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Old May 5th, 2012, 02:38 PM   #2101
Paulost
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Originally Posted by bjsilva View Post
Realmente Pouso Alegre está em evidência, mais do que qualquer outra, e certamente se tornará a principal cidade da região de forma inapelável. E certamente é por causa da Fernão Dias. Não sou da região sul , mas eu sempre ouvi falar muito de Varginha e Poços de Caldas, como sendo as principais cidades do sul de minas. Varginha, com uma base industrial mais antiga, ainda tem a questão dos órgãos públicos e as tvs regionais (é só um ponto a favor da cidade, mas que não significa muita coisa... Pelo menos não pra mim.) Já Poços além de ter uma boa base econômica, tem a questão do turismo que a torna uma cidade muito conhecida.

Já estive nas 3 cidades , e achei Pouso Alegre a mais movimentada de todas. Jeito de cidade polo mesmo (assim como Poços e Varginha também). Mas são completamente diferentes, nem parecem estar na mesma região. Devem saber do que eu estou falando né? Em Uberaba as vezes me sinto em Uberlândia, de tão parecidas que são...

Graças a Deus eu viajo muito a trabalho. Adoro essa vida.

Vai demorar um bom tempo para que uma dessas três cidades ( Poços, Pouso Alegre e Varginha) consiga se transformar na "capital" do Sul do Minas. Talvez isso nem venha a ocorrer. Mas hoje pela dimensão dos investimentos que estão sendo implantados em Pouso Alegre - só o Shopping SerraSul, a Isofilme e a XCMG (todos com obras já iniciadas) somam cerca de 650 milhões- e ainda tem as expansões da Usiminas Automotiva, Rexam, Cimed e os investimentos em centros de distribuição atacadista, colocaram P. Alegre como cidade "favorita" para se tornar o principal pólo da região. Mesmo assim o Sul de Minas continuará sendo uma região bem equilibrada em termos de pólos regionais.

Esse "tsunami" de investimentos na cidade certamente fará com que cresça ainda mais a migração para Pouso Alegre acarretando em maior crescimento absoluto e talvez até relativo da população do município.

Crescimento da populaçãonos principais pólos de MG: censo 2010- censo 2001- % de crescimento relativo na década.

Pouso Alegre 130 615 - 106 776 = 22,32% de acréscimo
Uberlandia 611 903 - 501 214 = 22,08%
Uberaba 299 360 - 252 051 = 18,76%
Montes Claros 361 971 - 306 947 = 17,92%
Divinópolis 213 076 - 183 962 = 15,82%
Sete Lagoas 214 071 - 184 871 = 15,79%
Ipatinga 241 538 - 212 496 = 13,66%
Juiz de Fora 517 872 - 456 796 = 13,37%
Varginha 123 120 - 108 998 = 12,95%
Patos de Minas 139 848 - 123 881 = 12,88%
Poços de Caldas 152 496 - 135 627 = 12,43%
Gov.Valadares 263 594 - 247 131 = 6,66%
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Old May 5th, 2012, 02:56 PM   #2102
bjsilva
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Pra uma cidade que cresce fora dos limites, bem ao estilo metropolitano, Ipatinga cresceu bem. Se o colar metropolitano fosse contado , daria uns 15% de crescimento. Existem bairros da mesma mancha urbana de Ipatinga que não pertencem a cidade. Se fossem contados daria uns 260 mil habitantes.

E Pouso Alegre está igual um foguete no crescimento populacional.

Last edited by bjsilva; May 5th, 2012 at 06:49 PM.
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Old May 5th, 2012, 11:33 PM   #2103
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Old May 6th, 2012, 05:05 AM   #2104
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Do jornal O Tempo de domingo passado, tá um pouco atrasado mas...



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Old May 6th, 2012, 08:25 AM   #2105
WYZ
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Só uma correção. Daria para construir 133mil casas e não 13,3mil. Uma pequena diferença.
É coisa demais. Daria pra fazer TODO o metrô, com as 3 linhas completas - 3 vezes.
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Old May 7th, 2012, 02:09 AM   #2106
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Só uma correção. Daria para construir 133mil casas e não 13,3mil. Uma pequena diferença.
É coisa demais. Daria pra fazer TODO o metrô, com as 3 linhas completas - 3 vezes.
Pois é...se nem as prestações atuais e futuras, as autoridades federais querem renegociar, imagina renegociação retroativa!
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Old May 7th, 2012, 02:12 AM   #2107
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Quatro a cada cem xícaras são feitas com café da Cooxupé

Guaxupé. No ano passado, o mundo consumiu cerca de 130 milhões de sacas de café. Deste total, 5,1 milhões saíram da Cooxupé, a maior cooperativa no ramo, com sede em Guaxupé. "É o equivalente a 4% do total produzido pela cooperativa", calcula o presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa. Isso significa que a cada cem xícaras, quatro são feitas com café da cooperativa. Segundo Costa, a previsão para este ano é receber 6 milhões de sacas, sendo 85% para exportação. O maior comprador são os Estados Unidos. A rede de cafeterias Sturbucks, por exemplo, compra mais de 1 milhão. Em 2011, o faturamento foi de R$ 3 bilhões e, para 2012, deve ser de R$ 3,3 bilhões. (QA)


da reportagem: As baronesas do café: elas já têm 10% da produção de MG
Link:http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5
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Old May 8th, 2012, 05:59 AM   #2108
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Extração de grafita em Almenara é prioridade

Projeto orçado em R$ 80 milhões.

LEONARDO FRANCIA.
MARCOS ALVARENGA

Projeto da empresa para produzir grafita em Almenara, no Norte de Minas, orçado em R$ 80 milhões

A Magnesita Refratários S/A, sediada em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), está intensificando o licenciamento ambiental do projeto para produção de grafita em Almenara, no Norte de Minas. A expectativa da empresa é que o empreendimento, orçado em R$ 80 milhões, entre em operação no inicío de 2014.

O projeto em Almenara, junto com a expansão da mina em Brumado (BA), dedicada à autossuficiência em sínter de magnesita de alta pureza, fará com que a Magnesita atinja 90% de verticalização da sua produção, o que garantirá um diferencial estratégico no setor mundial de refratários.

O complexo em Almenara está em fase de licenciamento ambiental e a reserva está estimada em 57 milhões de toneladas de grafita, com vida útil de 50 anos, e produção que deve alcançar 40 mil toneladas por ano na primeira fase. Segundo a companhia, esse volume garantirá a autossuficiência em grafita, além de adicionar um mineral estratégico ao portfólio da empresa.

Além da utilização da grafita para a verticalização em soluções refratárias, a Magnesita já informou que continua fazendo estudos para quantificar as reservas adicionais e monetizar o potencial minerário. Os indícios levantados mostram, inclusive, que a jazida pode ser maior do que as 57 milhões de toneladas estimadas até então.

A grafita é considerada um mineral escasso e a pressão sobre o preço do insumo se intensificou quando a China, responsável por cerca de 80% da produção mundial, estabeleceu cotas para exportações desde meados de 2010 e direcionou sua produção para aplicações em baterias íon-lítio para carros elétricos, especialmente.

Essa estratégia chinesa, que diminuiu a oferta de grafita no mercado mundial, fez com que o preço do insumo dobrasse, em alguns casos, dependendo do tipo, nos últimos trimestres. Por outro lado, a medida dos asiáticos abriu espaço para a entrada de outros produtores no mercado e, além disso, a Magnesita admitiu anteriormente que o desenvolvimento de carros elétricos em economias ao redor do mundo criaria uma demanda exponencial por grafita nos próximos anos.


MARCOS ALVARENGA/ARQUIVO DC

Vendas para siderurgia representam 85% da receita de refratários da Magnesita

www.diariodocomercio.com.br
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Old May 9th, 2012, 03:10 AM   #2109
Paulost
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Leilão do MME viabilizará usina termelétrica em Minas

Investimento previsto pela Ybaré para usina a gás é de R$ 700 milhões; certame está agendado para 16 de agosto


Tatiana Moraes - Do Hoje em Dia - 8/05/2012 - 08:18

O leilão A-5 do Ministério de Minas e Energia (MME) pode tirar do papel uma usina termelétrica (UTE), movida a gás natural, com capacidade para gerar 400 megawatts em Pouso Alegre, no Sul de Minas. Tocado pela Ybaré Energia, especializada em termelétricas e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), o projeto requer investimentos de R$ 700 milhões.

De acordo com o sócio-diretor da geradora, Luis Carlos Ramos Rodrigues, a empresa possui autorização para erguer uma UTE com capacidade para 470 megawatts. “Se vencermos o leilão, vamos construir uma UTE de 400 megawatts e, posteriormente, ampliar a capacidade”, afirmou.

Para levar a energia às distribuidoras, a Ybaré utilizará uma linha de distribuição de 500 quilovolts da companhia Furnas Centrais Elétricas, que conectará a usina ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo o sócio-diretor, o combustível utilizado para abastecer a UTE virá de uma extensão no gasoduto Paulínia-Jacutinga. A pequena distância entre Pouso Alegre e Jacutinga, cerca de 90 quilômetros, seria um dos fatores que viabilizariam o ramal.

Conforme o sócio-diretor da Ybaré Energia, no ápice das obras, a usina vai gerar cerca de três mil postos de trabalho. Durante a operação, aproximadamente 300 empregos serão criados. A maioria, segundo ele, será de nível técnico e superior. “Também precisaremos de vigilantes e pessoal de limpeza, por exemplo. Porém, nesse tipo de empreendimento, a qualificação profissional para exercer algumas funções é essencial”, comenta.

O empreendimento possui Licença Prévia (LP), concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em 2010, com validade para quatro anos a partir do requerimento. A licença não permite que o combustível utilizado pela usina seja outro senão o gás natural.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias...minas-1.442785

Que venha mais esse investimento para Pouso Alegre.
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Old May 9th, 2012, 05:25 AM   #2110
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Old May 9th, 2012, 05:45 AM   #2111
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Leilão do MME viabilizará usina termelétrica em Minas

Investimento previsto pela Ybaré para usina a gás é de R$ 700 milhões; certame está agendado para 16 de agosto


Tatiana Moraes - Do Hoje em Dia - 8/05/2012 - 08:18

O leilão A-5 do Ministério de Minas e Energia (MME) pode tirar do papel uma usina termelétrica (UTE), movida a gás natural, com capacidade para gerar 400 megawatts em Pouso Alegre, no Sul de Minas. Tocado pela Ybaré Energia, especializada em termelétricas e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), o projeto requer investimentos de R$ 700 milhões.

De acordo com o sócio-diretor da geradora, Luis Carlos Ramos Rodrigues, a empresa possui autorização para erguer uma UTE com capacidade para 470 megawatts. “Se vencermos o leilão, vamos construir uma UTE de 400 megawatts e, posteriormente, ampliar a capacidade”, afirmou.

Para levar a energia às distribuidoras, a Ybaré utilizará uma linha de distribuição de 500 quilovolts da companhia Furnas Centrais Elétricas, que conectará a usina ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo o sócio-diretor, o combustível utilizado para abastecer a UTE virá de uma extensão no gasoduto Paulínia-Jacutinga. A pequena distância entre Pouso Alegre e Jacutinga, cerca de 90 quilômetros, seria um dos fatores que viabilizariam o ramal.

Conforme o sócio-diretor da Ybaré Energia, no ápice das obras, a usina vai gerar cerca de três mil postos de trabalho. Durante a operação, aproximadamente 300 empregos serão criados. A maioria, segundo ele, será de nível técnico e superior. “Também precisaremos de vigilantes e pessoal de limpeza, por exemplo. Porém, nesse tipo de empreendimento, a qualificação profissional para exercer algumas funções é essencial”, comenta.

O empreendimento possui Licença Prévia (LP), concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em 2010, com validade para quatro anos a partir do requerimento. A licença não permite que o combustível utilizado pela usina seja outro senão o gás natural.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias...minas-1.442785

Que venha mais esse investimento para Pouso Alegre.
Ótimo torço igualmente para que essa UTE se fetive.
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Old May 9th, 2012, 06:44 PM   #2112
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Fiemg quer investir em novos empreendimentos no Norte de Minas
Novo presidente da Fiemg Regional Norte destaca potencialidades de Montes Claros

Luiz Ribeiro

Publicação: 09/05/2012 11:26 Atualização:

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) vai realizar um trabalho integrado com outras entidades de classe e órgãos de fomento para levar novos empreendimentos para o Norte de Minas, aproveitando o boom econômico da região com as descobertas de reservas de minério de ferro e de gás. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior.

Ele participou da solenidade de posse do novo presidente da Regional Norte da federação, Adauto Marques Batista, em Montes Claros. “A região apresenta grandes potencialidades e a nossa intenção e aproveitá-las para incrementar a geração de empregos e o desenvolvimento regional”, afirmou Olavo Machado, lembrando de novos empreendimentos que estão sendo instalados no Norte do estado, como as fábricas de sandalias Havaianas (Alpagartas) e de tratores e implementos agrícolas da Case New Holand (CNH/Grupo Fiat), em Montes Claros.

A unidade da Alpargatas, com investimentos da ordem de R$ 180 milhões, vai gerar 2,2 mil empregos diretos e outros 2,3 mil postos de trabalho indiretos. A fábrica, que está sendo construída no Distrito Industrial de Montes Claros, deverá entrar em operação até o final do ano. Já a unidade de tratores e implementos do Grupo Fiat terá investimentos da ordem de R$ 600 milhões, com a previsão de gerar 2,7 mil empregos. O empreendimento será instalado em terreno de 2 milhões de metros quadrados próximo à BR 251 (saída para Francisco Sá) e deverá entrar em atividades em 2014.

O presidente da Fiemg destacou que as ações também envolvem o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e o Instituto Mineiro de Desenvolvimento Integrado (Indi). Ainda ontem foi assinado o Banco do Nordeste firmou convênio com o BDMG, no valor de R$ 50 milhões a serem investidos em projetos no Norte de Minas. Os recursos são oriundos do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste (FNDE).
http://www.em.com.br/app/noticia/eco...de-minas.shtml
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Old May 9th, 2012, 10:55 PM   #2113
WYZ
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Tomara que "descubram" o Norte de Minas. Mas espero que seja mais espalhado e não apenas em Montes Claros. A cidade merece, sim, os empreendimentos, mas a FIEMG poderia olhar também para outras cidades.
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Old May 9th, 2012, 11:08 PM   #2114
Catrumano
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Tomara que "descubram" o Norte de Minas. Mas espero que seja mais espalhado e não apenas em Montes Claros. A cidade merece, sim, os empreendimentos, mas a FIEMG poderia olhar também para outras cidades.
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Old May 10th, 2012, 01:23 AM   #2115
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Exportação de café especial aquece economia no Sul de Minas

Geórgea Choucair - Estado de Minas
Publicação: 09/05/2012 06:00 Atualização: 09/05/2012 07:26

O cafezinho mineiro está mais sofisticado e ganha o mundo. Os grãos diferenciados produzidos no estado, que incluem os cafés especiais, orgânicos e certificados, aumentaram a presença nas prateleiras do mercado externo. De janeiro a abril, Minas Gerais exportou 928,30 mil sacas de 60 quilos de café tipo arábica, variedade na qual se concentram os cafés de maior qualidade, chamados de diferenciados. É 24,7% a mais do que a quantidade exportada no mesmo período de 2011, segundo dados divulgados ontem pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

“O café arábica é o carro-chefe das exportações brasileiras, representa cerca de 90% do total. O consumo interno está crescendo e as pessoas estão com maior poder aquisitivo para comprar café de qualidade”, afirma Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé. O valor movimentado pelo café arábica que saiu de Minas deu um salto nos quatro primeiros meses deste ano e passou de US$ 198,80 milhões para US$ 260,59 milhões, alta de 31,08%.

Os principais destinos das exportações brasileiras de café são os Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. Se for analisar os dados gerais das exportações de café diferenciado no Brasil, no entanto, o balanço da Cecafé não acompanha o ritmo mineiro. De janeiro a abril houve queda de 20,2% na exportação do café tipo arábica no país. O volume de sacas de 60 quilos do grão vendidas ao mercado externo passou de 9,3 milhões nos primeiros quatro meses de 2011 para 7,42 milhões no mesmo período deste ano, segundo o Cecafé. Apesar de Minas ser a grande produtora desse tipo de grão, os números da entidade levam em conta o volume de café despachado para exportação pelo estado e não a produção geral.

A crise econômica que afeta os Estados Unidos e a Europa e o período de término da safra justificam a queda nos números globais do país nos primeiros meses deste ano, segundo Braga. “O café tem o chamado ciclo de alta e baixa. Estamos neste ano no ciclo da baixa produção, mas em 2011 tivemos a maior safra de café arábica já colhida no país”, ressalta. Em todo o ano passado os grãos diferenciados representaram cerca de 26% do total embarcado de 33,5 milhões de sacas de 60 quilos ao exterior, contra 33 milhões no ano anterior.

A Unique Cafés Especiais, uma das principais produtoras de café especial em Carmo de Minas, no Sul de Minas, produz atualmente cerca de 25 mil sacas de café de 60 quilos anualmente. O foco da fabricação, que é 90% exportada, é destinado às cafeterias, empórios e casas especializadas. O destino final é principalmente o Japão, Coreia, Inglaterra e Estados Unidos.

O preço do quilo do café torrado da Unique ao consumidor final é amargo: em torno de R$ 45 a R$ 50. Mas a procura segue crescendo em torno de 10% ao ano, informa o proprietário da empresa, Hélcio Júnior. “A procura é grande, pois há pouca opção de café especial no mundo. E o consumo vem crescendo em função do aumento da renda”, afirma Júnior.

Preferido

Na Padaria Infinita, do renomado chef Ivo Faria, o café especial representa cerca de 70% das vendas. O produto vendido no estabelecimento que fica no Bairro Funcionários, em BH, é da marca Braúna, produzida na Zona da Mata. “Antes a classe média chegava ao supermercado e comprava o pó de café. Hoje, as máquinas podem usar o pó, o grão e o refil. As pessoas passaram a adotar esses equipamentos em casa”, avalia Faria. O consumo de cafés especiais, diz, tende a crescer nos próximos anos. “O brasileiro começou a aprender a tomar café de qualidade como o europeu, que sempre criticou o país por produzir e não saber consumir”, afirma Faria.

Se for analisar o preço geral do produto para exportação, o valor da saca de 60 quilos de café caiu de US$ 251,81 para US$ 244,08 de abril de 2011 para o mesmo mês deste ano. Guilherme Braga, da Cecafé, explica que nos últimos dois meses os preços de todas as commodities recuaram em função da crise econômica no exterior. Tanto é que o valor total das exportações, que foi de US$ 8,7 bilhões em 2011, deve recuar para cerca de US$ 8,1 bilhões neste ano.

Diversificação

A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) avalia que o brasileiros estão consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas da bebida durante o dia, adicionando ao café filtrado consumido nos lares, também os cafés expressos, cappuccinos e outras combinações com leite. E a procura pela bebida em suas apresentações variadas, de forma geral, vem crescendo.

Na safra anterior, no período compreendido entre novembro de 2010 e outubro de 2011, a Abic registrou o consumo de 19,72 milhões de sacas no mercado interno, acréscimo de 3,11% em relação ao período do ano anterior, quando foram consumidas 19,13 milhões de sacas. Já o consumo per capita foi de 6,10 quilos de café em grão ou 4,88 quilos de café torrado, registrando uma evolução de 1,45% em relação ao período anterior. O café já está em 95% dos lares brasileiros e a indústria aposta na qualidade para ampliar o consumo, em meio ao crescimento da renda da população.

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Old May 10th, 2012, 02:26 AM   #2116
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Grupo Vale Verde vai investir R$ 70 mi em resort e shopping

Do total, R$ 60 milhões serão aportados no complexo imobiliário de Betim.


NÁDIA DE ASSIS.
DIVULGAÇÃO

Vale Verde, que produz a cachaça de mesmo nome, investirá R$ 70 milhões nos empreendimentos

A expansão dos negócios do grupo Vale Verde, do empresário Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, seguirá em ritmo acelerado no segundo semestre. Após anunciar, no início de abril, investimento de R$ 80 milhões em um complexo imobiliário no bairro Vianópolis, em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a companhia aposta agora em outros dois empreendimentos. Juntos, eles contam com aportes de R$ 70 milhões. Um deles é um resort, a ser instalado em uma área de 35 mil metros quadrados, em Betim. O outro é o shopping Jardim Casa, voltado para o setor moveleiro, no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima (RMBH).

O resort terá área construída de 16 mil metros quadrados e deverá contar com 240 quartos, spa completo, centro de convenções e espaço voltado para eventos empresariais. O projeto surgiu por meio de um estudo, que constatou a falta de um empreendimento desse porte na região. Conforme o diretor comercial do grupo Vale Verde, José Renato Araújo, grandes empresas instaladas em Betim e Contagem (RMBH) encontram dificuldades para contratar espaços para promover seminários, workshops e confraternizações, o que acabou dando fôlego à ideia.

"Betim e Contagem, as maiores cidades da região metropolitana, detêm 25% do PIB (Produto Interno Bruto) de Minas Gerais. Portanto, durante a semana, nosso foco será no turismo de negócios. Todavia, o fluxo deve ser intenso também no sábado e domingo, principalmente devido ao Parque Vale Verde, que agrega atrações voltadas para todos os públicos", explica Araújo. Ele ainda reforça que as pessoas já se acostumaram a freqüentar resorts em outras cidades de Minas Gerais e que esse hábito deve, em breve, ser consolidado em Betim.

A construtora responsável pelas obras será a Dominus. No total, serão investidos R$ 60 milhões e gerados 240 empregos diretos. As obras devem ter início no segundo semestre, com previsão de conclusão para a primeira metade de 2014, antes da Copa do Mundo. "O interesse em agilizar as etapas é grande, pois acreditamos no potencial do resort para receber delegações da Copa, bem como turistas, sejam eles locais ou estrangeiros", enfatiza o diretor comercial.


DIVULGAÇÃO

O resort terá área construída de 16 mil metros quadrados e deverá ter 240 quartos, spa completo e centro de convenções


Centro de compras - Já os aportes do shopping moveleiro Jardim Casa, apesar de o projeto ainda estar em andamento, devem superar os R$ 10 milhões. O terreno em que ele será instalado pertence, há algum tempo, ao grupo Vale Verde. Antes de se definir que a área seria transformada em um centro de compras de móveis, foram realizadas pesquisas de mercado. Dessa maneira, foi possível constatar que um empreendimento, voltado para o segmento imobiliário, se encaixaria perfeitamente no local, devido à expansão de bairros próximos, como Belvedere, Buritis, Vale do Sereno e Vila da Serra.

"Empreendimentos já consolidados, como Ponteio Lar Shopping, Telhanorte e Leroy Merlin, afirmam a vocação do eixo. O nosso shopping deve ajudar a fortalecer a área, além de ser mais uma opção para o consumidor, que acabou de se mudar para a casa nova e está disposto a investir nela", diz. O mall deve ser entregue até o fim de 2013. A construtora responsável pela execução das obras será o Grupo EPO.

Outro motivo que impulsiona o projeto, erguido fora dos limites da Capital, foram os custos do aluguel, de acordo com Araújo, mais vantajosos para os empresários. Ele informa que, por se tratar de móveis, os lojistas precisam de espaços maiores, a fim de conseguir expor os produtos que comercializam para o cliente. O custo da locação é, segundo ele, um dos principais gargalos para os que atuam no segmento. Por isso, vários empresários do ramo já manifestaram interesse em se instalar no Jardim Casa. Contudo, devido a questões estratégicas, ainda não é possível adiantar nomes.
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Empregos
Norte de Minas recebe R$ 80 mi para investir em mineração
Publicado no Jornal OTEMPO em 10/05/2012
DA REDAÇÃO
FOTO: LEONARDO HORTA/SEDE DIVULGAÇÃO


Os protocolos assinados ontem somam R$ 110 milhões para Minas

Almenara, na região mineira do Vale do Jequitinhonha e Mucuri, irá receber investimentos de R$ 80 milhões da Magnesita Refratários. A empresa assinou, ontem, protocolo de intenção de investimentos com o governo de Minas para implantação de um complexo minerador de Grafita. Serão gerados cerca de 200 vagas de emprego direto na região.

O investimento está em fase de licenciamento ambiental e, de acordo com o cronograma do projeto, a exploração de grafita deve começar em 2014, quando a capacidade de produção deverá atingir 40 mil toneladas de mineral.


Segundo o diretor da Magnesita responsável pelo projeto, Vinicius Santos Silva, a reserva de grafita está estimada em 57 milhões de toneladas, com vida útil de 50 anos. "Esse volume garantirá a autossuficiência em grafita, além de adicionar um mineral estratégico ao nosso portfólio, tendo em vista o desequilíbrio de oferta e demanda pela relativa escassez de mineral de qualidade". O diretor lembra que a grafita pode ser utilizada como fonte para energia móvel em baterias de carros elétricos.

Outros protocolos. Contagem, Juiz de Fora e Varginha também tiveram acordos de intenção de investimentos, totalizando o valor de R$30,5 milhões. Para Contagem, a fábrica de colchões Ortobom vai investir R$ 3,6 milhões na expansão da unidade, aumentando a produção de espuma para travesseiro em 110 toneladas por ano. Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, a Medquímica Indústria Farmacêutica anunciou aporte de R$ 23 milhões para ampliação da unidade industrial.

Serão geradas 100 novas vagas de emprego. Já no Sul de Minas, em Varginha, a Cellini instala nova fábrica de eletrodomésticos portáteis, com investimento de R$ 3,9 milhões até 2013.


http://www.otempo.com.br/noticias/ul...cia=203019,OTE
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Old May 11th, 2012, 03:13 PM   #2118
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Coteminas anuncia construção de shopping e hotel em Montes Claros
Investimento será de R$ 260 milhões


Luiz Ribeiro
Publicação: 11/05/2012 06:00 Atualização: 11/05/2012 08:00

Maior conglomerado têxtil do país, o Grupo Coteminas vai investir também no setor de shoppings centers e no ramo imobiliário. A empresa anunciou ontem a implantação de um shopping center em Montes Claros (Norte de Minas), que vai receber investimentos de R$ 200 milhões e que deverá gerar cerca de 3 mil empregos, sendo que somente na construção deverão ser ocupados cerca de 2 mil operários. O projeto também prevê a construção de um hotel, com uma área destinada a um condomínio.

O Norte Power Shopping Montes Claros será erguido numa área de 170 mil metros quadrados, devendo contar com 150 lojas, incluindo lojas-âncora. Contará com um hipermercado, praça de alimentação, um centro de convenções e um centro cultural. A previsão é de que o novo shopping seja inaugurado entre junho e setembro de 2013. O faturamento estimado para o centro de compras é de R$ 260 milhões por ano, com R$ 75 milhões desse bolo revertidos em arrecadação de impostos.

Para a implantação do complexo comercial será aproveitada parte da estrutura do prédio da primeira fábrica da Coteminas em Montes Claros, onde a empresa foi fundada, em 1967, pelo vice-presidente José Alencar (morto em março do ano passado) em 1967, com seu sócio Luiz de Paula Ferreira, contando com os incentivos fiscais da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Alencar dará nome ao centro cultural do empreendimento.

Atualmente, o grupo Coteminas tem 12 fábricas em todo país, empregando cerca de 10,5 mil pessoas. Berço da empresa, a fábrica, na Avenida Magalhães Pinto, local de fácil acesso, próximo ao aeroporto de Montes Claros, foi um fator que pesou na decisão do grupo de aproveitar uma antiga unidade para a instalação do shopping center.


Primeira fábrica do grupo dará lugar a centro de lojas em Montes Claros

O vice-presidente da Coteminas, Pedro Garcia Bastos Neto, lembra que há algum tempo a empresa vem diversificando suas atividades e que agora decidiu apostar na construção de shoppings centers e no setor imobiliário. “Além do setor têxtil, já temos negócios na área de agricultura e pecuária (criação de bovinos e fábrica de cachaça, em Pedras de Maria da Cruz, Norte de Minas), comércio varejista e na geração de energia”, lembra o vice-presidente.

Pedro Garcia garantiu que, embora esteja aproveitando a estrutura da primeira fábrica do grupo para construção do centro de compras, a Coteminas não reduziu sua produção e não cortou postos de trabalho na cidade do Norte de Minas, onde emprega cerca de 3 mil pessoas. O executivo assegurou que a empresa fez apenas o deslocamento do maquinário e dos funcionários da antiga unidade para o Distrito Industrial de Montes Claros, onde o grupo possui outras três unidades têxteis. “Concentramos a nossa produção no Distrito Industrial da cidade. Nenhum funcionário foi demitido”, assegurou.

Hotel O vice-presidente da Coteminas disse que será construído um hotel com 120 quartos, em parceria com uma grande rede hoteleira. As negociações estão em andamento. Por isso, a “bandeira” do futuro hotel ainda não pode ser divulgada. Ele deverá ser construído logo após a inauguração do shopping, numa segunda etapa do projeto.

http://www.em.com.br/app/noticia/eco...s-claros.shtml
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Last edited by GIM; May 11th, 2012 at 03:32 PM.
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Old May 11th, 2012, 03:38 PM   #2119
Paulost
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Montes Claros está bombando....

Várias cidades do interior do estado de Minas estão recebendo numerosos investimentos (além é claro da RMBH). Agora, não sei se é impressão minha, mas alguns pólos estão se destacando mais como receptores desses investimentos industriais e comerciais.

Vou citar algumas cidades que estão se destacando mais (na minha opinião):
Juiz de Fora
Montes Claros
Pouso Alegre
Sete Lagoas
Uberaba
Uberlândia
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Old May 11th, 2012, 06:25 PM   #2120
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Safra de grãos em Minas deve crescer 10,7%
Milho e feijão puxam a alta.
MICHELLE VALVERDE.
MARCOS CAMPOS/CNH/DIVULGAÇÃO


Produção será puxada pelo milho e feijão segunda safra

O aumento da produção de milho e de feijão segunda safra está impulsionando a safra de grãos em Minas. De acordo com os dados do oitavo Levantamento da Safra 2011/12, elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Estado deverá produzir 11,79 milhões de toneladas de grãos, alta de 10,7% frente à safra anterior. Caso seja alcançado o resultado, a produção será recorde.

Enquanto a produção estimada para o Estado foi ampliada em 10,7%, a área ocupada com o cultivo de grãos aumentou apenas 2,6%, atingindo 2,943 milhões de hectares. O incremento na produtividade foi de 7,9%, com 4,007 toneladas geradas por hectare. Os investimentos em tecnologia e sementes com alto potencial produtivo contribuem para o incremento.

De acordo com o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), João Ricardo Albanez, os produtores mineiros estão investindo nos tratos culturais e na aquisição de sementes precoces e com alto potencial de produção. A iniciativa tem feito com que o Estado se encaixe na tendência mundial de expandir o volume de grãos através do ganho em produtividade, evitando a abertura de novas áreas para a produção.

"Nos últimos anos percebemos que o índice de crescimento da área ocupada é bem inferior ao aumento da produção. Isto mostra que o produtor mineiro investe em tecnologia e em sementes de alto potencial produtivo e de ciclo precoce. Estes investimentos permitem a realização de mais ciclos produtivos e descartam a necessidade de abertura de novas áreas", diz Albanez.

A valorização dos grãos incentivou os mineiros a investirem nas culturas. A produção da primeira safra de milho, que está em plena colheita, deverá render ao Estado 7,038 milhões de toneladas, alta de 13,6% sobre as 6,198 milhões de toneladas produzidas em igual safra do ano passado. A produtividade do cereal está em torno de 5,8 toneladas por hectare. Os investimentos em tecnologia e sementes de alta qualidade, aliados ao clima favorável, proporcionaram a alta. A área destinada ao cultivo é de 1,207 milhão de hectares, aumento de 5,2%.

A segunda safra do produto também terá expansão significativa de 49,4% e produção estimada em 491 mil toneladas. A área destinada ao plantio é de 95,1 mil hectares, incremento de 65,7%.

Segundo a Conab, a lavoura do milho segunda safra foi bastante favorecida pelo clima. Desde a semeadura da soja, que, com a ocorrência de chuvas no mês de outubro de 2011 possibilitou o plantio da lavoura dentro do período ideal, para proporcionar a semeadura do milho segunda safra dentro da janela ideal, ou seja, final de janeiro até a primeira quinzena de março de 2012. Com isso, o desenvolvimento da cultura está muito bom em todos os estados produtores.

DIVULGAÇÃO

A elevada produtividade das culturas de milho contribui para a expectativa de bons resultados

No caso do feijão, após registrar queda de 3,4% na produção ao longo da primeira safra e a oferta ficar inferior à demanda, favorecendo preços recordes pagos pelo grão, os produtores retomaram os investimentos para a segunda safra.

O levantamento da Conab aponta que a produção de feijão na segunda safra será de 208,1 mil toneladas, variação positiva de 17,6% frente às 177 mil toneladas geradas em igual safra anterior. A produtividade ficará 6% superior, com rendimento de 1,3 tonelada por hectare.

Já a produção de soja ficará 2,9% superior à registrada na safra passada. A colheita do produto está em fase final. A expectativa é colher 2,998 milhões de toneladas, frente às 2,913 milhões de toneladas geradas anteriormente. A área de plantio ficou 1,8% maior, com 1,005 milhão de hectares destinados à soja. A redução do espaço foi compensada pelo ganho em produtividade, que ficou 4,8% superior nesta safra, com 2,9 toneladas colhidas por hectare.


Algodão - Após o crescimento significativo na safra passada, a produção de algodão em caroço no Estado está 4,5% inferior, com volume estimado em 110,6 mil toneladas. A produtividade foi ampliada em 2%, com média de 3,73 toneladas por hectare. A área apresentou retração de 6,3%, com 29,3 mil hectares disponibilizados para o cultivo do produto.

Em Minas, as lavouras de algodão estão se desenvolvendo bem, com exceção do Norte do Estado, região em que a estiagem provocou abortamento de flores e frutos, o que poderá comprometer a produtividade e a qualidade da produção. As lavouras se encontram predominantemente em fase de floração, frutificação e maturação. A colheita deve ocorrer entre março e setembro.


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