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Old August 18th, 2012, 09:39 PM   #141
FelixMadero
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haha Sampa x Rio e Sampa x Bue... não sei qual é o mais engraçado...
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Old August 19th, 2012, 01:08 AM   #142
Enzo
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haha Sampa x Rio e Sampa x Bue... não sei qual é o mais engraçado...
Tambem estou rindo muito de tudo isso. Como sempre, o Marcus Mendell tem uma participacao especial.
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Old August 19th, 2012, 02:38 AM   #143
sipriano
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Originally Posted by SP underground View Post
Não precisava de nada disto, amigo!
Primeiro que cada estado tem o seu papel neste país, e o de São Paulo é a vocação econômica!
Os esforços de todos os brasileiros são importantes para o Brasil como um todo e não apenas para São Paulo!
Discordo que a mudança da Capital Federal tenha beneficiado São Paulo, já que o estado já vinha crescendo economicamente e atraindo imigrantes de várias partes do mundo de maneira consistente década após década desde o início do século passado, e simplesmente manteve este crescimento após a mudança da capital!
Também discordo que São Paulo vá perder sua importância econômica! Nenhum estudo aponta para isto! A tendência é sim, o restante do país se desenvolver, mas isto não significa que São Paulo vá empobrecer por causa disto! SP continua bombando em termos de investimentos, principalmente internacionais, e a tendência é aumentarem cada vez mais segundo especialistas!
Em termos de investimentos locais, São Paulo nunca teve qualquer atenção por parte do GF, mas a descoberta da camada pré-sal mudará este quadro daqui 10 anos pra frente! Segundo a Petrobrás, São Paulo saltará do zero para ser o segundo estado produtor de petróleo no país, e isto agregado ao forte setor industrial e comercial que possui!
Também discordo que migrantes pobres tenham "transformado" São Paulo! SP já era a capital econômica do país quando o boom da migração ocorreu entre as décadas de 70/90! O que aumentou com isto foram os problemas sociais, que só agora começam à ser solucionados, e sem qualquer ajuda do GF, que é quem deveria ter dado apoio à tais pessoas, mesmo em território paulista! Vieram pra cá porque não tinha nada por lá!
Esta estória de que São Paulo "sustenta" o país é uma tremenda besteira e nisto eu concordo com você! Entretanto, é inegável que o GF leva bilhões de SP e não investe quase nada nos pobres daqui!!! O ônus social fica todo nas costas do estado e municípios!
De fato! O que transformou São Paulo, foram as plantações de café no interior e os primeiros bancos que enriqueceram financiando muitos barões, o capital acumulado propiciou a capacidade de investimento que ocasionou a industrialização em São Paulo muito antes do que ocorreu no resto do país que só foi ocorrer lá na década de 50, São Paulo já tinha as primeiras fábricas no fim do século XIX.

As plantações de café e as fábricas atraíram a maior parte dos imigrantes que vieram ao Brasil, segundo números oficiais dos 5 milhões de imigrantes que entraram no Brasil entre 1870 e 1949, mais da metade vieram para o estado de São Paulo, ou seja mais de 2,5 milhões para uma província que não tinha nem 1 milhão de pessoas. No início do século XX segundo consta, mais da metade da população da cidade de São Paulo era composta por estrangeiros, cartas da época mencionam que era mais comum ouvir línguas estrangeiras do que o português. Quando a migração teve seu boom, São Paulo já tinha passado de seu período de maior crescimento, já era consolidada a maior cidade do país, essas pessoas que vieram, não vieram pensando em vir ao fim do mundo pra construir um lugar do nada, muito pelo contrário, vieram por que já era um lugar consolidado e onde elas imaginaram que poderiam realizar seus sonhos, mas o status de cidade que mais cresce no mundo, já não pertencia mais a São Paulo e foi difícil absorver elas. Hoje andando em muitas ruas de São Paulo, ainda se ouve árabe, japonês, italiano, hoje tem aumentado a imigração de bolivianos, chineses e africanos, mesmo na RMSP, como aqui por exemplo, que eu conheço gente do mundo inteiro e as vezes se ouve pessoas falando língua estrangeira(raramente, mas se ouve principalmente mandarim e as vezes árabe e japonês de imigrações mais antigas) e também tem uma presença maior hoje de africanos, bolivianos e chineses, e em São Paulo isso é muito maior, se respira isso em São Paulo.
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Old August 19th, 2012, 04:11 AM   #144
SP underground
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Originally Posted by Marcus Mendell View Post
Eu vou repetir, não adianta nada a cidade avançar em algumas áreas e em outras, como saúde e educação, ser a vergonha que é.
E não falo somente do Rio, não. Falo de todas as cidades brasileiras.

Essas duas áreas são uma vergonha em nosso país.
Esta semana mesmo o JN fez uma reportagem sobre a educação brasileira e quem viu sabe que é de se enfiar a cara no buraco, de tão vergonhoso que é.

Aí, essa e aquela cidade fica se gabando de ser isto ou aquilo melhor ou maior em comparação às outras, mas quando vamos pro nível internacional, vem o choque de realidade, a qual me referi num dos meus primeiros comentários aqui neste tópico e o outro forista logo se doeu.
Mas é verdade. Não há no Brasil uma só cidade que mereça ser chamada de Global. Ter dinheiro, ter teatros, mega casa de shows, shoppings de luxo, como muitas capitais têm, só serve mesmo pra fazer vista, porque na hora de ser aferido o acesso da população a todas essas coisas, percebemos o quanto ainda se está longe do que se convencionou chamar de globalizado.

É de conhecimento de todos que os indicadores sociais do país o colocam entre as nações mais pobres, não só no mundo, como no próprio continente.E, mesmo assim, ficamos nos gabando que temos a sexta maior economia do mundo.
Desculpem, mas pra mim, isso é o mesmo que ficar sorrindo com cocô entre os dentes, pois basta sairmos um pouco pra periferia das grandes cidades, para percebermos imediatamente que estamos mais pra África do que pra Europa.

Como podemos almejar uma colocação entre as cidades mais desenvolvidas e prósperas do mundo, se insistimos em cultuar favelas como se fossem parte de nossa cultura a ser preservada?
Em países como India e tantos outros da Ásia, estão removendo favelas e transformando toda uma realidade. Aqui o termo remoção de favela, ops, digo, remoção de comunidades, falta pouco constar no dicionário de verbetes como sendo inadequado ou de baixo calão!

E como cidades como o Rio de Janeiro, com mais de 1 milhão de pessoas vivendo em "comunidades", e São Paulo, também com mais de 3 milhões vivendo em "submoradias"(cada cidade arruma um nome diferente pra designar favela) na periferia, podem querer figurar ente as cidades mais globalizadas do mundo?

Neste ponto, vale ressaltar que SP está a anos luz do Rio, pois lá eles estão tentando resolver esse problema (nem que seja tacando fogo), enquanto no Rio estão querendo até tombar favela como sendo patrimônio histórico.

Para concluir, gostaria de fazer uma análise um tanto quanto mais holística: Todos sabemos que a pujança econômica do Brasil é primária, atrelada às commodities; longe, portanto, de ser fruto de produtos industrializados.

Por isso, eu penso que nosso governo poderia (deveria?) aproveitar essa grande oportunidade que a sorte está nos proporcionando, e usar todo esse dinheiro que está entrando com a venda dessas commodities, para investir em educação e saúde pública e saneamento básico. Assim, quem sabe, num futuro próximo, pudéssemos realmente nos gabar de termos metrópoles globais e, consequentemente, todo o país poderia desfrutar de todas as oportunidades que cidadãos de países desenvolvidos desfrutam ?

Infelizmente, não é isto que acontece.

Portanto, se o ventos resolverem soprar de lado contrário, ou seja, o diminuir a compra dessas commodities, aí teremos outro choque de realidade.
No meio de um monte de besteiras que li acima, me chamou a atenção sua falta de informação sobre favelas! A cidade de São Paulo tem 1,28 milhão de favelados e o Rio tem 1,39 milhão! Em percentuais dá 22,2% para o Rio e 11,4% para São Paulo, números do último Censo/2010! Nem no estado de SP inteiro tem 3 milhões de favelados como você escreveu!
Desculpe aos amigos cariocas por escrever isto, mas não dá pra ver o cara dar informações erradas só pra "cutucar" São Paulo!
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Old August 19th, 2012, 06:04 AM   #145
Marcus Mendell
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Programa de Urbanização de Favelas de São Paulo

Na cidade de São Paulo, mais de 30% dos moradores, ou seja, cerca de 3 milhões de pessoas vivem em condições de alguma precariedade urbana, parcela significativa de uma população (85 milhões) que no Brasil, entre as décadas de 60 e 90, foram acolhidas nas áreas urbanas. Essas famílias vivem em áreas precárias conhecidas como favelas, cortiços ou loteamentos irregulares. Desvinculadas da chamada “cidade formal” são exemplos inequívocos da desigualdade no espaço urbano.

Frente à complexidade e dimensão dessa realidade, elaborar a política habitacional para a cidade de São Paulo não é tarefa das mais fáceis. Em primeiro lugar é preciso conhecer de forma profunda e detalhada, quais são os problemas a serem enfrentados, evitando a simples formulação de um discurso vazio sobre a pobreza urbana.

Uma política habitacional séria e de longo prazo pressupõe o estabelecimento de prioridades e, como consequência o atendimento, em primeiro lugar, das famílias mais vulneráveis. A partir desse entendimento, está em curso, na cidade de São Paulo, o maior programa de urbanização de favelas do país: cerca de 150 mil famílias beneficiadas com obras.

O Programa tem como propósito central a superação de um conjunto de déficits relacionados à infraestrutura, acessibilidade, equipamentos e serviços públicos, como também a construção de novas moradias. Nas obras de urbanização, além da implantação da infraestrutura, estão sendo construídas 10 mil unidades habitacionais, que substituem as moradias insalubres ou localizadas em áreas de risco, nas quais anteriormente viviam as famílias desses assentamentos.

O conceito central de intervenção é a permanência dos moradores e garantia de continuidade dos investimentos realizados na construção da moradia. Tomando a própria cidade como fonte de solução, a intervenção tem como principal objetivo a construção de espaços públicos de qualidade que respeitem as preexistências ambientais e culturais e provoquem, sobretudo, a diluição das fronteiras urbanísticas e simbólicas entre a área antes “informal” e os bairros “formais”.

As propostas de intervenção decorrem da identificação das características, demandas e expectativas dos moradores, levantamento este que resulta de intenso e longo trabalho realizado junto às comunidades afetadas. Os projetos enfrentam o desafio principal, que é a necessidade de articulação de espaços e equipamentos públicos, de forma a propiciar áreas de convivência social.

A urbanização das favelas e sua integração à cidade, dotada de bens, equipamentos e serviços necessários à vida urbana contemporânea, faz com que seus moradores tenham multiplicadas suas possibilidades de acesso ao trabalho, ao estudo, à saúde, invistam na melhoria de suas casas e, finalmente, adquiram reais condições de cidadania.

A cidade, reconhecida como espaço privilegiado das relações humanas e como foro eminentemente democrático, permite que valores opostos coexistam e sejam confrontados, contradizendo os conceitos conservadores dos agrupamentos isolados. Esse papel privilegiado que a cidade assume – espaço da convivência democrática – está relacionado com a extensão de acesso às oportunidades a todos os seus habitantes.

Fonte: Secretaria Municipal de Habitação
Secretaria Municipal de Habitação

Favelas na cidade de São Paulo


O processo de favelização na cidade de São Paulo teve início na década de 1940, tendo sido substancialmente acelerado nas décadas seguintes em função, sobretudo, do enorme fluxo de migrantes vindos de outras regiões do Brasil em busca de trabalho e melhores condições de vida.[1] Atualmente, a cidade de São Paulo concentra a maior quantia de favelas do Brasil[2], bem como a maior população favelada do país, em números absolutos.
(...)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Favelas...S%C3%A3o_Paulo


Brasil tem 11,4 milhões em favelas; 1 em cada 5 está na Grande São Paulo
Foram identificados 6.329 assentamentos irregulares em 323 cidades; 88% dos domicílios do tipo estão concentrados nas metrópoles
22 de dezembro de 2011 | 3h 04

(...)

http://www.estadao.com.br/noticias/i...-,814091,0.htm

Bem, eu sempre fui péééssimo em matemática, mas pelo que ainda me lembro, deixe eu fazer uma continha rapidamente, baseado neste estudo que vc mencionou do IBGE, em 2010.

Se em cada 5 pessoas vivendo em favelas 1(UMA) está na grande São Paulo, então, a cada milhão, seriam 200 mil pessoas e a cada 10(dez) milhões, seriam 2 milhões de pessoas vivendo em favelas. Portanto, se o número apresentado pelo IBGE é de 11,400 milhões de pessoas vivendo em favelas em todo o país e a proporção para SP é de 1/5, Chegamos a um resultado de 2(dois) milhões e 40(quarenta) mil pessoas vivendo em favelas na grande Sampa!

Devo admitir que em números absolutos, SP tem mais gente vivendo em favelas do que o Rio, porémmm...Proporcionalmente, segundo este estudo, o Rio, com seus 20% ainda está mais favelizado que a capital paulista.

Agora, vamos torcer para que no próximo censo, com as remoções que vêm acontecendo no Rio e em SP, esse número tenha diminuído.

PS: Gostaria de deixar só uma coisinha clara aqui, eu não sou leviano e não fico postando achismos nem jogando conversa fora. Quando eu faço algum tipo de afirmação, é porque li, ouvi ou presenciei em algum lugar, site ou jornal.
E eu provo como fiz aqui e agora.

Portanto, se está certo ou errado, a culpa não é minha. Vão reclamara com quem postou a matéria ou a informação.

Kisses, kisses, kisses a todos!
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Last edited by Marcus Mendell; August 19th, 2012 at 08:53 PM.
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Old August 19th, 2012, 06:06 AM   #146
Marcus Mendell
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Originally Posted by Enzo View Post
Tambem estou rindo muito de tudo isso. Como sempre, o Marcus Mendell tem uma participacao especial.
Quem sabe da tua história é o Sharles....
Segundo ele, vc tem mais personagens do que o Chico Anysio , é verdade?
Bem, eu não sei de nada!
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Old August 19th, 2012, 07:02 AM   #147
Cobucci
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Já deu, né?
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Old August 19th, 2012, 03:01 PM   #148
Enzo
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Quem sabe da tua história é o Sharles....
Segundo ele, vc tem mais personagens do que o Chico Anysio , é verdade?
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Old August 19th, 2012, 06:04 PM   #149
Junior BH
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Pelo q eu saiba, em números absolutos a cidade de SP realmente tem mais moradores em precariedade urbana do que no RJ, mas em números relativos SP tem menos....
Junior BH no está en línea  
Old August 19th, 2012, 06:06 PM   #150
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Se em cada 5 pessoas vivendo em favelas 5(cinco) estão na grande São Paulo, então, a cada milhão, seriam 200 mil pessoas e a cada 10(dez) milhões, seriam 2 milhões de pessoas vivendo em favelas. Portanto, se o número apresentado pelo IBGE é de 11,400 milhões de pessoas vivendo em favelas em todo o país e a proporção para SP é de 1/5, Chegamos a um resultado de 2(dois) milhões e 40(quarenta) mil pessoas milhões vivendo em favelas na grande Sampa!
Acredito q vc tenha querido dizer que em cada 5 moradores de favelas, 1 está na Grande SP, o que daria um total de 2,4 milhões de moradores de favelas na RMSP, ou seja, 2 milhões e 400 mil....
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Old August 19th, 2012, 06:34 PM   #151
sipriano
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Originally Posted by Marcus Mendell View Post
Programa de Urbanização de Favelas de São Paulo

Na cidade de São Paulo, mais de 30% dos moradores, ou seja, cerca de 3 milhões de pessoas vivem em condições de alguma precariedade urbana, parcela significativa de uma população (85 milhões) que no Brasil, entre as décadas de 60 e 90, foram acolhidas nas áreas urbanas. Essas famílias vivem em áreas precárias conhecidas como favelas, cortiços ou loteamentos irregulares. Desvinculadas da chamada “cidade formal” são exemplos inequívocos da desigualdade no espaço urbano.

Frente à complexidade e dimensão dessa realidade, elaborar a política habitacional para a cidade de São Paulo não é tarefa das mais fáceis. Em primeiro lugar é preciso conhecer de forma profunda e detalhada, quais são os problemas a serem enfrentados, evitando a simples formulação de um discurso vazio sobre a pobreza urbana.

Uma política habitacional séria e de longo prazo pressupõe o estabelecimento de prioridades e, como consequência o atendimento, em primeiro lugar, das famílias mais vulneráveis. A partir desse entendimento, está em curso, na cidade de São Paulo, o maior programa de urbanização de favelas do país: cerca de 150 mil famílias beneficiadas com obras.

O Programa tem como propósito central a superação de um conjunto de déficits relacionados à infraestrutura, acessibilidade, equipamentos e serviços públicos, como também a construção de novas moradias. Nas obras de urbanização, além da implantação da infraestrutura, estão sendo construídas 10 mil unidades habitacionais, que substituem as moradias insalubres ou localizadas em áreas de risco, nas quais anteriormente viviam as famílias desses assentamentos.

O conceito central de intervenção é a permanência dos moradores e garantia de continuidade dos investimentos realizados na construção da moradia. Tomando a própria cidade como fonte de solução, a intervenção tem como principal objetivo a construção de espaços públicos de qualidade que respeitem as preexistências ambientais e culturais e provoquem, sobretudo, a diluição das fronteiras urbanísticas e simbólicas entre a área antes “informal” e os bairros “formais”.

As propostas de intervenção decorrem da identificação das características, demandas e expectativas dos moradores, levantamento este que resulta de intenso e longo trabalho realizado junto às comunidades afetadas. Os projetos enfrentam o desafio principal, que é a necessidade de articulação de espaços e equipamentos públicos, de forma a propiciar áreas de convivência social.

A urbanização das favelas e sua integração à cidade, dotada de bens, equipamentos e serviços necessários à vida urbana contemporânea, faz com que seus moradores tenham multiplicadas suas possibilidades de acesso ao trabalho, ao estudo, à saúde, invistam na melhoria de suas casas e, finalmente, adquiram reais condições de cidadania.

A cidade, reconhecida como espaço privilegiado das relações humanas e como foro eminentemente democrático, permite que valores opostos coexistam e sejam confrontados, contradizendo os conceitos conservadores dos agrupamentos isolados. Esse papel privilegiado que a cidade assume – espaço da convivência democrática – está relacionado com a extensão de acesso às oportunidades a todos os seus habitantes.

Fonte: Secretaria Municipal de Habitação
Secretaria Municipal de Habitação
A definição de "favela" em São Paulo, parte de um presuposto de propriedade de terra, se você é dono do terreno onde construiu, não é favelado, se não é dono é favelado. Na verdade é complicado falar com precisão desse assunto, o IBGE usa os conceitos municipais nos censos em cada municipio, para definir os conjuntos subnormais a serem pesquisados, já que cada a área é dividida anteriormente ao censo, para ser percorrida separadamente contando apenas a população e outros pontos(os setores sencitários) e não definindo se é favela ou não no censo, por isso são usados critérios diferentes e com certo grau de imprecisão que podem subestimar ou superestimar as populações em conjuntos subnormais, dependendo do critério, por isso prefiro não precisar esse assunto.

Quote:

Favelas na cidade de São Paulo


O processo de favelização na cidade de São Paulo teve início na década de 1940, tendo sido substancialmente acelerado nas décadas seguintes em função, sobretudo, do enorme fluxo de migrantes vindos de outras regiões do Brasil em busca de trabalho e melhores condições de vida.[1] Atualmente, a cidade de São Paulo concentra a maior quantia de favelas do Brasil[2], bem como a maior população favelada do país, em números absolutos.
(...)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Favelas...S%C3%A3o_Paulo
A parte de uma de citação externa com dados errados nesse artigo da wikipedia, que já começa a acabar a credibilidade aí... Na década de 40 haviam os cortiços, ocupados pelos proletários, principalmente italianos que em 1901 eram 45 mil das 50 mil pessoas empregadas em fábricas em São Paulo, ou 90%, que devido a má remuneração das fábricas e altas jornadas de trabalho, ocuparam irregularmente áreas próximas as fábricas, tendo principalmente as contruções germinadas como marca desses cortiços, a migração nordestina começa entre o fim da década de 60 e inicio da década de 70, aí sim com o agravamento do problema, tendo o auge do crescimento das favelas entre 1987 e 1993, onde o crescimento das favelas teria sido de 15,2% ao ano. Hoje essas contruções dos cortiços da década de 40 ainda existem na Mooca por exemplo, talvez com melhor infraestrtura do que na época, mas eu não conheço essas questões da infraestrutura desses cortiços, por isso não vou entrar no mérito:


Wikimedia Commons

Leia, sobre os variados grupos humanos que compõem São Paulo hoje e as diferentes épocas que eles chegaram:

http://www.centrodametropole.org.br/...2003_RBEUR.pdf

http://www.colegiodante.com.br/insti...rquitetura.pdf

http://pt.scribd.com/doc/53886863/Migracao-nordestina

Esse é um livro, aconselho comprar.
http://books.google.com.br/books?id=...0paulo&f=false

Quote:
Brasil tem 11,4 milhões em favelas; 1 em cada 5 está na Grande São Paulo
Foram identificados 6.329 assentamentos irregulares em 323 cidades; 88% dos domicílios do tipo estão concentrados nas metrópoles
22 de dezembro de 2011 | 3h 04

(...)

http://www.estadao.com.br/noticias/i...-,814091,0.htm
Mesmo asunto do primeiro link

Quote:
Bem, eu sempre fui péééssimo em matemática, mas pelo que ainda me lembro, deixe eu fazer uma continha rapidamente, baseado neste estudo que vc mencionou do IBGE, em 2010.

Se em cada 5 pessoas vivendo em favelas 5(cinco) estão na grande São Paulo, então, a cada milhão, seriam 200 mil pessoas e a cada 10(dez) milhões, seriam 2 milhões de pessoas vivendo em favelas. Portanto, se o número apresentado pelo IBGE é de 11,400 milhões de pessoas vivendo em favelas em todo o país e a proporção para SP é de 1/5, Chegamos a um resultado de 2(dois) milhões e 40(quarenta) mil pessoas milhões vivendo em favelas na grande Sampa!

Devo admitir que em números absolutos, SP tem mais gente vivendo em favelas do que o Rio, porémmm...Proporcionalmente, segundo este estudo, o Rio, com seus 20% ainda está mais favelizado que a capital paulista.

Agora, vamos torcer para que no próximo censo, com as remoções que vêm acontecendo no Rio e em SP, esse número tenha diminuído.
Torcemos juntos e não só que tenha havido uma diminuição do número de favelas, mas que essas pessoas tenham melhorado de vida...

Quote:
PS: Gostaria de deixar só uma coisinha clara aqui, eu não sou leviano e não fico postando achismos nem jogando conversa fora. Quando eu faço algum tipo de afirmação, é porque li, ouvi ou presenciei em algum lugar, site ou jornal.
E eu provo como fiz aqui e agora.

Portanto, se está certo ou errado, a culpa não é minha. Vão reclamara com quem postou a matéria ou a informação.

Kisses, kisses, kisses a todos!
Além de "presenciar", "ouvir" e blablabla, é necessário um certo crivo cético e analise mais fundamentada, pois como eu falei ali em cima, os critérios utilizados, não são absolutos em nenhum estudo, apenas foram determinados como um norte a ser seguido, por que sem critérios não se pode determinar nada... Todo mundo que afirma alguma coisa, tem base em algo por mais subconsciente que isso seja, (aliás descobriu-se que a memória humana pode criar falsas lembranças, mas é outro assunto)... Apenas repetir o que ouviu, é agir igual papagaio, um pensamento mais racional seria analisar primeiro.
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Old August 19th, 2012, 09:43 PM   #152
Marcus Mendell
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Olha, sem querer estender esse assunto. Esse conceito de o que é e o que não é favela, no Brasil, está ficando cada vez mais subjetivo.
Mas o que me deixa chateado com pessoas de outros estados, principalmente SP, vamos ser francos, é que adoram falar das favelas do Rio, nos chamar a todos de favelados, como se em seus estados a situação não fosse parecida.

O que acontece no Rio é que nossas favelas estão à mostra, não ficam escondidas nas periferias, nem entre aglomerados de prédios. Estão todas ali, à vista de todos.

E uma prova de que este preconceito existe mesmo, é real, basta consultar qualquer endereço do Rio no Google, pra ver a quantidade de favelas que eles colocaram QUE SIMPLESMENTE NÃO EXISTEM.....Fizeram isso de sacanagem mesmo. Ouvi dizer que é porque tiveram uma briga com o governo daqui, mas eu acho que fizeram mesmo de sacanagem.

Onde moro mesmo. ´Não há nenhuma favela por perto. O meu apartamento dá vista para duas direções distintas, e se você olhar em volta, só verá casas e condomínios de classe média.

Mas não é que o famigerado do Google colocou uma favela bem do lado de meu condomínio, QUE NÃO EXISTE ?
Mas, se vc aproximar a imagem, voilá, kd a favela? SUMIU?........NÃO, ELA NÃO EXISTE MESMO!

Tudo bem, há endereços muito mais nobres do que o meu que tem favela do lado e são super valorizados. Mas elas existem de verdade, não foram inventadas, como no meu caso. Mesmo assim, todos concordam que se essas favelas fossem removidas, os imóveis da vizinhança valeriam ainda mais.
Só que este não é o meu caso. O Google fez só pra implicar mesmo!
Eles alegam que não foram eles, blablalba....Mas não consertam a coisa. Aí o prefeito não obriga, porque, senão, vão dizer que tem preconceito contra favelas, essas coisas.

A culpa é do povo que não processou essa porcaria de site. Eu te digo uma cosia, se no dia em que resolver vender meu imóvel, essa palhaçada do Google desvalorizar ele, não terei dúvidas em processá-los.

Isso acontece em vários pontos da cidade. É ou não é coisa de moleques?

Enfim.....
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Last edited by Marcus Mendell; August 19th, 2012 at 09:50 PM.
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Old August 19th, 2012, 10:40 PM   #153
jmviel
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Meu... olha o nível disso! Tá pior que no Latino.

Quanto ao conceito de favela, sempre foi esse dito acima: ocupação irregular (e não uma aglomeração de casas paupérrimas, como muitos pensam).
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Old August 19th, 2012, 10:59 PM   #154
Luiz Fernando XD
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Originally Posted by jmviel View Post
Meu... olha o nível disso! Tá pior que no Latino.

Quanto ao conceito de favela, sempre foi esse dito acima: ocupação irregular (e não uma aglomeração de casas paupérrimas, como muitos pensam).
Pô agora você tá de brincadeira, o que ele falou sobre o Google é verdade, aponta áreas legalizadas e regulares como favelas, muitas vezes, não existe nada, nada mesmo, no lugar, no entanto tá lá marcado uma favela.
Luiz Fernando XD no está en línea  
Old August 19th, 2012, 11:02 PM   #155
jmviel
baderneiro
 
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Mas eu não falei nada sobre isso.
jmviel no está en línea  
Old August 20th, 2012, 09:56 AM   #156
pmoretzs
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Originally Posted by Junior BH View Post
Pelo q eu saiba, em números absolutos a cidade de SP realmente tem mais moradores em precariedade urbana do que no RJ, mas em números relativos SP tem menos....
Rio e São Paulo tratam o assunto de forma exatamente oposta.

Em São Paulo, favela é visto como algo precário e transitório. Existe a esperança de remover todas elas um dia. Por isso, são muitas vezes construídas com madeira, papelão etc. A precariedade advém da expectativa de transitoriedade, alimentada pelas políticas públicas.



Já no Rio, favela é algo a ser preservado e melhorado, de modo a transformar-se em um bairro. Por isso são feitas de concreto armado e alvenaria. O próprio plano diretor proíbe a remoção das que não se encontrarem em área de risco.

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Old August 20th, 2012, 12:42 PM   #157
FloripaNation
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Tem nego que tem PS3, são gordos tem TV de LCD e AC e mora na favela, aliás isso é esteorótipo a questão de quem mora na favela é miséravel. Miserável é mendigo que mora embaixo da ponte, às vezes nem isso, tem uns que tem celular
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Old August 20th, 2012, 01:29 PM   #158
SP underground
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Originally Posted by Marcus Mendell View Post
Programa de Urbanização de Favelas de São Paulo

Na cidade de São Paulo, mais de 30% dos moradores, ou seja, cerca de 3 milhões de pessoas vivem em condições de alguma precariedade urbana, parcela significativa de uma população (85 milhões) que no Brasil, entre as décadas de 60 e 90, foram acolhidas nas áreas urbanas. Essas famílias vivem em áreas precárias conhecidas como favelas, cortiços ou loteamentos irregulares. Desvinculadas da chamada “cidade formal” são exemplos inequívocos da desigualdade no espaço urbano.

Frente à complexidade e dimensão dessa realidade, elaborar a política habitacional para a cidade de São Paulo não é tarefa das mais fáceis. Em primeiro lugar é preciso conhecer de forma profunda e detalhada, quais são os problemas a serem enfrentados, evitando a simples formulação de um discurso vazio sobre a pobreza urbana.

Uma política habitacional séria e de longo prazo pressupõe o estabelecimento de prioridades e, como consequência o atendimento, em primeiro lugar, das famílias mais vulneráveis. A partir desse entendimento, está em curso, na cidade de São Paulo, o maior programa de urbanização de favelas do país: cerca de 150 mil famílias beneficiadas com obras.

O Programa tem como propósito central a superação de um conjunto de déficits relacionados à infraestrutura, acessibilidade, equipamentos e serviços públicos, como também a construção de novas moradias. Nas obras de urbanização, além da implantação da infraestrutura, estão sendo construídas 10 mil unidades habitacionais, que substituem as moradias insalubres ou localizadas em áreas de risco, nas quais anteriormente viviam as famílias desses assentamentos.

O conceito central de intervenção é a permanência dos moradores e garantia de continuidade dos investimentos realizados na construção da moradia. Tomando a própria cidade como fonte de solução, a intervenção tem como principal objetivo a construção de espaços públicos de qualidade que respeitem as preexistências ambientais e culturais e provoquem, sobretudo, a diluição das fronteiras urbanísticas e simbólicas entre a área antes “informal” e os bairros “formais”.

As propostas de intervenção decorrem da identificação das características, demandas e expectativas dos moradores, levantamento este que resulta de intenso e longo trabalho realizado junto às comunidades afetadas. Os projetos enfrentam o desafio principal, que é a necessidade de articulação de espaços e equipamentos públicos, de forma a propiciar áreas de convivência social.

A urbanização das favelas e sua integração à cidade, dotada de bens, equipamentos e serviços necessários à vida urbana contemporânea, faz com que seus moradores tenham multiplicadas suas possibilidades de acesso ao trabalho, ao estudo, à saúde, invistam na melhoria de suas casas e, finalmente, adquiram reais condições de cidadania.

A cidade, reconhecida como espaço privilegiado das relações humanas e como foro eminentemente democrático, permite que valores opostos coexistam e sejam confrontados, contradizendo os conceitos conservadores dos agrupamentos isolados. Esse papel privilegiado que a cidade assume – espaço da convivência democrática – está relacionado com a extensão de acesso às oportunidades a todos os seus habitantes.

Fonte: Secretaria Municipal de Habitação
Secretaria Municipal de Habitação

Favelas na cidade de São Paulo


O processo de favelização na cidade de São Paulo teve início na década de 1940, tendo sido substancialmente acelerado nas décadas seguintes em função, sobretudo, do enorme fluxo de migrantes vindos de outras regiões do Brasil em busca de trabalho e melhores condições de vida.[1] Atualmente, a cidade de São Paulo concentra a maior quantia de favelas do Brasil[2], bem como a maior população favelada do país, em números absolutos.
(...)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Favelas...S%C3%A3o_Paulo


Brasil tem 11,4 milhões em favelas; 1 em cada 5 está na Grande São Paulo
Foram identificados 6.329 assentamentos irregulares em 323 cidades; 88% dos domicílios do tipo estão concentrados nas metrópoles
22 de dezembro de 2011 | 3h 04

(...)

http://www.estadao.com.br/noticias/i...-,814091,0.htm

Bem, eu sempre fui péééssimo em matemática, mas pelo que ainda me lembro, deixe eu fazer uma continha rapidamente, baseado neste estudo que vc mencionou do IBGE, em 2010.

Se em cada 5 pessoas vivendo em favelas 1(UMA) está na grande São Paulo, então, a cada milhão, seriam 200 mil pessoas e a cada 10(dez) milhões, seriam 2 milhões de pessoas vivendo em favelas. Portanto, se o número apresentado pelo IBGE é de 11,400 milhões de pessoas vivendo em favelas em todo o país e a proporção para SP é de 1/5, Chegamos a um resultado de 2(dois) milhões e 40(quarenta) mil pessoas vivendo em favelas na grande Sampa!

Devo admitir que em números absolutos, SP tem mais gente vivendo em favelas do que o Rio, porémmm...Proporcionalmente, segundo este estudo, o Rio, com seus 20% ainda está mais favelizado que a capital paulista.

Agora, vamos torcer para que no próximo censo, com as remoções que vêm acontecendo no Rio e em SP, esse número tenha diminuído.

PS: Gostaria de deixar só uma coisinha clara aqui, eu não sou leviano e não fico postando achismos nem jogando conversa fora. Quando eu faço algum tipo de afirmação, é porque li, ouvi ou presenciei em algum lugar, site ou jornal.
E eu provo como fiz aqui e agora.

Portanto, se está certo ou errado, a culpa não é minha. Vão reclamara com quem postou a matéria ou a informação.

Kisses, kisses, kisses a todos!
Amigo, você se deu ao trabalho de ler a matéria??? São 3 milhões de pessoas em moradias precárias, isto inclui bairros pobres, cortiços, etc. não apenas favelas! Em favelas são 1,28 milhão conforme já comprovou o Censo 2010, e no Rio são 1,39 milhão. Em percentuais no Rio dá 22,2% da população e em São Paulo dá 11,4%. E a metodologia do IBGE é exatamente a mesma nas duas cidades e no Brasil inteiro!!!
A cidade de São Paulo, ao contrário do que você disse tem menos favelados também em números absolutos, mesmo sendo bem mais populosa! É tão difícil aceitar isto? As duas cidades tem suas qualidades e defeitos urbanísticos, mas neste quesito fica evidente que há uma boa diferença de uma pra outra, e só cego não vê!

Quanto aos números sobre a Grande São Paulo ou RMSP, quero lembrar que estamos falando de uma região onde vivem 20 milhões de pessoas!!! É onde tem mais favelados, mais ricos, mais classe-média, mais TUDO!!!
Mas mesmo assim se jogarmos para os números proporcionais que é o que conta, a Grande SP está longe de ser a mais favelizada do país! Tem RM onde 52%, 33% da população vive em favelas, muito distante dos 11% da Grande São Paulo!!!

Tudo isto aí são dados oficiais do IBGE (que não fica em SP)! Eu tirei do próprio site e não de matérias com títulos sensacionalistas! Mas tudo bem, pode continuar despejando seu ódio e sua ironia por São Paulo! Não tenho absolutamente nada contra nenhuma cidade, e sou (e continuarei sendo) frequentador assíduo do Rio!

Last edited by SP underground; August 20th, 2012 at 02:23 PM.
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Old August 20th, 2012, 02:38 PM   #159
SP underground
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Só pra completar Marcus Mendell, é verdade que tem pessoas que adoram meter o pau no Rio quando o assunto é favela! Entretanto estamos falando de um certo número de pessoas e não a totalidade! É só ler todos os meus posts, bem como da maioria dos foristas daqui e perceber que esta prática não é habito nosso! Vejo por aqui muito mais gente elogiando o Rio do que falando mal!
Ficar atacando São Paulo só pra se vingar de alguns desmiolados idiotas só colocaria você no mesmo patamar deles, e tenho certeza que não é o seu caso!
Tem muita gente que também adora detonar São Paulo para falar de poluição, trânsito, etc. e eu sei que são problemas grandes porque São Paulo é grande, mas na prática não é muito diferente do que acontece em outras grandes cidades brasileiras, mas nem por isto vou ficar devolvendo na mesma moeda!

Abraço!!!
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Old August 20th, 2012, 02:50 PM   #160
Mantronix
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Marcus Mendell

No meio de um monte de besteiras que li acima, me chamou a atenção sua falta de informação sobre favelas! A cidade de São Paulo tem 1,28 milhão de favelados e o Rio tem 1,39 milhão! Em percentuais dá 22,2% para o Rio e 11,4% para São Paulo, números do último Censo/2010! Nem no estado de SP inteiro tem 3 milhões de favelados como você escreveu!
Desculpe aos amigos cariocas por escrever isto, mas não dá pra ver o cara dar informações erradas só pra "cutucar" São Paulo!(2)

Conta fatos nao há argumentos, são dados do IBGE 2010
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