Go Back   SkyscraperCity > Latin American Forums > Fóruns Brasileiros > Fóruns Regionais > Centro - Oeste > Notícias da Região

Reply


 
Thread Tools Display Modes
Old November 3rd, 2009, 05:16 PM   #1
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
[Goiás] Política - Thread Oficial

Seguindo o mesmo conceito utilizado pelo Vinnybsb... estou criando esse trédi para discutirmos assuntos relacionados as próximas eleições no estado de Goiás... e tbém para concentrar as notícias sobre em um único local...
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 3rd, 2009, 05:18 PM   #2
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
ELEIÇÕES 2010

Meirelles precisa apagar o passado




O presidente do Banco Central, o goiano Henrique Meirel¬les, construiu uma carreira brilhante no sistema financeiro, de pois de passar pela Politécnica da USP e se especializar em Harvard. À frente do BankBoston, mostrou-se um opera¬dor arrojado, que gosta de se arriscar para obter o máximo possível de lucro. Pelos seus últimos passos, parece que é esse mesmo espírito de aventura que norteia o seu projeto político. Nessa seara, já havia mostrado que não pouparia esforços (e recursos) ao se eleger deputado federal, em 2002, pelo PSDB. Agora no PMDB, Meirelles quer arriscar mais. Quer uma eleição majoritária, mas tem um grande de¬safio pela frente: como conciliar essa ambição política com as responsabilidades inerentes do cargo que ocupa em Bra¬sília. Seu sucesso dependerá de algo complicado. Ele pre¬cisa apagar o seu passado.

As dificuldades do banqueiro no tabuleiro eleitoral serão imensas, mas, primeiro, é preciso entender quem é Meirel¬les e o que ele representa no atual cenário. O tempo tem o hábito de apagar a história. Por isso, não custa lembrar que o goiano foi (e talvez ainda seja) o grande fiador do governo Lula da Silva diante do meio financeiro nacional e internacio¬nal. Uma espécie de garantia de que, ao chegar ao poder, os petistas tratariam logo de rasgar todas as promessas que fizeram, desde a fundação do partido. Meirelles no BC era o sinal de Lula de que o País cumpriria todos os acordos financei-ros feitos até então. Acordos que significam o pagamento anual de algo em torno de R$ 200 bi¬lhões somente com os juros do serviço da dívida pública.
Naqueles últimos meses de 2002, quando a vitória de Lula passou de hipotética a realidade, a economia brasileira foi sacudida por uma fantástica onda de desconfiança. A inflação, até en¬tão controlada pelo governo FHC, disparou. Havia a ameaça de evasão em massa do capital estrangeiro investido no País. Sem esses recursos, a indústria nacional poderia parar. O de¬semprego explodiria. Para piorar, circulavam nos bastidores informações de que o petista não conseguia emplacar um nome consistente no Banco Central. Meirelles teria sido o quinto no¬me procurado por Lula. O goiano topou a missão e nem se quer tomou posse como deputado federal - a primeira coisa que ele precisou fazer foi rasgar sua ficha de filiação partidária e dar as costas às lideranças que o ajudaram a se eleger.

A história poderia ser contada apenas com esse desespero por credibilidade do núcleo de po¬der do PT - a descrição de bastidores sobre esses acontecimentos foi bastante registrada pela mídia na época. No entanto, é preciso estar atento a mais detalhes desse processo. Outras versões rezam que Henrique Meirelles deixou a presidência mundial do BankBoston já com o projeto de assumir o Banco Central do Brasil - uma das praias mais rentáveis para a banca in¬ternacional. Teria sido presidente da instituição pelo PSDB, caso os tucanos vencessem o pe¬tista mais uma vez. Mas ninguém imaginava que isso aconteceria mesmo com a vitória de Lu¬la. Uma análise mais rigorosa dos fatos indica que não havia motivo para tanta surpresa.

O pragmatismo político brasileiro explica qual quer reviravolta. Na campanha de 2002, o sistema financeiro foi, disparado, o maior financiador da campanha de Lula. Com mais de R$ 6 milhões doados, os bancos ficaram bem à frente do segundo lugar, o setor têxtil e de vestuário (com R$ 2,6 milhões) - o fato de o vice-presidente José Alencar ser um empresário do setor têxtil se¬ria um mero acaso? Desde os tempos de sindicato, Lula sabe a importância de um compa¬nheiro. Se os bancos foram tão importantes para a sua eleição, por que ele deixaria de ouvi-los na montagem do governo? Essa é a tese sustentada por diversos analistas, que dizem mais: também não teria sido por acaso que, com Meirelles no comando da política monetária, as ins-tituições financeiras quebraram todos os recordes de lucratividade.

Para a história, é provável que fique a tese de que Meirelles precisou aumentar os juros para segurar o surto inflacionário provocado pela perda de credibilidade da moeda (o "fator Lula"). Os juros estratosféricos propiciaram lucros na mesma medida para os bancos - justamente a tur¬ma do então novo presidente do BC - também por um mero acaso. Mas essa não é uma tese única. A lucratividade excessiva das instituições financeiras foi, por exemplo, duramente criti¬cada por José Serra, na época candidato tucano derrotado por Lula. Segundo ele, o BC errou a mão e utilizou um remédio mais forte que o recomendado e quase matou o paciente - quem não se lembra dos três terríveis primeiros anos de Lula, quando a economia brasileira patinou por conta dos juros altos.

Teses são teses, mas o fato concreto é que os bancos gostaram da gestão de Lula e de Mei¬relles. Em 2006, dobraram o tamanho da contribuição à campanha petista de re-eleição. Foram R$ 12,7 milhões. Só não foram os maiores patrocinadores porque o setor de construção civil decidiu participar com um montante espetacular. As empreiteiras, talvez encantadas com a promessa de maior investimento em infraestrutura (o PAC seria anunciado no início de 2007), doaram R$ 18 milhões ao PT naquela eleição. Outro fato: Meirelles fez o que se esperava. No clássico debate entre monetaristas e os desenvolvimentistas (background daquela crítica de Serra), ele preferiu o lado no qual sempre militou, o lado da banca.

Como lidar com o horror econômico...

Henrique Meirelles nunca escapou ileso da velha discussão sobre o arrocho causa do pelos ju¬ros altos. As críticas, aliás, começaram pelo próprio partido de Lula. Durante muito tempo, se¬tores do PT tentaram pregar no goiano a pecha de padroeiro do juro alto. Isso, aliás, é um dos grandes impeditivos de qualquer aventura política dele com aliados do presidente. Sim, é verda¬de que Meirelles defende a utilização dos juros como mecanismo privilegiado da política de es¬tabilidade da moeda. Mas seus críticos deveriam reconhecer que ele não foi o inventor desse "remédio amargo", como diria José Serra. O problema do presidente do BC é que essa é ape¬nas a primeira de uma série de críticas que ele precisará enfrentar para bancar o seu projeto político maior.

O aparente sucesso da economia brasileira diante da crise financeira mundial seria, a princípio, uma das bandeiras da campanha de Meirelles. O problema é que apenas os efeitos imediatos da turbulência foram superados - e foram superados graças a gastos volumosos e isenções pe¬sadas do governo. Há dez meses que as contas públicas não fecham: a arrecadação caiu e Lula ainda não pisou no freio. Continua contratando companheiros. Essa conta precisará ser paga até 2010, o que pressupõe medidas mais fiscalistas nos próximos meses. A idéia (de¬pois abandonada por Guido Mantega) de reter as restituições do Imposto de Renda, a taxação das cadernetas de poupança e a elevação do IOF sobre investimentos estrangeiros são apenas uma mostra do que virá pela frente.

Meirelles não é o responsável direto pela política fiscal, contudo sua imagem sofrerá respingos por qualquer vacilo da área econômica. Assim como usufrui dos louros obtidos por outros seto¬res do governo, ele também deve se queimar com eventuais desgastes. O aumento da carga tributária seria um arranhão político colateral, mas o aumento dos juros causará um impacto negativo bem mais direto em suas pretensões políticas. Já há pressões inflacionárias interna¬cionais capazes de mobilizar o BC a operar novas elevações na Selic. Pressões que devem, a partir de agora, redobrar devido a aproximação do ano eleitoral, quando o governo e o setor pri¬vado acabam gastando mais, o que empurra os preços para cima. A saída, como se sabe, é uma nova rodada de aumento da taxa de juros. E, novamente, a artilharia de opositores da polí¬tica monetária se voltará contra Meirelles, que nunca conseguiu (ou não quis) atender o presi¬dente e reduzir a enorme distância entre a Selic e os juros aplicados pelos bancos, o tal spre¬ad bancário.

Essas críticas, seguindo o debate entre monetaristas e desenvolvimentistas, partem principal¬mente das centrais sindicais e do setor produtivo. Os empresários sabem que os juros altos inibem investimentos, o que inibe novas oportunidades de negócios. Os trabalhadores também sabem disso e anteveem o que acontece depois: menos desenvolvimento, menos empregos e menores salários. Na mesma linha, outra agenda com o setor produtivo, que deverá ser enfren¬tada em breve por Meirelles: a política cambial vem sendo considerada vacilante pelo mercado e requer intervenção imediata do Banco Central - o aperitivo dos 2% de IOF sobre a entrada de dólares não será suficiente.

O real sobrevalorizado já desencadeou um processo de desindustrialização no País. Setores como o de calçados, vestuário, têxtil, eletroeletrônico e automobilístico reclamam de queda nas exportações e de uma invasão de importados. Para Meirelles, é atípica situação em que, se correr, o bicho pega e, se ficar, o bicho come. Para atender o setor industrial, utilizando as ferramentas do BC para elevar o valor do dólar, o goiano fatalmente se desgastará com a clas¬se média, que adora consumir quando tem reais valorizados no bolso. Classe média, por sinal, que também já o colocou na mira por conta dos juros altíssimos.

... sem esquecer o horror político

Se na seara econômica Henrique Meirelles precisará lidar com fatores complicados, maiores ainda serão os seus problemas no xadrez político, um campo no qual ainda é visto com certa desconfiança. O presidente do BC sofre com isso no próprio Palácio do Planalto, onde Lula da Silva não esconde, por exemplo, que sua preferência para a disputa do governo de Goiás é pe¬lo prefeito Iris Rezende. Para o processo eleitoral, o petista confia muito mais em lideranças carismáticas, com talento para se comunicar com as massas. As mudanças (inclusive físicas) que tem imposto à ministra-candidata Dilma Rousseff é uma prova dessa sua predileção.

Mas o horror político para Meirelles seria muito mais amplo que essas intervenções típicas de marqueteiros - como mudar o guarda-roupa e passar por uma cirurgia plástica. O banqueiro te¬ria de fazer malabarismos com os quais não está habituado, como reconhecer lideranças políti¬cas dos mais longínquos rincões e manter um contato mais próximo com eleitores suarentos. Mais do que isso, teria de apagar o seu passa do técnico e traduzir suas idéias em uma lingua¬gem mais acessível à população. O eleitor tende a encarar o economês como algo enfadonho. Aliás, como explicar as realizações de Meirelles à frente do BC de uma forma que seja mini¬mamente inteligível para o grosso do eleitorado?

Além disso, o presidente do BC, agora na condição de possível candidato a governador, sena¬dor ou, quem sabe, vice-presidente da República, terá de se habituar com certos escaninhos da política. Ainda mais se tratando do PMDB nacional, onde o jogo de interesses é pesado e, muitas vezes, rasteiro. Por conta disso é que muitos especialistas estranharam sua permanên¬cia no cargo após a filiação partidária. Lembram, por exemplo, que o BC é agente de decisões importantes, como a liquidação de bancos estatais ou privados. Como isenção é fundamental nesses casos, desconfiam que qualquer contaminação com o meio político (altamente patroci¬nado pelos bancos) poderá travar ou acelerar esses processos.

Ao voltar para a política partidária, Meirelles, é claro, também precisará lidar com certos fantas¬mas do passado. Ao assumir o BC, ele foi bombardeado por denúncias, como a de que o BankBoston teria camuflado doações à sua campanha de deputado federal. Também sofreu a acusação de sonegação fiscal e evasão de divisas. Sua situação esteve a perigo, a ponto de Lula ter enviado uma MP ao Congresso Nacional alçando a presidência do BC ao status de mi¬nistério. Com isso, Meirelles só poderia ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Em uma campanha majoritária, a vida e a intimidade de Meirelles serão esmiuçadas com lentes ainda mais poderosas.

Evidentemente, nenhum desses obstáculos supera a capacidade e o talento de Meirelles. Para se ter uma idéia de sua capacidade, a agência Latin Finance relata que ele foi um dos mais rentáveis operadores do sistema financeiro mundial no final dos anos 1990. Naquela época, ele obteve lucros bilionários para o BankBoston no Brasil, enquanto o país sangrava em uma crise cambial. Era o seu trabalho e isso não pode ser encarado como preconceito. A mesma frieza e profissionalismo, ele precisará na política. Mas será que é isso mesmo que o homem das fi¬nanças quer encarar?


Extraído de: Jornal Opção
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 3rd, 2009, 07:41 PM   #3
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
Marconi está só... em campanha
Bruno Hermano


O processo de definição dos candidatos que disputarão a eleição para governador e presidente da República já está em curso e quem não escolher logo seu nome correrá o risco de largar em desvantagem na campanha de 2010. Em Goiás, nenhuma candidatura foi lançada oficialmente, mas no PSDB não há dúvidas de que o senador Marconi Perillo disputará o governo. Lideranças tucanas já trabalham abertamente em todo o Estado para alavancar a pré-candidatura do senador, promovendo reuniões com populares, organizando eventos e atuando politicamente junto a lideranças políticas dos mais variados partidos.

O prefeito Iris Rezende defendeu que o PMDB lance ainda este ano o seu nome para a sucessão e foi criticado por deputados e prefeitos do partido. Parte dos críticos alegou que a antecipação seria uma forma de atropelar os planos do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que já afirmou que só definirá se será ou não candidato após o dia 31 de março. Durante a semana, prefeitos do partido também reclamaram afirmando que querem ter participação na escolha do nome.

O recado dos prefeitos não foi só para Iris, mas também para Henrique Meirelles. Eles cobraram maior atenção da cúpula do partido e seus principais nomes para a disputa nas cidades do interior. Para baixar a poeira, Iris declarou que apenas havia sugerido a antecipação.

Enquanto o PMDB não define seu candidato, o trabalho de pré-campanha e articulação realizado pelo PSDB para fortalecer a candidatura de Marconi Perillo já desperta a atenção dos prováveis adversários. Representantes do PMDB e do PP creditaram a este trabalho o resultado das duas últimas pesquisas de intenção de voto divulgadas na imprensa, que trazem Marconi Perillo na primeira colocação, pouco à frente do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB). Este teria sido um dos motivos que levou Iris a “sugerir” ao seu partido que antecipe para dezembro a escolha do candidato a governador, antes prevista para março de 2010.

Segundo o prefeito, se seu posicionamento “causou estranheza a alguém” foi porque não foi bem compreendido. “É uma sugestão que deve ser estudada, porque eu acho muito difícil para qualquer partido partir para a escolha de um candidato seis meses apenas antes da eleição. O candidato não teria tempo nem para planejar uma campanha e muito menos para planejar um governo. Mesmo que não se defina em torno de nomes, o partido tem que tomar providências, com a participação de possíveis candidatos justamente para a elaboração de plano de governo e o trabalho para promoção de alianças”, declarou.

O prefeito disse ainda que todos os partidos já estão discutindo alianças e, portanto, os pretensos candidatos devem tomar a iniciativa de entrar neste processo. Sobre Meirelles, o prefeito afirmou que ele está impedido de fazer campanha política e de se envolver com candidatura antes do dia 31 de março, mas que isso não o impede de participar das decisões, de trabalhar por alianças e de aglutinar forças. Iris agora busca amenizar o efeito de suas declarações pró antecipação. Assessores do prefeito garantem que ele não teve a intenção de pressionar Henrique Meirelles e que sua atitude não foi tomada em desacordo com o novo colega de partido. De qualquer forma, é sabido que Meirelles não decidirá sua candidatura antecipadamente e, caso a “sugestão” de Iris vingue, ele próprio deverá ser escolhido como candidato do partido em dezembro.

Embora o presidente do Banco Central, presidentes de partido e lideranças queiram ganhar tempo até março ou abril de 2010 para definir as candidaturas que disputarão o governo do Estado, a demora nessa escolha contraria muitos interesses. Se no momento das filiações partidárias, que se encerrou em setembro, já era importante para os partidos ter um nome que desse perspectiva de poder para atrair novas lideranças, agora, essa perspectiva é ainda mais importante para os que vão concorrer à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados.

Tal preocupação é mais notória entre os pré-candidatos a deputado federal e estadual que pretendem seguir aliados ao projeto eleitoral do governador Alcides Rodrigues. Na hora do corpo a corpo com os eleitores, das reuniões, dos discursos, como convencê-los, como aglutinar forças para uma chapa ainda sem cabeça? É difícil para essas lideranças buscarem apoio de prefeitos, vereadores e lideranças sem ter um nome à frente de uma chapa majoritária.

Embora diga que este não é o momento de discutir o assunto e afirme que é hora de administrar, o governador Alcides Rodrigues dá mostras de que tem trabalhado, sim, na articulação de uma candidatura que envolveria PP, DEM, PR e PSB. Durante a semana, ao comentar o resultado da pesquisa Serpes de intenção de votos para governador, Alcides disse que o porcentual “daquele que já está trabalhando” está aquém do que poderia. A avaliação é de que somente Marconi Perillo está em campanha, sem adversários definidos, e que mesmo assim seu porcentual de intenção de votos não é tão superior ao de seu mais provável adversário.

Em frequentes declarações, o governador tem deixado bastante claro que não abrirá mão de lançar um candidato. Alcides utilizou, inclusive, os dados da pesquisa para reforçar sua tese de que há espaço para a construção de uma candidatura alternativa às postulações do PSDB e do PMDB. Iris Rezende também usou do argumento de que só há um candidato em campanha. O prefeito disse ainda que, se hoje ele tem um porcentual x, sem ter dito que é candidato, amanhã ele poderá ter um porcentual de intenção de votos muito maior caso declare sua candidatura.

Na avaliação, tanto de Iris Rezende como de Alcides Rodrigues, há um candidato que está na frente por ser o único em campanha. Logicamente, se continuar havendo somente um candidato em campanha, articulando apoios, conversando com a população e conquistando eleitores, este poderá ampliar sua vantagem. Sem adversários, esse candidato tem, ainda, a oportunidade de consolidar os votos daqueles que não estão totalmente definidos.

A definição antecipada dos candidatos não seria ruim para o PMDB e o grupo liderado por Alcides Rodrigues. Contudo, as chances de que isso ocorra são pequenas no PMDB e praticamente inexistentes no grupo governista. Tudo indica que Marconi Perillo continuará correndo o páreo sozinho até o dia 31 de março de 2010, ou seja, por mais cinco meses. Enquanto isso, cabe aos dois grupos trabalhar para demonstrar, aos políticos e à população, que possuem projetos alternativos ao do PSDB para o governo de Goiás.

Nacional

Se em Goiás há, por enquanto, somente uma candidatura definida e em plena atividade, no plano nacional a situação é exatamente a mesma, só que com os partidos ocupando lugares opostos. Aqui, Marconi Perillo é o candidato natural do PSDB e concorrerá com o PMDB e o PT e, provavelmente, com o grupo ligado ao governador Alcides Rodrigues. O principal adversário do PSDB no Estado é o PMDB, que tem dois nomes que podem disputar o governo – Iris e Meirelles – mas os peemedebistas ainda não definiram qual deles será o candidato.

No pleito presidencial, o presidente Lula já definiu que a ministra Dilma Rousseff será a candidata do PT à sua sucessão. Lula trabalha para que sua candidata tenha visibilidade e ganhe a preferência do eleitorado. Participa de inaugurações de obras, lançamentos de programas sociais e eventos ao lado de sua escolhida. Enquanto isso, o principal adversário do governo, o PSDB, está indefinido entre as candidaturas dos governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves.

Nas últimas reuniões do PSDB, lideranças tucanas cobraram do partido que o nome para a disputa presidencial seja escolhido o quanto antes. A cobrança também foi feita pelo DEM, que já anunciou que estará ao lado dos tucanos nas eleições de 2010. Sem um nome, o partido continuará observando a candidata do PT correr sozinha no páreo, ganhando popularidade e subindo nas pesquisas, sem opositores.

Extraído de: Jornal Tribuna do Planalto

.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 3rd, 2009, 07:54 PM   #4
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
PR lança Mabel para o governo

Elizeth Araújo



Começa a tomar forma a candidatura que, com o apoio do Palácio das Esmeraldas, poderá enfrentar as chapas do PMDB de Iris e do PSDB de Marconi. O Partido Republicano vai lançar um pré-candidato para a chamada terceira via e o nome preferencial é do deputado federal Sandro Mabel. O prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Vieira, que se reuniu na tarde de sexta, 30, com o deputado, diz que a escolha do nome vai depender de muitas conversações para só então afunilar em Mabel. Lembrado para disputar o cargo, o vice-governador Ademir Menezes será o primeiro a ser procurado pelo deputado e pelo prefeito. “O PR tem bons candidatos e a discussão está de vento em popa. Pode ser um dos dois”, anima-se Vanderlan. O deputado Ronaldo Caiado (DEM) e o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga (PP), também serão procurados para as próximas conversações, ainda no início desta semana. O PR quer o apoio do governador Alcides Rodrigues e dos demais partidos que apoiam o governo. “Se conseguirmos unir todos será uma candidatura forte, com o apoio do governador e com dez minutos de TV”, reforça Vanderlan. Neste final de semana, o grupo, que inclui o prefeito de Inhumas, Abelardo Vaz (PP) vai continuar articulando.

Extraído de: Jornal Tribuna do Planalto

.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 3rd, 2009, 08:00 PM   #5
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
Por 2010, PMDB cobra presença de Iris no interior

Fernando Machado



As eleições dos diretórios municipais do PMDB foram realizadas, no último dia 25, com o espírito de ampliar o raio de ação do partido no interior e atender o clamor dos correligionários e aliados, que cobram a presença do prefeito de Goiânia e provável candidato do partido ao governo, Iris Rezende, em eventos fora da capital.

Conscientes de que o principal adversário do peemedebista, o senador Marconi Perillo (PSDB) cumpre agenda política nas bases do Estado, desde que deixou o Palácio das Esmeraldas, os peemedebistas buscam o fortalecimento do partido no interior e uma fórmula para que o prefeito da capital se desdobre entre as questões administrativas de Goiânia e os encontros regionais da legenda.

Eleito para a presidência do diretório do PMDB de Rio Verde, o ex-vereador Henrique Cruvinel acredita que as pesquisas de intenção de voto ao governo estadual apontariam ampla vantagem de Iris caso o peemedebista tivesse se dedicado a percorrer as bases nos últimos anos. “Como ele foca suas energias na administração da prefeitura, quase não sobra tempo para os encontros regionais”, esclarece.

Segundo ele, o diretório local realizará um recadastramento dos filiados e começará uma intensa mobilização com vistas às eleições de 2010. “Queremos uma militância forte e consciente”, afirma. Ele promete inserir Rio Verde na agenda do prefeito e das principais lideranças da legenda em nível estadual nos próximos meses.

Um dos poucos prefeitos eleitos pelo PMDB, que contaram com apoio direto de Iris Rezende nas eleições municipais, o prefeito de Quirinópolis, Gilmar Alves da Silva, acredita que o desafio do partido no interior será mostrar ao eleitor que Iris está preparado para dirigir os rumos do Estado com a mesma eficiência com que administra a prefeitura da capital.

Ressonância

No dia 25, o diretório local reelegeu Rosuir Martins para mais um mandato à frente do partido. A intenção é fazer não só da capital, mas também das cidades administradas pelo PMDB no interior, espécies de caixas de ressonância do modelo de gestão da agremiação em Goiás. Gilmar, que já foi recebido várias vezes por Iris no Paço, agora trabalha para levar o prefeito de Goiânia para o interior.

Prefeito de Jataí, o também peemedebista Humberto Machado participou da última eleição do diretório, que reelegeu o deputado federal Leandro Vilela para a presidência da sigla no município. Além de ressaltar as obras feitas pelos governos do PMDB no Estado e no município, os jataienses já preparam palanque para as candidaturas de suas principais lideranças nas eleições do ano que vem.

O presidente da Câmara e agora vice-presidente do diretório local, Gênio Eurípedes, deverá ser lançado, juntamente com o deputado estadual Romilton Moraes, como candidato à Assembleia Legislativa. Vilela, por sua vez, também ressaltará os investimentos do governo federal na região, obtidos por força da legenda em Brasília.

Extraído de: Jornal Tribuna do Planalto


.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 3rd, 2009, 10:19 PM   #6
vinnybsb
Acreditar!
 
vinnybsb's Avatar
 
Join Date: Apr 2009
Location: Planaltina/Brasília
Posts: 580
Quote:
Originally Posted by RobertoBarrich26 View Post
Seguindo o mesmo conceito utilizado pelo Vinnybsb... estou criando esse trédi para discutirmos assuntos relacionados as próximas eleições no estado de Goiás... e tbém para concentrar as notícias sobre em um único local...


Vou cobrar direitos autorais,viu!!!!!!


brincadeira... rsrsrs
__________________
Meu avatar: Moeda comemorativa dos 50 anos da Capital Federal


Planaltina, Distrito Federal - 150 anos de história e contrastes! >> A história de Brasília começa aqui!
vinnybsb no está en línea   Reply With Quote
Old November 5th, 2009, 03:59 AM   #7
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298


Vai nada... se cobrar eu num pago... :p

rs
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 5th, 2009, 04:03 AM   #8
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298
Petistas defendem volta às origens
João Adolfo Amaral
Estagiário Convênio Tribuna/ UFG



O Partido dos Trabalhadores precisa se reaproximar dos movimentos sociais, um dos pilares da sua fundação do qual se distanciou nos últimos tempos. Esta é a meta dos candidatos ao diretório estadual da legenda ouvidos pela Tribuna – o atual presidente do PT em Goiás, Valdi Camarcio, o deputado Mauro Rubem e o ex-vereador Sérgio Dias, o Serjão. É unânime entre eles a ideia de que o partido precisa retornar às origens. A eleição para a escolha dos novos comandantes dos diretórios petistas será realizada no próximo dia 22 e um dos desafios das próximas gestões será unir as ideias dos movimentos sociais com as de quem está ou poderá exercer o poder.

Além disso, os candidatos concordam que é preciso fortalecer o partido, em especial no interior do Estado, e formar novas lideranças, visando não apenas a disputa estadual do ano que vem, mas também a municipal de 2012. Seja qual for o vencedor no processo eleitoral do PT, a luta será uma só: a formação de um palanque para a candidatura presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, formado pela união dos partidos que compõem a base do presidente Lula no Estado.

Ninguém esconde que a prioridade do PT é montar um palanque forte para a ministra. No entanto, petistas de toda ordem mantêm o discurso de candidatura própria. Alguns afirmam, inclusive, que o partido está disposto a lutar pela postulação do deputado federal Rubens Otoni ao governo estadual mantendo, mesmo assim, a aliança com o PMDB. Embora pareça surreal essa tese, é nela que Otoni se apega ao visitar o interior do Estado como interlocutor do presidente Lula em Goiás.

A hipótese de candidatura petista, porém, passa pelo PMDB, do prefeito Iris Rezende, e pelo PP, do governador Alcides Rodrigues. Afinal, o próprio Otoni admite que não sairia candidato ao governo se não fosse com o amplo apoio da base do presidente Lula. Nos bastidores, os petistas trabalham para aproximar PMDB e PP e acreditam que, como historicamente os dois partidos costumavam estar em lados opostos, eles poderiam se unir em prol de uma terceira candidatura que tivesse o apoio comum das duas siglas. Aí entraria Otoni. Impossível? Não. Apenas improvável.

Partido preparado para ir às urnas

É com este discurso de retorno às origens que o partido se prepara para ir às urnas, por meio do Processo de Eleições Diretas (PED), realizado para a escolha dos novos diretórios estaduais, municipais, nacional e zonais. Além dos presidentes, as chapas incluem os representantes dos Conselhos Fiscais e das Comissões de Ética, delegados para os próximos congressos estaduais e para o 4º Encontro Nacional. Quatro candidatos disputam o comando do PT goiano.

Valdi Camarcio, da tendência “PT pra vencer”, tenta a reeleição com apoio de outras duas tendências: “Articulação” e “Movimento PT”. Seus principais apoiadores são o deputado Rubens Otoni, o vice-prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, os deputados estaduais Luís César Bueno e Humberto Aidar, a ex-deputada federal Neyde Aparecida e o prefeito de Anápolis, Antônio Gomide.

Suas metas são: fortalecimento do partido no Estado e nos municípios, aprimoramento da interlocução do diretório com os detentores de mandato, reaproximação com os movimentos sociais e a preparação para o pleito de 2010. Valdi defende uma chapa unitária da base do presidente Lula, com PT, PMDB, PR, PP, PDT, PC do B, PSB e PSC.

O candidato da “Tendência Marxista” é o deputado estadual Mauro Rubem. Suas principais metas são a reaproximação com os movimentos sociais, união do partido numa gestão que o conduza a conquistar novos espaços, definição, de “forma altiva, unitária e pelo interesse do partido, de lançamento ou não de uma candidatura própria ao governo estadual, do programa de governo e das alianças”. Mauro Rubem apoia a consolidação da aliança com o PMDB, mas com Otoni na cabeça da chapa.

Apoiado pelo deputado Pedro Wilson e pela ex-vereadora Marina Sant'anna, o ex-vereador Serjão, é o nome do “Movimento Cerrado”. Membro da Coordenação Nacional do Movimento Fé e Política, ligado à Renovação Carismática Católica, Serjão traz como principais objetivos a descentralização das ações do partido, evitando que este fique focado apenas na capital e possa ganhar força também no interior, a realização de uma gestão que una todas as tendências, a reaproximação com os movimentos sociais e a criação de uma escola de formação política. Defende ainda uma renovação nos quadros do diretório estadual.

O quarto nome na corrida é o do ex-coordenador do Diretório Central dos Estudantes da UCG e atual Assessor da Juventude da prefeitura de Goiânia, Igor Campos, do “Movimento de Ação e Identidade Socialista” (MAIS). Igor é o mais jovem entre os candidatos, com apenas 27 anos.

Nas eleições para o diretório municipal petista cinco chapas disputam. Além do deputado estadual Luis César Bueno estão no páreo a presidente do Sindsaúde Maria de Fátima Veloso, Antônio Gilson Pires da Silva, José Antônio de Oliveira e Tales de Castro Cassiano.

Extraido de: Tribuna do Planalto

.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 7th, 2009, 02:46 AM   #9
JP.gyn
Registered User
 
JP.gyn's Avatar
 
Join Date: Mar 2008
Location: Goiânia / Senador Canedo
Posts: 1,421
Em resumo o que vejo atualmente na movimentação politica do Estado é um grande alvoroço do PSDB na mídia, promovendo o Marconi. E as noticias postadas acimas confirmam esta antecipação.
__________________
-

Eu vivo um sonho!
JP.gyn no está en línea   Reply With Quote
Old November 8th, 2009, 04:11 PM   #10
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298

De olho no Entorno

João Adolfo Amaral
Estagiário Convênio Tribuna/UFG




Na mesma semana em que o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP), recebeu os prefeitos do Entorno para um encontro no Palácio Pedro Ludovico, o senador Marconi Perillo (PSDB) peregrinou pela região com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM).

Na reunião com os prefeitos, realizada na última terça-feira, 3, o governador Alcides aproveitou para anunciar a liberação de pouco mais de R$1,2 milhão de reais para a conclusão da obra do Hospital Regional de Santo Antônio do Descoberto.
Apesar da liberação desta verba e de todas as outras, e das obras realizadas no Entorno, o governo encontra resistências na região. E, os problemas, embora administrativos têm reflexos na política.

Afinal, boa parte dos prefeitos locais são ligados ao senador Marconi Perillo e vem sofrendo com as dificuldades financeiras enfrentadas pelo Estado. E, as limitações geram reclamação por parte dos gestores municipais e são transformadas em munição pelos adversários políticos do governador.

Alcides Rodrigues sabe que não pode ficar alheio ao Entorno. PSDB e PMDB tem se movimentado bastante por lá, com vistas ao pleito de 2010. Para reverter essa situação, o governador precisará de obras e muitos investimentos, além de conquistar o apoio do maior número possível de lideranças da região.

Outro problema político que o pepista encontra é que os dois principais líderes do DF já parecem compromissados. O atual governador Arruda com Marconi e o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB). Isso significa que Alcides teria que cavar sozinho seu espaço enfrentando todos estes pesos pesados. A questão é se o caixa do Estado permitirá. E sem o apoio dos prefeitos a missão fica ainda mais complicada.

Noiva
A região do Entorno é hoje um dos mais importantes colégios eleitorais do Estado, e por isso se tornou uma noiva cobiçada, não apenas por goianos mas também por lideranças do DF. Tanto que, nesta semana, o deputado federal Tadeu Filipelli (PMDB) apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que transferiria para o DF seis municípios de Goiás, que seriam incorporados e transformados em cidades-satélites, ou seja, sem autonomia política nem econômica. Boa parte dos moradores dessas cidades do Entorno trabalham e geram renda no DF, mas votam em Goiás.
A transferência resolveria dois problemas de Brasília: o dos políticos, em busca de mais eleitores, e o dos impostos, que passariam a ser cobrados exclusivamente pelo GDF. Além do aumento do repasse de outros fundos, que aumentariam com o crescimento da população. Goiás e as cidades teriam muito a perder. Goiás deixaria de ter tudo isso que Brasília iria conquistar. E as cidades deixariam de ser cidades propriamente ditas, ficando a mercê do humor do governante de plantão.

Extraído de: Tribuna do Planalto

.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 18th, 2009, 11:56 PM   #11
RobertoBarrich26
Avante...
 
RobertoBarrich26's Avatar
 
Join Date: Jan 2009
Location: Goiânia/Cuiabá/Curitiba
Posts: 2,298











Fonte: Jornal Opção
.
__________________
Mato Grosso: O Estado do Pantanal...

...e do Cerrado, Amazônia, Araguaia, Chapadas, Serras, Cavernas, Cidades Históricas, Cidades Modernas... Conheça!!

Conheça o Mato Grosso... Um estado Belo por Natureza...

.
RobertoBarrich26 no está en línea   Reply With Quote
Old November 19th, 2009, 12:28 AM   #12
Enzo
Semper Fi
 
Enzo's Avatar
 
Join Date: May 2008
Location: Boston USA
Posts: 3,670
O sonho de Ronaldo Caiado eh ser governador de Goias, ele ja fez de tudo pra conseguir... acho que vai ter de continar sonhando, pois duvido que ganhe dessa vez...
Enzo no está en línea   Reply With Quote


Reply

Thread Tools
Display Modes

Posting Rules
You may not post new threads
You may not post replies
You may not post attachments
You may not edit your posts

BB code is On
Smilies are On
[IMG] code is On
HTML code is Off



All times are GMT +2. The time now is 12:53 AM.


Powered by vBulletin® Version 3.8.3
Copyright ©2000 - 2009, Jelsoft Enterprises Ltd.

SkyscraperCity - In Urbanity We Trust

Hosted by Blacksun, dedicated to this site too!
Linux server management by DaiTengu
Forums Directory