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CGr / MS / C-O / BR
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Aff, Lulu Santos de novo?
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Festa da Linguiça de Maracaju começa hoje à noite
HELOíSA GARCIA 27/04/2012 09h33
![]() Foto: Hosana de Lourdes / Tudo de MS Vinte cinco toneladas de Linguiça de Maracaju estão prontas para ser consumidas Começa hoje (27), a tradicional Festa da Linguiça em Maracaju. abertura do parque de exposições marcada para às 18 horas, ingressos para a noite de hoje antecipados R$ 20, estudantes com carteirinha pagam meia-entrada. A organização espera mais de 30 mil pessoas nos cinco dias de festa. Vinte cinco toneladas de Linguiça de Maracaju estão prontas. Toda a renda é revertida em prol das entidades filantrópicas de Maracaju. Veja a programação abaixo: Na sexta feira as 16h30min Inauguração do Linguiçinha na Avenida Marechal Floriano Peixoto; às 18h Abertura do parque (entrada cobrada); às 22h Abertura Oficial da 18° Festa da Linguiça de Maracaju com a presença do Fael; às 23h Momento autógrafo e fotos coletiva com Fael e às 23h30min Show Bruninho e Davi. Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/no...-noite_147683/ |
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Last edited by MMichaelN; April 29th, 2012 at 03:03 AM. |
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Festival América do Sul faz Corumbá respirar arte e exalar cultura
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![]() Correio do Estado | Edição de 05/05/2012
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MS terá representante na 5ª Conferência Internacional de Geoparks
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Projeto Prata da Casa traz de volta artistas consagrados ao palco do Glauce Rocha
Mariana Lopes
Trinta anos depois da gravação do LP do projeto Prata da Casa, o palco do teatro Glauce Rocha recebe novamente artistas consagrados de Mato Grosso do Sul. Nomes como Almir Sater, Grupo Acaba, João Fígar, Hermanos Irmãos, Guilherme Rondon, Geraldo Roca, Paulo Simões, Carlos Colman, Lenilde Ramos, Claudio Prates, Paulo Gê, e os irmãos Geraldo, Celito, Alzira e Tetê Espíndola, além dos Hermanos Irmãos, trio formado por Jerry Espíndola, Rodrigo Teixeira e Márcio de Camilo, estarão no DVD que será gravado no próximo dia 22 de maio. A nova edição do projeto, que ganhou o nome de Músicas e Sons, vem com o tema “Música Urbana” e pretende lembrar os grandes festivais promovidos pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) nas décadas de 80 e 90. “Tem uns 10 anos que o Jerry me procurou para fazer um evento em comemoração aos 20 anos do Prata da Casa, mas na época não rolou. Daí tem uns três anos que estamos discutindo o projeto e agora deu certo, em homenagem aos 30 anos”, conta Zito Ferrari, presidente da comissão organizadora do evento. Segundo Ferrari, o projeto propõe uma série de shows durante pelo menos cinco anos. “Terá uma edição por semestre, e a cada edição apresentamos o resultado produzido no anterior”, explica o presidente. “Naquela época a gente era jovem e não há registro disso, então é uma recompensa, pois lutamos muito para ter esse espaço”, diz Geraldo Espíndola. O show começa às 19h30 e terá entrada franca. Os convites podem ser reservados a partir desta quinta-feira (17), na secretaria do Glauce Rocha, pelo telefone 3345-7260. Continuidade – Segundo Ferrari, o projeto propõe uma série de shows durante pelo menos cinco anos. “Terá uma edição por semestre, e em cada uma apresentamos o resultado produzido na anterior”, explica o presidente. Ferrari conta que a próxima edição do projeto Músicas e Sons já está marcada para o próximo semestre de 2012, com o tema “Música Sertaneja”, e pretende homenagear nomes como Délinha, Tostão e Guarani, Helena Meirelles, entre outros. O show ainda não tem data definida. “Queremos trazer para o palco do Glauce Rocha todas as diversidades musicais de Mato Grosso do Sul”, diz. Fonte: http://www.campograndenews.com.br/la...o-glauce-rocha |
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UFMS retoma os grandes festivais com o projeto “Músicas e Sons”
Sexta, 11 de Maio de 2012 - 16:00
Fonte: Da Redação A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e, em especial, o Teatro Glauce Rocha, foram a casa de festivais que marcaram a história da música local, nas décadas de 1980 e 1990. E foi pensando em retomar e dar continuidade à realização dos espetáculos que valorizam a cultura e os artistas sul-mato-grossenses que a UFMS realiza no próximo dia 22 de maio o projeto Músicas e Sons. “Será uma noite de celebração da cultura sul-mato-grossense”, ressalta a reitora da UFMS, professora Célia Maria da Silva Correa Oliveira. Segundo o presidente da Comissão Organizadora do evento, José Francisco Ferrari, o intuito é realizar um show com gravação ao vivo em áudio e vídeo com artistas renomados e que participaram dos festivais anteriores. “Muitos dos que se apresentaram marcaram história no cenário estadual pelo seu pioneirismo, irreverência e, principalmente, seu talento musical. Portanto, o projeto permitirá ao público reconhecer e conhecer esses talentos”, pontua Ferrari. Na noite do dia 22, se apresentarão no Teatro Glauce Rocha: Almir Sater, os irmãos Tetê, Alzira, Celito e Geraldo Espíndola, Grupo Acaba, João Figar, Guilherme Rondon, Geraldo Roca, Paulo Simões, Carlos Colman, Lenilde Ramos, Cláudio Prates, Paulo Gê e o grupo Hermanos Irmãos, com participação especial de Rodrigo Sater, que prestarão uma homenagem ao músico José Boaventura. Discussão e livros O projeto prevê também a realização de uma mesa-redonda sobre a música da cultura sul-mato-grossense que acontecerá no dia 21 de maio, às 14 horas, no auditório do LAC, na Cidade Universitária. Representando os cantores e compositores, estarão participando: Celito Espindola, Moacir Lacerda e Paulo Simões, e os professores doutores: Edgar Nolasco, Marcelo Fernandes e Sílvio da Costa Pereira dos cursos de Letras, Música e Jornalismo da UFMS. Também serão relançados os livros “Festivais de Música em MS”, projeto da Universidade e “A Moderna Música Popular Urbana de Mato Grosso do Sul”, escrito por José Octávio Guizzo, que foram lançados no primeiro festival realizado há 30 anos na Instituição – Prata da Casa. Festivais O primeiro grande festival de música realizado na UFMS foi intitulado “Prata da Casa”, com duas edições, sendo a primeira realizada em 1979 e a segunda em 1982, quando foi gravado um LP reunindo todos os artistas já citados acima. Na década de 1990, o Teatro Glauce Rocha foi palco do projeto Caramujo Som, realizado pela UFMS em parceria com a TV Educativa (TV Brasil Pantanal), Fundação de Cultura do Estado. No mês de maio de 1993, apresentaram-se Carlos Colman, Sandra Menezes, Paulo Simões, Emmanuel Marinho, Geraldo Ribeiro, Miska, Orlando Brito, Dami, Guilherme Rondon, Maria Cláudia e Marcos Mendes e Aral Cardoso, entre outros. FUC Tão importante quanto valorizar os artistas consagrados, a UFMS promove anualmente o Festival Universitário da Canção, que neste ano completa 20 edições, premiando e auxiliando na promoção de jovens talentos da música não só de Mato Grosso do Sul, mas também de outros Estados, já que nas últimas edições vem crescendo o número de inscritos de outras regiões. Músicas e Sons O show do projeto Músicas e Sons será realizado a partir das 19h30min, gratuitamente, no Teatro Glauce Rocha. O evento é direcionado para a comunidade acadêmica, prioritariamente, e também para a comunidade externa. Informações pelo telefone 3345-7262, no Teatro Glauce Rocha. Fonte: http://www.acritica.net/?conteudo=Noticias&id=59773 |
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![]() O melhor da música de Mato Grosso do Sul vai estar novamente reunido pra gravação do DVD nesse show no Glauce Rocha. As vezes, ouço as músicas desses feras e penso no quanto eles contribuiram e ainda contribuem pra cultura em nosso Estado. Muitas músicas deles colocaram cidades de MS (antigo MT) no mapa e é uma pena que a atividade cultural intensa foi antes da divisão do estado e em muitas músicas cita o Mato Grosso sem o SUL, mas é nossa (do MS). Um dos motivos que sou totalmente contra a mudança do nome do nosso Estado, pois pela CULTURA houve uma grande divulgação do nome do antigo MT. Agora espero que nossos gestores aprendam com o passado que é pela CULTURA que MS vai ser melhor divulgado! Quem gosta da boa música deveria comparecer pra prestigiar a nata da cultura do Mato Grosso do Sul.
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Timeo hominem unius libri
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MS Canta Brasil abrirá temporada 2012 com Charlie Brown Jr.
![]() A primeira atração do projeto MS Canta Brasil será a banda Charlie Brown Jr, com show no dia 3 de junho, no Parque das Nações Indígenas. Com 20 anos de carreira e já na segunda formação, o grupo traz para Campo Grande canções famosas, como "Proibida Pra Mim" e "Papo Reto", e algumas ainda pouco conhecidas do último CD, o “Música Popular Caiçara”. O projeto, que seria aberto no mês passado, teve a estréia adiada este ano por conta do cancelamento da apresentação do Skank, depois da morte do pai do vocalista Samuel Rosa. Os mineiros ainda não remarcaram a apresentação e, segundo a Fundação de Cultura do Estado, ainda está negociação a nova data. De MS - Para abrir a temporada no dia 3, o representante do som produzido em Mato Grosso do Sul será Vinil Moraes, que tem um trabalho autoral já reconhecido no Estado, com samba rock, reggae e soul. Com a música “Porrada é Sempre no Mesmo Lugar”, Vinil ficou conhecido via mídias sociais e Youtube. Ao lado dele no palco estarão Walter Madruga (bateria), Danilo Lopes (contrabaixo), Leandro Perez (guitarra) e Luis Carlos Santana, o Baiano (percussão). Fonte: http://www.campograndenews.com.br/la...arlie-brown-jr |
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De volta às cores originais; obra de Oscar Niemeyer ganha reforma
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CGr / MS / C-O / BR
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Não esqueçam de levar suas facas!
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Torneio Centro-Oeste de natação reúne 340 atletas em Campo Grande
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23/05/2012
Uma noite de fazer chorar, com as músicas que Mato Grosso do Sul mais gosta de ouvir Paula Maciulevicius ![]() Prata da Casa emocionou ao relembrar três décadas. "A gente espera que se repita daqui 30 anos e se der, daqui 60 anos", brincou Almir Sater. (Foto: Simão Nogueira) "A emoção é a mesma daquele momento. Muitos amigos, autores que a gente não vê todo dia sob o mesmo manto sagrado da música", definia Celito Espíndola. "Pode escrever que vai rolar emoção", antecipava Almir Sater. Eles já previam parte do sentimento e do público ao voltar ao palco com as mesmas músicas de 30 anos atrás, do LP "A Prata da Casa". Reviver três décadas era o proposto desde o início e se cumpriu, logo na primeira música. Quem abriu a noite foi o grupo "Acaba". Ao subirem ao palco, ainda nos últimos ajustes, o que se viam eram olhos curiosos, ansiosos e até em êxtase de ver tudo de novo, com um gosto ainda melhor, de pitadas de saudade. Eles mal haviam começado a entoar os ritmos do Pantanal e as palmas eram calorosas. Aplausos de emocionar quem viveu aquele festival e de quem via pela primeira vez. O público era uma mistura só. Os jovens presentes eram como os rostos da época, hoje acompanhados dos pais. "Ainda criança aprendi o caminho do pântano e embora sem pena, aprendi a voar", foi cantado em coro. As luzes verdes do cenário contrastavam com o branco usado pelo grupo. Ao fechar a canção o público pediu bis. ![]() Grupo Acaba abriu a noite. Bastou que eles subissem ao palco e ecoassem os ritmos pantaneiros declarando aberta oficialmente a sessão nostalgia. (Foto: João Garrigó) Logo no primeiro intervalo, entre a primeira e a segunda música, uma pausa para homenagem justa. A entrega de uma placa a personagens principais de grandes acontecimentos, ao jornalista Cândido Alberto Fonseca e a pioneira da cultura no Estado, professora Maria da Glória Sá Rosa. O segundo a subir ao palco foi Cláudio Prates, com a canção "Carne Seca", mas os suspiros vieram com Paulo Gê em "Descuidado". "Não sou nada mesmo, sou um coitado, que num dia descuidado você fez se apaixonar". As letras da noite eram poesia por si só. A nostalgia do público era sentida a cada começo de canção, em "Solidão", de João Figa, nas primeiras palavras, ele já arrematou aplausos e lágrimas. Celito Espíndola, depois Hermanos Irmãos, trio composto de Jerry Espíndola, Márcio de Camilo e Rodrigo Teixeira, que homenagearam José Boaventura. Em seguida, foi a vez de Lenilde Ramos roubar a cena. Munida de sanfona e o tom de voz que só ela tem, animou a plateia, já antecipando o que viria. "Cantando moda de viola, só não faço chover, mas bem que eu controlo o tempo", Coração Ventania, de Carlos Colman. Em determinado momento o teatro parou. Parou para ouvir a voz e o violão de Geraldo Roca "dança mochileira que eu toco a guitarra". Era possível ouvir a respiração das pessoas mais próximas. O olhar apaixonado de casais que viveram uma história de amor com a trilha sonora da noite. A nostalgia de quem mesmo sem perceber, voltou ao tempo. ![]() "Minha vida cigana me afastou de você", na voz inconfundível de Tetê Espíndola. (Foto: Simão Nogueira) ![]() "Quyquyô viu tudo lindo, tudo índio por aqui. Índio América, teus filhos, foi Tupi, foi Guarani" (Foto: Simão Nogueira) O que a Prata da Casa apresentou fez emocionar até mesmo quem não viveu o começo da carreira de cada um deles. Com os mais experientes, alguns de cabelos brancos, filhos e até netos. A mesma música tocou para gerações ali. A voz apresentando o show era do jornalista e locutor Ciro de Oliveira. Cada vez que chamava uma das pratas, uma história que remetia o público às canções tocadas no começo das FM's. "A primeira vez da maioria deles foi comigo", brincou. O que ele queria dizer era que como locutor, foi ele quem colocou as músicas sul-mato-grossenses nas rádios em uma época em que o ouvido era o caipira. A mais velha dos Espíndolas roubou a cena com uma música a seu gênero, para lá de ousada. "Só sou mulher o suficiente quando faço amor com gente", cantou Alzira. Caminhando para fechar o ciclo, Guilherme Rondon subiu ao palco, depois "Quyquyô", de Geraldo Espíndola e "Sonhos Guaranis", de Paulo Simões. O timbre da voz e a canção de Tetê Espíndola fez o Glauce Rocha todo cantar "Oh meu amor, não fique triste, saudade existe pra quem sabe ter". Ali era saudade pura, sentimento que todos tinham. Dos mais novos aos veteranos. A atmosfera da noite despertou saudade até em quem vivia tudo pela primeira vez. Enquanto o velho trem atravessava o Pantanal, conduzido por Almir Sater, a plateia era quem fazia viagem. A volta ao ano de 2012 estava pertinho já. A todo momento, uma canção despertava a emoção nos olhos. Havia quem fazia discrição e devagarinho enxugava as lágrimas. Outros que deixavam escorrer mesmo ao som de "como se o sol e a lua se esparramassem pelo chão", Almir e Geraldo entraram no coração do público e o desfecho foi ainda mais nostálgico. ![]() "Velhos amigos nunca se perdem, se guardam para certas ocasiões", cantou a Prata da Casa. (Foto: Simão Nogueira) "Velhos amigos nunca se perdem, se guardam para certas ocasiões, conhecem o perigo,vmas fazem de conta que o tempo não ronda seus corações". O Glauce Rocha lotado aplaudiu de pé. Palmas calorosas e um sorriso no rosto de quem reviveu as lembranças de 30 anos em uma única noite. "Eu já quero comprar para daqui 30 anos", brincava os amigos José Manfrósio e Johny Medeiros. Os dois estiveram ali no festival que originou o LP. "Eles representam a alma de Mato Grosso do Sul, eles conseguem trazer esse sentimento de saudade e de felicidade. Foi o que eu senti", descreveu Manfrósio. "Eu estive em 1982, sentado naquela parte", apontou. "Eu fiquei emocionado e não é piegas, porque eu chorei quando tocou Descuidado, minha esposa era minha namorada na época, cada hora eu relembrava o passadao e vendo que está todo mundo aqui, foram para frente. Estou muito emocionado", tentava definir a sensação. "Saí diferente, saí diferente para melhor". "A gente espera que se repita daqui 30 anos e se der, daqui 60 anos". Foi assim que Almir Sater e os demais "Prata da Casa" fecharam a noite de 30 anos de história. ![]() (Foto: Simão Nogueira) Fonte: http://www.campograndenews.com.br/la...gosta-de-ouvir |
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CGr / MS / C-O / BR
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Bastante gente, hein? Podiam fazer mais e divulgar melhor.
TV Morena, fica a dica para o próximo "Show da Virada".
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#457 |
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Produtora investe em shows "indoor" e começa por Nenhum de Nós
Ângela Kempfer
![]() Gaúchos do Nenhum de Nós. (Foto: Divulgação) A vontade de assistir ao vivo o trabalho do Nenhum de Nós fez Nidal Abdul contratar a banda gaúcha para show em Campo Grande em setembro. E deve ser só o começo. “Queremos promover na cidade algo que há muito não se vê, os shows de rock em ambientes fechados. Com conforto”, explica a empresária, sócia da NA Produções. Conhecida pela organização de eventos árabes, como apresentações de Dança do Ventre, aos 30 anos ela diz sentir falta de programas para pouca gente. “Aqui só se faz show sertanejo ou pop em parque, para milhares de pessoas. Vamos fazer apenas para mil e garantir a qualidade”. A primeira atração é coisa de fã, que descobriu o Nenhum de nós ainda muito nova, com 12 anos. “Apaixonada”, como a própria Nidal fala sobre o Nenhum de Nós, ela enumera mais de 10 músicas de sucesso da banda que já não é hit como no final dos anos 80, quando explodiu com “O Astronauta de Mármore”, depois da música que ainda hoje qualquer um sabe cantar, a tal “Camilaaaaaaaaaaa”. Admirada pela poesia das composições e a qualidade sonora (foi um dos primeiros grupos de rock no Brasil a incorporar o acordeon), a banda passou os últimos anos com um sucesso ou outro nas rádios, como “Último Beijo”, em 2011. Mas continuou produzido bem, com 14 discos gravados e dois DVDs. Os fãs não deixaram de acompanhar a banda, garante Nidal, que diz ficado supresa com a felicidade do público diante da notícia do Nenhum de Nós em Campo Grande. “Eu já sabia que muita gente gostava, mesmo assim foi uma surpresa”. São 25 anos de carreira que serão resumidos no show em Campo Grande que também terá no repertório o novo álbum, "Contos de água e fogo". “O show é maravilhoso, um espetáculo, que até agora só consegui ver em DVD. São 15 pessoas da produção que vão vir para cá”, comenta Nidal. Thedy Corrêa (baixo e voz), Sady Homrich (bateria), Carlos Stein (guitarra), Veco Marques (guitarra e violão) e João Vicenti (teclados, acordeon e vocais) estarão em Campo Grande no dia 1º de setembro, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. A banda Haiwanna abrirá o show, com sucesso dos anos 80. Por enquanto só são feitas reservas de ingressos. A área Vip (3 primeiros setores) custará 100 reais e os demais setores 70 reais. Os interessados devem ligar para (67) 3326 4929, depois das 13h30. Fonte: http://www.campograndenews.com.br/la...-nenhum-de-nos |
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Duvido que escolhessem qualquer desses grandes nomes de nossa terra, pelo menos os clássicos. Duvido que desse público um show como o Prata da Casa num show da virada, simplesmente pq são mais refinados. Povão mesmo que vai no show da virada gosta de axé, sertanejo, forró, pagode, funk e qualquer outra escolha infeliz... rs ressaltando que gosto muito do sertanejo "modão" e rock , mas universitário não... cada um na sua. Mas de fato, o Glauce Rocha foi pequeno demais pra abrigar um evento dessa magnitude, que deveria ter apoio consistente do Governo do Estado e da Prefeitura, deveriam ter apoiado quem verdadeiramente traz a marca da qualidade na cultura sul matogrossense.
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Sítios arqueológicos revelam que passado humano do Estado ultrapassa 11 mil anos
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Cinemas de Campo Grande - Glória e Abandono
Autor: Álvaro Barbosa
![]() Foto: Álvaro Barbosa/Arquivo As antigas salas de cinema de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, praticamente desapareceram da cidade no decorrer das décadas, sendo demolidas em razão da ‘modernidade’, restando apenas uma, a do Cine Acapulco, situada na Rua 26 de Agosto, no Centro, mas que se encontra em ruínas. O prédio foi atingido por um incêndio há 12 anos, que destruiu não somente a edificação, os mobiliários e os equipamentos, como também, dezenas de rolos de filmes antigos, que deveriam ter sido preservados por contar a história de dois dos pioneiros do cinema sul-mato-grossense, os irmãos Lahdo, Bernardo e Aboud. Em 2005, um grupo de estudantes da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp), realizou um trabalho de conclusão de curso sobre o assunto, conseguindo conversar com os irmãos Lahdo, além de outros expoentes da história cinematográfica de Mato Grosso do Sul. Na época, Bernardo e Aboud Lahdo disseram durante uma das muitas entrevistadas dadas aos estudantes, que o incêndio destruiu cópias da película feita por eles, intitulada ‘Paralelos Trágicos’, mas que o copião, com o original, estava a salvo, e que em breve poderia ser reeditado. A respeito do prédio incendiado, e em ruínas, ambos demonstraram desejo de reformá-lo, e de em breve, poderem novamente instalar no local, um cinema com as mesmas características do original, mas que precisavam de ajuda, devido ao custo das obras de reforma ser alta. Hoje, ao passar em frente ao antigo prédio do Cine Acapulco, o que se vê são ruínas de um passado glorioso, que trouxe alegria e divertimento a população campo-grandense da época, mas que atualmente se encontra esquecido, se deteriorando com o passar do tempo, sem que as autoridades municipais se preocupem em ajudar a preservar o último cinema antigo, considerado um patrimônio histórico da nossa cidade. Os prédios do Cine Alhambra, que ficava localizado na Avenida Afonso Pena, entre as ruas 14 de Julho e Calógeras, o do Cine Trianon, na Rua 14 de Julho, e o do Cine Santa Helena, na Rua Dom Aquino, este úlitmo pioneiro por apresentar som e imagem simultaneamente, há muito tempo já foram demolidos, em nome do progresso. O primeiro registro de projeções na cidade de Campo Grande data de 1910, com o Cine Brasil, projetado na parede do Hotel Democrata, ao ar livre, e com entrada gratuita. Procurada pela equipe de reportagem do Campo Grande Notícias, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG), informou que não existe projeto de tombamento do prédio do antigo Cine Acapulco, mas que irá repassar a Fundação Municipal de Cultura (Fundac), a preocupação da reportagem e da população campo-grandense a respeito do destino a ser dado à edificação em questão. Através de fotos exclusivas, os interessados poderão passear pelas ruínas do Cine Acapulco, o último cinema antigo de Campo Grande, que ainda resiste ao tempo, e que precisa ser preservado por contar a nossa história. Cine Acapulco na década de 70. - Foto: Família Lahdo/ArquivoFonte: http://www.campograndenoticias.com.b...-abandono.html |
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