Breve resumo da história do ML [os factos relativos ao material circulante estão sublinhados]:
Em 1885 surgiu o primeiro projecto de construção de um caminho de ferro subterrâneo em Lisboa, elaborado pelo engenheiro Costa Lima; a linha proposta partiria de Santa Apolónia, passando pelo Rossio, São Bento, Janelas Verdes e Alcântara, terminando em Algés. A ideia viria a ser posta de parte devido ao seu elevado custo e preferência pelo meio eléctrico.
Em 1888 e 1923 seriam apresentados outros dois projectos; contudo, o desejo de ter uma rede de caminho de ferro subterrânea em Lisboa só viria a ser concretizada em 1948, quando a sociedade do Metropolitano de Lisboa foi formada.
Apresentadas quatro linhas, apenas duas foram tornadas realidade mas nem todos os troços viriam a ser construídos na década seguinte; a título de exemplo, a extensão ao Lumiar, inaugurada em 2004, estava já programada numa dessas quatro linhas apresentadas em 1948!
Em Agosto de 1955 deu-se início à construção dos troços Sete Rios – Rotunda (2,8 quilómetros) e Entre Campos – Rotunda (2,7 quilómetros) que confluiam num tronco comum, entre Rotunda e Restauradores (1,1 quilómetros) inaugurados em 29 de Dezembro de 1959, formando um Y na Rotunda (ver mapa).
Das 11 estações inauguradas, apenas Sete Rios, Entre Campos e Rotunda detinham um cais com 70 metros de comprimento; todas as outras possuiam-no apenas com 40 metros. A exploração na rede era em duas carruagens e o PMO (Parque de Materiais e Oficinas) estava instalado em Sete Rios;
a série de carruagens que compunha o PMO denominava-se ML7, construídas pela Sorefame na Alemanha, sendo constituída por 24 unidades por época da inauguração do ML (ver imagem).
No ano seguinte, arrancariam em Maio as obras de prolongamento do metropolitano até ao Rossio que seria inaugurado em 27 de Janeiro de 1963; a extensão inaugurada era de 500 metros, sendo que esta estação detinha um cais com 70 metros de comprimento.
Três anos mais tarde, em 28 de Setembro de 1966, seria inaugurada uma nova extensão, desta vez entre o Rossio e os Anjos; a rede era aumentada em 1,5 quilómetros, entrando em funcionamento três novas estações: Socorro, Intendente e Anjos, que detinham um cais com o comprimento de 40 metros.
Em 18 de Junho de 1972, seria inaugurado o troço Anjos – Alvalade, com a entrada em exploração de cinco novas estações: Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade, todas elas dotadas de um cais de 70 metros; este troço tinha uma extensão de 3,4 quilómetros (ver mapa).
Em 1 de Setembro de 1975, os cais das estações Intendente, Restauradores, Saldanha e São Sebastião ficaram aptos a receber comboios de quatro carruagens pelo que a partir deste dia o metropolitano colocou em exploração, intercaladamente, configurações de 2 e 4 carruagens. Seria no ano de 1975 que o ML obeteria a nacioanlização;
nesse ano ficou completa a entrega das carruagens ML7, sendo adquiridas mais 60 carruagens moderadamente desde 1963, totabilizando agora 84, estando numeradas de A-1 a A-84. No ano seguinte, ocorreu um incêndio num comboio na estação Arroios; o foco de incêndio foi detectado numa das carruagens da extremidade da composição, tendo sido combatido com o extintor de bordo; por precaução foram evacuados todos os passageiros que nela seguiam, sendo iniciados os trabalhos para a sua inversão. Devido às correntes de ar, viriam a incendiar-se as quatro carruagens que compunham o comboio, pelo que ficaram inutilizáveis, ainda que não se tenha registado nenhum ferimento ou mesmo perda humana; assim, resultou do único acidente no material circulante do ML a diminuição do parque deste de 84 para 80 carruagens. Em 1977 as estações Anjos e Avenida viriam a suportar composições de quatro carruagens, as da Palhavã e Picoas no ano seguinte, o ano da passagem do ML a empresa pública, e a do Campo Pequeno mais tarde, em 1979.
Em Agosto de 1980 arrancava a extensão Alvalade – Campo Grande, com uma estação projectada nas Calvanas, abandonada em 1981, prevista para entrar em exploração em 1984; nas Calvanas seria construído o PMO II, por esta data já projectado, mas cuja construção começaria mais tarde. Dois anos mais tarde, em 1982, arrancavam as obras de prolongamento da rede do metropolitano a Benfica, prevendo-se também a sua conclusão para 1984, sendo a estação terminal o Colégio Militar/Luz.
As obras de prolongamento da estações Parque e Socorro, que viram o seu cais alargado dos 35 para os 105 metros, foram concluídas no final de 1982, terminando a exploração com duas carruagens nesse mesmo ano; em 1983, começaria a construção do prolongamento Entre Campos - Campo Grande, prevendo-se a sua entrada em funcionamento para 1986.
No ano seguinte, entrariam em circulação 12 unidades ML79, sendo adquiridas devido à maior procura do ML e pensando já nas futuras extensões; este protótipo é semelhante ao actual, tendo a disposição dos bancos sido mantida até à chegada das unidades triplas articuladas. A ventilação fora introdizida e o indicador de destino ficara mais perceptível nas ML79 que podiam agora formar um comboio de seis carruagens, enquanto as sua antecessora apenas o permitia em quatro (ver imagem).
No mesmo ano verificaram-se alguns incidentes nos troços Alvalade – Campo Grande e Sete Rios – Colégio Militar Luz, adiando-se as datas de conclusão em ambos os casos; no primeiro, a caracterização geológica do local foi deficiente, tanto que a estação das Laranjeiras acabou por registar-se uma inundação; no segundo troço, o conflito gerou-se entre o Sporting e ML, em 1984, pois o último acabou por construir a estação em terrenos do clube desportivo, o que gerou grandes atrasos na obra. Qunado tudo se começava a resolver, em 1987, registou-se um problema com os empréstimos que o ML havia pedido, recomeçando as obras no empreendimento somente em 1989, com um novo projecto. Contudo, nem em 1987, segunda data avançada para a conclusão do troço Sete Rios – Colégio Militar/Luz, o prolongamento seria aberto ao público, devido ao atraso nos acabamentos finais à superfície, verificando-se uma nova data de previsão para a entrada em exploração: 1988; também o troço Entre Campos – Campo Grande fora adiado para 1993, devido ao arrastar do problema na estação terminal do empreendimento, ainda que a estação intermédia (Cidade Universitária) abrisse em 1988.
Só em 14 de Outubro de 1988, dezasseis anos após a última inauguração no Metropolitano de Lisboa, foram inaugurados os troços Sete Rios – Colégio Militar Luz e Entre Campos – Cidade Universitária; a rede aumentara 3,8 quilómetros. Às 20 estações da rede acrescentavam-se portanto mais quatro: Laranjeiras, Alto dos Moinhos, Colégio Militar/Luz, referentes ao primeiro troço, e Cidade Universitária, referente ao segundo; as estações agora inauguradas possuiam um cais de 105 metros, aptas a receber comboios de 6 carruagens.
No ano seguinte, estaria concluída a entrega das ML79, estando agora o parque do ML constituído por 54 carruagens dessa série – numeradas de M-101 a M-154 – e 80 da anterior – a ML7 – prefazendo um total de 134 carruagens.
Em 1990 foi apresentado o Plano de Expansão da Rede (PER), prevendo os prolongamentos Rossio – Cais do Sodré e Restauradores – Baixa/Chiado, a desconexão do Y da Rotunda e prolongamento ao Rato, e ainda o prolongamento à Pontinha e construção do PMO III nesse local.
No ano de 1991, foi apresentado o protótipo da primeira série ML90, constituído por duas unidades triplas (motora-reboque-motora) de seis carruagens, tendo a primeira delas sido numerada de M-201, R-202 e M-203.
Em 3 de Abril de 1993 eis que a estação Campo Grande abre ao público, juntamente com os troços Alvalde – Campo Grande e Cidade Universitária – Campo Grande; com este prolongamento a rede do metropolitano crescera em 3,1 quilómetros.
Nesse mesmo mês, entrariam em exploração as duas unidades triplas ML90, com indicador de destino digital e em geral mais confortáveis; note-se que estas quatro carruagens motoras eram as únicas a possuir um porta frontal à cabine de condução, sendo retirada já na segunda série das ML90. Estas novas composições foram construídas pela Sorefame/Bombardier, podendo circular com ou sem o reboque (ver imagem).
Foi nesse ano de 1993 que foi apresentado o PER II, destinado a servir a futura Expo’98; até 1999, o metropolitano deveria circulcar nas seguintes linhas:
- Linha A (azul): Pontinha – Terreiro do Paço;
- Linha B (amarela): Lumiar – Rato;
- Linha C (verde): Telheiras – Cais do Sodré;
- Linha D (vermelha): Alameda – Moscavide e Campolide – Estrela com ligação à estação Rato.
O PMO II vira a ser apresentado no final de 1994, após onze anos em terraplanagens e construção;
no final desse ano, acabaria por ser encomendado o segundo lote das ML90 constituído por 17 unidades triplas (ou 51 carruagens). No dia 15 de Julho de 1995, o sonho da desconexão da Rotunda tornou-se realidade; o metropolitano detinha agora em exploração duas linhas: a A (azul), entre o Colégio Militar/Luz e o Campo Grande, passando pelo Rossio, e a B (amarela), entre o Campo Grande e a Rotunda. A antiga estação Rotunda (agora Rotunda I) fora alargada de 75 para 105 metros e totalmente remodelada; a nova estação (Rotunda II) detinha um cais já com 105 metros. A rede do metropolitano ficava conforme o mapa em baixo.
No final de 1996, foi concluída e entrega das ML90, sendo o segundo lote numerado de M-207 a M-257; as cores e os materiais utilizados neste segundo lote diferiam um pouco dos que compunham o primeiro. O parque de material circulante era agora constituído por 191 carruagens, 80 delas ML7, 54 ML79 e 57 ML90. Em 18 de Outubro de 1997, seria inaugurado o troço Colégio Militar/Luz – Pontinha, o que permitiu ampliar a rede em 1,6 quilómetros; em Dezembro do mesmo ano seria inaugurada a estação Rato, a 600 metros da Rotunda II.
Entretanto, continuavam em 1997 as encomendas de um novo lote de material circulante, agora denominado de ML95; estas novas carruagens tinham um aspecto muito semelhante às ML90 no exterior, embora com algumas diferenças técnicas como uma motorização diferente e controlo eléctrico de abertura e fecho das portas, que veio substituir o pneumático nas suas antecessoras. O novo logótipo do ML foi pela primeira vez inserido nas carruagens da nova série; neste ano, foi entregue metade – 19 unidades triplas ou 57 carruagens – do futuro lote de material circulante (ver imagem).
1998 foi um ano em que muitos dos projectos do ML ficaram concluídos; logo em Março os nomes de quatro estações foram alterados:
- Sete Rios → Jardim Zoológico
- Palhavã → Praça de Espanha
- Rotunda I e II → Marquês de Pombal I e II
- Socorro → Martim Moniz
Em Abril foi inaugurado o troço Rossio – Cais do Sodré, com duas estações: Baixa/Chiado e Cais do Sodré, esta última com ligação ao interface ferroviário da CP e fluvial, crescendo a rede 1,4 quilómetros.
A linha vermelha seria inaugurada em 19 de Maio de 1998, três dias antes da abertura da Expo’98; o troço detinha uma extensão de 5 quilómetros e comportava sete novas estações: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Oliviais, Cabo Ruivo e Oriente. Foi nesta linha que circularam pela primeira vez composições de seis carruagens em Junho do mesmo ano;
de forma a disponibilizar uma oferta que comportasse a procura do metropolitano à Expo’98, foi concluída a entrega das ML95 por esta época. A nova série estava numerada de M-301 a M-414, sendo composto, à semelhante da anterior, pela configuração motora-reboque-motora; no final de 1998, o parque de material circulante do ML era composto por 305 carruagens – 80 ML7, 54 ML79, 57 ML90 e 114 ML95. No final de 1998 a rede comportava 40 estações, havendo sido abertas ao público Cabo Ruivo em Julho, Baixa/Chiado em Agosto e Olivais em Novembro. Ficava desta forma a rede do Metropolitano de Lisboa:
Em 1999 seria inaugurado o PMO III, na Pontinha;
nesse evento foi apresentado o protótipo do futuro lote de material circulante, agora denominado de ML97, que seria composto por 18 unidades triplas (54 carruagens) articuladas. Esta nova série possibilitava a circulação livre entre cada unidade, sendo esta a grande diferença em relação à anterior; além disso, o protótipo tinha uma imagem mais moderna, sendo também inserido o sistema digital automático de informação aos passageiros. Segundo dados do ML, nestas unidades triplas o reboque pode ser removido, ainda que tal nunca tenha sido presenciado em circulação; durante o ano de 1999 foi entregue o novo lote de material circulante, numerado de M-501 a M-554. O parque do ML ficava, no virar do milénio, com 361 carruagens distribuídas por 80 ML7, 54 ML79, 57 ML90, 114 ML95 e 54 ML97, o maior número que atingiu até hoje. No ano seguinte iniciava-se a exploração com composições de seis carruagens nas linhas azul e amarela, [U]facto que originou o afastamento das ML7 de ciruculação no ML, dado que só comportavam quatro carruagens atreladas; as primeiras 24 ML7 tinham já completado 40 anos ao serviço, um número extremamente alto nesta matéria. Assim sendo, todas as 80 ML7 foram retiradas de exploração, tendo sido guardadas as primeiras quatro enquanto as restantes foram abatidas; a quebra de oferta que se seguiu foi complementada com a encomenda de outro lote, composto por 20 unidades triplas (60 carruagens), denominado ML99. O protótipo, apresentado em 2000, era praticamente igual ao da série anterior, embora possuísse baterias que asseguravam a iluminação e ventilação no caso da corrente falhar; além destas características, as ML99 têm uma melhor insonorização e uma travagem mais suave. Em 2001 ficou concluída a entrega do primeiro lote das ML99 numerado de M-601 a M-660; durante esse ano as ML79 tiveram avarias constantes, tendo agora um custo de manutenção demasiado elevado. Por essa razão, foi encomendado o segundo lote das ML99 constituído pelo mesmo número de carruagens da série ML79 – 54 – que possibilitaria o afastamento dessa série no ano seguinte; assim, em 2002 foi recebido o segundo lote das ML99 numerado de M-661 a M-714, tendo o número de carruagens no parque do ML ficado estabilizado nas 339, distribuídas por 57 ML90, 114 ML95, 54 ML95 e 114 ML99. A extensão Campo Grande - Telheiras viria a ser inaugurada em 2 de Novembro de 2002, ampliando a rede em 600 metros;
ainda em 2002, uma das carruagens motoras da série ML99 teve um acidente no PMO das Calvanas, tendo ficado inutilizada, caindo o número do parque do material circulante para 338 carruagens. Paulatinamente, grande parte das estações “antigas” havia sido remodelada, dando-se, em 2003, o início do refrescamento e ampliação de mais duas: Roma e Alvalade.
Em 27 de Março de 2004 seria inaugurado o troço Campo Grande – Odivelas, o que permitiu que o metropolitano ultrapassasse, pela primeira vez, as fronteiras de Lisboa. No total, a rede fora aumentada em 5 quilómetros, incluindo-se nesta extensão cinco novas estações: Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas.
Quase dois meses mais tarde, em 15 de Maio de 2004, seria inaugurado mais um troço, desta vez compreendido entre a Pontinha e a Amadora Este, com duas novas estações: Alfornelos e Amadora Este; desta forma a rede do ML crescera mais 2,1 quilómetros ficando com, aproximadamente, 38,5 quilómetros de extensão e 44 estações, 4 delas duplas e 14 interfaces (ver mapa).
Em 2005, voltaram a circular as quatro primeiras ML7 num passeio da APAC, tal como em Maio de 2007; no ano anterior, o antigo logótipo do ML colocado nas ML90 foi substituído pelo novo. Também em 2006, nomeadamente a partir de Junho, o ML disponiblizou a rede telefónica em todas as estações, tendo sido um dos metropolitanos pioneiros nessa matéria.
Já em 2007, foram abatidas as ML79, tendo sido em princípio preservadas as primeiras quatro.
Em 19 de Dezembro de 2007 foram acrescentados 2,2 quilómetros à linha azul do Metropolitano de Lisboa. O empreendimento Baixa/Chiado - Santa Apolónia permitiu ampliar a rede e criar mais duas estações, Terreiro do Paço e Santa Apolónia, ambas com interfaces (ver mapa).
29 de Agosto de 2009: inauguração do troço da linha vermelha Alameda-S.Sebastião (2 estações, 2,2kms)
Eventos a decorrer:
- Prolongamento do troço Oriente – Aeroporto: o acordo de construção foi assinado em 9 de Fevereiro 2007; a União Europeia financia este prolongamento em 85%. Prevê-se a entrada em exploração no início de 2011.
- Prolongamento do troço Amadora Este – Reboleira: inicio da obra em 2009, prevendo-se a entrada em exploração no início de 2011.
Projectos de expansão 2010-2020 (apresentados a 02 de Setembro de 2009) [ver mapa]
10 curiosidades
Sabias que…
- …todas as estações inauguradas antes de 1972 (estações da primeira fase) tiveram um tratamento plástico de Maria Keil, à excepção da Avenida?
- …em 1973 foram instituídos os “comboios rápidos”, que não paravam nas estações intermédias e faziam o percurso Rotunda – Entre Campos e Rotunda – Sete Rios? Esta medida foi tão contestada que foi abolida ainda no mesmo ano.
- …entre 1975 e 1982 foram utilizadas “zebras” nas estações já ampliadas, de forma a permitir aos utilizadores saber em que zonas paravam as carruagens nas estações ainda não ampliadas? Os locais marcados, onde existiam “zebras”, só serviam as estações maiores, enquanto os não marcados serviam-nas todas.
- …se te enganasses a “ler” as “zebras”, entrando numa carruagem numa estação ampliada e nos locais marcados, e quisesses sair numa estação ainda não ampliada, não o poderias fazer porque as carruagens ficavam paradas no meio do túnel?
- …as estações construídas depois de 1988 (estações da segunda fase) foram decoradas por artistas de renome?
- …a linha vermelha só demorou três anos a ser construída, mesmo tendo sofrido vários incidentes de percurso?
- …as estações dos Olivais e Cabo Ruivo entraram em exploração mais tarde porque haviam sofrido um desabamento de terras em 1996?
- …em 2002 uma carruagem ML99 galgou a protecção no PMO das Calvanas ficando inutilizada uma unidade tripla?
- …o troço Campo Grande – Odivelas só não entrou em exploração ainda em 2003 porque os acabamentos de acesso às estações da responsabilidade da CML ainda não estavam concluídos?
- …que em 2007 algumas estações viram os seus painéis de informação mudados de forma a que o utilizador tenha acesso ao tempo de espera num futuro próximo? São elas:
Linha Amarela:
-
Todas
* Estações com painéis com LED's mais fracos: Cidade Universitária e Marquês de Pombal II;
* Estações com painéis não dispostos uniformemente: Picoas;
* Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Odivelas, Senhor Roubado, Ameixoeira, Lumiar e Quinta das Conchas.
Linha Azul:
-
Toda;
* Estações com painéis com LED's mais fracos: Pontinha, São Sebastião, Marquês de Pombal I e Baixa/Chiado II;
* Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Amadora Este e Alfornelos.
Linha Verde:
-
Todas, embora sem o tempo de espera ser indicado;
* Estações com painéis com LED's mais fracos: Alvalade, Roma, Areeiro, Arroios, Intendente, Martim Moniz, Rossio e Baixa Chiado I;
* Estações com painéis não dispostos uniformemente: Alvalade e Roma;
* Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Telheiras.
Linha Vermelha
-
Todas, e com o tempo de espera já indicado desde 2006;
* Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente.
Threads anteriores:
Metropolitano de Lisboa (inclui Metro Sul do Tejo);
Metropolitano de Lisboa [II] (inclui Metro Sul do Tejo [II]);
Metropolitano de Lisboa [III];
Metropolitano de Lisboa [IV];
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