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#3441 |
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URA:Um torrão sem igual
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Lançamento de edital das obras do H. Regional só no fim do mês
Edital para licitação do Hospital Regional só deverá ser publicado no fim deste mês. Informação é da Secretaria Municipal de Saúde, responsável pela abertura do processo licitatório e execução da obra. De acordo com o subsecretário Gilberto Magnino, o edital já está formatado, mas ainda há alguns procedimentos técnicos para serem definidos antes de sua publicação. A obra de construção do hospital tem investimento previsto de R$ 29 milhões, sendo R$ 20 milhões do Estado e R$ 9,3 milhões de contrapartida do município. De acordo com o termo, o hospital terá 121 leitos de enfermaria, 13 blocos de pronto-socorro, seis leitos de observação e 20 vagas de unidade de terapia intensiva (UTI), com previsão de expansão gradativa para 40 leitos de UTI. Para o deputado estadual Fahim Sawan, defensor da proposta do hospital municipal desde as eleições de 2008, apesar da obra ser de competência do Estado em parceria com o município, não sai da esfera dos deputados. Ele salientou, por meio de sua assessoria, que a Prefeitura é quem vai conduzir todo o processo, mas cabe aos legisladores acompanhar todos os trâmites, bem como funcionamento da instituição depois de concluída. JM Online http://jmonline.com.br/novo/?noticia...L%CDTICA,21824 |
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#3442 |
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URA:Um torrão sem igual
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Fim das sacolinhas de plástico em Uberaba.
O consumidor que se prepare. As sacolinhas de plásticos para embalagem de mercadorias – em especial nos supermercados – vão desaparecer. E isso começará a ser feito já neste ano com a redução de 25% delas, segundo fonte ligada aos supermercadistas. A justificativa é a proteção ao meio ambiente, fomentada por lei municipal de entrada em vigor protelada para fevereiro diante das dificuldades alegadas pelo comércio de substituir as atuais sacolinhas por outras biodegradáveis, mas de resultados protetores questionáveis. Além da lei, há Inquérito Civil Público com o mesmo objetivo instaurado pelo promotor Carlos Valera.
Duas alternativas. Projetando-se para 2012 o desaparecimento por completo das sacolinhas plásticas – por iniciativa do próprio comércio, ouvidos técnicos ambientais (de fora) do Wal Mart e Carrefour -, duas serão as alternativas para os consumidores. Uma delas, levar de casa a embalagem (sacola de pano, por exemplo), a outra, seria a comercialização pelo próprio estabelecimento de sacola mais rapidamente “digerida” pelo meio ambiente. Atualmente, os consumidores uberabenses levam para casa, gratuita e diariamente, 80 mil sacolinhas, que custam entre R$ 0,03 e R$ 0,05 para o comerciante. Elas representam no mínimo R$ 2,4 mil/dia ou R$ 72 mil/mês. Os maiores. Levantamento preliminar indica que o LS Guarato é o supermercado de maior consumo diário de sacolinhas, fornecendo cerca de 12 mil/dia aos seus fregueses. Em segundo lugar aparece o Wal Mart com 10 mil embalagens. Em todos os estabelecimentos do ramo é comum o consumidor levar algumas sacolas além das necessárias ao transporte dos produtos adquiridos (e os empresários fingem que não vêem). Elas são usadas para o acondicionamento de lixo. JM Online http://jmonline.com.br/novo/?colunas...RIO,23/01/2010 |
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#3443 | |
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Libertas Quæ Sera Tamen
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#3444 |
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Registered User
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Prefeitura quer R$ 290 milhões do Estado e da União
Prefeitura espera liberação de aproximadamente R$ 290 milhões dos governos federal e estadual em 2010, ano marcado por eleições presidenciais, para governador e deputados. O montante corresponde a 90 projetos em andamento para captação de recursos, sendo 42 com verba já aprovada. A maior expectativa está em projetos apresentados pelo Codau, correspondendo a mais de 50% do total pleiteado. No relatório da Superintendência de Projetos Intersetoriais (Seppai), constam como aprovados os recursos para compra de ambulâncias e construção da Unidade Regional de Saúde (URS) no bairro Mercês, da terceira Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e três novos postos de saúde. Entretanto, os projetos para equipar algumas unidades continuam sem resposta, em processo de análise dos órgãos competentes. Já em relação à Infraestrutura, está confirmada verba para a adequação da travessia urbana na BR-262, com abertura de marginais paralelas à rodovia. Licitação do projeto executivo inclusive já finalizada e o extrato do contrato publicado no último Porta-Voz. A vencedora receberá R$ 59,8 mil para elaborar a proposta de intervenções no trecho entre a entrada para o Residencial 2000 até o trevo para Campo Florido. O prazo para execução é de quatro meses. Outra resposta positiva foi a liberação do projeto referente ao subterminal de transporte coletivo São Benedito, anexo à rodoviária. O programa de obras engloba a implantação de rampas de acessibilidade e a recuperação do asfalto em cinco vias. Com processo licitatório finalizado no fim do ano passado, a empreiteira aguarda apenas ordem de serviço para iniciar a construção. De acordo com o secretário de Planejamento, Karim Abud Maud, autorização será dada em fevereiro, com o fim do período chuvoso. Por outro lado, existem propostas antigas ainda sem definição. A compra de pistolas taser para a Guarda Municipal, anunciada no primeiro mandato, aparece em tramitação. Conforme o relatório, o projeto sequer foi empenhado e precisará ser reapresentado este ano. Igualmente emperrado está o calçamento e iluminação de Peirópolis, que deverá ter negociações retomadas a partir do novo orçamento da União. Há também situações como a quarta Área Integrada de Segurança Pública (AISP). O convênio já foi aprovado e conforme publicou o Jornal da Manhã no fim do ano passado, os recursos só não tinham sido liberados por falta de projeto técnico. O prazo para construção foi prorrogado até maio deste ano, mas por enquanto a licitação das obras ainda não foi aberta. Outro projeto aguardado é o Olho Vivo, para instalação de câmeras de monitoramento no centro comercial. Em contrapartida aos investimentos federais, o município reservou aproximadamente R$ 24 milhões para aplicar nas obras. Com isso, a estimativa é ter R$ 317,6 milhões. http://jmonline.com.br/novo/?noticia...L%CDTICA,21868 |
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#3445 |
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Pardal
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Mineração Curimbaba quer construir fábrica em Manhuaçu
Projeto de dois bilhões de reais
Secretário de Estado está otimista com os investimentos em Manhuaçu O grupo Curimbaba, mineradora que atua em Poços de Caldas, no Sul de Minas, planeja construir uma usina de alumina (matéria-prima para a fabricação de alumínio), em Manhuaçu. O investimento, de cerca de US$ 2 bilhões, seria em associação com grupos chineses. De acordo com a Prefeitura de Manhuaçu, a mineradora possui reservas de bauxita na região e tem feito um trabalho contínuo para a exploração do insumo. O projeto, no entanto, ainda estaria em fase de negociação com o Estado. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sérgio Barroso, afirmou ontem que o Estado pretende atrair no próximo ano cerca de R$ 40 bilhões em investimentos privados - mais de 60% do volume apurado neste ano (R$ 15 bilhões). Desse total, cerca de R$ 30 bilhões seriam investidos pelos setores de mineração, siderurgia e metalurgia. O restante seria para projetos na área energética e de outros segmentos econômicos. Segundo Barroso, tratam-se de investimentos novos, cujos protolocos de intenção ainda nem foram assinados. "A maioria desses projetos deverão ser confirmados até o fim do primeiro semestre", disse. Caso confirmados, o governo estadual irá contabilizar, no período de 2003 a 2010, cerca de R$ 200 bilhões em investimentos no Estado. O governo também quer atrair uma fábrica de celulose do grupo Suzano para Governador Valadares. Barroso disse que a empresa tem interesse em investir no Estado e fará uma visita à região. Segundo ele, os investimentos poderiam alcançar R$ 3,5 bilhões. Ao fazer um balanço de 2009, o secretário mostrou otimismo em relação a 2010. "Vamos dar saltos bastante significativos", disse. Governo Aécio ameaça vetar projetos sem valor agregado A construção de uma usina de alumina em Manhuaçu estaria de acordo com a nova diretriz traçada pelo Estado: apoiar apenas projetos do setor extrativo mineral que agregue valor aos produtos básicos, como o minério de ferro. “Se as empresas quiserem apoio do Estado terão que garantir valor agregado aos projetos”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. Ele garantiu que Minas Gerais, responsável por 50% da produção de minério de ferro no país, terá papel de liderança na discussão do novo marco regulatório do setor mineral, em discussão em Brasília. Entre os princípios básicos, o governo de Minas vai defender uma nova redistribuição dos royalties minerais, com uma fatia maior para Estados e municípios e menor participação da União. “Queremos também ter direito a veto na discussão”, completou. Pela partilha atual da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), os municípios ficam com 65% da receita, o Estado com 23% e a União, com 12%. Continuamos achando que o município e o Estado têm que ser os maiores beneficiários da arrecadação da Cfem”, afirmou. A nova lei está sendo elaborada pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Fonte: http://www.portalcaparao.com.br - Zu Moreira - Jornal O Tempo - Foto Agência Minas |
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#3446 |
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Pardal
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Certificação de fazendas cafeeiras supera metas
1024 propriedades O programa Certifica Minas Café fez em 2009 a certificação de 641 fazendas, aumentando para 1.024 o número de propriedades com essa classificação no Estado, informa o assessor especial de Café da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Bernardino Cangussu. Ele diz que o número atual equivale a quase o triplo das fazendas mineiras de café que obtiveram a certificação internacional na primeira etapa do programa, em 2008. “Em 2010 deve aumentar para 1.200 o número de fazendas de café com certificação”, acrescenta Cangussu. O objetivo do programa é fazer a adequação das fazendas para a utilização das boas práticas agrícolas de gestão de propriedade, preservação ambiental, viabilidade econômica das ações, segurança alimentar e respeito social. “A certificação é um meio para garantir o aumento da competitividade do café de Minas Gerais nos mercados internacionais”, prossegue o assessor. Ele explica que as condições de sustentabilidade são exigidas por esses mercados. Cangussu explica que o Certifica Minas Café é realizado pela Seapa, por intermédio de suas entidades vinculadas. Os interessados em participar do programa devem procurar a Emater-MG para fazer sua inscrição. A empresa responde pela assistência técnica para adequação das propriedades às normas e práticas da certificação. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) faz as auditorias preliminares de adequação das propriedades. Já a certificadora suíça IMO (Instituto de Mercado Ecológico), credenciada pelo Governo de Minas, responde pela auditoria final de acreditação das propriedades. De acordo com o assessor, a IMO está há mais de 20 anos no mercado e atua em mais de 50 países, sendo pioneira no ramo de produtos certificados na Europa. Valorização do produto Segundo Cangussu, o Governo do Estado presta assistência técnica, por meio da Emater-MG, a 1.800 propriedades no Programa Certifica Minas Café entre certificadas e em processo de certificação. As propriedades certificadas já estão se beneficiando, ele observa. A Secretaria de Estado de Agricultura assinou em julho de 2009, com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), um termo de cooperação que disponibilizará às indústrias filiadas ao Programa de Cafés Sustentáveis (certificação das indústrias) desta entidade os cafés de qualidade dos produtores certificados no Certifica Minas Café. “Isso significa a criação de um canal de comercialização direto entre o produtor e a indústria, possibilitando o pagamento de prêmio sobre a qualidade dos cafés, que varia de 10 a 25% sobre o preço do dia, e depositando 5% das vendas para um fundo que será revertido para os cafeicultores e pequenas torrefações”, ressalta o assessor. “As indústrias que adquirirem cafés certificados dentro do programa poderão utilizar o selo Certifica Minas Café - Abic nas embalagens dos cafés.” Mais de 1000 propriedades foram certificadas Cangussu diz que a atuação do Governo de Minas na área do café corresponde à importância do produto para o Estado. “Somos o maior produtor e exportador de cafés do Brasil”, ele explica. A safra mineira de 2010 está estimada entre 23,2 milhões e 24,7 milhões de sacas, podendo alcançar 50,7% da produção nacional, observa ainda o assessor. Para dar suporte ao desenvolvimento da cafeicultura, o governo estadual disponibiliza assistência técnica qualificada em praticamente todos os municípios cafeeiros. Além disso, há cursos de aperfeiçoamento da atividade, provas gratuitas para os produtores conhecerem a qualidade dos seus cafés e Concursos de Qualidade dos Cafés para promoção da atividade. Em 2009, o produtor campeão do concurso vendeu cafés a R$ 2.500,00 a saca. O assessor ainda destaca que o Governo do Estado também alterou os padrões de cafés adquiridos pelo poder executivo mineiro. “Esta medida trará reflexos positivos para a qualidade dos cafés de Minas”, finaliza. www.mg.gov.br - Agência Minas |
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Ives Accosta
Join Date: Jun 2007
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A Amanco é uma empresa Mexicana. A Tigre que não fique experta!!
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Triângulo Mineiro - A Região Mais Próspera do Brasil. Conheça Uberaba! IDH 0,834 - 4º de MG 4ª Maior Cidade interior Mineiro 7ª Economia Mineira (IPC) PIB/Capita 2009 - R$18.862 |
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#3448 |
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Mad scientist at work
Join Date: Dec 2008
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Migração reduz população de 157 municípios mineiros
Paulo Henrique Lobato - Estado de Minas
Publicação: 25/01/2010 06:33 Atualização: 25/01/2010 07:29 O empresário Wilson Guimarães, de 71 anos, sente prazer em recordar do fim da década de 1990, quando seus 10 caminhões serviam a uma grande empresa de laticínios de Minduri, no Sul de Minas, a 286 quilômetros de Belo Horizonte. “Foi um bom tempo para a economia local”, diz o homem para, em seguida, dar um longo suspiro, colocar as mãos no rosto e se lamentar: “Pena que ela fechou as portas em 1999”. O fim da produção de queijos finos no pacato lugarejo desempregou 100 pessoas. Um ano antes, a Rede Ferroviária também havia encerrado suas atividades na cidade: 200 famílias afetadas. A queda dos postos de trabalho no município reduziu a população de lá em 4,5% na última década. O número de habitantes caiu de 3.834 pessoas, em 2000, para 3.665 em 2009. O mesmo ocorreu, em igual período, em outras 156 cidades do estado. A redução da população em 157 municípios, que representam 18% das 853 cidades de Minas Gerais, é comprovada pela comparação entre o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), de 2000, o último a ser realizado no país, e a estimativa populacional elaborada pelo mesmo instituto, em 2009. Minduri é um dos melhores exemplos para ilustrar as migrações no estado, pois a procura por emprego lidera as mudanças de famílias de uma cidade para outra. “Vários motivos explicam o fenômeno e, sem dúvida, a procura por posto de trabalho é o principal deles”, endossa José Irineu Rigotti, professor do Programa de Pós-Graduação em Tratamento da Informação Espacial da PUC Minas. Seu Wilson sabe muito bem o que significam as palavras do especialista, pois, além de demitir os 10 caminhoneiros que lhe ajudavam a ganhar o pão, um de seus dois filhos, graduado em odontologia, precisou se mudar para Belo Horizonte para conseguir emprego. “O outro, de 30 anos, continua aqui, mas desempregado”. O empresário, por sua vez, garante que não deixará a cidade que ama: “Nasci aqui, cresci e vou morrer aqui. Mas é uma pena que o mesmo não ocorra com muitos moradores, principalmente os mais novos, que vão chegando à fase adulta e vão embora atrás de um lugar para trabalhar ou estudar”. Aliás, o estudo é outro motivo das migrações em Minas Gerais. É em busca de um diploma do terceiro grau que as amigas Marcela Ribeiro da Silva, de 17, e Érica Carvalho, de 18, sonham em se mudar para São João del-Rei, no Campo das Vertentes. Ambas fizeram vestibular na universidade federal daquela cidade e aguardam, com expectativa, o resultado do concurso, que será divulgado em 19 de fevereiro. “Fiz vestibular para psicologia. Se for aprovada, vou morar lá. Depois de formada, pretendo continuar em São João”, planeja a mais velha, cuja irmã já fez as malas para Caxambu, no Sul do estado, onde foi em busca de trabalho. O prefeito de Minduri, Edmir Geraldo Silva (PP), lamenta a demandada ocorrida na cidade depois que as duas grandes empresas encerraram as atividades. “Perdemos quase 300 empregos diretos”. Para reverter o quadro, a prefeitura investiu na agropecuária, um dos carros-chefes da economia local, e no turismo, pois a cidade integra a Estrada Real. “Para incrementar o turismo, melhoramos a infraestrutura: organizamos o hospital e a telefonia. Também estamos trabalhando para trazer empresas que gerem cerca de 50 postos de trabalho cada. Estamos negociando com um laticínio e com uma construtora de pré-moldados”. Coração Mas a migração não se deve apenas ao emprego e ao estudo. O amor também faz muita gente trocar de cidade, como dona Maria das Dores Silva, de 48, que, há três anos, se mudou para Serra da Saudade, na Região Central. Ela deixou Dores do Indaiá, no Centro-Oeste, onde a população caiu, na última década, de 14.388 pessoas para 14.366, para acompanhar o ex-marido. A mulher não mora mais com o marido, mas decidiu ficar no novo município, que lhe recebeu com os braços abertos. “Neste quintal, crio galinhas e tenho uma pequena horta. Também posso deixar minha carne seca pernoitar no arame. Por que vou sair daqui?”. Ela mesma responde a pergunta com outra: “Para não dar certo em outro lugar?”. Se por um lado muitas cidades perderam moradores na última década, por outro, a população cresceu em outras 696. Em apenas um município, Santa Rita de Ibitipoca, na Zona da Mata, a 240 quilômetros da capital, permaneceu com o mesmo número de habitantes entre 2000 a 2009: 3.847 pessoas. Em Belo Horizonte, a população passou de 2,23 milhões de moradores para 2,45 milhões no período. Porém, o número poderia ser bem maior não fosse a quantidade de pessoas que se mudaram para outras cidades da região metropolitana, mas que continuam estudando ou trabalhando em BH. Um dos principais destinos foi Nova Lima, onde o total de habitantes passou de 64,3 mil para 76,6 mil em 10 anos (aumento de 19%). “Um fenômeno da migração é a perda das capitais para seu entorno”, informa Rigotti. No caso de Nova Lima, a maioria dos novos moradores é das classes média e alta. Do outro lado da moeda, Ribeirão das Neves, conhecida por ser uma cidade dormitória, recebe muitos moradores da classe social menos favorecida. Lá, a população subiu de 246 mil para 349 mil (crescimento de 41%). Mas a cidade que mais recebeu população neste intervalo foi Nova Serrana, onde o total de moradores cresceu 81,5%. Fonte: http://www.uai.com.br/htmls/app/noti...MINEIROS.shtml
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Há política além do voto!
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Registered User
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Também acho muito difícil vir, mas não acho impossível, vamos aguardar!!! |
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#3450 | |
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Join Date: Jul 2009
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A tigre é muito forte mesmo!!! |
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Horizonte Perdido/Araxa
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EUA:>> Manhattan >> Chicago >> Saint Louis >> Aereas EUA >> Clayton Brasil: >> Serra da Canastra >> Alto Paranaiba >> São Gotardo, Minas >> Goiânia >> Ouro Preto e Mariana |
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Ives Accosta
Join Date: Jun 2007
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Triângulo Mineiro - A Região Mais Próspera do Brasil. Conheça Uberaba! IDH 0,834 - 4º de MG 4ª Maior Cidade interior Mineiro 7ª Economia Mineira (IPC) PIB/Capita 2009 - R$18.862 Last edited by Norton_adm; January 25th, 2010 at 06:43 PM. |
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#3453 |
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Join Date: Aug 2008
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Posts: 157
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Espero que a TIGRE continue na frente pois além de ser uma empresa nacional ela abriu uma fábrica aqui em Pouso Alegre em 2008, gerando mais de 300 empregos diretos.
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#3454 |
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Registered User
Join Date: Aug 2007
Posts: 4,743
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Em Araguari, hospital continua fechado
Unidade não tem alvará de funcionamento e não deve ser aberta neste ano
Por falta de alvará de funcionamento e da aquisição dos equipamentos, nem um paciente foi atendido, um ano depois de concluídas as obras do prédio do Hospital Municipal de Araguari. O hospital, que começou a ser construído em 2001, custou até agora, segundo o secretário municipal de Saúde, Dilson Martins de Deus, cerca de R$ 4,5 milhões aos cofres públicos — R$ 2,2 milhões da União e R$ 800 mil do estado de Minas. “Não posso afirmar que vai funcionar neste ano”, disse. Entregue à população em dezembro de 2008, pelo então prefeito Marcos Alvim, o prédio apresentava irregularidades na estrutura, nos sistemas elétricos e de gases medicinais. Os problemas foram detectados em vistoria dos técnicos da Superintendência da Vigilância Sanitária de Minas Gerais no início de 2004. Em novembro do mesmo ano, uma equipe da Controladoria-Geral da União (CGU) fez uma auditoria e verificou que as irregularidades persistiam. Os relatórios foram encaminhados ao Ministério da Saúde que, em julho de 2009, enviou técnicos para fazer outra auditoria nas instalações e equipamentos. “A tubulação dos gases é de chumbo, o que não é permitido pela Agência Nacional de Saúde. A voltagem do transformador de energia é incompatível com os equipamentos e pode danificá-los, e o tamanho das portas que dão acesso a alguns quartos e banheiros não permite a passagem de uma cadeira de rodas”, disse o secretário. A Vigilância Sanitária Estadual da Gerencia Regional de Saúde (GRS), em Uberlândia, confirmou as informações. ![]() O ex-prefeito Marcos Alvim disse que parte das irregularidades foi corrigida. “Eu fiz cerca de seis modificações, não me lembro bem. Mas ainda restaram algumas para a administração seguinte fazer”, afirmou. Adequações não podem ser feitas Os projetos para corrigir as irregularidades, segundo o secretário municipal de Saúde de Araguari, Dilson Martins de Deus, já foram concluídos e aprovados pela Gerência Regional de Saúde (GRS), em Uberlândia. O secretário afirma ainda que o governo de Minas liberou R$ 485 mil necessários para fazer os ajustes. “No entanto, não podemos iniciar as obras de adequação porque os técnicos do Ministério da Saúde que estiveram aqui no ano passado disseram que não poderemos mexer em nada até que o relatório final esteja concluído e aponte o caminho a ser tomado”, disse Dilson Martins. Mesmo sem autorização para funcionar, até o início deste mês no local eram realizados exames de raios X que estão suspensos porque o aparelho quebrou. ![]() Hospital seria referência para municípios Tão logo fosse inaugurado, o Hospital Municipal de Araguari, segundo a Gerência Regional de Saúde (GRS), em Uberlândia, poderia ser transformado em uma unidade de referência aos atendimentos de média complexidade para os pequenos municípios da região. Isso possibilitaria a implantação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na unidade, o que desafogaria o setor de UTI do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC/UFU), que tem hoje 34 leitos e é referência para os municípios da região Triangulo Norte, com uma população de 1,2 milhão de habitantes. “Mas enquanto o Hospital de Araguari não começa a funcionar não podemos iniciar a tramitação com o estado para que ocorra a regionalização e novos leitos de UTIs sejam abetos”, disse o diretor da GRS, Daltro Catani Filho. http://www.correiodeuberlandia.com.b...inua_fech.html |
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#3455 |
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Registered User
Join Date: Apr 2007
Location: Uberlândia
Posts: 3,348
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dá até descrença do Brasil ler uma noticia assim...
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Uberlândia vista de um dos seus maiores ícones! |
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#3456 |
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Registered User
Join Date: Aug 2007
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Exportações de soja em Minas crescem 84%
Montante exportado foi de US$ 327,7 milhões.
As exportações mineiras de soja em grão, entre os meses de janeiro e dezembro de 2009, tiveram crescimento de 84%, na comparação com igual período de 2008. O montante exportado foi de US$ 327,7 milhões, que corresponde a 66% das exportações do complexo soja, composto ainda por farelo e óleo de soja, os quais apresentaram exportação de US$ 123,0 milhões e US$ 42,9 milhões, respectivamente. Os dados são do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foram organizados pela Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). De acordo com a assessora técnica da superintendência, Márcia Aparecida de Paiva Silva, os principais destinos das exportações mineiras de soja em grão foram China, Tailândia, Japão, Holanda e Espanha. “Esses mercados importaram a cifra de US$ 200,8 milhões, US$ 34,2 milhões, US$ 25,3 milhões, US$ 17,9 milhões e US$ 13,8 milhões, respectivamente. Os cinco países, juntos, absorveram o equivalente a 89% das exportações mineiras de soja em grão”, assinala. Márcia Silva ainda informa que as exportações mineiras de farelo de soja, em 2009, também apresentaram evolução, neste caso de 447%, passando de US$ 22,4 milhões para US$ 123,0 milhões, na comparação com 2008. http://www.diariodearaxa.com.br/inde...&ed=19&id=3365 |
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#3457 |
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Registered User
Join Date: Aug 2007
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Funcionários da Bunge estão apreensivos com o interesse da Vale
Sem informações desde o anúncio do interesse da Vale na compra dos ativos de fertilizantes da Bunge, muitos já se preocupam com o emprego.
Com o interesse da Vale em comprar os ativos de fertilizantes da Bunge, o clima de insegurança tomou conta dos diversos setores da empresa em Araxá, segundo os funcionários. Se concretizada, a transação deve chegar próximo aos US$ 3,8 bilhões. Segundo um dos funcionários, que não quis se identificar, o clima está tenso na empresa. “A Vale tem uma forma diferente de atuar e se vier mesmo vai mudar muita coisa, a começar pelos funcionários”, diz. “Eles (Vale) não gostam de empregados velhos porque não têm o mesmo rendimento, por isso estamos preocupados”, acrescenta. Os colaboradores destacam que foram informados através de um e-mail da direção da empresa no mesmo dia em que a notícia ganhou repercussão nos principais meios de comunicação do país. “Tudo o que sabemos é que a Vale e a Bunge estão em negociação, o resto é pura especulação. Nenhuma outra informação foi passada oficialmente e está difícil trabalhar sem pensar no que pode acontecer”, diz outro funcionário. Outros colaboradores da empresa estão tratando a possível negociação com mais naturalidade e preferem seguir trabalhando sem criar expectativas. A assessoria de comunicação da Bunge de Araxá diz que não há mais informações além do que já foi divulgado, e assim que tiver novos detalhes sobre a negociação eles serão repassados aos funcionários. Até o momento, nenhum acordo foi assinado pelas empresas. O negócio com a Bunge do Brasil, subsidiária da Bunge Limited, ainda inclui a participação de 42,3 % da empresa na Fosfertil. http://www.diariodearaxa.com.br/inde...&ed=20&id=3364 |
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#3458 |
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Pardal
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Economia mineira deve se recuperar
Avidades voltadas para o mercado internacional terão ritmo mais lento de retomada dos negócios.
"Wilson Benício Siqueira prevê que o crescimento do PIB de Minas Gerais poderá chegar a 8% em 2010" Com a recuperação do ritmo da atividade industrial, o aumento de 9,67% do salário mínimo, que passará para R$ 510 no próximo ano, inflação sob controle e o aumento dos postos de trabalho, as expectativas dos economistas mineiros é de recuperação da economia mineira em 2010. Entretanto, alguns analistas ressaltam que o ritmo das atividades não é o mesmo e que os setores que dependem do mercado internacional podem demorar um pouco mais para sentir de forma substancial a melhora dos negócios. Para eles, assim como foi neste ano, o mercado interno será determinante no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, lembrou que o comportamento das economias dos diversos países não é o mesmo. "Cada país sentiu de uma forma a crise e cada um levou um certo tempo para começar a verificar a retomada", observou. Leite ressaltou que os segmentos exportadores podem ter um ritmo de recuperação menos intenso do que os que são focados no mercado nacional. "Tudo isto vai depender do desempenho do país que ele atende", ponderou. O presidente do Conselho de Política Econômica Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Lincoln Gonçalves Fernandes, durante o evento de divulgação do balanço do ano, disse que, em razão do perfil da economia mineira, concentrada em setores de base, como mineração e siderurgia, que têm grande dependência do mercado externo, a recuperação mais efetiva deve acontecer no final do ano que vem, em especial no último trimestre. Para ele, a "economia vai estar nos trilhos" em 2011, quando o mundo deve retomar os níveis de consumo e produção. Depois de um ano marcado pela crise, que fez com que a indústria mineira tivesse queda no faturamento de 7,3%, segundo estimativa da Fiemg, a expectativa é de que haja expansão de 16,3% em 2010. Fernandes ressaltou que, embora positivo, o incremento projetado para o próximo exercício vai acontecer em cima de uma base de comparação fraca. Exportações - O fato é que, enquanto alguns setores já verificaram recuperação, as vendas externas do Estado estão num patamar inferior até novembro ante igual intervalo do ano passado, conforme dados da Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Entre janeiro e novembro as exportações totais do Estado somaram US$ 17,711 bilhões. O resultado representa queda de 23% em relação aos primeiros 11 meses do ano passado, quando os embarques movimentaram US$ 23 bilhões. Para o presidente do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), Wilson Benício Siqueira, o crescimento do PIB do Estado deve ser superior ao do Brasil em 2010, podendo chegar a ter elevação de até 8%. "Normalmente, quando o país vai bem, Minas Gerais tem resultado ainda melhor. O mesmo acontece no situação inversa", analisou. A previsão do Banco Central (BC), divulgada na semana, é de avanço de 5,8% do PIB. Neste ano, a previsão passou de incremento de 0,8% para 0,2%. Ele afirmou que o mercado doméstico será responsável pelo bom desempenho previsto para o próximo exercício. " preciso levar em conta que a participação brasileira no mercado internacional não é alta, não chega a 1% do total", ressaltou. O dirigente disse que há bons indicativos para 2010, como a recuperação do emprego verificada neste ano, inflação sob controle e taxa de juros baixa. A taxa de juros da economia (Selic) está em 8,75% ao ano, mais baixa do que no ano passado (13,75%). "Outro fator que deve ajudar no desempenho do próximo exercício será o aumento do salário mínimo, que vai injetar mais dinheiro no mercado", observou. O economista Cláudio Gontijo também afirmou que, no momento, as perspectivas são de recuperação da economia no próximo ano. "Isto se não aparecer nenhum componente inesperado, se não tiver nenhum atropelo", disse. Fonte: www.diariodocomercio.com.br |
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eu mess
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Semáforos dão início à reestruturação viária
Instalação de 36 equipamentos é o 1º passo para projeto de construção de 5 viadutos Lygia Calil Repórter Jornal Correio de Uberlândia Atualizada: 25/01/2010 - 22h32min Média (0 votos) Alterar o tamanho do texto A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes de Uberlândia (Settran) pretende instalar mais 36 semáforos em cruzamentos da cidade até junho. Segundo o secretário Paulo Sérgio Ferreira, as obras de instalação dos primeiros cinco equipamentos deverão começar em um mês. Os outros 31 serão definidos nas próximas semanas, assim que os projetos forem concluídos. O investimento total é de R$ 2,5 milhões. A instalação dos semáforos será o primeiro passo para a reestruturação do sistema viário da cidade, que inclui a construção de cinco viadutos sobre a avenida Rondon Pacheco e a criação de mais quatro corredores de ônibus como o da João Naves de Ávila. A previsão é que as obras sejam entregues em 2012. Atualmente, são 230 semáforos em funcionamento. O aumento representa 15,6% do que há hoje e toda a cidade será atendida (veja quadro). Nos quatro anos do primeiro mandato do prefeito Odelmo Leão, foram instalados 50 novos equipamentos. “Os cruzamentos foram escolhidos pela nossa engenharia de trânsito, em um estudo profundo, que levou em conta o número de veículos em cada cruzamento, número de acidentes e velocidade média em cada um deles. O nosso objetivo é melhorar a segurança no trânsito e reduzir acidentes”, afirmou o secretário. Outras obras estão previstas para o primeiro semestre, como sinalizações horizontais (pinturas de vias) e verticais (placas) e alterações geométricas. Serão pequenas mudanças distribuídas por toda a cidade, como abertura de passagem de veículos em canteiros, para dar mais fluidez ao trânsito. A licitação para estas obras, com investimento previsto de R$ 5,5 milhões, será aberta hoje. Verba virá do BDMG e BNDES Os investimentos para as obras de melhoria no trânsito de Uberlândia virão de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e do Ministério das Cidades, todos com contrapartida da Prefeitura. Os contratos ainda não foram assinados. “O prefeito Odelmo já se reuniu com o ministro Márcio Fortes (Cidades) e com o governador Aécio Neves e recebeu sinalização positiva. Deveremos fechar o acordo assim que os projetos forem concluídos”, disse Paulo Sérgio. Projeto é orçado em R$ 101 mi A conclusão de todas as obras previstas para o sistema de trânsito de Uberlândia deverá custar R$ 101 milhões. No ano passado, os projetos começaram a ser formulados e as obras deverão ser entregues até 2012. Nenhum dos projetos, porém, ainda está concluído. A licitação das obras, segundo o secretário Paulo Sérgio Ferreira, será feita ainda em 2010. Estão previstos cinco viadutos sobre a avenida Rondon Pacheco, nos cruzamentos com as ruas Paraná, Olegário Maciel e General Osório e com as avenidas João Naves de Ávila e Nicomedes Alves dos Santos. “Os viadutos vão ajudar na fluidez do tráfego e diminuir o tempo de espera no semáforo”, disse. Os novos corredores serão nas avenidas Fernando Vilela e Vasconcelos Costa, ligando o Centro ao bairro Dona Zulmira; outro na Getúlio Vargas, que sairá do Centro até a região do Canaã; o terceiro será implantado na avenida Segismundo Pereira, saindo da João Naves de Ávila rumo ao bairro Morumbi e outro na avenida João Pessoa e vai atender os bairros Roosevelt, Santa Rosa, Liberdade e Jardim das Américas. Novos semáforos já definidos . Avenida Floriano Peixoto com rua Jerônimo Martins do Nascimento – bairro Aparecida . Avenida Jaime de Barros com rua Paschoal Bruno - bairro Santa Luzia . Avenida Vasconcelos Costa com rua Padre Pio - bairro Martins . Rua Ignez Favato com avenida José Andraus Gassani - bairro Industrial . Rua Rio Grande do Sul com avenida Comendador Alexandrino Garcia – bairro Marta Helena Novos viadutos sobre a Rondon Pacheco (Fluxo de veículos e as linhas de ônibus) . Avenida João Naves de Ávila – 65 mil veículos / 8 linhas de ônibus . Avenida Nicomedes Alves dos Santos – 55 mil veículos / 10 linhas . Rua General Osório – 35 mil veículos / 3 linhas . Rua Olegário Maciel – 43 mil veículos / 2 linhas . Rua Paraná – 32 mil veículos / 3 linhas de ônibus http://www.jornalcorreio.com.br/text...ao_viaria.html
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O valor do caipira é o valor do trabalho |
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Indianos analisam terrenos para instalação de indústria na cidade
Consolidando investimento da multinacional Neelam América Química (NAQ), presidente da empresa, Avdhesx Mathur, esteve em Uberaba neste fim de semana, avaliando áreas para a instalação de fábrica no Distrito Industrial 3. Acompanhando a visita, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, João Franco, salienta que a empresa necessita de área com extensão de 20 mil metros quadrados para a construção da unidade. Segundo ele, a NAQ já está com central de distribuição no DI-1. Entretanto, o projeto é implantar uma fábrica no pólo de fertilizantes, pois a multinacional é especializada na produção de aditivos para conservação de adubos. Franco destaca que terreno no DI-3 para instalação do empreendimento será avaliado em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). Ele lembra que a NAQ projeta investir R$ 5 milhões em recursos próprios para construir a unidade local. Na carta de intenções assinada em novembro, a empresa prevê geração de 50 empregos diretos e 100 indiretos. A unidade tem faturamento estimado em R$ 35 milhões por ano. A NAQ tem unidades atualmente no Oriente Médio, Índia e apenas uma fábrica no Brasil, instalada em Porto Alegre (RS). http://jmonline.com.br/novo/?noticias,2,CIDADE,21942 |
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