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Old March 19th, 2008, 06:42 PM   #1
Ricardo Fig
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Transtejo

Não há nenhum tópico sobre os nossos belos Cacilheiros?

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Old March 19th, 2008, 06:59 PM   #2
jluisfer
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Não seja por causa disso,tenho lá algumas fotos com os nossos cacilheiros,logo que possível colocarei por aqui então
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Old March 19th, 2008, 09:39 PM   #3
fred_mendonca
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Grandes barcos!
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"We must face the grim necessity, with full knowledge that the task is to be solved, and we must proceed with a full realization that no statute enacted by man can repeal the inexorable laws of nature."
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Old March 19th, 2008, 10:06 PM   #4
Barragon
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A ver se metes Soflusa também aí no título (pedir a um moderador)

é sempre bom andar de barqueta
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Old March 20th, 2008, 12:11 AM   #5
jluisfer
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O prometido é devido,aqui está as varias fotos que tenho desse grande meio de transporte


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Old March 24th, 2008, 01:45 PM   #6
Ricardo Fig
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Interiores cheios de charme
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Old March 24th, 2008, 09:01 PM   #7
rito98
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Old March 24th, 2008, 08:52 PM   #8
Barragon
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Charme e beleza antiga comos os eléctricos
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Old September 17th, 2008, 09:03 PM   #9
Wolf2009
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Transtejo - Novos Ferries

Transtejo - Novos Ferries



Depois da chegada dos novos ferries para a travessia do Sado em Setúbal, sabe-se agora que a Transtejo assinou na passada terça-feira, um contrato para o fornecimento de dois navios de transporte de carros e passageiros ao estaleiro brasileiro TWB de Navegantes, Santa Catarina, no valor de 11 milhões de euros.

Cada um dos dois navios, cujo casco será do tipo catamarã, medirá cerca de 50 m de comprimento e 2,40 m de calado. Terão capacidade para 29 automóveis no convés inferior e 364 passageiros num salão superior climatizado com televisão e bar, cruzando o Tejo a 11 nós, propulsionados por dois motores de 720 HP cada.

A proposta da TWB foi a escolhida pela Transtejo entre outras propostas feitas por estaleiros Alemães, Holandeses, de Singapura e Portugueses. O projecto do estaleiro brasileiro encontra-se já numa fase muito avançada, faltando apenas a assinatura do contrato para que as obras de construção tivessem início. Ambas as construções serão, de acordo com a empresa construtora, iniciadas dentro de aproximadamente 30 dias e levarão 18 meses a concluir, sendo, depois, transportadas para Lisboa num navio de transporte de plataformas.

A TWB confessou estar a negociar mais contratos com o mercado nacional, iguais ou maiores que o feito com a Transtejo.

A frota actual da Transtejo contempla dois navios ferry-boat, o EBORENSE, construído em 1954 em Viana do Castelo e com capacidade para 30 veículos e 346 passageiros, e o ALENTEJENSE, construído 3 anos depois também em Viana do Castelo, com capacidade para metade dos automóveis e 462 passageiros, nenhum dos dois tendo bar, televisão ou climatização.
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Old October 2nd, 2008, 06:33 PM   #10
Wolf2009
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novos ferries da transtejo

novos ferries podem chegar a portugal entre maio e junho de 2009.
pois o contrato foi assinado 26/09/2007 a construção inicialiazava-se 30 dias depois, eram acabados num periodo de 18 meses.
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Old October 4th, 2008, 11:43 AM   #11
Wolf2009
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contrato com a twb para a construçãos dos novos ferries cancelado
novo concurso publico pá sua construção em marcha
vejam este site tem imagens do modelo dos ferries que vam ser construidos são tipo catamaran piso de baixo para os carros piso de cima para as pessoas:http://www.sen-naval.pt/801.html
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Old October 6th, 2008, 08:56 PM   #12
pauloluso
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Futuro da Soflusa passa por continuar a adaptar-se a novos desafios

Uma entrevista ao presidente da Soflusa
O homem esquece-se que no Montijo por exemplo, deslocaram o cais para o lado da cidade onde não vive ninguém. Fazem pagar o estacionamento e admiram-se de perder clientes.

http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?...62ac4e4bbcb51#

Quote:
Entrevista a presidente do Conselho de Administração, João Pintassilgo
Ana Lourenço Monteiro | 06-10-2008

A recuperar da quebra de passageiros, “já muito menos acentuada”, e tendo em vista “recuperar uma grande parte dos passageiros que passaram a optar pela via ferroviária”, a Soflusa tem como objectivo principal “promover o aumento da competitividade do transporte público face ao transporte individual”. Em entrevista ao JB, o presidente do Conselho de Administração da Transtejo e Soflusa nomeado desde 17 de Julho do corrente ano, João Pintassilgo, admite que face a novos desafios e à Terceira Travessia do Tejo, a empresa “estará sempre disponível para se adaptar” dada a consciência do seu papel num sistema de intermobilidade.



JB: O Eng. João Pintassilgo foi recentemente designado para presidir ao grupo empresarial que integra a Soflusa e a Transtejo. Como surgiu esta nomeação e quais os objectivos que definiu para a sua gestão?



JP: A Transtejo é uma sociedade anónima de capitais públicos desde 1992, faz parte do sector empresarial do Estado e, como tal, os seus órgãos sociais são eleitos em assembleia-geral. A proposta para o conselho de administração é global e naturalmente resultou da minha aceitação, na sequência da indisponibilidade manifestada pelo anterior presidente em renovar o mandato.



Os objectivos para o triénio 2008/2010 que já foram entregues ao accionista são, no essencial, dar continuidade às grandes linhas estratégicas iniciadas pelo anterior conselho. Como sabemos, o sector dos transportes é deficitário, diria quase por definição, cabendo ao Estado através de indemnizações compensatórias cobrir os custos resultantes de um serviço público. Com a redução do número de passageiros do transporte público a situação tem-se agravado, nomeadamente no caso do grupo Transtejo. Nesse sentido, cabe à gestão minimizar os efeitos desta situação que é o nosso principal objectivo que passa por promover o aumento da competitividade do transporte público face ao transporte individual, consolidando o transporte fluvial no sistema da intermobilidade na Área Metropolitana de Lisboa e procurando travar a perda de cota no mercado e a criação de condições para a sua recuperação, quer através da qualidade do serviço quer da redução de emissões dos gases com efeito de estufa, passando naturalmente pela redução dos custos de exploração.






JB: Em sucessivos Relatórios de Gestão e Contas, a Soflusa tem vindo a registar um prejuízo crescente, com valores próximos dos 18 milhões de euros e um passivo que ronda os 120 milhões de euros. Que medidas têm sido tomadas para evitar que estes montantes continuem a acumular-se?



JP: No que respeita a números, os 120 milhões de passivo são na realidade cerca de 85 porque não deve aqui ser englobado o montante para investimento, porque quando concretizado passa de passivo para activo. Continua a ser muito. No entanto, temos que olhar para as tendências.



Verificou-se uma desaceleração do ritmo de crescimento dos resultados operacionais que se mantiveram praticamente ao nível de 2006. Não obstante da insuficiência de meios financeiros gerados pela empresa – na medida em que as receitas da prestação de serviços dão apenas para cobrir as despesas com pessoal – tem conduzido a um aumento crescente do endividamento.



No sentido de reduzir os encargos financeiros com a dívida, foi celebrado em 2007 um empréstimo obrigacionista a longo prazo com a banca no valor de 55 milhões de euros, o que permitiu consolidar as dívidas existentes, libertando os compromissos de curto prazo que são onerados a taxas de juro mais elevadas.



Naturalmente, nos últimos anos o Estado tem aumentado as indemnizações compensatórias em cerca de sete por cento ao ano, o que tem sido uma boa ajuda, comparando com anos anteriores. Neste momento, nesta matéria será um bom objectivo tentar que não continue a subir o défice da empresa em termos operacionais porque assim significa que temos conseguido minimizar porque há factores com peso significativo na estrutura de custos da empresa, como o combustível, pessoal e manutenção de navios.






JB: A construção de uma nova travessia no corredor Barreiro-Chelas terá, com certeza, reflexos na prestação da empresa que dirige. Na sua opinião, justifica-se a construção de mais uma ponte no rio Tejo?



JP: A Transtejo tem perfeita consciência do seu papel no sistema de transportes públicos. Ou seja, deverá ser vista como um elo de uma cadeia perfeitamente interlaçada com os restantes operadores. Não devemos ver a actuação de nenhum operador de forma isolada porque só desta forma é que conseguimos contribuir para a qualidade de vida das populações através de um sistema de intermobilidade que contribua para as pessoas terem melhor mobilidade e aumentarem o seu período de lazer.



As diferentes travessias no Tejo tiveram impacto no transporte fluvial mas tudo foi feito com o objectivo de melhorar a mobilidade da população que reside ou trabalha numa margem ou noutra. E a Transtejo também contribui para tal. A Transtejo que, como tal, se adaptou e nalguns casos ainda se vai adaptando estará sempre disponível para se adaptar à Travessia Chelas-Barreiro, porque enquanto operador de transportes públicos esse é o nosso papel.



Temos consciência que haverá alguma perda de passageiros. Esperamos que não seja muito significativa mas que efectivamente também, por outro lado, surjam novas oportunidades e se torne competitivo. Porque para quem se desloque entre Barreiro e Lisboa e desça nas zonas baixas sabemos que o transporte fluvial será sem dúvida nenhuma o mais competitivo.






JB: Nos últimos anos, a Transtejo tem vindo a perder consecutivamente passageiros. Quais as causas desta situação e o que pode ser feito para inverter este panorama?



JP: Estamos com alguma esperança que o ‘consecutivamente’ se interrompa em 2008. Pelos dados que temos do primeiro semestre, no conjunto das seis carreiras que temos, neste momento, estamos a atingir o equilíbrio com destaque positivo para a carreira do Barreiro, onde efectivamente em período homólogo em 2007 já subimos cerca de 8 por cento. O nosso problema tem estado na quebra de passageiros já muito menos acentuada.



As causas para isto têm a ver com dois tipos de situações: redução de emprego nas zonas baixas, assim como das residências que se aproximaram das zonas altas. Também tem contribuído para isso as interfaces onde o passageiro sai dum transporte e entra noutro. Sabemos o que aconteceu no Terreiro do Paço e temos consciência dos passageiros que perdemos com a incomodidade que criámos ao termos desviado todas as carreiras – Montijo, Seixal e uma de Cacilhas – para o Cais do Sodré devido às obras. Certo é que não se coloca a questão do Barreiro ser também transferido.



Com a chegada do Metro Sul do Tejo a Cacilhas, ainda este ano, esperamos vir a recuperar uma grande parte dos passageiros que passaram a optar pela via ferroviária. Estamos convencidos que o MST é um óptimo transporte e que vai promover a transferência do transporte individual para o transporte colectivo mas conhecemos todas as incomodidades das obras que levam as pessoas a afastarem-se.



Quanto à Travessia Chelas-Barreiro, se nos retirar algum passageiro espero que seja para a via ferroviária, será sempre uma boa opção em termos ambientais. Não nos consideramos concorrentes da ferrovia nem do operador rodoviário.






JB: Em tempos existiu uma carreira que fazia o percurso Barreiro/Seixal Parque das Nações mas que foi eliminada. A empresa já ponderou a hipótese de pôr novamente a funcionar uma carreira entre o Barreiro e o Seixal?



JP: Esse trajecto parece que está perto mas não é bem assim para o transporte fluvial; este não pode ir a direito, se não encalha. De qualquer modo, é uma hipótese que não está abandonada, está em cima da mesa, nomeadamente para nos fins-de-semana haver uma carreira de triangulação entre Seixal, Barreiro e Lisboa. Vantagens e inconvenientes: para quem vai do Seixal a Lisboa prolongaria a sua viagem, mas teria a vantagem dos passageiros terem mais carreiras no Barreiro, porque no fim-de-semana do Seixal para Lisboa são mais espaçadas. Esta questão, neste momento, tem estado a ser reanalisada face às condições de assoreamento da navegabilidade do trajecto Seixal-Barreiro.



Mas duas coisas não se podem esquecer: os navios não navegam em qualquer lado do rio e a empresa faz uma carreira desde que haja um número mínimo justificável de passageiros para transportar.






JB: No plano de reconversão do Quimiparque, uma das soluções propostas passa pela transferência do terminal fluvial do Barreiro para o espaço do Quimiparque. Qual a vossa posição sobre esta matéria?



JP: Não estamos fora de uma solução desse tipo. Se olharmos exclusivamente para os custos de exploração, para nós era mais vantajoso o trajecto a partir do local onde é hoje o cais da Atlanport para o Terreiro do Paço, devido a uma menor distância, logo menos tempo de viagem, menos combustível e talvez menos navios a operar. Mas o Governo ainda não decidiu sobre essa matéria. Garantam-nos que os passageiros vão lá, que existem condições para acostar os navios, que há alguém em vista para a construção de um terminal e nós lá estaremos.






JB: Desde a sua entrada em funcionamento, que se têm avolumado as críticas de que a ondulação provocada pelos catamarãs constitui uma ameaça para os Moinhos de Alburrica e ecossistema circundante. O que tem sido feito para minorar a situação?



JP: Esta preocupação já foi avaliada e a conclusão a que chegámos é de que o tráfego dos catamarãs pode ‘contribuir para’ mas numa dose muito reduzida, relativamente a um conjunto de factores de alterações da hidrodinâmica do rio, climatéricas inclusivamente, que também estão a afectar. Mesmo assim, tomámos uma medida concreta: evitar que as águas por efeito da ondulação dos catamarãs cheguem aos moinhos, algo que poderia ocorrer em preia-mar e em maré viva. Nessas alturas, há uma instrução dada aos mestres para que quando chegam a determinada bóia reduzam a velocidade. O que é facto é que as águas do estuário do Tejo têm vindo a subir naturalmente e, apesar deste contributo dos navios, se não se fizer mais nada mais dia menos dia os moinhos serão afectados seriamente.



Não há milagres: talvez um dia as populações tenham que ponderar se é preferível gastar menos tempo no trajecto ou evitar consequências colaterais.



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Old October 9th, 2008, 08:33 PM   #13
Arpels
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Uma entrevista ao presidente da Soflusa
O homem esquece-se que no Montijo por exemplo, deslocaram o cais para o lado da cidade onde não vive ninguém. Fazem pagar o estacionamento e admiram-se de perder clientes.
d'acordo
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Old November 28th, 2008, 02:38 PM   #14
Wolf2009
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Novos ferries

Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

A Transtejo vai adquirir dois novos Ferries

A Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, presidiu à assinatura do contrato de aquisição de dois novos Ferries entre a Transtejo e o estaleiro português Navalria.
Este investimento terá o valor de 14 milhões de euros e pretende substituir os dois Ferries actualmente ao serviço, por duas novas embarcações para 360 passageiros sentados e 29 veículos, inserindo-se numa estratégia, a médio e longo prazo, de substituição da frota.
Em conformidade com o prazo estabelecido no caderno de encargos, está prevista a entrega do primeiro navio em Novembro de 2009 e o segundo em Fevereiro de 2010.
A aquisição dos dois novos ferries permitirá optimizar a frota, melhorando a qualidade, o conforto e a rapidez do transporte fluvial por ferry-boat. Uma nova realidade que terá um impacto positivo na gestão dos horários comerciais e nos níveis de oferta e adicionalmente permitir ajustamentos ao nível de gestão de frota.
Estes navios irão dar condições à empresa para retomar o transporte de passageiros na ligação Cacilhas – Terreiro do Paço, logo que a evolução das obras em curso no Terminal Fluvial do Terreiro do Paço, o permitam.
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Old November 29th, 2008, 05:49 AM   #15
NewTomorrow
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

A Transtejo vai adquirir dois novos Ferries

A Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, presidiu à assinatura do contrato de aquisição de dois novos Ferries entre a Transtejo e o estaleiro português Navalria.
Este investimento terá o valor de 14 milhões de euros e pretende substituir os dois Ferries actualmente ao serviço, por duas novas embarcações para 360 passageiros sentados e 29 veículos, inserindo-se numa estratégia, a médio e longo prazo, de substituição da frota.
Em conformidade com o prazo estabelecido no caderno de encargos, está prevista a entrega do primeiro navio em Novembro de 2009 e o segundo em Fevereiro de 2010.
A aquisição dos dois novos ferries permitirá optimizar a frota, melhorando a qualidade, o conforto e a rapidez do transporte fluvial por ferry-boat. Uma nova realidade que terá um impacto positivo na gestão dos horários comerciais e nos níveis de oferta e adicionalmente permitir ajustamentos ao nível de gestão de frota.
Estes navios irão dar condições à empresa para retomar o transporte de passageiros na ligação Cacilhas – Terreiro do Paço, logo que a evolução das obras em curso no Terminal Fluvial do Terreiro do Paço, o permitam.

Navalria




é uma empressa de Aveiro comprada este ano pela Martifer
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Old October 9th, 2008, 04:07 AM   #16
Rocha Vieira
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E que tal a transtejo adiquirir uma mão cheia de JetFoils?
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Em homenagem ao último ladrão que Lisboa enviou para Macau...
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Old November 29th, 2008, 06:56 PM   #17
Luís Raposo Alves
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Wolf... tens que colocar pontos de interrogação em vez de ponto e vírgula... acho que são perguntas que queres fazer...
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Old November 30th, 2008, 03:37 PM   #18
Wolf2009
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Que tipo de ferries vão construir:
Parecidos com os actuais?
Tipo catamara?
Tipo os de Troia?
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Old November 30th, 2008, 04:39 PM   #19
Luís Raposo Alves
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Muito bem, lobito. Aprendes depressa...
Luís Raposo Alves no está en línea   Reply With Quote
Old December 30th, 2008, 04:15 PM   #20
Wolf2009
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O terminal do terreiro do paço já está concluido e o do cais do sodré em fase de conclusão.
Será que vão voltar ao normal As ligações:
Cacilhas - Cais da Alfândega (Terreiro do Paço)
Seixal - Terreiro do Paço
Montijo - Terreiro do Paço
Cacilhas - Cais do Sodré(FERRY BOAT)
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Azeitão a Concelho

Dizer que não existe alternativa é o contrário da Liberdade
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