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#181 |
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Ah sim.....eu na verdade não havia lido a materia direito. So li na hr correndo o nome das empresas. Vlw pela resposta
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JK - O Presidente
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Alem dessa:
![]() ![]() ![]() http://clipping.ideiafixa.com.br/sit...23e36bd4e3c7c5 e tem essa da Embraer, tambem investindo em Lagoa Santa, no Centro de Tecnologia Aero Espacial:
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#183 |
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JK - O Presidente
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#184 |
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JK - O Presidente
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#185 |
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JK - O Presidente
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Cientistas de Inhotim aprofundam pesquisas do DNA e produzem plantas em extinção
Publicação: 04/06/2012 07:13 Atualização: 04/06/2012 07:16 ![]() Especialista Marco Otávio Pivari, curador do jardim botânico, mostra algumas espécies na Estufa Equatorial, como a vitória-régia Uma ode ao tempo e à riqueza das plantas. Com estudos e práticas científicas diferenciadas de coleta, cultivo e encaminhamento ao ambiente natural, além de aprofundamento no DNA de espécies, o Instituto Inhotim busca gerar recursos e tecnologia que auxiliem na conservação e na propagação de “indivíduos” – na botânica, todo ser vivo é tratado como indivíduo. Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, de 20 a 22 deste mês no Rio de Janeiro, a arte contemporânea divide fascínio com a biodiversidade do metro quadrado mais internacional da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na Rua B, número 20, em Brumadinho, a uma hora do Centro de BH, são ao menos duas dezenas de hectares de jardim botânico com tipos verdes das mais diversas naturezas. É um cenário vivo para a VIII Semana do Meio Ambiente, com oficinas, palestras e apresentações culturais, abertas ao público até domingo. Em meio ao incrível que se contempla e se vivencia, o Inhotim coleta, conserva e propaga espécies em extinção. O Viveiro Educador e Núcleo de Pesquisa ganha força e projeção pelo exemplo em geração de conhecimento e na conservação de recursos naturais. É o esforço recompensado de grupo especialista em botânica, concentrado no equilíbrio do planeta e no amanhã da humanidade. Diante dos desafios globais nos processos de sustentabilidade, Joaquim de Araújo Silva, o Quincas, diretor do Jardim Botânico de Brumadinho, destaca a importância do trabalho feito pelo instituto em parceria com o poder público e a iniciativa privada: “É o Brasil, maior biodiversidade do mundo, em posição estratégica no compromisso com a integridade de ambientes naturais. Ainda mais agora, com a regulamentação do novo Código Florestal.” Na lista vermelha de Minas Gerais e do Espírito Santo está uma espécie de palmeira conhecida como coco-da-pedra. Marco Otávio Pivari, de 30 anos, doutor em botânica, apresenta o canteiro com a produção de novos indivíduos da planta. Ele explica o minucioso processo da coleta à reintegração da espécime ao ambiente natural. Comenta com satisfação o resultado obtido com o experimento de germinação de sementes de Syagrus ruschiana, o coquinho-da-pedra: “Na estufa equatorial, o tempo de produção de mudas foi reduzido de seis para dois meses.” O passeio pelo ambiente especial, com temperatura e umidade relativa do ar controladas, à disposição para visitas programadas, entre plantas raras das famílias Araceae, Arecaceae, Piperaceae, Poaceae, Heliconiaceae, Costaceae, Marantaceae e Gesneriaceae, é experiência sensorial das mais marcantes. Preservação da natureza no Inhotim 100 hectares (dos quais 50 de reserva permanente) R$ 33 milhões Custo operacional anual 313 mil visitantes em 2011 1 mil Funcionários Uma referência em sustentabilidade Pelos caminhos do Viveiro Educador e Núcleo de Pesquisa, com todas as particularidades e desafios naturais da reserva, fica fácil entender a escolha de Letícia Aguiar, de 35, mestre em desenvolvimento sustentável pela Universidade de Brasília (UNB), de trocar o Distrito Federal por Brumadinho. Há um ano e meio com raízes já profundas do Inhotim, a gerente de jardim botânico e meio ambiente, de olhos brilhantes, verde-mata, é exemplo do entusiasmo da equipe comandada por Quincas. Longe da família, por comprometimento com o que chama de missão, a gestora fala do empenho em fazer de Inhotim uma referência em sustentabilidade. Na VIII Semana do Meio Ambiente, Letícia ressalta a vocação pesquisadora e educadora do instituto. “Todo o viveiro, onde as pesquisas são desenvolvidas e é feita a multiplicação das espécies, é também um espaço de vivência”. São 10 os programas educativos em andamento, ela conta. No ano passado, 50 mil estudantes passaram pelo Inhotim, onde, por tudo que se pode observar, ensinar também se faz arte. Pablo Melo, assim como Letícia e Marco Otávio, é mestre em atenção quando a função é mediar pela educação ambiental. O biólogo aponta e explica detalhadamente indivíduos e protocolos. Manipula as plantas e as exibe acompanhadas de informações técnicas que despertam maior interesse do visitante. Como o grupo, mostra-se atento às necessidades de novas tecnologias de cultivo de plantas fora do ambiente natural. Circula cheio de intimidade pelas estufas, sombrites e platôs do viveiro de 25 mil metros quadrados. Explica cuidados especiais com o tipo de montagem e preparo dos vasos para, entre outras, as plantas aquáticas. Marco Otávio, cúmplice no trato com a natureza, observa o colega. O curador, mineiro de Ipatinga, no Vale do Aço, diz sentir-se realizado, orgulhoso, com o envolvimento conservacionista de todo o grupo do instituto. Ao mesmo tempo, Marco se revela ainda mais motivado pelos desafios da causa. Depois de verdadeira aula de botânica, o doutor pausa o ritmo do depoimento técnico para suspirar: “Trata-se da importância das plantas para a sobrevivência humana”, pontua. >> Confira a programação para a semana no site: http://www.inhotim.org.br >> Informações: (31) 3571-9700 http://www.em.com.br/app/noticia/tec...extincao.shtml
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JK - O Presidente
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Programa Internacional em Tecnologia da Informação
Apresentação Parceria Governo de Minas / Infosys O Governo de Minas e a Infosys promovem programa de capacitação em TI, com foco em DOT NET, durante três meses e meio, na Índia. Recentemente a Infosys anunciou o crescimento de suas operações no Brasil a partir do incremento das atividades dos seus escritórios localizados em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, tornando-se necessário investir na qualificação da mão de obra local. O investimento visa atender à demanda não somente da empresa, como também do próprio setor. Com este objetivo, a Infosys estruturou um programa de capacitação voltado para estudantes de graduação da área de tecnologia da informação e para profissionais recém formados em cursos de engenharia. O programa, que contempla além da bolsa integral para o curso, alojamento, alimentação, passagens aéreas, traslados, seguro saúde e uma ajuda de custo por dia, será desenvolvido em parceria com o Governo de Minas. Caberá à FDC a seleção de 20 profissionais e 20 estudantes que serão qualificados no Global Education Center - o maior centro de treinamento do mundo localizado na cidade de Mysore, estado de Karnataka, na Índia. Poderão se candidatar profissionais formados na área de engenharia, que não tenham formação em TI, mas tenham interesse em atuar na área. Já os estudantes, devem estar cursando o último ano da graduação dos seguintes cursos: Sistema de Informação, Ciência da Informação, Gestão da Tecnologia da Informação, Gestão da informação, Ciência da Computação, Engenharia de Computação e demais Engenharias. O curso, que terá duração de 3 meses e meio, tem carga horária de 624 horas, entre conteúdo básico e específico em DOT NET, desenvolvendo competências para quem deseja atuar na área de desenvolvimento de sistemas WEB. Este modelo de programa já foi realizado pela Infosys com estudantes do México, China, Alemanha e Estados Unidos. Após o treinamento, os candidatos poderão ser absorvidos pela própria Infosys ou buscar oportunidades no mercado. Fonte: http://www.fdc.org.br/PT/TECNOLOGIA_...s/default.aspx |
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JK - O Presidente
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Pesquisa no Quadrilátero revela o "mapa da mina"
Assinaturas do solo oferecem indícios do potencial exploratório em outras regiões Bruno Porto - Do Hoje em Dia - 17/06/2012 - 11:01 eugênio moraes/arquivo hoje em dia mina ![]() Congonhas, Mina de Casa de Pedra: mapeamento do Quadrilátero coletou 870 amostras de solo O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) concluiu um estudo de cinco anos em que foi realizado o mapeamento geoquímico do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, uma das mais importantes províncias minerais do mundo. O resultado do levantamento será utilizado para prospecção de áreas com potencial minerário em regiões inexploradas, como a Amazônia. Também será utilizado como auxílio aos estudos ambientais. De acordo com o coordenador-executivo da diretoria de geologia e recursos minerais do CPRM e responsável pelo levantamento, João Henrique Larizzatti, ainda eram desconhecidas as assinaturas do solo do Quadrilátero. Assinaturas são as associações de elementos químicos que formam o solo de determinada região. A assinatura de um solo mineralizado, onde existem reservas auríferas, por exemplo, pode ser a mesma, ou semelhante, em diferentes regiões. “Com o conhecimento das assinaturas do solo do Quadrilátero, podemos pesquisar onde existe a mesma assinatura, o que é um indício de potencial exploratório”, observou. O estudo recolheu amostras no solo para caracterizar as assinaturas de áreas com potencial de exploração de minério de ferro, ouro, manganês e gemas coradas. A área pesquisada totaliza 45.000 quilômetros e foram coletadas mais de 3.600 amostras de sedimentos de corrente e 870 de solo para análises de 53 elementos químicos e mais de mil amostras de concentrados de bateia. O trabalho também tem utilidade em estudos ambientais. “É preciso lembrar que, para se dizer que uma área é poluída, primeiro é necessário saber como ela era antes da atividade humana”, afirmou Larizzatti. O Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e os órgãos ambientais estaduais determinam valores limítrofes para vários elementos em solos e em sedimentos. Concentrações acima destes valores indicam poluição. “Porém, pelos mapas que nós produzimos, podemos ver que não há um valor constante para os elementos em toda a região estudada. Portanto, os valores determinados pelo Conama e demais órgãos ambientais devem levar em consideração os resultados obtidos em trabalhos como o nosso antes de determinar valores limítrofes para a poluição”, apontou. Para Larizzatti, os órgãos ambientais podem autuar empresas, fazendeiros e outros de maneira equivocada, pois os valores limítrofes por eles estipulados podem ser mais baixos que os valores que ocorrem naturalmente na região. http://www.hojeemdia.com.br/noticias...-mina-1.460735
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FAPEMIG confirma reajuste no valor das bolsas
Novos valores entram em vigor a partir de julho Mantendo o compromisso firmado com a comunidade acadêmica de Minas Gerais, a FAPEMIG anunciou, nesta segunda-feira (18/06), o reajuste nos valores das bolsas de iniciação científica (BIC), mestrado e doutorado. Os novos valores passam a valer a partir de 1º de julho e acompanham o aumento já anunciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. A bolsa de mestrado passa, assim, de R$ 1.200 para R$ 1.350 e a bolsa de doutorado de R$ 1.800 para R$ 2.000. A bolsa de iniciação científica, por sua vez, passou de R$360 para R$400. Os bolsistas FAPEMIG já em agosto passam a receber os novos valores. Vale destacar que o reajuste adotado representa um impacto anual de R$ 4,5 milhões. “A FAPEMIG acredita que o pilar básico do desenvolvimento científico e tecnológico de qualquer sociedade está na formação de pesquisadores. Por isso, tem trabalhado para ampliar as oportunidades e para atrair e fixar pesquisadores no Estado”, destaca o presidente da FAPEMIG, Mario Neto Borges. No ano de 2011, entre outras modalidades, a FAPEMIG concedeu 4.815 bolsas, entre mestrado, doutorado e bolsas do programa institucional de iniciação científica (PIBIC), beneficiando diversas instituições mineiras. Fonte: http://www.fapemig.br/fapemig-confir...or-das-bolsas/ |
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![]() A FAPEMIG vai na onda do CNPq. Ela evoluiu bastante, antigamente atrasava muito as bolsas. Hoje em dia dizem que paga direitinho. Mas está longe de se comparar a FAPESP. Sonho de todo estudante é uma bolsas FAPESP.
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#191 |
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JK - O Presidente
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Professor da UFMG recebe prêmio de centro de física na Itália
Professor titular da UFMG que se dedica aos estudos de nanotubos de carbono desde 1999, Ado Jório de Vasconcelos é premiado pelo Centro Abdus Salam de Física Teórica, na Itália Felipe Canêdo Publicação: 02/07/2012 07:51 Atualização: 02/07/2012 09:00 ![]() Pós-doutor pelo MIT, nos Estados Unidos, Ado também dirige a Coordenadoria de Transferência de Informação (CTIT) da UFMG, que faz a gestão do conhecimento científico e tecnológico gerado na universidade como setor produtivo As possibilidades são fabulosas para os avanços nos conhecimentos sobre o comportamento de partículas de carbono em escala molecular. Para quem duvida, o professor do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ado Jório de Vasconcelos cita até o advento do teletransporte; de um elevador que possa levar objetos para o espaço sideral; tratamentos de câncer pouquíssimo agressivos; precisão na transposição de genes; e fertilizantes de altíssima eficiência para o cultivo de faixas tropicais do mundo, que são geralmente economicamente subdesenvolvidas. Mas ele alerta: “Para se pensar em possibilidades futuras é preciso ser um pouco irresponsável”. Premiado recentemente pelo renomado Centro Internacional Abdus Salam de Física Teórica (na sigla em inglês, ICTP), em Trieste, na Itália, Ado Jório se dedica ao estudo de nanotubos de carbono desde 1999 quando começou um curso de pós-doutorado no Massachussets Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Com recém completados 40 anos, idade limite para que ganhasse a honraria internacional do ICTP, instituto governado pela Unesco e pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em inglês), ele receberá em outubro o troféu por ter se distinguido com contribuições originais para a ciência, inclusive a aplicação de um método denominado espectroscopia Raman para identificar as propriedades de nanotubos de carbono. Saiba mais... Brasileiros apresentam pesquisas em evento sobre o bóson de Higgs Técnica aprimorada por mineiro e paulista tenta solucionar o joanete Pesquisador mineiro tem artigo publicado em revista científica internacional Mineiros criam 1º software livre de captura de movimentos Tecnologia made in Minas em feira da USP Radar que promete antecipar a chegada de temporais começa a funcionar em Minas Simpático, Ado explica que a escala nanométrica corresponde ao valor de 10 elevado a menos 9 metro. “É uma coisa muito pequena mesmo”, salienta. Segundo ele, um microscópio ótico precisaria ser mil vezes mais preciso para possibilitar o estudo nanométrico e nessa escala a luz se refrata, então o microscópio digital é necessário. Quanto às aplicações do seu trabalho, ele afirma que “elas estão em quase tudo que se possa imaginar”. O carbono tem propriedades mecânicas, térmicas e eletrônicas muito interessantes, por isso, explica o físico, ele pode ser usado como um material leve, forte e que aguenta altas temperaturas. Está presente em freios de carros de alta performance, em turbinas de foguetes espaciais e em toners de impressoras. O professor mineiro é reconhecido internacionalmente por ser autoridade na área que estuda e já foi citado em algumas centenas de artigos e trabalhos acadêmicos pelo mundo. Ele também é diretor da Coordenadoria de Transferência de Informação (CTIT) da UFMG, que atua na gestão do conhecimento científico e tecnológico gerado na universidade. “Sou o representante da UFMG em seu contato com o setor produtivo”, afirma. Ele salienta a importância da estruturação da cadeia de transferência de conhecimento para que o investimento em produção científica retorne para a sociedade como desenvolvimento socioeconômico. Sentado em seu escritório no prédio de Ciências Exatas da universidade, coalhado de papeis por todos os lados, nota-se nas estantes do acadêmico não só livros de física, mas também de filosofia, que vão de Rousseau a São Tomás de Aquino. “Gosto muito de filosofia”, explica. No entanto, para quem pensa que o professor de física de nome italiano – que coincidentemente estudou na Escola Albert Einstein, em Belo Horizonte, na sua infância – era um típico aluno caxias, ele garante que não. Ado Jório lembra que sempre gostou de jogar futebol e de ouvir e tocar música – principalmente rock progressivo –, e confessa também que não dispensa uma boa conversa em um boteco. Aplicações futuras ![]() A terra preta de índio, encontrada na Amazônia, também é foco de trabalho do pesquisador, em parceria com o Inpa O avanço na nanotenologia pode permitir grandes mudanças na vida neste século 21. O uso de nanotubos de carbono na computação pode alavancar o desenvolvimento do computador quântico, que usaria um sistema muito mais poderoso para armazenar dados do que o atual sistema binário, usado na computação. Tal mudança permitiria um avanço enorme na transferência de informação e também poderia criar, por exemplo, uma criptografia impossível de se quebrar. “Representaria uma mudança de paradigma, mudaria a sociedade”, avalia o professor Ado Jório de Vasconcelos. “Com a tecnologia que temos hoje o teletransporte é inimaginável, porque a transferência de energia e de informação que ele envolve é brutal”, afirma. Contudo, ele especula, esse avanço poderia torná-lo possível. Os nanotubos também poderiam ser usados para criar um elevador para transportar corpos para o espaço. “Não existe nenhum material que aguentaria o próprio peso, mas o nanotubo aguenta”, afirma. “Isso poderia economizar o esforço enorme que é empregado para enviar objetos para o espaço”, completa. As nanopartículas de carbono poderiam também ser usadas em tratamentos de câncer que atacassem somente as células cancerígenas, ou mudar genes dentro de uma estrutura de DNA. Poderiam também, de acordo com estudos do professor Ado, ser usadas na criação um adubo superpoderoso. Ele conta que há solos raros na Amazônia que, diferentemente dos terrenos comuns da região, são muito férteis devido à presença de nanopartículas de carbono. Esses avanços poderiam representar a diferença entre usar velas e começar a usar lâmpadas, exemplifica. O professor Ado ainda desenvolve estudos na Amazônia, juntamente com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), sobre a terra preta de índio (resultado do uso do solo de maneira sustentável pelos índios da região há milhares de anos). A terra preta é fértil, mas os pesquisadores querem saber o motivo e como os índios faziam o manejo. E quem pode dar essas respostas é a nanotecnologia, que permitirá entender os processos físicos e químicos do material. Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/tec...WVM8Q.facebook |
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#193 |
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Ado a-ado cada um no seu quadrado!!!
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#194 |
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JK - O Presidente
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Maravilha, com parcos recursos, os cientistas no Brasil e particularmente em Minas Gerais(UFMG - não tão bem aquinhoada em $$$ federal como os institutos do eixo Rio S.Paulo), consegue fazer e vencer na área científica!
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#195 |
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![]() Tamb'em n'ao eh asssim, h'a laborat'orios no departamento de fisica da UFMG que nao devem em nada aos das melhores universidades do mundo, um deles eh esse de espectroscopia Raman. Um que acho muito bom tambem eh o de fisica de superficies, uma das melhores camaras de vacuo do mundo, a melhor da america latina. A oficina mecanica do departamento eh referencia em camaras de vacuo. Apesar da bomba ser importada.
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#196 | |
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JK - O Presidente
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#197 |
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SP é um caso a parte, eles tem a FAPESP que investe pesado, as melhores bolsas de estudo são dessa agência. Mas de uns 5 anos para cá não perdemos mais estudantes de doutorado no departamento de física para universidades de SP por falta de bolsa. Raramente meu ex-grupo não era contemplado em projetos de financiamento. Mas montávamos um grupo grande, com pesquisadores de várias universidades em MG e até de outros estados. Os laboratórios estão relativamente bem montados e não faltam insumos.
Um colega que passou no concurso da UFVJM em Diamantina já conseguiu a grana para montar um laboratório de óptica quântica por lá. É um tipo de laboratório mais comum em grandes centros urbanos. Meus colaboradores na UFJF compraram um cluster de 100 mil reais. Ouvi dizer que a UFSJ recebeu uma verba de um milhão de reais para um cluster também. Não somos tão miseráveis assim.
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#198 |
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JK - O Presidente
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De uma certa forma é o mesmo post anterior do Julio, mas vale a pena repetir e pode dar mais informações
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JK - O Presidente
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Fundação Ezequiel Dias apresenta nova fábrica de produtos biológicos
Com início da produção em 2014, a unidade será referência no país e vai produzir vacinas contra Meningite C Minas Gerais abrigará, a partir de 2014, uma nova fábrica de produtos biológicos que será referência no Brasil, com a produção, entre outros medicamentos, de 12 milhões de doses de vacina contra Meningite C. A fábrica da Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte, que conta com 4.200 metros quadrados de área e terá cerca de 60 funcionários, recebeu investimentos de R$ 32 milhões para custeio da obra e outros R$ 13,5 milhões para compra de equipamentos. A unidade vai produzir medicamentos com cobertura nacional. As obras devem ser concluídas em dezembro deste ano, com início da produção em 2014. Nesta quinta-feira (12), autoridades de saúde realizaram uma visita ao local das obras. A visita contou com a presença do secretário de Estado de Saúde de Minas, Antônio Jorge de Souza Marques, do vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia, Claudinei Luiz Ferreira, de representantes do Poder Legislativo estadual, técnicos da Funed e dirigentes do Sindicato dos Farmacêuticos. Guiada pelo coordenador da Gerência de Projetos Especiais da Funed, José Luiz Fellet, o objetivo da visita foi apresentar a nova fábrica de produtos biológicos que contemplará a produção dos biofármacos Eritropoetina recombinante humana (rhEPO), usada principalmente por pacientes com insuficiência renal, Interferon alfa 2a recombinante humano (IFNα2a), para pacientes em tratamento contra a hepatite, soros heterólogos hiperimunes, bem como etapas do processo de produção da vacina Meningocócica (MenC). O secretário Antônio Jorge destacou que, com essa obra, a Funed está deixando um legado extraordinário para Minas. “Isso é uma página da nossa história em biotecnologia. Há poucos anos a centenária Funed era uma empresa que produzia medicamentos de baixíssimo valor agregado e agora temos essa revolução vigorosa”, afirmou. Antônio Jorge ressaltou, ainda, que a nova fábrica nasce com um “bom problema”: Solicitada pelo Ministério da Saúde para fabricar a vacina meningocócica para todo o país, a produção, que antes seria de 1 milhão de doses por ano, agora será de 12 milhões por ano. “Isso mostra a força, ousadia e a credibilidade dessa indústria que já despertou o interesse de parcerias em gigantes da indústria farmacêutica como a Novartis e a Roche”, disse o secretário. José Luiz Fellet resumiu os próximos passos que a fábrica deve dar depois de concluída a obra física. “Tudo será testado para ver se atendem aos protocolos e normas com precisão. A partir daí será feito lotes pilotos dos produtos, que serão submetidos a teste de qualidade e garantia de isenção de contaminações. Somente com a aprovação total entraremos na fase de produção para atendimento do mercado”, destacou. Já o presidente da Funed, Augusto Monteiro Guimarães, disse durante o encontro que com processo de mudança de tecnologia, a fundação vai elevar a qualidade final do produto e a expertise de Minas neste segmento. “Economia também é a palavra de ordem. Por exemplo, antes da parceria Funed e Ministério da Saúde para a fabricação de antiretroviral, o ministério pagava cerca de R$ 15,00 por comprimido e hoje entregamos o mesmo produto por R$ 4,02. Com isso o MS pode, entre outros pontos, ampliar o acesso desse e de outros remédios a mais pessoas necessitadas. Há ainda a expectativa de ampliarmos o portfólio de medicamentos, produzindo produtos para tratamento oncológico”, explicou. http://www.agenciaminas.mg.gov.br/mu...os-biologicos/
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JK - O Presidente
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