View Full Version : PROT-AML


AZT2009
November 2nd, 2009, 06:40 PM
Novo PROT-AML aposta na mobilidade ferroviária


A nova versão do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), que deverá entrar em vigor em Março de 2010, aposta na área da mobilidade, sobretudo no transporte ferroviário em detrimento do rodoviário, e defende alterações nas prioridades de investimento público.

O PROT-AML está a ser revisto em função dos novos projectos anunciados para a AML, como a nova travessia sobre o Tejo, o TGV e o novo aeroporto internacional de Alcochete. Um dos objectivos do documento é permitir o desenvolvimento da rede de transporte ferroviário, estudando a possibilidade de criar, através da rede ferroviária, uma ligação sem transbordo ao novo aeroporto a partir do eixo Setúbal-Palmela e do Alentejo e Algarve.

Para além disso, propõe a contenção das manchas de ocupação urbana e a salvaguarda dos espaços menos urbanizados. Na área do turismo, a versão apresentada em meados deste mês traça ainda como objectivo a delimitação de Zonas Especiais de Interesse Turístico e a criação de um sistema especial de incentivo ao investimento privado na recuperação e reabilitação do património.

As metas na área do turismo para a AML passam por duplicar até 2020 o número de entradas e de dormidas de turistas estrangeiros e iniciar até 2015 circuitos culturais.


No novo documento foi incluída já a cartografia dos riscos da AML, que deverá facilitar a aplicação de proibições de construção nalguns casos e restrições noutros.

Fonte:Ambiente online (http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8316)

Wolf2009
November 14th, 2009, 03:28 PM
Boas notícias

Xico205
November 19th, 2009, 10:13 PM
E o que está previsto de novo para o modo ferroviario? A TTT, o TGV, a expansão do metro. Mais alguma coisa?

Barragon
February 1st, 2010, 11:58 AM
Proposta de Plano de Ordenamento vista como inaceitável pelos municípios da AML

Carta dos municípios à ministra do Ambiente pede suspensão do prazo para elaboração de parecer relativo à proposta de alteração do PROT-AML

Os 18 municípios que constituem a Área Metropolitana de Lisboa (AML) pediram à ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, uma reunião com a secretária de Estado do Ordenamento do Território para discussão das alterações ao Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT), e solicitaram a suspensão do prazo para elaboração do parecer sobre as mesmas, por considerarem "inaceitável" a proposta governamental.

Aqueles municípios, que se reuniram no quadro da Junta Metropolitana de Lisboa (JML), a 21 de Janeiro, dirigiram o pedido à ministra, justificando que "o calendário e a metodologia daquele plano suscitaram profundas reservas à JML", considerando também que "ainda não houve a necessária discussão de nível político do PROT-AML", e que há casos de estudos que assentam apenas em pressupostos teóricos.

Foram os autarcas de Lisboa que explicitaram as críticas ao documento orientador, na reunião de quarta-feira do executivo, com o vice-presidente, Manuel Salgado, ao classificá-lo como "intrusivo" nas competências municipais. "O PROT não pode estabelecer normas que imponham competências à câmara; quando muito, pode dar orientações à câmara", disse. Sublinhou depois: "Estamos num contexto de fraco investimento e de fraquíssimo aumento demográfico e de lenta recuperação do desemprego. Neste contexto, são precisos instrumentos de ordenamento que façam opções claras e não que funcionem como uma espécie de esponja das pretensões das câmaras."

Assinada pelo presidente da JML, Carlos Humberto, também presidente da Câmara do Barreiro, a carta dirigida à ministra destaca que a proposta de alteração do plano é inaceitável, porque "configura uma colagem de vários estudos efectuados, em vários casos, num nível teórico", e "não suficientemente articulados para produzirem um plano coerente".

Outra das críticas refere-se ao que os autarcas dizem ser "situações de profundo desconhecimento do território", justificando que há áreas de construção consolidadas que não são tidas como tal, ou que são apresentadas zonas industriais que já não existem. Os municípios querem assim que a proposta seja discutida, até 20 de Maio, entre a junta e as câmaras.

Público

Wolf2009
February 4th, 2010, 08:18 PM
Alguém sabe algo sobre isto?

fred_mendonca
March 14th, 2010, 12:52 AM
Parece que os gajos que elaboraram o PROT fizeram aquilo tudo mal.

Barragon
March 14th, 2010, 01:31 AM
Então ? :lol:

AZT2009
March 14th, 2010, 01:31 PM
Como Assim?

fred_mendonca
March 14th, 2010, 06:57 PM
As classificações estão completamente desactualizadas. Os pressupostos do plano estão errados.

Wolf2009
March 14th, 2010, 07:04 PM
Como sabes isso e já agora qual é a fonte?

fred_mendonca
March 14th, 2010, 07:12 PM
Estou-me a basear na opinião dos autarcas da AML que se fartaram de criticar este plano.

Wolf2009
March 28th, 2010, 04:40 PM
Comissão de Coordenação aposta na contenção
25 | 03 | 2010 09.26H
Contenção, rigor e proximidade serão, segundo a nova presidente da Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo as 'palavras chave' do Plano de Actividades para 2010, que será hoje apresentado.

Destak/Lusa

Em declarações à Lusa, Teresa Almeida lembrou que, para corresponder ao pedido de contenção nas instituições públicas, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) reduzirá este ano os gastos, apresentando um orçamento que ronda os 7,5 milhões de euros, menos 1,3 milhões do que o do ano passado.

"Esta redução de gastos tem muito a ver com a interligação com a eficiência energética. É possível consumir menor energia e gastar menos papel", exemplificou, realçando que a CCDR pretende igualmente renovar a frota automóvel recorrendo aos veículos elétricos.

A propósito da afirmação da região que representa, a presidente realçou que pretende reforçar a ideia da CCDRLVT ser "voz ativa no panorama nacional".

Quanto à entrada em vigor do PROT-AML (Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa), Teresa Almeida disse esperar que o documento possa ser eficaz "durante este ano".

"Temos um grande desafio, que é PROT para a AML, que compete assegurar que seja apoiado pelos municípios abrangidos e instituições do Estado que têm que se rever no documento", afirmou.

"Esta é uma aposta forte. Agora é preciso ajustar a proposta inicial aos contributos recolhidos para apresentar uma nova versão mais consensualizada", acrescentou.

Para a nova presidente da CCDRLVT, "o contributo que o PROT pode dar só será viável se estiver consensualizado pelos municípios, que depois no âmbito dos seus planos diretores municipais o têm de adequar".

"É um trabalho de parceria e só com todos é possível ter êxito", disse, aludindo aos investimentos previstos para a margem sul do Tejo, designadamente o novo aeroporto, a terceira travessia e as plataformas logísticas.

Teresa Almeida destacou ainda a importância da proximidade da CCDR com os seus interlocutores, designadamente as autarquias.

"Os organismos públicos têm de ser cada vez mais abertos aos interlocutores, no caso da CCDR são os municípios, que têm cada vez mais competências próprias", sublinhou.

"À CCDR compete esse reconhecimento e também o ser mais célere nas suas decisões, apostando na proximidade e transparência", afirmou a responsável.

Wolf2009
October 25th, 2010, 09:54 PM
Autarca de Alcochete lamenta mobilidade maltratada no PROT-AML

O presidente da Câmara Municipal de Alcochete, Luís Franco, considera que a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML) “tratou mal” as questões da mobilidade, pedindo assim “mais consciência política para tratar desta temática no futuro”. O autarca afirmou ainda, durante a sessão de encerramento da conferência “Sustentabilidade energética local”, organizada pela agência S.Energia, que “é lamentável que não exista uma visão integrada para a resolução dos problemas de mobilidade na península e entre as duas margens do Tejo”, reiterando que “é anacrónico que se percam horas para que uma pessoa se desloque, a título de exemplo, de Alcochete até Almada”.



O presidente da edilidade alcochetense realça, deste modo, que os governos têm “estado de olhos fechados para a resolução deste tipo de problemas”, embora não esqueça a importância que foi dada, durante a revisão daquele documento de ordenamento de território, aos grandes investimentos como o novo aeroporto, a alta velocidade ferroviária, bem como a terceira travessia sobre o Tejo. “Além da mobilidade sustentável, também o ambiente é central no léxico político actual”, acrescenta Luís Franco, que explica que foi com base nestes pressupostos que o município decidiu aderir à S. Energia, a agência regional de energia daquele concelho, do Montijo, da Moita e do Barreiro.



As questões da mobilidade sustentável foram, aliás, bastante discutidas durante os dois dias da conferência promovida por aquela agência de energia. Nuno Banza, presidente do concelho de administração e vereador do ambiente na autarquia do Barreiro, sublinhou o facto de “os desafios actualmente existentes requererem formas alternativas e mais eficientes de organização, de modo a que se possa investir mais numa estratégia de sustentabilidade”. Veículos eléctricos, uma aposta em transportes públicos e não motorizados, restrições ao automóvel nos centros das grandes cidades e um melhor ordenamento do território foram ainda apontados como factores-chave para se atingir uma mobilidade cada vez mais sustentável.



Por sua vez, Graça Jorge, representante da Rede Ferroviária da Alta Velocidade (Rave), acredita que esta pode ser importante para reduzir a factura energética nacional, uma vez que Portugal importa actualmente cerca de 85 por cento da energia que consome. “Reduzidos tempos de viagem, elevadas frequências e fiabilidade, conforto, segurança, acessibilidade e preços são os factores distintivos que têm justificado a forte aposta da Europa neste transporte”, sublinha. A propósito da elevada importação de energia do estrangeiro, João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita e da assembleia-geral da S. Energia, sublinhou a necessidade de o país, e especialmente a região, apostarem “na energia hídrica, solar e eólica”.



O autarca reforça também o empenho do poder local em reduzir pelo menos 20 por cento das actuais emissões de gases de efeito de estufa até 2020, conforme as directrizes da União Europeia, sustentando que é “em alturas de crise que os desafios devem ser encarados com mais estímulo para uma sociedade mais sustentável”. O vereador da Câmara Municipal do Barreiro, Rui Lopo, disparou ainda críticas à administração central, uma vez que esta não transfere as verbas indemnizatórias para os Transportes Colectivos do Barreiro (TCB). “Os TCB investem há 53 anos no desincentivo do transporte individual, serviram em 2009 cerca de 22 milhões de passageiros, têm 16 carreiras e uma boa gestão, mas o Estado prefere não reconhecer os seus méritos”, lamenta.

Mas o PROT-AML já foi aprovado?
Já está disponível no site (caso esteja aprovado)?

AZT2009
November 18th, 2010, 08:27 PM
Abertura do Período de Discussão Pública da Alteração do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML)

Torna-se público, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 33.º, aplicável por força do artigo 58.º, ambos do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, na sua actual redacção, que se procede à abertura do período de discussão pública, da Alteração do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), cuja proposta se encontra concluída, tendo sido elaborada em cumprimento da Resolução de Conselho de Ministros n.º 92/2008 de 05 de Junho, que determinou a sua alteração.



O período de discussão pública tem início no dia 22 de Novembro de 2010 prolongando-se até 31 de Janeiro de 2011.



No período de discussão pública, a proposta de Alteração do PROTAML, o Relatório Ambiental do Plano e o Parecer Final da Comissão Consultiva, encontram-se disponíveis para consulta dos interessados todos os dias úteis, das 9:30h às 12:30h e das 14:30h às 16:30h, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Divisão de Documentação e Recursos Informáticos – Centro de Documentação e Informação, sito na Rua Artilharia Um, n.º 33, 1269-145 Lisboa, e na Delegação Sub-regional da Península de Setúbal (Av. D. João II, n.º 46 – B, 2910-549 Setúbal).


A referida documentação poderá ainda ser consultada sem restrições horárias, através do endereço web http://consulta-protaml.inescporto.pt, acessível também a partir do sítio da CCDR LVT (www.ccdr-lvt.pt).



Estão agendadas sessões públicas para apresentação do Plano para:


Mafra — dia 25 de Novembro de 2010, 18.00 horas, Auditório Municipal Beatriz Costa
Seixal — dia 15 de Dezembro de 2010, 18.00 horas, Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal
Lisboa — dia 11 de Janeiro de 2011, 18.00 horas, Teatro Municipal de São Luiz – Jardim de Inverno



Durante o referido período, os interessados poderão enviar as suas observações e sugestões, na forma escrita, através do preenchimento da ficha de participação, para as moradas postais referidas ou para o endereço web acima mencionados. Os contributos poderão ser apresentados a título individual ou em representação de uma entidade ou pessoa colectiva (neste caso, por quem tenha poderes para tal).

AZT2009
December 18th, 2010, 01:35 PM
PROT-AML consagra localização de investimentos na região

O novo Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML) vai consagrar de forma efectiva a localização dos grandes investimentos perspectivados para a região, actualmente parados devido à conjuntura económica que o país atravessa. A garantia foi dada por Teresa Almeida, presidente da Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional de Lisboa e vale do Tejo (CCDR-LVT), que aponta o “prazo máximo de Abril de 2011” para que toda a região se comece a tornar “numa verdadeira cidade de cidades”.




Para Teresa Almeida, o novo PROT-AML “não é um documento perfeito, embora reúna os consensos da maior parte dos municípios e de diversas entidades” em torno do objectivo de fazer desta área uma verdadeira “região poli-nucleada”, que viva da sua capacidade conjunta, sustentada na coesão social e no desenvolvimento económico. “Existem grandes investimentos, como o aeroporto e a terceira travessia sobre o Tejo, da responsabilidade da administração central, mas os municípios têm responsabilidades a nível das questões ambientais e da qualidade de vida das populações, que o próprio PROT já perspectiva”, afiança.



Segundo o documento, que se encontra em fase de discussão pública até 31 de Janeiro de 2011, as acessibilidades e a localização das grandes infra-estruturas na margem sul são os “desafios actuais”, grandes responsáveis pelos 6,5 mil milhões de euros que serão investidos só na margem sul para colocar de pé este PROT. Além do novo aeroporto a ser construído no campo de tiro de Alcochete, da plataforma logística do Poceirão, da terceira travessia sobre o Tejo, nas suas componente rodo e ferroviária, da gare no Barreiro, o documento perspectiva o crescimento do metro sul do Tejo até ao Barreiro e Moita, o reforço dos portos de Lisboa e Setúbal, o desenvolvimento de todo o arco ribeirinho sul até Alcochete e uma quarta travessia sobre o Tejo entre a Trafaria e o Jamor.



“O carácter dessa ponte ainda não está definido, mas o PROT-AML consagra já esses corredores”, garante Teresa Almeida. O documento, que antevê o fecho do anel rodoviário e ferroviário entre as duas margens do Tejo, perspectiva ainda o crescimento da rede de transportes públicos e a compactação e poli-nucleação de centros urbanos já existentes, nomeadamente entre a Quinta do Anjo, em Palmela, e a Quinta do Conde, em Sesimbra, e toda a zona de ligação entre a vila de Palmela e a cidade de Setúbal. Já na zona de Canha, no Montijo, a óptica do documento aponta para uma contenção e para um controle do povoamento disperso.



O PROT-AML, que contempla mais de 171 acções no terreno até 2021, horizonte do plano, dá grande ênfase à requalificação das zonas da Margueira, em Almada, da Siderurgia Nacional, no Seixal, e da Quimiparque, no Barreiro. As áreas são vistas como zonas para onde se perspectiva uma intensa regeneração urbana, uma reconversão de áreas industriais obsoletas e para onde se aponta a necessidade de reforçar o turismo cultural e de requalificar toda a frente ribeirinha. O documento estratégico cria ainda uma nova unidade territorial que cobre mais 12 milhas a partir de terra e em direcção a toda a faixa marítima.



A alteração ao PROT-AML cobre um total de 18 municípios, 9 dos quais no distrito de Setúbal, e quase 3 milhões de pessoas ao longo de cerca de 3 mil metros quadrados. A alteração ao PROT-AML surge da resolução do Conselho de Ministros do passado dia 5 de Julho e provém da necessidade de consagrar a localização dos grandes investimentos na península de Setúbal, de implementar o arco ribeirinho sul, de internacionalizar a economia da região e de ajudar a concretizar a estratégia regional “Lisboa 2020”.

Wolf2009
December 18th, 2010, 07:45 PM
Isto são boas notícias para a Região:

“O carácter dessa ponte ainda não está definido, mas o PROT-AML consagra já esses corredores”, garante Teresa Almeida. O documento, que antevê o fecho do anel rodoviário e ferroviário entre as duas margens do Tejo, perspectiva ainda o crescimento da rede de transportes públicos e a compactação e poli-nucleação de centros urbanos já existentes, nomeadamente entre a Quinta do Anjo, em Palmela, e a Quinta do Conde, em Sesimbra, e toda a zona de ligação entre a vila de Palmela e a cidade de Setúbal. Já na zona de Canha, no Montijo, a óptica do documento aponta para uma contenção e para um controle do povoamento disperso".

Trajno
December 19th, 2010, 02:57 PM
(...) estudando a possibilidade de criar, através da rede ferroviária, uma ligação sem transbordo ao novo aeroporto a partir do eixo Setúbal-Palmela e do Alentejo e Algarve.(...)

Tretas... :lol:

fred_mendonca
January 28th, 2011, 12:51 PM
Uma oportunidade perdida para apostar nos transportes públicos e mitigar os problemas de mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa. É assim que a Assembleia Metropolitana de Lisboa e a Câmara de Loures olham para o Programa Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML), cuja proposta de alteração está em discussão pública até segunda-feira.

Num parecer técnico aprovado por unanimidade, diz-se que as propostas no domínio dos transportes públicos "são demasiado incipientes e deixam demasiadas dúvidas quanto ao seu financiamento e à sua concretização física". Por exemplo, a proposta de revisão sugere aos municípios que criem os chamados "transportes públicos em sítio próprio" - algo que se traduziria como metros de superfície.

Os autarcas consideram que, ao nívelrodoviário, a proposta em discussão pública "é omissa quanto a uma série de projectos há muito considerados inadiáveis por diversos municípios".

E as críticas estendem-se à Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa, que é acusada de "inoperância". A solução, dizem as autarquias, passa por "reformular" essa entidade, dando-lhe competências e meios e "libertando-a da tentação/necessidade" de medidas que conduzam "a uma municipalização dos transportes".

Ontem, reuniu-se a Junta Metropolitana de Lisboa, que manifestou "algumas reservas" em relação à proposta de alteração do PROT, apesar de reiterar a sua importância "enquanto instrumento estratégico relevante para o desenvolvimento sustentável do território metropolitano". Na votação desta deliberação, abstiveram-se os representantes de Oeiras e Vila Franca de Xira. Loures e Sintra votaram contra.

Loures sem transportes

A oposição de Loures assenta fundamentalmente na questão dos transportes.

"Somos o quinto maior concelho do país e continuamos a ser o único da Área Metropolitana de Lisboa que não é servido por um meio de transporte pesado", sintetizou o vice-presidente da autarquia, João Pedro Domingues (PS), em declarações ao PÚBLICO, lamentando que o projecto de ali levar o Metropolitano de Lisboa tenha sido abandonado. Segundo este responsável, o PROT limita-se a propor mais estudos e ignora a necessidade de criar uma solução em transportes públicos para servir o novo Hospital de Loures, com abertura prevista para Janeiro de 2012. João Pedro Domingues acusa o poder central de "desresponsabilização" no capítulo dos transportes, mas também noutros. Por exemplo, por deixar nas mãos do município a resolução do problema da saída de actividades económicas que agora se concluiu estarem em áreas desadequadas.

http://jornal.publico.pt/noticia/28-01-2011/autarquias-criticam-medidas-incipientes-para-transportes-na-area-metropolitana-21151936.htm

fred_mendonca
January 28th, 2011, 12:51 PM
A elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) devia estar a cargo de uma estrutura regional metropolitana democraticamente eleita e não da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que é um organismo desconcentrado da Administração Central. Este é o entendimento da Junta Metropolitana de Lisboa, constituída por 18 presidentes de câmaras municipais.

"Este não é o nosso PROT", disse ao PÚBLICO o presidente deste órgão, defendendo que "os resultados seriam outros, mais favoráveis para a região e para cada um dos municípios" se já estivesse em funcionamento a há muito reclamada estrutura regional metropolitana eleita pelos cidadãos. Ainda assim, Carlos Humberto de Carvalho considera que a proposta de alteração que está em discussão pública representa "uma evolução positiva" em relação à versão inicial do documento.

Já o vice-presidente da Câmara de Lisboa disse na reunião camarária de anteontem que o PROT "está inquinado à partida" porque embora tenha procurado atender às preocupações de cada um dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa não foi capaz de acolher outras necessidades "de âmbito mais global". Manuel Salgado diz ainda que algumas das normas daquele documento "entram em domínios que são competência do município", uma crítica partilhada pela Câmara de Loures.

http://jornal.publico.pt/noticia/28-01-2011/falta-visao-regional-21151958.htm

6oncalo
January 28th, 2011, 01:14 PM
Loures sem transportes

A oposição de Loures assenta fundamentalmente na questão dos transportes.

"Somos o quinto maior concelho do país e continuamos a ser o único da Área Metropolitana de Lisboa que não é servido por um meio de transporte pesado", sintetizou o vice-presidente da autarquia, João Pedro Domingues (PS), em declarações ao PÚBLICO, lamentando que o projecto de ali levar o Metropolitano de Lisboa tenha sido abandonado.

Que raio? Nunca podem dizer que o concelho de Loures não tem transporte pesado, têm as estações ferroviárias de Moscavide, Sacavém, Bobadela e de Santa Iria... Não percebo essa posição, faz falta, claro, mas não podem usar esse argumento!

Daniel_Portugal
January 28th, 2011, 07:32 PM
O que a AML mais precisa é um metro estilo o do Porto.

Mantêm o que têm no município, que está muito bom, e expandem-se para os arredores em canal, como o MP.

A mobilidade na AML está uns furos abaixo da da AMP, precisamente por causa disso. Os comboios não dão resposta à demanda dentro de cidades. Cada concelho da AML pensa muito "por si". E esta, não obstante a densidade global que apresenta, não está minimamente coesa. Existe muito a "cidade de Lisboa" e o resto, na AML. E não vejo uma mínima articulação entre os concelhos.

Acabar com aquele muro em frente a Belém, e fazer uma linha de metro desde a Baixa até Cascais é que era.

Filipe_Teixeira
January 28th, 2011, 07:48 PM
sim, vamos tirar os comboios suburbanos e meter metro de superficie, que por acaso só é um dos piores meios de transportes que existem. basta ver o que aconteceu em Almada. és mesmo cromo Daniel :lol:

toniho
January 28th, 2011, 07:54 PM
metro de superficie, que por acaso só é um dos piores meios de transportes que existem.

Uma frase de antologia.

Filipe_Teixeira
January 28th, 2011, 07:54 PM
o que eu vejo do comboio pelas varias estaçoes sao milhares de carros estacionados. as pessoas vão até às estaçoes de carro e depois de comboio até Lisboa. todas as estaçoes de Comboio têm ligaçao com os outros transportes, porque raio os comboios suburbanos nao respondem à demanda das cidades? nao sei como é por aí mas por aqui estão sempre cheios.

Wolf2009
January 28th, 2011, 09:04 PM
o que eu vejo do comboio pelas varias estaçoes sao milhares de carros estacionados. as pessoas vão até às estaçoes de carro e depois de comboio até Lisboa. todas as estaçoes de Comboio têm ligaçao com os outros transportes, porque raio os comboios suburbanos nao respondem à demanda das cidades? nao sei como é por aí mas por aqui estão sempre cheios.

Ele esqueceu-se que a AML é o sítio do país onde existem mais estações intermodais.:lol:
E Onde os parques das estações estão sempre cheios.
O comboio da ponte por exemplo tem ganho mais utentes e quando chegar ao oriente ainda vai ganhar mais.

Wolf2009
January 28th, 2011, 09:08 PM
Uma frase de antologia.

Não concordo com o que ele disse o metro só via trazer problemas se não houver cabeça.
Mas o daniel também não esteve nada bem ao sugerir a substituição do Comboio pelo Metro ligeiro.
Muito possivelmente nem o metro ligeiro ía conseguir dar resposta aos utilizadores daquela linha.

Wolf2009
January 28th, 2011, 09:10 PM
Então para que serviu o PROT-AML?

Daniel_Portugal
January 28th, 2011, 09:21 PM
Não disse para fazerem como em Almada. Disse para fazerem como no Porto, que foi considerado uma das melhores redes a nível mundial, e cujos veículos andam maioritariamente em canal sem qualquer perigo para o povo.

E de ti, nada é válido. És contra mim. Tens inveja do meu orgulho no Porto, e as tuas palavras são movidas por isso, não por outra coisa qualquer.

Mas força! Façam lá a estratificação da AML, enquanto nós cá no Porto cada vez mais temos uma AMP una e sólida como uma só zona urbana, ao invés de um algomerado de mantas de retalho.

Realmente não dá para conversar neste fórum (nem dar sugestões), que vem logo um palermóide armar-se em esperto. Estou fora desta discussão e deste thread. Santa paciência.

Filipe_Teixeira
January 28th, 2011, 09:52 PM
tu só deixarás de ter palermoides a armarem-se em espertos quando deixares de fazeres provocações destas:


A mobilidade na AML está uns furos abaixo da da AMP, precisamente por causa disso. Os comboios não dão resposta à demanda dentro de cidades.

isto não é uma sugestao nem uma critica nem é nada. é uma provocação, aproveitando mais uma vez para promoveres a tua cidade e os teus interesses dizendo "façam como nos, porque nos é que estamos bem".

Filipe_Teixeira
January 28th, 2011, 09:54 PM
Ele esqueceu-se que a AML é o sítio do país onde existem mais estações intermodais.:lol:
E Onde os parques das estações estão sempre cheios.
O comboio da ponte por exemplo tem ganho mais utentes e quando chegar ao oriente ainda vai ganhar mais.

vai chegar ao Oriente?
no comboio da ponte, apanhando em Almada, raramente arranjas lugar nas horas de ponta. vai sempre cheio. e depois tem piada ver milhares de pessoas a sair directamente do comboio para o metro de lisboa

TeKnO_Lx
January 28th, 2011, 11:13 PM
Que raio? Nunca podem dizer que o concelho de Loures não tem transporte pesado, têm as estações ferroviárias de Moscavide, Sacavém, Bobadela e de Santa Iria... Não percebo essa posição, faz falta, claro, mas não podem usar esse argumento!

no interior do concelho? julgo que o mais conviniente seria o prolongamento da linha amarelo para norte

b4
January 29th, 2011, 01:59 AM
^^Exactamente. A linha da Azambuja passa mais perto do tejo, do que do centro das localidades referidas.
E o prolongamento do metro até ao aeroporto nunca chega a passar a fronteira. Além de que estamos a comparar a zona este do concelho, que tem menos população, com a oeste que tem mais.

Aspire
January 29th, 2011, 12:27 PM
^^Creio que mais facilmente no futuro haverá um prolongamento da linha vermelha até Vialonga e posteriormente até Alverca. No entanto aqui no forúm defendem que não há um número de núcleos urbanos suficiente que justifique tal.

Wolf2009
January 29th, 2011, 02:19 PM
vai chegar ao Oriente?
no comboio da ponte, apanhando em Almada, raramente arranjas lugar nas horas de ponta. vai sempre cheio. e depois tem piada ver milhares de pessoas a sair directamente do comboio para o metro de lisboa

Sim, estão a quadriplicar a linha de cintura.
Além disso isso sempre esteve no contrato o comboio chegar lá só que nunca foi comprido.

toniho
January 29th, 2011, 05:18 PM
Não concordo com o que ele disse o metro só via trazer problemas se não houver cabeça.
Mas o daniel também não esteve nada bem ao sugerir a substituição do Comboio pelo Metro ligeiro.
Muito possivelmente nem o metro ligeiro ía conseguir dar resposta aos utilizadores daquela linha.

Não era isso que estava em causa Wolf (e tens toda a razão, pegar em modelos «chapa 5» e aplicar sem pensar nunca dá bom resultado, seja com metro ligeiro ou com outra coisa qualquer). Era mesmo alguém dizer que a maior revolução que aconteceu na mobilidade urbana nos últimos 25 anos «é um dos piores meios de transportes que existem». Isto é brilhante (e se ele conseguisse passar essa ideia para o concreto tinha a vida feita como consultor até à reforma - e a ganhar muito bem).

Daniel_Portugal
January 29th, 2011, 06:25 PM
tu só deixarás de ter palermoides a armarem-se em espertos quando deixares de fazeres provocações destas:


isto não é uma sugestao nem uma critica nem é nada. é uma provocação, aproveitando mais uma vez para promoveres a tua cidade e os teus interesses dizendo "façam como nos, porque nos é que estamos bem".

Não foi provocação nenhuma. Foi a constatação de um facto. Uma crítica construtiva. Crítica de quem já andou nas duas áreas urbanas e sente que consegue atravessar um X nº de quilómetros numa, um pedaço mais depressa do que consegue na outra.

E o Metro do Porto serviu de exemplo para cidades estrangeiras, tendo sido mesmo considerado "case study". Houve entidadades de Países do Mundo que vieram ao Porto por causa do seu metro, e porque queriam aplicar modelos semelhantes nas suas principais cidades.

Mas Lisboa, no alto da sua arrogância e potência, a única cidade com metro no séc.XX, não pode ver no Porto um bom exemplo. E ainda tiveste o desconhecimento de comparar o Metro de Almada ao Metro do Porto. O Metro de Almada funciona como o Metro do Porto na zona de Matosinhos Sul. De resto, o Metro do Porto anda em canal, e consegue debitar uma velocidade média superior à do Metro de Lisboa.

E nem sequer estou a dizer mal do Metro de Lisboa, que o acho muito eficaz dentro da cidade. Só acho que Lisboa cidade está com uma fraca conecção entre os municípios limítrofes, restringindo-se ao comboio. Uma linha de metro que penetrasse toda a Amadora, Odivelas, Loures, Oeiras e Cascais, que tivesse ligação ao Metro da Margem Sul, aumentaria, SIM, a mobilidade na AML.

E o meu conselho foi construtivo. Tu é que já tens essa cabecinha tão comida e tão formatada para dizer "ele só quer o mal de Lisboa" que basta dizer "Daniel Portugal" no nick... que já nem lês a mensagem com coerência. É como se aparecesse aqui o Diabo e dissesse "Eu considero que o melhor para Lisboa é apostar na qualidade dos espaços verdes".

O conselho teria sido bom, mas quem deu o conselho foi o Diabo. Estás formatado... e pior, começo a suspeitar que és formatado. Espero que não... espero que apenas "estejas", e não que "sejas"... para o teu bem.

(E acabei por vir aqui responder-te... falhando com a minha promessa). Mas como se trata de um assunto que também me diz respeito, acabei por vir aqui. (Porque em Lisboa só me estou a ver a usar transportes públicos, nunca carro... uma vez que prefiro ir para aí de comboio do que de carro).

Daniel_Portugal
January 29th, 2011, 06:31 PM
Não era isso que estava em causa Wolf (e tens toda a razão, pegar em modelos «chapa 5» e aplicar sem pensar nunca dá bom resultado, seja com metro ligeiro ou com outra coisa qualquer). Era mesmo alguém dizer que a maior revolução que aconteceu na mobilidade urbana nos últimos 25 anos «é um dos piores meios de transportes que existem». Isto é brilhante (e se ele conseguisse passar essa ideia para o concreto tinha a vida feita como consultor até à reforma - e a ganhar muito bem).


O que ele disse pode perdoar-se, dado que estava a responder a mim. Ele perde o bom senso quando fala comigo. Isto porque entre nós há um background algo grande, de conversas sobre o Porto e Lisboa.

Quanto à aplicação chapa-5 do Metro do Porto em Lisboa, não foi isso que disse. O que defendi foi a aplicação de um modelo semelhante para a AML, mas de acordo com a AML, obviamente. Lisboa já tem metro no centro, logo não estaríamos a falar de um modelo de raiz. Estaríamos a falar de uma expansão em canal, com o mesmo potencial de velocidade que no centro, e com custos mais reduzidos.

Porque palavra de escuteiro: a mobilidade na AML (fora da cidade), pode tornar-se difícil. Não é, de todo, rápido, uma pessoa ir de Vila Franca de Xira até Cascais. Nem do Oriente para Cascais. E em Cascais ainda temos aquela que considero a melhor linha de comboios urbanos da AML. Se começarmos a falar em Amadoras, Odivelas e Loures.... ui!! Então Margem Sul, até já podemos considerar outra zona urbana.

Filipe_Teixeira
January 29th, 2011, 07:04 PM
Daniel deixa de falar do que nao sabes.
dou-te um conselho: fala somente do Porto e nao fales do resto, porque do resto ha outras pessoas com conhecimento para falar.

Vila Franca - Cascais = comboio + metro + comboio (o metro apanhas na estaçao de comboios e o comboio na saida do metro)
Oriente - Cascais = metro + comboio (idem)
Amadora - Lisboa = Comboio (15 minutos!)
Odivelas - Lisboa = metro
Loures - Lisboa = (aqui sim existe uma falha)
Lisboa - Almada (Pragal) = comboio - 15 minutos
o tempo pela qual esperas pelo comboio é normalmente quase nulo. para te deslocares depois de chegar a Lisboa compensa a velocidade do comboio, se é que me percebes :)

comboio da linha de cascais o melhor?? porquê?? porque é o mais bonito? :lol: nem queiras comparar a populaçao que abrange a linha de Cascais com a populaçao que abrange outras linhas. linha de Sintra = muito superior

por isso Daniel, fala do Porto somente porque ainda precisas de muito conhecimento para falar de Lisboa. mas quando o tiveres, estas à vontade.

o metro como o do Porto a ser implantado na AML teria de ser para zonas onde o comboio nao chega. e essas, ja estao servidas com outros transportes que ligam ao comboio. a velocidade do comboio compensa essa perda de tempo a apanhar outros transportes, nao esquecendo que no metro tambem mudamos varias vezes de linha, perdendo imenso tempo

Wolf2009
January 29th, 2011, 07:12 PM
O que ele disse pode perdoar-se, dado que estava a responder a mim. Ele perde o bom senso quando fala comigo. Isto porque entre nós há um background algo grande, de conversas sobre o Porto e Lisboa.

Quanto à aplicação chapa-5 do Metro do Porto em Lisboa, não foi isso que disse. O que defendi foi a aplicação de um modelo semelhante para a AML, mas de acordo com a AML, obviamente. Lisboa já tem metro no centro, logo não estaríamos a falar de um modelo de raiz. Estaríamos a falar de uma expansão em canal, com o mesmo potencial de velocidade que no centro, e com custos mais reduzidos.

Porque palavra de escuteiro: a mobilidade na AML (fora da cidade), pode tornar-se difícil. Não é, de todo, rápido, uma pessoa ir de Vila Franca de Xira até Cascais. Nem do Oriente para Cascais. E em Cascais ainda temos aquela que considero a melhor linha de comboios urbanos da AML. Se começarmos a falar em Amadoras, Odivelas e Loures.... ui!! Então Margem Sul, até já podemos considerar outra zona urbana.

Então porque falaste em substituir a linha de Cascais..lol:
Além disso a linha de comboio que foi transformada para passar o mdp dá prejuízo.
Querias que isso acontecesse à Linha de Cascais!?
E essa linha deve ter um número elevado de utilizadores que a solução do mdp não iria resultar face à procura existente.

fred_mendonca
January 29th, 2011, 07:14 PM
comboio da linha de cascais o melhor?? porquê?? porque é o mais bonito? :lol: nem queiras comparar a populaçao que abrange a linha de Cascais com a populaçao que abrange outras linhas. linha de Sintra = muito superior

Ele disse que era a melhor, não disse que era a mais importante.


o metro como o do Porto a ser implantado na AML teria de ser para zonas onde o comboio nao chega. e essas, ja estao servidas com outros transportes que ligam ao comboio. a velocidade do comboio compensa essa perda de tempo a apanhar outros transportes

Há eixos que estão muito mal servidos de transportes. E isso acaba por fazer com que muitas pessoas usem o transporte individual. Se existem alternativas viáveis muitas dessas pessoas poderiam passar a utilizar os transportes públicos. E assim reduzir-se-ia o congestionamento nas estradas da AML.

Filipe_Teixeira
January 29th, 2011, 07:19 PM
em concelhos como Oeiras sim as pessoas sao "obrigadas" a utilizar o transporte individual

Wolf2009
January 29th, 2011, 07:19 PM
Daniel deixa de falar do que nao sabes.
dou-te um conselho: fala somente do Porto e nao fales do resto, porque do resto ha outras pessoas com conhecimento para falar.

Vila Franca - Cascais = comboio + metro + comboio (o metro apanhas na estaçao de comboios e o comboio na saida do metro)
Oriente - Cascais = metro + comboio (idem)
Amadora - Lisboa = Comboio (15 minutos!)
Odivelas - Lisboa = metro
Loures - Lisboa = (aqui sim existe uma falha)
Lisboa - Almada (Pragal) = comboio - 15 minutos
o tempo pela qual esperas pelo comboio é normalmente quase nulo. para te deslocares depois de chegar a Lisboa compensa a velocidade do comboio, se é que me percebes :)

comboio da linha de cascais o melhor?? porquê?? porque é o mais bonito? :lol: nem queiras comparar a populaçao que abrange a linha de Cascais com a populaçao que abrange outras linhas. linha de Sintra = muito superior

por isso Daniel, fala do Porto somente porque ainda precisas de muito conhecimento para falar de Lisboa. mas quando o tiveres, estas à vontade.

o metro como o do Porto a ser implantado na AML teria de ser para zonas onde o comboio nao chega. e essas, ja estao servidas com outros transportes que ligam ao comboio. a velocidade do comboio compensa essa perda de tempo a apanhar outros transportes, nao esquecendo que no metro tambem mudamos varias vezes de linha, perdendo imenso tempo

Já para não falar que Lisboa está numa situação invejável a nivel da ferrovia.

Wolf2009
January 29th, 2011, 07:50 PM
Há eixos que estão muito mal servidos de transportes. E isso acaba por fazer com que muitas pessoas usem o transporte individual. Se existem alternativas viáveis muitas dessas pessoas poderiam passar a utilizar os transportes públicos. E assim reduzir-se-ia o congestionamento nas estradas da AML.

É o que eu defendo com mais estradas só vão atenuar o problema provisoriamente.:ohno:^^

fred_mendonca
January 29th, 2011, 08:01 PM
em concelhos como Oeiras sim as pessoas sao "obrigadas" a utilizar o transporte individual

Por isso é que a rede de transportes tem de ser melhorada. Isto se quisermos reduzir o uso do transporte individual.


É o que eu defendo com mais estradas só vão atenuar o problema provisoriamente.:ohno:^^

Pois, é preciso investir mais nos TP e menos nas estradas. De qualquer forma, não deixo de dizer que acho o fecho da CRIL uma obra fundamental.

AZT2009
January 29th, 2011, 08:22 PM
Há eixos que estão muito mal servidos de transportes. E isso acaba por fazer com que muitas pessoas usem o transporte individual. Se existem alternativas viáveis muitas dessas pessoas poderiam passar a utilizar os transportes públicos. E assim reduzir-se-ia o congestionamento nas estradas da AML.

O que acontece é que as empresas fazem ajustes na rede baseados em estudos de procura e oferta.
Depois há sitios que ficm muito mal servido na periferia.

6oncalo
January 29th, 2011, 09:58 PM
no interior do concelho? julgo que o mais conviniente seria o prolongamento da linha amarelo para norte

Mas não é isso que o outro senhor falou, e eu também acho muito bem que deva existir transporte pesado para esses habitantes.
Repara, Oeiras também só tem transporte pesado junto ao rio, no interior também é mentira, e a maior parte dos outros concelhos é assim!
Só queria mesmo mostrar que aquele argumento não é verdadeiro...


em concelhos como Oeiras sim as pessoas sao "obrigadas" a utilizar o transporte individual

Fora de horas de ponta, demoro 15mins a chegar do Marquês de Pombal a Carnaxide, pela Vimeca.
Casos... Mas sim, Carnaxide, Linda-a-Velha e Algés são "Oeiras à parte" :)
Mas viajar por Oeiras, sim só um doido anda de transportes públicos (fora da cp cascais)!

Daniel_Portugal
January 29th, 2011, 11:01 PM
O Filipe raramente sai de Lisboa, está visto.

E está acomodado aos transportes que tem. Se achas que as linhas de comboio existentes + ML chegam, óptimo. Vive na tua ilusão.

E acho piada dizeres que eu não conheço Lisboa quando:

1) Vou a Lisboa (e movo-me nos transportes públicos com frequência, por a minha namorada ser daí).
2) Tu vais muito mais mandar bitaits ao fórum do Porto, quando certamente conheces pior o Porto do que eu Lisboa (por ir aí várias vezes).

Andar dentro do concelho é fácil. Fora? É uma chatice. E dado que a maior parte da AML vive fora de Lisboa... deve ser um sacrilégio diariamente terem que perder tanto tempo em transportes públicos. Tu simplesmente estás acomodado ao que tens.

Eu dantes também não me sentia propriamente mal em andar pela AMP. Quando veio o metro e passei poder ir para imensos sítios com 4 vezes mais velocidade, é que percebi o que um metro ajuda. E vocês têm metro na cidade. Mas não têm na AML.

Aliás... nem é preciso saires do teu "mundinho" para percebres. Basta fazeres uma simples comparação:
- Compara a facilidade que é andar dentro do concelho de Lisboa, e compara ao que é andar nos outros em torno dela. Rapidamente chegas à conclusão que dentro do concelho é muito, muito mais fácil. Com um sistema de metro abrangente, como estamos a fazer no Porto, essa facilidade abrange mais área, facilitando a mobilidade do todo, por igual. Mas no Porto, com as 80 estações que temos, também ainda temos uma rede pequena face à dimensão da área humana. Mas ao menos já temos um modelo vigente: o modelo da cobertura total.

Em Lisboa têm a cidade, e têm as cidades circundantes. E isso, em mobilidade, nota-se de sobremaneira. E não me venhas dizer que não conheço. Se há coisa que conheço, depois do Porto, é Lisboa. Principalmente no que toca aos transportes públicos, já que é neles que me movo quando aí vou.

TeKnO_Lx
January 29th, 2011, 11:12 PM
o problema da mobilidade ´´e realmente grave. no Interior de Oeiras, aconselharia uma rede de metro ligeiro tipo Metro do Porto, bem como expansao do ML subterraneo para Miraflores e Odivelas.
construia tb nova ligacao ferroviaria ate Ericeira, expansao do MST e construcao da componente ferroviaria na TTT.

tambem construia duas linha de metro ligeiro dentro de Lisboa : Benfica/Praça de Espanha - Santa Apolonia, e Terreiro do Paço - PDN (expansao do #15 por via propria)

TeKnO_Lx
January 29th, 2011, 11:44 PM
Fora de horas de ponta, demoro 15mins a chegar do Marquês de Pombal a Carnaxide, pela Vimeca.
Casos... Mas sim, Carnaxide, Linda-a-Velha e Algés são "Oeiras à parte" :)
Mas viajar por Oeiras, sim só um doido anda de transportes públicos (fora da cp cascais)!

Carnaxide/Queijas/Linda-a-Velha sao um exemplo de poucos transportes. As carreiras 7 da Vimeca foi dimuida recentemente (agora acaba as 20h20 e nao existe no fds). Quem vive em Queijas tem que dar uma grande volta de autocarro. Ainda se houvesse uma faixa Bus na A5 as coisas podiam melhorar, mas na hora de ponta e horrivel

fred_mendonca
January 30th, 2011, 01:04 PM
o problema da mobilidade ´´e realmente grave. no Interior de Oeiras, aconselharia uma rede de metro ligeiro tipo Metro do Porto, bem como expansao do ML subterraneo para Miraflores e Odivelas.


Carnaxide/Queijas/Linda-a-Velha sao um exemplo de poucos transportes. As carreiras 7 da Vimeca foi dimuida recentemente (agora acaba as 20h20 e nao existe no fds). Quem vive em Queijas tem que dar uma grande volta de autocarro. Ainda se houvesse uma faixa Bus na A5 as coisas podiam melhorar, mas na hora de ponta e horrivel

Esse sim é um problema grave e que o Governo teima ignorar. E o mais engraçado até que existem alguns membros do Governo a residirem na zona. :lol: Estava na altura do pessoal dessas freguesias criar um lobby que pressione as entidades competentes para arranjarem uma solução para esse problema. E também deviam ter boicotado as eleições só para ganharem mais visibilidade.

AZT2009
January 30th, 2011, 03:53 PM
Andar dentro do concelho é fácil. Fora? É uma chatice. E dado que a maior parte da AML vive fora de Lisboa... deve ser um sacrilégio diariamente terem que perder tanto tempo em transportes públicos. Tu simplesmente estás acomodado ao que tens.



Eu perco imenso tempo a espera de transportes.

As redes urbanas estão bem feitas as inter-urbanas têm que melhorar bastante.

Wolf2009
January 30th, 2011, 06:24 PM
O metro bus da Amadora apenas vai resolver uma pequena parte do problema da AML.
Por falar nisso alguém sabe algo sobre o assunto?

E o MTS diziam que podia avançar em 2011, alguém sabe algo sobre este tema?

Quanto à TTT devia ser construída para reforçar a mobilidade na AML a nível ferroviário e quem sabe no futuro a nível rodoviário através de carreiras rápidas.

No que diz respeito aos concelhos limitrofes a sul do tejo os movimentos pedonais para Lisboa estão assegurados através dos barcos e do Comboio.

O problema persiste na ligação dos concelhos da Península de Setúbal.
Dentro desses concelhos até existe uma rede razoável de transportes nomeadamente autocarros urbanos, táxis, Metro ligeiro e Comboios.

Depois também temos o problema do trânsito infernal que atrasa os autocarros pois não existem quase nenhumas vias bus.
Olha aqui está um ponto que devia ser trabalhado.
Existe uma do fogueteiro até corroios.
Mas não existe uma de corroios até ao fogueteiro.
De notar que essa via podia ir até Coina.
E até podia haver outra de Azeitão(cruzamento da 379 com a N10) até Setúbal e outra de Setúbal para Azeitão.
Aquela zona de Azeitão até Setúbal podia ficar 2+2(2vias para Autocarros e 2 para ligeiros como era antes em Almada.
Assim nesta estrada perdia-se menos tempo com o trânsito.

Wolf2009
January 30th, 2011, 07:06 PM
Lembram-se disto?
http://aeiou.expresso.pt/transportes-ministro-anuncia-projeto-de-mobilidade-integrada-para-a-regiao-de-setubal=f620569

Wolf2009
January 30th, 2011, 07:10 PM
O PROT já está aprovado?
Dá para consultar?
Já viram as imagens do google, Sesimbra está a crescer para as montanhas vejam as de 2010.:lol:
Ao menos o PROT fala do IC21 até Sesimbra e da Marca Transportes de Lisboa?
Alguém me sabe responder a isto.

AZT2009
July 3rd, 2012, 06:40 PM
http://i.imgur.com/hQNUB.jpg

Agrada-me a ideia de inserir projectos do PROT no POR.
Vamos lá ver se vai em frente.