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#3821 | |
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Aí esse pessoal todo chegou no momento do "boom" e agora o mercado está refluindo para uma situação normal, então acho que tem um excesso de corretores no mercado. Inclusive eu conheço alguns corretores em BSB das antigas, e esse pessoal não está desesperado, e nem ficam enchendo a paciência. Eles têm uma clientela fixa, estão estabelecidos e não ficam desesperados. Agora, os novos acontece isso mesmo. Outro dia fui em um "coquetel" da Rossi, e o corretor pegou me telefone e e-mail. Ele manda uns 3 e-mails por dia, liga uma duas vezes. Tá complicado. Mas acho que isso vai passar. A quantidade de corretores está vai diminuir com o mercado mais fraco. Isso é natural. Espero que com isso (redução de corretores), aqueles que ficam se jogando na frente dos carros no Noroeste também sumam, pois é bem desagradável ficar andando de carro no NW e aquele monte de corretor pulando na frente do carro...
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." |
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#3822 |
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Registered User
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Passa por cima....
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“Eu gosto da humanidade. O que eu não suporto são os humanos”. Linus van Pelt. |
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#3823 |
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Registered User
Join Date: Nov 2009
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Notem que esse pessoal que diz que a inadimplência é ainda baixa vai ser o mesmo pessoal que, daqui uns meses, depois de o Governo dar mais um impulso ao crédito para consumo e as coisas degringolarem, vai reclamar que a culpa do "subprime" brasileiro é totalmente da Dilma, do Lula, do PT, do FHC, do Collor, do Sarney etc.
Aí vão fazer passeata "contra a corrupção", abraçar a Candelária, escrever editoriais passionais, fazer seminários sobre "como o Governo não viu o que estava fazendo", descobrir irregularidades nas operações de crédito que permitiram ao sujeito que ganha mil reais financiar uma Maserati etc. É o nosso "subprime" e tem gente querendo inflá-lo. Ah, aqui é diferente. Last edited by FriedrichHayek; May 29th, 2012 at 05:14 AM. |
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#3824 | |
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Registered User
Join Date: Nov 2009
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Note que a maioria desses comentaristas de economia adora uma receitinha: se a "saudável" Espanha tem 90% de crédito imobiliário, o Brasil pode ter 90% de crédito imobiliário. Se a China consome x de cimento, o Brasil vai subir até consumir x de cimento. Se os juros nos EUA são x, no Brasil podem chegar até x. Pena que a realidade é muito mais complicada do que isso... Aí a coisa degringola e os mesmos explicam as coisas assim: "claro, o Governo deixou o crédito imobiliário subir até 90% do PIB, o consumo de cimento chegar a níveis chineses, os juros baixarem até o nível dos EUA... só podia dar m*". hehehe
Last edited by FriedrichHayek; May 29th, 2012 at 05:15 AM. |
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#3825 |
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Registered User
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O endividamento dos brasileiros ainda pode crescer, por Miriam Leitão
As famílias brasileiras já estão endividadas demais ou não? Dependendo do indicador, a situação parece tranquila, e, mais do que isso, com grande espaço para crescer. Mesmo assim, é preciso lembrar o que já foi dito neste espaço: o comprometimento da renda das famílias já está alto, no Brasil o dinheiro é muito caro, e o ritmo de crescimento da inadimplência está acelerado. O volume de créditos em atraso na economia brasileira — como um todo, somando-se o crédito de pessoa física e o das empresas — cresceu 35,5% nos últimos 12 meses até abril. Saiu de R$ 58 bilhões para R$ 79 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central na sexta-feira. Esse volume mostra o total de empréstimo sem pagamento há mais de 90 dias. De janeiro a abril, a alta é de 8,8% em relação ao mesmo período de 2011. O problema é principalmente o ritmo do crescimento do atraso. O crédito cresce a 18% ao ano, mas os atrasos cresceram a 35%. A provisão que os bancos têm que fazer para o chamado crédito podre, que tem inadimplência acima de 180 dias, subiu 24% nos 12 meses até abril e atingiu R$ 67 bilhões. De janeiro a abril, a alta é de 4%. Há muita confusão sobre os números de endividamento, em parte porque no Brasil até recentemente o crédito era tão baixo que nem era rotina acompanhar a evolução dos indicadores. Há vários ângulos pelos quais se pode avaliar o endividamento, pegando-se, por exemplo, só a dívida das famílias. Se for como percentual do PIB, no Brasil é 23%, nos EUA, 90%. Deve ter sido a esse indicador que o ministro Guido Mantega se referiu quando disse à “Folha de S.Paulo” que não se deveria preocupar com isso. Outro indicador também de estoque da dívida mostra o Brasil numa situação muito favorável. Se for comparado o total dos débitos bancários das famílias com o que elas têm de renda em um ano dá 42,9% no Brasil e 117,5% nos Estados Unidos. Isso engana, porque evidentemente ninguém vai pagar a dívida inteira, financiada em vários anos, com a renda integral de um ano. O mais relevante é o fluxo: qual é o comprometimento médio da renda mensal das famílias com o pagamento de juros ou amortização do principal? Isso é o que bate no bolso diretamente, emagrecendo a renda disponível para todos os outros gastos como alimento, habitação, transporte, saúde e educação. No Brasil é 22%, nos Estados Unidos é 10,88%. Ou seja, os norte-americanos são mais endividados, em geral pelos financiamentos imobiliários que são altos e de longo prazo. A cada mês, no entanto, as prestações são baixas, porque os juros são praticamente negativos. A inadimplência da pessoa física voltou a subir em abril e atingiu 7,6% das operações. No financiamento de veículos, a taxa de inadimplência disparou nos últimos 15 meses. Saiu de 2,5%, em dezembro de 2010, para 5,9%, em abril deste ano, com alta em todos os meses. Os grandes números de provisão, ou de crédito em atrasos, assustam, mas eles incluem famílias e empresas. E como percentual do total emprestado a taxa de inadimplência é baixa, está em 3,8%. Não há ainda sinal vermelho no crédito, e o Brasil não está às vésperas dos problemas enfrentados por outros países com o estouro de bolhas. O problema preocupa por todos esses motivos acima: as famílias estão com parte importante da renda comprometida com o serviço da dívida, e isso é alto até para padrões internacionais. Segundo, os juros no Brasil são altos demais, o que torna mais arriscado uma dívida virar uma bola de neve. Terceiro, o mercado de trabalho está aquecido, por enquanto, e isso ajuda as pessoas físicas a pagarem seus débitos, mas se houver qualquer reviravolta a situação pode se complicar. Se houver qualquer vento contra, no entanto, com os juros caros no Brasil, as famílias podem ter dificuldade de pagar. É por isso que não é uma atitude muito ajuizada o Ministério da Fazenda incentivar o endividamento só porque o ministro quer ser o “levantador” do PIB. A queda dos juros e os incentivos à renegociação que estão em curso ajudam a desfazer o caroço. Mas incentivar o endividamento de famílias já endividadas só porque o governo quer um número maior do PIB é um perigo. Crédito é bom quando quem o tomou pode pagar. Quando não pode pagar, vira um problema para as famílias, os bancos, os governos. Fonte
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." |
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#3826 |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
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O endividamento da população não pode mais crescer - resposta dos fatos e da própria população à Miriam Leitão.
As inúmeras reportagens dando conta de que a quantidade de empréstimos tem se reduzido, mesmo com a redução das taxas de juros (que é muito mais marketing populista do que redução significativa) são a prova cabal de que a população chegou ao limite do endividamento. |
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#3827 | |
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Registered User
Join Date: Feb 2011
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![]() Ah e ainda tem o exemplo da Espanha, onde ainda existem cidades e bairros inteiros vazios esperando compradores para os imóveis.. |
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#3828 |
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Registered User
Join Date: Apr 2011
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Meio off-topic, mas serve para quem acha que o Park Sul não "pegou".
Eu já tinha relatado que tinha um casal de amigos que vendeu um apto na Asa Norte (em uma das melhores quadras) para se mudar para o Park Sul. Pois bem, hoje fiquei sabendo de outras duas pessoas que estão se mudando para o Park Sul. Um casal que tem um apto quitado no Sudoeste, e vendeu o apto e está se mudando para o Park Sul. E uma outra amiga minha, que eu sabia que ela tinha um apto no Park Sul, mas a idéia dela era de vender nas chaves mesmo. Mas hoje ela me relatou que vai alugar o apto dela na Asa Sul e vai pegar um financiamento e quitar o apto no park Sul e vai se mudar para lá, pois gostou demais do condomínio, etc e tal. Teve o coquetel de entrega das chaves e todos ficaram muito bem impressionados. Enfim, para quem acha que o Park Sul não "pegou", está aí o relato: só do meu círculo próximo de amizades, 2 casais e 1 mulher saindo do Plano e Sudoeste e indo para o Park Sul. Ou seja, quem está esperando preços caírem por lá, a tendência é bem outra. Deve valorizar mais ainda a partir de agora.
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#3829 | |
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Registered User
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A destacar, a arquitetura e o acabamento. Coloquei algumas fotos aqui: ![]() ![]()
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#3830 | |
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Registered User
Join Date: Feb 2011
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#3831 | |
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Registered User
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#3832 |
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Registered User
Join Date: Apr 2011
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Ficou muito bom mesmo. Parabéns aos [felizes] proprietários. Além de terem adquirido um imóvel que foi entregue literalmente melhor que a encomenda, ainda se revelou um ótimo investimento.
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#3833 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2011
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Eu pessoalmente acho até bom que o Park Sul se revele um sucesso, torço para que muitas pessoas do plano coloquem seus apartamentos à venda para se mudar para lá ![]() Por outro lado, estou curioso para saber quanto os novos moradores levam para chegar ao seu trabalho - ou será que todo mundo que mora lá tem loja no ParkShopping ? :-p Last edited by CesarPR; May 31st, 2012 at 02:13 PM. |
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#3834 | |
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Registered User
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Conheço algumas pessoas que moram no Guará II, próximos à saída ali pelo Park Shopping e que trabalham comigo na Esplanada dos Ministérios.. Salvo alguns dias de exceções como acidentes, manifestações e etc, elas gastam em média uns 20 a 25 minutos pra vir e uns 40 minutos pra voltar para um trajeto de cerca de 17km.. Quando vou do meu serviço na esplanada para casa de meus pais na 705 norte, meu caminho obrigatório é a W3 por conta de pegar minha esposa em seu serviço, eu gasto cerca de 25 a 30 minutos, dependendo do trânsito na via dos anexos dos ministérios, isso para um trajeto de cerca de 5km.. Foi se o tempo em que o trânsito dentro do plano era uma maravilha, as pessoas que moram nas Asas Sul e Norte também sofrem com o trânsito, logicamente que a tendência é sofrer menos que as que se deslocam mais, porém em alguns casos a diferença não é tão grande assim.. |
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#3835 | |
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Registered User
Join Date: May 2011
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O fato é que com essas políticas de incentivo ao uso do automóvel (vide IPI reduzido), e sem investimento em transporte de massa, trânsito será um problema em TODO O DF. |
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#3836 | |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
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O maior problema do Park Sul para quem vem do plano é fazer o retorno na EPIA para acessar o bairro.. Quando o número de moradores aumentar, será um grande gargalo e vai aumentar muito o tempo de viagem.. O grande problema é o incentivo ao uso do automóvel em paralelo com o descaso com o transporte público, isso afeta o DF como um todo, ousaria dizer que este é um problema do Brasil inteiro, com grandes agravantes em Brasília devido à nossa política falida.. |
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#3837 |
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BANNED
Join Date: Oct 2010
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Fulgencio,
Me explica essa matemática de que o Ilhas Maurício foi um ótimo investimento. Pelo que sei, o preço do metro quadrado no lançamento lá foi de cerca de 7.000,00. Os corretores que me corrijam se eu estiver errado. Com 3 anos de construção, corrigido pelo INCC, deve dar no mínimo um reajuste de 15% no saldo devedor. Agora o colega disse que vendeu lá por cerca de 8.000 o metro quadrado. Ou seja, fazendo os cálculos de cabeça, não vi nenhum ganho no investimento. |
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#3838 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2011
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Por outro lado, acabei de chegar do almoço. Trabalho na Esplanada e moro no final da Asa Norte, e o tempo de trajeto foi de aproximadamente 15 minutos para 6 km, sendo que havia um acidente na L2. Eu acredito que, em um ano fazendo esse trajeto, devo ter levado mais que esse tempo uma duas ou três vezes, no máximo, sendo que é comum fazer o itinerário em 10 minutos (principalmente na volta). De ônibus dá uns 15 a 20, só não uso com mais frequência porque o horário em que o ônibus passa é imprevisível. De bicicleta dá uns 20 a 30 minutos, espero que com a ciclovia da L2 eu consiga usar esse meio de transporte com mais frequência e segurança. A impressão que eu tenho é que, no "trinômio" EPTG / EPNB / EPIA, tanto os acidentes ocorrem com muito mais frequência como eles causam um estrago maior e em cadeia nas diversas estradas. Por exemplo, na quinta passada eu estava voltando de Goiânia e a EPNB estava um inferno devido a um acidente na EPIA. Resumindo ... considerando-se que atualmente um apartamento na Asa Norte custa mais ou menos a mesma coisa que um no Park Sul, se é para escolher entre a entrada nababesca e todas as benfeitorias (piscina, churrasqueira, whatever) que eu não vou usar mesmo ou eu economizar no mínimo meia hora da minha vida de stress por dia e ainda poder almoçar em casa, eu fico com a segunda opção. Mas definitivamente cada um é cada um e tem as suas próprias prioridades ... |
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#3839 | |
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Registered User
Join Date: Apr 2011
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Só que ela pagou 30% do imovel. Logo, o capital que ela investiu teve uma rentabilidade de 100% no período. Para ficar claro: se ela quisesse vender, hoje, ela pegaria no ágio mais que o dobro do que ela investiu. Os outros colegas compraram nessa faixa de preço também..entre 6 e 6.3k/m2, andares altos, nascentes.
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#3840 | |
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Comissão de Corretor? Eu não pago. Em geral não uso corretor para vender. E quando uso, estipulo meu preço e ele que peça acima. E não dou exclusividade nunca.Imposto de renda não incide os 15% enquanto o imóvel não é transferido para o seu nome.
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