|
|
| daily menu » rate the banner | guess the city | one on one |
|
|
#1681 | |
|
Registered User
Join Date: May 2010
Posts: 3,481
Likes (Received): 68
|
Quote:
Esforço de tração máximo na partida: 398 kN - 89,000 lbf desempenho em rampas: 800 t (787.4 long tons; 881.8 short tons) train on a 2.6 % gradient at 80 km/h (50 mph) |
|
|
|
|
|
|
#1682 |
|
Rômulo
Join Date: Mar 2010
Location: São Paulo
Posts: 2,037
Likes (Received): 53
|
Ferrovia que liga Bauru a Tupã pode ser reativada
http://www.youtube.com/watch?v=iVQ_5...layer_embedded |
|
|
|
|
|
#1683 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Teste de gabarito da FCA para as BB36-7 na "rota do calcário" entre Arcos MG e Barra Mansa RJ:
![]() ![]() Autor: Paulo Henrique Figueiredo
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1684 |
|
Rômulo
Join Date: Mar 2010
Location: São Paulo
Posts: 2,037
Likes (Received): 53
|
Landerson, como é o trem-tipo hoje com as MX-620 e como ficaria com as BB-36 na rota do calcário?
|
|
|
|
|
|
#1685 |
|
BagaPeta Internet Service
Join Date: Dec 2011
Location: Whatever, Wherever.
Posts: 586
Likes (Received): 56
|
Sexta-feira, 6 de julho de 2012
País 05/07 às 14h20 - Atualizada em 05/07 às 14h40 Operação Trem Pagador do MPF-PF prende ex-presidente da Valec Jornal do Brasil Brasília BRASÍLIA - Com o objetivo de "sufocar economicamente a organização criminosa", o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagram, nesta quinta-feira, em Goiânia, a Operação Trem Pagador, com a prisão de José Francisco das Neves, o Juquinha, ex-presidente da empresa pública Valec, e mais 10 pessoas. De acordo com nota da Procuradoria-Geral da República, foram também apreendidos bens no montante de CR 60 milhões. A Operação Trem Pagador é um conjunto de medidas de investigação adotadas pelo Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/GO e pela PF,com o objetivo de identificar, localizar e apreender a maior quantidade possível de bens obtidos por meio ilícito, “com a finalidade de assegurar que os criminosos não usufruam os produtos do crime, garantir o ressarcimento dos danos ao patrimônio público, evitar que os bens desapareçam e sufocar economicamente a organização criminosa”, segundo o procurador da República Helio Telho. O caso As investigações que conduziram à operação tiveram início em agosto de 2011, para apurar crimes de lavagem de dinheiro atribuídos a José Francisco das Neves, que presidiu a Valec de 2003 a 2010, sua mulher, Marivone, e seus filhos. O MPF fazia levantamento patrimonial de Juquinha com a finalidade ajuizar ação cautelar de indisponibilidade de bens, a fim de assegurar o ressarcimento dos danos decorrentes do superfaturamento das obras da Ferrovia Norte-Sul (trecho 4, contrato firmado com a Contran S/A, que já era objeto de ação de improbidade administrativa). Revelou-se, então, que Juquinha e, principalmente, sua mulher e seus filhos, "adquiriram vasto patrimônio imobiliário, tais como fazendas, lotes e casas em condomínios fechados, apartamentos, bem como constituíram empresas destinadas a, sobretudo, administrar e/ou explorar os referidos bens imóveis, o que é absolutamenteincompatível com a sua condição de empregado público", de acoprdo com o MPF. Quando candidato a deputado federal, em 1998, Juquinha declarou à Justiça Eleitoral ter patrimônio inferior a R$ 560 mil. As suspeitas eram de que ele estaria usando a mulher e os filhos como “laranjas” para proteger e ocultar o patrimônio, possivelmente obtido com o produto de crimes de peculato e de licitação que praticou no exercício do cargo de presidente da Valec. Esses indícios foram reforçados com o resultado de pesquisas em bancos de dados e com informações encaminhadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Como resultado das investigações, foram detectadas várias operações imobiliárias e financeiras destinadas a esconder bens, ocultar sua propriedade e distanciá-los ao máximo de suas origens. Com a deflagração da operação, com autorização do juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal em Goiás, a PF busca também localizar e apreender documentos e informações que possam revelar outros bens ainda não identificados, mais provas dos crimes investigados, bem como joias e dinheiro vivo. Estão presos temporariamente (por cinco dias) José Franciso das Neves (o Juquinha), Marivone Ferreira das Neves, Jader Ferreira das Neves e Marcelo Araújo Cascão. http://www.jb.com.br/pais/noticias/2...ente-da-valec/ __________________ Conheça os ramais e os trens da Supervia através do simulador Openbve Rio: http://openbverio.blogspot.com.br/ Welcome Rush's "Clockwork Angels" New Album, Amazing! SSC, Urbanização e Infraestrutura, tudo isso aqui é Cultura! |
|
|
|
|
|
#1686 |
|
trinta zero zero
Join Date: Nov 2007
Location: Brasília de Lúcio Costa
Posts: 2,880
Likes (Received): 29
|
Vixe maria, foi com mulher e filho pro xadrez. Família unida!
|
|
|
|
|
|
#1687 |
|
trinta zero zero
Join Date: Nov 2007
Location: Brasília de Lúcio Costa
Posts: 2,880
Likes (Received): 29
|
Peru e Brasil planejam construir ferrovia na região amazônica
LIMA, 6 Jul 2012 (AFP) -Peru e Brasil acertaram trocar informações sobre um projeto para construir uma rede ferroviária que ligue a cidade brasileira de Cruzeiro do Sul à cidade amazônica peruana de Pucallpa, informou o ministro dos Transportes e Comunicações peruano, Carlos Paredes. ... O trem partiria de Cruzeiro do Sul, no estado do Acre, e poderia chegar, inclusive, até o porto de Chimbote, no litoral norte peruano, dependendo do entendimento a que chegar com o governo peruano para conseguir sua viabilidade, explicou. Notícia completa: http://economia.uol.com.br/ultimas-n...amazonica.jhtm |
|
|
|
|
|
#1688 |
|
Registered User
Join Date: Dec 2011
Location: Curitiba
Posts: 2,460
|
![]() Acho que o TAV Curitiba-BH sai antes que esse daí hein
|
|
|
|
|
|
#1689 |
|
Seriedade já
Join Date: Jul 2008
Posts: 662
Likes (Received): 0
|
Sem destino definido ![]() Locomotivas elétricas da antiga Fepasa parados em Bauru (SP) 06/07/2012 Trinta locomotivas elétricas e diversos vagões do DNIT estão parados no pátio de Triagem Paulista, em Bauru, no interior de São Paulo. O material rodante era da antiga Fepasa, e boa parte está no pátio desde 1999. Em Sete Lagoas (MG) a situação não é diferente. Diversos vagões do DNIT, sucateados, estão parados na área da antiga oficina da FCA, onde hoje funciona a fábrica de locomotivas da Progress Rail. Tanto as locomotivas como os vagões das duas cidades aguardam o DNIT para ter definição do destino. O diretor de Infraestrutura Ferroviária do DNIT, Mario Dirani, explica que todos os vagões e locomotivas não operacionais, que não fazem parte dos contratos de arrendamento com as concessionárias, e que não apresentam condições de utilização estão sendo avaliados por uma comissão de avaliação, como parte do processo para se desfazer dos bens, por meio de leilões públicos. “Qualquer material rodante, em especial carros de passageiros, que possa ter utilidade (trens turísticos, acervo de museus, pedidos de prefeituras, etc.) terá destinação por meio de termos de cessão de uso”, diz Dirani. Dirani explica que a responsabilidade do DNIT em relação ao material rodante de Bauru é recente, já que foi transferido, gradativamente, ao DNIT pela inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA). No caso de Sete Lagoas, o órgão está avaliando o destino dos equipamentos e como será a remoção, já que boa parte dos vagões não está operacional e a retirada deve envolver o uso de guindastes e transporte em carretas. “O DNIT está procurando agilizar o processo de avaliação e desfazimento desses bens, visando resguardar o interesse público e evitar os transtornos causados pela presença desse material rodante em diversos pontos da malha ferroviária nacional”, finaliza o diretor do DNIT. ![]() Locomotivas e vagões estão em Bauru aguardando o DNIT definir o destino que terão ![]() Material rodante está parado em Bauru (SP) ![]() Vagões desativados estão na área do antigo pátio da FCA, em Sete Lagoas (MG) |
|
|
|
|
|
#1690 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
A FCA já limpou o pátio de Sete Lagoas.
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1691 | |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Quote:
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
|
#1692 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Cresce produção de locomotivas no Brasil
11/07/2012 - Valor Econômico Nos velhos galpões da fábrica da General Eletric na cidade de Contagem (MG), os funcionários estão correndo para entregar em média cinco locomotivas por mês. É uma tremenda mudança na rotina de quem está na empresa há algum tempo e passou anos com medo de perder o emprego por falta de serviço. Foram períodos em que a GE simplesmente não conseguia uma encomenda sequer de máquinas novas. O negócio que restava era o de manutenção e reparos leves. "Chegou a haver uma análise da empresa se não seria melhor encerrar as operações no Brasil", lembra Guilherme Segalla de Mello, presidente e CEO para a América Latina da GE Transportation, o braço do grupo americano dedicado à fabricação e manutenção de locomotivas. A empresa sobreviveu ao período crítico dos anos 90 de privatização das linhas férreas, decidiu ficar e vive agora o melhor momento em décadas para o setor ferroviário. A GE Transportation completa 50 anos no Brasil. Boa parte desse período, com a produção acanhada e disputando mercado com locomotivas usadas importadas. No ano passado, a empresa produziu mais de 100 locomotivas para trens de cargas. Foi um recorde de um ano atípico puxado por dois grandes contratos. Este ano, prevê fabricar cerca de 60 unidades, o que continua sendo um patamar bastante elevado para o Brasil e a garantia de emprego para seus 600 funcionários. Durante quatro décadas, a fábrica funcionou em Campinas. Desde 2006, as locomotivas são feitas em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde por anos funcionou um centro de manutenção. Aquecida por novas ferrovias que estão para ser entregues, a indústria ferroviária atraiu recentemente um segundo fornecedor. A Caterpillar começou em maio a fabricar suas primeiras locomotivas no Brasil. A unidade da Progress Rail Services, empresa do grupo, fica também em Minas Gerais, em Sete Lagoas, e já tem 35 encomendas. As primeiras máquinas devem ficar prontas em outubro. As duas empresas - ambas americanas - são as únicas fabricantes do país de locomotivas para trens de carga. Ambas estão discutindo novos contratos e traçam um cenário muito promissor para seus negócios. Um exemplo raro atualmente no ramo industrial. A GE já exporta para a América do Sul e para países da África. A Progress Rail também planeja exportar para os vizinhos sul-americanos. Os números da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer) ajudam a traduzir o momento do setor: entre 1990 e 1999, o Brasil produziu 111 locomotivas. Só em 2011 foram 113. Além de locomotivas montadas no país, máquinas importadas abasteceram a demanda nacional. A última vez que se produziu mais de 100 locomotivas no Brasil foi em 1977. Em 2010, a GE anunciou seu maior investimento no Brasil. Foram US$ 550 milhões para diversos negócios. Para a fábrica em Contagem, a fatia foi de US$ 35 milhões. Cerca de 60% dos recursos já foram investidos na ampliação das instalações. A unidade que antes tinha capacidade de produção de 60 locomotivas anuais fechou o ano passado com capacidade para 120. Produziu quase isso para atender às encomendas da Cosan e da MRS (que recebeu o primeiro e maior lote de uma encomenda celebrada em 2009 de 115 locomotivas, com opção de mais 100 em cinco anos). "O cenário pelos próximos cinco anos é de que o Brasil compre cerca de 100 locomotivas por ano e não mais os 40 a 60 dos anos anteriores", diz Mello. Carlos Roso, diretor-geral da Progress Rail, trabalha com um quadro duplamente mais favorável, com base, explica ele, nas estimativas de seus clientes. "O Brasil vai comprar 1.000 locomotivas nos próximos cinco anos e estamos nos preparando para ter 50% desse mercado." A fábrica de Sete Lagoas, diz o executivo, está sendo preparada para produzir 96 locomotivas por ano. São hoje cerca de 70 funcionários, mas até o fim do ano a expectativa é que mais 80 trabalhadores sejam contratados. O ânimo dos fabricantes se explica: o Brasil tem hoje 29 mil km de ferrovias e, somando os projetos em estudo e os já em construção, terá mais 11 mil km. Transnordestina, Norte-Sul, Ferrovia de Integração Oeste-Leste e a Ferrovia de Integração Centro-Oeste são algumas das novas linhas. Some-se a isso a reativação de alguns trechos; o aumento do movimento de carga por trilhos e modernização dos trens por parte das operadoras de carga que começam a trocar as locomotivas antigas por modelos mais novos e mais econômicos. Vale, MRS e ALL estão entre alguns dos principais compradores de locomotivas do Brasil. Pagam por unidade, dependendo do modelo, R$ 3 milhões. As compras têm recebido o apoio de uma linha especial de financiamento do BNDES, que como contrapartida exige um percentual mínimo de nacionalização das locomotivas. Os primeiros trens da Progress Rail sairão da fábrica com mais de 40% de conteúdo nacional. No caso da GE, alguns de seus modelos já têm mais de 60%. Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...dMateria=16078
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1693 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
GE testa biodiesel em locomotivas
11/07/2012 - Valor Econômico Locomotivas movidas a biocombustível circulam desde o ano passado por Minas Gerais. Eles fazem parte de uma frota experimental de locomotivas produzidas pela General Eletric Transportation em Contagem. Os testes começaram no ano passado e vão até maio de 2013, disse o presidente da empresa para a América Latina, Guilherme Segalla de Mello. "Os nossos clientes querem ter uma alternativa e também a certeza de que poderão manter o nível de performance usando o combustível oriundo de biomassa." As locomotivas em teste estão usando uma mistura de 25% de biocombustível (extraído de palma e mamona, por exemplo) e 75% de diesel comum. A vantagem seria reduzir as emissões de gases de efeito estufa e ter uma fonte de energia que no futuro pode ter escala suficiente para ser mais em conta que o derivado do petróleo. Hoje, cerca de um terço das despesas das empresas que fazem transporte por linhas férreas é relacionado a custos operacionais e combustível. Muitas empresas estão investindo em testes e pesquisas como a da GE, diz Mello. "Mas somos nós quem estamos mais avançados". Além de biodiesel, a empresa também começa a pesquisar o uso de gás natural em suas máquinas. A empresa é líder no Brasil - único país além dos EUA onde tem uma fábrica de locomotivas. Até o início dos anos 2000, 50% das 2.000 locomotivas no Brasil eram da GE e 50% da EMD, da GM. O concorrente deixou de operar no país e em 2010, segundo o executivo, das 3 mil locomotivas no Brasil, 2 mil tinham a marca GE. A nova concorrente da fabricante no país, a Caterpillar, comprou a fábrica que era da EMD em 2010. Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...dMateria=16076
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1694 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Valec publica novo edital para compra de trilhos
12/07/2012 A Valec publicou nesta quinta-feira (12/07) o novo edital da concorrência internacional para a aquisição de 97 mil toneladas de trilhos UIC 60E2 para a Ferrovia Norte-Sul. Os trilhos serão usados na via permanente e em aparelhos de mudança de via (AMV) do trecho entre Ouro Verde (GO) e Estrela d´Oeste (SP), com 680 km. A licitação é do tipo menor preço. O recebimento e abertura das propostas serão no dia 15 de agosto, às 10h, no auditório da Valec, em Brasília (DF). O edital pode ser comprado ou impresso gratuitamente no site da Valec – http://www.valec.gov.br/licitacoes/c...a/2012_004.htm. A licitação é a retomada do processo que começou em 2010 e foi cancelado após o Tribunal de Contas da União (TCU) apontar irregularidades. O edital da época contemplava a aquisição de trilhos para a Norte-Sul e para a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Outras informações sobre a licitação podem ser adquiridas através dos telefones (61) 2029-6481 ou 2029-6482. Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...Busca=&pagina=
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1695 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Artigo: O eco de um 'apitaço'
11/07/2012 - O Globo *Rodrigo Vilaça Terminou a Rio+20, mas ainda ecoa no ar o chamado "Apito do Rio", soado por uma locomotiva brasileira e replicado por trens no mundo inteiro, salientando as vantagens ambientais, econômicas e sociais do transporte sobre trilhos. Organizado pela Union Internationale des Chemins de Fer, o "apitaço" serviu de alerta para o grave descompasso entre o prazo de maturação de investimentos e a necessidade urgente de mais ferrovias e metrôs, soluções ideais para o tráfego de grandes volumes de carga e para o transporte público de massa. O ponto absurdo a que chegaram as cidades é fruto da falta de planejamento integrado no sistema de transportes. O cenário, no entanto, vem mudando para melhor, em ritmo acelerado, graças aos investimentos das concessionárias de transporte ferroviário de carga, que já ultrapassam a faixa de R$ 30 bilhões. Desde 1997, quando entrou em vigor o atual modelo de concessões, o setor aumentou sua produtividade em 111,7%, reduziu em mais de 80% o índice de acidentes, gerou milhares de empregos, dinamizou a indústria de componentes ferroviários e ainda desonerou os cofres públicos dos prejuízos bilionários da extinta Rede Ferroviária. Os benefícios ambientais gerados nesse período são uma vitória à parte. À medida que um maior volume de cargas passa a ser transportado pelas vias férreas brasileiras, desafogam-se parcialmente as rodovias, reduzindo consequentemente a emissão de gases poluentes. Para se ter uma ideia, um único trem composto por 100 vagões graneleiros, com capacidade para 100 toneladas cada vagão, substitui 357 caminhões graneleiros de 28 toneladas. As vantagens ambientais das ferrovias são corroboradas pelo 1 Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas do Transporte Ferroviário de Cargas. Em 2010, as ferrovias foram responsáveis por apenas 5% das emissões totais de CO2 do transporte de cargas terrestres no Brasil, enquanto os caminhões responderam por quase 91% do total. Com a utilização cada vez maior de modernas locomotivas movidas a biodiesel, a tendência é que as vantagens dos trens sejam mais expressivas. O Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer. Precisamos investir com urgência mais de R$ 151 bilhões na eliminação de gargalos e na expansão da malha ferroviária. Assim será possível ampliar, dos atuais 25% para 35%, a participação do segmento na nossa matriz de transporte de carga - algo apenas um pouco mais próximo da realidade dos demais países desenvolvidos de grande extensão territorial, que concentram nas ferrovias cerca de 40% a 80% do transporte de cargas. *Rodrigo Vilaça é presidente-executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...Busca=&pagina=
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1696 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Artigo: O futuro nos trilhos
12/07/2012 *Mauro Lourenço Dias Como mostram países continentais, o caminhão não é modal viável para longas distâncias. As rodovias nem sempre são bem pavimentadas, os custos com combustível e motorista são altos, os perigos nas estradas são cada vez maiores e as possibilidades de quebra de peças e até mesmo de acidentes só crescem à medida que aumenta a distância que a carga tem de percorrer. Por isso, é consenso que a saída está não só no transporte ferroviário como no aproveitamento de hidrovias e rios, tornando-os navegáveis. Mesmo assim, o Brasil continua um país de mentalidade rodoviarista, embora nos últimos 15 anos a movimentação de cargas por via ferroviária tenha crescido 87,6%, segundo dados da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF). Esses números mostram que a quantidade movimentada passou de 253,3 milhões de toneladas em 1997 para 475 milhões de toneladas em 2011. Em comparação com 2010, as operações cresceram cinco milhões de toneladas em 2011. Ainda de acordo com a ANTF, no período de 1997 a 2011, a movimentação de carga geral cresceu 76,2%, enquanto a de minério de ferro e carvão mineral subiu 87,6%. Em 2011, as cargas mais transportadas foram minério de ferro e carvão mineral, com 76,61% do total movimentado. Em seguida, vieram os produtos do agronegócio (11,51%), os produtos siderúrgicos (3,77%), os derivados de petróleo e álcool (2,79%) e os insumos da construção civil e cimento (1,41%). Já o transporte de contêineres continua a utilizar pouco a malha ferroviária, ainda que tenha registrado crescimento. Em comparação com 2010, houve um aumento de 23,7% em 2011, passando de 232,4 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) para 287,4 TEUs. Para 2012, a expectativa é de uma evolução superior a 15% em relação a 2011. Como se sabe, o crescimento só não é maior por causa das limitações da rede ferroviária que impedem o transporte no sistema Double-stack, com um contêiner em cima do outro, em razão da altura de túneis e da fragilidade de pontes para suportar maiores pesos. Seja como for, é de ressaltar que, depois de um período em que o sistema foi amplamente sucateado, só houve a reabilitação do modal a partir da desestatização das malhas ferroviárias em 1996-1998, que inclusive resultou em impacto positivo nas contas públicas. Até então, a Rede Ferroviária Federal gerava um déficit de R$ 300 milhões por ano para o erário público. Em 2011, as concessionárias investiram R$ 4,6 bilhões, registrando um crescimento de 56,3% frente a 2010. Agora, falta o governo fazer a sua parte, estimulando a produção de equipamentos ferroviários, a ampliação de linhas e o crescimento das operações, inclusive da movimentação de contêineres. * Mauro Lourenço Dias, engenheiro eletrônico, é vice-presidente da Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP, e professor de pós-graduação de Transportes e Logística no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...Busca=&pagina=
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1697 | |
|
Registered User
Join Date: Dec 2011
Location: Curitiba
Posts: 2,460
|
Quote:
|
|
|
|
|
|
|
#1698 |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
A de pequeno/médio porte de até 2500 hp´s custam 3 milhões, as de 4400 custam bem mais.
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
|
#1699 |
|
Registered User
Join Date: Dec 2011
Location: Curitiba
Posts: 2,460
|
Mas as com menos de 3000 HP são a minoria das fabricadas (não das reformadas), e com certeza continuarão ser a minoria das fabricadas em 2012 e nos próximos anos, mesmo com a entrada da EMD.
|
|
|
|
|
|
#1700 | |
|
landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
Posts: 3,591
Likes (Received): 97
|
Quote:
A fábrica da GE aqui em Contagem MG atende toda a América do Sul e África, recentemente foram fabricadas aqui algumas locomotivas modelo C-25i para a Nigéria. A EMD em Sete Lagoas provavelmente vai fabricar GT26 para a FCA
__________________
Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
|
|
|
|
![]() |
| Tags |
| ferrovias do brasil, notícias ferroviárias |
| Thread Tools | |
| Display Modes | Rate This Thread |
|
|