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Old August 6th, 2012, 05:06 AM   #4041
Xinguara
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Depois vou tirar mais, esses dias to meio sem tempo por conta das mudanças, a partir do próximo mês vou morar/trabalhar em Vitória do Xingu.
Prometo muitas fotos da região Xingu
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Old August 6th, 2012, 08:12 AM   #4042
Luiz Heinrich
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Longa metragem alemão será rodado no Pará a partir de outubro de 2012
Longa conta história de amor de um casal que se separada durante acidente.
Cenas serão rodadas em Belém, e talvez em ilhas próximas da capital.



A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) informou na sexta-feira (4) que o Estado do Pará será o cenário do longa metragem alemão 'Verloren im Dschungel'. O filme fala sobre a história de amor de um casal alemão que se separa durante um acidente. O filme começa a ser gravado no próximo mês de outubro, em Belém.

Segundo a direção do longa metragem, além de Belém, existe a possibilidade de algumas cenas do filme serem rodadas nas ilhas de Cotijuba e Combu, na parte insular da capital paraense, e nos municípios de São Caetano de Odivelas, no nordeste do Estado, e Barcarena, na região do Tocantins.

Os produtores Martin Lehwald e Marcos Kantis, e o diretor Carlo Rola estiveram em Belém na sexta-feira (4) para conversar sobre o longa metragem e pedir autorização e apoio do governo do estadual para que o filme seja rodado no Pará. Eles foram recebidos pelos secretários Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, e de Estado de Turismo, Adenauer Góes. Segundo eles, a ideia é mostrar o enredo do filme associado aos encantos da Amazônia.

“Um casal alemão sofre um acidente de avião e a esposa fica perdida na floresta. Após muitas buscas, ele volta para a Alemanha e acaba casando novamente. Mas, cinco anos depois, aqui no Brasil, descobre que a esposa está viva, na Amazônia, vivendo em uma comunidade ribeirinha do Pará. Ele, então, vem ao encontro dela”, adiantou Marcos Kantis.

De acordo com Martin Lehwald, a decisão de gravar no Pará foi tomada em função da receptividade do governo do Estado ao projeto, cujo roteiro passará por adaptações, para se adequar ao cenário local.

A Paratur informa que o governo do Estado tem todo o interesse em apoiar o projeto alemão, que valoriza a Amazônia, e que já delegou à presidente da Paratur, Socorro Costa, a missão de conduzir as articulações necessárias para que o Estado apoie a iniciativa.

Segundo os realizadores, o longa 'Verloren im Dschungel' será exibido no Brasil, Alemanha e Portugal, para a promoção do destino Pará na Europa. Parte do elenco do filme poderá ser brasileira. A atriz Regina Duarte está cotada para ser a protagonista da história.

http://g1.globo.com/pa/para/noticia/...o-de-2012.html

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Belém do Grão-Pará, há 400 anos cenário de um passado glorioso, engenhando o futuro e superando desafios, com as mãos dos teus Cabanos. És tu, Belém, histórica e singular Metrópole mãe da Amazônia.
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Old August 6th, 2012, 01:12 PM   #4043
Guajará
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Old August 6th, 2012, 01:23 PM   #4044
Guajará
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Old August 6th, 2012, 01:35 PM   #4045
Guajará
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jornal Diário do Pará 06/08/2012 caderno Voce 03.
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Old August 6th, 2012, 01:36 PM   #4046
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A cena e os artistas que fazem de Belém o polo cultural mais interessante do Brasil hoje.



BELÉM — Na imponente construção neoclássica de 134 anos, inspirada no Teatro Scala de Milão, cadeiras tropicais de madeira e palha trançada. No palco, garotos fazem som eletrônico da periferia com roupas que simulam futuristas pinturas indígenas que brilham no escuro. A senhora de anos canta versos que louvam, com divertida conotação sexual, o “tremor” causado na boca (e no corpo todo) pelo jambu — verdura típica da culinária local que causa dormência na língua. Os músicos da orquestra de violoncelistas dançam com seus instrumentos como se estivessem num misto de arrasta-pé e baile de tecnobrega. Guitarras cultivadas por décadas em bordéis fuleiros dialogam com a vanguarda da juventude classe média. Duas musas iluminam o olhar lançado dali sobre o mundo exterior: “Ela é americana/ Da América do Sul” e “Essa ‘lorinha’ americana/ Está querendo me esculachar/ Dizendo que eu sou neguinho/ E na América eu não posso entrar”. No fim, a diva pop pós-moderna comanda o carimbó.


Realizada entre 31 de julho e 4 de agosto no Teatro da Paz, em Belém, a terceira edição do Terruá Pará — espetáculo de quase três horas unindo artistas do estado, entre 20 e 90 anos, de diferentes gêneros — sintetiza um tanto da teia de informações que gera a força da produção cultural paraense hoje. Uma produção cultural que não se limita à música, sua vitrine mais evidente, mostra também nas artes visuais, na moda, no teatro, na literatura e no audiovisual que pode aceitar facilmente definições-clichês como “exuberância amazônica” e “diversidade de floresta tropical”. Justificando, enfim, os olhares atraídos pelo estado recentemente como o polo cultural mais interessante do país.


O terruá (termo criado pelo evento a partir do francês terroir, que indica identidade local) paraense não nasce do acaso. Ele é fruto de uma conjunção de fatores que vão desde a formação histórica da cidade até iniciativas (de Estado ou de “guerrilha”) feitas ao longo da última década que, por um lado, permitiram que surgisse uma geração de público e artistas especialmente criativa e, por outro, deram visibilidade ao que já vinha sendo feito há muito tempo. Avaliando o que acontece na música, Ney Messias, secretário de Comunicação do estado e idealizador do Terruá Pará, defende que na base de tudo está um resgate de um “sotaque perdido”:
O projeto “Mestres da guitarrada”, que Pio Lobato criou em 2003, é o marco zero. Ninguém falava em guitarrada então, era como se não existisse. Mas, a partir dali, as pessoas do Pará voltaram os olhos novamente para essa bagagem, antes desprezada, e viram que havia valor ali. Não só na guitarrada, mas no carimbó e em outros gêneros locais. O que o Terruá Pará faz quando aparece em 2006 (uma segunda edição foi realizada em 2011) é sistematizar esse movimento, dar um sentido a ele.

Sotaque perdido’

Festivais de rock como o Se Rasgum a cada edição se abriam mais para o tal “sotaque perdido”, dando espaço para artistas locais tradicionais, o som da periferia do tecnobrega e a nova geração que aparecia misturando esses elementos. O público acompanhava a transformação.

Lembro que meus amigos riam do Pinduca, e hoje no Se Rasgum tem roda de pogo para suas músicas — diz o cineasta Vladimir Cunha, diretor do documentário “Brega S/A”. — Essa geração que surge agora já cresceu com essa abertura. E é mais esperta com relação à produção, cresceram vendo o Se Rasgum, viajam, têm referências para saber como fazer as coisas. O resultado é algo como o Mongoloid Festival, produzido por moleques de 20 anos, que vai ter bandas indianas, mexicanas e o bregueiro Cacique Cara de Pau juntos. Totalmente diferente da Belém onde eu cresci, onde as pessoas brigavam por música. Metaleiros com punks, essas coisas.

A efervescência da música paraense e a atenção que ela tem recebido acabam dando frutos para outros terrenos, como as artes visuais. E oferecem oportunidades para que a obra de artistas como Berna Reale, Keyla Sobral (atualmente com a exposição “Meu livro de memórias” no Rio, na Galeria do Ateliê) e Roberta Carvalho rompam os limites do estado.

-Ser de Belém, que outrora gerava um preconceito, hoje é quase pré-requisito para você conseguir mostrar sua arte — brinca Roberta, que desenvolve um trabalho de mapping, projetando imagens em árvores, quase sempre de temas amazônicos. — Nas primeiras vezes em que estive em São Paulo, as pessoas se surpreendiam: “Olha, ela é do Norte e está trabalhando com tecnologia.” Temos uma tradição forte de artes visuais, sobretudo a fotografia paraense, uma escola muito valorizada no mundo.

Editora e fundadora da revista eletrônica de arte e cultura contemporânea “Não-lugar”, Keyla lança uma provocação:

— Há grupos como o Qualquer Coletivo, gente como Orlando Maneschy, uma grande diversidade. Podíamos ter um Terruá Pará de artes visuais.

Berna mira nas artes plásticas, mas vai além quando aponta para a questão-chave para se pensar cultura no Pará: a dependência das políticas públicas e das empresas (como a Vivo, que no projeto Conexão Vivo apoia festivais, shows e gravação de CDs):

— Infelizmente uma cidade como Belém não tem mercado para sustentar a arte — diz.

Mesmo a falta de recursos revela soluções que mostram a força da cultura paraense. O Teatro Cuíra é um exemplo claro: criado em 2006 para ser a casa do grupo homônimo (há 30 anos em atividade), o espaço, que fica numa região de prostituição da cidade, era um casarão centenário com as paredes internas derrubadas para virar estacionamento. A configuração acabou favorecendo o grupo, que montou sua sala, com cadeiras compradas de um cinema fechado e arquibancadas e aparelhos de ar-condicionado doados. Assim, surgiu um palco a mais na cidade para outras companhias e músicos, prêmios e patrocínios para projetos específicos — peças do grupo que quase sempre trazem prostitutas da região no elenco.

Quando chegamos, a primeira pessoa a meter a cabeça aqui dentro e perguntar “o que vocês vão fazer aí?” foi uma prostituta. Vimos que tínhamos que trazer as pessoas daqui para dentro do grupo. É uma forma de interagir com a cidade, e teatro se faz assim — defende o dramaturgo e diretor Edyr Augusto Proença, insatisfeito com os rumos da política cultural de Belém.

— O Terruá Pará reúne artistas ótimos, mas a realidade da cultura paraense é essa aqui (olha em volta, mostrando as instalações simples do teatro), não é a do festival.

Escritor com vários romances publicados, Proença vê surgir na literatura uma exploração original dos cenários de Belém, longe da folclorização amazônica e mais interessada na complexidade do cenário urbano de uma cidade encravada na floresta:

— Exploro essa linguagem policial, cinematográfica, sempre em histórias passadas em Belém. Jovens escritores como Marcelo Damaso (produtor do Se Rasgum, ele tem o romance “Iracundo” pronto, à procura de editora) e Cacho Ishak conversam comigo nesse sentido, falam a mesma língua.

Desejo de se ‘amostrar’

Ishak vê as mesmas afinidades. A vista panorâmica da varanda de seu apartamento parece reafirmar seu pensamento: prédios altíssimos acusam a especulação imobiliária de um lado, enquanto a periferia pobre se espalha rasteira do outro. Alguns artistas ressaltam a curiosidade e o desejo de se “amostrar” do “cabôco” (uma espécie de caboclo com a especifidade de Belém) como determinantes para o que acontece no Pará. Um traço que conversa com a formação clássica, herança da fase áurea da borracha. O resultado aparece em trabalhos como o erudito-pop da Orquestra de Violoncelistas da Amazônia e cantoras líricas como a jovem Thaina Souza, que, oriunda do tradicional Conservatório Carlos Gomes, acaba de ganhar uma bolsa para estudar em Viena — há cantores líricos paraenses espalhados pela Europa.

O audiovisual acompanha o momento, com nomes como Vladimir Cunha, Jorane Castro, Roger Elarrat, Cássio Tavernard e Priscila Brasil. Filha de família tradicional, com direito a aulas de francês e piano na infância, Priscila chamou a atenção como diretora do clipe de “Xirley”, de Gaby Amarantos, a cantora de origem pobre, “cabôca”, do bairro de Jurunas, que abraçou a tecnologia. O encontro das duas — hoje a primeira é empresária da segunda — traz, de certa forma, as possibilidades oferecidas por essa cultura paraense que agora se mostra para o Brasil. Dos salões do conservatório às aparelhagens, todos estão sob a mesma opressão da umidade e do calor, lembrada a todo tempo pelo brilho do suor nos rostos — como se diz em Belém, todos breados.

O GLOBO


Berna Reale: artista visual paraense em maior evidência hoje, usa o corpo como suporte de sua obra, em performances e fotografias que foram ou serão vistas de São Paulo a Londres. Perita criminal da Polícia Militar (“O emprego me permite fazer minhas obras”), ela não se vê fora de Belém. "A performance de rua exige que você se insira na cidade, e isso é muito mais fácil para mim aqui. É necessário que se conheça o lugar onde se vive".


Caco Ishak: com um romance publicado, “O cowboy”, vai lançar o livro de poemas “Não precisa dizer eu também”. A gaveta também guarda um romance. Ishak se prepara para documentar a “Rota 66 brasileira”, a rodovia BR-66 criada pelo governo militar para ligar Aracaju a Brasília. "O que falta à literatura paraense é encontrar o ponto entre a tradição literária, que Belém tem de sobra, e as questões de hoje, algo que a música está fazendo".


Roberta Carvalho: a artista desenvolve um trabalho de mapping, projetando, em árvores, imagens de temas quase sempre amazônicos. "Ser de Belém hoje é quase um pré-requisito para você conseguir mostrar a sua arte".


Drika Chagas: a grafiteira fará 11 painéis no bairro da Cidade Velha, numa galeria a céu aberto, com alunos de oficinas de grafite que ela dá pelo estado. "Os painéis serão baseados em histórias de moradores do bairro, personagens lendários da região".


Enquadro: formada por Thiago Pires, Lucas Estrela e Emmanuel Penna, a banda é uma das principais promessas da cena local. Eles usam de forma natural referências como carimbó e brega para trabalhar temas instrumentais. Seu primeiro disco sairá até o fim do ano pelo Ná Discos (selo de Ná Figueiredo, defensor da música paraense há mais de duas décadas). "A gente puxa mais para o lado experimental — diz Lucas Estrela, que tem um projeto paralelo de tecnoguitarrada".


Gotazkaen Estúdio: criado pelo casal Daniel Silva e Diana Figueroa em 2008, o estúdio toca trabalhos tão diversos quanto as capas dos CDs de Gaby Amarantos e Lia Sophia e a revista de arte “Gotaz”. Ao longo de julho, a casa promoveu shows-festas em seu porão, com artistas da novíssima geração paraense, como Marcel Barreto e Projeto Secreto Macacos. "O espaço está aberto para quem quiser chegar, exibir seu curta, qualquer coisa", afirma Daniel.


Priscila Brasil: assinou documentários e clipes antes de trabalhar com Gaby Amarantos. Em breve, lança o “Live in Jurunas” da cantora e filma seu DVD. Prepara nova parceria com Vincent Moon, sua estreia na ficção e uma ambiciosa saga inspirada em “Fitzcarraldo”. "Quero fazer uma travessia de barco, com um grupo de pessoas documentando em linguagens diferentes, de Belen, no Peru, a Belém, no Pará. Será “Belen-Belém”.


Vladimir Cunha: diretor de “Brega S/A” (documentário-referência sobre a cena brega paraense) ao lado de Gustavo Godinho, Vladimir Cunha agora faz pesquisa para um documentário sobre a cumbia e, em breve, lança “O teatro dos pássaros”, projeto sobre a tradição paraense do pássaro junino. "Será um documentário meu sobre a história do gênero e um CD produzido por Félix Robatto, com artistas da nova geração paraense cantando as canções feitas para o pássaro".

O GLOBO

Tem como não amar essa cidade?




Que moral em?!!
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Old August 6th, 2012, 01:42 PM   #4047
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jornal O Liberal 06/08/2012 atualidades 03.
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Old August 6th, 2012, 01:47 PM   #4048
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jornal O Liberal 06/08/2012 Reporter 70.
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Old August 6th, 2012, 03:55 PM   #4049
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Governo quer ampliar voos regulares entre Pará e Suriname

A República do Suriname, que faz fronteira com o Brasil, tem hoje mais de 50 mil brasileiros em seu território, a maioria vivendo na capital, Paramaribo. Ampliar o número de voos que ligam o Pará ao Suriname foi o objetivo de uma reunião realizada na manhã de sexta-feira (3), entre o secretário de Estado de Turismo do Pará, Adenauer Góes, o superintendente regional da Infraero, Samuel Sales, o assessor da Superintendência Regional da Infraero, Manoel Campos, e o coordenador de Treinamento Aeroportuário do Aeroporto Internacional Johan Adolf Pengel, do Suriname, Lloyd G. Lingers.

Durante o encontro, que ocorreu na sede da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), em Belém, os participantes discutiram parcerias visando superar as dificuldades para a permanência de voos regulares entre o Pará e o Suriname, e consequentemente à Europa, por meio da França e de seus departamentos ultramarinos.

Adenauer Góes explicou que o Governo do Estado, ao lançar no ano passado o Plano Ver-o-Pará, com as estratégias para desenvolver o turismo, a serem executadas até 2020, tem entre as ações previstas estabelecer relações internacionais que fortaleçam essa atividade. “Temos interesse em estreitar relações com o Suriname e com outros países e departamentos da França, no que diz respeito à mobilização de pessoas, tanto para lazer quanto para negócios, e ao transporte de cargas na relação importação e exportação destas mercadorias que entram e saem do país, através de outros Estados”, disse Adenauer Góes.

O secretário explicou que as mudanças nessa dinâmica abrem oportunidades para tornar Belém um polo importante nessa movimentação comercial. O Estado, disse ele, perde mercado nessa área de transporte de carga para Estados que não possuem fronteira com as Guianas. “Isso representa uma perda significativa para a economia regional”, ressaltou Adenauer Góes.

Os representantes dos dois países discutiram ainda sobre possibilidades de aumento das rotas da empresa aérea Surinam Airways para o Pará, facilitando assim o fluxo de passageiros entre o Suriname e o Brasil, levando em conta que a localização geográfica do Pará faz do Estado uma porta de entrada para o território brasileiro, o que representa acesso fácil e custo reduzido para outros países da América Central, América do Norte e Europa.

O assunto, segundo o representante do Suriname, está sendo levado aos órgãos oficiais de turismo e de transporte de seu país, para que o processo ganhe força maior e caminhe, para que novos acordos sejam estabelecidos e colocados em prática. Está prevista para a próxima terça-feira (7) uma nova reunião entre Adenauer Góes e Robby Raghoe, gerente da Surinam Airways/Belém, para discutir o assunto.

Navegapará – Adenauer Góes e Samuel Sales, da Infraero, informaram que até o final de agosto o programa Navegapará chegará ao Aeroporto Internacional de Belém, resultado de uma iniciativa do Governo do Estado, em parceria com o Governo Federal e a Infraero. O programa, que oferece acesso à internet e outros serviços, será implantado pela Prodepa (Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará).

Também esteve na pauta da reunião a realização, pela Setur, por meio do Programa Estadual de Qualificação Profissional do Turismo (Peqtur), de cursos de idiomas e outras capacitações, destinados aos taxistas que trabalham no aeroporto, com o objetivo de aprimorar o receptivo turístico. A intenção é que os cursos, que terão apoio do CCBEU Belém (Centro Cultural Brasil Estados Unidos), beneficiem também os lojistas e demais profissionais que atuam diretamente com o atendimento ao público no aeroporto, onde a Companhia Paraense de Turismo (Paratur) já mantém um Posto de Informações Turísticas, especializado nesse tipo de atendimento. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Setur).

http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=104886
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Clube do Remo / Fenômeno Azul
O estado do Pará é detentor de 49,9% do potencial turístico da Amazônia Brasileira, quase a metade, equivalente a 1084 atrativos, segundo a OEA
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Old August 6th, 2012, 04:30 PM   #4050
Jorge Luís
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non omne quod licet honestum est
Jorge Luís no está en línea  
Old August 6th, 2012, 07:34 PM   #4051
ricfelix
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A Drika Chagas faz um trabalho muito bonito com grafite nos casarões abandonados da Cidade Velha:





















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Old August 6th, 2012, 08:18 PM   #4052
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Cesta básica do parense voltou a ter reajuste de preço, diz Dieese

No mês de julho a alimentação básica dos paraenses voltou a ficar mais cara. É o que informa o balanço nacional feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), divulgado nesta segunda-feira (6). Em um ano o reajuste chega a 11,47%.
Nesse período ela custou R$ 259,89, com alta de 2,74% em relação ao mês anterior, quando o custo era de R$ 252,97. Esse foi sendo o quinto mês consecutivo de alta no preço da alimentação básica. Segundo o Dieese, em julho, o maior destaque em aumento de preço ficou por conta do tomate, com mais 23,81%; seguido da banana, com alta de 1,62%. Em contrapartida, em julho os produtos que tiveram recuo de preço foram: açúcar, com queda de 3,17%; Feijão, com 2,89% e a manteiga, com queda de 2,61%.
Segundo o Dieese, para o trabalhador paraense comprar 12 itens da cesta básica no mês de julho, comprometeria 45% do atual salário mínimo (R$ 622,00). O custo da cesta básica, para uma família paraense, composta de dois adultos e duas crianças seria de R$ 779,67 sendo necessários, cerca de 1,2 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades dessa família somente com alimentação.
O balanço efetuado nos últimos sete meses,(janeiro a julho) mostrou alta acumulada de 6,62%, Os produtos que tiveram aumento de preço mais expressivos foram: feijão, com alta de 70,90%; Óleo de cozinha, 17,16%; Manteiga, 16,63%; Tomate, 11,31%; Farinha de Mandioca e arroz, ambos com alta de preço acumulada de 10,27%. No mesmo período, os produtos que apresentaram recuo nos preços foram o açúcar com queda de 6,46% e a carne bovina, com 5,36%.
A trajetória de preço da alimentação básica dos paraenses nos últimos 12 meses (julho 2011 a julho 2012) mostra reajuste de 11,47%. Os produtos que sofreram alta de preço no período foram: feijão, com alta de 124,7%; Café, com 23,94%; Manteiga, com 22,98%; Farinha de mandioca, com 21,51%; do Óleo de cozinha, com 16,01% e o arroz, com alta de 15% e com inflação estimada girando em torno de 5,4%.
Custo- Para um trabalhador alimentar sua família suprindo todas as necessidades básicas, como alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte, e lazer de acordo com a Constituição, o salário deste trabalhador deveria ser de R$ 2.519,97. Valor quatro vezes maior que o atual salário mínimo de R$ 622,00.

http://noticias.orm.com.br/noticia.a...e#.UCAKdfZlTCk
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Old August 6th, 2012, 09:42 PM   #4053
ricfelix
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Pelas ruas de Belém

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ricfelix no está en línea  
Old August 6th, 2012, 09:50 PM   #4054
ricfelix
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Pelas ruas de Belém 2

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Old August 6th, 2012, 10:20 PM   #4055
RodZ82
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Chegando em Belém mais uma vez"

Nova Orla







Skyline



















RodZ82 no está en línea  
Old August 6th, 2012, 10:24 PM   #4056
Guajará
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excelente as fotos gente
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Old August 6th, 2012, 10:27 PM   #4057
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Originally Posted by ricfelix View Post
Pelas ruas de Belém
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fotos minhas.
Esses predios em Nazaré são velho pra caramba, e o condominio não tem coragem de organizar uma reforma de fachada. que horror.
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Originally Posted by RodZ82 View Post
Chegando em Belém mais uma vez"
Essa parte sul de Belém próximo ao Portal da Amazônia promete aumentar o skyline assim como a parte mais ao norte no Marco.
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Old August 6th, 2012, 10:31 PM   #4058
Xinguara
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Originally Posted by dricobel View Post
Que moral em?!!
Moral mesmo...
E aos noveleiros revoltados de plantão parece que a diretora ta tentando se redimir com a inauguração da birosca ‘Alegria do Pará’, dos personagens marajoaras Carmem e Zé em Copacabana. Eles ainda enfatizam bastante na novela que só no Pará se encontra o melhor açaí, tacacá, tucupi, farinha e etc
Xinguara no está en línea  
Old August 6th, 2012, 10:41 PM   #4059
RodZ82
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Pelas ruas de Belém
fotos minhas.
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Pelas ruas de Belém 2
fotos minhas.
Caraca, belas fotos Ric.

Guaja, sobre os prédios feios, as vezes são os próprios moradores que não querem "gastar grana" com isso, eles pensam que isto é uma despesa ao invés de ver o investimento disto, valorização. É dose!!!
RodZ82 no está en línea  
Old August 6th, 2012, 10:42 PM   #4060
RodZ82
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Quotando sobre o BRT (Fotos minhas).
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Originally Posted by RodZ82 View Post
Tempos atrás estava vendo que estavam aumentando a pista do BRT colocando mais uma "Fileira" de concreto






Ontem passando lá, vi que eles colocaram aqueles blocos que separam a pista em cima deste "alargamento".

Notem que os blocos estão em cima de uma faixa clara de concreto.






Realmente como o Ric Felix disse, um lado da Estação do BRT ficou com escada e do outro lado com rampa.



RodZ82 no está en línea  


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