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View Full Version : Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio (3.150 MW) e Jirau (3.300 MW) - Fotos e Informações das obras!


BR 364
April 16th, 2009, 11:57 PM
http://s05.flagcounter.com/count/3De/bg=090361/txt=E3ED58/border=3BE610/columns=2/maxflags=12/viewers=0/labels=1/pageviews=1/ (http://s05.flagcounter.com/more/3De)

Fotos da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira das duas usinas hidrelétricas a serem construídas no Rio Madeira. Esta usina será localizada a 7 km de Porto Velho. A outra usina do complexo do Madeira (UHE de Jirau) ficará a 136 km da cidade de Porto Velho, mas ainda dentro do município. Juntas, as duas usinas terão capacidade instalada de 6.450 MW, tornando-se o 3º maior pólo de geração de energia hidrelelétrica do Brasil, atrás apenas de Itaipu (14.000 MW) e Tucuruí (8.340 MW), porém com índice de eficiência energética (MW por km2 de área inundada) superior a estas.

Foto de sbarilari

http://static.panoramio.com/photos/original/18058822.jpg


Fotos de Darwin Zanata

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAALJ8TcGqcjkgPO3-rP0QumYQt7nkDuOtpdh1pD2WI-ECGO1lQ8ZiNAvnwmo70BvEIzuFY9V4oP7C27T95L4s9DEAm1T1UGsyuga_aGWIYszr0ngp1Wr1n-d_.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAK4xyBOLkhLtjXUszs6RjBqk7kAzI_6IXHAMhTF182lF48F_iH1gp_lh0DYtWOCsS4vWUpDB-LShozcCLDdmDeEAm1T1ULNmtL4GH-tWML9KsY354n3799DU.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAIAAyzGDRfZN5IRe-Bcja2jIsroLDE_-SaDODzKdy7njOgsqNB-HgOZJ4P8hLZjXqhKGth2xijtyHLICrbhGYEoAm1T1UI4dz7cUZokqMZooUB9d29fAA4Hk.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAALLAy-2NC5Uj1-WDCcwbBlCDPV-jij1EZY5pDaOslKwfEktqem3jJaWMNxTKfjrAtHFlmiqmj06i8PgsEg7X1yIAm1T1UEjtv9-DvZk9BOrPDbY0qbhlbEMe.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAFEL6b-WEkWjFZ9Oke-Lr1OfCkAWX-TsKO36YSk-dgsLe2ibQyT9SuPW8toMXd17TpOh4RoUNBqunl66u_KqU54Am1T1UALX0XobGSkX67XmuxiHucdZJt4H.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAJGQ_a0mBbJnzHtTj1l_R0jaM4wzFM_Szw-wld8-UcDIdGDfw2EVqhWh8FpwVdLz14t0vxTPa-fPikgUDrOJO4MAm1T1ULaJKYZx0x7obFS07RK-tShbl4ta.jpg

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAF-B4CkUpxZqWRXxZ52EtvyFXj_wWajUxh2QKSv3_RgoGP-bc3UjCh9brv5pp-aCkSxfEAuHq9_VXZjz22uYNWAAm1T1UA5rsFBStdWxbYE72QjziwNBcceN.jpg


Fotos de Waldicarlos

http://i2.photobucket.com/albums/y41/Diego1985/u1.jpg

http://i2.photobucket.com/albums/y41/Diego1985/u2.jpg

http://i2.photobucket.com/albums/y41/Diego1985/u3.jpg

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http://i2.photobucket.com/albums/y41/Diego1985/u29.jpg


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VÍDEOS
(Atualização feita em 05/08/2009)

JItnnNdz3RM

JX1tymIQAOE

U4bj8C0ZWGE

gustavo.sces
April 17th, 2009, 12:18 AM
Ótimo!

As obras estão bastante avançadas!

Terra Nova
April 17th, 2009, 01:15 AM
Vão ter que fazer desvio no curso do rio?

BR 364
April 17th, 2009, 01:21 AM
^^ Não sei dizer. Mas no dia 25 deste mês (se tudo der certo) eu devo fazer uma visita às obras e posso perguntar. :D

Terra Nova
April 17th, 2009, 03:18 AM
^^ Não sei dizer. Mas no dia 25 deste mês (se tudo der certo) eu devo fazer uma visita às obras e posso perguntar. :D

Por favor, e mantenha-nos informados sobre essa obra de enormes proporções.

Mágno Lopes
April 17th, 2009, 03:21 AM
Últimas lembranças do que um dia foi a imponente Cachoeira de Santo Antônio e que futuramente será apenas o reservatório de uma barragem

http://www.rondonia.ro.gov.br/imagens-noticias-comunicados/%7BF3F46E42-C8F7-46D2-B6AB-D1F9A3CFBAFD%7D_CACHOEIRA%20(1).JPG

http://img13.imageshack.us/img13/9804/ogaaal7nguvxbi6rqqn4aka.jpg

http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2007/06/06/1735WD7258.image_pequena_horizontal.JPG

http://img177.imageshack.us/img177/6168/ogaaal9pkap5udirgpc9kny.jpg

http://img99.imageshack.us/img99/6097/29072006250im4.jpg

http://img177.imageshack.us/img177/6837/ogaaaogv3iu9vjrzow3ekth.jpg


Não levem pra um lado negativo...

Isso me dava alegria!
Se existe alegria mesmo assim, tem gente que ainda chora! ^^

Belcity
April 17th, 2009, 03:39 AM
Bom saber que as obras estão a todo vapor.

valter
April 17th, 2009, 03:42 AM
Valeu pelas fotos!!! Já estava procurando há um tempo e não tinha encontrado, mantenha-nos informados :okay:

Belcity
April 17th, 2009, 03:43 AM
Fotos da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira das duas usinas hidrelétricas a serem construídas no Rio Madeira. Esta usina será localizada a 7 km de Porto Velho. A outra usina do complexo do Madeira (UHE de Jirau) ficará a 136 km da cidade de Porto Velho, mas ainda dentro do município.

Caramba!
Não sabia que a extensão territorial do municipio era tão grande.

BR 364
April 17th, 2009, 04:17 AM
^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.

IcaroSP
April 17th, 2009, 05:45 AM
Nossa,Já está em obras... Muito bom! Vai trazer muito desenvolvimento para Rondônia...

Kléston
April 17th, 2009, 05:50 AM
Acredito que a construção será aterrar metade do rio, construir meia barragem e depois completar a outra metade.. Desviar um rio desse tamanho não deve ser viável..

TêAgá
April 17th, 2009, 11:21 AM
Impressionante a movimentação de terra!

A EFMM passa aí perto?

BR 364
April 17th, 2009, 03:09 PM
^^ Passa bem pertinho. Só não dá pra ver os trilhos em algumas fotos por causa da distância e da vegetação.

Belcity
April 17th, 2009, 09:14 PM
^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.

impressionante mesmo. nem imaginava isso.

TêAgá
April 17th, 2009, 10:59 PM
^^ Passa bem pertinho. Só não dá pra ver os trilhos em algumas fotos por causa da distância e da vegetação.

Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(

Rondon
April 17th, 2009, 11:02 PM
Vão ter que fazer desvio no curso do rio?

Não sou o BR 364, mas vou responder: não vai haver desvio do rio.

Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(

Não. Vão ficar relativamente distantes

BR 364
April 18th, 2009, 05:25 AM
Será que os trilhos ficarão no fundo da represa? :(

Não. Vão ficar relativamente distantes
Eu tenho um material de divulgação da obra, impresso em 2006 por Furnas e Odebrecht (antes das audiências públicas) que diz que um dos impactos possíveis das usinas seria a inundação de alguns trechos da EFMM (que foi a única coisa que me deixou triste na época).

Só que em julho de 2007, o Ibama relacionou uma série de condicionantes (33 ao todo) para a liberação da licença prévia para as obras (esse documento pode ser acessado aqui (http://www.ibama.gov.br/novo_ibama/paginas/materia.php?id_arq=5401)).

Entre essas 33 condicionantes, estão essas duas que me tranquilizaram um pouco:

2.30. Contemplar no Programa de Preservação do Patrimônio Pré-histórico e Histórico as recomendações apresentadas pelo IPHAN.
2.31. Adotar providências para a desafetação da área tombada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

Não sei se essa "área tombada" da EFMM inclui toda a extensão de seus trilhos. Espero que sim.

De qualquer forma, acredito que pelo menos no trecho próximo a PVH, a EFMM não será afetada.

Rondon
April 18th, 2009, 05:43 AM
Não. A área tombada da EFMM pelo Iphan, publicada no DOU de 13 de julho de 2007, define que a área é da região da EFMM na cidade de Porto Velho (Pátio Ferroviário) e os 8 km que ligam Porto Velho a Santo Antônio

http://www.datadez.com.br/content/legislacao.asp?id=42661

______________________

Vale lembrar também que nas condicionantes, o Consórcio empreendedor também é responsável por toda a catalogação de peças e instrumentos coletados na região, com intuito de preservação, sendo que isto já está sendo cumprido.

Grande Manaus
April 18th, 2009, 05:59 AM
É uma Mega obra de grande magnitude ....

Sr. Jirau
April 18th, 2009, 12:31 PM
@ Magno Lopes: Legais tuas fotos com a turma de geografia da UFRO, ehehehhe! Graaaaaaaande Professor Maniesi!! Esse cara é um gênio da geologia e um ser humano fora de série!! :D

Abraços!

Manauense
April 18th, 2009, 04:31 PM
Alguém saberia informar quais os eventuais impactos ambientais causados por uma obra da magnitude da UE Santo Antônio? No Amazonas, a UE Balbina, promoveu um dos maiores desastres ambientais registrados na história da Amazônia.
Há medidas compensatórias, por exemplo, de reflorestamento do entorno quando a obra ficar pronta?
A obra é realmente gigantesca. Creio que seja uma das maiores obras de engenharia já realizadas no Norte.

Rondon
April 18th, 2009, 04:39 PM
^^ Toda em qualquer obra cursa com impactos, que podem ser devidamente mitigados. As medidas compensatórias estão no licenciamento da obra e nas 33 condicionantes, dentre elas investimentos na polícia ambiental estadual, investimentos para as comunidades locais (por exemplo, construção de agrovilas e de frigorífico de abate de jacarés, etc etc), e por aí vai (são várias coisas :D).

Manauense
April 18th, 2009, 04:44 PM
^^ Toda em qualquer obra cursa com impactos, que podem ser devidamente mitigados. As medidas compensatórias estão no licenciamento da obra e nas 33 condicionantes, dentre elas investimentos na polícia ambiental estadual, investimentos para as comunidades locais (por exemplo, construção de agrovilas e de frigorífico de abate de jacarés, etc etc), e por aí vai (são várias coisas :D).

Eu sei que medidas compensatórias são condição para o licenciamemento de uma obra do porte da UE S. Antônio, mas é que eu tinha curiosidade de saber quais delas serão realizadas no entorno da Usina, entendeste?!
As agrovilas serão criadas na área rural do município de PVH? Há algum projeto de reflorestamento?

Rondon
April 18th, 2009, 05:17 PM
^^ Pois é, são várias. As agrovilas, por exemplo, são para as pessoas que estão estão na área de influência direta da Usina. Num dos comentários lá atrás do BR 364 há as condicionantes para a expedição da Licença, não sei se é o que vc está procurando (dá uma lida lá).

Posso te adiantar também que existe o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório e o PBA (Plano Básico Ambiental), que contemplam o manejo da flora local.

TêAgá
April 18th, 2009, 05:36 PM
Não. A área tombada da EFMM pelo Iphan, publicada no DOU de 13 de julho de 2007, define que a área é da região da EFMM na cidade de Porto Velho (Pátio Ferroviário) e os 8 km que ligam Porto Velho a Santo Antônio

http://www.datadez.com.br/content/legislacao.asp?id=42661

______________________

Vale lembrar também que nas condicionantes, o Consórcio empreendedor também é responsável por toda a catalogação de peças e instrumentos coletados na região, com intuito de preservação, sendo que isto já está sendo cumprido.

Eu tenho um material de divulgação da obra, impresso em 2006 por Furnas e Odebrecht (antes das audiências públicas) que diz que um dos impactos possíveis das usinas seria a inundação de alguns trechos da EFMM (que foi a única coisa que me deixou triste na época).

Só que em julho de 2007, o Ibama relacionou uma série de condicionantes (33 ao todo) para a liberação da licença prévia para as obras (esse documento pode ser acessado aqui (http://www.ibama.gov.br/novo_ibama/paginas/materia.php?id_arq=5401)).

Entre essas 33 condicionantes, estão essas duas que me tranquilizaram um pouco:

2.30. Contemplar no Programa de Preservação do Patrimônio Pré-histórico e Histórico as recomendações apresentadas pelo IPHAN.
2.31. Adotar providências para a desafetação da área tombada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

Não sei se essa "área tombada" da EFMM inclui toda a extensão de seus trilhos. Espero que sim.

De qualquer forma, acredito que pelo menos no trecho próximo a PVH, a EFMM não será afetada.

Fico mais feliz! Afinal a EFMM é um dos principais símbolos de Rondônia, não poderia simplesmente ser alagada. Espero que o trajeto dela consiga se livrar da inundação em sua totalidade, é difícil, mas ainda sonho em ver o trem trafegando entre PVH e Guajará-Mirim.

Manauense
April 18th, 2009, 06:06 PM
^^ Pois é, são várias. As agrovilas, por exemplo, são para as pessoas que estão estão na área de influência direta da Usina. Num dos comentários lá atrás do BR 364 há as condicionantes para a expedição da Licença, não sei se é o que vc está procurando (dá uma lida lá).

Posso te adiantar também que existe o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório e o PBA (Plano Básico Ambiental), que contemplam o manejo da flora local.

Maravilha! :cheers:

BR 364
April 18th, 2009, 08:39 PM
Fico mais feliz! Afinal a EFMM é um dos principais símbolos de Rondônia, não poderia simplesmente ser alagada. Espero que o trajeto dela consiga se livrar da inundação em sua totalidade, é difícil, mas ainda sonho em ver o trem trafegando entre PVH e Guajará-Mirim.
Também tenho essa opinião e compartilho desse sonho. :)

Quando eu estive em PVH pela primeira vez, aos 9 anos (nessa época, minha família ainda morava em Ariquemes), o que mais me encantou na cidade foi a EFMM, sua história e seu patrimônio. Na época, cheguei a sonhar que a EFMM passava por Ariquemes... :D

caco
April 21st, 2009, 05:14 PM
Bela coletânea.

Vai ser uma obra e tanto.

Não sabia que ficari tão perto do centro de Porto Velho.

valter
April 21st, 2009, 05:53 PM
Pessoal gostaria de saber se é aqui nesse thread que vão se concentrar as discussões sobre a Hidrelétrica, pois como Eng. Eletricista tenho muito interesse em acompanhar as notícias e discussões a respeito.


Consórcio Enersus encomendou 28 turbinas para Jirau
SANDRA MANFRINI

O consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus), responsável pela obra da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), informou hoje que assinou contrato no valor de R$ 1,95 bilhão para aquisição de parte das turbinas para a usina em construção. O presidente do consórcio, Victor Paranhos, disse à Agência Estado que foram encomendadas 28 turbinas, que deverão estar entregues e em operação em fevereiro de 2012. "As obras estão dentro do cronograma e achamos que vamos conseguir manter a previsão para geração de energia no início de 2012", disse Paranhos. As 28 turbinas, encomendadas a um consórcio formado pelas empresas Alstom, Voith Siemens e Andritz, terão capacidade de 75 megawatts (MW). Ao todo, serão instaladas em Jirau 46 turbinas.

Para o presidente do Enersus, a contratação dos equipamentos em prazo adequado é "fundamental para cumprir o cronograma". A usina de Jirau terá capacidade de 3.300 MW de capacidade instalada e deverá receber investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, segundo previsão do consórcio.

Com relação às obras iniciais para construção da usina, Paranhos disse que, apesar da demora na emissão da licença provisória do Ibama, que autorizou a instalação do canteiro de obras de Jirau, o cronograma não está atrasado. "Íamos trabalhar 12 horas por dia, estamos trabalhando 24 horas por dia para recuperar o tempo perdido", disse. Segundo ele, o nível do rio está mais baixo do que normalmente estaria nessa época do ano, mas, por outro lado, as chuvas estão maiores, o que dificulta o tráfego de equipamentos. Mesmo assim, a previsão é de que tudo seja feito a tempo. "O planejamento é que consiga fazer as ensecadeiras a tempo", disse. As ensecadeiras são espécies de barramento feito no rio que secam parte do leito para construção de outras etapas da obra.

Fonte: AE Investimentos (http://aeinvestimentos.limao.com.br/empresas/emp21774.shtm)


Vi algumas pessoas comentando sobre os impactos ambientais da obra, gostaria de salientar que serão usadas turbinas do tipo Bulbo, modelo que permite que a barragem seja mais baixa, pois o gerador fica imerso no fluxo de água. Pra quem tiver interesse, um pdf com informações mais detalhadas. Atualmente existem 3 usinas no Brasil que operam com esse tipo de Turbina, sendo a maior da Cemig, na UHE de Igarapava.

http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/jirau1.jpg

http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/jirau2.jpg

BR 364
April 21st, 2009, 08:55 PM
^^ Acho que seria interessante concentrar as discussões (e fotos) sobre as usinas aqui neste thread mesmo. ;)

Essa ilustração é muito boa pra explicar o funcionamento das usinas pras pessoas que acham que elas serão iguais às UHEs convencionais e mostrar porque a área inundada será bem pequena em relação à energia gerada.

O Manauense até citou a UHE de Balbina, mas a diferença é muito grande:

Balbina
Área alagada: 2.360 km²
Potência: 250 MW
Relação MW/km²: 0,11

Santo Antônio
Área alagada: 271 km² (dos quais 164 km² correspondem à calha natural do rio)
Potência: 3.150 MW
Relação MW/km²: 11,62

Jirau
Área alagada: 258 km² (dos quais 122 km² correspondem à calha natural do rio)
Potência: 3.300 MW
Relação MW/km²: 12,79

Até mesmo a UHE de Itaipu, que é considerada um exemplo de eficiência energética, possui um coeficiente de aproveitamento inferior ao das usinas do Madeira:

Itaipu
Área alagada: 1.350 km²
Potência: 14.000 MW
Relação MW/km²: 10,37

caco
April 22nd, 2009, 04:49 AM
^^ as UHEs de Balbina (AM) e Porto Primavera (SP-MS) estão entre as menos eficientes do mundo na proporção área alagada/potência.

Tiago Costa
April 22nd, 2009, 05:45 AM
Já vi muitas vezes a UHE Balbina ser mostrada como um contra exemplo, e para mim, ela foi um desastre ambiental, pelo tamanho da área alagada, e porque muitas árvores foram submersas, gerando gases tóxicos e atrapalhando o funcionamento das turbinas, por causa dos detritos (isso é verdade mesmo? Faz tempo que não leio a respeito).

Manauense
April 25th, 2009, 02:11 AM
Já vi muitas vezes a UHE Balbina ser mostrada como um contra exemplo, e para mim, ela foi um desastre ambiental, pelo tamanho da área alagada, e porque muitas árvores foram submersas, gerando gases tóxicos e atrapalhando o funcionamento das turbinas, por causa dos detritos (isso é verdade mesmo? Faz tempo que não leio a respeito).

É uma triste verdade.

GUI Piraí do Sul-PR
April 25th, 2009, 03:15 PM
Tomara que fique pronto logo estas usinas, assim ficará muito mais difícil e muito menos provável um novo apagão no Brasil.

valter
April 26th, 2009, 06:01 PM
A ONS já planejou a expansão do sistema Norte, porém ainda nenhuma informação sobre como se dará a interligação com o sudeste.


http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond1.jpg

http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond2.jpg

http://i64.photobucket.com/albums/h166/valterjcjr/jirau/expansaorond3.jpg

Romano Ximenes
April 26th, 2009, 06:04 PM
Responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, a Santo Antônio Energia conta com investimentos da ordem de R$ 13 bilhões para realização da obra. No pacote do financiamento para viabilização da usina, o BNDES tem um aporte de R$ 6,2 bilhões; o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), de R$ 503 milhões, e o Fundo de Investimento em Projetos de Infra-estrutura (FI-FGTS), de R$ 1,5 bilhão. O restante do investimento – cerca de R$ 3 bilhões – é aporte direto dos acionistas e R$ 1,8 bilhão é oriundo da geração operacional das primeiras turbinas até o termino do período de investimento.

A Madeira Energia S/A – MESA, empresa controladora da Santo Antonio Energia, emitiu em abril seis series de debêntures totalizando R$1,5 bilhão, subscritas e integralizadas pelo (FI) do FGTS. Os prazos de vencimento destas séries variam entre 3 a 4 anos. A operação faz parte do pacote de financiamento da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio.

Alem disso, o FI-FGTS adquiriu 24,9% de participação do Fundo de Investimento e Participação Amazônia Energia (FIP), sendo os outros cotistas do FIP os bancos Banif (50,1%) e Santander (25%). O FIP Amazonia Energia detém 20% das ações da MESA, controladora da Santo Antônio Energia, que possui, além deste, as seguintes participações acionárias – Grupo Odebrecht 18,6%, Andrade Gutierrez Participações 12,4%, Furnas Centrais Elétricas 39% e Cemig Geração e Transmissão 10%.

Dos R$ 6,2 bilhões do BNDES, R$ 3,150 bilhões representam investimentos diretos e R$ 3,050 milhões, repasse. Oito instituições financeiras conduzirão o repasse: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste do Brasil, Bradesco, Santander, Unibanco e Banco do Espírito Santo (BES). “A construção da Usina está completamente garantida pelo pacote de financiamento – uma operação saudável tanto para os acionistas quanto para as instituições financeiras”, diz Roberto Simões, diretor presidente da Santo Antônio Energia.


Fonte: Portalfator

Mágno Lopes
May 3rd, 2009, 09:43 PM
@ Magno Lopes: Legais tuas fotos com a turma de geografia da UFRO, ehehehhe! Graaaaaaaande Professor Maniesi!! Esse cara é um gênio da geologia e um ser humano fora de série!! :D

Abraços!

O melhor Professor... DISPARADO! :lol:

Farol da Barra
May 4th, 2009, 05:31 AM
As fotos mostrando as obras de construção estão excelentes. Parabéns.

Espero que essa obra ajude muito no desenvolvimento de Porto Velho:)

EricoWilliams
May 5th, 2009, 03:09 PM
Nao vejo a hora de ficarem prontas e aumentarem consideravelmente a capacidade brasileira de gerar energia!

Futuropólis
May 11th, 2009, 04:12 PM
Que bom ver essas obras a andar a todo o vapor! Um país não se pode desenvolver sem um abastecimento assegurado em energia, nem atrair investimentos produtivos.
Uma sugestão aos administradores desta parte do forum: talvez fosse oportuno agrupar todas as noticias sobre empreendimentos energeticos num sub-forum só como já tem sobre infra-estruturas rodoviarias, etc.., teria um sobre infra-estruturas de energia. Deixo à consideração esta ideia.

calmon.neto
May 12th, 2009, 06:52 PM
^^ Sim, Porto Velho é o 27º município do Brasil e maior capital em extensão territorial. São 34 mil km2, maior que os estados de Alagoas e Sergipe, e maior que a Bélgica também. Há um distrito de PVH chamado Extrema, próximo à divisa com o Acre, que fica a 330 km da cidade de PVH. Em compensação, se vc vai na direção oposta, após 20 km vc já tá em outro município.

Viuje!

muckie
May 14th, 2009, 05:36 AM
buaaa

BR 364
May 28th, 2009, 12:56 AM
Como eu havia prometido...

Novas fotos das obras da UHE Santo Antônio - 23/05/2009

1.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0181024.jpg

2.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0261024.jpg

3.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0161024.jpg

4.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0371024.jpg

5.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0281024.jpg

6.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0241024.jpg

7.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0191024.jpg

8.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0211024.jpg

9.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0231024.jpg

10. O velho casarão remanescente da antiga Vila de Santo Antônio não só foi preservado, como está sendo utilizado como escritório.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0201024.jpg

11. Parte do skyline de Porto Velho
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0011024.jpg

12. Zoom no skyline do centro da cidade
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0031024.jpg

13.
http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/PortoVelho/2009ObrasUsina0291024.jpg

Rafael_Rosato
May 28th, 2009, 01:07 AM
^^ O skyline de Pvh visto do madeirão ta ficando lindoo :drool:

Enzo
May 28th, 2009, 01:12 AM
^^
^^
Suas fotos ficaram muito massa!
Olha Pvh la no fundo comecando a formar um skyline com edificios altos, muito legas essas imagens (nem parece que foram tiradas por um Capiau, brincadeira viu :) ), obrigado por compartilhar. :lol: :okay:

valter
May 28th, 2009, 02:19 AM
Valeu mesmo pelas fotos :master:

BR 364
May 28th, 2009, 02:39 PM
^^ O skyline de Pvh visto do madeirão ta ficando lindoo :drool:
Uma pena que as duas áreas mais densas (Olaria e N Sra das Graças) ficaram escondidas atrás da vegetação. Mas essa visão do skyline visto da usina é muito legal mesmo.

^^
^^
Suas fotos ficaram muito massa!
Olha Pvh la no fundo comecando a formar um skyline com edificios altos, muito legas essas imagens (nem parece que foram tiradas por um Capiau, brincadeira viu :) ), obrigado por compartilhar. :lol: :okay:
:lol: :lol: :lol:

Valeu, Enzo! :D

Valeu mesmo pelas fotos :master:
Opa! Valeu Valter! Eu sabia que vc ia gostar. :D
Sempre que eu tiver oportunidade, estarei postando novas fotos e informações sobre as usinas aqui. ;)

Sr. Jirau
May 28th, 2009, 09:57 PM
Massa as fotos, BR!! :D

Valew por postar! :okay:

Kléston
May 28th, 2009, 10:24 PM
Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?

Rafael_Rosato
May 29th, 2009, 12:46 AM
Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?

As turbinas destas hidrelétricas serão "deitadas" e não verticais como normalmente eh... vão aproveitar a força natural do rio!! \õ)

BR 364
May 29th, 2009, 01:10 AM
Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?

As turbinas destas hidrelétricas serão "deitadas" e não verticais como normalmente eh... vão aproveitar a força natural do rio!! \õ)
Exatamente, as turbinas serão acionadas pelo fluxo natural da água, não haverá queda d'água.

valter
May 29th, 2009, 01:18 AM
Tenho uma dúvida em relação a Usina...
Essas UHE de Rondônia praticamente não tem quedas altas como a maioria das brasileiras...
Então pode-se dizer que nesse caso o grande potencial energético é devido mais à grande vazão do rio, ao invés da energia potencial (grandes quedas) mais comumente utilizada?

Não é só devido a grande vazão, Itaipu tem um grande vazão porém se aproveita de uma grande queda para se ter uma energia potencial maior e gerar mais energia. Existe sim uma queda entre o nível montante e o jusante, porém ela é bem pequena e os geradores estão imersos no rio, juntamente com as turbinas do tipo bulbo.

Mais informações no post #30 desse mesmo tópico

valter
May 29th, 2009, 03:28 PM
Uma foto com um corte transversal em uma maquete de uma turbina tipo bulbo e uma imagem detalhando o equipamento.

http://www.daviddarling.info/images/bulb_turbine.jpg

http://meusite.mackenzie.com.br/mellojr/Turbinas%20Hidr%E1ulicas/Image34.jpg

willkenrock
June 2nd, 2009, 06:56 AM
Na revista Exame dessa quinzena saiu sobre as maiores obras de infraestrutura do Brasil , deram destaque as UHE de Santo Antônio e Jirau como 2 das maiores obras de infraestrutura do mundo.

Mágno Lopes
June 3rd, 2009, 01:45 AM
mto massa as fotos!
:)

caco
June 3rd, 2009, 05:30 AM
Impressionante o ritmo em que estão as obras.

willkenrock
June 5th, 2009, 04:35 AM
Licença para usina de Jirau prevê investimentos de R$ 45 mi em Porto Velho

Folha Online

A licença de instalação para a usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), concedida na noite de ontem pelo Ibama, prevê investimentos de R$ 45 milhões em saúde, educação, segurança pública e urbanismo no município de Porto Velho.

O documento que libera a construção exige investimento em saúde pública "de média e alta complexidade" e educação em área de influência direta da usina.

Na terça-feira, o governador de Rondônia, Ivo Cassol, disse que os investimentos totais que o Estado receberá da empresa Energia Sustentável, responsável pela obra, chegam a R$ 90 milhões.

A licença, que tem ao todo 54 condicionantes, exige ainda a apresentação, em dois meses, de um projeto para aterro sanitário e tratamento de esgoto na região da usina, monitoramento da fauna e da flora da área, solucionar a questão dos troncos que são retirados para a formação do reservatório e implantar programas de gestão ambiental.

A empresa terá ainda que apresentar, em dois meses, uma proposta para a criação de uma área de preservação permanente.

Em novembro do ano passado, o Ibama deu uma licença preliminar para que o consórcio pudesse construir o canteiro de obras da usina. Já naquela licença havia uma série de condicionantes, como a determinação que o consórcio invista R$ 36 milhões em habitação e saneamento em Porto Velho. Além disso, a Energia Sustentável terá que adotar, em caráter permanente no Estado, duas reservas ambientais e investir na pesquisa e recuperação de espécies ameaçadas de extinção.

A usina de Jirau terá capacidade para 3.300 MW (megawatts) e custará R$ 9 bilhões. A previsão é que comece a funcionar em 2012.

BR 364
June 5th, 2009, 06:05 AM
^^ Esses investimentos serão muito bem-vindos. Porto Velho é uma cidade muito dinâmica, mas carece de uma infra-estrutura compatível com o porte da cidade, resultado do abandono ao qual ela sempre esteve submetida por parte dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal). Mas parece que a cidade está sabendo aproveitar as oportunidades trazidas pelas obras das usinas, de resolver seus velhos problemas de uma vez por todas. Tô muito confiante de que daqui a 5 anos, Porto Velho estará irreconhecivelmente melhor (aliás, já tá ficando).

R.J.P
June 10th, 2009, 08:41 PM
Valeu Br pelas fotos. :D
Visitei recentemente os arredores da obra e fiquei impressionado com a mudança do local.Fui agraciado,pois presenciei(escutei) uma explosão de rocha.Os guardas riram de minha empolgação quando eu soube que explodiriam uma rocha naquele momento.:lol::lol::lol::lol:

Nosso Skyline promete.:banana::banana::banana::banana:

Thilindha
July 18th, 2009, 05:39 AM
Iniciada concretagem da Usina de Santo Antônio

A concessionária Santo Antônio Energia, responsável pelas obras da usina que leva o mesmo nome deu início nesta sexta-feira a primeira fase de concretagem da obra, considerado o primeiro ato físico da barragem, o que antecipa o prazo de conclusão da hidrelétrica.
Segundo o presidente da concessionária, Roberto Simões a antecipação de oito meses das obras poderá garantir a geração de energia a partir de 2011. “Podemos considerar essa data um marco para Rondônia”, afirma.

Para o diretor de implantação da obra, José Bonifácio Sobrinho, considerando a qualidade da mão de obra e o respeito aos prazos do cronograma, o adiantamento das obras já era esperado. “Respeitamos o cronograma e temos excelentes profissionais empenhados nessa mega construção, sendo assim, tudo caminha como realmente foi planejado e estudado desde o início”, explica.

Presente na cerimônia, o senador Valdir Raupp (PMDB) informou que no canteiro de obras de Santo Antônio já existem seis mil trabalhadores diretos. Segundo o parlamentar, o objetivo da concessionária é alcançar, diretamente, um número de 12 mil operários e até a conclusão das obras chegar a 30 mil empregos indiretos. “Desde o tempo em que estive a frente do Governo de Rondônia implantei essa idéia de geração de empregos através da construção da usina e depois de muito estudo e dedicação é gratificante participar desse grande passo para a transformação econômica do Estado”, diz.

O prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), acredita que os benefícios oferecidos pela instalação da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, atingem diretamente a economia do município. Segundo Sobrinho, quanto mais rápido se antecipar a conclusão da usina, mais rápido Porto Velho arrecada os royalty da distribuição de energia, que poderão atingir R$ 50 milhões por ano.

Para ele, a Capital terá a oportunidade de viver um grande salto no desenvolvimento sócio-econômico da cidade. “Todos os setores serão beneficiados, saúde,educação, tratamento de água e esgoto, enfim, neste momento temos apenas o que comemorar”, conclui o prefeito.

http://www.oobservador.com.br/UserFiles/obras.jpg
Foto: http://www.oobservador.com.br/nacional/not_nac6125,0.html

http://www.rondoniagora.com/noticias/image/st_antonio/USI5.jpg

Fonte: http://www.rondoniagora.com/noticias/iniciada-concretagem-da-usina-de-santo-antonio.htm

Farol da Barra
July 19th, 2009, 08:06 PM
Essa usina vai ajudar muito a economia de Rondônia!

Marcos-BH
July 26th, 2009, 12:10 AM
Pessoal, tenho uma dúvida, a correnteza dos rios da amazônia é baixa pelo fato de ser rios de planíce, e se essa úsina vai usar a força das águas do rio o potêncial energético não vai ser baixo não?

BR 364
July 26th, 2009, 03:53 AM
^^ Marcos, leia o thread e suas dúvidas desaparecerão. :okay:

Marcos-BH
July 30th, 2009, 07:24 PM
^^ opa valeu hehe eu li, mas não prestei muita atenção que já tinha minha pergunta.

Thilindha
August 3rd, 2009, 08:16 AM
Concretagem da Usina de Santo Antôniohttp://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/construcao.gif

U4bj8C0ZWGE

valter
August 4th, 2009, 02:41 AM
^^
Valeu pelo vídeo, esse outro mostrando a engenharia da usina é bem interessante também

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_HbNz7uU1Mg&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

Thilindha
August 4th, 2009, 04:38 PM
Esse é mto bacana mesmo. http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/yesf.gif

Agora que vi seu post, se soubesse que já tinha esse vídeo no youtube, não tinha feito o upload dele, rs.

BR 364
August 5th, 2009, 07:12 AM
Mais um vídeo. Este é anterior ao início das obras, mas é muito bom também.

Vou postar este e os dois anteriores no primeiro post.

JItnnNdz3RM

Thilindha
August 18th, 2009, 10:45 PM
Vídeo de uma série de reportagens que a globo está passando sobre as Usinas do Madeira.

http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
-A3LQhoSqvQ

Terra Nova
August 19th, 2009, 01:43 AM
Vi no jornal da globo a primeira parte do documentário sobre as usinas. Obra grandiosa, atraindo milhares de trabalhadores dos mais diversos recantos do brasil e também, como nao poderia deixar de ser, em se tratando de Amazônia, muita polêmica.
Fizeram uma comparação com o desastre ambiental chamado UHE de Balbina, ressaltando que a obra terá um custo ambiental, mas que não seja tão grande quanto o da usina amazonense.

Thilindha
August 19th, 2009, 03:29 PM
Segunda reportagem sobre as Usinas.

http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
nig52xywaj4

valter
August 20th, 2009, 04:12 AM
Thilindha valeu pelos vídeos :okay:

BR 364
August 20th, 2009, 06:31 PM
O que eu acho engraçado quando a TV fala sobre Rondônia é que eu tenho a impressão de que eles estão falando de um lugar bem distante, e totalmente diferente do lugar onde eu moro. Nessa segunda reportagem das usinas, por exemplo, fica parecendo que aqui todo mundo pega malária e todo mundo come bagre. Eu e minha família moramos em RO há 25 anos e ninguém lá em casa nunca pegou malária e eu devo ter comido bagre (sem saber) umas três ou quatro vezes, no máximo. Aquelas pizzas da Sadia e da Perdigão que a gente compra no supermercado são muito mais importantes na minha alimentação... :lol:

Thilindha
August 20th, 2009, 06:32 PM
Terceira reportagem sobre as Usinas.

http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
1YxGxXiogWs


Por nada Valter http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/nudge-girl-big.gif

@BR - O meu caso é quase mesmo. O único que pegou malária, foi meu pai, mas isso quando ele ia reabastecer os comércios do garimpo (Bom futuro), normalmente ele ficava uns 2 dias lá.

Thilindha
August 21st, 2009, 07:33 AM
Última reportagem sobre as Usinas.

http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/director.gif
Od94KE4Q8YQ

Aqui seguem algumas observações que coloquei no meu canal do youtube tb, pois o pobre do repórter é um pouco desinformado. Tadinho! http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_parting.gif

A série estava indo bem até agora, mas o repórter teve a infelicidade de falar algumas coisas bem absurdas, uma delas é dizer que Porto Velho é uma cidade POBRE da Amazônia, me poupe, vá se informar cidadão. Vem dizer que saneamento básico tem a ver com pobreza, isso tem a ver com infra-estrutura, mais uma vez, vá se informar cidadão. Vem com estória que as concessionárias de carros se instalaram na cidade devido as Usinas, fala sério, as concessionárias já existiam há muito tempo, mais uma vez, vá se informar cidadão.
Ah! sem contar que só entrevistaram pessoas de baixa renda, não que isso seja problema, porém dá a entender que só tem pessoas assim em Porto Velho, e quem conhece e SE INFORMOU sobre a cidade, sabe que não é assim, no mais ficou bacana a reportagem.

Para quem quiser se informar (é uma pena que o cidadão que fez a reportagem, não verá esse link) segue o link http://www.ibge.gov.br/cidadesat/comparamun/compara.php?coduf=31&tema=mpobreza2003&codv=v01&order=dado&dir=&lista=capitais&custom= do ranking do IBGE dizendo que Porto Velho é a QUARTA CAPITAL brasileira com menor índice de pobreza, e olha que isso foi em 2003, bem antes das Usinas.

R.J.P
August 21st, 2009, 06:55 PM
Eita,a cada thread que entro ja tem um post da Thilindha.:lol::lol::lol:

Mas isso é muito bom, pois prova que temos uma forista empenhada em contribuir com o SSC.O mais importante disso tudo é que, quem ganha somos nós.Mais informação=conhecimento. :banana::banana::banana:
________________________
Gostei das reportagens feitas sobre as Usinas...pena que se fixaram em esteriótipos cliches deles mesmo.Enfim, conhecimento distorcido e meias verdades.

Rondon
September 6th, 2009, 03:26 AM
UHE Santo Antônio, canteiro industrial
http://static2.bareka.com/photos/medium/26075681.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26075681

UHE Jirau, canteiro industrial em obras
http://static2.bareka.com/photos/medium/26306325.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26306325

Nova Mutum e o Pólo Industrial Porto Velho
http://static4.bareka.com/photos/medium/26306283.jpg

UHE Jirau, refeitório e acampamento
http://static1.bareka.com/photos/medium/26306248.jpg
http://www.panoramio.com/photo/26306248

CUIABA2014
September 6th, 2009, 07:31 AM
^^ parabens porto velho esta feita,investimentos atrai mais investimentos!

Farol da Barra
September 7th, 2009, 04:04 AM
Alguém sabe dizer qual o tamanho de uma pá(hélice) do rotor?

BR 364
September 7th, 2009, 08:37 AM
^^ Ih... também queria saber... :D

Grande Manaus
September 8th, 2009, 08:13 AM
Vi no jornal da globo a primeira parte do documentário sobre as usinas. Obra grandiosa, atraindo milhares de trabalhadores dos mais diversos recantos do brasil e também, como nao poderia deixar de ser, em se tratando de Amazônia, muita polêmica.
Fizeram uma comparação com o desastre ambiental chamado UHE de Balbina, ressaltando que a obra terá um custo ambiental, mas que não seja tão grande quanto o da usina amazonense.

Esperamos que esse impacto ambiental não seja tão grande quanto o que foi o de Balbina ! ..

Thilindha
September 17th, 2009, 03:25 AM
Referência ambiental http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_butterfly.gif

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) desenvolvido para a construção da Usina Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, é um dos mais completos e avançados já realizados para um projeto hidrelétrico. No Brasil, tornou-se referência.

http://www.odebrechtonline.com.br/imagens/banco/03501-03600/3537.jpg
O Rio Madeira: a partir de seu aproveitamento para a geração de energia, novas perspectivas de desenvolvimento em Porto Velho e Rondônia

O estudo resultou de um trabalho que mobilizou equipes de todos os programas da Construtora Norberto Odebrecht (CNO). Teve a participação de Furnas Centrais Elétricas, empresa com a qual a CNO lidera a Sociedade de 
Propósito Específico (SPE) Madeira Energia S.A. (Mesa), responsável pela concessão da usina, e de pesquisadores e especialistas convidados. A CNO, em consórcio com a Andrade Gutierrez, também é encarregada de executar a obra. 
O estudo foi um dos principais instrumentos para que a sociedade brasileira, em geral, e a comunidade de Porto Velho e Rondônia, em especial, compreendessem o projeto e passassem a apoiá-lo. Nesta entrevista, Sergio Leão, Responsável por Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente na Construtora Norberto Odebrecht, e líder na elaboração do EIA da Usina Santo Antônio, explica por que esse trabalho contribui para a certeza de que o projeto atende e atenderá às melhores expectativas de qualidade socioambiental.


"Os estudos indicaram a necessidade de reforço
da infra-estrutura pública de serviços de Porto Velho"


Odebrecht Informa – Reiteradamente, afirma-se que o Estudo de Impacto Ambiental da Usina Hidrelétrica Santo Antônio foi o mais completo já realizado para esse tipo de empreendimento. Mas por quê, exatamente? Que fatores o colocaram nessa condição?
Sergio Leão – O Estudo de Impacto Ambiental contou com a participação de um conjunto de especialistas e pesquisadores da região Amazônica que trabalharam exclusivamente no projeto. Disso resultaram informações e levantamentos detalhados da região do Rio Madeira, como os estudos sobre a ictiofauna (conjunto de espécies de peixes). Esse aprofundamento de temas dentro do EIA foi inovador e deu ao trabalho solidez e qualidade que o marcaram como um dos mais completos já realizados para projetos de hidrelétricas no Brasil e no mundo. Os resultados alcançados permitiram em vários tópicos o avanço do conhecimento sobre o meio ambiente na bacia do Rio Madeira e a indicação das medidas de controle e monitoramento ambiental adequadas.

OI – De que maneira os estudos ambientais de Santo Antônio ajudaram (e continuam ajudando) na concepção de programas de apoio social às comunidades afetadas pela obra e de reforço da infra-estrutura pública de serviços?
Sergio Leão – Os estudos ambientais incluíram um amplo diagnóstico socioeconômico das diversas comunidades de Porto Velho. É importante salientar que o município abrange uma grande extensão territorial e avança por mais de 300 km ao longo do Rio Madeira. Esse diagnóstico, somado aos resultados das diversas reuniões participativas, permitiram conceber programas sociais e econômicos para cada comunidade em particular. Além disso, os estudos indicaram a necessidade de reforço da infra-estrutura pública de serviços para fazer frente à demanda que se espera com a chegada de pessoas para trabalhar na implantação da usina. Apesar de a maioria dos trabalhadores da obra serem locais, haverá uma parcela (o objetivo é de que não supere 30%) vinda de outras partes de Rondônia e de outros estados. Assim, estão previstos reforços nas áreas de saúde, educação, segurança pública e saneamento básico.

OI – Como foi tomada a decisão de usar as turbinas Bulbo?
Sergio Leão – A escolha das turbinas Bulbo resultou da decisão inicial de conceber o projeto com os menores impactos ambientais quando comparados a outros projetos hidrelétricos no Brasil. Relevante neste caso foi a escolha de uma solução que levasse à menor área inundada e contemplasse barragens de baixa altura. A característica natural do Rio Madeira de ter grande volume de água na maior parte do ano possibilitou a solução do uso das turbinas Bulbo, hoje reconhecidamente a mais adequada.

OI – Essa escolha foi resultado da interação da equipe do programa pelo qual você é responsável com outras equipes da Odebrecht. Como se deu esse processo?
Sergio Leão – Nossa atuação através do programa de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente na Odebrecht permitiu planejar a execução das obras com impactos reduzidos. Trabalhamos para diminuir as áreas de canteiro de obras, limitar as interferências com a população do entorno de Santo Antônio e propor um programa de controle ambiental de canteiro que será compatível com a Norma ISO 14001 de Gestão Ambiental. A comunicação entre nosso programa e a equipe de execução do projeto foi um dos pontos fortes de todo o trabalho. A harmonia de conceitos e a constante concentração em otimizar soluções do ponto de vista ambiental resultou em um projeto que considero modelo para nossa empresa e para o país.

OI – Que aprendizados a experiência de Santo Antônio lhe trouxe (e continua trazendo) como indivíduo? E para a Odebrecht?
Sergio Leão – A experiência de Santo Antonio nos demonstra que o planejamento antecipado e a decisão de fazer todos os estudos necessários levam a soluções inovadoras em uma situação de ganha-ganha para o meio ambiente, para as comunidades e para nossa equipe, que aprendeu muito com o projeto. Tivemos sempre uma equipe coesa, disposta a criar alternativas de melhoria para o projeto e uma postura de firmeza diante dos desafios e de humildade para enxergar em cada comunidade e em cada ribeirinho uma situação particular a ser considerada. Podemos dizer que fizemos o melhor possível para viabilizar o projeto, dando-lhe consistência e capacidade para se ajustar às diferentes situações. Contamos com o apoio de um grande número de pessoas, desde especialistas de renome mundial a pessoas que vestiram a camisa e foram incansáveis em procurar entender e conhecer cada local, cada comunidade e seus habitantes. A Odebrecht, juntamente com Furnas, logrou firmar alianças, levar a prática de nossa filosofia empresarial a novos parceiros e demonstrar um caminho para os futuros projetos hidrelétricos no Brasil. É uma experiência que certamente poderemos levar a outros países.

OI – É difícil para uma empresa de Engenharia e Construção provar – para as comunidades, para os formadores de opinião e o poder público – seu propósito de proteger o meio ambiente ao mesmo tempo em que executa uma obra do porte e do valor de Santo Antônio. De que forma a sociedade de Porto Velho e de Rondônia foi sensibilizada? Que tipo de mensagem foi transmitida? Quais as resistências iniciais e como foram superadas?
Sergio Leão – Desde o início dos trabalhos para Santo Antônio, nos concentramos em manter um amplo programa de comunicação e discussão do projeto. Para isso contamos com a participação de diferentes segmentos da sociedade de Rondônia. Por exemplo, tivemos uma série de discussões com a comunidade universitária, com os jovens de movimentos de inclusão social, com empresários e associações de moradores. Destaco o programa de reuniões participativas que realizamos com todos os núcleos ribeirinhos, por quase dois anos, com o apoio da ONG CPPT-Cuniã, que atua nas comunidades tradicionais da região do Madeira. Essa atuação nos permitiu entender a história e a realidade de todos e, assim, pensar como o projeto deveria tratar as diferenças e os anseios. Ao mesmo tempo, nos permitiu esclarecer e demonstrar de forma transparente todos os detalhes e características do projeto. Podemos dizer que foi o exercício da verdade que nos levou a esse conhecimento e a esses resultados. A prática da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO), que tem como princípio estabelecer a confiança e demonstrar pelo exemplo, foi a base sobre a qual construímos alianças e vencemos as resistências que quase sempre se deviam a desconhecimento da proposta do projeto.

OI – O aproveitamento do potencial hídrico da Amazônia é um tema sensível. Nesse sentido, os estudos ambientais de Santo Antônio podem se tornar referência para os futuros projetos? Esses estudos criaram um novo paradigma?
Sergio Leão – Sem dúvida os estudos da Usina Santo Antônio estabeleceram um novo patamar de referência para os futuros projetos. Sabemos que eles estarão majoritariamente na Amazônia, região de grande sensibilidade ambiental e objeto de atenção mundial. Ter sucesso com esses projetos dependerá de nossa capacidade de aprender a cada passo e demonstrar que a nova geração de projetos inclui os mais rigorosos conceitos de adequação ambiental e de atenção às populações, suas tradições e sua cultura, além de uma ampla compreensão das questões sociais de cada região.

Fonte: http://www.odebrechtonline.com.br/materias/01701-01800/1753/
Texto: Cláudio Lovato Filho
Fotos: Edu Simões

Thilindha
September 17th, 2009, 06:51 AM
Pessoal achei 2 sites relacionados a Usina Hidrelétrica de Jirau, tem o vídeo da campanha "Sou mais Rondônia" e umas informações bem interessante sobre o estado.


http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/
http://www.soumaisrondonia.com.br/index.html

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Thilindha
September 17th, 2009, 07:32 AM
Alguns vídeos referente a Usina Hidrelétrica de Jirau

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Rafael_Rosato
September 18th, 2009, 03:10 AM
Referência ambiental http://i85.photobucket.com/albums/k66/thi_lindha/Smiles/girl_butterfly.gif

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) desenvolvido para a construção da Usina Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, é um dos mais completos e avançados já realizados para um projeto hidrelétrico. No Brasil, tornou-se referência.

http://www.odebrechtonline.com.br/imagens/banco/03501-03600/3537.jpg
O Rio Madeira: a partir de seu aproveitamento para a geração de energia, novas perspectivas de desenvolvimento em Porto Velho e Rondônia



(O melhor emoticon do ano!!!!!!)

A imagem esta linda tbm!!

Thilindha
October 7th, 2009, 12:27 AM
Achei um site interessante onde pode-se ver fotos de Rondônia (tem outros estados tb) em 360 gaus e dentre as opções constam algumas das usinas, como é preciso clicar no botãozinho para vc visualizá-las, postarei somente o link delas:

Obras da usina de Santo Antônio
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio1.html

Ilha do Piquenique
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio4.html

Margens do Rio Madeira
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/santoantonio3.html

Thilindha
October 14th, 2009, 01:37 AM
Usina Hidrelétrica Jirau terá modelo reduzido na França http://vadrouilles.moto.free.fr/smileys/quasimodo.gif

Terça-Feira , 13 de Outubro de 2009 - 15:47

http://www.rondoniaovivo.com.br/imagens/image/modeloreduzido2.jpg

O Instituto Sogreah, em Grenoble na França, construirá o modelo reduzido da Usina Hidrelétrica Jirau, que terá o objetivo de analisar o transporte de sedimentos, material flutuante e submerso, além da movimentação de ovos, larvas e juvenis de peixes ao longo do rio Madeira. A construção terá início ainda em outubro, com duração prevista de três meses.

Este modelo reduzido de Jirau terá grande importância para a implantação da Usina em Porto Velho, uma vez que simulará, dentre outros, a movimentação de material flutuante e submerso no rio, como os troncos, um dos principais materiais orgânicos que se movimentam no Madeira.
O modelo terá dimensão de 40x5 metros e abrangerá um trecho de aproximadamente 30 quilômetros do rio, 20 quilômetros acima (a montante) e 10 quilômetros abaixo (a jusante) da barragem. Todo o trabalho de desenvolvimento do modelo reduzido de Jirau será acompanhado pelo especialista em sedimentos Sultan Alam, consultor da Energia Sustentável do Brasil, concessionária da Usina Jirau.

De acordo com Antônio Luiz Abreu Jorge, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Usina Hidrelétrica Jirau, o objetivo da construção do modelo reduzido no Laboratório Sogreah - que é referência mundial na construção de modelos semelhantes, é otimizar os fluxos físicos e bióticos ao longo das estruturas do empreendimento. “O modelo reduzido vai simular as condições do rio Madeira antes e depois da implantação da Usina Jirau”, explica.
Segundo o diretor, outros estudos estão sendo desenvolvidos para aperfeiçoar o modelo reduzido de Jirau, como análise de sedimentos coletados no rio, para que o projeto corresponda às características reais da Usina.

Contratação

Entre os dias 15 e 19 de setembro, uma equipe formada por integrantes das diretorias de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Engenharia, da Energia Sustentável do Brasil, realizaram diversas reuniões no Instituto Sogreah para fechar os últimos detalhes para a construção do modelo reduzido de Jirau, culminado com a assinatura do contrato entre a Energia Sustentável e o Instituto Sogreah. O grupo foi recepcionado por Olivier Cazaillet, Diretor de Água, Meio Ambiente e Energia do Instituto. Participaram da visita Antonio Luiz Abreu Jorge, Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade; Thais Soares, Analista de Meio Ambiente e Juliana Machado, Gerente de Contratos da Energia Sustentável. A comitiva conheceu o local onde será construído o modelo e realizou reuniões com os responsáveis pela execução do projeto.

Laboratório Sogreah

O renomado Laboratório de Hidráulica Sogreah foi o escolhido pela Energia Sustentável do Brasil para produzir o modelo reduzido de Jirau porque possui mais de 60 anos de experiência especializada e know-how reconhecido na área fluvial, transporte de sedimentos e modelos reduzidos, sendo um dos mais respeitados institutos no mundo.

Fonte: http://www.rondoniaovivo.com.br/news.php?news=55846

Rondon
October 27th, 2009, 02:28 PM
UHE Santo Antônio

Créditos: Giuliana Miranda

1
http://farm3.static.flickr.com/2635/4043588527_60acd595c5_b.jpg

2
http://farm3.static.flickr.com/2609/4043592649_5ef7305268_b.jpg

3
http://farm3.static.flickr.com/2721/4044341240_eab91feb14_b.jpg

4
http://farm3.static.flickr.com/2765/4044351096_21a4a8eca5_b.jpg

BR 364
October 27th, 2009, 02:34 PM
^^ Legal ver as primeiras imagens do concreto emergindo. :)

Espartano_bsb
October 27th, 2009, 03:30 PM
Tenhos duas perguntas sobre as Usinas... São as seguintes:

1) Qual seria a projeção de impostos (ou seria royalties?) que deverão ser recolhidos aos cofres municipais/estaduais após o início das operações?

2) Existe algum núcleo populacional (ex. distrito, vilarejo, etc) próximo às Usinas que pode pleitear futuramente a emanciapção de PHV (quando a tal Lei Complementar for editada) de olho nesses recursos?

E.T. Belas imagens!

Espartano_bsb
October 27th, 2009, 03:34 PM
post duplicado

santista10
October 27th, 2009, 10:27 PM
Muito bom, essas usinas são fundamentais para a segurança energética do país!

vitor.carvalho2
October 27th, 2009, 10:58 PM
Pessoal...queria somente fazer um desabafo...
É incrível o tanto de obstáculos que colocam na construção das hidrelétricas do Madeira, desculpem estar levantando essa bandeira novamente, mas é que parece que tem gente que não quer o desenvolvimento da nossa região...
Sempre aparece junto com algum projeto que vá tornar em ebulição a nossa economia um cidadão ou um grupo de cidadãos querendo freiar essa idéia...
Sempre tem algum radical que vem levantando uma bandeira de ''esquerda'' tentando freiar o desenvolvimento...
Algumas pessoas do centro-sul do nosso país (não generalizando, obviamente) reclamam que os impostos deveriam ser melhor distribuídos...que eles produzem mais e nós (Norte) produzimos menos e ficamos com uma grande fatia da arrecadação de impostos e blá blá blá....mas quando vem um investimento desses como as Usinas do Madeira são os primeiros a dar ''pitaco'' no assunto...ora pois!!! afinal...querem ou não que contribuamos para a economia do país?? Reclamam que vai devastar, que vai dizimar a floresta mas ao mesmo tempo reclamam que não temos participação ativa na economia brasileira, que ficamos com seus impostos...

Venho aqui dar um exemplo de não muito impacto ambiental, mas que se fosse feito na Amazônia daria o q falar...
Na cidade em que moro, Caxias do Sul - RS estão construindo uma ampliação do sistema de água tratada para o município...vai haver uma área alagada de 2,112 Km², o que equivale cerca de 200 hectares e quase não se ouviu reclamações sobre impacto ambiental, sendo que naquela área existe parte de mata nativa, com fauna e flora originais...e flora incluindo uma planta SUPER protegida por lei que é a Araucária....e como disse anteriormente, se isso fosse na Amazônia demoraria 10 anos para o início das obras...
bem...é isso aí pessoal...abraços

BR 364
October 28th, 2009, 02:40 AM
^^ Realmente há um tratamento diferenciado em relação à Amazônia. E o pior é que quem não mora na região acha super normal isso, como se a Amazônia fosse um mundo à parte. Não entro no mérito se é ou não justo e correto que se tome tanto cuidado e se imponham tantas barreiras e restrições a tudo que se faz na Amazônia. A questão é que se todo esse cuidado e restrições são justas e corretas aqui, também são justas e corretas e qualquer outro lugar. Mas não é isso que se vê, há sempre dois pesos e duas medidas. Basicamente, quando se trata da Amazônia o meio ambiente é prioridade e o desenvolvimento é secundário. Já nas outras regiões ocorre o contrário, a preocupação com o meio ambiente só se manifesta quando ela não interfere nos interesses econômicos.

Tenhos duas perguntas sobre as Usinas... São as seguintes:

1) Qual seria a projeção de impostos (ou seria royalties?) que deverão ser recolhidos aos cofres municipais/estaduais após o início das operações?

2) Existe algum núcleo populacional (ex. distrito, vilarejo, etc) próximo às Usinas que pode pleitear futuramente a emanciapção de PHV (quando a tal Lei Complementar for editada) de olho nesses recursos?

E.T. Belas imagens!
1) Com relação a valores, não sei te informar. Também queria saber. O que eu sei é que de acordo com a legislação tributária vigente, o ICMS referente à energia produzida vai 100% para o estado consumidor. Não fica 1 centavo sequer de ICMS para os estados produtores. Ou seja, se o estado de SP consome 30% da energia produzida em RO e o próprio estado de RO consome apenas 0,5%, o estado de SP vai receber 30% do ICMS da energia gerada em RO e o próprio estado gerador fica com apenas 0,5% do ICMS.
Esse é só mais um dos muitos mecanismos legais e tributários que favorecem os estados mais populosos, mas que a turma do "nós carregamos o Brasil nas costas" nunca fica sabendo...
Alguns deputados de estados produtores de energia (entre eles RO) estão tentando mudar isso, mas nós sabemos que se os estados grandes não quiserem essa mudança, ela não acontece, que aliás é como as coisas funcionam na nossa maravilhosa "federação", as decisões sempre são tomadas de acordo com os interesses dos estados maiores.

2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.

Espartano_bsb
October 28th, 2009, 04:36 AM
1) Com relação a valores, não sei te informar. Também queria saber. O que eu sei é que de acordo com a legislação tributária vigente, o ICMS referente à energia produzida vai 100% para o estado consumidor. Não fica 1 centavo sequer de ICMS para os estados produtores. Ou seja, se o estado de SP consome 30% da energia produzida em RO e o próprio estado de RO consome apenas 0,5%, o estado de SP vai receber 30% do ICMS da energia gerada em RO e o próprio estado gerador fica com apenas 0,5% do ICMS.
Esse é só mais um dos muitos mecanismos legais e tributários que favorecem os estados mais populosos, mas que a turma do "nós carregamos o Brasil nas costas" nunca fica sabendo...
Alguns deputados de estados produtores de energia (entre eles RO) estão tentando mudar isso, mas nós sabemos que se os estados grandes não quiserem essa mudança, ela não acontece, que aliás é como as coisas funcionam na nossa maravilhosa "federação", as decisões sempre são tomadas de acordo com os interesses dos estados maiores.

2) No caso da UHE de Santo Antônio, ela fica muito próxima da área urbana de PVH, então é praticamente impossível surgir outro município que a tire de PVH. No caso da UHE de Jirau, localizada a 130 km da área urbana de PVH, existem dois distritos bem próximos, Jaci-Paraná e Mutum-Paraná, que hoje são ainda muito pequenos, mas que já estão vivendo o boom trazido pelas usinas e é bem provável que num futuro não muito distante venham a se desmembrar de PVH. Esses distritos na verdade já tinham uma tendência a se desmembrarem de PVH no futuro, devido à distância, mas o desenvolvimento trazido pelas usinas certamente acelerará esse processo.

^^ Obrigado pelos esclarecimentos! :)

BR 364
November 9th, 2009, 07:15 PM
Matéria do Financial Times destaca UHE Santo Antônio

06/11/2009

http://www.santoantonioenergia.com.br/upload/portal_mesa/pt/noticias/ultimas_noticias/interna_0511_noticiafinancial.jpg

A construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio ganhou a atenção da imprensa inglesa. Em sua edição de 5 de novembro, o jornal Financial Times publicou uma matéria sobre a geração de energia elétrica no Brasil, com destaque para o projeto, investimento e construção da UHE.

O texto menciona as grandes proporções da obra, tanto em estrutura e capacidade de geração, como também em relação às medidas adotadas pela Santo Antônio Energia para redução dos impactos sociais e ambientais gerados pelo empreendimento.

Para acessar a versão original (em inglês) da matéria publicada no site do jornal, clique aqui (http://www.ft.com/cms/s/0/d8b8f78a-c8d9-11de-8f9d-00144feabdc0.html?nclick_check=1).

Fonte: http://www.santoantonioenergia.com.br/site/portal_mesa/pt/noticias/ultimas_noticias/ultimas_noticias.aspx?utm_source=home_portal_SA_PT&utm_medium=Noticia&utm_content=Link&utm_campaign=06/11/2009%2015:21#1748

BR 364
November 10th, 2009, 04:05 AM
A Matéria do Financial Times na versão impressa do jornal:

http://img145.imageshack.us/img145/8117/financialtimesf.jpg

RoBruschi
November 13th, 2009, 10:55 PM
Não sei se alguém já postou antes, mas de qq forma segue link para uma apresentação bastante interessante sobre o projeto da UHE Santo Antonio:

http://www.ie.org.br/site/ieadm/arquivos/arqnot2500.pdf

Um abraço