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| Centro Beira Litoral e Interior |
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Home, sweet home
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Viagem pela Beira - Mosteiro da Batalha
![]() A Batalha é uma vila portuguesa no Distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Pinhal Litoral, com cerca de 7 500 habitantes. É sede de um município com 103,56 km² de área e 15 789 habitantes (2006), subdividido em 4 freguesias: Batalha, Golpilheira, São Mamede e Reguengo do Fetal. O município é limitado a norte e oeste pelo município de Leiria, a leste por Ourém, a sueste por Alcanena e a sudoeste por Porto de Mós. O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) situa-se na Batalha, Portugal, e foi mandado edificar por D.João I de Portugal como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Este mosteiro dominicano foi construído ao longo de dois séculos, desde o início em 1386 até cerca de 1517, ao longo do reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos. Exemplo da arquitectura gótica tardia portuguesa, ou estilo manuelino, é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Em Portugal, o IPPAR ainda classifica-o como Monumento Nacional, desde 1910 No arranque das obras do Mosteiro da Batalha foi construído um pequeno templo, cujos vestígios eram ainda visíveis no princípio do século XIX. Era nesta edificação ― Santa Maria-a-Velha, também conhecida por Igreja Velha ― que se celebrava missa, dando apoio aos operários do estaleiro. Tratava-se de uma obra pobre, feita com escassos recursos. Em traços esquemáticos conhece-se a evolução do estaleiro propriamente dito e o grau de avanço das obras. Sabe-se que ao projecto inicial corresponde a igreja, o claustro e as dependências monásticas inerentes, como a Sala do Capítulo, sacristia, refeitório e anexos. É um modelo que se assemelha ao adoptado, em termos de orgânica interna, pelo grande mosteiro alcobacense. A capela do Fundador, capela funerária, foi acrescentada a este projecto inicial pelo próprio rei D. João I, o mesmo acontecendo com a rotunda funerária conhecida por Capelas Imperfeitas, da iniciativa do rei D. Duarte. O claustro menor e dependências adjacentes, ficaria a dever-se à iniciativa de D. Afonso V, sendo de notar o desinteresse de D. João II pela edificação. Voltaria a receber os favores reais com D. Manuel, mas somente até 1516-1517, ou seja, ate à sua decisão em favorecer decididamente a fábrica do Mosteiro dos Jerónimos. O Mosteiro foi restaurado no Século XIX, sob a direcção de Luís Mouzinho de Albuquerque, de acordo com a traça de Thomas Pitt, viajante inglês que estivera em Portugal nos fins do Século XVIII, e que dera a conhecer por toda a Europa o mosteiro através das suas gravuras. Neste restauro, o Mosteiro sofreu transformações mais ou menos profundas, designadamente pela destruição de dois claustros, junto das Capelas Imperfeitas e, num quadro de extinção das ordens religiosas em Portugal, pela remoção total dos símbolos religiosos, procurando tornar o Mosteiro num símbolo glorioso da Dinastia de Avis e, sobretudo, da sua primeira geração (a dita Ínclita Geração de Camões). Data dessa altura a actual configuração da Capela do Fundador e a vulgarização do termo Mosteiro da Batalha (celebrando Aljubarrota) em detrimento de Santa Maria da Vitória, numa tentativa de erradicar definitivamente as designações que lembrassem o passado religioso do edifício. ORTOFOTO DO MOSTEIRO DA BATALHA ![]() Depois de uma manhã dedicada à visita do Convento de Cristo, em Tomar, a tarde foi disponibilizada para visitar outro monumento, também Património Mundial: o Mosteiro da Batalha. FOTOGRAFIAS DO MOSTEIRO DA BATALHA Pelo exterior, o Mosteiro denuncia a intervenção de duas empreitadas. O portal sul do templo, claramente desenhado ainda por Afonso Domingues, denuncia esta simplicidade de processos. Este portal, aliás, é importante pelo que revela de apego aos traçados «portugueses»: dois contrafortes esguios (as proporções lembram o pequeno e singelo portal lateral da Igreja Matriz de Santiago do Cacém), enquadram um vão de quatro arquivoltas decoradas por relevos repetitivos em séries de arquinhos cegos. Os colunelos são providos de capiteis com decoração vegetalista em «dois andares». O espelho da porta é trilobado, com filetes que se entrecruzam. Quase certamente de acabamento posterior é o gablete triangular, muito agudo, decorado no extradorso por cogulhos e, à face, pela heráldica real (os escudos de D. Filipa e de D. João I, encimados pelo escudo do reino, todos com baldaquinos como coroamento). Mas à empreitada de Huguet coube, também, desenhar a generalidade dos frontispícios transportando consigo uma nova linguagem arquitectónica, um outro gótico. De facto não restam dúvidas que o Mosteiro da Batalha se passará a assumir como um depoimento de poder real e da autonomia de um reino. Sabe-se como foi necessário impor através do trato legal e diplomático o direito de D. João I ao trono. Sabe-se igualmente da oposição dos meios-irmãos de D. João e de sua sobrinha D. Beatriz às suas pretensões; e sabe-se até que ponto as relações com o reino vizinho eram problemáticas. O facto de D. João I mandar erguer um panteão para si e para a sua família é sinal desta mística dinástica sem precedentes. O Mosteiro da Batalha foi um projecto de legitimação de uma nova dinastia, a dinastia de Avis: daí a dimensão da obra ― sinal de capacidade financeira e de poder de realização. Efectivamente, o Mosteiro da Batalha difere da restante arquitectura portuguesa e destaca-se na paisagem artística nacional com o seu sinal de mudança. A decoração, o remate e o acabamento, para além da opção final das empreitadas, já segundo esquemas daquilo a que se convencionou chamar gótico final, são os seus principais elementos distintivos. Alguns aspectos que distinguem este modo novo do gótico português da primeira dinastia são fáceis de enunciar, uma vez que, globalmente, o tratamento plástico e ornamental do exterior do edifício possui indicações valiosas quanto ao que viria a ser, a partir daqui, a orientação da arquitectura quatrocentista da fase pós-batalhina. É dada imediatamente uma grande atenção à decoração das superfícies. Vale a pena anotar, a marcação «horizontal» das fachadas por pautas feitas de ressaltos (cornijas ou lacrimais), percorrendo todo o edifício; o preenchimento de todos os vãos ― janelas, frestas ― por rendilhados de recorte flamejante ― como no grande janelão de fachada que assim substitui a habitual rosácea. Vale a pena realçar a forma como as paredes (ou até os contrafortes) se animam através do jogo de claro-escuro de frisos de redes flamejantes ― por exemplo, os estiletes em relevo do alfiz ou da parede do janelão, as grilhagens dos terraços e os proporcionados pináculos floreados. Percebem-se, também, outros novos factores: a simplificação estrutural dos alçados; a complexidade dos suportes, dos pilares aos colunelos ― que se tornam cada vez mais finos e desmultiplicados, aparecendo as colunas finas e as baquetas; a desmultiplicação das molduras em alçado mostrando agora perfis variadíssimos no que se refere ao respectivo recorte e ao seu entrecruzamento; nestas , o aparecimento do arco contracurvado; o achatamento das abóbadas e o aparecimento de sistemas complexos de nervuras, desdobrando-se o número de chaves e terceletes (como nas abóbadas estreladas); o alastramento da decoração vegetalista mas só em pontos concentrados (como os capiteis); o retorno à figuração alegórica e narrativa (também em zonas concentradas); a exibição da arquitectura enquanto arquitectura, ou a sua abstracção, sendo casa suporte ou tema estrutural tratado como se fosse uma realidade em si, uma espécie de forma cristalina e mineral, e, sobretudo, a acentuação dramática do uso da heráldica. A isto chama-se gótico final, querendo com isto designar um período em que os diversos modos de construção se regionalizam, independentemente dos arquitectos em causa serem de origens alógenas. Estes obedecem a encomendas determinadas por vontades políticas locais, exploram novos meios no estaleiro onde são chamados a trabalhar e libertam-se dos cânones mais correntes do gótico internacional, habitualmente dito «clássico». 01. ![]() 02. ![]() 03. ![]() 04. ![]() 05. ![]() 06. ![]() 07. ![]() 08. ![]() 09. ![]() 10. ![]() 11. ![]() 12. ![]() 13. ![]() 14. ![]() Estátua de D. Nuno Álvares Pereira, também conhecido como o Santo Condestável, Beato Nuno de Santa Maria, hoje São Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun' Álvares. Foi um nobre e guerreiro português do século XIV que desempenhou um papel fundamental na crise de 1383-1385, onde Portugal jogou a sua independência contra Castela. Nuno Álvares Pereira foi também 2.º Condestável de Portugal, 38.º Mordomo-Mór do Reino, 7.º conde de Barcelos, 3.º conde de Ourém e 2.º conde de Arraiolos. 15. ![]() 16. ![]() 17. ![]() 18. ![]() 19. ![]() 20. ![]() 21. ![]() 22. ![]() 23. ![]() 24. ![]() 25. ![]() 26. ![]() 27. ![]() 28. ![]() Entrámos na Igreja. 29. ![]() 30. ![]() 31. ![]() 32. ![]() 33. ![]() 34. ![]() 35. ![]() 36. ![]() 37. ![]() A Capela do Fundador é dos mais importantes edifícios adjacentes ao mosteiro e que marca indelevelmente o seu carácter «real», sendo bem esclarecedor quanto aos intentos envolvidos é, precisamente, a chamada Capela do Fundador. Trata-se de uma construção situada à direita do templo, encostada ao flanco exterior da nave sul, por onde se faz a entrada. Possui planta quadrada, na qual se inscreve ao centro um octógono, que se desenvolve em volume para cima, ao nível do seu segundo andar ― um octógono que funciona, também, como lanterna. Esta capela foi traçada por mestre Huguet e encontrava-se ainda em obras em 1426, sendo terminada pouco depois do falecimento do monarca, que para ali foi trasladado, juntamente com o corpo da rainha, um ano depois (1434). No interior, a luz irrompe dos janelões da fachada e das frestas de dois lumes existentes em cada face do octógono central. É uma luz diáfana, que incide particularmente no centro do monumento, onde se ergue o mausoléu do rei e da rainha. A abóbada é complexa, formada por arcos cruzeiros que, partindo de baquetas embebidas nas paredes, entroncam em chaves centrais, a partir das quais as nervuras despejam o seu peso sobre as baquetas da face exterior do octógono central, compondo, desta forma, uma espécie de nave ou deambulatório. O octógono propriamente dito, no centro do edifício, é formado por oito pilares compósitos, de colunas enfeixadas e abre-se através de oito arcos apontados com o intradorso ornado de cairéis trilobados. O seu interior é de «dois andares»: o inferior corresponde aos pilares e arcos, enquanto no andar superior se rasgam as janelas lanternárias. Também a abóbada deste corpo central é estrelada, com oito braços principais, oito terceletes e dezasseis nervuras secundárias, apoiadas em oito chaves radiais e uma chave central de grande diâmetro, mostrando o rendilhado, no meio da qual se inscrevem, em relevo, as armas reais. Nas paredes rasgam-se arcos sólidos que albergam os túmulos dos príncipes de Avis: D. Pedro, sua mulher e D. Fernando.[6] Os túmulos dentro do nicho de volta quebrada com arquivolta exterior em contracurva, possuem frontais em relevo decorados com os brasões dos príncipes, enquadrados por ornamentação floral, sendo na sua totalidade um dos primeiros e mais profusos conjuntos de heráldica familiar de grande porte existente em Portugal, de acordo, aliás, com esquemas certamente importados de Inglaterra. Outros arcos sólidos vazios previam mais deposições tumulares, mas foram desaproveitados atendendo à decisão de D. Duarte em construir novo panteão, vindo a ser preenchidos somente em 1901. 38. ![]() 39. ![]() 40. ![]() 41. ![]() Voltando à Igreja... 42. ![]() 43. ![]() 44. ![]() 45. ![]() 46. ![]() 47. ![]() 48. ![]() O Claustro Real é de um só piso com sete tramos por ala, constituídos por arcos quebrados, de vãos dissemelhantes, com bandeiras rendilhadas apoiadas em colunelos esculpidos, entre contrafortes com ressaltos, rematados por pináculos piramidais. Tem galerias cobertas por abóbadas de cruzaria de ogivas com cadeia longitudinal, assentes em meias-colunas fasciculadas com capitéis vegetalistas em dois andares, e remate em platibanda rendilhada com flores-de-liz. No cunhal, foi edificado um torreão octogonal de remate piramidal. No interior, encontra-se uma fonte com bacia lobulada e duas taças polilobadas escalonadas, a primeira com máscaras semi-vegetalistas. Tem uma cobertura em abóbada de cruzaria de ogivas com cadeia, apoiada em pilares fasciculados. 49. ![]() 50. ![]() 51. ![]() 52. ![]() 53. ![]() 54. ![]() 55. ![]() 56. ![]() 57. ![]() 58. ![]() 59. ![]() 60. ![]() 61. ![]() O Claustro D. Afonso V tem dois pisos, o primeiro de sete tramos por ala marcados por contrafortes entre arcos duplos quebrados assentes em colunas facetadas grupadas transversalmente sobre murete. Tem galerias abobadadas de cruzaria de ogivas com arcos torais robustos, apoiadas em mísulas cónicas lisas. O segundo piso tem um alpendre assente em colunas prismáticas sobre parapeito e contrafortes diagonais que sobem até ao beiral. A importância do estaleiro da Batalha deu origem a outros estaleiros que reflectem as aportações do gótico tardio, quase sempre fruto do recrutamento de oficiais ou mestres secundários que fizeram ali o seu tirocínio. 62. ![]() 63. ![]() 64. ![]() 65. ![]() 66. ![]() 67. ![]() 68. ![]() 69. ![]() 70. ![]() Coube ao mestre Huguet finalizar a célebre Sala do Capítulo (Túmulo do Soldado Desconhecido), de planta quadrada, coberta por uma abóbada de estrela de um só voo. Esta abóbada é, efectivamente, uma obra de notável técnica construtiva gótica, sendo formada por dezasseis nervuras radiais, oito lançadas das paredes, as restantes lançadas das chaves secundárias exteriores, convergindo para uma grande chave central de decoração vegetalista, desenvolvida em duas coroas. A face exterior desta sala, deitando para a galeria do claustro, é formada por um portal central de rasgamento profundo ― com cinco arquivoltas de fora e quatro do lado de dentro ―, o vão ornado por cogulhos radiantes. De cada lado abrem-se dois grandes vãos quebrados, preenchidos cada um deles por duas janelas geminadas com uma bandeira recrtada e rendilhada segundo preceitos do gótico flamejante. São sobrepujadas por um óculo. A sala capitular possui , ornamentação figurativa digna de registo: o programa dominante é mariológico, assinalando-se na janela sul virada para a crasta em dois capitéis, a representação de uma Anunciação, com a virgem à direita e o anjo à esquerda. Nossa Senhora segura uma vasilha com o seu braço direito ― tendo o colo ornado por um colar de pendentes em forma de mão (signos apotropaicos) ― e o anjo a típica filcatéria enrolada em torno do corpo. Outro elemento iconográfico bastante conhecido, é a representação, numa das mísulas, do que se supõe ser, com bastante razão, o mestre pedreiro, em fórmula de retrato (é notoriamente individualizada a expressão do rosto). Vestido com traje de inícios do século XV, uma túnica cintada por faixa, chapéu de turbante traçado e pendente, segura na mão esquerda uma régua tendo a outra mão pousada no joelho direito. 71. ![]() 72. ![]() 73. ![]() 74. ![]() 75. ![]() 76. ![]() 77. ![]() 78. ![]() 79. ![]() 80. ![]() 81. ![]() 82. ![]() 83. ![]() E com as duas fotos que se seguem, das capelas imperfeitas, terminámos a nossa visita ao Mosteiro da Batalha. 84. ![]() 85. ![]() Até breve! ![]() fontes
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Trás os Montes-Caminho de Santiago-Bouro-Santa Isabel-Viana do Castelo-Peneda Gerês- Batalha-Tomar-Marvão AS MINHAS FOTO-REPORTAGENS Last edited by Miguel_Arq; December 29th, 2011 at 07:55 PM. |
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#2 |
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excelentes fotos Miguel !
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#3 |
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Obrigado.
![]() Agora ja podes ver as fotos todas. Estava ainda a colocar fotos quando escreveste .
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#4 |
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Já lá tinhas ido?
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#5 |
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Home, sweet home
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Ja la tinha ido algumas vezes mas a última vez que entrei na Igreja e Claustros já foi ha tanto tempo que nem sabia bem o que era aquilo.
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#6 |
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Registered User
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![]() É o que acontece a quem não gosta por aí além de entrar em igrejas... Mas pelos vistos a relutância está a diminuir, e ainda bem, para deleite dos nossos olhos porque podemos deliciar-mo-nos com as tuas, como sempre, excelentes fotos!
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#7 | |
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Home, sweet home
Join Date: Aug 2008
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Quote:
![]() As igrejas góticas valem bem a pena uma visita ao seu interior. Essa foi a única razão que me convenceu a entrar!
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#8 |
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Registered User
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Ah, só o gótico... Hmmm...
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#9 | |
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Barra for Friends
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O johnny e eu entrávamos em todas as igrejas nas nossas reportagens
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#10 |
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Home, sweet home
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Às vezes também entro. Tudo depende do tempo que tenho disponível. Se tenho pouco tempo, prefiro ir visitar o máximo de lugares possível em vez de "perder" tempo dentro duma igreja e deixar metade duma localidade por ver.
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#11 | |
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já lá vão 10 anos
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#12 |
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Αλέξανδρος
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sempre lindo de ver
vá lá que conseguiste visitar o Claustro D. Afonso V, numca consegui lá por os pés
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#13 |
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Barra for Friends
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Olha o Miguel lá ao fundo
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#14 |
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#15 |
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Metro Lisboa
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Muito bem conservado. Bela reportagem fotográfica.
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#16 |
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#17 |
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Barra for Friends
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Também podes entrar numa igreja em 2 ou 3 mins.
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#18 |
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Home, sweet home
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Posso, mas prefiro ver com calma.
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#19 |
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You may call me Lamp...
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Desculpa Miguel, mas só hoje reparei neste thread.
Grande trabalho fotográfico de um monumento fantástico!
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load " " enter «Chove? Está frio? Está calor? O que importa? Nem que o jogo seja no fim do mundo, entre as neves das serras ou no meio das chamas do inferno. Seja pela terra, pelo mar ou pelo ar, eles aí vão, os adeptos do Benfica atrás da sua equipa... Grande, incomparável e extraordinária massa associativa!» - Bella Gutmann Fotos novas de BARCELONA - 20/JULHO |
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#20 | |
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Home, sweet home
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Quote:
Obrigado.
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| batalha, gótico, manuelino, mosteiro |
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