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Old April 22nd, 2012, 02:23 AM   #921
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Old April 24th, 2012, 02:20 AM   #922
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23-04-2012


Lixo: O negócio do momento


Em alguns pontos da cidade, os moradores de alguns municípios de Luanda, são obrigados a identificar o lixo.

No distrito do Rangel, por exemplo, existem ruas intransitáveis devido ao avolumar do lixo e a falta de saneamento básico.

Segundo os moradores, esta situação põe em risco a saúde e um atentado contra as suas vidas. “Os carros de recolha de lixo passam quando querem, não há uma organização de horários, nem dias e as vezes fica-se durante uma semana. Não nos resta outra solução se não deitarmos o lixo, mesmo aqui no chão”, lamentou Maria dos Anjos, uma das moradoras do bairro.

Situações do género acontecem um pouco por toda Luanda. Na zona do Palanca, por exemplo nas ruas A,B e C foram colocados contentores defronte a estrada e os moradores depositam neles os resíduos sólidos.

Em contrapartida, contam os moradores, as operadoras não recolhem o lixo na hora e transborda para o chão. “As vezes não temos lugar para passar, porque fica tudo cheio de lixo”, disse um dos moradores do Palanca falando ao Jornal “Angolense”.

De facto, limpar a cidade tem sido um grande desafio para o Governo.
Se por um lado, as operadoras responsáveis pela limpeza reclamam a falta de pagamento, por outro lado, o governo reclama do mau trabalho prestado pelas operadoras.

Recentemente, o Governo de Luanda manteve um encontro com as operadoras, onde ficou a saber que muitas delas têm prestado um mau trabalho, com realce para uma que inclusive, chegou a despejar o lixo na orla marítima.

Fonte: Jornal Angolense
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Old April 24th, 2012, 02:22 AM   #923
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23-04-2012


Polícia redobra esforços no combate ao narcotráfico

O tráfico de droga tem estado a crescer no país, revelou na sexta-feira, em Luanda, o director adjunto da Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC), comissário Manuel do Nascimento Cardoso.

“O narcotráfico continua a florescer, razão pela qual as autoridades estão cada vez mais preocupadas”, sublinhou o comissário Manuel Nascimento Cardoso, quando discursava no acto de encerramento do curso de operações e aperfeiçoamento do combate ao narcotráfico.

O director adjunto da Direcção Nacional de Investigação Criminal frisou que o tráfico de droga em Angola sempre constituiu preocupação das autoridades, desde que o país foi identificado como um ponto de passagem do tráfico internacional de droga.

Durante o acto de encerramento, o comissário Manuel do Nascimento Cardoso elogiou os efectivos que receberam formação durante dez dias e acentuou que o processo vai continuar para abranger todos os elementos da DNIC da área de narcotráfico que não puderam participar nesta fase da formação. Manuel do Nascimento Cardoso disse que a formação é uma prova de que a Policia Nacional está preocupada com o fenómeno do narcotráfico.

O director adjunto da DNIC salientou que, apesar das dificuldades, os agentes estão preparados para pôr em prática os conhecimentos adquiridos, tendo em conta a realidade do país.

O inspector chefe António Pedro, da província de Benguela, que também participou da formação, disse que se tem registado uma quantidade considerável de apreensão de drogas na província, e isso tem estado a preocupar as autoridades.

António Pedro explicou que as drogas em Benguela aparecem mais em discotecas, centros recreativos de jovens e nos aeroportos. Por isso, acrescentou que com os conhecimentos adquiridos, estes locais vão passar a merecer mais atenção da Direcção Provincial da Investigação Criminal (DPIC).

O inspector chefe salientou que a nível da província já se nota no seio dos adolescentes o uso de drogas, embora não seja um número alarmante.


Fonte: Jornal de Angola
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Old April 25th, 2012, 02:14 AM   #924
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24 de Abril, 2012


Nenhum agente está autorizado a pedir dinheiro



Os supostos casos de corrupção na Polícia de Trânsito têm merecido a atenção da sociedade, principalmente os automobilistas. O Comandante da Unidade de Trânsito de Luanda, Manuel Fernandes, em entrevista ao Jornal de Angola, frisou que nenhum agente está autorizado a pedir dinheiro ao automobilista. Nesta entrevista, adverte os prevaricadores com medidas disciplinares, que podem ir até à expulsão da corporação.

Jornal de Angola - O facto de alguns polícias de trânsito serem supostamente corrompidos pelos “candongueiros” não provoca o aumento das irregularidades cometidas na via pública por esses automobilistas?

Manuel Fernandes - Vamos sublinhar o termo supostamente, porque nós, enquanto forças da ordem, enquanto elementos fiscalizadores do trânsito, trabalhamos com factos. Trabalhamos com uma estrutura fortemente hierarquizada onde o factor disciplina é ponto de ordem. Temos um regulamento disciplinar que não só desincentiva, como pune severamente comportamentos contrários ao regulamento. Qualquer efectivo, não só do trânsito, está avisado que, ao ser autuado como corrupto, será alvo de medidas disciplinares severas que podem ir até à demissão compulsiva da corporação. Penso que nenhum efectivo gostaria de perder o emprego, porque ele veste a farda com muito orgulho, e é a partir da prestação de serviço público que sustenta a sua família e de certeza não quer ficar desempregados.

JA - Está a fechar os olhos a esta realidade?



MF - Não vamos fechar os olhos a esta realidade, porque compreendemos que estamos numa sociedade onde alguns vícios ainda fazem morada. Temos consciência também que, eventualmente, alguns efectivos, fruto de algum antecedente negativo antes de ingressarem na corporação, se possam ver envolvidos em situações do género. Nenhum automobilista deve, em circunstância alguma, proceder à entrega de qualquer valor monetário a qualquer efectivo policial.

JA - Ainda assim, fala-se à boca cheia que há polícias reguladores de trânsito que recebem dinheiro de “candongueiros”…

MF - Repito. Nenhum efectivo nosso está autorizado a pedir qualquer tipo de ajuda, nem financeira, nem material a qualquer condutor. Aliás, os nossos efectivos, no exercício da sua função enquanto agentes da fiscalização e regularização, estão proibidos mesmo de abordar com o automobilista qualquer assunto que não esteja ligado ao motivo que deu lugar à fiscalização. Devem somente solicitar a documentação, esclarecer os motivos pelos quais mandaram parar o automobilista, devolver os documentos ou aplicar a multa nos casos que se justificar. Qualquer condutor que entregar dinheiro ao polícia de trânsito também se está a colocar na condição de corruptor, porque deve ter consciência que o polícia não está aí para ser gratificado.

JA - O comandante já teve que lidar com situações de corrupção na polícia de trânsito?

MF - Tivemos três efectivos nessas condições que, depois de submetidos a processos disciplinares por força do regulamento de disciplina em vigor na Polícia Nacional, foram demitidos compulsivamente, porque a disciplina e a organização que a corporação pretende no seu seio não se compadece com essas práticas. Apresentámos também publicamente alguns falsos polícias de trânsito que conseguiram a farda por roubo e exerciam função policial na via pública, e foram encaminhados aos órgãos de justiça para responderem ao respectivo processo-crime.

JA - O que o cidadão deve fazer se um polícia de trânsito lhe cobrar dinheiro?

MF - Deve contactar o gabinete de inspecção por via do guichet de reclamação que funciona na Unidade de Trânsito e no Comando Geral da Polícia Nacional para manifestar o seu desagrado. Devo ainda realçar que aqueles cidadãos que voluntariamente entregarem algum bem ao polícia de trânsito não estão a ser bons cidadãos, não estão a colaborar com a corporação, porque estão a concorrer para descredibilizar a imagem da Polícia Nacional.

JA - Alguns agentes de trânsito mandam parar “candongueiros”, aparentemente sem motivo, e esperam que o motorista vá ter consigo. Isso é correcto?

MF - Todos os efectivos da Polícia Nacional são submetidos a um processo de formação nas escolas de polícia, onde aprendem noções básicas sobre o seu serviço. Há uma cadeira que se chama ética policial, onde são transmitidos ensinamentos ligados à cortesia, educação e à forma mais correcta de abordar os cidadãos. Nós recomendamos nas nossas paradas com os efectivos que as suas acções devem ser firmes e educadas. Não devem fazer uso de prepotência. Os efectivos estão avisados que devem saudar respeitosamente o condutor junto à viatura e nesta mesma posição devem solicitar a documentação da viatura. Está e o procedimento básico correcto.

JA - Esta é a regra, mas não há excepções?

MF - O contrário é considerado prática incorrecta. Mas também há muitos comportamentos negativos evidenciados por alguns condutores que poderão levar alguns efectivos a actuar de forma errada. Nas escolas de condução, os automobilistas aprendem que, sempre que forem abordados por um regulador, devem colaborar cedendo a documentação. Verificamos que, em muitas ocasiões, esse comportamento não é cumprido. Portanto, se houver uma interacção educada entre o polícia, como autoridade fiscalizador do trânsito, e o cidadão, enquanto utente da via, muitos problemas serão ultrapassados.

JA - Existe impunidade para alguns automobilistas?

MF - Não há impunidade num contexto em que há normas definidas. Qualquer condutor e mesmo os peões devem saber que têm o dever de cumprir as leis. O peão deve saber que não pode atravessar a rua no sinal vermelho. O condutor deve cumprir obrigatoriamente as orientações do Código de Estrada, para que haja disciplina no uso da via. A ordem, em qualquer contexto, não se impõe só com medidas de austeridade. A própria exigência do cumprimento do Código de Estrada deve ser precedida da consciencialização dos cidadãos.

JA - Os problemas de ordem social e psicológica podem justificar o incumprimento do Código de Estrada?

MF - Esses problemas não justificam de maneira nenhuma a violação do Código de Estrada, porque esses comportamentos somados depois vão dar na situação crítica que vivemos em vários domínios.

JA - A formação profissional concedida aos efectivos da Polícia de Trânsito é suficiente?

MF - Pontualmente, os nossos efectivos têm frequentado cursos de superação profissional, quer do ponto de vista da fiscalização quer da regularização. Hoje, o país conhece uma grande dinâmica em termos de crescimento e é natural que a corporação acompanhe esse crescimento com a formação dos efectivos.

JA - Em que fase se encontra o processo de descentralização dos serviços de trânsito?

MF - A Unidade de Trânsito está representada nas divisões da Polícia Nacional existentes em Luanda. Hoje, estamos presentes em todos os municípios da cidade, sendo que estamos mais próximos dos cidadãos, no que concerne, por exemplo, aos acidentes. Se um cidadão tiver um acidente em Viana já não tem necessidade de esperar muito tempo para que os efectivos saem daqui para resolver o problema, o que é positivo.

JA - Os meios de trabalho à disposição dos efectivos são suficientes para realizarem a sua missão?

MF - Os meios raramente são suficientes, porque queremos sempre mais. Temos um quadro de pessoal que ainda não está preenchido a 100 por cento, mas estamos satisfeitos com os efectivos disponíveis, que nos permitem realizar a nossa actividade normalmente. Estamos bem servidos em termos de meios rolantes, porque recebemos há dois anos viaturas e motorizadas, aquando da realização do CAN de futebol. Existe a preocupação da super-estrutura em proceder à entrega de mais meios de trabalho ainda este ano.

JA - O que gostaria de ver melhorada na Unidade de Trânsito de Luanda?

MF - Gostaríamos de ver reduzidos os índices de sinistralidade rodoviária em Luanda. Ambicionamos também uma maior consciencialização dos nossos condutores e uma melhor utilização das vias, no sentido de que sejam espaços mais agradáveis. Gostaria que a médio prazo houvesse um sistema de transportes públicos eficiente, com comboios, barcos, autocarros e táxis, para satisfazer a demanda populacional de Luanda.

JA - Como vê o problema da falta de lugares para estacionamento em Luanda?

MF - Gostaria que houvesse melhoria em termos de parqueamento automóvel. Um dos factores que concorre para muitos constrangimentos que vivemos no trânsito em Luanda é que mais de 20 por cento do traçado para a utilização de veículos é usado para o estacionamento. Há poucos lugares para a quantidade de veículos que existem na cidade de Luanda. Gostaríamos que houvesse mais parques de estacionamentos para ver desafogadas algumas vias e melhorar a situação do trânsito em Luanda. Penso que esse é o objectivo das autoridades.


http://jornaldeangola.sapo.ao/27/0/n...pedir_dinheiro
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Old April 27th, 2012, 02:08 AM   #925
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26 de Abril, 2012


Cantora Ângela Ferrão reedita disco


A cantora Ângela Ferrão reedita cinco anos depois o disco “Wanga”, que é apresentado domingo, às 8h00, na Praça da Independência, em Luanda.
O disco homenageia o músico Teta Lando, autor da canção “Lua Uanu”, um grande sucesso dos anos 70, interpretado por Ângela Ferrão no álbum “Wanga”.
A cantora disse ao Jornal de Angola que o disco, produzido pela “Kriativa”, tem nove faixas e que foram editadas cinco mil cópias, à disposição dos fãs em todo o país. O disco “Wanga” foi produzido em Angola e masterizado em Espanha.
Ângela Ferrão realçou que o álbum conta com as participações das bandas Apocalipse, Africando, Maravilha e Movimento. Os músicos Joãozinho Morgado, Caló Pascoal, Nanuto, Yuri da Cunha, Tito Ferrão, Dalú Roger e Nino, bem como as coristas Bety Tavira e Gigi também participaram na gravação.
A autora do tema “Wanga”, uma das canções mais populares do CD, referiu que no álbum interpreta temas de Gabriel Tchiema, Teta Lando e Euclides da Lomba. “Sempre adorei estes músicos e escolhi alguns dos seus temas para interpretar.”
A cantora disse que aposta muito nos estilos musicais semba, kilapanga, bolero, rumba e kizomba, tendo apostado em mensagens que transmitem solidariedade, relação familiar, a natureza e a importância do respeito pelos valores culturais.
Referiu que parte do dinheiro arrecadado com a venda dos discos serve para a produção do próximo trabalho discográfico. “Produzir um bom disco recorrendo a instrumentos acústicos custa caro e, por isso, estou atrás de patrocinadores para me ajudarem a realizar este desejo.” O disco comporta, além do tema “Wanga”, que dá título ao álbum e que tem letra e música do seu pai, Lito Ferrão, “Lua Uanu”, “Menina Yo Semba”, “Me leva”, “Sala Kanawa”, “Vovô Rosa”,“Não te vás embora”, “Tudo enfim” e “Perdoa-me”. A cantora considera-se uma artista com um estilo em que há traços tradicionais e modernos, tanto na forma de cantar como na forma de vestir. Ângela Ferrão prepara uma digressão por algumas províncias do país, começando pelo Namibe e passando por Benguela e Huambo. “Realmente vou ter que correr atrás de patrocínios para fazer chegar o disco a todas as províncias.”


http://jornaldeangola.sapo.ao/17/35/..._reedita_disco
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Old April 27th, 2012, 03:50 PM   #926
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Cerca de 259.000 chineses vivem atualmente no país
source:Angop...25-04-2012



O número de chineses residentes em Angola, tema de frequente especulação, ronda os 259.000, indicou em Pequim o diretor do Serviço angolano de Migração e Estrangeiros, Freitas Neto.

Em declarações à agência noticiosa oficial angolana Angop, Freitas Neto precisou que "encontram-se atualmente em Angola 258.920 chineses", 258.391 dos quais com "vistos de trabalho".

O número habitualmente referido na imprensa chinesa é de "algumas dezenas de milhares".
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Old April 27th, 2012, 04:14 PM   #927
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Namibia: Kwanza Trade Work in Progress - BON
By Desie Heita, 27 April 2012

Windhoek — The Bank of Namibia has confirmed that it has held discussions with the National Bank of Angola, about the trade of kwanza, the Angolan currency, in Namibia.

However, Bank of Namibia's chief spokesperson, Ndangi Katoma, says the discussions took place because of the Namibian central bank's recognition of the need to "facilitate trade" between Namibia and Angola.

The central bank has always been cognisant of the problems encountered by Namibian businesspeople trading with Angola, he said. "It was not necessarily because of the recommendations from the Namibia Chamber of Commerce and Industry (NCCI)," said Katoma. There has already been various meetings on the subject with the last taking place in March, here in Windhoek, when representatives of the National Bank of Angola visited the Bank of Namibia. There are legal and logistical constraints on the Angolan side. However, Katoma says the matter has been taken up "at bilateral level between the two governments and may take some time to be resolved".

The constraints include the fact that Angolan law prohibits the removal of the kwanza from Angola, and as such "this makes the currency exchange and repatriation component of the project proposal challenging at the moment," Katoma said.

The Bank of Namibia did conduct "its own research at the Oshikango border post and made proposals" to the National Bank of Angola on how trade can be enhanced between the two countries. The proposal focused on "integration of the two countries' payment systems and currency exchange between the Namibian dollar and the kwanza", said Katoma.

Angola's economic recovery path from the nearly three decades of civil war has reached a critical point, with the country now in a position to pay attention to issues of infrastructure and legislation that can strengthen and protect domestic investment - all which are starting to present serious trade challenges to the region.

Angola also has new currency restrictions in place which were adopted as part of International Monetary Fund (IMF) recommended measures for the restoration of a stable macro-economic environment.

The restrictions have, however, contributed to the deceleration of business growth at the border posts, particularly the Oshikango border post that was once Namibia's buzzing export hub into Angola and the Democratic Republic of Congo.

The NCCI has confirmed that it has received complaints from local businesses regarding the problems at the border posts and that it has asked the Bank of Namibia to seriously consider accepting the kwanza currency trade in the country.

"This is one of the things that must materialise to help sustain trade at Oshikango," NCCI Chief Executive Officer Tarah Shaanika said.

At the current exchange rate US$1 is the equivalent of 98 Angolan kwanza, while 60 kwanza equal N$4,92. A New Era investigation on the ground found massive closures of businesses and job losses at the Oshikango border/trading post. The turning point for Namibia was already highlighted by last year's drastic decision by Angola to ban the import of cement into Angola, a decision which was later relaxed to allow only all-purpose cement, while the ban is still in force for special strength cement.

Following in the footsteps of SACU member states such as Namibia, Angola has also banned the importation of second vehicles older than 5 years, effectively shutting down the formerly brisk vehicle import business at Oshikango.

Angola has also pumped millions of US dollars into upgrading and improving efficiency at its ports, especially the Lobito and Luanda ports, which analysts expect to dramatically reduce the flow of goods imported via Walvis Bay destined for Angola.

Investment in the rail network is another focal point for Angola. Currently the Chinese are building an ambitious trans-continental railway line from Luanda, via Zambia and the Democratic Republic of Congo to Dar es Salaam in Tanzania. "Completion of the project would have serious commercial implications for existing ports, from Walvis Bay in Namibia to Mombassa in Kenya and Durban in South Africa," according to the Oxford Analytica - Daily Brief of March 22.

source:http://allafrica.com/stories/201204270396.html
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Old April 28th, 2012, 02:57 AM   #928
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Originally Posted by shadow-man View Post
Namibia: Kwanza Trade Work in Progress - BON
By Desie Heita, 27 April 2012

Windhoek — The Bank of Namibia has confirmed that it has held discussions with the National Bank of Angola, about the trade of kwanza, the Angolan currency, in Namibia.

However, Bank of Namibia's chief spokesperson, Ndangi Katoma, says the discussions took place because of the Namibian central bank's recognition of the need to "facilitate trade" between Namibia and Angola.

The central bank has always been cognisant of the problems encountered by Namibian businesspeople trading with Angola, he said. "It was not necessarily because of the recommendations from the Namibia Chamber of Commerce and Industry (NCCI)," said Katoma. There has already been various meetings on the subject with the last taking place in March, here in Windhoek, when representatives of the National Bank of Angola visited the Bank of Namibia. There are legal and logistical constraints on the Angolan side. However, Katoma says the matter has been taken up "at bilateral level between the two governments and may take some time to be resolved".

The constraints include the fact that Angolan law prohibits the removal of the kwanza from Angola, and as such "this makes the currency exchange and repatriation component of the project proposal challenging at the moment," Katoma said.

The Bank of Namibia did conduct "its own research at the Oshikango border post and made proposals" to the National Bank of Angola on how trade can be enhanced between the two countries. The proposal focused on "integration of the two countries' payment systems and currency exchange between the Namibian dollar and the kwanza", said Katoma.

Angola's economic recovery path from the nearly three decades of civil war has reached a critical point, with the country now in a position to pay attention to issues of infrastructure and legislation that can strengthen and protect domestic investment - all which are starting to present serious trade challenges to the region.

Angola also has new currency restrictions in place which were adopted as part of International Monetary Fund (IMF) recommended measures for the restoration of a stable macro-economic environment.

The restrictions have, however, contributed to the deceleration of business growth at the border posts, particularly the Oshikango border post that was once Namibia's buzzing export hub into Angola and the Democratic Republic of Congo.

The NCCI has confirmed that it has received complaints from local businesses regarding the problems at the border posts and that it has asked the Bank of Namibia to seriously consider accepting the kwanza currency trade in the country.

"This is one of the things that must materialise to help sustain trade at Oshikango," NCCI Chief Executive Officer Tarah Shaanika said.

At the current exchange rate US$1 is the equivalent of 98 Angolan kwanza, while 60 kwanza equal N$4,92. A New Era investigation on the ground found massive closures of businesses and job losses at the Oshikango border/trading post. The turning point for Namibia was already highlighted by last year's drastic decision by Angola to ban the import of cement into Angola, a decision which was later relaxed to allow only all-purpose cement, while the ban is still in force for special strength cement.

Following in the footsteps of SACU member states such as Namibia, Angola has also banned the importation of second vehicles older than 5 years, effectively shutting down the formerly brisk vehicle import business at Oshikango.

Angola has also pumped millions of US dollars into upgrading and improving efficiency at its ports, especially the Lobito and Luanda ports, which analysts expect to dramatically reduce the flow of goods imported via Walvis Bay destined for Angola.

Investment in the rail network is another focal point for Angola. Currently the Chinese are building an ambitious trans-continental railway line from Luanda, via Zambia and the Democratic Republic of Congo to Dar es Salaam in Tanzania. "Completion of the project would have serious commercial implications for existing ports, from Walvis Bay in Namibia to Mombassa in Kenya and Durban in South Africa," according to the Oxford Analytica - Daily Brief of March 22.

source:http://allafrica.com/stories/201204270396.html
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Old April 30th, 2012, 04:19 AM   #929
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29 de Abril, 2012


Cuito ganha nova livraria para servir os estudantes


A Escolar-Editora é a nova livraria aberta ao público na cidade do Cuito, esta semana, com o objectivo de facilitar a aproximação entre os livros e os estudantes desta região.
Com sede em Benguela, a livraria Escolar-Editora vai comercializar no Cuito livros didácticos e científicos, tendo em conta a procura crescente por parte dos leitores e docentes. O gerente da livraria, Efraím Soma, disse que apesar da procura de livros com teor literário ainda ser escassa devido ao pouco hábito de leitura por parte da sociedade, os livros didácticos têm tido grande saída.
Os livros, adiantou, são encomendados de Portugal e os mais comercializados são os científicos, pela exigência de investigação do ensino superior. “O importante é existirem políticas que possibilitem a aquisição rápida e acessível de livros para facilitar os estudantes e docentes, que muitas vezes leccionam sem terem em mão materiais suficientes”, disse.
A Moderna é outra livraria, que existe há mais de 15 anos no Cuito. Eugénio Menezes, gerente do espaço, disse que a compra de livros por parte da sociedade biena ainda é fraca, o que muitas vezes impossibilita a continuidade da actividade comercial.
O responsável da livraria, a primeira no Bié, disse que o preço dos livros também é uma das causas que impedem os jovens de terem acesso aos livros com frequência. “Muitos preferem investir mais em coisas pouco duradoiras do que em livros, o que é preocupante. A maioria dos estudantes só se preocupam em comprar livros quando são orientados pelos professores”, afirmou.
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30 de Abril, 2012


Aumenta produção de carnes



O secretário de Estado para a Agricultura, José Amaro Tati, anunciou em Malange a entrada em funcionamento, em Agosto próximo, das primeiras naves de criação de aves, com vista à produção de carne e ovos.
Segundo José Amaro Tati, estão em construção 240 naves no Kwanza-Norte e Malange. Com a conclusão do projecto, Angola passa a dispor de toda a capacidade que necessita para a produção de carne de aves e minimizar as importações destes produtos.
José Amaro Titi disse também que o governo aposta no aumento da produção de grãos, para que não haja dificuldades na alimentação das aves a serem criadas.
O governador de Malange e o secretário de Estado da Agricultura visitaram as naves de reprodução, as incubadoras e o espaço de quarentena nas comunas do Cota, Cambunze e Quizenga. Cada incubadora vai produzir dois milhões de ovos por mês, enquanto as naves dispõem de uma capacidade de produção unitária de cinco mil aves.

Reabilitação de estrada



Os 45 quilómetros da estrada nacional 322 que liga os municípios de Cacuso e Kalandula, passando pela comuna de Suqueco, vão ser reabilitados.
A informação foi prestada durante a visita que o governador da província efectuou às obras de construção de naves de reprodução de aves nos municípios de Cacuso e Calandula.
As obras, iniciadas em Junho do ano passado e com termo previsto para 2013 estão a cargo da empresa AFROENG, estão avaliadas em 36 milhões de dólares americanos, tendo criado 80 postos de trabalho.
O governador provincial de Malange, que se fez acompanhar do secretário de Estado para a Agricultura, José Amaro Tati, disse na ocasião que a reabilitação da via vai facilitar o escoamento dos produtos agrícolas dos municípios de Cacuso e Calandula, bem como contribuir para o combate à pobreza na região.
A reabilitação da estrada vai também facilitar a fluidez do trânsito e diminuir o índice de acidentes de viação, sobretudo no troço que liga a comuna do Lombe (Cacuso) e o município de Calandula.

Ponte sobre o Lombe

A construção da ponte sobre o rio Lombe, no município de Cacuso, na província de Malange, a cargo da empresa CONDURIL, decorre a bom ritmo desde o mês de Fevereiro último, devendo estar concluída em Julho deste ano, assegurou ao Jornal de Angola o encarregado de obras Jorge Castro.
A nova ponte, que tem 50 metros de cumprimento, vai permitir que a circulação rodoviária entre as províncias de Luada e Malange seja feita em condições normais e com segurança.

Fonte JA
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30 de Abril, 2012


Números dos acidentes de trabalho e doenças profissionais são elevados


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) indica que em todo o Mundo ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho e são registadas mais de 160 milhões de doenças profissionais por ano.
De acordo com um relatório da OIT por ocasião do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho assinalado ontem, esses acidentes e doenças profissionais causam, anualmente, mais de 2,2 milhões de mortes e provocam uma redução de 4 por cento no PIB (Produto Interno Bruto) mundial.
Actualmente, refere o documento, os casos mais numerosos estão no sector da construção civil, um dos maiores geradores de emprego em muitas partes do Mundo e também responsável por altos índices de acidentes e doenças relacionados com o trabalho.
Entre os grupos mais afectados, estão os trabalhadores jovens (15 a 24 anos), que são vítimas de inexperiência, e os idosos (com mais de 55 anos), mais propensos a acidentes fatais no trabalho.
Ainda de acordo com o relatórioda organização, cerca de 17 por cento de todos os acidentes fatais no local de trabalho ocorrem na indústria e na construção civil. Isso representa 60 mil mortes por ano, ou uma morte a cada 10 minutos.
O relatório daquela organização afecta à ONU reforça a necessidade de melhor planeamento e coordenação para lidar com as questões de saúde e segurança nos locais de construção, assim como um maior enfoque na prevenção de doenças e acidentes relacionados com o trabalho. O estudo que estamos a fazer refrência aponta que os trabalhadores jovens sofrem mais acidentes sérios, porém não fatais, e esse maior risco pode ser relacionado com a falta de experiência e formação, assim como pela pouca maturidade física e emocional.


Assim, a educação para o trabalho e a formação são elementos-chave nos programas de prevenção para este grupo. No outro extremo da escala etária, trabalhadores com mais de 55 anos parecem estar mais susceptíveis a sofrerem doenças ocupacionais fatais.
O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho é assinalado a 28 de Abril, em memória do grave acidente ocorrido nesta data, em 1969, numa mina dos EUA, onde morreram dezenas de trabalhadores.
A primeira cerimónia teve lugar em 1996, em Nova Iorque, na Organização das Nações Unidas, e em 2001 a data foi reconhecida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e passou a ser celebrada oficialmente em muitos países.
Apesar de todas estas celebrações, a luta contra a sinistralidade laboral está longe de ser uma realidade. As estatísticas continuam a mostrar um balanço negativo e o mais grave é que, segundo alguns especialistas na matéria, a prevenção laboral não passa de balanços, informações e números.


Fonte JA
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01 de Maio, 2012



Mortalidade por violação ao código de estrada



O director provincial de Viação e Trânsito revelou sábado que foram registados, de Janeiro a Abril deste ano, 291 acidentes de viação na província do Bié.
José Manuel Moreira Carneiro apontou como causas o uso do telefone durante a condução, o não uso do cinto de segurança e o desrespeito aos sinais luminosos.
O responsável sublinhou que, nos últimos sete dias, os serviços de Viação e Trânsito registaram 58 autuações por diversas infracções, mais nove em relação ao mesmo período anterior.
Destas, constam 40 violações ao código de estrada, quatro ao regulamento do mesmo e 34 ao regulamento de transporte automóvel a nível da província.
O director referiu que as infracções resultaram na aplicação de sete multas no valor de 60.720.00 kwanzas e oito taxas diversas no valor de 6.600.00 kwanzas.
No mesmo período, continuou, foram apreendidas nove viaturas, 28 motociclos, 18 cartas de condução e oito documentos diversos.
O oficial da Polícia apelou aos motociclistas para utilizarem o capacete de segurança.
Os acidentes de viação, alguns dos quais aparatosos, continuam a estar na agenda das preocupações das autoridades policiais angolanas. Por esta razão, destacamentos de prevenção rodoviária estão em construção junto às estradas nacionais. O projecto arrancou no ano passado no Morro do Binda, em Ndalatando, numa cerimónia presidida pelo ministro do Interior, Sebastião Martins.


http://jornaldeangola.sapo.ao/18/71/...igo_de_estrada
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Old May 4th, 2012, 01:49 AM   #933
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03 de Maio, 2012

Indisciplina alimentar desastrosa para saúde



Entre as causas que concorrem para os maus hábitos alimentares, a correria da sociedade actual e o recorrente pretexto da falta de tempo estão entre as mais comuns. As consequências do não cumprimento de uma alimentação equilibrada não se fazem esperar. A obesidade, o stress e a gastrite são a penas três entre um vasto leque de doenças que, nos últimos tempos, têm vindo a aumentar os problemas de saúde dos angolanos.
O volume de tarefas em casa e na empresa de consultoria onde trabalha levou Noémia Sucato a deixar de cumprir o horário das refeições. Aos 29 anos, admite que por vezes ficava várias horas sem comer nada. Além disso, passou a adoptar a comida rápida, vulgarmente conhecida por “fast food”.
Vezes sem conta a história repetia-se e nem a dor no estômago, que posteriormente passou a sentir como indício de que o seu aparelho digestivo apresentava problemas, a fez mudar de comportamento. Para Noémia Sucato, os afazeres diários falavam mais alto.
“Por vezes, sentia um mal-estar que se prolongava por vários dias, mas depois voltava tudo à normalidade”, lembra.
Com o passar do tempo, não demorou muito até os problemas de saúde se agravarem e, com a indisposição a aumentar, foi obrigada a procurar ajuda médica. Foram dias de muita angústia e de muitas dúvidas, dissipadas pelos resultados solicitados pelo médico assistente.
Noémia Sucato padece de uma gastrite aguda. Convencida da sua culpa pela enfermidade, passou a cumprir com rigor as recomendações médicas e confessa-se arrependida pelos descuidos alimentares do passado.
O gastrenterologista Manuel Feliciano diz que tem vindo a aumentar o número de pessoas com esta enfermidade e explica que o seu aparecimento é consequência da adopção, muitas vezes por negligência, de um estilo de vida pouco saudável.

http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/i...osa_para_saude
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Old May 5th, 2012, 01:32 PM   #934
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04-05-2012


Moradores de alguns condomínios queixam-se da falta de segurança


Em alguns condomínios da capital, os moradores queixam-se da falta de segurança, bem como a ausência de alguns serviços básicos, apurou a Rádio Luanda.

No condomínio Bom Sossego, localizado na Camama, por exemplo, os moradores queixam-se da ausência de vários serviços, que vão desde a falta de energia eléctrica aos assaltos a mão armada.

O condomínio Bom Sucesso tem muitos problemas, não tem água, não tem energia eléctrica, não tem segurança, as casas estão inacabadas enfim, -“não sabemos mais o que fazer, pagamos um preço alto, mas não temos condições de habitabilidade” desabafou um dos condóminos.

Por outro lado, no condomínio Lar do Patriota, o seu responsável disse que os moradores escusam-se a pagar a taxa do condomínio.

“Os moradores participam pouco das acções sociais do condomínio, e alguns furtam-se mesmo do pagamento das suas obrigações”.

Fonte: RL


o governo deve encontrar uma solução antes de piorar
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Last edited by Blue sun; May 5th, 2012 at 01:37 PM.
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Old May 5th, 2012, 01:42 PM   #935
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Smile

Sábado,
05 de Maio 2012
12:39

Vacinas angolanas afastam importadas

O ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Afonso Pedro Canga, inaugurou quinta-feira na cidade do Lubango (Huíla), o primeiro laboratório de produção de vacina contra a doença Newcastle, que afecta as aves.
O laboratório, com capacidade para produzir 180.000 doses de vacinas por mês, está situado no bairro do Benfica e vai funcionar junto ao laboratório para a produção de vacinas veterinárias da Huíla.
Criado pelo Executivo, através do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, o laboratório de produção de vacinas Newcastle teve o financiamento da União Europeia, que na última fase disponibilizou 1,5 milhões de euros para a sua efectivação.
O ministro Pedro Canga referiu no acto de inauguração do laboratório que o projecto está enquadrado na estratégia do Executivo de Combate à Fome e à Pobreza.
“Já temos condições para produzir localmente a vacina. Com isso, vamos diminuir a importação dessa vacina e atender com maior rapidez as necessidades da população, em particular os camponeses e grandes criadores”, disse o ministro.
A coordenadora do projecto de redução e controlo da doença Newcastle, financiado pela União Europeia em Angola, Robyon Alders, disse que um estudo feito nas províncias de Benguela, Huíla e Huambo revela que anualmente a doença Newcastle, conhecida localmente por Otchiefu, ou Otchikupuka, dizima 80 por cento das aves.
A responsável acrescentou que o facto tem um impacto negativo grave, quer na segurança alimentar quer na economia familiar e dos pequenos criadores das zonas rurais. Mas os danos são agora evitáveis e controlados com a produção da vacina I-2 DN.


Robyon Alders referiu que o projecto de redução e controlo da doença Newcastle é uma componente do programa de apoio ao sector pecuário familiar no sul de Angola. O objectivo geral é implementar com sucesso o programa de combate à doença, através da produção local, controlo de qualidade da vacina I-2 DN e o acesso a uma vacina eficaz e sustentável.
“Vários estudos demonstraram que o principal problema da criação da galinha são as doenças. A doença Newcastle é a mais frequente, dizimando anualmente cerca de 50 a 100 por cento dos efectivos”, disse Robyon Alders.

http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/v...tam_importadas
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Old May 7th, 2012, 04:29 AM   #936
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06 de Maio, 2012



Negócio do lixo tem dinheiro



O governo da província de Luanda vai executar, ainda este ano, um programa de saneamento básico para melhorar a saúde pública e garantir um ambiente saudável.
A intenção consta do Plano de Iniciativas de Impacto Social Imediato de Luanda, em execução pelo Ministério da Economia e pelo governo provincial de Luanda. De acordo com o documento, o projecto vai conceder microcrédito a pequenos empreendedores, para a aquisição de materiais e de meios para a recolha do lixo em todos os pontos da cidade de Luanda.
O programa de impacto social consiste em dar trabalho aos empreendedores que, pela recolha do lixo, vão receber um valor monetário ainda não definido.
Para a sua operacionalidade, o governo de Luanda, em parceria com o Ministério da Economia, vai criar 25 pontos de referência de recolha de lixo, localizados nos municípios de Belas, Cacuaco, Cazenga, Icolo e Bengo, Luanda, Quissama e Viana.
Nesta perspectiva, os empreendedores vão receber máscara, fato-macaco, ferramenta de recolha e sacos, essenciais para o trabalho de recolha de lixo. O microcrédito vai ser o meio através do qual as pessoas interessadas vão poder ter os materiais de que necessitam, lê-se no documento, apresentado, recentemente, pelo ministro da Economia, Abraão Gourgel, ao governador de Luanda, Bento Bento.
O projecto prevê a criação de brigadas de limpeza que vão, no futuro, atingir níveis de organização de cooperativas.
Além disso, contempla a atribuição de 600 motociclos de transporte de lixo e a execução de um modelo de pagamento por quilo aos jovens empreendedores envolvidos no projecto.


http://jornaldeangola.sapo.ao/18/0/n...o_tem_dinheiro
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Old May 9th, 2012, 12:56 AM   #937
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08-05-2012


Preço de venda de gás no Bié é especulativo



A dificuldade de aquisição da botija de gás de cozinha faz com que oportunistas apliquem preços especulativos, de setecentos a mil Kwanzas, quando as concessionarias estão sem capacidades de resposta.

Os gestores dos pontos de venda de gás no Bié alegaram dificuldades de vária ordem.

“É por causa dos transportes, os caminhões também avariam muito no caminho. Regista-se enchente, algumas pessoas voltam sem gás”, disse um gerente.

“Ás vezes o produto vem pouco, há muita procura, neste caso atendes uma parte, mesmo assim há muita procura”, disse outro gestor.

Já o representante da Sonagás no Bié, Francelino Salvador admitiu que a solução do problema passa pelo aumento da quantidade, bem como o factor de transportação do Kwanza Sul para o Bié.

“Temos um consumo diário de mil e setecentas garrafas, só que muitas vezes não se consegue satisfazer a necessidade da população, tendo em conta a morosidade do trajecto entre o Kwanza Sul e Bié”, disse.


Fonte RNA
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Old May 12th, 2012, 03:12 AM   #938
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11 de Maio, 2012

Huambo prevê atenuar carência de água


O director provincial de Energia e Águas na província do Huambo, Adolfo Elias, disse ontem, naquela cidade, que já foi definido um plano alternativo de abastecimento de água às populações, tendo em conta a carência que se antevê nesta época seca.
Em declarações à imprensa a propósito das dificuldades que os moradores das zonas periféricas da cidade enfrentam para terem acesso a água, Adolfo Elias anunciou para breve o início do programa de distribuição com camiões cisternas.
A água a ser fornecida pelos camiões vai sair da central de captação do rio Culimahala, situada a cerca de cinco quilómetros a leste do centro da cidade do Huambo.
Este plano alternativo pretende atenuar a carência de água que já começa a fazer-se sentir nos bairros que não são abastecidos pela rede de distribuição.


Fonte JA
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Old May 17th, 2012, 12:37 AM   #939
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Quarta, 16 de Maio 2012
23:33


Combate cerrado ao roubo de gado


O comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, anunciou, no município dos Gambos, a criação de uma brigada especial para combater o roubo de gado nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene.
A brigada, disse o comandante-geral, responde a um programa da organização de polícias da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), destinado a combater o crime transfronteiriço.
“Dentro da SADC, tem sido feita essa abordagem e uma das recomendações foi, precisamente, fazermos uma campanha, com o Ministério da Agricultura, de sensibilização dos criadores, no sentido de marcarem as suas cabeças de gado, para depois a polícia recuperar os animais identificados pelos seus proprietários”, disse Ambrósio de Lemos na inauguração, segunda-feira, de uma esquadra do comando municipal dos Gambos, a sul da cidade do Lubango, construída no quadro do Programa de Investimentos Públicos.
Nesse sentido, já foram criadas, no Cunene e no Namibe, algumas unidades específicas de combate ao roubo de gado bovino, enquanto a unidade da Huíla vai ser equipada de meios de deslocação que facilitem a perseguição dos ladrões de gado bovino.
A Polícia Nacional já está a preparar o programa de expansão do efectivo pelos vários locais onde vai processar-se o acto eleitoral, informou Ambrósio de Lemos, que avaliou na Huíla, com o comando provincial da corporação, as condições criadas para assegurar as eleições deste ano.

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17 de Maio, 2012


Defendidas facilidades para deficientes em locais públicos


A criação de meios que facilitem o acesso de portadores de deficiência física às instituições públicas, como escolas e hospitais, foi defendida na terça-feira pelo director provincial de Luanda para o Trânsito, Tráfego e Mobilidade.
O assunto, disse Jorge Bengue à Angop, tem sido alvo de discussões e encontros entre a Direcção Provincial de Trânsito, Tráfego e Mobilidade do governo de Luanda e a Associação Nacional dos Deficientes de Angola (ANDA). Entre as questões em discussão estão as irregularidades existentes a nível das infra-estruturas viárias e a recolha de sugestões em termos de acções que o governo provincial pode adoptar para tornar a mobilidade dos deficientes em Luanda mais facilitada.
Além disso, Jorge Bengue sublinhou a necessidade de os transportes públicos possuírem rampas portáteis ou elevadores para facilitarem a entrada e saída de deficientes, e recordou que a empresa pública de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda (TCUL) possui mais de dez veículos equipados e adaptados com esses mecanismos.



http://jornaldeangola.sapo.ao/18/0/d...ocais_publicos
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