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Old August 1st, 2013, 06:44 AM   #5861
josinei
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Originally Posted by pauloctba1 View Post
E pra piorar ele simplesmente parou de postar e de repente esse pia curitibano surge do nada. Podia pelo menos disfarcar e postar alternadamente, ou exagerar um pouco menos na exaltacao.

De qualquer forma, pelo nick que ele escolheu ele deve ter uma pessima ideia do nosso povo "malvado explorador", pois a maior parte do pessoal daqui tende mais a direita mesmo. Nos foruns de outras regioes a coisa muda bastante.
Mas ele disfarçou!! Até se xingou.... E tomou pito do guga

Daqui a pouco ele cria o "Homem do tapa buraco" e volta pras nossas discursões
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Old August 1st, 2013, 07:33 AM   #5862
FGB_curitiba
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A França e sua social-democracia em um cul-de-sac



Há pouco mais de um ano, em meio a uma persistente crise econômica, François Hollande celebrou sua vitória sobre Nicolas Sarkozy nas eleições presidenciais da França. Hollande se tornou o líder de um país economicamente debilitado. Durante todo o ano passado, ele praticamente teve passe livre para implantar sua agenda econômica, uma vez que o Partido Socialista francês, do qual ele é o líder, possui maioria no parlamento francês.
A França possui um histórico de gastos governamentais portentosos, mesmo para os parâmetros dos países europeus. O gasto público equivale a 57% do produto doméstico, e a dívida pública está acima de 90% do PIB. Embora 'austeridade' seja o jargão em voga no resto da Europa desde 2009, o que resultou apenas em um muito modesto declínio dos gastos governamentais como porcentagem do PIB naquele continente, a França não faz parte desta tendência.

O setor público francês hoje responde por praticamente dois terços de toda a atividade econômica direta — e mais ainda se levarmos em conta toda a atividade indireta. Esta grande e crescente dependência do governo é desastrosa, pois é financiada por impostos cada vez maiores. Esta alta carga tributária não apenas é um fardo enorme para o setor privado, como também confere ao setor público uma aura de impotência, pois este se mostra totalmente incapaz de estimular a economia (quem imaginava isso?) e de controlar seus crescentes gastos. E os seguidos déficits no orçamento do governo lograrão apenas fazer com que as futuras gerações de cidadãos franceses tenham de pagar pelas generosidades do governo atual.

Profundamente arraigada na psique francesa está a ideia de que cortes em seu colossal setor público iriam afetar sobremaneira toda a população. Esta incapacidade de considerar uma economia na qual o setor privado preencha a lacuna deixada pelo governo, quando menos serviços públicos forem ofertados, vem reforçando a relutância de políticos, e mais especificamente de François Hollande, de adotar medidas de austeridade (no caso, corte de gastos) para superar a crise. Em vez disso, a solução vigente foi a de aumentar ainda mais os gastos do governo, criando mais empregos no setor público. Por esta razão, o governo Hollande prometeu elevar o salário mínimo de todos os empregados, tanto do setor privado quanto do público, e contratar mais 60.000 professores para o setor público.

Além dos atuais aumentos nos gastos públicos, as medidas de Hollande já garantiram inevitáveis aumentos futuros no gasto público. Ele revogou a iniciativa de Sarkozy de elevar a idade de aposentadoria de 60 para 62, o que significa que os pagadores de impostos franceses serão obrigados a não apenas dar amparo ao explosivo número de funcionários públicos que "trabalham" hoje, como também a sustentar o crescente número de aposentados amparados pelos generosos benefícios da previdência.

Em um esforço para combater o aumento das taxas de juros dos títulos de sua dívida — pois os investidores estrangeiros estão cada vez mais desconfiados da capacidade do governo de pagar os juros de sua dívida —, o governo francês iniciou uma campanha para elevar os impostos para continuar financiando seus inchados gastos. Com efeito, uma das principais promessas eleitorais de Hollande foi a de impor uma alíquota de 75% sobre os chamados riche (cidadãos que ganham mais de 1 milhão de euros por ano).

A França possui uma das maiores alíquotas de imposto de renda de pessoa jurídica em toda a União Europeia, maior até mesmo do que a da Suécia. Ao passo que a alíquota média da União Europeia está em declínio (de aproximadamente 50% em 2005 para 44% em 2012), a alíquota da França permaneceu em um nível extremamente alto (de mais de 65% entre 2005 e 2012).

Além das altas alíquotas tributárias, as empresas francesas também têm de enfrentar as mais altas e inflexíveis demandas sociais de toda a União Europeia — como as dos sindicatos —, bem como todas as opressivas regulamentações governamentais. Estes fatores fazem com que o ambiente empreendedorial seja totalmente desestimulante. Recentemente, várias grandes empresas preferiram fechar suas portas a ter de lidar com essas difíceis condições empreendedoriais, o que resultou em milhares de pessoas perdendo seus empregos. Neste clima, não é de se surpreender que não estejam surgindo novas empresas.

Em resposta à ameaça de impostos mais altos na França, o primeiro-ministro britânico David Cameron se ofereceu para "estender o tapete vermelho" para qualquer francês "rico" que queira emigrar e fugir dos impostos franceses. É claro que seria ingenuidade pensar que Cameron estivesse motivado por algum outro objetivo que não o de conseguir mais dinheiro para seus combalidos cofres; mas o resultado, no entanto, é positivo, pois significa que está havendo uma concorrência tributária entre as nações.

Antes do advento da União Monetária Europeia, nações altamente endividadas buscavam atenuar suas aflições fiscais por meio de políticas inflacionárias. Só que a França aboliu essa opção ao adotar o euro. Ironicamente, como Philipp Bagus demonstrou em seu livro A Tragédia do Euro, foram os franceses que mais agressivamente lutaram pela integração monetária da Europa. Eles agora estão tendo de aderir aos resultados desta decisão.

Como Jesús Huerta de Soto explicou detalhadamente, a união monetária funciona como uma espécie de padrão-ouro moderno. Assim como o ouro impedia que os governos incorressem em déficits contínuos, o euro está restringindo as nações europeias de maneira similar, retirando delas a capacidade de adotar uma política monetária autônoma.

Sem poder recorrer a políticas monetárias inflacionistas, o governo francês está à mercê dos investidores estrangeiros e do mercado de títulos. Quanto mais os emprestadores se preocuparem com a solvência do governo francês e sua capacidade de quitar suas dívidas, tanto agora quanto no futuro, mais as taxas de juros subirão (como já subiram). À medida que o custo dos novos empréstimos for aumentando, o governo francês terá de reduzir seus déficits, seja por meio de um corte nos gastos ou por meio de um aumento nos impostos. O setor privado francês já representa a minoria severamente sobrecarregada, e dado o atual êxodo de empresas e empreendedores franceses para outros países, qualquer aumento de imposto estaria incidindo sobre um número cada vez menor de pagadores de impostos.

Assim como vários de seus colegas, François Hollande sabe que a combalida economia francesa precisa de uma mudança radical. O que ele tem de fazer é se concentrar nas áreas que ele pode mudar. Se ele quiser reduzir o desemprego, ele terá de cortar gastos para poder reduzir impostos. Não há alternativa. Adicionalmente, o setor privado tem de ganhar espaço para respirar e poder se recuperar, em vez de ser tratado como um ganso a ser depenado. Esta é a única maneira na qual o governo francês poderá continuar operando; e, ainda mais importante, a única maneira de tirar a França de seu beco sem saída — ou cul-de-sac, no idioma de Bastiat.

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David Howden é professor assistente de economia na Universidade de St. Louis, no campus de Madri, e vencedor do prêmio do Mises Institute de melhor aluno da Mises University.
IMB
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Old August 1st, 2013, 08:09 AM   #5863
Daniel_Sousa
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Eu só vim aqui saber como o FGB tá se divertindo agora, e quem vai fazer oposição aqui
__________________
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/Ready to Copy!

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Old August 1st, 2013, 08:22 AM   #5864
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tô de luto cara, me respeite. o loner era parsa.
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Old August 1st, 2013, 01:51 PM   #5865
josinei
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o problema do loner é que ele ficou muito frustrado por ter podada a temática AC das suas discursões.

ele ficou tão frustado, que tentou introduzir o piá curitibano como o novo bastião do AC.

agora, só com lexapro
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Old August 1st, 2013, 02:23 PM   #5866
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Oh loko, esses casos de dupla personalidade skyscraperiana são mais comuns do que a gente imagina. Essa de um nick xingar o outro é o fim...
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Old August 1st, 2013, 03:00 PM   #5867
Squibb
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Técnicos estão em campo para avaliar estrago da geada no PR; trigo preocupa

Passado o período crítico do frio, os técnicos do Deral (Departamento de Economia Rural) do Paraná estão em campo para verificar os estragos provocados pela geada e pela neve nas principais regiões produtoras do Estado.

É cedo para números e resultados, mas a grande preocupação se volta para o trigo.

Marcelo Garrido, economista do departamento, diz que mais de 50% da área destinada ao produto no Estado já estava semeada e suscetível a variações do clima.

Um mau desempenho do trigo no Paraná preocupa porque o Estado é o maior produtor nacional, com 51% do total. Uma quebra no Estado vai reduzir a oferta e provocar importações ainda maiores, diz ele.

Técnicos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) apontam que, além de perda da produtividade, as lavouras de trigo vão ter queda também na qualidade dos grãos.

Outra preocupação do Deral é com o café, cuja produção paranaense representa 4% do total nacional.

O ano já não vinha bem, com preços em queda e perda de renda pelos produtores. As geadas deste ano afetarão a produção da próxima safra e é provável que muitos produtores reduzam a área, diz Garrido.

Na avaliação do Cepea, as geadas poderão reduzir em até 20% o potencial de produção dos cafezais paranaenses na safra 2014/15.

A produção de milho também terá perda, mas apenas 25% da área do Estado ficou suscetível aos efeitos do frio.

As geadas e a neve afetaram também as pastagens, o que deverá provocar uma redução na captação de leite no Estado, segundo o economista do Deral.

Rota do futuro O próximo encontro da Datagro sobre o setor sucroenergético, que ocorrerá em outubro, em São Paulo, terá como tema a biotecnologia e a logística. Será discutida a rota do futuro, segundo Plinio Nastari.

Peso-pesado Nastari diz que tomará parte das discussões Boyden Gray, liderança em Washington na formulação da política de combustíveis renováveis no país.

Redução Ele vai discutir sobre a possibilidade de os EUA reduzirem a meta de utilização de renováveis nos combustíveis líquidos, uma bandeira das petroleiras e das indústrias de alimentos. Uma oportunidade para o Brasil preencher a lacuna.

Árabes A exportação brasileira do agronegócio para os países árabes somou US$ 5 bilhões no primeiro semestre, um valor recorde e que superou em 7% o de 2012.

Carnes As exportações foram puxadas por carnes, que atingiram 41% do total, segundo a Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

Commodities agrícolas fecham o mês em baixa

As condições climáticas nas lavouras do Meio-Oeste dos EUA melhoraram. E, por ora, a previsão de safra de soja e de milho está dentro dos patamares recordes esperados pelo Usda (Departamento de Agricultura).

O reflexo foi que os preços, após a elevação de junho, voltaram a cair no mês passado. O primeiro contrato de milho fechou a US$ 4,99 por bushel (25,4 kg) em Chicago, com recuo de 27% no mês.

A soja teve comportamento semelhante, com o primeiro contrato fechando a US$ 13,74 por bushel (27,2 kg), uma queda de 12% no mês.

Ao contrário de soja e milho, o trigo foi a US$ 6,64 por bushel (27,2 kg), 2,4% mais.

A queda de preços dos grãos no exterior provocou redução também no Brasil.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mer...preocupa.shtml
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Old August 1st, 2013, 03:06 PM   #5868
Barba
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~LE LONER MCJPA
HAHAHAHAHAHA

Le Barba sem barba! Excelente! Melhor post desse tópico!
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Old August 1st, 2013, 03:44 PM   #5869
josinei
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HAHAHAHAHAHA

Le Barba sem barba! Excelente! Melhor post desse tópico!
e dizem que o carlinhos brown é artista
esse post tem que entrar pros anais do SSC
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Old August 1st, 2013, 03:47 PM   #5870
Jdolci
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Pois é pessoal!
Pior que também fiquei chateado com essa história! Eu era um dos que mais defendia o Loner quando era massacrado, exatamente porque sabia que ter uma "voz de oposição" sempre é mais interessante.

Mas regras são regras né! E essa é uma daquelas básicas constitucionais que não tem nem recurso.
Porque ficou bem claro que não eram pessoas diferentes acessando o mesmo computador, era proposital.
Já tivemos casos em que a pessoa entra em contato com a moderação e avisa ( e comprova) que pode acontecer de duas pessoas diferentes acessarem o fórum da mesma casa. Pra essas está tudo ok!

E cá entre nós! Tava engraçado ver o pia curitibano deixando o pessoal atordoado com as opiniões extremadas! E brigando com o Loner.
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Old August 1st, 2013, 03:59 PM   #5871
Squibb
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a gente tem q guardar luto por 3 dias algo assim?
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Old August 1st, 2013, 04:26 PM   #5872
josinei
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Imposto de Importação menor para 100 produtos
Objetivo do governo com redução, que será anunciada hoje, é evitar que a alta do dólar eleve preço da matéria-prima importada e pressione inflação

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia hoje a redução da alíquota do Imposto de Importação (II) para 100 produtos, a maioria usada como matéria-prima pela indústria. O objetivo é evitar que a alta do dólar, que chegou próximo a R$ 2,30, eleve o preço dos insumos importados e renove a pressão inflacionária. A medida está sendo considerada uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento.

Na prática, o governo não vai renovar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC) que entrou em vigor em outubro do ano passado e valeria até o fim de setembro deste ano. O imposto foi elevado para produtos em que a indústria nacional sofria com a concorrência acirrada dos importados. Mas a elevação do dólar e a preocupação em trazer a inflação para patamares mais baixos fizeram o governo mudar a estratégia, que chegou a ser considerada protecionista por alguns países.

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse em entrevista ao Estado que uma desvalorização de 20% no real ante o dólar significa um aumento na inflação de 1 ponto porcentual, o que ele chamou de um "caminhão de inflação". A população, no caso dos produtos importados sobretaxados, percebe a alta do dólar indiretamente. O empresário paga mais para fazer o produto e, consequentemente, cobra mais do consumidor.

Alíquotas. Entre os 100 produtos estão itens de bens de capital, de siderurgia, petroquímica e medicamentos. Grande parte das alíquotas, que variavam entre 12% e 18%, passou para 25%. Agora, retornaram ao patamar mais baixo. O Imposto de Importação vale para as compras brasileiras de países que não pertencem ao Mercosul, grupo formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela.

Alguns setores da indústria, como os de eletrodomésticos da chamada linha branca (fogões, geladeiras e lavadoras), e de automóveis, se queixaram ao ministro Mantega da elevação dos custos em razão do aumento de algumas matérias-primas como produtos siderúrgicos. Os empresários avisaram que, sem uma intervenção do governo, haveria reajuste dos preços para o consumidor.

A alta do dólar nos últimos dias – a moeda subiu 2,11% em julho – precipitou o anúncio da decisão do governo. Mantega esteve reunido ontem com o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges, para discutir o assunto. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, está de férias.

http://economia.estadao.com.br/notic...-,160680,0.htm
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Old August 1st, 2013, 07:42 PM   #5873
FGB_curitiba
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em homenagem ao loner:

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Old August 1st, 2013, 08:16 PM   #5874
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loner será sempre um espírito presente nesse forum. ele se foi, mas sabemos que de algum lugar, ele está a nos olhar...
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Old August 1st, 2013, 08:37 PM   #5875
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logo ele volta com outro user. só vai deixar a poeira baixar e o ip/mac do modem da net trocar após 12 horas fora da tomada.

portanto, o próximo forista novato que aparecer aqui, já sabem né...
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Old August 1st, 2013, 10:02 PM   #5876
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veremos como ele irá reencarnar....
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Old August 1st, 2013, 10:04 PM   #5877
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veremos como ele irá reencarnar....
Parece papo de budista.
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Old August 2nd, 2013, 12:05 AM   #5878
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Old August 2nd, 2013, 03:09 PM   #5879
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Humilhou

Mais Médicos é 'escravidão', diz presidente de entidade portuguesa

O programa Mais Médicos, que busca levar profissionais ao interior do país e a periferias das grandes cidades, é "uma espécie de escravidão", critica o presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, José Manuel Silva.

"É uma espécie de escravidão. O médico está preso ao local para onde foi contratado e não pode sair dali, não tem seu título reconhecido, é como alguém que vai para um país e lhe retiram o passaporte e ele não pode sair dali", disse Silva à Folha.

1ª rodada do Mais Médicos atende a 18% das cidades com médicos
CFM critica 'improviso' do governo nas inscrições do Mais Médicos

A opinião do presidente do órgão, que disciplina o exercício da medicina no país, contraria a expectativa da gestão Dilma Rousseff. Ao lado dos espanhóis, médicos portugueses eram o principal alvo do governo brasileiro para preencher parte das 15.460 vagas abertas pelos municípios inscritos no programa.

Os estrangeiros têm até o dia 8 para enviar toda a documentação. Mas, de acordo com Silva, não há interesse dos portugueses.

Segundo a Folha apurou nos consulados, só 44 médicos do país se inscreveram.

José Cesário, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, também acha que o interesse dos portugueses pelo Mais Médicos é baixo.

"Se os médicos portugueses não querem ir para o interior de Portugal, não vejo por que ir para a favela da Rocinha ou São Bernardo do Campo", disse.

Para o presidente da Ordem dos Médicos, as condições do programa "assustaram os candidatos" e "cabem em uma mão" os interessados em ir para o Brasil.

"Se eles podem ganhar 5.000 euros [cerca de R$ 15 mil] na Inglaterra, Alemanha, Noruega ou Dinamarca, com condições muito melhores e reconhecimento de seu diploma, por que iriam ao Brasil ganhar 3.000 euros?"

REVALIDAÇÃO

Silva afirma que os médicos estrangeiros contratados em Portugal, muitos da América Latina, são submetidos a um exame de conhecimentos médicos e, caso aprovados, podem circular em qualquer região do país.

Ele afirma que poderia haver reciprocidade em relação ao Brasil caso o governo decidisse reconhecer os diplomas de médicos portugueses.

"Mas daqueles formados em boas escolas. Sabemos que há mais de 200 faculdades de medicina no Brasil e muitas não têm qualidade."

Silva diz que o Brasil poderia atrair aposentados, que não têm muitas alternativas de emprego. "Mas não sei se haverá médicos com capacidade de se adaptar a condições de trabalho iguais às de Portugal de cem anos atrás."

http://www1.folha.uol.com.br/cotidia...rtuguesa.shtml

+ 1 FIASCO.
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Barba
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Será que agora vai?

Após piora, senador José Sarney é transferido para a UTI
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2...ra-a-uti.shtml
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