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#1461 | |
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___Brasil, gigante deitado eternamente em berço esplêndido, enquanto povo não acordar. |
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#1462 |
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Registered User
Join Date: Mar 2010
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570 litros de porta malas..... Logan é um sucesso da Reault, o Cobalt da GM, o Versa da Nissan. Nenhum deles ganharia como modelo de passarela. Estou mais otimista.
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#1463 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
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E Mustangão preto cabuloso, já vi alguns circulando por aí..
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#1464 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
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Se tem algo que quero queimar a língua prá valer é nisso..rs
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#1465 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
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Rodrigo, hj vi o quanto o Vítor Lippi é o benfeitor e o malfeitor da zona norte, fez obras importantíssimas mas travou completamente a região com aquelas bestialidades de "Via Viva" na Itavuvú e no Parque das Águas, que não sei o nome. Andar na região pela manhã e começo da tarde está simplesmente impraticável, não irei mais lá aos domingos enquanto não acabarem com aquelas duas bizarrices lippianas.
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#1466 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
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Vi um hoje quando cruzava a Paes de Linhares, pretão, parou do meu lado c/ a metade no meio da Paes e tapou completamente a minha visão. Pensei até que o Barack Obama iria descer dele.
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#1467 | |
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Rodrigo A. de Paula
Join Date: Apr 2008
Location: Sorocaba (SP)
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Via Viva na Itavuvu é o mesmo que fechar a Av. Santo Amaro para um evento dominical. Uma verdadeira insanidade.
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O que interessa no Brasil é "saúdeducação". O resto que se exploda... Facebook: www.facebook.com/rodrigoalvesdepaula/Twitter: @RodrigoAlPaula
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#1468 |
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Registered User
Join Date: Jul 2007
Location: SOROCABA-SP
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Felizmente ainda temos muitas medidas para aumentar a capacidade de nossas avenidas, como proibir o estacionamento, no caso do ST viadutos para eliminar cruzamentos como no caso citado com a AV. ITAVUVU e a marginal direita do rio Sorocaba que com a adoção do binario com a DOM AGUIRRE pode eliminar diversos semaforos e simplificar a implantação mais eficiente da onda verde.
Nosso plano diretor preve um ANEL VIARIO com pista local e expressa, porém acho muito dificil essa via ser construida em um futuro proximo sem ajuda do estado. É torcer que o transporte coletivo comece a receber investimentos mais pesados e faixas exclusivas. |
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#1469 |
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Mochilando pelo Mundo!
Join Date: Aug 2008
Location: São Paulo-SP / Sorocaba-SP
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Sorocaba bateu recorde de abertura de loteamentos
Segundo levantamento, São José do Rio Preto e São José dos Campos ficaram em 2º e 3º lugares Com quase 43 mil terrenos disponibilizados, Sorocaba foi a cidade paulista que mais recebeu loteamentos nos últimos doze anos. O resultado consta de levantamento do Departamento de Economia do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis (Secovi), a partir da compilação de dados do Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab). Este é o órgão encarregado de aprovar projetos imobiliários no Estado. O estudo, explicou o vice-presidente da entidade, Flávio Amary, buscou mapear a situação do município. Os números revelam que a área total dos imóveis alcançou, no período, o total de mais de 10 milhões de metros quadrados, o que projeta uma taxa de crescimento de 1,75% ao ano. Com isso, Sorocaba responde por 6,34% da produção de lotes em São Paulo. Ranqueada na segunda posição, aparece São José do Rio Preto com 28,5 mil lotes, seguida por São José dos Campos, com 23,3 mil. Conforme Flávio Amary, a expansão do mercado imobiliário está diretamente relacionada à escassez de oferta nos chamados grandes centros. “Temos fatores que favorecem a procura dos interessados, como localização, estrutura e boa qualidade de vida”. O vice-presidente do Secovi situa como marco para a mudança do panorama no município o ano de 1998. Foi quando a cidade passou a contar com melhorias como a duplicação da Raposo Tavares e com novos empreendimentos nos mais diversos setores. Amary também diz que o desenvolvimento do setor tem se dado de forma ordenada e sustentável. “Falamos de projetos que são analisados por um órgão da Secretaria de Habitação do Estado, e que leva em consideração os possíveis impactos que a expansão possa produzir”. Estudiosos, porém, advertem para o risco que o desenvolvimento possa carretar (leia abaixo). O mapeamento não traçou o perfil do público que adquire as unidades, mas o vice-presidente do Secovi diz que a chamada classe média responde pelo maior volume de compras. Da mesma forma, o estudo não especifica se os loteamentos são fechados ou abertos. Empresários também confirmam o bom momento do setor e a preferência pela aquisição de lotes. “Em se tratando de loteamentos, sejam fechados, ou não, o ritmo das vendas é dos melhores”, diz José Carlos Morais. O quadro é tão favorável, ele acrescenta, que o fator localização não tem mais tanta influência. Antes, explica o empreendedor, os investidores procuravam por regiões consideradas “nobres”. “Isso ainda acontece, mas numa proporção bem menor”, diz Morais. A informação reforça a mudança de postura dos compradores que têm priorizado a construção da casa própria, ao invés das unidades já prontas. O levantamento do Secovi não menciona quantos imóveis teriam sido comercializados nesse período, mas estimativa de empresas do ramo, aponta que quase 70% do total já foram adquiridos. O perfil do público também apresenta-se mais heterogêneo, de acordo com os empreendedores. José Carlos Morais diz que a demanda vem de todas as classes sociais e revela que muita gente de fora da cidade vem a Sorocaba com a expectativa de fazer bons negócios. “São famílias de São Paulo, Campinas, Jundiaí que escolhem o município para morar pela facilidade de acesso aos lugares onde trabalham e, também, por conta da qualidade de vida aqui encontrada”. A reportagem tentou saber da Prefeitura quantos pedidos de alvará para empreendimentos imobiliários foram apresentados em 2011, e também nos sete primeiros meses deste ano. Até o fechamento desta edição, porém, nenhuma resposta foi encaminhada. No mesmo pedido, o jornal abordou a Secretaria da Comunicação sobre o impacto que a expansão dos loteamentos provocou na economia e em outros setores. Consequências Professora do curso de Arquitetura da Universidade de Sorocaba (Uniso) e especialista em Urbanismo, Sandra Lanças defende maior cautela na análise dos novos projetos imobiliários que cheguem ao município. “Há mecanismos técnicos e legais que devem ser observados, e obviamente pode-se e deve-se fazer o uso inteligente dos espaços disponíveis. É preciso considerar, porém, não apenas a questão imobiliária, mas, também, a ambiental e a social; ou seja, o tripé da sustentabilidade”. Ela avalia que o aumento da área urbanizada pressupõe, primeiramente, a modificação do uso do solo. “Saem as matas e ou capoeiras, por exemplo, ou pequenas plantações ou sítios de lazer para uma ocupação residencial, mais comércio e serviços, ou indústrias, como já está acontecendo”. A estudiosa também acredita que as mudanças deverão impactar no andamento das políticas públicas. Cita os casos da infraestrutura de serviços e equipamentos que precisará ser ampliada, do abastecimento de água, de energia elétrica, dos sistemas de esgoto e drenagem pluvial, além do sistema viário. Todos, comentou, são serviços primeiramente providos pelo dinheiro público, pois estes são fornecidos nos espaços de uso coletivo, como ruas, avenidas e rodovias. A professora acrescenta que, no caso de loteamentos, existe muitas vezes um fechamento discutível legalmente do seu entorno por muros, sendo o acesso controlado por portarias. Isso faz com que as áreas de preservação permanente (APP), que são públicas, já que normalmente relacionadas às nascentes ou cursos d’água, fiquem inacessíveis ao uso comum. “Trata-se de uma exclusão social, cujos efeitos precisam ser melhor avaliados”. Do ponto de vista urbanístico, continua Sandra Lanças, o aumento da área impermeabilizada pelo sistema viário e edificações construídas em uma área expandida devem acarretar problemas. Algumas questões são preocupantes, entre elas o desmatamento, a diminuição da biodiversidade (flora e principalmente fauna), do total de áreas cultiváveis, e o aumento do preço da terra, além do agravamento da mobilidade urbana. “A continuar nesse ritmo, com a velocidade cada vez menor, não é de se descartar o emprego de pedágio nas áreas urbanas”. Sandra está mais preocupada com os transtornos que o crescimento populacional pode causar. “Sorocaba já conta com quase 600 mil habitantes. Toda essa população precisa todo dia beber água, se alimentar, se locomover, etc e isso demanda recursos naturais. Por enquanto, no quesito abastecimento de água, a demanda tem sido suprida pela represa de Itupararanga. A parte industrial já está preparada para ser abastecida internamente por poços; mas é preciso tomar cuidado com as novas demandas. São Paulo, por exemplo, buscou a maior parte de seus recursos hídricos na bacia do PCJ para o Sistema Cantareira, a cerca de 100 km. Isso aconteceu há décadas atrás a um custo ambiental e social enorme”. http://www.cruzeirodosul.inf.br/aces....jsf?id=410439
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#1470 |
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Mochilando pelo Mundo!
Join Date: Aug 2008
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Sistemistas da Toyota investem R$ 356 milhões
Doze fornecedores empregam quase 1,6 mil ao lado da montadora em Sorocaba Ao mesmo tempo em que construiu sua nova unidade industrial em Sorocaba (SP), inaugurada na quinta-feira, 9 (leia aqui), a Toyota incentivou a instalação de 12 fornecedores estratégicos de conjuntos e sistemas automotivos bem ao lado da fábrica, no km 92 da Rodovia Castelo Branco. Juntas, essas empresas investiram pouco mais de R$ 356 milhões para formar um complexo em área quase tão grande quanto a da montadora. Todos os sistemistas já estão operando e, até o momento, contrataram perto de 1,6 mil empregados, praticamente o mesmo número de contratados diretos da Toyota. Dos 12 fornecedores já instalados no Complexo Industrial Norte de Sorocaba, sete são empresas multinacionais controladas por corporações japonesas, sendo que quatro delas têm participação acionária direta do Grupo Toyota (Boshoku, TT Steel, Tsucho Scrap e TKL). O maior investimento entre os 12 sistemistas foi feito pela japonesa Kanjico, que aportou R$ 160 milhões para produzir e pintar os para-choques dos veículos produzidos pela Toyota em Sorocaba. A empresa também é a maior empregadora direta do complexo de fornecedores, com 360 funcionários. Além dos para-choques, a Kanjico fornece à Toyota conjuntos metálicos soldados que produz em Salto, próximo de Sorocaba. A maior parte dos fornecedores do complexo Toyota fez investimentos menores, construiu instalações para fazer a montagem final de conjuntos com componentes produzidos em outras localidades, como é o caso da Pirelli, que lá executa só a montagem de seus pneus nas rodas, ou da Pilkington (de origem inglesa, mas desde 2006 controlada pelo grupo japonês NSG), que mantém no local estoque de vidros para abastecer a linha de produção do compacto Etios. Outro exemplo desse tipo de operação é a Faurecia, que em Sorocaba faz apenas ajustes finais dos escapamentos que produz em sua recém-inaugurada fábrica de Limeira (leia aqui), também no interior paulista. CINTURÃO JUST IN TIME Com os principais fornecedores bem ao lado a Toyota vai trabalhar em sistema just in time, com a utilização das peças assim que elas chegam à linha de montagem, sem formação de estoques. Essa operação é coordenada por uma subsidiária da empresa, a Toyota Kimura Logistics, ou KTL, que investiu R$ 8,9 milhões para construir uma unidade e contratou 250 pessoas para executar a logística da fábrica. A KTL é a segunda maior contratante do complexo, dividindo o posto com outra do mesmo grupo, a Toyota Boshoku, que também tem 250 empregados dedicados à montagem de bancos, painéis de porta e partes estofadas, em planta que recebeu aporte de R$ 51,7 milhões. Até a coleta e encaminhamento para reciclagem de resíduos industriais serão feitos por um fornecedor específico controlado pelo grupo, a Tsucho Scrap, uma das divisões da Toyota Tsucho, que aplicou R$ 16 milhões em instalações no complexo e contratou 50 funcionários para executar o serviço. Outra divisão do mesmo grupo, a Toyota Tsucho Steel, ou TT Steel, investiu R$ 44 milhões em uma unidade de corte de chapas de aço que já emprega 51 pessoas. Nenhum dos sistemistas é exclusivo, poderá fornecer a qualquer outro fabricante, mas pelo formato da operação poucos conseguirão fazer isso, pois a produção da Toyota (começa com 70 mil unidades no primeiro ano) deverá consumir todas as peças. http://www.automotivebusiness.com.br...-r-356-milhoes No link tem uma planilha com os dados de cada fornecedor com total em investimentos, empregos gerados e a especialidade de cada um.
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Meu álbum de viagens |
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#1471 |
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Registered User
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Kkkkk é bem carro de presidente americano mesmo, aliás, Barack usa um Cadillac, porém modelo DTS.
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#1472 | ||
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Registered User
Join Date: Jul 2006
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Ou seja, somente nas sistemistas e na Toyota foram 3.100 postos de trabalho. Nada mal MESMO! |
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#1473 |
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Mochilando pelo Mundo!
Join Date: Aug 2008
Location: São Paulo-SP / Sorocaba-SP
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Postos de trabalhos diretos, é bom lembrar!
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#1474 |
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Registered User
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#1475 | |
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Registered User
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faltam túneis e mais elevados em nossa cidade. Este é o caminho para melhorar rápido o transito, já que metro é impossível e aqueles veiculos aéreos é quase utópico ainda. |
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#1476 | |
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Registered User
Join Date: Apr 2012
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Acredito que muito desta aumenta de renda se deva pela vinda de ricos da capital paulista, fugidos dos problemas de cidade grande. Espero que com a chegada de Industrias de alta Tecnologia e Centros de Pesquisas a cidade torne-se auto suficiente em cidadãos com boa renda. Quero uma Camaro. Por 200 mil da até pra pensar. Difícil é comprar ferraris por 800 mil, Maserattis por 500 mil. O GT 86 que eu vi acho que deva custar mais ou menos isso. O carro é lindo |
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#1477 | |
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Quanto aos três shoppings na Vergueiro, não vejo muito futuro para o Sorocaba Shopping. Vai ser uma pena se este não suportar a concorrência. Tenho muitas lembranças de mi nha infãncia nele, mas o patio ciane promete abalar. Quanto ao Panorâmico, não entendo unir os dois. Parece que o panoramico esta se tornando um grande centro como o Center Norte, mas para um mercado mais popular em comparação ao shopping do Jereissati. |
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#1478 | |
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Join Date: Apr 2012
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E digo. O carro nasceu bem. É muito mais fácil acertar o design externo à acertar detalhes do interior. Engenherar um automóvel é algo complicadíssimo. Em média são 2 anos. Tem que se acertar a configuração e a localização dos diversos dispositivos mecânicos e eletrônicos que estão em sintonia com o exterior do carro. |
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#1479 | |
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#1480 | |
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