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Old September 7th, 2010, 01:36 PM   #541
thaichitsiga
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angola settles debts

ANGOLA: GOVERNMENT PAID 60% OF PUBLIC DEBT

LUANDA, Sept 4 (NNN-ANGOP) -- The Angolan government has already paid 60 percent of the public debt it has pledged to liquidate for the last three months, the minister of state and head of the civil house of the presidency of the republic stated Friday.

Making an assessment of the government's performance for the last quarter, Carlos Feijo said at press conference that the figure was achieved through the redirection of the terms of payment, decreasing the pressure on the government on public debt.

The minister informed about some 900 million sudollars outstanding debt to some companies stressing the payment delay flows at the risk of creditors due to procedural irregularities detected in companies without registering or with more than one taxpayers registration with which a direct work will be made to correct the faults.

"In terms of the payment of the debt, we can say that we achieved our goals, as, from the sgins we have, the pressure has diminished" - stated the minister.

According to the government program and to what had been agreed with creditors, Carlos Feijo explained that the government paid in full the debts under 30 million usdollars, while those from 30 million to 75 million where negotiated with each creditor and over 75 million usdollars were paid 40 per cent of the debt.

On the public finances, the minister said that progress were made in terms of organization, procedure and regulation namely in public spending, information technology and payments, stating that although the desired levels have not yet been reached, deficiencies and deviations have been removed in terms of good practice of the exercise of public finances.

Attending the press conference were the minister of state and head of the military house, Helder Vieira Dias "Kopelipa", the minister of state for economic coordination, Manuel Nunes Jr, the finance minister, Carlos Alberto Lopes, and the governor of the reserve bank, Banco Nacional de Angola, Abrãao Gourgel. -- NNN-ANGOP
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Old September 7th, 2010, 05:51 PM   #542
Yupes
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Angola Q1 trade balance reaches $9 bln-stats office

Angola Q1 trade balance reaches $9 bln-stats office

Quote:
(Reuters) - Angola's trade surplus reached $9.04 billion in the first quarter of the year, the head of the National Statistics Office said on Monday, without providing a figure for the same period last year.

In comments to state-run Radio Nacional de Angola, Lukoki Artur said Angola's exports in the first quarter totalled around $12.8 billion while imports only accounted for around $3.7 billion.

The trade surplus in the first quarter was mostly driven by oil exports, he said.

China was Angola's biggest export market, with 47 percent of the nation's exports destined for the Asian powerhouse in the first quarter, followed by the United States with 18 percent and India with eight percent.

In the same period, Angola imported 17 percent of all its imported goods from Portugal, followed by China and the U.S. -- each accounting for 10 percent of the African nation's total imports, Artur said.
We haven't seen nothing yet, looks like more opportunities to diversify the economy...more project to come
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Le nouveau Zaïrois rallied against the intruders and after 2 Decades of struggle the enemy
was vanquished. A New-Dynasty of Mwana Mbokas - M'zées
Arose to answer the call of Destiny
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Old September 21st, 2010, 11:20 PM   #543
Maurice_Ravel
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Os donos das maiores fortunas de Angola devido aos serviços e empenho prestado ao país, fontes de agências financeiras angolanas e internacionais criaram em 2008 a lista dos homens mais importantes, ricos e influentes de Angola. Segundo fontes a fortuna dessas personalidades é superior a 50 milhões de doláres, sendo eles as seguintes figuras citadas abaixo (a referida lista não está por ordem):

Code:
1-José Eduardo dos Santos- Presidente da República 2-Lopo do Nascimento- Deputado 3-José Leitão- Presidente do Grupo Gema 4-Minoru Dondo-Empresario(Grupo MED) 5-João de Matos- EX-General, Presidente do grupo Genius 6-Higino Carneiro- Ministro das Obras Públicas 7-Helder Vieira Dias (Kopelipa)- General e Chefe Da Casa Militar da 8-Presidencia 8-António Mosquito- Empresário(G.A.M) 9-Isabel Dos Santos- Empresaria(Banco BIC) 10-Sebastião Lavrador- Presidente do Banco Sol 11-José Severino- Presidente da associacao industrial de Angola 12-Joaquim David- Ministro da Indústria 13-Manuel Vicente- PCA da Sonangol 14-Abilio Sianga- Vice Ministro Do Ambiente 15-Mário Palhares- PCA do BNI 16-Aguinaldo Jaime- Ministro Adjunto do 1°.Ministro 17-França Ndalu- General da Reserva 18-Amaro Taty- Ex Governador do Bié 19-Noé Baltazar- Ex Director Delegado da ASCORP e Empresario 20-Desidério Costa- Deputado 21-João Lourenço- Vice-presidente da Assembleia Nacional 22-Isaac dos Anjos- Governador 23-Faustino Muteka-Ex Ministro da Administração do Território 24-António Vandúnem- Ex Secretário do Conselho de Ministros 25-Dumilde Rangel- Deputado 26-Salomão Xirimbimbi- Ministro das Pescas 27-Fátima Jardim- Ex-Ministra das Pescas 28-Dino Matross-Membro do Bureau Político do MPLA 29-Álvaro Carneiro- Ex-Director Adjunto da Endiama 30-General Leopodino Fragoso- Chefe da comunicacão da presidência 31-Fernando Miala- Ex-Director dos Servios de Segurança do Estado 32-Armindo César- Empresário 33-Ramos da Cruz- Ex Governador da Huila 34-Lourenco Duarte- Presidente do Grupo Ducard 35-João E. dos Santos- Governador do Moxico 36-Bento Kangamba- Empresario e Presidente do Kabuscorp do Palanca 37-Aníbal Rocha- Governador de Cabinda 38-José Santos -Empresario 39-Paulo Kassoma- 1*Ministro de Angola 40-Frederico Cardoso- Chefe da Casa Civil da Presidência 41-Rui Santos- Empresário(Presidente do conselho de Administraçao da SISTEC) 42-Antonio Burity da Silva-Ministro da Educação 43-Silva Neto- Ex-Administrador da Sonangol Distribuidora 44-Júlio Bessa- Ex-Ministro das Finanças 45-Paixão Franco- Presidente do Banco de Desenvolvimento de Angola46- 46-Mello Xavier-Ex Deputado e Empresário 47-Kundi-Payhama- Ministro da Defesa 48-Ismael Diogo- Presidente da FESA 49-Carlos Alberto Hendrick- General 50-Augusto Tomás- Ministro dos Transportes 51-Generoso de Almeida- PCA DO BCI 52-Luiz Faceira- General 53-Antonio Furtado- Chefe de estado maior das FAA 54-Jose Pedro de Morais-Ex Ministro Das Finanças 55-Gilberto Lutukuta- Ministro da Agricultura 56-Simão Júnior- Empresário (Grupo Chamavo e Gema) 57-Carlos Feijó- Assessor da Presidência da República 58-Armando da Cruz Neto- Governador de Benguela 59-Elisio Figueiredo-Embaixador 60-Fernando Da Piedade Dias Dos Santos-Presidente da Assembleia Nacional 61-Bartolomeu Dias-Empresario(Presidente do Grupo Bartolomeu Dias) 62-Archer Mangueira-Assessor Economico do Presidente da República 63-Fatima Roque-Economista e Ex-Dirigente da UNITA
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Old September 22nd, 2010, 10:49 AM   #544
popa1980
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Esta lista e uma polemica.

Acha que e bom que o presidente y sua filha sao entre os mais ricos? Que e a sua fonte?
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Old September 22nd, 2010, 10:53 AM   #545
popa1980
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Eu ja vi a fonte.
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Old September 23rd, 2010, 10:43 AM   #546
Matthias Offodile
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Produção
Kwanza Sul terá fábrica de transformação de ferro


Quote:
21-09-2010 17:59




Luanda - A província do Kwanza Sul vai nos próximos anos contar com uma fábrica com capacidade para a produção de 500 mil toneladas de barra de aço/ano, revelou hoje (terça-feira) o director nacional de Estudos e Projectos do Ministério da Geologia e Minas e da Indústria, José Gonçalves.

Em declarações à Angop, em Luanda, o responsável referiu tratar-se de uma iniciativa privada enquadrada no plano estratégico para o relançamento da indústria siderúrgica nacional e que se encontra em fase de estudos técnicos e de viabilidade económica.

Segundo José Gonçalves, a vantagem da iniciativa reside na fabricação de produtos essenciais à edificação de infra-estruturas, o que beneficia a grande potência de consumidores existente no país.

Deu a conhecer que a participação dos investidores na exploração mineira evoluirá para a fase de transformação, com destaque para a fabricação da esponja de ferro.

"O Ministério da Geologia e Minas e da Indústria tem levado a cabo acções de promoção e implementação desses projectos, que envolve a participação de negociantes nacionais e estrangeiros que apresentem propostas exequíveis e de modo integrado", esclareceu.

O responsável destacou igualmente a pretensão de criação de uma siderurgia na província do Bengo com capacidade para a fabricação de 100 mil toneladas de varão de aço por ano.
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Old September 23rd, 2010, 10:44 AM   #547
Matthias Offodile
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Produção
Novas fábricas estimulam produção de aço


Quote:

21-09-2010 16:56




Luanda - O director-geral da empresa MP e Irmãos, ligada à venda de materiais de construção, José Segadães, apontou hoje (terça-feira), em Luanda, a instalação de novas fábricas de exploração e transformação de ferro como indispensável para o aumento da variedade de aço no mercado da construção civil.

Falando à Angop sobre a importância do aço na reconstrução nacional, o gestor disse que este pressuposto contribuiria ainda para a redução do preço e da importação em grandes volumes desta matéria-prima.

"A qualidade do aço fabricado no país é boa, daí a necessidade de aumentar a sua produção interna para diminuir os custos da sua exportação", disse.

Segundo a fonte, a produção nacional de derivados do ferro traria igualmente benefícios para os consumidores particulares.

Em finais de 2003, o governo angolano aprovou um plano estratégico para o relançamento da indústria siderúrgica nacional com capacidade, numa primeira fase, para fabricar 180 mil toneladas de aço, contra as anteriores 100 mil.

A decisão do executivo é de criar condições para a substituição da importação de produtos siderúrgicos pela produção interna, o reforço da formação profissional, criação de novos postos de trabalho e o aumento da taxa de crescimento médio do Produto Interno Bruto (BIP).

O consumo anual médio de aço em Angola ascende a cerca de um milhão de toneladas.
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Old September 23rd, 2010, 11:03 AM   #548
Matthias Offodile
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Expansão
Pastelândia quer facturar USD 1,5 milhão até Dezembro


Quote:



A Pastelândia, rede de franquia de pastéis, pretende facturar USD 1,5 milhão até ao final do ano. Segundo Marcos Regina, presidente da empresa, tal facturação será atingida com a inauguração de três lojas a curto prazo, em luanda.

O plano de negócios da empresa prevê a abertura de 14 lojas em algumas provincias do país
, bem como uma fábrica de pastéis, pizzas e massas italianas. O serviço de entregas de pizzas e pastéis e outros produtos da linha Pastelândia, será outro método utilizado pela empresa para intensificar o negócio na capital . “ Este serviço constitui uma novidade para os consumidores angolanos”, nota Marcos Regina.

Para o gestor esta será mais uma modalide de serviço, prática e confortável, posta à disposição do cliente, passando este a receber, em casa ou no trabalho, os produtos de forma rápida e segura.

“ Pensamos implementar cada vez mais formas que facilitem os consumidores que não podem deslocar-se aos nossos postos de vendas”, acrescentou.

A Pastelândia encontra-se no mercado angolano desde 2009, com quatro lojas em vários pontos da cidade, nomeadamente no Bairro Nova Vida, duas lojas no centro comercial Bellas Shopping, uma no bairro Maculusso e uma outra, em fase de construção, na rua da Liga Africana.

Os “traileres” e as “torres de chopp”, em formato de tulipa, fazem parte das inovações trazidas pela empresa. A “torre do chopp” é a sensação do momento na Pastelândia”, assinala o gestor. Actualmente a Pastelândia vende mais de mil pastéis por dia, atingindo, mensalmente, uma facturação de USD 750. Com um quadro de 83 funcionários, a empresa de pastéis e massas prevê empregar 500 pessoas nas sua diferentes áreas operacionais.

A Pastelândia é uma das 10 maiores franquias de sector de alimentação do Brasil, com 50 lojas implantadas nos melhores shoppings e hipermercados brasileiros, vendendo, aproximadamente, 3.600.000 pastéis por ano, além de pizzas, massas, grelhados e bebidas.

A chegada da rede de franquias a Angola é intermediada pelo Build Angola, em parceria com a empresa All Here Restaurants.



Rebranding
ATLANTICO, a nova marca do BPA


Quote:




ATLANTICO é, desde a última quarta-feira, a nova marca do Banco Privado do Atlântico BPA). O rebranding envolveu uma operação relâmpago, levada a cabo em todas as suas agências durante a noite de quarta para quinta-feira, permitindo que o banco se apresentasse ao público, no dia seguinte ao da apresentação da marca ATLANTICO, com a sua nova imagem. Também o site do BPA já se enquadrava na nova marca às primeiras horas de quarta-feira.

O símbolo matemático PHI, acompanhado pela assinatura “Valores com Futuro”, foi o logotipo escolhido para sintetizar a identidade da marca ATLANTICO, a qual incorpora valores como a perenidade, a solidez, a globalidade, o conhecimento. Como acentuou, o presidente do Grupo e do BPA, Carlos José da Silva, durante a apresentação da nova imagem do banco, que teve lugar no Complexo Hoteleiro da Endiama, em Luanda, “a acumulação de conhecimento é o caminho para materializar os sonhos e as soluções”.

A criação da marca ATLANTICO constitui, na perspectiva do BPA, “uma resposta aos desafios que decorreram da sua vocação multi-geográfica, da nova cultura bancária e financeira introduzida em Angola, do seu crescimento ao longo dos quatro anos e do facto de ter atingido uma dimensão e uma solidez que ultrapassou as melhores expectativas, o que nos fez perceber que o fato que usávamos ficou realmente pequeno para o corpo e já não cabia na imagem pioneira. Foi necessário reflectir e assegurar que a marca representasse não apenas aquilo que o banco já é, mas que também conseguisse espelhar aquilo que ambiciona ser”.

“A marca do BPA já não reflectia com rigor o que queremos ser”, acentuou Telma Pedro Gomes, directora coordenadora da Direcção de Marca e Comunicação do banco, ao introduzir a nova imagem da instituição. Havia pois que mudar e a mudança comportava, acrescentou Telma Gomes, a resposta a três questões primordiais: “Mudar como? Mudar porquê? Mudar para quê?”. A resposta passava, não por “mudar os nossos valores, a nossa identidade” mas “por encontrar uma marca que os reflectisse melhor”. Busca que se traduziu num trabalho conduzido ao longo de 18 meses e que envolveu todos os stakeholders do Grupo e que culminou com a criação de uma “marca global que quer mais mundo em Angola e mais Angola no mundo, uma marca de valores (como a ética, o equilíbrio, a segurança e a verticalidade), uma marca de conhecimento”. A criação da nova marca ATLANTICO contou com a contribuição dos ateliers de design NAD e Albuquerque.
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Old September 25th, 2010, 04:48 PM   #549
Matthias Offodile
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Fábrica em Angola da produtora portuguesa de queijos Saloio deverá ficar na Huíla


Quote:

2010-09-02 in AngolaHub

Lisboa, Portugal, 2 Set - A Saloio, o terceiro maior produtor português de queijos, vai lançar novos produtos e investir 15 milhões de euros numa fábrica em Angola que, de acordo com a revista Africa Today, ficará localizada na província da Huíla.

O jornal português Sol informou que a empresa vai investir, numa primeira fase, 5 milhões de euros para transformar cerca de 20 mil litros de leite por dia.

Mais tarde, e em função da resposta do mercado, a administração da Saloio pretende investir mais 10 milhões de euros para duplicar a produção.

Após três anos de laboração, a Saloio deverá estar a facturar 15 milhões de euros em Angola, sendo que a prazo essa facturação deverá aumentar para 35 milhões de euros.

Fonte: AngolaHub
Grupo Tintas 2000 investe numa fábrica em Angola

Quote:

2010-09-23 in Vida Imobiliária

O grupo Tintas 2000 vai apostar no mercado angolano para instalar a sua primeira fábrica fora de Portugal, uma unidade que terá uma capacidade estimada de produzir cerca de cinco toneladas (1/3 da produção actual de todo o grupo), revelou a empresa num comunicado.

Com uma capacidade produtiva instalada superior a 15.000 toneladas/ano e mais de 22.000 m² de área total de fabrico e armazém (três fábricas distribuídas pela Maia e a Paredes), o grupo aponta para um crescimento de 10% este ano.

O grupo, que integra três empresas (Tintas 2000, Tintas Marilina e Ambrósio e Filha Vernizes), alcançou um volume de negócios de 15,8 milhões de euros em 2009, com os lucros a progredirem 512 mil euros face ao ano anterior e um EBITDA de 1,3 M€ (+45% face ao resultado bruto de 2008).

As vendas para o sector da construção civil representam 55%, cabendo ao sector do mobiliário 30% e a metalomecânica 15%, indicam dados do grupo que assume o quinto posto entre as empresas que operam em Portugal.

Fonte: Vida Imobiliária
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Old October 9th, 2010, 05:19 AM   #550
hakz2007
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Economy Ministry prioritises entrepreneurial boost
Quote:
Luanda - The economy minister, Abraão Gourgel, said on Wednesday in Luanda that one of the priorities of his management will be the follow-up and implementation of policies linked to the Angolan entrepreneurial boost in public and private sectors.

The minister said so during the inauguration ceremony of new government officials who were recently appointed by the Angolan President, José Eduardo dos Santos.

Regarding the public companies, the Ministry of Economy will work for its management in accordance with the international principles.

To better meet the demands of structural unbalances of the Angolan economy, the minister said that it is necessary to continue to invest in the diversification of the national economy.
http://www.portalangop.co.ao/motix/e...b6eb094eb.html
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Old October 10th, 2010, 07:12 PM   #551
Matthias Offodile
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Angola’s tourism sector creates almost 32,000 jobs in 2009

Quote:
Luanda, Angola, 5 Oct – The tourism sector in Angola made it possible to create 31,900 jobs in 2009, raising the sector total to 134,600, according to the Statistical Bulletin of the Angolan Hotel and Tourism Market.

The bulletin, an annual publication from the Ministry for Hotels and Tourism which publishes the results of tourism activities in Angola, said that the restaurant sub-sector created the most jobs, rising to a total of 54,300, followed by guesthouses, hotels and travel agencies.

The country’s capital, Luanda, topped the list of provinces that provide most jobs in the sector, and the provinces of Kuando Kubango, Moxico and Bié created the fewest jobs in the sector in 2009.

In the last three years employment in the hotel and tourism sector totalled, 72,100 in 2007, 102,700 in 2008 and 134,600 in 2009. (macauhub)
Good but I want to see that number multiplied by factor 20!!!
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Old October 10th, 2010, 07:31 PM   #552
Matthias Offodile
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Angola is Africa's fastest growing destination

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Luanda

afrol News, 8 October - Throughout 2009, Angola saw an increase in tourist arrivals of 55 percent, mostly from Europe. The impact of the booming tourism industry in the country led to the creation of 134,000 new jobs.

According to latest figures provided by the Angolan Ministry of Tourism, a total of 365,000 people travelled to Angola during 2009, including both leisure and business travellers. The figure translates into a vast increase of 55 percent of tourist arrivals compared.

The month of August saw the Angolan tourist season peak, representing 20 percent of total arrivals during 2009.

As for the origin of visitors, Europe leads the list with 161,000 visitors (compared to 129,000 in 2008), followed by America with 76,000 in 2009 (compared to 59,000 in 2008), Asia with 75,000 (63,000 in 2008) and Africa 48,000 (38,000 in 2008).

According to the Ministry of Tourism of Angola, the growing tourism industry already has had a major impact on employment. In 2009, the sector employed 134,000 Angolans, which means that 31,000 new jobs had been created since 2008. The main workforce is concentrated in the capital, Luanda, whith 104,000 jobs in the tourism sector.

Thus, the latest statistics corroborate the positive trend of Angola's potential tourism sector. Angola still is lacking a sufficiently developed infrastructure for tourism, as the country is slowly recovering after a 27-year civil war that ravaged most of its infrastructure.

Authorities in Luanda in recent years however have shown interest in the development of this necessary infrastructure. The oil-driven Angolan economy has registered an average growth of almost 18 percent over the past four years, following a significant increase public and private investment.

Also the European tourist market in recent years has shown an increased interest in the tourism potential of Angola
. In addition to the traditional air routes from the former colony, Portugal, in January the carriers Lufthansa and Brussels Airlines announced their expansion of services to Angola.

Since January, Lufthansa offers two weekly flights to the Angolan capital, Luanda on a codeshare basis, in addition to the twice weekly Luanda flights it already offers in its own name from Franfurt.

Even Spain is now to get direct connections with Luanda, as the Spanish airline Iberia announced plans to operate flights from Madrid to the Angolan capital, starting in 2011. There also exist plans for an Angolan connection to Barcelona.

Angola's tourism sector started at about zero in 2002, when peace finally returned to the country. Decades of war had left the entire infrastructure in ruins. With peace, especially Luanda has experienced a boom and rapid reconstruction.
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Old October 15th, 2010, 07:18 PM   #553
Matthias Offodile
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10/9/10 11:47 AM

Kwanza-Sul
Manioc processing factory set for Kwanza-Sul province


Sumbe - A manioc processing factory will be built in the Zambia locality, coastal Kwanza-Sul province, by the Brazilian Santa Cruz do Sul University (UNISC), ANGOP has learnt.


This was announced on Friday in Sumbe district by the adviser of the UNISC's dean, Silmo Schuler, having added that the project will benefit 1,000 familes in the production of 2,000 hectares of manioc.


The project foresees the construction of a juice firm, manioc processing, mini-hydro and agricultural production plants, as well as construction of schools, hospitals, 1,700 residences, through private partnerships.


"We intend to contribuet to the processing of 100 tonnes of manioc per day, 25 tonnes of starch, as well as 35 tonnes of bagasse", stressed the source.


At least 80 new jobs will be created with this initiative.

Luanda
Number of automatic teller machines rises to 995


Quote:

Luanda – The number of automatic teller machines (ATM) rose from 717 in 2008 to 995 in 2009, according to a “Banca em Analise/2010” study presented Friday in Luanda by the consulting and audit firm, Deloitte Angola.





According to the study, based on indicators of 2009, the number of ATMs has grown to 7,587 terminals, against the 2,660 that existed in 2008.




The number of credit and debit cards increased by about four percent, as well as the number of valid cards which recorded a growth of 12 percent, the source also said.




Simultaneously, the study adds, the number of transactions grew by about 34 percent compared to 2008, with an increase of 31 percent in transactions effected on ATMs and 94 percent on Automatic Payment Terminals (APT).




This study of the sector, prepared by Deloitte, is a compilation of public information available for 16 of the 19 commercial banks operating in Angola in 2009 and Angola Reserve Bank (BNA), in addition to data collected from other markets, including the Portuguese, Brazilian, South African and American.

Quote:
/7/10 11:02 AM

Luanda
Luanda's 4 de Fevereiro International Airport with alternative terminal



Luanda – Luanda’s 4 de Fevereiro International Airport will count on an alternative terminal in coming months.



This was said on Tuesday, in Luanda, by the CEO of the National Company of Exploration of Airports and Air Navigation (ENANA), Manuel Ferreira de Ceita.



Speaking to ANGOP, the CEO said that Catumbela airport is being built to function as an alternative terminal to Luanda’s 4 de Fevereiro International Airport.



According to Manuel Ferreira de Ceita, a plane parking and the respective taxi ways are under construction, as well as an external car park.



According to the CEO, ENANA intends to create more international airports, besides the existing alternatives of Cabinda and Lubango cities that are being equipped at this phase.



ENANA is since 2008 under a process of rehabilitation, modernisation and equipping of about 30 big, medium and small airports countrywide.



The funding of the project is estimated at USD 400 million and the state is releasing it by phases, in the ambit of the Public Investments Programme.
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Old October 17th, 2010, 09:57 AM   #554
hakz2007
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ISRAEL TO COOPERATE WITH ANGOLA IN TOURISM SECTOR
Quote:
MALANJE (ANGOLA), Oct 17 (NNN-ANGOP) -- The charges d’affaires of Israeli embassy in Angola, Alexander Golilee, said Israeli businessmen wants to invest in tourism sector in Malanje, mainly in Kalandula Falls and Black Stones of Pungo-Andongo and in the other
attractive points of the province.

Speaking at the end of visit he paid to Kalandula tourism point, in the district with the same name and to the Black Stones of Pungo-Andongo (Cacuso district), the diplomat said he is interested to attracting businessmen and holding contacts with his government, in order to motivate investment at these localities, exploring the tourism potentialities of those regions.

Alexander Golilee said that Kalandula Falls and Black Stones of Pungo-Andongo have potentialities to attract businessmen of Israel and from other countries of the world to invest there, aiming at motivating investors.

The diplomat ended a three-day working visit to Malanje that aimed to identify possible cooperation areas.

With the same objective, he paid also a visit to Kwanza Norte province.
http://namnewsnetwork.org/v2/read.php?id=136442
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Old October 24th, 2010, 04:45 PM   #555
Matthias Offodile
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Continente hypermarket stores very soon in Angola

Quote:
Internacional
Sonae escolhe marca Continente para entrar em Angola


Elisabete Felismino
22/10/10 00:05


O ‘timing’ da parceria com Isabel dos Santos é o final do ano e a marca eleita é o Continente por ser das mais reconhecidas em Angola.

A entrada da Sonae MC (Modelo Continente), responsável pela área do retalho alimentar do grupo português, em Angola - em parceria com a empresária Isabel dos Santos -, está a criar grande expectativa em Luanda. Contudo, o Diário Económico apurou que a insígnia na qual a Sonae vai apostar já está escolhida: "a marca com que a Sonae vai entrar aqui é o Continente", adiantaram fontes próximas do processo na capital angolana.

As mesmas fontes garantem que os hipermercados Continente são "a marca do grupo mais conhecida pelos angolanos e, portanto, com maior potencial". No entanto, reforçam, ainda "falta perceber se entram criando supermercados de raiz ou se, pelo contrário, optam por adquirir algo que já exista aqui".

Nesse contexto, a cadeia com maior potencial seria a insígnia Nosso Super. Esta cadeia de lojas está nas mãos do governo de Angola mas, segundo fontes no país contactadas pelo Diário Económico, "o governo já percebeu que seria melhor entregar aquilo a privados com ‘know how' no negócio". Este cenário, explicam as mesmas fontes, "poderia ser mais vantajoso para a Sonae uma vez que, caso opte por criar lojas de raiz, terá que esperar entre um ano a um ano e meio antes de ter as lojas operacionais". Há, porém, quem defenda que, "eventualmente, a privatização do Nosso Super seria bom para o grupo Sonae, mas numa fase mais avançada, não no arranque".

Apesar de ter estado agendada para Outubro a assinatura formal da parceria entre Isabel dos Santos e a empresa liderada por Paulo Azevedo, a verdade é que faltam ainda acertar pequenos detalhes, apurou o Diário Económico - tudo indica, por isso, que o ‘timing' terá resvalado para o final do ano.

Contactada, a Sonae não quis fazer comentários, adiantando que, "para já, não há nada a dizer sobre esse ‘dossier'. Já dissemos tudo o que havia a dizer sobre esse tema".

*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/so...la_102329.html


Construção
Mota-Engil Angola nasceu hoje


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Elisabete Felismino em Luanda
18/10/10 21:00


Foi assinado hoje o acordo que deu origem à Mota-Engil Angola. A empresa quer liderar o sector da construção no país.

O acordo entre a Mota-Engil e o consórcio liderado pela Sonangol foi assinado hoje, durante a tarde, na sede de Luanda. Para oficializar a empresa falta apenas a autorização da Agência de Investimento angolana.

A Mota-Engil tem uma participação de 51% na estrutura accionista da empresa, ficando o consórcio com os restantes 49%.

Segundo António Mota, o objectivo da construtora formada hoje "é crescer a dois dígitos e liderar o sector da construção em Angola".
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Old October 24th, 2010, 10:28 PM   #556
popa1980
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I just saw a photo of Isabel dos Santos for the first time. She wasnt at all how I expected.
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Old November 21st, 2010, 06:06 PM   #557
Matthias Offodile
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Empresa de água mineral tem nova linha de produção


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20 de Novembro, 2010


A fábrica de água mineral “Chela” lançou em Agosto deste ano uma nova linha de produção e aumentou a sua capacidade para mais de 160 milhões de litros/ano, soube ontem a Angop, na cidade do Lubango.
O director-geral da empresa, Jorge Chaves, em declarações à Angop, a propósito destes novos investimentos disse que com o lançamento da nova linha de garrafas de 1,5 litros e 0,50 litros, a fábrica passou a contar com duas linhas de enchimento.
Jorge Chaves informou que a fábrica tem agora capacidade para produzir quase 165 milhões de litros de água por ano, dos quais mais de 101 milhões são da nova linha, com garrafas de 1,5 L e 0,50 litros e 63 milhões da
antiga linha, em garrafas de 1,5 e 0,33 litros, e vai fazer exportações.
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Old November 21st, 2010, 06:08 PM   #558
Matthias Offodile
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Distribuição
Mega Cash vale USD 35 milhões



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Inaugurado ontem, quinta-feira, 29, o Mega Cash Carry quer assumir-se como o maior centro comercial dedistribuição de produtos alimentares do país. Com cerca de 16 mil metros quadrados, o Mega Cash Carry, um edifício de dois andares, todo climatizado, com restaurante, pastelaria e padaria, vai oferecer aos seus clientes mais de três mil produtos diversos.

Orçado em USD 35 milhões (USD 25 milhões em infra-estruturas e USD 10 milhões em produtos), o centro comercial do bairro Palanca pretende focalizar o seu “core business” na área de perecíveis, dirigindo-se aos profissionais do canal de retalho alimentar, da hotelaria, restauração e cafés (HORECA), instituições e empresas.

De acordo com António Santos, director da empresa, uma sociedade anónima com capitais angolanos e portugueses, o investimento surge pelo facto de os administradores notarem um vazio neste segmento de negócio, o comércio.

“Vamos fazer aquilo que é mais dificil de fazer em Angola, isto é, trabalhar na área de perecíveis, produtos frescos. Queremos ser regulares ou fieis com os nossos produtos e clientes”, explicou.

Segundo o responsável, outro motivo animador e que dá confiança aos administradores é o facto de o Mega possuir 25 marcas próprias em várias categorias, além de possuir também um serviço de venda assistida, composta por jovens dinâmicos que vão garantir a entrega dos produtos Mega encomendados ao domicílio ou empresa, num prazo máximo de 48 horas.

Segundo o responsável, até 2020, a empresa pretende criar uma cadeia de lojas Cash Carry em todo o território nacional.

Dando início ao seu projecto de expansão, o grupo Mega espera inaugurar em 2011 mais duas lojas, uma em Benguela e outra na capital de Luanda.

“Queremos ser a referência da distribuição alimentar grossista em Angola, porque achamos que é um sector em franca expansão”, afirmou.

Por outro lado, acrescentou que um dos aspectos mais críticos na área da distribuição em Angola é a regularidade. É difícil encontrar os produtos habituais de marca com alguma regularidade nos estabelecimentos comerciais.

“Queremos ser pontuais na entrega dos nossos produtos ao domicílio ou às empresas, para tal temos 14 camiões climatizados. Queremos ser competitivos, realizando semanalmente campanhas promocionais”, frisou.

António Santos acrescentou que a prioridade dos produtos a serem comercializados no maior centro comercial de Angola (a placa de vendas tem 4.600 metros quadrados) serão nacional, desde que internamente os agricultores tenham capacidade de fornecimento.

“Andamos um pouco pelas maiores quintas agrícolas nas províncias limitrófes de Luanda para negociarmos o fornecimento de produtos com qualiade. Por exemplo, na área de bebidas predomina a nacional”.
Luís Faria
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Old November 21st, 2010, 11:19 PM   #559
evany
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Originally Posted by popa1980 View Post
I just saw a photo of Isabel dos Santos for the first time. She wasnt at all how I expected.
and how do you expect her???fat ass big belly kind of type???
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Old November 27th, 2010, 09:34 PM   #560
Matthias Offodile
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Angola´s Banking sector



Angolanos recorrem cada vez mais à banca



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Apenas 11% da população angolana utiliza serviços bancários. Se tomarmos em linha de conta somente os angolanos “adultos”, ou seja, os que têm idade igual ou superior a 15 anos, a “taxa de bancarização”, que mede o grau de acesso a instituições bancárias, sobe, tendo atingindo, em 2009, 20% da população que se insere nesta faixa etária.

Mas o que mais importará reter é que os angolanos, nas contas das suas vidas, recorrem cada vez mais a entidades bancárias, o que significa que a “taxa de bancarização” vem registando um crescimento muito significativo. Se tomarmos como critério a posse de um cartão Multicaixa a comparação entre os anos 2007 e 2009 é muito expressiva: a referida taxa subiu para o conjunto da população de 6% para 11% e para os adultos (indivíduos com idade igual ou superior a 15 anos) passou de 11% para 20%.

Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela Associação de Bancos Angolanos (ABANC), em colaboração com a EMIS e a Marktest Angola e apresentado no decurso do III Fórum de Economia e Finanças realizado esta semana, que contou com a organização da FACIDE.

O estudo chama a atenção para um eventual “enviezamento” da análise do acesso à banca por parte da população tendo como base a posse de cartões Multicaixa pois, com efeito, haverá seguramente indivíduos que reúnem mais que um cartão e, por outro lado, é natural que a população mais idosa possa ter uma conta aberta sem contudo possuir qualquer cartão dada a sua compreensível resistência às novas tecnologias; haverá ainda que ter em consideração que a população angolana é muito jovem (em 2009 apenas 55% se situava numa faixa etária igual ou superior a 15 anos), pelo que há um larguíssimo contingente populacional que não encaixa no segmento “adulto”.

Para além de mostrar que existe uma tendência crescente para a “bancarização” dos angolanos, tanto no que respeita à procura de serviços bancários como quanto à sua disponibilização, o documento, que foi apresentado por Marinela Amaral, do grupo técnico de trabalhos da ABANC, revela ainda que 2009, o ano em que a crise internacional se repercutiu com maior intensidade sobre a economia nacional, foi claramente atípico quanto a alguns indicadores fundamentais da actividade bancária.

Evidencia ainda um aspecto muito interessante: no que toca a alguns aspectos o sistema bancário angolano detém um bom posicionamento na África subsaariana, superando mesmo, no que respeita ao valor dos depósitos e ao valor do crédito em percentagem do produto interno (ou seja, em termos de “profundidade financeira”), a economia mais desenvolvida do continente, a da África do Sul.

Quanto pesa a banca na economia

O peso da massa monetária, expressão que designa, em sentido amplo, o conjunto dos meios de pagamento, sobre o total da riqueza produzida anualmente no país, o seu produto interno (PIB), vem crescendo significativamente.

O que significa que a “profundidade financeira” (o valor da referida massa monetária em percentagem do PIB) aumenta ano após ano. Se, numa análise mais detalhada, entendermos como massa monetária a soma da moeda em poder do público, dos depósitos à ordem e os depósitos a prazo (um conjunto designado pelos economistas como M2), constatamos que se aquela valia 18% do PIB em 2007, passou a representar 44% do PIB em 2009.

E se juntarmos a M2 outros instrumentos financeiros, como os títulos públicos de curto prazo (Bilhetes do Tesouro e Títulos do Banco Central), transaccionados no chamado “mercado secundário”, verificamos, como o mostra o estudo, que o respectivo peso sobre o PIB, que era apenas de 22% em 2007, passou para 48% em 2009.

Mas, afinal de contas, de que moeda falamos? Kwanzas ou dólares? Ora bem, na análise da evolução dos meios de pagamento nas duas moedas faz-se sentir claramente o factor “crise 2009”. Com efeito, a “desdolarização” da economia, que se vinha verificando a bom ritmo desde 2006, sofreu uma interrupção em 2009: se em 2008 a moeda estrangeira representava 43% do M3, já em 2009 passou a ter no M3 o mesmo peso da moeda nacional.

A análise da evolução do crédito concedido ao longo dos últimos anos corrobora a progressiva “bancarização” da economia angolana. Em 2009, o crédito concedido ao sector não petrolífero atingiu 70% do PIB, num contexto de reduzido crescimento económico.

É ainda curioso notar que, em 2008, o crédito concedido ao Governo se situou próximo do montante dos empréstimos efectuados à economia, facto que resultou da forte expansão que os gastos públicos registaram naquele que foi para o preço do petróleo o ano de todos os recordes.

Liquidez cada vez menos preferida

A “preferência pela liquidez”, conceito que traduz a relação entre a procura de moeda por parte do público e a massa monetária, vem decaindo. E também no que toca a este aspecto 2009 assume-se como um ano de excepção: se, em 2008, a “preferência pela liquidez” decaíra já para 10%, em 2009 dá-se uma inflexão da tendência de recuo, voltando a subir para 13%. A procura de dólares como reserva de valor implicou uma redução das disponibilidades de caixa dos bancos e, em consequência, está na base das restrições que foram colocadas aos levantamentos. E onde encontram os angolanos mais agências bancárias? Sobretudo nas províncias próximas do litoral, com Luanda, como seria de esperar, à cabeça. São as mais atractivas para os bancos: é nelas que encontram melhores infraestruturas e são também elas as que apresentam também maior potencial económico.

Mas, com maior ou menor concentração junto às zonas litorais, a expansão bancária assume-se como um facto. Se, em Dezembro de 2003 apenas 19% dos municípios se encontravam cobertos pela rede bancária, esta já se estendia, em Setembro do corrente ano, a 46% dos municípios do país.

Luanda é a província que apresentava, de longe, em 2009, uma maior disponibilidade de serviços bancários (ATM e agências) por quilómetro quadrado e também a que disponibilizava mais serviços bancários por habitante. Também os habitantes de Cabinda e Benguela são privilegiados em matéria de disponibilidade de serviços bancários.

O Huambo, note-se, beneficia dessa disponibilidade em grau elevado por quilómetro quadrado e o Namibe é bafejado por ela no que respeita à quantidade de serviços oferecidos por habitante.

Cheques ou Multicaixa?


O sistema de pagamentos em tempo real, introduzido em 2005, vem ganhando, a olhos vistos, terreno ao recurso ao cheque, mas o número e o valor médio destes últimos aumentou significativamente, refere o documento da ABANC.

Por outro lado, é cada vez maior o recurso dos angolanos aos cartões Multicaixa para efectuar o pagamento das suas compras (os “POS” registaram um valor médio de Kz 11.300 em 2009), embora também levantem cada vez mais dinheiro em ATMs. Mas as estatísticas indicam que tem cartão recorre cada vez menos ao numerário, ou seja, dinheirinho palpável.
Como estamos na África subsaariana

Se Angola ocupa, no contexto da África subsaariana a 11a posição no que respeita ao número de agências por 1.000 Km2, já que no que respeita ao número de ATMs por 1.000 Km2 inclui-se entre os 10 países de topo, com 0,8 ATMs por 1.000 Km2. A posição do nosso país ainda é melhor quando se adopta o critério “número de agências bancárias por 100.000 adultos”: posicionamo-nos em 4o lugar, com um índice 5,9, logo a seguir às Seychelles, Maurícias (países que se destacam pela sua forte componente turística), África do Sul e Namíbia.

Já quanto ao número de ATMs por 100.000 adultos, ocupamos o 6o lugar, com mais de 10 ATMs por cada 100.000 adultos. Estas posições traduzem claramente a forte expansão bancária verificada desde 2002.

Particularmente interessante é o posicionamento do nosso sistema bancário no que concerne ao critério “profundidade financeira”, o qual, como acima indicámos, expressa o valor dos depósitos e do crédito em percentagem do PIB.

Quanto ao valor dos depósitos em percentagem do PIB ocupamos a 2a posição do ranking subsaariano, logo atrás das Seychelles e à frente dos Camarões, Namíbia, Moçambique, Uganda e África do Sul. Já quanto ao valor do crédito concedido em percentagem do PIB figuramos em 3o lugar, atrás das Seychelles e da Swazilândia.

Quando nos comparamos, em termos de profundidade financeira” com os restantes países da África subsaariana produtores de petróleo, verificamos que é de Angola a primeira posição, alcançada de 2008 para 2009, quando ultrapassámos a Nigéria.

E gosta do seu banco?


Na província de Luanda 18% dos indivíduos de ambos os sexos com 15 ou mais anos e que têm como banco principal uma das cinco instituições com maior penetração confessam-se insatisfeitos ou muito insatisfeitos com o seu banco. Este sentimento resulta sobretudo, alegam, do “mau atendimento ao cliente” e das “falhas técnicas do sistema”.

O “atendimento mau e/ou lento” leva a palma nas razões de queixa avançadas (45%), seguindo-se as “falhas de sistema” (35,7%), o excesso de clientes na agência (27,3%) e a falta de dinheiro no banco (8,1%).

Refira-se que a maioria dos clientes da banca inquiridos diz esperar, em média, uma hora até ser atendido. E se 18,1% diz esperar 15 minutos ou menos, há 12,4% de clientes que declaram esperar mais de duas horas para serem atendidos.

Porque ficam de fora


Entre os indivíduos de ambos os sexos com 15 ou mais anos, residentes na província de Luanda 29% declaram ter conta aberta no banco.

Entre os 71% que não têm conta bancária, 44,2% alegam como motivo para tal o facto de não ter dinheiro, 26,5% não acedem aos serviços bancários por não trabalhar ou estar desempregados, 13,6% não o fazem por não possuírem os documentos necessários à abertura de conta (BI, No de Contribuinte e outros documentos). Dos restantes 4,9% dizem não gostar de ter conta ou não manifestam interesse nisso e 4,8% são menores e os pais ainda não lhes abriram uma conta.

Importa notar que, de acordo com o estudo, apesar de não constituir o principal motivo, a falta de documentos apresenta uma tendência crescente como uma dos principais razões referidas para não ter conta bancária, sendo que, em 2010, adianta o documento, o potencial de aumento da “bancarização” com a regularização dos documentos seria de 9,7 pontos percentuais

Accenture optimista

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À semelhança do que acontece nos países emergentes Angola está a fa- zer um grande investimento no sec- tor das Tecnologias de Informação e Comunicações (TIC’s), o que poderá proporcionar um desenvolvimento muito acentuado na economia do país. A afirmação é do director da Accenture Angola, Luis Freire, especialista em TIC’s.

De acordo com o responsável, o investimento que está a ser feito na infra-estrutura de fibra óptica vai po- sicionar Angola num patamar extremamente moderno no que se refere a tecnologia de comunicação. Segundo ele, a partir do momento em que a fibra óptica estiver a funcionar em pleno, as empresas terão acesso à in- ternet e a redes de dados com maior velocidade e largura de banda.

“Nesse momento o desafio das empresas de telecomunicações é conjugar e democratizar o acesso à Internet em condições de largura de banda e velocidade. Esse vai ser um pré-requisito para que as empresas em geral possam despontar do ponto de vista das TIC’S”, disse.

Luís Freire considera que, actual- mente, existe ainda muita dificuldade para automatizar e aumentar a produtividade das empresas com base em sistemas de informação, mas reconhece que a situação da internet em Angola não difere muito do que se passa em outros países africanos e emergentes.

“Chegámos a conclusão que a percentagem de interacção entre clientes, fornecedores e colaboradores e as empresas ainda está entre os 20% e 40%. Isso significa que ainda há mui- to espaço para evoluir ou garantir o aumento e a eficácia das empresas”, disse, para depois acrescentar que Angola passa por um momento em que, enquanto mercado emergente, está a investir em infra-estruturas de base em fibra-óptica para tentar po- sicionar-se do ponto de vista de tec- nologias de Informação, reduzindo assim o défice de automatização das interacções entre as empresas.

Segundo o responsável da Accen- ture, as empresas em Angola têm no- ção da importância das TICs, razão pela qual a Accenture em relação à disponibilização final da infra-estru- tura de fibra óptica. No contacto que tem mantido com responsáveis de al- gumas empresas, com destaque para as de telecomunicações, Luís Freire assegura que depois da expansão da fibra óptica, as empresas têm que se preocupar com a questão dos recur- sos humanos.

“Quanto aos recursos humanos considera que as dificuldades são típicas em mercados emergentes, mas aqui sentimos que já existem quadros bastante bons; só que, naturalmen- te, ainda há muitos a formar e muitas competências a adquirir. O objecti- vo tem de ser a transferência do co- nhecimento consciente, planeada e objectiva, por parte dos expatriados para os nacionais. E é isso que a Ac- centure tem estado a fazer”, sublinhou.
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