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Norte Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins



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Old June 9th, 2011, 06:57 PM   #201
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Rua Guilherme Moreira - Anos 50





Rua Guilherme Moreira - 2010





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Old June 9th, 2011, 07:15 PM   #202
jordanbrando
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Vista aérea de Manaus em 1973





Ver-se o prédio do BASA, e o ed. Manaus Shopping Center em construção, atualmente no espaço que era o BASA está a loja de departamentos C&A

http://4.bp.blogspot.com/_ZJFclF6QWf.../Postal+68.jpg
Nossa como Essa parte do centra era linda heim, e eu não imaginava que aqueles edificios altos do centro fossem da decada de 70, imagina se não fosse o maldito PD, percebe-se que hoje Manaus teriam os edifícios mais altos do Brasil!
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Old June 9th, 2011, 07:18 PM   #203
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Teatro Amazonas - 1968



*a fotografia faz parte da edição especial Retrato do Brasil, da Revista Manchete, de 1968.


http://diariodadonagorda.wordpress.c...-braga-farias/
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Old June 9th, 2011, 07:32 PM   #204
jordanbrando
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Muito legal mesmo a história da nossa cidade!
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Old June 9th, 2011, 07:36 PM   #205
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Porto de Manaus 1975



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Old June 11th, 2011, 07:42 AM   #206
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Orla da Ponta Negra em outubro de 1986





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Old June 11th, 2011, 07:54 AM   #207
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Teatro Amazonas -




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Old June 11th, 2011, 12:32 PM   #208
jordanbrando
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Orla da Ponta Negra em outubro de 1986





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A Ponta Negra já era bonita na década de 80!
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Old June 15th, 2011, 06:48 PM   #209
Grande Manaus
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A Ponta Negra era bem diferente mesmo
ótimo registro ManausASB
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Manaus a Metrópole da Amazônia
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Old June 29th, 2011, 05:06 AM   #210
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Tabuleiro da Baiana

Em Manaus (e outras cidades), era a nomenclatura popular ou apelido dado ao abrigo de passageiros de bondes, depois de ônibus, construído pela prefeitura em 1940, na gestão de Antonio Maia. O desaparecimento deste ocorreu com a expansão promovida pelo prefeito Jorge Teixeira, em 1975.





O primeiro Tabuleiro da baiana foi edificado na praça Osvaldo Cruz, hoje desaparecida, situada ao lado dos armazéns do porto de Manaus. Para melhor situar os novos manauenses: trata-se do espaço, na continuação do terminal de ônibus central, onde se guardam carros e Manaus aguarda a restauração dos casarões comerciais em ruína.

O abrigo era uma construção em concreto de forma oblonga, em cujas extremidades se encontravam serviços de fornecimento de café e refrigerante, ou seja, lanchonetes no linguajar atual.
O segundo Tabuleiro foi levantado na av. Eduardo Ribeiro, entre o Relógio municipal e o obelisco comemorativo da elevação de cidade de Manaus (ambos resistindo à “invasão bárbara”).

Para ampliar o conhecimento sobre este serviço, transcrevo a crônica de Dejard Mendonça (não somos parentes), publicada em A Crítica, 3 de julho de 1956. Lamento apenas que o jornalista não tenha melhor identificado o arrendatário do imóvel.

Em 1940, quando prefeito de Manaus, Antonio Maia tomou a deliberação de construir, ali na praça Osvaldo Cruz, um abrigo para o povo. Homem objetivo, não pensou para fantasiar e sim para chegar ao sentido prático. Chamou seus engenheiros, traçou seus planos, acertou o seu projeto dentro de um orçamento refletidamente calculado e mãos às obras.

Mal deu inicio ao trabalho, surgiram os críticos, os engenheiros sem diploma e sem matemática, os derrotistas e despeitados. Mas enquanto eles gritavam a marcha do trabalho continuava.

Finalmente, a 27 de junho de 1940, inaugurava-se um bem construído refúgio para o povo se livrar da canícula ou da chuva. Fomos os únicos a defender, nessa época, o jovem administrador, e o fizemos em artigo com o título acima.

Tempos depois víamos, ali, desmentindo-se a si mesmos os críticos e barulhentos da véspera abrigando-se do sol, aguardando, com mais comodidade, transporte para os seus lares.

Agora o tradicional Tabuleiro da baiana, esta sendo reformado. Há um novo contratante, senhor Kucilof. Este senhor convidou-me para ir ver, de perto, aas remodelações por ele impostas ao elegante e confortável abrigo da Osvaldo Cruz, por ele arrendado depois de uma justa vitoria na batalha da concorrência junto à municipalidade.

Um sistema de instalação elétrica dos mais modernos, pintura tanto interna quanto externa das mais impressionantes e ajustadas na combinação de cores, enfim, um trabalho de quem quer, com vontade de empregar capital, servir bem à nossa sociedade.

Amanhã, segundo me revelou o jovem industrial, será feita a inauguração com variados ramos de negócios, como sejam: serviços de bar, café, refrigerantes e outros da necessidade alimentar para o povo. O senhor Kucilof já empregou na restauração do Tabuleiro, para mais de quarenta mil cruzeiros, demonstrando assim a sua colaboração com os poderes públicos, procurando dar mais vida e mais atração ao nosso urbanismo.

Aqui, portanto, a minha ligeira opinião a respeito do proveitoso trabalho do senhor Kucilof como arrendatário do nosso Tabuleiro da baiana!


http://catadordepapeis.blogspot.com/...da-baiana.html
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Old July 20th, 2011, 04:42 PM   #211
Metropolitano Manaus
Destruindo argumentos
 
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Orla da Ponta Negra em outubro de 1986





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Gostei da imagem da Ponta negra
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Old August 2nd, 2011, 02:58 PM   #212
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Acidentes de aviação em Manaus

Há 40 anos aconteceram dois acidentes de aviação em Manaus. Ambos no Aeroporto de Ponta Pelada, hoje Base Aérea de Manaus.

Em 22 de abril, acidentou-se e foi tomado pelo fogo o avião C118–2414, tipo DC6, em viagem do Correio Aéreo Nacional para o Galeão. Morreram no desastre 16 pessoas, entre elas, “duas crianças de colo e dois menores” e escaparam ilesos os sete tripulantes e 62 passageiros.
O incêndio aconteceu após a aeronave retornar à pista a fim de reparar a “trepidação em um dos motores”. Apesar de socorrida prontamente pelas três viaturas (recém-adquiridas na Alemanha e, portanto, estreando) da seção de contra incêndio da Base Aérea, pouco pode ser realizado.

Diante da evolução do fogo os Bombeiros de Manaus foram acionados. Aquartelados na avenida Sete de Setembro, logo chegaram ao Ponta Pelada, mas também estes pouco realizaram. Senão recolher os mortos.
A quantidade de comburente ameaçava o resgate e, por isso, o fogo deixou o enorme avião “reduzido a cinzas”. O cadáver de uma criança comoveu duramente o habituado major Nicanor Gomes, comandante do então Corpo de Bombeiros de Manaus.

A descrição deste fato foi retirada do Jornal do Commercio, de 23 abr. 1971.



Foto do avião acidentado, do Jornal do Commercio, 27 jul. 1971


O segundo acidente sucedeu com o Boeing 727 de prefixo PP-CPG, pertencente a SA Cruzeiro do Sul, que foi adquirida pela Varig. O avião, que efetuava o vôo 406, procedente do Rio de Janeiro com escala em Brasília (DF), sofreu um principio de incêndio ao efetuar o pouso.

Eram 19h e o Aeroporto de Ponta Pelada acolhia respeitável número de pessoas, aguardando os passageiros. Para recepcionar o general Álvaro Cardoso, comandante do CMA e 12.ª RM, passageiro do Boeing, encontravam-se no saguão o governador do Estado, coronel João Walter, o vice-governador, Deoclides de Carvalho Leal, oficiais das Forças Armadas e outras autoridades.

Quando o avião alcançou a pista, ouviu-se um forte estouro e viu-se o fogo tomando a parte traseira do Boeing. O fato causou nos presentes momentos de expectativa e emoções. Mas, o avião deslocou sem muitos problemas pela pista até ser alcançado pelas quatro viaturas de bombeiros da Aeronáutica.
Havia a bordo 80 passageiros, que foram socorridos sem problemas. Apenas a “asa direita” da aeronave ficou parcialmente danificada. O aeroporto ficou interditado, pois o avião da Cruzeiro “encontra-se no meio da pista”.


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Old August 2nd, 2011, 03:03 PM   #213
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Publicado em A Crítica, Ronda dos Fatos, 20 dez. 1957

Lá pelas nove horas da manhã lavada pela chuva, pela última chuva que se despencou sobre os telhados de nossas casas, apanhei o ônibus que faz a linha Joaquim Nabuco-João Coelho.
Àquela hora os ônibus já trafegam relativamente vazios. Em geral, seus passageiros são alguns retardatários de volta do mercado, caracterizando-se pelas bolsas quase vazias. É também a hora em que as donas de casa, quase sempre acompanhadas de seus filhos pequenos que ainda não vão para a escola, vão fazer suas compras.



Os ônibus têm o mesmo destino de todos os transportes coletivos. Dentro deles se reúnem e confraternizam, no espaço curto de uns cinco a dez minutos, os mais variados tipos humanos. Todos sofrem os solavancos, todos caem, ao mesmo tempo, nos mesmos buracos. Suportamos os outros não só moralmente como queria São Paulo mas, também, fisicamente tantos e tais são os empurrões que levamos.

Entramos, sem querer, através da conversa indiscreta de alguns, na vida íntima e nos íntimos problemas de famílias das quais nunca chegáramos a suspeitar a existência. Discute-se política. O governo é defendido e atacado. Chega-se mesmo a fazer amigos. Namora-se. Briga-se. Come-se. Isso tudo na rapidez de uns dez minutos. O ônibus nos proporciona, pois, um retrato ou miniatura muito vivo da existência e mais do que certos outros transportes coletivos devido a certas características que lhe são peculiares.

Diferencia-se do ônibus, por exemplo, o bonde.
O bonde não está sujeito às mesmas condições do ônibus. Não cai em buracos, não dá solavancos que sugerem encontros (a vida, para Machado de Assis, era uma série de cachações), não possuem a mesma rapidez. Além disso, o trajeto do bonde é muito lógico. Montado sobre trilhos, o bonde seguirá, indefectivelmente, pachorrentamente, o seu itinerário. Os desvios existentes na trajetória de um bonde já estão todos previstos.

O mesmo não sucede com o ônibus. Este conhece o mistério dos caminhos inesperados. A mim já aconteceu de me surpreender viajando por ruas inteiramente fora do rotineiro trajeto. Os ônibus, como os pássaros e os homens, são capazes de inventar suas rotas. Não se atrapalham como os bondes. Se uma rua está impedida por algum conserto, por algum comício ou por alguma procissão, o ônibus inventa um caminho novo.

Essa é a grande diferença que existe entre o bonde e o ônibus e a grande semelhança que há entre ele e esse imenso transporte coletivo no qual todos viajamos e ao qual chamamos vida: a ilogicidade.

Há outra, uma segunda grande semelhança: é a comunidade humana.
O ônibus cria, mais do que qualquer outro transporte coletivo, em tão pouco tempo, um clima psicológico próprio para o estabelecimento das relações humanas. No avião encontramos, talvez, um rival do ônibus nesse aspecto de relacionar pessoas num mínimo de tempo.

Acontece, porém, que as relações nascidas no avião são meras evasivas sugeridas, geralmente, pelo medo. A condição de insegurança que todos vivemos, no bojo de um avião, a sensação de estar caindo a qualquer instante, faz com que nos agarremos aos outros senão fisicamente, pelo menos, com as palavras. A conversa no avião é sempre um meio de esquecer o medo.




Publicado em A Crítica, Manaus, 1957


Isto não acontece no ônibus. Sem falarmos nas loucuras praticadas algumas vezes pelos choferes, o ônibus não nos faz sentir esta insegurança. Rodando sobre o chão duro e sólido, o ônibus nos comunica a estabilidade de suas quatro ou oito rodas. As relações humanas, pois, nascidas no ônibus são espontâneas e, não raras vezes, insinuadas pelos acontecimentos observados dentro dele.

O cachorro é um dos animais, se pudéssemos dizer assim, mais humanos. Onde há um cachorro, há um homem. Às vezes mesmo ele prepara a chegada do homem. Se se encontrar um cachorro sozinho só há três saídas: ou existiu um homem por ali, ou existe, ou existirá,
como no caso da estratosfera.
Mas o cachorro é quase concomitante ao homem. E mesmo que não se veja um homem, o cachorro humaniza qualquer local, qualquer paisagem por mais deserta e árida que seja.

Há muito tempo, quando se discutia no Brasil, com unhas e dentes, o caso Pampulha, e se dizia besteira a torto e a direito, uma das mais tolas objeções que já ouvi em toda a minha vida, dita, aliás, por gente importante, foi contra o cachorro que Portinari pintou aos pés de São Francisco no seu belíssimo mural lá existente.

Não sei porque, eu, ao contrário, mesmo sem entender muito bem Portinari, sempre achei que o cachorro aos pés de São Francisco humanizava, tornava real, poetizava a composição quase onírica de Portinari.
Pois bem. Olhem que eu até que viajo de ônibus. Mas nunca tinha visto uma coisa assim apesar de minhas idéias acima expostas em torno deste transporte coletivo.

Naquela manhã lavada de chuva, com um vento friozinho que até parecia o ar-condicionado do [cine] Odeon quando está funcionando, ao apanhar o ônibus, deparei com um cachorrinho dentro do ônibus. Não era um cachorro burguês desses que andam nos colos de suas donas e pagam passagem.
Não. Era um vira-lata. Ia com sua dona que voltava do mercado com uma bolsa vazia e com a filhinha no colo. Um cachorro furão. De carona. O cobrador quis botá-lo pra fora, mas não botou. O cachorro virou passageiro.

E o ônibus se humanizou completamente.


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Old August 2nd, 2011, 03:05 PM   #214
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Caso Delmo: o crime mais famoso de Manaus

O jovem Delmo Pereira promoveu em 1952, na pacata cidade de Manaus, com sua atitude marginal e, na sequencia, por seu brutal assassinato, verdadeira agitação. O crime em si já despertou emoções, mas o julgamento dos “choferes de praça”, os matadores, expandiu o rebuliço na capital.

Apenas para ilustrar: no ano seguinte, os colegas do colégio promoveram vasta manifestação ao “mártir” Delmo Pereira (veja ilustração).



O Jornal, Manaus, 31 jan. 1953

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Old August 2nd, 2011, 03:12 PM   #215
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Anos 60 - Reivindicações do Amazonas

o governador Mestrinho preparou um longo memorial, com as Reivindicações do Amazonas. Não somente destacou as dificuldades do Estado, mas indicou recursos em especial financeiros para a saída. Listou diversos aspectos, da educação, da moradia para acudir os moradores da Cidade Flutuante; da energia elétrica; dos hospitais e outros.


Usina da CEM em construção no bairro de Aparecida, Manaus

Destacarei aqui a questão da energia elétrica, quase definida com a construção da usina no bairro de Aparecida. Eufórico, Mestrinho assegurava que “com a conclusão das obras da Companhia de Eletricidade de Manaus (CEM), programadas ainda para o corrente ano, a capital amazonense terá totalmente resolvido o seu problema energético”.

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Old August 2nd, 2011, 03:18 PM   #216
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Crimes que abalaram Manaus

Tenho sido instado pelo acadêmico Cláudio Chaves a realizar uma pesquisa sobre crimes que abalaram Manaus. Ele próprio me lembrou alguns, e destes, detalhes preciosos.

Para facilitar a elaboração do trabalho, relacionamos os dez mais. Vou aqui recordar três deles, em ordem cronológica: o “suicídio” de Eduardo Ribeiro (1900); a morte da “santa” Etelvina (1901) e o caso Delmo Pereira (1952).

Apesar do primeiro não estar arrolado como crime, o desaparecimento do respeitado político segue um mistério, apontando para certo mandante.
O caso Delmo Pereira tem hoje um novo capítulo escrito, com o lançamento do livro de Durango Duarte.

Sobre a “santa” Etelvina, reproduzo um trabalho do historiador Júlio Uchoa (da Associação Amazonense de Imprensa), divulgado no Jornal do Commercio, de 15 jan. 1956, em sua coluna Homens, Coisas e Fatos.

Escrevemos, em 1947, algumas notas sobre Etelvina de Alencar, jovem nordestina de 17 anos de idade, sacrificada às mãos de um conterrâneo seu, o qual se deixara dominar por estranha e mórbida paixão. Isso em princípio de 1901.

Descreveu o doloroso acontecimento, de extraordinária repercussão em todo o País, um inspirado bardo popular que enfeixou, em um folheto, sua magnífica produção. Muitos anos volvidos após sua divulgação, caiu sob nossas vistas um exemplar desse livrinho.

E, foi assim que ao historiador forneceu o poeta os elementos indispensáveis à elaboração do citado trabalho, conservando aquele, desta feita, como da vez anterior, o mesmo sentido trágico e humano dado por este à sua impressionante narrativa.

Filha de Cosme José de Alencar e Antonia Rosalina de Alencar, Etelvina nasceu em Boa Vista do Icó (CE), em 1884, vindo para Manaus em companhia de sua genitora, já então viúva, e de três irmãs, sendo uma destas casada. Desta capital se transportou a família à Colônia “Campos Sales”, inaugurada dois anos antes, onde se ia dedicar aos labores agrícolas.

Na colônia, Etelvina veio a conhecer o colono de nome José que logo a primeira vista por ela se apaixonou, seguindo-se o ajuste de casamento. Cedo, porém, a desilusão: a jovem fez saber a José [que] não mais desejava casar–se com ele, desfazendo-se, deste modo, os compromissos assumidos anteriormente.

Grande abalo produziu no espírito de José o rompimento do noivado. Meio pequeno, constituído como que de uma família, a notícia provocou sensação. Houve mesmo quem afirmasse que Etelvina possuía três namorados: Antonio, Estevam e Henrique. Tudo isso ouvira José e dando crédito às intrigas que lhe contavam, jurou vingar-se, não só da ex-namorada, mas, igualmente, dos três rapazes que imaginava causadores de sua infelicidade. E tudo planejou, fria e demoradamente.

Veio à cidade, onde adquiriu um rifle e farta munição. Mataria a todos, dissera ele a amigos. Estávamos em março de 1901.


E, assim, aconteceu. Mal entrava na área da colônia, alveja a tiros a Estevam, que descuidado não esperava a agressão; ao primeiro disparo ele corre, procurando se desvincilhar do assassino; um segundo tiro, porém, prostou-o sem vida. Mais adiante, estava Henrique, com quem José trava violenta luta corporal; subjugado o adversário, abateu-o a tiro. Um pobre caboclo, que dormia à sombra de uma árvore próximo à casa da administração, é a terceira vítima da fúria sanguinária do celerado.

Cometidos os três crimes, José se dirige à residência de Etelvina, e, valendo-se do coice do rifle pôs abaixo a porta da casa. Nessa ocasião, aparece-lhe Versoli, administrador da colônia, que procura interceptar a entrada d o criminoso, sendo morto, por este.
Suspeitando das intenções do bandido, a moça tenta fugir, no que é obstada por ele, que conseguiu alcançá-la e “quase nua, pés descalços, em camisão” (diz o poeta), a desventurada Etelvina é arrastada para a densa floresta que se estendia às proximidades da casa.

Infrutíferas foram as buscas nos primeiros dias. E, somente a 8 de março, é encontrado o local em que se consumara o derradeiro ato do imenso drama, misto de amor e ódio. Os urubus, em grupos simétricos, voejavam alto, sinal evidente de que lauto fora o repasto. E, ali, o quadro pungente que a todos estarreceu: duas caveiras se defrontavam, numa evocação sinistra dos últimos instantes, de pavor e de alucinação, que viveram aquelas duas criaturas. O rifle, entre os dois esqueletos, explicava a cena final: José matara a infeliz Etelvina, suicidando-se, a seguir.

Repousam os restos mortais de Etelvina de Alencar, ou “santa Etelvina”, como é por todos reverenciada, no cemitério de São João, em sepultura perpetuada por lei municipal n.º 233, de 30 de agosto de 1901, à sombra do jazigo que o Povo Amazonense ergueu à sua memória.
E, desde antão as visitas ao seu túmulo se sucedem, ininterruptamente, durante o dia: são os devotos da meiga “santinha” que ali vão levar suas oblatas, ou acender um círio votivo pelo atendimento às suas súplicas e orações...



Capela e cruzeiro do cemitério


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Daí a origem do nome "Bairro Santa Etelvina''
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PROGRAMA NOSSO ENCONTRO - BABY RIZZATO



Nosso Encontro é um programa de televisão brasileiro apresentado desde 13 de agosto de 1972 por Baby Rizzato, que vai ao ar todas os sábados às 10h30 depois do Hoje em Dia na Record / Manaus.

O nome do programa originou-se do primeiro encontro entre Baby Rizzato e Heron Rizzato, o primeiro produtor do programa, e ex-marido de Baby Rizzato. O Nosso Encontro mereceu a atenção especial de homens ilustres como José Airton Pinheiro e Umberto Calderaro Filho, principais idealizadores apoiadores para o crescimento do programa.

O programa foi tão concebido que ao longo de três décadas e meia resistiu a três expressivas mudanças na televisão amazonense. A primeira foi dos “Diários Associados” para “TV Baré”; a segunda da “TV Baré” para “TV A Crítica/SBT” e a terceira da “TV A Crítica/SBT” para “TV A Crítica/Record”.

Música, moda, culinária, entrevistas sem censura e cartas marcadas, praticando um jornalismo sem mordaça, e discussões sobre assuntos polêmicos da semana continuam sendo os principais atrativos do programa.

Há 38 anos no ar, o programa é apresentado ao vivo nas manhãs de sábado, comunicando-se com um público que foi conquistado através do tempo. É assistido pelos que gostam e também pelos que não gostam. Sempre foi assim.

O Nosso Encontro foi o primeiro programa local em formato de revista eletrônica, assim como o primeiro a ser exibido em cores. É também o que mais tempo permanece no ar, ou seja o mais antigo da televisão amazonense. Com duração de uma hora e meia, ele é transmitido pela TV A Crítica, um dos braços do império da Rede Calderaro de Comunicação , que possui ainda o jornal de maior circulação do Estado, e algumas emissoras de rádio.

Apresentadora

Baby Rizzato iniciou na televisão após um convite de Sadie Hauche para apresentar na TV Ajuricaba o Baile das Debutantes, em outubro de 1969. O sucesso da apresentação televisiva das debutantes foi tão grande que o jornalista Phelippe Daou (atual dono da TV Amazonas, afiliada da Rede Globo) resolveu “vendê-la” como apresentadora de um programa à TV Ajuricaba.

Em 1970, Baby passou a apresentar um, programa na televisão Ajuricaba. O nome era o mesmo da coluna que tivera em O Jornal: Sempre às Quintas. Em forma de revista, o programa durava apenas 15 minutos no horário comprado pela Amazonas Publicidade, do jornalista Phelippe Daou.

Ao vivo, Baby apresentava moda, desfiles de manequins e algumas notas de sociedade. Imagens, só o que se podia fazer dentro do estúdio, pois não havia condições de cenas externas. Com imaginação e criatividade, sempre inovava e lançava modas, como certo dia em que se apresentou com um enorme anel no dedão do pé. Túnicas indianas coloridas e calças justas o tempero jovem ao estilo famosa Carnaby Street de Londres, a meca dos hippies de butique.

Quadros
• A Velha Surda – interpretada pelo ator Mário Jorge Bittencourt, fazia as criticas que a apresentadora preferia não assumir diretamente.
• Prêmio a Chave do Sucesso – o prêmio era dado às personalidades da cidade. Os homenageados eram escolhidos pelos Radialistas.
• O Círculo das Luminosas - O quadro foi introdizido no Nosso Encontro em 1974, criado pelo produtor da época, Mário Jorge Bittencourt, que acrescentava a sua veia humorística de ator caricato a um outro quadro do programa, encarnado a personagem “Velha Surda”, que fazia críticas que a apresentadora preferia não assumir diretamente.

A produção do programa tinha nomes escolhidos para o quadro que contava com as luminosas fixas (que nunca recusavam um convite para participar do programa), e as avulsas, que eram convidadas em ocasioes em que tivessem mais familiariedadecom o tema entrevista. Dele participaram, em vários momentos, mulheres que ainda hoje estão em evidência, como Lourdes Buzaglo, Rosaline Pinheiro Muelas, Cacilda Barbosa e a juíza Lúcia Tereza Assayag. Participaram como luminosas, além das citadas, Justina Lebre da Silva, Inês Maria Lyra Benzecry, Myrza Theodoro, Henriette Cordeiro Oliveira, Ana Maria Silva e Giese Cardoso.

• Prêmio Nosso Encontro – Em 2002, na comemoração do aniversário do programa de 30 anos do programa, a TV A Crítica instituiu o “Prêmio Nosso Encontro”, com o qual foram agraciadas pessoas ilustres da sociedade, políticos e gente do ramo das comunicações, em uma grande apresentação no palco do Teatro Amazonas.
• Abrindo o Armário - A apresentadora descobri o que a as socialites guardam dentro dos seus guarda-roupas e closets
• Saindo do Estúdio - Baby visita pontos da cidade, eventos e entrevista cidadãos comuns da sociedade.
• Etiqueta Social - Espaço onde o comportamento das pessoas é avaliado por um especialista no estúdio para ajudar com as dicas de etiqueta.

Moda, culinária, atrações artísticas, entrevistas, agenda, realize o seu sonho, sorteio de brindes – são alguns quadros que compõem no programa atual.

Os produtores

Heron Rizzato, Álvaro Braga, Mário Adolfo, Fábio Marques, Herman Marinho, Alberto Jorge, Cauby Cerquinho, Alexandre Prata, Kid Mahall.

O programa “Nosso Encontro”, não se trata apenas de mais um programa da TV Amazonense e sim o retrato de um povo. Os idealizadores e incentivadores iniciais deram uma grande contribuição, os produtores e diretores do programa que se seguiram, não são menos importantes. Cada um deles, com as suas vertentes de comunicação explícitas e o desempenho de Baby, conseguiram dar ao “Nosso Encontro” as condições de acompanhar a evolução da televisão ao longo dos anos.

No início, o publicitário Heron Rizzato acumulava a função de apresentador, em parceria com Baby e a de produtor. Nesse período surge Mário Jorge Bittencourt, ator e estilista, para compor a primeira equipe de produção do programa. Com a saída de Mário Jorge surge o teatrólogo Álvaro Braga, que se dispôs a ser o produtor, trazendo o consigo o assistente e também ator Fábio Marques.

Com a morte Álvaro Braga, Mário Adolfo (jornalista), assume a produção do programa a convite de Baby Rizzato. O programa continuava com um trio de produtores; entre tantas modificações feitas por Mário, a primeira delas foi substituir o prefixo musical de abertura do programa que era “BABY”, de Arthuzinho, gravada pelo cantor Marcus Piter, por “BABY” de Caetano Veloso; uma outra de tamanha repercussão foi acabar como quadro “Circulo das Luminosas”. Mário atuou como produtor até 1987.

O jornalista Herman Marinho substituiu o Mário Adolfo, na produção do Nosso Encontro, e que ainda mantinha-se o trio de produção. Depois vieram Alberto Jorge e Caubi Cerquinho como produtores e Alexandre Prata como assistente de produção.

Atual Produtor

Jornalista Kid Mahall trabalha na direção do “Nosso Encontro” da TV A Crítica desde 1992
No final da década de 80 havia na TV A Crítica um programa de enorme audiência chamado ‘Alô Manaus’. Era um jornalístico da pesada mesmo, onde os debates, as denúncias e as mazelas da cidade rolavam com enorme seriedade, entre jornalistas brilhantes, como Paulo França, Fernando Collyer, Humberto Gomes e outros. O ‘Alô’ tinha a direção do carioca Ozéas Monteiro e produção do Alberto Jorge. Um dia, Baby Rizzato assistindo ao desenrolar do programa, ao vivo, ficou observando o trabalho do assistente de produção, um cara de teatro, estranhamente chamado Kid Mahall. Rizzato ficou ligada na movimentação e na esperteza de Kid, e imediatamente desejou levá-lo para o Nosso Encontro. Na época os produtores do programa eram Cauby Cerquinho e Alexandre Prata, o que significava ausência de verba para contrartação de mais alguém.

“Coincidentemente”, semanas depois, o Cerquinho assumiu o jornalismo da TV A Crítica, deixando o cargo de produtor em aberto. Era chegada a hora do Kid Mahall. Baby ao conversar com o Kid, notou a indecisão e o medo foi então obrigada a cutucar os brios do artista sacudindo no tranco o seu ego super. Foi batata! Mahall topou, e dias depois fazia a sua estréia no Nosso Encontro, começando ali a história, que já dura uma década. A dupla havia sido formada, Kid Mahall (produtor) e Alexandre Prata (assistente de produção) até 1995. Foi quando Alexandre saiu da equipe para se dedicar ao colunismo social. kid Mahall assumiu em 1992, a produção e direção do programa.

Kid foi o mais organizado e burocrático dos produtores, sempre com arquivos, agendas e fichas em dias. Dirige o programa com mãos de ferro, sem sorrisos e proibições a granel. O que tinha o Herman Marinho de doce e tranquilo, tinha o Mahall de marrudo e arrepiado.

Com Kid na direção do programa, tudo tem que ser para ontem, sem garagalhadas nem gracejos, da maneira mais profissional possível. O produtor e apresentadora Baby trombaram de frente no primeiro round, e em muitos outros, até atingirem o estágio em que estão hoje, chegando até se entenderem pelo olhar. Baby Rizzato define o produtor Kid Mahall dessa forma: para amá-lo há de entendê-lo. E para entendê-lo há de exercitar o lado paciente que possuímos lá no fundo, sempre escondido...”

Homenganens
Câmara Municipal de Manaus – Em comemoração aos 30 anos de TV
Tema da Escola de Samba A Grande Família, que contou a história da apresentadora na passarela do sambódromo no carnaval de 2003.
Pesquisa de audiência: áreas de atuação

O programa está entre os dez programas locais mais assistidos pelos telespectadores de Manaus; 86% dos telespectadores de Manaus assistem freqüentemente a programação da TV A Crítica; Durante a semana, 24% dos televisores ligados estão sintonizados na TV A Crítica. Aos domingos, são 33%; O sinal da TV A Crítica cobre Manaus e os quarenta principais municípios do interior do Amazonas. São três milhões de pessoas, ou mais... O sinal da TV A Crítica também pode ser sintonizado em qualquer parte do Brasil e da América do Sul por antenas parabólicas com receptor digital.


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