Will_NE
August 27th, 2009, 09:16 PM
Cidade
No Piemonte da Chapada Diamantina, a 376 km de Salvador, está situada a cidade de Senhor do Bonfim. Localidade de clima semi-árido e notável riqueza natural, histórica e cultural, o município se destaca pela simplicidade de sua organização urbana, econômica na utilização dos espaços. Entre os mais populosos da Bahia, com mais de 72 mil habitantes, Bonfim é também centro de confluência de uma região com mais de 360 mil habitantes.
Sede da 28ª Região Administrativa da Bahia, Bonfim está às margens da BR - 407. Com clima temperado e altitude de 550m, tem a temperatura média de 23 graus, podendo chegar a 12 durante o inverno. Localizado entre montanhas, o município, mesmo no Sertão, tem contato com o cerrado em algumas áreas, dando destaque para a reserva florestal do Grunga, onde é possível observar as belezas naturais do local.
Bonfim está localizada em uma região com características culturais peculiares. A produção artesanal é original e farta. Há uma grande variedade de pratos e bebidas típicas na culinária, dentre eles o mugunzá, cuscuz, umbuzada e licor de jenipapo. O folclore é representado por diversas manifestações, entre elas a corrida de argolinha, as quadrilhas, o reisado, o samba de lata e os grupos de Calumbi (bandas de pífanos).
Comércio e Serviços
Hospedagem:
12 hotéis e 13 pousadas
Emissoras de Rádio:
Rainha FM e Caraíba AM
TV
TV Bonfim (a Cabo)
Jornais
A Voz da Nossa Gente – Lampião – Bonfim Hoje e O Popular
Clubes Recreativos:
08
Telefonia:
Telemar (fixa), Claro, Tim, Oi e Vivo (móveis)
Saúde:
Hospital Regional (192 / 3541-4121) e 10 clínicas
Comércio:
1,2 mil estabelecimentos
Agências bancárias:
Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, Bradesco e Sicoob
Telefonia fixa:
Telemar
Telefonia móvel:
Vivo, Tim, Oi e Claro
Segurança:
6º Batalhão da PM (190 / 3541-3608), Delegacia Regional da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (3541-1001)
História
A história da formação de Senhor do Bonfim está diretamente relacionada à busca de ouro e pedras preciosas e à introdução da criação de gado no sertão baiano. Em fins do século XVI, portugueses pertencentes à Casa da Torre, organizavam expedições com destino ao rio São Francisco e às minas de ouro de Jacobina, iniciando a ocupação do interior da província e a formação de vias de comunicação com o litoral.
Situado em zona de passagem dessas expedições, estabeleceu-se no território do atual Município uma rancharia de tropeiros no século XVII, servindo de pouso para vaqueiros, bandeirantes e desbravadores que transitavam naquela Região. Na mesma época, dentro da estratégia de catequese das populações indígenas, foi criado o arraial da Missão do Sahy a partir de 1697, dirigido pela Ordem dos Frades Menores ou Ordem dos Padres Franciscanos. No Arraial, estabelecido nas proximidades de uma aldeia pataxó, foram construídos convento e igreja sob invocação de Nossa Senhora das Neves. Em 1720, o arraial do Sahy passou à categoria de Vila, sediando a comarca de Jacobina até 1724, quando a sede foi transferida para a Vila de mesmo nome.
Com o crescimento da atividade pecuária, a expansão das pastagens, e o conseqüente avanço da ocupação do sertão baiano, formou-se uma povoação ao redor da antiga rancharia, às margens da estrada das Boiadas Em 1750, o núcleo contava com várias edificações e com população estabelecida, recebendo a denominação de arraial de Senhor do Bonfim da Tapera.
O Arraial, além de rota para a penetração no território, destacava-se como importante núcleo, desenvolvendo-se com base em atividades ligadas à criação de gado. As riquezas minerais da Região, além da localização privilegiada do Arraial, atraiam grande número de tropeiros, aventureiros e peões vindos de outras partes da Bahia e do Nordeste, dificultando o controle e a ordem na localidade. O município criado em 1776 por força de Carta Régia, para solucionar os constantes problemas que surgiam em 1799 com a população local que chegava a 600 pessoas – requereu ao governo da Província a criação da Vila, solicitação que foi atendida no mesmo ano com a instalação da Vila Nova da Rainha em primeiro de outubro.
Oitenta e seis anos mais tarde, a Vila foi elevada à categoria de Cidade, pela Lei Provincial nº 2.499 de 28 de maio de 1885, tendo seu topônimo modificado para Bonfim. Em 7 de janeiro de 1887, foi criado o Município, com a mesma denominação, a qual foi alterada somente em 1943, através do Decreto Lei no 141 de 30 de dezembro, passando a chamar-se Senhor do Bonfim, assim como a Sede Municipal.
Beneficiado por sua situação geográfica, rota quase obrigatória entre o litoral do Estado e a região do São Francisco, e historicamente vinculado ao processo de povoamento da zona do sertão baiano, o Município desenvolveu-se como importante entreposto comercial e entroncamento viário para as regiões de Jacobina e Juazeiro, catalisando um grande número de empreendimentos e atraindo novos moradores para o local. Senhor do Bonfim consolidou-se como principal centro da Região, polarizando outros menores, como Campo Formoso, Jaguarari, Pindobaçu, Itiúba, Antonio Gonçalves, Andorinha, Ponto Novo, Umburana e Filadélfia.
Durante o período inicial de formação da sua base econômica, o Município teve na criação de gado a sua principal atividade, ganhando espaço, ao longo dos anos, as culturas temporárias de feijão, milho, mandioca e mamona, além do cultivo de sisal e o extrativismo do ouricuri. Ao lado destas atividades, expandiu-se o comércio, e unidades beneficiadoras de sisal, mamona, ouricuri e leite estabeleceram-se no local nos anos 70, promovendo efeitos significativos na economia municipal, que progrediu continuamente.
Na década subseqüente, o declínio das culturas de sisal, mamona e ouricuri (pela sua substituição por produtos e fibras sintéticas) provocou o fechamento e a migração de indústrias, mas a intensificação da atividade pecuária e a criação de uma bacia leiteira na Região minimizaram os impactos do desaquecimento da agricultura sobre a economia, tendo em vista o montante de investimentos realizados no setor de pecuária. Com isso, gerou-se uma dependência quase absoluta da atividade, que apesar dos reflexos positivos sobre outros setores revela-se extremamente danosa em épocas de crise.
Em acréscimo, os problemas de origem hídrica encontrados na região de Senhor do Bonfim limitam o aproveitamento das grandes faixas de terras propícias às pastagens e com boa fertilidade para os cultivos agrícolas. De fato, desde o início da década de 90, a estiagem prolongada vem causando a redução dos rebanhos e a quebra de safras, que repercutem sobre as atividades secundárias e terciárias e configuram um quadro extremamente negativo para a população do Município.
Desta forma, a história recente de Senhor do Bonfim está marcada pela involução das atividades econômicas e pela dificuldade de superação da crise, por conta das deficiências hídricas e da falta de planejamento do setor primário para a redução dos efeitos das constantes secas que atingem a Região e impedem o desenvolvimento do Município nos níveis verificados nas décadas anteriores.
Economia
Entre as principais atividades do setor econômico estão o comércio, a pecuária, a extração mineral e a agricultura. Na pecuária os rebanhos de bovinos, caprinos, suínos e ovinos são os mais importantes. No setor agrícula, destacam-se as produções de mamona, mandioca, feijão, milho, cana-de-açúcar e frutas. O setor de bens minerais produz um grande volume de cobre, manganês e volfrâmio. Na área comercial, bonfim possui mais de 1.200 estabelecimentos, com 356 bares e 31 indústrias de pequeno porte. São cinco bancos na cidade – três públicos e dois privados – e o setor turístico oferece 1.130 leitos. O Produto Interno Bruto (PIB) do município é da ordem de R$300 milhões, 76,47% deste valor corresponde ao setor de serviços, 16,68% é proveniente da indústria e 6,85% da agropecuária.
O potencial econômico, segundo o Índice de Potencial de Consumo (IPC), levantado pela Target Marketing, é de R$527 milhões anuais. Os maiores consumos são registrados com veículos, refeições fora de casa, compras e aluguel de imóveis e gastos com manutenção residencial. Este potencial mostra claramente que Bonfim é o centro de confluência para compra por parte de consumidores de municípios vizinhos.
Turismo
A microrregião de Senhor de Bonfim apresenta preciosidades naturais, como os rios, cachoeiras, grutas, morros e diversas formações rochosas interessantes. Para visitar quase todas as atrações é preciso encarar caminhadas por trilhas. Destacam-se aprazíveis cachoeiras, onde os visitantes podem se deliciar com águas mornas e verificar a deslumbrante paisagem.
A produção artesanal é original e farta. Há uma grande variedade de pratos e bebidas típicas na culinária, dentre eles o mugunzá, cuscuz, umbuzada e licor de jenipapo. O folclore é representado por diversas manifestações, entre elas a corrida de argolinha, cavalgadas as quadrilhas, o reisado, o samba de lata e os grupos de Calumbi (bandas de pífanos).
Turismo Tradicional
O povo na rua, muita animação e valorização das tradições. São características peculiares atribuídas ao São João de Senhor do Bonfim. A popularidade dos festejos juninos tornou a tradição conhecida em todo o pais. Justificando o título de “Capital Baiana do Forró”!
Em nenhum outro lugar se encontra vivo e influente a festa de casa em casa, a mesa repleta de comidas e bebidas típicas, a guerra de espadas, forró pé-de-serra e o acolhimento carinhoso com os bonfinenses recebem os visitantes.
Turismo Cultural
Nossa Região é de grande riqueza cultural com destaque para o artesanato, samba-de-lata, folclore, manifestações populares como a corrida de argolinha, quadrilhas, terno de reis, desfile de carroça, roda do Palmeira, dentre outras e culinária regional (cuscuz, mungunzá, canjica, rapadura, umbuzada, licor de jenipapo) elementos marcantes da cultura sertaneja.
Os distritos são marcados pela forte religiosidade, festas dos padroeiros e antecedentes indígenas e escravos.
Turismo Ecológico
O turismo ecológico é uma das atividades emergentes do município. A Reserva do Grunga, com suas nascentes bem preservadas, ganha destaque. A vegetação mistura espécie da caatinga com flores serranas, principalmente variadas orquídeas, bromélias e sempre vivas.
Senhor do Bonfim apresenta ainda preciosidades naturais como: rios, cachoeiras, grutas, morros, e diversas formações rochosas super interessantes. Para visitar quase todas as atrações é preciso encarar caminhadas por trilhas. Ótimas opções para quem gosta de esportes radicais e ama a natureza.
Turismo de Negócios
Sua localização é estratégica como centro de confluência de uma região de mais de 350 mil habitantes. Senhor do Bonfim tem como principais atividades econômicas: o comercio, a agricultura e pecuária e a extração mineral. No comercio destaca-se Feira Livre por ser a maior da Bahia e a segunda maior do Nordeste em extensão territorial. Nossa feira foi gente famosa de Lampião a Luiz Gonzaga.
No setor agrícola temos produção de mamona, mandioca, milho, feijão e frutas. Na pecuária os grandes rebanhos do bovinos, caprinos,suínos e a avicultura, destacando a grande produção de leite, setor mineral a região é responsável por 33% da produção da Bahia.
São João
Historicamente é sabido que os festejos juninos de Senhor do Bonfim são conhecidos diante de suas peculiaridades e da grande participação popular. A festa, aqui centenária, tem sua tradição respeitada nos quatro cantos da Bahia e do Brasil. E é por isso que Senhor do Bonfim é a capital baiana do forró. Encarregou-se o tempo de divulgar a festa, que teve seu início no final século XIX. Visitantes, originários inclusive de outros estados, misturam-se hoje aos bonfinenses em uma imensa família. Na mesa farta nunca falta a canjica, milho assado e cozido, amendoim, cachaça e licor.
Quando se fala em festa de casa em casa, no acolhimento das famílias, na mesa farta de produtos juninos e no típico forró pé de serra, o São João de Senhor do Bonfim, certamente, vem à mente de todos aqueles que já passaram por este pedaço da Bahia. Nos festejos juninos, Bonfim ganha seu brilho. Durante todo o mês de junho tudo é festa na cidade nordestina.
Feira Livre - segunda maior do Nordeste
A feira livre de Senhor do Bonfim é a segunda maior do nordeste em extensão, com cerca de 1,2 Km. Tem seu ponto forte as sextas e sábados, ocupando três praças localizadas na área central do comércio. Nela se encontra de tudo: arroz, feijão, farinha, milho, tapioca, doces, queijo e requeijão, rapadura, frutas, carnes, verduras e legumes. Há, também, móveis, roupas, calçados, artefatos de couro, palha e cipó, cerâmica, plantas e ervas medicinais, animais e até eletrodomésticos. Na feira de Bonfim já passaram pessoas famosas, desde Lampião até Luiz Gonzaga.
A Feira Livre de Senhor do Bonfim recebe, semanalmente, milhares de pessoas, nativas e oriundas dos diversos municípios que compõem a microrregião. Na Feira-do-Rolo são feitos negócios com a troca de todo e qualquer tipo de objetos, a Feiraguai, a Feira do Rato e a Feira do Pau. Esta última, também famosa e tradicional, funciona de segunda a sexta-feira.
Potencial Turístico
*Hospedagem: 10 Hotéis, 11 Pousadas e 5 Motéis.
*Alimentação: 25 Restaurante, 55 Lanchonetes e 5 Sorveterias.
*Agências: Banco do Brasil, Caixa, Banco Bradesco, Siccob e Banco do Nordeste. Além de caixas eletrônicos e Banco 24 horas.
*Telefonia Móvel: Vivo , Tim, Claro, Oi
.Além de Telefonia Fixa e Internet Wireless e Banda Larga
*Segurança: 6° Batalhão da PM, Corpo de Bombeiro
.Regional de Polícia Civil e Delegacia da Polícia Rodoviária Federal
*Saúde: Hospital Regional, Samu, Hemocentro e 10 Clínicas
*Comércio: 1,8 mil estabelecimentos.
*Emissoras de rádio: duas (FM e AM)
* Clubes Recreativos: 07
* Emissora de TV: 02 – TV Bonfim TV São Francisco
Veja também no município os lugares mais visitados
* Prédios Históricos
* Estação Ferroviária
* Catedral do Senhor do Bonfim
* Artesanato (Missão do Sahy)
* Casas de Farinha e Beiju (Igara)
* Engenho Secular do Mulungu (Carrapichel)
* Barroca do Faleiro (Carrapichel)
* Caprinocultura (Quicé)
* Açude do Quicé (Quicé)
* Cavalgada do Quicé (Quicé)
* Enduro Extreme (Motocross)
* Forro no Trem (Sede do Município)
* Expobonfim (Sede do Município)
* Casa do São João (Sede do Município)
* Estádio Pedro Amorim (Sede do Município)
Município em Números
DADOS TERRITORIAIS
Área do Município: 812 Km²
População estimada para 2009: 76.114 habitantes
Todos os dados foram coletados do site da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim: www.senhordobonfim.ba.gov.br
FOTOS ANTIGAS
Todas as fotos antigas são do site da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim: www.senhordobonfim.ba.gov.br
1
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2
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3
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4
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5
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6
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8
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FOTOS ATUAIS
Decoração de São João
1 - sintowin (Flickr)
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2 - sintowin (Flickr)
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Catedral de Senhor do Bonfim
3 - herdeirodocaos33 (Flickr)
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4 - Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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5 - Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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6 - Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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7- Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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8 - Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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Sobrados antigos
9 - canrobert (Flickr)
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10 - canrobert (Flickr)
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11 - canrobert (Flickr)
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Prefeitura Municipal
12 - canrobert (Flickr)
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13 - canrobert (Flickr)
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Estação Ferroviária
14 - Wilson Ferreira (Flickr)
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15 - Ermesson Moura (Panoramio)
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16- canrobert (Flickr)
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Estação Rodoviária
17 - volare (Panoramio)
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Colégio Estadual (antigo Colégio Marista)
18 - Aldo Moura (Flickr)
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Paisagens Diversas
19 - Wilson Ferreira (Flickr)
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20 - Wilson Ferreira (Flickr)
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21 - sintowin (Flickr)
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22 - sintowin (Flickr)
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23 - Wilson Ferreira (Flickr)
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24 - Wilson Ferreira (Flickr)
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25 - Wilson Ferreira (Flickr)
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26 - Wilson Ferreira (Flickr)
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27 - Uira Gama (Panoramio)
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28 - Ermesson Moura (Panoramio)
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29 - Ermesson Moura (Panoramio)
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30 - Mr. Roney (Panoramio)
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31 - Leici (Panoramio)
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32 - Leici (Panoramio)
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33 - Leici (Panoramio)
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34 - Aldo Moura (Flickr)
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35 - Aldo Moura (Flickr)
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No Piemonte da Chapada Diamantina, a 376 km de Salvador, está situada a cidade de Senhor do Bonfim. Localidade de clima semi-árido e notável riqueza natural, histórica e cultural, o município se destaca pela simplicidade de sua organização urbana, econômica na utilização dos espaços. Entre os mais populosos da Bahia, com mais de 72 mil habitantes, Bonfim é também centro de confluência de uma região com mais de 360 mil habitantes.
Sede da 28ª Região Administrativa da Bahia, Bonfim está às margens da BR - 407. Com clima temperado e altitude de 550m, tem a temperatura média de 23 graus, podendo chegar a 12 durante o inverno. Localizado entre montanhas, o município, mesmo no Sertão, tem contato com o cerrado em algumas áreas, dando destaque para a reserva florestal do Grunga, onde é possível observar as belezas naturais do local.
Bonfim está localizada em uma região com características culturais peculiares. A produção artesanal é original e farta. Há uma grande variedade de pratos e bebidas típicas na culinária, dentre eles o mugunzá, cuscuz, umbuzada e licor de jenipapo. O folclore é representado por diversas manifestações, entre elas a corrida de argolinha, as quadrilhas, o reisado, o samba de lata e os grupos de Calumbi (bandas de pífanos).
Comércio e Serviços
Hospedagem:
12 hotéis e 13 pousadas
Emissoras de Rádio:
Rainha FM e Caraíba AM
TV
TV Bonfim (a Cabo)
Jornais
A Voz da Nossa Gente – Lampião – Bonfim Hoje e O Popular
Clubes Recreativos:
08
Telefonia:
Telemar (fixa), Claro, Tim, Oi e Vivo (móveis)
Saúde:
Hospital Regional (192 / 3541-4121) e 10 clínicas
Comércio:
1,2 mil estabelecimentos
Agências bancárias:
Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, Bradesco e Sicoob
Telefonia fixa:
Telemar
Telefonia móvel:
Vivo, Tim, Oi e Claro
Segurança:
6º Batalhão da PM (190 / 3541-3608), Delegacia Regional da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (3541-1001)
História
A história da formação de Senhor do Bonfim está diretamente relacionada à busca de ouro e pedras preciosas e à introdução da criação de gado no sertão baiano. Em fins do século XVI, portugueses pertencentes à Casa da Torre, organizavam expedições com destino ao rio São Francisco e às minas de ouro de Jacobina, iniciando a ocupação do interior da província e a formação de vias de comunicação com o litoral.
Situado em zona de passagem dessas expedições, estabeleceu-se no território do atual Município uma rancharia de tropeiros no século XVII, servindo de pouso para vaqueiros, bandeirantes e desbravadores que transitavam naquela Região. Na mesma época, dentro da estratégia de catequese das populações indígenas, foi criado o arraial da Missão do Sahy a partir de 1697, dirigido pela Ordem dos Frades Menores ou Ordem dos Padres Franciscanos. No Arraial, estabelecido nas proximidades de uma aldeia pataxó, foram construídos convento e igreja sob invocação de Nossa Senhora das Neves. Em 1720, o arraial do Sahy passou à categoria de Vila, sediando a comarca de Jacobina até 1724, quando a sede foi transferida para a Vila de mesmo nome.
Com o crescimento da atividade pecuária, a expansão das pastagens, e o conseqüente avanço da ocupação do sertão baiano, formou-se uma povoação ao redor da antiga rancharia, às margens da estrada das Boiadas Em 1750, o núcleo contava com várias edificações e com população estabelecida, recebendo a denominação de arraial de Senhor do Bonfim da Tapera.
O Arraial, além de rota para a penetração no território, destacava-se como importante núcleo, desenvolvendo-se com base em atividades ligadas à criação de gado. As riquezas minerais da Região, além da localização privilegiada do Arraial, atraiam grande número de tropeiros, aventureiros e peões vindos de outras partes da Bahia e do Nordeste, dificultando o controle e a ordem na localidade. O município criado em 1776 por força de Carta Régia, para solucionar os constantes problemas que surgiam em 1799 com a população local que chegava a 600 pessoas – requereu ao governo da Província a criação da Vila, solicitação que foi atendida no mesmo ano com a instalação da Vila Nova da Rainha em primeiro de outubro.
Oitenta e seis anos mais tarde, a Vila foi elevada à categoria de Cidade, pela Lei Provincial nº 2.499 de 28 de maio de 1885, tendo seu topônimo modificado para Bonfim. Em 7 de janeiro de 1887, foi criado o Município, com a mesma denominação, a qual foi alterada somente em 1943, através do Decreto Lei no 141 de 30 de dezembro, passando a chamar-se Senhor do Bonfim, assim como a Sede Municipal.
Beneficiado por sua situação geográfica, rota quase obrigatória entre o litoral do Estado e a região do São Francisco, e historicamente vinculado ao processo de povoamento da zona do sertão baiano, o Município desenvolveu-se como importante entreposto comercial e entroncamento viário para as regiões de Jacobina e Juazeiro, catalisando um grande número de empreendimentos e atraindo novos moradores para o local. Senhor do Bonfim consolidou-se como principal centro da Região, polarizando outros menores, como Campo Formoso, Jaguarari, Pindobaçu, Itiúba, Antonio Gonçalves, Andorinha, Ponto Novo, Umburana e Filadélfia.
Durante o período inicial de formação da sua base econômica, o Município teve na criação de gado a sua principal atividade, ganhando espaço, ao longo dos anos, as culturas temporárias de feijão, milho, mandioca e mamona, além do cultivo de sisal e o extrativismo do ouricuri. Ao lado destas atividades, expandiu-se o comércio, e unidades beneficiadoras de sisal, mamona, ouricuri e leite estabeleceram-se no local nos anos 70, promovendo efeitos significativos na economia municipal, que progrediu continuamente.
Na década subseqüente, o declínio das culturas de sisal, mamona e ouricuri (pela sua substituição por produtos e fibras sintéticas) provocou o fechamento e a migração de indústrias, mas a intensificação da atividade pecuária e a criação de uma bacia leiteira na Região minimizaram os impactos do desaquecimento da agricultura sobre a economia, tendo em vista o montante de investimentos realizados no setor de pecuária. Com isso, gerou-se uma dependência quase absoluta da atividade, que apesar dos reflexos positivos sobre outros setores revela-se extremamente danosa em épocas de crise.
Em acréscimo, os problemas de origem hídrica encontrados na região de Senhor do Bonfim limitam o aproveitamento das grandes faixas de terras propícias às pastagens e com boa fertilidade para os cultivos agrícolas. De fato, desde o início da década de 90, a estiagem prolongada vem causando a redução dos rebanhos e a quebra de safras, que repercutem sobre as atividades secundárias e terciárias e configuram um quadro extremamente negativo para a população do Município.
Desta forma, a história recente de Senhor do Bonfim está marcada pela involução das atividades econômicas e pela dificuldade de superação da crise, por conta das deficiências hídricas e da falta de planejamento do setor primário para a redução dos efeitos das constantes secas que atingem a Região e impedem o desenvolvimento do Município nos níveis verificados nas décadas anteriores.
Economia
Entre as principais atividades do setor econômico estão o comércio, a pecuária, a extração mineral e a agricultura. Na pecuária os rebanhos de bovinos, caprinos, suínos e ovinos são os mais importantes. No setor agrícula, destacam-se as produções de mamona, mandioca, feijão, milho, cana-de-açúcar e frutas. O setor de bens minerais produz um grande volume de cobre, manganês e volfrâmio. Na área comercial, bonfim possui mais de 1.200 estabelecimentos, com 356 bares e 31 indústrias de pequeno porte. São cinco bancos na cidade – três públicos e dois privados – e o setor turístico oferece 1.130 leitos. O Produto Interno Bruto (PIB) do município é da ordem de R$300 milhões, 76,47% deste valor corresponde ao setor de serviços, 16,68% é proveniente da indústria e 6,85% da agropecuária.
O potencial econômico, segundo o Índice de Potencial de Consumo (IPC), levantado pela Target Marketing, é de R$527 milhões anuais. Os maiores consumos são registrados com veículos, refeições fora de casa, compras e aluguel de imóveis e gastos com manutenção residencial. Este potencial mostra claramente que Bonfim é o centro de confluência para compra por parte de consumidores de municípios vizinhos.
Turismo
A microrregião de Senhor de Bonfim apresenta preciosidades naturais, como os rios, cachoeiras, grutas, morros e diversas formações rochosas interessantes. Para visitar quase todas as atrações é preciso encarar caminhadas por trilhas. Destacam-se aprazíveis cachoeiras, onde os visitantes podem se deliciar com águas mornas e verificar a deslumbrante paisagem.
A produção artesanal é original e farta. Há uma grande variedade de pratos e bebidas típicas na culinária, dentre eles o mugunzá, cuscuz, umbuzada e licor de jenipapo. O folclore é representado por diversas manifestações, entre elas a corrida de argolinha, cavalgadas as quadrilhas, o reisado, o samba de lata e os grupos de Calumbi (bandas de pífanos).
Turismo Tradicional
O povo na rua, muita animação e valorização das tradições. São características peculiares atribuídas ao São João de Senhor do Bonfim. A popularidade dos festejos juninos tornou a tradição conhecida em todo o pais. Justificando o título de “Capital Baiana do Forró”!
Em nenhum outro lugar se encontra vivo e influente a festa de casa em casa, a mesa repleta de comidas e bebidas típicas, a guerra de espadas, forró pé-de-serra e o acolhimento carinhoso com os bonfinenses recebem os visitantes.
Turismo Cultural
Nossa Região é de grande riqueza cultural com destaque para o artesanato, samba-de-lata, folclore, manifestações populares como a corrida de argolinha, quadrilhas, terno de reis, desfile de carroça, roda do Palmeira, dentre outras e culinária regional (cuscuz, mungunzá, canjica, rapadura, umbuzada, licor de jenipapo) elementos marcantes da cultura sertaneja.
Os distritos são marcados pela forte religiosidade, festas dos padroeiros e antecedentes indígenas e escravos.
Turismo Ecológico
O turismo ecológico é uma das atividades emergentes do município. A Reserva do Grunga, com suas nascentes bem preservadas, ganha destaque. A vegetação mistura espécie da caatinga com flores serranas, principalmente variadas orquídeas, bromélias e sempre vivas.
Senhor do Bonfim apresenta ainda preciosidades naturais como: rios, cachoeiras, grutas, morros, e diversas formações rochosas super interessantes. Para visitar quase todas as atrações é preciso encarar caminhadas por trilhas. Ótimas opções para quem gosta de esportes radicais e ama a natureza.
Turismo de Negócios
Sua localização é estratégica como centro de confluência de uma região de mais de 350 mil habitantes. Senhor do Bonfim tem como principais atividades econômicas: o comercio, a agricultura e pecuária e a extração mineral. No comercio destaca-se Feira Livre por ser a maior da Bahia e a segunda maior do Nordeste em extensão territorial. Nossa feira foi gente famosa de Lampião a Luiz Gonzaga.
No setor agrícola temos produção de mamona, mandioca, milho, feijão e frutas. Na pecuária os grandes rebanhos do bovinos, caprinos,suínos e a avicultura, destacando a grande produção de leite, setor mineral a região é responsável por 33% da produção da Bahia.
São João
Historicamente é sabido que os festejos juninos de Senhor do Bonfim são conhecidos diante de suas peculiaridades e da grande participação popular. A festa, aqui centenária, tem sua tradição respeitada nos quatro cantos da Bahia e do Brasil. E é por isso que Senhor do Bonfim é a capital baiana do forró. Encarregou-se o tempo de divulgar a festa, que teve seu início no final século XIX. Visitantes, originários inclusive de outros estados, misturam-se hoje aos bonfinenses em uma imensa família. Na mesa farta nunca falta a canjica, milho assado e cozido, amendoim, cachaça e licor.
Quando se fala em festa de casa em casa, no acolhimento das famílias, na mesa farta de produtos juninos e no típico forró pé de serra, o São João de Senhor do Bonfim, certamente, vem à mente de todos aqueles que já passaram por este pedaço da Bahia. Nos festejos juninos, Bonfim ganha seu brilho. Durante todo o mês de junho tudo é festa na cidade nordestina.
Feira Livre - segunda maior do Nordeste
A feira livre de Senhor do Bonfim é a segunda maior do nordeste em extensão, com cerca de 1,2 Km. Tem seu ponto forte as sextas e sábados, ocupando três praças localizadas na área central do comércio. Nela se encontra de tudo: arroz, feijão, farinha, milho, tapioca, doces, queijo e requeijão, rapadura, frutas, carnes, verduras e legumes. Há, também, móveis, roupas, calçados, artefatos de couro, palha e cipó, cerâmica, plantas e ervas medicinais, animais e até eletrodomésticos. Na feira de Bonfim já passaram pessoas famosas, desde Lampião até Luiz Gonzaga.
A Feira Livre de Senhor do Bonfim recebe, semanalmente, milhares de pessoas, nativas e oriundas dos diversos municípios que compõem a microrregião. Na Feira-do-Rolo são feitos negócios com a troca de todo e qualquer tipo de objetos, a Feiraguai, a Feira do Rato e a Feira do Pau. Esta última, também famosa e tradicional, funciona de segunda a sexta-feira.
Potencial Turístico
*Hospedagem: 10 Hotéis, 11 Pousadas e 5 Motéis.
*Alimentação: 25 Restaurante, 55 Lanchonetes e 5 Sorveterias.
*Agências: Banco do Brasil, Caixa, Banco Bradesco, Siccob e Banco do Nordeste. Além de caixas eletrônicos e Banco 24 horas.
*Telefonia Móvel: Vivo , Tim, Claro, Oi
.Além de Telefonia Fixa e Internet Wireless e Banda Larga
*Segurança: 6° Batalhão da PM, Corpo de Bombeiro
.Regional de Polícia Civil e Delegacia da Polícia Rodoviária Federal
*Saúde: Hospital Regional, Samu, Hemocentro e 10 Clínicas
*Comércio: 1,8 mil estabelecimentos.
*Emissoras de rádio: duas (FM e AM)
* Clubes Recreativos: 07
* Emissora de TV: 02 – TV Bonfim TV São Francisco
Veja também no município os lugares mais visitados
* Prédios Históricos
* Estação Ferroviária
* Catedral do Senhor do Bonfim
* Artesanato (Missão do Sahy)
* Casas de Farinha e Beiju (Igara)
* Engenho Secular do Mulungu (Carrapichel)
* Barroca do Faleiro (Carrapichel)
* Caprinocultura (Quicé)
* Açude do Quicé (Quicé)
* Cavalgada do Quicé (Quicé)
* Enduro Extreme (Motocross)
* Forro no Trem (Sede do Município)
* Expobonfim (Sede do Município)
* Casa do São João (Sede do Município)
* Estádio Pedro Amorim (Sede do Município)
Município em Números
DADOS TERRITORIAIS
Área do Município: 812 Km²
População estimada para 2009: 76.114 habitantes
Todos os dados foram coletados do site da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim: www.senhordobonfim.ba.gov.br
FOTOS ANTIGAS
Todas as fotos antigas são do site da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim: www.senhordobonfim.ba.gov.br
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FOTOS ATUAIS
Decoração de São João
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2 - sintowin (Flickr)
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Catedral de Senhor do Bonfim
3 - herdeirodocaos33 (Flickr)
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4 - Projeto Idéia Fixa (Flickr)
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Sobrados antigos
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Prefeitura Municipal
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13 - canrobert (Flickr)
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Estação Ferroviária
14 - Wilson Ferreira (Flickr)
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15 - Ermesson Moura (Panoramio)
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16- canrobert (Flickr)
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Estação Rodoviária
17 - volare (Panoramio)
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Colégio Estadual (antigo Colégio Marista)
18 - Aldo Moura (Flickr)
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Paisagens Diversas
19 - Wilson Ferreira (Flickr)
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21 - sintowin (Flickr)
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23 - Wilson Ferreira (Flickr)
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24 - Wilson Ferreira (Flickr)
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25 - Wilson Ferreira (Flickr)
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26 - Wilson Ferreira (Flickr)
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27 - Uira Gama (Panoramio)
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28 - Ermesson Moura (Panoramio)
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29 - Ermesson Moura (Panoramio)
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30 - Mr. Roney (Panoramio)
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31 - Leici (Panoramio)
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32 - Leici (Panoramio)
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33 - Leici (Panoramio)
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34 - Aldo Moura (Flickr)
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35 - Aldo Moura (Flickr)
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