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#3841 |
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Eu penso mais ou menos como o Alex. Vejo esses dados de Goiânia e não me sinto muito orgulhoso. Nós estamos bem cotados por ter esses serviços em boa parte da cidade, proporcionalmente em relação as outras cimetrópoles com mais de 1 milhão de habitantes e isso é um bom fator a nível doméstico somente.
Mas, vamos ser sinceros: Nosso asfato é uma porcaria, nossas calçadas são irregulares e não são nada acessíveis, Goiânia tem se transformado a cada dia numa cidade mais porca (ô povim mal educado esse daqui) e temos péssimos serviços em áreas fora da infraestrutura que tem afetado diretamente na qualidade de vida das pessoas daqui. Ah e sobre arborização, o que nos salva são os Parques, pois a arborização nas calçadas no dia-dia está cada vez mais precária, fora região Sul/setor Oeste. Na soma dos resultados dessa pesquisa estamos atrás de uma pá de cidade média (de até 700 mil habitantes), que tem mais envolvimento com tecnologia, educação e qualidade de vida, inclusive se somar outros indicadores que não estão nessa coleta. Não dá pra ter orgulho dos serviços públicos do Brasil. Olho esses dados e fico abismado com o tanto que o país precisa evoluir ainda, principalmente comparado a tanta propaganda que vemos dos governos federais, estaduais e municipais.
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Ame o verde, preserve o cerrado. Last edited by JrGec; May 29th, 2012 at 07:07 AM. |
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#3842 | |
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Join Date: Jun 2009
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#3843 |
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Join Date: Jun 2009
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Mais caos a vista...
Procura por carros sobe 50% em Goiânia Com redução do IPI, vendas nas concessionárias da capital devem crescer mais de 30%, apostam representantes de revendedoras Os efeitos do pacote de incentivos à economia, por meio da redução de impostos para automóveis, linha branca e construção, já refletiram positivamente, pelo menos no mercado de veículos em Goiânia. A redução nos preços fez elevar em 50% o fluxo de clientes nas concessionárias da capital, consultadas pelo O HOJE, na primeira semana a*pós o anúncio da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), na segunda-feira passada (21). As lojas estão cheias, mas as vendas ainda não deslancharam, apesar de sinais de melhora. Porém, as concessionárias consultadas são unânimes ao dizer que boa parte da clientela ainda está em fase de sondagem de preços. “Há visivelmente uma melhora no fluxo e as vendas também já começam a reagir”, diz o presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de Goiás (Sincodive), José Roberto Ventura. A expectativa dele é de que as vendas cresçam até 31 de agosto, quando terminam os incentivos. O aumento nas vendas deve possibilitar a renovação dos estoques tanto das montadoras quanto das concessionárias, o que pode evitar demissões no setor. Supervisor de vendas da Cical Chevrolet, Luciano Kovac diz que o volume de clientes já subiu. “Nos últimos dias, o fluxo de clientes cresceu mais de 40%”, afirma. No entanto, ressalta que ainda há muita especulação e curiosidade e os resultados positivos ainda não foram suficientes para reverter o quadro negativo observado antes da medida do governo federal. “Muitas pessoas ainda estão sondando os preços para se certificar se houve alteração no comportamento dos preços”, reforça Kovac. A maior expectativa sobre a perspectiva de aumento é para a primeira quinzena do mês de junho, quando as vendas devem crescer em torno de 30% ,podendo beirar os 40% a mais sobre o período atual. “Antes, estávamos vendendo entre 200 e 220 carros (mês). Projetamos aumentar para 300 ou até mais que isso”, avalia o supervisor de vendas. Na Cevel, revendedora Fiat, o gerente comercial Marcelo Antônio de Sousa diz que as vendas já estão acima do esperado, embora a devolução das notas para refaturamento ainda não permita que o reflexo das vendas seja sentido na totalidade, neste mês de maio. A previsão, para o gerente da Cevel, era de que houvesse melhora em torno de 20 a 30%, mas, com a superação da expectativa de fluxo de clientes na loja, esta perspectiva foi reajustada para 30 a 40% de aumento nas vendas. Plantão Segundo Sousa, as equipes de vendas estão até sem horário de almoço e os clientes precisam ter paciência, aguardando a liberação do vendedor. “Apesar de o cliente ainda estar pesquisando, 60 a 70% deles fecham negócio, após perceber a redução. Estávamos vendendo de seis a oito carros por dia. Neste final de semana, já aumentou para 14”, conta. Ele ainda destacou que em torno de 90% das vendas são por meio de financiamento. http://www.ohoje.com.br/noticia/1709...-50-em-goiania
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#3844 | |
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Join Date: Jun 2009
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O capeta é que está rezando para eles não irem pra lá. ![]() ----- Enquanto isso lá fora o pau comendo no Congresso, aquela putaria de tucanos defendendo Marconi e petistas defendendo Agnelo (enquanto fingem que investigam algo).
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Ame o verde, preserve o cerrado. Last edited by JrGec; May 29th, 2012 at 07:23 AM. |
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#3845 |
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Registered User
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Por falar em montadora, já começaram as obras da fábrica da Suzuki em Itumbiara?
E, principalmente, como estão as obras da fábrica da Rekkof em Anápolis? |
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#3846 |
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Registered User
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Goiás vai criar Centro de Multiplicação Genética de Bovinos
A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seagro) firma amanhã parceria com a Embrapa Arroz e Feijão e a Emater para a criação de um Centro de Multiplicação Genética de Bovinos em Goiás. A assinatura será às 18 horas no estande da Seagro no Parque de Exposição Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. A unidade possibilitará a produção de embriões de gado girolando no laboratório de reprodução animal situado na Embrapa Arroz e Feijão. O projeto piloto será instalado em Quirinópolis. A parceria visa estimular e disseminar a utilização da transferência de embriões como técnica para o melhoramento genético do rebanho bovino e possibilita o aumento da produção de carne bovina e da produção de leite. A estimativa é que, em condições normais, uma vaca que tenha vida útil de oito anos poderá gerar oito crias ao todo. Já por meio dessa nova técnica, esse número pode aumentar para 412 embriões durante toda a sua vida, cerca de um bezerro (a) por semana. Essa técnica também promove melhor aproveitamento dos espaços destinados à produção de carne e leite, reduzindo a pressão para a abertura de novas áreas e destinação das sobressalentes para outras atividades agrícolas; maior viabilidade econômica das atividades de bovinocultura de leite e corte e o aumento da geração de emprego e renda no meio rural. Os resultados do projeto piloto devem ser apresentados até o mês de novembro. A estimativa é que até o começo do ano de 2013 o projeto possa se expandir para outros municípios goianos. No primeiro momento será disponibilizado um total de 5 mil embriões, que devem ser distribuídos em 250 propriedades rurais. LINK:http://www.noticias.goias.gov.br/ind...00&tp=positivo
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Goiânia, Capital do Cerrado Goiás, o coração do Brasil
Niquelândia, minha paixão, capital do níquel |
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#3847 | |
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What?
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![]() Opinião muito lúcida. Quando vejo Goiânia entre as melhores do Brasil, penso o quanto o país ainda tem de melhorar. |
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#3848 |
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Mãe Dinah
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Obras paradas - Governos pagam por empreiteiras que abandonam os canteiros Lei de Responsabilidade Fiscal pune o gestor que iniciar uma obra sem terminar a outra, mas Lei de Licitação não pune a empresa que desiste do trabalho Prefeito Paulo Garcia: “Empresas desistentes deveriam ser alijadas” Andréia Bahia A operação Monte Car*lo da Polícia Fe*deral trouxe à tona a relação no mínimo suspeita entre a empresa Delta e diversos governos. A corrupção é apenas uma faceta dessa difícil parceria que envolve poder púbico e setor privado. Foi construído todo um arcabouço jurídico para regular a contratação de empresas por parte de prefeituras e governos estaduais e da União a partir da Lei das Licitações 8.666, de 1993. Mas a legislação não consegue coibir as irregularidades, como o Jornal Opção mostrou na reportagem “A galinha dos ovos de ouro de empresários corruptos”, edição 1.921, nem o abandono de obras por parte das empresas que saem vitoriosas no processo licitatório, mas desistem de dar continuidade à construção. A Prefeitura de Goiânia enfrentou esse problema em diversas obras municipais. Em dois anos da administração de Paulo Garcia, nove foram devolvidas ao poder público. A Praça da Juventude, no Jardim Aro*eira, foi uma delas. A Só Terra Construções e Projetos devolveu a obra à administração municipal e as Secretarias Mu*nicipal de Infraestrutura e de Esporte e Lazer deram continuidade. Dois terços dos recursos para a construção da obra são do governo federal, por meio do Ministério do Esporte, e o restante veio da Prefeitura de Goiânia. A obra foi paralisada depois que a empresa Só Terra Cons*truções e Projetos, contratada para a obra, solicitou o distrato do contrato. A prefeitura podia dar continuidade à construção ou realizar novo processo licitatório para que outra empresa a finalizasse. Nesse caso, a administração municipal preferiu assumir a construção da praça, que vai atender as comunidades locais com os programas e projetos esportivos, de atividades físicas e de lazer. A Praça da Juventude, quando concluída, terá quadra poliesportiva coberta, pista de caminhada, pista de salto triplo, campo de futebol society com alambrado, centro de convivência, sala de inclusão digital, parquinho infantil, academia ao ar livre, área da terceira idade, sanitários, sala da guarda, salas de materiais esportivos, áreas de estacionamento e iluminação noturna. A prefeitura enfrenta o mesmo problema nas obras da Casa de Vidro, no Jardim Goiás, devolvida ao poder público pela FR Incorporadora; do Parque Baliza, no Conjunto Baliza, que estava sobre a responsabilidade da Etel Telecomunicação; e do Parque Itaipú, no Jardim Itaipú, licitação vencida pela Cons*trurede Construções. No caso da Casa de Vidro, Mário Au*gusto Bandeira, diretor da FR Incorporadora, explica que a entrega da obra ocorreu porque o projeto desenvolvido pela prefeitura era incompatível. “Den*tro de um projeto há vários projetos de arquitetura, elétrico e outros e eles eram incompatíveis entre si”, argumenta o diretor. A incompatibilidade não foi descoberta durante o processo licitatório porque, segundo ele, o período é muito curto. “Não é possível avaliar nada além dos custos no tempo previsto.” Mário Bandeira afirma que a empresa poderia desobedecer ao projeto inicial, o que seria passível de punição, ou devolver a obra. O que fizeram. Juvenal Francisco da Silva, escriturário da Construrede, responsável pela construção do Parque Itaipú, conta que a empresa devolveu a obra porque a prefeitura demorou muito para dar início à construção do parque. “Chamaram depois de um ano da licitação concluída e o preço ficou defasado.” A alternativa seria pedir autorização para um realinhamento de custo no Tribunal de Contas do Mu*nicípio (TCM), todavia são os aditivos que geram as suspeitas de superfaturamento, observa Juvenal Silva. A Construrede está sendo desativada. As outras empresas que desistiram das obras municipais não foram encontradas para explicar os motivos da desistência. Na Educação a prefeitura também enfrenta problemas com obras devolvidas pelas empreiteiras. Vários Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI’s) foram paralisados depois que a empresa vencedora dos processos licitatórios, Construtora e Incorpora-dora Yuri, devolveu as obras. Fi*caram paralisados os serviços dos CMEI’s do Vale dos So*nhos, do Jardim Pompéia, do Setor Hugo de Moraes, do Recanto das Minas Gerais e do Real Conquista. A Secretaria Municipal de Educação está contratando, em caráter emergencial, uma nova empresa para dar continuidade às obras dos CMEI’s do Vale dos Sonhos, Jardim Pompéia, Hugo de Morais, Recanto das Minas Gerais e Real Conquista. A secretaria a*firma que “as obras não se*iguiram o cronograma estipulado devido a problemas administrativos da empresa contratada anteriormente”. O contato da Cons*trutora e Incorpo-radora Yuri também não foi localizado pela reportagem. Segundo o prefeito de Go*iânia, Paulo Garcia, o abandono de obras por parte de empresas não é frequente, mas acontece de vez em quando. “As empresas ganham o processo licitatório e devolvem o serviço alegando incompatibilidade financeira.” Algumas, conta, fecham os escritórios e não são encontradas nem mesmo para assinar o distrato da obra. Como a prefeitura não tem condições de assumir todas as obras abandonadas, muitas precisam ser relicitadas, um processo mais demorado que o primeiro já que passa pela avaliação do que já foi feito, elaboração de novo projeto e os trâmites burocráticos da concorrência pública. A desistência inevitavelmente provoca atraso no cronograma das obras. Paulo Garcia defende que se faça uma discussão em torno do problema no que diz respeito ao rigor da punição às empresas que devolvem obras licitadas. “É preciso que se criem mecanismos para que as empresas desistentes sejam alijadas de novos processos licitatórios.” Ele não concorda com a argumentação das empresas de incompatibilidade financeira, uma vez que os projetos são apresentados às empresas e são elas que determinam os preços que pretendem cobrar pelo trabalho. De acordo com o prefeito, não é possível avaliar a capacidade das empresas de conduzir a obra durante o processo de licitação. “Elas apresentam a documentação pertinente, senão não ganhariam o processo.” Segundo ele, não há também como detectar dificuldade de gestão ou algum compromisso atrasado nessa fase do processo. “Isso foge do nosso controle e cria um problema para o gestor.” Além disso, a própria Lei de Licitação beneficia empresas com menores condições financeiras, uma vez que um porcentual das obras e serviços contratados pelo poder público, por força da lei, precisa neces*sa*riamen*te ser destinado a pe*quenas e microempresas. Em dois anos nove obras foram paradas por desistência das empresas em Goiânia Praça da Juventude (Jardim Aroeira) Empresa: Só Terra Construções e Projetos Ltda Casa de Vidro (Jardim Goiás) Empresa: FR Incorporadora Parque Baliza (Conjunto Baliza) Empresa: Etel - Telecomunicação Parque Itaipú (Jardim Itaipú) Empresa: Construrede Construções Ltda. CMEI Vale dos Sonhos CMEI Jardim Pompéia CMEI Setor Hugo de Moraes CMEI Recanto das Minas Gerais CMEI Real Conquista Empresa: Construtora e Incorporadora Yuri Ltda. http://www.jornalopcao.com.br/posts/...m-os-canteiros
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#3849 |
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Mãe Dinah
Join Date: Jan 2009
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Erosão de dez metros causa problemas Transeuntes no Setor Centerville têm de se equilibrar ao passar pela Rua CV 23. Amma promete enviar equipe para avaliar local Uma erosão de mais de 10 metros de profundidade está causando medo e incômodo nos moradores do Residencial Centerville, em Goiânia. A cratera está situada na Rua CV 23, em uma área verde, e no local não há nenhuma proteção para quem precisa passar por ali. Preocupados com a segurança, alguns moradores até tentaram construir uma espécie de corrimão de bambu, mas a fragilidade do improviso é evidente. A estudante de Pedagogia Pollianna Cristina Guimarães da Silva, 34, conta que todos os dias se arrisca e passa pelo caminho feito por pedestres. Ela vive no bairro há mais de 12 anos e garante que o problema ficou maior no decorrer dos anos. Com o filho Paulo Ricardo, de oito meses, na cadeirinha da bicicleta, Pollianna afirma que esse é menor trajeto para chegar à casa da mãe. A moradora lembra da época em que dava para passar até de veículo pelo lugar. “Quando me mudei para cá não era assim. Hoje em dia só passo por aqui se estiver claro, a noite o risco é maior”, destaca. “O poder público precisa resolver isso o quanto antes.” O pintor Joaquim Sebastião do Nascimento, 61, revela que seu cunhado já chegou a cair na cratera, mas não se machucou. “Na época, há cerca de quatro anos, o buraco ainda não tinha a profundidade de hoje.” Quando chove, segundo o morador do Centerville, a situação fica pior. “O risco é de desabar tudo ali e se tiver alguém passando nesse momento?”, questiona. Para ele, a erosão deveria ser contida e a rua asfaltada. Um vigilante que trabalha próximo à erosão e que preferiu não ser identificado conta que há poucos dias um acidente não aconteceu por um triz. “Um motorista entrou com o carro nesta rua e tentou passar, mas quase caiu dentro da cratera”, assegura. De acordo com o trabalhador, o tráfego de pessoas é intenso durante todo o dia por ali. O presidente da Associação de Moradores do Residencial Centerville, Wilson Sodré, explica que os moradores já se uniram diversas vezes para tentar solucionar o problema e evitar que acidentes aconteçam às margens da erosão. No entanto, até hoje nenhuma providência por parte dos órgãos competentes foi tomada. “O ideal seria colocar barras de proteção para que o pior não aconteça. Do jeito que está, quem vive aqui e passa pelo lugar está sempre correndo riscos”, ressalta. Ele acrescenta que “os moradores não deixam de passar por ali”. Resposta Segundo a assessoria de comunicação da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), a erosão no local ainda não é de conhecimento da agência, mas ainda nesta semana uma equipe da Gerência de Contenção e Recuperação de Erosões e Afins estará no local para avaliar e levantar soluções mitigadoras para o problema e encaminhá-las para a Amob, se necessária alguma intervenção. Esse trabalho demora alguns dias, segundo a Amma, já que é preciso fazer esse levantamento antes de encaminhar para a Amob, que, só depois, poderá trabalhar lá para resolver. http://www.ohoje.com.br/noticia/1751...ausa-problemas
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#3850 |
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Registered User
Join Date: Nov 2010
Location: Goiânia - GO
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Uma pena as obras da Casa de Vidro terem sido paralisadas.
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#3851 |
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Registered User
Join Date: Aug 2011
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30/05/2012 | 12:06
PREFEITO APRESENTA MUDANÇAS NO TRÂNSITO DO SETOR MARISTA As mudanças significativas e que devem melhorar de forma definitiva o problema do fluxo de veículos no Setor Marista reside em duas disposições técnicas O prefeito Paulo Garcia apresentou aos empresários ligados ao ramo da gastronomia do Setor Marista propostas para a mudança de trânsito para a região. A alteração na circulação viária do bairro vai facilitar o fluxo de veículos, principalmente aos finais de semana e feriados, quando o movimento nessa região de bares, boates e choperias se intensifica de forma expressiva, com a presença de turistas advindos de toda a região do País, principalmente da capital federal. Em sua apresentação, Paulo Garcia destacou que a mudança no sistema viário é definitiva. Mas se mostrou preocupado com a situação da iluminação pública do setor, se prontificando a solicitar aos arquitetos mudança radical na arborização, plantando espécimes adequadas e que não impeçam a visibilidade. "São pessoas bonitas que frequentam aquele local", recordou, prometendo realizar mudanças radicais nas faixas de pedestres, estacionamentos escalonados, coleta de lixo e segurança. "A Prefeitura trabalha não só para atender os comerciantes local, mas também toda a sociedade." As mudanças As mudanças significativas e que devem melhorar de forma definitiva o problema do fluxo de veículos no Setor Marista reside em duas disposições técnicas. A troca das rotativas da Avenida 136 e Rua 146, com a implantação de semáforos e a dos fluxos de veículos da Praça do Ratinho e da Alameda Ricardo Paranhos, que terá um trajeto Norte-Sul, da Ricardo Paranhos à Praça do Ratinho, que terá sua trajetória mudada, ou seja: Sul-Norte. O projeto foi realizado pelo engenheiro da AMT, Sérgio Bitencourt. O presidente da AMT, Senivaldo Silva Ramos, anunciou que "a proposta ainda a ser implantada vai atender boa parte dos moradores", recordando que em se tratando de mudanças de trânsito, sempre há um conflito entre moradores e comerciantes, porque os moradores "querem o máximo de sossego e os comerciantes querem mais clientes a sua porta." Já o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Rafael Cândido de Carvalho, disse que "a mudança vai melhorar muito aos frequentadores dos 34 estabelecimentos comerciais do setor Marista." O prefeito Paulo Garcia ressaltou que a proposta fica em aberto durante 10 dias. Após essa fase, entrarão os estudos para a implantação final. “Haverá prazo para implantação, orientação e educação dos frequentadores. A proposta da Prefeitura não é multar ninguém, mas melhorar a vida de seus moradores." Autor: Marconi Barroso http://prefeituragoiania.stiloweb.co...tla=2&cod=6835 achei mto mal explicado como ficará o trânsito na região. vamos esperar um colega mais informado pra nos elucidar a questão. |
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#3852 | |
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Esta terra é nossa!
Join Date: Jan 2009
Location: Palmas, coração do Brasil!
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O Brasil ainda é um horror no quesito urbanismo e serviços públicos. Trágico. Mudando de assunto, esse fórum tá bem parado. |
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#3853 | |
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Terra linda, venturosa!
Join Date: Jul 2008
Location: Goiânia
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Sobre a iluminação pública, a prefeitura de Goiânia executou um projeto chamado Reluz que substituiu todas as lâmpadas da cidade por modelos de Vapor de Sódio, gerando assim uma economia de energia elétrica. Eu participei desse projeto e por isso posso dizer que foi um trabalho muito bem feito!
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#3854 | |
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Registered User
Join Date: Mar 2008
Location: Goiânia / Senador Canedo
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#3855 | |
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Registered User
Join Date: Jul 2007
Location: Goiânia
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MVC fornecerá peças para o Suzuki Jimny a ser produzido em Goiás 30/05/2012 ![]() Primeiro modelo da Suzuki a ser fabricado no Brasil, o aventureiro Jimny será equipado com componentes desenvolvidos pela MVC, empresa especializada em produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente ao Grupo Artecola e à Marcopolo. As peças serão produzidas em compósito de polipropileno, reforçado com fibra de vidro longa, resultando em um peso baixo. De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o carro contará com componentes fabricados pelos processos Vacuum Forming, com plástico de engenharia de alta resistência mecânica, como os para-choques. Também será utilizado o inovador processo VFC Light (combinação das tecnologias a vácuo e compressão), na confecção do revestimento do teto, que proporciona maior estabilidade térmica, rigidez, redução de peso e melhor padrão de acabamento. Entre os principais componentes desenvolvidos pela MVC para o Jimny estão os para-choques dianteiro e traseiro, as saias laterais, os conjuntos de fender flare dianteiro e traseiro, splash shield e protetor frontal, que compõem o kit completo. Todas as peças são produzidas em termoplástico de alto impacto pelo processo a vácuo, já pintadas na cor do veículo e entregues diretamente na linha de montagem da montadora. A empresa também fornecerá o painel de instrumentos completo e o revestimento interno do teto (forro), que será produzido em duas diferentes configurações, para versões com teto solar e revestimento de vinil e de tecido na padronagem da montadora. Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.b...zido-em-goias/
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Att, james-151 Amo meu país, amo meu estado, amo minha cidade. Mas odeio meus governantes. |
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#3856 |
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ΙΧΘΥΣ
Join Date: May 2010
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#3857 | |
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ΙΧΘΥΣ
Join Date: May 2010
Location: Goiânia (GO)
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#3858 |
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ΙΧΘΥΣ
Join Date: May 2010
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#3859 |
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Registered User
Join Date: Mar 2009
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![]() Se não me engano, o dinheiro para a construção da casa de vidro, a prefeitura conseguiu através de emenda dos recursos federais, então o GF repassou o dinheiro para a prefeitura. Uma vergonha, já que mesmo existindo a verba, não conseguem terminar essa obra, situação muito parecida com o aeroporto. |
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#3860 |
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Registered User
Join Date: Nov 2011
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nossa, a arborizaçao do setor marista eh a mais linda de goiania, na verdade eh mais linda q eu ja vi na vida (contando com os paises da europa eu ja fui) e eh um simbolo do marista e de gyn, ninguem toca naquilo !
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