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Old February 18th, 2011, 01:32 AM   #41
P@ssageiro_Cwb
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Originally Posted by Squibb View Post

Hoje acho que funciona o IEL ali, não tenho certeza, pois a FIEP agora tem uma sede suntuosa ao lado da UFPR. Aliás a sede da FIEP parece Estados Unidos e não brasil kkk.
E num é que eu acho a mesma coisa?! "Sede da FIEP parece Estados Unidos". Mas daí é só bater o olho nos painés do Poty e acordar, é Curitiba... ahahah
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Old February 18th, 2011, 03:17 AM   #42
Squibb
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voo comercial em 1959! isso é incrivel!

excelente postagem.
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Old February 26th, 2011, 06:34 PM   #43
Metchenko
Парана
 
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Algum de vocês conhece a Guerra de Porecatu?
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Old February 26th, 2011, 06:53 PM   #44
Acir Francisco
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Isto só acabou graças ao LUPIÃO, como o povo o chamava e o temia.
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Old April 21st, 2012, 05:52 PM   #45
P@ssageiro_Cwb
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A IMPONENTE LUCHER S/A
AS LENDAS E A HISTÓRIA...


Conta a estória, que na primeira metade do século, o antigo proprietário da Fazenda Sinval Martins de Araújo, onde ia ser construída a fábrica, possuía em suas terras uma vasta área pantanosa, que quando o gado passava por este local, suas patas ficavam moles, e com o tempo esses animais perdiam o casco. Conta-se também que o proprietário dessas terras, contraiu uma doença no ouvido, provavelmente um câncer, cujo tratamento só poderia ser feito nos Estados Unidos. Chegando lá, os médicos puderam constatar que o causador desta doença era um elemento químico: o urânio. Após alguns anos, os norte-americanos para cá vieram, e descobriram que o local cercado pelo fazendeiro era uma mina de urânio.

Posteriormente a Companhia norte-americana Lutcher S/A uma empresa organizada em 1959 para participar em operações de serração de madeira e da transformação de pasta de papel; F. Lutcher Brown é o presidente e acionista majoritário, obteve a concessão para explorar o potencial hidráulico denominado PCH Barra, para uso exclusivo, por força do decreto n- 47.226 de 13 de novembro de 59 e renovável para 30 anos, depois começou a desbravar o local para a instalação da fábrica de pasta de celulose, uma usina hidrelétrica para gerar a energia consumida na fábrica, um aeroporto, e ainda uma grande área residencial para os funcionários, tudo isso a alguns metros do Rio Jordão. A Lutcher começou a operar em agosto de 1963, sua primeira remessa de celulose embarcou em via férrea em 03/08/63, esta chegou a Guarapuava por via rodoviária seguindo para São Paulo pelo vagão de n- 9089 da R.F. F. consignada a CIA Indústria Paulista de Papel e Papelão S/A onde embarcou 30.000 quilos de celulose transformando-se em um grande marco impulsionador do desenvolvimento da região. Exportava celulose (de fibra longa e branca, que somente a Lutcher produzia em toda América Latina) para o exterior (Argentina, Uruguai e Inglaterra). A vila residencial abrigava então 1.200 operários, e a Vila de Segredo em função desta atividade, chegou a atingir o número de 3.500 pessoas.




Em dezembro de 1965 a empresa faliu, causando um forte impacto na economia local. Muitas pessoas que viveram na época dizem que a falência ocorreu devido ao fato de que a Lutcher S/A vinha extraindo clandestinamente "água pesada" (urânio) de suas terras, sem a devida autorização do governo brasileiro. Muitas lendas giram em torno da fábrica. Estórias que Frederic Lutcher Brown, proprietário da companhia, teria deixado um caixão com um tesouro, afundado em baixo das águas do Rio Jordão, na altura em que o rio se encontra com o Iguaçu e forma belíssimas cachoeiras, ainda são contadas por moradores mais antigos de Foz do Jordão. Estes mesmos dizem haver um elevador subterrâneo na fábrica de celulose, que leva até uma mina secreta a metros e metros abaixo da terra, e de onde saía o urânio ou a misteriosa "água pesada", explorado pelos norte-americanos. Os boatos surgiram principalmente pela grandiosa magnitude da fábrica, que praticamente do meio da mata se ergueu num enorme complexo industrial.

Na vida da minha família a Lutcher não é esquecida, chegamos em 63 na região onde montamos comercio, sendo uma pensão chamada 58 dentro da própria vila e a churrascaria Galeto. Meu pai trabalhava na Balança e meu irmão mais velho no laboratório, foram momentos de muito trabalho que acabou em pouco tempo com a desativação precoce desta grandiosa obra. Grandes dificuldades passamos com o êxodo dos trabalhadores para outros locais, não demorou e fizemos também o percurso de retirada e viemos morar em Guarapuava ,onde estamos até hoje. Lembranças ficaram na minha memória, como os barulhos ensurdecedores do ronco dos aviões não os visualizava mais com as quantidades de taquara na beira do Rio Iguaçu ecoava um som de jato, os degraus da igreja parecia sem fim lá no alto, meus irmãos caçando passarinho, minha mãe fazendo sabão no tacho e pão no forno de barro, sem falar o susto quando encontrava alguma jaguatirica no caminho ou gato selvagem. A Lucher S.A. papel e celulose foram um sonho para a época pela sua dimensão.

http://dirceupato.blogspot.com.br/20...-historia.html

Last edited by P@ssageiro_Cwb; April 21st, 2012 at 06:05 PM.
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Old April 22nd, 2012, 12:31 AM   #46
shiroshima
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Nossa, nunca havia entrado nesse thread! Infração Grave! Parabéns pelo thread Squibb!

Estava lendo aquela reportagem da Veja sobre Curitiba e me lembro que realmente os 300 anos da cidade foi muito celebrado naquele ano.
E quanto coisa mudou hein! Para mim parece que foi ontem, mas no fim das contas já se passaram 19 anos!
O entrevistado que pegava ônibus ao invés de usar seus dois carro tinha um Voyage 86 e um Prêmio novinho, hahahaha!
A passagem de ônibus custava Cr$ 8.000 a aproximadamente 1 ano antes do lançamento do Plano Real, da URV e do próprio Real (Acho que ainda antes da URV teve o Cruzeiro Real).
A Rua 24 horas funcionava 24 horas de verdade.
Haviam expressos cinzas.
O Bamerindus ainda existia.
A Pedreira ainda recebia shows.
Jaime Lerner era presidenciável.

Enfim, muitas coisas mudaram (algumas para pior, outras para melhor), mas ainda fica a essência e a fama, frutos da construção de uma imagem e representação de uma cidade que realmente sempre foi vanguardista.
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Old January 20th, 2013, 05:27 PM   #47
Sgt. Pepper's
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O prêmio do visconde de Guarapuava
Por salvar a vida de um peão, Antônio de Sá Camargo recebeu a recompensa de se salvar e virar herói

Antônio de Sá Camargo: o poder como herança aos descendentes

Partindo de Palmeira rumo a Pinhão, onde tomaria posse da fazenda de seu pai, em 1827, o jovem Antônio de Sá Camargo subia a Serra da Esperança em companhia do escravo José quando ouviu gritos de desespero vindos do despenhadeiro. Havia um homem caído lá embaixo. Apoiado pelo escravo, jogou o laço, componente obrigatório da indumentária tropeira, e desceu.

“Com muito esforço físico, conseguiu transportar para fora do buraco José Maria, que fora abandonado pelos companheiros, depois de um acidente que sofrera. O acidentado, depois de socorrido, não sabia como agradecer a ajuda prestada por Antônio para salvar sua vida e lhe seria grato por toda sua existência” (Zeloi Martins dos Santos, Visconde De Guarapuava: Um Personagem na História do Paraná).

Salvar a vida desse homem abandonado à morte valeu ao futuro Visconde de Guarapuava ter depois sobrevivido a um ataque rebelde no início da colonização de Guarapuava. José Maria o avisou, em 1836, que um grupo de colonos rebeldes apoiados por índios ferozes planejava invadir e saquear a vila. De posse da informação, Camargo estabeleceu linhas de defesa e conseguiu conjurar o ataque.

Nascido prematuramente, em 25 de abril de 1808, em Palmeira, era o sexto filho do coronel Antônio Joaquim de Camargo e de Mathilde Umbelina da Glória Araújo, filha da família de tropeiros que iniciou a localidade. Antônio era criança de colo quando o coronel Diogo Pinto de Azevedo Portugal (1750–1820), tomou posse dos Campos de Guarapuava em nome do reino lusitano. Uma ordem régia determinou em seguida a distribuição de sesmarias na região para quem se dispusesse a povoá-la, tomando-a dos índios em definitivo. Seu pai seria um dos agraciados.

Os primeiros latifúndios

Azevedo Portugal distribuiu terras a oito famílias que forneceram recursos para a Real Expedição de conquista dos campos de Guarapuava. Um dos primeiros a ganhar sua sesmaria foi o alferes Manuel Mendes de Araújo, tio de Antônio Camargo.

A propriedade de seu pai, Antônio Joaquim, porém, não constou no primeiro mapa da região, organizado pelo padre Francisco Chagas Lima (1757–1832). Após uma revisão, recebeu terras na atual Pinhão, onde organizou a Fazenda Boa Cria. Araújo, Camargo e outros tropeiros paulistas, ao obter de Portugal amplos latifúndios, vão dominar o território selvagem, enriquecer e gerar os barões e viscondes que repartiriam o poder no Paraná desde então.

A Povoação e Freguesia de Nossa Senhora do Belém – a futura Guarapuava – viria em 1819, com cerca de 300 habitantes, “200 militares e os restantes colonos e escravos” (Alcioly T. Gruber de Abreu, A posse e o uso da terra: modernização agropecuária de Guarapuava).

Para os tropeiros, a educação dos meninos se limitava a cavalgar e cuidar do gado. A escola de Antônio foi a criação de animais. “Ainda muito jovem, seu pai lhe confiou a administração do estabelecimento pastoril fundado em Guarapuava. Em 1827, com apenas 19 anos” (Luiz Romaguera Netto, Gertrudes e o padre Camargo).


Igreja de Nossa Senhora de Belém, em torno da qual cresceu a cidade de Guarapuava

A Boa Cria e a morte do filho

A fazenda Boa Cria, no Pinhão, enriquece Antônio Camargo em plena juventude. Passa a distribuir favores e doações para obras de caridade, instrução primária, bibliotecas e teatros. “As benfeitorias públicas, igreja, estradas, casa para a instalação da câmara e da cadeia, escolas, hospitais, ao serem financiados pelos grandes proprietários, atendiam não só aos interesses da comunidade, mas também aos seus” (Zeloi Martins dos Santos).

Com o imperador ainda menino, em 1831 o governo regencial criou a Guarda Nacional, milícia civil local organizada por latifundiários. O comando da Guarda em Nossa Senhora de Belém foi confiado a Antônio Camargo, então com 23 anos. É nesse comando que ele recebe a informação de José Maria, o rapaz socorrido quase à morte na Serra da Esperança, a tempo de organizar a resistência ao ataque rebelde que a vila sofrerá em maio de 1836.

Camargo voltaria a defender a Freguesia em julho de 1839, assaltada por 21 revolucionários farroupilhas que tentam tomar o quartel aos gritos de Viva a República! Ferem um dos 36 defensores do quartel e fogem. “Deixaram 3 cavalos encilhados, sendo um baleado e duas armas de fogo” (Benjamin Cardoso Teixeira, Efemérides Guarapuavanas).

Rico e poderoso, aos 28 anos Antônio continua solteiro, apenas entregue aos negócios. A família lhe arranja um casamento, em dezembro de 1836, com Zeferina Marcondes de Sá, de 13 anos. Ela é sua prima, filha do Barão de Tibagi, o paulista José Caetano de Oliveira (1794–1869), e sua tia, Cherubina Rosa Marcondes de Sá.

Festejado como herói e casado com a jovem prima Zeferina, Camargo chega ao auge de sua felicidade ao ganhar um herdeiro: o filho Firmino. Tudo desmorona, porém, ao impacto de um rude golpe: ela mata involuntariamente o menino, de dois anos, com um banho de água fervente. Abalado, ele devolve a esposa aos pais e não quer ter mais filhos. Mergulha então na política, envolvendo-se nas articulações da Revolução Liberal de 1842.

Comando militar respalda ação política

Antônio Camargo é nomeado em 1843 pelo presidente da Província de São Paulo, o baiano José Carlos Pereira de Almeida Torres (1799–1850), Visconde de Macaé, para o posto de sargento-mor e comandante do esquadrão da cavalaria de guardas nacionais de Guarapuava, então parte da Vila de Castro.

É o período em que se alternavam no poder os partidos Liberal e Conservador, ambos fiéis ao imperador, que manipula o governo de acordo com suas conveniências. Com o retorno dos conservadores ao poder, o liberal Camargo perde os cargos que exerce, mas em meio aos negócios pecuários continua sua ação política, mirando agora a emancipação do Paraná, que vem em 1853.

Primeiro vereador de Guarapuava, Camargo parte para o parlamento provincial, no biênio 1854-55. Recebe a Comenda Imperial da Ordem da Rosa em 1861 e em 1864 restabelece seus poderes, nomeado “coronel comandante superior da Guarda Nacional de Guarapuava”. Nessas funções, armou e fardou 7° Batalhão de Cavalaria. Para frear o expansionismo argentino, fundou a “Palmas de Baixo” – atual Clevelândia.

Já na Guerra do Paraguai, iniciada também em 1864, Camargo participou com “3 contos de réis para as despesas bélicas e com 1 conto de reis para auxiliar as famílias pobres dos militares que marcharam ao teatro da luta, em defesa da Pátria” (Francisco Negrão, Genealogia Paranaense).

Depois de reeleito deputado provincial, em 1865, é nomeado vice-presidente da Província, no governo de André Fleury (1830–1895). Ainda no curso da Guerra do Paraguai, em 1867 é homenageado com “a graça honorífica de Cavaleiro da Ordem de Cristo”, “a bem da integridade do Império, honra nacional”.

Oliveira, o Barão de Tibagi: sogro de Antônio Camargo

Para Ribas, “caboclo sem valor”

Terminado o conflito, Camargo recebe o título de Barão de Guarapuava, em 14 de julho de 1870. O baronato estava reservado aos proprietários rurais com grande fortuna e poder político. Dez anos depois, já reformado na Guarda Nacional, por indicação do ministério presidido pelo liberal João de Sinimbu, recebe o título de Visconde Guarapuava.

Assume em 1886 a presidência da Sociedade de Imigração do Paiquerê, instituída pelo presidente do Paraná, Alfredo d’Escragnolle Taunay (1843–1889) para “reconhecimento e conquista do sertão”. Estava para começar a aventura que daria na conquista de toda a mesopotâmia dos rios Paraná, Iguaçu e Piquiri.

Apesar do título de nobreza, o Visconde de Guarapuava já idoso sentiu o sopro de novos ventos políticos. Ajudou a montar a milícia republicana do juiz Francisco Peixoto de Lacerda Werneck (1861–1893), que morreria degolado na famigerada Fazenda Pinhal Ralo, na Revolução Federalista.

Com a vitória da República, que em seu primeiro momento republicaniza os antigos barões e viscondes, mantendo intacto seu poder, o Visconde de Guarapuava morre em 12 de novembro de 1896, deixando uma herança de riqueza e poder político que jamais iria se desvanecer.

Como existe no Paraná a tradição dos novos dominantes de diminuir a memória dos anteriores, Antônio de Sá Camargo, para o interventor Manoel Ribas (1873–1946), foi um “caboclo sem valor”.

(Fonte: Retratos Paranaenses, Projeto Livrai-Nos!)

Calendário

20 de janeiro de 1962
Irmãos maristas recebem do prefeito Octacílio Mion as chaves do Colégio Rio Branco.

21 de janeiro de 1925
Chefe revolucionário João Cabanas ataca Formigas.

25 de janeiro de 1961
São Miguel do Iguaçu torna-se município, desmembrando-se de Foz do Iguaçu e Medianeira, com a lei 4.338.

26 de janeiro de 1961
Juscelino Kubitschek inaugura simbolicamente a Ponte da Amizade, um de seus últimos atos como presidente.

O Paraná
http://www.oparana.com.br/
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