angcammoc
April 25th, 2009, 03:56 PM
Complexo habitacao (em construcao)
Um total de 576 apartamentos para habitação serão construídos no bairro de Zimpeto, naquilo que será um novo bairro residencial de estruturação vertical (prédios), no quadro de uma iniciativa Pública-Privada, envolvendo o Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) e o Millennium bim.
Para o efeito, as partes, representadas pelo edil da capital do país, Eneas Comiche, e pelo presidente da Comissão Executiva do bim, João Figueiredo, procederam ontem ao lançamento da primeira pedra do empreendimento, cujas obras arrancam no primeiro trimestre de 2009.
Além dos 576 apartamentos, dos quais 36 do tipo 1, 180 do tipo 2 e 360 do tipo 3, a serem construídos na área da grande reserva municipal de Zimpeto, o projecto prevê a implantação de infra-estruturas básicas e os respectivos serviços de apoio dirigidos à população de médio rendimento.
A construção do bairro estará a cargo da Leirislena Moçambique, Lda, empresa que, de acordo com o seu responsável, João Nogueira, se compromete a concluir o empreendimento em quatro anos.
A construção do bairro será feita em três fases, sendo a primeira de 96 fogos, avaliados em 7 milhões de dólares americanos, a segunda, de 192, e a terceira e última, de 288 apartamentos, cujo custo é de 12 milhões e 16,3 milhões de dólares americanos, respectivamente. O custo total das obras é de 35,9 milhões de dólares.
A construção dos 576 apartamentos no Zimpeto é, para o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, Eneas Comiche, a materialização de mais um plano parcial de urbanização, de tantos que a edilidade projectou no quadro das iniciativas de expansão da urbe. Segundo Eneas Comiche, a capital do país está em condições de expandir em dois sentidos, sendo um para o norte (Marracuene) e outro para o sul (Catembe).
Para João Figueiredo, o desenvolvimento deste complexo habitacional enquadra-se na estratégia comercial definida pelo banco para o incremento de produtos dirigidos ao segmento da média renda, nomeadamente o crédito à habitação, que combine a finalidade económica do negócio do banco com a oferta de um produto socialmente útil ao desenvolvimento da comunidade e com impacto ambiental positivo.
Segundo afirmou, a nova residencial de Zimpeto faz parte do primeiro grande projecto de promoção de habitação e infra-estruturas dirigidas à população de rendimento médio.
“Acreditamos que aqui serão felizes as primeiras 500 famílias e que muitas outras encontrarão o seu espaço de felicidade nesta cidade”, disse João Figueiredo, saudando o edil de Maputo, Eneas Comiche, por ter acreditado na viabilidade do projecto, mas sobretudo por se ter envolvido directamente nas negociações iniciadas há sensivelmente quatro anos
Um total de 576 apartamentos para habitação serão construídos no bairro de Zimpeto, naquilo que será um novo bairro residencial de estruturação vertical (prédios), no quadro de uma iniciativa Pública-Privada, envolvendo o Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) e o Millennium bim.
Para o efeito, as partes, representadas pelo edil da capital do país, Eneas Comiche, e pelo presidente da Comissão Executiva do bim, João Figueiredo, procederam ontem ao lançamento da primeira pedra do empreendimento, cujas obras arrancam no primeiro trimestre de 2009.
Além dos 576 apartamentos, dos quais 36 do tipo 1, 180 do tipo 2 e 360 do tipo 3, a serem construídos na área da grande reserva municipal de Zimpeto, o projecto prevê a implantação de infra-estruturas básicas e os respectivos serviços de apoio dirigidos à população de médio rendimento.
A construção do bairro estará a cargo da Leirislena Moçambique, Lda, empresa que, de acordo com o seu responsável, João Nogueira, se compromete a concluir o empreendimento em quatro anos.
A construção do bairro será feita em três fases, sendo a primeira de 96 fogos, avaliados em 7 milhões de dólares americanos, a segunda, de 192, e a terceira e última, de 288 apartamentos, cujo custo é de 12 milhões e 16,3 milhões de dólares americanos, respectivamente. O custo total das obras é de 35,9 milhões de dólares.
A construção dos 576 apartamentos no Zimpeto é, para o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, Eneas Comiche, a materialização de mais um plano parcial de urbanização, de tantos que a edilidade projectou no quadro das iniciativas de expansão da urbe. Segundo Eneas Comiche, a capital do país está em condições de expandir em dois sentidos, sendo um para o norte (Marracuene) e outro para o sul (Catembe).
Para João Figueiredo, o desenvolvimento deste complexo habitacional enquadra-se na estratégia comercial definida pelo banco para o incremento de produtos dirigidos ao segmento da média renda, nomeadamente o crédito à habitação, que combine a finalidade económica do negócio do banco com a oferta de um produto socialmente útil ao desenvolvimento da comunidade e com impacto ambiental positivo.
Segundo afirmou, a nova residencial de Zimpeto faz parte do primeiro grande projecto de promoção de habitação e infra-estruturas dirigidas à população de rendimento médio.
“Acreditamos que aqui serão felizes as primeiras 500 famílias e que muitas outras encontrarão o seu espaço de felicidade nesta cidade”, disse João Figueiredo, saudando o edil de Maputo, Eneas Comiche, por ter acreditado na viabilidade do projecto, mas sobretudo por se ter envolvido directamente nas negociações iniciadas há sensivelmente quatro anos