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Old January 7th, 2008, 03:24 AM   #121
fred_mendonca
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Casino de Paço de Arcos
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"We must face the grim necessity, with full knowledge that the task is to be solved, and we must proceed with a full realization that no statute enacted by man can repeal the inexorable laws of nature."
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Old January 7th, 2008, 05:36 AM   #122
Lino
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Casino da Figueira:


As salas para jogo de mesa (blackjack, poker) têm uns tectos...

antigo Casino Oceano, ali ao lado:
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Old January 7th, 2008, 01:04 PM   #123
LealSenado
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Originally Posted by Pelha View Post
Eu sou um forte apologista de que Portugal deva ser um paraíso da boémia europeia.
Ora cá está um jovem com visão. Não há muitos caro amigo, guarde-se bem ou ainda lhe chamam maluco, tal a visão retrógrada dos seus colegas.

Velas fotos dos casinos portugueses, coisas maravilhosas.
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Old January 7th, 2008, 10:14 PM   #124
NewTomorrow
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encontrei esta noticia num blog no minimo estranha

Polémica sobre a Autoria do Projecto do Casino da Madeira

No Sábado passado tomei conhecimento duma notícia no mínimo estranha e de mau gosto, se temos em conta que põe em causa a autoria dumas das mais belas obras de arquitectura do Óscar Niemeyer fora do Brasil, o Casino da Madeira.



Fica aqui a notícia do DN-Madeira, que tem por base um artigo do Expresso.




"...A polémica está lançada: numa entrevista concedida no Rio de Janeiro ao semanário 'Expresso' e publicada na edição de 22 de Dezembro no suplemento 'Espaços e Casas' daquele jornal, o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer negou a autoria do projecto do hotel Casino Park e do Casino da Madeira, no Funchal, e deu a entender nunca ter sido chamado para fazer projectos em Portugal.


A entrevista motivou uma reacção de indignação de Carlos Oliveira Santos, professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa e autor do livro 'O Nosso Niemeyer' (Ed. Teorema), obra da qual foi lançada recentemente uma edição especial comemorativa do centenário do nascimento do arquitecto, apoiada pelo Grupo Pestana. "Indignadíssimo", conforme nos fez sentir de viva voz, Carlos Oliveira Santos enviou para o 'Expresso' uma resposta, a mesma a que hoje fazemos referência. Nela, denuncia "a crassa ignorância da entrevistadora", Fernanda Pedro, que, em seu entender, "induz respostas daquela conhecida personalidade [Niemeyer] que não correspondem à verdade e que lesam a história da arquitectura em Portugal e o valor do nosso património arquitectónico".


Na qualidade de "investigador e professor que se dedicou, desde meados dos anos 80, a uma intensa pesquisa das matérias em causa", e reafirmando o seu "profundo e sentido respeito por Oscar Niemeyer", com quem conviveu pessoalmente diversas vezes, Oliveira Santos aponta: "Numa das perguntas, a entrevistadora interroga: 'Por que razão não fez nunca nenhum trabalho em Portugal?' Ao que Niemeyer responde: 'Eu não procuro trabalho, eu atendo os pedidos que me fazem'. De seguida, a entrevistadora questiona: 'Mas nunca recebeu um convite para fazer um projecto em Portugal?' E o arquitecto responde: 'Têm arquitectos tão bons, têm o Siza, não há razão de me chamarem'".


Niemeyer convidado três vezes Oliveira Santos afirma que Oscar Niemeyer foi comprovadamente convidado pelo menos por três vezes para conceber obras para Portugal, e por três vezes as concebeu. "As pessoas que o convidaram aí estão ainda vivas e os documentos dos seus projectos existem e podem ser consultados publicamente. Foi-o em 1965, pela empresária Fernanda Pires da Silva para o projecto do Plano de Urbanização da Pena Furada, no Algarve. Foi-o em 1991, pela Fundação Luso-Brasileira para a sua sede. Ambos os projectos estão devidamente publicados, nomeadamente no livro 'Oscar Niemeyer 2001', catálogo da exposição organizada pelo ISCTE nesse ano, em Lisboa. Nenhum desses projectos foi ainda construído, mas permanecem diligências para a sua concretização em obra.


O terceiro projecto de Niemeyer para Portugal é de 1966 e foi resultado do convite da família Barreto para que o arquitecto concebesse um conjunto de hotel, casino e centro de congressos no Funchal. É sobre este projecto, outra das perguntas da entrevistadora: "O que diz sobre o único projecto seu em Portugal, nomeadamente o Casino do Funchal, na Madeira?" E a resposta publicada de Niemeyer é esta: "Aquele projecto não é meu. Eu fiz o projecto a uma escala pequena e o arquitecto português desenvolveu. E ele mudou algumas coisas. De modo que não considero um projecto meu. A aprovação de algumas coisas, ele mudou. Porque todo o arquitecto pensa de maneira diferente. Ele era um arquitecto muito bom, que se chama Viana de Lima, por isso o projecto da Madeira é muito mais dele do que meu". Carlos Oliveira Santos sustenta que, "tal como aconteceu nas duas outras perguntas, só a total ignorância da referida entrevistadora permite que apareça deste modo a resposta de Niemeyer, numa interpretação falsa da realidade e numa ofensa à memória do arquitecto Viana de Lima e das outras pessoas envolvidas. O convite a Niemeyer para este projecto, realizado em 1966, em pleno salazarismo, representou um acto de coragem e de dimensão que merecem, ainda hoje, todo o respeito e agradecimento. Niemeyer era um comunista exilado em Paris e os Barreto não hesitaram em convidá-lo e em acolher com empenho o seu projecto, cujo manuscrito existe e pode ser claramente consultado (...)", quer no 'hall' do próprio hotel quer no livro de Oliveira Santos. Para a sua concretização, acrescenta, foi o próprio Niemeyer que indicou um amigo, o arquitecto Viana de Lima, "uma grande personalidade da arquitectura portuguesa e pessoa de uma dignidade e de uma seriedade notáveis".


O autor da carta de protesto sublinha que "os honorários do arquitecto brasileiro, a delegação que Niemeyer fez em Viana de Lima, os contactos entre ambos sobre a obra, tanto nos anos iniciais da concretização do projecto como já numa fase muito adiantada da construção, em 1973, estão claramente expressos em documentos escritos e assinados pelo próprio Niemeyer". O que Viana de Lima fez foi "abraçar esforçadamente o projecto do amigo. Tudo fazer para o concretizar. Ele não mudou o projecto inicial, ele concretizou-o (...) O que está no Funchal é um Niemeyer, o da essência do seu projecto inicial (...) É isto que historicamente se pode dizer com toda a segurança e verdade. O que se escreve no 'Expresso', o de que "afinal" o projecto "não é da autoria" de Niemeyer, não passa de uma falsidade e de uma total ignorância". "ofenSa" e "ingratidão"Carlos Oliveira Santos frisa que o projecto da Madeira está incluído em importantes estudos sobre a obra do arquitecto brasileiro (como os de Gilbert Luigi, de Josep Ma. Botey ou de David Underwood), como no próprio livro de Niemeyer, 'Meu Sósia e Eu'. Faz questão de enfatizar que Viana de Lima sempre respeitou Niemeyer e era seu amigo, e garante: "(...) tanto a mim, em conversa gravada que transcrevo no meu livro, como na entrevista concedida, em 2001, a Cláudia Galhós, publicada no site NetParque (...) quando ela interroga Niemeyer expressamente sobre se ele sentiu que Viana de Lima executou o que o arquitecto brasileiro tinha imaginado nos seus desenhos, a resposta é clara: "Ele seguiu a minha orientação inicial, mas fez muito bem. Foi muito bom".


http://cortardadireita.blogspot.com/
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Old December 6th, 2010, 08:07 PM   #125
Miguel Portela
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Por acaso criar uma Sin City em Portugal era altamente. Em Beja têm o aeroporto era liberalizar a construção dentro de uma determinada area criar salas de espectáculo e cinemas. Criar um festival de Cinema tudo em Beja era muito bom . De certesa que havia muita gente interessada dava para atrair muito dinheiro para o país.
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Old December 6th, 2010, 08:18 PM   #126
Lino
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Poderiam aproveitar Vilamoura para isso, já que há há casino, hotéis, marina, resorts, praia não muito longe...
Quanto ao Niemayer... ele já deve estar um pouco esquecido
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Old December 6th, 2010, 08:54 PM   #127
Miguel Portela
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Poderiam aproveitar Vilamoura para isso, já que há há casino, hotéis, marina, resorts, praia não muito longe...
Quanto ao Niemayer... ele já deve estar um pouco esquecido
Mas o Algarve já tem muito turismo isto era para criar um novo polo turistico. Que não ia contra o polo algarvio até se completavam
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Old December 7th, 2010, 08:00 PM   #128
AZT2009
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O casino de Troia abre durante a passagem do ano para o ano emprendimento de Troia deve estar concluido 6 anos e Troia mudou completamente do dia para a noite.

Em Portugal não se podem abrir casinos muito proximos uns dos outro pois não?
AZT2009 no está en línea   Reply With Quote
Old December 7th, 2010, 08:37 PM   #129
AZT2009
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Casino Setubalense

História de uma casa que já viu melhores dias


Construído no princípio do século XX, o Casino Setubalense foi, nos seus tempos de glória, uma das melhores casas de espectáculo da cidade, que, infelizmente acabou por cair na década de oitenta, com uma programação que em nada a dignificava.

Inaugurado a 7 de Março de 1908, mas ainda meio inacabado, o Casino Setubalense começou por abrir portas para a rua dos Marmelinhos, actual rua António Maria Eusébio. Até Maio, foram terminadas as pinturas, colocada uma máquina cinematográfica e realizaram-se modificações na plateia, sendo que a entrada passou a realizar-se pela avenida Luísa Todi.

A capacidade da sala oscilava entre os 700 e os 800 lugares e, de acordo com Maria da Conceição Quintas, na “Monografia da Freguesia de S. Julião, “em Julho esta era já a casa mais frequentada da cidade”.

A quantidade e diversidade da programação era uma das características desta casa, por onde passaram orquestras, artistas circenses, concursos de luta greco-romana, espectáculos de hipnotismo e ilusionismo, além claro de um conjunto de filmes, primeiro mudos, e depois falados, já nos anos 30.

Durante toda a sua vida foi tendo diversos arrendatários e modificações que o tornaram mais confortável e moderno. Conta a autora, especialista em história moderna e contemporânea que, em Outubro de 1910 o Casino fechou para pequenas remodelações, tendo sido efectuadas obras no bufete e sala de fumo, repintura e abriram-se três grandes portas para a rua dos marmelinhos.

A sala vai entretanto decaindo e acaba por fechar nos anos 20, só reabrindo em 1933, por iniciativa do União Futebol Comércio e Indústria, que aí realizou bailes bastante concorridos com 1500 a duas mil pessoas por noite. Meses mais tarde retoma a sua actividade cinematográfica, tendo como proprietário José Manuel Barafusa.

Em 1936 o cinema fechou para alguns melhoramentos, mas “nunca foi feita uma profunda remodelação e progressivamente foi ficando velho e desconfortável”, relata Maria da Conceição Quintas.

Nos anos 70, os “Trinitá”, as artes marciais e os filmes pornográficos passaram a ser o prato do dia nesta sala, que acabou por morrer na década seguinte. No passado mais recente, foi identificado um caso de venda fraudulenta do imóvel.

Antes



Actaulamente é assim



Isto é do tempo em que a cidade era um 1/2 do que é hoje em dia.
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Old December 8th, 2010, 05:09 PM   #130
pedrodepinto
Feliz 2013 :D!
 
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Bom artigo !
Realmente, é pena saber a que estado chega o nosso património...
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GRANDES REPORTAGENS:
* Roteiros por Portugal: Dão-Lafões (2007) | Madeira (2009)
* Metropolitano de Lisboa: Baixa/Chiado - Santa Apolónia (2007) | Alameda - São Sebastião (2009) | Oriente - Aeroporto (2012)

pedrodepinto no está en línea   Reply With Quote


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