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Sem Eira nem Beira
April 30th, 2011, 05:29 PM
Vão a este link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal

Façam scroll down até ao quadro das "Cidades mais populosas em Portugal" e digam-me se aquela parvoíce pegada não visa unicamente destacar Lisboa, as usual.

Todos sabemos que Sintra já passou ou passará em breve Lisboa em total de população. No entanto só apresentam algumas das suas freguesias, que sendo cidades, estão numa tabela que mistura concelhos com cidades e assegura que é a nossa muito "querida e rechonchudinha" capital no topo da lista. E o raio da coisa chama-se "Cidades mais populosas". Há vergonha na cara desta gente que criou a página? A resposta óbvia é: não.

Barragon
April 30th, 2011, 05:39 PM
Aquele quadro está correcto.

São as cidades censitárias do INE e consideradas como oficiais... não entendo esse drama.

Sintra Concelho não existe como unidade de cidade... é simplesmente a junção de vários possíveis concelhos: Queluz, Cacém e Mem Martins.

Contudo, Lisboa cidade vai para além das suas fronteiras....

sjay
May 1st, 2011, 02:58 AM
A cidade de Braga não tem 174 mil pessoas. Essa é aproximadamente a população do concelho

Sem Eira nem Beira
May 1st, 2011, 05:18 AM
A cidade de Braga não tem 174 mil pessoas. Essa é aproximadamente a população do concelho

Precisamente. São coisas diferentes misturadas na mesma tabela com um propósito aparentemente manhoso.

Tomando o exemplo de Braga (http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c2/Braga_freguesias.png), usam a população total do concelho, nem sequer a das freguesias que compõem a "cidade". Tal como Lisboa, Porto, Amadora, Setúbal, Coimbra, etc. Já em relação a Gaia apresentam o nome do concelho e depois tem um valor ridículo que não se sabe a que freguesia(s) pertence. E assim Sintra já pode ser retalhada a gosto. Just looooooooooove it!

Aspire
May 1st, 2011, 01:47 PM
A questão se bem percebi está que para uns casos usam o concelho (como por exemplo em Lisboa e Porto) e para outro usam só algumas freguesias. Creio que até faz algum sentido, pois Sintra cidade não é definitivamente Sintra concelho. Gaia por exemplo apesar de tudo já é mais cidade concelho que Sintra, mas também não se pode considerar o concelho como a cidade.

De qualquer forma as populações de Lisboa e Porto tem estado a diminuír paulatinamente ano após ano (embora exista agora uma tendência para a estagnação) pelo que se há alguma tendência demografica é para perda/estagnação de população dessas cidades. Assim não creio que se esteja a empolar nada.

Andre_Filipe
May 3rd, 2011, 02:39 PM
Isso porque no Porto e Lisboa, a população da cidade é igual à do concelho. No que toca a população de cidades, estas ainda estão bem acima do resto.

Sem Eira nem Beira
May 3rd, 2011, 03:42 PM
Isso porque no Porto e Lisboa, a população da cidade é igual à do concelho. No que toca a população de cidades, estas ainda estão bem acima do resto.

Tomando o exemplo de Braga (http://upload.wikimedia.org/wikipedi...freguesias.png), usam a população total do concelho, nem sequer a das freguesias que compõem a "cidade".

Não há critério comum naquela lista, pura e simplesmente.

Izmailov
May 4th, 2011, 11:16 PM
^^É verdade.

Aspire
May 15th, 2011, 04:50 PM
http://esa.un.org/unpd/wpp/unpp/p2k0data.asp

^^Mesmo com uma taxa de fertilidade a estabilizar em torno de 1.8-1.9 no final deste século as últimas previsões da UN dão a população Portuguesa abaixo dos 7 milhões.

Espanha perde população mas pouca, e França aumenta a sua população em 18 milhões de pessoas.

Os países de leste ficam uma desgraça, a Russia fica perto dos 100 milhões e a Bulgária :ohno:

paradise at Tagus
May 15th, 2011, 04:56 PM
Os países de leste ficam uma desgraça, a Russia fica perto dos 100 milhões e a Bulgária :ohno:

Qual é a perspectiva para a esperança média de vida e para a taxa de mortalidade nos países de leste?

Barragon
May 15th, 2011, 05:06 PM
Isso é treta.

Aspire
May 15th, 2011, 06:05 PM
Qual é a perspectiva para a esperança média de vida e para a taxa de mortalidade nos países de leste?

http://esa.un.org/unpd/wpp/unpp/Panel_profiles.htm

^^ é só por o nome do país que se quer e esta lá toda a informação.

Aspire
June 1st, 2011, 12:51 AM
Barrigas de aluguer

Crise leva mulheres a alugar o útero, apesar de ser ilegal

http://www.publico.pt/Sociedade/crise-leva-mulheres-a-alugar-o-utero-apesar-de-ser-ilegal_1496793

Sinceramente não vejo qual o mal, ainda por mais numa sociedade que aceita o aborto fora de casos de risco. E não creio que exista uma correlação forte entre a actual crise e este fenómeno.

Da minha parte creio que é um fenómeno bem-vindo.

sjay
June 1st, 2011, 01:45 AM
Esta decréscimo populacional é pessimo para o estado social, mas será uma situação transitória.O problema é que será a nossa geração a pagá-la.
A questão é: não estamos sempre a queixar-nos da auto-sustentabilidade do planeta? Não será este o inicio de um re-equilibrio?
Daqui a 20 ou 50 anos provavelmente acontecerá a mesma situação nos BRIC e posteriormente nos outros países em vias de desenvolvimento

Paulo_1984
June 1st, 2011, 03:13 AM
Os países de leste começaram a regressão demográfica muito mais cedo que os paises ocidentais.

Muitos atingiram o seu pico populacional em finais da década de 80.

O desastre de Chernobyl também acentuou a queda em países como Bulgária e Ucrânia.

A queda do Muro foi outro fator e por fim a adesão à UE de alguns destes países.

E claro a queda generalizada da natalidade.

Espanha, França e Reino Unido são dos poucos onde a população aumentará significativamente, muito suportada pela imigração.

Mas isto são sempre cenários... E com a crise que vai pela Europa, muita coisa ainda vai mudar...

Aspire
June 1st, 2011, 01:09 PM
Os países de leste começaram a regressão demográfica muito mais cedo que os paises ocidentais.

Muitos atingiram o seu pico populacional em finais da década de 80.

O desastre de Chernobyl também acentuou a queda em países como Bulgária e Ucrânia.

A queda do Muro foi outro fator e por fim a adesão à UE de alguns destes países.

E claro a queda generalizada da natalidade.

Espanha, França e Reino Unido são dos poucos onde a população aumentará significativamente, muito suportada pela imigração.

Mas isto são sempre cenários... E com a crise que vai pela Europa, muita coisa ainda vai mudar...

A Espanha não verá a sua população aumentar. Irá estagnar.

Aspire
June 1st, 2011, 01:27 PM
Esta decréscimo populacional é pessimo para o estado social, mas será uma situação transitória.O problema é que será a nossa geração a pagá-la.

Se tudo se mantiver constante (e nada faz prever que venha a existir uma alteração favorável) (até pode existir um agravamento desfavorável dos principais factores) o decréscimo será bem maior do que o previsto. Isto a nível nacional e europeu.

A questão é: não estamos sempre a queixar-nos da auto-sustentabilidade do planeta? Não será este o inicio de um re-equilibrio?
Daqui a 20 ou 50 anos provavelmente acontecerá a mesma situação nos BRIC e posteriormente nos outros países em vias de desenvolvimento

Assiste-se actualmente a um decréscimo significativo das taxas de fertilidade em quase todos os países do mundo. Sejam desenvolvidos ou não. Dentro de 10 anos países com taxas acima dos 3 serão muito poucos. Países como o Brasil, a Turquia e o Egito irão baixar da taxa de reposição de forma contínua nos próximos 3-5 anos.

Filipe_Teixeira
June 1st, 2011, 02:39 PM
Aquele quadro está correcto.

São as cidades censitárias do INE e consideradas como oficiais... não entendo esse drama.

Sintra Concelho não existe como unidade de cidade... é simplesmente a junção de vários possíveis concelhos: Queluz, Cacém e Mem Martins.

Contudo, Lisboa cidade vai para além das suas fronteiras....

mas esqueceram-se de Almada. e depois metem freguesias que estao a ser consideradas cidades

daniel322
June 1st, 2011, 06:28 PM
mas esqueceram-se de Almada.
E de Coimbra.... São Domingos de Rana é cidade??.. pensei que era aldeia, apesar das mais populosas..

Aspire
June 1st, 2011, 08:24 PM
http://www.publico.pt/Sociedade/crise-leva-mulheres-a-alugar-o-utero-apesar-de-ser-ilegal_1496793

Sinceramente não vejo qual o mal, ainda por mais numa sociedade que aceita o aborto fora de casos de risco. E não creio que exista uma correlação forte entre a actual crise e este fenómeno.

Da minha parte creio que é um fenómeno bem-vindo.

A palhaçada (desculpem a expressão) continua.

http://www.publico.pt/Sociedade/barrigas-de-aluguer-levam-a-queixa-no-diap-e-na-inspeccaogeral-de-saude_1497059

Eu percebo que a lei é para se cumprir, mas é um exagero tanto celeuma por isto quando o aborto é legal.

fred_mendonca
June 1st, 2011, 09:17 PM
E de Coimbra.... São Domingos de Rana é cidade??.. pensei que era aldeia, apesar das mais populosas..

S. Domingos de Rana é uma freguesia.

Aspire
June 7th, 2011, 04:02 PM
População em Portugal diminuiu em 2010 pela primeira vez na última década
07 Junho 2011 | 12:02
Diogo Cavaleiro - diogocavaleiro@negocios.pt

No ano passado, registou-se a taxa de crescimento migratório mais baixa dos últimos dez anos, de acordo com dados do INE.
O número de pessoas a habitar em Portugal caiu ligeiramente em 2010, o único ano em que o crescimento populacional não foi positivo no País, ao longo da última década.

De acordo com as estimativas provisórias de população residente, do Instituto Nacional de Estatística (INE), a população residente em território nacional era de 10.636.979 pessoas no último dia do ano passado, o que representa uma perda de 734 indivíduos face ao número de 2009.

A taxa de crescimento efectivo foi, portanto, negativa, no valor de 0,01%. Este número é definido consoante a relação entre os nascimentos e as mortes (taxa de crescimento natural) e entre as imigrações e as emigrações (taxa de crescimento migratório).

Em 2010, o contributo para o ponto negativo foi dado pela taxa natural negativa, o que já tinha acontecido também em 2009, o que quer dizer que a taxa de mortalidade foi superior à da natalidade. O saldo negativo foi de 4.549 indivíduos, numa taxa de -0,04%, de acordo com o INE.

Mas a evolução dos movimentos migratórios também acabou por não ser tão positiva como no ano anterior. No final de 2010, havia um saldo migratório positivo de 3.815 pessoas. A taxa foi de 0,04%, a mais baixa dos últimos dez anos. Em 2001, a mesma estava em 0,63%.

A população de 10.636.979 pessoas (10,6 milhões) a residir em Portugal aproxima-se dos 10,6 milhões indicados por Alda de Carvalho, presidente do INE, como a expectativa do instituto para os resultados dos Censos 2011. Os dados preliminares dos Censos serão publicados no próximo mês de Julho.

Aliás, os dados da operação Censos poderão alterar os números indicados hoje, já que as estatísticas provisórias hoje anunciadas só se tornarão definitivas quando se conhecerem os resultados do recenseamento que esteve nas ruas nos últimos meses.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=489371

Aspire
June 8th, 2011, 09:49 AM
Há cada vez menos gente a querer viver em Portugal
08 Junho 2011 | 00:01
Catarina Almeida Pereira - catarinapereira@negocios.pt

Mais saídas, menos entradas, mais mortes, menos bebés. População cai pela primeira vez em 19 anos.
Não é só aos olhos dos portugueses que o País está menos atractivo. No ano passado vieram para Portugal 27.575 pessoas, o número mais baixo desde pelo menos o início do século, que corresponde a quase um terço do que foi verificado em 2001. O facto desta evolução ocorrer numa altura em que aumentam as saídas do País, e em que os nascimentos são inferiores aos óbitos, contribuiu para gerar no ano passado uma situação inédita em quase duas décadas: a população residente caiu, ainda que de forma muito ligeira, de acordo com os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE).

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=489523

Seremos menos de 10 milhões já em 2025?

Aspire
June 8th, 2011, 03:17 PM
Reino Unido a caminho de ser o maior país da União Europeia
08 Junho 2011 | 12:05
Eva Gaspar - egaspar@negocios.pt

É o mais eurocéptico e a dinâmica demográfica promete convertê-lo no maior país da UE, lugar hoje ocupado pela Alemanha, que perderá quase 19% da população até 2060. Portugal também encolherá: terá quase menos 400 mil habitantes daqui a 50 anos.
Estas conclusões decorrem de projecções, hoje divulgadas pelo Eurostat, sobre a evolução da população nos actuais 27 países da União Europeia ao longo dos próximos 50 anos. A confirmarem-se, estas projecções farão do Reino Unido o maior país da UE, com 79 milhões de habitantes, mais 27,3% do que a população contabilizada em 2010.

Pressupondo que até lá não aderirá nenhum Estado maior (como a Turquia) e que se manterão as actuais regras, em que os votos e o número de eurodeputados dependem fundamentalmente da população, o mais eurocéptico dos países europeus passará a ser o mais determinante no processo de decisão comunitário, destronando a Alemanha.

A Alemanha deverá cair para o terceiro posto (perderá 18,8% da sua população, que ficará reduzida a 66 milhões) e em 2060 terá sido também ultrapassada pela França, que até lá deverá ver a sua população crescer 13,9%, para 74 milhões.

Nos cálculos do departamento comunitário de estatística, a evolução da população será positiva em 14 dos actuais 27 países, e negativa nos restantes 13. Irlanda (46,5%) e Luxemburgo (45%) deverão liderar, e de longe, a capacidade de crescer em termos demográficos. Nesse grupo de países, figuram ainda a Espanha, a Suécia ou Itália.

Já Portugal, encaixa-se no grupo de países que verá a respectiva população encolher: 3,5%, o que significa perder quase de 400 mil habitantes face a 2010. Ano em que, segundo dados divulgados esta semana pelo INE, se registou, pela primeira vez no século XXI, uma diminuição da população portuguesa, que fechou o ano com 10 636 979 habitantes, menos 734 do que no fim de 2009.

O Eurostat admite que a população portuguesa volte a crescer moderadamente até 2035, mas assume que essa tendência será mais do que anulada até 2060, ano em que a população andará na casa dos 10.266.000.

A "desertificação" humana será um processo fortemente acentuado na Bulgária (com o Eurostat a prever que o país perca mais de um quarto dos seus habitantes até 2060), assim como a generalidade dos países do Báltico, onde a queda andará em torno de 20%.

Em média, a população da UE-27 crescerá 4,7% até 2035, mas, a partir desse "pico", começará a regredir. Entre 2010 e 2060, aumentará 3,2% para 516.940.000, calcula o Eurostat.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=489645

Aspire
June 14th, 2011, 06:39 PM
O sucesso do Governo

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES16 Maio 201167 comentários

Já tudo se disse sobre o memorando de entendimento entre Portugal e as organizações internacionais. Temos aí um plano, exigente mas equilibrado, para regressar à solidez financeira e crescimento económico. Basta que o próximo governo o assuma como prioridade e vença os grupos de pressão, aqueles que nos trouxeram a esta situação e ainda estão vivos e activos para se protegerem dos cortes.

O mais espantoso neste processo é que, na miríade de comentários, mal se tenha falado do pior problema estrutural do país que, apesar de compreensivelmente alheio ao memorando, está por baixo de boa parte das dificuldades actuais: a decadência demográfica. Portugal tem a taxa de fertilidade mais baixa da Europa ocidental, quase metade do nível de reposição das gerações. Somos um país em via de extinção.

A crise torna essa queda mais patente com o refluxo da imigração, que mascarou a situação, agravado pela retoma da emigração. A ausência de crianças e jovens, que afecta o sistema educativo há anos, sente-se já em múltiplas outras áreas. Falta de produtividade, envelhecimento da população, problemas de segurança social, saúde, assistência, etc., são crescentes. Até a solução da dívida, poupar mais e trabalhar melhor, fica difícil num país com percentagem crescente de idosos. Temos a atenção centrada na solução das futuras condições socioeconómicas, sem haver sequer a certeza de existir um futuro.

Nos últimos anos, o Governo teve uma posição clara e empenhada neste assunto, com decisões fortes e incisivas. Facilitou o divórcio, subsidiou o aborto, promoveu o casamento homossexual, criando assim a mais maciça campanha de ataque e desmantelamento da família da nossa história. Dados os resultados, pode dizer-se que, pelo menos aqui, a política governamental foi um grande sucesso e o Executivo pode orgulhar-se. Deu mesmo cabo do País!

Até no meio da crise financeira, esta campanha ideológica continua imparável. Um exemplo um pouco tonto mostra-o bem. Nas últimas semanas, as ruas foram invadidas por um cartaz, assinado pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida e pelo Ministério da Saúde, com uma única mensagem: "Uso preservativo sempre."

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1852853&seccao=Jo%E3o%20C%E9sar%20das%20Neves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

^^Discordo da menção ao preservativo no último parágrafo, e nem sequer percebo onde quer ir. Mas de resto o artigo é meritório pelo facto de alertar a sociedade para o maior problema que o país atravessa actualmente (e possivelmente nas próximas décadas).

Daniel_Portugal
June 14th, 2011, 09:24 PM
Raisparta estas estimativas absurdas. E porque são o eurostat... são vistas como válidas.

O eurostat, por mais FACTOS ACTUAIS em que se baseie, não faz futurologia.

População da EUROPA arredondada ao pormenor estreito da simples dezena de milhar, em 2060? Hello? Estamos em 2011. Até pode ser que acertem, mas não porque a previsão foi bem feita... foi simplesmente porque tiveram sorte e acertaram. Pelo amor dos santos.

Daqui a 4 mil milhões de anos, a população da Terra será 0. Essa é uma estimativa mais fácil de fazer.

toniho
June 17th, 2011, 05:15 PM
Censos 2011: Portugal poderá ter menos 435 mil residentes do que o estimado

O INE só irá apresentar os primeiros dados preliminares dos Censos 2011 durante o mês de Julho de 2011, contudo, na página oficial dos Censos 2011 surgem já dois números relativos à operação censitária. Por um lado, o INE avança que foram recenseados 5,639 milhões de alojamentos (correspondendo a 98% dos previstos) e, por outro, foram recenseadas 10,202 milhões de pessoas (cerca de 96% da população estimada).
Segundo estes números e detendo-nos na população, a estimativa do INE antes do censos que aponta para a existência de cerca de 10,637 milhões de residentes no final de 2010, poderá ser fortemente revista em baixa pois poderão estar a “faltar” cerca de 435 mil residentes.
Se estes números se vierem a confirmar, a emigração registada ao longo dos últimos 10 anos (entre períodos censitários) será a principal suspeita para explicar a diferença apurada. Note-se que acompanhar os fluxos migratórios, em particular os que ocorrem no seio do espaço Schengen onde há livre circulação de pessoas, é particularmente difícil por não existirem registos formais. Contudo, apesar das dificuldades poderá ter acontecido que o INE falhou na percepção da magnitude do fenómeno migratório detectada por outros indicadores indirectos. Aguardemos pelos detalhes. É também para isto que servem os censos.

Fonte: http://economiafinancas.com/2011/06/censos-2011-portugal-podera-ter-menos-435-mil-residentes-do-que-o-estimado/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+EconomiaFinancas+%28Economia+%26+Finan%C3%A7as%29

daniel322
June 17th, 2011, 06:23 PM
Nos últimos anos, o Governo teve uma posição clara e empenhada neste assunto, com decisões fortes e incisivas. Facilitou o divórcio, subsidiou o aborto, promoveu o casamento homossexual, criando assim a mais maciça campanha de ataque e desmantelamento da família da nossa história. Dados os resultados, pode dizer-se que, pelo menos aqui, a política governamental foi um grande sucesso e o Executivo pode orgulhar-se. Deu mesmo cabo do País!

Até no meio da crise financeira, esta campanha ideológica continua imparável. Um exemplo um pouco tonto mostra-o bem. Nas últimas semanas, as ruas foram invadidas por um cartaz, assinado pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida e pelo Ministério da Saúde, com uma única mensagem: "Uso preservativo sempre."
Que estupidez pegada! Nascem menos bebés porque a maioria da população tem menos possibilidades financeiras, para além da mentalidade que mudou não só cá mas em toda a Europa. A grande diferença é toda no custo de vida, que leva os jovens a emigrar e faz pensar duas vezes quem pretendia para cá imigrar...

O resto, do comentário é apenas retrógado, homofóbico e ultrapassado.. para além de tonto..

toniho
June 17th, 2011, 06:37 PM
para além de tonto..

Friso esta parte. Como se as pessoas que não se pudessem divorciar só por isso passassem a ter mais filhos (é que mesmo que não conseguiam o divórcio as pessoas nem se separavam nem nada). O mesmo para os homossexuais - antes de se poderem casar com pessoas do mesmo sexo se calhar andavam por aí a procriar feitos malucos.
Mas pedir ao César das Neves para acordar e ver o mundo que o rodeia é um bocado de mais, ele vive lá no seu mundo e não há nada que o demova.

Barragon
June 17th, 2011, 08:39 PM
A sério que falta gente? :lol:

toniho
June 17th, 2011, 08:46 PM
Ou então emigraram, não? As estimativas do saldo migratório hoje em dia não conseguem ser muito rigorosas.

6oncalo
June 17th, 2011, 09:58 PM
Como eles falam na noticia, devido à inexistência de fronteiras entre o espaço Schengen é dificil controlar a saída e entrada de pessoas...

fernao
June 18th, 2011, 12:04 AM
Censos 2011: Portugal poderá ter menos 435 mil residentes do que o estimado



Fonte: http://economiafinancas.com/2011/06/censos-2011-portugal-podera-ter-menos-435-mil-residentes-do-que-o-estimado/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+EconomiaFinancas+%28Economia+%26+Finan%C3%A7as%29

Os resultados começam já a mostrar a qualidade das estimativas do Karlussantus... :lol::lol:

Karlussantus
June 18th, 2011, 01:52 AM
Os resultados começam já a mostrar a qualidade das estimativas do Karlussantus... :lol::lol:

Alto lá!! As previsões sempre foram do INE! :)

Mas pelos vistos a serem diferentes, é sempre a descer! ;)

Tu é que disseste isto:
recordo-te que a populacao presente em Coimbra em 2001 era 157.000, logo esses valores que colocas sao todos maus.

Magnifico: 170.000 - 180.000
Positivo: 160.000-170.000
Neutral: 150.000-160.000
Negativo: 140.000-150.000
Terrivel: 130.000-140.000

Irrealista: <130.000 ou >180.000

em populacao residente tira 5.000 a cada valor desses, embora eu de mais valor 'a populacao presente, uma vez que ter residencia num sitio nao significa quase nada, ha' muita gente registada num sitio que nao vive la', ja' se mudou, est'a emigrada, etc, tal como eu que vivi 2 anos em Lisboa e 6 anos no estrangeiro estando sempre "residente" em Coimbra...

...

para mim e' irrealista pensar que Coimbra tem menos habitantes que eleitores

ou que, como apontas nas previsoes, Coimbra tem 131.000 habitantes para 130.000 eleitores

enquanto Braga tem 177.000 habitantes para 150.000 eleitores

Ora pegando então nos teus números:

Magnifico: 165.000 - 175.000
Positivo: 155.000-165.000
Neutral: 145.000-155.000
Negativo: 135.000-145.000
Terrível: 123.000-135.000

Irrealista: <125.000 ou >175.000

Vamos lá ver onde vai parar.

P.S. E acredito que Braga não chegue então aos 177.000, é uma possibilidade.

Daniel_Portugal
June 18th, 2011, 02:37 AM
Quaisquer resultados que saiam nestes Censos (e para quem decidir ser chato, mesmo que SUPER positivos para o Porto), não poderão ser muito fiáveis.

Estes Censos foram das maiores tretas que se fizeram. Grosso modo, todos os municipios vão apresentar populações INFERIORES às reais.

Al-Madan
June 18th, 2011, 02:21 PM
Quaisquer resultados que saiam nestes Censos (e para quem decidir ser chato, mesmo que SUPER positivos para o Porto), não poderão ser muito fiáveis.

Estes Censos foram das maiores tretas que se fizeram. Grosso modo, todos os municipios vão apresentar populações INFERIORES às reais.

Explica lá isso.

sjay
June 18th, 2011, 03:25 PM
As pessoas no inicio estavam receosas, MAS no fim acabaram por quase todas serem recenseadas. Dos casos que conheço foi 100%, apesar de no inicio parecer que não.
Em todos os censos houve sempre problemas. O INE está ciente disso, por isso há uma margem de erro associada.
Neste censos há uma coisa que não havia em tão larga escala nos outros: a imigração.

toniho
June 18th, 2011, 04:41 PM
O que deve ter havido em larga nestes censos foi «emigração», não «imigração» (isso em 2001 deve ter havido muito mais).
E mesmo «emigração» não é a primeira vez que isso muda completamente os resultados da operação censitária face ao previsto, já em 1970 os resultados foram grandemente afectados pela forte emigração que existiu durante a década de 60.

sjay
June 18th, 2011, 05:11 PM
conheço toneladas de casos de imigração que não estariam contabilizados em 2001. Casos de emigração conheço alguns, mas poucos

toniho
June 19th, 2011, 01:18 AM
O que é que isso tem a ver sjay?
O que se está aqui a falar, é que os primeiros resultados dos censos indicam que há muito menos gente a viver em Portugal do que as estimativas indicavam. Ora como diz no blogue que eu citei, a causa mais provável para esses erros seria uma sub-estimação da emigração. Se o problema fosse no lado da imigração os resultados seriam superiores à estimativa, não inferiores.

sjay
June 19th, 2011, 01:22 AM
Eu qd falei sobre o problema da imigração não era por causa disso.
O Daniel disse que estes censos eram uma treta. Eu disse que até correram bem (do que conheço) e a única coisa que me deixava alguma dúvidas era o recenseamento dos imigrantes pois agora são mais que muitos

toniho
June 19th, 2011, 01:30 AM
Esclarecido então!
Tenho é muitas dúvidas que em 2011 existissem mais imigrantes do que 2001 (não foram só os portugueses a sair de Portugal devido às más condições económicas). Mas posso estar enganado.

sjay
June 19th, 2011, 01:41 AM
em 2001 eram imigrantes temporarios. Em 2002-2003 eram às resmas. Entretanto a esmagadora maioria foi embora. A questão é que os que ficaram agoram são recenseaveis, em 2001 provavelmente não

Aspire
June 24th, 2011, 12:42 AM
Que estupidez pegada! Nascem menos bebés porque a maioria da população tem menos possibilidades financeiras, para além da mentalidade que mudou não só cá mas em toda a Europa. A grande diferença é toda no custo de vida, que leva os jovens a emigrar e faz pensar duas vezes quem pretendia para cá imigrar...

O resto, do comentário é apenas retrógado, homofóbico e ultrapassado.. para além de tonto..

^^Desculpa, mas hoje as pessoas tem mais disponibilidade financeira do que a 10, 20 e 30 anos atrás. Não têm o que crêem que devem ter ou merecer, mas isso é outra conversa.

amsl
June 24th, 2011, 10:40 AM
Censos: Já somos mais de 56 mil!
Os dados preliminares dos Censos 2011 revelam que a cidade aumentou em 3921 o número de habitantes.

in Reconquista

A cidade cresceu bastante!
Agora só restam saber mesmo os valores exactos!:banana:

vanadio
June 24th, 2011, 01:06 PM
Onde estão esses dados preliminares?

fernao
June 24th, 2011, 01:16 PM
encontram-se algumas noticias pela net ja a falar dos dados preliminares:

Censos 2011 concluídos no Concelho do Arruda dos VinhosOs resultados preliminares do Censos 2011 apontam para um aumento populacional, no concelho de Arruda dos Vinhos, de 29% face aos resultados de 2001, num total de 13 408 habitantes.


Câmara Municipal divulgou resultados preliminares dos Censos 2011 06/04/20110 Referência para o facto de a Póvoa de Lanhoso ter apresentado uma das maiores taxas do país ao nível da submissão dos questionários aos Censos pela internet. Em nove freguesias do concelho, esse valor ficou-se nos 100 por cento e em 16 ficou acima dos 92 por cento. “Vocês fizeram com que a Póvoa de Lanhoso fosse, mais uma vez, uma referência nacional”, destacou, de entre outros aspectos, o Presidente da Câmara Municipal.
A diminuição do número de pessoas residentes no concelho, situando-se agora nos 21 mil 906 (menos 929 do que em 2001), foi um dos principais resultados apresentados, apontando os casos de algumas freguesias com importantes quebras de população residente (Sobradelo da Goma, Serzedelo, Garfe, Galegos, Esperança, Fontarcada, Travassos e Santo Emilião).

camaras e jornais parece que ja tem os dados.. ou talvez so' as camaras, que depois as passam aos jornais

fernao
June 24th, 2011, 02:31 PM
vao aparecendo resultados divulgados por jornais locais..

Censos 2011: Distrito de Beja perdeu 10 mil habitantes
24-Mai-2011

O distrito de Beja perdeu quase 10 mil habitantes, de 2001 a 2011, e o concelho 4,12 por cento da população. O sociólogo Jorge Salvador considera que "os dados acentuam, em termos gerais, a tendência para a perda de população" e que "a capital de distrito deixou de ser atractiva".



O distrito de Beja perdeu 10 mil habitantes de 2001 a 2011, cerca de mil por ano. O concelho assistiu à diminuição, naquele período, de 4,12 por cento da população. Estes são números não oficiais dos Censos 2011, cujos resultados provisórios ainda não foram anunciados, mas que deverão ser divulgados no próximo mês de Julho.

Os dados foram obtidos pelo “Alentejo Popular” e indicam que no distrito de Beja quase todos os concelhos perderam população, à excepção de Odemira que conseguiu manter o mesmo número de habitantes que tinha em 2001.

O concelho que registou maior quebra demográfica, de acordo com os dados preliminares, foi o de Mértola, 16,3 por cento. Os concelhos de Ourique e de Aljustrel também sofreram perdas de dois dígitos, na ordem dos 13 por cento. O de Beja assistiu a uma diminuição de 4,12 por cento da população.

Jorge Salvador, sociólogo, analisou os dados e disse que os mesmos indicam “preocupações na manutenção da demografia no distrito, na medida em que a perda do saldo fisiológico natural, ou seja, a diferença entre o número de nascimentos e de mortes, não é recuperável com o saldo migratório”.

Sobre as perdas sofridas no concelho de Beja, entre 2001 e 2011, Jorge Salvador considera que “nunca antes se tinha assistido a uma baixa tão significativa” e que isso quer dizer que “apesar dos investimentos efectuados nos projectos estruturantes para a região, a capital de distrito deixou de ser atractiva”.

O sociólogo Jorge Salvador está preocupado com os dados avançados e referiu que “ainda não há ruptura demográfica”, mas que “a diminuição da população significa perda de redes sociais de suporte e de relações de proximidade”. Na sua opinião é urgente “contrariar esta tendência, pensando numa nova forma de ocupação do território, voltando ao campo, apostando na agricultura e nas agro indústrias”.

Jorge Salvador terminou referindo que “o concelho de Odemira conseguiu manter o número de habitantes, porque apostou no desenvolvimento do seu aparelho produtivo, virando-se para as potencialidades do concelho e diversificando”. O sociólogo garante que “as perdas demográficas só se conseguem combater com desenvolvimento” e que "os projectos estruturantes da região, se vierem a ter no futuro as repercussões esperadas, em especial Alqueva e o aeroporto, podem ajudar a criar emprego, contribuindo para a fixação de quadros, ajudando na recuperação demográfica”.

http://www.riomira.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4121:censos-2011-distrito-de-beja-perdeu-10-mil-habitantes&catid=8:sociedade-

Barragon
June 24th, 2011, 07:04 PM
:(

vanadio
June 24th, 2011, 07:14 PM
Muito mau... :(

Resultado de 10 anos de políticas centralistas...

Barragon
June 24th, 2011, 07:20 PM
Nada disso... além da falta de trabalho as pessoas preferem viver em locais frescos.

Aspire
June 24th, 2011, 07:20 PM
Mas a sério...algúem tinha duvídas que isto ia acontecer?

Estamos num autêntico descalabro demográfico.

Barragon
June 24th, 2011, 07:23 PM
O descalabro demográfico era previsto pela morte dos babyboomers e pelo êxodo rural. Mesmo assim a cidade de Beja deve ter atenuado esse descalabro.

alentejolover
June 24th, 2011, 07:34 PM
Há tempos que não consigo ver os dados do INE...

Vou a Dados Estatisticos, Estatisticas Territoriais , selecciono concelho e quando vou a Seleccionar Indicadores não consigo passar daí...

vanadio
June 24th, 2011, 07:42 PM
Nada disso... além da falta de trabalho as pessoas preferem viver em locais frescos.

Ao longo destes anos acabou-se com centros de saúde, escolas e outros serviços... Com grande corte no alentejo...

Ora, as pessoas também não querem ir para onde não há serviços...

Paulo_1984
June 24th, 2011, 08:18 PM
Quebra populacional é generalizada, e muitos municipios do Litoral deverão apresentar quedas e estagnações.

A mim surpreende-me é a queda não ter sido maior...

Mértola é dos casos mais drásticos de perda populacional dos últimos 50 anos.

Um município que já chegou a ter quase 30 mil habitantes deverá ter agora uns 8 mil.

Montalegre e Vinhais são outros exemplos. Municípios que já tiveram uma população considerável e agora estão no fim da lista nacional.

Maxair
June 24th, 2011, 09:16 PM
Censos: Já somos mais de 56 mil!
Os dados preliminares dos Censos 2011 revelam que a cidade aumentou em 3921 o número de habitantes.

in Reconquista

A cidade cresceu bastante!
Agora só restam saber mesmo os valores exactos!:banana:

Na verdade, é um erro GRAVE do jornal Reconquista, que atribui os 56 mil à CIDADE de Castelo Branco, quando obviamente este número pertence ao CONCELHO de Castelo Branco, o tal com 1438 km2 e 25 freguesias, incluindo a "minha" Alcains, por exemplo.
Tenho grande curiosidade pelos valores por freguesia. Em 2001, das 25 freguesias apenas cresceram C. Branco, Alcains e Lardosa. E agora, como será?

Paulo_1984
June 24th, 2011, 09:21 PM
Não deverá ser muito diferente... C. Branco e Alcains deverão ter absorvido o crescimento populacional do município.

AZT2009
June 24th, 2011, 09:28 PM
Censos: Já somos mais de 56 mil!
Os dados preliminares dos Censos 2011 revelam que a cidade aumentou em 3921 o número de habitantes.

Agora só restam saber mesmo os valores exactos!:banana:

exodo rural?

AZT2009
June 24th, 2011, 09:35 PM
...

Mértola é dos casos mais drásticos de perda populacional dos últimos 50 anos.

Um município que já chegou a ter quase 30 mil habitantes deverá ter agora uns 8 mil.

Montalegre e Vinhais são outros exemplos. Municípios que já tiveram uma população considerável e agora estão no fim da lista nacional.

O Concelho Setúbal(2º) e torres Vedras(3º) já estiveram em temos logo a seguir ao concelho Lisboa(1º)

Paulo_1984
June 24th, 2011, 09:43 PM
Não percebi o teu comentário?

Karlussantus
June 24th, 2011, 10:05 PM
Censos: Já somos mais de 56 mil!
Os dados preliminares dos Censos 2011 revelam que a cidade aumentou em 3921 o número de habitantes.

in Reconquista

A cidade cresceu bastante!
Agora só restam saber mesmo os valores exactos!:banana:

Lol, só mentirosos neste País...

O concelho de Castelo Branco tinha 55.709h em 2001, e a cidade 30.537h.

Em 2010 as previsões do INE apontavam para 53.270h em todo o concelho de Castelo Branco.

E agora com as revisões em baixa que o INE já alertou... "in Reconquista" conseguem dizer que afinal Castelo Branco já tem mais de 56.000h... :)

Anda tudo louco. :)

P.S. Manipulando a cidade estatística, aumentando-lhe ainda mais a área, ainda conseguem "aumentar" os valores da cidade... agora inventar habitantes para o concelho é que será mais complicado.

Aspire
June 25th, 2011, 01:44 AM
^^Não anda tudo louco, o que acontece é que toda a gente quer que a sua cidade seja a maior cá do burgo :lol:

vanadio
June 25th, 2011, 12:54 PM
^^Não anda tudo louco, o que acontece é que toda a gente quer que a sua cidade seja a maior cá do burgo :lol:

True :banana:

daniel322
June 30th, 2011, 03:43 PM
Afinal são só meio-mentirosos, Castelo Branco passou mesmo os 56 mil habitantes, só não sei onde foram buscar os 3921 de aumento...

Karlussantus
June 30th, 2011, 05:51 PM
Afinal são só meio-mentirosos, Castelo Branco passou mesmo os 56 mil habitantes, só não sei onde foram buscar os 3921 de aumento...

Pois, o INE é que andou a falhar à grande! :)

Para os 3921 usaram os valores da freguesia de Castelo Branco, contudo a cidade estatística extravasa a freguesia.

Castelo Branco 35 161-31 240= +3.921

Por isso, manipulando e aumentando a área da cidade estatística até podem conseguir um aumento superior.

mypyjamas
June 30th, 2011, 06:39 PM
O INE divulgou hoje os resultados preliminares dos Censos 2011, que mostram que a população residente em Portugal aumentou para 10.555.853, o número de famílias superou os 4 milhões e o número de alojamentos aproximou-se dos 6 milhões.


Os resultados preliminares dos Censos 2011, divulgados pelo INE, mostram que em dez anos a população residente em Portugal cresceu cerca de 1,9% e a população presente cerca de 3,2%.

A população portuguesa está a crescer de forma mais intensa no Algarve (14%) e na Madeira (9,4%), enquanto o Centro (-0,9%) e o Alentejo (-2,3%) foram as únicas regiões a perder população. Em Lisboa o número de residentes aumentou 5,8% e no Norte quase estagnou, apesar de ser a região mais populosa de Portugal (3,68 milhões de residentes).

[...]O relatório do INE mostra os municípios onde a população mais oscilou. Registaram-se crescimentos acima dos 40% em Santa Cruz na Madeira e Mafra na região de Lisboa, enquanto em Alcochete, Montijo e Sesimbra o aumento foi superior a 30%.

Quanto aos municípios do Porto e Lisboa, os dados do INE mostram que as capitais das áreas metropolitanas continuam a perder população, à semelhança do que se verificou em 2001. Ainda assim, a descida no Porto (-9,7%) é muito mais acentuada do que em Lisboa (-3,4%).

Habitação
Os Censos 2011 mostram que continuou a verificar-se em Portugal um elevado crescimento dos alojamentos e dos edifícios, cerca de 16,3% e 12,4%.

Jornal de Negócios (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=493507)

Aspire
July 7th, 2011, 03:30 PM
MATERNIDAD | Menos embarazos y más tardíos
España registra la tasa de natalidad más baja desde 2003

Se debe a una reducción progresiva del número de mujeres en edad fértil
También se ha registrado un descenso ligero de la fecundidad
La edad media de la maternidad en las españolas son los 31,9 años

Actualizado jueves 07/07/2011 12:50 horas

España registró el año pasado la tasa bruta de natalidad más baja desde el año 2003 con 10,5 nacimientos por cada 1.000 habitantes, después de que el número de nacidos descendiera por segundo año consecutivo, con una caída del 1,96% hasta los 484.055, según el avance de datos del Movimiento Natural de la Población del Instituto Nacional de Estadística (INE).

Durante el año pasado se produjo un descenso del número de fallecimientos, pero la contracción de la natalidad ha conseguido reducir el crecimiento vegetativo hasta las 105.388 personas, el nivel más bajo desde 2005.

El INE explica que el descenso en el número de nacimientos fue resultado, principalmente, de una reducción progresiva del número de mujeres en edad fértil, ya que el número medio de hijos por mujer apenas ha variado respecto de 2009, con 1,38.

No obstante, la fecundidad se redujo "ligeramente" tanto entre las mujeres españolas (cuyo indicador bajó a 1,32 en 2010), como entre las extranjeras (1,64). La proporción de nacimientos en este grupo poblacional, el 20,3% del total, se estabilizó en niveles similares a los observados en los dos últimos años.

Por su parte, la edad media de maternidad mantuvo una "suave tendencia creciente" hasta alcanzar el nuevo máximo de 31,2 años, aunque cuando se analizan sólo las españolas, se observa que tienen a sus hijos, de media, a los 31,9 años de edad mientras que las extranjeras suelen tenerlos cuando rondan los 28,7 años.

La esperanza de vida al nacimiento aumentó en 2010 hasta los 82 años de media, que son 78,9 años en el caso de los varones y los 84,9 cuando se trata de mujeres, lo que supone un incremento de 0,4 y 0,3 años, respectivamente, respecto al año anterior. Además, la esperanza de vida una vez cumplidos los 65 años se sitúa en 18,4 años para los hombres y 22,3 para las mujeres.
Menos muertes

La estadística arroja además, que el número total de fallecidos se redujo el año pasado ligeramente respecto a 2009, hasta los 378.667, lo que contribuyó a que la tasa bruta de mortalidad (fallecidos por cada 1.000 habitantes) también disminuyera, pasando de de 8,34 a 8,22.

Destaca que pese a que los extranjeros suponen el 12% de la población de España, el año pasado sólo fueron un 2,8% de los fallecidos, lo que el INE explica por que de media, es una población más joven. Con todo, siete de cada diez de estos fallecimientos correspondieron a nacionales de países miembros de la Unión Europea, que son los extranjeros residentes en España con edades medias más avanzadas.
Los más viejos en Galicia

Por comunidades autónomas, el crecimiento vegetativo de la población fue negativo en Galicia, Castilla y León, Principado de Asturias, Extremadura y Aragón en el año 2010, cuando el número de defunciones superó al de nacimientos.

La tasa de natalidad se redujo durante el año 2010 en todas las comunidades autónomas, salvo en Aragón, Castilla y León, País Vasco y la ciudad autónoma de Ceuta. Principado de Asturias (7,39 nacidos por 1.000 habitantes), Galicia (8,07) y Castilla y León (8,24) registraron las tasas de natalidad más bajas.

Estas tres comunidades, que se encuentran entre las regiones de población más envejecida, también presentaron las tasas de mortalidad más elevadas. Así, Principado de Asturias tuvo 12,06 defunciones por cada 1.000 habitantes, Galicia 10,89 y Castilla y León 10,77.
Menos bodas

Por otra parte, la estadística indica que el año pasado se celebraron 169.020 matrimonios, un 3,6% menos que en 2009. De este modo, la tasa bruta de nupcialidad se redujo hasta 3,67 por cada mil habitantes, frente a los 3,82 que se registraron en 2009.

En el 21,5% de los matrimonios celebrados al menos uno de los cónyuges era extranjero, frente al 21,8% de 2009, y tres de cada cuatro eran mixtos (un extranjero y un español). Los celebrados entre personas del mismo sexo representaron el 2,1% del total, frente al 1,7% que fueron en 2009.

La tendencia a la reducción del número de matrimonios, en términos relativos, fue común a la mayoría de comunidades autónomas durante el pasado año. De hecho, la tasa de nupcialidad sólo se incrementó, y muy ligeramente, en Galicia y en la ciudad autónoma de Melilla.

http://www.elmundo.es/elmundosalud/2011/07/07/mujer/1310035817.html

Aspire
August 30th, 2011, 12:27 PM
Solidariedade
Ministro Mota Soares apresenta medida para aumentar vagas nas creches

30.08.2011 - 09:19 Por Lusa

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, visita hoje a Cáritas de Setúbal, onde apresentará alterações à legislação sobre as creches, com o objectivo de aumentar em 20 mil o número de vagas.

Fonte governamental explicou à agência Lusa que o objectivo da portaria a aprovar “é promover uma alteração que aproveite ao máximo a capacidade instalada nas creches, em condições de segurança, permitindo que se estabeleçam condições de funcionamento e instalação, para que se possam acolher mais crianças e aumentar o número de vagas”.

O Governo quer aumentar de oito para dez o número de vagas para crianças nas salas berçário; de dez para 14 nas crianças entre o berçário e os 24 meses; e de 15 para 18 nas crianças entre os 24 e os 36 meses. “Vinte mil novas vagas” nas creches é quanto as alterações previstas poderão proporcionar, de acordo também com a fonte governamental.

“Esta alteração aumentará a sustentabilidade financeira das instituições sociais, o que promoverá o terceiro sector enquanto agente empregador - incluindo emprego acima dos 45 anos e de pessoas com deficiência -, promotor da economia local”, realçou.

A medida que o ministro vai expor hoje em Setúbal enquadra-se no Plano de Emergência Social (PES), recentemente apresentado.

http://www.publico.pt/Sociedade/ministro-mota-soares-apresenta-medida-para-aumentar-vagas-nas-creches_1509731

Aspire
September 16th, 2011, 06:11 PM
El asfalto se apodera de Asia
El continente se ha convertido en el principal vivero de megalópolis del mundo. Desde India hasta Japón, a pesar de sus grandes diferencias, comparten muchas problemáticas

Olvídese de México D.F. El asfalto a emigrado a Oriente. Al calor del desarrollo económico las megalópolis más bestias del planeta crecen allí a gusto. Desde Pakistán hasta Indonesia, el genocidio del gris sobre el verde y el azul no da tregua, y ya se ha conseguido que entre 10 y 13 de las veinte ciudades más pobladas del mundo, según qué parámetros se utilicen para hacer el cálculo, estén en el continente asiático.

Shenzhen ha pasado de ser un pequeño pueblo de pescadores a convertirse en uno de los centros económicos chinos con más de siete millones de almas

La velocidad del desarrollo urbanístico en Oriente supera con creces la de su crecimiento económico

Las megaciudades son, a un tiempo, exponentes de la proeza del desarrollo económico y reflejo de su lado más oscuro

Es más, Naciones Unidas ha tenido que acuñar un nuevo término, el de mega-región, para referirse a un nuevo fenómeno que ha nacido en el delta del río Perla, al sureste de China. Allí, la ex colonia de Hong Kong ha ido extendiendo sus tentáculos hasta unirse a los de Shenzhen, que, en sólo tres décadas y gracias a la política de apertura económica del país, ha pasado de ser un pequeño pueblo de pescadores a convertirse en uno de los centros económicos del gigante con más de siete millones de almas.

Sin solución de continuidad, otras ciudades más modestas, centros manufactureros de "la fábrica del mundo", han sido engullidas por la megalópolis hasta llegar a Guangzhou, capital de la provincia de Cantón. En total, 120 millones de personas viven en la primera mega-región del planeta, un concepto que, según el pasado informe de UN Habitat, va a determinar la vida sobre el asfalto en los próximos 40 años. Para 2050 se espera que el 70% de la población mundial viva en ciudades, casi un 20% más que hoy. Y la mayoría, sobre todo en el mundo desarrollado, lo hará en estos núcleos urbanos que no terminan nunca y que trascienden el concepto de megaciudad. En España, a escala, Madrid es un buen ejemplo. A la capital se le quedan pequeños sus límites, explota, y arrasa con los pueblos limítrofes.

Pero el continente en el que este cambio resulta más radical es, sin duda, Asia. La velocidad del desarrollo urbanístico en Oriente supera con creces la de su crecimiento económico, y países como China e India viven un proceso de migración interna que convierte a sus megalópolis en cócteles explosivos. El campo se vacía y las máquinas van sustituyendo a las manos para aumentar la productividad de la tierra. Nada nuevo bajo el sol, salvo por la magnitud sin precedentes de esta transformación por la que ya ha pasado el mundo desarrollado. Las megaciudades asiáticas son un imán tan atractivo para unos como repelente para otros.

Tienen más de seis millones de habitantes. Son bombas de relojería detonadas por complejos mecanismos sociales y económicos. Verdaderas junglas de asfalto en las que gentes de toda condición luchan por su espacio y su supervivencia. Lugares en los que reina el anacronismo. Hogar de los rascacielos más modernos del mundo, y de las chabolas más rudimentarias. Exponentes de la proeza del desarrollo económico, y reflejo de su lado más oscuro. Tráfico de personas, estupefacientes y armas frente a pujantes centros comerciales. Burdeles de mala muerte junto a magníficos centros de belleza. Es el lugar en el que los extremos se dan la mano.

Hong Kong, siete millones de habitantes, ocho de la tarde. El neón toma el relevo al sol. Las calles, hasta entonces casi despobladas, se llenan de vida. Los estresantes pitidos de los semáforos marcan el ritmo de una población ávida de gastar dinero que se ha acostumbrado a vivir en cámara rápida. Se llenan los centros comerciales y los grandes restaurantes. Abren sus puertas los clubes de lujo. En esta ex colonia británica habitan tres de los veinte hombres más ricos del planeta. Y se estima que un 15% de la población es millonaria. En euros.

Pero toda moneda tiene su cara y su cruz. Escondidos en pisos cochambrosos de callejuelas inmundas, miles de personas subsisten en condiciones infrahumanas. Algunos incluso están condenados a habitar una jaula. No han tenido suerte, y el asfalto no conoce la misericordia. Sin embargo, ninguno quiere regresar a su lugar de origen. La esperanza es lo último que se pierde, dicen, y la ONU les da la razón: las 40 mayores megalópolis del mundo cubren una pequeña fracción de la superficie terrestre, y albergan en torno al 18% de la población, pero de aquí surge el 66% de la actividad económica global.

Dos mil kilómetros separan Hong Kong de Calcuta. Algunos de sus barrios podrían servir como la escenificación del infierno sobre la tierra. Un lugar más allá del extremo. Calles cubiertas de cuerpos ennegrecidos por el sol, pieles curtidas y ojos sin brillo. A las cinco de la madrugada, el asfalto de la capital del estado de Bengala Occidental se asemeja a una fosa común. Miles de personas descansan sobre él enrollados en mantas y sábanas, para protegerse del frío y de las ratas. Apenas amanece. La segunda ciudad más importante de India, hogar de entre 15 y 20 millones de personas, es un cementerio viviente.

A pleno sol, la imagen no es mucho más halagüeña. Como en Bombay y Delhi, los otros dos grandes núcleos urbanos que albergan a más de diez millones de almas, gran parte de la población ni siquiera puede vivir: sobrevive. Es el caso de la familia de Kumar, un hombre de 32 años que ha encontrado un hueco para su familia en la acera. Todos hurgan en la basura de uno de los vertederos de la ciudad. Cocinan y comen en su trozo de asfalto.

Son un ejemplo de las miles de familias que han abandonado el campo para buscar un futuro más halagüeño en la gran ciudad. "Ya no podemos volver porque no nos queda nada allí", se lamenta Kumar. "Y aquí no hay trabajo. Sólo espero que mis hijos puedan vivir en mejores condiciones". Ninguno de ellos está escolarizado. "Si fueran al colegio, ¿quién nos ayudaría a conseguir dinero?", pregunta la madre que, llevada por la desesperación, aprovecha su aún atractivo físico para ejercer la prostitución cuando se le presenta la oportunidad. Cobra alrededor de 50 rupias por servicio (1 euro), porque la competencia es intensa.

Manila, doce millones de habitantes. Bangkok, nueve millones. Miles de calles por las que fluye la vida. Mareas de vehículos que confluyen y divergen. Un caos tan atractivo para unos como repulsivo para otros. Un impecable hombre de negocios conversa por su móvil a la vez que trata de espantar a un mendigo que busca algo de su dinero. Un puntapié. Una hora para medianoche. El neón ya parpadea entre las sombras y los taxistas se afanan en conseguir que sus clientes se dirijan hacia Patpong, uno de los centros de la piratería y de la prostitución de Bangkok, o hacia alguna casa de jóvenes prostitutas de Manila. Exiguas minifaldas, ceñidos pantalones, miradas lascivas y besos que flotan en el aire embriagan a muchos. Pero no todas las megaciudades asiáticas son ejemplo de brutales contrastes.

Osaka, nueve millones de habitantes, en Japón, lleva camino de convertirse en otra de las mega-regiones al sumarse a Nagoya, Kioto y Kobe. Juntas acogerán a 60 millones. Tokio, con 28 millones, sigue siendo el área urbana más poblada del planeta. Seúl tiene once. Singapur, seis. Las capitales de Japón y Corea del Sur son un buen ejemplo de cómo el asfalto también puede resultar acogedor. A pesar de la incidencia de la prostitución, en muchos casos esclavitud sexual, y de la delincuencia organizada, conocida como yakuza en el país nipón, estas dos ciudades marcan la pauta que al resto le gustaría seguir. Avenidas limpias y ordenadas, civismo y un cuidado entorno medioambiental que busca el equilibrio con la naturaleza son también la tónica en Singapur y Osaka.

Pero todo apunta a que China será quien marque el ritmo de las megalópolis en este siglo. El Gran Dragón ya cuenta con más de diez que superan otros tantos millones de habitantes. Y aquí se hacen muy evidentes los problemas que conlleva la extrema urbanización china, con la polución en primer término. El contraste lo pone la altura, queproporciona un oasis de calma. Divisar monstruosas ciudades como Shanghai, Pekín o Guangzhou desde alguno de sus rascacielos otorga una sensación de calma y de poder difícil de conseguir en cualquier otro sitio. Es, sin duda, el lugar adecuado para disfrutar de la belleza del asfalto, del atractivo del caos, y del frenético ritmo del siglo XXI. Las alturas están dominadas por el silencio, el orden y la perspectiva, todo lo que falta en la superficie.

http://www.elpais.com/articulo/sociedad/asfalto/apodera/Asia/elpepusoc/20110915elpepusoc_4/Tes

Barragon
September 17th, 2011, 03:27 PM
Portugal e dos paises com menor taxa de urbanizacao da europa... espera-se que as cidades continuem a crescer.

AZT2009
September 17th, 2011, 07:50 PM
Portugal e dos paises com menor taxa de urbanizacao da europa... espera-se que as cidades continuem a crescer.

NEm sempre foi assim.

Barragon
September 17th, 2011, 08:07 PM
:lol: a taxa de urbanizacao e a percentagem de pessoas a viver em zonas urbanas.

paradise at Tagus
September 17th, 2011, 08:35 PM
^^Em 2009, a taxa de urbanização era de 60%.

Barragon
September 18th, 2011, 07:53 PM
tem crescido nos ultimos anos :yes: espanha penso que esta nos 77

Aspire
September 19th, 2011, 02:09 PM
Em 2030, a Airbus prevê que 60% da população mundial, ou qualquer coisa como 5 mil milhões de pessoas, irão ficar cada vez mais urbanas e as “mega cidades” vão passar de 39 para 87.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=506799

Aspire
October 16th, 2011, 11:16 AM
La España interior perderá población desde ahora hasta el año 2021
Lugo, Ourense, Palencia y Zamora, las provincias más envejecidas
La costa mediterránea y los archipiélagos siguen aumentando población
La tasa media de dependencia (niños y ancianos) alcanzará en 2021 el 57,3%
Guadalajara será la provincia que gane porcentualmente más población
Barcelona y Guipúzcoa, entre las provincias donde caerán más los natalicios

De facto vive-se um verdadeiro inverno demográfico no Oeste Espanhol.

El patrón de comportamiento establece -con la sola excepción de Salamanca- que las provincias al este de una línea imaginaria entre las desembocaduras del Bidasosa (frontera con Francia) y del Guadiana (frontera con Portugal) ganan población mientras la pierden las que están al oeste.

Impressionte! Só a provincia de Salamanca se salva.

http://www.elmundo.es/elmundo/2011/10/13/espana/1318509837.html

geographico*
October 16th, 2011, 11:27 PM
^^

Até parece que em Portugal estamos em pleno Verão demográfico.

Quem nos dera ter a situação demográfica espanhola em termos territoriais...

Fico contente por o Plan Teruel estar a dar resultado. O facto de a província mais pobre e ostracizada de Espanha desde há décadas ter ganho quase 7500 residentes é fantástico e prova como nós estamos a errar em quase tudo no que respeita a combate à desertificação.

A Espanha só falta pegar no exemplo de Teruel e aplicá-lo, por exemplo, em Zamora, Palencia ou Ourense.

A Portugal falta pensar um bocado na desgraça que está a acontecer no interior português enquanto os poderes políticos assobiam para o lado. Em Espanha o despovoamento é sinónimo de regressão... em Portugal são "consequências do progresso". Triste mentalidade...

Barragon
October 16th, 2011, 11:46 PM
Que informações tens sobre o plano Teruel?

geographico*
October 17th, 2011, 12:13 AM
^^

Plan de Actuación Específico para Teruel (http://www.lamoncloa.gob.es/NR/rdonlyres/1C794B37-AB20-4415-A9CA-941BB0E4071A/73238/PlanActuaci%C3%B3nTeruel.pdf)

Aspire
October 17th, 2011, 12:24 AM
Fico contente por o Plan Teruel estar a dar resultado. O facto de a província mais pobre e ostracizada de Espanha desde há décadas ter ganho quase 7500 residentes é fantástico e prova como nós estamos a errar em quase tudo no que respeita a combate à desertificação.

Desde que o plano foi anunciado a província perdeu população ~1.000 habitantes quase 1% da população. 139.333 (2004) para 138.686 (2010).

geographico*
October 17th, 2011, 12:31 AM
^^

Fonte?

Aspire
October 17th, 2011, 12:34 AM
Quem nos dera ter a situação demográfica espanhola em termos territoriais...

Em termos territoriais a Espanha tem quase 6 vezes o nosso território. Para quem se preocupa com a distribuição demográfica (eu para o caso Português, não) deverá fazer a comparação de Portugal com as autonomias. Exemplo, se o interior da Andaluzia/Catalunha ou Valência é mais ou menos povoado percentualmente que o interior Português. Se existe uma maior concentração nas Castilhas em Madrid ou em Aragão em Saragoça.

Aspire
October 17th, 2011, 12:35 AM
^^

Fonte?

Está lá no documento o valor de 2004. O de 2010 está na net, por exemplo no wikipedia.

geographico*
October 17th, 2011, 12:39 AM
^^

Aspire, como deverás compreender, não quero entrar numa discussão sem fim com as tuas teorias e efabulações pessoais sobre demografia. Aprende a ler uns livrinhos sobre o assunto antes de pensares que descobriste a pólvora com coisas como pensar que Portugal e Castilla-La Mancha, só porque têm tamanhos parecidos, são comparáveis.

A única coisa que me interessa é que me dês a fonte dos teus dados de população da província de Teruel. É que o INE Espanhol diz que a população desta a 1 de Janeiro de 2010 é de 145.277 habitantes.

geographico*
October 17th, 2011, 12:41 AM
Está lá no documento o valor de 2004. O de 2010 está na net, por exemplo no wikipedia.

É pena que a wikipedia portuguesa só tenha lá o valor de população de 2003.
Valor esse que tu dizes ser de 2010:

Desde que o plano foi anunciado a província perdeu população ~1.000 habitantes quase 1% da população. 139.333 (2004) para 138.686 (2010).

Para a próxima usa fontes mais fiáveis, que de preferência não sejam a wikipedia ;)

Aspire
October 17th, 2011, 12:46 AM
^^

Aspire, como deverás compreender, não quero entrar numa discussão sem fim com as tuas teorias e efabulações pessoais sobre demografia. Aprende a ler uns livrinhos sobre o assunto antes de pensares que descobriste a pólvora com coisas como pensar que Portugal e Castilla-La Mancha, só porque têm tamanhos parecidos, são comparáveis.

És mesmo muito fraquinho na argumentação. Diz lá uma coisa sempre lês-te o livro o triunfo da cidade? Ou continuas a acreditar na pseudo-teoria das deseconomias de aglomeração e outras irrealidades despegadas da realidade económica (ciência que devias estudar mais um bocado diga-se) Portuguesa?

Conceitos como economias de escala, eficiência energética, política de investimentos, TIR, VAL, etc, continuam a não fazer luz na tua cabeça?

^^A única coisa que me interessa é que me dês a fonte dos teus dados de população da província de Teruel. É que o INE Espanhol diz que a população desta a 1 de Janeiro de 2010 é de [B][B]145.277 habitantes.

Lê o que escrevi, está lá a fonte.

Aspire
October 17th, 2011, 12:54 AM
Fico contente por o Plan Teruel estar a dar resultado.

Só uma pessoa alienada da realidade económica e social actual, pode depositar esperança num plano público de investimento para reverter um processo que per si está traçado. Ou então um político Espanhol para ficar bem...politicamente.
Teruel não é uma província competitiva economicamente face as restantes provincias que a rodeiam. Umas por capitalidade outras por estarem inseridas no arco mediterrânico outras por proximidade a Madrid.

O retorno do investimento público em Teruel é bastante menor do que o investido noutras províncias.

Que haveria lugar ao estacamento da sua população é óbvio que sim. Agora voltar a valores na ordem dos 200.000 habitantes, não.

geographico*
October 17th, 2011, 01:04 AM
És mesmo muito fraquinho na argumentação. Diz lá uma coisa sempre lês-te o livro o triunfo da cidade? Ou continuas a acreditar na pseudo-teoria das deseconomias de aglomeração e outras irrealidades despegadas da realidade económica (ciência que devias estudar mais um bocado diga-se) Portuguesa?

Essa arroganciazinha continua aí toda, hein?
Não me mereces qualquer resposta.
Contigo os debates são completamente estéreis.

Lê o que escrevi, está lá a fonte.

Se queres contrariar o INE espanhol, quem sou eu para te contrariar...

Aspire
October 17th, 2011, 01:09 AM
^^Eu fui agressivo na resposta apenas porque referiste isto ..."com as tuas teorias e efabulações pessoais sobre demografia..."

Não o devia ter feito.

Eu estou aqui para partilhar e aprender, só isso.

Adiante...

Pergunta, como pode a provincia de Teruel criar uma vantagem competitiva face as outras que a rodeiam?

Pergunta, como pode um investimento público mesmo que massivo ser benéfico? E depois de concretizado, o que levaria a retenção da população?

Aspire
October 17th, 2011, 01:12 AM
Já agora estive a pesquisar na net e já visualizei valores na ordem de 137.000 habitantes em 2011 para a população da provincia.

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Spanish_provinces_by_population

Nota: Foi aqui que visualizei os valores de 2010, http://en.wikipedia.org/wiki/Teruel_(province)

geographico*
October 17th, 2011, 01:14 AM
^^Eu fui agressivo na resposta apenas porque referiste isto ..."com as tuas teorias e efabulações pessoais sobre demografia..."

Não o devia ter feito.

Eu estou aqui para partilhar e aprender, só isso.

Adiante...

Adiante mesmo... Nada mais a dizer.

Pergunta, como pode a provincia de Teruel criar uma vantagem competitiva face as outras que a rodeiam?

Pergunta, como pode um investimento público mesmo que massivo ser benéfico? E depois de concretizado, o que levaria a retenção da população?

Aspire, já te disse, e por muito que me tentes espicaçar, mantenho: o que me estás a perguntar é repisar um debate que já tivemos, e que eu não tenho tempo nem paciência para repetir.

geographico*
October 17th, 2011, 01:17 AM
Já agora estive a pesquisar na net e já visualizei valores na ordem de 137.000 habitantes em 2011 para a população da provincia.

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Spanish_provinces_by_population

Nota: Foi aqui que visualizei os valores de 2010, http://en.wikipedia.org/wiki/Teruel_(province (http://en.wikipedia.org/wiki/Teruel_%28province))

Oh aspire, é isto que tu usas como referência?? A wikipedia???
Ainda por cima estes são daqueles artigos que nem as fontes indicam... O primeiro nem a data!

Um conselho: quando quiseres saber a população de uma província espanhola, vai à seguinte ligação do INE espanhol:

http://www.ine.es/jaxi/tabla.do?path=/t20/e260/a2010/l1/&file=pro003.px&type=pcaxis&L=1 (http://www.ine.es/jaxi/tabla.do?path=/t20/e260/a2010/l1/&file=pro003.px&type=pcaxis&L=1)

São dados oficiais. :)

Aspire
October 17th, 2011, 09:37 AM
^^Se forem tão bons como os do nosso INE é melhor continuar a apostar na wiki ;)

Barragon
October 17th, 2011, 02:50 PM
tenham lá calma e sejam mais humildes.

pai nosso
October 28th, 2011, 12:03 AM
pela BBC:


Saiba qual o seu número entre a população mundial:

http://www.bbc.co.uk/news/world-15391515

PCartCast
November 27th, 2011, 10:03 PM
Pois, o INE é que andou a falhar à grande! :)

Para os 3921 usaram os valores da freguesia de Castelo Branco, contudo a cidade estatística extravasa a freguesia.

Castelo Branco 35 161-31 240= +3.921

Por isso, manipulando e aumentando a área da cidade estatística até podem conseguir um aumento superior.

É precisamente o contrário, a Freguesia é que ultrapassa a cidade estatística... E eu explico, os modelos aplicados noutras cidades, onde estas se encontram divididas por diversas freguesias não se aplica a CB, simplesmente, porque a cidade está coberta por uma única Freguesia (que é uma das maiores Freguesias de Portugal)... Para além de CB cidade, existem 3 anexas, o sítio do Ribeiro da Seta (cerca de 50-100 habitantes), a aldeia da Taberna Seca (300-600 habitantes) e a Aldeia de Lentiscais (cerca 350 habitantes)

Assim, a cidade em si, não anda longe das 35 000 almas (cerca de 40 000 pessoas se adicionar-mos a Freguesia de Alcains que fica apenas a 9Km da cidade), e não se trata de nenhuma manipulação de dados, são dados oficiais :).

O que aconteceu em CB, foi simplesmente que muitas pessoas dos concelhos limítrofes (Vila Velha de Rodão, Idanha-a-Nova) se deslocou para a cidade :|.

Karlussantus
November 28th, 2011, 01:13 AM
É precisamente o contrário, a Freguesia é que ultrapassa a cidade estatística... E eu explico, os modelos aplicados noutras cidades, onde estas se encontram divididas por diversas freguesias não se aplica a CB, simplesmente, porque a cidade está coberta por uma única Freguesia (que é uma das maiores Freguesias de Portugal)... Para além de CB cidade, existem 3 anexas, o sítio do Ribeiro da Seta (cerca de 50-100 habitantes), a aldeia da Taberna Seca (300-600 habitantes) e a Aldeia de Lentiscais (cerca 350 habitantes)

Assim, a cidade em si, não anda longe das 35 000 almas (cerca de 40 000 pessoas se adicionar-mos a Freguesia de Alcains que fica apenas a 9Km da cidade), e não se trata de nenhuma manipulação de dados, são dados oficiais :).

O que aconteceu em CB, foi simplesmente que muitas pessoas dos concelhos limítrofes (Vila Velha de Rodão, Idanha-a-Nova) se deslocou para a cidade :|.

Já se tinha visto que não se tratou de manipulação, mas sim de um grande desfasamento entre as previsões do INE e os dados preliminares dos censos.

Maxair
November 28th, 2011, 01:47 AM
É precisamente o contrário, a Freguesia é que ultrapassa a cidade estatística... E eu explico, os modelos aplicados noutras cidades, onde estas se encontram divididas por diversas freguesias não se aplica a CB, simplesmente, porque a cidade está coberta por uma única Freguesia (que é uma das maiores Freguesias de Portugal)... Para além de CB cidade, existem 3 anexas, o sítio do Ribeiro da Seta (cerca de 50-100 habitantes), a aldeia da Taberna Seca (300-600 habitantes) e a Aldeia de Lentiscais (cerca 350 habitantes)

Assim, a cidade em si, não anda longe das 35 000 almas (cerca de 40 000 pessoas se adicionar-mos a Freguesia de Alcains que fica apenas a 9Km da cidade), e não se trata de nenhuma manipulação de dados, são dados oficiais :).

O que aconteceu em CB, foi simplesmente que muitas pessoas dos concelhos limítrofes (Vila Velha de Rodão, Idanha-a-Nova) se deslocou para a cidade :|.

Ponto 1: Nem Taberna Seca nem os Lentiscais ultrapassam as 150 pessoas.

Ponto 2: Não metam a vila de Alcains ao barulho quando se fala de Castelo Branco...

djou23
December 9th, 2011, 12:26 AM
Censos 2011
Um quinto da população portuguesa não tem qualquer nível de ensino

08.12.2011 - 16:10 Por Catarina Gomes

Condições de habitabilidade melhoraram substancialmente na última década, mas ainda há quase dois por cento de alojamentos sem instalação de banho ou duche.

Entre 2001 e 2011 quase duplicou o número de pessoas que passou a ter curso superior – são agora cerca de 1,2 milhões. Esta tendência também se verifica no ensino secundário. Mas, contas feitas, apenas 12% da população possui o ensino superior completo, 13% o secundário, o que contrasta com os 19% da população sem qualquer nível de ensino. São dados provisórios do Censos 2011 ontem divulgados no Instituto Nacional de Estatística (INE), em Lisboa.

O coordenador do Gabinete de Censos do Instituto Nacional de Estatística (INE), Fernando Casimiro, destacou ontem a passagem de 284 mil licenciados em 1991, 674 mil em 2001 e 1,262 milhões de pessoas este ano. São as mulheres quem possui qualificações mais elevadas, sendo 61% dos licenciados do sexo feminino, mas são também as mulheres que predominam no grupo de pessoas sem qualquer escolaridade. Apesar das boas notícias, 19% das pessoas não têm qualquer nível de ensino. O ensino básico do 1.º ciclo corresponde ao nível mais elevado da população – 25%.

Em 30 anos Portugal perdeu um milhão de crianças (até aos 14 anos) e ganhou 900 mil idosos (mais de 65 anos). "A população idosa quase dobrou a sua representação no país", disse Fernando Casimiro, nesta segunda fase da apresentação dos dados do recenseamento geral da população de 2011. Hoje, 19% dos portugueses têm 65 ou mais anos de idade. Mas há excepções, "as regiões autónomas são uma espécie de reserva demográfica", sublinhou. Na Madeira a população aumentou 9,3% e nos Açores 2,06%. As ilhas superam as restantes regiões na população jovem e nas menores percentagens de população idosa.

No grupo etário mais jovem, até aos 14 anos de idade, inclui-se 15% da população residente em Portugal. De acordo com o INE, há "um duplo envelhecimento dos portugueses", por um lado pelo aumento da população idosa, e por outro pela redução da população jovem, especialmente nas regiões do Alentejo e Centro. Na última década houve um agravamento do índice de dependência total, que passou de 48 para 52, o que significa que por cada 100 pessoas em idade activa existem 52 dependentes.

As chamadas famílias unipessoais foram as que mais cresceram, 37,3% em dez anos, o que resultará sobretudo do envelhecimento da população, um valor muito acima das chamadas "famílias clássicas", cujo aumento se ficou pelos 10,8% no mesmo período de tempo.

No Portugal de 2011 são 21,4% os que vivem sozinhos, uma realidade mais vincada no interior do país, na região Centro e Sul do país, mas que também atinge valores muito elevados nos munícipios de Lisboa e Porto. A dimensão média das famílias é, em 2011, de 2,6 pessoas, enquanto que em 2001 era de 2,8. Há uma "estabilização das famílias com três pessoas", revelam também os dados do Censos 2011.

A redução do núcleo familiar é também visível na diminuição das famílias com quatro e com cinco ou mais pessoas: passaram de 15,4% em 1991 para 6,5% este ano.

Tal como já acontecia há dez anos, continua a haver mais mulheres do que homens no país, mas a tendência acentuou-se: há 91,5 homens para 100 mulheres, face a 93,4 por 100 mulheres há uma década. As maiores taxas de mortalidade no masculino e a sua menor esperança de vida ajudam a explicar este fenómeno, que não se verifica em todas as faixas etárias. Por exemplo, até aos 24 anos predominam eles em relação a elas (13,1% face a 12,6% do total da população).

Casados são 47%

O grupo dos indivíduos casados é o que tem maior peso, em ambos os sexos, englobando 47% dos portugueses. A população divorciada, com uma representatividade de 6% do total da população, tem mais peso no Sul e nos municípios do litoral.

epois de ter dado conta, em Julho, do aumento em 12,1% dos edifícios e de mais 16,3% de alojamentos destinados à habitação, o INE dá agora nota "de um ganho significativo das condições" das residências em Portugal. Subiram 70% as habitações que passaram a ter esgotos, sendo o Algarve e o Alentejo os que mais se afastam da média nacional pela negativa, reduziram-se substancialmente as casas sem casa de banho ou duche e sem água canalizada.Em termos nacionais, continuam a não dispor de água canalizada 0,59% (23.579) dos alojamentos, não têm esgotos 0,45% dos alojamentos (17.966) e a falta de casa de banho com instalações de banho ou duche ocorre em 1,92% das casas (76.924).

Os números divulgados confirmam os resultados preliminares já apresentados este ano e revelam que a população residente aumentou cerca de dois por cento nos últimos dez anos, sendo que no passado dia 21 de Março (momento censitário) viviam no país 10.561.614 pessoas. O crescimento registado deve-se principalmente ao saldo migratório (91%) e em 9% ao saldo natural. Só no terceiro trimestre do próximo ano vão ser divulgados os dados definitivos do Censos.

Os Censos 2011 em cinco indicadores-chave

Lisboa mais instruída
A população da região de Lisboa apresenta, em comparação com as restantes, níveis de ensino mais elevados. Têm um curso superior 16,7% da população. O Centro, Algarve e Norte estão quase ao mesmo nível, com 10% de licenciados. No extremo oposto estão os Açores, com apenas 8,4% da população com licenciatura.

Resistentes no interior
O número de municípios que perderam população aumentou: de 171 em 2001 passaram para 198 em 2011. Mas há cidades do interior que resistem à desertificação: Bragança, Viseu, Castelo Branco, Évora e Beja. Continua a concentração na costa, sendo maior na faixa litoral a norte de Setúbal, Algarve e áreas metropolitanas.

Construções algarvias
O crescimento do número de habitações construídas é comum a todas as regiões do país, mas o Algarve tem, na última década, o maior crescimento em termos de edifícios (mais 23,9%). A região autónoma da Madeira surge como a segunda região com maior crescimento do parque habitacional da última década.

Metade casados
Apesar do aumento dos divórcios, os casados continuam a representar grande parte da população: são 47%, face a 40% de solteiros, 7% de viúvos e 6% de divorciados. Os solteiros são mais homens (51,6%), os divorciados mais mulheres (58,6%).

Casa própria
Cerca de 73% dos alojamentos de residência habitual são ocupados pelo proprietário, já os arrendados representam 19,7% das residências e as restantes situações, tais como empréstimos ou outras, constituem 6,8%. Lisboa é a região do país com maior percentagem de arrendamento (27%).

PÚBLICO

Aspire
December 27th, 2011, 06:42 PM
http://img59.imageshack.us/img59/2562/poblacin.png

geographico*
December 27th, 2011, 10:05 PM
^^
Tabela interessante.
Qual a fonte destes dados?

Aspire
December 28th, 2011, 02:53 PM
^^Aqui http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=540850&page=114 , mas a fonte creio ser o INE Espanha.

Municipios da Extremadura com mais de 7.000 habitantes:

1. Badajoz 151.565 (+1.189)
2. Cáceres 95.026 (+847)
3. Mérida 57.797 (+670)
4. Plasencia 41.392 (-55)
5. Don Benito 36.660 (+433)
6. Almendralejo 34.319 (+344)
7. Villanueva 26.076 (-35)
8. Navalmoral 17.386 (+77)
9. Zafra 16.577 (+144)
10. Montijo 16.267 (-12)
11. Villafranca 13.269 (+3)
12. Coria 13.050 (+88)
13. Olivenza 12.008 (+102)
14. Miajadas 10.234 (-89)
15. Jerez 9.918 (-62)
16. Trujillo 9.623 (-69)
17. Talayuela 9.283 (+33)
18. Azuaga 8.273 (-30)
19. Los Santos 8.244 (+2)
20. Guareña 7.316 (+16)
21. Moraleja 7.182 (-3)

fonte: postado pelo user Cacereño na mesma página

Aspire
January 20th, 2012, 06:25 PM
Manual de instruções para as cidades (mesmo) em tempo de crise

20.01.2012 - 16:02

José Mendes diz que só o reforço das cidades pequenas e médias criará massa crítica suficiente José Mendes diz que só o reforço das cidades pequenas e médias criará massa crítica suficiente (Fotos: Luís Efigénio/nFACTOS)

Os tempos são de crise. Falta dinheiro para quase tudo, mas refletir sobre as cidades que queremos, num tempo em que mais de metade da humanidade vive numa, não tem que ser caro. Depois de anos a refletir sobre os factores de que depende o sucesso destes espaços, José Mendes, especialista em planeamento e vice-reitor da Universidade do Minho lança hoje o Futuro das Cidades. O livro anda em volta de um conceito, o de cidade incubadora, e não foge à discussão sobre o papel que a renovação do pessoal político deveria ter na passagem de um modelo de desenvolvimento baseado na infraestruturas para um outro, centrado no talento de cada habitante.

Tomemos como exemplo Guimarães, que a partir de amanhã se dá a conhecer à Europa como Capital da Cultura deste ano e que, não por acaso, merece referências várias nessta obra de José Mendes (que trabalhou no Polo vimarenense da Universidade do Minho). Para lá das actividades que este ano atrairão a atenção nacional e internacional sobre a cidade-berço, esta contém alguns dos ingredientes que, para o investigador, ajudam ao seu sucesso (mensurável em atractividade, qualidade de vida, participação cívica dos seus cidadãos, por exemplo).

Mendes diz que são cinco as dimensões de sucesso da Cidade Incubadora: a cidade intelectual, a cidade inovadora, a cidade conectada, a cidade sustentável e a cidade autêntica. Mas nota que “estes cinco pilares adquirem sentido e coesão quando coroados por uma outra dimensão, esta transversal, que se expressa pelo tridente: visão, liderança e marca. Guimarães, que há duas décadas apostou na sua autenticidade com a renovação do centro histórico, “sem expulsar os seus habitantes”, tarefa premiada pela UNESCO, abriga uma das universidades com maior capacidade de inovação do país, e está apostada em aproveitar as redes de conhecimento que este ambiente propícia, tornando-se uma cidade conectada, e capaz, por isso, de fixar talentos.

Numa conversa há dois anos com o PÚBLICO, a propósito de um artigo de José Mendes em que este explanava os conceitos agora desenvolvidos em O Futuro das Cidades, o presidente da Câmara de Guimarães assumia a mudança de um paradigma centrado na infraestrturação do território e na obra pública – que incluía as conexões físicas entre os espaços – para uma nova época em que a sua cidade apostava na conectividade, propriciada pela Universidade e pela Cultura, e pretendia atrair novos habitantes: pessoas qualificadas que ajudassem a transformar o tecido produtivo do concelho, onde ainda são visíveis as cicatrizes, mal saradas, das sucessivas crises no têxtil do Vale do Ave.

A receita de Guimarães não é original – em cada cidade o que é original é o seu conteúdo, e, nesste caso, estamos a falar do “Berço da Nação” – e para cidades como o Porto, Lisboa, Coimbra, Braga, são diferentes as dimensões em que, explica Mendes ao lomgo do seu livro, cada uma poderia apostar. Mas numa fase em que o dinheiro não abunda, o vice-reitor da Universidade do Minho entende que os autarcas deveriam centrar todos os esforços pelo menos nas esstratégias de captação de talentos. “A retenção de talento é central. É a base de tudo” assinala Mendes, em contraciclo com algumas sugestões de membros importantes do Governo, que vêem a emigração como solução para os jovens portugueses qualificados.

Portugal, um país de cidades

Numa obra em que aborda também algumas megatências globais – “Globalização e Glocalização sem Recuo; Urbanização e Migração como Regra; Economia da Inovação sem Alternativa; Demografia e Força de Trabalho em Mudança; Futuro da Energia e Energia do Futuro; Clima e Ambiente em Risco; Individualismo versus Redes Sociais”-, José Mendes dá grande atenção à realidade portuguesa. Portugal, que tinha menos de um terço da população a viver em áreas urbanas em 1950, tem hoje mais de 60 por cento da população nas cidades e estima-se que essa percentagem chegue aos 80 por cento em 2050.

Para José Mendes, essa tendência não deve ser combatida, antes planeada, o quanto possível. E quando se fala na desertificaçãso do interior, o investigador acredita mesmo que só o reforço das cidades pequenas e médias criará massa crítica suficiente para manter vivos esses espaços. O Futuro das Cidades é lançado esta tarde, pelas 18h00, no museu Nogueira da Silva, em Braga.

http://www.publico.pt/Local/manual-de-instrucoes-para-as-cidades-mesmo-em-tempo-de-crise-1529996

Aspire
February 13th, 2012, 03:34 PM
Quinto artigo da campanha de regresso ao Kremlin
Putin promete aumentar salários e inverter o declínio demográfico

13.02.2012 - 13:20 Por Dulce Furtado

Putin é o favorito para as eleições de 4 de Março, segundo as sondagens Putin é o favorito para as eleições de 4 de Março, segundo as sondagens (Foto: Denis Siniakov/AFP)

É o quinto artigo em tantas outras semanas consecutivas, os momentos altos da estratégia de campanha do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, à reeleição para a presidência: desta feita com a promessa de aumentar salários, reformas e subsídios sociais e estancar a crónica baixa demográfica no país que fez a Rússia perder cinco milhões de pessoas em duas décadas.

http://www.publico.pt/Mundo/putin-promete-aumentar-salarios-e-inverter-o-declinio-demografico-1533496

AZT2009
February 14th, 2012, 07:29 PM
José Mendes dá grande atenção à realidade portuguesa. Portugal, que tinha menos de um terço da população a viver em áreas urbanas em 1950, tem hoje mais de 60 por cento da população nas cidades e estima-se que essa percentagem chegue aos 80 por cento em 2050.

Claro que o número de pessoas a viver em cidaddes aumentou o número de cidades também aumentou.

AZT2009
March 2nd, 2012, 06:17 PM
Morreram seis mil portugueses nas duas últimas semanas

Mortalidade "por todas as causas" atingiu na semana passada 3080 óbitos, subindo para 6110 a cifra das duas últimas semanas. Principais vítimas são os idosos.

Em declarações à agência Lusa, Baltazar Nunes, técnico do Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), disse que na última semana, de 20 a 26 de fevereiro, a mortalidade "por todas as causas", com valores acima do esperado e observada principalmente entre idosos com 75 ou mais anos, fixou-se nos 3080 óbitos.

Na semana anterior, de 13 a 19 de fevereiro, o número de óbitos, em idênticas circunstâncias, situou-se nos 3030, fundamentalmente entre idosos, adiantou a fonte, ressalvando que os dados estão sujeitos a constantes alterações, uma vez que são atualizados permanentemente.

Semanalmente, todas as quintas-feiras, o INSA divulga no seu portal o boletim da gripe, com estatísticas sobre a mortalidade "por todas as causas", com valor acima do esperado.

De acordo com os dados publicados na quinta-feira, a atividade gripal passou, na semana passada, de moderada para alta, com tendência crescente.

Segundo o boletim, foram identificados, entre 20 e 26 de fevereiro, 24 casos onde foi detetado o vírus gripal do tipo A, 16 dos quais do subtipo H3. A taxa de incidência mais elevada registou-se nos idosos com 65 ou mais anos.

Na segunda-feira, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge anunciou, em comunicado, uma investigação "em profundidade" aos motivos associados ao excesso de mortalidade, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.

Muito embora, admitiu que o aumento da mortalidade "está muito possivelmente associado ao período de frio e à circulação de agentes infeciosos respiratórios que ocorreu em simultâneo".

O período para o "apuramento epidemiológico e estatístico mais exaustivo" dos óbitos registados é estimado pelo INSA em pelo menos seis meses, por estar "condicionado à disponibilidade da mortalidade por causa específica".

O diretor-geral da Saúde, Francisco George, informou na quinta-feira que está a ser investigada uma eventual mutação do vírus da gripe que possa explicar o aumento recente da mortalidade.

Para o responsável, os atuais valores de mortalidade são muito semelhantes àqueles que se verificaram nas épocas gripais de 2008/2009 e de 1998/1999.

DN

Quer dizer que já atingimos crescimento populacional negativo(decrescimo populacional).

Bem a falta de dinheiro para medicamentos deve ajudar.

pai nosso
March 18th, 2012, 05:07 PM
in "Jornal de Notícias"


Portugal à beira de um 'tsunami' demográfico


A presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, Joaquina Madeira, disse, este domingo, que Portugal está à beira de 'um tsunami' demográfico.


"Esta questão da demografia é um 'tsunami' e andamos um bocadinho distraídos. No Norte da Europa já se estão a tomar medidas e nós, povos do Sul, estamos à espera de ver a cara ao mau tempo para agir", criticou Joaquina Madeira, no decorrer de uma conferência organizada pela Cáritas, cujo Conselho Geral está reunido em Leiria desde sexta-feira.


"Temos que ter mais filhos e os jovens têm que ter estabilidade para se reproduzirem", defendeu a presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações.


Joaquina Madeira alertou que Portugal não está a repor a demografia e que até 2050 "os últimos números apontam para um duplicação da percentagem de idosos".


A responsável frisou ainda que, se em 2001 foram registadas mais de 300pessoas com 100 ou mais anos, em 2050 prevê-se que atinjam esta idade cerca de 6400 idosos.


"Esta longevidade tem que ser vista como uma vitória para a humanidade", frisou, contudo, sustentando que "é necessário mudar o paradigma de que as pessoas depois da reforma deixam de ser produtivas".


"Se não existir solidariedade entre gerações não haverá um envelhecimento ativo feliz", enfatizou Joaquina Madeira.


Já a vice-presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz e coordenador da equipa nacional da Cáritas para acompanhamento do Ano Europeu destacou a importância da sociedade "desarrumar as gavetas" para assegurar o diálogo entre gerações.


Para isso, defendeu Maria Rosário Carneiro, é preciso nas catequeses formar "mediadores" que promovam essa solidariedade e "produzir guiões" e modelos de atuação nas paróquias, sem cedências "aos estereótipos que existem sobre o envelhecimento ativo".

Wolf2009
March 20th, 2012, 02:34 PM
Não vejo a Portugal a tomar medidas para isto.

E vejo nesse texto uma coisa um pouco difícil de encontrar, estabilidade.

Pergunto se a Europa precisa de chegar a um situação gravíssima para tomar medidas em relação à natalidade.

azoresshop
May 11th, 2012, 12:35 AM
Ribeira Grande é o concelho mais jovem do país (Açoriano Oriental)

http://i.imgur.com/5GM6rl.jpg

Concelho açoriano com mais de 32.000 habitantes foi o que mais cresceu no arquipélago e é o mais jovem do país. Possui a taxa mais baixa de envelhecimento da população, com 37 por cento. Segundo o presidente da Câmara: "A Ribeira Grande tem população jovem devido ao baixo custo de vida".

O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Ricardo Silva, afirmou que este concelho dos Açores tem o mais baixo índice de envelhecimento da população em todo o país devido ao baixo custo de vida que oferece aos residentes.

"Nos últimos anos, muitos jovens instalaram-se na Ribeira Grande porque a habitação é mais barata do que em Ponta Delgada", afirmou o autarca socialista em declarações à Lusa, acrescentando que "também é preciso não esquecer a qualidade de vida, as boas acessibilidades e a localização central na ilha de S. Miguel".

Ricardo Silva comentava os dados divulgados pelo PORDATA Municípios, uma nova base de dados criada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, segundo os quais, em 2010, a Ribeira Grande era o concelho do país que apresentava a taxa mais baixa de envelhecimento da população, com 37 por cento.

"Na definição das políticas municipais temos sempre presente o tipo de população para quem trabalhamos", salientou Ricardo Silva, acrescentando que, neste concelho com mais de 32 mil habitantes, o segredo reside na "capacidade de atrair a juventude".

Nesse sentido, recordou que "locais como Calhetas, Rabo de Peixe e Pico da Pedra aumentaram muito a sua população nos últimos anos", salientando que se trata de freguesias da Ribeira Grande que fazem fronteira com Ponta Delgada, o principal concelho e a maior cidade da ilha.

O PORDATA é uma nova base de dados que disponibiliza informação estatística oficial para os 308 municípios portugueses, agrupados em 12 temas: população, saúde, educação, proteção social, emprego, empresas, justiça, sociedade da informação, habitação, cultura, ambiente e finanças autárquicas.

Os dados foram recolhidos junto de cerca de meia centena de organismos oficiais, entre os quais o INE, estando a informação condensada em 539 quadros estatísticos, que incluem entre 1.100 a 1.200 indicadores diversos, como por exemplo, o índice de poder de compra, de envelhecimento, o número de freguesias e a oferta cultural.

pedrodepinto
May 11th, 2012, 01:12 AM
Interessante :yes:. Mas também não é nenhuma surpresa que os concelhos mais jovens estejam nos Açores... É uma tendência.

KRX_69
May 11th, 2012, 12:02 PM
Não fazia a minima ideia:)

pedrodepinto
May 11th, 2012, 01:00 PM
Dá-se em Geografia :D. Outra região bastante jovem é a zona do Vale do Ave :yes:.

geographico*
May 11th, 2012, 03:21 PM
Tenho a impressão que os Açores são a região que se está a aguentar melhor com esta crise (quer na crise demográfica, quer na crise económica e política).

Que acham?

Barragon
July 6th, 2012, 12:30 PM
Portugal aponta para a taxa de natalidade mais baixa de sempre

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=568219&tm=8&layout=122&visual=61

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sjay
July 6th, 2012, 01:16 PM
Dá-se em Geografia :D. Outra região bastante jovem é a zona do Vale do Ave :yes:.

nao sei como está nos ultimos anos. Há 10 anos atrás Braga era o concelho mais (ou um dos mais) jovens da Europa

AZT2009
July 6th, 2012, 01:48 PM
Imigração. Só os romenos continuam a escolher Portugal

Pelo segundo ano consecutivo, o número de imigrantes em território nacional diminuiu. A comunidade romena é a única excepção

Só no ano passado Portugal perdeu quase 8500 imigrantes. Segundo o relatório anual do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), apresentado ontem, em Dezembro de 2011 viviam em território nacional 436 822 estrangeiros – valor que representa uma quebra de 1,9% em relação ao ano anterior. A crise e o aparecimento de oportunidades de emprego em alguns países de origem – como Angola ou Brasil – são as razões avançadas pelo SEF para a quebra no número de estrangeiros a residir em Portugal.

A comunidade brasileira foi a que mais diminuiu. Em 2011, revela o documento, abandonaram o país perto de 8 mil imigrantes. Mesmo assim, mais de um quarto (25,5%) dos estrangeiros a viver em Portugal continuam a ser brasileiros. A Ucrânia mantém-se como a segunda comunidade mais representativa, com 48 022 residentes. No entanto, só no ano passado regressaram ao país de origem quase 1500 ucranianos. Os cabo-verdianos, que representam 10% da população estrangeira, também diminuíram, bem como os imigrantes angolanos. A Roménia – que é a quarta comunidade instalada em Portugal e representa 9% do total de imigrantes – é o único país que escapa à tendência de quebra. No ano passado entraram no território nacional, segundo as contas do SEF, perto de 2500 novos romenos – um aumento de 6,74% em relação a 2010.

Mais de 600 arguidos Em 2011, o SEF concluiu a investigação de 438 processos-crime e no espaço de um ano foram constituídos 610 arguidos por crimes relacionados com a imigração. A maioria são portugueses (166) e brasileiros (90). O uso de documentos falsos foi o crime mais registado durante o ano passado, seguido pelo auxílio à imigração ilegal, pelos casamento de conveniência e pela contrafacção de documentos. Ainda segundo o relatório, 197 pessoas foram mesmo detidas – quase todas pela prática de crimes relacionados com fraudes documentais, como o uso de documentos falsos ou alheios. Perto de duas dezenas das detenções estão relacionadas com situações de auxílio à imigração ilegal. Por outro lado, foram sinalizadas 184 vítimas: 58 brasileiras, 44 portuguesas e 32 indianas. O auxílio à imigração ilegal (57 casos), a angariação de mão- -de-obra ilegal (54 casos) e o lenocínio (32) foram as situações mais registadas. A 17 dessas vítimas, sublinha o SEF, foi concedido o direito de residência em território nacional. O relatório mostra ainda que o número de pedidos de asilo a Portugal aumentou 70%, tendo sido recebidas 275 solicitações.

Maior controlo No espaço de um ano, o SEF controlou quase 11,5 milhões de pessoas: 9,6 milhões nas fronteiras aéreas e 1,8 milhões nas fronteiras marítimas. A estes números juntam-se os das acções de fiscalização: no ano passado, o SEF desencadeou 10 892 acções – mais 13% que em 2010. Dessas operações resultaram 6648 notificações para abandono voluntário do país e 2486 processos administrativos de expulsão.

Ionline

Normal o Brasil e vários PALOP estão a crescer enquanto Portugal está em decrescimo economico.

Alguns países na esfera de influência da russia também estão melhorar.

O despovoamento vai começar a afetar o país por inteiro nem os concelhos que sempre cresceram bem escapam.

Viriatuus
July 6th, 2012, 02:36 PM
"Romenos"...

pedrodepinto
July 6th, 2012, 03:07 PM
nao sei como está nos ultimos anos. Há 10 anos atrás Braga era o concelho mais (ou um dos mais) jovens da Europa

Infelizmente, actualmente já não deve ser dos mais jovens da Europa :|. Ainda assim, ainda deve estar entre os mais jovens do nosso país!

sjay
July 6th, 2012, 03:20 PM
sim eu sei que já nao é um dos mais jovens. Queria referir apenas que quando referes Vale do Ave não deve ser tanto assim. O

estive a ver as tabelas do censos 2011 e aqui na região Vizela é o municipio mais jovem. Seguem-se quase todos os municipios do vale do Cávado. (excepto Terras do Bouro. para ser exacto P. Lanhoso intromete-se aqui no meio)

O Vale do Cávado tem uma população jovem (até aos 24 anos) de 28.92% enquanto que o vale do Ave tem 27.77%

Braga é ultrapassada por Vizela, por todos os municipios do vale do Cávado (à excepção de Terras de Bouro) e ligeiramente pela Povoa do Lanhoso

rcalmeida
July 6th, 2012, 04:34 PM
Os imigrantes dos PALOP já diminuem à vários anos. Provavelmente porque vão adquirindo a cidadania portuguesa. Portanto esse fenómeno já não é novo.

rcalmeida
July 6th, 2012, 04:39 PM
Outras estatísticas do INE dizem que em 2010 ,existiam 805.246 estrangeiros em Portugal.

AZT2009
September 3rd, 2012, 06:41 PM
O invelhecimento da população é grande e deve ficar ainda maior daui a 10 anos.
A população não consegue renovar-se.

Quantos habitantes perdeu portugal no ultimo ano?

pai nosso
September 4th, 2012, 09:14 AM
in "tvi24"


Portugal será um país «mais pequeno» em 2030


Estudo inédito aponta cenário demográfico abaixo da fasquia dos 10 milhões
Que país é Portugal e que país vai ser? É este o ponto de partida para o grande encontro «Presente no Futuro», que vai ter lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, nos dias 14 e 15 de Setembro. Organizado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e com o envolvimento da TVI, dezenas de pessoas vão refletir sobre o país que somos e que vamos ser daqui a 18 anos.


Um estudo inédito da Pordata, que a TVI divulga em primeira mão e que vai ser debatido no encontro, esclarece que Portugal caminha para o envelhecimento. No universo populacional, Portugal ficará mais pequeno em 2030 e ainda mais em 2050. De 10 milhões e meio de pessoas, em 2010, o país passará para pouco mais de oito milhões e meio de portugueses.

pedrodepinto
September 4th, 2012, 12:05 PM
Quantos habitantes perdeu portugal no ultimo ano?

Já soube de cor, agora já não me lembro :nuts:.
Mas a população envelhece por vários motivos: há mais idosos e menos jovens, o que explica o duplo envelhecimento. Mas também há mais emigrantes e menos imigrantes... E os nossos emigrantes são em geral pessoas que estão em idade fértil, ou seja, que poderiam contribuir para aumentar a natalidade em Portugal. Se se vão embora, ficamos ainda com menos jovens.

AZT2009
September 4th, 2012, 05:18 PM
Em vezz de se esforçarem pra antigir os 15 milhões estão a fazer tudo para ficar a baixo dos 10 milhões.

paradise at Tagus
September 4th, 2012, 05:50 PM
Já soube de cor, agora já não me lembro :nuts:.
Mas a população envelhece por vários motivos: há mais idosos e menos jovens, o que explica o duplo envelhecimento. Mas também há mais emigrantes e menos imigrantes... E os nossos emigrantes são em geral pessoas que estão em idade fértil, ou seja, que poderiam contribuir para aumentar a natalidade em Portugal. Se se vão embora, ficamos ainda com menos jovens.

A imigração tem contribuindo para uma ligeira atenuação das taxas de envelhecimento bem como para um crescimento, ainda que residual, da população. Vista como que um "balão de oxigénio" temporário para um país a braços com uma "falta de ar" crónica.

pedrodepinto
September 5th, 2012, 12:56 AM
É verdade. O problema é que essa fase acabou ou está muito fraca!

Lino
September 17th, 2012, 01:10 AM
http://www.s21.com.gt/internacionales/2012/09/16/preven-que-portugal-perderia-millon-habitantes



País europeo experimentaría descenso por baja emigración y natalidad

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Prevén que Portugal perdería un millón de habitantes
Portugal no solamente experimentaría una pérdida de población, sino que envejecería gradualmente. Foto Archivo/s21

Lisboa. Portugal podría perder hasta el 2013 un 10% de su población (un millón de habitantes) debido a la baja tasa de natalidad y al descenso de su tasa migratoria, según una proyección de la Asociación Portuguesa de Demografía (APD).

Este país, que cuenta con 10.5 millones de habitantes, 5.5 en edad de trabajar, no solamente experimentaría una pérdida de población, sino que envejecería gradualmente, pues se espera que casi el 50% de los portugueses tendrá más de 50 años en las próximas décadas.

María Filomena Mendes, presidenta de la APD, explicó que esta tendencia repercutiría en los gastos del sistema de salud, de seguridad social o de pensiones en Portugal, donde los jubilados son 3.5 millones de personas (casi el 30% de la población).

Este envejecimiento poblacional, resultado de una baja natalidad y mortalidad, fue uno de los principales temas que se discutió en el IV Congreso Portugués de Demografía, que se celebró en la Universidad de Évora.

Las portuguesas tienen 1.37 hijos por mujer, según datos de 2010, cuando se considera que son necesarios 2.1 para reemplazar a la población actual, con una tasa bruta de natalidad (nacimientos por cada mil habitantes) de 9.6, y de 10 defunciones en la tasa de mortalidad.

El panorama

Pero este escenario podría ser aún peor si el saldo migratorio (la diferencia entre el número de inmigraciones y emigraciones durante un año) pasa a ser negativo. Especialmente preocupante es la salida de jóvenes en edad de trabajar y tener hijos, lo que podría disminuir aún más la tasa de natalidad. “Nada indica que vayamos a tener un saldo positivo en 2030”, indicó la directora de APD.

Según Mendes, los recortes sociales que comenzaron en 2010, fruto de la crisis económica, no pueden ser considerados de manera directa en este estudio dado que la metodología de la demografía no usa indicadores tan puntuales. Sin embargo, sí constató que “las medidas políticas no consiguieron invertir hechos como el descenso de la fecundidad y el envejecimiento de población”.


preocupante.

AZT2009
September 17th, 2012, 03:20 PM
http://www.publico.pt/Sociedade/o-futuro-e-um-pais-de-velhos-e-o-pesadelo-podera-ainda-ser-maior-1563199

http://www.publico.pt/Sociedade/em-2030-49-dos-portugueses-terao-mais-de-50-anos-havera-estado-social-1562915?p=1

Tem-se de melhorar as condições de vida dos idosos nem todos têm dinheiro para lares.

Os jovens partem porque já não acreditam no país.

Lino
September 18th, 2012, 12:57 AM
Já estagiei num lar e digo... saía em quase depressão, ainda bem que acabou... "ai menino estou à espera da minha hora". Os lares com boa animação são aqueles para os mais endinheirados, eu estive num de gente de pouco rendimento (Casa dos Pobres) e havia muitos a queixar-se dos filhos que nem os visitavam... a malta até os pais ignora...

AZT2009
September 18th, 2012, 10:57 AM
havia muitos a queixar-se dos filhos que nem os visitavam... a malta até os pais ignora...

E pessoas em fim de vida.

Lino
September 19th, 2012, 01:32 AM
Alguns são literalmente depositados... e conheci um caso de perto... enquanto a senhora estava no lar a filha ia-lhe tirando os bens de casa pois a senhora já era velhota e com problemas. E depois tudo se acentuou e a senhora faleceu...
:bash:

deveria haver mais inspecção destes casos, mas cada vez há mais desemprego para assistentes sociais e restantes técnicos de acção social, animadores, psicólogos, etc.

Paulo_1984
October 3rd, 2012, 11:38 PM
Entre o recenseamento e este mês, Portugal perdeu 60 mil habitantes, e até 15 de Outubro deverá cair para menos de 10.500.000 habitantes. Isto segundo o Pordata.
Descontado o saldo natural (negativo) terão saído de Portugal no último ano mais de 50 mil pessoas. Estão a sair do país 100 a 150 pessoas por dia...

Cbr Domes
October 4th, 2012, 11:34 AM
:ohno:

AZT2009
October 4th, 2012, 08:16 PM
Só vai parar quando o país criar condições para isso.

Baixar impostos
crescimento do emprego
Crescimento económico(crescimento do PIB e diminuição da divida colossal)

O país está a seguir a linha oposta do que citei a cima logo perde população( já não é a apenas do interior).

pedrodepinto
October 5th, 2012, 01:49 AM
Bem podemos ir esperando :shifty:...

Barragon
November 5th, 2012, 09:42 PM
:(

Barragon
November 5th, 2012, 09:44 PM
2012 vai ser o ano com menos bebés de que há registo

Entre Janeiro e Setembro deste ano foram feitos apenas 67 mil testes do pezinho, menos 6500 que em igual período de 2011. Isto significa que 2012 ficará para a história como o ano em Portugal com menos bebés de que há registo.

http://www.publico.pt/Sociedade/2012-vai-ser-o-ano-com-menos-bebes-de-sempre-1570063

Lino
November 5th, 2012, 10:32 PM
Mais mortes que nascimentos, pelo que vi há bocado num cabeçalho...
com estas condições é impossível constituir família... e muita gente nem se divorcia por nem ter meios financeiros para isso. Ou ficam na mesma casa (péssimo para as relações em muitos casos, quando há conflito) ou separam-se de forma definitiva sem oficializarem isso legalmente.

User1234
November 6th, 2012, 01:28 AM
É de facto alarmante, e fico ainda mais preocupado com as consequências destas realidades no estado social.

Lino
November 6th, 2012, 10:52 PM
Não existirá pois nem haverá dinheiro para impostos... no Porto vejo cada vez mais sem abrigo e noto as caras das pessoas muito mais carrancudas, as pessoas andam nervosas... isto terá consequências na saúde, é claro.

rcalmeida
November 20th, 2012, 12:21 PM
Já saíram os dados definitivos dos Censos. :)

alentejolover
November 20th, 2012, 01:34 PM
^^

E o site do INE está offline...

alentejolover
November 20th, 2012, 05:11 PM
Alguns concelhos do Alentejo ( população censos 2011 )

Évora- 56.596

Beja- 35.854

Portalegre- 24.930

Santiago do Cacem- 29.749

Sines- 14.238

Montemor- 17.437

Estremoz- 14.318

Elvas- 23.078

Campo Maior- 8.456

Alcacer- 13.046

toniho
November 20th, 2012, 05:26 PM
http://economiafinancas.com/wp-content/uploads/2012/11/Alguns-indicadores-de-escolaridade-2001-a-2011-Censos.jpg

J.Silva
November 20th, 2012, 07:22 PM
110 mil pessoas saem de Sintra em movimentos pendulares casa-trabalho/escola! um numero deveras considerável..

J.Silva
November 20th, 2012, 07:42 PM
A diferença entre a população presente e população residente é por exemplo o povo que esta emigrado ou que não faz da cidade referencia habitação permanente (população presente) certo?
É que nesse caso, Barcelos tem 5mil pessoas nessa situação, acho um número considerável. Se juntarmos ás 10mil que saem do concelho em movimentos pendulares casa/trabalho, logo se vê o quanto este concelho tem de cativação/criação/investimento de emprego. :ohno:

pedrodepinto
November 20th, 2012, 11:04 PM
Sinceramente, não há grandes surpresas.
Mas é impressionante saber que já temos 128 idosos para cada 100 jovens...

paradise at Tagus
November 20th, 2012, 11:27 PM
^^Impressionante, tendo em conta que há mais ou menos 3 décadas o valor do nosso índice de envelhecimento estava entre os mais baixos da Europa Ocidental.

pedrodepinto
November 21st, 2012, 01:01 PM
Nós somos rápidos a fazer as transições, quer as boas quer as más :hahano:...
Ontem ouvi na RFM que a taxa de abandono escolar precoce tinha passado de 40% para uns 23% entre 2006 e 2011.

Barragon
November 21st, 2012, 02:23 PM
Os dados são normais para um país em evolução ... o problema é a natalidade...

pedrodepinto
November 21st, 2012, 07:32 PM
Mas nós em Portugal também gostamos de desprezar o que é positivo. Nem tudo é mau!
No entanto, tens razão. E como estará a natalidade daqui a 10 anos? Com menos jovens no país em idade fértil (porque a idade média da população portuguesa está a aumentar), com mais emigração e com menos imigração?

Barragon
November 22nd, 2012, 01:10 AM
Tem que existir algum tipo de incentivo à natalidade.

Nos últimos anos a taxa de natalidade tem vindo a diminuir naturalmente por existirem menos pessoas em idade fértil.

Paulo_1984
November 22nd, 2012, 02:02 PM
É normal que o peso dos idosos aumente pois a Esperança Média de Vida também aumenta.

Não esquecer que enquanto o intervalo de jovens é de apenas 15 anos (0-14 anos) o de idosos é pelo menos o dobro, pois considera todas as pessoas com 65 ou mais e hoje em dia o nº de pessoas com 85, 90 ou 95 anos é bastante elevado algo que não acontecia por exemplo há 20 anos, isto levou também a um aumento mais rápido do peso desta faixa etária.

Mas existe um problema muito grande de natalidade... Não sei se conseguirá ser resolvido, hoje em dia as pessoas não têm vontade de ter filhos, não têm disponibilidade, dinheiro ou relações afectivas duradouras.

E eu ainda acho que a natalidade poderia ser muito menor se toda a gente fosse minimamente responsável. Pois se todos os nascimentos indesejados (adolescência, pessoas de baixos rendimentos que têm mais filhos) não ocorressem acho que a natalidade seria metade!

pedrodepinto
November 22nd, 2012, 07:06 PM
Nos últimos anos a taxa de natalidade tem vindo a diminuir naturalmente por existirem menos pessoas em idade fértil.

Agora imagina daqui a 10 anos :lol:.
Em 2000 houve um pico de 120.000 nascimentos. Talvez também porque os pais queriam que os filhos nascessem no ano 2000, o que tem mais zeros na nossa existência :lol:. Este ano vamos andar nos 90.000... Só aí já há uma redução de 25%!

Em 2007, faz agora cinco anos, dizia o Cavaco: "o que é que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?". Ele não sabe o que é preciso fazer nem ninguém lhe disse. Por isso, incentivos à natalidade uma ova :nuts:! Ainda para mais agora em que se tem de cortar em tudo.