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Old September 29th, 2011, 07:48 PM   #1001
arthur.leao
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Atividade na indústria de SP cresce 0,8% em agosto, aponta Fiesp

SÃO PAULO - O Indicador de Nível de Atividade (INA), que mede o desempenho da indústria de transformação paulista, registrou alta de 0,8% entre agosto e o mês anterior, considerando os ajustes sazonais, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Sem considerar o ajuste sazonal, a atividade da indústria de transformação paulista apresentou alta de 6,1% no mês passado frente ao mês anterior. Na comparação com igual mês do ano passado, o INA subiu 3%. No intervalo entre janeiro e agosto deste ano, na comparação com igual período de 2010, o indicador acumula alta de 2,6%. Nos 12 meses encerrados em agosto, a expansão acumulada é de 3,1%.


O levantamento da Fiesp indicou ainda que o nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) da indústria de transformação paulista, com ajuste sazonal, se manteve em 82,6% em agosto, apresentando a mesma porcentagem em relação ao registrado em julho deste ano e agosto de 2010.

fonte: http://www.valor.com.br/5025/1026580...o-aponta-fiesp
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Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la.
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Old September 29th, 2011, 09:45 PM   #1002
Karabuy
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Brazil arms industry growth draws Boeing

SAO PAULO, Sept. 29 (UPI) -- Brazilian defense industry growth has prompted the Boeing Co., a U.S. company, to expand operations in the South American country.

Boeing has set sights on winning a multibillion-dollar order in Brazil's FX-2 competition which aims to replace the Brazilian air force's aging inventory of fighter aircraft with modern, multipurpose jets capable of performing under challenging conditions in overland and offshore defense duties.

Boeing Brazil, one of the fast expanding units of the Boeing Co. will be headed by former U.S. career diplomat Donna Hrinak as president in an appointment taking effect Oct. 14.

Hrinak will be based in a new Boeing office to be opened in Sao Paulo and will report to Boeing International President Shep Hill, who is also senior vice president of business development and strategy.

Boeing is expanding its presence in Brazil and one of the key aims of the new office in Brazil's business capital will be to strengthen the company's engagement with customers, industry and government stakeholders.

Analysts said Boeing's upgraded presence in Brazil will enable it to seek a greater participation in the South American country's defense regeneration program which already has seen aircraft manufacturer Embraer emerge as a major aircraft manufacturer on the international aviation market.

Embraer is looking into developing a capability to build aircraft that are larger than executive and medium-capacity passenger jets and is looking for new partners. There are plans also to build capacity for military aircraft developed in Brazil through technology transfers with major manufacturers in North America, Europe and East Asia.

"Brazil is one of the fastest growing economies in the world and represents for Boeing a large products and services market and a rich source of current and future collaborations in areas of technology, industry and finance," Hill said.

"Our decision to base a senior executive in-country is specifically focused on expanding our presence and furthering our mutually beneficial collaboration," he said. "Donna has the right combination of business, government, regional and local experience to lead Boeing in this important market."

Prior to her latest appointment, Hrinak worked for PepsiCo and Kraft Foods and before that served as U.S. ambassador to Brazil, Venezuela, Bolivia and the Dominican Republic and as U.S. deputy assistant secretary of state for Mexico and the Caribbean.

Boeing's relationship with Brazil dates to 1932 when it delivered 14 F4B-4 fighters to the Brazilian government. Boeing made its first commercial delivery to Brazil in 1960, a 707 for national carrier VARIG.

Boeing has headquarters in Chicago and employs more than 164,000 people in more than 67 countries

Read more: http://www.upi.com/Business_News/Sec...#ixzz1ZN9WlhGP
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Old September 30th, 2011, 01:09 AM   #1003
Slice Shot
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Wow, São paulo já tem a Embraer e agora virá a Boeing pra cá
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Old September 30th, 2011, 01:59 AM   #1004
Fischer
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Essa notícia da Boeing me faz lembrar de uma notícia de 2007, sim 2007 , quando saíram alguns boatos que a empresa estava querendo construir uma fábrica no interior de São Paulo, e que as cidades mais cotadas para receber o investimento de US$ 780 milhões eram as cidades de Gavião Peixoto, São Carlos, Campinas, Araraquara, Piracicaba ou Limeira, nunca mais ouvi nenhuma nota sobre o assunto.

http://forum.contatoradar.com.br/ind...ing-no-brasil/
http://www.jlmais.com/cidades2/4-cidades/65565.html

Last edited by Fischer; September 30th, 2011 at 02:07 AM.
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Old September 30th, 2011, 02:05 AM   #1005
Karabuy
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Essa notícia da Boeing me faz lembrar de uma notícia de 2007, sim 2007 , quando saíram alguns boatos que a empresa estava querendo construir uma fábrica no interior de São Paulo, e que as cidades mais cotadas para receber o investimento de US$ 780 milhões era as cidades de Gavião Peixoto, São Carlos, Campinas, Araraquara, Piracicaba ou Limeira, mas nunca mais ouvi nenhuma nota sobre o assunto.

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eu torço pra que agora de td certo.
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Old September 30th, 2011, 02:23 AM   #1006
EricoWilliams
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Essa notícia da Boeing me faz lembrar de uma notícia de 2007, sim 2007 , quando saíram alguns boatos que a empresa estava querendo construir uma fábrica no interior de São Paulo, e que as cidades mais cotadas para receber o investimento de US$ 780 milhões eram as cidades de Gavião Peixoto, São Carlos, Campinas, Araraquara, Piracicaba ou Limeira, nunca mais ouvi nenhuma nota sobre o assunto.

http://forum.contatoradar.com.br/ind...ing-no-brasil/
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Ouvi de fonte fidedigna que eles queria se instalar em Viracopos, só não vieram porque Campinas não tem água em abundancia pra tocar uma fabrica gigantesca.
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Old September 30th, 2011, 03:13 AM   #1007
marcoasantos
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Ouvi de fonte fidedigna que eles queria se instalar em Viracopos, só não vieram porque Campinas não tem água em abundancia pra tocar uma fabrica gigantesca.
Se precisam de agua em abundãncia, precisam pegar cidades que tenham áreas para que possam servir de bases de pouso e decolagem (aeroportos particulares), as margens do paranapanema, tietê ou paranázão. Ai num falta agua e tem espaço de sobra para o que quiserem fazer...
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SÃO PAULO SEMPRE AVANÇA, SEMPRE SÃO PAULO AVANÇA, SEM PARAR !
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Old September 30th, 2011, 04:10 AM   #1008
Hello_World
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Eu vou pedir pra eles virem pra minha cidade, só falta asfaltar o aeroporto e ele fica à beira de uma represa.







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Old September 30th, 2011, 11:21 PM   #1009
EricoWilliams
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Se precisam de agua em abundãncia, precisam pegar cidades que tenham áreas para que possam servir de bases de pouso e decolagem (aeroportos particulares), as margens do paranapanema, tietê ou paranázão. Ai num falta agua e tem espaço de sobra para o que quiserem fazer...
Se o problema fosse só agua, a solução seria instalar a fabrica em Parintins, mas não é só agua; É lógistica, centros de pesquisa, mão de obra qualificadissima e um governo estadual disposto a financiar a empreitada.
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Old October 1st, 2011, 04:13 AM   #1010
Dom Drácula
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Governo de SP prevê crescimento de receita de 11,23% para 2012

SÃO PAULO – O governo de São Paulo projeta para o próximo ano receita total de R$ 156,5 bilhões, valor 11,23% maior que o orçado para 2011. O projeto de orçamento do governo estadual foi encaminhado na tarde desta sexta-feira à Assembleia Legislativa e prevê crescimento real de receitas, porque leva em consideração inflação de 5% para 2012. O crescimento do PIB de São Paulo é estimado em 4%.

O investimento total projetado para 2012, de R$ 24 bilhões, representa 15,34% da receita total estimada, o que significa ligeira elevação em relação ao orçado para este ano. O orçamento de 2011 previu investimento total com fatia de 15,07% da receita total.

Dos R$ 24 bilhões estimados para investimento no ano que vem, R$ 21,2 bilhões estão no orçamento fiscal, R$ 5,3 bilhões devem vir de recursos próprios de empresas estatais e outros R$ 2,8 bilhões são recursos que o Estado espera obter por meio de contratos de programas de concessão de rodovias e de metrô.

Somando R$ 56,1 bilhões, os gastos com pessoal projetados para 2012 embutem o reajuste concedido aos servidores públicos este ano. Segundo o governo estadual, R$ 5,2 bilhões do total estimado para despesa com pessoal serão destinados para cobrir os reajustes.

http://www.valor.com.br/brasil/10298...1123-para-2012
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Old October 1st, 2011, 08:37 AM   #1011
Rajude
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Governo encaminha proposta orçamentária de 2012 à Assembleia Legislativa
Previsão é que o Estado possa receber investimentos de até R$ 24 bilhões no próximo ano, receita total projetada é de R$ 156,5 bilhões

O Governo de São Paulo encaminhou nesta sexta-feira, 30, à Assembleia Legislativa a proposta Orçamentária para o ano de 2012. A receita total está projetada em R$ 156,5 bilhões, contemplando a arrecadação de R$ 106,7 bilhões de ICMS e R$ 10,9 bilhões de IPVA. Para essas expectativas foram consideradas as estimativas macroeconômicas mais recentes, que apontam para 2012 inflação de 5,0% e o crescimento do PIB paulista de 4,0%. (Orçamento federal: Inflação 5,0% (IGP-DI) e PIB 5,0%).

O volume total de investimentos está orçado em R$ 21,2 bilhões, sendo R$ 15,9 bilhões provenientes do orçamento fiscal e outros R$ 5,3 bilhões de recursos próprios das empresas estatais. Além desse valor, a previsão é que sejam investidos por meio dos contratos dos programas de concessões rodoviárias e metroviárias outros R$ 2,8 bilhões em 2012. Dessa maneira, o Estado de São Paulo pode ser contemplado no próximo ano com um total de investimentos de R$ 24 bilhões em obras e melhorias para a qualidade de vida da população.

Mobilidade urbana

Como já traçado no PPA (Plano Plurianual), a melhoria da mobilidade urbana é uma prioridade do Governo de São Paulo. A previsão é que sejam investidos somente no próximo ano R$ 6,6 bilhões na expansão e modernização do transporte de massa sobre trilhos.

Para a ampliação das linhas e modernização dos trens do Metrô são asseguradas dotações que somam mais de R$ 4,9 bilhões, distribuídas para a compra de equipamentos e continuidade das obras das Linhas 2-Verde (R$ 1,7 bilhão), 4-Amarela (R$ 471 milhões), 5-Lilás (R$ 1,5 bilhão) e 17-Ouro (R$ 507 milhões), além de R$ 473 milhões direcionados para a modernização e recapacitação das linhas já implantadas. R$ 1 bilhão está alocado para a modernização operacional de CPTM.

Além disso, dotação superior a R$ 520 milhões está comprometida para a complementação da compra de novos trens e sistemas a serem utilizados nas linhas operadas pelo Metrô e pela CPTM. Outra importante obra para melhoria da mobilidade urbana, o prosseguimento do Rodoanel em seu trecho norte, contará com R$ 1,5 bilhão.

Os investimentos nas rodovias administradas pelo DER alcançam R$ 2 bilhões, sendo R$ 1,1 bilhão para a duplicação, implantação e obras conveniadas na malha rodoviária e R$ 873 milhões para a recuperação das estradas estaduais.

Área social

A Área Social é a que receberá o maior volume de recursos fiscais, equivalentes a R$ 70,5 bilhões, quantia R$ 7 bilhões superior ao valor inicialmente aprovado para este ano. A proposta Orçamentária reafirma o compromisso do Governo de SP para erradicação da extrema pobreza em todo o Estado. Somente o Programa Renda Cidadã deve receber R$ 190 milhões de recursos, dando início ao seu plano de expansão, em parceria com o governo federal. Veja a seguir resumo das mais importantes receitas da Área Social:

a) Educação: R$ 31,5 bilhões, incluindo R$ 28,5 bilhões, correspondentes à vinculação constitucional de 30% da receita de impostos e R$ 3 bilhões provenientes de receitas próprias do setor. O conjunto de programas que dá suporte à melhoria da qualidade dos níveis de ensino fundamental e médio contará, em 2012, com dotação da ordem de R$ 12,8 bilhões. Ao ensino público de caráter técnico e tecnológico, sob a responsabilidade do Centro Paula Souza, é reservado R$ 1,3 bilhão, sendo R$ 217 milhões para investimentos na modernização de suas unidades e ampliação do número de Escolas Técnicas e Faculdades de Tecnologia. Com o propósito de ampliar o número de vagas em creches, em todo o território paulista, são assegurados R$ 200 milhões, que serão aplicados pelos municípios mediante a celebração de convênios de cooperação técnica com o Estado. As Universidades estaduais, por sua vez, estão contempladas com dotações no montante de R$ 8,6 bilhões.

b) Segurança Pública: R$ 16,9 bilhões, cabendo: R$ 14 bilhões à Secretaria de Segurança, com R$ 438 milhões para investimentos, distribuídos em R$ 361 milhões para aplicação no Programa de Inteligência Policial e R$ 238 milhões para obras, reformas e a compra de viaturas, armamentos e equipamentos de segurança pessoal. A Secretaria de Administração Penitenciária terá receita de R$ 2,9 bilhões, sendo R$ 295 milhões destinados para a ampliação e modernização do sistema prisional.

c) Saúde: R$ 16,9 bilhões, que incluem: R$ 11,3 bilhões, equivalentes ao mínimo constitucional de 12% da receita de impostos; repasses devidos pelo SUS ao Estado e demais receitas próprias das entidades de saúde. Destaques: R$ 12,5 bilhões para a atenção médica, ambulatorial e hospitalar, de caráter integral e descentralizado, no âmbito do SUS e investimentos da ordem de R$ 656 milhões.

d) Habitação: R$ 2,2 bilhões, que contemplam: R$ 611 milhões para o Programa de Fomento à Habitação de Caráter Social; R$ 513 milhões para o Programa de Urbanização de Favelas e Assentamentos Precários; R$ 354 milhões para o Programa de Recuperação Sócio-Ambiental da Serra do Mar e R$ 556 milhões para a construção de moradias e obras de infraestrutura em empreendimentos habitacionais.

e) Cabe também destaque ao conjunto de iniciativas sob a responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Social, cujas dotações somam R$ 737 milhões, distribuídas nos seguintes Programas: Renda Cidadã (R$ 190 milhões); Viva Leite (R$ 169 milhões); Proteção Básica e Especial (R$ 140 milhões); Ação Jovem (R$ 89 milhões) e Bom Prato (R$ 36 milhões).

f) As aplicações em saneamento básico, por sua vez, contam com R$ 2,7 bilhões, para ações voltadas ao tratamento e abastecimento de água (R$ 746 milhões), aos sistemas de tratamento e coleta de esgotos (R$ 1,3 bilhão) e à recuperação de mananciais do Alto Tietê (R$ 561 milhões).

g) Para dinamizar o projeto Novo Detran a proposta de Orçamento de 2012 reserva mais de R$ 570 milhões, 87% superiores ao volume de recursos inicialmente programado para este ano (R$ 304,4 milhões).

Recursos humanos

Na proposta Orçamentária enviada à Assembleia, os gastos de Pessoal somam R$ 56,1 bilhões. Desse total, R$ 5,2 bilhões já refletem o reajuste escalonado que o Estado concedeu às diversas categorias do funcionalismo a partir deste ano, num programa de valorização do servidor.

O Serviço da Dívida deverá absorver R$ 12,5 bilhões; os Precatórios, inclusive os de pequeno valor, R$ 2,3 bilhões; os Investimentos financiados exclusivamente com recursos fiscais R$ 15,9 bilhões; as Transferências aos Municípios cerca de R$ 33 bilhões e as Despesas de Custeio devem chegar a R$ 36,5 bilhões.

Audiências públicas

Para a elaboração da proposta Orçamentária de 2012, a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional realizou 16 audiências públicas em todas as regiões administrativas do Estado para coletar sugestões da sociedade civil garantindo a participação popular no processo.

A Secretaria também recebeu sugestões dos cidadãos por meio de sua página na internet. Encaminhada à Assembleia Legislativa, a proposta de Orçamento para 2012 será discutida no âmbito do legislativo e receberá as contribuições dos parlamentares.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoti...a+Legislativa+

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Governo lança programa que vai custear ligação de esgoto
Se Liga na Rede pagará a instalação de 192 mil conexões para famílias de baixa renda em todo o Estado

O governador Geraldo Alckmin lançou neste sábado, 24, o Programa Se Liga na Rede. A iniciativa vai custear as ligações na rede de esgoto para famílias de baixa renda no Estado. Serão 192 mil novas conexões, com benefícios para cerca de 800 mil pessoas.

"Quem ganha até três salários mínimos, o governo vai custear a ligação", declarou Alckmin. O programa terá 80% dos recursos custeados pelo Governo do Estado e os 20% restantes pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Serão investidos R$ 349,5 milhões ao longo de oito anos. O projeto de lei que cria a iniciativa será encaminhado à Assembleia Legislativa para votação.

O objetivo é incentivar as famílias de baixa renda a ligarem seus imóveis à rede de esgoto, aumentando a eficiência dos programas de saneamento executados no Estado e ajudando a despoluir rios e córregos, inclusive o Tietê. Quando não existe a ligação domiciliar, o esgoto doméstico acaba lançado in natura nos corpos d'água. O custo médio da ligação é de R$ 1.820, o que se torna um impeditivo para quem tem baixo poder aquisitivo.

Com o Se Liga na Rede, as famílias com renda familiar de até três salários mínimos terão a ligação paga pelo Governo do Estado e pela Sabesp. A medida será adotada nos imóveis que já tenham a rede coletora instalada na rua. A estimativa é que sejam implantadas 76,8 mil conexões na Região Metropolitana de São Paulo; 30 mil na Baixada Santista; 5,6 mil na Região de Campinas; e 79,3 mil nos demais municípios do interior do Estado.

Tietê Vivo

O lançamento do programa aconteceu durante o evento Tietê Vivo, no Parque Ecológico do Tietê, que contou com várias atividades esportivas, sociais e culturais. Na ocasião, o governador assinou o manifesto "Tietê Vivo - Compromisso de todos nós". No documento, o Governo do Estado e os 36 municípios que integram a Bacia do Alto Tietê reafirmam seu compromisso com a recuperação do rio e suas várzeas.

O manifesto ainda destaca a importância ambiental e econômica do rio, relata a degradação ambiental provocada pela ocupação das várzeas e pelo lançamento de esgotos e lixo e apresenta as ações do Estado para a recuperação do Tietê.

"Já tiramos 900 mil toneladas de lixo do Tietê e esperamos chegar até o fim do ano a um milhão e 700 mil toneladas (retiradas). O ano que vem mais um milhão e aí terminou o trabalho", explicou o governador.

Investimentos em saneamento

Com o programa Se Liga na Rede, o Governo do Estado e a Sabesp ampliam os investimentos em coleta e tratamento de esgoto. O Projeto Tietê, que está em sua terceira etapa, chegará até 2015 a US$ 2,65 bilhões aplicados no aumento do saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo. Entre 1992 e 2008, quando foram executadas a primeira e a segunda fases, passaram a ser enviados para tratamento o esgoto de 8,5 milhões de pessoas - o equivalente à população de Londres.

Na Baixada Santista e no Litoral Norte, desde 2007 o Programa Onda Limpa investe R$ 2,3 bilhões em obras de saneamento. Os recursos também beneficiam o turismo em duas das regiões mais visitadas do Estado no verão, já que colabora com a melhoria na qualidade das praias.

Importância do saneamento

Entre os principais benefícios de ter água tratada, coleta e tratamento de esgoto, está a redução dos gastos de saúde e da mortalidade infantil. O índice do ano passado no Estado de São Paulo ficou em 11,9 óbitos de crianças com menos de um ano a cada mil nascidas vivas, contra 31,2 em 1990. A queda foi de 61,8%

Um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) também corrobora os benefícios: mostra que, para cada R$ 1 investido em saneamento, economiza-se R$ 4 com gastos de saúde.

Meta: água e esgoto para todos

O objetivo da Sabesp é, em 2018, ser reconhecida como a empresa que universalizou os serviços de saneamento em sua área de atuação. Atualmente, 141 dos 364 municípios onde a companhia atua estão universalizados. Para oferecer 100% de abastecimento, 100% de coleta e 100% de tratamento de esgoto, a empresa aumentou o volume de investimentos, já que são necessários R$ 16,3 bilhões para atingir a meta.

Para 2011, estão previstos investimentos de cerca de R$ 2 bilhões. Em 2009 e 2010 foram aplicados R$ 1,98 bilhão e R$ 2,26 bilhões, respectivamente.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoti...%E3o+de+esgoto


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Governo cria a Agência Casa Paulista
Novo braço operacional da Secretaria da Habitação vai fomentar a produção de moradias sociais no Estado

O governador Geraldo Alckmin assinou nesta terça-feira, 27, decreto que cria a Agência Casa Paulista, órgão que será responsável pela nova política de habitação social paulista. Com a Casa Paulista, além de construir, por meio da CDHU, o Estado passa a ser também agente fomentador de habitação.

A agência, novo braço operacional da Secretaria da Habitação, será responsável pela operação articulada dos fundos habitacionais paulistas instalados recentemente: o Fundo Paulista de Habitação Interesse Social (FPHIS) e o Fundo Garantidor Habitacional (FGH). O objetivo é ampliar a oferta de moradias e a captação de recursos para o setor.

"Nós pretendemos fazer uma mudança gradual da produção para fomento de moradia. O governo não precisa ser construtor, mas ele fazer o fomento para as famílias de baixa renda através do Fundo de Habitação de Interesse Social, onde o recurso irá para o subsídio das unidades habitacionais - para quem ganha um salário, dois, três, quatro, cinco - e do Fundo Garantidor, e trazer o setor privado para participar", declarou Alckmin.

Com o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS), o Governo do Estado vai incrementar os investimentos em habitação de interesse social por meio do fomento e da articulação de outras fontes de financiamento. O Fundo Garantidor Habitacional (FGH), por sua vez, é um instrumento que amplia as possibilidades de acesso ao crédito habitacional da população de menor poder aquisitivo. Ele estimula a participação de instituições financeiras e outros parceiros no financiamento dos investimentos habitacionais de interesse social. Além disso, essa ferramenta inovadora é capaz de alavancar recursos de agentes privados por meio da concessão de garantias de crédito.

A Casa Paulista mobilizará a iniciativa privada, além de agentes públicos, associações, cooperativas habitacionais e sindicatos, visando aumentar a oferta de habitação social nos municípios paulistas com maior demanda. Além desses objetivos, a agência também vai regular a aplicação dos subsídios públicos, garantir o risco para novos investimentos em habitação social e incentivar a construção de moradias sustentáveis e acessíveis. O resultado será o crédito habitacional facilitado e adequado à capacidade de pagamento das famílias de menor renda e a promoção de moradias de qualidade.

A agência funcionará de acordo com as diretrizes da Secretaria da Habitação, dentre as quais ações prioritárias em áreas de risco; recuperação e urbanização de favelas e cortiços; promoção da habitação sustentável do litoral paulista e a integração com programas habitacionais federais. De 2012 a 2015, por meio da Agência Casa Paulista e da CDHU, o Governo do Estado de São Paulo vai investir R$ 7,9 bilhões para viabilizar 150 mil novas moradias e implementar ações de urbanização de favelas e regularização fundiária.

Parcerias com municípios e entidades da construção civil - Durante o evento de lançamento da Casa Paulista, o governador Alckmin autorizou a Secretaria da Habitação a firmar parceria com 64 municípios para a construção de moradias e ações de apoio à regularização fundiária pelo Programa Cidade Legal. Ao todo, 43 municípios do Estado assinarão Convênios e Protocolos de Intenções para a construção de aproximadamente 4 mil moradias. Além disso, 21 municípios firmarão convênio com o Programa Cidade Legal, da Secretaria da Habitação.

Os municípios de Alto Alegre, Araçatuba, Itapevi, Paulínia, Poá, Salto, Santo Anastácio, Santo André, São José do Rio Preto, Sorocaba, Sud Menucci, Vinhedo e Suzanápolis já regularizaram 1.198 moradias com apoio do Programa Cidade Legal. Eles receberam, no evento, as Declarações de Conformidade Urbanística e Ambiental (DCUA´s), documentos que possibilitam o registro do loteamento e sua consequente regularização.

Habitação Popular e Sustentável

A Secretaria de Estado da Habitação também assinou hoje Protocolo de Cooperação com o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS). O objetivo é desenvolver estratégias e soluções que assegurem a sustentabilidade dos conjuntos habitacionais. Trata-se de um compromisso de união de esforços na busca pela diminuição de impactos, prevenção de desperdício de recursos naturais e financeiros e busca de alternativas sustentáveis nos empreendimentos habitacionais da CDHU.

Parceria entre Secretarias da Habitação e de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia com a Universidade Secovi - Por fim, o governador Alckmin autorizou as secretarias da Habitação e de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia a firmarem parceria com o Secovi/Universidade Secovi. O objetivo é promover cursos de capacitação para representantes de moradores de empreendimentos habitacionais de interesse social promovidos pela Secretaria da Habitação, tais como o Programa de Qualificação para a Vida e Gestão nos Condomínios Habitacionais de Interesse Social.

Primeiras ações da Casa Paulista

Casa Paulista/ Microcrédito Banco do Povo

Em parceria com o Banco do Povo Paulista, vinculado à Secretaria do Emprego e das Relações do Trabalho, a Agência Paulista de Habitação Social vai oferecer uma linha de crédito de até R$ 7.500 para reforma ou ampliação de moradias da CDHU. Os financiamentos serão oferecidos de forma articulada entre Estado, prefeituras e os proprietários das moradias. Nessa primeira etapa, o Governo prevê cerca de 12 mil microcréditos a famílias com renda mensal de R$ 600 a R$ 3.100.

Casa Paulista/ Lotes Urbanizados

Lotes regulares inseridos na malha urbana, desde que regularizados, de propriedade exclusiva, dotados de infraestrutura e equipamentos, podem ser ocupados por novas moradias. A Casa Paulista vai oferecer subsídio diretamente às famílias para a construção ou reforma em lotes próprios dos beneficiários. Nesses casos, as famílias poderão receber subsídio de até R$ 16 mil para acesso ao crédito imobiliário.

Outra modalidade do programa será o repasse de recursos aos municípios para a urbanização dos lotes. A Casa Paulista destinará às prefeituras até R$ 10 mil por lote para obras de infraestrutura, pavimentação e tratamento das áreas livres e institucionais, com garantia de destinação dos lotes para demanda de interesse social. As famílias beneficiárias, com renda mensal de até R$ 3.100 mensais, terão um subsídio da Casa Paulista de até R$ 6 mil.

Em ambas as modalidades, tanto os municípios quanto os beneficiários poderão contar com auxílio técnico especializado, providenciado pela Casa Paulista.

Casa Paulista/ Servidor Público Estadual

Os servidores públicos estaduais poderão receber subsídio para aumento do poder de compra da casa própria. O servidor que obtiver crédito imobiliário junto a qualquer instituição financeira poderá pleitear também subsídio complementar de até R$ 34,5 mil da Casa Paulista para a aquisição de imóvel de até R$ 150 mil, novo ou usado, em área urbana de qualquer município paulista. O servidor, da ativa ou aposentado, deverá ter renda familiar mensal de até R$ 3.100, ainda não ter recebido atendimento habitacional pela CDHU e não possuir outro imóvel próprio ou outro financiamento imobiliário.

Casa Paulista/ Parcerias Público-Privadas

A Agência Casa Paulista dará força ao enfrentamento dos principais problemas habitacionais do Estado por meio do inovador instrumento das Parcerias Público-Privadas (PPP). A união do setor público com a iniciativa privada é fundamental para ampliar a oferta de habitação social e intervir, principalmente, nas regiões metropolitanas em favelas, cortiços e áreas centrais degradadas.

Casa Paulista/Parceria Governo Federal

A integração entre os programas federais e estaduais é um dos principais focos de ação da Agência Paulista de Habitação Social. A proposta é complementar os recursos de investimento e subsídios necessários para a produção de moradias de qualidade nos municípios paulistas com grande demanda habitacional.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoti...+Casa+Paulista


Discurso do Governador a respeito do programa Casa Paulista

Achei sensacional, excelente o programa, realmente deve causar uma mudança muito grande e positiva no setor habitacional de baixa renda em São Paulo.


Last edited by Rajude; October 1st, 2011 at 09:14 AM.
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Old October 3rd, 2011, 06:02 PM   #1012
Dom Drácula
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Deere & Co. construirá fábricas de equipamentos no interior de SP

SÃO PAULO - A fabricante americana de máquinas Deere & Company anunciou há pouco a construção de duas fábricas de equipamentos para a construção civil. As plantas serão erguidas em Indaiatuba (SP) e vão consumir um investimento total de US$ 180 milhões, dos quais US$ 124 milhões serão investidos pela Deere.

Uma das fábricas, dedicada à produção de retroescavadeiras e pás-carregadeiras, será de propriedade exclusiva da montadora americana. A outra terá uma participação da Hitachi Construction Machinary e vai produzir escavadeiras.

Segundo Samuel R. Allen, CEO global da empresa, o Brasil representa "uma enorme oportunidade de crescimento na área de construção civil devido às acentuadas taxas de crescimento, aos investimentos em infraestrutura e aos eventos que virão". Segundo ele, os equipamentos produzidos terão índice de nacionalização, em peso e valor, de 60%, a fim de se adequar às exigências das linhas de financiamento do BNDES.

As duas fábricas podem gerar até 600 empregos, dependendo da demanda do mercado.


http://www.valor.com.br/empresas/103...interior-de-sp
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Old October 3rd, 2011, 07:37 PM   #1013
Paulistinha
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Old October 4th, 2011, 01:44 AM   #1014
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Cidade de SP quer investir R$ 4,6 bi no próximo ano

O Projeto de Lei Orçamentária Anual de São Paulo de 2012, levado sexta-feira à Câmara dos Vereadores, prevê destinar R$ 4,6 bilhões da receita para investimentos. A conta não inclui acréscimos do orçamento deste ano. A maior parte da verba para investimentos será destinada para projetos de urbanização (R$ 1,5 bilhão), segundo o secretário de Planejamento, Rubens Chammas. No entanto, esse montante poderá aumentar. A estimativa é que, dos R$ 5 bilhões disponíveis para investimentos em 2011, metade seja gasto. "O restante não está na conta do orçamento de 2012, mas deve ir para o caixa do ano que vem", disse Chammas. Até agosto deste ano, segundo dados da secretaria, foram gastos R$ 1,3 bilhão em investimentos.

O Tesouro Nacional vai ser responsável por R$ 1,3 bilhão do total previsto para 2012, enquanto R$ 642 milhões virão de investimentos federais, incluindo verbas do Plano de Aceleração do Crescimento. Do lado do Estado de São Paulo, serão transferidos R$ 1 bilhão, e outros R$ 670 milhões virão da receita de fundos da prefeitura. Os investimentos serão destinados, principalmente, às áreas de saneamento, reurbanização de favelas, despoluição e mananciais e obras viárias.

O Projeto de Lei Orçamentária de 2012 prevê uma receita bruta de R$ 38 bilhões para São Paulo. A verba é 7% maior do que o volume de 2011. Entre os impostos, três se destacam como as maiores fontes de arrecadação da prefeitura: R$ 8,8 bilhões de ISS, R$ 6,4 bilhões de ICMS e R$ 5 bilhões de IPTU. O último, segundo o secretário de Finanças, Mauro Ricardo, não sofrerá aumento acima da inflação. "Ele só vai acompanhar o IPCA", disse.

O projeto prevê verba de R$ 4,7 bilhões para o pagamento de dívidas, juros, amortizações e precatórios. Até o fim deste ano, São Paulo vai destinar R$ 3 bilhões para rolar a dívida com a União. Para Mauro Ricardo, os R$ 48 bilhões que a cidade deve hoje ao governo federal precisam ser revistos. "Como pode a gente pagar R$ 3 bilhões em um ano e, no mesmo período, a dívida aumentar em R$ 5 bilhões?", afirmou. Segundo ele, a prefeitura tenta discutir as bases em que a dívida é cobrada: 9% mais correção da inflação. No mês passado, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) se reuniu com a presidente Dilma Rousseff (PT) e pediu para os juros caírem para 6%. A proposta, no entanto, ainda não andou. "Estamos tentando renegociar, mas o governo ainda não sinalizou com nada", disse Ricardo.

fonte: http://www.investe.sp.gov.br/noticia...744&c=6&lang=1
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Old October 4th, 2011, 02:35 AM   #1015
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Old October 4th, 2011, 02:38 AM   #1016
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Se o problema fosse só agua, a solução seria instalar a fabrica em Parintins, mas não é só agua; É lógistica, centros de pesquisa, mão de obra qualificadissima e um governo estadual disposto a financiar a empreitada.
Num primeiro momento diria que o local ideal seria o Vale do Paraíba, mais precisamente entre SJC e Taubaté, onde a Embraer tem unidades.
Mas me lembrei da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto - fica próxima às represas do Rio Tietê e, principalmente, próxima a Araraquara e São Carlos. Além de São Carlos contar com a presença da TAM, as duas cidades contam com 3 universidades públicas entre as melhores do país (Unesp, USP e UFScar) - água, logística e qualificação profissional.
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Old October 4th, 2011, 02:55 AM   #1017
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Old October 4th, 2011, 02:56 AM   #1018
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Num primeiro momento diria que o local ideal seria o Vale do Paraíba, mais precisamente entre SJC e Taubaté, onde a Embraer tem unidades.
Mas me lembrei da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto - fica próxima às represas do Rio Tietê e, principalmente, próxima a Araraquara e São Carlos. Além de São Carlos contar com a presença da TAM, as duas cidades contam com 3 universidades públicas entre as melhores do país (Unesp, USP e UFScar) - água, logística e qualificação profissional.
É ai que precisamos ver como o Estado pensa geograficamente seus investimentos para que novos polos de desenvolvimento apareçam. Estava lendo uma noticia na ALESP que me preocupou muito:

Especialistas apontam situação de estresse hídrico na Grande São Paulo

Nesta sexta-feira, 30/9, foi relançada a da Frente Parlamentar de Acompanhamento das Ações da Sabesp, coordenada pela deputada Ana Perugini (PT). O evento contou com a participação de lideranças municipais do interior e da Grande São Paulo e de especialistas na área de saneamento.
Segundo Perugini, é urgente a discussão sobre o saneamento, pois a Sabesp responde por esses serviços em mais da metade dos municípios paulistas. "Há vários pontos que precisam sem discutidos pela frente", disse, "como o término da outorga, em 2014, do Sistema Cantareira, que afetará também o atendimento da Região Metropolitana de Campinas".
Diversos especialistas expuseram suas preocupações a respeito do saneamento no Estado de São Paulo. "Já estamos em situação de estresse hídrico na região da Grande São Paulo e na região das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, por falta de planejamento", alertou Francisco Carlos Lahóz, da Agência de Água PCJ.

Abastecimento e tratamento

Os problemas da Sabesp na Região Metropolitana de São Paulo foram expostos pelo professor Julio Cerqueira Cesar Neto. Segundo o que ele disse em relação ao abastecimento de água, a empresa não tem investido na ampliação e na preservação de mananciais. O professor destacou os problemas de contaminação dos mananciais por emergentes tóxicos de diversos tipos, que podem causar de doenças a mutações genéticas. O tratamento da água, portanto, deveria se utilizar de tecnologias mais modernas. Ele questionou ainda o percentual de esgoto tratado, que seria muito menor que o anunciado pela Sabesp. Considerou ainda irresponsável o modo como a empresa mantém os reservatórios, e criticou a gestão preocupada apenas com os acionistas, "sem demonstrar preocupação com os usuários".
Esse foco da Sabesp nos lucros também foi apontado pelo presidente do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, Angelo Perugini. Ele, porém elogiou o trabalho da empresa na cidade da qual é prefeito, Hortolândia. É das prefeituras a titularidade e a gestão do saneamento, na opinião de Silvio José Marques, presidente da Associação Nacional do Serviços Municipais de Saneamento (Assemae). Só assim a universalização do serviço será possível, disse.

Tarifa única

"A Sabesp tem de honrar sua situação de empresa pública", disse o urbanista Ari Fernandes, que também foi um dos que criticou a falta de transparência dos projetos e planos da Sabesp com municípios e população e a prática de cobrança de tarifas únicas, independentemente do custo de fornecimento e de tratamento de esgoto, mesmo que o serviço não seja realizado. As experiências das cidades de Araras e Diadema foram expostas por Carlos Cerri Junior e Neuceli Bonafé Bocatto.
No final da reunião, foi aberta a possibilidade de participação do público presente, que pôde comunicar problemas em suas regiões e questionar os especialistas presentes. Ana Perugini comentou as denúncias feitas sobre problemas em São Roque e Capela do Alto e disse que todos os questionamentos feitos seriam investigados pela frente.

http://www.al.sp.gov.br/portal/site/...00600014ac____

Essa situação é preocupante, pois com politicas que ao meu ver buscam uma maior concentração espacial (em funçao de um alto desenvolvimento economico), a macrometrópole paulista pode começar a sofrer de problemas como um colapso em abastecimento hidrico para as gerações futuras. Por isso pensar em regiões do interior como novas fronteiras de desenvolvimento humano deveria ser pensado desde o momento atual.
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Old October 4th, 2011, 03:20 AM   #1019
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Acho que esse problema não faz e não fará parte da realidade de Gavião Peixoto tão cedo, pois fica a mais de 200 km de SP.

Mas já que você citou, essa semana vi uma reportagem falando da falta de água em Vinhedo, reflexo de que a situação da RMC é extremamente crítica nos períodos de estiagem.

Há alguns anos atrás o Rio Atibaia só não secou (literalmente) porque aumentaram a vazão de uma represa - o rio quase secou porque a vazão estava igual à captada para abastecer Campinas.
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Old October 4th, 2011, 03:55 AM   #1020
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A vazão dos rios Atibaia e Jaguari(formadores do Piracicaba) depende unica e exclusivamente da (má) vontade da Sabesp, que construiu represas nesses rios.

A situação é complicada, pois o sistema cantareira foi feito pra abastecer a grande SP, mas Campinas e adjacencias dependem das águas(ainda que sujas) de ambos rios.
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