, 07:55 PM UHE Santo Antônio
Créditos: Giuliana Miranda
1
http://farm3.static.flickr.com/2635/4043588527_60acd595c5_b.jpg
2
http://farm3.static.flickr.com/2609/4043592649_5ef7305268_b.jpg
3
http://farm3.static.flickr.com/2721/4044341240_eab91feb14_b.jpg
4
http://farm3.static.flickr.com/2765/4044351096_21a4a8eca5_b.jpg
Belas imagens.
Rondônia matando à paulada.
MaoCity March 5th, 2010, 08:00 PM ^^
Valeu pelo vídeo, esse outro mostrando a engenharia da usina é bem interessante também
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
Vale a pena ver de novo.
VÍDEO SHOW DE INFRAESTRUTURA DA HIDRELÉTRICA DE SANTO ANTÔNIO.
MaoCity March 5th, 2010, 08:05 PM JIRAU
Xx_EHNjOzu8&feature=related
:banana::banana::banana::banana::banana:
Naipesky March 27th, 2010, 02:47 AM (...)
2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.
Assistí a uma palestra de Roberto Garcia, Secretário de uma área do MDS e que também trabalha no IPEA (O "IBGE da Presidência") criticando um aspecto das duas obras:
"Oh Meu Deus, críticas!"
Se alguém tiver cabeça fria para responder, fico grato. A palestra era sobre inclusão no Trabalho e crítica foi com relação à procupação existente apenas hoje com os efeitos colaterais de grandes investimentos em locais economicamente e administrativamente frágeis.
No caso, não efeitos ambientais, mas sociais, quando, por exemplo, uma grande obra não gera empregos para a população local, não gera aporte de recursos na economia local, não gera tributos suficientes. Mas gera:
- Migração acima da capacidade da infra-estrutura do Município.
- Com a migração, pressão sobre essa estrutura acima do aumento do orçamento da administração local.
- Com a migração, desocupação, criminalidade, prostituição.
- Com a presença da investimento, encarecimento da moradia. (Que só é bom para quem tem casa, mas péssimo para as pessoas que se emancipam ou chegam à cidade)
- Com a presença do investimento, encarecimento do custo de vida pegando de supresa, especialmente, a população de menor renda.
E assim, ele citou Santo Antônio e Jirau como um exemplo recente onde AINDA não se fez um planejamento e preparação voltados à:
- capacitação da população local para ser absorvida pela demanda de mão-de-obra e pelos empregos indiretos.
- capacitação técnica dos administradores locais para lidar com os efeitos colaterais acima, e não apenas receber de braços abertos o investimento sem pensar nos efeitos sociais e administrativos colaterais.
Ainda citou Macaé, que com os Royalties, dobrou de orçamento municipal, que beleza, mais SEXTUPLICOU a população no mesmo período.
Enfim, percebi a afirmação quotada sobre a explosão já verificada e estou preocupado.
Se algum morador local tiver cabeça para não ficar apenas criticando a crítica e responder com sinceridade e imparcialidade, gostaria muito de saber o que está realmente ocorrendo em PHV e nos distritos próximos a Jirau como relação àqueles aspectos durante a expectativa e o início das obras, incluíndo alguma percepção de aumento do custo de vida (o que muitas vezes é visto apenas como vantagem por aqui).
Via PM se for mais adequado. Obrigado.
Valter March 27th, 2010, 02:52 AM ^
São pontos interessantes esses levantados. Hidrelétricas empregam pouca gente e pode haver muitos problemas quando as obras forem concluidas. Um plano para atração de algumas empresas levando em conta a vocação regional pode ser uma saída para tentar aliviar essa situação, ainda mais contando que energia não será problema.
Rondon March 27th, 2010, 03:31 AM ^^
^^ Naipesky, foi muito bom você ter tocado nesse assunto: existem sim uma preocupação muito grande com relação a preparação não só de Porto Velho, mas sim do Estado, em absorver bem esse investimento de forma que ele traga bons frutos do ponto de vista social.
Desde o começo, sempre se cobrou uma coisa de quem está vindo de fora investir no Estado: capacitação da mão-de-obra local, tanto é que o Senai e a Federação das Indústrias local criaram diversas programas de qualificação profissional, não só para as empresas ligadas diretamente as Hidrelétricas, mas sim também aquelas que estão chegando e investindo em segmentos outros.
E todo mundo aqui em Porto Velho não está vivendo o oba-oba de Hidrelétricas não... tá todo mundo trabalhando seriamente pela cidade e pelo Estado, já que o pessoal daqui já assistiu em outras épocas o que é o declínio econômico (ex: garimpo), quero dizer, as pessoas já criaram uma nova mentalidade, que é a preocupação com o amanhã.
Rondon March 27th, 2010, 03:38 AM Enfim, percebi a afirmação quotada sobre a explosão já verificada e estou preocupado.
Não é esse boom que você está pensando. É boom de investimentos :D
Mas fazendo um resgate histórico, aquela região de Jaci-Paraná já vinha crescendo muito desde antes das Hidrelétricas, assim como a Ponta do Abunã (que recentemente realizou um plebiscito e 90% da população de Porto Velho aprovou sua emancipação da capital).
Na verdade, as Usinas vieram dar um impulso a mais na região.
Rondon March 27th, 2010, 04:00 AM ^
São pontos interessantes esses levantados. Hidrelétricas empregam pouca gente e pode haver muitos problemas quando as obras forem concluidas. Um plano para atração de algumas empresas levando em conta a vocação regional pode ser uma saída para tentar aliviar essa situação, ainda mais contando que energia não será problema.
Eu não gosto muito desse termo... acho ele perigoso.
Eu tenho um exemplo aqui do lado, que é Manaus: aquele parque fabril que tem lá não veio de uma vocação regional, veio de uma necessidade.
E essa é a mesma necessidade de Rondônia. Aqui no Estado temos fábricas de colchões, bicicletas, industrialização de granito, ração animal, uma infinidade de coisas.
As hidrelétricas, assim como as estradas pavimentadas, os aeroportos, a interligação com o SIN, o fortalecimento do agronegócio, a saída para o Pacífico, etc etc são fatores indutores de investimentos. As hidrelétricas não devem ser tratadas de modo excluído, mas sim fazendo parte de um contexto. O contexto atual de Rondônia :D
BR 364 March 27th, 2010, 09:23 AM Honestamente, eu acho que o tal Roberto Garcia deveria citar as UHEs do Madeira como o exemplo a ser seguido em outras obras semelhantes pelo país para que todos os problemas supra citados não ocorram (ou sejam minimizados).
Com exceção do encarecimento do custo de moradia (aluguéis e aquisição de imóveis), todos os demais problemas que poderiam advir desses investimentos estão sendo tratados da forma que devem. Talvez não com a eficiência e velocidade que nós gostaríamos, mas o importante é que todos os problemas estão sendo atacados. Mais do que isso, está se aproveitando este momento como uma oportunidade pra resolver antigos problemas gerados por outros fluxos migratórios no passado e evitar que os mesmos se repitam. Os fluxos migratórios que a cidade e o estado recebeu nos anos 70 e 80 foram muitas vezes mais intensos que o atual. As experiências do passado ensinaram bastante.
Sugestões de alguns vídeos bastante esclarecedores (principalmente o primeiro e o último):
j0bta_UgM88
-P4ya9u8aog
95N4RsG3qv0
85guE3bKZRU
LyJ5pWbpnng
U4bj8C0ZWGE
Na verdade, as Usinas vieram dar um impulso a mais na região.
É isso que as pessoas não entendem (não só as de fora, muitas daqui também). Tudo que está acontecendo em Rondônia e principalmente em Porto Velho é atribuído às usinas, quando na verdade elas só vieram acelerar um processo que já estava em andamento.
Rafael_Rosato March 27th, 2010, 10:10 PM Em resumo, as hidrelétricas e o crescimento do comércio, indústrias e setor de serviços, EXIGEM mão de obra QUALIFICADA!!
É um perfil completamente DIFERENTE do ciclo de extração do outro, que trouxe para Porto Velho problemas de violência, crescimento da periferia e prostituição :yes:
_____________________________________________________________________ ...
O Perfil do imigrante atual é daquele que fez Porto Velho estar construindo HOJE DOIS bairros EXCLUSIVOS para condomínios completamente PLANEJADOS ... sem falar que na cidade se constroem mais de 3 prédios para cada prédio pronto ...
Este perfil, fez com que a frota de veículos da cidade aumentasse com o MAIOR crescimento dentre as capitais brasileiras...
Exceto no trecho da BR que está se tornando expressa e com vários viadutos ...
... em Pvh os problemas maiores de transito, são falta de sinalização, fiscalização (inclusive milhares de caminhões que circulam diariamente aqui com destino o Porto Graneleiro) e manutenção adequada das vias ...
Para resolver os problemas do transito HOJE, não existe a necessidade da construção de novas vias e viadutos (exceto os que já estão em construção) ... exatamente porque, o sistema viário de Pvh comporta uma frota bem maior que a tual (falo das vias abertas) ...
Porto Velho é a capital brasileira com melhor mobilidade segundo uma pesquisa recente, devido o traçado regular de suas vias ...
Porém para se planejar para o futuro, é FUNDAMENTAL que sejam realizadas obras de duplicação de avenidas, novas vias binárias, e abertura de novas vias ...
Os maiores problemas da cidade estão sendo resolvidos... como eu já falei, o necessário mesmo, é trocar a atual administração municipal para que as vias de Pvh (inclusive as calçadas) sejam fiscalizadas, sinalizadas e recebam manutenção ADEQUADA
Sobre habitação ... como ja foi dito, está tudo mais caro hoje ... porém, com a entrega de grandes empreendimentos imobiliários e a chegada de novos, a tendência é normalizar os preços ...
Grande parte das famílias que vivem em áreas de rico estão sendo ou serão remanejadas e indenizadas!!
Existem inúmeros cursos e programas que visam qualificar a mão de obra local para atender a demanda e elevar o grau de escolaridade de quem não tinha oportunidades ...
O número de desempregados simplesmente DESPENCOU ... Rondônia ja era o segundo estado com o menor porcentagem de desempregados do país ... hoje o mercado está precisando mais de profissionais do que o número existente na cidade ...
:)
wel_0110 April 14th, 2010, 01:34 AM Obras de extrema importancia p/ o desenvolvimento de toda a região noroeste do Brasil
Suburbanist April 15th, 2010, 01:39 AM Disputa estava marcada para a próxima terça-feira (20).
Multa em caso de descumprimento é de R$ 1 milhão.
A Justiça Federal do Pará concedeu nesta quarta-feira (14) uma liminar que suspende o leilão que vai selecionar as empresas que construirão a hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu. O leilão estava marcado para a próxima terça-feira (20).
A liminar foi pedida pelo Ministério Público Federal, que moveu ação civil pública apontando irregularidades no empreendimento. A promotoria argumenta que falta regulamentação do artigo 176 da Constituição e que seria necessária a edição de uma lei ordinária para a construção de hidrelétricas em área indígena.
Há possibilidade de recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª região, em Brasília.
A decisão do juiz Antonio Carlos Almeida Campelo suspende a licença prévia para construção da hidrelétrica e cancela o leilão até o julgamento do mérito da ação. Pela liminar, o Ibama não deve emitir nova licença ambiental para a construção da hidrelétrica e a Aneel não deve fazer novo edital para o leilão.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Ibama e as empresas ficam sujeitas a multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento da liminar.
A Advocacia Geral da União (AGU), que representa a União judicialmente, disse que vai esperar a intimação formal para se manifestar. A reportagem do G1 tentou entrar em contato com a Aneel e com o Ibama, mas não conseguiu contato na noite desta quarta-feira.
O Ministério Público Federal disse que aguarda também o julgamento de outra ação proposta, que aponta irregularidades ambientais na licença de Belo Monte.
Histórico
A obra, uma das vitrines do governo federal, é alvo de contestações por parte de moradores locais, especialistas e entidades nacionais e internacionais. Eles criticam a viabilidade econômica da obra, o impacto para comunidades indígenas e temem a seca em parte do rio.
==========================
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1569845-9356,00
==========================
Não me preocupa muito porque já virou regra: momentos antes do leilão algum promotor pede uma liminar e algum juiz concede. Mas felizmente o GF já aprendeu, e em geral essas liminares são caçadas rapidinho nos TRF ou no STJ.
BR 364 April 15th, 2010, 04:39 AM Recebi por e-mail esta entrevista com o engenheiro José Bonifácio Pinto Júnior, responsável pelas obras da UHE Santo Antônio e achei interessante postar aqui.
http://img689.imageshack.us/img689/2280/entrevista1.jpg
http://img59.imageshack.us/img59/3641/entrevista2.jpg
Valter May 26th, 2010, 02:12 AM A ISA Cteep está contando com a liberação da licença de instalação (LI) do linhão de 2.380 kms que vai escoar a energia das hidrelétricas do rio Madeira – Jirau e Santo Antonio - para agosto, informou nesta terça-feira (25/5) o diretor de Empreendimentos da concessionária, Jorge Rodriguez Ortiz, após reunião com a Apimec. “Estamos no limite do prazo de concessão”, disse.
A companhia, porém, ainda não dispõe da licença prévia e nem da confirmação das datas das audiências públicas. O EIA/RIMA foi entregue ao Ibama em 26 de abril. A greve no órgão atrasa a análise do documento que contém cerca de cinco mil páginas. Se a LI for liberada no horizonte previsto, as obras vão se desenvolver ao longo de 18 meses.
O compromisso com a Aneel é disponibilizar o sistema até fevereiro de 2012. Essa perspectiva pode inviabilizar a antecipação da geração de energia conforme planejam os consórcios que constroem as duas usinas.
A ISA CTEEP aguarda para junho a liberação por parte do BNDES de um empréstimo ponte com valor entre R$ 300 milhões a R$ 500 milhões, acrescentou o executivo. Já a captação de longo prazo, estimado em cerca de 70% a 80% do investimento total estimado em R$ 3 bilhões, está em fase final de análise pelo banco.
Ortiz informou ainda que a obra foi dividida em oito lotes de 300 km cada, como forma de agilizar as obras e minimizar o risco. A maioria dos contratos está firmada e a empresa procede agora à aquisição de isoladores e de ferragens para as torres. Os trechos mais complexos do ponto de vista construtivo são os da região Norte, por causa da mata e de áreas alagadas, por outro lado, na ponta de São Paulo, há a questão das desapropriações e o valor elevado das indenizações.
Ações
O presidente da ISA CTEEP, César Ramirez, afirmou que a companhia não tem qualquer interesse na compra das ações que o governo de São Paulo pretende colocar à venda em breve. Há ainda 7,7% do capital da transmissora sob controle da Secretaria da Fazenda e de estatais paulistas. O Banco Santander está encarregado de modelar a operação de oferta ao mercado.
Ramirez também disse que a ISA CTEEP deve se manter conservadora em relação à avaliação de oportunidades de negócios que possam surgir na área de transmissão. A agressividade demonstrada pelos chineses na compra da Plena, bem como pela Cemig na aquisição de ativos desse segmento, explicou, não vai mudar o comportamento da companhia em relação à estratégia preparada para o leilão de 11 de junho.
“Fizemos uma proposta pela Plena, mas inferior ao valor apresentado pela empresa chinesa. Não pagaríamos o valor que eles ofereceram”.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=411266&
lusorod May 28th, 2010, 03:43 AM Pelo que eu tenho lido me parece que PVH esta sim se preparando pra chegada desse desenvolvimento economico todo que esta vindo com as usinas. Tem novas avenidas, novos viadutos, duplicacao da 364, shoppings, saneamento basico etc e tal. Ate mesmo algumas pontes esao sendo construidas ou serao construidas no Rio Madeira. Mesmo achando a ponte que ficara em Porto Velho Horrorosa, acho que ja e um avanco. No quesito imigracao acho que o tipo e de migracao de agora e bem diferente do da decada de 80. Ha uma maior qualidade no nivel educacional e profissional desse novo imigrante. PVH esta atraindo classe media e isso se deve ao fato do pais estar crescendo como um todo.
BR 364 June 4th, 2010, 06:01 PM Atualização - estágio das obras em 24.05.2010
Margem direita
http://img249.imageshack.us/img249/261/dsc04913n.jpg
http://img534.imageshack.us/img534/2235/dsc04918v.jpg
http://img185.imageshack.us/img185/4977/dsc04920q.jpg
Margem esquerda
http://img241.imageshack.us/img241/2405/dsc04922w.jpg
http://img412.imageshack.us/img412/9522/dsc04924u.jpg
http://img294.imageshack.us/img294/9417/dsc04905d.jpg
caduroxbr June 4th, 2010, 06:07 PM Não sou ecoxiita, mas acho uma tremenda irresponsabilidade encher o norte do país de hidrelétricas, só serei a favor de construir mais hidrelétricas na amazonia o dia que recuperarem a área da usina de Balbina.
BR 364 June 4th, 2010, 06:23 PM ^^ E o que Balbina tem a ver com as usinas do Madeira?
Naipesky June 4th, 2010, 06:41 PM ^^
^^ Acho que ele quis lembrar que Balbina foi (e continua sendo) um desastre ambiental. Para fechar balbina é necessário ligar essas duas.
E, no fim das contas, Balbina e mesmo Tucuruí, hoje, seriam totalmente diferentes. Não passariam pelas críticas que as duas passaram. Belo Monte, se construída a toque de caixa nos anos 80, poderia ser um desastre. (Hoje, é mais um factóide ecoxiita contra intervenções na Amazônia)
Mas aí é que está. Pelo menos serviram de exemplo.
Romers June 4th, 2010, 10:12 PM Acho engraçado ser dogmáticamente contra usina hidrelétrica na amazônia num importa o projeto. Legal deve ser encher o país de usinas térmicas ou nuclear que é muito cara...
Fora as opções a meu ver muito engenuas achando que a energia eólica é a salvação. Lembremos que a soma de todos os projetos aprovados no último leilão de enegia eólica não dão nem 10% da capacidade de Belo Monte. Isso se de fato todas se concretizarem.
Ou pior a meu ver em termos de impacto ambiental é infestar o Brasil inteiro de PCH´s que ao contrário de grandes usinas hidrelétricas não pagam royalties aos municípios geram quantidades irrisórias de empregos locais e ainda por cima muitas vezes desestruturam atraçoes turísticas como corredeiras e cachoeiras.
Claro Impacto sempre vai ter, o que eu acho num podemos é se posicionar contra com argumentos egoístas tipo "nimby" (not in my beckground) ou oferecendo contra-propostas irrealistas e engênuas. De qualquer forma o debate quando maturo e realista tende só a se traduzir em melhoras ambientais do projeto das usinas. Quanto ao caso de Balbina seu fechamento ao meu ver seria uma boa compensação ambiental para novos projetos hidrelétricos da região.
Por fim o Brasil não é um país já rico e estável como a Dinamarca, nós somos um país emergente e vamos precisar ainda de muita energia sendo ridiculo achar que basta melhorar a efieciencia energética apra não precisarmos de Belo Monte conforme já ouvi alguns ecologistas falando. Inevitavelemte precisamos de grandes usinas hidrelétricas que a meu ver são menos impactantes do que a soma dos impactos de número equivalentes energéticamente de PCHs.
Suburbanist June 5th, 2010, 05:30 AM No post de Belo Monte eu fiz uma tabela com a relação área alagada/potência instalada. Balbina é um ponto fora da curva (totalmente fora da curva), um projeto mal feito.
Tucuruí já é diferente, o problema, lá, foi não terem desmatado e retirado a cobertura vegetal da área a ser inundada.
Todavia, se esquecem de dizer que, com tudo isso, se não fosse Tucuruí e Itaparica (no S. Francisco), o Nordeste estaria às escuras já no ano seguinte. Em 1987 houve racionamento no NE devido à falta de capacidade de geração de energia, em 1988 seria ainda pior se não tivessem apressado o enchimento de alguns laguinhos básicos. (posso estar ligeiramente enganado nos anos).
Os projetos no Rio Madeira nada tem a ver com Balbina. São muito eficientes do ponto de vista de área alagada/potência instalada, embora fosse mais prudente triplicar o lago para ter uma reserva hídrica maior - mas esta é outra conversa -.
O interessante de energia elétrica é que é algo binário: ou tem, ou não tem. Rodovias vc congestiona, aeroportos sofrem atrasos, portos não recebem navios de maior calado, mas energia elétrica, se a demanda instantânea passar o mínimo que seja da carga máxima, dá chabu, e isso felizmente obriga o governo a correr atrás de uma forma ou de outra.
Impacto sempre haverá. O problema é esse sistema fragmentado de licenciamento, em que qualquer perda de cobertura vegetal é um "crime contra natureza" e por aí vai. Energia terá de vir de algum lugar, se não for das "corredeiras do Madeira", será de outro lugar. E, como vimos na década zero, isso em geral significa construir usinas térmicas emergenciais que custam o triplo e poluem horrores.
mopc June 6th, 2010, 09:42 PM ^^ Exato, os ambientalistas se enlouquecem calculando os danos ambientais de uma obra mas se esquecem dos danos ambientais da INEXISTÊNCIA daquela obra. Falta de energia significa pobreza, pobreza significa gente praticando agricultura de subsistência, desmatando horrores, etc.
BR 364 June 7th, 2010, 12:37 AM ^^ Exatamente, fala-se tanto em buscar alternativas de desenvolvimento que não agridam o meio-ambiente e ao mesmo tempo tentam impedir a realização das obras que possibilitam essas alternativas.
Romers June 7th, 2010, 03:24 AM Pois é. Mas para alguns ambientalistas no âmbito local por exemplo desenvolvimento é todo mundo pescando e virando guia de eco-turísmo.
No fundo alguns tipos de ambientalistas tem uma maneira bem curiosa de ser literalmente conservador querem que ninguém mude seu estilo de vida ou que se encaixe numa maneira caricata do que eles pensam ser o ideal para os outros, ou seja que o índio fique somente dancando, o caboclo fique pescando e quem sobrar vira guia turístico! Todo mundo abracando árvore feliz com o coração puro!
BR 364 June 21st, 2010, 06:02 PM Mais uma atualização - fotos de 19/06/2010:
Margem direita do rio (esquerda pra quem olha)
http://img529.imageshack.us/img529/873/dscf0287r.jpg
http://img138.imageshack.us/img138/9252/dscf0282b.jpg
http://img295.imageshack.us/img295/9571/dscf0279.jpg
Margem esquerda do rio (direita pra quem olha)
http://img687.imageshack.us/img687/7910/dscf0271ri.jpg
http://img46.imageshack.us/img46/3275/dscf0288bp.jpg
Bônus: skyline do bairro Olaria, visto de lá.
http://img641.imageshack.us/img641/830/dscf0296p.jpg
vitor.carvalho2 June 21st, 2010, 06:45 PM Pois é. Mas para alguns ambientalistas no âmbito local por exemplo desenvolvimento é todo mundo pescando e virando guia de eco-turísmo.
No fundo alguns tipos de ambientalistas tem uma maneira bem curiosa de ser literalmente conservador querem que ninguém mude seu estilo de vida ou que se encaixe numa maneira caricata do que eles pensam ser o ideal para os outros, ou seja que o índio fique somente dancando, o caboclo fique pescando e quem sobrar vira guia turístico! Todo mundo abracando árvore feliz com o coração puro!
^^
Exatamente...enquanto isso eles (ambientalistas) ficam em seus apartamentos em grandes cidades querendo que a amazonia fique estagnada....depois gente como nós do norte recebemos críticas de que nossa região não contribui nada com a economia brasileira e temos q ouvir piadinhas do tipo: Você é de Porto Velho - Rorãããima??? pela exclusão social e econômica que vivemos...daí quando vem a chance de nossa região contribuir para a economia nacional vem esses ''engraçadinhos'' querendo dar uma de conhecedores de tudo (vide Carlos Minc).
santista10 June 21st, 2010, 07:09 PM Ótima atualização, BR 364, as obras estão a todo vapor, muito bom. :cheers:
Rondon June 21st, 2010, 08:32 PM Gostei das fotos BR :D
Aquele ângulo também dá de ver o CPA e o Maison Chamounix.
Eu tirei essa foto aqui, as árvores cobriram um pouco da visão, mas dá de ver a ponta do CPA no canto esquerdo.
http://farm2.static.flickr.com/1367/4721928250_cffb7519ab_b.jpg
Valter June 22nd, 2010, 04:43 AM Atualizações! :cheer:
Valter June 30th, 2010, 02:08 PM A Energia Sustentável do Brasil está analisando a ampliação da capacidade de geração da hidrelétrica de Jirau, inicialmente prevista para 3.300 MW, para 3.700 MW. Uma análise preliminar realizada pela empresa mostra que a capacidade de geração da usina pode ser ampliada com a colocação de seis novas turbinas, o que não afetaria o ambiente.
O projeto original de Jirau previa a instalação de 44 turbinas bulbo, que operam a fio d´água. O estado da empresa ainda não tem data para ser concluído. Em janeiro, A Enersus e a Camargo Corrêa assinaram um termo de compromisso para entrega de 2.045,7 MW de energia assegurada de Jirau até dezembro de 2012, 34 meses antes do previsto.
As obras da usina devem ser concluídas em abril de 2013. A Energia Sustentável iniciou a congretagem da segunda casa de força da hidrelétrica, na margem esquerda do rio Madeira. Atualmente, Jirau tem 22% de suas obras concluídas.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=413192
wel_0110 July 7th, 2010, 06:04 PM as obras estão adiantadas...
espero que o meio ambiente seja mto bem preservado.
"progresso c/ responsabilidade ambiental"
blz
BR 364 July 9th, 2010, 03:32 PM ^^ Concordo com vc, mas deixa eu te fazer uma pergunta: Vc também lembra do meio ambiente quando vê obras em outras regiões do país, ou isso só ocorre quando a obra é na região amazônica?
Valter July 15th, 2010, 06:24 PM O Ibama emitiu licença para a instalação de subestação de Araraquara 2 (500/440 kV), parte do Linhão do Madeira. O empreendimento, da Cymi Holding, deve entrar em operação comercial em até dois anos.
A subestação é um dos últimos pontos de conexão na transmissão da energia elétrica que será gerada pelas hidrelétricas Santo Antonio (3.150 MW) e Jirau (3.300 MW) e o submercado do Sudeste.
A obra foi arrematada no leilão de LTs de 2008 no lote que ainda inclui a LT Araraquara 2 - Furnas (500 kV) e LT Araraquara 2 - Cteep (440 kV), com RAP de R$ 44,75 milhões.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=413941
Valter July 18th, 2010, 01:45 AM Um acidente na UHE Santo Antônio (3.150 MW), no rio Madeira, causou a morte do operário João Edcarlos Sá de Jesus, na noite desta quinta-feira (15/7). O ocorrido deixou outros três feridos, Vivaldo Andrade da Silva, Remilson Ferreira da Cruz e Cláudio Ronei de Souza. Um deles será submetido à intervenção cirúrgica, e outros dois sofreram ferimentos leves, sendo liberados após atendimento médico.
O acidente ocorreu um dia após a Justiça do Trabalho conceder liminar, solicitada pelo Ministério Público do Trabalho de Rondônia (MPT-RO), para o consórcio responsável pela construção da usina, que exigia o cumprimento de normas regulamentadoras de higiene e segurança no trabalho. A liminar previa que as empresas responsáveis pagassem multa diária de até R$ 510 mil, caso deixassem de cumprir algum dos itens.
O MPT-RO já está adotando as medidas cabíveis em relação ao acidente. A UHE Santo Antônio é de propriedade da Santo Antônio Energia, parceria entre Furnas, Cemig, Andrade Gutierrez, Odebrecht, Banif, Santander e FI-FGTS.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414159
mopc July 18th, 2010, 03:29 PM as obras estão adiantadas...
espero que o meio ambiente seja mto bem preservado.
"progresso c/ responsabilidade ambiental"
blz
Eu sou contra a preservação do meio-ambiente. Preservar o meio-ambiente é anti-natural. A natureza selecionou a espécie humana com a capacidade de alterar o meio-ambiente, portanto alterar o meio-ambiente é a escolha natural.
Gustavoa July 18th, 2010, 06:11 PM Eu sou contra a preservação do meio-ambiente. Preservar o meio-ambiente é anti-natural. A natureza selecionou a espécie humana com a capacidade de alterar o meio-ambiente, portanto alterar o meio-ambiente é a escolha natural.
A capacidade de alterar a natureza é resultado da inteligência, a mesma que proporciona ao homem a capacidade de perceber que seus atos podem ser nocivos à própria espécie humana. Assim, alterar o meio ambiente pode ser a escolha natural, mas não necessariamente racional.
Jogar mercúrio nos rios, contaminar mananciais e fazer lagos de hidrelétricas três vezes maiores que o necessário são formas de alterar o meio ambiente nada racionais, que é o que distingue o homem... O que o well_0110 quiz dizer, acredito, é que se faça as coisas do modo mais racional possível, levando-se em conta nossos conhecimentos atuais sobre os impactos que nossas atividades causam na natureza
mopc July 19th, 2010, 09:53 AM A capacidade de alterar a natureza é resultado da inteligência, a mesma que proporciona ao homem a capacidade de perceber que seus atos podem ser nocivos à própria espécie humana. Assim, alterar o meio ambiente pode ser a escolha natural, mas não necessariamente racional.
Jogar mercúrio nos rios, contaminar mananciais e fazer lagos de hidrelétricas três vezes maiores que o necessário são formas de alterar o meio ambiente nada racionais, que é o que distingue o homem... O que o well_0110 quiz dizer, acredito, é que se faça as coisas do modo mais racional possível, levando-se em conta nossos conhecimentos atuais sobre os impactos que nossas atividades causam na natureza
então não é preservação do meio ambiente, e sim saudável egoísmo humano.
Gustavoa July 20th, 2010, 02:19 AM então não é preservação do meio ambiente, e sim saudável egoísmo humano.
Para alguns pode ser preservação, no meu caso é egoísmo mesmo. Acertaste em cheio!
Quero que minha filha de 3 meses possa ver e usufruir de certas coisas que eu tive oportunidade, porque outras já se foram...
mopc July 22nd, 2010, 01:56 AM ^^ exatamente, afinal o verdadeiro egoísmo é a força mais positiva do ser humano, pois ajudar a sociedade e o ambiente é a essencial para preservar a nós mesmos.
Agora, confundem preservar com "não mexer", como se a natureza fosse uma coisa mágica, oras, se a gente não destruir um certo ambiente, a própria natureza o fará dentro de milhões de anos, afinal de contas ninguém destrói mais o meio ambiente do que a Mãe Natureza.
É claro que nem sempre destruir um ambiente é de nosso interesse nem nos beneficia, portanto tudo deve ser equacionado.
Valter July 23rd, 2010, 01:04 PM O Ibama emitiu a Licença de Instalação da subestação coletora de Porto Velho (500/230 kV), que contempla duas estações conversoras parte do linhão que vai transmitir a energia gerada nas hidrelétricas de Jirau (3.300 MW) e Santo Antônio (3.150 MW), ambas do Rio Madeira.
O Ibama estabeleceu 12 exigências no processo, entre elas a apresentação do cronograma das atividades de revegetação para serem executadas imediatamente após a conformação final da terraplanagem e anterior ao período chuvoso subsequente. O documento deve ser apresentado pela Porto Velho Transmissora de Energia, consórcio responsável pelo empreendimento, formado por Eletronorte, Eletrosul, Abengoa e Andrade Gutierrez.
A primeira fase do empreendimento deve iniciar a operação até setembro de 2011, e a segunda deve estar concluída no início de 2012.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414423
Valter July 23rd, 2010, 01:09 PM A Santo Antônio Energia iniciou nesta quinta-feira (21/2) a instalação da primeira turbina da hidrelétrica de Santo Antônio (3.150 MW), no rio Madeira. O consórcio instalou o primeiro elemento da coluna central da primeira unidade geradora.
A hidrelétrica contará ao todo com 44 turbinas bulbo. A expectativa da empresa é começar a gerar energia na usina em dezembro de 2011, um ano antes do prazo estabelecido pela Aneel. A conclusão total da obra está prevista para 2015.
A Santo Antônio Energia é a empresa responsável pela construção da UHE Santo Antônio (3.150 MW), no Rio Madeira. A empresa tem como sócios Odebrecht, Andrade Gutierrez, FIP, Santander, Banif, FI-FGTS, Cemig e Eletrobras Furnas. Em leilão realizado em 2007, a hidrelétrica vendeu energia ao mercado cativo a R$ 71,40 /MWh.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414434
Valter July 23rd, 2010, 01:11 PM Um acidente nas obras da hidrelétrica Jirau (3.300 MW), no rio Madeira, vitimou o ajudante de serviços Francisco da Silva Melo nesta quarta-feira (21/7). A construtora Camargo Corrêa afirmou que está apurando as causas do acidente.
Segundo informação de profissional ligado à vitima, o ajudante teria caído em uma britadeira, sendo sepultado na manhã desta quinta-feira (22/7).
Há uma semana o o operário João Edcarlos Sá de Jesus morreu na obra da hidrelétrica de Santo Antônio, também no rio Madeira. O acidente deixou outros três feridos, Vivaldo Andrade da Silva, Remilson Ferreira da Cruz e Cláudio Ronei de Souza.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414445
Rondon July 29th, 2010, 05:08 PM UHE Jirau, Porto Velho
Imagens de Rondoniaovivo
http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/28072010223959/virola1.JPG
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http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/28072010223959/virola3.JPG
http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/28072010223959/virola5.JPG
Valter August 5th, 2010, 06:32 PM A hidrelétrica Santo Antônio (3.150 MW) conseguiu autorização da Aneel para antecipar o cronograma e entregar energia a partir de dezembro de 2011. O início em operação comercial estava inicialmente previsto para dezembro de 2012.
A autorização está condicionada à construção de uma subestação provisória em 500/230 kV para fazer a interligação da usina com o sistema de Porto Velho. O ONS afirmou que a ligação pelas subestações Vilhena e Samuel tem capacidade de escoar a produção das quatros unidades que entrarão em operação.
A Santo Antônio Energia, responsável pela obra, condicionou a antecipação do cronograma a mais três resoluções que foram negadas pela agência reguladora. Os pré-requisitos estabelecidos pela empresa foram a inexistência de penalidade por atraso, manuntenção do cronograma anterior de pagamento de UBP e Tust provisória para a ligação em 230 kV.
Essa foi a segunda antecipação aprovada pela agência no cronograma da usina, que havia concedido, em 2008, termo aditivo ao contrato para inicio de operação comercial em maio de 2012.
A hidrelétrica fica no rio Madeira, a 10 km de Porto Velho (RO), operará em carga máxima três anos após o inicio de operação comercial. O projeto prevê 44 turbinas que produzirão 2.140 MWm.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414675
Valter August 5th, 2010, 06:37 PM A Santo Antônio Energia iniciou a montagem das comportas do vertedouro principal da hidrelétrica de Santo Antônio (3.150 MW), no Rio Madeira. Foi posicionado o primeiro dos dez elementos que formam cada comporta. O primeiro componente, com 36 t e 20 m de largura, foi colocado em sua posição definitiva.
O vertedouro principal - localizado na margem esquerda do rio Madeira - terá 15 vãos de comporta, cada uma delas com o peso total de 318 t. Todas as comportas e equipamentos hidromecânicos da UHE Santo Antônio estão sendo fabricados pela Indústria Metalúrgica e Mecânica da Amazônia (IMMA), em Porto Velho.
A Santo Antônio Energia é a empresa responsável pela construção da hidrelétrica. A empresa tem como sócios Odebrecht, Andrade Gutierrez, FIP, Santander, Banif, FI-FGTS, Cemig e Eletrobras Furnas. Em leilão realizado em 2007, a hidrelétrica vendeu energia ao mercado cativo a R$ 71,40 /MWh.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=414763
http://img22.imageshack.us/img22/9992/surfr.jpg (http://img22.imageshack.us/i/surfr.jpg/)
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santista10 August 6th, 2010, 12:39 AM ^^ Essas usinas são fundamentais para a segurança energética do país, é muito bom ver que as obras estão aceleradas. :cheers:
Rondon August 14th, 2010, 12:38 AM UHE Jirau, Porto Velho
http://www.rondoniagora.com/noticias/images/lrondonia01(1).jpg
santista10 August 14th, 2010, 03:55 AM ^^ Wow! :eek2:
Rondon August 14th, 2010, 05:23 PM UHE Santo Antônio, Porto Velho
http://www.imagemnews.com.br/arquivos/imagens2010/Site-Lula-7.JPG
http://www.imagemnews.com.br/arquivos/imagens2010/Site-Lula-5.JPG
santista10 August 14th, 2010, 05:26 PM :banana::banana::banana:
vitor.carvalho2 August 16th, 2010, 04:32 AM cara, o Lula tá de jaqueta em porto velho?????!!!
Rondon August 19th, 2010, 07:12 PM A ESBR, consórcio construtor da UHE Jirau, solicitou formalmente, dia 12 de agosto agora, na Aneel e no Ministério de Minas e Energia, o aumento da capacidade de geração da hidrelétrica, de 3.300 mW para 3.750 mW, que resultaria na adição de mais 6 turbinas as 44 previstas, levando ao total de 50 unidades geradoras.
O investimento adicional é na ordem de R$ 1 bilhão.
Sr. Jirau August 21st, 2010, 01:09 PM cara, o Lula tá de jaqueta em porto velho?????!!!
:lol::lol:
Com certeza deve ter sido por causa do forte sol.
Sr. Jirau August 21st, 2010, 01:10 PM A ESBR, consórcio construtor da UHE Jirau, solicitou formalmente, dia 12 de agosto agora, na Aneel e no Ministério de Minas e Energia, o aumento da capacidade de geração da hidrelétrica, de 3.300 mW para 3.750 mW, que resultaria na adição de mais 6 turbinas as 44 previstas, levando ao total de 50 unidades geradoras.
O investimento adicional é na ordem de R$ 1 bilhão.
Tomara!! :cheers:
Rondon August 24th, 2010, 02:44 AM ^^ E a Santo Antônio Energia, consórcio construtor da UHE Santo Antônio, já está analisando também o aumento da capacidade de geração, de 3.150 mW para 3.450 mW, consequência da adição de mais 4 unidades geradoras as 44 turbinas previstas, totalizando 48.
O investimento seria da ordem de R$ 500 milhões.
BR 364 October 2nd, 2010, 01:29 AM NOVA MUTUM PARANÁ
http://www.oportalro.com/noticias/f1aff67b01.jpg
O Portal RO.com
Localizada a 100 km da capital Porto Velho, Nova Mutum Paraná foi construída com objetivo de receber os trabalhadores da Usina Hidrelétrica Jirau e os moradores do distrito Mutum Paraná que optaram por esta opção de remanejamento. Com 1.600 casas, todos os dias novas famílias chegam com suas mudanças na expectativa de construir uma nova vida.
Os moradores de Nova Mutum Paraná contam com toda infraestrutura, como asfalto, saneamento básico, coleta seletiva de lixo, rede de telefonia móvel e fixa, escola para formação de 1º e 2º graus, além de prever praças e aéreas de lazer, unidade de saúde e segurança pública, rodoviária, centro comercial, sede de administração pública entre outras comodidades como feira livre aos fins de semana.
Início das aulas em Nova Mutum Paraná
11 de agosto inaugurou o segundo semestre letivo em Nova Mutum Paraná. O primeiro dia de aula na escola Nossa Senhora de Nazaré ficou marcado pela alegria da garotada. Nos olhos de cada aluno o brilho e a curiosidade de conhecer cada espaço da nova escola, que oferece biblioteca com acervo diversificado, sala de informática com 12 computadores, laboratório de ciências, espaço multimídia para alunos com deficiência, enfermaria, ampla sala de professores, secretaria, refeitório e outros quesitos como um amplo pátio de convivência e um jardim cuidado pelos próprios alunos e professores.
Comércio
Aos poucos os comerciantes que optaram pelo Reassentamento Coletivo Urbano chegam a Nova Mutum Paraná. Os negócios são diversificados: serviços de alfaiataria; peixaria e frutaria; distribuidora de água, gás e bebidas; mercearia; panificadora; farmácia e salão de beleza são alguns exemplos.
Igreja católica em fase de conclusão
Os fiéis de Nova Mutum Paraná acompanham ansiosamente a conclusão da nova sede da igreja católica Nossa Senhora de Nazaré. A igreja irá ganhar arquitetura moderna e finos acabamentos, além de proporcionar também mais conforto aos religiosos. Com um espaço construído de 375m², os moradores contarão com um novo templo, uma casa paroquial, uma casa para as irmãs e um centro comunitário, onde atenderá a comunidade no desenvolvimento de suas atividades interativas. Além da católica, seis igrejas evangélicas também terão seu espaço reconstruído em Nova Mutum Paraná.
Prestadoras instalam escritórios em Nova Mutum Paraná
O corre-corre em Nova Mutum Paraná não para. Em todos os lugares é possível encontrar pessoas trabalhando nas mais diversas áreas que visam, principalmente, a finalização de obras. Para facilitar o desenvolvimento desses trabalhos, várias empresas estão instaladas na região. Até o momento já se contabilizam 18 contratadas, prestando serviços para a Usina Jirau em escritórios montados na nova cidade.
Residências recebem borrifação contra malária
A qualidade da saúde dos moradores de Nova Mutum Paraná é uma das preocupações da Energia Sustentável do Brasil. Por isso, está sendo realizada a borrifação de inseticida no controle da malária. O produto possui uma fórmula nociva somente contra os mosquitos, não sendo prejudicial à saúde das pessoas. E, além disso, a borrifação é uma técnica recomendada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde.
Sede do Centro Administrativo Distrital é instalada em Nova Mutum Paraná
Os moradores de Nova Mutum Paraná receberam a instalação do Centro Administrativo. Com um investimento de R$ 482 mil, a nova sede possui 374.59 m², oferece duas salas de expediente, uma para atendimento ao público, um gabinete, uma copa e três banheiros. Entre os atendimentos o Centro Administrativo irá prestar assistência e apoio social, com foco na mulher e nos jovens.
Comunidade interage em oficina de paleontologia
As oficinas de Paleontologia oferecidas aos alunos e professores de sete escolas da área envolvida pela UHE Jirau, levou informações sobre as pesquisas desenvolvidas no ramo dos estudos paleontológicos. Os estudantes receberam uma cartilha explicativa e aos professores foi entregue um material de apoio sobre o assunto. A ação foi realizada durante as atividades do Centro de Informação Itinerante e percorreu as escolas de Jaci Paraná, Abunã, Nova Mutum Paraná, Ramal 31 de Março e PA São Francisco. De acordo com o professor doutor Átila Augusto da Universidade Federal de Santa Maria, as oficinas serviram para ajudar a comunidade definir a importância de preservar o patrimônio paleontológico da região.
Nasce o primeiro bebê de Nova Mutum Paraná
O último dia 7 de setembro marcou a chegada de um dos mais esperados moradores de Nova Mutum Paraná. Alessandro Gabriel, o primeiro bebê da cidade veio ao mundo cheio de saúde e retratou o início de uma vida nova para a família de Érika Juliana da Silva, 24. A mãe conta que tanto ela, quanto os vizinhos, esperavam ansiosamente pelo nascimento do menino. “Todos os dias as pessoas perguntavam se já estava perto de nascer, todo mundo estava aguardando a chegada do Alessandro, pois ele é a primeira criança a nascer depois das mudanças de Mutum para Nova Mutum Paraná”.
Comunidade participa do curso de AutoCAD
Um dos mais modernos programas de engenharia, o AutoCAD da Autodesk, serviu de treinamento para 12 alunos no Observatório Ambiental Jirau em Nova Mutum Paraná. Com uma das melhores iniciações, os estudantes participaram, gratuitamente, de três dias do curso básico voltado para desenho técnico. O objetivo é iniciar a profissionalização dos participantes.
http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/pop_noticia.asp?id=688
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http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/arquivos/07.07.10_Di%C3%A1rio%20da%20Amaz%C3%B4nia_Nova%20Mutum%20come%C3%A7a%20a%20ser%20povoada.jpg
http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/arquivos/07.07.10_Di%C3%A1rio%20da%20Amaz%C3%B4nia_Nova%20Mutum%20come%C3%A7a%20a%20ser%20povoada.jpg
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Reportagem da TV Allamanda (afiliada do SBT em Porto Velho/RO) sobre a vila de Nova Mutum-Paraná
wxWou8H9T9k
lusorod October 2nd, 2010, 03:02 AM poxa se eles podem fazer Jirau gerar ainda mais energia 3700 MW sem ser mais agressivo ao meio ambiente, pq nao! Devem fazer sim. Eu adorei essas fotos, impressionantes!
xyzclone October 7th, 2010, 01:31 PM UHE Jirau, Porto Velho
Imagens de Rondoniaovivo
http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/28072010223959/virola1.JPG
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http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/28072010223959/virola12.JPG
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UHE Santo Antônio, Porto Velho
http://www.imagemnews.com.br/arquivos/imagens2010/Site-Lula-7.JPG
Carai, já estão assim?????
rítmo acelerado, muito bom!!!
http://jrholanda.files.wordpress.com/2009/06/silvio-santos-2.jpg
:banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana:
Pedrocn October 8th, 2010, 02:30 AM Carai, já estão assim?????
rítmo acelerado, muito bom!!!
http://jrholanda.files.wordpress.com/2009/06/silvio-santos-2.jpg
:banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana:
Iniciativa privada é outra coisa! Fico impressionado como em qualquer lugar do mundo os empreendimentos privados são muito mais eficientes! Salvo algumas exceções...
Suburbanist October 8th, 2010, 12:46 PM ^^ A questão não é nem ser privado, pois há obras privadas que atrasam como a Ferronorte... O fato é que o consórcio pode vender energia no mercado spot, onde o preço é livre, desde a data em que completar a construção até 2014 se não me engano (as datas são diferentes para ambas as usinas).
Assim, é possível faturar - muito - antecipando as obras. O custo aumenta pouco, bem pouco, e como a "matéria-prima" é gratuita, a margem de geração, descontados os custos de capital de hidrelétricas em geral, é altíssima, logo é muito atrativo para consórcios anteciparem obras dessa forma.
Rondon October 15th, 2010, 01:17 AM UHE Santo Antônio
1
http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/imagens/i228914.jpg
2
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http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/imagens/i228921.jpg
http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/obras-para-vertedouro-da-usina-hidreletrica-santo-antonio-entram-em-189006-1.asp
gustavo.sces October 15th, 2010, 01:26 AM Obras a todo vapor! :D
Pedrocn October 15th, 2010, 02:02 AM Obras a todo vapor! :D
:) Fico muito feliz de ver essas imagens! Brasil!
BR 364 October 15th, 2010, 06:29 PM UHE Santo Antônio
1
http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/imagens/i228914.jpg
Parece o Parthenon! :D
http://www.nd.edu/~agutting/parthenon.jpg
caduroxbr October 15th, 2010, 09:17 PM Finalmente o PAC está dando resultado.
O que uma eleição não faz.
Valter October 15th, 2010, 09:37 PM O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR) prevê investir R$ 1 bilhão na ampliação da capacidade instalada da hidrelétrica de Jirau (RO), de 3.300 MW para 3.750 MW, com o aumento de 44 para 50 turbinas. Com o novo aporte de recursos, o investimento total na usina deverá alcançar R$ 12 bilhões.
A ampliação da potência da usina ainda depende do aval da Aneel. Segundo o diretor-presidente da ESBR, Victor Paranhos, a expectativa é que a agência autorize ainda este mês a revisão do projeto, incluindo o aumento da capacidade instalada e a antecipação da entrada em operação, de janeiro de 2013 para março de 2012.
Em paralelo, o consórcio aguarda para os próximos dias a publicação de portaria do MME que regulamenta o cálculo da energia assegurada para repotenciação e ampliação de capacidade de hidrelétricas. Somente a partir da publicação do documento, a ESBR poderá comercializar a energia proveniente da ampliação.
Paranhos prevê que a ESBR tenha cerca de 270 MW médios extras com o aumento da capacidade de Jirau. Esse montante poderá ser negociado da maneira que o consórcio desejar, podendo ser incluído nos leilões A-3 e A-5, ou no mercado livre. Com isso, a energia assegurada total de Jirau subirá para pouco mais de 2.300 MW médios.
O leilão de energia de Jirau para o mercado livre, marcado para 20 de outubro, não incluirá esse novo bloco de energia. Segundo o diretor-presidente da ESBR, será ofertada uma pequena quantidade proveniente dos 30% de energia da usina previstos para serem negociados no ambiente livre. Ele, porém, não revela esse montante.
“Ainda não vendemos nenhuma energia para o mercado livre. Vamos fazer esse leilão para ter uma ideia do preço dessa energia. Temos diversas consultas de consumidores interessados em contratos bilaterais, mas não temos uma noção de qual é o preço ideal. Por isso esse leilão será importante”, explicou Paranhos, durante evento nesta quarta-feira (29/9), no Rio de Janeiro.
A ESBR é formada por Suez (50,1%), Chesf (20%), Eletrosul (20%) e Camargo Corrêa (9,9%). A construtora já informou aos parceiros o interesse de deixar a sociedade e teria um acordo de venda de metade de participação assinado com a Funcef, embora a operação ainda não foi oficializada.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=418608
JoãoVR October 15th, 2010, 09:42 PM onde está o Discovery para cobrir essa megaconstrução?
BR 364 October 16th, 2010, 01:57 AM ^^ Pois é, daria um ótimo documentário do Discovery.
O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR) prevê investir R$ 1 bilhão na ampliação da capacidade instalada da hidrelétrica de Jirau (RO), de 3.300 MW para 3.750 MW, com o aumento de 44 para 50 turbinas. Com o novo aporte de recursos, o investimento total na usina deverá alcançar R$ 12 bilhões.
A ampliação da potência da usina ainda depende do aval da Aneel. Segundo o diretor-presidente da ESBR, Victor Paranhos, a expectativa é que a agência autorize ainda este mês a revisão do projeto, incluindo o aumento da capacidade instalada e a antecipação da entrada em operação, de janeiro de 2013 para março de 2012.
Em paralelo, o consórcio aguarda para os próximos dias a publicação de portaria do MME que regulamenta o cálculo da energia assegurada para repotenciação e ampliação de capacidade de hidrelétricas. Somente a partir da publicação do documento, a ESBR poderá comercializar a energia proveniente da ampliação.
Paranhos prevê que a ESBR tenha cerca de 270 MW médios extras com o aumento da capacidade de Jirau. Esse montante poderá ser negociado da maneira que o consórcio desejar, podendo ser incluído nos leilões A-3 e A-5, ou no mercado livre. Com isso, a energia assegurada total de Jirau subirá para pouco mais de 2.300 MW médios.
O leilão de energia de Jirau para o mercado livre, marcado para 20 de outubro, não incluirá esse novo bloco de energia. Segundo o diretor-presidente da ESBR, será ofertada uma pequena quantidade proveniente dos 30% de energia da usina previstos para serem negociados no ambiente livre. Ele, porém, não revela esse montante.
“Ainda não vendemos nenhuma energia para o mercado livre. Vamos fazer esse leilão para ter uma ideia do preço dessa energia. Temos diversas consultas de consumidores interessados em contratos bilaterais, mas não temos uma noção de qual é o preço ideal. Por isso esse leilão será importante”, explicou Paranhos, durante evento nesta quarta-feira (29/9), no Rio de Janeiro.
A ESBR é formada por Suez (50,1%), Chesf (20%), Eletrosul (20%) e Camargo Corrêa (9,9%). A construtora já informou aos parceiros o interesse de deixar a sociedade e teria um acordo de venda de metade de participação assinado com a Funcef, embora a operação ainda não foi oficializada.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=418608
Só essa ampliação de 450 MW já dá quase duas vezes a potência da UHE de Samuel, que atualmente abastece Rondônia e Acre.
Valter October 16th, 2010, 04:56 AM ^
Tomara que os fator de capacidade anualizado corresponda as expectativas, mas mesmo assim, esses 450 MW a mais devem fazer diferença apenas no período chuvoso.
marcos.bh October 18th, 2010, 02:09 AM Obras de usinas hidrelétricas do Rio Madeira revolucionam a capital de Rondônia
Fernando Braga - Correio Braziliense
Publicação: 17/10/2010 07:32 Atualização: 17/10/2010 07:37
http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2010/10/17/186210/20101017073705349129e.jpg
Operários no vertedouro da Usina de Santo Antônio: complexo que inclui Jirau vai gerar 6.600 megawatts de eletricidade para o país
Porto Velho (RO) — Encravadas no meio da floresta amazônica e inseridas na maior bacia hidrográfica do mundo, as obras das usinas de Jirau e Santo Antônio, duas das mais importantes hidrelétricas do país, estão a todo vapor. No entanto, não é somente o ritmo dos tratores, dos guindastes e dos operários que está acelerado na região do Rio Madeira, em Rondônia. Com a construção dos dois projetos, que vão fornecer 6.600 megawatts ao país, o desenvolvimento da capital Porto Velho também caminha a passos largos. A chegada das duas megaconstruções ao estado atraiu também negócios de vulto, alavancando empregos, renda e oportunidades.
O resultado imediato é a geração das milhares de vagas, fato que colocou Porto Velho no primeiro lugar entre as cidades que mais empregaram em 2009, conforme ranking elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), seguindo uma relação proporcional ao número de habitantes. O levantamento teve por base os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged): uma vaga foi criada para cada 20 rondonenses, totalizando 20.267 novas carteiras assinadas no último ano.
Em obras que trazem grandes impactos socioambientais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) exige compensações para as comunidades atingidas. No total, os consórcios Energia Sustentável do Brasil e Santo Antônio Energia, responsáveis pelas duas obras, injetarão quase R$ 2 bilhões em programas sociais e ambientais na região. “No último ano, tivemos R$ 14 milhões previstos no orçamento para realizar investimentos em Porto Velho. Porém, só os royalties a serem gerados deverão atingir R$ 45 milhões por ano, que serão aplicados em benfeitorias na cidade”, calcula o vice-prefeito de Porto Velho, Emerson Castro.
Efeitos colaterais
O setor imobiliário comemora a fase de expansão do estado. Na avaliação do presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Rondônia, Flaézio Lima, o segmento cresceu 40% nos últimos dois anos. “A valorização de imóveis atingiu 100% nesse período”, calcula. “Há gente que diz que Porto Velho será uma das capitais mais importantes da região por sua localização geográfica. Acredito nisso”, afirma, referindo-se à futura rodovia Transoceânica, que ligará Rio Branco, no Acre, ao Peru e, consequentemente, ao Oceano Pacífico.
Mas nem tudo é comemoração. Com o aumento do fluxo de pessoas que migraram para a capital, as deficiências dos serviços públicos se escancaram. Em 2008, a cidade tinha uma população estimada de 378 mil pessoas. Até o fim do ano, esse número deve chegar a 420 mil. Com isso, já é comum encontrar hospitais superlotados e falta de moradia para quem chega à região. O aumento da demanda trouxe também elevação substancial dos preços de produtos básicos, como alimentação e serviços.
Outra preocupação que paira no ar de Porto Velho é o que fazer com a mão de obra que ficará na cidade depois da conclusão das usinas. Com indústrias locais de pouca expressão e nenhuma atividade com capacidade de absorção do exército de trabalhadores formado nos últimos dois anos, o medo da avalanche de desemprego assusta os moradores a longo prazo.
(*) O repórter viajou a convite das concessionárias
Fonte: UAI/Estado de Minas (http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2010/10/17/internas_economia,186210/obras-de-usinas-hidreletricas-do-rio-madeira-revolucionam-a-capital-de-rondonia.shtml)
Rondon October 18th, 2010, 03:11 AM ^^ Digo que essa preocupação é salutar no aspecto que a cidade é dinâmica.
Antigamente eu costumava ouvir que Porto Velho não evoluía, e realmente não evoluía, já que dependia demais do setor público (funcionalismo público). O setor privado não via na cidade um centro que atraía investimentos.
Hoje é diferente, as pessoas tem a preocupação em fazer da cidade um pólo econômico, uma grande geradora de empregos, um centro de negócios. Essa é a vocação de Porto Velho.
E quando eu vejo isso nas pessoas, vejo que a mentalidade mudou. Vejo que realmente as pessoas estão se preocupando com a cidade e dando a ela uma chance de crescer e se desenvolver, algo que não via anos atrás.
BR 364 October 18th, 2010, 03:04 PM ^^ Essas obras vieram num momento muito bom. Se viessem 10 anos antes, a cidade não saberia aproveitar como vem aproveitando hoje e provavelmente aconteceria tudo isso que as pessoas estão prevendo, euforia seguida de "ressaca".
Só que as pessoas se esquecem que Porto Velho não é uma cidadezinha no meio do nada. Muito antes de se falar em usinas, a cidade já era a 3ª maior capital da região Norte e principal centro regional de Rondônia, Acre, sul do Amazonas, noroeste do Mato Grosso e norte da Bolívia, com uma área de influência direta de 84 municípios e 2,3 milhões de habitantes (dados de 2007 e sem incluir o norte da Bolívia).
http://img.photobucket.com/albums/v245/BR364/Tabelas/REGICPVH.jpg
Ao contrário do que muita gente pensa, a grande contribuição das usinas pra PVH não é a construção delas. O que faltava pra PVH se industrializar? Energia, transporte e mercado. Mercado = andino (30 milhões de pessoas só no Peru, muito mais perto de nós que o centro-sul). Transporte = BR-364, Hidrovia do Madeira, Rodovia do Pacífico (em breve) e futuramente a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) e BR-319. Energia = UHE Santo Antônio e Jirau. O resto nós sempre tivemos.
Não tenho dúvidas que com os royalties das usinas, o poder público terá recursos de sobra pra sanar os problemas urbanos de PVH, cabendo à população cobrar e fiscalizar. E quanto à mão de obra das usinas, em que pese o fato da maior parte da mão de obra ser local (prova disso é que a população da cidade deverá crescer bem menos que o número de empregos gerados), certamente será absorvida pelas empresas que se instalarão, as que já estão se instalando e as que já estão instaladas e certamente ampliarão sua capacidade produtiva e sua participação na região.
Mas a preocupação é sempre salutar, pois ela nos conduz a nos prepararmos pro futuro.
Enzo October 18th, 2010, 07:10 PM onde está o Discovery para cobrir essa megaconstrução?
^^ Pois é, daria um ótimo documentário do Discovery.
Boa parte da programação jornalística da Discovery é feitas por produtores independentes que depois vendem suas reportagens para ela.
Seria uma ótima oportunidade para jornalistas e produtores locais...
Rondon November 1st, 2010, 06:27 AM UHE Jirau
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vitor.carvalho2 November 1st, 2010, 03:46 PM ^^ Essas obras vieram num momento muito bom. Se viessem 10 anos antes, a cidade não saberia aproveitar como vem aproveitando hoje e provavelmente aconteceria tudo isso que as pessoas estão prevendo, euforia seguida de "ressaca".
Só que as pessoas se esquecem que Porto Velho não é uma cidadezinha no meio do nada. Muito antes de se falar em usinas, a cidade já era a 3ª maior capital da região Norte e principal centro regional de Rondônia, Acre, sul do Amazonas, noroeste do Mato Grosso e norte da Bolívia, com uma área de influência direta de 84 municípios e 2,3 milhões de habitantes (dados de 2007 e sem incluir o norte da Bolívia).
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Ao contrário do que muita gente pensa, a grande contribuição das usinas pra PVH não é a construção delas. O que faltava pra PVH se industrializar? Energia, transporte e mercado. Mercado = andino (30 milhões de pessoas só no Peru, muito mais perto de nós que o centro-sul). Transporte = BR-364, Hidrovia do Madeira, Rodovia do Pacífico (em breve) e futuramente a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) e BR-319. Energia = UHE Santo Antônio e Jirau. O resto nós sempre tivemos.
Não tenho dúvidas que com os royalties das usinas, o poder público terá recursos de sobra pra sanar os problemas urbanos de PVH, cabendo à população cobrar e fiscalizar. E quanto à mão de obra das usinas, em que pese o fato da maior parte da mão de obra ser local (prova disso é que a população da cidade deverá crescer bem menos que o número de empregos gerados), certamente será absorvida pelas empresas que se instalarão, as que já estão se instalando e as que já estão instaladas e certamente ampliarão sua capacidade produtiva e sua participação na região.
Mas a preocupação é sempre salutar, pois ela nos conduz a nos prepararmos pro futuro.
^^
Essa energia não vai para as outras partes do país?? Eu ouvi umas conversas de que a energia não ficaria em RO...se não vai ficar em RO não tem pq as indústrias se instalarem aí por esse motivo...
Suburbanist November 1st, 2010, 09:33 PM ^^
Essa energia não vai para as outras partes do país?? Eu ouvi umas conversas de que a energia não ficaria em RO...se não vai ficar em RO não tem pq as indústrias se instalarem aí por esse motivo...
O sistema elétrico brasileiro é quase todinho interligado. Energia elétrica energiza um cabo bem rapidamente, em milissegundos. Não faz sentido falar que a energia "fica" ou "vai para outro lugar". O que acontece é que as usinas todas, hidro, nucleares, térmica, geram um pouco mais da quantidade demandada segundo a segundo.
Rondon November 1st, 2010, 10:05 PM ^^
Essa energia não vai para as outras partes do país?? Eu ouvi umas conversas de que a energia não ficaria em RO...se não vai ficar em RO não tem pq as indústrias se instalarem aí por esse motivo...
Mas os atrativos do Estado não se resumem somente a energia. E uma parte dela vai ficar aqui sim.
lusorod November 2nd, 2010, 12:01 AM UHE Jirau
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impressionante!
Rondon November 4th, 2010, 06:25 AM A expansão de 450 mW na potência de Jirau será negociada em Dez/2010 :D
Com isso, a Usina passará a gerar 3.750 mW.
CH November 20th, 2010, 09:17 PM ^^
Essa energia não vai para as outras partes do país?? Eu ouvi umas conversas de que a energia não ficaria em RO...se não vai ficar em RO não tem pq as indústrias se instalarem aí por esse motivo...
Estes mapas que foram apresentados pelo BR se referem as cidades que sofrem influência numa região onde Porto Velho polariza alguns muitos serviços, comércio e outros setores.
Acho que imaginaste que esta seria a distribuição de energia de Santo Antônio e Jirau, mas estas UHE's serão interligadas ao SIN e assim a energia lá gerada será distribuida para todo o país.
CH November 20th, 2010, 09:23 PM UHE Santo Antônio
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UHE Jirau
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É muito bom ver a evolução destas Usinas, e os seus ritmos acelerado de construção me deixa muito confiante de que os grandes projetos de AHE na amazônia sejam executados trazendo desenvolvimento, mesmo sabendo que muitas cidades não irão aproveitar a oortunidade como Porto Velho está.
BR 364 November 25th, 2010, 11:46 PM Ótimo vídeo em 3D, mostrando todas as fases da construção da UHE Santo Antônio. Aparece até PVH em 3D. :D
oruWsS8fGzQ
Rondon November 26th, 2010, 07:44 PM ^^ Eu vi o vídeo, muito bom. A música então :D
Sr. Jirau November 27th, 2010, 02:04 AM Caramba... impressionante a grandiosidade dessas obras das usinas! Muito legal! Haja concreto!! :D
Sr. Jirau November 27th, 2010, 02:58 AM Mais fotos:
Crédito: Guilherme Marques
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAHbMmvly35nwhkH9Hv-mDWbY71amFKzfRGdGuUhjyb4-geYe3O-obYukPsfR9RaLyAaL_-6AC-TFOxoFroJ2RigAm1T1ULgHjPsCsoYnYJWsYrM5cCyplO46.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAG8NzPeOZicLF7h32OMuKCEnGpY-7z1ZSh0YbiLYznOoOqhGWyiE_OugnCFaRITewjyY7ryKCthicGxDJn715zQAm1T1UGx8i4b7sTRruCvbPtZcCX7AocHW.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAHgOkZISsVSFVWCwdS8Mg57aG6Z3mzO2nvk3odUUjs8c9_bs305JmIXRMQzvpFM706UC7EH-0ZOGToqmhs1T2s4Am1T1UImUoLm9lV0jh1KzWhBsnLyZ8JCn.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAPrfJyVVMV8pHvRbGKJzQCmC9bs7YN35DLhKVBwGfi-bCEaQl1TVKTnl9_BVE16duQXqbJR4Ai_EPW95MsClgkEAm1T1UOL_xNL0sIu_opi6cJdGpOeaPj0x.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAFkrf51M-Z1R40fqu3WAnzq2b_aNFrAT-wxTL7dfhew-s7SgP_1I6qS_SmiAYS8-RpUIyhm3lWAtWYjT_cE40usAm1T1UHeaRqkqeqCaPwKxdrFKmXJbXCOF.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAJpdeDSDrCBmLzyljnp-7cNDNdCIqjbblxjSIlzz7DAlf6P83h9Dotkly-UgrSd3EwSwFE9hZyANL9v7kES6NjcAm1T1UM2r3_yuzHTFDkbNhxIaEm4RXPH-.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAABxb3cimos1_LpXUMQvuZzoHcAUnU6W0uMYTFad_D-nNjW-m5UbizBoYVr6QQpjNMQp8MC_hHTlqTgeP5sMPd9MAm1T1UO6sV1o-iTAcJpyz9_aljPQqjfQU.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAEUQiXhR0YXDTDsth7y_UWTLvXIvIf4PAqiZ33quoVDoojbym0GM8UCP6J6X_nNVT8GEPrsR9u3UJpLy418uFh4Am1T1UDcjGh47tT-04uLfHjusjNr8LQsC.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAJPAuQaZMS7n9xK51gJzHUbw2KUSamip7D9GaAeqihUM6pyh9weHHzBN-eArlQUcO5QSNmGTlNZKhVodfHr6KfAAm1T1UEs_GxFo3rroSXlqHN1D_k-lfntz.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAELya3IHcgfEYFWmIsa7AfTm88KxdSJaZAhkGNWQv_Io_DxjmhH0tvBZeuKSDkh6u1msG9au1cPVUnOYX9cP17YAm1T1UL0d5awtZZqmHSmDsTwm89hc-UGZ.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAA_IAt2FvN64meZXEAgG5UKVt4NeYz5J9z0P0ZJJl-Tk8DieS6Ax7JVMQmh1lCASlZW61xQ9ZBfM7iIzuUREk_oAm1T1UHhU4SoUp_yPoVcVdMt5q18Php_H.jpg
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAANzU4v5ojSv_LL2uFpnhyrqFOjukbBfYgkUgnC05X1CgW7t8f6QUhV5S9l8aS6j6O94Gee6F9zjJvO-laSabv_YAm1T1UDRhBNGs8RhS_X-9UuGTvGPTPe13.jpg
Rondon November 28th, 2010, 01:50 AM ^^ Eu queria fazer uma visita no canteiro de obras :D
Valter December 2nd, 2010, 04:47 AM Linhão do Madeira com estações
O Ibama emitiu licença de instalação para as estações retificadora e inversora do Linhão do Madeira. Os empreendimentos ficam na subestação Araraquara e na coletora Porto Velho, respectivamente, operando em tensões de 500 kV e 600 kV.
As estações são da Estação Transmissora de Energia (ETE), SPE controlada pela Abengoa, e tem investimento previsto de R$ 1,47 bilhão. Os empreendimentos foram arrematados em 2008 com RAP de R$151,8 milhões, deságio de 10% no preço-teto de R$ 168,6 milhões.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=422066
emerson_nb December 11th, 2010, 02:06 AM Não sou ecoxiita, mas acho uma tremenda irresponsabilidade encher o norte do país de hidrelétricas, só serei a favor de construir mais hidrelétricas na amazonia o dia que recuperarem a área da usina de Balbina.
Não existe progresso sem impacto ambiental. Mas estas usinas merecem um olhar diferenciado tanto no aspecto ambiental quanto no enconômico. A tecnologia empregada na geração de energia reduz consideravelmente, eu diria, surpreendemente a área alagada(vide projeto e vídeos já postados). Sem estas usinas todo o Brasil pode sofrer com o racionamento energético já em 2014, haja vista que não há nenhum projeto em andamento para suprir essa demanda.
Ranieri Farias December 11th, 2010, 06:15 AM Não existe progresso sem impacto ambiental. Mas estas usinas merecem um olhar diferenciado tanto no aspecto ambiental quanto no enconômico. A tecnologia empregada na geração de energia reduz consideravelmente, eu diria, surpreendemente a área alagada(vide projeto e vídeos já postados). Sem estas usinas todo o Brasil pode sofrer com o racionamento energético já em 2014, haja vista que não há nenhum projeto em andamento para suprir essa demanda.
o engraçado é q ninguem reclama das usinas para gera energia para o resto do país, mas na divisao dos royaltis do petroleo eles sao contra :bash:
lembrando q n kero gerar confusao, foi so um comentario.
Rondon December 16th, 2010, 06:21 AM Montagem de uma das turbinas de Santo Antônio
http://www.imagemnews.com/imagens/DSC_7241_9.62993800640106E+16.JPG
Outro ângulo
http://www.imagemnews.com/imagens/DSC_7254_7.72335231304169E+16.JPG
Guindaste
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Farol da Barra December 17th, 2010, 05:53 AM ^^^^^^
São grandes obras que vão ajudar no desenvolvimento de Rondônia e do país.
As imagens ficaram legais mostrando essas duas hidrelétricas.
Farol da Barra December 17th, 2010, 05:53 AM UHE Santo Antônio
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http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/obras-para-vertedouro-da-usina-hidreletrica-santo-antonio-entram-em-189006-1.asp
Uma obra realmente grandiosa.
Miguel Pontes December 18th, 2010, 07:34 PM Adeus ao risco de apagão.
Por favor,
Aguém sabe se é possível visitar o canteiro de obras da Usina de Jirau ?
BR 364 December 18th, 2010, 09:15 PM ^^ É possível sim, mas é preciso agendar a visita com o consórcio construtor. Na UHE Santo Antônio também, mas no caso desta, dá pra ver as obras bem de perto a partir da antiga Vila de Santo Antônio. Inclusive algumas fotos minhas postadas aqui foram feitas de lá.
Miguel Pontes December 19th, 2010, 11:10 PM ^^ É possível sim, mas é preciso agendar a visita com o consórcio construtor. Na UHE Santo Antônio também, mas no caso desta, dá pra ver as obras bem de perto a partir da antiga Vila de Santo Antônio. Inclusive algumas fotos minhas postadas aqui foram feitas de lá.
Obrigado pelo informação. Será que a linha de ônibus "Triângulo" vai pra Vila de Santo Antônio ?
BR 364 December 20th, 2010, 03:57 PM ^^ Tô meio por fora das linhas de ônibus de PVH, nem sabia que existia essa linha Triângulo. :D Mas o bairro Triângulo é por ali, então é bem provável que essa linha vá pelo menos até o cemitério de Santo Antônio, que fica bem pertinho da antiga vila.
Se estiver pensando em ir lá, manda uma PM. :okay:
Rondon December 20th, 2010, 06:53 PM Tá em Porto Velho é? :D
Então, a linha do Triângulo vai sim até o Cemitério do Santo Antônio, onde o ponto final é na frente, não chega a descer até a Igreja não.
Miguel Pontes December 22nd, 2010, 12:46 AM Obrigado. Estou em Brasília. Mas em janeiro estarei em Porto Velho.
Rondon December 22nd, 2010, 09:25 PM ^^ Ah sim :D
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UHE Jirau, Porto Velho
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Rondon December 22nd, 2010, 10:07 PM UHE Santo Antônio testa sua primeiras comportas
http://www.rondonoticias.com.br/arquivos_site/image/usina.JPG
Rondon January 14th, 2011, 08:06 PM Ibama recebe pedido de licença de operação para UHE Santo Antônio
Noticias - 14/01/11 - 08h54 - Atualizado em 14/01/11 - 08h57
A empresa Santo Antônio Energia solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis a licença necessária para que a UHE Santo Antônio possa entrar em operação. A usina, prevista para iniciar suas operações em Rondônia em dezembro deste ano, terá 3.300 MW de potência instalada. Atualmente, cerca de 20 mil trabalhadores se empenham para que a energia possa ser entregue antecipadamente. Recentemente, foram iniciados os estudos do Programa de Conservação da Flora da Santo Antônio Energia para saber quais técnicas serão utilizadas para a recuperação de áreas degradadas e qual o valor do investimento necessário para isso.
Em Santo Antônio, o vertedouro está praticamente concluído e os testes da primeira comporta já foram iniciados. As obras da primeira casa de força, que terá 8 máquinas, também estão praticamente prontas, e serão iniciadas as obras das casas de força dois e três, cada uma com 12 turbinas. A construção da quarta e última casa de força está prevista para ser iniciada somente em 2012. A princípio, a última casa de força abrigará também 12 máquinas ,mas, caso Santo Antônio consiga a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica para aumentar o número de turbinas de 44 para 48, as quatro máquinas adicionais também ficarão nessa casa de força.
http://www.rondonoticias.com.br/?noticia,89876,ibama-recebe-pedido-de-licena-de-operao-para-uhe-santo-antnio
lusorod January 15th, 2011, 12:08 PM UHE Santo Antônio testa sua primeiras comportas
http://www.rondonoticias.com.br/arquivos_site/image/usina.JPG
caramba gigante....ao mesmo tempo eu penso.....sera que a altura da estrutura comporta a epoca de cheias do rio....apesar da grandiosidade da obra a estrutura nao fica muito acima do rio. Vendo essas cheias pelo mundo recentemente comecei a pensar nisso. Alguem tem informacoes sobre isso?
Rondon January 15th, 2011, 03:24 PM ^^ Acho que você é muito ansioso :lol:
A hidrelétrica não foi feita para nem ter um lago gigante e nem ser tão acima do rio justamente por não ter um lago gigante. O que ocorrerá é o aproveitamento da velocidade das águas, que não necessita da formação de grandes represas.
Tanto Santo Antônio quanto Jirau irão controlar a vazão do rio, que tem muita amplitude durante o ano, ora baixa muito, ora sobe demais.
lucas_94 January 15th, 2011, 11:14 PM e as eclusas? vão sair?
Rondon January 16th, 2011, 02:58 AM ^^ Não. Vão ficar para uma fase posterior.
lusorod January 16th, 2011, 04:54 AM ^^ Acho que você é muito ansioso :lol:
A hidrelétrica não foi feita para nem ter um lago gigante e nem ser tão acima do rio justamente por não ter um lago gigante. O que ocorrerá é o aproveitamento da velocidade das águas, que não necessita da formação de grandes represas.
Tanto Santo Antônio quanto Jirau irão controlar a vazão do rio, que tem muita amplitude durante o ano, ora baixa muito, ora sobe demais.
Bom nao entendi bem o que ter uma preocupacao com o aumento erratico da vazao de rios e volume de agua das chvas em varias partes do mundo tem a ver com ansiedade, mas mesmo assim obrigado pelas explicacoes. Eu ja estava familiarizado com o conceito das usinas, mas agradeco vc ter tido a gentileza de me explicar mais uma vez. To ligado no que se refere ao tamanho dos lagos delas....ate que que estao sendo planejadas e ser'ao construidas mais 4 delas, incluindo uma Binacional e uma em territorio boliviano. Enfim..... minha preocupacao aqui foi: E se tivermos um evento como esses que estao ocorrendo no mundo todo em que por algum motivo a vazao do rio seja muito acima, mas muito acima da media? Sera que fizeram estudos e projecoes nesse sentido? Como ela 'e baixa eu fico com medo de num evento fora do comum a Usina fique coberta de agua. Sera que fizeram estudos prevendo esse tipo de cenario? A altura da Usina nao tem necessariamente a ver com o tamanho do lago ja que o mecanismo dela aproveita a vazao do rio. Enfim.... estou impressionado com os ultimos eventos da Australia, Sri Lanka e do Brasil.... so isso. Me bateu essa duvida sabe? Ai credo eu nao quero esses eventos que tem ocorrido pelo mundo nem pro meu pior inimigo.
Suburbanist January 16th, 2011, 04:38 PM ^^ Se a usina ficar submersa, em última instância, teríamos uma situação de pesadas perdas em equipamentos, mas as barragens são projetadas para esses cenários. Ela (barragem) não vai ceder e entrar em colapso se houver água acima da cota.
Isso se aplica a quase todas as usinas. A barragem é projetada para suportar a carga até a cota máxima, e em último caso, reter a água no lago se a vazão ultrapassar a capacidade máxima de acumulação + vazao.
marcos.bh January 16th, 2011, 05:07 PM Os vertedouros das barragens das usinas são projetados para suportar uma vazão correspondente a um tempo de recorrência de 10.000 anos. Ou seja, aquela decorrente da maior chuva que poderia ocorrer uma vez a cada 10.000 anos. Trocando em miúdos, um dilúvio. Teoricamente, ainda não faz 10.000 anos que Noé construiu sua Arca, que hoje jaz no Monte Ararat, na Turquia. :)
Para efeito de comparação, pelos indíces pluviométricos registrados na região serrana do Rio neste início de ano, o tempo de recorrência nem deve ter alcançado o equivalente a 100 anos.
Rondon January 22nd, 2011, 03:53 AM Panorâmica do Vertedouro Principal de Santo Antônio
By Fred Cavalcanti
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Imagem em maior tamanho: http://commondatastorage.googleapis.com/static.panoramio.com/photos/original/46887977.jpg
Rondon February 3rd, 2011, 12:45 AM USINA JIRAU: Inicia montagem mecânica na CASA DE FORÇA 2, veja fotos
A primeira virola de um conjunto de 66 que vão compor a Casa de Força 2, foi instalada na Usina Hidrelétrica Jirau.
Assessoria - 2011-02-02 - 16:58:00 -
A primeira virola de um conjunto de 66 que vão compor a Casa de Força 2, foi instalada na Usina Hidrelétrica Jirau. O lançamento da peça, ocorrido dia 27 de janeiro, marca o início da montagem mecânica na margem esquerda do rio Madeira, além de comprovar a evolução da obra como um todo, que já chega aos 40% dos trabalhos concluídos.
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As virolas são peças cônicas de aço, com cerca de 10 metros de diâmetro e pesando 21,5 toneladas. Têm como função revestir o tubo de sucção que fica na saída de água da turbina da Unidade Geradora. “É o tubo de sucção que faz com que a água volte a correr normalmente no leito do rio, depois de ter passado pela turbina e gerado a força mecânica que é transformada em eletricidade. E as virolas fazem uma blindagem do duto, para que ele suporte a pressão da água”, explica o engenheiro sênior de fornecimento e montagem eletromecânica da Energia Sustentável do Brasil, concessionária de Jirau, Roberto Rieke.
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O projeto de Jirau prevê a instalação de 50 Unidades Geradoras (UG’s), sendo 28 na margem direita (Casa de Força 1) e 22 na margem esquerda (Casa de Força 2). Cada UG conta com três virolas, que encaixadas umas às outras, revestem o tubo de sucção.
A virola lançada essa semana na margem esquerda é a de número 3, da Unidade Geradora 30. As peças de números 2 e 1, da mesma UG, foram encaixadas na sexta-feira, 28. E na segunda-feira, 31, foi iniciado o lançamento das virolas da UG 29.
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Diferente das virolas instaladas na Casa de Força 1 que foram produzidas pelo Consórcio Fornecedor Jirau (CFJ), formado pelas empresas Alstom, Andritz Hydro e Voith-Siemens, as peças da Casa de Força 2 foram importadas da empresa chinesa Dong Fang. Desmontadas, foram trazidas de navio, do Porto de Shangai, na China, até Manaus-AM e seguiu de balsa até Porto Velho, de onde em novembro de 2010 começaram a ser transportadas em carretas, via BR-364, até o canteiro de obras da Usina Jirau, localizado a 120 Km da capital rondoniense.
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Cronograma
O processo de montagem mecânica da Usina Hidrelétrica Jirau está dentro do cronograma de antecipação, que prevê o início da geração de energia elétrica um ano antes do cronograma inicial, previsto para março de 2012. Segundo o coordenador de fornecimento e montagem eletromecânica da Energia Sustentável do Brasil, Paulo Quintão, “até dezembro de 2012 toda a parte mecânica e elétrica da margem direita estará concluída”, informa.
Na margem esquerda as primeiras máquinas devem começar a operar em junho de 2012 e a previsão é que todas as unidades estejam prontas e em pleno funcionamento até maio de 2014, quando Jirau estará gerando energia suficiente para abastecer mais de dez milhões de residências.
http://www.rondoniadinamica.com/ler.php?id=22937&edi=1&sub=3
Farol da Barra February 3rd, 2011, 04:06 PM Quantas turbinas terão cada uma dessas usinas?
Se achamos essas duas usinas grandes , imagina o tamanho que deve ter Belo Monte quando começar a ser construída, com capacidade para cerca de 11 mil MW, lá no rio Xingu, no Pará!
Rondon February 3rd, 2011, 07:48 PM ^^ Na UHE Santo Antônio são 44 unidades geradoras, e na UHE Jirau, 50 unidades geradoras.
Farol da Barra February 4th, 2011, 12:48 AM ]]^^^^^^
Vão dar um belo impulso ao desenvolvimento de Rondônia.
Obrigado por ter respondido a minha pergunta:)
Rondon February 4th, 2011, 01:28 AM ^^ Se não me engano também a UHE Santo Antonio tem planos para aumentar sua capacidade geradora :D
Farol da Barra February 4th, 2011, 03:44 AM ^^^
Sério?Se sua informação estiver correta, será ótimo isso.
brscraper February 4th, 2011, 04:02 AM Quando as obras estiverem concluídas e, considerando que não haja emancipações em Porto Velho, não acho difícil que essa cidade passe a figurar entre as 5 maiores capitais brasileiras no quesito PIB per capita.
Anotem isso!
brscraper February 4th, 2011, 04:16 AM Mas se não ficar entre o cinco, passem corretivo!
:lol::lol::lol::lol::lol:
Farol da Barra February 5th, 2011, 07:29 PM Quando as obras estiverem concluídas e, considerando que não haja emancipações em Porto Velho, não acho difícil que essa cidade passe a figurar entre as 5 maiores capitais brasileiras no quesito PIB per capita.
Anotem isso!
:lol::lol:
BR 364 February 6th, 2011, 05:23 PM Quando as obras estiverem concluídas e, considerando que não haja emancipações em Porto Velho, não acho difícil que essa cidade passe a figurar entre as 5 maiores capitais brasileiras no quesito PIB per capita.
Anotem isso!
Entre as 5 primeiras eu acho um pouco difícil. Considerando os dados de 2008, se PVH dobrasse seu PIB, entraria entre as 4 primeiras, mas não sei se as UHEs por si sós serão capazes de dobrar o PIB da cidade.
Já entre as 10 primeiras, é bastante provável. Um aumento de 26% no PIB já a colocaria em 9º lugar. Lembrando que em 2008 ela era a 16ª entre as 27.
BR 364 February 9th, 2011, 02:10 PM Um vídeo muito bem produzido sobre a construção da UHE Jirau.
n3KviNePkTk
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 12:42 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/ee5f80d8b1c80593c78f7b4c093e3fb7&h=500&q=90
Panorâmica da obra - Margem Esquerda
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 01:01 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/b29951db156c1312022aa839519b5b2b&h=500&q=90
implantação do Sistema de Transposição de Peixes - STP e GG1
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 01:02 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/dba1ce544413df1f3e1f45bc20c1b0e0&h=500&q=90
Casa de Força GG1 e Vertedouro Complementar
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 01:05 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/add68575dfcdccd962a64a962f47257c&h=500&q=90
Detalhe da draga trabalhando no Canal de Fuga
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 01:16 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/15e2e8444975bd7fd62f88c746dd47b3&h=500&q=90
Vertedouro Principal, com Pórtico rolante instalado
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 01:21 AM Foto da Obra da Usina Santo Antônio (Do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio)
http://www.uhesantoantonio.com/phpThumb/phpThumb.php?src=../imagem/upload/84ed7d576d208877521f251d65b96b0b&h=500&q=90
Draga abrindo caminho para o Canal de Fuga - Vertedouro Principal (VTP)
BR 364 February 24th, 2011, 03:17 AM ^^ João, seja bem vindo ao SSC. :okay:
Muito boas as fotos, parecem ser bem recentes. Obrigado pelo aporte.
mopc February 24th, 2011, 03:24 AM Excelente contribuição Joao bem vindo, fotos lindas
Joao Vasconcelos February 24th, 2011, 03:25 AM Todas as fotos acima são do site do Consórcio Contrutor Santo Antônio, Fotos de Fevereiro/2011
http://www.uhesantoantonio.com/home
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